Camila Schreiner Pereira

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Camila Schreiner Pereira"

Transcrição

1 1 Camila Schreiner Pereira RELAÇÃO ENTRE MARCADORES FISIOLÓGICOS DO DIABETES (DANO NO DNA, GLICEMIA E HEMOGLOBINA GLICOSILADA), NÍVEIS SÉRICOS DE MINERAIS E QUALIDADE DA DIETA EM PACIENTES PRÉ-DIABÉTICOS Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Promoção da Saúde da Universidade de Santa Cruz do Sul - UNISC, como requisito parcial para à obtenção do título de Mestre em Promoção da Saúde. Orientador: Dra. Silvia Isabel Rech Franke Co-orientador: Dr. Daniel Prá Santa Cruz do Sul 2012

2 2 P436r Pereira, Camila Schreiner Relação entre marcadores fisiológicos do diabetes (dano no DNA, glicemia e hemoglobina glicosilada), níveis séricos de minerais e qualidade da dieta em pacientes pré-diabéticos / Camila Schreiner Pereira f. : il. ; 30 cm. Dissertação (Mestrado em Promoção da Saúde) Universidade de Santa Cruz do Sul, Orientação: Profª. Drª. Silvia Isabel Rech Franke. Co-orientação: Prof. Dr. Daniel Prá. 1. Diabetes mellitus. 2. Dieta para diabéticos. 3. Diabetes mellitus Fatores de risco. 4. Avaliação nutricional. I. Franke, Silvia Isabel Rech, orient. II. Prá, Daniel. III. Título. CDD: Bibliotecária responsável Fabiana Lorenzon Prates - CRB 10/1406

3 3 Camila Schreiner Pereira RELAÇÃO ENTRE MARCADORES FISIOLÓGICOS DO DIABETES (DANO NO DNA, GLICEMIA E HEMOGLOBINA GLICOSILADA), NÍVEIS SÉRICOS DE MINERAIS E QUALIDADE DA DIETA EM PACIENTES PRÉ-DIABÉTICOS Essa dissertação foi apresentada ao Programa de Pós- Graduação em Promoção da Saúde da Universidade de Santa Cruz do Sul - UNISC, como requisito parcial para à obtenção do título de Mestre em Promoção da Saúde. Banca examinadora Dra. Silvia Isabel Rech Franke Professor Orientador UNISC Dr. Jorge André Horta Professor examinador UNISC Dra. Juliana da Silva Professor examinador ULBRA

4 4 AGRADECIMENTOS Agradeço em especial à professora Dra. Silvia Isabel Rech Franke, exemplo de sabedoria e dedicação profissional, por sempre lutar e acreditar que é possível. Obrigada pelas diversas horas de aprendizagem e compreensão. Ao professor Dr. Daniel Prá pelos ensinamentos, empenho e imenso apoio na construção deste trabalho, à colega Cynthia Caetano pela parceria em toda nossa caminhada de mestrandas, ao professor Dr. Jorge André Horta pela colaboração e participação constante. À colega nutricionista Ligia Beatriz da Costa e futuras colegas de profissão Morgana Tonett e Nathamy Stoeckel que fizeram parte do processo de coletas de dados, e à estudante do curso de nutrição Patrícia Molz que esteve presente com extrema dedicação em diversos momentos. Também à Coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Promoção da Saúde Dra. Miria Suzana Burgos pela dedicação e exigência. Aos colaboradores professores Dra. Hildergard H. Pohl e Dr. Valeriano Corbellini, Dr Sharbel Weidner Maluf e Roberta Passos Palazzo do Serviço de genética Médica do HCPA, Dra. Carla Eliete Iochims dos Santos e Dr. Johnny Ferraz Dias Laboratório de Implantação Iônica do Instituto de Física da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

5 5 DEDICATÓRIA Ao meu pai, exemplo de força e dedicação, base da minha essência. À minha mãe, pelo carinho constante e compreensão nos momentos de ausência. À minha irmã, meu exemplo de profissionalismo. Aos professores e colegas que souberam ensinar e guiar a direção correta para a realização desse desafio. Àqueles que nos inspiram a querer continuar.

6 6 LISTA DE TABELAS DO ARTIGO Tabela 01 Características clínicas dos indivíduos. Masculino (M). Feminino (F). 59 Tabela 02 Tabela 03 Média de glicose e desvio padrão (DP) em quartis. Médias e DP de A1C, circunferência de cintura (CC), índice de massa corporal (IMC) e percentual de gordura encontradas respectivamente conforme a divisão em quartis por glicose. Média e desvio padrão (DP) de A1C em quartis. Média e DP de glicose de jejum, circunferência de cintura (CC), índice de massa corporal (IMC) e percentual de gordura encontradas respectivamente conforme a divisão em quartis por A1C

7 7 LISTA DE FIGURAS DO ARTIGO Figura 01 Comparação entre o Índice de Massa Corporal (IMC) (a,b), percentual de gordura corporal (c,d) e circunferência de cintura (e,f) de acordo com os quartis de glicose e hemoglobina glicosilada (A1C), respectivamente. 62 Figura 02 Figura 03 Correlação entre a circunferência da cintura e glicemia (a) e hemoglobina glicosilada (A1C) (b). 63 Ensaio cometa. Comparação entre o índice de dano (a,b) e a frequência de dano (c,d) de acordo com os quartis de glicose e hemoglobina glicosilada (A1C), respectivamente. 64 Figura 04 CBMN. Comparação entre a frequência de micronúcleos (a,b), pontes nucleoplásmicas (c,d) e brotos nucleares (e,f) de acordo com os quartis de glicose e hemoglobina glicosilada (A1C), respectivamente. 65 Figura 05 Figura 06 Figura 07 CBMN. Comparação entre a frequência de células necróticas (a,b), células apoptóticas (c,d) e o total de células com alterações celulares e nucleares (NA) (e,f) de acordo com os quartis de glicose e hemoglobina glicosilada (A1C), respectivamente. 66 CBMN. Correlação entre a frequência de células necróticas e a glicemia (a) e hemoglobina glicosilada (A1C) (b). 67 CBMN e ensaio cometa. Correlação entre o índice de dano (ID) e a frequência de dano (FD) e a frequência de brotos nucleares (a, b), células necróticas (c,d). r e p: coeficiente e nível de significância, respectivamente. 68

8 8 LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS A1C Hemoglobina Glicosilada DM2 Diabetes Mellitus tipo 2 DRI Dietary Reference Intake CBMN Ensaio de citoma de micronúcleos em células binucleadas CC Circunferência de Cintura EROS Espécies Reativas de Oxigênio FD Fraquencia de Dano HSC Hospital Santa Cruz ID Índice de Dano IMC Índice de Massa Corporal MN Micronúcleo NA Frequência total de alterações nucleares e celulares NBUD Botões nucleares NDCN Núcleos não detectáveis NPB Pontes nucleoplasmáticas NO Oxido Nítrico PIXE Particle Induced X-Ray Emission RD Registro diário R24h Registro 24h RCQ Relação Cintura Quadril SIS Serviço Integrado de Saúde SPSS Statistical Package for Social Science TOTG Teste Oral de Tolerância à Glicose VET Valor Energético Total UBS Unidade Básica de Saúde

9 9 APRESENTAÇÃO Esta dissertação de mestrado, consoante Regimento do Programa de Pós-Graduação em Promoção da Saúde da Universidade de Santa Cruz do Sul, é composta por cinco partes: projeto de pesquisa, relatório do trabalho de campo, artigo, nota para divulgação da pesquisa na imprensa e anexos. O projeto de pesquisa foi defendido em novembro de 2010, perante banca composta pelos professores Silvia Isabel Rech Franke, Daniel Prá, Jorge André Horta, com a presença dos demais professores e alunos do Programa de Pós-Graduação em Promoção da Saúde e aprovado pelo Conselho de Ética em Pesquisa da UNISC. Esta dissertação, que consta de um artigo, intitulado Dano de DNA e citotoxicidade em indivíduos com risco para progressão de diabetes, foi submetida à pré-defesa no mês de fevereiro de 2012, mediante banca interna do Programa. A dissertação foi defendida, mediante banca constituída dentro das exigências da CAPES e normas regimentais do PPGPS, no mês de março de 2012.

10 10 SUMÁRIO AGRADECIMENTOS DEDICATÓRIA LISTA DE TABELAS LISTA DE FIGURAS LISTA DE SIGLAS E ABREVIAÇÕES APRESENTAÇÃO CAPÍTULO I PROJETO DE PESQUISA INTRODUÇÃO MARCO TEÓRICO OBJETIVOS MÉTODO CRONOGRAMA ORÇAMENTO REFERÊNCIAS CAPÍTULO II RELATÓRIO DO TRABALHO DE CAMPO CAPÍTULO III ARTIGO CAPÍTULO IV NOTA À IMPRENSA ANEXOS ANEXO A Aprovação Comitê de Ética e Pesquisa ANEXO B Termo de Consentimento Livre Esclarecido ANEXO C Divulgação da pesquisa em jornal impresso ANEXO D Instruções para autores Anais da Academia Brasileira de Ciências ANEXO E Perspectivas... 79

11 11 CAPITULO I PROJETO DE PESQUISA

12 12 UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM PROMOÇÃO DA SAÚDE MESTRADO EM PROMOÇÃO DA SAÚDE ÁREA DE CONCENTRAÇÃO PROMOÇÃO DA SAÚDE Camila Schreiner Pereira RELAÇÃO ENTRE MARCADORES FISIOLÓGICOS DO DIABETES (DANO NO DNA, GLICEMIA E HEMOGLOBINA GLICOSILADA), NÍVEIS SÉRICOS DE MINERAIS E QUALIDADE DA DIETA EM PACIENTES PRÉ-DIABÉTICOS Projeto de dissertação apresentado ao Programa de Pós-Graduação em Promoção da Saúde Mestrado, Universidade de Santa Cruz do Sul. Orientador: Drª Silvia Isabel Rech Franke Co-orientador: Dr. Daniel Prá Santa Cruz do Sul 2012

13 13 1 INTRODUÇÃO Dados estatísticos do Ministério da Saúde mostram que o diabetes já afeta cerca de 246 milhões de pessoas em todo o mundo. A estimativa é de que, até 2025, esse número aumente para 380 milhões. No Brasil, a ocorrência média de diabetes na população adulta (acima de 18 anos) é de 5,2%, o que representa de pessoas que confirmaram ser portadoras da doença. A prevalência aumenta com a idade: o diabetes atinge 18,6% da população com idade superior a 65 anos (BRASIL, 2007). A incidência de DM2 é crescente em nosso meio, e resulta da interação entre predisposição genética e fatores de risco ambientais e comportamentais. Ainda que a base genética do DM2 não tenha sido identificada, há uma forte tendência de que os fatores de risco modificáveis, como a obesidade e o sedentarismo sejam os determinantes não genéticos dessa enfermidade (LELLAN, 2007). Diabetes caracteriza-se por hiperglicemia crônica com distúrbios de carboidratos, gordura e metabolismo de proteínas, resultantes de defeitos na secreção e ação da insulina. No DM2, os resultados de glicose sanguínea sobem a partir de uma combinação de predisposição genética, dieta não saudável, inatividade física, e o aumento de peso com distribuição central, resultando em processos fisiopatológicos complexos. Tradicionalmente, o diagnóstico de diabetes é baseado em sintomas, devido à hiperglicemia, mas durante as últimas décadas, muita ênfase está sendo colocada sobre a necessidade de identificar o diabetes, e outras formas de anormalidades da glicose, em indivíduos assintomáticos. A zona entre a parte superior limite de glicemia em jejum normal (110 mg/dl) e do limite inferior da glicemia em jejum de diabetes (125 mg/dl) foi adotada pela OMS e deve ser considerado um fator de risco para diabetes. (OMS, 1999; OMS, 2005) A glicose elevada leva à perda da função das células do pâncreas que pode resultar em intolerância à glicose e, finalmente, um estado irreversível de diabetes. Sabe-se que a perda pancreática resulta da excessiva produção de insulina (exaustão células β) e/ou da toxicidade das células β pela hiperglicemia (WILLET, MANSON e LIU, 2002). Um aumento na concentração de glicose no sangue provoca aumento do estresse oxidativo que contribui para o desenvolvimento e a progressão das complicações associadas ao diabetes (PAZDRO & BURGESS, 2010). O estresse oxidativo é definido como um acúmulo de espécies reativas de oxigênio (EROs) que causam danos à estrutura das biomoléculas de DNA, lipídios, carboidratos e proteínas, além de outros componentes

14 14 celulares. Estudos comprovam que o estresse oxidativo está relacionado com o envelhecimento, atividade física intensa, apoptose, câncer, DM e arteriosclerose (NUNES, OLIVEIRA e MORAES, 2006). Por outro lado, estes compostos, também podem ter efeitos considerados positivos sobre o sistema imunitário e desempenham funções metabólicas essenciais para a homeostase celular (CRUZAT et al., 2007). Estudos mostram que além do aumento na formação de EROs, os sistemas fisiológicos de defesa antioxidante estão depletados no paciente com DM2. Por essa razão, vários pesquisadores têm usado modelos de animais diabéticos, pacientes diabéticos e cultura de células vasculares para avaliar o efeito de antioxidantes clássicos na prevenção e no tratamento das complicações do DM (ROCHA et al., 2006) Embora bem estabelecido os efeitos deletérios da hiperglicemia crônica, ou seja, a toxicidade da glicose, dados bioquímicos precisos e mecanismos moleculares responsáveis pelo aumento de glicose induzida pela toxicidade continuam a ser investigados (GIACCARI, SORICE e MUSCOGIURI, 2009) Conforme Guerrero-Romero & Rodríguez-Morán (2005), um número crescente de trabalhos sobre o possível papel benéfico de minerais e suplementos antioxidantes no tratamento da diabetes, tem contribuído para o debate sobre o seu valor para atingir o controle metabólico e evitar complicações crônicas em pacientes diabéticos. A elevada atividade antioxidante sugere o fornecimento de benefícios potenciais para a saúde (PSALTOPOULOU et al., 2010). Diversos trabalhos vêm demonstrando o envolvimento de minerais no metabolismo da glicose e resistência à insulina, ressaltando a importância da avaliação e determinação destes nutrientes no individuo pré-diabético (LIMA et al., 2004; MARREIRO et al., 2004; ROUSSEL, 2009). A origem mais frequente das deficiências de micronutrientes está na dieta inadequada, reforçando a importância dos prestadores de cuidados de saúde investir esforços em aconselhamento nutricional, a fim de alcançar o controle metabólico dos pacientes. Um estudo (PSALTOPOULOU et al., 2010) sugere a implementação da modificação dietética, nas estratégias de saúde pública, a fim de melhorar o controle da glicemia em indivíduos e impedir o desenvolvimento de diabetes. Embora se saiba que a dieta possa reduzir o risco de doenças crônicas e reduzir as complicações associadas à doença (SCHRODER, 2007), pouco é sabido acerca das doses ideais de micronutrientes individualmente com vistas a prevenir as co-morbidades associadas.

15 15 O conceito de que as recomendações nutricionais devem ser desenvolvidas para situações fisiológicas particulares com vistas a otimizar o metabolismo (AMES, 2003). Diante do exposto pergunta-se: qual a associação entre marcadores fisiológicos do diabetes (dano no DNA, glicemia e hemoglobina glicosilada), níveis séricos de minerais e a qualidade da dieta em pacientes pré-diabéticos?

16 16 2 MARCO TEÓRICO 2.1 Pré diabetes O diabetes caracteriza-se pelo estado de hiperglicemia crônica com distúrbios do metabolismo dos carboidratos, lipídios e proteínas, decorrente da falta de insulina ou da incapacidade da insulina de exercer adequadamente seus efeitos. Pode ocorrer a existência de hiperglicemia de grau suficiente para causar alterações funcionais ou patológicas por um longo período antes que o diagnóstico de DM2 seja estabelecido. Antes do surgimento de hiperglicemia mantida, acompanhada do quadro clínico clássico do DM2, a síndrome diabética passa por um estágio de distúrbio do metabolismo da glicose, caracterizado por valores glicêmicos situados entre a normalidade e a faixa diabética (OMS, 1999). Conforme Meigs (2010) os meios para prevenção de diabetes são a mudança no estilo de vida através da manutenção de um peso saudável e atividade física regular. A primeira manifestação da diabetes é a hiperglicemia, podendo surgir a partir de várias causas. Conforme a American Diabetes Association (ADA, 1997) níveis de glicose no sangue mais elevados do que o normal, mas ainda não diabético são definidos como níveis de glicemia de jejum 110 mg/dl e <126 mg/dl ou teste de tolerância a glicose (2 horas após a ingestão de glicose) 140 mg/dl e <200 mg/dl. No entanto, o ponto de corte para glicemia de jejum alterada foi reduzido de 110 mg/dl para 100 mg/dl, e deve ser redefinida como glicose de jejum entre mg/dl (5,6-6,9 mmol/l). A recomendação do ponto para tolerância a glicose diminuída permanece como um valor TOTG de 2h entre mg/dl (7,8-11,0mmol l) (ADA, 2003). Segundo o Grupo Interdisciplinar de Padronização de Hemoglobina Glicada (A1C) (2009) em posicionamento oficial a A1C é uma ferramenta de diagnóstico na avaliação do controle glicêmico em pacientes diabéticos desde 1958 e passou a ser cada vez mais empregada e aceita pela comunidade científica após Porém a A1c reflete apenas o nível médio da glicemia nos últimos três meses, portanto há necessidade de se avaliar, também, o aspecto da variabilidade glicêmica dos dados de glicemia. Tem-se avaliado utilizar a A1C como teste de rastreio ou mesmo de diagnóstico para o diabetes como um possível substituto do teste de glicemia de jejum e do teste oral de tolerância à glicose (TOTG). Entretanto, os estudos têm demonstrado que a limitação dessa proposta não está relacionada ao fato de que valores altos de A1C indiquem a presença de diabetes,

17 17 mas sim ao fato de que um resultado dentro dos valores propostos não exclui a doença. Sendo assim, a utilização da A1C no rastreio ou no diagnóstico do diabetes seria uma opção diagnóstica com especificidade, porém, sem sensibilidade (NGSP, 2008). O termo pré-diabetes é utilizado para descrever a condição em que os níveis de glicose no sangue estão mais elevados do que o normal, mas ainda não caracterizada como diabetes, antes usualmente descrita como tolerância à glicose diminuída ou glicemia de jejum alterada (NARAYAN et al, 2002). Segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD, 2000) os fatores de risco para diabetes são: Idade 45 anos, história familiar de diabetes, sobrepeso ou obesidade - Índice de Massa Corporal (IMC) 25 kg/m2, sedentarismo, HDL-c baixo ou triglicérides elevados, hipertensão arterial sistêmica (HAS), doença coronariana, diabetes gestacional prévio, macrossomia ou história de abortos de repetição ou mortalidade perinatal, uso de fármacos hiperglicemiante (corticosteróides, tiazídicos, beta-bloqueadores). O diagnóstico precoce de diabetes pode ser indicado para: indivíduos com idade igual ou superior a 45 anos (a cada três a cinco anos), utilizando a glicose plasmática de jejum. Rastreamento mais frequente (um a três anos) ou mais precoce (antes dos 45 anos), ou então realizar o rastreamento com Teste de Tolerancia à Glicose (TTG) com 75 g de glicose quando: a. Há evidência de dois ou mais fatores da síndrome metabólica, (excesso de peso, HDL-c baixo, triglicerídeos elevados, hipertensão e doença cardiovascular); b. Além da idade 45 anos, há presença adicional de dois ou mais fatores de risco; c. diabetes gestacional prévio. Rastreamento anual ou mais freqüente nas seguintes condições: a. Glicemia de jejum alterada ou tolerância à glicose diminuída; b. Presença de complicações compatíveis com diabetes; c. Hipertensão; d. Doença coronariana. 2.2 Estresse oxidativo A produção de espécies reativas de oxigênio (EROs), entre outras espécies reativas, é parte integrante do metabolismo humano e observada em diversas condições fisiológicas. EROs têm importante função biológica, como na fagocitose, fenômeno em que essas espécies são produzidas para eliminar o agente agressor. No entanto, quando sua produção é exacerbada, o organismo dispõe de um eficiente sistema antioxidante que consegue controlar e restabelecer o equilíbrio. O estresse oxidativo resulta do desequilíbrio entre o sistema pró e antioxidante (SCHAFER e BUETTNER, 2001). A geração de EROs pode ser neutralizada pelos sistemas antioxidantes enzimático (a superóxido dismutase, que catalisa a dismutação do ânion radical superóxido, a peróxido de hidrogênio e O2, a catalase, e a glutationa peroxidase) e não

18 18 enzimático (glutationa, principal composto antioxidante intracelular, tocoferóis, ascorbato, ácido úrico e β-caroteno, além de proteínas de transporte de metais de transição, como a transferrina (transporte do ferro) e ceruloplasmina - transporte do cobre e oxidação do ferro para ser captado pela transferrina, entre outros) (AMES et al, 1993; HALLIWELL, 2001; VAS- CONCELOS et al., 2007; URSO & CLARKSON, 2003). Existem evidencias crescentes de que o estresse oxidativo desempenha papel fundamental em várias situações clínicas, envolvendo falhas no desenvolvimento de doenças degenerativas (AMES, 1989; WISEMAN & HALLIWELL, 1996; WELLS et al., 2005). A modificação oxidativa de proteínas por estresse oxidativo está associada à etiologia e à progressão de diversas doenças e disfunções fisiológicas, por corrupção da estrutura ou atividade das proteínas (STADTMAN & BERLETT, 1997) e pelo desacoplamento da regulação gênica (CERDA & WEITZMAN, 1997). O acúmulo de proteínas danificadas e a alteração do perfil de expressão gênica diminuem a eficiência homeostática, levando ao acúmulo de alterações em outros componentes celulares (STOCKER & KEANEY, 2004). Os lipídios são altamente suscetíveis à oxidação, especialmente nas insaturações, que quando alteradas levam a efeitos de alteração em cadeia associados a disfunções em membranas, entre outros efeitos (LOPACZYNSKI & ZEISEL, 2001). No DNA, as lesões na molécula se constituem etapa inicial da carcinogênese e estão associadas ao envelhecimento e defeitos de desenvolvimento (HALLIWELL & GUTERRIDGE, 2000) por dois mecanismos: a) alteração na estrutura molecular do DNA (WANG et al., 1998). b) alterações epigenéticas que modulam a expressão gênica (CERDA & WEITZMAN, 1997). Quanto às alterações nas bases mediadas por estresse oxidativo, estima-se a ocorrência de cerca de bases do DNA por dia em situação de ritmo metabólico mediano. Em outras situações de exercício de alta intensidade, estresse e exposição à xenobióticos (ex. tabagismo) podem ocorrer aumentos significativos na quantidade de bases alteradas, muito embora os organismos possam se adaptar devido ao aumento nas defesas antioxidantes e na atividade de sistema de reparo do DNA (LOFT & POULSEN, 1996). No diabetes, devido ao excesso de glicose e desequilibrio no metabolismo de ácidos graxos, ocorre aumento no estresse oxidativo na mitocôndria, bem como ativação de rotas metabólicas de sinalização inflamatória, que causam agravos progressivos ao organismo, resultando nas complicações da doença. A perturbação no metabolismo de lipídios gera autoxidação de gliceraldeído, que gera peróxido de hidrogênio e acetoaldeídos, numa situação de dano oxidativo crônico, que pode ser aumentada pela presença de metais de transição livre. O aumento do estresse oxidativo tem sido proposto como um dos maiores gatilhos de

19 19 hiperglicemia nas complicações diabética; assim como a hiperglicemia no organismo estimula a produção de EROs por varias causas. Estas causas incluem: fosforilação oxidativa, auto-oxidação glicose, oxidação NAD(P)H, lipoxigenase, monoxigenase P450, e síntese de óxido nítrico (NO) (VALKO et al., 2007), a formação de produtos de glicação (ex.: A1C) e acúmulo de sorbitol, bem como ativação da proteína C quinase e de uma cascata de ativação, envolvendo entre outros fatores de crescimento endotolial, endotelina 1 e o fator nuclear kappa B (NF-kB). Essa resposta está associada no processo de envelhecimento e resulta em quebras no DNA de carbonilas e proteínas (ROBERTSON e HARMON, 2006; DENNERY, 2006). 2.3 Diabetes e Dieta A importância da prevenção de DM2 é destaque pelo aumento substancial mundial na prevalência de diabetes nos últimos anos. A predisposição genética parece desempenhar um papel importante na ocorrência de diabetes tipo 2. Contudo, dado que as reservas genéticas da população mudam muito lentamente ao longo do tempo, a atual epidemia provavelmente se reflete de mudanças no estilo de vida levando à diabetes. Mudanças no estilo de vida caracterizada por aumento da ingestão calórica e redução da atividade física parece ter promovido em conjunto com sobrepeso e obesidade, que são fatores de risco para a diabetes (ADA, 2008). Segundo a American Diabetes Association ADA (2002) as recomendações nutricionais foram sendo modificadas a partir de novos conhecimentos. Entre os indivíduos com alto risco de desenvolver diabetes tipo 2, programas estruturados que enfatizam as mudanças de estilo de vida que incluem perda de peso moderada (7% do peso corporal) e atividade física regular (150 min / semana), com estratégias alimentares, incluindo a redução de calorias e uma menor ingestão de gordura na dieta, pode reduzir o risco de desenvolver diabetes e, portanto, recomendado (ADA, 2008). Evidências epidemiológicas do papel da qualidade dos carboidratos no desenvolvimento e prevenção do diabetes ainda são inconsistentes. Embora resultados de alguns estudos indiquem uma possível associação entre dieta com elevados teores de índice glicêmico e pobre em fibras de cereais e maior risco para diabetes, há indícios de que esta relação seja mediada também pelos baixos teores de magnésio deste padrão de consumo alimentar, sugerindo a relevância de se considerar os alimentos e padrões alimentares como

20 20 um todo em investigações sobre fatores determinantes de doenças crônicas (SARTORELLI, D. S. e CARDOSO, M. A., 2006). Estudos sugerem que uma dieta rica em cereais integrais e vegetais, fontes naturais de magnésio e fibras, e pobre em cereais refinados e sacarose, possam exercer um papel protetor para o diabetes. Dieta alimentar com fontes alimentares em fibras e baixo índice glicêmico consumidas por indivíduos com susceptibilidade genética, peso corporal e resistência à insulina, podem influenciar a resposta metabólica individual, fato que pode explicar em parte os controversos resultados dos estudos epidemiológicos disponíveis, enfatizando a necessidade de maior número de estudos prospectivos para a elucidação das relações entre o consumo alimentar e risco para diabetes, ferramenta fundamental no planejamento de medidas de prevenção. Ensaios clínicos aleatorizados para a prevenção primária do diabetes 2 apontam que orientações nutricionais enfocando a qualidade dos carboidratos e lipídeos da dieta, como o estímulo ao consumo de cereais integrais, frutas, verduras, legumes, azeite de oliva e peixes, em detrimento do consumo de carnes e cereais refinados associadas ao incentivo da prática de atividades físicas podem produzir um importante impacto na prevenção do diabetes tipo 2 em indivíduos portadores de fatores de risco (SARTORELLI, D. S. e CARDOSO, M. A., 2006). Evidências experimentais têm sugerido que deficiências em muitos dos elementos traço, incluindo zinco, cromo, magnésio, cobre, e manganês, assim como deficiência de vitamina B-6 pode levar à intolerância à glicose (MOORADIAN A. D, e MORLEY J. E., 1987). Alguns micronutrientes têm potente atividade antioxidante (CHEHADE, J. M.; SHEIKH-ALI, M; e MOORADIAN, A. D, 2009). Nutrientes com propriedade antioxidante incluem carotenóides, vitaminas C e E, selênio, e algumas das vitaminas do complexo B, nomeadamente, piridoxina, ácido fólico e cianocobalamina (SCOTT JA e KING GL, 2004). Não se sabe se a ingestão de vitaminas antioxidantes poderia atrasar ou talvez reverter os danos oxidativos em pessoas com diabetes, mas deve-se orientar sobre a importância da ingestão diária das necessidades de vitaminas e minerais através de fontes alimentares (CHEHADE, J. M.; SHEIKH-ALI, M; e MOORADIAN, A. D, 2009). Alterações de excreção e distribuição de zinco em animais diabéticos têm demonstrado uma estreita associação entre o aparecimento de diabetes e alterações no metabolismo do zinco. Torna-se necessário um maior número de investigações para esclarecer não só o seu papel na fisiologia da insulina e do metabolismo da glicose, mas também se a suplementação com zinco pode contribuir para evitar, pelo menos algumas das complicações de DM2 ou mesmo evitar seu aparecimento (SALGUEIRO et. al., 2001). O zinco pode ser considerado como uma possível nova molécula para a prevenção de diabetes e terapia,

21 21 especialmente para pacientes DM2 (JANSEN, J.; KARGES, W.; LOTHAR RINK, 2009). Quanto ao cobre a associação da deficiência com o diabetes mellitus parece aumentar a demanda de cobre pelo organismo, para compensação do estresse oxidativo, por meio das enzimas antioxidantes dependentes deste nutriente. Na maioria dos estudos com pacientes diabéticos, o nível de cobre circulante mostra-se aumentado, mas isto não implica em um estado nutricional adequado de cobre. Este distúrbio pode ser proveniente de alterações na absorção e circulação de cobre, podendo levar a um aumento de peroxidação lipídica, contribuindo assim para o surgimento ou agravamento das complicações vasculares do diabetes. (PEDROSA, L. de F. C.; e COZZOLINO, S. M. F., 1999). A deficiência de cromo parece provocar quadros de intolerância à glicose, assim como sua maior disponibilidade aumenta a sensibilidade à insulina e diminui a concentração de lipoproteínas de baixa densidade na circulação, favorecendo o controle do diabetes tipo 2. (GOMES, M. R.; ROGERO, M. M. e TIRAPEGUI, J., 2005). A manutenção de um estado ideal de cromo é importante contra a síndrome metabólica, o risco diabetes e doenças cardiovasculares, portanto deve ser investigado quando em pacientes com síndrome metabólica, obesos, com resistência à insulina e DM2. (ROUSSEL, A. M., 2009) 2.4 Diabetes e Avaliação Nutricional A obesidade, principalmente a visceral, resulta em alterações fisiopatológicas como menor extração de insulina pelo fígado, aumento da produção hepática de glicose e diminuição da captação de glicose pelo tecido muscular (DENINO, W.F., et al.2001), podendo resultar em diferentes graus de intolerância à glicose e, nos indivíduos com DM2, irão influenciar o controle glicêmico, refletido por maiores níveis de hemoglobina glicosilada (HbA1c) (PASCOT A, et al. 2000). É amplamente aceito que o excesso de peso, tradicionalmente definido pelo IMC (obtido pela divisão do peso do indivíduo em quilos pela altura em metros quadrados) elevado, é um importante fator de risco para uma série de doenças crônicas e lesões cardiovasculares, incluindo doença cardiovascular e diabetes tipo II. (CHOURAKI ET AL 2008) Vasques e colaboradores (2009) avaliaram o comportamento de indicadores antropométricos de obesidade em relação à Resistência à Insulina (RI) (índice HOMA), e pontos de corte com melhor eficácia em relação à RI. A amostra foi constituída por 138 homens adultos com idade entre 20 a 59 anos, não diabéticos, para o IMC, o melhor ponto de corte identificado foi o valor de 24,8 kg/m², bem próximo ao valor de 25,0 kg/m² considerado

22 22 como diagnóstico de excesso de peso corporal pela Organização Mundial da Saúde (OMS, 2000). No entanto, este índice não teve o melhor desempenho para predizer RI, quando comparado a circunferência abdominal e circunferência da cintura (CC). O IMC representa um indicador do estado nutricional bastante utilizado na prática clínica, podendo ser utilizado, em associação às circunferências abdominal e de cintura para associação ao risco de diabetes. Em um estudo caso-controle (DELOUMEAUX J, NININ E, FOUCAN L, 2004) incluindo 309 pacientes portadores de DM2 e 309 controles normo-glicêmicos, com idade entre anos, foram documentadas associações significativas entre CC, RCQ e diabetes tipo 2, enquanto que o IMC não foi significativamente associado com diabetes em ambos os sexos. Hofso, et al. (2009) avaliaram características antropométricas e diabetes tipo 2 em indivíduos extremamente obesos (IMC>40) e não encontraram relação significativa entre o IMC e o diabetes tipo 2, podendo indicar que o aumento dos níveis de IMC acima de 40 kg/m2, não necessariamente traduz em maior risco de desenvolver diabetes tipo 2. Uma revisão recente na literatura (HUXLEY R, et al, 2010) com objetivo de avaliar variáveis antropométricas em relação às doenças cardiovasculares e associação com diferentes grupos étnicos, mostrou resultados conflitantes; para o diabetes, houveram alguns indícios indicando que medidas de obesidade central, foram mais fortemente associados com risco de desenvolver quando comparado ao IMC. Conforme revisão realizada por Qiao e Nyamdorj (2009), o IMC, CC e RCQ foram associados à incidência e prevalência do DM2, de forma independente. Porém os resultados mostraram-se controversos sobre quais destes indicadores de obesidade estão mais fortemente relacionados ao DM2. Em estudo longitudinal, Tuomilehto J et al (2001) realizaram uma intervenção, com grupo controle, durante o acompanhamento de três anos, incluíram 522 indivíduos de meiaidade, com sobrepeso e tolerância diminuída à glicose. Cada sujeito no grupo de intervenção recebeu orientação individualizada destinadas a redução de peso, ingestão total de gordura, e ingestão de gordura saturada, aumento da fibra e atividade física. Uma mudança significativa no peso foi observada no grupo de intervenção em comparação ao grupo controle, bem como a redução de 58% na incidência de casos de DM (P <0,001).

Sedentarismo, tratamento farmacológico e circunferência abdominal no controle glicêmico de diabéticos tipo 2 em Ponta Grossa.

Sedentarismo, tratamento farmacológico e circunferência abdominal no controle glicêmico de diabéticos tipo 2 em Ponta Grossa. 13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( x ) SAÚDE

Leia mais

PALAVRAS CHAVE Diabetes mellitus tipo 2, IMC. Obesidade. Hemoglobina glicada.

PALAVRAS CHAVE Diabetes mellitus tipo 2, IMC. Obesidade. Hemoglobina glicada. 11. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( X ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA AVALIAÇÃO

Leia mais

NÚMERO: 002/2011 DATA: 14/01/2011 ASSUNTO: PALAVRAS CHAVE: PARA: CONTACTO:

NÚMERO: 002/2011 DATA: 14/01/2011 ASSUNTO: PALAVRAS CHAVE: PARA: CONTACTO: NÚMERO: 002/2011 DATA: 14/01/2011 ASSUNTO: PALAVRAS CHAVE: PARA: CONTACTO: Diagnóstico e Classificação da Diabetes Mellitus Diabetes ; Diagnóstico Médicos e Enfermeiros do Serviço Nacional de Saúde Departamento

Leia mais

Sybelle de Araujo Cavalcante Nutricionista

Sybelle de Araujo Cavalcante Nutricionista Secretaria de Estado da Saúde - SESAU Superintendência de Assistência em Saúde SUAS Diretoria de Atenção Básica - DAB Gerência do Núcleo do Programa Saúde e Nutrição Sybelle de Araujo Cavalcante Nutricionista

Leia mais

AVALIAÇÃO DOS FATORES DE RISCO PARA DOENÇAS CARDIOVASCULARES DOS FREQUENTADORES DE PARQUES DA CIDADE DE SÃO PAULO

AVALIAÇÃO DOS FATORES DE RISCO PARA DOENÇAS CARDIOVASCULARES DOS FREQUENTADORES DE PARQUES DA CIDADE DE SÃO PAULO Ciências da Vida - Nutrição AVALIAÇÃO DOS FATORES DE RISCO PARA DOENÇAS CARDIOVASCULARES DOS FREQUENTADORES DE PARQUES DA CIDADE DE SÃO PAULO Fernanda Cristina Guevara 1 Camila Maria Melo 2 Tatiane Vanessa

Leia mais

INFLUÊNCIA DO EXERCÍCIO FÍSICO E ORIENTAÇÃO ALIMENTAR EM NÍVEIS DE TRIGLICERIDEMIA DE ADOLESCENTES OBESOS

INFLUÊNCIA DO EXERCÍCIO FÍSICO E ORIENTAÇÃO ALIMENTAR EM NÍVEIS DE TRIGLICERIDEMIA DE ADOLESCENTES OBESOS Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 23 a 26 de outubro de 2007 INFLUÊNCIA DO EXERCÍCIO FÍSICO E ORIENTAÇÃO ALIMENTAR EM NÍVEIS DE TRIGLICERIDEMIA DE ADOLESCENTES OBESOS Ciliane Valerio

Leia mais

8º Simposio de Ensino de Graduação AVALIAÇÃO DA PRESENÇA DE FATORES DE RISCO PARA O DESENVOLVIMENTO DE DIABETES MELLITUS EM INDIVÍDUOS ADULTOS

8º Simposio de Ensino de Graduação AVALIAÇÃO DA PRESENÇA DE FATORES DE RISCO PARA O DESENVOLVIMENTO DE DIABETES MELLITUS EM INDIVÍDUOS ADULTOS 8º Simposio de Ensino de Graduação AVALIAÇÃO DA PRESENÇA DE FATORES DE RISCO PARA O DESENVOLVIMENTO DE DIABETES MELLITUS EM INDIVÍDUOS ADULTOS Autor(es) MIRIÃ DE CASTRO COSTA Orientador(es) PATRÍCIA CARREIRA

Leia mais

NTRODUÇÃO MATERIAL E MÉTODOS

NTRODUÇÃO MATERIAL E MÉTODOS Características socioeconômicas, demográficas, nutricionais, controle glicêmico e atividade física de adolescentes portadores de diabetes melito tipo 1 Izabela Zibetti de ALBUQUERQUE 1 ; Maria Raquel Hidalgo

Leia mais

II OFICINA NACIONAL DE FORMAÇÃO DE TUTORES EM EDUCAÇÃO EM SAÚDE PARA O AUTOCUIDADO EM DIABETES. Entendendo o Diabetes Mellitus

II OFICINA NACIONAL DE FORMAÇÃO DE TUTORES EM EDUCAÇÃO EM SAÚDE PARA O AUTOCUIDADO EM DIABETES. Entendendo o Diabetes Mellitus II OFICINA NACIONAL DE FORMAÇÃO DE TUTORES EM EDUCAÇÃO EM SAÚDE PARA O AUTOCUIDADO EM DIABETES Entendendo o Diabetes Mellitus Dra. Jeane Sales Macedo Dra. Iraci Oliveira Objetivos Capacitar profissionais

Leia mais

VI CURSO DE ATUALIZAÇÃO EM DIABETES DIETOTERAPIA ACADÊMICA LIGA DE DIABETES ÂNGELA MENDONÇA

VI CURSO DE ATUALIZAÇÃO EM DIABETES DIETOTERAPIA ACADÊMICA LIGA DE DIABETES ÂNGELA MENDONÇA VI CURSO DE ATUALIZAÇÃO EM DIABETES DIETOTERAPIA ACADÊMICA ÂNGELA MENDONÇA LIGA DE DIABETES A intervenção nutricional pode melhorar o controle glicêmico. Redução de 1.0 a 2.0% nos níveis de hemoglobina

Leia mais

INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS

INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS TÍTULO: DIABETES MELLITUS TIPO II E O ANTIDIABÉTICO METFORMINA CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: BIOMEDICINA INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS

Leia mais

PERFIL NUTRICIONAL DE INDIVÍDUOS DIABÉTICOS ATENDIDOS PELA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA DE UM MUNICÍPIO DO NORTE DO PARANÁ

PERFIL NUTRICIONAL DE INDIVÍDUOS DIABÉTICOS ATENDIDOS PELA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA DE UM MUNICÍPIO DO NORTE DO PARANÁ PERFIL NUTRICIONAL DE INDIVÍDUOS DIABÉTICOS ATENDIDOS PELA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA DE UM MUNICÍPIO DO NORTE DO PARANÁ VIEIRA, G.A. Resumo: O diabetes Mellitus é considerado atualmente uma das principais

Leia mais

Treinamento de Força e Diabetes. Ms. Sandro de Souza

Treinamento de Força e Diabetes. Ms. Sandro de Souza Treinamento de Força e Diabetes Ms. Sandro de Souza Taxa de prevalência de Diabetes Mellitus Período: 2009 Relevância Diagnóstico de DIABETES MELLITUS Diabetes Care. 2007;30:S4 41. Resistência a Insulina

Leia mais

O Diagnóstico, seguimento e tratamento de todas estas complicações causam um enorme fardo econômico ao sistema de saúde.

O Diagnóstico, seguimento e tratamento de todas estas complicações causam um enorme fardo econômico ao sistema de saúde. HEMOGLOBINA GLICADA AbA1c A prevalência do diabetes tem atingido, nos últimos anos, níveis de uma verdadeira epidemia mundial. Em 1994, a população mundial de diabéticos era de 110,4 milhões. Para 2010

Leia mais

http://www.medicinacomplementar.com.br/convertido/mb-0054.htm

http://www.medicinacomplementar.com.br/convertido/mb-0054.htm 1 de 7 18/10/2011 14:23 DIABETES MELLITUS E MEDICINA BIOMOLECULAR Prof. Dr. José de Felippe Junior Presidente Comitê Multidisciplinar de Medicina Biomolecular da A.P.M DIABETES MELLITUS E NUTRIENTES PARA

Leia mais

CORRELAÇÃO DA INSUFICIÊNCIA RENAL E ANEMIA EM PACIENTES NORMOGLICEMICOS E HIPERGLICEMICOS EM UM LABORATÓRIO DA CIDADE DE JUAZEIRO DO NORTE, CE

CORRELAÇÃO DA INSUFICIÊNCIA RENAL E ANEMIA EM PACIENTES NORMOGLICEMICOS E HIPERGLICEMICOS EM UM LABORATÓRIO DA CIDADE DE JUAZEIRO DO NORTE, CE CORRELAÇÃO DA INSUFICIÊNCIA RENAL E ANEMIA EM PACIENTES NORMOGLICEMICOS E HIPERGLICEMICOS EM UM LABORATÓRIO DA CIDADE DE JUAZEIRO DO NORTE, CE Janaína Esmeraldo Rocha, Faculdade Leão Sampaio, janainaesmeraldo@gmail.com

Leia mais

ATIVIDADE FÍSICA, HÁBITOS ALIMENTARES E SÍNDROME METABÓLICA EM ADOLESCENTES.

ATIVIDADE FÍSICA, HÁBITOS ALIMENTARES E SÍNDROME METABÓLICA EM ADOLESCENTES. ATIVIDADE FÍSICA, HÁBITOS ALIMENTARES E SÍNDROME METABÓLICA EM ADOLESCENTES. Sara Crosatti Barbosa (CNPq-UENP), Antonio Stabelini Neto (ORIENTADOR), e-mail: asneto@uenp.edu.br Universidade Estadual do

Leia mais

PREVALÊNCIA DOS FATORES DE RISCO PARA DIABETES MELLITUS TIPO 2 EM POPULAÇÃO ATENDIDA EM APARECIDA DE GOIÂNIA PELA LIGA ACADÊMICA DE DIABETES DA UFG

PREVALÊNCIA DOS FATORES DE RISCO PARA DIABETES MELLITUS TIPO 2 EM POPULAÇÃO ATENDIDA EM APARECIDA DE GOIÂNIA PELA LIGA ACADÊMICA DE DIABETES DA UFG PREVALÊNCIA DOS FATORES DE RISCO PARA DIABETES MELLITUS TIPO 2 EM POPULAÇÃO ATENDIDA EM APARECIDA DE GOIÂNIA PELA LIGA ACADÊMICA DE DIABETES DA UFG CAMPOS NETO, Moacir Batista de¹; SANTOS, Débora Ferreira

Leia mais

AMBULATÓRIO DE ENDOCRINOLOGIA OBSTÉTRICA ENDOB (DIABETES MELLITUS, TIREOIDEOPATIAS E OUTRAS)

AMBULATÓRIO DE ENDOCRINOLOGIA OBSTÉTRICA ENDOB (DIABETES MELLITUS, TIREOIDEOPATIAS E OUTRAS) AMBULATÓRIO DE ENDOCRINOLOGIA OBSTÉTRICA ENDOB (DIABETES MELLITUS, TIREOIDEOPATIAS E OUTRAS) 1- Hipóteses diagnósticas que devem ser encaminhadas para este ambulatório 1a) Diabetes Mellitus Tipo 1, Tipo

Leia mais

Em pleno novo milênio nossa sociedade aparece com uma

Em pleno novo milênio nossa sociedade aparece com uma 8 Epidemiologia da Atividade Física & Doenças Crônicas: Diabetes Dênis Marcelo Modeneze Graduado em Educação Física Mestre em Educação Física na Área de Atividade Física, Adaptação e Saúde-UNICAMP Em pleno

Leia mais

INGESTÃO DIETÉTICA E COMPOSIÇÃO CORPORAL DE DANÇARINAS DA UFPA (BELÉM PA).

INGESTÃO DIETÉTICA E COMPOSIÇÃO CORPORAL DE DANÇARINAS DA UFPA (BELÉM PA). INGESTÃO DIETÉTICA E COMPOSIÇÃO CORPORAL DE DANÇARINAS DA UFPA (BELÉM PA). GLEICIANE MARTINS GOMES ADRIANA MOURA DOS SANTOS JOSEANA MOREIRA ASSIS RIBEIRO FERNANDO VINÍCIUS FARO REIS JÚLIO ALVES PIRES FILHO

Leia mais

DIABETES MELLITUS. Ricardo Rodrigues Cardoso Educação Física e Ciências do DesportoPUC-RS

DIABETES MELLITUS. Ricardo Rodrigues Cardoso Educação Física e Ciências do DesportoPUC-RS DIABETES MELLITUS Ricardo Rodrigues Cardoso Educação Física e Ciências do DesportoPUC-RS Segundo a Organização Mundial da Saúde, existem atualmente cerca de 171 milhões de indivíduos diabéticos no mundo.

Leia mais

RISCO PRESUMIDO PARA DOENÇAS CORONARIANAS EM SERVIDORES ESTADUAIS

RISCO PRESUMIDO PARA DOENÇAS CORONARIANAS EM SERVIDORES ESTADUAIS 8. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: SAÚDE RISCO PRESUMIDO PARA DOENÇAS CORONARIANAS EM SERVIDORES ESTADUAIS Apresentador 1 SILVA,Claudia Fagundes e Apresentador 2 PLOCHARSKI, Mayara

Leia mais

EXERCÍCIO E DIABETES

EXERCÍCIO E DIABETES EXERCÍCIO E DIABETES Todos os dias ouvimos falar dos benefícios que os exercícios físicos proporcionam, de um modo geral, à nossa saúde. Pois bem, aproveitando a oportunidade, hoje falaremos sobre a Diabetes,

Leia mais

Veículo: Jornal da Comunidade Data: 24 a 30/07/2010 Seção: Comunidade Vip Pág.: 4 Assunto: Diabetes

Veículo: Jornal da Comunidade Data: 24 a 30/07/2010 Seção: Comunidade Vip Pág.: 4 Assunto: Diabetes Veículo: Jornal da Comunidade Data: 24 a 30/07/2010 Seção: Comunidade Vip Pág.: 4 Assunto: Diabetes Uma vida normal com diabetes Obesidade, histórico familiar e sedentarismo são alguns dos principais fatores

Leia mais

ANEMIA EM PACIENTES COM DIABETES MELLITUS TIPO 2 1

ANEMIA EM PACIENTES COM DIABETES MELLITUS TIPO 2 1 ANEMIA EM PACIENTES COM DIABETES MELLITUS TIPO 2 1 Matias Nunes Frizzo 2, Paula Caitano Fontela 3, Eliane Roseli Winkelmann 4. 1 Pesquisa realizada no Departamento de Ciências da Vida - Curso de Farmácia

Leia mais

Suco de Laranja diminui o Estresse Oxidativo, Diabetes e o Risco de Doenças Cardiovasculares

Suco de Laranja diminui o Estresse Oxidativo, Diabetes e o Risco de Doenças Cardiovasculares Suco de Laranja diminui o Estresse Oxidativo, Diabetes e o Risco de Doenças Cardiovasculares Ms. Jacqueline Queiroz Silveira Nutricionista e Doutoranda Faculdade de Ciências Farmacêuticas - UNESP Araraquara

Leia mais

Os portadores de diabetes representam 30% dos pacientes que se internam em unidades coronarianas.

Os portadores de diabetes representam 30% dos pacientes que se internam em unidades coronarianas. A Diabetes é a sexta causa mais frequente de internação hospitalar e contribui de forma significativa (30% a 50%) para outras causas como cardiopatias isquêmicas, insuficiência cardíacas, AVC e hipertensão.

Leia mais

DIABETES MELLITUS E RESISTÊNCIA À INSULINA

DIABETES MELLITUS E RESISTÊNCIA À INSULINA DIABETES MELLITUS E RESISTÊNCIA À INSULINA MALDONADO, Rafael Resende RESUMO: PALAVRAS-CHAVE: Mellittus. ABSTRACT: - KEYWORDS: 1. INTRODUÇÃO relacionados ao aumento da glicemia, re nos hábitos alimentares

Leia mais

ENFRENTAMENTO DA OBESIDADE ABORDAGEM TERAPÊUTICA

ENFRENTAMENTO DA OBESIDADE ABORDAGEM TERAPÊUTICA ENFRENTAMENTO DA OBESIDADE ABORDAGEM TERAPÊUTICA Obesidade 300 mil mortes / ano; 100 bi dólares / ano; O excesso de peso (IMC >25) acomete de 15% a 60% da população de todos os países civilizados. EUA...

Leia mais

O ATLETA VEGETARIANO Priscila Di Ciero - Nutricionista

O ATLETA VEGETARIANO Priscila Di Ciero - Nutricionista O ATLETA VEGETARIANO Priscila Di Ciero - Nutricionista O consumo de dietas vegetarianas tem sido associado a muitos benefícios à saúde, incluindo menores taxas de mortes por doenças cardiovasculares, diabetes

Leia mais

Pré diabetes. Diagnóstico e Tratamento

Pré diabetes. Diagnóstico e Tratamento Pré diabetes Diagnóstico e Tratamento Zulmira Jorge Assistente Hospitalar Endocrinologia do Hospital Santa Maria Endocrinologista do NEDO e do Hospital Cuf Infante Santo Diabetes Mellitus Diagnóstico PTGO

Leia mais

Cartilha de Prevenção. ANS - nº31763-2. Diabetes. Fevereiro/2015

Cartilha de Prevenção. ANS - nº31763-2. Diabetes. Fevereiro/2015 Cartilha de Prevenção 1 ANS - nº31763-2 Diabetes Fevereiro/2015 Apresentação Uma das missões da Amafresp é prezar pela qualidade de vida de seus filiados e pela prevenção através da informação, pois esta

Leia mais

DIABETES MELLITUS. Dra. Luciana N Cosenso Martin Disciplina de Clínica Médica FAMERP

DIABETES MELLITUS. Dra. Luciana N Cosenso Martin Disciplina de Clínica Médica FAMERP DIABETES MELLITUS Dra. Luciana N Cosenso Martin Disciplina de Clínica Médica FAMERP DIABETES MELLITUS DEFINIÇÃO Síndrome de etiologia múltipla decorrente da falta de ação de insulina e/ou da incapacidade

Leia mais

Alterações Metabolismo Carboidratos DIABETES

Alterações Metabolismo Carboidratos DIABETES 5.5.2009 Alterações Metabolismo Carboidratos DIABETES Introdução Diabetes Mellitus é uma doença metabólica, causada pelo aumento da quantidade de glicose sanguínea A glicose é a principal fonte de energia

Leia mais

Diagnóstico. Exame Laboratorial. Poliúria Polidpsia Polifagia

Diagnóstico. Exame Laboratorial. Poliúria Polidpsia Polifagia Diabetes Mellitus É concebido por um conjunto de distúrbios metabólicos, caracterizado por hiperglicemia resultando de defeitos na secreção de insulina e/ou na sua atividade Report of Expert Committe on

Leia mais

PERFIL NUTRICIONAL DE PACIENTES INTERNADOS EM UM HOSPITAL DE LONDRINA-PARANÁ

PERFIL NUTRICIONAL DE PACIENTES INTERNADOS EM UM HOSPITAL DE LONDRINA-PARANÁ PERFIL NUTRICIONAL DE PACIENTES INTERNADOS EM UM HOSPITAL DE LONDRINA-PARANÁ SCHUINDT, P. S; ANDRADE, A. H. G. RESUMO A grande incidência de desnutrição hospitalar enfatiza a necessidade de estudos sobre

Leia mais

Apresentação. Introdução. Francine Leite. Luiz Augusto Carneiro Superintendente Executivo

Apresentação. Introdução. Francine Leite. Luiz Augusto Carneiro Superintendente Executivo Evolução dos Fatores de Risco para Doenças Crônicas e da prevalência do Diabete Melito e Hipertensão Arterial na população brasileira: Resultados do VIGITEL 2006-2009 Luiz Augusto Carneiro Superintendente

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE Educação em Saúde. Prevenção. Doença Renal Crônica.

PALAVRAS-CHAVE Educação em Saúde. Prevenção. Doença Renal Crônica. 12. CONEX Pôster / Produto/ Resumo 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( X) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA EVENTO EXPO&FLOR: ATUAÇÃO

Leia mais

PERFIL NUTRICIONAL DE PACIENTES PÓS-TRANSPLANTE RENAL 1

PERFIL NUTRICIONAL DE PACIENTES PÓS-TRANSPLANTE RENAL 1 PERFIL NUTRICIONAL DE PACIENTES PÓS-TRANSPLANTE RENAL 1 Valéria Baccarin Ianiski 2, Lígia Beatriz Bento Franz 3, Eliane Roseli Winkelmann 4, Juliana Schneider 5. 1 Atividade relacionada ao Projeto de Iniciação

Leia mais

RESUMOS SIMPLES...156

RESUMOS SIMPLES...156 155 RESUMOS SIMPLES...156 156 RESUMOS SIMPLES CARNEIRO, NELSON HILÁRIO... 159 CARNEIRO, NELSON HILÁRIO... 157 CORTE, MARIANA ZANGIROLAME... 159 CORTE, MARIANA ZANGIROLAME... 157 GARCIA JUNIOR, JAIR RODRIGUES...

Leia mais

Autores: Cristina Somariva Leandro Jacson Schacht. SESI Serviço Social da Indústria Cidade: Concórdia Estado: Santa Catarina 27/10/2015

Autores: Cristina Somariva Leandro Jacson Schacht. SESI Serviço Social da Indústria Cidade: Concórdia Estado: Santa Catarina 27/10/2015 Autores: Cristina Somariva Leandro Jacson Schacht SESI Serviço Social da Indústria Cidade: Concórdia Estado: Santa Catarina 27/10/2015 REDUÇÃO DE PESO E CIRCUNFERÊNCIA ABDOMINAL EM TRABALHADORES DA INDÚSTRIA

Leia mais

NÚMERO: 007/2011 DATA: 31/01/2011

NÚMERO: 007/2011 DATA: 31/01/2011 NÚMERO: 007/2011 DATA: 31/01/2011 ASSUNTO: PALAVRAS-CHAVE: PARA: CONTACTOS: Diagnóstico e conduta na Diabetes Gestacional Diabetes Gestacional; Diabetes; Gravidez Profissionais de Saúde Divisão de Saúde

Leia mais

ALTERAÇÕES METABÓLICAS NO PERFIL LIPÍDICO E GLICÊMICO DE PACIENTES HIV POSITIVOS QUE FAZEM USO DE ANTIRETROVIRAIS

ALTERAÇÕES METABÓLICAS NO PERFIL LIPÍDICO E GLICÊMICO DE PACIENTES HIV POSITIVOS QUE FAZEM USO DE ANTIRETROVIRAIS ALTERAÇÕES METABÓLICAS NO PERFIL LIPÍDICO E GLICÊMICO DE PACIENTES HIV POSITIVOS QUE FAZEM USO DE ANTIRETROVIRAIS Greice Rodrigues Bittencourt Introdução A terapia antiretroviral contemporânea (TARV) baseado

Leia mais

Panorama Nutricional da População da América Latina, Europa e Brasil. Maria Rita Marques de Oliveira

Panorama Nutricional da População da América Latina, Europa e Brasil. Maria Rita Marques de Oliveira Panorama Nutricional da População da América Latina, Europa e Brasil Maria Rita Marques de Oliveira 1- MEIO AMBIENTE E PRODUÇÃO DE ALIMENTOS 2- ACESSO AOS ALIMENTOS 3- ALIMENTO SEGURO 4- PREVENÇÃO E CONTROLE

Leia mais

Utilização da Aveia x Índice Glicêmico

Utilização da Aveia x Índice Glicêmico Utilização da Aveia x Índice Glicêmico MURIELE MARQUES JOB; SAHRA BRENA DE OLIVEIRA LIBANIO RESUMO: O conceito de índice glicêmico pode ser considerado uma extensão da hipótese da fibra dietética, sugerindo

Leia mais

AÇÕES EDUCATIVAS COM UNIVERSITÁRIOS SOBRE FATORES DE RISCO PARA SÍNDROME METABÓLICA

AÇÕES EDUCATIVAS COM UNIVERSITÁRIOS SOBRE FATORES DE RISCO PARA SÍNDROME METABÓLICA AÇÕES EDUCATIVAS COM UNIVERSITÁRIOS SOBRE FATORES DE RISCO PARA SÍNDROME METABÓLICA Reângela Cíntia Rodrigues de Oliveira Lima UFPI/cynthiast_89@hotmail.com Gislany da Rocha Brito - UFPI/gislanyrochasj@hotmail.com

Leia mais

"ANÁLISE DO CUSTO COM MEDICAMENTOS E DO RISCO CARDIOVASCULAR EM PACIENTES MORBIDAMENTE OBESOS ANTES E APÓS A REALIZAÇÃO DA CIRURGIA BARIÁTRICA"

ANÁLISE DO CUSTO COM MEDICAMENTOS E DO RISCO CARDIOVASCULAR EM PACIENTES MORBIDAMENTE OBESOS ANTES E APÓS A REALIZAÇÃO DA CIRURGIA BARIÁTRICA "ANÁLISE DO CUSTO COM MEDICAMENTOS E DO RISCO CARDIOVASCULAR EM PACIENTES MORBIDAMENTE OBESOS ANTES E APÓS A REALIZAÇÃO DA CIRURGIA BARIÁTRICA" SHOSSLER ¹, T.S.; FREITAS ¹, G.; LOPES ², E.; FRASNELLI ¹,

Leia mais

PADRÃO ALIMENTAR DE INDIVÍDUOS ADULTOS NOS PERÍODOS PRÉ E PÓS-CIRURGIA BARIÁTRICA

PADRÃO ALIMENTAR DE INDIVÍDUOS ADULTOS NOS PERÍODOS PRÉ E PÓS-CIRURGIA BARIÁTRICA 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 PADRÃO ALIMENTAR DE INDIVÍDUOS ADULTOS NOS PERÍODOS PRÉ E PÓS-CIRURGIA BARIÁTRICA Bruno Guilherme Morais Pagan 1 ; Luzia Jaeger Hintze 2 ; Alexandre dos

Leia mais

Cadernos de. Informação. Científica. Ano 7 nº 11 2012. Diabetes Mellitus

Cadernos de. Informação. Científica. Ano 7 nº 11 2012. Diabetes Mellitus Cadernos de Informação Científica Ano 7 nº 11 2012 Diabetes Mellitus C a d e r n o s d e I n f o r m a ç ã o C i e n t í f i c a introdução O diabetes mellitus é um problema de importância crescente em

Leia mais

American Dietetic Association

American Dietetic Association É um método sistemático para resolução de problemas que os profissionais de nutrição empregam para pensar de modo crítico e tomar decisões para resolver problemas nutricionais e prestar assistência nutricional

Leia mais

Disciplina: FISIOLOGIA CELULAR CONTROLE DA HOMEOSTASE, COMUNICAÇÃO E INTEGRAÇÃO DO CORPO HUMANO (10h)

Disciplina: FISIOLOGIA CELULAR CONTROLE DA HOMEOSTASE, COMUNICAÇÃO E INTEGRAÇÃO DO CORPO HUMANO (10h) Ementário: Disciplina: FISIOLOGIA CELULAR CONTROLE DA HOMEOSTASE, COMUNICAÇÃO E INTEGRAÇÃO DO CORPO HUMANO (10h) Ementa: Organização Celular. Funcionamento. Homeostasia. Diferenciação celular. Fisiologia

Leia mais

Aspectos Nutricionais em Trabalhadores de uma Empresa de Tecnologia da Informação

Aspectos Nutricionais em Trabalhadores de uma Empresa de Tecnologia da Informação Capítulo 11 Aspectos Nutricionais em Trabalhadores de uma Empresa de Tecnologia da Informação Solange Aparecida Faggion Nutricionista, Mestre e m En f e r m a g e m Un i v e r s i d a d e Es ta d u a l

Leia mais

Biomassa de Banana Verde Integral- BBVI

Biomassa de Banana Verde Integral- BBVI Biomassa de Banana Verde Integral- BBVI INFORMAÇÕES NUTRICIONAIS Porção de 100g (1/2 copo) Quantidade por porção g %VD(*) Valor Energético (kcal) 64 3,20 Carboidratos 14,20 4,73 Proteínas 1,30 1,73 Gorduras

Leia mais

Unidade: GUIA ALIMENTAR PARA A POPULAÇÃO

Unidade: GUIA ALIMENTAR PARA A POPULAÇÃO Unidade: GUIA ALIMENTAR PARA A POPULAÇÃO Unidade I: BRASILEIRA 0 Unidade: GUIA ALIMENTAR PARA A POPULAÇÃO BRASILEIRA O Guia Alimentar é um instrumento que define as diretrizes alimentares a serem utilizadas

Leia mais

COMPORTAMENTO ALIMENTAR DE INDIVÍDUOS DIABÉTICOS DE FLORIANÓPOLIS - SC

COMPORTAMENTO ALIMENTAR DE INDIVÍDUOS DIABÉTICOS DE FLORIANÓPOLIS - SC 20 a 22 de agosto de 2008 - Bento Gonçalves-RS COMPORTAMENTO ALIMENTAR DE INDIVÍDUOS DIABÉTICOS DE FLORIANÓPOLIS - SC Silvia Cristina Ferreira Iop 1,2, Evanilda Teixeira 2 e Rosires Deliza 3 1 Universidade

Leia mais

XIX CONGRESSO DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UFLA 27 de setembro a 01 de outubro de 2010

XIX CONGRESSO DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UFLA 27 de setembro a 01 de outubro de 2010 TABUS ALIMENTARES DESCRITOS POR PACIENTES DIABÉTICOS DE LAVRAS MG DALILA PEREIRA DE MENDONÇA 1 ; JULIANA DE BRITO MIAMOTO 2 ; ROSEANE MARIA EVANGELISTA OLIVEIRA 3 ; ANDREA RESENDE COSTA DE OLIVEIRA 4 ;

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL

A IMPORTÂNCIA DA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL A IMPORTÂNCIA DA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL As prevalências de sobrepeso e obesidade cresceram de maneira importante nos últimos 30 anos. A importância que a obesidade vem assumindo no Brasil não pode ser ignorada

Leia mais

Tendências do Diabete Melito

Tendências do Diabete Melito Tendências do Diabete Melito Francine Leite Carina Martins Marcos Novais José Cechin Superintendente Executivo Apresentação Este texto apresenta a evolução das taxas de mortalidade e morbidade por Diabete

Leia mais

Perguntas & Respostas ABIA sobre gorduras trans

Perguntas & Respostas ABIA sobre gorduras trans Perguntas & Respostas ABIA sobre gorduras trans GRUPO CONSUMIDOR 1) O que são ácidos graxos trans ou gordura trans? Os ácidos graxos ou gorduras trans são um tipo de gordura formada pelo processo de hidrogenação

Leia mais

Diabetes mellituséuma doença metabólica caracterizada por um aumento anormal do açúcar ou glicose no sangue QUEM DA MAIS?...

Diabetes mellituséuma doença metabólica caracterizada por um aumento anormal do açúcar ou glicose no sangue QUEM DA MAIS?... Diabetes mellituséuma doença metabólica caracterizada por um aumento anormal do açúcar ou glicose no sangue QUEM DA MAIS?... Nathan et al. (2005) American Diabetes Association, (2005) 12% da população

Leia mais

AVALIAÇÃO DA DISLIPIDEMIA EM PACIENTES COM DIABETES MELLITUS TIPO 2

AVALIAÇÃO DA DISLIPIDEMIA EM PACIENTES COM DIABETES MELLITUS TIPO 2 AVALIAÇÃO DA DISLIPIDEMIA EM PACIENTES COM DIABETES MELLITUS TIPO 2 MARINA SOUSA PINHEIRO MOTA ALUÍSIO DE MOURA FERREIRA MARIA DE FÁTIMA RAMOS DE QUEIROZ MARIA DO SOCORRO RAMOS DE QUEIROZ DANIELE IDALINO

Leia mais

Risco cardiovascular e os índices glicêmicos de idosos atendidos em uma clínica de saúde universitária na cidade de São Paulo

Risco cardiovascular e os índices glicêmicos de idosos atendidos em uma clínica de saúde universitária na cidade de São Paulo Risco cardiovascular e os índices glicêmicos de idosos atendidos em uma clínica de saúde universitária na cidade de São Paulo Cardiovascular risk and glycemic indexes of the elderly patients at a university

Leia mais

Aula 10: Diabetes Mellitus (DM)

Aula 10: Diabetes Mellitus (DM) Aula 10: Diabetes Mellitus (DM) Diabetes Mellitus (DM) Doença provocada pela deficiência de produção e/ou de ação da insulina, que leva a sintomas agudos e a complicações crônicas características; Insulina:

Leia mais

Congresso do Desporto Desporto, Saúde e Segurança

Congresso do Desporto Desporto, Saúde e Segurança Congresso do Desporto Desporto, Saúde e Segurança Projecto Mexa-se em Bragança Organização: Pedro Miguel Queirós Pimenta Magalhães E-mail: mexaseembraganca@ipb.pt Web: http://www.mexaseembraganca.ipb.pt

Leia mais

HÁBITOS ALIMENTARES E ESTADO NUTRICIONAL DE ADOLESCENTES

HÁBITOS ALIMENTARES E ESTADO NUTRICIONAL DE ADOLESCENTES 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 HÁBITOS ALIMENTARES E ESTADO NUTRICIONAL DE ADOLESCENTES Larissa Paula da Silva de Souza 1, Sara Leal de Lima 2, Angela Andréia França Gravena 3 RESUMO:

Leia mais

FGV GV Saúde. Condições Crônicas Fatores de risco e prevenção. Centro de Medicina Preventiva Hospital Israelita Albert Einstein Março de 2013

FGV GV Saúde. Condições Crônicas Fatores de risco e prevenção. Centro de Medicina Preventiva Hospital Israelita Albert Einstein Março de 2013 FGV GV Saúde Condições Crônicas Fatores de risco e prevenção Centro de Medicina Preventiva Hospital Israelita Albert Einstein Março de 2013 A Revisão Continuada de Saúde Revisão Continuada de Saúde (RCS)

Leia mais

Relatório Estatístico da Pesquisa Realizada no 23º Congresso Estadual da APEOESP

Relatório Estatístico da Pesquisa Realizada no 23º Congresso Estadual da APEOESP Relatório Estatístico da Pesquisa Realizada no 23º Congresso Estadual da APEOESP (1 a 3 de dezembro de 2010) Objetivos da Pesquisa: 1) Gerais: Conhecer mais profundamente a saúde e condições de trabalho

Leia mais

que a perda de gordura corporal, nos indivíduos obesos, eleva o colesterol HDL, tipo associado com a prevenção de doença cardiovascular (TORTORA,

que a perda de gordura corporal, nos indivíduos obesos, eleva o colesterol HDL, tipo associado com a prevenção de doença cardiovascular (TORTORA, TEMA: A IMPLANTAÇÃO DO PNAE E A FORMAÇÃO DE NOVOS HÁBITOS ALIMENTARES EM CRIANÇAS DO ENSINO FUNDAMENTAL DO CENTRO DE ATENÇÃO INTEGRAL À CRIANÇA E AO ADOLESCENTE (CAIC) NO MUNICÍPIO DE MOGI GUAÇU INTRODUÇÃO

Leia mais

RELAÇÃO ENTRE OS NÍVEIS SÉRICOS DE PCR AS E COLESTEROL-HDL EM TRABALHADORES DE EMPRESAS PRIVADAS

RELAÇÃO ENTRE OS NÍVEIS SÉRICOS DE PCR AS E COLESTEROL-HDL EM TRABALHADORES DE EMPRESAS PRIVADAS 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 RELAÇÃO ENTRE OS NÍVEIS SÉRICOS DE PCR AS E COLESTEROL-HDL EM TRABALHADORES DE EMPRESAS PRIVADAS Juliane Mara Sabatini 1 ; Rafael Cardia Sardim Barros

Leia mais

TÍTULO: A UTILIZAÇÃO DE PLANTAS MEDICINAIS NO AUXILIO DO TRATAMENTO DO DIABETES TIPO 2

TÍTULO: A UTILIZAÇÃO DE PLANTAS MEDICINAIS NO AUXILIO DO TRATAMENTO DO DIABETES TIPO 2 TÍTULO: A UTILIZAÇÃO DE PLANTAS MEDICINAIS NO AUXILIO DO TRATAMENTO DO DIABETES TIPO 2 CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: NUTRIÇÃO INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS

Leia mais

S a, 22 de dezembro de 2014. J. AO EXPEO ERNO EM 2 114 GER. UDtOGONÇALVEff í PRESIDENTE

S a, 22 de dezembro de 2014. J. AO EXPEO ERNO EM 2 114 GER. UDtOGONÇALVEff í PRESIDENTE :.:4:. GP-RI-2007/14 Senhor Presidente, J. AO EXPEO ERNO EM 2 114 GER S a, 22 de dezembro de 2014. UDtOGONÇALVEff í PRESIDENTE Em ate 'ã ao requerimento n 2070/2014, de autoria do Vereador FERNANDO L S

Leia mais

Complicações Metabólicas da Terapia Anti-retroviral

Complicações Metabólicas da Terapia Anti-retroviral Complicações Metabólicas da Terapia Anti-retroviral Dra. Daisy Maria Machado Universidade Federal de São Paulo Centro de Referência e Treinamento em DST-AIDS 2004 Terapia Anti-retroviral HAART: Redução

Leia mais

Saiba quais são os diferentes tipos de diabetes

Saiba quais são os diferentes tipos de diabetes Saiba quais são os diferentes tipos de diabetes Diabetes é uma doença ocasionada pela total falta de produção de insulina pelo pâncreas ou pela quantidade insuficiente da substância no corpo. A insulina

Leia mais

OBESIDADE INFANTIL ESCOLAR

OBESIDADE INFANTIL ESCOLAR Pró-Reitoria de Graduação Educação Física Trabalho de Conclusão de Curso II OBESIDADE INFANTIL ESCOLAR Autora: Damielle J. Costa Orientador: Prof. Dr. Ricardo Bernardo Mayolino Brasília - DF 2011 OBESIDADE

Leia mais

IDENTIFICANDO AS COMPLICAÇÕES DO DIABETES MELLITUS EM FREQÜENTADORES DE UM CENTRO REGIONAL DE ESPECIALIDADES (CRE) 1

IDENTIFICANDO AS COMPLICAÇÕES DO DIABETES MELLITUS EM FREQÜENTADORES DE UM CENTRO REGIONAL DE ESPECIALIDADES (CRE) 1 IDENTIFICANDO AS COMPLICAÇÕES DO DIABETES MELLITUS EM FREQÜENTADORES DE UM CENTRO REGIONAL DE ESPECIALIDADES (CRE) 1 Ariana Rodrigues Silva CARVALHO 2 Karina Isabel VIVIAN 3 Marister PICCOLI 4 INTRODUÇÃO:

Leia mais

OBESIDADE E DIABETES MELLITUS II

OBESIDADE E DIABETES MELLITUS II AC&T- ACADEMIA DE CIENCIAS E TECNOLOGIA BIOQUIMICA CLINICA E LABORATORIAL KAYO AUGUSTO SALANDIN PACHER OBESIDADE E DIABETES MELLITUS II São Jose do Rio Preto - SP 2014 DEDICATÓRIA Dedico este trabalho

Leia mais

VALOR NUTRITIVO DA CARNE

VALOR NUTRITIVO DA CARNE VALOR NUTRITIVO DA CARNE Os alimentos são consumidos não só por saciarem a fome e proporcionarem momentos agradáveis à mesa de refeição mas, sobretudo, por fornecerem os nutrientes necessários à manutenção

Leia mais

HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA: HÁ DIFERENÇA NA DISTRIBUIÇÃO ENTRE IDOSOS POR SEXO?

HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA: HÁ DIFERENÇA NA DISTRIBUIÇÃO ENTRE IDOSOS POR SEXO? HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA: HÁ DIFERENÇA NA DISTRIBUIÇÃO ENTRE IDOSOS POR SEXO? Enelúzia Lavynnya Corsino de Paiva China (1); Lucila Corsino de Paiva (2); Karolina de Moura Manso da Rocha (3); Francisco

Leia mais

SUMÁRIO OBESIDADE...4 OBESIDADE EM ADULTOS...5 PREVENÇÃO...6 EM BUSCA DO PESO SAUDÁVEL...7 TRATAMENTO...9 CUIDADOS DIÁRIOS COM A ALIMENTAÇÃO...

SUMÁRIO OBESIDADE...4 OBESIDADE EM ADULTOS...5 PREVENÇÃO...6 EM BUSCA DO PESO SAUDÁVEL...7 TRATAMENTO...9 CUIDADOS DIÁRIOS COM A ALIMENTAÇÃO... 2 SUMÁRIO OBESIDADE...4 OBESIDADE EM ADULTOS...5 PREVENÇÃO...6 EM BUSCA DO PESO SAUDÁVEL...7 TRATAMENTO...9 CUIDADOS DIÁRIOS COM A ALIMENTAÇÃO...12 OUTROS HÁBITOS SAUDÁVEIS...14 ATIVIDADE FÍSICA...14 CUIDADOS

Leia mais

TÍTULO: ADESÃO À TERAPIA MEDICAMENTOSA POR DIABÉTICOS ASSISTIDOS POR DUAS EQUIPES DA ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA DA CIDADE DE ARAXÁ-MG

TÍTULO: ADESÃO À TERAPIA MEDICAMENTOSA POR DIABÉTICOS ASSISTIDOS POR DUAS EQUIPES DA ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA DA CIDADE DE ARAXÁ-MG TÍTULO: ADESÃO À TERAPIA MEDICAMENTOSA POR DIABÉTICOS ASSISTIDOS POR DUAS EQUIPES DA ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA DA CIDADE DE ARAXÁ-MG CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA:

Leia mais

7º Congresso Unidas de

7º Congresso Unidas de 7º Congresso Unidas de Gestão o de Assistência à Saúde Dra. Rozana Ciconelli Centro Paulista de Economia da Saúde Escola Paulista de Medicina A epidemia da obesidade Como as doenças crônicas afetam a gestão

Leia mais

AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ATLETAS DA SELEÇÃO GOIANA DE JUDÔ: ATIVIDADE DO ATENDIMENTO NUTRICIONAL 1

AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ATLETAS DA SELEÇÃO GOIANA DE JUDÔ: ATIVIDADE DO ATENDIMENTO NUTRICIONAL 1 AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ATLETAS DA SELEÇÃO GOIANA DE JUDÔ: ATIVIDADE DO ATENDIMENTO NUTRICIONAL 1 LEITE, Raíssa Moraes 1 ; FRANCO, Lana Pacheco 2 ; SOUZA, Isabela Mesquita 3 ; ALVES, Ana Gabriella Pereira

Leia mais

A AMAMENTAÇÃO PODE PREVENIR A OBESIDADE INFANTIL?

A AMAMENTAÇÃO PODE PREVENIR A OBESIDADE INFANTIL? ISBN 78-8-6101-0-7 V EPCC Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 7 a 30 de outubro de 00 A AMAMENTAÇÃO PODE PREVENIR A OBESIDADE INFANTIL? Crislayne Teodoro Vasques 1 ; Rita de Cassia Felix

Leia mais

Mapa do Conhecimento do Paciente de Diabete Mellitus

Mapa do Conhecimento do Paciente de Diabete Mellitus Mapa do Conhecimento do Paciente de Diabete Mellitus SERGIO DE CARVALHO E SILVA Laboratório de Pesquisa em Ciências de Serviços (LaPCiS), Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza (CEETEPS),

Leia mais

ATENDIMENTO NUTRICIONAL, PREVALÊNCIA DE FATORES DE RISCO PARA DOENÇA CARDIOVASCULAR E INATIVIDADE FÍSICA EM MULHERES DA COMUNIDADE UNIVERSITÁRIA

ATENDIMENTO NUTRICIONAL, PREVALÊNCIA DE FATORES DE RISCO PARA DOENÇA CARDIOVASCULAR E INATIVIDADE FÍSICA EM MULHERES DA COMUNIDADE UNIVERSITÁRIA ATENDIMENTO NUTRICIONAL, PREVALÊNCIA DE FATORES DE RISCO PARA DOENÇA CARDIOVASCULAR E INATIVIDADE FÍSICA EM MULHERES DA COMUNIDADE UNIVERSITÁRIA Área Temática: Saúde ¹Jussara Gazzola (Coordenador da Ação

Leia mais

Tema: Informações técnicas sobre o NUTRI-RENAL para pacientes em tratamento dialítico 1. ANÁLISE CLÍNICA DA SOLICITAÇÃO 3. 1.1. Pergunta estruturada 3

Tema: Informações técnicas sobre o NUTRI-RENAL para pacientes em tratamento dialítico 1. ANÁLISE CLÍNICA DA SOLICITAÇÃO 3. 1.1. Pergunta estruturada 3 Consultoria 06/2012 Solicitante Dr. Enismar Kelley de Souza e Freitas Juiz de Direito - Comarca de Cristina MG Data:22/10/2012 Medicamento Material Procedimento Cobertura X Tema: Informações técnicas sobre

Leia mais

DIABETES E SINAIS VITAIS

DIABETES E SINAIS VITAIS AGENTE DE FÉ E DO CORAÇÃO PASTORAL NACIONAL DA SAÚDE 04 de outubro de 2013 DIABETES E SINAIS VITAIS Marcia Nery Equipe Médica de Diabetes Hospital das Clínicas da FMUSP Definição Diabetes mellitus: Doença

Leia mais

Prescrição Dietética

Prescrição Dietética Prescrição Dietética Quantitativo Cálculo de Dietas Cálculo de dietas estimar as necessidades energéticas de um indivíduo (atividade física, estágio da vida e composição corporal) Necessidades energéticas

Leia mais

47 Por que preciso de insulina?

47 Por que preciso de insulina? A U A UL LA Por que preciso de insulina? A Medicina e a Biologia conseguiram decifrar muitos dos processos químicos dos seres vivos. As descobertas que se referem ao corpo humano chamam mais a atenção

Leia mais

Área: CV ( ) CHSA ( ) ECET ( )

Área: CV ( ) CHSA ( ) ECET ( ) Área: CV ( ) CHSA ( ) ECET ( ) MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA MEC UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ UFPI PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO PRPPG Coordenadoria Geral de Pesquisa CGP Campus Universitário

Leia mais

PALAVRAS CHAVE: Atendimento nutricional, hipertensão arterial, sobrepeso.

PALAVRAS CHAVE: Atendimento nutricional, hipertensão arterial, sobrepeso. V EPCC Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 23 a 26 de outubro de 07 ESTADO NUTRICIONAL E PREVALÊNCIA DE DOENÇAS CRÔNICAS NÃO TRANSMISSÍVEIS EM IDOSOS ATENDIDOS EM UMA CLÍNICA ESCOLA DE

Leia mais

TÍTULO: EFEITOS DO CONSUMO DE NONI (MORINDA CITRIFOLIA) EM RATOS HIPERCOLESTEROLÊMICOS CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE

TÍTULO: EFEITOS DO CONSUMO DE NONI (MORINDA CITRIFOLIA) EM RATOS HIPERCOLESTEROLÊMICOS CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE TÍTULO: EFEITOS DO CONSUMO DE NONI (MORINDA CITRIFOLIA) EM RATOS HIPERCOLESTEROLÊMICOS CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: NUTRIÇÃO INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE

Leia mais

PERFIL NUTRICIONAL DE IDOSOS ATENDIDOS EM HOSPITAL PÚBLICO DA CIDADE DE MARINGÁ

PERFIL NUTRICIONAL DE IDOSOS ATENDIDOS EM HOSPITAL PÚBLICO DA CIDADE DE MARINGÁ ISBN 978-85-61091-05-7 Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 27 a 30 de outubro de 2009 PERFIL NUTRICIONAL DE IDOSOS ATENDIDOS EM HOSPITAL PÚBLICO DA CIDADE DE MARINGÁ Rita de Cássia Felix

Leia mais

Manual de Rotulagem de Alimentos

Manual de Rotulagem de Alimentos Manual de Rotulagem de Alimentos Agosto 2013 Programa Mesa Brasil Sesc O Mesa Brasil Sesc é um programa de segurança alimentar e nutricional sustentável, que redistribui alimentos excedentes próprios para

Leia mais

AVALIAÇÃO DO CONSUMO DE COMPOSTOS FITOQUÍMICOS EM PACIENTES SUBMETIDOS À TRATAMENTO QUIMIOTERÁPICO (2011) 1

AVALIAÇÃO DO CONSUMO DE COMPOSTOS FITOQUÍMICOS EM PACIENTES SUBMETIDOS À TRATAMENTO QUIMIOTERÁPICO (2011) 1 AVALIAÇÃO DO CONSUMO DE COMPOSTOS FITOQUÍMICOS EM PACIENTES SUBMETIDOS À TRATAMENTO QUIMIOTERÁPICO (2011) 1 MOURA, Deise Silva de 2 ; BLASI, Tereza Cristina²; BRASIL, Carla Cristina Bauermann 3 ; COSTA

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE Diabetes mellitus. Aconselhamento. Glicemia.

PALAVRAS-CHAVE Diabetes mellitus. Aconselhamento. Glicemia. ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( X ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA 1 A PARTICIPAÇÃO DE ACADÊMICOS DO CURSO DE

Leia mais

Efeitos da Ampla Modificação no Estilo de Vida como Dieta, Peso, Atividade Física e Controle da Pressão Arterial: Resultado de 18 Meses de Estudo

Efeitos da Ampla Modificação no Estilo de Vida como Dieta, Peso, Atividade Física e Controle da Pressão Arterial: Resultado de 18 Meses de Estudo Efeitos da Ampla Modificação no Estilo de Vida como Dieta, Peso, Atividade Física e Controle da Pressão Arterial: Resultado de 18 Meses de Estudo Randomizado Apresentado por Tatiana Goveia Araujo na reunião

Leia mais

PROMOÇÃO DE HÁBITOS ALIMENTARES SAUDÁVEIS EM UM NÚCLEO INTEGRADO DE SAÚDE DA CIDADE DE MARINGÁ-PR

PROMOÇÃO DE HÁBITOS ALIMENTARES SAUDÁVEIS EM UM NÚCLEO INTEGRADO DE SAÚDE DA CIDADE DE MARINGÁ-PR ISBN 978-85-61091-05-7 VI EPCC Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 27 a 30 de outubro de 2009 PROMOÇÃO DE HÁBITOS ALIMENTARES SAUDÁVEIS EM UM NÚCLEO INTEGRADO DE SAÚDE DA CIDADE DE MARINGÁ-PR

Leia mais

Resistência à Insulina e Câncer

Resistência à Insulina e Câncer Resistência à Insulina e Câncer Prof. Adaliene 1 Resistência à Insulina e Câncer Câncer Sobreviventes 11 milhões Resistência à insulina Obesidade 2 1 Obesidade/ Resistência à Insulina e Câncer OVERWEIGHT,

Leia mais