Mobilidade Europeia. Os seus direitos de segurança social na Suíça. Comissão Europeia

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1 9 Mobilidade Europeia Os seus direitos de segurança social na Suíça Comissão Europeia

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3 Mobilidade Europeia (na União Europeia, no Espaço Económico Europeu e na Suíça) Os seus direitos de segurança social na Suíça Situação em 13 de Abril de 2006 Comissão Europeia Direcção-Geral do Emprego, Assuntos Sociais e Igualdade de Oportunidades Unidade E.3

4 Nem a Comissão Europeia nem qualquer pessoa que actue em seu nome são responsáveis pelo uso que possa ser feito com as informações contidas nesta publicação. Advertência: A presente brochura foi elaborada com base nas informações comunicadas pela Suíça em 13 de Abril de É importante assegurar-se de que não houve, entretanto, modificações no direito nacional e de que as presentes informações se mantêm válidas. Para este efeito, queira consultar os organismos e instituições competentes cujas coordenadas figuram na Secção 3. Informações de contacto das instituições e endereços úteis na Internet. Europe Direct é um serviço que o/a ajuda a encontrar respostas às suas perguntas sobre a União Europeia Número verde único (*): (*) Alguns operadores de telecomunicações móveis não autorizam o acesso a números ou podem sujeitar estas chamadas telefónicas a pagamento Encontram-se disponíveis numerosas outras informações sobre a União Europeia na rede Internet, via servidor Europa ( Comunidades Europeias, 2009 Reprodução autorizada mediante indicação da fonte. Uma ficha bibliográfica figura no fim desta publicação. Luxemburgo: Serviço das Publicações Oficiais das Comunidades Europeias, 2009 ISBN

5 Índice 1. Introdução Prestações de serviços Inscrição Contribuições As instituições de segurança social Litígios Os ramos da segurança social Prestações de doença e de maternidade Seguro obrigatório Organismos competentes Procedimento em caso de doença e de maternidade Procedimento em caso de acidente não profissional e profissional para as pessoas não sujeitas ao seguro obrigatório de acidentes Prestações pecuniárias em caso de doença e de maternidade Prestações por acidentes de trabalho e doenças profissionais Pessoas seguradas Organismos competentes Prestações em espécie Prestações pecuniárias Subsídios por morte Prestações por invalidez Seguro de invalidez (SI, 1.º pilar) Previdência profissional para a invalidez (PP, 2.º pilar) Previdência individual para invalidez (3.º pilar) Prestações por velhice e sobrevivência Seguro de velhice e sobrevivência (SVS, 1.º pilar) Prestações em caso de morte Prestações por desemprego Pessoas seguradas Condições para ter direito às prestações Taxas das prestações e duração do pagamento Modalidades Outras prestações

6 2.7. Prestações por pré-reforma Prestações familiares Prestações familiares nos termos do direito federal Prestações de família cantonais Prestações em caso de serviço obrigatório Prestações pecuniárias especiais de carácter não contributivo Pensões extraordinárias SVS/SI (1.º pilar) Prestações suplementares A assistência social Informações de contacto das instituições e endereços úteis na Internet

7 1 Introdução 1.1. Prestações de serviços O regime suíço de segurança social compreende as prestações seguintes: doença e maternidade, acidentes de trabalho e doenças profissionais, invalidez, velhice e morte. Um modelo assente em três pilares: 1.º pilar : a previdência pública destinada a todas as pessoas que residem e/ou trabalham na Suíça, 2.º pilar : a previdência profissional obrigatória destinada aos trabalhadores assalariados e a previdência profissional facultativa destinada aos trabalhadores independentes, 3.º pilar : a previdência individual subsídio de desemprego, prestações familiares, prestações em caso de serviço obrigatório, prestações particulares de carácter não contributivo Inscrição Para os trabalhadores assalariados, cabe à entidade empregadora cumprir as formalidades de inscrição na segurança social, com excepção do seguro de doença. Neste último caso, a inscrição incumbe à pessoa sujeita ao seguro obrigatório. Os trabalhadores independentes e os inactivos devem inscrever-se eles próprias junto de todos os seguros sociais. As pessoas que exercem normalmente uma actividade profissional no estrangeiro devem declarar essa actividade na Suíça, na caixa de compensação SVS (seguro de velhice e sobrevivência) competente. Os endereços dos organismos de segurança social e dos organismos de ligação figuram na secção Contribuições Os diferentes ramos da segurança social são geralmente financiados, em primeiro lugar, pelas quotizações dos segurados e as contribuições dos seus empregadores e, em segundo lugar, pelas receitas fiscais. Panorama geral do financiamento da segurança social: ver quadros nas páginas 6, 7 e As instituições de segurança social As instituições de segurança social criaram organismos de ligação que asseguram as relações com os Estados Membros da União Europeia e do Espaço Económico Europeu. Estes seguradores respondem de bom grado às questões relacionadas com o regime suíço de segurança social. Os organismos de ligação fornecem informações em matéria de coordenação internacional dos diferentes ramos dos seguros sociais. Os seus endereços figuram na secção Litígios Regra geral, as medidas das instituições de segurança social dão lugar à adopção de decisões, que fixam os direitos e obrigações de carácter vinculativo aplicáveis a cada caso concreto. Nessas decisões são indicadas as vias de recurso. Após expiração do prazo para apresentação do recurso, as decisões assumem carácter executório. O segurado pode contestar a decisão dentro do prazo fixado. A decisão emitida na sequência dessa contestação pode ser objecto de recurso perante a justiça. As medidas adoptadas no domínio da previdência profissional não são objecto de decisões, mas são comunicadas por escrito, uma vez que as instituições de previdência profissional não têm competência para tomar tais decisões. 5

8 Panorama geral do financiamento dos seguros sociais Ramos da segurança social Doença e maternidade: prestações em espécie Financiamento dos seguros sociais Prémio individual fixado pelo segurador e aprovado pela autoridade fiscalizadora. Os segurados que residem numa mesma região pagam prémios idênticos num mesmo segurador. Os seguradores podem escalonar o montante dos prémios, caso exista divergência nos custos entre cantões e entre regiões. Contribuições da entidade empregadora em % do salário nenhuma Quotizações do trabalhador em % do salário nenhuma; prémio individual Prémio reduzido para os segurados até aos 18 anos inclusive (menores). Possibilidade de fixar um prémio reduzido para os segurados até aos 25 anos inclusive (jovens adultos). Prémio médio aplicável na Suíça por adulto (incluindo a cobertura de acidentes não profissionais) em 2007: 313 CHF por mês. A tabela dos prémios actualmente em vigor pode ser consultada no seguinte endereço Internet: praemien.admin.ch. Franquia ordinária por adulto: 300 CHF por ano civil (ver ponto 2.1.3). Quota-parte: 10% dos custos que ultrapassem a franquia até ao limite de 700 CHF para os adultos e de 350 CHF para os menores (todavia, vários menores de uma mesma família, segurados pela mesma seguradora, pagam em conjunto até um máximo de CHF) e a franquia é de 20%, caso se utilize um medicamento original, enquanto o genérico figura na lista dos medicamentos reembolsados (ver ponto 2.1.3). Contribuição para as despesas de internamento em caso de hospitalização: 10 CHF por dia, sem limite de tempo (ver ponto 2.1.3). Os poderes públicos concedem uma redução dos prémios às pessoas de condição económica modesta. Doença e maternidade: prestações pecuniárias As tarifas dos hospitais públicos ou subvencionados pelos poderes públicos cobrem no máximo 50% dos custos de funcionamento. O valor remanescente e os custos de investimento são suportados pelos poderes públicos. Doença: Prémio fixado pelo segurador. Prémios iguais para prestações seguradas iguais, com a possibilidade de escalonar os prémios em função da idade de subscrição do seguro e da região Subsídios por perda de rendimento em caso de maternidade e de serviço obrigatório (SPR): 0,3% do salário bruto. 0,3% do rendimento bruto profissional para os independentes. Redução da taxa de quotização segundo uma tabela degressiva a partir de um limite mínimo de rendimento. Sem limite mínimo ou limite máximo de quotização para a população activa. 0,15 % 0,15 % Os não activos pagam quotizações entre 13 CHF e 300 CHF por ano, consoante as suas condições sociais. Os inactivos pagam uma quotização entre 13 e 300 CHF por ano, consoante as suas condições sociais. 6

9 Ramos da segurança social Acidentes de trabalho e doenças profissionais Financiamento dos seguros sociais Os prémios são fixados em permilagem ( ) do rendimento segurado e são a cargo da entidade empregadora. São compostos por prémios líquidos correspondentes ao risco e por suplementos destinados aos encargos administrativos (Secção 1.3). As empresas estão classificadas nas classes e graus da tarifa dos prémios segundo a sua natureza e as suas condições específicas; a classificação tem nomeadamente em conta o risco de acidentes e o inventário das medidas de prevenção. Contribuições da entidade empregadora em % do salário entre 0,35 e 220% Quotizações do trabalhador em % do salário nenhuma Acidentes não profissionais Invalidez Velhice e morte Limite máximo do rendimento segurado: CHF por ano. Os prémios são fixados em permilagem ( ) do rendimento segurado e são a cargo do trabalhador; as convenções contrárias a favor dos trabalhadores são reservadas. Os segurados são repartidos em classes de riscos (segundo as empresas que os empregam). Limite máximo do rendimento segurado: CHF por ano. Seguro de invalidez (1.º pilar, regime de base) 1,4% do salário bruto. 1,4% do rendimento profissional bruto para os independentes. Redução da taxa de quotização segundo uma tabela degressiva a partir de um limite mínimo de rendimento. Sem limite mínimo ou limite máximo de quotização para a população activa. Os não activos pagam uma quotização de 62 a CHF por ano, consoante as suas condições sociais. Previdência profissional (2.º pilar, mínimo obrigatório): a quotização inclui os riscos de invalidez e de morte, e a partir dos 25 anos inclui também o risco de velhice. Seguro de velhice e de sobrevivência (1.º pilar, regime de base): 8,4% do salário bruto 7,8% do rendimento profissional bruto para os independentes. Redução da taxa de quotização segundo uma tabela degressiva a partir de um limite mínimo de rendimento. Sem limite mínimo ou limite máximo de quotização para a população activa. Os inactivos pagam uma quotização de 370 a CHF por ano, consoante as suas condições sociais. Previdência profissional (2.º pilar, mínimo obrigatório): As quotizações variam entre 7 e 18% do salário segurado, em função da idade do segurado (bonificações de velhice). Para as pessoas que recebem de uma mesma entidade empregadora um salário anual sujeito a SVS (seguro de velhice e sobrevivência) superior a CHF, deve ser segurado um montante mínimo de CHF na previdência profissional obrigatória. A parte do salário anual compreendida entre e CHF deve ser segurada. A esta parcela do salário dá-se a designação de salário coordenado. O somatório das contribuições da entidade empregadora deve ser pelo menos igual ao somatório das quotizações dos seus trabalhadores (Secção 2.4). nenhuma entre 7 e 34% 0,7 % 0,7 % 4,2 % 4,2 % 7

10 Ramos da segurança social Desemprego Prestações familiares Outras contribuições específicas Financiamento dos seguros sociais 2% do salário determinante. Os independentes e os inactivos não são segurados. Limite máximo: CHF por ano. Regime federal Trabalhadores agrícolas: as prestações familiares dos pequenos agricultores são financiadas pelos poderes públicos. Regimes cantonais Outros trabalhadores (incluem-se aqui os independentes de alguns cantões): as diferentes metodologias em matéria de prestações familiares aplicáveis na agricultura segundo o direito cantonal e o direito federal são publicadas na brochura Genres et montants des allocations familiales (Tipos e montantes das prestações familiares) (sítio Internet: rubrica Questions familiales et de jeunesse, Conseils ). Invalidez, velhice, morte (1.º pilar, regime de base) e prestações pecuniárias em caso de serviço obrigatório e de maternidade (SPR): Os empregadores, os independentes, os inactivos e as pessoas seguradas facultativamente pagam às caixas de compensação SVS uma contribuição para os encargos administrativos de, no máximo, 3% do somatório das contribuições devidas. Acidentes de trabalho e doenças profissionais: Suplementos de prémios destinados a cobrir os encargos administrativos, as despesas de prevenção de acidentes e de doenças profissionais e as compensações pelo agravamento do custo de vida que não sejam financiados por excedentes de juros. Contribuições da entidade empregadora em % do salário Quotizações do trabalhador em % do salário 1 % 1 % 2 % entre 0,1% e 5% nenhuma nenhuma (excepto no cantão de Valais: 0,3%) 8

11 2 Os ramos da segurança social 2.1. Prestações de doença e de maternidade O seguro de doença suíço compreende o seguro obrigatório dos cuidados (tomada a cargo das despesas relativas à prestação de cuidados em caso de doença, de maternidade ou, a título subsidiário, em caso de acidente não profissional) assim como o seguro facultativo de subsídios diários Seguro obrigatório A inscrição no seguro de cuidados é obrigatória para qualquer pessoa que resida ou trabalhe na Suíça, a menos que esteja abrangida por outro regime legal de segurança social em vigor num Estado-Membro da União Europeia, na Noruega ou na Islândia. No que respeita às relações entre a Suíça e o Liechtenstein, as pessoas inscrevem-se no seguro de doença do Estado de residência. O seguro é individual, o que significa que os membros da família do segurado que não exercem uma actividade remunerada não são necessariamente cobertos por este seguro. Qualquer pessoa que se estabeleça na Suíça está obrigada a inscrever-se no seguro num prazo de três meses. A inscrição no seguro de cuidados não compete à entidade empregadora. Se as pessoas se inscreverem dentro do prazo previsto, o seguro produzirá efeitos a partir da data da notificação da estada. Se efectuarem a inscrição mais tarde, o seguro terá efeito a partir da data da inscrição. A cobertura obrigatória em matéria de seguro de doença é concedida sem reserva e não se pode ter em conta uma doença ou uma gravidez existente Organismos competentes A gestão do seguro de doença é assegurada por um grande número de seguradores públicos e privados. Qualquer pessoa sujeita ao seguro obrigatório pode escolher livremente entre os seguradores aprovados do seu lugar de residência Procedimento em caso de doença e de maternidade O seguro de cuidados concede prestações em espécie em caso de doença, maternidade ou acidente não profissional (a título subsidiário, em caso de não cobertura pelo seguro de acidentes). O seguro de cuidados obrigatório cobre os custos das prestações de diagnóstico ou tratamento de uma doença e das suas sequelas bem como da gravidez. Estas prestações devem ser eficazes, adequadas e económicas. Todos os seguradores que oferecem o seguro de cuidados devem tomar a cargo o mesmo volume de prestações, prescrito pela lei: a) exames, tratamentos e cuidados dispensados sob forma ambulatória no domicílio do doente, em unidade hospitalar ou semi-hospitalar ou num estabelecimento médico-social por: 1. médicos, 2. quiropráticos, 3. pessoas que fornecem prestações mediante receita ou ordem médica; b) análises, medicamentos, meios e aparelhos de diagnóstico ou terapêuticos prescritos por um médico ou, nos limites fixados pelo Conselho Federal, por um quiroprático; c) participação nas despesas das curas termais prescritas por um médico; d) medidas de reabilitação efectuadas ou prescritas por um médico; e) internamento em divisão comum de um hospital; f) internamento numa instituição que preste cuidados semi-hospitalares; g) contribuição para as despesas de transporte necessárias do ponto de vista médico e para as despesas de salvamento; h) prestações dos farmacêuticos na dispensa dos medicamentos receitados em conformidade com a alínea b); 9

12 i) exames de controlo, efectuados por um médico ou uma parteira ou prescritos por um médico, durante e após a gravidez; j) parto no domicílio, num hospital ou numa instituição de cuidados semi-hospitalares bem como a assistência de um médico ou de uma parteira; k) conselhos necessários em caso de amamentação; l) cuidados dispensados ao recém-nascido saudável e seu internamento, enquanto permanece no hospital com a mãe; m) cuidados dentários ocasionados por uma doença grave inevitável do sistema mastigatório ou associados a uma afecção geral e necessários ao tratamento médico ou não cobertos por um outro seguro na sequência de um acidente. Os segurados participam nos custos das prestações de que são beneficiários. Esta participação obrigatória para os adultos (isto é, a partir dos 18 anos completos) compreende um montante fixo por ano (franquia) e uma taxa de participação nos custos que ultrapassem a franquia (quota-parte). Para os menores, apenas é devida a quota parte. Existe um montante máximo para a quotaparte (Secção 1.3). Os adultos segurados podem optar por uma franquia mais elevada que lhes dá direito a uma redução do prémio, ou optar por uma franquia para os menores. Em caso de hospitalização, os segurados que não vivem em regime de coabitação com membros da sua família pagam uma comparticipação diária para as despesas de internamento (Secção 1.3). Não é exigida qualquer participação se se tratar de prestações de maternidade. É possível subscrever um seguro complementar de direito privado para as prestações não cobertas pelo seguro de cuidados obrigatório. Os seguradores são livres de segurar ou não, a título do seguro complementar, as pessoas que o solicitam. Com efeito, podem prever limites de idade e invocar uma reserva à subscrição do seguro com base em problemas de saúde existentes Procedimento em caso de acidente não profissional e profissional para as pessoas não sujeitas ao seguro obrigatório de acidentes O seguro obrigatório de acidentes destinado aos trabalhadores cobre os acidentes não profissionais se o trabalhador exercer uma actividade assalariada pelo menos oito horas por semana para uma mesma entidade empregadora. Para além das prestações em espécie, são cobertas prestações pecuniárias pelo seguro por perda de rendimento. Trata-se das mesmas prestações previstas para os acidentes de trabalho e as doenças profissionais (Secção 2.2). Dado que os trabalhadores independentes e os não activos não estão sujeitos ao seguro obrigatório de acidentes, os custos associados ao tratamento de acidentes não profissionais e profissionais são cobertos pelo seguro de cuidados Prestações pecuniárias em caso de doença e de maternidade Não existe seguro obrigatório contra a incapacidade de ganho causada por uma doença. Pode candidatar-se a prestações pecuniárias em caso de maternidade qualquer mulher que tenha exercido uma actividade remunerada e esteja inscrita no seguro de velhice e sobrevivência (SVS) obrigatório durante os 9 meses anteriores ao parto, ou num seguro de pensões obrigatório de um Estado-Membro da União Europeia ou da Associação Europeia de Comércio Livre, e que, durante esse período, tenha exercido uma actividade remunerada durante pelo menos 5 meses e que, na altura do parto, seja assalariada, independente ou desempregada. O direito ao subsídio tem efeitos no dia do parto e cessa o mais tardar no 98º dia. Cessa antes desse prazo se a mãe retomar uma actividade remunerada a tempo inteiro ou a tempo parcial, ou se falecer. O subsídio por maternidade ascende a 80% do rendimento médio da actividade remunerada auferido antes do início do direito ao subsídio, e o seu montante máximo é de 172 CHF por dia. Em caso de doença e de maternidade, as disposições do direito do trabalho (código das obrigações) obrigam a entidade empregadora a continuar a pagar o salário ao trabalhador incapacitado para o trabalho durante um período limitado. O direito dos seguros sociais prevê um seguro de subsídios diários em caso de doença e de maternidade. Os seguradores são obrigados a celebrar um seguro de subsídios diários facultativo, mesmo que o requerente sofra de alguma doença. Têm, no entanto, o direito de invocar uma reserva com base numa doença existente dentro de um limite de cinco anos. As pessoas que exercem uma actividade remunerada bem como as não activas podem aceder a este seguro facultativo. Nos casos em que os subsídios diários têm de substituir a obrigação de manter o salário dos trabalhadores em virtude do direito do trabalho em caso de doença e de maternidade, a entidade empregadora é obrigado a assegurar pelo menos metade dos prémios devidos. Esta obrigação de seguro pode decorrer de um contrato individual de trabalho ou de uma convenção colectiva de trabalho. Neste caso, o seguro de subsídios diários pode ser passado sob a forma de um contrato colectivo. 10

13 Quando cessa a relação de trabalho, é possível aceder a um seguro de subsídios diários, sem que o segurador possa invocar uma reserva com base numa doença existente. Esta regra não se aplica aos seguros de subsídios diários que não estão abrangidos pelo direito dos seguros sociais e que são celebrados ao abrigo do direito dos seguros privados Prestações por acidentes de trabalho e doenças profissionais O seguro de acidentes cobre os acidentes de trabalho, as doenças profissionais e os acidentes não profissionais. Neste último caso, o trabalhador tem de exercer uma actividade assalariada pelo menos oito horas por semana para uma mesma entidade empregadora Pessoas seguradas Os trabalhadores assalariados estão sujeitos à obrigação de seguro, mas o seguro de acidentes é facultativo para os trabalhadores independentes Organismos competentes A gestão do seguro de acidentes é assegurada, de acordo com a categoria de trabalhadores, pela Caixa Nacional Suíça de Seguro de Acidentes (CNA Caisse nationale suisse d assurance en cas d accidents) ou por qualquer outro segurador aprovado Prestações em espécie Entende-se por acidente qualquer ofensa repentina e involuntária infligida ao corpo humano por uma causa externa extraordinária, que compromete a saúde física, mental ou psíquica ou que provoca a morte. Entende-se por doença profissional qualquer doença causada exclusiva ou preponderantemente por substâncias nocivas ou por determinadas tarefas no exercício de uma actividade profissional (lista das substâncias e das tarefas), bem como as outras doenças que comprovadamente tenham sido causadas exclusivamente ou de maneira manifestamente preponderante pelo exercício da actividade profissional. O seguro de acidentes cobre a prestação dos cuidados necessários em caso de acidentes de trabalho e de doenças profissionais. No que se refere aos acidentes não profissionais, o seguro concede essas prestações se o trabalhador exercer uma actividade assalariada pelo menos oito horas por semana para a mesma entidade empregadora. O segurado pode escolher livremente o médico, o dentista, o quiroprático, a farmácia ou o estabelecimento hospitalar. São concedidas as seguintes prestações: tratamento médico adequado: 1. tratamento ambulatório dispensado pelo médico ou pelo dentista, 2. medicamentos e análises receitados pelo médico ou pelo dentista, 3. tratamento, alimentação e alojamento em divisão comum de um hospital com o qual tenha sido celebrada uma convenção tarifária, 4. curas complementares ou curas termais prescritas pelo médico, 5. meios e aparelhos que servem para a cura; meios auxiliares de modelo simples e adequado fornecidos a título de empréstimo ou em regime de propriedade plena; danos materiais: o segurado tem direito à indemnização pelos danos causados por um acidente aos objectos que substituam morfológica ou funcionalmente uma parte do corpo (as despesas com a substituição de óculos, aparelhos auditivos e próteses dentárias são tomadas a cargo apenas se a lesão corporal exigir um tratamento); despesas necessárias de salvamento, bem como despesas de viagem e de transporte necessárias do ponto de vista médico. O reembolso das despesas no estrangeiro está sujeito a limites; despesas de transporte do corpo e despesas funerárias Prestações pecuniárias Subsídios diários Em caso de incapacidade total para o trabalho, o segurado recebe subsídios por perda de rendimento correspondentes a 80% do rendimento segurado a partir do terceiro dia após o acidente; caso a incapacidade seja apenas parcial, há lugar a uma redução proporcional. O direito ao subsídio por perda de rendimento cessa assim que o segurado recupera a sua capacidade total para o trabalho, se lhe for paga uma pensão ou se falecer. O rendimento segurado corresponde ao último salário que o segurado recebeu antes do acidente, até ao limite do rendimento anual máximo fixado (em conformidade com a Secção 1.3). Podem ser efectuadas deduções a título de participação nas despesas de manutenção em caso de hospitalização, excepto para os segurados que tenham a seu cargo filhos menores, ou que prosseguem estudos ou frequentam uma formação profissional. É possível subscrever um seguro complementar de direito privado pela perda de rendimentos não coberta pelo seguro de acidentes. Pensão por invalidez O direito à pensão começa a vigorar a partir do momento em que deixa de ser possível esperar uma melhoria 11

14 sensível do estado de saúde do segurado em consequência da continuação do tratamento médico e após aplicação de eventuais medidas de reabilitação. Esse direito cessa quando a pensão é substituída na sua totalidade por uma indemnização em capital, quando é resgatada, ou por morte do segurado. Se o segurado tiver pelo menos 10% de invalidez, tem direito a uma pensão por invalidez. Para determinar o grau de invalidez, faz-se uma comparação entre o rendimento que o segurado poderia ter auferido se não estivesse inválido e aquele que poderia auferir no exercício da actividade que seria razoável exigir lhe após os tratamentos e as medidas de reabilitação num mercado de trabalho equilibrado. Se a incapacidade para o trabalho for permanente, o segurado terá direito a uma pensão. Em caso de invalidez total, a pensão por invalidez corresponde a 80% do rendimento segurado; se a invalidez for apenas parcial, o valor da pensão sofre uma redução proporcional. O rendimento segurado corresponde ao último salário que o segurado auferiu antes do acidente, até ao limite do rendimento anual máximo fixado (Secção 1.3). Quando é possível deduzir, com base na natureza do acidente e no comportamento do segurado, que este recuperará a sua capacidade de ganho se receber uma indemnização única, as prestações deixam de ser pagas e o segurado recebe uma indemnização em capital num montante correspondente a, no máximo, três vezes o rendimento anual segurado. Indemnização por ofensa à integridade A indemnização por ofensa à integridade consiste no pagamento de uma prestação em capital única para compensar os prejuízos imateriais causados por uma ofensa grave permanente à integridade física ou mental. Esta prestação em capital é escalonada em função da gravidade da ofensa, é calculada em percentagem do rendimento anual máximo segurado à data do acidente (Secção 1.3) e não pode exceder esse montante. Subsídio de grande inválido Considera-se grande inválido qualquer pessoa que, em virtude da sua invalidez, necessite de forma permanente da ajuda de terceiro ou de acompanhamento pessoal para realizar os actos normais da sua vida quotidiana. O subsídio de grande inválido é fixado em função do grau de invalidez. Pensões de sobrevivência de viúvas, viúvos e órfãos Em caso de morte, os sobreviventes do segurado têm em princípio direito a uma pensão de sobrevivência. Os cônjuges sobrevivos com direito a pensão são os seguintes: viúvas ou viúvos que, à data da morte do cônjuge, têm um ou mais filhos com direito a uma pensão, ou têm uma invalidez de pelo menos 2/3; viúvas que têm um ou mais filhos sem direito a uma pensão ou que completaram 45 anos de idade; as viúvas têm direito a uma indemnização em capital quando não preenchem as condições para receberem uma pensão; o cônjuge divorciado é equiparado a viúva ou a viúvo, nos casos em que o segurado vítima do acidente estava obrigado a pagar lhe uma pensão de alimentos. A pensão de sobrevivência corresponde a 40% do rendimento segurado para as viúvas e viúvos, e a 20% do rendimento segurado para o cônjuge divorciado, mas sem ultrapassar o valor da pensão de alimentos que é devida. A pensão de orfandade corresponde a 15% do rendimento segurado para o órfão de pai ou de mãe, e a 25% do rendimento segurado para o órfão de pai e mãe. Caso haja vários sobreviventes, o total das pensões de sobrevivência não pode ser superior a 70% do rendimento segurado (90% quando também existe uma pensão por cônjuge divorciado). O direito à pensão do cônjuge sobrevivo cessa quando este contrai novo casamento, ou morre, ou procede ao resgate da pensão. O direito à pensão de orfandade cessa quando este completa os 18 anos ou, caso esteja a estudar ou em formação profissional, quando completa os 25 anos, ou ainda se contrair matrimónio, se morrer ou se a pensão for resgatada. Enquanto durar, uma união de facto registada é equiparada a um casamento. O companheiro registado sobrevivo ou a companheira registada sobreviva é equiparado/a a viúvo ou a viúva. A dissolução jurídica da união de facto registada equivale a uma separação Subsídios por morte É possível subscrever um seguro complementar de direito privado facultativo para cobrir a indemnização por morte Prestações por invalidez Modelo de três pilares A previdência para a invalidez, a velhice e a sobrevivência assenta num modelo que compreende três pilares. Primeiro pilar O primeiro pilar consiste na previdência estatal e compreende o seguro de velhice e de sobrevivência (SVS) 12

15 bem como o seguro de invalidez (SI). As prestações concedidas por estes dois seguros destinam se a cobrir as necessidades vitais. Em certos casos, é possível beneficiar de prestações complementares (PC) de carácter não contributivo para financiamento dos meios de subsistência essenciais. O primeiro pilar é obrigatório para todas as pessoas que residam e/ou trabalhem na Suíça e que se encontrem abrangidas pelas disposições legais suíças em matéria de segurança social. Isto significa que, para além dos trabalhadores assalariados, também os independentes e os não activos estão sujeitos ao seguro obrigatório. São obrigatoriamente seguradas todas as pessoas que têm o seu domicílio civil na Suíça e/ou que aí exercem uma actividade remunerada, a menos que, em virtude de uma convenção em matéria de segurança social, estejam sujeitas às disposições legais de um outro Estado. As pessoas que exercem uma actividade remunerada são obrigadas a pagar quotizações a partir do dia 1 de Janeiro a seguir ao seu 17º aniversário. Os não activos estão igualmente obrigados ao pagamento de uma quotização a partir do dia 1 de Janeiro a seguir ao seu 20º aniversário. O conjunto dos rendimentos serve de base de cálculo; não existe limite máximo de rendimentos. No caso dos cônjuges que não exercem nenhuma actividade remunerada, a sua quotização é considerada como regularizada, desde que o seu cônjuge activo tenha pago pelo menos o dobro da quotização mínima prevista no quadro do SVS. Esta condição aplica se igualmente às uniões de facto registadas. Para os não activos, toma se por base o rendimento de substituição e a fortuna. Os cidadãos suíços e os nacionais dos Estados Membros do Espaço Económico Europeu que vivem num país terceiro podem inscrever se no seguro facultativo, desde que tenham estado inscritos no seguro obrigatório SVS/ SI, sem interrupção, durante pelo menos cinco anos consecutivos. Segundo pilar O segundo pilar, ou seja, a previdência profissional (PP) de velhice, sobrevivência e invalidez, vem completar o primeiro pilar. Em conjunto, estes dois pilares devem permitir a manutenção do nível de vida anterior. As pessoas seguradas no quadro da previdência profissional obrigatória são os segurados obrigatórios do SVS e estão sujeitas ao pagamento de uma quotização com base nos rendimentos provenientes de uma actividade assalariada, tendo em conta um certo limite mínimo e um certo limite máximo de salário anual (Secção 1.3). As instituições de previdência (caixas de pensões) podem prever, no seu regulamento, prestações superiores ao mínimo obrigatório. Podem, nomeadamente, segurar um salário inferior ao limite mínimo ou superior ao limite máximo (até um certo limite máximo de salário). A partir do dia 1 de Janeiro a seguir à data em que completam 17 anos, os trabalhadores são segurados obrigatoriamente contra os riscos de invalidez e de morte, desde que aufiram um determinado salário anual de uma mesma entidade empregadora (Secção 1.3). Depois dos 24 anos, para além dos riscos de invalidez e de morte, são segurados obrigatoriamente contra o risco de velhice. Os desempregados são igualmente segurados contra os riscos de invalidez e de morte, e isto, mediante condições restritivas. Qualquer entidade empregadora que empregue assalariados sujeitos ao seguro obrigatório deve estar inscrita numa instituição de previdência inscrita no registo da previdência profissional. Em princípio, tem-se direito às prestações quando ocorre uma situação coberta pela previdência. Em casos especiais, como por exemplo quando o segurado se estabelece como independente ou se torna proprietário da sua habitação, é possível um pagamento antecipado (parcial). Os assalariados e independentes não sujeitos ao seguro obrigatório podem subscrever o seguro facultativo. Terceiro pilar O terceiro pilar compreende a previdência individual facultativa destinada a cobrir outras necessidades individuais. É possível fazer um seguro ou uma poupança a título individual com vista a beneficiar de prestações de invalidez, de velhice e de morte, subscrevendo um contrato de previdência junto de companhias de seguro, de instituições bancárias ou de seguros vida. Os assalariados e independentes beneficiam de benefícios fiscais até um certo montante a título da previdência individual conexa. Esse montante é depositado numa conta bloqueada de uma instituição bancária ou numa apólice de seguro bloqueada. O montante das prestações depende do produto de previdência escolhido. Em princípio, as prestações de previdência individual associada são pagas apenas no momento em que se concretiza o risco. Em determinadas condições, é possível um pagamento antecipado. Para além das prestações previstas pelo regime estatal de base do seguro de invalidez (1.º pilar), da previdência profissional (2.º pilar) e, eventualmente, da previdência individual (3.º pilar), em caso de invalidez, também é possível beneficiar de prestações ao abrigo do seguro de acidentes (Secção 2.2) Seguro de invalidez (SI, 1.º pilar) Entende-se por invalidez a incapacidade total ou parcial de ganho que se presume permanente ou de longa duração. Considera-se incapacidade de ganho toda e qualquer diminuição do conjunto ou de uma parte das possibilidades de ganho do segurado num mercado de trabalho equilibrado, se essa diminuição resultar de uma 13

16 ofensa à sua saúde física, mental ou psíquica e persistir após os tratamentos e as medidas de reabilitação exigíveis. A invalidez pode ser consequência de uma enfermidade congénita, de uma doença ou de um acidente. As prestações previstas para o SI destinam-se a prevenir, reduzir ou eliminar a invalidez, através de medidas de reabilitação apropriadas, simples e adequadas, a compensar os seus efeitos económicos permanentes, mediante uma cobertura adequada das necessidades vitais, e a ajudar os segurados interessados a viver uma vida autónoma e responsável. As pessoas que são seguradas a título obrigatório ou facultativo em virtude do SVS são seguradas em conformidade com o SI. Medidas de reabilitação Os segurados inválidos ou ameaçados de uma invalidez iminente têm direito às medidas de reabilitação que sejam necessárias e adequadas para o restabelecimento, a manutenção ou a melhoria da sua capacidade de ganho ou de realização das suas tarefas habituais (por exemplo, as tarefas domésticas). Pode tratar-se de medidas médicas, de medidas de ordem profissional, de medidas de formação escolar para os segurados com menos de 20 anos, bem como de meios auxiliares. Durante o período de reabilitação, também pode ser concedido um subsídio diário, sob certas condições. Aplica-se o princípio da reabilitação antes da pensão. Pensão por invalidez ordinária Qualquer segurado que apresente uma incapacidade de ganho duradoura de pelo menos 40% ou uma incapacidade para trabalhar de pelo menos 40% em média no decurso de um ano pode requerer a pensão ordinária de invalidez, desde que possa contar com pelo menos um ano completo de quotizações para o SVS/SI. Um grau de invalidez de 70% dá direito à pensão por inteiro, 60% a três quartos da pensão, 50% a metade da pensão e 40% a um quarto da pensão. O cálculo da pensão do SI assenta nos mesmos princípios que o da pensão do SVS (ver ponto 2.5). Os montantes, limites mínimos e limites máximos da pensão completa correspondem aos do SVS. Se o grau de invalidez sofrer uma alteração assinalável, o valor da pensão será adaptado em conformidade. O direito à pensão por invalidez cessa assim que o segurado deixa de estar inválido, ou reúne as condições para poder requerer a pensão por velhice, ou em caso de morte. Para determinar o grau de invalidez, faz-se uma comparação entre o rendimento que o segurado poderia ter auferido se não estivesse inválido e aquele que poderia auferir no exercício da actividade que seria razoável exigir lhe após os tratamentos e as medidas de reabilitação num mercado de trabalho equilibrado. A invalidez dos segurados que não exercem qualquer actividade remunerada, e aos quais não se pode exigir com razoabilidade que iniciem uma, é avaliada em função da incapacidade de realizar as suas tarefas habituais (por exemplo, as tarefas domésticas). Os inválidos com filhos podem requerer uma pensão para filhos. Subsídio de grande inválido Pode requerer este subsídio qualquer pessoa que, em virtude da sua invalidez, necessite de forma permanente da ajuda de terceiro ou de acompanhamento pessoal para realizar os actos normais da sua vida quotidiana. A invalidez pode ser grave, média ou fraca Previdência profissional para a invalidez (PP, 2.º pilar) As pessoas com pelos menos 40% de invalidez na acepção do seguro de invalidez (1.º pilar) e que, no momento em que ocorre a incapacidade para o trabalho, estavam seguradas a título da previdência profissional (2.º pilar) podem requerer uma pensão por invalidez a este título. Um grau de invalidez de: pelo menos 40% dá direito a um quarto da pensão; pelo menos 50% dá direito a metade da pensão; pelo menos 60% dá direito a três quartos da pensão; pelo menos 70% dá direito à pensão por inteiro. A pensão por invalidez calcula se de acordo com a mesma taxa de conversão da pensão por velhice prevista no âmbito da previdência profissional (ver ponto 2.5.1), mas com base num activo de velhice adquirido pelo segurado à data em que adquire o direito à pensão por invalidez e no somatório das bonificações de velhice relativas a anos futuros (sem juros) baseado no salário coordenado (rendimento segurado) do segurado durante o último ano de seguro junto da instituição de previdência. A pensão por invalidez é substituída por uma prestação em capital sempre que a pensão seja inferior a 10% da pensão mínima de velhice do SVS ou quando o regulamento da instituição de previdência assim o preveja. Os segurados que têm direito a uma pensão por invalidez podem requerer uma pensão complementar para cada filho que, por sua morte, teria direito a uma pensão de orfandade. O respectivo montante corresponde ao da pensão de orfandade Previdência individual para invalidez (3.º pilar) As condições para a concessão das prestações previstas no quadro da previdência facultativa em caso de invalidez dependem das disposições do contrato de seguro individual e do produto de previdência em causa. 14

17 2.5. Prestações por velhice e sobrevivência As prestações de velhice são concedidas a título do regime de base estatal do seguro de velhice e sobrevivência (SVS, 1.º pilar), da previdência profissional (2.º pilar) e, eventualmente, da previdência individual (3.º pilar) (Secção 2.4 supra) Seguro de velhice e sobrevivência (SVS, 1.º pilar) Os homens e as mulheres que tenham completado, respectivamente, 65 e 64 anos de idade podem requerer uma pensão SVS, desde que contem pelo menos um ano completo de quotizações para o SVS/SI. A pensão é calculada com base no rendimento médio anual e nos anos de quotizações. Este rendimento é composto pelos rendimentos da actividade remunerada e pelas bonificações por tarefas educativas e de assistência. Os pais podem requerer uma bonificação por tarefas educativas pelos anos durante os quais exercem o poder parental sobre um ou mais filhos com idade inferior a 16 anos. As pessoas que tomam a seu cargo familiares ascendentes ou descendentes bem como irmãos e irmãs que beneficiem de um subsídio do SVS ou do SI para grande inválido de pelo menos grau médio e com os quais vivem em regime de coabitação podem requerer uma bonificação por tarefas de assistência. Essas pessoas devem fazer valer esse direito, todos os anos, por escrito. Os rendimentos que os esposos realizaram durante o seu casamento são repartidos e atribuídos por igual a cada um. O segurado recebe a pensão completa se o período contributivo for completo, isto é, se tiver cumprido o mesmo número de anos de quotizações que o do seu grupo etário. Se o período contributivo estiver incompleto, tem apenas direito a uma pensão parcial. É possível obter um pagamento antecipado da pensão de um ou dois anos, sendo aplicada uma taxa de redução por ano de antecipação. É igualmente possível adiar de um a cinco anos o início do pagamento da pensão, que será então aumentada de uma certa percentagem. As pessoas a quem tenha sido concedida uma pensão por velhice têm direito a uma pensão por cada um dos menores que, no momento da morte dessas pessoas, teria direito a uma pensão de orfandade (ver ponto 2.5.2). O SVS concede subsídios de grande inválido às pessoas que necessitem de forma permanente da ajuda de terceiro ou de acompanhamento pessoal para realizar os actos normais da sua vida quotidiana. Em caso de necessidade, são facultados meios auxiliares que figuram numa lista disponível no seguinte endereço Internet: Previdência profissional de velhice (PP, 2.º pilar) As pessoas seguradas numa instituição de previdência profissional podem requerer as prestações de velhice correspondentes à idade de 65 anos para os homens e 64 anos para as mulheres. As pensões de velhice a título da previdência profissional são calculadas em percentagem do activo de velhice do segurado. Esse activo compreende as quotizações e os juros. É possível requerer uma reforma antecipada, caso essa possibilidade esteja prevista no regulamento da instituição de previdência. O segurado pode solicitar o pagamento de um quarto do seu activo de velhice, determinante para o cálculo da prestação por velhice, sob a forma de uma prestação em capital. É possível receber uma prestação em capital em vez das prestações de pensão ou se o regulamento da caixa de reforma o permitir a pedido do segurado. Para além disso, os reformados podem beneficiar de pensões para filho em determinadas condições. Previdência individual de velhice (3.º pilar) As condições de concessão das prestações da previdência por velhice e por morte dependem das disposições previstas no contrato de seguro individual e do produto de previdência em questão Prestações em caso de morte Para além das prestações previstas no regime de base do seguro de velhice e sobrevivência (SVS, 1.º pilar), da previdência profissional (PP, 2.º pilar) e, eventualmente, da previdência individual (3.º pilar), são igualmente concedidas prestações aos sobreviventes a título do seguro acidentes (Secção 2.2). Seguro de velhice e de sobrevivência (SVS, 1.º pilar) As viúvas e ou viúvos que, à data da morte do cônjuge, têm um ou mais filhos podem requerer uma pensão de viúvo ou de viúva a título de SVS. Um viúvo ou um parceiro sobrevivo de uma união de facto registada só tem direito a uma pensão de viúvo enquanto tiver filhos com menos 18 anos. As viúvas sem filhos, que completaram os 45 anos de idade e estiveram casadas durante pelo menos 5 anos, têm direito a uma pensão de viúva. A pessoa divorciada e o parceiro sobrevivo de uma união de facto registada e dissolvida gozam do mesmo direito se preencherem determinadas condições. O direito à pensão de viúva ou de viúvo cessa quando o beneficiário contrai novo casamento ou em caso de morte. 15

18 Os menores cujo pai ou mãe faleceu têm direito a uma pensão de orfandade ao abrigo do SVS. Em caso de morte de ambos os pais, têm direito a duas pensões de órfão. Este direito cessa quando o órfão completa os 18 anos de idade ou, caso prossiga estudos ou frequente uma formação profissional, aos 25 anos, ou ainda em caso de morte. A pensão de viúva ou de viúvo corresponde a 80%, e a pensão de orfandade a 40%, da pensão por velhice a que tinha direito a pessoa falecida. O cálculo baseia-se nos mesmos princípios que o da pensão por velhice do SVS (ver ponto 2.5.1). Existe uma pensão mínima e uma pensão máxima. Previdência profissional de sobrevivência (PP, 2.º pilar) No âmbito da previdência profissional, em caso de morte do assalariado segurado ou do beneficiário de uma pensão por velhice ou de invalidez, também são concedidas prestações de sobrevivência. É possível requerer uma pensão de viúva ou de viúvo quando o cônjuge sobrevivo ou o companheiro legal tem um ou vários filhos a cargo, ou quando tem 45 anos e esteve casado, ou em regime de união de facto, durante pelo menos cinco anos. Os filhos e os menores acolhidos da pessoa falecida recebem uma pensão de orfandade. O direito à pensão de viúva ou de viúvo extingue se em caso de novo casamento ou de morte. As pensões de órfão são pagas até aos 18 anos ou, no caso de o órfão estar a estudar ou a frequentar uma formação profissional, ou sofrer de pelo menos 70% de invalidez e ser incapaz de exercer uma actividade remunerada, até aos 25 anos. A pensão de orfandade extingue-se igualmente em caso de morte. A pensão de viúva ou de viúvo e a pensão de orfandade por filho correspondem, respectivamente, a 60% e a 20% da pensão por invalidez completa à qual o segurado tinha direito. Quando as pensões são muito baixas, pode ser considerado o pagamento de uma indemnização em capital. Esta possibilidade existe ainda noutras situações, segundo o regulamento previsto pela instituição de previdência. Previdência individual de sobrevivência (3.º pilar) As condições para a concessão de prestações no quadro da previdência facultativa em caso de invalidez dependem das disposições previstas no contrato de seguro individual e do produto de previdência em questão. Os beneficiários são, em caso de morte do tomador de seguro, os herdeiros directos ou, na falta destes, as pessoas por ele designadas Prestações por desemprego O seguro de desemprego visa garantir às pessoas seguradas uma compensação adequada pela perda de ganho causada pela situação de desemprego. As medidas relativas ao mercado de trabalho a favor dos segurados visam protegê los contra os riscos de desemprego, combater o desemprego existente e favorecer a sua integração duradoura e rápida no mercado do trabalho Pessoas seguradas São seguradas contra o desemprego as pessoas inscritas no SVS obrigatório e sujeitas ao pagamento de quotizações a título de uma actividade assalariada e que ainda não atingiram a idade da reforma Condições para ter direito às prestações O segurado tem direito ao subsídio de desemprego desde que preencha cumulativamente as seguintes condições: esteja sem emprego ou parcialmente sem emprego; tenha sofrido uma perda de trabalho a tomar em consideração; esteja domiciliado na Suíça; tenha concluído a escolaridade obrigatória, não tenha ainda atingido a idade que dá direito a uma pensão do SVS e não receba uma pensão por velhice do SVS; tenha exercido uma actividade remunerada durante pelo menos doze meses nos últimos dois anos antes de ficar no desemprego e de se inscrever no serviço de emprego. (As pessoas que não tenham podido celebrar um contrato de trabalho devido a formação, doença, acidente, detenção, etc. ficam isentas das condições relativas ao período contributivo. Regra geral, este prazo de dois anos é prolongado por dois anos para o segurado que tenha desenvolvido uma actividade independente sem a ajuda do seguro de desemprego, ou que se tenha dedicado à educação de um filho, ou ainda que tenha ficado desempregado durante os quatro anos anteriores à idade que dá direito a uma pensão do SVS, e cuja colocação seja difícil.) esteja disponível e em condições para aceitar um emprego; esteja à disposição do serviço de emprego para colocação, cumpra as exigências do controlo e procure trabalho por sua iniciativa. O direito ao subsídio de desemprego pode ser suspenso durante um determinado período de tempo se o segurado se despedir sem motivo válido, não fizer esforços suficientes para procurar ele próprio um trabalho ou recusar um emprego que lhe tenha sido atribuído pelo serviço de emprego. 16

19 Taxas das prestações e duração do pagamento Regra geral, o subsídio de desemprego ascende a 70% do salário médio sujeito a contribuição dos seis últimos meses até ao limite máximo fixado (Secção 1.3). Os segurados que têm filhos a cargo ou cujo subsídio de desemprego não atinge um montante mínimo determinado recebem 80% do seu último salário sujeito a contribuição. Os segurados com encargos de família têm ainda direito aos abonos para filhos. O subsídio de desemprego é pago sob a forma de subsídios diários, à razão de cinco subsídios por semana. Regra geral, o direito ao subsídio começa a correr após um prazo de espera de cinco dias de desemprego controlado. Em circunstâncias especiais, esse prazo pode ser encurtado ou prolongado. Por exemplo, está previsto um prazo de espera de 120 dias para as pessoas isentas das condições relativas ao período contributivo que têm menos de 25 anos, que não têm obrigação de prestação de alimentos a filhos e que não beneficiam de nenhuma formação profissional concluída. A partir do momento em que estão preenchidas todas as condições para a concessão do subsídio de desemprego, no espaço de dois anos os segurados podem requerer: 400 subsídios diários; 520 subsídios diários a partir dos 55 anos se o segurado fizer prova de um período contributivo mínimo de 18 meses; 520 subsídios diários se o segurado receber uma pensão do SI ou do seguro de acidentes e se fizer prova de um período contributivo mínimo de 18 meses; 260 subsídios diários para as pessoas isentas das condições relativas ao período contributivo. 120 subsídios diários suplementares para os segurados que tenham ficado desempregados durante os quatro anos que precedem a idade que dá direito a uma pensão, e cuja colocação seja muito difícil. Para o pagamento do subsídio de desemprego, o prazo de dois anos começa a contar no primeiro dia em que ficam reunidas todas as condições que dão direito ao subsídio. Em certos casos, está previsto um prolongamento do prazo de dois anos. O segurado classificado na categoria dos desempregados difíceis de colocar por motivos inerentes ao mercado de trabalho pode participar, com o acordo do serviço de emprego, em medidas de formação contínua ou de reinserção, mas continua a receber os subsídios diários Modalidades Para exercer o seu direito ao subsídio, o segurado deve inscrever-se pessoalmente e em devido tempo, isto é, o mais tardar no primeiro dia em que tenciona fazer valer esse direito, na comuna da sua residência ou no serviço de colocação competente de acordo com as disposições cantonais. O desempregado deve cumprir as regras de controlo e participar nas reuniões de aconselhamento dos serviços de emprego regionais (Offices régionaux de placement (ORP)) competentes. O subsídio de desemprego é pago por uma caixa de desemprego escolhida livremente no momento da inscrição no Serviço de Emprego. Os desempregados são obrigados a aceitar qualquer trabalho conveniente que lhes seja proposto Outras prestações Para além do subsídio de desemprego, podem ser concedidas indemnizações em caso de desemprego parcial, de intempéries e de insolvência da entidade empregadora a título do seguro de desemprego, assim como prestações financeiras no âmbito de medidas relativas ao mercado de trabalho Prestações por pré-reforma Não se aplica. O regime de segurança social suíço não prevê prestações legais de pré-reforma Prestações familiares Apenas as prestações familiares no sector da agricultura estão regulamentadas a nível federal e são aplicáveis a todo o território suíço, com excepção do cantão de Genebra. Para os outros sectores, as prestações familiares estão regulamentadas por 26 leis cantonais. É igualmente possível candidatar-se a prestações familiares em virtude de decisões das federações profissionais ou de convenções colectivas. Os montantes das prestações familiares aplicáveis por força do direito federal e do direito cantonal são publicados no memorando Genres et montants des allocations familiales (sítio Internet: rubrica Thèmes, Famille/allocations familiales ) Prestações familiares nos termos do direito federal Apenas as prestações familiares no sector agrícola estão regulamentadas a nível federal. Os trabalhadores agrícolas e os pequenos agricultores podem requerer prestações familiares desde que o seu rendimento líquido anual não exceda um limite máximo fixado. Os trabalhadores agrícolas têm direito a um subsídio para a economia doméstica quando coabitam com o seu cônjuge ou os seus filhos. Os abonos por filho nas regiões de planície são ligeiramente inferiores aos que são concedidas nas regiões de montanha. São concedidos desde o primeiro dia do mês 17

20 em que a criança nasceu até esta completar os 16 anos de idade ou os 25, se frequentar uma escola, estiver a estudar ou em formação profissional Prestações de família cantonais Embora sejam amplamente coincidentes no que se refere aos princípios, as leis cantonais divergem consideravelmente em determinados aspectos, tais como o campo de aplicação, o género e o montante das prestações familiares, e a organização. A maior parte das leis cantonais só prevê o pagamento de prestações a favor dos assalariados (com excepção da agricultura). Em certos cantões, os independentes que exercem profissões não agrícolas têm direito a receber prestações familiares. Há um pequeno número de cantões que concedem prestações familiares às pessoas sem actividade remunerada, sob certas condições. Certos cantões concedem aos agricultores independentes ou assalariados prestações familiares dos regimes cantonais para além das previstas pelo regime federal. Os abonos por filho variam segundo os cantões. Em princípio, na grande maioria dos cantões, são pagos até o menor completar 16 anos ou 25 anos, caso esteja a estudar ou a frequentar uma formação profissional. Para além dos abonos por filho, é possível beneficiar de outras prestações, como os subsídios para formação, os subsídios de nascimento, os subsídios de adopção e os subsídios para a economia doméstica Prestações em caso de serviço obrigatório Para cobrir a perda de rendimento parcial das pessoas que prestam serviço no exército, no serviço civil, na protecção civil, etc., é possível candidatar-se ao subsídio por perda de rendimento (SPR), o qual poderá eventualmente assumir a forma de um abono por filho, de um subsídio para despesas de guarda e de um subsídio de exploração. As pessoas que exercem uma actividade remunerada têm direito a 80% do rendimento médio auferido antes do serviço obrigatório, sem no entanto ultrapassar o limite máximo de rendimento anual fixado. O financiamento é assegurado através das contribuições pagas pelos empregadores e das quotizações pagas pelos trabalhadores assalariados e independentes Prestações pecuniárias especiais de carácter não contributivo Pensões extraordinárias SVS/SI (1.º pilar) As pessoas que não têm direito a uma pensão ordinária de invalidez, de velhice ou de sobrevivência (contributiva) podem, em determinadas condições, requerer uma pensão extraordinária (não contributiva) Prestações suplementares As pessoas com direito a uma pensão (de invalidez, velhice ou sobrevivência) ou a outras prestações a título do seguro de pensões podem requerer as prestações suplementares. Pode também tratar-se de pensões de um outro Estado-Membro da União Europeia ou da Associação Económica de Comércio Livre. Estas prestações dependem do local de residência, dos rendimentos e da fortuna. O seu financiamento é assegurado pelas receitas públicas A assistência social A Constituição Federal consagra o direito de obter ajuda em situações de aflição: Qualquer pessoa que se encontre numa situação de aflição e não tenha condições para prover ao seu sustento tem o direito de obter ajuda e assistência e receber os meios indispensáveis a uma existência condigna. Salvo algumas excepções, a assistência social na Suíça é da competência dos cantões e a sua execução está geralmente delegada nas comunas. A assistência social assenta, portanto, em 26 sistemas cantonais diferentes. No entanto, a Conferência Suíça das Instituições de Acção Social (Conférence suisse des institutions d action sociale (CSIAS)), organismo composto nomeadamente por especialistas e representantes dos serviços sociais dos cantões e das comunas, define as linhas directrizes em matéria de assistência social destinadas às autoridades sociais dos cantões, das comunas e das instituições sociais privadas. A maioria dos cantões aplica estas normas. De acordo com as normas da CSIAS, a cobertura das necessidades fundamentais compreende o montante fixo para o sustento, as despesas de alojamento e as despesas médicas básicas. 18

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