RELATÓRIO DE ATIVIDADES E CONTAS 2012 FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE ATLETISMO

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1 FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE ATLETISMO F P A Largo da Lagoa 15 B, Linda- a- Velha PORTUGAL Telefone: Fax: RELATÓRIO DE ATIVIDADES E CONTAS 2012

2 2012 relatório de atividades e contas federação portuguesa de atletismo fpa

3 Índice Introdução 4 Demonstrações Financeiras 11 Direção Técnica Nacional (DTN) 33 Jogos Olímpicos Londres 2012 (Relatório do Chefe de Equipa) 55 Desenvolvimento e Juvenil 69 Programa Nacional de Marcha e Corrida (PNMC) 88 Apoio Médico e Antidoping 96 Formação 104 Organização de Competições 107 Conselho de Arbitragem 116 Comissão Nacional de Estrada e Corta Mato (CNEC) 120 Comunicação e Marketing 126 Anexos Órgãos Sociais da FPA 131 Associados Efetivos 134 Associados Extraordinários 136 Membros Honorários 138 Membros de Mérito 140 Medalha de Honra 142 Medalha de Mérito 144 Atletas Filiados 146 Quadro Competitivo Nacional e Distrital/Regional 161 Estatuto de Alto Rendimento Atletas e Quadro de Integração 192 Certificação Legal de Contas 196 Relatório de Conclusões e Recomendações de Auditoria 199 Parecer do Conselho Fiscal 206 fpa 2012 relatório de atividades e contas 3

4 Introdução Federação Portuguesa de Atletismo relatório de atividades e contas fpa

5 INTRODUÇÃO No cumprimento das disposições legais e estatutárias relativas à prestação de contas, a direção da Federação Portuguesa de Atletismo vem apresentar à apreciação dos Associados, o Relatório de gestão da FPA do exercício de Pese embora tenha sido da responsabilidade da Direção cessante a gestão dos destinos da Federação na quase totalidade do período referente ao exercício fiscal de 2012, competiu à atual Direção - que apenas tomou posse a 16 de dezembro de 2012 o encargo de preparar e apresentar o relatório e contas de Tal como referido no anexo às demonstrações financeiras, releva-se que a Federação adotou pela primeira vez, relativamente às contas de 2012, os princípios e normas contabilísticas e de relato financeiro definidos para as entidades do setor não lucrativo (NCRF-ESNL). Esta alteração do anterior referencial contabilístico (POCFAC) para este novo normativo aplicou-se por conseguinte a todo o exercício de 2012, não tendo existido qualquer impacto ou sido efetuado qualquer ajustamento de transição. O ano 2012 foi assinalado pelo fim do ciclo quadrienal da XXX Olimpíada que culminou com os Jogos em Londres e o termo do mandato da Direção que desde 1992 vinha a ser presidida pelo Prof. Fernando Mota. Cabe agora à nova Direção eleita entre três listas que se colocaram a sufrágio, Direção esta na qual estão integrados três membros do anterior elenco, liderar os destinos da Federação e do atletismo em Portugal e encontrar os melhores caminhos para o seu desenvolvimento e para que sejam alcançados os sucessos desportivos que todos ambicionamos para os nossos atletas, os quais são a razão primeira da nossa existência como organização. Em termos desportivos, o ano de 2012 é marcado pela participação e por alguns resultados de relevo alcançados pelos atletas portugueses nas várias competições internacionais realizadas, com natural destaque para os Campeonatos da Europa ao Ar Livre em Helsínquia, Finlândia os primeiros em ano de Jogos Olímpicos e obviamente pelos próprios Jogos Olímpicos em Londres, Inglaterra, cuja avaliação é efetuada no capítulo da DTN e no relatório do chefe de equipa dos Jogos Olímpicos Londres Em resumo, em 2012 o atletismo português arrecadou em competições internacionais mais doze (12) medalhas individuais (quatro de ouro, quatro de prata e uma de bronze) e duas medalhas coletivas (prata e bronze). fpa 2012 relatório de atividades e contas 5

6 Em termos da atividade competitiva interna, promovida pela Federação e pelas Associações de Atletismo deverão ser destacados diversos aspetos. No que diz respeito aos Campeonatos Nacionais deixam-se alguns indicadores: Nesta época disputaram-se 31 competições de caráter nacional entre Campeonatos, nas suas diversas fases, Taças e Finais de competições da Campanha Viva o Atletismo. As competições nacionais disputaram-se em 17 localidades distribuídas pela área de 8 Associações, sendo que na de Leiria se disputaram 8, na de Santarém 7 e na de Aveiro 5. Lisboa recebeu 4 das competições nacionais desta época, de entre elas as duas mais importantes do Calendário Nacional de pista ao ar livre. As competições de pista coberta foram repartidas entre as Pistas de Pombal e de Espinho. Nos Campeonatos Nacionais registaram-se participantes (somatório dos intervenientes nas competições disputadas), menos 226 do registado na época anterior, mas ainda assim correspondendo a uma redução média por competição irrelevante. O somatório de clubes participantes nas diversas competições nacionais (888) também foi inferior ao da época anterior (966), o que em termos reais correspondeu a menos 2,5 clubes por competição. No juvenil, destaque para a comemoração dos 30 anos do Olímpico Jovem, a dinâmica e importância da Campanha Viva o Atletismo, a qual integra o Km Jovem, Atleta Completo e Triatlo Técnico, o Campeonato Nacional Juvenil que contou com mais de 500 participantes e os Jogos da CPLP em Mafra, com uma seleção de 12 jovens portugueses. Qualquer plano de intervenção, estratégia e objetivos gerais e específicos são sempre afetados pela redução de verbas, pelo que o Plano de Atividades para 2012 já havia sido delineado tendo por bases estas premissas. No entanto, em ano de Jogos Olímpicos e Campeonato da Europa de Pista o que se desejava era um reforço de verbas e não o contrário. A duríssima realidade económica, financeira e social que se tem abatido sobre o nosso país nos últimos anos e principalmente desde a altura em que passou a estar sob assistência financeira internacional, condicionou e continuará a condicionar nos próximos anos as nossas atividades e a estratégia de desenvolvimento que se pretende implementar para a nossa modalidade nos próximos anos. Devido a essa realidade e decorrente dos compromissos assumidos inscritos no nosso Programa Eleitoral e no Plano de Atividades aprovado para a Direção elegeu o financiamento, a par da gestão eficiente dos gastos, como as prioridades e os grandes desafios do mandato. Mesmo neste contexto, podemos e devemos fazer mais e melhor. A Federação nunca viveu de facilidades no que ao financiamento da administração central do Estado diz respeito. Nunca obtivemos os recursos financeiros e os apoios que a modalidade foi sabendo merecer por respeito da sua implantação e pelos resultados internacionais alcançados. Invariavelmente os apoios concedidos aparecem tarde e só depois de muito esforço, condicionando os resultados pelas incertezas e dificuldades de tesouraria que causam. fpa 2012 relatório de atividades e contas 6

7 Somos a única modalidade desportiva que se pode orgulhar de ter oferecido a Portugal Medalhas de Ouro em Jogos Olímpicos quadro Medalhas, obtidas por Carlos Lopes e Rosa Mota na Maratona, Fernanda Ribeiro nos metros e Nélson Évora no Triplo-Salto num total de dez Medalhas. Todos os portugueses foram contagiados por esta atratividade que tem imanado da nossa modalidade, também por força destes magníficos resultados alcançados pelos nossos atletas nos Jogos Olímpicos. A partir de década de oitenta, muitos foram os atletas que começaram a praticar a modalidade e a participar em competições desportivas associadas ao atletismo e outros integraram-se como dirigentes em Clubes, Associações e na própria Federação, como treinadores, juízes, jornalistas especializados em atletismo ou meros amantes assíduos da modalidade. A partir dos anos noventa, a modalidade deu um salto qualitativo importante, coincidente com a abertura da sociedade portuguesa à Europa e ao mundo e com a estruturação de um quadro de apoio às Federações Desportivas, do qual a Federação de Atletismo soube aproveitar. O atletismo é hoje a modalidade mais aberta, democrática e económica que se pratica em Portugal, promovendo a participação de todos, em todos os grupos etários (dos oito aos oitenta), independentemente da condição económica e social e de género e em todas as suas vertentes, competitiva ou meramente em lazer e por manutenção da condição física. Os valores olímpicos que decorrem das origens do atletismo mais rápido, mais alto, mais forte dão à nossa modalidade uma importância e um significado que não podemos desprezar. O treino associado às várias disciplinas do atletismo é a base da preparação da condição física da grande maioria das outras modalidades desportivas. Por tudo isto, por todo este valor que se pode gerar com o atletismo, temos de saber encontrar os caminhos do financiamento privado por via de patrocínios (em dinheiro e em produtos e serviços) em donativos, no reforço da participação do voluntariado para os eventos e de maior número de dirigentes que entreguem o seu melhor a esta causa que é pública. Os rendimentos apurados no exercício de 2012 ascenderam a meur 4.519, menos meur 196 comparativamente com Rubrica Var. 2012/ 11 Rendimentos (196) (4%) Gastos (309) (7%) Resultado líquido exercício (238) (131) (43) (464) % Fundo Social (103) % Subsídios IPDJ + COP (123) (3%) % dos rendimentos totais 96% 88% 80% 84% 78% 76% 77% 0 1% Unidade: Milhares de Euros fpa 2012 relatório de atividades e contas 7

8 A principal fonte de financiamento continua a ser os subsídios concedidos pelo Estado, através do IPDJ e COP. Estes subsídios representaram no exercício de 2012 cerca de 77% do total de rendimento obtido pela Federação (76% em 2011). Fruto da otimização na execução dos Contratos-Programa com o IPDJ, da racionalização de consumos supérfluos e da renegociação de contratos com fornecedores, a Federação reduziu os seus gastos em 2012 para meur 4.261, ou seja menos meur 320 (-7%) em comparação com Em consequência, e pelo terceiro ano consecutivo, a Federação conseguiu registar resultados líquidos positivos este ano, atingindo o valor expressivo de meur 258. A Direção da FPA propõe que estes resultados sejam aplicados, tal como em 2011, no reforço da rubrica de Fundos. Este bom desempenho das contas nos últimos três anos, obtido num contexto muito adverso de redução sistemática de rendimentos, permitiu recuperar o equilíbrio e saúde económicofinanceira que a casa vinha a perder nos últimos anos e que culminou em O sistema de controlo interno da Federação tem vindo a melhorar com vista a garantir a integral execução dos Contratos-Programa, o planeamento fiscal e de tesouraria tem sido trabalhado com acrescido rigor e profissionalismo, foram renegociados contratos com fornecedores e ajustadas gratificações, subsídios e apoios para níveis compatíveis com os recursos financeiros disponíveis. Ainda há caminho para percorrer, mas tem-se, paulatinamente, vencido o paradigma que se instalou ao longo dos anos de que a poupança e racionalização de gastos não valeriam a pena pois significariam a devolução de verbas. fpa 2012 relatório de atividades e contas 8

9 Tem-se provado haver margem para atuar sobre o desperdício e na despesa corrente que não gera valor para a modalidade, para libertar e concentrar os recursos nas atividades essenciais e que podem garantir o nosso futuro, ou seja, na excelência da preparação ao nível do alto rendimento, na competitividade internacional dos nossos atletas e na promoção e desenvolvimento do juvenil. Este desiderato de estabilidade só foi, é e será possível com a compreensão, contribuição e esforço de todos (Federação e Associados) e de todas as áreas de atuação da FPA. Há que estabelecer prioridades dentro das prioridades, vencer o inconformismo de que não é possível fazer mais e melhor, de encontrar formas de obter sempre mais do que se precisa para reservar para o futuro. Por força de rendimentos superiores aos gastos nos últimos anos e da reavaliação do imóvel da sede e armazém tal como descrito na nota 11 do anexo às demonstrações financeiras, o Fundo Social da Federação elevou-se expressivamente para os meur 742. EVOLUÇÃO DO FUNDO SOCIAL E DOS RESULTADOS LÍQUIDOS DO EXERCÍCIO (valores em milhares de Euros meur) Parecendo que afinal o cenário é tranquilizador e fácil, convém lembrar o ambiente de forte depressão económica e de dificuldades das famílias. A Federação tem vindo a enfrentar forte ameaças, das quais destacamos as seguintes: Uma parte significativa do financiamento privado que obtivemos em 2012 adveio do nosso principal patrocinador de equipamento desportivo. Este patrocinador decidiu comunicar à Direção cessante da Federação que não era sua intenção renovar o acordo para os próximos quatro anos. Esvaneceu-se de uma assentada uma fatia relevante de receitas próprias regulares, que nos iam permitindo apoiar áreas de intervenção excluídas pelos Contratos-Programa; À data de redação deste relatório, a Federação já é conhecedora de que o Estado, através do IPDJ, procederá em 2013 a mais um corte de 9 a 10% no financiamento da generalidade fpa 2012 relatório de atividades e contas 9

10 dos Contratos-Programa, face às verbas atribuídas em Em três anos (2010 a 2013) reduzem-se os apoios em cerca de meur 900, ou seja menos 23%. As empresas e as famílias vivem verdadeiros momentos de aflição com a degradação da situação económica, financeira e social (aumento de impostos, redução das vendas, aumento dos custos de financiamento, aumento do desemprego, redução do consumo privado), parecendo mais difícil nesta fase de vacas magras obter apoios e patrocínios privados. Do lado das autarquias, por tradição parceiros fundamentais para Clubes, Associações e Federação na promoção e prática da modalidade em todo o país, o cenário é igualmente constrangedor e preocupante. Verifica-se um garrote e em alguns casos eliminação completa dos apoios e os que já estavam contratualizados (vide por exemplo a nota 8) ficam retidos devido à Lei dos Compromissos. A Federação e os seus Associados têm assim um grande desafio pela frente, mas não poderemos esmorecer. O futuro depende muito de nós e da inteligência e determinação que possamos colocar na gestão dos destinos da modalidade. O futuro passa pela conceção de produtos mais atrativos a quem nos pode patrocinar e apoiar com a disponibilização de recursos financeiros, humanos e materiais. Deveremos prosseguir na alocação prioritária dos nossos recursos nas atividades essenciais, de investimento e geradoras de desenvolvimento e continuar a dissecar os gastos discricionários e a reduzir o desperdício. A adaptação da estrutura organizativa já iniciada por esta Direção, o aumento da produtividade das equipas e a orientação das mesmas para a gestão por objetivos e projetos, serão alavancas essenciais para que se atinjam os resultados de excelência que todos almejamos. Este é o desafio que é pedido a todos sem exceção. Com a união, responsabilidade e espírito positivo que já fazem parte do nosso ADN, convocamos todos os agentes da nossa modalidade a participar e a contribuir para demonstrarmos a vitalidade da nossa modalidade. Vale a pena investir no Atletismo. Bem hajam. Linda-a-Velha, 8 de abril de 2013 fpa 2012 relatório de atividades e contas 10

11 Demonstrações Financeiras Federação Portuguesa de Atletismo relatório de atividades e contas fpa

12 Demonstrações financeiras individuais Exercício findo em 31 de dezembro de 2012 Balanço Individual Demonstração dos Resultados Por Natureza Individuais Demonstração dos Resultados Por Funções Individuais Demonstração dos Fluxos de Caixa Individuais Demonstração das Alterações no Capital Próprio Individuais Anexos às contas: 1. Nota introdutória 2. Referencial contabilístico de preparação das demonstrações financeiras 3. Principais políticas contabilísticas 4. Fluxos de caixa 5. ativos fixos tangíveis 6. Fundadores, beneméritos, patrocinadores, doadores, associados e membros 7. Estado e outros entes públicos 8. Outras contas a receber 9. Diferimentos 10.Fundos 11.Excedentes de revalorização 12.Outras variações nos Fundos Patrimoniais 13.Provisões 14.Financiamentos obtidos 15.Fornecedores 16.Outras contas a pagar 17.Vendas e serviços prestados 18.Subsídios, doações e legados à exploração 19.Custo das mercadorias vendidas e das matérias consumidas 20.Fornecimentos e serviços externos 21.Gastos com o pessoal 22.Outros rendimentos e ganhos 23.Outros gastos e perdas 24.Gastos/reversões de depreciação e de amortização 25.Resultados financeiros 26.Gastos de exploração 27.Eventos subsequentes 28.Informações exigidas por diplomas legais fpa 2012 relatório de atividades e contas 12

13 ACTIVO FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE ATLETISMO BALANÇO INDIVIDUAL Em 31 de dezembro de 2012 (Valores expressos em euros) Notas Ativo não corrente Ativos fixos tangíveis Fundadores/beneméritos/patrocinadores/doadores/associados/membros Total dos ativos não correntes Ativo corrente Estado e outros entes públicos Fundadores/beneméritos/patrocinadores/doadores/associados/membros Outras contas a receber Diferimentos Caixa e depósitos bancários Total dos ativos correntes Total do ativo FUNDOS PATRIMONIAIS E PASSIVO Fundos patrimoniais Fundos (92.371) Excedentes de revalorização Outras variações nos fundos patrimoniais Resultado líquido do exercício Total do fundo de capital Passivo Passivo não corrente Provisões Financiamentos obtidos Total dos passivos não correntes Passivo corrente Fornecedores Estado e outros entes públicos Fundadores/beneméritos/patrocinadores/doadores/associados/membros Diferimentos Outras contas a pagar Total dos passivos correntes Total do Passivo Total dos fundos patrimoniais e do passivo fpa 2012 relatório de atividades e contas 13

14 FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE ATLETISMO DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS POR NATUREZAS INDIVIDUAIS Exercício findo em 31 de dezembro de 2012 (Valores expressos em euros) Notas Vendas e serviços prestados Subsídios, doações e legados à exploração Custo das mercadorias vendidas e das matérias consumidas 19 ( ) ( ) Fornecimentos e serviços externos 20 ( ) ( ) Gastos com o pessoal 21 ( ) ( ) Provisões (Aumentos) / Reduções 13 (11.031) Outros rendimentos e ganhos Outros gastos e perdas 23 ( ) ( ) Resultado antes de depreciações, gastos de financiamento e impostos Gastos/reversões de depreciação e de amortização 5/24 ( ) ( ) Resultado operacional (antes de gastos de financiamento e impostos) Juros e rendimentos similares obtidos 25 Juros e gastos similares suportados 25 (3.151) (3.635) Resultado antes de impostos Imposto sobre o rendimento do período Resultado líquido do período fpa 2012 relatório de atividades e contas 14

15 FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE ATLETISMO DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS POR FUNÇÕES INDIVIDUAIS Exercício findo em 31 de dezembro de 2012 (Valores expressos em euros) Notas Vendas e serviços prestados Subsidios, doações e legados à exploração Gastos de exploração 26 ( ) ( ) Resultado Bruto Outros rendimentos Gastos administrativos 21 ( ) ( ) Ouros gastos 13 (11.031) Resultado Operacional (antes de depreciações, gastos de financiamento e impostos) Gastos/reversões de depreciação e de amortização 5/24 ( ) ( ) Resultado Operacional (antes de gastos de financiamento e impostos Gastos de financiamento (líquido) 25 (3.151) (3.635) Resultados Antes de Impostos Imposto Sobre o Rendimento do Exercício Resultado Líquido do Exercício fpa 2012 relatório de atividades e contas 15

16 FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE ATLETISMO DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA INDIVIDUAIS Exercício findo em 31 de dezembro de 2012 (Valores expressos em euros) Notas Fluxos de Caixa das Actividades Operacionais Recebimentos de clientes e utentes Recebimentos de subsidios de entidades oficiais Pagamentos de subsidios ( ) ( ) Pagamentos a fornecedores ( ) ( ) Pagamentos ao pessoal ( ) ( ) Caixa gerada pelas operações ( ) Pagamento/recebimento do imposto sobre o rendimento Outros recebimentos/pagamentos Fluxos de Caixa das Actividades Operacionais (1) (86.263) Fluxos de Caixa das Actividades de Investimento Pagamentos respeitantes a: Activos fixos tangíveis (86.011) ( ) Activos intangíveis Investimentos financeiros Outros activos (86.011) ( ) Recebimentos provenientes de: Activos fixos tangíveis Activos intangíveis Investimentos financeiros Outros activos Subsídios ao investimento Juros e rendimentos similares Dividendos Fluxos de Caixa das Actividades de Investimento (2) (86.011) ( ) Fluxos de Caixa das Actividades de Financiamento Recebimentos provenientes de: Financiamentos obtidos Realização de fundos Cobertura de prejuízos Doações Outras operações de financiamento Pagamentos respeitantes a: Financiamentos obtidos Juros e gastos similares (795) Dividendos Reduções de capital e de outros instrumentos de capital próprio Outras operações de financiamento (795) Fluxos de Caixa das Actividades de Financiamento (3) (795) Variação de caixa e seus equivalentes (1+2+3) ( ) Efeito das diferenças de câmbio 136 Caixa e seus equivalentes no início do período Caixa e seus equivalentes no fim do período fpa 2012 relatório de atividades e contas 16

17 FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE ATLETISMO DEMONSTRAÇÃO DAS ALTERAÇÕES NOS FUNDOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 (Valores expressos em euros) Capital Próprio atribuído aos detentores do capital Fundos Reservas Resultados transitados Excedentes de revalorização Outras variações nos fundos patrimoniais Resultado líquido do período Total dos Fundos Patrimoniais Posição no início do exercício de Notas (92.371) Alterações no exercício Outras alterações reconhecidas nos Fundos Patrimoniais ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Resultado líquido do exercício Resultado extensivo 4 = Operações com instituidores no exercício Posição no fim do exercício de = fpa 2012 relatório de atividades e contas 17

18 FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE ATLETISMO DEMONSTRAÇÃO DAS ALTERAÇÕES NOS FUNDOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 (Valores expressos em euros) Fundos Reservas Capital Próprio atribuído aos detentores do capital Resultados transitados Excedentes de revalorização Outras variações nos fundos patrimoniais Resultado líquido do período Total dos Fundos Patrimoniais Posição no início do exercício de Notas ( ) Alterações no exercício Alterações das políticas contabilísticas Outras alterações reconhecidas nos Fundos Patrimoniais (12.450) (12.450) Resultado líquido do exercício Resultado extensivo 4 = Operações com instituidores no exercício Posição no fim do exercício de = (92.371) fpa 2012 relatório de atividades e contas 18

19 FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE ATLETISMO ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Exercício findo em 31 de dezembro de 2012 (Valores expressos em euros) 1. Nota introdutória A Federação Portuguesa de Atletismo (adiante designada por Federação ou por FPA) foi constituída em 21 de novembro de 1921, e tem a sua sede no Largo da Lagoa, 15B, Linda a Velha. A FPA tem como atividades principais: a) Promover e dirigir a prática do atletismo, masculino e feminino, em articulação com os organismos do Estado responsáveis pela tutela do desporto nacional. b) Estimular a constituição e apoiar o funcionamento de associações distritais e regionais de atletismo, definindo os princípios fundamentais da sua atuação nas respetivas áreas de jurisdição. c) Estabelecer e manter relações de cooperação com todas as outras federações filiadas na Associação Internacional de Atletismo Internacional. d) Representar perante a Administração Pública os interesses dos seus associados. e) Cooperar com as demais entidades representativas do desporto nacional. A Federação é uma entidade com Estatuto de Utilidade Pública Desportiva, e rege se pelo Regime Jurídico das Federações Desportivas (RJFD), nos termos do Dec. Lei nº 248 B/2008, de 31 de dezembro. 2. Referencial contabilístico de preparação das demonstrações financeiras a) Referencial Contabilístico Em 2012 as demonstrações financeiras da FPA foram preparadas de acordo com as Normas definidas para as Entidades do Setor Não Lucrativo (ESNL) e que se encontram reguladas pelas Portarias 105/2011 e 106/2011, em articulação com o aviso nº 6726 B/2011, e de harmonia com o Decreto Lei nº 36 A/2011, de 9 de março, que aprovou o regime da normalização para as Entidades do Setor Não Lucrativo em que se enquadra a FPA. A Federação adotou pela primeira vez em 2012, as normas contabilísticas para as Entidades do Setor Não Lucrativo, pelo que a data de transição do referencial contabilístico POCFAC para este normativo é 1 de janeiro de 2012, tal como estabelecido pela NCRF ESNL Adoção pela primeira vez das Normas Contabilísticas e de Relato Financeiro. A adoção de princípio e políticas contabilísticas de acordo com NCRF ESNL não teve qualquer efeito nos fundos patrimoniais da FPA face ao anterior normativo aplicado (POCFAC). No caso em concreto, não foram efetuados quaisquer ajustamentos de transição por não serem aplicáveis. b) Pressuposto da continuidade As demonstrações financeiras anexas foram preparadas no pressuposto da continuidade das operações, a partir dos livros e registos contabilísticos da Federação, mantidos de acordo com os princípios contabilísticos geralmente aceites em Portugal. c) Regime do acréscimo A Federação regista os seus rendimentos e gastos de acordo com o regime do acréscimo, pelo qual os rendimentos e ganhos são reconhecidos à medida que são gerados, independentemente do momento fpa 2012 relatório de atividades e contas 19

20 em que são recebidos ou pagos. As diferenças entre os montantes recebidos e pagos e os correspondentes rendimentos e gastos são registados nas rubricas de Devedores e credores por acréscimos e diferimentos (Nota 9). d) Classificação dos ativos e passivos não correntes Os ativos realizáveis e os passivos exigíveis a mais de um ano a contar da data da demonstração da posição financeira são classificados, respetivamente, como ativos e passivos não correntes. Adicionalmente, pela sua natureza, as Provisões são classificadas como ativos e passivos não correntes. e) Eventos subsequentes Os eventos após a data do balanço que proporcionem informação adicional sobre condições que existiam nessa data são refletidos nas demonstrações financeiras. Caso existam eventos materialmente relevantes após a data do balanço, são divulgados no anexo às demonstrações financeiras. f) Derrogação das disposições do SNC ESNL Não existiram, no decorrer do exercício a que respeitam estas demonstrações financeiras, quaisquer casos excecionais que implicassem a derrogação de qualquer disposição prevista pelo SNC ESNL. 3. Principais políticas contabilísticas As principais políticas de contabilidade aplicadas na elaboração das demonstrações financeiras são as que abaixo se descrevem. Estas políticas foram consistentemente aplicadas a todos os exercícios apresentados, salvo indicação em contrário Moeda funcional e de apresentação As demonstrações financeiras da Federação são apresentadas em euros. O euro é a moeda funcional e de apresentação. As transações em moeda estrangeira são transpostas para a moeda funcional utilizando as taxas de câmbio prevalecentes à data da transação. Os ganhos ou perdas cambiais resultantes dos pagamentos/recebimentos das transações bem como da conversão de taxa de câmbio à data de balanço dos ativos e passivos monetários, denominados em moeda estrangeira são, reconhecidos na demonstração dos resultados na rubrica Gastos de financiamento, se relacionados com empréstimos ou em Outros gastos ou perdas operacionais, para todos os outros saldos/transações Imposto sobre o rendimento A Federação, na sua atividade e pela sua natureza jurídica, beneficia de isenção de Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Coletivas (IRC) ao abrigo do Artigo 10º do CIRC, com exceção do que diz respeito aos rendimentos comerciais, os quais são tributados à taxa de 21,5% sobre a matéria coletável Ativos fixos tangíveis Os Ativos fixos tangíveis encontram se registados ao custo de aquisição, deduzido das depreciações. fpa 2012 relatório de atividades e contas 20

21 As depreciações são calculadas, após o início de utilização dos bens, pelo método das quotas constantes em conformidade com o período de vida útil estimado para cada grupo de bens. As taxas de depreciação utilizadas correspondem aos seguintes períodos de vida útil estimada: Anos de vida útil Edifícios e outras construções 5 20 Equipamento básico 4 8 Equipamento de transporte 3 7 Ferramentas e utensílios 3 7 Equipamento administrativo 2 10 Outros ativos fixos tangíveis 1 4 As despesas com reparação e manutenção destes ativos são consideradas como gasto no período em que ocorrem Clientes e outros valores a receber As contas de Clientes e Outros valores a receber não têm implícitos juros e são registadas pelo seu valor nominal diminuído de eventuais perdas de imparidade, reconhecidas nas rubricas Perdas de imparidade acumuladas, para que as mesmas reflitam o seu valor realizável líquido Fundos Na rubrica de Fundos Patrimoniais, a conta Fundos engloba a acumulação dos resultados líquidos aprovados referentes a cada período de prestação de contas Provisões A FPA analisa, de forma periódica, eventuais obrigações que resultam de eventos passados e que devam ser objeto de reconhecimento ou divulgação. A subjetividade inerente à determinação da probabilidade e montante de recursos internos necessários para o pagamento das obrigações poderá conduzir a ajustamentos significativos, quer por variação dos pressupostos utilizados, quer pelo futuro reconhecimento de provisões anteriormente divulgadas como passivos contingentes Fornecedores e outras contas a pagar As contas a pagar a fornecedores e outros credores, que não vencem juros, são registadas pelo seu valor nominal, que é substancialmente equivalente ao seu justo valor Financiamentos bancários Os empréstimos são registados no passivo pelo valor nominal recebido líquido de comissões com a emissão desses empréstimos. Os encargos financeiros apurados de acordo com a taxa de juro efetiva são registados na demonstração dos resultados de acordo com o regime do acréscimo. Os empréstimos são classificados como passivos correntes, a não ser que a Federação tenha o direito incondicional para diferir a liquidação do passivo por mais de 12 meses após a data de relato Locações Os contratos de locação são classificados como locações financeiras se através deles forem transferidos substancialmente todos os riscos e vantagens inerentes à posse do ativo sob locação ou como locações operacionais se através deles não forem transferidos substancialmente todos os riscos e vantagens inerentes à posse do ativo sob locação. fpa 2012 relatório de atividades e contas 21

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