Conselho de Recursos Administrativos - CORAD PROCESSO /

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1 Concurso Público. Serviços Notariais e Registrais. Recursos interpostos contra o indeferimento da inscrição na condição de PcD do concurso aberto pelo Edital nº 001/2013- CECPODNR. Conhecimento e improvimento dos recursos. ÓRGÃO Conselho de Recursos Administrativos - CORAD PROCESSO / ORIGEM RELATOR ASSUNTO Porto Alegre Dr.ª Tatiana Gischkow Golbert Concurso Público. Serviços Notariais e Registrais. Recursos interpostos contra o indeferimento da inscrição na condição de PcD do concurso aberto pelo Edital nº 001/2013-CECPODNR. PARTES Inscrições nºs , e , Comissão do Concurso ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos os autos. Acordam os Magistrados integrantes do Conselho de Recursos Administrativos do Tribunal de Justiça do Estado, à unanimidade, em negar provimento aos recursos nos termos do voto da eminente Relatora. Participaram do julgamento, além da signatária, os eminentes Magistrados MANUEL JOSÉ MARTINEZ LUCAS (PRESIDENTE), MARILEI 1

2 LACERDA MENNA, CARLOS FRANCISCO GROSS, PATRÍCIA FRAGA MARTINS E CARLA PATRÍCIA BOSCHETTI MARCON DELLA GIUSTINA. Porto Alegre, 18 de setembro de DR.ª TATIANA GISCHKOW GOLBERT, Relatora RELATÓRIO DR.ª TATIANA GISCHKOW GOLBERT (RELATORA) Cuida-se de recursos dos candidatos de inscrições nº , e Os dois primeiros contra sua exclusão do concurso, face ao indeferimento de sua condição de pessoa com deficiência, sendo nulas as suas provas escritas e práticas, uma vez que a nota na prova objetiva foi inferior àquela do ponto de corte. E, o último, contra a decisão de não homologação da inscrição na condição de pessoa com deficiência. A candidata de inscrição número aduziu, em apertada síntese, que é portadora de artrite reumatoide juvenil, CID M.08. Sustentou que foi excluída do certame com base no Decreto Estadual 44300/206, enquanto o edital do referido concurso referia que a condição de deficiente seria averiguada de acordo com o Decreto 3.298/99, com alterações do 2

3 Decreto 5.296/04, nos 3º e 4º do artigo 60 do Ato 005/2013 do COMAG, observada a hipótese contemplada na Súmula 377 do STJ. Busca o reconhecimento de sua condição de pessoa com deficiência com a reversão da decisão que a eliminou do certame. Já o candidato de inscrição número sustentou que existe divergência entre a perícia presencial, que constatou artrose no joelho esquerdo, e outros laudos oficiais, que diagnosticaram que o candidato é portador de instabilidade ligamentar crônica lateral do joelho esquerdo e artrose pós-traumática do joelho esquerdo (CID: M23.5) e membros com deformidade congênita ou adquirida, CID:T93. Pretende a renovação da perícia. Por fim, o candidato de inscrição igualmente apontou que não foi reconhecida a sua condição de pessoa com deficiência para permanência no certame com base no Decreto Estadual 44300/206, enquanto o edital do referido concurso referia que a condição de deficiente seria averiguada de acordo com o Decreto 3.298/99, com alterações do Decreto 5.296/04, nos 3º e 4º do artigo 60 do Ato 005/2013 do COMAG, observada a hipótese contemplada na Súmula 377 do STJ. Sustentou, também, que a análise do enquadramento de sua moléstia como passível de inscrição no concurso na condição de pessoa com deficiência já foi feita em momento anterior, Edital 016/013 CECPODNR, quando outros candidatos foram excluídos da concorrência nas vagas reservadas para pessoas com deficiência, enquanto 3

4 o seu pedido foi deferido, ficando pendente, apenas, o seu exame médico presencial, com objetivo de confirmar a deficiência atestada. Sustentou que se enquadra na condição de pessoa com deficiência, consoante Decreto 3.298/99, requerendo a ratificação de sua inscrição com o reconhecimento da moléstia. Vieram-me conclusos. É o relatório. VOTO DR.ª TATIANA GISCHKOW GOLBERT (RELATORA) Por ser matéria comum às inconformidades, de pronto, anoto que, de fato, os peritos ao analisarem as moléstias dos recorrentes, mencionaram o Decreto Estadual nº /06, quando o edital indica o Decreto Federal 3.298/99, com alterações do Decreto 5.296/04, nos 3º e 4º do artigo 60 do Ato 005/2013 do COMAG, observada a hipótese contemplada na Súmula 377 do STJ. Todavia, não se verifica qualquer prejuízo aos recorrentes. Acontece que o conteúdo das legislações mencionadas, em especial os Decretos /06, de abrangência estadual, e o 3.298/99, federal, classificam as pessoas portadoras de deficiência de forma equânime. Vejamos. 4

5 Reza o artigo 3º do Decreto /06: Para os efeitos deste Decreto considera-se pessoa portadora de deficiência àquela que se enquadra numa das seguintes categorias: I - deficiência física - alteração completa ou parcial de um ou mais segmentos do corpo humano, acarretando o comprometimento da função física, apresentando-se sob a forma de paraplegia, paraparesia, monoplegia, monoparesia, tetraplegia, tetraparesia, triplegia, triparesia, hemiplegia, hemiparesia, ostomia, amputação ou ausência de membro, paralisia cerebral, nanismo, membros com deformidade congênita ou adquirida, exceto as deformidades estéticas e as que não produzam dificuldades para o desempenho de atividades; II - deficiência auditiva - perda bilateral, parcial ou total, de quarenta e um decibéis (db) ou mais, aferida por audiograma nas freqüências de 500 hz, hz e hz; III - deficiência visual - cegueira, na qual a acuidade visual igual ou menor que 0,05 no melhor olho, com a melhor correção óptica; a baixa visão, que significa acuidade visual entre 0,3 e 0,05 no melhor olho, com a melhor correção óptica; os casos nos quais a somatória da medida do campo visual em ambos os olhos for igual ou menor que 60º; ou a ocorrência simultânea de quaisquer das condições anteriores; IV - deficiência mental - funcionamento intelectual significativamente inferior à média, com manifestação antes dos dezoito anos e limitações associadas a duas ou mais áreas de habilidades adaptativas, tais como: a) comunicação; b) cuidado pessoal; c) habilidades sociais; d) utilização dos recursos da comunidade; e) saúde e segurança; 5

6 f) habilidades acadêmicas; g) lazer; h) trabalho. V - deficiência múltipla associação de duas ou mais deficiências. Na mesma senda, o artigo 4º do Decreto Federal 3.298/99, com as alterações implementadas pela legislação posterior, indica: É considerada pessoa portadora de deficiência a que se enquadra nas seguintes categorias: I - deficiência física - alteração completa ou parcial de um ou mais segmentos do corpo humano, acarretando o comprometimento da função física, apresentando-se sob a forma de paraplegia, paraparesia, monoplegia, monoparesia, tetraplegia, tetraparesia, triplegia, triparesia, hemiplegia, hemiparesia, ostomia, amputação ou ausência de membro, paralisia cerebral, nanismo, membros com deformidade congênita ou adquirida, exceto as deformidades estéticas e as que não produzam dificuldades para o desempenho de funções; (Redação dada pelo Decreto nº 5.296, de 2004) II - deficiência auditiva - perda bilateral, parcial ou total, de quarenta e um decibéis (db) ou mais, aferida por audiograma nas freqüências de 500HZ, 1.000HZ, 2.000Hz e 3.000Hz; (Redação dada pelo Decreto nº 5.296, de 2004) III - deficiência visual - cegueira, na qual a acuidade visual é igual ou menor que 0,05 no melhor olho, com a melhor correção óptica; a baixa visão, que significa acuidade visual entre 0,3 e 0,05 no melhor olho, com a melhor correção óptica; os casos nos quais a somatória da medida do campo visual em ambos os olhos for igual ou menor que 60 o ; ou a ocorrência simultânea de quaisquer das condições anteriores; (Redação dada pelo Decreto nº 5.296, de 2004) 6

7 IV - deficiência mental funcionamento intelectual significativamente inferior à média, com manifestação antes dos dezoito anos e limitações associadas a duas ou mais áreas de habilidades adaptativas, tais como: a) comunicação; b) cuidado pessoal; c) habilidades sociais; d) utilização dos recursos da comunidade; (Redação dada pelo Decreto nº 5.296, de 2004) e) saúde e segurança; f) habilidades acadêmicas; g) lazer; e h) trabalho; V - deficiência múltipla associação de duas ou mais deficiências. Assim, a menção pelos peritos do Decreto Estadual 44300/2006 nas análises das moléstias dos recorrentes ao invés do Decreto Federal 3298/99, com inobservância do Edital 001/2013 CECPODNR, não passou de erro material, sem qualquer prejuízo aos candidatos, em razão do conteúdo idêntico dos Decretos, nos pontos aqui relevantes. Superada, pois, a arguição, que não merece acolhida. Passo ao exame dos recursos de forma individualizada. 7

8 Recurso : A candidata recorrente informa ser portadora de artrite reumatoide juvenil, CID M. 08, que caracteriza como deficiência, autorizativa da sua inscrição no certame nas vagas reservadas às pessoas com deficiência. Apresentou certidão, laudo e relatório (fls. 39/47). Inicialmente, é de se ressaltar que não há divergência diagnóstica entre os documentos apresentados pela recorrente com aquele elaborado pelo DMJ. Todos referem ser a recorrente portadora de artrite reumatoide. A certidão de fl. 39 atesta: (...) é incapaz de dirigir automóveis comuns, estando, entretanto, apto (a) a conduzir veículos automotores com adaptações, ou seja: câmbio automático e dispositivo esférico acoplado ao volante. Com relação ao exame presencial, o DMJ através do peritoortopedista, Dr. Laércio Ouriques, e da perita-médica do Trabalho, Dra. Lysianne Giusti, concluiu (fl. 38): A candidata é portadora de artrite reumatóide juvenil, moléstia não caracterizada como deficiência física, nos termos do Decreto Estadual nº de 22/02/2006. Como se vê, a conclusão do Departamento Médico Judiciário, após exame presencial da recorrente por dois peritos, um ortopedista e uma 8

9 médica do trabalho, é categórica no sentido de, embora reconhecendo o diagnóstico invocado pela recorrente, não classificá-lo como deficiência física. Em suma, a recorrente é portadora de uma deformidade que não pode ser considerada, juridicamente, deficiência física, ao menos para o exercício do cargo postulado. Com efeito, voto por conhecer do recurso e, no mérito, negarlhe- provimento. Recurso : O recorrente apontou divergência entre a perícia presencial, que constatou artrose no joelho esquerdo, e outros laudos oficiais, que diagnosticaram que o candidato é portador de instabilidade ligamentar crônica lateral do joelho esquerdo e artrose pós-traumática do joelho esquerdo (CID: M23.5) e membros com deformidade congênita ou adquirida, CID:T93. Noticiou que a condição de pessoa com deficiência já foi reconhecida em outro concurso estadual, para Oficial de Justiça. Apresentou documentos em que foi avaliado. O documento de fl. 80, datado de 08 de junho de 2000, concluiu: A perturbação funcional é incompatível com o desempenho de atividades 9

10 militares e poderia ser tentado a correção cirúrgica, porém este tipo de instabilidade é de difícil correção, o que torna o prognóstico reservado. Os documentos de fls. 82/83 indicam a aptidão para dirigir, porém em veículo adaptado. Por fim, o documento de fl. 84, de 12 de julho de 2005, noticia a aptidão do recorrente para o cargo de Oficial de Justiça, em vaga destinada a deficiente físico. Com relação ao exame presencial, o DMJ através do peritoortopedista, Dr. Eduardo Migon, e da perita-médica do Trabalho, Dra. Eliana Duarte concluiu (fl. 79): O candidato é portador de artrose no joelho esquerdo, moléstia não caracterizada como deficiência física, nos termos do Decreto Estadual nº de 22/02/2006. Destarte, a conclusão do Departamento Médico Judiciário, após exame presencial da recorrente por dois peritos, um ortopedista e uma médica do trabalho, é precisa no sentido de, embora reconhecendo o diagnóstico de artrose no joelho esquerdo, não classificá-lo como deficiência física. Com efeito, o recorrente é portador de uma deformidade que não pode ser considerada, juridicamente, deficiência física, ao menos para o exercício do cargo pretendido. 10

11 E, não há divergência diagnóstica entre os documentos apresentados pelo recorrente com aquele elaborado pelo DMJ. Mais, não se pode ignorar o tempo decorrido entre os exames, assim como o seu objetivo. Ad argumentandum, não se pode olvidar que a avaliação de fl. 80, de 08 de junho de 2000, constatou no recorrente instabilidade pósterolateral do joelho esquerdo, mas aventou a possibilidade de correção. Finalmente, consigno que o candidato também argumentou com o fato de ter sido homologada sua inscrição na condição de Pessoa com Deficiência em concurso público para o cargo de Oficial de Justiça neste Tribunal de Justiça, o que não tem o condão de alterar a conclusão a que chegou os peritos, quer pela distinção dos cargos, quer pelo próprio teor da perícia médica levada a efeito no âmbito do DMJ. Assim, ausente fundamento para a renovação da perícia. Destarte, voto por conhecer do recurso e, no mérito, negar-lhe- provimento. Recurso : O recorrente argumentou que a análise do enquadramento de sua moléstia como passível de inscrição no concurso como pessoa com deficiência já foi feita em momento anterior, Edital 016/013 CECPODNR, quando outros candidatos foram excluídos da concorrência nas vagas 11

12 reservadas para pessoas com deficiência, enquanto o seu pedido foi deferido, ficando pendente, apenas, o seu exame médico presencial, com objetivo de confirmar a deficiência atestada. Sustentou que se enquadra na condição de pessoa com deficiência, consoante Decreto 3.298/99, requerendo a ratificação de sua inscrição no concurso na condição de pessoa com deficiência. Apresentou atestados (fls. 58/59). Razão não lhe assiste, adianto. Diz o item 4.4 do edital de abertura de inscrição 001/ CECPODNR: Deferida a inscrição do candidato inscrito na condição de Pessoa com Deficiência -PcD, deverá ela ser ratificada ou retificada durante os procedimentos do exame presencial, objeto do capítulo 8 deste edital. Já daí se depreende que o deferimento preliminar do candidato na condição de pessoa com deficiência é provisória, pendente exame presencial, que poderá, ou não, referendar a decisão inicial. E, reza o item 8.1 do edital de abertura de inscrição 001/ CECPODNR: 12

13 Os candidatos inscritos como Pessoa com Deficiência -PcD e aprovados na prova escrita e prática serão convocados a comparecer ao Departamento Médico Judiciário, para verificação da deficiência declarada por ocasião da inscrição preliminar no concurso e de sua compatibilidade para o exercício das atribuições da função. Nesse momento também será analisado o atestado médico apresentado na inscrição preliminar. (...). Conclui-se, pois, que o deferimento, preliminar, da inscrição do candidato na condição de PcD, não limita a atuação dos peritos, na avaliação presencial, à constatação da moléstia declarada no atestado, mas, também, e, principalmente, a verificar se a deficiência, sopesando inclusive o seu grau, dá ensejo a inscrição do candidato na condição de PcD. E, é de se ressaltar que não há divergência diagnóstica entre os atestados apresentados pelo recorrente com aquele elaborado pelo DMJ. Todos referem ser o candidato portador de doença degenerativa articular no quadril bilateral e astigmatismo, anisometropia e ambliopia parcial no olho esquerdo. Com relação ao exame presencial, o DMJ através do peritoortopedista, Dr. Laércio Ouriques, e do perito-oftalmologista, Dr. José Alencar 13

14 Franco, noticiou (fl. 56): O candidato é portador de doença degenerativa articular no quadril bilateral e astigmatismo, anisometropia e ambliopia parcial no olho esquerdo, moléstia não caracterizada como deficiência física e visual, nos termos do Decreto Estadual nº de 22/02/2006. Como se vê, a conclusão do Departamento Médico Judiciário, após exame presencial da recorrente por dois peritos, um ortopedista e um oftalmologista, é categórica no sentido de, embora reconhecendo o diagnóstico indicado pelo recorrente, não classificá-lo como deficiência física. Com efeito, o recorrente é portador de deformidades que não podem ser consideradas, juridicamente, deficiência física e visual, ao menos para o exercício do cargo postulado. Ante o exposto, voto por conhecer do recurso e, no mérito, negar-lhe- provimento. O voto vai, pois, pelo conhecimento e improvimento dos recursos. É o voto. OS DEMAIS INTEGRANTES VOTARAM DE ACORDO COM A RELATORA. 14

15 DES. MANUEL JOSÉ MARTINEZ LUCAS (PRESIDENTE) PROC. À UNANIMIDADE, NEGARAM PROVIMENTO AOS RECUOS NOS TERMOS DO VOTO DA EMINENTE RELATORA. 15

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