DOLINinforme. Informativo Eletrônico GUPE. Grupo Universitário de Pesquisas Espeleológicas - G026. Fundado em 25 de Agosto de 1985 EDIÇÃO ESPECIAL

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1 DOLINinforme Informativo Eletrônico GUPE Grupo Universitário de Pesquisas Espeleológicas - G026 Fundado em 25 de Agosto de 1985 ANO 2 N 15 28/02/2011 EDIÇÃO ESPECIAL GUPE realiza Expedição Pinheiro Seco II Relatos do 1 dia (29/01/ Sábado) Por Nair Fernanda Mochiutti Membro efetivo - GUPE Um ônibus com 13 integrantes do GUPE acompanhados pelo professor Tiago Barbosa (UEPG) saíram de Ponta Grossa em direção a porção nordeste do município de Castro, na localidade de Pinheiro Seco. O grupo contou com a companhia de José Mário Budny, Osmar Rizental e Gilmar Budny (membros do GUPE), os quais viajaram com veículos próprios. Chegada do grupo na porteira da chácara do Seu Eurico, bagagens para seis dias de acampamento (foto: Henrique Simão Pontes). Depois de muitos dias chuvosos, o sábado estava com tempo bom e os mais de 40 km de estrada de chão (que liga Castrolanda a Pinheiro Seco) estavam transitáveis. Ao chegar em Pinheiro Seco, o grupo procurou Seu Sebastião. A intenção era usar um local de sua propriedade para acampamento. Ele, por sua vez, cedeu um espaço junto a uma cascalheira. Mas, por ter chovido muito na região, o local estava bastante encharcado. Resolvemos buscar outro local. A tentativa foi uma propriedade onde se sabia ter uma caverna a ser explorada. Todavia, o proprietário e o caseiro responsável (Almir) estavam ausentes. A comitiva seguiu em frente, até a propriedade do Seu Eurico, onde está situada a caverna Pinheiro Seco e onde o GUPE havia acampado na primeira expedição, em O Seu Eurico e sua família foram muito receptivos ao grupo. Cedeu um local agradável para acampar, junto ao rio, com bastante sombra e de fácil acesso. Enquanto o acampamento era montado, José Mario, Osmar e Gilmar foram explorar algumas cavidades da região. 1

2 Após montar o esconderijo medonho (palavras do Seu Eurico), foi juntada lenha seca para a linguiçada da noite. Aproximadamente às 17 horas José Mario, Osmar e Gilmar retornaram ao acampamento, permanecendo com o grupo até o fim da tarde. As atividades de acampamento terminaram perto das 16h. Do meio da tarde até às 20h, foi dedicado tempo a trabalhos fotográficos na caverna Pinheiro Seco. Participaram os integrantes Henrique, Heder, João, Igor e Fernanda. Para obter melhor qualidade das imagens, alguns equipamentos especiais - incluindo um holofote ligado a uma bateria 12 volts- foram utilizados. Os resultados foram bem interessantes, com belas imagens das galerias, salões, estalactites, cortinas, represas de travertino e outras formas. Aproveitando a chegada da noite e o término da atividade fotográfica, Heder, Henrique e João iniciaram a privação sensorial com o Igor, que ficou 1 hora sozinho dentro da caverna. Igor ficou sem lanterna e equipamento de comunicação, só ao som das gotas d água e na companhia dos morcegos. Esta atividade foi realizada nos outros dias com diferentes integrantes do GUPE. Depois de um dia de trabalho e calor, terminamos com a linguiçada na companhia da família Schamne (Dona Maria, Seu Toninho e Paula) que passou a noite de sábado e o domingo com o grupo. José Mario e Osmar retornaram para Ponta Grossa e Gilmar foi para sua chácara, localizada um pouco a diante da Localidade de Pinheiro Seco. Detalhe da represa de travertinos na Gruta Pinheiro Seco, João Carlos de escala (foto: Henrique S. Pontes). Relatos do 2 dia (30/01/ Domingo) Por João Carlos Flügel Filho Tesoureiro - GUPE Ainda no escuro da madrugada rural, aproximadamente às 6h da manhã, o acampamento da segunda expedição à região de Pinheiro Seco teve seu despertar pelos sons dos celulares. Após o café, preparado pela integrante Pâmela Schamne, foram traçadas as metas do dia. A expedição visava topografar as cavernas cadastradas pelo GEEP Açungui, bem como outras cavernas encontradas pelo GUPE. Além da topografia, estava previsto a realização de levantamento fotográfico. Às 07:10h, a equipe de topografia exploração partiu para dar inicio às atividades do dia. A equipe de topografia era composta de três membros, Felipe, Henrique e João Carlos. Os membros da equipe de exploração também participaram da atividade fotográfica, realizada logo após o término da topografia na primeira cavidade topografada do dia, ainda não nomeada. A equipe de exploração era composta por: Andressa, Diogo, Igor e Rafael e contavam com a ajuda de Heder e Fernando que já tinham visitado algumas grutas em exploração realizada na primeira expedição do GUPE na região. Durante a manhã, o tempo estava nublado, e, depois de aproximadamente vinte minutos de caminhada, as equipes chegaram à Gruta localizada próximo de uma Cascalheira. A entrada da caverna situa-se ao lado da estrada, dentro de um vale íngrime. O acesso ocorre por um pequeno início de trilha na borda da mata e toda a equipe desceu para dar início às atividades. 2

3 Chegando à porta da gruta, foram realizados os preparativos para a topografia. Então Felipe, munido de seu lendário facão, tomou por sua a responsabilidade fabricar duas bases para fixar as visadas topográficas. Enquanto isso, a equipe de exploração adentrou a caverna para tomar conhecimento da cavidade. A topografia teve inicio às 8h e terminou próximo das 10h, apresentando um desenvolvimento de 95 metros. A Gruta localizada ao lado da cascalheira tem a sua entrada parcialmente fechada por alguns blocos abatidos. Entretanto, a passagem é possível por entre blocos e troncos de árvores. Interior da Gruta localizada ao lado da Cascalheira, João Carlos como escala (foto: Henrique Simão Pontes). Ao longo de todo o duto, o teto da caverna apresenta um numero considerável de estalactites e algumas cascatas de rocha. Nas paredes da caverna foram encontrados acumulações de matéria orgânica e grandes troncos de árvores no chão, indicando que o rio apresenta grande vazão durante períodos chuvosos. Ao final do duto principal, o qual a caverna sustenta o rio, um sifão aparece e, a partir daí, a caverna continua por uma passagem estreita em um nível mais alto que o nível do rio. Tal passagem estreita, cuja transposição não apresenta muita dificuldade, leva a um salão maior. Neste salão, um grande volume de solo forma um barranco e por uma passagem baixa, mas não apertada, chega-se ao ultimo salão de possível acesso, onde se encontra um outro sifão - que se supõe ser conectado com o restante do curso de água da caverna. Após o término da topografia, iniciou-se o levantamento fotográfico. O trabalho nesta caverna acabou por volta das 11:30h. Após uma pausa para o almoço, as atividades continuaram e se iniciou o trabalho de topografia na segunda caverna visitada pela expedição, a Catedral da Luz, gruta cadastrada pelo GEEP Açungui. A topografia desta caverna teve inicio no início da tarde, mas foi concluída somente no dia seguinte, porque se aproximava o horário combinado de retorno ao acampamento. A caverna apresenta salões amplos e a grande riqueza em espeleotemas como cascatas de rochas e discos, velas, belíssimos travertinos, e as clássicas, porem não menos belas, colunas estalactites e estalagmites. O retorno ao acampamento aconteceu por volta das 19h. Ao chegar ao acampamento, os membros banharam-se no rio e se preparam para o saboroso jantar feito pela Pâmela. Neste mesmo dia, Rafael e Igor partiram de carro junto de Gilmar Budny (Membro do Conselho Deliberativo do GUPE) em busca de novas cavernas. O resultado da exploração deles foi relatado por Rafael e Igor, ressaltando a localização de buracos na terra, provavelmente pippings, mas nenhuma caverna. Relatos do 3 dia (31/02/ Segunda) Por Heder Leandro Rocha Vice-Coordenador Geral - GUPE Iniciamos as atividades do terceiro dia, às 6h, com o coordenador geral do GUPE, Henrique Simão Pontes, acordando a todos com seu amável aparelho celular. Fizemos a refeição do café da manhã, feito por nossa querida Pâmela Schamne, responsável pela cozinha e líder da equipe de base. Sem essa equipe 3

4 nenhuma outra funcionaria, que isso fique registrado. Perto das 8h, eu, Henrique, Fernando, João, Felipe, Laís e Fernanda saímos rumo à Gruta Catedral da Luz, conhecida localmente como Gruta do Chiquinho para continuar a topografia ainda pendente e iniciar as explorações nas matas da região. Chegando à Gruta a equipe foi dividida. Pela manhã, Fernando e eu iniciamos a exploração na mata da região onde a gruta fica localizada. Já Henrique, João e Felipe ficaram na topografia - Laís e Fernanda acompanharam esse trabalho. Perto do meio dia, eu e Fernando retornamos para a gruta sem sucesso na exploração. Na gruta, decidimos que voltaríamos ao acampamento para almoçar. Já alimentados, retornamos à Gruta Catedral da Luz, agora com Rafael na equipe de topografia e Igor na exploração. Henrique, João, Felipe e Rafael terminaram a topografia, sendo que Igor e eu fomos para exploração na mata. Nessa tarde, Diogo, Andressa, Dani e Pâmela acompanharam-nos para conhecer a gruta e retornaram ainda no meio da tarde. A topografia foi finalizada perto das 17h, quando houve uma pausa para alimentação. Exatamente nesse horário Igor e eu retornamos da exploração, mais uma vez sem sucesso. Em seguida, iniciamos as fotografias da cavidade. A atividade se estendeu até às 22h, rendendo belas imagens. Por fim, retornamos pela mata ao acampamento - uma tarefa não muito fácil, pois carregávamos muitos equipamentos, dentre eles uma bateria de automóvel utilizada na iluminação para as fotografias. Entrada principal da Gruta Catedral da Luz (conhecida na região como Gruta do Chiquinho), Heder Rocha como escala (foto: Henrique Pontes). Enfim, esse dia foi bastante interessante, pois evoluímos com as fotografias, exploramos uma grande região de mata a procura de outras cavidades e terminamos a topografia da Gruta Catedral da Luz. Relatos do 4 dia (01/02/2011 Terça-feira) Parte 1 Por Andressa Cerqueira Carvalhais Secretária - GUPE No quarto dia da expedição, após o almoço, o grupo, composto pelos membros Andressa, Fernando, Heder e Igor saiu para explorar os arredores da caverna denominada Catedral da Luz à procura de novas cavidades. O grupo seguiu pela trilha de acesso à caverna, até sua entrada. Então, dirigiu-se à direita na mata abrindo uma nova trilha. Como guia, foi usada uma fotografia aérea e bússola para localizar um local onde indicava haver hidrografia ou um vale bastante entalhado e seco. Os integrantes seguiram pela mata fechada, composta por vegetação pouco desenvolvida, porém densa, com samambaias e cipós com espinhos que dificultaram a passagem. Durante o caminho, quando no alto do morro, houve uma chuva rápida com raios, o que obrigou o grupo descer até a borda da encosta para esperá-la passar. 4

5 Depois da parada, o grupo continuou a abrir caminho até chegar ao vale onde a Gruta Catedral da Luz está situada. Os integrantes perceberam, então, que chegaram próximo a uma das entradas da caverna, e que, na verdade, apenas a contornaram. Por Felipe Mateus Schamne Almoxarife - GUPE Na tarde de terça-feira, a equipe de topografia, composta pelos membros Henrique, João, Felipe, Fernanda e Pámela, foi até a Caverna do Monjolo, conduzidos em uma caminhonete por José Mário Budny e seu sobrinho. A respectiva cavidade situa-se a aproximadamente 10km da Gruta Pinheiro Seco. Após mais de uma hora de solavancos e uma fina chuva, chegamos ao local. Após indicações do Seu João, proprietário das terras em torno da caverna, a equipe caminhou por alguns minutos até encontrar o pórtico de entrada da Caverna. Parte 2 Já estava escurecendo e a equipe resolveu voltar ao acampamento. Após uma forte caminhada, o grupo chegou ao acampamento por volta das 21h. burro) com tábuas, evitando que o espaço ficasse totalmente livre e vulnerável a acidentes perigosos e até mesmo fatais. A princípio, o Grupo de Topografia percorreu a Caverna de forma rápida, apenas para observar o percurso a ser topografado, suas galerias laterais e o curso d água que percorre a Caverna. Em seguida, iniciou a topografia da Caverna. O membro Henrique foi o desenhista, João era ponta-de-trena - munido da nova trena a laser do GUPE - e os demais membros revezaram na marcação azimutal da metragem da linha principal (sisal). Aproximadamente às 6h foi concluída a topografia da Caverna do Monjolo. Iniciamos, então, o trabalho de fotografar. Henrique dominou a máquina fotográfica, enquanto Felipe controlava a iluminação. Fernanda e João apareciam nas fotografias como pontos de escala e referência. Caverna do Monjolo (foto: Henrique Simão Pontes). José Mário, membro do Conselho Deliberativo do GUPE que cadastrou a Caverna no Cadastro Nacional há alguns anos, relatou algumas peculiaridades da mesma. Contou que próximo ao local havia um Monjolo de porte médio, que aproveitava a água de um sumidouro na margem do rio e, ainda, mostrou uma Clarabóia que fica poucos metros para dentri, relatando um fato ocorrido anos atrás: um acidente naquela altura da caverna. Para evitar esse tipo de acontecimento, os moradores locais fizeram uma tampa (mata Pâmela, Fernanda, Felipe, João e Henrique, todos molhados e com muito frio na caçamba da caminhonete do Zé Mario, retornando de noite ao acampamento, após termino dos trabalhos na Caverna do Monjolo (fotos: Henrique Pontes). Encerrada a parte fotográfica os membros retornaram à residência de Seu João, que, então, mostrou uma foto do antigo Monjolo que deu nome à Caverna. O grupo retornou ao acampamento próximo das 20h. 5

6 Relatos do 5 dia (02/02/2011 Quarta-feira) Por Henrique Simão Pontes Coordenador Geral - GUPE O quinto dia da expedição foi marcado por muitas caminhadas, morros, conversas com moradores e alguns imprevistos. A equipe - composta pelos membros Henrique, João e Fernando - partiu do acampamento munida de todos os equipamentos necessários por volta das 08h, em busca de mais grutas na Localidade de Pinheiro Seco. Guiada por uma imagem do Google Earth da região, a equipe caminhou cerca de 2 km perguntando para moradores sobre a existência de tocas, abrigos, grutas, cavernas, buracos e demais terminologias que representem cavidades subterrâneas naturais. O resultado foi que todos os moradores disseram não existir cavidades naquela porção da localidade de Pinheiro Seco. Todavia, o último morador questionado, Seu João, indicou possíveis buracos na rocha na propriedade de uma senhora, próxima à igreja católica. A equipe retornou e rumou ao local indicado. Após autorização, adentrou a propriedade e iniciou uma varredura na área. Os resultados encontrados foram: duas tocas entulhadas, um abrigo de pouco mais de 5 metros de extensão, um buraco (possível abismo entulhado) no interior de um imenso vale e a ressurgência de um pequeno córrego sem possibilidades de acesso. A equipe resolveu retornar ao acampamento para almoçar e, assim, planejar novo objetivo para o período da tarde. Pouco antes de chegar ao acampamento, o grupo encontrou um morador de grande fama na localidade, apelidado de Lobo e considerado um conhecedor dos quatro cantos da região. Em conversa, Lobo indicou a localização de uma outra gruta, ainda não mencionada por nenhum outro morador. A gruta está localizada na propriedade do Seu Josué Rute. No acampamento, houve o almoço e o planejamento dos objetivos da tarde. Apesar de haver mais membros no acampamento, somente os mesmos integrantes da equipe partiram em direção oposta, na estrada principal da região. Isso porque Felipe comandava o conserto da cobertura do acampamento, destruída durante vendaval que assolou a região no dia anterior. A equipe andou cerca de 4 km na estrada até chegar à casa de Seu Josué, que a recebeu muito bem e a levou de trator em direção à caverna. No caminho, houve uma parada e o grupo entrou em uma cavidade, um único duto inteiro assoreado, apresentando cerca de 10 metros de desenvolvimento. João Carlos em carona no trator de Seu Josué. Um dos únicos momentos de fotografia deste dia da expedição, devido aos acontecimentos (foto: Henrique Simão Pontes). Foi realizada uma imensa volta em um morro e uma parada no alto de um espigão. Neste ponto, Seu Josué indicou a localização da caverna. O grupo teria que descer a encosta até chegar a um vale bastante entalhado e subir o rio. Desceu por entre uma capoeira repleta de árvores e cipós de espinhos até chegar ao rio. Após subir 100 metros por dentro do rio, começou a chover. Por motivo de segurança, a equipe resolveu sair do rio, que apresentava uma forte vazão. O grupo subiu o outro lado da encosta em direção à estrada, até chegar atrás de uma pequena casa de madeira. Neste momento, houve um ataque de marimbondos e o grupo teve que contornar a casa para chegar à estrada, passando por um embaralhado de árvores e cipós de espinhos. Os marimbondos estavam extremamente agitados e agressivos, de modo 6

7 que os integrantes tiveram que passar correndo e continuar correndo um trecho na estrada. A equipe partiu em direção ao acampamento sem cumprir com o objetivo de encontrar a caverna, mas transferiu este objetivo para o outro dia. O grupo apertou o passo para chegar ao acampamento e passar uma pomada em João, que foi o principal alvo dos marimbondos. A equipe chegou ao acampamento por volta das 19 horas, apesar do ataque, todos os membros ficaram bem, pois nenhum apresenta alergia a picadas de vespas, marimbondos ou abelhas. Relatos do 6 dia (03/02/2011 Quinta-feira) Parte 1 Por Felipe Mateus Schamne Almoxarife - GUPE Na manhã do sexto dia da expedição, os membros Felipe, Henrique, Diogo e Igor saíram do acampamento às 7:30h, com o objetivo de encontrar a cavidade localizada nas terras de Seu Josué - gruta não encontrada no dia anterior. A equipe voltou cerca de 2 km pela estrada principal da região, a partir da caverna Pinheiro Seco, até chegar à casa onde estava infestada de marimbondos. Seguindo um pouco mais adiante Felipe e Henrique seguiram por uma trilha, Diogo e Igor esperaram na estrada com os equipamentos de topografia e fotografia. O grupo foi separado para primeiro localizar a caverna e, depois de localizada, o restante do grupo se deslocaria ate o local com todos os equipamentos. Felipe e Henrique adentraram a mata até encontrar o rio, percorrendo cerca de 200 metros até o rio onde encontraram uma pequena cavidade. Ao explorar esta cavidade, descobriram que ela adentrava apenas cerca de 8 metros. A jusante no mesmo rio, eles encontraram uma ressurgência que supostamente tem ligação com a cavidade encontrada. Ainda na margem direita do rio, encontraram mais alguns abrigos. Entretanto, estes não chegavam a 3 metros de desenvolvimento. Seguindo cerca de 60 metros a montante da ressurgência na porção alta da encosta direita do rio, foi localizada mais uma entrada de cavidade. Ao explorar a cavidade, os membros encontram um pórtico largo, mas com teto baixo, no qual adentram e encontram dois salões, o principal e um menor à esquerda. Ao lado direito encontram um pequeno conduto, no qual foi necessária a retirada de blocos - e mesmo assim tiveram que passar em uma passagem extremamente apertada. Após averiguar por dezenas de metros depois da minúscula passagem, os membros Felipe e Henrique retornaram até o restante do grupo e resolveram retornar ao acampamento para pegar mais equipamentos e almoçar. Felipe e Henrique no acampamento após explorar a Caverna Barreiro do Imbuial (foto: Daniella F. Moss). Após o almoço, o membro João Carlos junta-se a equipe, que se dirige novamente até a Caverna, denominada temporariamente de Barreiro do Imbuial. A cavidade recebeu este nome devido à localização - em Imbuial -, e ter muito barro em seu interior. Nesta etapa foi realizada a topografia, com o Henrique como desenhista e João como operador da trena laser e o restante dos membros - Felipe, Diogo e Igor - ficou responsável por explorar a caverna. Já na entrada, através de uma passagem baixa à direita, foi descoberto um duto que leva ao primeiro salão da caverna. Os salões da caverna são ligados, na maioria, por dutos pequenos, que exigiam um bom preparo físico de seus visitantes. Resumidamente, 7

8 trata-se de uma caverna repleta de dificuldades, com quebra-corpos, tetos baixos e muito barro, deixando o local escorregadio e as botas carregadas de lama no solado. era necessário subir uma rampa de aproximadamente 15 metros de comprimento, bastante íngrime e repleta de lama. João Carlos e Felipe em trabalho de topografia (foto: Henrique Simão Pontes). O desenvolvimento da topografia não foi possível devido à extrema dificuldade que a caverna proporcionou. Em uma das continuações, era necessário descer um poço com cerca de 5 metros. O problema era chegar até o poço, pois se tratava de uma passagem extremamente apertada na qual era difícil passar de maneira a realizar o rapel. Outro trecho que não permitiu a continuação ficava no alto de um salão, no qual Igor passando por um dos vários tetos-baixos da caverna (foto: Henrique Simão Pontes). Após encerrar a topografia, os membros realizaram algumas fotos dos salões da caverna. O trabalho fotográfico não foi conforme planejado, pois - além do grau de dificuldade desta cavidade e os membros estarem esgotadosa quantidade imensurável de lama dificultava o manuseio de equipamentos sensíveis. Após o encerramento das atividades, os membros retornam ao acampamento aproximadamente as 18 h. Por Fernando Bertani Gomes Membro Efetivo - GUPE Ao amanhecer, todos os membros da expedição despertaram, como de rotina, ao cantar do galo precedido das saracuras e curicacas. Os integrantes Fernando, Heder e Laís prepararam-se para desbravar as coxilhas e seus habitantes, a fim de realizar entrevistas abertas, dirigidas apenas por alguns questionamentos levantados por Laís (a qual realizará sua dissertação de mestrado na região). Iniciaram o trabalho de campo organizados em caminhar até o bairro dos Martins, o qual tem ligação com a família do seu Eurico Martins (propriedade onde ficou o acampamento e onde se situa a Caverna Pinheiro Seco). Parte 2 Porém, iniciaram uma entrevista já no primeiro aglomerado de moradias rurais, a pelo menos 2 km da Caverna da Cascalheira. A conversa foi com seu Sebastião, que mora ao lado da ponte (entrevista gravada). Em conversa, Seu Sebastião indicou para os membros conversarem com um dos moradores mais velhos da região, a ser encontrado na Localidade de Caraguatá (vizinha à Pinheiro Seco). Infelizmente a entrevista não foi realizada devido à idade bastante avançada do senhor. Fernando e Heder apresentaram o início da Gruta de Caraguatá (conhecida como Gruta do Antenor) a integrante Laís. Depois da visita à gruta, decidiram continuar a caminhada na estrada principal para além de Caraguatá. 8

9 Caminharam alguns quilômetros sem encontrar moradia, apenas plantação de pinus. A informação de que o próximo vilarejo, Água Branca, era aproximadamente 20 km para frente, fez com que eles decidissem retornar para o acampamento, para no caminho conversar com seu Sebastião (da Caverna da Cascalheira ). Prosseguir era inviável, assim como chegar no bairro dos Martins. Já na casa do seu Sebastião, os membros foram acolhidos com um chimarrão, café e prosa. Uma boa e extensa conversa (entrevista gravada), trocando vivências e aprendendo muito sobre o local. E para isso, nada melhor, do que pessoas que, como seu Sebastião, moram na localidade há 60 anos. Durante a conversa, emergiu a vontade de tentar descobrir outras cavernas. Seu Sebastião aconselhou novamente a equipe a conversar com Moisés, conhecido por Monsézinho, o qual trabalha com concerto de motos. Seu Monsé, entendendo a vontade dos pesquisadores, colocou sua bota, apanhou seu folhão e adentrou na mata com uma destreza de fazer suar e arranhar os membros do GUPE (Fernando e Heder), pois a região é repleta de árvores e cipós de espinhos. Após um período caminhando, Seu Monsé mostrou duas cavidades que atingem de 2 a 10 metros de desenvolvimento. Também afirmou a existência de pelo menos seis outras cavidades em um mesmo paredão rochoso, tanto do lado esquerdo como direito do Rio do Turvo. Esse mesmo rio percorre uns 60 metros talhado na rocha, com paredões verticais de pelo menos 9 metros de altura. E nesse paredão, a aproximadamente 100 metros a jusante da ponte do rio do Turvo, na propriedade do Lourivalzinho. Segundo Monsé, existe outra caverna, de aproximadamente 100 metros. Os membros do GUPE localizaram somente sua entrada, avistada de longe, pois se localiza na outra margem do rio. Fica, portanto, a necessidade de realizar a Expedição Pinheiro Seco III. Relatos do 7 dia (04/02/2011 Sexta-feira) Por Henrique Simão Pontes Coordenador Geral - GUPE Na manhã do último dia da Expedição Pinheiro Seco II, os membros acordaram por volta das 8h e, após o café da manhã, deram início ao desmonte do acampamento. Após guardar todas as bagagens e limpar a área, a equipe posicionou-se para a foto com todos os membros e o Seu Eurico, grande amigo que nos recebeu mais uma vez em sua casa e nos ajudou neste trabalho. O ônibus da UEPG, com a Professora Carla Prieto, chegou próximo das onze horas da manhã. Após carregar as bagagens no veículo, o grupo retornou para Ponta Grossa com todos os objetivos cumpridos. O grupo desmontando o acampamento e arrumando as malas para retornar à Ponta Grossa (foto: Laís Luana Massuqueto). 9

10 Espeleofoto do Leitor Integrantes da Expedição Pinheiro Seco II. Em pé: Seu Eurico, Laís, Andressa, Diogo, Fernanda, Daniella, Igor, Fernando e Pâmela, agachados: Henrique (de branco), Heder, João e Felipe (Detalhe importante: o boneco com o capacete amarelo, bandolim e lampião ao lado, representa nosso companheiro Rafael Köene, o qual teve que retornar antes para Ponta Grossa por causa de seu trabalho) (foto: Henrique Simão Pontes). Agradecimentos Esta expedição contou com o apoio de muitas pessoas, por isso tivemos muito sucesso em nossos trabalhos. Agradecemos, em especial, a toda a família Schamne (Toninho, Maria, Paula, Pámela e Felipe), pela força, atenção e carinho. Agradecemos a Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) e ao Departamento de Geociências (DEGEO) pelo apoio com o veículo, em especial ao Professor Tiago Augusto Barbosa, Professora Carla Prieto e ao secretário do DEGEO João Paulo. Agradecemos aos membros da velha guarda do GUPE: José Mário Budny, Gilmar Budny e Osmar Rizental pelo companheirismo e pelos presentes deliciosos (queijo caseiro e cracóvia). Agradecemos a Empresa Manfra Ltda. pela doação da trena à laser, material de grande utilidade nesta expedição e em futuros trabalhos. Agradecemos ao Bateriais Baranek pelo empréstimo de uma bateria utilizada no holofote para iluminação durante fotografias. Agradecemos ao Seu Eurico e sua família pela hospitalidade, carinho e por todas as prosas. Agradecemos ao Seu Sebastião e família pela recepção, conversas e hospitalidade. Enfim, agradecemos a todos os moradores da Localidade de Pinheiro Seco, povo hospitaleiro que muito nos ensinou nestes dias que por lá estávamos. _ 10

11 Espeleoparceiros Grupo de Escalada Cidade de Pedra - GECP - Nossa comunidade no Orkut: Nosso site: Visite também: e Imprima somente se for necessário, lembre-se de sua responsabilidade com o Meio Ambiente, pense ecologicamente. Expediente DOLINinforme é uma publicação eletrônica do Grupo Universitário de Pesquisas Espeleológicas GUPE, contato: Comissão Editorial Felipe Simão Pontes MTB 6797 Heder Leandro Rocha, Henrique Simão Pontes e Laís Luana Massuqueto A reprodução deste é permitida, desde que citada a fonte. _ 11

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