DIRECÇÃO GERAL DE ENERGIA E GEOLOGIA PROJECTO INTEGRADO DO NÚCLEO DE PEDREIRAS DA MATA DE SESIMBRA: A VISÃO DO PROMOTOR, PROJECTISTA E PROPRIETÁRIO.

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1 PROJECTO INTEGRADO DO NÚCLEO DE PEDREIRAS DA MATA DE SESIMBRA:

2 A VISÃO DO PROMOTOR

3 ENQUADRAMENTO Todas as pedreiras se encontravam licenciadas antes da publicação do PDM de Sesimbra (ratificado em 1998 pela Resolução do Conselho de Ministros n.º 15/98, de 2 de Fevereiro) O regulamento do PDM de Sesimbra não contemplava a compatibilidade com a actividade extractiva nos espaços onde se inserem as pedreiras A necessidade de continuar a actividade industrial levou a que fossem excedidas as áreas licenciadas Foram excedidos os limites na maior parte das pedreiras (principalmente areias) A VISÃO DO PROMOTOR

4 PLANO DE PORMENOR Em 1999 foram iniciados pela Visa Consultores os estudos conducentes à elaboração de um Plano de Pormenor que envolvia: Projecto Integrado de Exploração e Recuperação Paisagística Estudo de Impacte Ambiental Plano de Pormenor para alteração do regulamento do PDM de Sesimbra O Plano de Pormenor não foi acolhido pela Câmara Municipal de Sesimbra Contudo, os trabalhos desenvolvidos foram incluídos no Plano de Pormenor da Zona Sul da Mata de Sesimbra, promovido pela Câmara Municipal de Sesimbra, publicado em Diário da República pela Deliberação n.º 1012/2008, de 7 de Abril Este Plano de Pormenor contempla espaços para actividade extractiva (areias e argilas) A VISÃO DO PROMOTOR

5 PLANTA DE RECURSOS MINERAIS A VISÃO DO PROMOTOR

6 Foram criadas as condições para o licenciamento da ampliação das pedreiras A VISÃO DO PROMOTOR

7 SOLUÇÃO A alteração introduzida pelo Decreto-Lei n.º 340/2007, de 12 de Outubro, ao Decreto-Lei n.º270/2001, de 6 de Outubro veio criar a figura de Projecto Integrado: Projecto que contempla uma solução integrada de exploração e recuperação paisagística, que compreende duas ou mais pedreiras, confinantes ou vizinhas; Pode ser promovido pela entidade licenciadora (no caso a DRE-LVT) ou a DGEG. As pedreiras instaladas na Mata de Sesimbra são confinantes ou vizinhas A VISÃO DO PROMOTOR

8 O PROMOTOR A DGEG assumiu a responsabilidade de promover o Projecto Integrado; Assumiu a qualidade de promotor em nome das empresas exploradoras; O Projecto Integrado já foi aprovado pelas entidades oficiais; As empresas já instruíram os processos de ampliação das pedreiras. A VISÃO DO PROMOTOR

9 A VISÃO DO PROJECTISTA

10 CARACTERÍSTICAS GERAIS DO PROJECTO INTEGRADO Promotor: Direcção-Geral de Energia e Geologia; Área: 170 ha; Pedreiras: 3 de argila e 4 de areia; Empresas: 2 da indústria cerâmica e 3 da produção de agregados arenosos; Proprietários: Casa da Mesquita e Casa do Calhariz; Entidades directamente envolvidas: DGEG, DRE-LVT, CCDR-LVT, CMS, APA. A VISÃO DO PROJECTISTA

11 LOCALIZAÇÃO A VISÃO DO PROJECTISTA

12 LOCALIZAÇÃO Herdade da Mesquita Mesquita n.º 2 Mesquita n.º 6 Da Ribeira Herdade da Mesquita Mesquita n.º 7 Mesquita Pateira Herdade do Calhariz A VISÃO DO PROJECTISTA

13 LOCALIZAÇÃO Núcleo Norte Núcleo Este Núcleo Sul A VISÃO DO PROJECTISTA

14 DECRETO-LEI N.º 340/2007, DE 12 DE OUTUBRO A alteração introduzida pelo Decreto-Lei n.º 340/2007, de 12 de Outubro, ao Decreto-Lei n.º270/2001, de 6 de Outubro veio criar a figura de Projecto Integrado (artigo 35.º): Projecto que contempla uma solução integrada de exploração e recuperação paisagística, que compreende duas ou mais pedreiras, confinantes ou vizinhas; Deve ser elaborado quando se mostre de interesse para o racional aproveitamento de massas minerais em exploração ou para a boa recuperação das áreas exploradas; Pode ser promovido pela entidade licenciadora (no caso a DRE-LVT) ou a DGEG; Deve ser realizado com acordo entre as partes (entidades oficiais e empresas exploradoras); Depois de elaborado deve ser subscrito pelas entidades públicas e por pelo menos 50 % das entidades exploradoras; Depois de aprovado o Projecto Integrado, as empresas devem apresentar na entidade licenciadora os respectivos Planos de Pedreira para instrução dos processos de licenciamento. A VISÃO DO PROJECTISTA

15 As pedreiras instaladas na Mata de Sesimbra reúnem estas condições A VISÃO DO PROJECTISTA

16 DECRETO-LEI N.º 69/2000, DE 3 DE MAIO Estão sujeitos ao regime de Avaliação de Impacte Ambiental os projectos públicos ou privados susceptíveis de produzirem efeitos significativos no ambiente; No caso concreto da actividade extractiva, estão sujeitos a AIA os projectos de pedreiras onde: A área seja superior a 5 ha; A produção seja superior a t/ano. O Projecto Integrado foi sujeito ao regime de AIA A VISÃO DO PROJECTISTA

17 ZONAMENTO DA ÁREA Núcleo Norte Zonas a explorar Zonas recuperadas Núcleo Este Zonas em recuperação Zonas a preservar Núcleo Sul A VISÃO DO PROJECTISTA

18 ZONAMENTO DA ÁREA A VISÃO DO PROJECTISTA

19 PRESSUPOSTOS DA LAVRA Recursos minerais: areias e argilas; Maciços de fraca coesão (DL 162/90, de 22 de Maio); Núcleos Norte e Este: bancadas com 5 metros de altura, ângulo de 60 e patamares com 5 metros de largura (ângulo geral de talude inferior a 45 ); Núcleo Sul: bancada com altura variável em função da topografia (máximo de 20 metros), ângulo de 45 (com modelação posterior) e de 15 (final); Exploração abaixo do nível freático nas areias; Bancada variável em função do nível de argila subjacente às areias (máximo de 12 metros) um ângulo de 20. A VISÃO DO PROJECTISTA

20 CONFIGURAÇÃO DA ESCAVAÇÃO: NÚCLEO NORTE A VISÃO DO PROJECTISTA

21 CONFIGURAÇÃO DA ESCAVAÇÃO: NÚCLEO NORTE Exploração acima do nível freático Exploração abaixo do nível freático A VISÃO DO PROJECTISTA

22 CONFIGURAÇÃO DA ESCAVAÇÃO: NÚCLEO ESTE A VISÃO DO PROJECTISTA

23 CONFIGURAÇÃO DA ESCAVAÇÃO: NÚCLEO ESTE Exploração acima do nível freático A VISÃO DO PROJECTISTA

24 CONFIGURAÇÃO DA ESCAVAÇÃO: NÚCLEO SUL A VISÃO DO PROJECTISTA

25 CONFIGURAÇÃO DA ESCAVAÇÃO: NÚCLEO SUL Exploração acima do nível freático Exploração abaixo do nível freático A VISÃO DO PROJECTISTA

26 PRESSUPOSTOS DA MODELAÇÃO Enquadramento morfológico com a envolvente; Modelação dos taludes de escavação; Manutenção da configuração da primeira bancada de exploração nos núcleos Norte e Este; Criação de ilhas nos lagos resultantes da exploração abaixo do nível freático; Criação de muretes para individualização de lagos; Criação de acessos alternativos aos apoios das linhas eléctricas; A VISÃO DO PROJECTISTA

27 PRESSUPOSTOS DA MODELAÇÃO Reposição do escoamento superficial para a Ribeira da Pateira; Manutenção de bacias de decantação; Os lagos terão uma dimensão inferior a 15 ha; Utilização de estéreis e materiais exógenos. A VISÃO DO PROJECTISTA

28 CONFIGURAÇÃO DA MODELAÇÃO: NÚCLEO NORTE A VISÃO DO PROJECTISTA

29 CONFIGURAÇÃO DA MODELAÇÃO: NÚCLEO NORTE A VISÃO DO PROJECTISTA

30 CONFIGURAÇÃO DA MODELAÇÃO: NÚCLEO ESTE A VISÃO DO PROJECTISTA

31 CONFIGURAÇÃO DA MODELAÇÃO: NÚCLEO SUL A VISÃO DO PROJECTISTA

32 CONFIGURAÇÃO DA MODELAÇÃO: NÚCLEO SUL A VISÃO DO PROJECTISTA

33 PRESSUPOSTOS DA RECUPERAÇÃO PAISAGÍSTICA A VISÃO DO PROJECTISTA

34 PRESSUPOSTOS DA RECUPERAÇÃO PAISAGÍSTICA Recuperação paisagística mantendo o uso agro-florestal; Criação de espaços de recreio e lazer; Compatível com a criação de um Campo de Golfe (extremo Sul); Zonamento: Zona de encosta corresponde a taludes de escavação, adequados ao desenvolvimento de espécies características de Carvalhal de Zona Húmida Quente; Zonas periféricas dos planos de água - corresponde às áreas marginais dos lagos; Zonas inundadas -corresponde a áreas alagadas durante grande parte do ano (margens interiores dos lagos e ilhas). A VISÃO DO PROJECTISTA

35 ELENCO DE ESPÉCIES VEGETAIS As espécies foram seleccionadas consoante o zonamento, sendo agrupadas em: Cercal-Sobreiral; Piorral-Carrascal; Galerias com Salgueiral; Caniçais; Prado de Gramíneas. A VISÃO DO PROJECTISTA

36 SEMENTEIRAS Cercal-Sobreiral Piorral-Carrascal ESPÉCIE % Arbutus unedo 2 Armeria rouyana 15 Crataegus monogyna 8 Erica scoparia (Erica arborea) 20 Juniperus turbinata 6 Laurus nobilis 4 Phillyrea latifolia (Phillyrea angustifolia) 2 Pistacia lentiscus 3 Pyrus bourgeana 10 Quercus coccifera 5 Quercus lusitanica 15 Sorbus domesticus 10 ESPÉCIE % Cytisus grandiflorum 15 Erica australis (Erica arborea) 20 Juniperus navicularis (Juniperus turbinata) 25 Phillyrea latifolia (Phillyrea angustifolia) 5 Pistacia lentiscus 5 Quercus coccifera 10 Rhamnus alaternus 10 Rhamnus lycioides (Rhamnus alaternus) 10 A VISÃO DO PROJECTISTA

37 SEMENTEIRAS Galerias com Salgueiral Prado de Gramíneas ESPÉCIE % Erica ciliaris 3 Erica erigena 3 Erica lusitanica 3 Frangula alnus 6 Laurus nobilis 5 Myrica gale 10 Myrthus communis 5 Rosa canina 2 Rubus ulmifolius 8 Salix alba 15 Salix arenaria 10 Salix atrocinerea 15 Sambucus nigra 10 Tamarix africana 5 ESPÉCIE % Agrostis castellana 10 Agrostis stolonifera 10 Armeria rouyana 5 Dactilys glomerata 5 Dactilys hispânica 5 Festuca elegans 25 Poa bolbosa 3 Poa pratensis 2 Stipa gigantea 5 Trifolium glomeratum 8 Trifolium repens 7 Trifolium subterraneum 15 A VISÃO DO PROJECTISTA

38 SEMENTEIRAS Caniçais ESPÉCIE % Erica ciliaris 12 Erica erigena 12 Erica lusitanica 6 Myrica gale 10 Myrtus communis 5 Phragmites australis 45 Salix atrocinerea 10 A VISÃO DO PROJECTISTA

39 PLANTAÇÕES Cercal-Sobreiral Piorral-Carrascal TIPO ESPÉCIE UNIDADE TIPO ESPÉCIE UNIDADE Árvores Pinus pinea (pinheiro manso) 558 Quercus faginea (carvalho cerquinho) 287 Quercus ilex (azinheira) 244 Árvores Pinus pinea (pinheiro manso) Quercus faginea (carvalho cerquinho) Arbustos Quercus suber (sobreiro) 265 Arbutus unedo (medronheiro) 492 Laurus nobilis (loureiro) 492 Myrtus communis (murta) 1230 Philyera angustifolia (lentisco bastardo) Rhamnus alaternus (sanguinho das sebes) Viburnum tinus (folhado) 492 Arbustos A VISÃO DO PROJECTISTA Quercus suber (sobreiro) 371 Juniperus navicularis/juniperus turbinata (piôrro) Crataegus monogyna (pilriteiro) Philyera angustifolia (lentisco bastardo) Pistacia lentiscus (aroeira) 436 Quercus coccifera (carrasco) 654

40 PLANTAÇÕES Galerias com Salgueiral ESPÉCIE UNID. Alnus glutinosa (amieiro) 133 Fraxinus angustifolia (freixo) 229 Populus alba (choupo branco) 150 Populus nigra (choupo negro) 150 Salix atrocinerea (salgueiro branco) 178 Salix salvifolia (borrazeira) 207 A VISÃO DO PROJECTISTA

41 RECUPERAÇÃO PAISAGÍSTICA: NÚCLEO NORTE A VISÃO DO PROJECTISTA

42 RECUPERAÇÃO PAISAGÍSTICA: NÚCLEO ESTE A VISÃO DO PROJECTISTA

43 RECUPERAÇÃO PAISAGÍSTICA: NÚCLEO SUL A VISÃO DO PROJECTISTA

44 FORMAS DA RECUPERAÇÃO PAISAGÍSTICA Zonas de recreio e laser Zonas de conservação da natureza Zonas para desportos náuticos A VISÃO DO PROJECTISTA

45 ACOMPANHAMENTO TÉCNICO A Visa Consultores e a Casa da Mesquita desenvolvem acompanhamento técnico regular nas pedreiras; São cumpridas as normas técnicas de exploração de massas minerais; Semestralmente são realizadas análises químicas às águas; Semestralmente é realizado um planeamento de exploração e recuperação paisagística e verificado no terreno pela Câmara Municipal de Sesimbra A VISÃO DO PROJECTISTA PARÂMETROS ph (Escala Sorensen) Cor (mg/l-esc. Pt-Co) Cheiro (Taxa de diluição) Condutividade ( S/cm) CBO5 (mg/l) CQO (mg/l) SST (mg/l) Cloretos (mg/l Cl) Nitratos (mg/l NO3) Nitritos (mg/l NO2) Sulfatos (mg/l SO4) Fosfatos (mg/l P2O5) Azoto amoniacal (mg/l NH4) Zinco (mg/l Zn) Chumbo (mg/l Pb) Crómio (mg/l Cr) Cobre (mg/l Cu) Níquel (mg/l Ni) Alumínio (mg/l Al) Ferro dissolvido (mg/l Fe) Fenóis (mg/l C6H5OH) Hidrocarbonetos totais (mg/l) Óleos e gorduras (mg/l) Microrganismos viáveis a 37ºC (Col./ml) Coliformes totais (Col./100 ml) Coliformes fecais (Col./100 ml) Estreptococos fecais (Col./100ml) Salmonela

46 CONCLUSÕES GERAIS DO PROJECTO Compatibilidade com os instrumentos de gestão do território em vigor; 1.º Projecto Integrado ao abrigo do DL 340/2007; Viabilização da continuidade da actividade extractiva na Mata de Sesimbra; Criação de espaços de recreio e lazer para apoio ao empreendimento turístico; Compatibilidade com os usos futuros previstos no PPZSMS. A VISÃO DO PROJECTISTA

47 A VISÃO DO PROJECTISTA

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49 ÁREAS URBANAS ÁREAS NATURAIS LINHAS DE ÁGUA MATA DE SESIMBRA

50 MATA ORIGINAL CARVALHAL DA ZONA HÚMIDA QUENTE SOBREIRO, CARV. CERQUINHO PINHEIRO MANSO NEOLÍTICO INÍCIO DA DESARBORIZAÇÃO EVOLUÇÃO HISTÓRICA ROMANOS PRIMEIRA GRANDE DESARBORIZAÇÃO DO COBERTO FLORESTAL DA MATA DE SESIMBRA CONSTRUÇÃO NAVAL E CARVÃO MATA DE SESIMBRA ANOS 20/30 SEGUNDA GRANDE DESARBORIZAÇÃO REGISTO FOTOGRÁFICO

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52 SERRA DA ARRÁBIDA SERRA DO RISCO

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54 20/30 anos 10 anos 45 anos 20/30 anos A ACTUAL RECEITA DA FLORESTA NÃO PERMITE O EQUILÍBRIO ECONÓMICO DA PROPRIEDADE

55 PROJECTO INTEGRADO DO NÚCLEO DE PEDREIRAS DA MATA DE SESIMBRA: COMO MANTER UMA ZONA FLORESTAL NÃO RENTÁVEL? RECORRER À EXPLORAÇÃO DE OUTROS RECURSOS NATURAIS AREIA E ARGILA PARA SUBSIDIAR O AGRO-FLORESTAL DADAS AS CARACTERÍSTICAS FINITAS DO RECURSO O MODELO NÃO É SUSTENTÁVEL A LONGO PRAZO É NECESSÁRIO ENCONTRAR UMA SOLUÇÃO SUSTENTÁVEL PARA O FUTURO

56 PEDREIRAS DE AREIA E DE ARGILA DA HERDADE DA MESQUITA HISTÓRICO

57 PROJECTO INTEGRADO DO NÚCLEO DE PEDREIRAS DA MATA DE SESIMBRA: PRODUÇÃO DE ARGILA TEVE INÍCIO NOS ANOS 60 PRODUÇÃO DE AREIA TEVE INÍCIO EM MEADOS DOS ANOS 70 PEDREIRAS DE AREIA DA MATA DE SESIMBRA REPRESENTAM 40% DO ABASTECIMENTO DA AML A MESQUITA REPRESENTA CERCA DE 20 A 25% DA PRODUÇÃO DA AML A MESQUITA REPRESENTA 100% DO ABASTECIMENTO DE ARGILA DA PENÍNSULA DE SETÚBAL

58 CARACTERÍSTICAS GEOLÓGICAS DA ÁREA CHUVA 3 A 20 m AREIA PERMEÁVEL 3 A 12 m AQUÍFERO SUPERFICIAL DE AREIA SATURADA DE ÁGUA RECARGA DIRECTA ARGILA SONDAGEM S7 MESQUITA POENTE ARGILA IMPERMEÁVEL

59 METODOLOGIA DE EXPLORAÇÃO HISTÓRICA A SOLO REMOVIDO / AREIA DE 2ª; B AREIA DE 1ª; E ZONA DE AREIA SATURADA COM ÁGUA DEVIDO À ARGILA INFERIOR (D); C ENCHIMENTO COM SOLO LOCAL + IMPORTADO E PLANTAÇÃO DE PINHEIRO BRAVO E EUCALIPTO;

60 Cerâmicado Sul Anossetenta

61 Zona da fotografia anterior

62 PEDREIRAS DE AREIA E DE ARGILA DA HERDADE DA MESQUITA POSTERIOR A 2004

63 PLANO DE PORMENOR DA ZONA SUL DA MATA DE SESIMBRA COMEÇA A SER REALIZADO EM 2003 PLANO DE PORMENOR REALIZA O ORDENAMENTO DE HECTARES E INCLUI: 7 a 8 A N O S PLANO DE GESTÃO AMBIENTAL QUE AVALIA OS PROBLEMAS E AS VALIAS DA MATA DE SESIMBRA (NORMAS TÉCNICAS DE EXPLORAÇÃO E RECUPERAÇÃO DAS EXPLORAÇÕES DE AREIA E DE ARGILA) PLANO DE ACESSIBILIDADES A SESIMBRA DEFINE AS ZONAS DE IMPLANTAÇÃO DE UM EMPREENDIMENTO TURÍSTICO Direitos de Construção - Estabelecimento de uma perequação pública DEFINE AS ZONAS AGRO-FLORESTAIS E OBRIGA A UMA RECONVERSÃO FLORESTAL POSSIBILIDADE DE USO DOS TERRENOS -RECREIO E LAZER E TURISMO DE NATUREZA DEFINE OS LIMITES ESPACIAIS E TEMPORAIS DAS EXPLORAÇÕES DE AREIA E ARGILA PLANO DE PORMENOR APROVADO EM 7 DE ABRIL DE 2008 DIA FAVORÁVEL CONDICIONADA DO PROJECTO INTEGRADO AGOSTO 2010

64 O PLANO DE PORMENOR VEM ABRIR ASSIM PERSPECTIVAS PARA AS ÁREAS AGRO-FLORESTAIS: ORDENAMENTO E LICENCIAMENTO DAS EXPLORAÇÕES RECONVERSÃO FLORESTAL DA MATA DE SESIMBRA PARA ESPÉCIES AUTÓCTONES COM MENOR PERIGOSIDADE A NÍVEL DE INCÊNDIOS POSSIBILIDADE DE USO DAS ZONAS AGRO-FLORESTAIS NO ÂMBITO DO RECREIO E LAZER OPORTUNIDADE PARA CONSEGUIR EQUILIBRAR ECONÓMICAMENTE A PROPRIEDADE APÓS O ENCERRAMENTO DAS EXPLORAÇÕES

65 APÓS A APROVAÇÃO DO PGA PELA CMS, EM 2004 REALIZA-SE UM PROTOCOLO COM A CÂMARA NO SENTIDO DE DAR INÍCIO À APLICAÇÃO DAS NORMAS TÉCNICAS DEFINIDAS NO PGA, LIMITES DE EXPLORAÇÃO E CRIAÇÃO DE UMA COMISSÃO DE ACOMPANHAMENTO; CASA DA MESQUITA COMO PROPRIETÁRIA DA HERDADE DA MESQUITA PROPÔS ÁS EMPRESAS IMPLEMENTAR EM 2004 O DEFINIDO NO PLANO DE PORMENOR / PGA ATRAVÉS DE UMA PARTILHA DE RESPONSABILIDADES: 1 CASA DA MESQUITA REALIZOU INTERNAMENTE UM PLANO DE LAVRA, DE MODELAÇÃO E DE RECUPERAÇÃOTENDO EM CONTA O FUTURO USO DO TERRENO E AS NORMAS TECNOLÓGICAS DEFINIDAS PELO PGA; 2 OS NOVOS LIMITES DE EXPLORAÇÃO FORAM MARCADOS COM GPS DE ALTA PRECISÃO (1 METRO DE ERRO) ADQUIRIDO PELA CASA DA MESQUITA ASSIM COMO O PROJECTO REALIZADO; 3- AS EMPRESAS DETENTORAS DAS LICENÇAS EXPLORAM E MODELAM O TERRENO DE ACORDO COM PROJECTO REALIZADO E DE ACORDO COM AS NORMAS TÉCNICAS DO PGA CRIAÇÃO DE PLANOS DE ÁGUA, EXPLORAÇÃO POR TALHÕES PREPARAÇÃO / EXPLORAÇÃO / MODELAÇÃO / RECUPERAÇÃO;

66 4 A CASA DA MESQUITA E A VISA APOIAM TÉCNICAMENTE AS DIVERSAS EXPLORAÇÕES RELATIVAMENTE À EXPLORAÇÃO/RECUPERAÇÃO DOS TERRENOS; 5-EMPRESAS ABREM AS COVASPARA A PLANTAÇÃO DAS ÁRVORES E ARBUSTOS; 6-CASA DA MESQUITA ADQUIRE AS ÁRVORES/ARBUSTOS, REALIZA A PLANTAÇÃOE FAZ A MANUTENÇÃODESTAS nas zonas mais importantes plantação de árvores de maior porte permitindo um ganho temporal na recuperação do terreno; 7 REALIZAÇÃO DE ANÁLISES SEMESTRAIS DA QUALIDADE DA ÁGUADA RIBEIRA (MONTANTE E JUSANTE) ASSIM COMO DA ÁGUA DOS PLANOS DE ÁGUA; 8 RELATÓRIOS SEMESTRAISDE EXPLORAÇÃO E RECUPERAÇÃO E VISITAS SEMESTRAIS DA CMS ÀS EXPLORAÇÕES DE FORMA A ACOMPANHAR OS TRABALHOS; 9-VEDAÇÃODE PARTE DA HERDADE (EXPLORAÇÃO INCLUÍDAS). REGACAMINHOS, RECOLHA E MUDANÇA DE ÓLEOS, MELHORIA INSTALAÇÕES DE MANUTENÇÃO E ANEXOS, ETC;

67 LIMITE EXPLORAÇÃO SOLO EXPLORAÇÃO ACIMA NÍVEL FREÁTICO SUPERFICIAL DRAGA EXPLORAÇÃO ABAIXO NÍVEL FREÁTICO SUPERFICIAL FASE1 DESMONTE LAGO ARGILA IMPERMEÁVEL CORRECÇÃO DO TALUDE COM INCLINAÇÃO SUAVE E COBERTURA DA AREIA COM O SOLO ARMAZENADO FASE2 MODELAÇÃO FINAL ARGILA IMPERMEÁVEL LAGO FASE 3 RECUPERAÇÃO ARGILA IMPERMEÁVEL LAGO

68 LIMITE EXPLORAÇÃO SOLO EXPLORAÇÃO ACIMA NÍVEL FREÁTICO SUPERFICIAL COM CRIAÇÃO DE DEGRAUS DRAGA EXPLORAÇÃO ABAIXO NÍVEL FREÁTICO SUPERFICIAL FASE 1 PREPARAÇÃO E DESMONTE ARGILA IMPERMEÁVEL LAGO CORRECÇÃO DO TALUDE COM INCLINAÇÃO SUAVE E COBERTURA DA AREIA COM O SOLO ARMAZENADO FASE 2 MODELAÇÃO FINAL LAGO ARGILA IMPERMEÁVEL DEGRAUS CRIANDO CONDIÇÕES DE NIDIFICAÇÃO PARA A ANDORINHA DAS BARREIRAS E ABELHARUCO FASE 3 PLANTAÇÃO LAGO ARGILA IMPERMEÁVEL

69 ESPÉCIES A UTILIZAR : Zonas de Encosta: Pinheiro Manso Sobreiro Carv. Cerquinho Azinheira Medronheiro Carrasco Carvalhiça Lentisco Aroeira Folhado Murta Loureiro Sanguinho das sebes Sempre noiva Pascoinha Giesta Urze Armeria rouyana Piôrro Zimbro Etc. Zona Ribeirinha: Choupo negro Choupo branco Choupo hibrido Salgueiro Borrazeira negra Amieiro Freixo Loendro Caniço Junco Tyfa Etc OUTROS PONTOS IMPORTANTES: PLANOS ÁGUA RECREIO E LAZER / DIVERSIF. FLORA E FAUNA MAXIM. A RECUPERAÇÃO DO RECURSO NATURAL MAXIMIZAÇÃO DO COMPRIMENTO DA MARGEM; CRIAÇÃO DE ILHAS NIDIFICAÇÃO ; CRIAÇÃO DE ZONAS DE BAIXA PROFUNDIDADE PROPÍCIAS AO DESENVOLVIMENTO DE CANIÇAL; CRIAÇÃO DE UMA CADEIA TRÓFICA; PONTOS DE VISTA; LAGOA DE SEDIMENTAÇÃO N VALA DESCARGA POENTE LAGOA DESCARGA POENTE Observação de avi-fauna Desportos náuticos não poluentes VALA DESCARGA NASCENTE NORTE 1 Tapada/Coutada

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74 Lago a realizar Lago realizado (Fev2011) ÁRVORES E ARBUSTOS PLANTADOS DESDE 2004

75 HERDADE DA MESQUITA EVOLUÇÃO DAS ZONAS DE EXPLORAÇÃO E RECUPERAÇÃO (POSTERIOR A 2004)

76 SARMINAS (SUL) -PONTO 1 -JANEIRO DE 2003

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78 SARMINAS POENTE PONTO 2 -ABRIL DE 2003

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80 Pinheiro SARMINAS (SUL) PONTO 3 MARÇO DE 2003

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82 SARMINAS (SUL) PONTO 5 -JANEIRO DE 2004

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84 NETO MARQUES&MARQUES / SARMINAS (SUL)-PONTO 13 DEZEMBRO DE 2005 Ilha Ilha Ilha NETO MARQUES&MARQUES / SARMINAS (SUL) PONTO 13 AGOSTO 2010

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87 NETO MARQUES&MARQUES/SARMINAS (SUL) PONTO 18 -DEZEMBRO DE 2007 NETO MARQUES&MARQUES/SARMINAS (SUL) PONTO 18 MARÇO 2011

88 SARMINAS (SUL) PONTO 19 (NOVEMBRO 2007) SARMINAS (SUL) PONTO 19 (MARÇO 2011)

89 SARMINAS (SUL) PONTO 20 (OUTOBRO 2006) SARMINAS (SUL) PONTO 20 (MARÇO 2011)

90 NETO MARQUES&MARQUES -PONTO 21 MARÇO 2009 NETO MARQUES&MARQUES (SUL) - PONTO 21 MARÇO 2011

91 CerâmicaVicente & FilhosLda(Este) Ponto 24 Março2003

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95 HERDADE DA MESQUITA EXEMPLOS DA FAUNA EXISTENTE NAS PEDREIRAS DE AREIA E DE ARGILA TODAS AS FOTOGRAFIAS QUE SE SEGUEM FORAM RETIRADAS DAS ZONAS RECUPERADAS OU EM EXPLORAÇÃO DAS PEDREIRAS EM ACTIVIDADE NA HERDADE DA MESQUITA (ANOS DE 2006 A 2011)

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106 OBRIGADO DGEG: Eng.º Luís Morais Visa Consultores: Dr. João Meira Casa da Mesquita: Eng.º Diogo

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