CO-PROCESSAMENTO DE RESÍDUOS INDUSTRIAIS. Francisco Alberto de Souza. Gerente de Negócios de Co-processamento

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CO-PROCESSAMENTO DE RESÍDUOS INDUSTRIAIS. Francisco Alberto de Souza. Gerente de Negócios de Co-processamento"

Transcrição

1 CO-PROCESSAMENTO DE RESÍDUOS INDUSTRIAIS Francisco Alberto de Souza Gerente de Negócios de Co-processamento Março/2008

2 1. Votorantim Cimentos no Brasil 1. Unidades Licenciadas 2. Co-processamento: O que pode e o que não pode 1. Definição 2. Tipos de Resíduos 3. Cimento Sustentável 1. Hierarquia ISO Emissões e Pontos de Alimentação CO 2 4. Pontos de Alimentação e Critérios 1. Por Tipo 2. Critérios (emissões e qualidade do produto) 5. Co-processamento x Produtividade dos fornos 6. Caso Unidade Rio Branco

3 Unidades VC SOBRAL-CE CAAPORÃ-PB NOBRES MT LARANJEIRAS - SE SOBRADINHO-DF CORUMBÁ - MS ITAÚ DE MINAS -MG CANTAGALO -RJ SALTO -SP SANTA HELENA - SP RIO BRANCO -PR PINHEIRO MACHADO -RS

4 Co-processamento O co-processamento é a técnica de destruição térmica a altas temperaturas em fornos de clínquer devidamente licenciados para este fim, com aproveitamento de conteúdo energético e/ou aproveitamento da fração mineral como matéria-prima, sem a geração de novos resíduos.

5 O que pode ser co-processado? Exemplos: Substâncias oleosas Catalisadores usados Resinas, colas e látex Pneus e emborrachados Madeiras contaminadas Solventes Borrachas Lodos de ETE Terras contaminadas Papel e outros Pó de aciaria Resíduos do Sheredder Materiais contaminados diversos

6 O que não pode ser co-processado? Exemplos: Resíduos hospitalares não-tratados Lixo doméstico não-classificado Explosivos Elementos radioativos Pesticidas Fossas orgânicas Materiais com alto teor de metais pesados Materiais com alto teor de Cloro Materiais com baixo poder calorífico ou sem contribuição na substituição de matérias-primas

7 Co-processamento com um lugar de privilégio na hierarquia REDUZIR REUTILIZAR RECICLAR Recuperação CO-PROCESSAMENTO Disposição INCINERAÇÃO+ REC. ENERGIA INCINERAÇÃO ATERROS CONTROLADOS

8 Co-Processamento e Redução Global de Emissões CO 2 SO 2 NO x CO2 SO2 NOx CO 2 SO 2 NO x Residuos Carvão,Óleo, Coque Residuos Carvão, Óleo, coque Incineração de residuos + fornos cimenteiros Co-processamento de residuos em fornos cimenteiros

9 Cimento e Sustentabilidade Média Mundial Cimento Portland (CP I) Futuro Sustentável Cimento Blendado com Minerais kg Minerais Natural calcário, argila, bauxita, gesso 900 kg Minerais Naturais 400 kg MIC 4,800 MJ combustíveis fósseis carvão, petróleo, gás Combustíveis Fósseis zero MJ AFR 1,000 kg Cimento Portland 1,000 kg Cimento Blendado 900 kg CO2 300 kg CO2

10 Estratégia e Princípios para A.F.R. Co-processamento Operação na Fábrica F de Cimento Resíduos de minerais orgânicos livres AFR perigoso / não perigoso: Sólido, partículas grossas, AFR (Não)- perigosos : grandes pedaços AFR perigoso / não perigoso : líquidos, sólidos finos. Utilizado como combustível Entrada A.F.R

11 Estratégia e princípios pios para A.F.R. Co-processamento Saída: Limites de Emissões AFR: Critérios de Entrada Saída de Produto: Cimento de Qualidade

12 Estratégia e Princípios para A.F.R. Co-processamento Impacto da A.F.R. Na pilha de emissão / COT - HCl - HF T/y haz. A.F.R. Thousands (est) 1000 mgr/nm3 - dry - 11 % O ,1 TOC HCl HF 0, (est) Saida do ar Source: Ciments Oburg

13 Estratégia e Princípios para A.F.R. Co-processamento Impacto da A.F.R. Sobre as Emissões de Metais Pesados 300 T/y haz. A.F.R. Thousands (est) 1 Sb+Cr+Cu+Pb+V mgr/nm3 - dry - 11 % O2 0,1 0,01 0,001 As+Co+Ni+Se+Te Cd+Hg+Tl 0, (est) Saida do ar Source: Ciments Oburg

14 Estratégia e Princípios para A.F.R. Co-processamento Evolução de Metais Pesados concentração em Cimento produzidos com AFR T/y haz. A.F.R. Thousands (est) 1000 Sb+Cr+Cu+Pb+V ppm As+Co+Ni+Se+Te 1 Cd+Hg+Tl 0, est 1999 Saída de produtos Source: Ciments Oburg

15 Taxa de Substituição Térmica % 7,0% 6,6% 6,0% 5,0% 5,2% 4,0% 3,0% 2,0% 3,1% 1,8% 3,6% 3,3% 1,0% 0,0% 0,0% Source: on 07 March 2007

16 Taxa de Substituição Térmica Biomassa % 6,0% 5,0% 4,6% 5,1% 5,1% 5,7% 4,0% 3,0% 3,1% 2,0% 1,5% 1,2% 1,0% 0,0% Source: on 07 March 2007

17 Fator Clinquer/Cimento % 100% 80% 60% 82,0% 77,6% 72,5% 70,4% 71,6% 67,1% 69,3% 40% 20% 0% Source: on 07 March 2007

18 CO2 Emissão Specific Gross CO2 Kg CO2 / tonne cem entitious m aterials Specific Net CO2 692 Improvement Rate Specific Net CO % -5% -10% -15% -20% Source: on 07 March 2007

19 Produtividade x Co-processamento UNIDADE VC NÚMERO DE PRODUTIVIDADE 100% PROD. COM COP PROD. DELTA FORNOS COQUE (t/dia) (t/dia) (t/dia) PINHEIRO MACHADO RIO BRANCO SALTO ITAÚ DE MINAS RIO NEGRO NOBRES CORUMBÁ TOCANTINS CIPASA CEARENSE VCB

20 VOTORANTIM CIMENTOS UNIDADE RIO BRANCO - PR Visão Geral da Fábrica Rio Branco Situada na Av. Ermírio de Moraes, Rio Branco do Sul -PR

21 FORNOS UTILIZADOS PARA CO-PROCESSAMENTO: Fornos 4 e 5: Capacidade: 950 t/dia de clínquer Fornos 6 e 7: Capacidade: t/dia de clínquer Fornos 8: Capacidade: t/dia de clínquer

22 Evolução do Consumo de Resíduos Fábrica Rio Branco Re síduo Volume Co-processado (toneladas)

23 Consumo de Resíduos por Tipo de Indústria Co-processados no ano de 2007 na Cimento Rio Branco- PR

24 Pontos de alimentação de Resíduos e Capacidades Sólidos Matéria-prima capacidade = t/mês volumes atuais = t/mês Pneus Picados Pré-cal capacidade = t/mês vol. atuais = t/mês Pastosos Caixa fumaça capacidade = t/mês volumes atuais = t/mês Sólidos Grossos Maçarico capacidade = t/mês volumes atuais = t/mês Sólidos Finos Matéria-prima capacidade = t/mês vol. atuais = t/mês Pneus Inteiros Caixa fumaça capacidade = t/mês volumes atuais = t/mês Líquidos Maçarico principal capacidade = t/mês vol. atuais = t/mês

25 Detalhamento dos Sistemas de Injeção de Resíduos Materiais substitutos de matéria -prima Descarga em tremonhas Alimentação via correia transportadora correia fechada

26 DETALHAMENTO SISTEMAS DE INJEÇÃO Material substituto de energia Resíduo sólido grosso Alimentação via correia transportadora até o forno

27 DETALHAMENTO SISTEMAS DE INJEÇÃO Material substituto de energia Resíduo pastoso Início da descarga em tremonha

28 DETALHAMENTO SISTEMAS DE INJEÇÃO Material substituto de energia Resíduo Pastoso Bombas alimentadoras do resíduo pastoso

29 DETALHAMENTO SISTEMAS DE INJEÇÃO Material substituto de energia Resíduo líquido Descarregamento em tanques

30 PNEUS INTEIROS DETALHAMENTO SISTEMAS DE INJEÇÃO

CO-PROCESSAMENTO VOTORANTIM CIMENTOS Case: UNIDADE RIO BRANCO DO SUL - Paraná

CO-PROCESSAMENTO VOTORANTIM CIMENTOS Case: UNIDADE RIO BRANCO DO SUL - Paraná CO-PROCESSAMENTO VOTORANTIM CIMENTOS Case: UNIDADE RIO BRANCO DO SUL - Paraná Rejane Afonso Coordenação de Co-processamento e meioambiente fábrica Rio Branco Co -processamento Dados técnicos: Co-processamento

Leia mais

Recuperação Energética de Resíduos Sólidos na Indústria de Cimento

Recuperação Energética de Resíduos Sólidos na Indústria de Cimento Recuperação Energética de Resíduos Sólidos na Indústria de Cimento Avanços na Implementação na Política Nacional de Resíduos CENÁRIO 28 empresas 15 grupos industriais 85 fábricas 51 Integradas 34 moagens

Leia mais

Incineração. Desenvolvimento e Inovação Tecnológica Fabiano do Vale de Souza Setembro/2010

Incineração. Desenvolvimento e Inovação Tecnológica Fabiano do Vale de Souza Setembro/2010 Incineração Desenvolvimento e Inovação Tecnológica Fabiano do Vale de Souza Setembro/2010 O que é Incineração? É a decompos ição de produtos e/ou s ubprodutos via oxidação térmica à alta temperatura (

Leia mais

DESTINAÇÃO FINAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS INDUSTRIAIS: EXPERIÊNCIAS NO SUL DO BRASIL Geólogo Pedro Julio Schnack Especialista em Tratamento de Resíduos Industriais NOVEMBRO - 2009 Gestão de Resíduos SólidosS

Leia mais

Produção Mais Limpa: Melhores Técnicas de Destinação de Resíduos Industriais

Produção Mais Limpa: Melhores Técnicas de Destinação de Resíduos Industriais Produção Mais Limpa: Melhores Técnicas de Destinação de Resíduos Industriais Legislação Classificação dos Resíduos NORMA ABNT 10.004 CLASSE I - PERIGOSOS CLASSE II - NÃO PERIGOSOS classe II A não inertes

Leia mais

COPROCESSAMENTO SOLUÇÃO SEGURA E DEFINITIVA PARA A DESTINAÇÃO FINAL AMBIENTALMENTE ADEQUADA DE RESÍDUOS

COPROCESSAMENTO SOLUÇÃO SEGURA E DEFINITIVA PARA A DESTINAÇÃO FINAL AMBIENTALMENTE ADEQUADA DE RESÍDUOS COPROCESSAMENTO SOLUÇÃO SEGURA E DEFINITIVA PARA A DESTINAÇÃO FINAL AMBIENTALMENTE ADEQUADA DE RESÍDUOS COPROCESSAMENTO: PROCESSO DE RECICLAGEM Processo de valorização de resíduos, que consiste no reaproveitamento/reciclagem

Leia mais

Parecer Técnico GEDIN 096/2008 Processo COPAM: 0001/1977/121/2005 CRQ: PR69088D RESUMO

Parecer Técnico GEDIN 096/2008 Processo COPAM: 0001/1977/121/2005 CRQ: PR69088D RESUMO FUNDAÇÃO ESTADUAL DO MEIO AMBIENTE PARECER TÉCNICO Empreendedor: SOCIEDADE EMPREENDIMENTOS INDUSTRIA E COMERCIO S/A - SOEICOM Empreendimento: EMPRESA DE CIMENTOS LIZ S.A DN: Código Classe Atividade: Co-processamento

Leia mais

RESÍDUOS SÓLIDOS Gerenciamento e Controle

RESÍDUOS SÓLIDOS Gerenciamento e Controle RESÍDUOS SÓLIDOS Gerenciamento e Controle GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS GERENCIAMENTO Segundo a resolução CONAMA 302/02 o gerenciamento de resíduos sólidos é definido como: O conjunto de atividades ligadas

Leia mais

VIABILIDADE AMBIENTAL E ECONÔMICA DA RECUPERAÇÃO ENERGÉTICA DE RESÍDUOS POR MEIO DE COMBUSTÍVEL DERIVADO DE RESÍDUO - CDR

VIABILIDADE AMBIENTAL E ECONÔMICA DA RECUPERAÇÃO ENERGÉTICA DE RESÍDUOS POR MEIO DE COMBUSTÍVEL DERIVADO DE RESÍDUO - CDR VIABILIDADE AMBIENTAL E ECONÔMICA DA RECUPERAÇÃO ENERGÉTICA DE RESÍDUOS POR MEIO DE COMBUSTÍVEL DERIVADO DE RESÍDUO - CDR CONFERÊNCIA WASTE TO ENERGY 2014 MARILIA TISSOT DIRETORA EXECUTIVA VIABILIDADE

Leia mais

Década de 20 inicia as atividades da indústria de pneumáticos no Brasil

Década de 20 inicia as atividades da indústria de pneumáticos no Brasil Junho de 2011 Histórico Década de 20 inicia as atividades da indústria de pneumáticos no Brasil 1960: Fundação da ANIP (Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos), entidade civil sem fins lucrativos,

Leia mais

Relatório descritivo de operações e equipamentos de uma unidade de de co-processamento de resíduos industriais

Relatório descritivo de operações e equipamentos de uma unidade de de co-processamento de resíduos industriais Relatório descritivo de operações e equipamentos de uma unidade de de co-processamento de resíduos industriais Elaborado por: Eduardo Pires Data: 17/01/2009. Revisões Data Revisado por: Aprovado por: 0

Leia mais

Coleta e Destinação de Pneus Inservíveis

Coleta e Destinação de Pneus Inservíveis Coleta e Destinação de Pneus Inservíveis Pneumáticos Histórico Década de 20 Começo das atividades da indústria de pneumáticos no Brasil. 1960 Fundação da ANIP, entidade sem fins lucrativos cujo objetivo

Leia mais

GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS

GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS CIESP COTIA GMA GRUPO DE MEIO AMBIENTE RONALD FERFILA BRASIL E ESTADO DE SÃO PAULO Valor desconhecido Estima-se a geração de 2,9 milhões de toneladas por ano de resíduos perigosos

Leia mais

Priscila Boer Mazaro. Ciclo de Vida dos Resíduos Industriais

Priscila Boer Mazaro. Ciclo de Vida dos Resíduos Industriais Priscila Boer Mazaro A ESTRE É O LÍDER INCONTESTÁVEL A ESTRE é a maior companhia brasileira do setor de serviços ambientais 18.300 Empregados 40.000 TONS/DIA Todos os tipos de resíduos 4.522 CLIENTES

Leia mais

Av. Dr. Léo de Affonseca Netto n 750 Jd. Novo Horizonte Lorena / SP CEP: 12605-720 Fone/Fax: (12) 3157-4244 E-mail: rm@rm-gpc.com.

Av. Dr. Léo de Affonseca Netto n 750 Jd. Novo Horizonte Lorena / SP CEP: 12605-720 Fone/Fax: (12) 3157-4244 E-mail: rm@rm-gpc.com. Av. Dr. Léo de Affonseca Netto n 750 Jd. Novo Horizonte Lorena / SP CEP: 12605-720 Fone/Fax: (12) 3157-4244 E-mail: rm@rm-gpc.com.br PROBEM Programa Biomassa Energia Materiais Refinaria de Biomassa Érica

Leia mais

Deliberação Normativa COPAM nº 154, de 25 de agosto de 2010. (Publicação Diário do Executivo Minas Gerais 04/09/2010)

Deliberação Normativa COPAM nº 154, de 25 de agosto de 2010. (Publicação Diário do Executivo Minas Gerais 04/09/2010) Page 1 of 8 Deliberação Normativa COPAM nº 154, de 25 de agosto de 2010. Dispõe sobre o Coprocessamento de resíduos em fornos de clínquer. (Publicação Diário do Executivo Minas Gerais 04/09/2010) O CONSELHO

Leia mais

CONTROLE AMBIENTAL NO SETOR DE CELULOSE E PAPEL NEI R. LIMA COORDENADOR DA COMISSÃO DE MEIO AMBIENTE

CONTROLE AMBIENTAL NO SETOR DE CELULOSE E PAPEL NEI R. LIMA COORDENADOR DA COMISSÃO DE MEIO AMBIENTE CONTROLE AMBIENTAL NO SETOR DE CELULOSE E PAPEL NEI R. LIMA COORDENADOR DA COMISSÃO DE MEIO AMBIENTE ABTCP Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel é uma instituição criada para dar apoio às empresas

Leia mais

ASSOCIAÇÃO PELA INDÚSTRIA E COMÉRCIO ESPORTIVO PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS

ASSOCIAÇÃO PELA INDÚSTRIA E COMÉRCIO ESPORTIVO PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS ASSOCIAÇÃO PELA INDÚSTRIA E COMÉRCIO ESPORTIVO PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS COMITÊ DE SUSTENTABILIDADE SÃO PAULO 2015 ÍNDICE O QUE É O PROGRAMA?...5 QUAIS

Leia mais

FISICO-QUÍMICA DOS MATERIAIS GERAÇÃO DE RESÍDUOS. Prof. Dr. José Roberto de Oliveira

FISICO-QUÍMICA DOS MATERIAIS GERAÇÃO DE RESÍDUOS. Prof. Dr. José Roberto de Oliveira FISICO-QUÍMICA DOS MATERIAIS GERAÇÃO DE RESÍDUOS 1 Brasil e Estado de São Paulo Valor desconhecido Cerca de 75,4 milhões toneladas por ano Estima-se a geração de 2,9 milhões de toneladas por ano de resíduos

Leia mais

SISEMA. Sistema Estadual de Meio Ambiente. POLÍCIA MILITAR D E M I N A S G E R A I S Nossa profissão, sua vida.

SISEMA. Sistema Estadual de Meio Ambiente. POLÍCIA MILITAR D E M I N A S G E R A I S Nossa profissão, sua vida. SISEMA Sistema Estadual de Meio Ambiente POLÍCIA Panorama da geração de resíduos em Minas Gerais Zuleika S. Chiacchio Torquetti Diretora de Qualidade e Gestão Ambiental FEAM Outubro 2008 POLÍCIA Projeto

Leia mais

Coleta e Destinação de Pneus Inservíveis

Coleta e Destinação de Pneus Inservíveis Coleta e Destinação de Pneus Inservíveis PALESTRANTE: CESAR FACCIO PALESTRA: PAINEL: DATA : A Logística Reversa e os Acordos Setoriais 19 de maio de 2015, às 16h15 Coleta e Destinação de Pneus Inservíveis

Leia mais

ALTERNATIVAS DE DESTINAÇÃO DE RESÍDUOS INDUSTRIAIS. Apresentação: Ana Rosa Freneda Data: 17/10/2014

ALTERNATIVAS DE DESTINAÇÃO DE RESÍDUOS INDUSTRIAIS. Apresentação: Ana Rosa Freneda Data: 17/10/2014 ALTERNATIVAS DE DESTINAÇÃO DE RESÍDUOS INDUSTRIAIS Apresentação: Ana Rosa Freneda Data: 17/10/2014 3 Elos Soluções Ambientais Alternativa para otimizar a destinação de resíduos: Crescente necessidade das

Leia mais

A Revalore Coprocessamento e engenharia do Meio Ambiente oferece soluções para o gerenciamento, valorização e destinação final ambientalmente

A Revalore Coprocessamento e engenharia do Meio Ambiente oferece soluções para o gerenciamento, valorização e destinação final ambientalmente A Revalore Coprocessamento e engenharia do Meio Ambiente oferece soluções para o gerenciamento, valorização e destinação final ambientalmente adequada e definitiva de resíduos, através da tecnologia de

Leia mais

SOLUÇÕES PARA GERENCIAMENTO, VALORIZAÇÃO E DESTINO FINAL DE RESÍDUOS COPROCESSAMENTO EM FORNOS DE CIMENTO

SOLUÇÕES PARA GERENCIAMENTO, VALORIZAÇÃO E DESTINO FINAL DE RESÍDUOS COPROCESSAMENTO EM FORNOS DE CIMENTO SOLUÇÕES PARA GERENCIAMENTO, VALORIZAÇÃO E DESTINO FINAL DE RESÍDUOS COPROCESSAMENTO EM FORNOS DE CIMENTO APRESENTAÇÃO DA EMPRESA A Revalore Coprocessamento e Engenharia do Meio Ambiente se apresenta com

Leia mais

Fontes energéticas e impacto ambiental

Fontes energéticas e impacto ambiental Fontes energéticas e impacto ambiental 1- INTRODUÇÃO: Aquecimento global - Projeção + 1 1990-2035 + 2 2035-2100 + 2,5-3 C em 110 anos Era do gelo até hoje: + 6 C Ano CONSEQÜÊNCIAS do AUMENTO do EFEITO

Leia mais

Panorama sobre resíduos sólidos

Panorama sobre resíduos sólidos Panorama sobre resíduos sólidos Brasil Dinamarca: Cooperação em Meio Ambiente Setembro de 2009 Principais conceitos (proposta do setor industrial) Resíduos sólidos: qualquer material, substância, objeto

Leia mais

DIRETORIA DE PRODUÇÃO DE ENERGIA - DP USINA:UHCB GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS

DIRETORIA DE PRODUÇÃO DE ENERGIA - DP USINA:UHCB GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS REVISÃO:12 GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS Código (1) Identificação do Resíduo * Cód. ONU ** Nº de Risco (2) Classe ABNT (3) Estado Físico (4) Área de Geração (5) Meio de Acondicionamento (6) Responsabilidade

Leia mais

Yushiro Kihara. Prof Dep. Geociëncia USP Gerente de Tecnologia ABCP. O grande desafio:

Yushiro Kihara. Prof Dep. Geociëncia USP Gerente de Tecnologia ABCP. O grande desafio: Concreteshow 2012 1 Mudanças Climáticas e Sustentabilidade Cenário e Desafios da Indústria Brasileira de Cimento Yushiro Kihara Prof Dep. Geociëncia USP Gerente de Tecnologia ABCP DESAFIOS DA INDÚSTRIA

Leia mais

Bragança Paulista - SP Especializada em reciclagem e reutilização de pneus inservíveis e borrachas em geral. Cezarina - GO.

Bragança Paulista - SP Especializada em reciclagem e reutilização de pneus inservíveis e borrachas em geral. Cezarina - GO. Recilcagem e Co-Processamento A Policarpo Reciclagem é uma empresa brasileira, atua desde 1967 na área de reciclagem e reutilização de pneus inservíveis e borrachas em geral. Buscamos sempre o aperfeiçoamento

Leia mais

ACF-NT O CEMS multicomponente

ACF-NT O CEMS multicomponente place picture here ISA-Vale Volta Redonda CSN, ABB Analytics, July 2010 ACF-NT O CEMS multicomponente Werner Gte. Tecnologia Analítica & Instrumentação Conteúdo Por que ACF-NT? Características principais

Leia mais

Coleta e Destinação de Pneus Inservíveis

Coleta e Destinação de Pneus Inservíveis Coleta e Destinação de Pneus Inservíveis Pneumáticos Histórico Década de 20 Começo das atividades da indústria de pneumáticos no Brasil. 1960 Fundação da ANIP, entidade sem fins lucrativos cujo objetivo

Leia mais

VALORIZAÇÃO DE RCD. Contribuição da Indústria Cimenteira

VALORIZAÇÃO DE RCD. Contribuição da Indústria Cimenteira VALORIZAÇÃO DE RCD Contribuição da Indústria Cimenteira 1. APRESENTAÇÃO DA ATIC ATIC - Associação Técnica da Indústria de Cimento Assegura os aspectos institucionais e de representação da indústria cimenteira

Leia mais

Capítulo 1: Introdução à Química Ambiental 23. Parte I: AR E ENERGIA 37 Capítulo 2: A Química da Estratosfera: A Camada de Ozônio 39

Capítulo 1: Introdução à Química Ambiental 23. Parte I: AR E ENERGIA 37 Capítulo 2: A Química da Estratosfera: A Camada de Ozônio 39 Capítulo 1: Introdução à Química Ambiental 23 A NATUREZA DA QUÍMICA AMBIENTAL E A ORGANIZAÇÃO DESTE LIVRO 24 UM ESTUDO DE CASO: OS PRODUTOS QUÍMICOS TÓXICOS E OS RECÉM-NASCIDOS 25 ABORDAGENS PARA A PREVENÇÃO

Leia mais

contaminação e gerenciamento

contaminação e gerenciamento Painel Técnico: Mercúrio e seus Riscos no Contexto da Vigilância Sanitária Mercúrio e Meio Ambiente: contaminação e gerenciamento Sérgia de Souza Oliveira ANVISA, 12 setembro 2011 Estrutura Organizacional

Leia mais

MOTORES ENERGIA AUTOMAÇÃO TINTAS. Preparação de tintas e vernizes, limpeza e descarte de embalagens visando à preservação Ambiental

MOTORES ENERGIA AUTOMAÇÃO TINTAS. Preparação de tintas e vernizes, limpeza e descarte de embalagens visando à preservação Ambiental MOTORES ENERGIA AUTOMAÇÃO TINTAS Preparação de tintas e vernizes, limpeza e descarte de embalagens visando à preservação Ambiental Versão 03 Novembro / 2009 A WEG aliada aos princípios de sustentabilidade

Leia mais

REFERÊNCIAS RELACIONADAS A PLANTAS DE CIMENTO

REFERÊNCIAS RELACIONADAS A PLANTAS DE CIMENTO Rio Branco do Sul - PR Fornos / Instalações Afins Projeto Executivo: Engenharia de integração de projetos e detalhamento para uma nova planta de cimento com capacidade de 5.000 tpd. Primavera - PA Fornos

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS Diretoria de Licenciamento Ambiental Coordenação Geral de Transporte, Mineração

Leia mais

O que é compostagem?

O que é compostagem? O que é compostagem? Consideraremos compostagem como um processo de decomposição da matéria orgânica encontrada no lixo, em adubo orgânico. Como se fosse uma espécie de reciclagem do lixo orgânico, pois

Leia mais

III-365 - ANÁLISE DA GESTÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS EM UMA REFINARIA DE PETRÓLEO

III-365 - ANÁLISE DA GESTÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS EM UMA REFINARIA DE PETRÓLEO III-365 - ANÁLISE DA GESTÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS EM UMA REFINARIA DE PETRÓLEO Ana Carolina Kopke Santos (1) Engenheira Ambiental pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC Campinas). Juliana

Leia mais

Poluição atmosférica decorrente das emissões de material particulado na atividade de coprocessamento de resíduos industriais em fornos de cimento.

Poluição atmosférica decorrente das emissões de material particulado na atividade de coprocessamento de resíduos industriais em fornos de cimento. Poluição atmosférica decorrente das emissões de material particulado na atividade de coprocessamento de resíduos industriais em fornos de cimento. Benedito Costa Santos Neto

Leia mais

1. INTRODUÇÃO 1.1. O EMPREENDIMENTO

1. INTRODUÇÃO 1.1. O EMPREENDIMENTO 1. INTRODUÇÃO 1. INTRODUÇÃO 1.1. O EMPREENDIMENTO O Complexo Industrial do Pecém CIP. Este empreendimento está localizado no município de São Gonçalo do Amarante, estado do Ceará, conforme mostra o Mapa

Leia mais

A Visão da Indústria sobre o Mercado de Recicláveis / Sistema Integrado de Bolsa

A Visão da Indústria sobre o Mercado de Recicláveis / Sistema Integrado de Bolsa A Visão da Indústria sobre o Mercado de Recicláveis / Sistema Integrado de Bolsa de Resíduos - SIBR Sistema Integrado Bolsa de Resíduos - SIBR O que é Plataforma virtual de negociação de resíduos, gratuita,

Leia mais

Reciclagem polímeros

Reciclagem polímeros Reciclagem polímeros Reciclagem Química A reciclagem química reprocessa plásticos transformando-os em petroquímicos básicos: monômeros ou misturas de hidrocarbonetos que servem como matéria-prima, em refinarias

Leia mais

CO-PROCESSAMENTO. Para um futuro com melhor qualidade de vida!

CO-PROCESSAMENTO. Para um futuro com melhor qualidade de vida! CO-PROCESSAMENTO Para um futuro com melhor qualidade de vida! Todos os direitos reservados - 1999 XÔÔÔ, RESÍDUOS! O cimento sempre esteve ligado ao desenvolvimento da sociedade, afinal, com ele se constroem

Leia mais

Agenda Ambiental Case Industria

Agenda Ambiental Case Industria Agenda Ambiental Case Industria Disciplina : Gestão de água e gestão de resíduos Professora: Simone Cohen Data: 17-julho-2010 Grupo: Carlos Augusto S.S. Dias Juliana de Freitas Calomeni Lilian Marques

Leia mais

feam FUNDAÇÃO ESTADUAL DO MEIO AMBIENTE PARECER TÉCNICO Empreendedor: RECITEC RECICLAGEM TÉCNICA DO BRASIL LTDA.

feam FUNDAÇÃO ESTADUAL DO MEIO AMBIENTE PARECER TÉCNICO Empreendedor: RECITEC RECICLAGEM TÉCNICA DO BRASIL LTDA. FUNDAÇÃO ESTADUAL DO MEIO AMBIENTE PARECER TÉCNICO RESUMO Parecer Técnico GEDIN 078 / 2008 A RECITEC Reciclagem Técnica do Brasil Ltda., detentora da Licença Prévia 107/2004, da Licença de Instalação 273/2005

Leia mais

PR O C E S S O E-07/510270/2010 UNIMIL UNIFORMES MILITARES LTDA PR O C E S S O E-07/507472/2011 ESSENCIS SOLUÇÕES AMBIENTAIS S.A.

PR O C E S S O E-07/510270/2010 UNIMIL UNIFORMES MILITARES LTDA PR O C E S S O E-07/507472/2011 ESSENCIS SOLUÇÕES AMBIENTAIS S.A. Boletim de Serviço Boletim de Serviço é uma publicação do Instituto Estadual do Ambiente, destinada a dar publicidade aos atos administrativos da instituição. Presidente Marilene Ramos Vice-Presidente

Leia mais

Ciclos do elementos Carbono, Nitrogênio e Enxofre

Ciclos do elementos Carbono, Nitrogênio e Enxofre Ciclos do elementos Carbono, Nitrogênio e Enxofre Atmosfera Atmosfera é a camada gasosa ao redor da Terra. Hidrosfera é a parte líquida da Terra que corresponde a cerca de 80% da superfície. A água dos

Leia mais

WOOD BRIQUETE BIOBRIQUETE BAGAÇO CANA BIOBRIQUETE CASCA CAFÉ

WOOD BRIQUETE BIOBRIQUETE BAGAÇO CANA BIOBRIQUETE CASCA CAFÉ WOOD BRIQUETE BIOBRIQUETE BAGAÇO CANA BIOBRIQUETE CASCA CAFÉ A solução para a questão vai incluir uma mudança substancial em relação ao modelo de produção, consumo e desenvolvimento. Para isso, será necessário

Leia mais

QUÍMICA VERDE (green chemistry, química sustentável)

QUÍMICA VERDE (green chemistry, química sustentável) QUÍMICA VERDE (green chemistry, química sustentável) Baseia-se na utilização de técnicas químicas e metodologias que reduzem ou eliminam o uso de solventes e reagentes ou geração de produtos e sub-produtos

Leia mais

1 Identificação do Produto : 2 Composição e Informação sobre os Ingredientes: (% em peso)

1 Identificação do Produto : 2 Composição e Informação sobre os Ingredientes: (% em peso) Sherwin Williams do Brasil Industria e Comércio Ltda. Av. Ibirama, 480, São Judas Taboão da Serra- SP - Brasil CEP. Fone 2137-6599 Fax 2137-6600 Homepage - http://www.sherwinwilliams.com.br - e-mail swhelp@sherwinwilliams.com.br

Leia mais

MINERAIS HIDROGEOLÓGICOS ENERGÉTICOS. de acordo com a finalidade

MINERAIS HIDROGEOLÓGICOS ENERGÉTICOS. de acordo com a finalidade Materiais (sólidos, líquidos ou gasosos), ou suas propriedades (calor interno da Terra ou radioatividade), provenientes da Terra e que o Homem pode utilizar em seu benefício. de acordo com a finalidade

Leia mais

PRODUÇÃO DE ECO-COMBUSTÍVEIS POR CONVERSÃO TERMOQUÍMICA DE RESÍDUOS LIGNOCELULÓSICOS E POLIMÉRICOS

PRODUÇÃO DE ECO-COMBUSTÍVEIS POR CONVERSÃO TERMOQUÍMICA DE RESÍDUOS LIGNOCELULÓSICOS E POLIMÉRICOS PRODUÇÃO DE ECO-COMBUSTÍVEIS POR CONVERSÃO TERMOQUÍMICA DE RESÍDUOS LIGNOCELULÓSICOS E POLIMÉRICOS Andrei Longo 1*, Margarida Gonçalves 1, Paulo Brito 2. 1 Faculdade de Ciências e Tecnologia - Universidade

Leia mais

Soluções em Gestão Ambiental

Soluções em Gestão Ambiental Soluções em Gestão Ambiental QUEM SOMOS A Silcon Ambiental Empresa de engenharia ambiental, especializada em serviços e soluções para o gerenciamento, tratamento e destinação final de resíduos e na produção

Leia mais

Módulo 4 Tecnologias para controle ambiental

Módulo 4 Tecnologias para controle ambiental Módulo 4 Tecnologias para controle ambiental Introdução Para minimizar os impactos ambientais muitas tecnologias de tratamento como filtragem, lavagem, queima etc. vem sendo desenvolvidas e utilizadas

Leia mais

TÉCNICAS DE GESTÃO DE RESÍDUOS EM EMPRESAS DE REPARAÇÃO VEÍCULAR

TÉCNICAS DE GESTÃO DE RESÍDUOS EM EMPRESAS DE REPARAÇÃO VEÍCULAR 1 o SIMPÓSIO SINDIREPA-RS TÉCNICAS DE GESTÃO DE RESÍDUOS EM EMPRESAS DE REPARAÇÃO VEÍCULAR Felipe Saviczki - cntl.att@senairs.org.br Engenheiro Ambiental Técnico de Desenvolvimento - Área de Consultoria

Leia mais

A Indústria de Cimento no Brasil

A Indústria de Cimento no Brasil A Indústria de Cimento no Brasil História e desenvolvimento Perspectivas de médio prazo Posicionamento atual e tecnologia Álvaro Lorenz 17 de Outubro de 2.012 A Indústria de Cimento no Brasil História

Leia mais

Sustentabilidade do planeta. Este assunto diz respeito a todos nós!

Sustentabilidade do planeta. Este assunto diz respeito a todos nós! Sustentabilidade do planeta Este assunto diz respeito a todos nós! Situação no mundo atual O Planeta pede socorro!!! A atividade humana tem impactado negativamente o meio ambiente Os padrões de consumo

Leia mais

Centro de Processamento de Resíduos do Pico

Centro de Processamento de Resíduos do Pico Governo dos Açores Direção Regional do Ambiente Operador de Gestão de Resíduos Centro de Processamento de Resíduos do Pico NIF E-Mail cprpico.resiacores@grupommps.com Instalação Mistério de São João, Estrada

Leia mais

ENERGIA TÉRMICA COM BIOMASSA, UM NEGÓCIO A TODO VAPOR

ENERGIA TÉRMICA COM BIOMASSA, UM NEGÓCIO A TODO VAPOR ESPAÇO DE PRÁTICAS EM SUSTENTABILIDADE ENERGIA TÉRMICA COM BIOMASSA, UM NEGÓCIO A TODO VAPOR santander.com.br/sustentabilidade Como parte do esforço para conter as mudanças climáticas, as companhias deverão

Leia mais

A EVOLUÇÃO DA COLETA SELETIVA E RECICLAGEM DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS NO BRASIL

A EVOLUÇÃO DA COLETA SELETIVA E RECICLAGEM DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS NO BRASIL A EVOLUÇÃO DA COLETA SELETIVA E RECICLAGEM DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS NO BRASIL 1. Aspectos gerais A geração de lixo urbano no Brasil está em torno de 140,000 ton/dia, sendo que a estimativa dos órgãos

Leia mais

Daniel Steigleder Karnal

Daniel Steigleder Karnal Daniel Steigleder Karnal Brasileiro, 35 anos, casado, sem filhos CPF 937.208.900-15 Rua Francisco Bonanato, 137 Jardim Morumbi Assis, São Paulo Brasil 18-3324 8058 / 18 8163 4393 81-3442 7485 - Recado

Leia mais

21º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental

21º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental III-134 - IMPLANTAÇÃO DE UM SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL EM UMA EMPRESA DE CO-PROCESSAMENTO DE RESÍDUOS INDUSTRIAIS EM FORNOS DE CI MENTO ESTUDO DE CASO NA TECNOSOL COMÉRCIO E SERVIÇOS LTDA. Claudio Fernando

Leia mais

Recuperação Energética de Resíduos Sólidos na Indústria de Cimento

Recuperação Energética de Resíduos Sólidos na Indústria de Cimento Avanços na Implementação na Política Nacional de Resíduos Recuperação Energética de Resíduos Sólidos na Indústria de Cimento Engº Mario William Esper O QUE É A ABCP? 1936-2011 n Entidade privada sem fins

Leia mais

Pneus inservíveis: análise das leis ambientais vigentes e processos de destinação final adequados

Pneus inservíveis: análise das leis ambientais vigentes e processos de destinação final adequados Pneus inservíveis: análise das leis ambientais vigentes e processos de destinação final adequados Felipe Costa Araújo (UNIFEI) f.araújo@pop.com.br Rogério José da Silva (UNIFEI) rogeriojs@unifei.edu.br

Leia mais

Biomassa Vegetal Fonte de Materiais e Energia

Biomassa Vegetal Fonte de Materiais e Energia Universidade de São Paulo Instituto de Química de São Carlos Biomassa Vegetal Fonte de Materiais e Energia Prof. Dr. Antonio Aprigio da Silva Curvelo 19/05/2012 Objetivos Olimpíada Regional de Ciências

Leia mais

ECOEFICIÊNCIA DA INDÚSTRIA BRASILEIRA DE CIMENTO: Gestão de carbono para a sustentabilidade. Yushiro Kihara Associação Brasileira de Cimento Portland

ECOEFICIÊNCIA DA INDÚSTRIA BRASILEIRA DE CIMENTO: Gestão de carbono para a sustentabilidade. Yushiro Kihara Associação Brasileira de Cimento Portland ECOEFICIÊNCIA DA INDÚSTRIA BRASILEIRA DE CIMENTO: Gestão de carbono para a sustentabilidade Yushiro Kihara Associação Brasileira de Cimento Portland Sumário Introdução Desafios da mitigação de Gases de

Leia mais

Índice 1 INTRODUÇÂO 2 A INDÚSTRIA DO CIMENTO NO CENÁRIO DAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS 3 REFERÊNCIAS INTERNACIONAIS

Índice 1 INTRODUÇÂO 2 A INDÚSTRIA DO CIMENTO NO CENÁRIO DAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS 3 REFERÊNCIAS INTERNACIONAIS Índice 1 INTRODUÇÂO 2 A INDÚSTRIA DO CIMENTO NO CENÁRIO DAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS 3 REFERÊNCIAS INTERNACIONAIS 4 2º INVENTÁRIO BRASILEIRO DE EMISSÕES DE GASES DE EFEITO ESTUFA 5 PERSPECTIVAS E DESAFIOS 6

Leia mais

FISPQ - FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA SOBRE PRODUTO QUÍMICO. Av. Jorge Alfredo Camasmie, 670 - Parque Industrial Ramos de Freitas

FISPQ - FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA SOBRE PRODUTO QUÍMICO. Av. Jorge Alfredo Camasmie, 670 - Parque Industrial Ramos de Freitas FISPQ - FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA SOBRE PRODUTO QUÍMICO ROCOL FOODLUBE ALK T CÓDIGO FISPQ-1803 REVISÃO 0 EMISSÃO 18/07/2014 APROVAÇÃO 18/07/2014 Page 1 of 6 1 - IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA

Leia mais

A Reserva da Biosfera da Mata Atlântica e a Cooperação na área da mineração

A Reserva da Biosfera da Mata Atlântica e a Cooperação na área da mineração A Reserva da Biosfera da Mata Atlântica e a Cooperação na área da mineração CLAYTON FERREIRA LINO Belo Horizonte - Março de 2013 Mata Atlântica - Ecossistemas Biodiversidade Sócio-Diversidade Sócio-Economia

Leia mais

CIÊNCIAS - 6ª série / 7º ano U.E - 02

CIÊNCIAS - 6ª série / 7º ano U.E - 02 CIÊNCIAS - 6ª série / 7º ano U.E - 02 A crosta, o manto e o núcleo da Terra A estrutura do planeta A Terra é esférica e ligeiramente achatada nos polos, compacta e com um raio aproximado de 6.370 km. Os

Leia mais

RESOLUÇÃO CONSEMA Nº 02/2000

RESOLUÇÃO CONSEMA Nº 02/2000 RESOLUÇÃO CONSEMA Nº 02/2000 Dispõe de norma sobre o licenciamento ambiental para co-processamento de resíduos em fornos de clínquer. O CONSELHO ESTADUAL DO MEIO AMBIENTE CONSEMA, no uso de atribuições

Leia mais

DECLARAÇÃO AMBIENTAL DE PRODUTO Auto declaração 2015

DECLARAÇÃO AMBIENTAL DE PRODUTO Auto declaração 2015 DECLARAÇÃO AMBIENTAL DE PRODUTO Auto declaração 2015 APRESENTAÇÃO DA EMPRESA E DESCRIÇÃO DO CICLO DE VIDA DO PRODUTO Os dados apresentados nesta Declaração Ambiental de Produto são referentes à produção

Leia mais

GUIA DE PREENCHIMENTO

GUIA DE PREENCHIMENTO GUIA DE PREENCHIMENTO RELATÓRIO ANUAL DE ATIVIDADES POTENCIALMENTE POLUIDORAS E UTILIZADORAS DE RECURSOS AMBIENTAIS (RAPP) EMISSÕES ATMOSFÉRICAS EMISSÕES DE POLUENTES ATMOSFÉRICOS VERSÃO 2 IBAMA JANEIRO,

Leia mais

RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL Gestão para a Redução, Reutilização e Reciclagem

RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL Gestão para a Redução, Reutilização e Reciclagem 1 Resíduos da Construção Civil - PMC - IMAP - 2012 Preserva Ambiental Consultoria - Slide 2 2 Resíduos da Construção Civil - PMC - IMAP - 2012 Preserva Ambiental Consultoria - Slide 3 Resíduos da Construção

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE UM COLETOR DE COPOS PLÁSTICOS DESCARTÁVEIS VISANDO A MINIMIZAÇÃO DE VOLUME

DESENVOLVIMENTO DE UM COLETOR DE COPOS PLÁSTICOS DESCARTÁVEIS VISANDO A MINIMIZAÇÃO DE VOLUME DESENVOLVIMENTO DE UM COLETOR DE COPOS PLÁSTICOS DESCARTÁVEIS VISANDO A MINIMIZAÇÃO DE VOLUME Maria Zanin (1) Professora do Departamento de Engenharia de Materiais da Universidade Federal de São Carlos

Leia mais

ESTUDO DE GESTÃO DE RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO E DEMOLIÇÃO

ESTUDO DE GESTÃO DE RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO E DEMOLIÇÃO ÍNDICE 1.Antecedentes--------------------------------------------------------------------------------------3 1.1. Objecto do estudo... 3 1.2. Descrição da obra... 3 1.3. Autor do estudo... 4 2.Tipos de

Leia mais

Matriz Elétrica Brasileira

Matriz Elétrica Brasileira Agenda Matriz Elétrica Brasileira Uso Racional de Energia Política Nacional de Resíduos Sólidos Resíduos Sólidos Urbanos PIB, Demografia e RSU Aproveitamento energético de RSU Obtenção de CDR Tecnologias

Leia mais

Valor Ambiente Gestão e Administração de Resíduos da Madeira S.A. A Gestão dos Resíduos na Região Autónoma da Madeira

Valor Ambiente Gestão e Administração de Resíduos da Madeira S.A. A Gestão dos Resíduos na Região Autónoma da Madeira A Gestão dos Resíduos na Região Autónoma da Madeira A Região Autónoma da Madeira Área 42,17 km 2 População residente 4.474 hab. Porto Moniz Densidade populacional 106 hab/km 2 São Vicente Santana Porto

Leia mais

Ações da Indústria de Cimento em direção da Sustentabilidade - Aspectos Ambientais

Ações da Indústria de Cimento em direção da Sustentabilidade - Aspectos Ambientais Ações da Indústria de Cimento em direção da Sustentabilidade - Aspectos Ambientais PANORAMA ATUALIZADO DA INDÚSTRIA DE CIMENTO Distribuição das fábricas (2010) 12 grupos industriais 71 fábricas 47 fábricas

Leia mais

INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS

INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS INSTRUÇÃO NORMATIVA N.º 1, DE 25 DE JANEIRO DE 2013 (DOU de 30/01/2013 Seção I Pág 82) O PRESIDENTE SUBSTITUTO DO INSTITUTO BRASILEIRO

Leia mais

O Trabalho no Laboratório e a Geração de Resíduos

O Trabalho no Laboratório e a Geração de Resíduos O Trabalho no Laboratório e a Geração de Resíduos Prof. Dr. Marco Tadeu Grassi Grupo de Química Ambiental GQA Instituto Nacional de Ciências e Tecnologias Analíticas Avançadas INCTAA Departamento de Química

Leia mais

LEI Nº 2.778, DE 22 DE NOVEMBRO DE 2013. Publicada no Diário Oficial nº 4.010

LEI Nº 2.778, DE 22 DE NOVEMBRO DE 2013. Publicada no Diário Oficial nº 4.010 LEI Nº 2.778, DE 22 DE NOVEMBRO DE 2013. Publicada no Diário Oficial nº 4.010 Institui o Cadastro Técnico Estadual de Atividades Potencialmente Poluidoras ou Utilizadoras de Recursos Ambientais - CTE e

Leia mais

Uso de Carvão Vegetal nos Altos Fornos da ArcelorMittal Juiz de Fora Mecanismo de Desenvolvimento Limpo - MDL. ArcelorMittal Juiz de Fora Aços Longos

Uso de Carvão Vegetal nos Altos Fornos da ArcelorMittal Juiz de Fora Mecanismo de Desenvolvimento Limpo - MDL. ArcelorMittal Juiz de Fora Aços Longos Uso de Carvão Vegetal nos Altos Fornos da ArcelorMittal Juiz de Fora Mecanismo de Desenvolvimento Limpo - MDL ArcelorMittal Juiz de Fora Aços Longos Visão Global da ArcelorMittal A M Planos Longos Inox

Leia mais

Carvão vegetal Aspectos Sociais e Econômicos. 1º SEMINÁRIO MADEIRA ENERGÉTICA INEE 2-3 Setembro 2008

Carvão vegetal Aspectos Sociais e Econômicos. 1º SEMINÁRIO MADEIRA ENERGÉTICA INEE 2-3 Setembro 2008 Carvão vegetal Aspectos Sociais e Econômicos 1º SEMINÁRIO MADEIRA ENERGÉTICA INEE 2-3 Setembro 2008 APRESENTAÇÃO Apresentação preparada por: Ronaldo Sampaio PhD. - Diretor da RSConsultants Paulo César

Leia mais

SENAI. Foi dado o sinal verde para o futuro da indústria.

SENAI. Foi dado o sinal verde para o futuro da indústria. SENAI. Foi dado o sinal verde para o futuro da indústria. Instituto SENAI de Inovação Química Verde e Instituto SENAI de Tecnologia Ambiental. As soluções inovadoras agora têm endereço certo. O Instituto

Leia mais

INOVAÇÃO para a SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL. Eng. Márcio Torres Diretor CNTL SENAI/UNIDO/UNEP Novembro de 2012

INOVAÇÃO para a SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL. Eng. Márcio Torres Diretor CNTL SENAI/UNIDO/UNEP Novembro de 2012 INOVAÇÃO para a SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL Eng. Márcio Torres Diretor CNTL SENAI/UNIDO/UNEP Novembro de 2012 SUSTENTABILIDADE Sustentabilidade Ambiental x Econômica Megatendências... Crescimento da

Leia mais

GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS. Teresina, 12 de junho de 2015

GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS. Teresina, 12 de junho de 2015 GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS Teresina, 12 de junho de 2015 GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS SITUAÇÃO ATUAL E PERSPECTIVAS Bertrand Sampaio de Alencar Teresina, 12 de junho de 2015 ESTRUTURA DA APRESENTAÇÃO 1.Marco

Leia mais

RECICLAGEM DE ÁGUA. CENIBRA Belo Oriente Minas Gerais

RECICLAGEM DE ÁGUA. CENIBRA Belo Oriente Minas Gerais RECICLAGEM DE ÁGUA CENIBRA Belo Oriente Minas Gerais Junho/2014 PROCESSO PRODUTIVO Preparo do Cavaco Cozimento e Branqueamento Secagem e Enfardamento Gerador de Energia Evaporação Caldeira de Recuperação

Leia mais

Cimento no Brasil José Otavio Carvalho

Cimento no Brasil José Otavio Carvalho Cimento no Brasil Presidente Cimento O cimento é um aglomerante hidráulico obtido pela moagem de clínquer portland ao qual se adiciona, durante a operação, a quantidade necessária de uma ou mais formas

Leia mais

REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES SECRETARIA REGIONAL DOS RECURSOS NATURAIS Direção Regional do Ambiente

REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES SECRETARIA REGIONAL DOS RECURSOS NATURAIS Direção Regional do Ambiente 5ª ADENDA AO ALVARÁ DE LICENÇA DE FUNCIONAMENTO PARA A REALIZAÇÃO DE OPERAÇÕES DE GESTÃO DE RESÍDUOS Nº 9/DRA/2008 Nos termos do Decreto-Lei nº 152/2002, de 23 de maio, a atribuiu o alvará nº 9/DRA/2008

Leia mais

Lista de Cimento Conformes 2014

Lista de Cimento Conformes 2014 Lista de Cimento Conformes 2014 A Tabela a seguir mostra os tipos de cimentos e marcas que atenderam estatisticamente às Normas técnicas de especificação da ABNT, com base no Regulamento do Selo de Qualidade

Leia mais

Reciclagem de Radiografias. Antônia Ariadne V. de Souza Técnica em Radiologia

Reciclagem de Radiografias. Antônia Ariadne V. de Souza Técnica em Radiologia Reciclagem de Radiografias Antônia Ariadne V. de Souza Técnica em Radiologia Quem já se perguntou que fim leva as radiografias 2 Raio X contém metal pesado e não deve ser descartado no lixo comum 3 4 O

Leia mais

Histórico. Início das atividades da indústria de pneumáticos no Brasil

Histórico. Início das atividades da indústria de pneumáticos no Brasil Histórico Início das atividades da indústria de pneumáticos no Brasil Histórico 1960: Fundação da ANIP (Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos), entidade civil sem fins lucrativos, que tem como

Leia mais

AVALIAÇÃO DA ABSORÇÃO DE ÁGUA DE TIJOLOS DE CONCRETO PRODUZIDOS PARCIALMENTE COM AGREGADOS RECICLADOS

AVALIAÇÃO DA ABSORÇÃO DE ÁGUA DE TIJOLOS DE CONCRETO PRODUZIDOS PARCIALMENTE COM AGREGADOS RECICLADOS AVALIAÇÃO DA ABSORÇÃO DE ÁGUA DE TIJOLOS DE CONCRETO PRODUZIDOS PARCIALMENTE COM AGREGADOS RECICLADOS Júlia Chaves BORGES (1); Raquel Jucá de Moraes SALES (2); Maria Elane Dias de OLIVEIRA (3); Antonio

Leia mais

FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO (FISPQ)

FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO (FISPQ) Página: 1/7 1 IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Código do produto: F-503, F-505 E F-534 Aplicação: Proteção anticorrosiva e anti-ruído Fornecedor Nome: Maxi-Rubber Endereço: Av. Luigi Papaiz, 843 Telefone:

Leia mais

LOGÍSTICA REVERSA DE SUCATAS

LOGÍSTICA REVERSA DE SUCATAS E S C O L A P O L I T É C N I C A DA U N I V E R S I D A D E DE S ÃO P A U L O - D E P A R T A M E N T O DE E N G E N H A R I A M E T A L Ú R G I C A E DE M A T E R I A I S - - L A B O R A T Ó R I O DE

Leia mais

BT 0082 BOLETIM TÉCNICO RESINA CERAMIC REPAIR_ ENDURECEDOR CERAMIC REPAIR

BT 0082 BOLETIM TÉCNICO RESINA CERAMIC REPAIR_ ENDURECEDOR CERAMIC REPAIR BT 0082 BOLETIM TÉCNICO RESINA CERAMIC REPAIR_ ENDURECEDOR CERAMIC REPAIR Elaborador: Verificadores: Aprovador: Resina Ceramic Repair_Endurecedor Ceramic Repair

Leia mais

Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro Secretaria Municipal de Meio Ambiente GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO

Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro Secretaria Municipal de Meio Ambiente GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro Secretaria Municipal de Meio Ambiente GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO Seminário Ecoinnvacion Eima2013 9 a 10 de Julho de 2013 Edificio del

Leia mais

ALVARÁ DE LICENÇA PARA A REALIZAÇÃO DE OPERAÇÕES DE GESTÃO DE RESÍDUOS Nº -31/2013 (S03737-201304)

ALVARÁ DE LICENÇA PARA A REALIZAÇÃO DE OPERAÇÕES DE GESTÃO DE RESÍDUOS Nº -31/2013 (S03737-201304) 1 16 ALVARÁ DE LICENÇA PARA A REALIZAÇÃO DE OPERAÇÕES DE GESTÃO DE RESÍDUOS Nº -31/2013 (S03737-201304) Nos termos do Artigo 33º. do Decreto-Lei n.º 178/2006, com a redação conferida pelo Decreto- Lei

Leia mais