ONS - Enterprise Architect: Etapa: Estatística e Auditoria Relatório de Auditoria de Projetos

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1 ONS - Enterprise Architect: Etapa: Estatística e Auditoria Relatório de Auditoria de Projetos Rerum Engenharia de Sistemas Ltda Página 1 de 16

2 Quadro de versões Data Observação Autor Versão 25/05/2015 Versão Inicial Victor Paixão /06/2015 Alterações após revisão da equipe Victor Paixão 1.1 ONS 25/06/2015 Alterações após revisão da equipe Victor Paixão 1.2 ONS 20/10/2015 Alteração para versão 12 do EA Victor Paixão 1.3 Rerum Engenharia de Sistemas Ltda Página 2 de 16

3 Índice Conteúdo 1. INTRODUÇÃO OBJETIVO REFERÊNCIAS VERSÃO INFORMAÇÕES ESTATÍSTICAS HABILITAÇÃO E CONFIGURAÇÃO DE AUDITORIA QUESTÕES DE DESEMPENHO OBTENDO DADOS DE AUDITORIA EXPORTAÇÃO E IMPORTAÇÃO DE DADOS DE AUDITORIA EXPORTAÇÃO IMPORTAÇÃO RASTREABILIDADE DE COMPONENTES DE ARQUITETURA CONTEÚDO DA BASE RASTREANDO OBJETOS CONCLUSÃO GLOSSÁRIO Rerum Engenharia de Sistemas Ltda Página 3 de 16

4 Índice de Figuras Figura 1: acessando o Project Statistics...5 Figura 2: Lista de informações...6 Figura 3: Habilitação da Auditoria...7 Figura 4: Configuração da Auditoria...7 Figura 5: Acessando os registros de Auditoria...9 Figura 6: Exemplo de janela de Auditoria...10 Figura 7: O registro de Auditoria...10 Figura 8: Exportando Logs de Auditoria...11 Figura 9: Selecionando período a exportar...11 Figura 10: base de Arquitetura, contendo todos os projetos rastreáveis...12 Figura 11: Rastreando objetos de Arquitetura...13 Figura 12: Dados de rastreabilidade...14 Figura 13: Exemplo de modelagem incorreta...14 Figura 14: Exemplo de modelagem correta...15 Rerum Engenharia de Sistemas Ltda Página 4 de 16

5 1. Introdução 1.1. Objetivo Este documento tem por objetivo definir diretrizes para auditoria de projetos modelados através da ferramenta Enterprise Architect. Estão inclusas questões de levantamento estatístico de informações, bem como de obtenção de dados de auditoria e questões de rastreabilidade de componentes Referências Reunião de levantamento de necessidades; Proposta de estrutura de utilização do Enterprise Architect exposta no Relatório de Recomendação; Documentação sobre o Enterprise Architect, obtida na página web da Sparx Systems; Experiências da Rerum Engenharia de Sistemas em utilização e consultorias envolvendo o Enterprise Architect Versão Para produção deste documento, foi utilizada a versão 12 do Enterprise Architect. 2. Informações Estatísticas O Enterprise Architect dispõe de um conjunto de informações estatísticas sobre o projeto, que estão disponíveis através da opção de menu Project Status. As informações situam-se na guia Project Statistics. Figura 1: acessando o Project Statistics Rerum Engenharia de Sistemas Ltda Página 5 de 16

6 Ao abrir a guia referente às estatísticas do projeto, é exibida uma tabela com o quantitativo de itens do mesmo, por tipo, como podemos observar na imagem a seguir: Figura 2: Lista de informações A lista completa de informações disponíveis na tabela de estatísticas do projeto é a seguinte: Total Packages; Total Diagrams; Total Elements; Total Connections; Elements in Diagrams; Element Attributes; Element Operations; Element Operation Parameters; Element Testing; Element Maintenance; Element Scenarios; Element Constraints; Element Requirement; Element Resource Allocation; Element Effort; Element Risks; Element Metrics; Element Files; Activity; ActivityPartition; Actor; Artifact; Boundary; Class; Component; Decision; Device; Entity; Event; Feature; GUIElement; InformationItem; Node; Note; Object; ObjectNode; Package; Requirement; Screen; Sequence; State; StateNode; Synchronization; Text; TimeLine; UseCase Como é possível observar, os dados disponibilizados têm apenas um caráter quantitativo-informativo, não sendo possível realizar qualquer ação na aba Project Statistics, com exceção da impressão da lista em questão.além disso, tais informações refletem o estado atual do projeto, não tendo qualquer caráter histórico. Caso deseje um controle histórico-estatístico do projeto, deve fazê-lo externamente, coletando dados na guia Project Statistics e inserindo-os em outra aplicação. Rerum Engenharia de Sistemas Ltda Página 6 de 16

7 3. Habilitação e Configuração de Auditoria Para que seja possível obter informações de auditoria dos modelos do Enterprise Architect, é necessário habilitar a auditoria dentro do repositório. Para abrir a interface de auditoria, deve-se selecionar o menu Project Auditing, fazendo abrir a janela a seguir: Figura 3: Habilitação da Auditoria Na parte superior, clicando no botão Audit Settings, será aberta a janela de configuração de auditoria: Figura 4: Configuração da Auditoria Inicialmente, o usuário deve clicar no botão EnableAuditing, para habilitar a auditoria do projeto. A seguir, deve definir as configurações de auditoria, cujas opções são descritas a partir de agora. Audit XMI Import: faz com que sejam gerados registros de auditoria sempre que um XMI é importado. Como o controle de versão trabalha com arquivos XMI, ele também seria afetado por esta opção. Rerum Engenharia de Sistemas Ltda Página 7 de 16

8 Audit XMI Export: faz com que sejam gerados registros de auditoria sempre que um XMI é exportado. Como o controle de versão trabalha com arquivos XMI, ele também seria afetado por esta opção. Audit Reverse Engineering: faz com que sejam gerados registros de auditoria ao executar uma operação de engenharia reversa. Use DatabaseTimestamp: em repositórios armazenados em banco de dados, utiliza a data do mesmo, ao invés da data local das estações de trabalho, na geração dos registros de auditoria. Um grupo de opções de configuração de auditoria é o AuditLevel, cujas alternativas são: Core: grava alterações em elementos (inclusive atributos e operações), pacotes, conectores e informações do modelo. Standard: grava as mesmas alterações do nível anterior, acrescidas de alterações nos diagramas. Extended: grava as mesmas alterações do nível anterior, acrescidas de alterações de segurança. Outro grupo de opções é o AuditOptions, cujas alternativas são: Maintenance: grava alterações de alguns tipos de elementos, a saber: Package (elemento), Requirement, Feature, Use Case, Actor, Note,Issue e Change. Core Structural: grava alterações dos elementos acima, acrescidos de: Package (estrutura), Class, Interface, Signal, Node, Component, Artifact, Part, Port e Device. All: grava alterações de todos os tipos de elementos. Custom: com esta opção, é possível personalizar os tipos de elementos que serão auditados. Cabe citar que serão gerados registros de auditoria apenas para alterações efetuadas após o usuário ter finalizado a configuração (isto é, ter marcado a opção EnableAuditing e clicado no botão OK ). Caso queira interromper a geração de registros de auditoria, basta retornar à janela Audit Settings e desmarcar a opção EnableAuditing, clicando em seguida no botão OK. É importante, caso seja necessária a auditoria de um projeto modelado por fornecedor externo, que o gestor do projeto solicite ao fornecedor que habilite a auditoria para todos os analistas envolvidos. Ao final do trabalho, o fornecedor deve gerar o log de auditoria como será exposto na seção 5.1 e enviar o arquivo gerado para o gestor do projeto no ONS Questões de Desempenho Quando ligamos a auditoria no Enterprise Architect, na verdade não o fazemos para um projeto específico, e sim para todo o repositório (seja arquivo EAP ou banco de dados). Assim, ter os projetos dentro de um mesmo repositório, ainda que cada um em seu próprio nó raiz, não os isola sob a perspectiva da auditoria e da estatística de projetos. Além disso, para que uma alteração no modelo seja auditada, um registro é gerado na tabela de auditoria, causando, em alguns casos, impacto significativo de desempenho, e aumento considerável do espaço necessário para armazenamento do modelo. Habilitar a auditoria sobre a importação e/ou exportação de arquivos XMI é uma medida a ser adotada apenas em casos bastante específicos, e com acompanhamento e aval da gerência do projeto. Ao realizar esta ação, qualquer operação de check-out, checkin sofrerá uma perda de desempenho, uma vez que muitos registros serão gerados na tabela de auditoria. Rerum Engenharia de Sistemas Ltda Página 8 de 16

9 Deve-se buscar habilitar a auditoria apenas quando necessário, e utilizar sempre a menor configuração que atenda aos requisitos de auditoria solicitados. A necessidade de auditar um projeto bem como os requisitos indicando o que deve ser auditado deve ser informada pelo gestor do projeto. Ademais, ressaltamos que no caso de armazenamento dos modelos em arquivo EAP, o único impactado pela auditoria é o ambiente da estação de trabalho do analista que habilitou o recurso, uma vez que seu próprio arquivo EAP vai ganhar em tamanho, e os recursos de sua estação de trabalho serão demandados durante o processo de geração dos registros de auditoria. Tal impacto não recairá sobre os demais analistas participantes do projeto, tampouco sobre o controle de versão. Entretanto, indicamos como uma boa prática que o gestor do projeto solicite, quando apropriado, que todos os analistas (internos ou externos) envolvidos no projeto trabalhem com a auditoria ligada, para que este possa ter uma visão completa e integrada das alterações no projeto. 4. Obtendo Dados de Auditoria Uma vez que a auditoria foi habilitada no repositório, e alterações foram realizadas, vejamos como é possível obter informações acerca dos registros gerados. Inicialmente, o usuário deve selecionar a opção de menu Project Auditing. Será aberta a janela de auditoria, AuditView. Figura 5: Acessando os registros de Auditoria Nesta janela, temos algumas opções disponíveis, a saber: Filter Settings: botão que permite filtrar a exibição de registros de auditoria por data. A janela aberta é idêntica à utilizada para filtrar a geração de log (ver seção 5.1). É necessário que a opção FilterBy Date/Time esteja marcada; Audit Settings: abre a janela de configuração de auditoria, como exposto na seção 3; Load: recarrega/atualiza os dados da janela de auditoria, refletindo alterações realizadas recentemente; Search: permite uma busca textual nos registros de auditoria. SortBy: define a ordenação e agrupamento dos registros de auditoria, tendo como alternativas Type (organização por tipo de elemento alterado) e User (organização por usuário que efetuou a alteração); Mode: define o modo de exibição da janela AuditView. Ao clicar sobre o botão Mode, um pequeno conjunto de opções é exibido: Standard: sincroniza automaticamente a janela AuditView com a seleção atual no Project Browser. Assim, se um elemento está selecionado, são exibidas alterações daquele elemento; se um pacote está selecionado, são exibidas alterações daquele pacote e do nível imediatamente abaixo dele; Advanced: carrega todos os dados de auditoria, independente da seleção do Project Browser. Neste modo é exibido também o histórico da janela Audit Settings; Rerum Engenharia de Sistemas Ltda Página 9 de 16

10 Deleted: exibe apenas os registros de auditoria referentes a exclusões; Raw: exibe os registros de auditoria em ordem cronológica, indicando quais campos (atributos dos elementos, pacotes, etc) foram alterados, qual o valor original e qual o novo valor do campo. Este modo é indicado para investigar inconsistências no nível de data e hora. A seguir, um exemplo de uma janela de auditoria: Figura 6: Exemplo de janela de Auditoria Ao selecionar um registro de auditoria na lista da esquerda, são exibidos no painel central os dados referentes àquela alteração, e na janela System Output é exibido o histórico de alterações do item selecionado. Figura 7: O registro de Auditoria 5. Exportação e Importação de Dados de Auditoria Como dito anteriormente, a auditoria é um informação pertencente ao repositório, e não ao modelo ou aos pacotes. Assim, os registros de auditoria não são compartilhados através do versionamento do modelo. Para que a equipe possa compartilhar dados de auditoria, ou que a gerência possa ter estes dados para realizar uma avaliação integrada de auditoria, é necessário que cada analista gere um arquivo de log de auditoria e o envie aos demais integrantes (ou ao gestor) do projeto. Ao importar os dados, teremos uma visão integrada das alterações. Lembramos ainda que, caso seja identificada necessidade de auditoria de um projeto modelado por fornecedor externo, o gestor do projeto deve solicitar ao fornecedor a habilitação da auditoria e a geração do arquivo de log de auditoria. Rerum Engenharia de Sistemas Ltda Página 10 de 16

11 5.1. Exportação A geração do arquivo de log de auditoria é feita através do botão Save Logs, na janela Audit Settings. Ao clicar no botão, é aberta uma janela perguntando ao usuário se ele deseja salvar um período específico de tempo para o log. Figura 8: Exportando Logs de Auditoria Caso responda que não, é gerado log de todo o período existente no repositório; caso responda que sim, é aberta uma nova janela solicitando o período de tempo que será incluído no arquivo de log. Figura 9: Selecionando período a exportar Após definido o período de tempo do log, é aberta a janela para escolha do local e nome do arquivo XML que será gerado. Recomendamos que o arquivo de log de auditoria seja gerado e repassado para o gestor do projeto que por sua vez vai unificar as informações de auditoria em seu próprio repositório ; ou que os logs estejam disponíveis para todos, através de um espaço compartilhado. Na janela Audit Settings é possível também limpar todo o log de auditoria do repositório, através do botão Clear Logs. Assim como na geração do arquivo de log, é possível informar um período específico para limpeza. Rerum Engenharia de Sistemas Ltda Página 11 de 16

12 5.2. Importação Para que sejam importados os logs de auditoria o usuário deve, na janela Audit Settings, clicar no botão Load Logs. Clicando no botão, será aberta a janela para localização do arquivo XML, que será importado para o repositório do usuário. A partir deste momento, as entradas de log constantes no arquivo estarão disponíveis também no repositório (seja arquivo EAP ou banco de dados). Observamos neste ponto que, quando o gestor do projeto está importando os logs de auditoria de todos os analistas envolvidos, todas as entradas de auditoria de todos os analistas estarão disponíveis no repositório do gestor, para que seja capaz de filtrar as entradas por usuário-analista que efetuou a alteração. 6. Rastreabilidade de Componentes de Arquitetura Visando dar à equipe responsável pela arquitetura informações acerca da utilização de componentes pelos projetos, recomendamos que seja disponibilizada uma base de dados destinada a conter todos os projetos modelados no Enterprise Architect. A base em questão será acessada apenas pela área de Arquitetura, permitindo que seus profissionais tenham uma visão integrada dos projetos e possam acessar funcionalidades de rastreabilidade de componentes. Esta base terá pouca (ou nenhuma) concorrência, por ser exclusiva da equipe de arquitetura. Além disso, recomendamos que a partir deste repositório, armazenado em banco de dados, sejam criados os componentes reutilizáveis que serão incluídos no RAS Conteúdo da Base A equipe de Arquitetura deve ter à disposição uma base de dados nova, vazia. O primeiro passo é executar o procedimento descrito no documento Procedimento Para Criação de Ambiente Externo referente à configuração da conexão com o TFS para cada projeto existente e obtenção dos modelos de cada projeto, através das opções GetPackage e GetAllLatest novamente, é necessário obter os pacotes de cada projeto. Para cada projeto obtido, recomendamos que seja criado um novo nó raiz. Assim, ao final do processo teremos um conjunto de nós representando os diversos projetos modelados, como vemos na imagem a seguir: Figura 10: base de Arquitetura, contendo todos os projetos rastreáveis Rerum Engenharia de Sistemas Ltda Página 12 de 16

13 Com isto, temos um repositório unificado, que servirá apenas para leitura de dados a equipe de arquitetura não deve realizar check-out/check-in em nenhum destes projetos, a menos que seja imprescindível, e por ciência e autorização do responsável pelo projeto. Por outro lado, exatamente por ter um repositório contendo a informação de todos os projetos, será possível extrair dados de rastreabilidade do modelo. Para que seja possível rastrear os componentes dos diversos modelos, algumas práticas devem ser frequentes: Os artefatos incluídos no RAS devem ser criados em um (ou mais) nó raiz separado, de arquitetura, dentro do mesmo repositório. Este modelo, de arquitetura, deve ser versionado seguindo os mesmos padrões e diretrizes dos demais projetos; Os analistas, ao modelarem seus projetos, devem fazer uso dos componentes disponíveis no RAS, sempre que necessário; Qualquer necessidade de inclusão de componentes no RAS deve ser comunicada à área de Arquitetura, para que esta proceda uma avaliação do caso e sua inclusão no servidor do RAS. Assim, uma vez que o EA guarda uma referência global para cada objeto criado em seu modelo, ao relacionar um objeto dentro de um projeto ao componente proveniente do RAS, o analista estará criando uma referência que existirá também no repositório da equipe de arquitetura, quando da atualização do projeto em seu ambiente. Isto permitirá que o usuário do repositório de arquitetura tenha uma visão completa dos projetos modelados, e possibilitará ao mesmo rastrear objetos dentro dos diversos modelos Rastreando Objetos Tendo seguido as práticas apontadas, rastrear a utilização de um componente torna-se uma tarefa bastante simples. Inicialmente, deve-se abrir a janela de rastreabilidade, através do menu View Traceability. Figura 11: Rastreando objetos de Arquitetura Será aberta uma nova janela, intitulada Traceability, onde serão exibidos os dados de rastreabilidade. Para obter os dados de um componente, basta selecioná-lo na janela Project Browser, e então todas as suas conexões serão exibidas na supracitada janela. Rerum Engenharia de Sistemas Ltda Página 13 de 16

14 Figura 12: Dados de rastreabilidade É importante notar que, ao realizar as conexões entre componentes reutilizáveis e componentes de projeto, o analista respeite o sentido do conector, impedindo a criação de ligações onde o componente reutilizável depende de um dado projeto. Este é um equívoco de modelagem bastante observado, e que deve ser evitado a todo custo, pois causa incoerência do modelo e problemas na rastreabilidade de componentes, gerando informações errôneas. Um exemplo de tipo de incorreção pode ser verificado a seguir: Figura 13: Exemplo de modelagem incorreta Rerum Engenharia de Sistemas Ltda Página 14 de 16

15 Percebemos na imagem que o componente Database Services tem uma série de ligações que informam quais projetos necessitam dele. Entretanto, algumas outras ligações informam que o componente depende de instâncias criadas em projetos, o que está equivocado. O componente reutilizável não pode depender de um projeto específico. A solução neste caso é entrar em contato com o(s) responsável(is) pelo(s) projeto(s) com problemas nas ligações, e solicitar que refaçam a conexão entre seus objetos e os componentes reutilizáveis. O processo segue o fluxo normal: o analista do projeto realiza o check-out, a alteração, e por fim o check-in; a seguir a equipe de arquitetura realiza o getalllatest, e verifica a alteração na janela de rastreabilidade. Objeto A Depende de Objeto B Exemplo: Figura 14: Exemplo de modelagem correta 7. Conclusão Como pudemos observar, os dados estatísticos do projeto têm caráter meramente informativo, não permitindo qualquer ação sobre eles. Além disto, é necessário habilitar a auditoria no repositório (arquivo EAP ou banco de dados) para que as alterações no modelo sejam auditadas, o que torna o processo dependente da ação do usuário. É importante frisar também que habilitar a auditoria pode causar perda significativa de performance e aumento considerável do espaço necessário para armazenamento do repositório. Portanto, a funcionalidade de auditoria deve ser utilizada com parcimônia, de modo a evitar problemas no ambiente do usuário. A respeito da rastreabilidade de componentes, ela mostra-se muito útil à equipe de Arquitetura, no sentido de obter informações sobre a utilização de componentes, frameworks e recursos tecnológicos, que porventura possam ser atualizados ou descontinuados em algum momento. A disponibilização desta informação é de grande valia, para que as equipes sejam comunicadas caso tais mudanças arquiteturais venham a ocorrer. Rerum Engenharia de Sistemas Ltda Página 15 de 16

16 8. Glossário AD Active Directory. ALM Application Lifecycle Management. DBMS Database Management Systems. O mesmo que SGBD. EAP Enterprise Architect Project, formato de arquivo utilizado pelo software Enterprise Architect. EA Sparx Systems Enterprise Architect.Software de modelagem de projetos. FTP File Transfer Protocol. GIT Gerência de Informática e Telecomunicações. Área pertencente à estrutura do ONS. HTTP Hypertext Transfer Protocol. MDG Model Driver Generation. OLAP Online Analytical Processing. ONS Operador Nacional do Sistema Elétrico. PDF Portable Document Format. RAS Reusable Asset Service. Serviço utilizado para compartilhamento de componentes reutilizáveis. SCC Source Code Control. Padrão de protocolo para controle de versão. SGBD Sistema de Gerenciamento de Banco de Dados. TFS Microsoft Team Foundation Server. Sistema da Microsoft utilizado para o controle do ciclo de vida de um projeto, incluindo o controle de versão. UML Unified Modeling Language. URL Uniform Resource Locator. VPN Virtual Private Network. XMI XML Metadata Interchange. XML extensible Markup Language. Rerum Engenharia de Sistemas Ltda Página 16 de 16

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