Paulo Liebert Realização: Patrocínio: Apoio:

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Paulo Liebert Realização: Patrocínio: Apoio:"

Transcrição

1 Paulo Liebert Realização: Patrocínio: Apoio:

2 2 Vila de Paranapiacaba, história e patrimônio ambiental Em tupi-guarani, paranapiacaba significa lugar de onde se vê o mar. A sabedoria indígena não podia ter sido mais precisa: a vila ferroviária, que surgiu em 1861 como acampamento para abrigar trabalhadores da companhia São Paulo Railway (R), está encravada na Serra do Mar, entre a Grande São Paulo e a Baixada Santista. De seus mirantes, em trilhas recobertas por Mata Atlântica, é possível avistar alguns trechos da faixa litorânea paulista. A estrada de ferro foi criada para servir de via de escoamento da crescente produção cafeeira do interior paulista para o Porto de Santos. E, de lá, para o mercado externo. Portanto, a Vila de Paranapiacaba e a ferrovia têm grande significado para a compreensão da própria constituição dos espaços regional e nacional. A história de sua construção teve início em 1855, quando Irineu Evangelista de Souza, o visconde de Mauá, esteve em Londres com a missão de contratar uma companhia para construir a Estrada de Ferro Santos Jundiaí. Naquela época, a Inglaterra era o país financiador e maior executor de obras ferroviárias em vários países do mundo. Doze anos depois, em 1867, a ferrovia, construída pela R, era inaugurada. Uma das maiores dificuldades de sua execução foi vencer as escarpas da Serra do Mar. No início, foi adotado o sistema chamado de funicular, muito usado em minas de carvão no norte da Inglaterra. O conjunto funcionava com quatro máquinas fixas que tracionavam e movimentavam cabos de aço para iniciar a subida dos vagões pelos planos inclinados da serra. Depois, o sistema sofreu algumas intervenções tecnológicas com a criação de novos planos inclinados e o desenvolvimento de um sistema chamado de locobreque que usava cabos de aço sem-fim para tracionar as composições. Além da estação ferroviária e da torre do relógio, também foram erguidas edificações para alojar operários e engenheiros. Conhecidas como Vila Martim Smith ou Vila Nova, essas edificações têm traçado ortogonal, com ruas principais e secundárias, além de setores residenciais com traçado retilíneo. O porte das residências correspondia à hierarquia de comando na empresa ferroviária. Apogeu e decadência do transporte ferroviário Por aproximadamente 60 anos, a Estrada de Ferro Santos Jundiaí foi vital para a expansão da economia cafeeira. Calcula-se que, entre 1890 e 1930, tenham passado por ali cerca de 450 milhões de sacas de café de 60 quilos. No entanto, com o passar do tempo, a cafeicultura deixou de ocupar o posto de principal atividade econômica do país. A industrialização começou a florescer e o Brasil dava os primeiros passos para diversificar sua economia. Nos anos 1930, após sucessivas crises de superprodução, ocorreu um grande processo de desvalorização do café. Com isso, muitas áreas de plantio foram desativadas (leia Cafeicultura e ferrovias no Brasil ). Nesse novo cenário, era inevitável que Paranapiacaba, Emblemas que ainda podem ser encontrados nas máquinas e locomotivas de Paranapiacaba registram a presença da São Paulo Railway, das locomotivas de fabricação inglesa e dos vagões da Estrada de Ferro Santos Jundiaí Roberto Catelli Jr.

3 3 Estação de trem em Paranapiacaba. Eduardo Albarello fundada para servir ao transporte de café, sentisse evidentemente os primeiros sintomas da decadência. Aos poucos, a estrada e a própria vila perderam importância. Em 1946, encerrou-se o período de concessão da R e os últimos ingleses foram embora. A própria estrada, máquinas, equipamentos e acervo foram encampados pela União. Um ano depois já se iniciava uma alternativa ao transporte rodoviário com a inauguração da primeira pista da Rodovia Anchieta, ligando São Paulo a Santos. No início da década de 1950, o governo brasileiro passou a investir fortemente no transporte rodoviário, em detrimento do ferroviário. Em 1957, a Rede Ferroviária Nacional assumiu o controle dos equipamentos e da malha ferroviária da antiga R. Os anos 1970 foram especialmente significativos para o processo de decadência que a Vila de Paranapiacaba experimentou com a redução da atividade cafeeira e a criação de novos sistemas tecnológicos que tornaram o sistema funicular obsoleto. Até que, em 1982, ele foi totalmente desativado. Novos desafios para a preservação de Paranapiacaba Nesse mesmo ano, a antiga estação foi destruída por um incêndio e muitas residências foram demolidas. Naquela época, a estação ainda recebia o trem suburbano de passageiros que saía da Estação da Luz, em São Paulo, e passava por algumas cidades da região metropolitana antes de chegar à vila, sua última parada. Com a decadência do sistema ferroviário e sua privatização nos anos 1990, a malha passou ao controle da MRS Logística, que hoje opera o sistema apenas para transporte de carga. As transformações ocorridas na vila, que conta com pouco mais de mil habitantes, e na região provocaram debates sobre a importância da preservação ferroviária e dos ambientes naturais a seu redor. Em 1987, a vila e seu entorno foram tombados pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Arqueológico e Turístico do Estado de São Paulo (Condephaat). Em 2000, tornou-se um dos núcleos da Unesco da Reserva da Biosfera do Cinturão Verde da Grande São Paulo. Em 2003, sua área foi tombada pelo patrimônio de Santo André (município ao qual pertence o distrito de Paranapiacaba desde 2001) e pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), órgão federal ligado ao Ministério da Cultura. Naquele mesmo ano nascia o Parque Natural Municipal Nascentes de Paranapiacaba, uma unidade de conservação voltada à preservação da rica biodiversidade local, a pesquisas e educação ambiental (leia A Serra do Mar e a Mata Atlântica ). Ecoturismo, turismo de aventura e educação ambiental estão entre as novas atividades desenvolvidas na vila que envolvem diretamente a participação da população local e criam novos desafios para a preservação de Paranapiacaba. A vila representa um importante patrimônio cultural da presença inglesa no Brasil, da história das ferrovias e da cafeicultura. Além disso, a região mantém uma reserva de Mata Atlântica, sendo também patrimônio ambiental brasileiro. No entanto, é necessário refletir sobre o significado de preservar a Vila de Paranapiacaba. Não se trata apenas de cultivar a memória de um passado distante. É preciso também avaliar de que maneira esse rico patrimônio natural e cultural a ser protegido pode dar vida à comunidade local no presente e no futuro.

4 4 Localização de Paranapiacaba RODOVIAS B Principais troncos rodoviários Pavimento, pista dupla Em duplicação Pavimentada Em pavimentação Terra Estradas precárias Prefixo de rodovias federais Prefixo de rodovias estaduais Distância aproximada em km Nome da rodovia Pedágio Polícia Rodoviária Posto de combustível Balsa Fonte: Guia Rodoviário Guia Quatro Rodas DIVERSOS ferroban uv Ferrovia: linha de carga Ferrovia: linha turística Nome da ferrovia Voos regulares internacionais Voos regulares nacionais Cidade histórica Cidade em estância hidrotermal, termal ou climática Cidade serrana Lagos e represas Rios Barragem Porto Barco para passageiros Atração turísticao ou referência Altitude em metros Unidades de conservação Divisa interestadual CIDADES São Paulo campinas Araraquara Barretos Registro Aguaí Lindoia Solemar Capital acima de.000 hab. de a.000 hab. de a hab. de a hab. de a hab. até hab. distritos, vilas e outras localidades

5 5 Trabalho de campo: investigue, pergunte, descubra O s estudantes participantes devem aproveitar as informações coletadas no trabalho de campo para realizar a última prova. Assim, é essencial que, durante a visita a Paranapiacaba, você tome nota de tudo o que lhe parecer importante para compreender o significado histórico-geográfico da vila. Passaremos por quatro pontos (confira a planta na pág. 6). O primeiro será a caminhada pela trilha do Parque Natural Nascentes de Paranapiacaba, a ser realizada por todo o grupo logo após a chegada ao local. Depois serão formados três grupos, cada um acompanhado por um professor. Em seguida serão indicados outros três pontos a serem visitados. Caberá ao grupo organizar a ordem e o conteúdo a ser explorado em cada um deles. O professor acompanhante poderá responder às perguntas do grupo e auxiliar em suas decisões. Caberá ao próprio grupo, porém, tomar a iniciativa e decidir quais os melhores caminhos de investigação a ser seguidos. Caso tenha tempo, será possível também ao grupo percorrer outros lugares para obter mais conhecimento. No fim da jornada, os três grupos se reunirão novamente para uma Mapa de acesso última atividade coletiva, antes do retorno e posterior realização da prova. O essencial é que os grupos mantenham um espírito investigativo, trabalhem de forma coletiva e procurem levantar o máximo de informações para compreender as várias relações sociais que se constituíram naquele espaço ao longo da história. é certo que o grupo que conseguir tirar melhor proveito dessa etapa estará mais bem preparado para a prova final. Sugerimos que os grupos levantem questões e adquiram informações sobre os seguintes temas: Sistema ferroviário. Patrimônio histórico e cultural local. Patrimônio arquitetônico, especialmente o relacionado à presença inglesa na região. Patrimônio ambiental: aspectos da Serra do Mar e da Mata Atlântica no local e sua biodiversidade e seus recursos hídricos. Organização e papel do ecoturismo para a preservação do patrimônio cultural e ambiental e dinamização econômica da vila.

6 6 Planta da Vila de Paranapiacaba

7 7 Ponto 1 Parque Natural Municipal Nascentes de Paranapiacaba (trilha) Patrimônio ambiental A Serra do Mar e a Mata Atlântica O Parque Natural Municipal Nascentes de Paranapiacaba, unidade de conservação criada para a proteção da Mata Tropical Atlântica e preservação da biodiversidade local, apresenta rica variedade de espécies de flores, além da presença de diversas árvores, como cambuci, guamirim, manacá-da-serra, entre outras. Em meio ao parque habitam vários animais, como o gato-do-mato, a jaguatirica, a onça-parda, o quati e inúmeras espécies de pássaros. Quase a metade de sua área está recoberta por mata em avançado estado de regeneração. Isso porque durante muitos anos a poluição do Polo Petroquímico de Cubatão afetou a mata e a biodiversidade locais. Posteriormente, muitas espécies nativas foram semeadas para recompor parte da paisagem original. A importância do parque aumenta quando examinamos a situação geral da Mata Tropical Atlântica. Originalmente, o bioma se estendia do Piauí ao Rio Grande do Sul, atingindo o Paraguai e a Argentina. A área de 1,3 milhão de quilômetros quadrados recobria cerca de 15% do território nacional. Situado em áreas de densa ocupação, desse bioma restam hoje apenas cerca de 7% da extensão original. Nessas regiões, vivem aproximadamente 62% da população brasileira (ou 110 milhões de pessoas). Em São Paulo, a mata recobre a Serra do Mar, conjunto de dobramentos antigos e fortemente trabalhados pela erosão junto à faixa litorânea. Em Paranapiacaba e no parque é possível avistar encostas íngremes e entalhadas pela erosão e grotas (depressões) profundas. O bioma, o mais rico em biodiversidade no mundo favorecida pela diversidade climática, pela pluviosidade e por variados níveis de altitude, caracteriza-se por florestas densas, árvores altas e troncos recobertos de epífitas. Em sua extensão associa-se a outros ecossistemas, como manguezais, restingas, ilhas costeiras, matas de araucária e campos de altitude. A contiguidade do parque com outras unidades de conservação pode garantir trânsito de animais, fluxos de espécies de flora e áreas de transição entre os ecossistemas. O bioma responde também por processos hidrológicos associados às grandes bacias hidrográficas brasileiras. No parque estão as nascentes do Rio Grande, principal formador da Represa Billings, que abastece a Grande São Paulo, o que eleva ainda mais a importância dessa unidade de conservação. Fontes: Atlas do Parque Natural Municipal Nascentes de Paranapiacaba, 2008, pág. 25 e seguintes; SOS Mata Atlântica (disponível em

8 8

9 9 Ponto 2 Vila Martim Smith Patrimônio arquitetônico Patrimônio cultural, patrimônio natural Os bens materiais e imateriais, tangíveis e intangíveis, que compreendem o patrimônio cultural, são considerados manifestações ou testemunhos significativos da cultura humana, reputados como imprescindíveis para a conformação da identidade cultural de um povo. Em se tratando do patrimônio natural, a avaliação é ainda maior, posto que a salvaguarda dos recursos materiais e do conhecimento tradicional sobre os usos desses recursos é tida como essencial para a garantia de uma vida digna para a população humana. Apesar disso, outros interesses são identificados na conservação do patrimônio natural, em especial a intenção de reservar informação genética nas áreas protegidas para uso futuro. ZANIRATO, Silvia Helena and RIBEIRO, Wagner Costa. Patrimônio cultural: a percepção da natureza como um bem não renovável. Revista Brasileira de História [online], 2006, vol. 26, no 51, pág. 252.

10 10

11 Ponto 3 Museu do Castelinho Patrimônio histórico 11

12 12

13 13 Ponto 4 Museu funicular Patrimônio histórico Cafeicultura e ferrovias no Brasil Nas primeiras décadas do século 19, o café se espalhou por vilas do Rio de Janeiro. Logo seu cultivo chegou à província de São Paulo. Durante toda a segunda metade daquele século, o café manteve-se como principal atividade exportadora. Com a crescente expansão da cafeicultura brasileira e a onda de investimentos no país após a abolição do tráfico negreiro em 1850, a região do oeste paulista foi beneficiada com a construção de estradas de ferro que passaram a fazer a ligação dos terminais portuários com a região cafeeira. Assim, o custo do transporte do café foi reduzido em até 30% e as plantações de café puderam expandir-se. Em 1910, das 20 ferrovias paulistas, 16 pertenciam a cafeicultores. Uma década depois, o café respondia por 70% das receitas cambiais do país, o que tornava a economia muito frágil. Essa dependência tornou-se catastrófica em 1929, quando uma crise econômica internacional causada pela quebra da Bolsa de Valores Nova York fez com que o preço do café despencasse. A cafeicultura deixou de representar o suporte da economia nacional. Após a Segunda Guerra Mundial, não só se reduziu a produção agrícola para exportação como se desenvolveu mais aceleradamente a indústria. Assim, as ferrovias ajustadas ao traçado interior porto não eram adequadas ao polo urbano-industrial que se formava. Sem investimentos tecnológicos, os trens tornaram-se obsoletos em comparação aos modernos caminhões que surgiram. Aos poucos, os investimentos estatais foram direcionados à construção de novas rodovias com traçados condizentes com o desenvolvimento da economia industrial.

14 14 Referências bibliográficas LAMARCA, Vicente. A história de Paranapiacaba. Associação Ambientalista Mãe Natureza, s.d. PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE SANTO ANDRÉ. Atlas do Parque Natural Municipal Nascentes de Paranapiacaba: revelando o nosso parque. 2ª ed. São Paulo: Annablume: Paradiso, PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE SANTO ANDRÉ. Paranapiacaba: Patrimônio Histórico, Cultural e Natural do Brasil. Disponível em: Acesso em 29 de setembro de ROSS, Jurandyr L.S. (Org.). Geografia do Brasil. São Paulo: Edusp, ZANIRATO, Silvia Helena and RIBEIRO, Wagner Costa. Patrimônio cultural: a percepção da natureza como um bem não renovável. Revista Brasileira de História [on-line], 2006, vol. 26, nº 51.

Museu Aberto da Ferrovia Paranapiacaba 2007

Museu Aberto da Ferrovia Paranapiacaba 2007 Anexo 1.50 Museu Aberto da Ferrovia Paranapiacaba 2007 1. EDIFÍCIO HISTÓRICO Endereço: acesso pela rodovia SP 122 Ribeirão Pires Paranapiacaba, Santo André SP, Brasil. Autoria: a vila foi construída pela

Leia mais

Colégio Policial Militar Feliciano Nunes Pires

Colégio Policial Militar Feliciano Nunes Pires Colégio Policial Militar Feliciano Nunes Pires Professor: Josiane Vill Disciplina: Geografia Série: 2ª Ano Tema da aula: transporte e Telecomunicação Objetivo da aula:. Entender as principais formas de

Leia mais

Nosso Território: Ecossistemas

Nosso Território: Ecossistemas Nosso Território: Ecossistemas - O Brasil no Mundo - Divisão Territorial - Relevo e Clima - Fauna e Flora - Ecossistemas - Recursos Minerais Um ecossistema é um conjunto de regiões com características

Leia mais

Daniela Campioto Cyrilo Lima*, Emanuela Matos Granja*, Fabio Giordano **

Daniela Campioto Cyrilo Lima*, Emanuela Matos Granja*, Fabio Giordano ** AVALIAÇÃO SOBRE AS PRÁTICAS EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL DESENVOLVIDA ATRAVÉS DO ECOTURISMO NO CAMINHO DO MAR PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO MAR NÚCLEO ITUTINGA PILÕES Daniela Campioto Cyrilo Lima*, Emanuela Matos

Leia mais

Biomas Brasileiros. 1. Bioma Floresta Amazônica. 2. Bioma Caatinga. 3. Bioma Cerrado. 4. Bioma Mata Atlântica. 5. Bioma Pantanal Mato- Grossense

Biomas Brasileiros. 1. Bioma Floresta Amazônica. 2. Bioma Caatinga. 3. Bioma Cerrado. 4. Bioma Mata Atlântica. 5. Bioma Pantanal Mato- Grossense Biomas Brasileiros 1. Bioma Floresta Amazônica 2. Bioma Caatinga 3. Bioma Cerrado 4. Bioma Mata Atlântica 5. Bioma Pantanal Mato- Grossense 6. Bioma Pampas BIOMAS BRASILEIROS BIOMA FLORESTA AMAZÔNICA

Leia mais

RESERVA DA BIOSFERA DO CINTURÃO VERDE DA CIDADE DE SÃO PAULO

RESERVA DA BIOSFERA DO CINTURÃO VERDE DA CIDADE DE SÃO PAULO RESERVA DA BIOSFERA DO CINTURÃO VERDE DA CIDADE DE SÃO PAULO O QUE SÃO Reservas da Biosfera? - Reservas da Biosfera são áreas de ecossistemas terrestres ou aquáticos estabelecidas para promoverem soluções

Leia mais

Colégio São Paulo Geografia Prof. Eder Rubens - 2013

Colégio São Paulo Geografia Prof. Eder Rubens - 2013 Colégio São Paulo Geografia Prof. Eder Rubens - 2013 CAP. 02 O território brasileiro e suas regiões.( 7º ano) *Brasil é dividido em 26 estados e um Distrito Federal (DF), organizados em regiões. * As divisões

Leia mais

Atlas ambiental do município de Itanhaém 2012. Capítulo 6 - Conservação ambiental

Atlas ambiental do município de Itanhaém 2012. Capítulo 6 - Conservação ambiental Capítulo 6 - Conservação ambiental 71 72 6.1 Unidades de Conservação As Unidades de Conservação da Natureza (UCs) constituem espaços territoriais e mari- 46 55' 46 50' 46 45' nhos detentores de atributos

Leia mais

Objetivo 3.2. Melhorar a infra-estrutura de transporte e logística do Estado. As prioridades estaduais, segundo a visão da indústria, estão na

Objetivo 3.2. Melhorar a infra-estrutura de transporte e logística do Estado. As prioridades estaduais, segundo a visão da indústria, estão na Objetivo 3.2. Melhorar a infra-estrutura de transporte e logística do Estado. As prioridades estaduais, segundo a visão da indústria, estão na ampliação do número de terminais portuários, rodovias, ferrovias

Leia mais

Como a ferrovia pode contribuir com as operações no Porto de Santos

Como a ferrovia pode contribuir com as operações no Porto de Santos Como a ferrovia pode contribuir com as operações no Porto de Santos Câmara de Comércio Brasil-Argentina Julho de 2015 Guilherme Alvisi Gerente Geral de Negócios Carga Geral GUILHERME ALVISI Gerente Geral

Leia mais

Caatinga: exclusivamente brasileira

Caatinga: exclusivamente brasileira Caatinga: exclusivamente brasileira Ministério do Meio Ambiente Secretaria de Biodiversidade e Florestas Departamento de Conservação da Biodiversidade Parque Nacional da Serra da Capivara - PI Caatinga:

Leia mais

MRS - MRS Logística S. A.

MRS - MRS Logística S. A. MRS - MRS Logística S. A. A MRS Logística S. A., vencedora do leilão de desestatização da Malha Sudeste da RFFSA em 20 de setembro de 1996, iniciou suas atividades no dia 1 de dezembro de 1996, constituída

Leia mais

a) Cite o nome do estado brasileiro onde aparece a maior parte do domínio das araucárias. R:

a) Cite o nome do estado brasileiro onde aparece a maior parte do domínio das araucárias. R: Data: /08/2014 Bimestre: 2 Nome: 7 ANO A Nº Disciplina: Geografia Professor: Geraldo Valor da Prova / Atividade: 2,0 (DOIS) Nota: GRUPO 3 1-(1,0) A paisagem brasileira está dividida em domínios morfoclimáticos.

Leia mais

Estudo do Meio PARANAPIACABA SANTOS

Estudo do Meio PARANAPIACABA SANTOS Estudo do Meio PARANAPIACABA SANTOS Profa. Wanda Pivetta Prof. Ms. Alan Victor Pimenta Esse texto não se pretende uma reprodução de todas as atividades desenvolvidas no Estudo do Meio realizado pelo Colégio,

Leia mais

Fotografias PauloHSilva//siaram. Saber Mais... Ambiente Açores

Fotografias PauloHSilva//siaram. Saber Mais... Ambiente Açores Fotografias PauloHSilva//siaram Saber Mais... Ambiente Açores Convenção Diversidade Biológica O que é a Convenção da Diversidade Biológica? A Convenção da Diversidade Biológica é um acordo assinado entre

Leia mais

Crescimento urbano e industrial dos anos 20 ao Estado Novo

Crescimento urbano e industrial dos anos 20 ao Estado Novo A UA UL LA MÓDULO 7 Crescimento urbano e industrial dos anos 20 ao Estado Novo Nesta aula O café foi o principal produto de exportação durante a República Velha. Os cafeicultores detinham o controle da

Leia mais

Trens turísticos e o patrimônio cultural. Roberta Abalen Dias

Trens turísticos e o patrimônio cultural. Roberta Abalen Dias Trens turísticos e o patrimônio cultural Roberta Abalen Dias Atualmente o Turismo é considerado uma atividade de grande importância econômica, responsável por geração de emprego e renda. Tal atividade

Leia mais

Prof. Paulo de Sá Pereira Cavalcanti

Prof. Paulo de Sá Pereira Cavalcanti PONTES TRENS TIPO DE PROJETO AP-02 Prof. Paulo de Sá Pereira Cavalcanti Abril/2004 TREM TIPO DE PROJETO (EVOLUÇÃO DOS TRENS TIPO DE PROJETO DAS NORMAS BRASILEIRAS).1. PERÍODO DE 1943 a 1960 No período

Leia mais

SISTEMA NACIONAL DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO - SNUC

SISTEMA NACIONAL DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO - SNUC - SNUC PREVISÃO LEGAL Art. 225. Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e àcoletividade

Leia mais

Os Domínios Morfoclimáticos do Brasil

Os Domínios Morfoclimáticos do Brasil Os Domínios Morfoclimáticos do Brasil A classificação morfoclimática reúne grandes combinações de fatos geomorfológicos, climáticas, hidrológicos, pedológicos e botânicos que por sua relativa homogeinidade,

Leia mais

Aulas de Ciências de 12 a 21 5ª série. A Biosfera A terra, um planeta habitado. Biomas e ambientes aquáticos. Os biomas terrestres

Aulas de Ciências de 12 a 21 5ª série. A Biosfera A terra, um planeta habitado. Biomas e ambientes aquáticos. Os biomas terrestres Aulas de Ciências de 12 a 21 5ª série A Biosfera A terra, um planeta habitado De todos os planetas conhecidos do Sistema Solar, a Terra é o único que apresenta uma biosfera, onde a vida se desenvolve.

Leia mais

Biodiversidade em Minas Gerais

Biodiversidade em Minas Gerais Biodiversidade em Minas Gerais SEGUNDA EDIÇÃO ORGANIZADORES Gláucia Moreira Drummond Cássio Soares Martins Angelo Barbosa Monteiro Machado Fabiane Almeida Sebaio Yasmine Antonini Fundação Biodiversitas

Leia mais

MATERIAL DE APOIO PROFESSOR

MATERIAL DE APOIO PROFESSOR CURSO INTENSIVO III Disciplina: Direito Ambiental Prof. Fabiano Melo Data: 09.12.2009 Aula nº 06 MATERIAL DE APOIO PROFESSOR Lei 4771/65 Art. 2 Consideram-se de preservação permanente, pelo só efeito desta

Leia mais

Ações Locais para a Sustentabilidade Programa Biocidade

Ações Locais para a Sustentabilidade Programa Biocidade Ações Locais para a Sustentabilidade Programa Biocidade REGIÃO METROPOLITANA DE CURITIBA CURITIBA - DADOS GEOGRÁFICOS Área - 432,17 km2 Relevo - Levemente ondulado Extensão Norte Sul - 35 km Extensão Leste-Oeste

Leia mais

DOSSIÊ Sistema Rio Grande

DOSSIÊ Sistema Rio Grande Espaço das Águas Fundação Patrimônio Histórico da Energia e Saneamento Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo Sabesp DOSSIÊ Sistema Rio Grande Fevereiro 2009 1. Histórico do Sistema Rio

Leia mais

CONCER Companhia da Concessão Rodoviária Juiz de Fora - Rio

CONCER Companhia da Concessão Rodoviária Juiz de Fora - Rio Estrada-Parque Projeto proposto no âmbito do licenciamento ambiental da Nova Subida da Serra do Mar da Rodovia BR040 YARA VALVERDE ORLANDO GRAEFF CONCER Companhia da Concessão Rodoviária Juiz de Fora -

Leia mais

Comparação entre lei 4771 e PL relatado pelo Dep.Aldo Rebelo preparado por Zeze Zakia Versão preliminar ( APP)

Comparação entre lei 4771 e PL relatado pelo Dep.Aldo Rebelo preparado por Zeze Zakia Versão preliminar ( APP) Lei 4771 versão em vigor II área de preservação permanente: área protegida nos termos dos arts. 2 o e 3 o desta Lei, coberta ou não por vegetação nativa, com a função ambiental de preservar os recursos

Leia mais

A EDUCAÇÃO AMBIENTAL COMO PRÁTICA PROPOSITIVA NA INTERVENÇÃO DAS QUEIMADAS NO MUNICIPIO DE MUCUGÊ CHAPADA DIAMANTINA- BA

A EDUCAÇÃO AMBIENTAL COMO PRÁTICA PROPOSITIVA NA INTERVENÇÃO DAS QUEIMADAS NO MUNICIPIO DE MUCUGÊ CHAPADA DIAMANTINA- BA A EDUCAÇÃO AMBIENTAL COMO PRÁTICA PROPOSITIVA NA INTERVENÇÃO DAS QUEIMADAS NO MUNICIPIO DE MUCUGÊ CHAPADA DIAMANTINA- BA Karla Christiane Ribeiro Tanan Graduanda em Geografia, Universidade Estadual de

Leia mais

2- (0,5) O acúmulo de lixo é um grave problema dos ambientes urbanos. Sobre o lixo responda: a) Quais são os principais destino do lixo?

2- (0,5) O acúmulo de lixo é um grave problema dos ambientes urbanos. Sobre o lixo responda: a) Quais são os principais destino do lixo? Data: /11/2014 Bimestre: 4 Nome: 7 ANO Nº Disciplina: Geografia Professor: Geraldo Valor da Prova / Atividade: 2,0 (DOIS) Nota: GRUPO 9 1- (0,5) Sobre o ecossistema da caatinga do sertão do Nordeste, responda.

Leia mais

Amazônia Brasileira e Brasil em Crise

Amazônia Brasileira e Brasil em Crise Amazônia Brasileira e Brasil em Crise 1. (UERJ-2009) Folha de São Paulo, 01/06/2008. Adaptado de Zero Hora, 16/06/2008. Diferentes critérios e objetivos podem orientar a divisão do espaço geográfico em

Leia mais

PRESERVAÇÃO DO PATRIMONIO NATURAL NO SUL MERIDIONAL DA SERRA DO ESPINHAÇO

PRESERVAÇÃO DO PATRIMONIO NATURAL NO SUL MERIDIONAL DA SERRA DO ESPINHAÇO PRESERVAÇÃO DO PATRIMONIO NATURAL NO SUL MERIDIONAL DA SERRA DO ESPINHAÇO Ronald Carvalho Guerra Diretor de Meio Ambiente Prefeitura Municipal de Ouro Preto Gerente da APA da Cachoeira das Andorinhas -

Leia mais

Ituiutaba MG. Córrego da Piriquita AMVAP 2003. Estrada Municipal 030. Lázaro Silva. O Proprietário. Córrego

Ituiutaba MG. Córrego da Piriquita AMVAP 2003. Estrada Municipal 030. Lázaro Silva. O Proprietário. Córrego SÍTIO NATURAL 01. Município Ituiutaba MG 02. Distrito Sede 03. Designação Córrego da Piriquita 03.1. Motivação do Inventário 04. Localização Coordenadas Geográficas S 19 00 892 WO 49 23 784 05. Carta Topográfica

Leia mais

10º Dia CAMPOS DO JORDÃO CIRCUITO TURISTICO MANTIQUEIRA 19

10º Dia CAMPOS DO JORDÃO CIRCUITO TURISTICO MANTIQUEIRA 19 CAMPOS DO JORDÃO Distante 167 km de São Paulo, a cidade mais alta do Brasil começou a ser procurada no chamado ciclo da cura, que teve início no final do século XIX, quando o português Matheus da Costa

Leia mais

Fazenda Dumont (Dumont, SP) Fazenda Dumont

Fazenda Dumont (Dumont, SP) Fazenda Dumont Fazenda Dumont (Dumont, SP) Fazenda Dumont A E. F. Dumont percorria diversas seções da fazenda Dumont com sua linha principal e três ramais, no meio dos cafeeiros. Suprimida em 1940, apenas restam dela

Leia mais

Biomas, Domínios e Ecossistemas

Biomas, Domínios e Ecossistemas Biomas, Domínios e Ecossistemas Bioma, domínio e ecossistema são termos ligados e utilizados ao mesmo tempo nas áreas da biologia, geografia e ecologia, mas, não significando em absoluto que sejam palavras

Leia mais

DINÂMICA LOCAL INTERATIVA CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES GEOGRAFIA DESAFIO DO DIA. Aula 21.1 Conteúdo. Região Sudeste

DINÂMICA LOCAL INTERATIVA CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES GEOGRAFIA DESAFIO DO DIA. Aula 21.1 Conteúdo. Região Sudeste CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA DINÂMICA LOCAL INTERATIVA Aula 21.1 Conteúdo Região Sudeste 2 CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA DINÂMICA LOCAL INTERATIVA

Leia mais

guia multicultural da mata atlântica para crianças o dia em que o curupira jantou com o saci... PAPELERACULTURAL

guia multicultural da mata atlântica para crianças o dia em que o curupira jantou com o saci... PAPELERACULTURAL guia multicultural da mata atlântica para crianças o dia em que o curupira jantou com o saci... PAPELERACULTURAL Apresentação Guia multicultural da Mata Atlântica e de sua diversidade para as crianças.

Leia mais

DOMÍNIO DOS MARES DE MORROS

DOMÍNIO DOS MARES DE MORROS DOMÍNIO DOS MARES DE MORROS Situação Geográfica Este domínio estende-se se do sul do Brasil até o Estado da Paraíba (no nordeste), obtendo uma área total de aproximadamente 1.000.000 km².. Situado mais

Leia mais

As atuais condições da infraestrutura de transporte e logística do Brasil têm

As atuais condições da infraestrutura de transporte e logística do Brasil têm ESTUDO DA CNT APONTA QUE INFRAESTRUTURA RUIM AUMENTA CUSTO DO TRANSPORTE DE SOJA E MILHO As atuais condições da infraestrutura de transporte e logística do Brasil têm impacto significativo na movimentação

Leia mais

Paisagens Climatobotânicas do Brasil

Paisagens Climatobotânicas do Brasil Paisagens Climatobotânicas do Brasil 1. Observe a figura abaixo. Utilizando seus conhecimentos e as informações da figura, assinale a alternativa correta. a) A tundra constitui o bioma mais devastado do

Leia mais

É o estudo do processo de produção, distribuição, circulação e consumo dos bens e serviços (riqueza).

É o estudo do processo de produção, distribuição, circulação e consumo dos bens e serviços (riqueza). GEOGRAFIA 7ª Série/Turma 75 Ensino Fundamental Prof. José Gusmão Nome: MATERIAL DE ESTUDOS PARA O EXAME FINAL A GEOGRAFIA DO MUNDO SUBDESENVOLVIDO A diferença entre os países que mais chama a atenção é

Leia mais

P O R T O M A R A V I L H A

P O R T O M A R A V I L H A P O R T O M A R A V I L H A P O R T O M A R A V I L H A Porto do Rio Zona Portuária Hoje Da fundação aos dias de hoje Oficialmente, o Porto do Rio de Janeiro foi inaugurado em 1910, o que impulsionou o

Leia mais

FLORESTAS PLANTADAS E CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE NO BRASIL

FLORESTAS PLANTADAS E CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE NO BRASIL FLORESTAS PLANTADAS E CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE NO BRASIL Uma posição institucional conjunta de: Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais Sociedade Brasileira de Silvicultura Departamento de Ciências

Leia mais

- RJ O Gerenciamento dos Recursos HídricosH nas grandes Cidades. Paulo Massato Yoshimoto Diretor Metropolitano - Sabesp

- RJ O Gerenciamento dos Recursos HídricosH nas grandes Cidades. Paulo Massato Yoshimoto Diretor Metropolitano - Sabesp III Pré-ENCOB - RJ O Gerenciamento dos Recursos HídricosH nas grandes Cidades Paulo Massato Yoshimoto Diretor Metropolitano - Sabesp Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo - Sabesp 5ª Maior

Leia mais

1 de 5 ESPELHO DE EMENDAS DE INCLUSÃO DE META

1 de 5 ESPELHO DE EMENDAS DE INCLUSÃO DE META COMISSÃO MISTA DE PLANOS, ORÇAMENTOS E FISCALIZ S AO PLN 0001 / 2008 - LDO Página: 2726 de 2993 1 de 5 ESPELHO DE S DE INCLUSÃO DE META AUTOR DA 71260001 1220 Assistência Ambulatorial e Hospitalar Especializada

Leia mais

Interbits SuperPro Web

Interbits SuperPro Web CIÊNCIAS HUMANAS XXIII HISTÓRIA ERA VARGAS LIBERALISMO GEOGRAFIA QUESTÕES AMBIENTAIS 1. (Fuvest 2011) Conforme proposta do geógrafo Aziz Ab Saber, existem, no Brasil, seis domínios morfoclimáticos. Assinale

Leia mais

Águas Continentais do Brasil. Capítulo 11

Águas Continentais do Brasil. Capítulo 11 Águas Continentais do Brasil Capítulo 11 As reservas brasileiras de água doce O Brasil é um país privilegiado pois detém cerca de 12% da água doce disponível no planeta; Há diversos problemas que preocupam:

Leia mais

COLÉGIO ADVENTISTA DE CIDADE ADEMAR

COLÉGIO ADVENTISTA DE CIDADE ADEMAR COLÉGIO ADVENTISTA DE CIDADE ADEMAR Roteiro de Geografia - Professor: Vilson P. Rodrigues - 7 Ano B Primeiro Bimestre de 2010 Observações Gerais: Alunos e Senhores Pais de Alunos - O roteiro sempre estará

Leia mais

REDES HIDROGRÁFICAS SÃO TODOS OS RECURSOS HIDROGRÁFICAS DE UM PAÍS, COMPOSTOS GERALMENTE PELOS RIOS, LAGOS E REPRESAS.

REDES HIDROGRÁFICAS SÃO TODOS OS RECURSOS HIDROGRÁFICAS DE UM PAÍS, COMPOSTOS GERALMENTE PELOS RIOS, LAGOS E REPRESAS. REDES HIDROGRÁFICAS SÃO TODOS OS RECURSOS HIDROGRÁFICAS DE UM PAÍS, COMPOSTOS GERALMENTE PELOS RIOS, LAGOS E REPRESAS. BACIA HIDROGRÁFICA. É UMA REDE DE TERRAS DRENADAS POR UM RIO E SEUS PRINCIPAIS AFLUENTES.

Leia mais

Proposta de Criação da Floresta Estadual José Zago. Consulta Pública

Proposta de Criação da Floresta Estadual José Zago. Consulta Pública Proposta de Criação da Floresta Estadual José Zago Consulta Pública 2015 Base Legal Lei Federal nº 9.985 de 18 de julho de 2000 Regulamenta o artigo 225 da Constituição Federal e Institui o Sistema Nacional

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA LOGÍSTICA PARA O DESENVOLVIMENTO REGIONAL

A IMPORTÂNCIA DA LOGÍSTICA PARA O DESENVOLVIMENTO REGIONAL A IMPORTÂNCIA DA LOGÍSTICA PARA O DESENVOLVIMENTO REGIONAL 04/05/2011 Senado Federal - Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo O BRASIL EM NÚMEROS BASE PARA O CRESCIMENTO Os investimentos nas áreas

Leia mais

Análise de Viabilidade

Análise de Viabilidade Análise de Viabilidade 1. Identificação Município: Itaúna Localização: Região de Tabuões Bacia Hidrográfica: Rio São Francisco 2. Resultados: Considerando as especulações que estão sendo levantadas com

Leia mais

Nos estúdios encontram-se um entrevistador (da rádio ou da televisão) e um representante do Ministério da Terra, Ambiente e Desenvolvimento Rural

Nos estúdios encontram-se um entrevistador (da rádio ou da televisão) e um representante do Ministério da Terra, Ambiente e Desenvolvimento Rural Guião de Programa de Rádio e Televisão Tema: Redução de Emissões de Desmatamento e Degradação Florestal (REDD+) Nos estúdios encontram-se um entrevistador (da rádio ou da televisão) e um representante

Leia mais

Património Natural local e regional Rios e Biodiversidade

Património Natural local e regional Rios e Biodiversidade Património Natural local e regional Rios e Biodiversidade O que é a Biodiversidade? Área de Projecto 5ºD 2010/2011 Realizado por: Inês, Mariana, Ema, Diana e José do 5ºD Trabalho iniciado com a participação

Leia mais

B I O G E O G R A F I A

B I O G E O G R A F I A B I O G E O G R A F I A FLORESTA AMAZÔNICA 2011 Aula XII O bioma Amazônia representa aproximadamente 30% de todas as florestas tropicais remanescentes do mundo e nele se concentra a maioria das florestas

Leia mais

FORMAÇÃO DO TERRITORIO BRASILEIRO. Prof. Israel Frois

FORMAÇÃO DO TERRITORIO BRASILEIRO. Prof. Israel Frois FORMAÇÃO DO TERRITORIO BRASILEIRO Prof. Israel Frois SÉCULO XV Território desconhecido; Era habitado por ameríndios ; Natureza praticamente intocada Riqueza imediata: Pau-Brasil (Mata Atlântica) Seus limites

Leia mais

Bens em regime de proteção estadual CONDEPHAAT

Bens em regime de proteção estadual CONDEPHAAT Bens em regime de proteção estadual CONDEPHAAT Teatro Coliseu Número do Processo: 22273/82. Resolução de Tombamento: Resolução 29 de 19/12/1989. Livro do Tombo Histórico: inscrição nº 290, p. 74, 06/07/1990.

Leia mais

6 A cadeia de suprimentos da soja no Mato Grosso sob o ponto de vista dos atores da cadeia

6 A cadeia de suprimentos da soja no Mato Grosso sob o ponto de vista dos atores da cadeia 6 A cadeia de suprimentos da soja no Mato Grosso sob o ponto de vista dos atores da cadeia Complementando o que foi exposto sobre a gerência da cadeia de suprimentos analisada no Capítulo 3, através de

Leia mais

Padrão de respostas às questões discursivas

Padrão de respostas às questões discursivas Padrão de respostas às questões discursivas A seguir encontram-se as questões das provas discursivas da 2ª ETAPA do Vestibular UFF 2011, acompanhadas das respostas esperadas pelas bancas. GEOGRAFIA - Grupos

Leia mais

VII Reunião de Atualização em Eucalitptocultura

VII Reunião de Atualização em Eucalitptocultura VII Reunião de Atualização em Eucalitptocultura Planejamento da Propriedade Agrícola (APP e RL) Eng o. F tal. Msc. João Carlos Teixeira Mendes Dept o. Ciências Florestais ESALQ/USP Estação Experimental

Leia mais

CAP. 23 REGIÃO SUDESTE. Prof. Clésio Farrapo

CAP. 23 REGIÃO SUDESTE. Prof. Clésio Farrapo CAP. 23 REGIÃO SUDESTE Prof. Clésio Farrapo 1. CARACTERIZAÇÃO FÍSICA DA REGIÃO SUDESTE A Regiāo Sudeste ocupa 924.573,82 km², equivalente a 10,86% do território nacional. Grande parte desse território

Leia mais

Complexo regional do Nordeste

Complexo regional do Nordeste Antônio Cruz/ Abr Luiz C. Ribeiro/ Shutterstock gary yim/ Shutterstock Valter Campanato/ ABr Complexo regional do Nordeste Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, MA. Sertão de Pai Pedro, MG. O norte

Leia mais

ANEXO CHAMADA III DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES PARA GESTÃO E AVALIAÇÃO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO ESTADUAIS

ANEXO CHAMADA III DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES PARA GESTÃO E AVALIAÇÃO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO ESTADUAIS ANEXO CHAMADA III DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES PARA GESTÃO E AVALIAÇÃO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO ESTADUAIS OBJETIVO Esta chamada tem por objetivo financiar projetos relacionados a ações de gestão e avaliação

Leia mais

Santa Catarina - Altitude

Santa Catarina - Altitude Santa Catarina - Altitude RELEVO O relevo catarinense caracteriza-se por sua ondulação, que variam dependendo da região do estado. No litoral, o que predomina são as planícies, as chamadas baixadas litorâneas,

Leia mais

AVALIAÇÃO RÁPIDA ESTRATÉGICA (ARE) PARA CRIAÇÃO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO

AVALIAÇÃO RÁPIDA ESTRATÉGICA (ARE) PARA CRIAÇÃO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO AVALIAÇÃO RÁPIDA ESTRATÉGICA (ARE) PARA CRIAÇÃO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO Informações do Processo: Nome do Interessado: Nº do Processo: Data / de 20 Município: Localidade: Vistoria: Data: / / 20 Técnicos

Leia mais

A árvore das árvores

A árvore das árvores A árvore das árvores Resumo O documentário apresenta os múltiplos usos do carvalho para as sociedades, desde tempos remotos até os dias de hoje; além de retratar lendas e histórias sobre essas árvores

Leia mais

Portal Cidades Paulistas. Associe sua marca ao guia de cidades dirigido para quem quer conhecer, curtir e fazer negócios com São Paulo

Portal Cidades Paulistas. Associe sua marca ao guia de cidades dirigido para quem quer conhecer, curtir e fazer negócios com São Paulo Portal Cidades Paulistas Associe sua marca ao guia de cidades dirigido para quem quer conhecer, curtir e fazer negócios com São Paulo XIV FIPTUR Festival Internacional de Publicidade do Turismo e Ecologia

Leia mais

Catalão nas Fronteiras do Capitalismo: do desenvolvimento produtivo a construção da sociabilidade

Catalão nas Fronteiras do Capitalismo: do desenvolvimento produtivo a construção da sociabilidade Catalão nas Fronteiras do Capitalismo: do desenvolvimento produtivo a construção da sociabilidade Leonardo César PEREIRA 1 ; Revalino Antonio FREITAS (orientador) Palavras-chave: trabalho, migração, fronteira,

Leia mais

FERNANDA ROTEIRO DE ESTUDOS DE RECUPERAÇÃO E REVISÃO

FERNANDA ROTEIRO DE ESTUDOS DE RECUPERAÇÃO E REVISÃO Aluno (a): Disciplina GEOGRAFIA Curso Professor ENSINO MÉDIO FERNANDA ROTEIRO DE ESTUDOS DE RECUPERAÇÃO E REVISÃO Série 1ª SÉRIE Número: 1 - Conteúdo: Domínios morfoclimáticos - estudar as interrelações

Leia mais

REGIÃO NORTE: MAIOR REGIÃO BRASILIERA EM EXTENSÃO. 45% do território nacional

REGIÃO NORTE: MAIOR REGIÃO BRASILIERA EM EXTENSÃO. 45% do território nacional REGIÃO NORTE REGIÃO NORTE: MAIOR REGIÃO BRASILIERA EM EXTENSÃO. 45% do território nacional GRANDE ÁREA COM PEQUENA POPULAÇÃO, O QUE RESULTA EM UMA BAIXA DENSIDADE DEMOGRÁFICA (habitantes por quilômetro

Leia mais

GESTÃO AMBIENTAL MUNICIPAL: INSTRUMENTOS UTILIZADOS PELA SECRETARIA DE MEIO AMBIENTE DO MUNICÍPIO DE VIANA ES

GESTÃO AMBIENTAL MUNICIPAL: INSTRUMENTOS UTILIZADOS PELA SECRETARIA DE MEIO AMBIENTE DO MUNICÍPIO DE VIANA ES I CONGRESSO DE ENGENHARIA SANITÁRIA E AMBIENTAL GESTÃO AMBIENTAL MUNICIPAL: INSTRUMENTOS UTILIZADOS PELA SECRETARIA DE MEIO AMBIENTE DO MUNICÍPIO DE VIANA ES Karla Casagrande Lorencini Bacharel em Ciências

Leia mais

DESMATAMENTO DA MATA CILIAR DO RIO SANTO ESTEVÃO EM WANDERLÂNDIA-TO

DESMATAMENTO DA MATA CILIAR DO RIO SANTO ESTEVÃO EM WANDERLÂNDIA-TO DESMATAMENTO DA MATA CILIAR DO RIO SANTO ESTEVÃO EM WANDERLÂNDIA-TO Trabalho de pesquisa em andamento Sidinei Esteves de Oliveira de Jesus Universidade Federal do Tocantins pissarra1@yahoo.com.br INTRODUÇÃO

Leia mais

. CONSUMO DE ÓLEO DIESEL

. CONSUMO DE ÓLEO DIESEL TRANSPORTES Os transportes têm como finalidade o deslocamento e a circulação de mercadorias e de pessoas de um lugar para outro. Nos países subdesenvolvidos, cuja economia sempre foi dependente dos mercados

Leia mais

A seqüência correta de vegetação natural indicada pelo perfil A B é:

A seqüência correta de vegetação natural indicada pelo perfil A B é: 16. (Unifesp) Observe o mapa: A seqüência correta de vegetação natural indicada pelo perfil A B é: (A) Floresta Eequatorial, Caatinga, Cerrado e Mangue. (B) Mata Aatlântica, Mata dos Cocais, Caatinga e

Leia mais

Urban View. Urban Reports. Fielzão e seu impacto na zona Leste

Urban View. Urban Reports. Fielzão e seu impacto na zona Leste Urban View Urban Reports Fielzão e seu impacto na zona Leste Programa Falando em dinheiro, coluna Minha cidade, meu jeito de morar e investir Rádio Estadão ESPN Itaquera acordou com caminhões e tratores

Leia mais

www.tiberioge.tibe o.c rioge om.br o.c A Ge G og o r g afi f a Le L va v da d a Sério

www.tiberioge.tibe o.c rioge om.br o.c A Ge G og o r g afi f a Le L va v da d a Sério 1 FLORESTA AMAZÔNICA 2 Características Localiza-se: Região Norte; parte do norte do Mato Grosso e Goiás; e parte oeste do Maranhão; O maior bioma brasileiro ocupa, praticamente, um terço da área do País.

Leia mais

TERCEIRÃO GEOGRAFIA FRNTE 8 A - aula 25. Profº André Tomasini

TERCEIRÃO GEOGRAFIA FRNTE 8 A - aula 25. Profº André Tomasini TERCEIRÃO GEOGRAFIA FRNTE 8 A - aula 25 Profº André Tomasini Localizado na Região Centro-Oeste. Campos inundados na estação das chuvas (verão) áreas de florestas equatorial e tropical. Nas áreas mais

Leia mais

Mineração e Biodiversidade: lições aprendidas por uma mineradora global

Mineração e Biodiversidade: lições aprendidas por uma mineradora global II Congresso de Mineração da Amazônia Mineração e Biodiversidade: lições aprendidas por uma mineradora global Vânia Somavilla Vale - Diretora de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável Novembro de

Leia mais

O MEIO AMBIENTE E A AGROPECUÁRIA BRASILEIRA. Restrições x Oportunidades

O MEIO AMBIENTE E A AGROPECUÁRIA BRASILEIRA. Restrições x Oportunidades O MEIO AMBIENTE E A AGROPECUÁRIA BRASILEIRA Restrições x Oportunidades Secretaria de Políticas para o Desenvolvimento Sustentável SDS Dr. Gilney Amorim Viana ASPECTOS REGULATÓRIOS RELEVANTES Código Florestal:

Leia mais

Engenharia de Avaliações Aplicada às Áreas de Preservação Permanente (APP)

Engenharia de Avaliações Aplicada às Áreas de Preservação Permanente (APP) Engenharia de Avaliações Aplicada Às Áreas de Preservação Permanente (APP). Engenharia de Avaliações Aplicada às Áreas de Preservação Permanente (APP) 1. Fundamento Legal das APPs: Constituição Federal

Leia mais

URBANIZAÇÃO LUGAR É A BASE

URBANIZAÇÃO LUGAR É A BASE URBANIZAÇÃO LUGAR É A BASE. DA REPRODUÇÃO DA VIDA E PODE SER ANALISADO PELA TRÍADE HABITANTE- IDENTIDADE-LUGAR. OBJETIVOS ESPECÍFICOS A. Caracterizar o fenômeno da urbanização como maior intervenção humana

Leia mais

B I O G E O G R A F I A

B I O G E O G R A F I A B I O G E O G R A F I A BIOMAS BRASILEIROS 2011 Aula VII BRASIL E VARIABILIDADE FITOGEOGRÁFICA O Brasil possui um território de dimensões continentais com uma área de 8.547.403 quilômetros quadrados. 4.320

Leia mais

BACIA DO RIO DAS VELHAS

BACIA DO RIO DAS VELHAS BACIA DO RIO DAS VELHAS A bacia hidrográfica do rio das Velhas está localizada na região central do estado de Minas Gerais, entre as coordenadas 17 o 15 e 20 o 25 S - 43 o 25 e 44 o 50 W, apresentando

Leia mais

Código Florestal. Pantanal. Walfrido Moraes Tomas Pesquisador tomasw@cpap.embrapa.br. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Código Florestal. Pantanal. Walfrido Moraes Tomas Pesquisador tomasw@cpap.embrapa.br. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Código Florestal Pantanal Walfrido Moraes Tomas Pesquisador tomasw@cpap.embrapa.br Ministério da Agricultura, O Código Florestal atual apresenta sérias dificuldades para sua aplicação no Pantanal. A Embrapa

Leia mais

Colégio Policial Militar Feliciano Nunes Pires

Colégio Policial Militar Feliciano Nunes Pires Colégio Policial Militar Feliciano Nunes Pires Professor: Josiane Vill Disciplina: Geografia Série: 1ª Ano Tema da aula: Dinâmica Climática e Formações Vegetais no Brasil Objetivo da aula: conhecer a diversidade

Leia mais

FICHA PROJETO - nº 075-MA

FICHA PROJETO - nº 075-MA FICHA PROJETO - nº 075-MA Mata Atlântica Grande Projeto 1) TÍTULO: CENTRO DE REFERÊNCIA EM BIODIVERSIDADE DA SERRA DOS ÓRGÃOS: UMA ALIANÇA ENTRE EDUCAÇÃO, TURISMO E CONSERVAÇÃO. 2) MUNICÍPIOS DE ATUAÇÃO

Leia mais

ARCO METROPOLITANO DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA DE OBRAS

ARCO METROPOLITANO DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA DE OBRAS DO RIO DE JANEIRO HISTÓRICO 1974 - passou a integrar o Plano Rodoviário Estadual (PRE) como RJ-109, rodovia planejada do trecho entre a BR 040 e a BR 101 (Sul) 1977 e 1984 - O Estado contratou projeto

Leia mais

BRASIL: UM PAÍS DE MUITAS ESPÉCIES

BRASIL: UM PAÍS DE MUITAS ESPÉCIES Nome: Data: / / 2015 ENSINO FUNDAMENTAL Visto: Disciplina: Natureza e Cultura Ano: 1º Lista de Exercícios de VC Nota: BRASIL: UM PAÍS DE MUITAS ESPÉCIES QUANDO OS PORTUGUESES CHEGARAM AO BRASIL, COMANDADOS

Leia mais

Concessão Rodoviária Estadual Trecho Litoral Norte

Concessão Rodoviária Estadual Trecho Litoral Norte Concessão Rodoviária Estadual Trecho Litoral Norte Descrição Concessão à iniciativa privada dos principais eixos rodoviários de acesso ao litoral norte de Alagoas, visando a melhoria operacional, manutenção,

Leia mais

Bloco de Recuperação Paralela DISCIPLINA: Ciências

Bloco de Recuperação Paralela DISCIPLINA: Ciências COLÉGIO NOSSA SENHORA DA PIEDADE Bloco de Recuperação Paralela DISCIPLINA: Ciências Nome: Ano: 5º Ano 1º Etapa 2014 Colégio Nossa Senhora da Piedade Área do Conhecimento: Ciências da Natureza Disciplina:

Leia mais

PRESERVAÇÃO AMBIENTAL: EDUCANDO E APRENDENDO COM A NATUREZA

PRESERVAÇÃO AMBIENTAL: EDUCANDO E APRENDENDO COM A NATUREZA PRESERVAÇÃO AMBIENTAL: EDUCANDO E APRENDENDO COM A NATUREZA Soraya Carvalho Pereira Rocha (Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal/Universidade Aberta do Brasil Universidade de Brasília) Kátia

Leia mais

Situação Geográfica e Demográfica

Situação Geográfica e Demográfica Guarulhos História A memória é a base para a construção da identidade, da consciência do indivíduo e dos grupos sociais de um determinado local. A maioria das fontes de memória de Guarulhos traz que sua

Leia mais

TRANSPORTE FERROVIÁRIO

TRANSPORTE FERROVIÁRIO TRANSPORTE FERROVIÁRIO O transporte ferroviário no Brasil sofreu, durante um grande período, talvez devido à grande concorrência do transporte rodoviário, a falta de incentivo com relação à ampliação do

Leia mais

SISTEMA NACIONAL DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO

SISTEMA NACIONAL DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO SISTEMA NACIONAL DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO Previsão Legal Objetivos Categorias Finalidades Gestão do Sistema Quantitativos Outros Espaços Protegidos Distribuição Espacial Relevância O Brasil possui alguns

Leia mais

ambientes de topografia mais irregular são mais vulneráveis a qualquer tipo de interferência. Nestes, de acordo com Bastos e Freitas (2002), a

ambientes de topografia mais irregular são mais vulneráveis a qualquer tipo de interferência. Nestes, de acordo com Bastos e Freitas (2002), a 1. INTRODUÇÃO Muitas e intensas transformações ambientais são resultantes das relações entre o homem e o meio em que ele vive, as quais se desenvolvem num processo histórico. Como reflexos dos desequilíbrios

Leia mais

Reserva da Biosfera da Mata Atlântica Experiência em Gestão Territorial

Reserva da Biosfera da Mata Atlântica Experiência em Gestão Territorial Reserva da Biosfera da Mata Atlântica Experiência em Gestão Territorial João Albuquerque - Outubro/ 2009 Reservas da Biosfera-A escala dos Biomas Art. 41. A Reserva da Biosfera é um modelo, adotado internacionalmente,

Leia mais

UTILIZAÇÃO DE FERRAMENTAS LIVRES DA WEB, PARA O MONITORAMENTO DE ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE O RIO MEIA PONTE, GO: UM ESTUDO DE CASO.

UTILIZAÇÃO DE FERRAMENTAS LIVRES DA WEB, PARA O MONITORAMENTO DE ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE O RIO MEIA PONTE, GO: UM ESTUDO DE CASO. UTILIZAÇÃO DE FERRAMENTAS LIVRES DA WEB, PARA O MONITORAMENTO DE ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE O RIO MEIA PONTE, GO: UM ESTUDO DE CASO. Patrícia Pinheiro da Cunha 1, Magda Beatriz de Almeida Matteucci

Leia mais

Histórico. Os Incentivos Fiscais

Histórico. Os Incentivos Fiscais Histórico Há mais de século eram plantadas no Brasil as primeiras mudas de eucalipto, árvore originária da Austrália. Desde então se originou uma história de sucesso: nascia a silvicultura brasileira.

Leia mais

ecoturismo ou turismo. As faixas de APP que o proprietário será obrigado a recompor serão definidas de acordo com o tamanho da propriedade.

ecoturismo ou turismo. As faixas de APP que o proprietário será obrigado a recompor serão definidas de acordo com o tamanho da propriedade. São as áreas protegidas da propriedade. Elas não podem ser desmatadas e por isso são consideradas Áreas de Preservação Permanente (APPs). São as faixas nas margens de rios, lagoas, nascentes, encostas

Leia mais

O USO DA BIODIVERSIDADE COMO PRESERVAÇÃO AMBIENTAL

O USO DA BIODIVERSIDADE COMO PRESERVAÇÃO AMBIENTAL O USO DA BIODIVERSIDADE COMO PRESERVAÇÃO AMBIENTAL Stefani de Souza Patricia de Freitas Co-autor - Prof. MSc. Cristian Coelho Silva cristian_coelho@yahoo.com.br luscheuer@hotmail.com Palavras-chave: sustentabilidade,

Leia mais