ÍNDICE: Linha Escotista

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2 ÍNDICE: Módulo 1 Ar Livre Como coordenar Atividades Excursões e pernoites Planejar cardápios Segurança Material básico de campo Inspeção Material individual Escotismo e ecologia...25 Módulo 2 Equipamentos Barracas A Mochila O Saco de dormir O Cantil O Isolante térmico Lanternas...47 Módulo 3 Técnicas de Campo Pioneirias Nós e amarras Ferramentas de corte Fogos e Fogueiras Lampiões Fossas e resíduos Kit de sobrevivência...85 Linha Escotista

3 MÓDULO 1 AR LIVRE COMO COORDENAR AS ATIVIDADES INTRODUÇÃO O Programa de Jovens não retira do Escotismo suas cores, sabor e magia, que sempre foram atrativo para os jovens. Pelo contrário, enfatiza que técnicas mateiras, contato com a natureza, aventuras, deliciosas conversas em torno da fogueira, acampamentos debaixo de chuva e tantas coisas que nos são tão caras continuam presentes na vida do escoteiro, pois a atividade ao ar livre é uma das ferramentas mais características de uma criação genial já centenária e cuja existência tem sido benéfica para vários milhões de jovens em todo o mundo. TIPOS DE ATIVIDADES AO AR LIVRE As principais atividade ao Ar Livre praticadas no Escotismo são: Excursões (T) Atividades de Mergulho (S/P) Pernoites (E/S/P) Escalada (S/P) Acantonamentos (T) Travessias (S/P) Acampamentos (E/S/P) Etc. Grandes Jogos (T) Jornadas (E/S/P) Acampamentos volantes e bivaques (S/P) Legenda: T = todos E = R. Escoteiro S = R. Sênior P = R. Pioneiro O QUE É NECESSÁRIO PARA REALIZÁ-LAS A criatividade ao planejarmos uma atividade de Ar Livre não tem limite. Porém, existem alguns preparativos e precauções importantes, que estão divididos em três etapas de execução: I ANTES II DURANTE III -DEPOIS A Chefia é responsável por cada uma destas etapas e, logicamente, por tudo o que acontecer (de certo ou errado) durante a atividade. 3

4 I ANTES Estabelecer os objetivos de desenvolvimento que se pretende alcançar. Avaliar os recursos humanos. Avaliar recursos materiais. Planejamento. Visita ao local. Reconhecimento do terreno. Realização de percursos. Programação. Autorizações. a) Estabelecer os objetivos: Uma atividade escoteira não é uma atividade meramente recreativa. Portanto, para selecionar uma atividade de ar livre, não se deve pensar em simplesmente arrancar os jovens da sede e dar-lhes uma imersão na vida de campo. Cada tipo de atividade enfatizará alguns atributos nas diversas áreas de desenvolvimento. A aplicação de determinados conhecimentos e técnicas, a exigências de certas capacidades físicas e destrezas e a construção e/ou consolidação de comportamentos e atitudes desejáveis têm uma grande oportunidade em um evento fora de casa, no qual cada um e a coletividade (Patrulha/Tropa) terão de valer-se de suas próprias capacidades para enfrentar variados desafios. b) Escolha e reconhecimento do local: Seja qual for a atividade, devemos antecipadamente conhecer o local onde será desenvolvida a mesma. Todos os detalhes devem ser conhecidos pela chefia, para que não haja surpresas desagradáveis. Ao planejar a atividade e ao reconhecer o local, deve-se fazer o wargaming, ou seja, levantar as hipóteses de problemas para adotar ações preventivas e/ou preparar os meios para executar ações corretivas. Devemos contar sempre com o imprevisto, portanto, devemos supor tudo o que pode acontecer de errado, estando Sempre Alerta! B.P. c) O que devemos observar durante o reconhecimento: Socorro médico: tenha à mão endereço e telefone de hospitais, médicos e farmácias próximos. Abrigos: (grutas, celeiros, estábulos, galpões etc.) Transportes: verifique quais os meios de transporte existentes, custos,horários e veículo para casos de emergência Percurso a ser seguido: anotar distâncias; tempo gasto; pontos de apoio,etc. Nível de dificuldade Água potável: verifique se há e qual a abundância Segurança: observe a vizinhança; procure saber se o local é freqüentado e por que tipo de pessoas, se já houve ocorrência de furtos ou atos violentos. Solo: verifique se o solo é permeável. Evite acampar sobre barro. Animais ferozes e peçonhentos. Comunicação: localize um telefone para contatos (público ou não); consiidere as possibilidades e limitações do telefone celular e/ou de equipamentos rádio.

5 Abastecimento: verifique se perto do local da atividade existem mercados, mercearias etc. Isso pode simplificar a logística, no que concerne a peso, volume ou perecibilidade de gêneros alimentícios a transportar (eventualmente, nas costas dos participantes). Regulamentos do local, da Região etc. Atrativos (represas, rios, piscinas, praias, locais turísticos ou históricos, fábricas, plantações, etc.) d) Recursos materiais e humanos: Os seguintes questionamentos devem ser feitos e respondidos, antes de realizarmos a nossa esperada atividade: a) P - Temos adultos qualificados na chefia para executar tal atividade? R - Se não temos adultos qualificados, devemos buscar a colaboração de especialistas: guias, professores, mergulhadores profissionais, etc. b) P- Nossos jovens realmente estão preparados para participar? R - Se os jovens são inexperientes, devemos propiciar oportunidades ao longo das nossas reuniões: capacitação nas técnicas escoteiras, palestras, avaliações, treinamento etc. c) P - O nosso equipamento é apropriado e está em boas condições? R - Jamais podemos partir para uma atividade sem que todo o material geral e individual a ser usado seja checado. Os jovens devem estar bem equipados e preparados para o uso correto deste equipamento. d) P - Estamos cientes das reais condições físicas de cada um de nossos jovens? R - Jamais podemos levar um jovem para uma atividade, sem que saibamos as suas condições de saúde. Na ficha de autorização deve constar, descritas pelo responsável: as restrições físicas momentâneas, medicamentos que devem ser tomados, vacina anti-tetânica, se sabe nadar, telefones para contato, etc. II - DURANTE Mantenha os jovens ocupados com atividades atraentes, interessantes e equilibradas (o que não é sinônimo de cansá-los nem de assoberbá-los com atividades; um dos objetivos é a convivência; além disso, o cansaço pode impedir a consecução de objetivos importantes); Observe os horários de dormir (PROGRAMAÇÃO); Mantenha os jovens bem alimentados; (NUTRIÇÃO); Zele pela higiene de todos, pela higiene dos locais da atividade, pela higiene na alimentação e trate de todos os ferimentos, por menores que sejam; (SAÚDE); Zele pela segurança de todos no uso de ferramentas e na aplicação das atividades; (SEGURANÇA). PROGRAMA + NUTRIÇÃO + SAÚDE + SEGURANÇA = ATIVIDADE SUCESSO DA 5

6 III DEPOIS Observe se o local está mais limpo e arrumado do que antes; Faça os agradecimentos aos colaboradores presentes; Exija limpeza e organização de todo o material usado; Preste contas ; Envie cartas de agradecimento (se for o caso); Avalie a atividade junto: aos jovens; à Corte de Honra e à Chefia; INTRODUÇÃO EXCURSÕES E PERNOITES Ao se planejar uma excursão ou pernoite as mesmas deverão atender a um determinado objetivo da Seção e/ou estar de acordo com o planejamento da Seção desenvolvido na ocasião. EXCURSÃO Toda caminhada onde há um estreito contato com a natureza. Não podemos considerar uma excursão escoteira apenas como uma caminhada, onde não há uma programação prévia ou sem o contato com a natureza, o que ocorre num passeio por exemplo. Passeio e/ou Visita Toda atividade em que não há o contato direto com a natureza. Ex. ida a um museu, ida ao zoológico, visita a outro Grupo Escoteiro, etc. Podemos classificar a excursões como sendo de: a) Seção- realizadas periodicamente sob a direção da Chefia da Seção. Têm duração de um dia. Ocorrem nos arredores da cidade em locais propícios a um contato com a natureza. b) Patrulha - são sempre diurnas e realizadas sob a direção do Monitor, com autorização do Chefe da Tropa. Ocorrem em locais próximos de fácil acesso. PERNOITE Tem as mesmas características de uma excursão, sendo a sua principal diferença a dormida ao ar livre ou em abrigos naturais ou barraca e uma programação mais ampla. (somente para Escoteiros, Seniores e Pioneiros). Não podemos considerar um pernoite, a dormida numa casa de campo por exemplo (nesse caso, trata-se de um acantonamento). a) Periodicidade

7 As excursões/pernoites de Tropa devem ocorrer normalmente a cada 2 meses sem considerar as visitas, atividades de Área e regionais, etc. A PROGRAMAÇÃO DE UMA EXCURSÃO Características Normalmente se inicia de manhã e termina ao entardecer (EXCURSÃO) ou termina no outro dia (PERNOITE). O percurso a pé a ser desenvolvido deve ser de acordo com o nível de desenvolvimento dos jovens e o Ramo ao qual eles pertencem. Deve ter um planejamento prévio pela Chefia, podendo ter a participação da Corte de Honra em determinadas ocasiões, dando sugestões de locais assim como podendo sugerir as atividades as desenvolvidas. Como podemos observar, uma excursão ou pernoite deve ser programada de forma diferente de uma reunião rotineira de sede, numa sequência de jogos e atividades, sem que haja a rigidez dos horários pré-determinados. Observações: O local deve ser explorado ao máximo. A excursão é uma oportunidade de aplicação e aprendizagem de habilidades que requeiram ar livre para serem desenvolvidas. PREPARAÇÃO Os jovens deverão receber uma orientação prévia em relação a alimentação, calçado, vestuário e material individual adequados para a ocasião. As patrulhas à medida que vão se amadurecendo, vão se tornando aptas a fazerem excursões de patrulhas, previamente planejadas e com aprovação da Corte de Honra e da Chefia. INTRODUÇÃO EXCURSÃO PARA LOBINHOS Ao se planejar uma Excursão de Lobinhos, deve-se levar em conta que esta de verá estar adequada ao planejamento da Alcatéia e dele constar expressamente, sendo um dos meios para se alcançar determinado objetivo na ocasião. EXCURSÃO DE LOBINHOS Pode-se entender uma excursão de Lobinhos como sendo toda atividade externa em que não haja pernoite e na qual as atividades proporcionem um estreito contato com a natureza. Convém lembrar que os Lobinhos não realizam bivaques, pernoites, jornada s etc., uma vez que estas são atividades específicas dos Ramos Escoteiro e Sênior. Vale também destacar a diferença entre Excursão e Passeio. 7

8 A excursão pressupõe um estreito contato com a natureza. No passeio, ao contrário, este contato não está presente, uma vez que o tipo de atividade desenvolvido é outro. Podemos citar como passeios as visitas a museus, Planetário, estádio de esportes, dentre outros. CARACTERÍSTICAS DE UMA EXCURSÃO DE LOBINHOS Normalmente uma Excursão inicia-se pela manhã na Sede ou em outro lugar, terminando ao entardecer. São realizadas de dois em dois meses, conforme o planejamento da Alcatéia, não sendo consideradas como tais, as atividades regionais e Distritais. Deve contar com a participação de Escotistas na proporção de 1 para cada 6 crianças ou, na falta destes, de uma Equipe de Apoio. INGREDIENTES DE UMA EXCURSÃO DE LOBINHOS Para realizarmos uma Excursão de Lobinhos, devemos dispor dos seguintes ingredientes: a) Local O local deve ser:» Amplo, arborizado e que permita um percurso a pé (realizado em uniforme de campo),;» Seguro;» Com Recursos naturais (cavernas, rios, cachoeiras, etc.);» Condizente com a capacidade física dos Lobinhos;» Com água potável;» Com atrativos que despertem o interesse das crianças. b) Programação A excursão não é uma maxi-reunião de Alcatéia. Seu planejamento deve incluir as etapas que apresentem dificuldade de serem realizadas na Sede (Ex.: Acender fogueira, pista simples, etc.). Devem ser desenvolvidas atividades das Áreas de Interesse, principalmente a de Meio Ambiente. É de suma importância que sejam planejadas atividades em que haja o contato com a Natureza. Ao planejar a excursão, os atrativos do local devem ser explorados ao máximo, bem como o tempo de duração da atividade. As excursões também são uma ótima oportunidade para a aplicação de jogos, grandes jogos, desenvolvimento de especialidades (ex.: Guia Mateiro, Explorador), Trabalhos Manuais com materiais naturais, etc. c) Material Deve ser adequado e suficiente para as atividades e incluir a Caixa de Primeiros Socorros que é indispensável.

9 d) Refeições Devem acontecer em horário fixo, podendo haver um lanche pela manhã e outro à tarde (dependendo da programação), além do almoço. e) Equipe de Apoio Dependendo do local onde a Excursão será realizada, é conveniente a utilização de uma Equipe de Apoio, com um veículo para o caso de emergências, transporte e guarda de material, além de auxílio nas atividades. O ACAMPAMENTO ACAMPAMENTOS A programação para o Acampamento deverá ser bem variada e ivertida, de modo que ao final de cada dia, todos estarão cansados o bastante para uma boa noite de sono. As atividades, deverão prever: tempos livres para banhos, atividades de Patrulha e ocasiões em que os jovens possam aproveitar os recursos de lazer oferecidos pelo local. Normalmente o dia de um acampamento é dividido em 3 períodos de atividades: MANHÃ TARDE NOITE O dia num acampamento sempre começa e termina de uma maneira formal e organizada (inspeção, Bandeira, oração, reflexão, Cadeia da Fraternidade etc.) e essa preservação dos marcos simbólicos é de grande importância para manter o clima Escoteiro da atividade. A programação de um Acampamento não deverá ser como a de uma Reunião de Tropa. Existirão períodos de jogos e outros dos mais diversos tipos de atividades. É muito importante que o jovem retorne do campo com algo mais na sua vida Escoteira, além do largo sorriso e as lembranças da atividade. Ele deverá ter aprendido coisas úteis e ter se beneficiado com as experiências vividas durante os dias que passou longe de casa, em contato com a natureza e convivendo com seus companheiros de Patrulha. A programação deverá ser montada com bastante antecedência (mínimo 3 meses) de modo que todo material possa ser obtido. Deverá haver uma programação alternativa para dias de chuva, para ser utilizada caso seja necessário. Esta deverá ser bastante equilibrada visando principalmente o Espírito Escoteiro e de união uma vez que as condições climáticas adversas tendem a criar problemas de atrito entre os jovens. Muitas vezes é mais sensato levantar acampamento no caso de chuva constante do que permanecer nestas condições. No Ramo Escoteiro, devido à idade dos jovens, à progressividade e ao importante papel que a alimentação desempenha, toda a alimentação deve ser preparada em fogareiros a gás. A utilização de fogão à lenha, bem como fogareiros de cartucho, será eventual e como uma atividade ou etapa a ser tirada. Não como rotina. 9

10 No Ramo Sênior, a preparação da comida em fogão à lenha pode ser mais usual, o que dá um grau de dificuldade a mais, inerente ao Ramo. Convém lembrar que o uso de lenha para cozinhar deve ser alvo de sérias ponderações, pois é proibido nos parques e áreas de preservação ambiental. Mesmo num acampamento em propriedade particular e com autorização do responsável, só deve ocorrer se contribuir para alcançar objetivos da atividade; deve-se avaliar se o tempo, trabalho e recursos empenhados atendem ao que se propôs. OS INGREDIENTES Para o sucesso de um acampamento, tudo depende da Programação da atividade. Antes de fazer o programa, todos os detalhes devem ser verificados para evitar que haja erros ou falhas que não poderão ser solucionados no seu desenrolar. O que deve constar de um programa de acampamento: O Adestramento Progressivo Atividades físicas (jogos, competições de força, esportes etc.) Inspiração (momentos de reflexão) Observação da natureza Treinos de observação Habilidades manuais e mateiras Tempos livres BIVAQUE JORNADAS E BIVAQUES A jornada e o bivaque diferem do acampamento, para começar, pela sua forma. Trata-se de atividades que se caracterizam pela mobilidade (em contraposição às instalações fixas ou ponto central dos acampamentos e acantonamentos). Por isso, sua logística e seu planejamento são diferentes. Os jogos deverão ser aplicáveis ao deslocamento (por exemplo, de observação da natureza ou de sinais de pista) e sem que demandem um esforço adicional muito maior (afinal, caminhar carregando uma mochila já é suficientemente desgastante). Podem ser aplicados nos altos-horários ou no horário de arrumação para o pernoite; pode, ainda, ser usado o sistema de cartaprego, com os jovens executando atividades previamente estabelecidas durante o trajeto. Os jovens usarão suas barracas (opção no caso da jornada) ou construirão seus abrigos improvisados (bivaque incluindo a possibilidade do uso de redes), praticando assim suas habilidades e, muito mais, exercitando a iniciativa, a rusticidade, a frugalidade e o espírito de equipe. Melhor ainda se for possível prover tempo e lugar para banho. Ao programar uma jornada ou bivaque, deve-se tomar em conta que: O começo e o término da atividade devem, tanto quanto possível, ser formalmente marcados, de ordem a reavivar os marcos simbólicos. As horas mais quentes do dia não são recomendáveis para deslocamento (insolação, desidratação).

11 A chegada ao local de pouso deve ser em condições tais que permitam aos jovens fazer uma avaliação do local e selecionar os pontos em que construirão seus abrigos. O uso de lenha para cozinhar só deve ocorrer se for autorizado pelos responsáveis pelo local. Pode ser usado o fogareiro de cartucho ou (já que o peso e volume do material são altamente relevantes) fogareiros do tipo espiriteira. UMA ATIVIDADE MARCANTE Uma jornada ou bivaque deve ser marcante, e não apenas um cansativo percurso a pé. Podemos usá-la para o cumprimento de etapas pelos jovens, levá-los a um lugar memorável pela sua beleza, história ou outra peculiaridade, ou colocá-los em uma atividade totalmente diferente do que lhes é usual (uma visita a um parque marinho, por exemplo). POR QUE ACANTONAR? ACANTONAMENTOS Ao se planejar um Acantonamento, deve-se levar em conta que este é considerado a atividade clímax da Alcatéia. Através do Acantonamento o contato com a natureza pode ser praticado mais intensamente, e o conhecimento do jovem torna-se muito mais fácil. Nos 3 ou 4 dias que ele estará com a Alcatéia, sua verdadeira personalidade, com qualidades e defeitos virá a tona, fazendo com que se apresente como realmente é. Os acantonamentos são realizados normalmente em sítios, fazendas, casas de campo, pousadas, casas de praia, etc. Possuem duração de 2 à 4 dias e as atividades voltam-se para o contato com a natureza visando despertar o interesse e a imaginação das crianças. Sua periodicidade é semestral, obedecendo o planejamento anual da Alcatéia. O acantonamento pode ser feito nos Ramos maiores, tendo como condicionantes o local e os objetivos da atividade. Se vai ser desenvolvida, por exemplo, uma atividade de levantamento de dados, na qual o tempo de montagem de campo prejudicaria aquele da atividade-fim, é melhor acantonar. Ou, por outra abordagem, se o pouso ao ar livre (acampado ou bivacado) é vulnerável a visitas indesejadas, é melhor acantonar. O QUE DEVEMOS LEVAR EM CONTA ANTES DE ACANTONAR? Como já visto em Sessão anterior, as atividades seguem o trinômio ANTES-DURANTE-DEPOIS. O Acantonamento pertencendo a categoria das atividades ao ar livre, não poderia ser diferente. Para que o Acantonamento seja uma atividade de sucesso, 11

12 devemos levar em conta dois fatores primordiais que são: a programação e a alimentação. De nada adiantará uma excelente programação aliada a uma alimentação pobre, assim como, uma alimentação rica e variada, de nada valerá se estiver atrelada a uma programação repetitiva e sem atrativos. É preciso que os Escotistas tenham em mente que o Acantonamento destina-se ao alcance de um objetivo, estipulado previamente no planejamento anual. Ele não é uma simples atividade de recreação, onde os Lobinhos irão brincar e se divertir. Ele possui características que o tornam uma atividade escoteira, e como tal deve ser entendido. Também é bom lembrar, que nos Acantonamentos não existem torneios de eficiência, arejamento, sendo, contudo, possível a utilização de matilhas de serviço PLANEJAR CARDÁPIOS UMA BOA ALIMENTAÇÃO É FUNDAMENTAL A Organização Mundial de Saúde considera como NUTRIÇÃO o conjunto de processos por meio dos quais o organismo vivo recolhe e transforma as substâncias sólidas e líquidas exteriores de que precisa para a sua manutenção, desenvolvimento orgânico normal e produção de energia. Um dos aspectos vitais para o sucesso de qualquer atividade é a boa alimentação, pois o espírito e o humor de qualquer atividade são reflexos, além do programa desenvolvido, da alimentação. De nada adiantará desenvolvermos um programa rico e variado, se a alimentação for fraca, de mau gosto e inadequada. Devemos ter em mente que as refeições necessitam ser balanceadas, acompanhando o ritmo da atividade e adequadas ao clima. Cabe ao responsável pelo cardápio elaborar uma dieta que promova a boa nutrição do jovem em atividade, fazendo com que ele sinta prazer em preparar os alimentos e se alimentar. Dependendo dos objetivos e das características da atividade, há várias opções a considerar: Cozinha central, cozinha por Patrulha ou ração individual. Cardápio único ou individualizado (por Patrulha ou por pessoa). No caso de descentralização do cardápio, as Patrulhas devem submetê-lo à apreciação da Chefia. CARDÁPIOS Considerações na elaboração de um cardápio: Balanceamento dos grupos de nutrientes Adequação das refeições ao horário correspondente (por exemplo, barrinha de cereais no almoço e feijoada no jantar não são boas escolhas)

13 Mantimentos perecíveis Variedade Condições locais e características da atividade Qualidade Tempo e complexidade de preparo Quantidade Adestramento dos executantes Simplicidade Importante: As Patrulhas devem ir para um acampamento sabendo o que vai ser preparado e como preparar! ALIMENTAÇÃO INDICADA PARA UMA EXCURSÃO / PERNOITE Devido ao grande esforço físico exercido numa Excursão ou Pernoite, alimentação deve ser leve e energética, atendendo às necessidades de cada jovem. Sugestões:» Sanduíches (presunto c/ queijo, requeijão, geléia etc);» Chocolates ou rapadura (esta mais aconselhável, por ser menos sujeita ao derretimento);» Achocolatados;» Biscoitos;» Frutas;» Sementes (amendoim, castanhas etc.) No caso da Pernoite, podemos acrescentar pratos quentes, tais como Sopas e macarrões semi-prontos. Porções individuais dos diversos gêneros, por refeição, para cálculo GÊNERO QUANTIDADE OBS Abóbora 100 g Achocolatado em pó 10 g Açúcar 50 g Alho-e-sal (tempero) 5 g Arroz 100 g Azeitona 10 g Batata 100 g Biscoito 75 g Café 10 g Carne 125 g Cebola 50 g Cenoura 75 g Chá 10 g Chocolate 50 g Detergente 1 frasco Para 3 dias 13

14 Doce 75 g Esponja de aço 1 unidade Por dia Farinha de trigo 80 g Farinha de milho 40 g Farinha de mandioca 50 g Feijão 50 g Fósforo 1 caixa Para 3 dias Frango 150 g Fubá 25 g Laranja 2 unidades Leite em pó 100 g Limão 2 unidades Lingüiça 80 g Macarrão 100 g Maçã 2 unidades Mamão 200 g Manteiga ou margarina 25 g Óleo de cozinha 25 g Ovos 2 unidades Papel higiênico 1 rolo Por dia Pimentão 25 g Purê de tomate 50 g Queijo ralado 25 g Queijo 75 g Refresco 50 g Para 1 litro de água Repolho 75 g Sabão em barra 1 unidade Para 3 dias Sal 10 g Salsicha 100 g Tomate 75 g Vinagre 5 g Exemplo de uma tabela de itens para um cardápio GÊNERO UNID PREÇO LOCAL QUANT/PES VEZES QUANT $ R$ TOTAL Arroz Pct 1 kg 1,37 Sup Céu Azul 100 g 2 2 pct 2,74 Batata Kg 0,80 Sacolão Jajá 100 g g 0,64 Beterraba kg 0,45 Hortileste 75 g 2 1,2 kg 0,54 Biscoito Pct 500 g 2,15 Sustento 1 pct 2,15 doce Biscoito Pct 500 g 2,85 Sustento 1 pct 2,85 salgado Cenoura Kg 0,65 Sacolão Jajá 75 g 2 1,2 kg 0,78 Carne Kg 7,60 Açougue Tilu 125 g 1 1 kg 7,60

15 (lagarto) Cebola Kg 0,49 Sacolão Jajá 50 g g 0, 20 Chá mate Cx 15 1,85 Sup Grotas 1 sachê 1 1 cx 1,85 sachês Doce de Lata 800 g 7,53 Sup Céu Azul 50 g 2 1 lata 7,53 leite Espaguete Pct 500 g 2,70 Sustento 100 g 1 2 pct 5,40 Farinha Pct 200 g 1,50 Sustento de rosca Farinha Pct 500 g 1,80 Sup Grotas mandioca Feijão kg 3,50 Sup Céu Azul 50 g g 1,40 preto Filé de kg 8,80 Sustento 150 g 1 1,2 kg 10,56 frango Goiabada Pct 500 g 3,40 Hortileste 75 g 1 1 pct 3,40 Leite Litro 1,55 Sustento 250 ml 1 2 l 3,10 Lingüiça kg 4,50 Açougue Tilu 80 g g 2,88 Maçã Unid 2,95/kg Hortileste 240 g 1 1,92 kg 5,67 (120 g) Maionese Pote 250 g 2,35 Sustento 2 1 2,35 Molho de Lata 350 g 2,49 Sup Grotas 50 g 1 2 latas 4,98 tomate Nescau Pote 250 g 2,15 Sup Grotas 1 1 pote 2,15 Ovos Dúzia 2,80 Hortileste 1 1 dz 2,80 Pão de Pct 500 g 2,38 Sup Céu Azul 1 pct 2,38 forma Requeijão Pote 250 g 2,98 Sup Grotas 1 1 pote 2,98 Tempero Pote 200 g 2,18 Sacolão Jajá 5 g 3 15 g Já temos Seleta de Lata 300 g 2,37 Sustento 2 2 latas 4,74 legumes Refresco Pct 50 g (1 0,67 Sup Céu Azul 3 6 pct 4,02 l) Tomate kg 2,48 Sacolão Jajá 75 g (1 2 1,2 kg 2,98 unidade) TOTAL GERAL 88,67 RATEIO (6 MEMBROS) SEGURANÇA Em qualquer atividade na sede ou ao ar livre, todos os participantes estarão sujeitos aos riscos naturais decorrentes da exposição a uma situação habitualmente diversa daquela que caracteriza suas rotinas de vida: insetos, terreno irregular e 15

16 pedras soltas, espinhos, muito sol ou chuva em excesso, manuseio de ferramentas, são apenas alguns exemplos dos riscos a que usualmente se expõem os participantes de uma atividade externa. Nada disso deve ser empecilho para a realização de uma atividade escoteira! A exposição a tais riscos faz parte do tempero que atrai os jovens às atividades escoteiras. Como disse B-P, o jovem não é feito de louça, e a rusticidade e resiliência construídas nas atividades de campo ajudam a torná-lo mais apto para encarar diversos tipos de desafio de seu cotidiano. Isto não significa, entretanto, que podemos ser descuidados: todo cuidado é pouco! Expor os jovens aos riscos, sem que tenhamos nos cercado dos mínimos cuidados (caracterizando imprudência ou negligência), é um perigo desnecessário. Cabe ao Escotista, portanto, tomar todas as medidas preventivas para minimizar as probabilidades de acidentes Na mochila da chefia não há espaço para a imprevidência! ATOS INSEGUROS E CONDIÇÕES INSEGURAS Na maioria das vezes, os acidentes não ocorrem por acaso; apesar de poderem ser provocados por condições adversas inesperadas, não poucas vezes resultam de falta de previsão e planejamento pelos Escotistas. Atos Inseguros e/ou Condições Inseguras a) Atos inseguros É toda ação que tem como resultado um acidente. Suas causas podem ser:» Falta de capacitação técnica dos jovens ou dos Escotistas» Falta de habilidade manual» Distração» Cansaço» Outros b) Condições inseguras Consideramos como condições inseguras, situações onde encontramos:» Equipamentos defeituosos ou inadequados» Locais inseguros» Falta de equipamento de 1º Socorros» Alimentação inadequada» Improvisação de equipamento ou procedimentos» Falta de correta avaliação de risco pelos Escotistas ATOS INSEGUROS + CONDIÇÕES INSEGURAS = ACIDENTE

17 1.5 - MATERIAL BÁSICO DE CAMPO O QUE LEVAR PARA O CAMPO a) O tipo de material que levamos para o campo vai depender do tipo de atividade a ser desenvolvida. O acampamento, sem dúvida nenhuma, é a atividade que necessita de uma maior quantidade de material. Porém não há necessidade de levarmos coisas que não sabemos se vão ter utilidade ou não. No caso do Ramo Escoteiro, devemos ter um cuidado maior pois, normalmente, os jovens acabam indo para o acampamento sem ter total conhecimento e domínio do seu material. Portanto é importantíssimo que haja um bom treinamento antes do acampamento, para que não ocorram surpresas desagradáveis no que diz respeito a segurança dos jovens. b) Alguns cuidados que devemos ter ao prepararmos o material: Os monitores deverão ter uma lista de todo o material necessário para o seu controle ou do almoxarife da patrulha» Tudo que será usado deverá ser revisado e testado antes da atividade;» As patrulhas e a chefia deverão ter o seu material separado e identificado.» O saco do tipo marinheiro com alças é o mais indicado para transportar o material;» Ferramentas deverão estar protegidas com bainhas;» Todo cuidado com vidros de lampião é pouco» O barato sai caro! c) Observações: No Ramo Escoteiro, os jovens não devem carregar nas costas o seu material de campo por longas distânciass; a Chefia deve providenciar transporte até o ponto mais próximo possível do local da atividade.» No Ramo Sênior também não é aconselhável, caso não haja outra alternativa todo o material deve ser bem distribuído por todos os elementos. No caso de acampamentos volantes e travessias, o material deverá ser leve e de pequeno volume.» Após à atividade todo material deve ser limpo e no caso das barracas e lonas em geral, jamais podem ser guardadas molhadas ou rapidamente estarão estragadas e impróprias para uso. MATERIAL DE CAMPO ( MATERIAL DE PATRULHA ) COZINHA: 1 Galão de 10 litros 1 Toldo 5m X 3m 1 Conjunto de panelas do tipo pioneiro grande 1 Escorredor de arroz 17

18 Colher de pau Colher de arroz Abridor de latas e garrafas 1 Fogareiro de duas bocas com bujão 2 kg cheio Pano de prato Toalha de mesa Tábua de carne plástica Faca de serra e comum CAMPO: 1 Toldo 2m x2m Lata pequena de graxa 2 Barracas de 4 pessoas Pedra de amolar 1 Lampião com botijão 2 kg cheio Lona plástica para forrar o chão 1 Machadinha com bainha Bate espeque (marreta pequena) 2 Facões médios 2 Sacos de marinheiro 1 Pá 1 Rolo de sisal simples (1kg) 1 Serrote tipo poda Fita métrica ou metro Para o Ramo Sênior podemos acrescentar ou substituir por: Bacia 2 barracas de 3 pessoas* Grelha 2 fogareiros cartucho de uma boca Balde com bica 1 lampião de cartucho* Tina ESTOJO DE 1º SOCORROS BÁSICO. QUAIS OS OBJETIVOS DA INSPEÇÃO? 1.6 -INSPEÇÃO As inspeções que realizamos na Tropa, tanto nas reuniões semanais quanto nas excursões e acampamentos, têm por objetivo estimular o garbo e a boa ordem, os sentidos de organização, capricho e eficiência. Resumindo, têm o objetivo de estimular a disciplina consciente.

19 OS TORNEIOS DE EFICIÊNCIA A forma mais atraente de se efetuar a INSPEÇÃO, é através do Torneio de Eficiência entre as patrulhas, onde a valorização da boa participação das patrulhas ( feita por meio da conquista de bandeirolas de eficiência, padrões, elogios, distintivos, troféus etc.) são grande estímulo para o aumento da disciplina consciente da Tropa. Os Torneios de Eficiência podem ser: - em sede - anual; mensal e semanal - no campo - diário, com um resultado ao final do acampamento As regras destes torneios, devem ser muito bem debatidas em Corte de Honra. e jamais deverão ser impostas pela Chefia. Tanto no campo como na sede, o Torneio deve ser estruturado de forma que cada patrulha tenham a oportunidade de atingir a porcentagem ou padrão (estipulados pela CH), em cada divulgação de resultados. A progressividade no nível de exigências é fundamental! Não permita que o Torneio de Eficiência se torne uma competição acirrada entre as patrulhas. Este deve ser entendido como um aperfeiçoamento da equipe e demonstra que a patrulha é EFICIENTE e não melhor que as outras. ITENS COBRADOS NA INSPEÇÃO DIÁRIA NO ACAMPAMENTO APRESENTAÇÃO PESSOAL traje completo e limpo; higiene; postura COZINHA BARRACAS PIONEIRIAS FERRAMENTAS limpeza de todos os utensílios; toldo seguro e firme; fogão e mesa bem montados; organização e conservação dos alimentos; fossas limpas, bem montadas e arejadas firmeza; amarras corretas e seguras; utilidade de acordo com as prioridades para o conforto da patrulha; criatividade conservação; limpeza; local apropriado e forma adequada de sua guarda AREJAMENTO OU BAZAR organização (separação das roupas secas das molhadas bem como das roupas limpas das sujas, de acordo com os Padrões de Acampamentos CRIATIVIDADE a Patrulha deve apresentar algo que seja criativo, como forma de dar as boas vindas à Chefia e um bom dia. CAMPO limpeza; estética (disposição das barracas e pioneirias)» A cobrança destes itens deve ser feita de forma progressiva, estimulando as patrulhas a aperfeiçoarem os itens que foram falhos, no decorrer do acampamento. 19

20 » Além destes itens, outros podem ser incluídos à eficiência de campo, de acordo com sugestões feitas, principalmente, pela Corte de Honra. QUAIS SÃO OS PADRÕES ESPERADOS PELA CHEFIA? Depende da idade e da experiência dos jovens e dos seus padrões atuais. Encorajar o progresso lento, começando pelas áreas mais importantes. Se a Chefia criticar tudo na primeira vez, a patrulha, a patrulha provavelmente desistirá. Os escoteiros mais novos precisam de maior atenção, mais dicas e demonstrações. Os escoteiros mais velhos devem ser encorajados a ultrapassar os padrões que atingiram. Observações gerais A idade e a experiência dos jovens vão determinar com qual regularidade as inspeções deverão ocorrer. Os escoteiros mais jovens, na maioria das vezes, apreciam a rotina e gostam mais do aspecto competitivo. Os escoteiros mais velhos, na maioria das vezes, precisam mais de dicas do que críticas. As inspeções não devem ser somente um ritual feito por adultos. Os tópicos devem ser regularmente discutidos com a Corte de Honra. Inspeções regulares nas manhãs do acampamento auxiliam a estabelecer uma rotina de limpeza e arrumação nos campos de patrulha. Inspeções informais feitas pela Chefia e pelos Monitores devem ser estimuladas. EFICIÊNCIA DE CAMPO - EXEMPLO DE UMA PLANILHA DE INSPEÇÃO DIA PATRULHA APRESENTAÇÃO/CRIATIVIDADE UNIFORME AREJAMENTO BARRACAS TOLDO PIONEIRIAS PANELAS FERRAMENTAS/CANTO DO LENHADOR FOSSAS CAMPO TOTAL

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