RESERVA NATURAL LOCAL DO SAPAL DO RIO COINA E MATA NACIONAL DA MACHADA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "RESERVA NATURAL LOCAL DO SAPAL DO RIO COINA E MATA NACIONAL DA MACHADA"

Transcrição

1 PROPOSTA DE CRIAÇÃO DA RESERVA NATURAL LOCAL DO SAPAL DO RIO COINA E MATA NACIONAL DA MACHADA Relatório das Sessões de Participação DISCUSSÃO PÚBLICA Relatório das Sessões de Participação Pública 1 MARÇO 2012

2 Ficha Técnica DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS E ENGENHARIA DO AMBIENTE Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT) da Universidade Nova de Lisboa (UNL) Tel Prof. Doutor João Farinha Eng.ª Carmen Quaresma Dr.ª Maria José Sousa Eng. André Alves Relatório das Sessões de Participação Pública 2

3 ÍNDICE 1. ENQUADRAMENTO INTRODUÇÃO PRINCIPAIS RESULTADOS DAS SESSÕES DE PARTICIPAÇÃO Sessão de Participação Comunidade Escolar Sessão de Participação Entidades Sessão de Participação População ANEXOS Anexo I - Guião do Questionário à Comunidade Escolar Eu e a Reserva Natural Local do Sapal do Rio Coina e Mata Nacional da Machada Anexo II - Listagem das respostas à questão "O que gostarias que a Reserva Natural Local tivesse para ser mais atrativa para ti?" Anexo III - Bolsa de Jovens Voluntários para a Reserva Natural Local Anexo IV Lista de Participantes da Sessão de Participação Entidades do dia 27 de Março Anexo V Lista de Participantes da Sessão de Participação População do dia 28 de Março Relatório das Sessões de Participação Pública 3

4 1. ENQUADRAMENTO A Câmara Municipal do Barreiro (CMB), através da Divisão de Sustentabilidade Ambiental, promoveu durante o mês de Março um conjunto de três Sessões Públicas de Participação a propósito da Criação da Reserva Natural Local do Sapal do Rio Coina e Mata Nacional da Machada. As Sessões Públicas de Participação tiveram lugar em diferentes dias e locais consoante o público-alvo pretendido: Comunidade Escolar 21 Março 2012 no Auditório da Escola Secundária de Santo André. Entidades 27 Março 2012 no Auditório da Biblioteca Municipal. População em geral 28 Março 2012 no Auditório da Biblioteca Municipal. Estas sessões encontram-se integradas no período de Discussão Pública da proposta de criação da reserva natural local que visa a recolha de observações e sugestões sobre a classificação da área protegida. 2. INTRODUÇÃO A abertura de todas as Sessões Públicas de Participação esteve a cargo do Sr. Presidente da Câmara Municipal do Barreiro, Carlos Humberto de Carvalho, que realçou a criação da Reserva Natural Local do Sapal do Rio Coina e Mata Nacional da Machada como elemento estratégico para a sustentabilidade do Concelho, da Península de Setúbal e da Região do ponto de vista paisagístico, cultural, histórico e lúdico. Figura 1: Intervenção do Sr. Presidente da Câmara, Carlos Humberto de Carvalho na sessão do dia 27 Março Relatório das Sessões de Participação Pública 4

5 Referiu igualmente que, apesar da importância económica do Sapal do Rio Coina e da Mata Nacional da Machada, a criação da reserva tem como principal objectivo a defesa, a preservação e o usufruto destes locais pela população de uma forma equilibrada e sustentada. É preciso ter uma visão global e integradora de médio e longo prazo, aludiu o Sr. Presidente da Câmara referindo-se à necessidade de se continuar a trabalhar para que os objectivos que agora se propõem sejam concretizados e para que se possam tomar medidas de uma forma sistemática e paulatina com vista à valorização deste património, nomeadamente da zona ribeirinha. Terminou, saudando todas as entidades e cidadãos que, individualmente ou colectivamente, têm nos últimos anos colaborado na preservação e na dinamização desta área de elevado valor natural. A criação da Reserva Natural Local é apenas mais um passo no sentido da utilização cada vez mais natural equilibrada e do Sapal e da Mata. Esta classificação não é o fim de um processo, é apenas mais um passo dentro de uma visão cada vez mais clara e integrada do que pretendemos para o desenvolvimento do concelho de Barreiro e do seu papel na região e no País. Seguiu-se a intervenção do Vereador Nuno Banza, que detém responsabilidades municipais na área da Sustentabilidade Ambiental e que esteve presente em todas as sessões de participação à excepção do dia 27 de Março em que foi representado pela Dr.ª Andreia Pereira, Chefe de Divisão de Sustentabilidade Ambiental, que começou por agradecer a todos os cidadãos e entidades, que ao longo dos últimos anos deram o seu contributo para a conservação dos valores em presença no Sapal do Rio Coina e na Mata Nacional da Machada. Figura 2: Intervenção do Vereador Nuno Banza na sessão do dia 28 Março Relatório das Sessões de Participação Pública 5

6 O Vereador fez um enquadramento histórico sobre as diferentes propostas e estudos que se fizeram neste território, remontando ao ano de 1992 com a proposta de criação do Parque Ambiental do Barreiro que teve alguma dinamização por parte do Corpo Nacional de Escutas mas acabou por não alcançar os objectivos inicialmente previstos. Em 2008, no seguimento da publicação do Decreto-Lei n.º 142/2008, de 24 de Julho, que estabelece o regime jurídico da conservação da natureza e biodiversidade e cria a possibilidade de criação de áreas protegidas de âmbito local, a autarquia dá início a um conjunto de trabalhos de promoção e divulgação do Sapal do Rio Coina e da Mata da Machada, realizando alguns estudos científicos de levantamento da fauna e flora que permitiram obter um conhecimento profundo da biodiversidade existente nesta área, nomeadamente sobre a existência de diversas espécies com estatutos de conservação. Em Maio de 2010 iniciou-se o processo de classificação tendo-se realizado inúmeras acções inseridas na Agenda de Actividades Ambiente e Biodiversidade, onde decorreu um período informal de consulta pública que teve como objectivo envolver a população desde o início do processo. Ao longo de 2011, foram ainda realizadas alguns trabalhos de âmbito científico e de forma a envolver a população, teve lugar uma sessão de participação pública sobre a Mata da Machada e o Sapal do Rio Coina (Setembro). Dada a pertinência e actualidade do tema em questão, a Autarquia organizou uma Conferência sobre Áreas Protegidas Locais em Outubro. No final do ano de 2011, depois de todo o trabalho e estudos desenvolvidos, foi possível chegar a uma Proposta de Regulamento e de delimitação da Reserva Local. O Vereador referiu ainda que a proposta de Reserva Local do Sapal do Rio Coina e da Mata Nacional da Machada representa 23% do território do concelho (830 ha) e que, parte deste território, já possuía inúmeros estatutos de protecção, acrescentando que um dos nossos objectivos é a agregação de todas essas figuras de protecção. A criação de uma estrutura formal como uma Reserva Natural orientada para a conservação dos valores naturais em presença é uma forma de agilizar os procedimentos e levar para o terreno acções concretas. Quanto às vantagens da classificação, o Vereador elencou as seguintes: Conservar os valores naturais em presença; Contribuir para uma mudança da imagem do concelho; Reforçar a ligação ao Rio; Destacar algumas componentes culturais ligadas aos Descobrimentos; Promover capacidade de atracção dentro da AML; Garantir uma gestão sustentável do território; Facilitar o acesso de financiamento externo. Relatório das Sessões de Participação Pública 6

7 O Vereador terminou a sua intervenção informando que o período de discussão pública decorre de 22 de Março a 10 de Abril de 2012, onde esperam receber contributos não só para a delimitação da reserva como também para a proposta de regulamento. Para terminar o plenário inicial foi projectada uma reportagem televisiva sobre a Reserva Natural Local do Barreiro que poderá ser visualizado aqui. 3. PRINCIPAIS RESULTADOS DAS SESSÕES DE PARTICIPAÇÃO 3.1 Sessão de Participação Comunidade Escolar A sessão de participação com a comunidade escolar decorreu no dia 21 de Março de 2012, Dia Mundial da Árvore, no Auditório da Escola Secundária de Santo André no Barreiro. Dirigida a um público escolar a sessão contou com a presença de Carlos Humberto de Carvalho, Presidente da Câmara Municipal do Barreiro; Nuno Banza, Vereador responsável pela Divisão de Sustentabilidade Ambiental; Maria Arlete Cruz, Directora da Escola Secundária de Santo André no Barreiro; Prof. José Baptista, Professor do Grupo de Ciências e Biologia; e João Farinha, Professor e Coordenador da Equipa da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa, entidade convidada a moderar as sessões de participação. Após as intervenções iniciais, e de forma a obter a opinião dos estudantes no processo de criação da Reserva Natural Local do Barreiro foram efectuadas duas actividades: 1ª Actividade: Indicação da frequência de visita à Mata da Machada. 2ª Actividade: Preenchimento do Inquérito Eu e a Reserva Natural Local do Sapal do Rio Coina e Mata Nacional da Machada". RESULTADOS DA 1.ª ACTIVIDADE No início da Sessão de Participação os jovens foram convidados a realizar uma pequena actividade inicial. Sob o lema "Eu e as Minhas Idas à Mata da Machada" procurou-se perceber se os jovens conheciam a Mata da Machada e com que frequência a visitavam. Para tal, cada participante dispunha de uma marca colorida (azul) para colocar na referência apresentada que mais se adequasse à sua situação (Figura 3). No total, foram colocadas 99 marcas coloridas. Relatório das Sessões de Participação Pública 7

8 Figura 3 - Resultados finais e imagens da actividade "Eu e as Minhas Idas à Mata da Machada". O resultado desta primeira actividade revela que a maioria dos jovens já visitou a Mata da Machada (98%). Quanto à frequência com que o fazem, 57,6% dos jovens visitam a Mata da Machada 1 a 2 vezes por ano e 40,5% fazem-no com uma regularidade que varia entre 1 vez por mês a 1 vez por semana (Gráfico 1). Na Sessão Plenária, o Professor Doutor João Farinha, apresentou os resultados gerais da actividade inicial "Eu e as Minhas Idas à Mata da Machada" começando por perguntar, a quem nunca visitou a Mata a Machada ou apenas o faz uma vez por ano, quais os motivos. Em resposta a esta questão, foram elencados vários motivos: Nunca fui 2% 1 vez por ano 25% 2 vezes por ano 33% 1 vez por mês 28% 1 vez por semana 5% 2 vezes por mês 7% Gráfico 1: Frequência de ida à Mata da Machada. "Moro longe"; "As pessoas não vão tanto por falta de oportunidade, por dificuldade de acessibilidade e falta de transportes públicos mais frequentes"; Relatório das Sessões de Participação Pública 8

9 "Fui integrado numa visita de estudo"; "As actividades são pouco divulgadas". De seguida foi perguntado aos jovens que visitam a Mata da Machada todas as semanas porque o fazem. Os jovens referiram que: "Vou todas as semanas andar de bicicleta"; "Vou pelo ambiente que me rodeia"; "Moro na cidade e é fácil o acesso"; "Vou de autocarro e costumo ir correr para a Mata". O Professor Doutor João Farinha solicitou depois "opiniões e sugestões daquilo que poderia ser feito para tornar a Mata um local mais apelativo e mais vivido. Os resultados apresentamse de seguida: "Fomento da segurança contra assaltos"; "Criação de uma ciclovia até lá"; "Criação de um restaurante com comida vegetariana"; "Limpeza regular da Mata"; "Poder nadar no lago"; "Actividades radicais como rapel"; "Poder fazer campismo num espaço organizado para tal"; "Criação de um café com esplanada"; "Criação de espaços para tiro ao arco, paintball e laser tag"; "Actividades ligadas à fotografia nomeadamente fotografia de natureza"; "Subida do Rio Coina"; "Poder alugar bicicletas". Figura 4: Plateia de alunos na sessão do dia 21 Março Relatório das Sessões de Participação Pública 9

10 RESULTADOS DA 2ª ACTIVIDADE Na segunda actividade os alunos foram convidados a preencher o inquérito Eu e a Reserva Natural Local do Sapal do Rio Coina e Mata Nacional da Machada", cujo guião encontra-se no Anexo I. Das 91 respostas obtidas, 97,8% dos jovens disseram já terem visitado a Mata da Machada. O Sapal do Rio Coina é mais desconhecido para os jovens: apenas 38,5% dos jovens referiram já terem visitado o Sapal do Rio Coina contra os 61,5% dos que referiram nunca o terem feito. A grande maioria dos jovens que visita estes locais fá-lo por iniciativa própria (78%), cerca de 18% visitaram estes locais inseridos numa visita de estudo, 3% com os escuteiros e 1% com a família. Em resposta à pergunta "O que mais gostas nestes locais?" (Gráfico 2), os jovens destacaram o "Ar puro e o contacto com a natureza", "Passear e fazer desporto ao ar livre", o "Sossego" e a "Paisagem e as árvores". A "Observação das aves" e a realização de piqueniques foram também referidos com menor frequência. Ar puro e contacto com a natureza 89,0% Passear e fazer desporto ao ar livre 76,9% Sossego 67,0% Paisagem e as árvores 50,5% Observação das aves 14,3% Outros 2,2% Gráfico 2 - Resultados da questão "O que mais gostas nestes locais?". Em relação à pergunta "O que menos gostas nestes locais?", os jovens destacaram "São isolados e pode haver insegurança e assaltos"; "São longe de onde moro e os acessos são difíceis"; e "Há lixos e os espaços estão pouco cuidados". Foram, ainda, apontados aspectos como: "Não sei que actividades posso lá fazer"; "Não há lá coisas que eu goste de fazer"; "Falta de tempo"; "Trilhos mal feitos". Relatório das Sessões de Participação Pública 10

11 O Gráfico 3 mostra os resultados globais obtidos em resposta a esta questão. São isolados e pode haver insegurança e assaltos São longe de onde moro e os acessos são difíceis 37,4% 36,3% Há lixos e os espaços estão pouco cuidados 13,2% Não sei que atividades possa lá fazer 7,7% Outros 3,3% Não há lá coisas que eu goste de fazer 2,2% Gráfico 3 - Resultados da questão "O que menos gostas nestes locais?". Em resposta à pergunta "O que gostarias que a Reserva Natural Local tivesse para ser mais atractiva para ti?", os jovens referiram várias actividades que gostariam de lá realizar, mas também alguns equipamentos e infra-estruturas que, no seu entender, são importantes para tornar estes locais mais atractivos. No Anexo II podem ser consultadas todas as respostas obtidas. Em síntese, os alunos destacaram as actividades desportivas, em especial as actividades radicais, e as actividades de recreio e lazer que mais interesse despertam nos jovens. Actividades como slide, rapel, paintball e laser tag; actividades aquáticas; actividades para grupos e para famílias; actividades envolvendo os fuzileiros; desfiles de moda; limpeza dos espaços; workshops de fotografia; poder nadar no lago, foram as mais mencionadas pelos jovens. A melhoria dos acessos à Reserva Natural Local é uma questão fundamental para a atractividade do espaço. Os jovens sugeriram a criação de uma ciclovia com ligação à Mata da Machada; mais sinalização; e mais e maior frequência dos transportes públicos. Outro dos aspectos mais mencionados pelos jovens para que a Reserva Natural Local seja mais atractiva prende-se com a divulgação das actividades e dos espaços existentes. Segundo os participantes, é fundamental uma boa divulgação das actividades a desenvolver, assim como, dar a conhecer os valores existentes para captar interesse e uma maior participação e envolvimento das pessoas. Nesse sentido, foram referidos aspectos como a criação de locais de observação da fauna; a criação de percursos de natureza (bem identificados); e actividades de observação dos animais, assim como, a realização de visitas guiadas para dar a conhecer a fauna e a flora locais. Relatório das Sessões de Participação Pública 11

12 Sobre os possíveis usos para a Reserva Natural Local, foram mencionados a criação de uma zona para campismo; um restaurante / café com esplanada e a instalação de sanitários; o aproveitamento do lago existente para a criação de uma piscina natural; um parque de actividades radicais e a realização de um Festival de Verão. De entre as ideias mencionadas, surge também com alguma força, o fomento da segurança da Mata da Machada com mais iluminação e mais vigilância do espaço; mais limpeza e um melhor aproveitamento do espaço. Quanto à questão "Gostarias de fazer voluntariado na Reserva Natural Local?", as opiniões dos jovens dividiram-se entre o sim (47,3%) e o não (47,3%) e os restantes 4,4% que não preencheram este campo ou que o fizeram mas não deixaram qualquer contacto. No total, 43 jovens manifestaram interesse em ser voluntários na Reserva Natural Local, podendo-se constituir uma Bolsa de Jovens Voluntários. No Anexo III apresenta-se a listagem dos jovens que responderam positivamente e que deixaram um contacto de ou telefónico. A última questão colocada aos jovens tinha a ver com a avaliação da Sessão de Participação. Pretendia-se que os jovens indicassem, numa escala de 1 (pouco esclarecedora) a 5 (muito esclarecedora), a sua opinião relativamente à sessão de participação. Foi pouco esclarecedora Foi muito esclarecedora % 1,3% 13,4% 60,0% 25,3% Quadro I - Resultados finais da avaliação da Sessão de Participação (%). Os resultados obtidos mostram que a maioria dos jovens (85,3%) considerou a sessão esclarecedora. Figura 5: Participação dos alunos na sessão do dia 21 Março Relatório das Sessões de Participação Pública 12

13 3.2 Sessão de Participação Entidades A sessão de participação com as entidades que constituem o Conselho Consultivo da Reserva Natural e com as entidades que habitualmente colaboram com o Centro de Educação da Mata da Machada e Sapal do Rio Coina decorreu no dia 27 de Março de 2012 no Auditório da Biblioteca Municipal do Barreiro. Contou com a presença de mais de duas dezenas de participantes. A sessão contou com a presença de Carlos Humberto de Carvalho, Presidente da Câmara Municipal do Barreiro; Andreia Pereira, Chefe da Divisão de Sustentabilidade Ambiental; e João Farinha, Professor e Coordenador da Equipa da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa, entidade convidada a moderar as sessões de participação. De forma a obter a opinião das diversas entidades representadas (Anexo IV) no processo de criação da Reserva Natural Local do Barreiro foram efectuadas quatro actividades: 1ª Actividade: Indicação da frequência de visita à Mata da Machada. 2ª Actividade: Identificação numa fotografia aérea da Reserva Natural Local das áreas de grande valor natural; das áreas carentes de requalificação; e das áreas de potencial conflito. 3ª Actividade: UMA COMISSÃO DE GESTÃO DE EXCELÊNCIA. Como é que Nós nos devíamos articular para que a Gestão da Reserva Natural Local seja de grande qualidade? 4ª Actividade: QUAIS SÃO OS INTERLOCUTORES LOCAIS QUE SE RELACIONAM COM A MINHA INSTITUIÇÃO? Ou seja, que entidades, agentes económicos ou outros actores locais me solicitam autorizações, serviços, etc.? RESULTADOS DA 1.ª ACTIVIDADE No início da Sessão de Participação os participantes foram convidados a realizar uma pequena actividade inicial. Sob o lema "Eu e as Minhas Idas à Mata da Machada" procurou-se perceber se os participantes conheciam a Mata da Machada e com que frequência a visitavam. Para tal, cada participante dispunha de uma marca colorida (vermelha) para colocar na referência apresentada que mais se adequasse à sua situação (Figura 6). No total, foram colocadas 20 marcas coloridas. Figura 6: Participação na 1ª Actividade do dia 27Março Relatório das Sessões de Participação Pública 13

14 O resultado desta primeira actividade revela que a maioria dos participantes já visitou a Mata da Machada (95%). Quanto à frequência com que o fazem, 25% dos participantes visitam a Mata da Machada 1 a 2 vezes por ano e 70% fazem-no com uma regularidade que varia entre 1 vez por mês a 1 vez por semana (Gráfico 4). Nunca fui 5% 1 vez por ano 15% 2 vezes por ano 10% 1 vez por mês 15% 1 vez por semana 20% 2 vezes por mês 35% RESULTADOS DA 2.ª ACTIVIDADE Gráfico 4: Frequência de ida à Mata da Machada. No início da Sessão de Participação foi solicitado aos participantes que numa fotografia aérea da Reserva Natural Local identificassem as áreas de (i) grande valor natural; (ii) carentes de requalificação; e (iii) de potencial conflito. Para tal, cada participante recebeu três pioneses de cores diferentes, de acordo com o seguinte significado: Áreas de Grande Valor Natural Áreas Carentes de Requalificação Áreas de Potencial Conflito Figura 7 Imagens da 2ª Actividade Inicial Identificação dos Territórios. Relatório das Sessões de Participação Pública 14

15 Esta actividade teve uma razoável adesão por parte dos participantes, tendo sido colocadas 50 marcas repartidas pelas três cores. O resultado obtido mostra algum consenso entre os participantes. Assim: Áreas de Grande Valor Natural - Foram identificadas como áreas de grande valor natural as margens do Rio Coina junto à Quinta da Romagem e alguns locais da Mata da Machada, nomeadamente junto aos fontanários e casas dos guardas florestais e junto à NATO. Áreas Carentes de Requalificação - Foram identificadas como áreas carentes de requalificação a Estrada nacional 10-3; a área adjacente ao Moinho de Maré de Palhais na Quinta dos Moinhos; e a área da várzea do rio Coina a sul da ponte. Áreas de Potencial Conflito - Foram identificadas como áreas de potencial conflito a área da várzea do rio Coina a sul da ponte e o limite norte da Mata da Machada junto à Estrada Nacional Esta última área foi referenciada pois é ladeada por uma via de muito tráfego e de desaceleração do IC21 facilitando o lançamento de cigarros e de lixo das janelas dos veículos que muitas das vezes originam fogos sendo este local o principal ponto de entrada dos fogos florestais na Mata da Machada. Os participantes manifestaram aqui a sua preocupação não só com a salvaguarda da área da reserva como também das áreas adjacentes que se deveriam constituir como zonas tampão. RESULTADOS DA 3.ª ACTIVIDADE Nesta actividade os participantes receberam uma ficha com quatro post-its e em cada post-it deveriam identificar sugestões com vista à constituição de uma Comissão de Gestão de Excelência, respondendo à seguinte questão: Como é que Nós nos devíamos articular para que a Gestão da Reserva Natural Local seja de grande qualidade? Receberam-se 32 contributos que estão transcritos na íntegra na tabela seguinte. Figura 8: Identificação de sugestões com vista à constituição de uma Comissão de Gestão de Excelência. Relatório das Sessões de Participação Pública 15

16 Tabela 1: Resultados da Actividade Uma Comissão de Gestão de Excelência. Sugestões para uma Comissão de Gestão de Excelência A área norte da Quinta de São Vicente deveria constituir um prolongamento natural/ físico da Mata Nacional. A gestão da reserva natural deve ser articulada com o futuro ICNF. A reserva natural deve ser dotada de uma equipa técnica própria. A Reserva Natural Local deve ser gerida por uma entidade municipal com observância de pareceres do ICNB; CCDR-LVT; Fiscalização; Prevenção da Câmara Municipal do Barreiro; SEPNA/ GNR; Bombeiros Voluntários do Barreiro (Gabinete de Protecção Civil e GIF); da legislação específica já existente; da protecção do habitat natural; do regulamento municipal de resíduos. Definir os objectivos: - Protecção do ordenamento do território e domínio hídrico; - Acessos e utilização dos espaços inseridos nos 800 ha; - Protecção regular dos perímetros envolventes da mata e do sapal. Acções de prevenção conjunta de incêndios, levando os nossos sócios (Fidalbyke) e amigos a patrulhar a área durante os seus passeios na reserva. Acções e utilização da reserva natural com a intenção da sua preservação, realizando iniciativas desportivas ambientais e acções de limpeza da mata. Aceitação de propostas de actividades de cariz ambiental dos clubes e associações de pescadores e ambientais. Actividade vinculativa por ONG no Conselho Consultivo. Apoio técnico e formação na área do ambiente. Conselho Consultivo ligado por Plataforma Colaborativa. Contagem de espécies para análise anual dos índices de frequência na zona. Marcação de espécies piscícolas para estudo eventual que possa ajudar a encaminhar a gestão para o que efectivamente é necessário fazer. Criar e utilizar caminhos e trilhos dedicados à prática do nosso desporto, o BTT, para evitar a utilização de outros espaços mais conservados e mais importantes a nível de protecção. Definição prévia das áreas de competência e decisão de actuação das entidades para criação de uma plataforma partilhada comum mas segmentada, com área pública de submissão de pedidos de informação. Envolvimento directo das associações ambientais, de pescadores desportivos e pescadores profissionais, como co-responsáveis pela protecção da zona. Relatório das Sessões de Participação Pública 16

17 Sugestões para uma Comissão de Gestão de Excelência Equipa de 1ª intervenção rápida de incêndio por parte da Escola de Fuzileiros, até à chegada dos bombeiros. Este período decorre na altura do Verão. Equipa de gestão que recorre ao conselho consultivo através da plataforma electrónica colaborativa. Existência de um contacto telemóvel/ para informações em tempo útil sobre questões colocadas pelos cidadãos sobre utilização destes locais. Grande confiança no projecto. Grande esclarecimento à população. Identificação de um interlocutor para esta temática em cada entidade, para criação conjunta da plataforma, sua estrutura, áreas e workflow. Iniciativas de informação e formação dos participantes nas nossas actividades para o cuidado a ter na conservação da reserva, em conjunto com a CMB. Maior interligação entre as instituições. Motivar todas as organizações lúdico/ desportivas para a necessidade da preservação do espaço. O centro ambiental da Mata da Machada e Sapal de Coina deve ter mais poder de decisão para melhorar o seu funcionamento. O conselho consultivo tem de reunir muito periodicamente e articular-se de forma operacional para que possa existir um Plano de Actividades e um Plano de Investimento. O poder central; os Bombeiros; a Guarda Nacional Republicana; a Polícia de Segurança Pública; a Protecção Civil; a Junta de Freguesia e os utentes da mata e do sapal, todos em conjunto devem participar para manter e enriquecer este património. Organização de actividades de educação ambiental, envolvendo a participação de clubes de pescadores e associações ambientais. Os pareceres devem ser dados por todas as entidades com competências administrativas e operacionais na matéria alvo de parecer. Participação activa dinâmica na utilização por todos os cidadãos. Reuniões regulares com todas as instituições envolvidas, incluindo as associações de pescadores e associações ou secções ambientais do concelho. Sem estarem definidas, em termos concretos, as entidades que decidem e disponibilizam apoio financeiro, técnico e jurídico, tenho dificuldade em entender a concretização deste projecto. Troca de informação na área da biodiversidade. Relatório das Sessões de Participação Pública 17

18 RESULTADOS DA 4.ª ACTIVIDADE Como última actividade foi solicitado que as instituições presentes identificassem os interlocutores que usualmente se relacionam com a sua instituição, ou seja, que entidades, agentes económicos ou outros actores locais solicitam autorizações, serviços, etc. Sete instituições responderam à questão. Os resultados são apresentados de seguida: Pescadores de água doce Proprietários florestais (montado de sobro) SEPNA AFN Madeireiros acreditados para a irradicação do nemátodo do pinheiro Prestadores de serviços na exploração florestal Caçadores Instituições de solidariedade Junta de Freguesia do Lavradio e outras Escolas do Concelho Fidalbyke Ass. e clubes desportivos Lojas e comércio da região CMB Relatório das Sessões de Participação Pública 18

19 Câmara Municipal do Barreiro ARH Tejo SEPNA Polícia Marítima Utilizadores do Domínio Hidrico (ex. pescadores) SEPNA ICNB ICNB PSP BRIPA CCDR Cidadãos Colectividades Escuteiros CMB SIMARSUL ARH Tejo Comunidade Educativa Relatório das Sessões de Participação Pública 19

20 O esquema seguinte sintetiza as relações entre as várias entidades. Figura 9: Mapa de Relações entre as Instituições presentes na Sessão de Participação e outras entidades. (Legenda: AFN: Autoridade Florestal Nacional; ARH Tejo: Administração da Região Hidrográfica do Tejo; CCDR: Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional; Fidalbyke: Associação de Cicloturismo; ICNB: Instituto de Conservação da Natureza e Biodiversidade; PSP BRIPA: Polícia de Segurança Pública- Brigada de Protecção Ambiental; GNR - SEPNA: Guarda Nacional Repúblicana Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente; SIMARSUL: Sistema Integrado Multimunicipal de Águas Residuais da Península de Setúbal, S.A.). Relatório das Sessões de Participação Pública 20

21 3.3 Sessão de Participação População A sessão de participação com a população decorreu no dia 28 de Março de 2012 no Auditório da Biblioteca Municipal do Barreiro e contou com a presença de mais de três dezenas de participantes. A sessão contou com a presença de Carlos Humberto de Carvalho, Presidente da Câmara Municipal do Barreiro; Nuno Banza, Vereador responsável pela Divisão de Sustentabilidade Ambiental; e João Farinha, Professor e Coordenador da Equipa da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa, entidade convidada a moderar as sessões de participação. De forma a obter a opinião dos diversos participantes (Anexo V) no processo de criação da Reserva Natural Local do Barreiro foram realizadas três actividades: 1ª Actividade: Indicação da frequência de visita à Mata da Machada. 2ª Actividade: Identificação numa fotografia aérea os limites da Reserva Natural Local que têm valores naturais muito elevados que devem ser protegidos e que podem estar a sofrer impactes negativos do exterior; e os limites da Reserva Natural Local que podem causar problemas às actividades económicas e sociais existentes. 3ª Actividade: Auscultação da opinião dos participantes face à proposta de regulamento da Reserva Natural Local, nomeadamente no que se refere aos actos e actividades interditas e condicionadas. RESULTADOS DA 1.ª ACTIVIDADE No início da Sessão de Participação os participantes foram convidados a realizar uma pequena actividade inicial. Sob o lema "Eu e as Minhas Idas à Mata da Machada" procurou-se perceber se os participantes conheciam a Mata da Machada e com que frequência a visitavam. Para tal, cada participante dispunha de uma marca colorida (amarelo) para colocar na referência apresentada que mais se adequasse à sua situação. No total, foram colocadas 30 marcas coloridas. 1 vez por ano 10% 2 vezes por ano 17% 1 vez por mês 30% Nunca fui 0% 1 vez por semana 26% 2 vezes por mês 17% O resultado desta primeira actividade revela que a todos os participantes já visitaram a Mata da Gráfico 5: Frequência de ida à Mata da Machada. Relatório das Sessões de Participação Pública 21

PROPOSTA DE DECRETO LEGISLATIVO REGIONAL

PROPOSTA DE DECRETO LEGISLATIVO REGIONAL PROPOSTA DE DECRETO LEGISLATIVO REGIONAL RECLASSIFICA A RESERVA NATURAL REGIONAL DO ILHÉU DE VILA FRANCA DO CAMPO A Reserva Natural do Ilhéu de Vila Franca do Campo, criada pelo Decreto Regulamentar Regional

Leia mais

AGENDA 21 LOCAL E AUDITORIA URBANA DE GUIMARÃES

AGENDA 21 LOCAL E AUDITORIA URBANA DE GUIMARÃES AGENDA 21 LOCAL E AUDITORIA URBANA DE GUIMARÃES PRINCIPAIS PROBLEMAS EXISTENTES E GRANDES OPÇÕES DE QUALIDADE DE VIDA PARA O FUTURO 3 de Março de 2004 Elaborado para Câmara Municipal de Guimarães e Por

Leia mais

Agenda 21 Local de Arganil 3ª Sessão do Fórum Participativo

Agenda 21 Local de Arganil 3ª Sessão do Fórum Participativo Agenda 21 Local de Arganil 3ª Sessão do Fórum Participativo 22 de Fevereiro 2010 Índice Índice PARTE I SÍNTESE DO 2º FÓRUM PARTICIPATIVO (10 minutos) PARTE II SÍNTESE DA ESTRATÉGIA DE SUSTENTABILIDADE

Leia mais

AGENDA 21 LOCAL DE ALENQUER RELATÓRIO DO 4º FÓRUM DE PARTICIPAÇÃO VECTOR: AMBIENTE E RECURSOS NATURAIS / POLUIÇÕES 20 DE SETEMBRO DE 2008

AGENDA 21 LOCAL DE ALENQUER RELATÓRIO DO 4º FÓRUM DE PARTICIPAÇÃO VECTOR: AMBIENTE E RECURSOS NATURAIS / POLUIÇÕES 20 DE SETEMBRO DE 2008 AGENDA 21 LOCAL DE ALENQUER RELATÓRIO DO 4º FÓRUM DE PARTICIPAÇÃO VECTOR: AMBIENTE E RECURSOS NATURAIS / POLUIÇÕES 20 DE SETEMBRO DE 2008 Elaborado para a Câmara Municipal de Alenquer Por CIVITAS/DCEA/FCT/UNL

Leia mais

Plano Municipal de Promoção das Acessibilidades (PMPA)

Plano Municipal de Promoção das Acessibilidades (PMPA) Plano Municipal de Promoção das Acessibilidades (PMPA) Definições O Plano Municipal de Promoção das Acessibilidades irá conter um programa das intenções necessárias para assegurar a acessibilidade física

Leia mais

MONTIJO, CIDADE SAUDÁVEL E SUSTENTÁVEL DA CICLOVIA A UMA REDE PEDONAL E CICLÁVEL

MONTIJO, CIDADE SAUDÁVEL E SUSTENTÁVEL DA CICLOVIA A UMA REDE PEDONAL E CICLÁVEL MONTIJO, CIDADE SAUDÁVEL E SUSTENTÁVEL DA CICLOVIA A UMA REDE PEDONAL E CICLÁVEL Identificação do ponto de partida: O Município de Montijo: - Integra a Rede Portuguesa das Cidades Saudáveis, com quatro

Leia mais

MINISTÉRIO DO AMBIENTE E RECURSOS NATURAIS. Decreto -Lei n.º 19/93 de 23 de Janeiro

MINISTÉRIO DO AMBIENTE E RECURSOS NATURAIS. Decreto -Lei n.º 19/93 de 23 de Janeiro MINISTÉRIO DO AMBIENTE E RECURSOS NATURAIS Decreto -Lei n.º 19/93 de 23 de Janeiro Com a Lei n. 9/70 de 19 de Junho, que introduziu na nossa ordem jurídica as noções de parque nacional e reserva, teve

Leia mais

3. Caracterização e cadastro do Movimento Associativo do concelho

3. Caracterização e cadastro do Movimento Associativo do concelho De : DCED/DICUL Carlos Anjos Proc. Nº Para : ANA JOSÉ CARVALHO, CHEFE DA DICUL Assunto : PROPOSTA DE PLANO DE ACTIVIDADES DO GRUPO DE TRABALHO PARA O MOVIMENTO ASSOCIATIVO - 2011 Para os efeitos tidos

Leia mais

Trabalho Prático. Breve descrição de conceitos e desenvolvimento teórico da temática

Trabalho Prático. Breve descrição de conceitos e desenvolvimento teórico da temática Trabalho Prático Designação do Projecto Proposta de Valorização da Zona Ribeirinha do Montijo Tema Cidades Saudáveis e Respostas Locais Breve descrição de conceitos e desenvolvimento teórico da temática

Leia mais

A Participação Voluntária No Planeamento, Execução E Controlo Social Do Orçamento. Participativo

A Participação Voluntária No Planeamento, Execução E Controlo Social Do Orçamento. Participativo Cecília Branco Programa Urbal Red 9 Projecto Orçamento Participativo Reunião de Diadema Fevereiro 2007 A Participação Voluntária No Planeamento, Execução E Controlo Social Do Orçamento Participativo Município

Leia mais

Conceito de intervenção a hierarquização e estruturação do corredor cultural entre Chaves e Vila Real

Conceito de intervenção a hierarquização e estruturação do corredor cultural entre Chaves e Vila Real Conceito de intervenção a hierarquização e estruturação do corredor cultural entre Chaves e Vila Real A referenciação dos percursos como componentes da estrutura edificada (in Magalhães, Manuela; Arquitectura

Leia mais

Conhecer para estruturar e promover o sector do Turismo.

Conhecer para estruturar e promover o sector do Turismo. As Dinâmicas Regionais e os seus atores Conhecer para estruturar e promover o sector do Turismo. I.P.L. 26.10.2011 Praia do Osso da Baleia Trilhos de Interpretação da Natureza - Projecto Ecomatur I - Trilho

Leia mais

PROGRAMA DESPORTO DE NATUREZA EM ÁREAS PROTEGIDAS

PROGRAMA DESPORTO DE NATUREZA EM ÁREAS PROTEGIDAS PROGRAMA DESPORTO DE NATUREZA EM ÁREAS PROTEGIDAS Decreto Regulamentar n.º 18/99, de 27 de Agosto (Alterado pelo Decreto Regulamentar n.º 17/2003, de 10 de Outubro) Âmbito...2 Definições...2 Tipologia...3

Leia mais

MUNICÍPIO DO BARREIRO ASSEMBLEIA MUNICIPAL EDITAL Nº 13/13 DELIBERAÇÕES

MUNICÍPIO DO BARREIRO ASSEMBLEIA MUNICIPAL EDITAL Nº 13/13 DELIBERAÇÕES EDITAL Nº 13/13 DELIBERAÇÕES - - - Frederico Fernandes Pereira, Presidente da Assembleia Municipal do Barreiro, torna público que, no dia 15 de Novembro de 2013, na Sociedade Filarmónica União Agrícola

Leia mais

plano anual de educação ambiental

plano anual de educação ambiental plano anual de educação ambiental 2009/2010 complexo de educação ambiental da quinta da gruta PROGRAMA FAMÍLIAS Grelha Resumo por Sector Sector Rios/Espaços Verdes Animais Dias comemorativos Férias Datas

Leia mais

PARQUE EÓLICO DA SERRA DA ALVOAÇA VOLUME 1 SUMÁRIO EXECUTIVO

PARQUE EÓLICO DA SERRA DA ALVOAÇA VOLUME 1 SUMÁRIO EXECUTIVO PARQUE EÓLICO DA SERRA DA ALVOAÇA PROJECTO DE EXECUÇÃO RELATÓRIO DE CONFORMIDADE AMBIENTAL DO PROJECTO DE EXECUÇÃO (RECAPE) VOLUME 1 SUMÁRIO EXECUTIVO ÍNDICE DE PORMENOR 1. INTRODUÇÃO...1 2. PROCESSO DE

Leia mais

Projecto REDE CICLÁVEL DO BARREIRO Síntese Descritiva

Projecto REDE CICLÁVEL DO BARREIRO Síntese Descritiva 1. INTRODUÇÃO Pretende-se com o presente trabalho, desenvolver uma rede de percursos cicláveis para todo o território do Município do Barreiro, de modo a promover a integração da bicicleta no sistema de

Leia mais

Pré-Diagnóstico Social do Concelho de Alenquer

Pré-Diagnóstico Social do Concelho de Alenquer Em Portugal, a questão ambiental emergiu tardiamente, ao contrário do que se verificou noutros países da Europa. Por este mesmo motivo, não existe ainda um grande empenho cívico, nem uma forte visibilidade

Leia mais

MUNICÍPIO DO CARTAXO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO. Acta n.º3/2004

MUNICÍPIO DO CARTAXO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO. Acta n.º3/2004 MUNICÍPIO DO CARTAXO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO Acta n.º3/2004 Aos dez dias do mês de Maio do ano de 2004, no Auditório Municipal da Quinta das Pratas, reuniu o Conselho Municipal de Educação do Concelho

Leia mais

OPÇÕES DO PLANO 2015:2018 datas 2015 2016 2017 2018. conclusão. Respons. início 1 EDUCAÇÃO 207.000,00 186.840,00 191.282,00 196.

OPÇÕES DO PLANO 2015:2018 datas 2015 2016 2017 2018. conclusão. Respons. início 1 EDUCAÇÃO 207.000,00 186.840,00 191.282,00 196. 1 EDUCAÇÃO 207.000,00 186.840,00 191.282,00 196.916,00 1 ENSINO PRÉ-ESCOLAR E DO 1º CICLO 116.500,00 93.625,00 100.574,00 103.487,00 1 Apoios e subsídios CM 13 18 5 05-06-02-03-99 1.000,00 1.030,00 2.122,00

Leia mais

Plano de Ordenamento da Albufeira do ERMAL

Plano de Ordenamento da Albufeira do ERMAL www.dhv.pt Plano de Ordenamento da Albufeira do ERMAL Relatório Maio 2010 E17109 Fase 3 Volume III Programa de Execução DHV, S.A. Estrada de Alfragide, nº 92 Alfragide 2610-015 Amadora - PORTUGAL T +351

Leia mais

PLANO DIRETOR MUNICIPAL DE CANTANHEDE (ALTERAÇÃO)

PLANO DIRETOR MUNICIPAL DE CANTANHEDE (ALTERAÇÃO) DEPARTAMENTO DE URBANISMO Divisão de Ordenamento do Território PLANO DIRETOR MUNICIPAL DE CANTANHEDE (ALTERAÇÃO) AVALIAÇÃO AMBIENTAL ESTRATÉGICA RELATÓRIO JUSTIFICATIVO PARA A NÃO REALIZAÇÃO JULHO 2012

Leia mais

CAPÍTULO 7 EVOLUÇÃO DA ÁREA NA AUSÊNCIA DO PROJECTO

CAPÍTULO 7 EVOLUÇÃO DA ÁREA NA AUSÊNCIA DO PROJECTO CAPÍTULO 7 EVOLUÇÃO DA ÁREA NA AUSÊNCIA DO PROJECTO ÍNDICE DE TEXTO VII. EVOLUÇÃO DA ÁREA NA AUSÊNCIA DO PROJECTO...219 217 218 VII. EVOLUÇÃO DA ÁREA NA AUSÊNCIA DO PROJECTO O presente capítulo tem como

Leia mais

Figura 3.1 Alcar-do-Algarve em flor... 4

Figura 3.1 Alcar-do-Algarve em flor... 4 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 2 2. O PROJECTO... 3 3. DESCRIÇÃO DO AMBIENTE AFECTADO... 3 4. PRINCIPAIS IMPACTES... 5 5. MEDIDAS MINIMIZADORAS... 6 6. PROGRAMAS DE MONITORIZAÇÃO... 6 ÍNDICE DE FIGURAS Figura

Leia mais

Plano de Atividades 2014. www.andonicanela.com

Plano de Atividades 2014. www.andonicanela.com Plano de Atividades 2014 (Revisão) www.andonicanela.com PROGRAMA DE ACTIVIDADES 2014 REVISTO INTRODUÇÃO e VERTENTE ESTRATÉGICA A LPN como a mais antiga e mais consistente organização não governamental

Leia mais

Desenvolvimento do Âmbito e Alcance

Desenvolvimento do Âmbito e Alcance Revisão do PDM de Vila Real de Santo António Avaliação ação Ambiental be Estratégica: Desenvolvimento do Âmbito e Alcance Pedro Bettencourt 1, Pedro Afonso Fernandes 2 1 Geólogo, Director-Geral; 2 Economista

Leia mais

Visita de Estudo ao Perímetro Florestal da Serra do Marão. Março de 2010 UTAD. Desenvolvimento Rural

Visita de Estudo ao Perímetro Florestal da Serra do Marão. Março de 2010 UTAD. Desenvolvimento Rural Março de 2010 UTAD Visita de Estudo ao Perímetro Florestal da Serra do Marão Desenvolvimento Rural Nuno Novais nº34001 Cláudio Lourenço nº 33999 André Ferreira nº34842 Luís Resende nº35462 Introdução O

Leia mais

Requalificação da Frente Ribeirinha do Concelho de Vila Franca de Xira Polis & Polis XXI

Requalificação da Frente Ribeirinha do Concelho de Vila Franca de Xira Polis & Polis XXI Requalificação da Frente Ribeirinha do Concelho de Vila Franca de Xira Polis & Polis XXI Luís Matas de Sousa Director do Projecto de Requalificação Urbana da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira Área

Leia mais

NORMAS DE FUNCIONAMENTO PROGRAMA VIVER SOLIDÁRIO. Programa Viver Solidário/ Normas Página 1

NORMAS DE FUNCIONAMENTO PROGRAMA VIVER SOLIDÁRIO. Programa Viver Solidário/ Normas Página 1 NORMAS DE FUNCIONAMENTO PROGRAMA VIVER SOLIDÁRIO Programa Viver Solidário/ Normas Página 1 PROGRAMA VIVER SOLIDÁRIO NORMAS DE FUNCIONAMENTO 1.INTRODUÇÃO A prática de actividades de animação regular e sistemática,

Leia mais

QUERES SER VOLUNTÁRIO(A) NO GEOTA?

QUERES SER VOLUNTÁRIO(A) NO GEOTA? INVENTARIAÇÃO DE POPULAÇÕES DE AVIFAUNA DA RESERVA NATURAL LOCAL DO PAUL DE TORNADA - Quais os objetivos da tarefa? Manter, incrementar e divulgar os valores naturais da Reserva Natural Local do Paul de

Leia mais

SÍNTESE DA REUNIÃO Nº10

SÍNTESE DA REUNIÃO Nº10 SÍNTESE DA REUNIÃO Nº10 Sociedade Portuguesa de Inovação Agenda 21 Local de Condeixa-a-Nova 1ª reunião do Fórum Participativo 27 de Janeiro de 2009 Ao vigésimo sétimo dia do mês de Janeiro de dois mil

Leia mais

Pré-Projeto de Educação Ambiental

Pré-Projeto de Educação Ambiental Pré-Projeto de Educação Ambiental Vamos Descobrir e Valorizar o Alvão Ano 2014/15 Centro de Informação e Interpretação Lugar do Barrio 4880-164 Mondim de Basto Telefone: 255 381 2009 ou 255 389 250 1 Descobrir

Leia mais

JUNTA DE FREGUESIA DE Nª. SRª GUADALUPE. Concelho de Évora OPÇÕES DO PLANO PARA 2006. Largo Abel Augusto nº 4 7000-222 Nª. Sr.

JUNTA DE FREGUESIA DE Nª. SRª GUADALUPE. Concelho de Évora OPÇÕES DO PLANO PARA 2006. Largo Abel Augusto nº 4 7000-222 Nª. Sr. JUNTA DE FREGUESIA DE Nª. SRª GUADALUPE Concelho de Évora OPÇÕES DO PLANO PARA 2006 Largo Abel Augusto nº 4 7000-222 Nª. Sr.ª Guadalupe Tel. e Fax: 266 781 165 Tel.: 266 747 916 email: jfguadalupe@mail.evora.net

Leia mais

INFRAQUINTA. Afirmação de uma Cultura Ambiental. "Modelos de Gestão no Sector do Turismo. Albufeira, 22 Abril 2009

INFRAQUINTA. Afirmação de uma Cultura Ambiental. Modelos de Gestão no Sector do Turismo. Albufeira, 22 Abril 2009 INFRAQUINTA Afirmação de uma Cultura Ambiental "Modelos de Gestão no Sector do Turismo Albufeira, 22 Abril 2009 AGENDA 1. A INFRAQUINTA Génese Estrutura Accionista Organograma Missão Competências 2. O

Leia mais

DECLARAÇÃO DE IMPACTE AMBIENTAL

DECLARAÇÃO DE IMPACTE AMBIENTAL DECLARAÇÃO DE IMPACTE AMBIENTAL Identificação Designação do Projecto: Tipologia de Projecto: Localização: Proponente: Entidade licenciadora: Autoridade de AIA: Hotel de Apartamentos da Praia dos Moinhos

Leia mais

Plano de Pormenor da Frente Ribeirinha de Alhandra

Plano de Pormenor da Frente Ribeirinha de Alhandra Plano de Pormenor da Frente Ribeirinha de Alhandra O Plano de Pormenor da Frente Ribeirinha de Alhandra estabelece a concepção do espaço urbano, para a área de intervenção do Plano, dispondo, designadamente,

Leia mais

RESUMO DAS OBRAS VISITADAS:

RESUMO DAS OBRAS VISITADAS: RESUMO DAS OBRAS VISITADAS: Bairro da Laje, freguesia de Porto Salvo: - Parque Urbano Fase IV Os Arranjos Exteriores do Parque Urbano Fase IV do bairro da Laje, inserem-se num vasto plano de reconversão

Leia mais

UM CONTRIBUTO PARA A GESTÃO DE PRAIAS COSTEIRAS

UM CONTRIBUTO PARA A GESTÃO DE PRAIAS COSTEIRAS UM CONTRIBUTO PARA A GESTÃO DE PRAIAS COSTEIRAS CARACTERIZAÇÃO DO CONCELHO DE CASCAIS Área do Concelho de Cascais 97,1km 2 Parque Natural de Sintra-Cascais ocupa 33 km 2 Nº de habitantes 205 117 O MAR

Leia mais

REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. 2710 Diário da República, 1.ª série N.º 87 6 de Maio de 2009

REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. 2710 Diário da República, 1.ª série N.º 87 6 de Maio de 2009 2710 Diário da República, 1.ª série N.º 87 6 de Maio de 2009 REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA Assembleia Legislativa Decreto Legislativo Regional n.º 12/2009/M Adapta à Região Autónoma da Madeira o Decreto -Lei

Leia mais

Câmara Municipal de Estarreja PREÂMBULO

Câmara Municipal de Estarreja PREÂMBULO PREÂMBULO O projecto Estarreja COMpartilha surge da necessidade que se tem verificado, na sociedade actual, da falta de actividades e práticas de cidadania. Traduz-se numa relação solidária para com o

Leia mais

GRANDES OPÇÕES DO PLANO 2011

GRANDES OPÇÕES DO PLANO 2011 GRANDES OPÇÕES DO PLANO 2011 1. Análise do Plano Plurianual de Investimentos (PPI) Neste orçamento, o Município ajustou, as dotações para despesas de investimento, ao momento de austeridade que o país

Leia mais

Município de Macedo de Cavaleiros Câmara Municipal. Regulamento da Concessão de Pesca Desportiva na Albufeira do Azibo. Preâmbulo

Município de Macedo de Cavaleiros Câmara Municipal. Regulamento da Concessão de Pesca Desportiva na Albufeira do Azibo. Preâmbulo Regulamento da Concessão de Pesca Desportiva na Albufeira do Azibo Preâmbulo A Barragem do Azibo foi construída com o objectivo de fornecer água a vários regadios localizados no concelho de Macedo de Cavaleiros,

Leia mais

R e l a t ó r i o d a c o n s u l ta p ú b l i c a. C o m o a p o i o d e :

R e l a t ó r i o d a c o n s u l ta p ú b l i c a. C o m o a p o i o d e : R e l a t ó r i o d a c o n s u l ta p ú b l i c a C o m o a p o i o d e : D e z e m b r o d e 2011 Página 2 de 50 Ficha Técnica E n t i d a d e s p r o m o t o r a s P r o j e t o c o - f i n a n c i

Leia mais

TEMAS DE SIG DISPONÍVEIS NO MUNICÍPIO DE MIRANDELA. TEMAS VETORIAIS Designação

TEMAS DE SIG DISPONÍVEIS NO MUNICÍPIO DE MIRANDELA. TEMAS VETORIAIS Designação Cidade 1_2000 Cidade - Edifícios 1_2000 Cidade - Toponímia 1_2000 TEMAS DE SIG DISPONÍVEIS NO MUNICÍPIO DE MIRANDELA Cidade - Altimetria 1_5000 Cidade - Anexos 1_5000 Cidade - Anexos 1_5000 Cidade - Aqueduto

Leia mais

ANEXO I. FICHAS DE CARACTERIZAÇÃO DAS MEDIDAS 3.1. e 3.2. - EIXO 3 DO PRORURAL versão 7

ANEXO I. FICHAS DE CARACTERIZAÇÃO DAS MEDIDAS 3.1. e 3.2. - EIXO 3 DO PRORURAL versão 7 3.1.1. Diversificação de Actividades Não-Agrícolas na Exploração Descrição Apoio a iniciativas empresariais promotoras do saber fazer tradicional Apoio a actividades lúdicas de carácter inovador nas explorações

Leia mais

Polis Litoral Operações Integradas de Requalificação e Valorização da Orla Costeira

Polis Litoral Operações Integradas de Requalificação e Valorização da Orla Costeira Polis Litoral Operações Integradas de Requalificação e Valorização da Orla Costeira OBJECTIVOS DO POLIS LITORAL: (RCM n.º 90/2008, de 3 de Junho) a) Proteger e requalificar a zona costeira, tendo em vista

Leia mais

Setembro Dia Europeu Sem Carros 22 Semana Europeia da Mobilidade 16 17 18 19 20 21 22

Setembro Dia Europeu Sem Carros 22 Semana Europeia da Mobilidade 16 17 18 19 20 21 22 Câmara Municipal: Cidade SANTARÉM Santarém Setembro Dia Europeu Sem Carros 22 Semana Europeia da Mobilidade 16 17 18 19 20 21 22 Área da cidade 29 Km 2 População total 28 760 hab. Dimensão da ZSTA 650

Leia mais

Setembro Dia Europeu Sem Carros 22 Semana Europeia da Mobilidade 16 17 18 19 20 21 22

Setembro Dia Europeu Sem Carros 22 Semana Europeia da Mobilidade 16 17 18 19 20 21 22 Câmara Municipal: Cidade VILA NOVA DE GAIA Vila Nova de Gaia Setembro Dia Europeu Sem Carros 22 Semana Europeia da Mobilidade 16 17 18 19 20 21 22 Área da cidade 600 ha População total 30 hab. Dimensão

Leia mais

MINISTÉRIO DO AMBIENTE E DO ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO GABINETE DA SECRETÁRIA DE ESTADO DO ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E DAS CIDADES

MINISTÉRIO DO AMBIENTE E DO ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO GABINETE DA SECRETÁRIA DE ESTADO DO ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E DAS CIDADES MINISTÉRIO DO AMBIENTE E DO ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO GABINETE DA SECRETÁRIA DE ESTADO DO ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E DAS CIDADES Secretariado Técnico ORIENTAÇÕES ESTRATÉGICAS DA REN ÂMBITO NACIONAL Ponto

Leia mais

Sustentabilidade nas Deslocações Casa-Escola

Sustentabilidade nas Deslocações Casa-Escola Divisão de Mobilidade e Transportes Públicos Sustentabilidade nas Deslocações Casa-Escola SEMINÁRIO. 11 e 12 Julho 2011. CASTELO BRANCO Margarida Inês de Oliveira margarida_deoliveira@cm-loures.pt TRANSPORTE

Leia mais

Ciência na Cidade de Guimarãeswww.ciencianacidade.com

Ciência na Cidade de Guimarãeswww.ciencianacidade.com Ciência na Cidade de Guimarãeswww.ciencianacidade.com Cidade de Guimarães Faixas Etárias do Concelho 65 ou mais 24-64 anos 15-24 anos 0-14 anos 0 20000 40000 60000 80000 100000 População do Concelho 159.576

Leia mais

I CURSO PÓS-GRADUADO DE APERFEIÇOAMENTO EM DIREITO DO URBANISMO E DA CONSTRUÇÃO

I CURSO PÓS-GRADUADO DE APERFEIÇOAMENTO EM DIREITO DO URBANISMO E DA CONSTRUÇÃO I CURSO PÓS-GRADUADO DE APERFEIÇOAMENTO EM DIREITO DO URBANISMO E DA CONSTRUÇÃO Coordenação Científica: Prof. Doutor Marcelo Rebelo de Sousa, Prof. Doutora Carla Amado Gomes, Prof. Doutor João Miranda

Leia mais

MUNICIPIO DE PORTEL N.º Identificação (NIPC) 506 196 445

MUNICIPIO DE PORTEL N.º Identificação (NIPC) 506 196 445 Proposta de Alteração ao Regulamento do Plano Diretor Municipal de Portel _ Resultado da conferência de serviços e abertura do período de discussão pública Em cumprimento da deliberação tomada em reunião

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DA RIBEIRA GRANDE

CÂMARA MUNICIPAL DA RIBEIRA GRANDE CÂMARA MUNICIPAL DA RIBEIRA GRANDE Proposta de Regulamento do Serviço Municipal de Protecção Civil do Concelho da Ribeira Grande Preâmbulo Atendendo que: A Protecção Civil é, nos termos da Lei de Bases

Leia mais

A PARTICIPAÇÃO PÚBLICA E A REGIÃO NORTE

A PARTICIPAÇÃO PÚBLICA E A REGIÃO NORTE A PARTICIPAÇÃO PÚBLICA E A REGIÃO NORTE Autores: 1 Gabriela Azevedo e Rita Ramos Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte INTRODUÇÃO E OBJECTIVOS No âmbito dos procedimentos da Avaliação

Leia mais

Plataformas Associativas, Património Rural e Conservação da Fauna Selvagem Casos práticos do Nordeste Transmontano

Plataformas Associativas, Património Rural e Conservação da Fauna Selvagem Casos práticos do Nordeste Transmontano Plataformas Associativas, Património Rural e Conservação da Fauna Selvagem Casos práticos do Nordeste Transmontano Ricardo M. L. Brandão ALDEIA Apartado 71 5210-909 Miranda do Douro E-mail: aldeiamail@gmail.com

Leia mais

MAPA DE PESSOAL DA JUNTA DE FREGUESIA DE CARNIDE - Ano 2014 Nos termos da Lei n.º 12-A/2008, de 27 de Fevereiro

MAPA DE PESSOAL DA JUNTA DE FREGUESIA DE CARNIDE - Ano 2014 Nos termos da Lei n.º 12-A/2008, de 27 de Fevereiro MAPA DE PESSOAL DA JUNTA DE FREGUESIA DE CARNIDE - Ano 204 Nos termos da Lei n.º 2-A/2008, de 27 de Fevereiro SECÇÃO DE APOIO E DE COORDENAÇÃO GERAL (Capitulo III do Regulamento da Organização dos Serviços)

Leia mais

(n.º/lote), (andar), (localidade) (cód. Postal), Freguesia de, com o telefone n.º, telemóvel n.º fax n.º e-mail Site (WWW):.

(n.º/lote), (andar), (localidade) (cód. Postal), Freguesia de, com o telefone n.º, telemóvel n.º fax n.º e-mail Site (WWW):. FORMULÁRIO DE CANDIDATURA Ano a que respeita a candidatura I. IDENTIFICAÇÃO DA ENTIDADE GESTORA (Designação da Entidade/Organização) n.º de contribuinte, com sede na (Rua, Av.) (n.º/lote), (andar), (localidade)

Leia mais

1. Conectividade. Conceito: É sair de casa e poder ir ao bairro do lado sem ter de dar grandes voltas.

1. Conectividade. Conceito: É sair de casa e poder ir ao bairro do lado sem ter de dar grandes voltas. 1. Conectividade Em que medida o ambiente urbano/pedonal dispõe de uma rede integrada que permite conectar origens e destinos, que passa, por exemplo, pela existência e continuidade de uma infra-estrutura

Leia mais

MAPA DE PESSOAL - 2012 (art.º 5.º da Lei n.º 12-A/2008, de 27 de Fevereiro e art.º 3.º do Decreto-Lei n.º 209/2009, de 03 de Setembro)

MAPA DE PESSOAL - 2012 (art.º 5.º da Lei n.º 12-A/2008, de 27 de Fevereiro e art.º 3.º do Decreto-Lei n.º 209/2009, de 03 de Setembro) MAPA DE PESSOAL - 202 (art.º 5.º da Lei n.º 2-A/2008, de 27 de Fevereiro e art.º.º do Decreto-Lei n.º 209/2009, de 0 de Setembro) GERAL, FINANÇAS E MODERNIZAÇÃO Decreto-Lei n.º 05/09, de 2/0. DEPARTAMENTO

Leia mais

Projeto Viva a Alameda

Projeto Viva a Alameda Projeto Viva a Alameda Janeiro 2012 I. Enquadramento a. Política de Cidades o instrumento PRU b. Sessões Temáticas II. A PRU de Oliveira do Bairro a. Visão b. Prioridades Estratégicas c. Área de Intervenção

Leia mais

Concurso Planear Estarreja (orientações para a implementação)

Concurso Planear Estarreja (orientações para a implementação) (orientações para a implementação) Escolas Programa de Regeneração Urbana da Cidade de Estarreja Fases do Fase 1. Diagnóstico Fase 2. Estratégia e Plano de Ação 2 Exercícios para preparação de diagnóstico

Leia mais

DOCUMENTO DE TRABALHO

DOCUMENTO DE TRABALHO Página 1 de 1 Oferta formativa 1. Escola Nacional de Bombeiros O Regulamento dos Cursos de Formação do Bombeiro, é o normativo legal que regulamenta os cursos de formação dos elementos do Quadro de Comando

Leia mais

Ciência Viva no Verão

Ciência Viva no Verão Ciência Viva no Verão Participação da Agência Portuguesa do Ambiente 1/10 1. Ciência Viva no Verão A Ciência Viva no Verão é uma iniciativa da Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica que

Leia mais

Ficha de Caracterização de Projecto

Ficha de Caracterização de Projecto Ficha de Caracterização de Projecto Há escolhas no bairro-e5g Programa Escolhas Promotor: Mediar - Associação Nacional de Mediação Sócio-Cultural 2 A. IDENTIFICAÇÃO GERAL DA ENTIDADE Projecto Projecto

Leia mais

UMA BOA IDEIA PARA A SUSTENTABILIDADE

UMA BOA IDEIA PARA A SUSTENTABILIDADE UMA BOA IDEIA PARA A SUSTENTABILIDADE REGULAMENTO DO CONCURSO DE IDEIAS (Aberto a todos os Cidadãos) 1. O QUE É: O concurso Uma Boa Ideia para a Sustentabilidade é uma iniciativa da Câmara Municipal de

Leia mais

Introdução. 1 Direcção Geral da Administração Interna, Violência Doméstica 2010 Ocorrências Participadas às

Introdução. 1 Direcção Geral da Administração Interna, Violência Doméstica 2010 Ocorrências Participadas às Câmara Municipal da Departamento de Educação e Desenvolvimento Sociocultural Divisão de Intervenção Social Plano Municipal contra a Violência Rede Integrada de Intervenção para a Violência na Outubro de

Leia mais

Expansão da Plataforma Logística

Expansão da Plataforma Logística CÂMARA U1 Expansão da Plataforma Logística RELATÓRIO DE PONDERAÇÃO DA DISCUSSÃO PÚBLICA DA PROPOSTA DE DELIMITAÇÃO E RESPECTIVO PROGRAMA-BASE DIVISÃO DE PLANEAMENTO E ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO D EZ E M

Leia mais

Ano VI N.º 22. Boletim Informativo da Junta de Freguesia da Ribeira Quente. Quinta-Feira 28 de Julho de 2011

Ano VI N.º 22. Boletim Informativo da Junta de Freguesia da Ribeira Quente. Quinta-Feira 28 de Julho de 2011 Ano VI N.º 22 Boletim Informativo da Junta de Freguesia da Ribeira Quente Quinta-Feira 28 de Julho de 2011 Bandeira Azul Hasteada na Ribeira Quente A Praia do Fogo da Ribeira Quente recebeu no dia 28 de

Leia mais

Estrutura Orgânica dos Serviços do Município de Paredes de Coura

Estrutura Orgânica dos Serviços do Município de Paredes de Coura Estrutura Orgânica dos Serviços do Município de Paredes de Coura Nos termos do disposto na alínea a) do artigo 7.º e no n.º 3 do artigo 10.º do Decretolei n.º 305/2009, de 23 de Outubro e dentro dos limites

Leia mais

ANEXO TURISMO SUSTENTÁVEL BASES PARA A DEFINIÇÃO DE UM PROGRAMA DE VER PLANTA CASAS E MONTES AGRÍCOLAS ESTRATÉGIA DE TURISMO SUSTENTÁVEL -

ANEXO TURISMO SUSTENTÁVEL BASES PARA A DEFINIÇÃO DE UM PROGRAMA DE VER PLANTA CASAS E MONTES AGRÍCOLAS ESTRATÉGIA DE TURISMO SUSTENTÁVEL - ANEXO BASES PARA A DEFINIÇÃO DE UM PROGRAMA DE TURISMO SUSTENTÁVEL VER PLANTA CASAS E MONTES AGRÍCOLAS ESTRATÉGIA DE TURISMO SUSTENTÁVEL - ANEXO AO RELATÓRIO 3 ANEXO AO RELATÓRIO 3_ PROGRAMA DE EXECUÇÃO

Leia mais

Regimento do Conselho Municipal de Educação de Odivelas 2010/2013

Regimento do Conselho Municipal de Educação de Odivelas 2010/2013 Regimento do Conselho Municipal de Educação de Odivelas 2010/2013 O Decreto-Lei n.º 7/2003, de 15 de Janeiro, tem por objecto os Conselhos Municipais de Educação, regulando as suas competências e composição,

Leia mais

MINISTÉRIOS DO AMBIENTE, DO ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL E DA ECONOMIA E DA INOVAÇÃO

MINISTÉRIOS DO AMBIENTE, DO ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL E DA ECONOMIA E DA INOVAÇÃO Diário da República, 2.ª série N.º 80 23 de Abril de 2008 18537 - Direcção -Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural; - Direcção -Geral dos Recursos Florestais; - Direcção Regional de Agricultura e

Leia mais

Quinta de São Sebastião Tradição e modernidade às portas de Lisboa

Quinta de São Sebastião Tradição e modernidade às portas de Lisboa HORTO DO CAMPO GRANDE MAGAZINE 14 HORTO DO CAMPO GRANDE MAGAZINE 15 FOTOS: Miguel Serradas Duarte FOTOS: Miguel Serradas Duarte Quinta de São Sebastião Tradição e modernidade às portas de Lisboa HORTO

Leia mais

MAPA DE RUÍDO DO MUNICÍPIO DE VILA NOVA DE FAMALICÃO

MAPA DE RUÍDO DO MUNICÍPIO DE VILA NOVA DE FAMALICÃO MAPA DE RUÍDO DO MUNICÍPIO DE VILA NOVA DE FAMALICÃO Actualização segundo o D.L. 9/2007, 17 de Janeiro RESUMO NÃO TÉCNICO Equipa Técnica do Mapa de Ruído: Luís Conde Santos, Director do Laboratório Susana

Leia mais

PROJECTO DE REGULAMENTO REGULAMENTO MUNICIPAL DE QUEIMADAS, QUEIMAS, FOGUEIRAS E FOGO-DE-ARTIFÍCIO

PROJECTO DE REGULAMENTO REGULAMENTO MUNICIPAL DE QUEIMADAS, QUEIMAS, FOGUEIRAS E FOGO-DE-ARTIFÍCIO PROJECTO DE REGULAMENTO REGULAMENTO MUNICIPAL DE QUEIMADAS, QUEIMAS, FOGUEIRAS E FOGO-DE-ARTIFÍCIO Nota Justificativa Com a entrada em vigor do Decreto-Lei n 264/2002, de 15 de Novembro, foram transferidas

Leia mais

PLANO DE INTERVENÇÃO DA PONTE DA VÁRZEA

PLANO DE INTERVENÇÃO DA PONTE DA VÁRZEA PLANO DE INTERVENÇÃO DA PONTE DA VÁRZEA 1 A Junta de Freguesia de Labruja, tendo definido como uma das suas prioridades para este mandato, a requalificação de toda a área da Ponte da Várzea, junto às margens

Leia mais

NORMA DE PROCEDIMENTOS. 2. Legislação de enquadramento 3. Tramitação para a inspecção dos Espaços de Jogo e Recreio 4. Fluxograma da tramitação

NORMA DE PROCEDIMENTOS. 2. Legislação de enquadramento 3. Tramitação para a inspecção dos Espaços de Jogo e Recreio 4. Fluxograma da tramitação NORMA DE PROCEDIMENTOS Abril de 2008 EJR 06 / AL Tramitação para a inspecção dos Espaços de Jogo e Recreio 01 / AL 1. Apresentação 2. Legislação de enquadramento 3. Tramitação para a inspecção dos Espaços

Leia mais

DECRETO LEGISLATIVO REGIONAL N.º 10/2007 REDE REGIONAL DE ÁREAS PROTEGIDAS DOS AÇORES

DECRETO LEGISLATIVO REGIONAL N.º 10/2007 REDE REGIONAL DE ÁREAS PROTEGIDAS DOS AÇORES DECRETO LEGISLATIVO REGIONAL N.º 10/2007 REDE REGIONAL DE ÁREAS PROTEGIDAS DOS AÇORES O Decreto Legislativo Regional n.º 21/93/A, de 23 de Dezembro, procedeu à adaptação à Região Autónoma dos Açores do

Leia mais

7. Condicionantes. : Reserva Ecológica Nacional; : Reserva Agrícola Nacional; : Domínio Público Hídrico; : Património Classificado;

7. Condicionantes. : Reserva Ecológica Nacional; : Reserva Agrícola Nacional; : Domínio Público Hídrico; : Património Classificado; 7. Condicionantes De acordo com a legislação em vigor existe um conjunto de figuras legais que de algum modo, condicionam o território ou constituem servidões administrativas e outras restrições de utilidade

Leia mais

4. Visão e objectivos estratégicos

4. Visão e objectivos estratégicos A visão que se propõe para o futuro do Município da Sertã consubstancia-se em VENCER O FUTURO, CONSTRUINDO UM DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL. Esta visão, sustentada na contextualização sócio-económica e ambiental

Leia mais

GRANDES OPÇÕES DO PLANO 2009

GRANDES OPÇÕES DO PLANO 2009 GRANDES OPÇÕES DO PLANO 2009 1. Análise do Plano Plurianual de Investimentos (PPI) O plano plurianual de investimentos para 2009 tem subjacente um planeamento financeiro que perspectiva a execução dos

Leia mais

Distrito de Faro Concelho de Olhão PARQUE NATURAL DA RIA FORMOSA

Distrito de Faro Concelho de Olhão PARQUE NATURAL DA RIA FORMOSA Distrito de Faro Concelho de Olhão PARQUE NATURAL DA RIA FORMOSA Galinha sultana porphyrio porphyrio HISTORIAL Data da Fundação: 1991 Breve Historial: O Centro de Educação Ambiental de Marim foi criado

Leia mais

AGENDA 21 LOCAL BATALHA

AGENDA 21 LOCAL BATALHA ** AGENDA 21 LOCAL BATALHA CRIADO POR: *Grupo Coordenador do Projecto Data: Abril a Junho de 2006 AGENDA 21 LOCAL- BATALHA CONCEITOS FUNDAMENTAIS INSTRUMENTO ÚTIL A Agenda 21 Local (A21L) é um instrumento

Leia mais

Inovação, Cultura, Ambiente e Biodiversidade

Inovação, Cultura, Ambiente e Biodiversidade Inovação, Cultura, Ambiente e Biodiversidade O projecto SONS DO ARCO RIBEIRINHO SUL acompanha o OUT.FEST Festival Internacional de Música Exploratória do Barreiro, e procura, através de uma abordagem artística

Leia mais

E N T I D A D E P L A N O D E A C T I V I D A D E S M U N I C I P A L MUNICIPIO DE MORA DO ANO 2013

E N T I D A D E P L A N O D E A C T I V I D A D E S M U N I C I P A L MUNICIPIO DE MORA DO ANO 2013 PÁGINA : 1 1. Funções gerais 25.122,75 53.500,00 53.500,00 55.105,00 51.456,00 53.001,00 238.184,75 1.1. Serviços gerais de 12.275,53 30.500,00 30.500,00 31.415,00 27.054,00 27.866,00 129.110,53 administração

Leia mais

MOVIMENTO CIVICO AVISAR TODA A GENTE

MOVIMENTO CIVICO AVISAR TODA A GENTE MOVIMENTO CIVICO AVISAR TODA A GENTE Acerca da mortalidade das amêijoas na Ria Formosa e seu enquadramento. Propostas de sugestões e medidas para enfrentar o problema e melhorar o ecossistema da Ria Formosa.

Leia mais

Plano de Prevenção de Riscos de Gestão. Incluindo os de Corrupção e Infracções Conexas

Plano de Prevenção de Riscos de Gestão. Incluindo os de Corrupção e Infracções Conexas Plano de Prevenção de Riscos de Gestão Incluindo os de Corrupção e Infracções Conexas Introdução No âmbito da sua actividade, o Conselho de Prevenção da Corrupção (CPC), aprovou a Recomendação n.º 1/2009,

Leia mais

NEUBI Plano de actividades. Índice. Pag.1.Introdução Pag.2 a 5.Actividades previstas Pag.6.Conclusão Pag.7.Créditos

NEUBI Plano de actividades. Índice. Pag.1.Introdução Pag.2 a 5.Actividades previstas Pag.6.Conclusão Pag.7.Créditos 1 Índice Pag.1.Introdução Pag.2 a 5.Actividades previstas Pag.6.Conclusão Pag.7.Créditos 2 Introdução O núcleo de Estudantes de Engenharia Electromecânica da Universidade da Beira Interior (NEUBI) é uma

Leia mais

Câmara Municipal da Amadora Julho 2013

Câmara Municipal da Amadora Julho 2013 Férias Câmara Municipal da Amadora Julho 2013 na Cidade Umas férias divertidas Após um ano letivo bem sucedido as férias de verão são sempre um tempo de descanso, de sonho e de desafio. Responder a estes

Leia mais

PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO ENTRE O CONSELHO DISTRITAL DE LISBOA DA ORDEM DOS ADVOGADOS E A. Considerando que:

PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO ENTRE O CONSELHO DISTRITAL DE LISBOA DA ORDEM DOS ADVOGADOS E A. Considerando que: PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO ENTRE O CONSELHO DISTRITAL DE LISBOA DA ORDEM DOS ADVOGADOS E A ADMINISTRAÇÃO DA REGIÃO HIDROGRÁFICA DO TEJO Considerando que: Compete ao Conselho Distrital de Lisboa da Ordem

Leia mais

I WORKSHOP. Algarve Nature Tourism Network

I WORKSHOP. Algarve Nature Tourism Network FAST-LAIN: Further Action on Sustainable Tourism - Learning Area Innovation Network I WORKSHOP Algarve Nature Tourism Network Relatório Vila do Bispo, 2 de Março de 2012 Fotografia: Forte de São João do

Leia mais

Plano de Acção 2010-11. Escola Básica 2.3 Professor Noronha Feio Queijas, Oeiras. Página 1 de 7

Plano de Acção 2010-11. Escola Básica 2.3 Professor Noronha Feio Queijas, Oeiras. Página 1 de 7 Página 1 de 7 Diagnóstico Objectivos Diagnóstico Acções Recursos Intervenientes Calendarização Água Resíduos Energia Transportes Biodiversidade Mar Plano de Acção Elementos do Plano de Acção Temas em que

Leia mais

NOTA INTRODUTÓRIA... 3 DESENHO E MONTEGEM DAS ACÇÕES...4. Eixo de Desenvolvimento 1: Situações de Risco Social... 5

NOTA INTRODUTÓRIA... 3 DESENHO E MONTEGEM DAS ACÇÕES...4. Eixo de Desenvolvimento 1: Situações de Risco Social... 5 INDICE NOTA INTRODUTÓRIA... 3 DESENHO E MONTEGEM DAS ACÇÕES...4 Eixo de Desenvolvimento 1: Situações de Risco Social... 5 Eixo de Desenvolvimento 2: Empregabilidade de Formação Profissional... 13 Eixo

Leia mais

1. Acções de sensibilização

1. Acções de sensibilização PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL / 2013-2014 As atividades propostas compreendem diferentes momentos de reflexão, discussão e ação, dirigindo-se a toda a comunidade educativa que contempla diferentes níveis

Leia mais

DISPONIBILIZAÇÃO DOS PLANOS MUNICIPAIS DE ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO NA INTERNET. Investimento Elegível: 52.031,42 Comparticipação FEDER: 31.

DISPONIBILIZAÇÃO DOS PLANOS MUNICIPAIS DE ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO NA INTERNET. Investimento Elegível: 52.031,42 Comparticipação FEDER: 31. DISPONIBILIZAÇÃO DOS PLANOS MUNICIPAIS DE ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO NA INTERNET Tipologia 01.0526 Sistema de Apoio à Modernização Administrativa Beneficiário: Globalgarve, Cooperação e desenvolvimento,

Leia mais

Expansão do Parque Empresarial de Lanheses

Expansão do Parque Empresarial de Lanheses Expansão do Parque Empresarial de Lanheses Estudo de Impacte Ambiental Volume III Relatório elaborado para: GestinViana Edifício de Apoio à Doca de Recreio 4900 Viana do Castelo IMA 12.05-03/26 FEVEREIRO

Leia mais

Fórum. Desenvolvimento e Cidadania. 28 Setembro 2006. Elaborado para a Câmara Municipal de Odivelas Por CIVITAS/DCEA/FCT/UNL

Fórum. Desenvolvimento e Cidadania. 28 Setembro 2006. Elaborado para a Câmara Municipal de Odivelas Por CIVITAS/DCEA/FCT/UNL Fórum Desenvolvimento e Cidadania 8 Setembro 006 Pontinha Elaborado para a Câmara Municipal de Odivelas Por CIVITAS/DCEA/FCT/UNL Centro de Estudos sobre Cidades e Vilas Sustentáveis Departamento de Ciências

Leia mais

PROGRAMAS DE EDUCAÇÃO PARA A SUSTENTABILIDADE

PROGRAMAS DE EDUCAÇÃO PARA A SUSTENTABILIDADE PROGRAMAS DE EDUCAÇÃO PARA A SUSTENTABILIDADE Enquadramento geral Os Programas de Educação para a Sustentabilidade têm como principal objectivo promover a educação e a sensibilização ambiental de todos

Leia mais

Implementação de um Sistema de Sinalização nas Áreas Protegidas

Implementação de um Sistema de Sinalização nas Áreas Protegidas Implementação de um Sistema de Sinalização nas Áreas Protegidas Por: João Carlos Farinha Departamento de Gestão de Áreas Classificadas Zonas Húmidas A importância dos valores naturais, paisagísticos e

Leia mais