A dinamização de uma rota de vinhos como polo de atração turística na Beira Interior. Novembro, 2011

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A dinamização de uma rota de vinhos como polo de atração turística na Beira Interior. Novembro, 2011"

Transcrição

1 A dinamização de uma rota de vinhos como polo de atração turística na Beira Interior Novembro,

2 Rota Turística (características) 1. Engloba um leque variado de atividades e atrações sob um tema unificador 2. Desenrola-se ao longo de uma rede viária com toda comunicação essencial sinalização, mapas, informação 3. Deve unir atrações e oferecê-las em conjunto adaptadas para a procura deve surgir numa forma ordenada 4. São veículos para o desenvolvimento de uma região atrair mais turistas e diferentes tipos de turistas Fazer com que os turistas fiquem mais tempo e gastem mais dinheiro 5. Deve ter uma estrutura considerando a sua posterior comercialização é um produto vendável (marketing) 6. Deve ter uma liderança eficaz 2

3 Uma Rota de Vinho 1. Realiza-se em torno da atividade vinícola que a carateriza e lhe dá o nome, oferecendo uma série de atividades e prazeres 1. Genuinidade/autenticidade 2. Tem de articular uma série de atributos que lhe confere uma marca que lhe afirme uma característica única 3. Determinação de um ou mais itinerários através de uma área geográfica 4. Com a sinalização das diferentes adegas e outros lugares relacionados com o vinho Folhetos, mapas, etc. 5. Oportunidade de criar sinergias entre diferentes atividades Alojamento, gastronomia, artesanato, etc. 6. Objetivo de incrementar a imagem da região (demarcada) 3

4 Oferta turística Compósito de elementos 4

5 Denominação Rota da Vinha e do Vinho do Ribatejo (Rota dos Vinhos do Tejo) 5

6 Denominação Rota das Vinhas de Cister 6

7 BAIRRADA = + 7

8 Rota do Vinho da Beira Interior 8

9 9

10 Uma Rota de Vinho 1. Realiza-se em torno da atividade vinícola que a carateriza e lhe dá o nome, oferecendo uma série de atividades e prazeres 2. Tem de articular uma série de atributos que lhe confere uma marca que lhe afirme uma característica única 3. Determinação de um ou mais itinerários através de uma área geográfica 4. Com a sinalização das diferentes adegas e outros lugares relacionados com o vinho Folhetos, mapas, etc. 5. Oportunidade de criar sinergias entre diferentes atividades Alojamento, gastronomia, artesanato, etc. 6. Objetivo de incrementar a imagem da região (demarcada) 10

11 11

12 12

13 13

14 14

15 Roteiro do Vino de La Mancha 15

16 Rota do Vinho da Beira Interior? Vinho da Beira Interior? 16

17 Uma Rota de Vinho 1. Realiza-se em torno da atividade vinícola que a carateriza e lhe dá o nome, oferecendo uma série de atividades e prazeres 2. Tem de articular uma série de atributos que lhe confere uma marca que lhe afirme uma característica única 3. Determinação de um ou mais itinerários através de uma área geográfica 4. Com a sinalização das diferentes adegas e outros lugares relacionados com o vinho Folhetos, mapas, etc. 5. Oportunidade de criar sinergias entre diferentes atividades Alojamento, gastronomia, artesanato, etc. 6. Objetivo de incrementar a imagem da região (demarcada) 17

18 18

19 19

20 Uma Rota de Vinho 1. Realiza-se em torno da atividade vinícola que a carateriza e lhe dá o nome, oferecendo uma série de atividades e prazeres 2. Tem de articular uma série de atributos que lhe confere uma marca que lhe afirme uma característica única 3. Determinação de um ou mais itinerários através de uma área geográfica 4. Com a sinalização das diferentes adegas e outros lugares relacionados com o vinho Folhetos, mapas, etc. 5. Oportunidade de criar sinergias entre diferentes atividades Alojamento, gastronomia, artesanato, etc. 6. Objetivo de incrementar a imagem da região (demarcada) 20

21 21

22 Uma Rota de Vinho 1. Realiza-se em torno da atividade vinícola que a carateriza e lhe dá o nome, oferecendo uma série de atividades e prazeres 2. Tem de articular uma série de atributos que lhe confere uma marca que lhe afirme uma característica única 3. Determinação de um ou mais itinerários através de uma área geográfica 4. Com a sinalização das diferentes adegas e outros lugares relacionados com o vinho Folhetos, mapas, etc. 5. Oportunidade de criar sinergias entre diferentes atividades Alojamento, gastronomia, artesanato, etc. 6. Objetivo de incrementar a imagem da região (demarcada) 22

23 23

24 24

25 25

26 26

27 Uma Rota de Vinho 1. Realiza-se em torno da atividade vinícola que a carateriza e lhe dá o nome, oferecendo uma série de atividades e prazeres 2. Tem de articular uma série de atributos que lhe confere uma marca que lhe afirme uma característica única 3. Determinação de um ou mais itinerários através de uma área geográfica 4. Com a sinalização das diferentes adegas e outros lugares relacionados com o vinho Folhetos, mapas, etc. 5. Oportunidade de criar sinergias entre diferentes atividades Alojamento, gastronomia, artesanato, etc. 6. Objetivo de incrementar a imagem da região (demarcada) 27

28 Rota da Bairrada (ex Rota do Vinho da Bairrada) 28

29 29

30 30

31 31

32 32

33 33

34 França (15 rotas) Declínio da agricultura (anos 80) Venda de vinho à porta, vistas guiadas, centro de visitas, espaço para degustação de vinho Itália (140) Turismo de vinho contribui para o desenvolvimento regional (anos 90) Movimento Turismo del Vino foi fundamental para a criação de emprego Espanha (16 10% de adegas abertas ao público) É um método de revitalização das zonas rurais contribuindo para o desenvolvimento regional e a preservação do meio ambiente. Procura de turistas que não procuram apenas o Sol e a Praia Os enoturistas promovem o vinho e a sua região Alemanha (11 60% de adegas abertas ao público) e Áustria (17) Primeira rota criada em 1920 que ajudava a vender e a promover o seu vinho. Na Alemanha contribui muito para a percepção da qualidade dos vinhos Eslovénia (20) Foi fundamental para atrair turistas Hungria (15), Reino Unido, Austrália, Croácia (3), Suíça (2)Nova Zelândia, Tasmânia, Argentina, Brasil, Chile, EUA, Grécia, Israel, África do Sul (4.º motivo de atração turística) 34

35 Rota de Vinho (AREV, 2002) Percursos publicitados através de painéis especiais sinalizados que destacam os valores naturais, culturais e ambientais, explorações vitivinícolas, individuais ou associadas, abertas ao público, constituindo instrumentos através dos quais os territórios agrícolas e as suas produções podem ser divulgados, comercializados e dispostos em forma de oferta turística 35

36 Principais componentes da experiência de um enoturista: a degustação a compra do vinho a visita a uma adega, a contemplação de uma vinha, a entrada num museu, a gastronomia dos produtos locais, a visita a um centro de interpretação relacionado com o vinho. O enoturista não procura exclusivamente a degustação e a compra de um vinho mas experiências também relacionadas com o património cultural e histórico e atividades ligadas à arte 36

37 Rotas de Vinho em Portugal 1993 inicio ao projeto das Rotas do Vinho Com a aderência de Portugal ao programa de cooperação interregional - Dyonisius Despacho Normativo n.º 669/94 de 22 de Setembro Possibilitou grande parte dos investimentos necessários á elaboração e dinamização das rotas ( Comparticipação financeira a fundo perdido e por financiamento reembolsável Incentivou as regiões vitivinícolas a preparar as bases regulamentares, os critérios de qualidade, a seleção dos aderentes para a implementação das Rotas Decreto regulamentar n.º 1 de 2002 de 3 de Janeiro Introduz alterações ao Decreto Regulamentar de 227/98 Regula a declaração de interesse para o turismo 37

38 1. Rota do Vinho Alvarinho 2. Rota dos Vinhos Verdes 3. Rota do Vinho do Porto 4. Rota dos Vinhos de Cister 5. Rota dos Vinhos da Beira Interior 6. Rota dos Vinhos do Dão 7. Rota da Bairrada 8. Rota do Vinho do Tejo 9. Rota do Vinho do Oeste- Estremadura 10. Rota do Vinho de Bucelas, Carcavelos e Colares 11. Rota do Vinho da Peninsula de Setúbal/Costa Azul 12. Rota dos Vinhos do Alentejo 38

39 Rotas de Vinho em Portugal Rota do Vinho do Porto Atualmente Associação da Rota do Vinho do Porto e da Região Demarcada do Douro 50 aderentes Rota do Vinho do Alentejo 52 aderentes Rota do Vinho Verde 6 aderentes ( ) Rota do Vinho Alvarinho Com 31 aderentes, não se encontrando estruturada em percursos 39

40 As orientações da PAC vão no sentido da multifuncionalidade da agricultura Portugal (segundo o Ministério da Agricultura) Rotas Instrumentos privilegiados de organização e divulgação do enoturismo Fazendo com que os visitantes contatem mais diretamente com o Mundo Rural Catalisadores das potencialidades da região Paisagens vitícolas Processos tecnológicos de fabrico Aspetos etnográficos e culturais Contribui para a melhoria de vida das populações Criação de emprego Preserva a autenticidade da região Divulga o artesanato, o património e a paisagem Divulga a gastronomia Combate a desertificação 40

41 Muito obrigado! 41

Estrutura da Apresentação

Estrutura da Apresentação The importance of Information and Communication Technologies for the development of Portuguese Wine Routes 21st 23rd JUNE OPORTO Estrutura da Apresentação 2. Tecnologias de Informação e Comunicação no

Leia mais

O ENOTURISMO. Conceito:

O ENOTURISMO. Conceito: Conceito: O conceito de enoturismo ainda está em formação e, a todo o momento, vão surgindo novos contributos; Tradicionalmente, o enoturismo consiste na visita a vinhas, estabelecimentos vinícolas, festivais

Leia mais

Relatório de Estágio. Análise dos dados constantes na Base de Dados das Rotas do Vinho

Relatório de Estágio. Análise dos dados constantes na Base de Dados das Rotas do Vinho Relatório de Estágio Análise dos dados constantes na Base de Dados das Rotas do Vinho Rui Neves Lisboa, 21 de Junho de 2011 Índice Introdução... 3 Caracterização da Base de Dados... 4 Recolha e validação

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO VINHO NA PROMOÇÃO DO TURISMO. Fórum Anual Vinhos de Portugal 26 de novembro 2014 João Cotrim de Figueiredo

A IMPORTÂNCIA DO VINHO NA PROMOÇÃO DO TURISMO. Fórum Anual Vinhos de Portugal 26 de novembro 2014 João Cotrim de Figueiredo A IMPORTÂNCIA DO VINHO NA PROMOÇÃO DO TURISMO Fórum Anual Vinhos de Portugal 26 de novembro 2014 João Cotrim de Figueiredo O potencial competitivo de Portugal Vinhos únicos no mundo Porto e Madeira Vinhos

Leia mais

Apresentação do Plano de Actividades Rota dos Vinhos Verdes 2013/2014 CVRVV, 10 de Janeiro de 2013. Sofia Lobo : slobo@vinhoverde.

Apresentação do Plano de Actividades Rota dos Vinhos Verdes 2013/2014 CVRVV, 10 de Janeiro de 2013. Sofia Lobo : slobo@vinhoverde. Apresentação do Plano de Actividades Rota dos Vinhos Verdes 2013/2014 CVRVV, 10 de Janeiro de 2013 Sofia Lobo : slobo@vinhoverde.pt O que é o ENOTURISMO? Enoturismo é composto por deslocações realizadas

Leia mais

ENCONTROS PATRIMONIAIS: CONHEÇA O PATRIMÓNIO E PROMOVA-O TURISMO NO ESPAÇO RURAL: OFERTAS A VALORIZAR

ENCONTROS PATRIMONIAIS: CONHEÇA O PATRIMÓNIO E PROMOVA-O TURISMO NO ESPAÇO RURAL: OFERTAS A VALORIZAR ENCONTROS PATRIMONIAIS: CONHEÇA O PATRIMÓNIO E PROMOVA-O TURISMO NO ESPAÇO RURAL: OFERTAS A VALORIZAR O TER Turismo no Espaço Rural representa o maior dos desafios para conhecer, interpretar e promover

Leia mais

AS ROTAS DO VINHO COMO MOTOR DE DESENVOLVIMENTO TURÍSTICO REGIONAL

AS ROTAS DO VINHO COMO MOTOR DE DESENVOLVIMENTO TURÍSTICO REGIONAL AS ROTAS DO VINHO COMO MOTOR DE DESENVOLVIMENTO TURÍSTICO REGIONAL Cristina BARROCO; Joaquim ANTUNES ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA INSTITUTO POLITÉCNICO DE VISEU cbarroco@estv.ipv.pt; jantunes@estv.ipv.pt

Leia mais

Enoturismo em Portugal 2014. Caraterização das empresas e da procura

Enoturismo em Portugal 2014. Caraterização das empresas e da procura Enoturismo em Portugal 2014 Caraterização das empresas e da procura Edição 2015 ÍNDICE Sumário Executivo Caraterização das Empresas Promoção de Serviços Procura das (2014) 3 4 5 7 O Enoturismo em Portugal

Leia mais

Plano de Intervenção para o Turismo Equestre no Alentejo e Ribatejo. 10 de Julho de 2015

Plano de Intervenção para o Turismo Equestre no Alentejo e Ribatejo. 10 de Julho de 2015 Plano de Intervenção para o Turismo Equestre no Alentejo e Ribatejo 10 de Julho de 2015 Agenda 1. Abordagem metodológica 2. Diagnóstico de mercado 3. Estratégia de consolidação A. Planeamento e organização

Leia mais

CARTA EUROPEIA DE TURISMO SUSTENTÁVEL DO ALTO MINHO

CARTA EUROPEIA DE TURISMO SUSTENTÁVEL DO ALTO MINHO CARTA EUROPEIA DE TURISMO SUSTENTÁVEL DO ALTO MINHO 3ª Reunião do Fórum Ponte de Lima, 07 de julho de 2015 5 Reuniões da ETP ( 35 pax/ 87 part) 7 Reuniões municipais (70 pessoas) 2 Reuniões do Fórum (97

Leia mais

Destino Turístico Porto e Norte de Portugal

Destino Turístico Porto e Norte de Portugal O Caminho Português de Santiago Novas Perspetivas `14 -`20 Destino Turístico Porto e Norte de Portugal Ponte de Lima, 30 setembro`14 Importância económica do Turismo. das indústrias mais importantes do

Leia mais

O Enoturismo em Portugal Caracterização da oferta e da procura Apresentação de resultados

O Enoturismo em Portugal Caracterização da oferta e da procura Apresentação de resultados O Enoturismo em Portugal Caracterização da oferta e da procura Apresentação de resultados 26 de novembro 2014 Teresa Ferreira DPE/Departamento de Desenvolvimento e Inovação 1.Enquadramento 2. Caraterização

Leia mais

O PATRIMÓNIO NATURAL E O DO ALGARVE. Conversas sobre a Ria Formosa 3 de Março de 2011

O PATRIMÓNIO NATURAL E O DO ALGARVE. Conversas sobre a Ria Formosa 3 de Março de 2011 O PATRIMÓNIO NATURAL E O DESENVOLVIMENTO TURÍSTICO DO ALGARVE Conversas sobre a Ria Formosa 3 de Março de 2011 1. PENT - estratégia para o desenvolvimento do Turismo em Portugal RCM 53/2007, de 04 de Abril

Leia mais

VERSÃO 2. Prova Escrita de Geografia A. 11.º Ano de Escolaridade. Prova 719/1.ª Fase EXAME FINAL NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO

VERSÃO 2. Prova Escrita de Geografia A. 11.º Ano de Escolaridade. Prova 719/1.ª Fase EXAME FINAL NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO EXAME FINAL NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO Prova Escrita de Geografia A 11.º Ano de Escolaridade Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho Prova 719/1.ª Fase 15 Páginas Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância:

Leia mais

Após muitos anos como Operadora de Turismo, o Clube Viajar começou a sua atividade como operador de Incoming sob o nome de PORTUGAL HOLIDAYS.

Após muitos anos como Operadora de Turismo, o Clube Viajar começou a sua atividade como operador de Incoming sob o nome de PORTUGAL HOLIDAYS. Após muitos anos como Operadora de Turismo, o Clube Viajar começou a sua atividade como operador de Incoming sob o nome de PORTUGAL HOLIDAYS. Assim, foram selecionados profissionais experientes nessa área

Leia mais

Pense Global e Actue Localmente A Certificação como Motor da Competitividade

Pense Global e Actue Localmente A Certificação como Motor da Competitividade IX Fórum APCER 15 de Março de 2006 Pense Global e Actue Localmente A Certificação como Motor da Competitividade A TURIHAB Associação de Turismo de Habitação foi criada há 22 anos. A principal estratégia

Leia mais

Portugal: Destino Competitivo?

Portugal: Destino Competitivo? Turismo O Valor Acrescentado da Distribuição Portugal: Destino Competitivo? Luís Patrão Turismo de Portugal, ip Em 2006 Podemos atingir 7.000 milhões de euros de receitas turísticas Teremos perto de 37,5

Leia mais

Comissão Vitivinícola Regional Alentejana www.vinhosdoalentejo.pt Copyright fotos e textos: Comissão Vitivinícola Regional Alentejana Reprodução

Comissão Vitivinícola Regional Alentejana www.vinhosdoalentejo.pt Copyright fotos e textos: Comissão Vitivinícola Regional Alentejana Reprodução Comissão Vitivinícola Regional Alentejana www.vinhosdoalentejo.pt Copyright fotos e textos: Comissão Vitivinícola Regional Alentejana Reprodução interdita CVRA COMISSÃO VITIVINÍCOLA REGIONAL ALENTEJANA

Leia mais

O PROJETO. 4 de Julho 2014. Lançamento oficial www.winetourismportugal.com. Início do Estudo do projeto. Concepção do Portal

O PROJETO. 4 de Julho 2014. Lançamento oficial www.winetourismportugal.com. Início do Estudo do projeto. Concepção do Portal O PROJETO 2012 Início do Estudo do projeto 2013 Concepção do Portal 4 de Julho 2014 Lançamento oficial www.winetourismportugal.com 2 QUEM SOMOS Primeiro portal em Portugal para o produto específico da

Leia mais

ESTRATÉGIA LOCAL DE DESENVOLVIMENTO

ESTRATÉGIA LOCAL DE DESENVOLVIMENTO COOPERATIVA DE FORMAÇÃO, EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO BAIXO TÂMEGA ESTRATÉGIA LOCAL DE DESENVOLVIMENTO AS PAISAGENS MILENARES COMO FACTOR IDENTITÁRIO DO TERRITÓRIO "DOURO-VERDE" "PROMOVER O DESENVOLVIMENTO

Leia mais

ENOTURISMO produto estratégico para Portugal

ENOTURISMO produto estratégico para Portugal ENOTURISMO produto estratégico para Portugal Ação de Sensibilização Da produção vitivinícola ao enoturismo Novembro, 2011 Turismo de Portugal Departamento de Dinamização O Potencial Competitivo de Portugal

Leia mais

Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos. Na folha de respostas, indique de forma legível a versão da prova.

Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos. Na folha de respostas, indique de forma legível a versão da prova. EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março Prova Escrita de Geografia A 10.º e 11.º Anos de Escolaridade Prova 719/2.ª Fase 16 Páginas Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância:

Leia mais

PROJECTO NAZARÉ XXI. - Marina de recreio e Complexo Turístico de S. Gião

PROJECTO NAZARÉ XXI. - Marina de recreio e Complexo Turístico de S. Gião PROJECTO NAZARÉ XXI - Marina de recreio e Complexo Turístico de S. Gião Nazaré XXI é um projecto turístico de impacto regional, inserido na política de desenvolvimento económico que a Câmara Municipal

Leia mais

Enquadramento Turismo Rural

Enquadramento Turismo Rural Enquadramento Turismo Rural Portugal é um País onde os meios rurais apresentam elevada atratividade quer pelas paisagens agrícolas, quer pela biodiversidade quer pelo património histórico construído o

Leia mais

ANEXO TURISMO SUSTENTÁVEL BASES PARA A DEFINIÇÃO DE UM PROGRAMA DE VER PLANTA CASAS E MONTES AGRÍCOLAS ESTRATÉGIA DE TURISMO SUSTENTÁVEL -

ANEXO TURISMO SUSTENTÁVEL BASES PARA A DEFINIÇÃO DE UM PROGRAMA DE VER PLANTA CASAS E MONTES AGRÍCOLAS ESTRATÉGIA DE TURISMO SUSTENTÁVEL - ANEXO BASES PARA A DEFINIÇÃO DE UM PROGRAMA DE TURISMO SUSTENTÁVEL VER PLANTA CASAS E MONTES AGRÍCOLAS ESTRATÉGIA DE TURISMO SUSTENTÁVEL - ANEXO AO RELATÓRIO 3 ANEXO AO RELATÓRIO 3_ PROGRAMA DE EXECUÇÃO

Leia mais

PORTUGAL EMOTIONS CASA DA CALDEIRA

PORTUGAL EMOTIONS CASA DA CALDEIRA TURISMO REGIÃO CENTRO 2014 PORTUGAL EMOTIONS CASA DA CALDEIRA Enoturismo Sabores da Rolha ROTEIRO TURÍSTICO Z. CENTRO Sabores da Rolha propõe uma visita a uma região rica em diversidade cultural e paisagística

Leia mais

Produtos Locais licenciamento, diferenciação e comercialização Análise e Propostas no Âmbito do GEVPAL

Produtos Locais licenciamento, diferenciação e comercialização Análise e Propostas no Âmbito do GEVPAL Produtos Locais licenciamento, diferenciação e comercialização Análise e Propostas no Âmbito do GEVPAL Maria José Ilhéu, DGADR Faro, 05 de junho de 2013 02-10-2013 1 GEVPAL Estratégia para a Valorização

Leia mais

REGULAMENTO DE PESCA DESPORTIVA NA ALBUFEIRA DE VASCOVEIRO

REGULAMENTO DE PESCA DESPORTIVA NA ALBUFEIRA DE VASCOVEIRO REGULAMENTO DE PESCA DESPORTIVA NA ALBUFEIRA DE VASCOVEIRO Julho 2013 PREÂMBULO A Barragem de Vascoveiro foi construída com o objetivo de fornecer água à cidade de Pinhel e a algumas freguesias do Concelho.

Leia mais

ÁREA DE REABILITAÇÃO URBANA CENTRO HISTÓRICO DE SINTRA PROGRAMA ESTRATÉGICO. Resumo Não Técnico

ÁREA DE REABILITAÇÃO URBANA CENTRO HISTÓRICO DE SINTRA PROGRAMA ESTRATÉGICO. Resumo Não Técnico ÁREA DE REABILITAÇÃO URBANA CENTRO HISTÓRICO DE SINTRA PROGRAMA ESTRATÉGICO Resumo Não Técnico GABINETE DE REABILITAÇÃO URBANA março de 2015 Direção Municipal de Ambiente, Planeamento e Gestão do Território

Leia mais

Mercados informação sectorial

Mercados informação sectorial Mercados informação sectorial Noruega Evolução da Venda de Vinhos Portugueses Fevereiro 2011 Índice 1. Generalidades 3 2. Evolução das vendas de vinho tinto 4 3. Evolução das vendas de vinho rosé 9 4.

Leia mais

Estratégia de Desenvolvimento Turístico Sustentável para as Terras do Priolo. Carta Europeia de Turismo Sustentável Terras do Priolo 21-10-2011

Estratégia de Desenvolvimento Turístico Sustentável para as Terras do Priolo. Carta Europeia de Turismo Sustentável Terras do Priolo 21-10-2011 2011 Estratégia de Desenvolvimento Turístico Sustentável para as Terras do Priolo Carta Europeia de Turismo Sustentável Terras do Priolo 21-10-2011 VISÃO: 1 As Terras do Priolo como produto turístico integrado

Leia mais

Maria João Carneiro mjcarneiro@ua.pt Diogo Soares da Silva diogo.silva@ua.pt Vítor Brandão vmbrandao@ua.pt Elisabete Figueiredo elisa@ua.

Maria João Carneiro mjcarneiro@ua.pt Diogo Soares da Silva diogo.silva@ua.pt Vítor Brandão vmbrandao@ua.pt Elisabete Figueiredo elisa@ua. Maria João Carneiro mjcarneiro@ua.pt Diogo Soares da Silva diogo.silva@ua.pt Vítor Brandão vmbrandao@ua.pt Elisabete Figueiredo elisa@ua.pt Universidade de Aveiro, Portugal Avaliar os discursos sobre o

Leia mais

Plano de Marketing Associação Portuguesa de Municípios do Vinho

Plano de Marketing Associação Portuguesa de Municípios do Vinho Escola Superior de Gestão de Santarém Licenciatura em Marketing e Publicidade Marketing II Ano Lectivo 2007/2008 Plano de Marketing Associação Portuguesa de Municípios do Vinho 1º Ano/ 2º Semestre Docente:

Leia mais

Territórios e Produtos Locais: Experiências Regionais. Ana Paula Xavier Coordenadora ADRIMINHO Ponte de Lima 25 de Novembro de 2015

Territórios e Produtos Locais: Experiências Regionais. Ana Paula Xavier Coordenadora ADRIMINHO Ponte de Lima 25 de Novembro de 2015 Territórios e Produtos Locais: Experiências Regionais Ana Paula Xavier Coordenadora ADRIMINHO Ponte de Lima 25 de Novembro de 2015 Agenda 1. A Abordagem LEADER e o movimento do desenvolvimento rural no

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº, de 2015.

PROJETO DE LEI Nº, de 2015. PROJETO DE LEI Nº, de 2015. (Do Sr. Goulart) Estabelece condições e requisitos para a classificação de Estâncias Turísticas e dá outras providências. O Congresso Nacional decreta: estâncias. Art. 1º Esta

Leia mais

Projeto de Cooperação PRODER Um outro Algarve

Projeto de Cooperação PRODER Um outro Algarve Projeto de Cooperação PRODER Um outro Algarve As três Associações de Desenvolvimento Local do Algarve, no âmbito do PRODER, estão a cooperar para criar uma marca regional para o Turismo de Natureza, uma

Leia mais

A Bandeira da Europa simboliza a União Europeia e também representa a unidade e a identidade da Europa. O circulo de estrelas douradas representa a

A Bandeira da Europa simboliza a União Europeia e também representa a unidade e a identidade da Europa. O circulo de estrelas douradas representa a Após a II Guerra Mundial alguns países europeus tiveram a ideia de se unirem para melhor resolver os seus problemas. Era necessário garantir a paz, reconstruir cidades e reorganizar o comércio. Só com

Leia mais

O USO DA INDICAÇÃO GEOGRÁFICA PARA O DESENVOLVIMENTO REGIONAL: O CASO DA CARNE DO PAMPA GAÚCHO

O USO DA INDICAÇÃO GEOGRÁFICA PARA O DESENVOLVIMENTO REGIONAL: O CASO DA CARNE DO PAMPA GAÚCHO 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 O USO DA INDICAÇÃO GEOGRÁFICA PARA O DESENVOLVIMENTO REGIONAL: O CASO DA CARNE DO PAMPA GAÚCHO Andréia Moreira da Fonseca Boechat 1, Yony Brugnolo Alves

Leia mais

Estatísticas básicas de turismo. Brasil

Estatísticas básicas de turismo. Brasil Estatísticas básicas de turismo Brasil Brasília, outubro de 2010 Estatísticas básicas de turismo Índice Páginas I - Turismo no mundo 1. Fluxo receptivo internacional 1.1 - Chegadas de turistas internacionais

Leia mais

ARRANJO PRODUTIVO LOCAL VALE DOS VINHEDOS

ARRANJO PRODUTIVO LOCAL VALE DOS VINHEDOS ARRANJO PRODUTIVO LOCAL VALE DOS VINHEDOS Design: Base de Comunicação ELABORAÇÃO Jorge Tonietto - Embrapa Uva e Vinho Jaime Milan Aprovale Períodos Evolutivos da Vitivinicultura Brasileira Período 1º Período

Leia mais

14.º Encontro de Verificadores Ambientais Desenvolvimento do EMAS a nível Comunitário. Maria Gorete Sampaio

14.º Encontro de Verificadores Ambientais Desenvolvimento do EMAS a nível Comunitário. Maria Gorete Sampaio 14.º Encontro de Verificadores Ambientais Desenvolvimento do EMAS a nível Comunitário Maria Gorete Sampaio 10 de Dezembro de 2015 ÍNDICE DA APRESENTAÇÃO ISO 14001 e integração no EMAS Estudo REFIT Revisão

Leia mais

PROGRAMA DESENVOLVIMENTO RURAL CONTINENTE 2014-2020. DESCRIÇÃO DA AÇÃO Versão: 1 Data: 28/10/2013

PROGRAMA DESENVOLVIMENTO RURAL CONTINENTE 2014-2020. DESCRIÇÃO DA AÇÃO Versão: 1 Data: 28/10/2013 PROGRAMA DESENVOLVIMENTO RURAL CONTINENTE 2014-2020 DESCRIÇÃO DA AÇÃO Versão: 1 Data: 28/10/2013 M7. AGRICULTURA E RECURSOS NATURAIS A7.5 USO EFICIENTE DA ÁGUA NA AGRICULTURA NOTA INTRODUTÓRIA O desenvolvimento

Leia mais

Estratégia de Eficiência Colectiva PROVERE. Criação de uma Região de Excelência para o Ecoturismo no Interior do Algarve e Costa Vicentina

Estratégia de Eficiência Colectiva PROVERE. Criação de uma Região de Excelência para o Ecoturismo no Interior do Algarve e Costa Vicentina Estratégia de Eficiência Colectiva PROVERE Criação de uma Região de Excelência para o Ecoturismo no Interior do Algarve e Costa Vicentina Acerca do... Turismo de Natureza Ecoturismo, Turismo Ambiental,

Leia mais

Município de Freixo de Espada à Cinta PLANO DE ACÇÃO (2009-2010) Conselho Local de Acção Social de Freixo de Espada à Cinta

Município de Freixo de Espada à Cinta PLANO DE ACÇÃO (2009-2010) Conselho Local de Acção Social de Freixo de Espada à Cinta Município de Freixo de Espada à Cinta PLANO DE ACÇÃO (2009-2010) Conselho Local de Acção Social de Freixo de Espada à Cinta FICHA TÉCNICA Relatório do Plano de Acção de Freixo de Espada à Cinta Conselho

Leia mais

FEBRE CATARRAL OVINA LÍNGUA AZUL

FEBRE CATARRAL OVINA LÍNGUA AZUL E 8 FEBRE CATARRAL OVINA LÍNGUA AZUL Álvaro Pegado Lemos de Mendonça, Diretor-Geral d qualidade de Autoridade Sanitária Veterinária Nacional, torna público que: A língua azul ou febre catarral ovina é

Leia mais

Compromisso para o Crescimento Verde e o Turismo

Compromisso para o Crescimento Verde e o Turismo www.pwc.pt Compromisso para o Crescimento Verde e o Turismo 16 Cláudia Coelho Diretora Sustainable Business Solutions da Turismo é um setor estratégico para a economia e sociedade nacional o que se reflete

Leia mais

CONHEÇA A MARCA MOÇAMBIQUE

CONHEÇA A MARCA MOÇAMBIQUE CONHEÇA A MARCA MOÇAMBIQUE Afinal o que é a Marca Moçambique? Saiba porque foi criada Conheça os seus atributos e benefícios O que reflecte o logotipo? Saiba como ajudar na sua divulgação Saiba como obter

Leia mais

EUROPAN 13 AZENHA DO MAR, ODEMIRA

EUROPAN 13 AZENHA DO MAR, ODEMIRA EUROPAN 13 AZENHA DO MAR, ODEMIRA 1. CONTEXTO TERRITORIAL EUROPAN 13 AZENHA DO MAR, ODEMIRA > CONCELHO DE ODEMIRA BAIXO ALENTEJO Situado no sudoeste de Portugal, o concelho de Odemira evidencia características

Leia mais

Atividade Turística com resultados positivos em 2014

Atividade Turística com resultados positivos em 2014 Estatísticas do Turismo 2014 28 de julho de 2015 Atividade Turística com resultados positivos em 2014 Segundo os dados provisórios da Organização Mundial de Turismo, as chegadas de turistas internacionais,

Leia mais

OBJECTIVOS DO OBSERVATÓRIO:

OBJECTIVOS DO OBSERVATÓRIO: ENQUADRAMENTO: O Observatório do Turismo de Lisboa é uma estrutura interna da Associação Turismo de Lisboa, criada em 1999. A ATL é uma associação privada de utilidade pública, que conta actualmente com

Leia mais

Olivoturismo: reforçando o valor económico e turístico dos territórios. JOSÉ MANUEL SANTOS Entidade Regional de Turismo do Alentejo/Ribatejo

Olivoturismo: reforçando o valor económico e turístico dos territórios. JOSÉ MANUEL SANTOS Entidade Regional de Turismo do Alentejo/Ribatejo : reforçando o valor económico e turístico dos territórios JOSÉ MANUEL SANTOS Entidade Regional de Turismo do Alentejo/Ribatejo APOSTA NO OLIVOTURISMO - PRINCIPAIS DRIVERS 1. Emergência de um novo modelo

Leia mais

PLANO DE PORMENOR DO PARQUE EMPRESARIAL DE PAÇÔ (3ª revisão)

PLANO DE PORMENOR DO PARQUE EMPRESARIAL DE PAÇÔ (3ª revisão) 1ª Alteração PLANO DE PORMENOR DO PARQUE EMPRESARIAL DE PAÇÔ (3ª revisão) M U N I C Í P I O D E A R C O S D E V A L D E V E Z D I V I S Ã O D E D E S E N V O L V I MENTO E C O N Ó M I C O E U R B A N I

Leia mais

Anexo 1. Solicitação de autorização para investigação

Anexo 1. Solicitação de autorização para investigação ANEXOS Anexo 1. Solicitação de autorização para investigação Anexo 2. Proposta de investigação apresentada à autarquia Anexo 3. Questionário em inglês Anexo 4. Questionário em português Anexo 5.

Leia mais

CICLO DE CRIATIVIDADE E DE INOVAÇÃO EMPRESARIAL. Mercado de Produtores Mostra de Produtos Inovadores Ateliês Concursos Workshops

CICLO DE CRIATIVIDADE E DE INOVAÇÃO EMPRESARIAL. Mercado de Produtores Mostra de Produtos Inovadores Ateliês Concursos Workshops CICLO DE CRIATIVIDADE E DE INOVAÇÃO EMPRESARIAL Mercado de Produtores Mostra de Produtos Inovadores Ateliês Concursos Workshops Os produtos da terra constituem um pilar estruturante no desenvolvimento

Leia mais

PLANO DE COMUNICAÇÃO PRODERAM 2020

PLANO DE COMUNICAÇÃO PRODERAM 2020 PLANO DE COMUNICAÇÃO DO PRODERAM 2020 Aprovado na 1.ª Reunião do Comité de Acompanhamento do PRODERAM 2020, de 3 de dezembro de 2015 ÍNDICE I. II. III. IV. V. VI. VII. INTRODUÇÃO... 3 OBJETIVOS... 5 GRUPOS-ALVO...

Leia mais

REGULAMENTO DO POSTO DE TURISMO MUNICÍPIO DE SÃO PEDRO DO SUL

REGULAMENTO DO POSTO DE TURISMO MUNICÍPIO DE SÃO PEDRO DO SUL REGULAMENTO DO POSTO DE TURISMO do MUNICÍPIO DE SÃO PEDRO DO SUL 2 PREÂMBULO Compete às câmaras municipais promover e apoiar o desenvolvimento de atividades artesanais, manifestações etnográficas, bem

Leia mais

HOTELARIA RELATÓRIO DE CONJUNTURA

HOTELARIA RELATÓRIO DE CONJUNTURA HOTELARIA RELATÓRIO DE CONJUNTURA AEP / GABINETE DE ESTUDOS Julho de 2006 A actividade da hotelaria insere-se na CAE 55 Alojamento e Restauração, que, por sua vez, integra o sector do turismo, um dos sectores

Leia mais

Turismo no espaço rural: instrumentos financeiros previstos e formação Investimento na Beira Interior Sul Expectativas PDR

Turismo no espaço rural: instrumentos financeiros previstos e formação Investimento na Beira Interior Sul Expectativas PDR Turismo no espaço rural: instrumentos financeiros previstos e formação Investimento na Beira Interior Sul Expectativas PDR informação: DGADR ADRACES GPP Paulo Pires Águas Luís Quinta-Nova Isabel Castanheira

Leia mais

ROTEIRO TURISTICO DO ALENTEJO

ROTEIRO TURISTICO DO ALENTEJO 2014 ROTEIRO TURISTICO DO ALENTEJO ROTEIRO TIPO Enoturismo Sabores da Rolha ROTEIRO ENOTURÍSTICO ALENTEJO DIA 1 Transfere do aeroporto da Portela (Lisboa) para o hotel Miraparque, (aprox. 30m). Acolhimento

Leia mais

Aluno nº: Ano: Turma: Data: 28 de maio de 2012

Aluno nº: Ano: Turma: Data: 28 de maio de 2012 E S C O L A S E C U N D Á R I A D. J O Ã O I I - S E T Ú B A L TESTE DE GEOGRAFIA A (2º ANO) Nº6/VERSÃO 02 Nome: Aluno nº: Ano: Turma: Data: 28 de maio de 2012 É obrigatório indicar a versão do teste na

Leia mais

Workshop formativo: Ampelografia das Castas do Vinho Verde I

Workshop formativo: Ampelografia das Castas do Vinho Verde I Workshop formativo: Ampelografia das Castas do Vinho Verde I numerosos sinónimos. Objectivos: A ampelografia é a disciplina da botânica e da agronomia que estuda, identifica e classifica as variedades,

Leia mais

F O Z D O I G U A Ç U GESTÃO INTEGRADA DO TURISMO

F O Z D O I G U A Ç U GESTÃO INTEGRADA DO TURISMO F O Z D O I G U A Ç U GESTÃO INTEGRADA DO TURISMO O TURISMO É UMA ATIVIDADE... Sensível Dinâmica Competitiva IMAGEM Imagem é o nosso patrimônio. NOVA IMAGEM DE FOZ Agenda positiva Mídia espontânea Calendário

Leia mais

Actual contexto do mercado turístico e perspectivas futuras. Luis Patrão Porto, 18 de Junho de 2009

Actual contexto do mercado turístico e perspectivas futuras. Luis Patrão Porto, 18 de Junho de 2009 Actual contexto do mercado turístico e perspectivas futuras Luis Patrão Porto, 18 de Junho de 2009 Portugal um dos principais destinos turísticos mundiais Turistas do Estrangeiro 12,3 milhões 12º na Europa

Leia mais

Sessão de Divulgação do Subprograma 3 do PRODER

Sessão de Divulgação do Subprograma 3 do PRODER Sessão de Divulgação do Subprograma 3 do PRODER Vendas Novas 30 de Outubro de 2012 SUBPROGRAMA 3 - Dinamização das Zonas Rurais 3.1 DIVERSIFICAÇÃO DA ECONOMIA E CRIAÇÃO DE EMPREGO 3.1.1 Diversificação

Leia mais

Territórios e atividades turísticas o Roteiro do Tejo

Territórios e atividades turísticas o Roteiro do Tejo Newsletter do Centro de Estudos Politécnicos da Golegã // setembro 2012 Territórios e atividades turísticas o Roteiro do Tejo O mapeamento turístico dos territórios tem sido, desde sempre, uma preocupação

Leia mais

A comida para os seres humanos é sempre cultura, nunca pura natureza, lembra Montanari. Cada cultura transforma o alimento em comida, que passa a ter

A comida para os seres humanos é sempre cultura, nunca pura natureza, lembra Montanari. Cada cultura transforma o alimento em comida, que passa a ter A comida para os seres humanos é sempre cultura, nunca pura natureza, lembra Montanari. Cada cultura transforma o alimento em comida, que passa a ter significações próprias, reconhecidas pelos membros

Leia mais

DESENVOLVIMENTO LOCAL DE BASE COMUNITÁRIA LEADER PRORURAL +

DESENVOLVIMENTO LOCAL DE BASE COMUNITÁRIA LEADER PRORURAL + DESENVOLVIMENTO LOCAL DE BASE COMUNITÁRIA LEADER PRORURAL + Estratégia de Desenvolvimento Local Eixos Estratégicos Qualificação e diversificação da Economia Rural através da valorização do potencial económico

Leia mais

RETRATO DO TURISMO RURAL PELO SEBRAE NACIONAL

RETRATO DO TURISMO RURAL PELO SEBRAE NACIONAL RETRATO DO TURISMO RURAL PELO SEBRAE NACIONAL PEC Nordeste - 2015 Evelynne Tabosa dos Santos Gestora Estadual do Programa de Turismo do Ceará TURISMO NO BRASIL - HISTÓRICO Atividade presente na Constituição

Leia mais

Inovação e Sustentabilidade no Turismo

Inovação e Sustentabilidade no Turismo Inovação e Sustentabilidade no Turismo Coimbra 05.Abril.2013 Miguel Mendes Turismo de Portugal, I.P. TURISMO DE PORTUGAL AUTORIDADE TURÍSTICA NACIONAL RESPONSÁVEL PELA PROMOÇÃO VALORIZAÇÃO SUSTENTABILIDADE...

Leia mais

Ranking Mundial de Juros Reais MAR/15

Ranking Mundial de Juros Reais MAR/15 Ranking Mundial de Juros Reais MAR/15 O Ranking Mundial de Juros Reais é um comparativo entre as taxas praticadas em 40 países do mundo e os classifica conforme as taxas de juros nominais determinadas

Leia mais

Revisão do Plano Diretor Municipal de Carrazeda de Ansiães Fase 4 Plano Diretor Municipal Volume III Programa de Execução

Revisão do Plano Diretor Municipal de Carrazeda de Ansiães Fase 4 Plano Diretor Municipal Volume III Programa de Execução Revisão do Plano Diretor Municipal de Carrazeda de Ansiães Fase 4 Plano Diretor Municipal Volume III Programa de Execução Janeiro 2015 E17093 RR - Planning, Lda. Av. Gomes Freire, n.º 18 2760 066 Caxias

Leia mais

SI INOVAÇÃO INOVAÇÃO PRODUTIVA E EMPREENDEDORISMO QUALIFICADO

SI INOVAÇÃO INOVAÇÃO PRODUTIVA E EMPREENDEDORISMO QUALIFICADO SI INOVAÇÃO INOVAÇÃO PRODUTIVA E EMPREENDEDORISMO QUALIFICADO CRITÉRIOS DE INSERÇÃO DE PROJECTOS NO PÓLO DE COMPETITIVIDADE E TECNOLOGIA TURISMO 2015 TIPOLOGIAS DE INVESTIMENTO ELEGÍVEIS 1. No âmbito dos

Leia mais

REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES ASSEMBLEIA LEGISLATIVA REGIONAL COMISSÃO DE ECONOMIA

REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES ASSEMBLEIA LEGISLATIVA REGIONAL COMISSÃO DE ECONOMIA PARECER SOBRE PROPOSTA DE DECRETO LEGISLATIVO REGIONAL N.º 29/2003 REGIME DE PERCURSOS PEDESTRES RECOMENDADOS NA REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES. PONTA DELGADA, 6 DE FEVEREIRO DE 2004 A Comissão de Economia

Leia mais

JORNAL OFICIAL Segunda-feira, 30 de Agosto de 2010

JORNAL OFICIAL Segunda-feira, 30 de Agosto de 2010 REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA JORNAL OFICIAL Segunda-feira, 30 de Agosto de 2010 I Série Sumário SECRETARIAREGIONAL DO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS Portaria n.º 61/2010 Aprova o Regulamento de Aplicação

Leia mais

SI INOVAÇÃO INOVAÇÃO PRODUTIVA E EMPREENDEDORISMO QUALIFICADO (RETIFICADA)

SI INOVAÇÃO INOVAÇÃO PRODUTIVA E EMPREENDEDORISMO QUALIFICADO (RETIFICADA) SI INOVAÇÃO INOVAÇÃO PRODUTIVA E EMPREENDEDORISMO QUALIFICADO CRITÉRIOS DE INSERÇÃO DE PROJETOS NO PÓLO DE COMPETITIVIDADE E TECNOLOGIA TURISMO 2015 TIPOLOGIAS DE INVESTIMENTO ELEGÍVEIS (RETIFICADA) 1.

Leia mais

Av. da Cooperação. Ed. Inditrans, Lote A1, n.º2. 5400-673 Outeiro Seco. Tel. 276340920 Fax. 276340929. E-mail: geral@adrat.pt Site: www.adrat.

Av. da Cooperação. Ed. Inditrans, Lote A1, n.º2. 5400-673 Outeiro Seco. Tel. 276340920 Fax. 276340929. E-mail: geral@adrat.pt Site: www.adrat. Av. da Cooperação. Ed. Inditrans, Lote A1, n.º2. 5400-673 Outeiro Seco. Tel. 276340920 Fax. 276340929. E-mail: geral@adrat.pt Site: www.adrat.pt A é uma associação de desenvolvimento que trabalha no meio

Leia mais

Estudo sobre o Plano de Reordenamento Urbano do Quadrante Oeste da Rua dos Navegantes da Vila de Coloane. 17 de Junho de 2012

Estudo sobre o Plano de Reordenamento Urbano do Quadrante Oeste da Rua dos Navegantes da Vila de Coloane. 17 de Junho de 2012 Estudo sobre o Plano de Reordenamento Urbano do Quadrante Oeste da Rua dos Navegantes da Vila de Coloane 17 de Junho de 2012 1 Índice 1. Antecedentes do estudo e situação actual 2. Área do estudo e objectivos

Leia mais

RESTAURANTE DO FUTURO

RESTAURANTE DO FUTURO RESTAURANTE DO FUTURO LEADING TENDENCIES CARLOS COSTA IDTOUR UNIQUE SOLUTIONS/ UNIVERSIDADE DE AVEIRO PESO DA RÉGUA, 13.JANEIRO.2011 PARCEIROS DO PROJECTO CAROLINA GAUTIER / ISABEL MARTINS JOSÉ BRÁS /

Leia mais

Plano de Actividades Ano de 1999

Plano de Actividades Ano de 1999 Plano de Actividades Ano de 1999 O ano de 1999 ficará assinalado pela reorganização da Central de Reservas com o lançamento da CENTER - Central Nacional de Turismo no Espaço Rural. CENTER - Central Nacional

Leia mais

Ações de capacitação empresarial

Ações de capacitação empresarial AÇÕES COLETIVAS - ATIVIDADES DE APOIO À EXPORTAÇÃO Acores Export -2016 Introdução Este documento é desenvolvido com base na informação recolhida junto das principais empresas exportadoras que contribuíram

Leia mais

Inovação Tecnológica na WEG

Inovação Tecnológica na WEG Seminário Inovação e Desenvolvimento Econômico Como superar a dependência tecnológica brasileira? Inovação Tecnológica na WEG Siegfried Kreutzfeld Diretor Superintendente WEG Equipamentos Elétricos S.A.

Leia mais

Município de Torres Vedras

Município de Torres Vedras Município de Torres Vedras Reunião da Rede CiViTAS Espanha e Portugal Cidades Pequenas e Médias da Rede CiViTAS Espanha e Portugal. Torres Vedras, 5 de Março de 2012. MOBILIDADE SUSTENTÁVEL URBANA EM CIDADES

Leia mais

José Manuel Pereira Alho RESUMO CURRICULAR

José Manuel Pereira Alho RESUMO CURRICULAR José Manuel Pereira Alho RESUMO CURRICULAR 2013 NOME: MORADA: CONTATOS: IDENTIFICAÇÃO: José Manuel Pereira Alho Estrada de Fátima,1150A, Atouguia 2490-053 OURÉM josemalho@gmail.com +351966021635 Bilhete

Leia mais

SÍNTESE BARRA DO GARÇAS RP IV

SÍNTESE BARRA DO GARÇAS RP IV SÍNTESE BARRA DO GARÇAS RP IV Realizar projetos para destinação de resíduos sólidos * Meio Ambiente Desenvolver programas de educação ambiental Apresentar pequenos e médios projetos de recuperação (seqüestro

Leia mais

Anticorrupção e Compliance Empresarial

Anticorrupção e Compliance Empresarial Anticorrupção e Compliance Empresarial Convenções Internacionais Convenção Interamericana contra a Corrupção (OEA, 1996) (Brasil, 2002) Convenção da OCDE contra Suborno Transnacional (OCDE, 1997) (Brasil,

Leia mais

Perguntas Freqüentes

Perguntas Freqüentes 1. ENADE Perguntas Freqüentes 1.1. Qual a legislação pertinente ao Enade? Lei nº. 10.861, de 14 de abril de 2004: Criação do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes) Portaria Normativa

Leia mais

Distribuição Geográfica dos Pontos de Coleta de Dados

Distribuição Geográfica dos Pontos de Coleta de Dados Distribuição Geográfica dos Pontos de Coleta de Dados Nº de Entrevistados da Pesquisa: 39.000 pessoas Nº de locais das entrevistas: 27 15 em aeroportos internacionais, que representam 99% do fluxo internacional

Leia mais

SEMINÁRIO: DESAFIOS AO TURISMO EM MEIO RURAL

SEMINÁRIO: DESAFIOS AO TURISMO EM MEIO RURAL SEMINÁRIO: DESAFIOS AO TURISMO EM MEIO RURAL Turismo Rural e Territórios Estratégias de Desenvolvimento: Desenvolvimento de Clusters de turismo rural Palmela, 7 novembro 2012 Nuno Fazenda Agenda 1. Breves

Leia mais

O contributo do Enoturismo para o desenvolvimento regional: o caso das Rotas dos Vinhos

O contributo do Enoturismo para o desenvolvimento regional: o caso das Rotas dos Vinhos O contributo do Enoturismo para o desenvolvimento regional: o caso das Rotas dos Vinhos Cristina Barroco Novais Escola Superior de Tecnologia - Instituto Politécnico de Viseu cbarroco@estv.ipv.pt Joaquim

Leia mais

Uma abordagem à visão de Portugal

Uma abordagem à visão de Portugal Uma abordagem à visão de Portugal Como é que os operadores turísticos podem contribuir para um novo posicionamento XXXVIII Congresso da APAVT: Potenciar Recursos, Romper Bloqueios, Ganhar Mercado painel

Leia mais

DOSSIER FESTA DO VINHO E PRODUTOS REGIONAIS 2006-2011

DOSSIER FESTA DO VINHO E PRODUTOS REGIONAIS 2006-2011 FESTA DO VINHO PRODUTOS REGIONAIS & TURISMO DOSSIER FESTA DO VINHO E PRODUTOS REGIONAIS 2006-2011 Índice Parcerias 3 Breve Caracterização 4 Edição 2011 5 Edição 2010 7 Edição 2009 9 Edição 2008 10 Edição

Leia mais

FAZER NEGÓCIOS EM MERCADOS ESTRATÉGICOS

FAZER NEGÓCIOS EM MERCADOS ESTRATÉGICOS FAZER NEGÓCIOS EM MERCADOS ESTRATÉGICOS Brasil Panorama Geral Economia Fortalecida Um dos primeiros países do mundo a apresentar PIB positivo no 2º trimestre de 2009 Auto-suficiência da matriz energética

Leia mais

CARTA CIRCULAR Nº 15 Aos Estabelecimentos. Órgão do Sistema de Credito Rural

CARTA CIRCULAR Nº 15 Aos Estabelecimentos. Órgão do Sistema de Credito Rural CARTA CIRCULAR Nº 15 Aos Estabelecimentos. Órgão do Sistema de Credito Rural O artigo 44 do decreto n º 58.380, de 10.5.66 confere ao Banco Central o encargo de treinamento de pessoal dos estabelecimentos,

Leia mais

PLANO DESENVOLVIMENTO SOCIAL MAFRA 2013-2015

PLANO DESENVOLVIMENTO SOCIAL MAFRA 2013-2015 PLANO DESENVOLVIMENTO SOCIAL MAFRA 2013-2015 APROVADO EM SESSÃO PLENÁRIA DO CLAS 21 DE MAIO DE 2013 1 NOTA INTRODUTÓRIA O Diagnóstico Social constituiu a base de trabalho da ação dos Parceiros Locais.

Leia mais

Plano de Desenvolvimento do Alto Minho

Plano de Desenvolvimento do Alto Minho Plano de Desenvolvimento do Alto Minho Síntese dos focus group preparatórios sobre o tema Como tornar o Alto Minho uma região resiliente 1. Sustentabilidade 2. Coesão 3. Flexibilidade e adaptabilidade

Leia mais

URBAN II Em apoio do comércio e do turismo

URBAN II Em apoio do comércio e do turismo [Página 1 capa] Utilizar da melhor forma os fundos estruturais URBAN II Em apoio do comércio e do turismo O que é e sugestões para candidaturas a projectos bem sucedidas Com esta publicação, a DG Empresa

Leia mais

Capítulo 1- Agências de Viagem

Capítulo 1- Agências de Viagem Capítulo 1- Agências de Viagem 1.1- Quadro Sinótico Relativamente ao D.L. n.º 199/2012, de 24 de agosto, transcrito de seguida, os seus artigos n.º s 2, 3, 4, 5 e 6 foram omitidos neste trabalho. Neles

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE SAMPAIO

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE SAMPAIO 10º Ano Disciplina: Turismo Informação e Animação Turística Ano Letivo 2015/1 MÓDULO 1 CONCEITOS E FUNDAMENTOS DO TURISMO 1. O Conceito do Turismo 1.1. Noção de Turismo 1.2. Classificações do Turismo 1..

Leia mais

Sessão de Divulgação do Subprograma 3 do PRODER

Sessão de Divulgação do Subprograma 3 do PRODER Sessão de Divulgação do Subprograma 3 do PRODER Vendas Novas 27 de Janeiro de 2012 SUBPROGRAMA 3 - Dinamização das Zonas Rurais 3.1 DIVERSIFICAÇÃO DA ECONOMIA E CRIAÇÃO DE EMPREGO 3.1.1 Diversificação

Leia mais

A REFORMA DA PAC E O APOIO À ACTIVIDADE DE RESINAGEM. Francisco Avillez (Prof. Emérito do Isa/UTL e Coordenador Científico da AGROGES)

A REFORMA DA PAC E O APOIO À ACTIVIDADE DE RESINAGEM. Francisco Avillez (Prof. Emérito do Isa/UTL e Coordenador Científico da AGROGES) A REFORMA DA PAC E O APOIO À ACTIVIDADE DE RESINAGEM Francisco Avillez (Prof. Emérito do Isa/UTL e Coordenador Científico da AGROGES) Esquema da apresentação: Objectivos da PAC pós-2013 Orientações propostas

Leia mais