DELIBERAÇÃO DO CONSELHO DIRECTIVO DA ENTIDADE REGULADORA DA SAÚDE (VERSÃO NÃO CONFIDENCIAL) I Introdução

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "DELIBERAÇÃO DO CONSELHO DIRECTIVO DA ENTIDADE REGULADORA DA SAÚDE (VERSÃO NÃO CONFIDENCIAL) I Introdução"

Transcrição

1 DELIBERAÇÃO DO CONSELHO DIRECTIVO DA ENTIDADE REGULADORA DA SAÚDE (VERSÃO NÃO CONFIDENCIAL) I Introdução Considerando as atribuições da Entidade Reguladora da Saúde (doravante ERS) conferidas pelo artigo 3.º do Decreto-Lei n.º 127/2009, de 27 de Maio; Considerando os objetivos da atividade reguladora da ERS estabelecidos no artigo 33.º do Decreto-Lei n.º 127/2009, de 27 de Maio; Considerando os poderes de supervisão da ERS estabelecidos nos artigos 41.º e 42.º do Decreto-Lei n.º 127/2009, de 27 de Maio; Visto o processo registado sob o n.º ERS_126/11; II Dos Factos 1. Em 14 de Outubro de 2011, deu entrada na ERS comunicação da ARS LVT remetendo cópia do auto de vistoria efetuada pela Unidade de Saúde Pública dos ACES Lisboa Oriental, o qual refere falhas ao nível das condições higio-sanitárias e de funcionamento do estabelecimento AMMJL Médicos Dentistas Associados, Lda.. 2. Na sequência das inconformidades detetadas, determinou a ARS LVT que o prestador visado procedesse, no prazo de 30 dias, à implementação das beneficiações/correções necessárias, conforme listagem constante do referido Relatório Técnico de Vistoria que aqui se dá por integralmente reproduzido. 3. Nesse sentido, considerando-se que a factualidade descrita, a provar-se, viola as disposições legais que disciplinam o exercício da atividade e funcionamento dos estabelecimentos prestadores de cuidados de saúde e, consequentemente, os direitos e interesses legítimos dos utentes, por deliberação do Conselho Diretivo da Entidade Reguladora 1

2 da Saúde (ERS), de 24/10/2011, procedeu-se à abertura do processo de inquérito ERS_126/11 com vista à verificação in loco da veracidade dos factos alegados. 4. Para o efeito foi promovida a realização de uma ação de fiscalização, no decurso da qual foram detetadas inconformidades no funcionamento do referido estabelecimento, suscetíveis de atentarem contra a qualidade dos serviços de saúde prestados e a garantia dos direitos e legítimos interesses dos utentes. III Da Ação de Fiscalização 5. Ao abrigo dos poderes de supervisão conferidos, no dia 08 de Fevereiro de 2012, uma comissão composta por dois elementos representantes da ERS, colaboradores diretos do Departamento de Proteção da Qualidade e Direitos dos Cidadãos (DPQ) da Entidade Reguladora da Saúde acompanhada por um perito médico dentista, dirigiu-se às instalações supra referidas. 6. Solicitada a apresentação do Livro de Reclamações, constatou-se que ao mesmo correspondia o número de série , datando o termo de abertura de 20 de Janeiro de Mais se constatou que o letreiro correspondente à existência do Livro de Reclamações, se encontrava em local público e acessível a qualquer utente, constando a morada da ERS como morada de envio das reclamações efetuadas. 7. O horário de funcionamento encontrava-se afixado em local visível, bem como a identificação do diretor ou responsável e respetiva qualificação profissional, encontrando-se igualmente disponível tabela de preços para consulta. 8. No que toca a instalações e equipamento: a) Meio físico: - A clínica situa-se em meio físico salubre e dispõe de infraestruturas viárias, de abastecimento de água, de saneamento, de energia elétrica e de telecomunicações de acordo com a legislação em vigor. - Localiza-se num 1º andar, inserido num edifício de escritórios, sendo o acesso às instalações efetuado por escadas e elevador. b) Normas genéricas de construção: 2

3 - As paredes, tetos divisórias, portas, revestimentos e pavimento são feitos com materiais que permitem a manutenção de assepsia e isolamento compatíveis com a atividade a que se destinam. - A construção contempla a eliminação de barreiras arquitetónicas, nos termos da legislação em vigor. - Verifica-se a existência de sinalética compreensível pelos utentes. - As instalações garantem condições que permitem o respeito pela privacidade e dignidade dos utentes. c) Instalações técnicas e equipamentos especiais: - Todos os compartimentos possuem ar condicionado e/ou ventilação, embora nos gabinetes apenas existam grelhas de ventilação, o que poderá não ser suficiente para satisfazer as condições de trabalho, temperatura e humidade exigíveis. - Verifica-se a existência de extintores. - O gabinete, sala de esterilização e o laboratório de prótese, possuem o número de tomadas necessárias à ligação individual de todos os equipamentos cuja utilização simultânea se prevê. - A entidade visada possui registo dos resíduos produzidos (Ambimed). - Não possuí (não tinham para consulta) licença de funcionamento no âmbito da segurança radiológica, nos termos da lei em vigor assim como protetores de Rx adequados. d) Instalações: - A clínica é composta por uma sala de espera, duas casas de banho, dois gabinetes de medicina dentária, uma área reservada à esterilização de material e processamento de resíduos, um pequeno laboratório de próteses, uma zona de vestiários com cacifos e dois escritórios. - As instalações sanitárias não se encontram preparadas para pessoas portadoras de mobilidade condicionada; um WC é de uso exclusivo do pessoal da clínica. - Os gabinetes de medicina dentária têm dimensões compatíveis com a natureza a que se destinam. - Os gabinetes possuem equipe dentária em bom estado de conservação, aparelho de Rx, móveis de acondicionamento de materiais, bem como lavatório com torneiras de comando manual. - A sala onde se realiza a esterilização possui autoclave, cuba de ultra-sons, seladora, lavatório e contentores de resíduos do Grupo III e IV. e) Desinfeção e esterilização de materiais e equipamentos: - De acordo com o que nos foi possível observar, a desinfeção e esterilização do material e equipamentos, processa -se de acordo com as normas de higiene e segurança que garantem a sua eficácia. 3

4 f) Equipamento de emergência: - Verifica-se a inexistência de equipamento de emergência médica. g) Recomendações: - Melhorar a climatização nos gabinetes; - Adquirir torneiras de comando não manual; - Realizar as devidas adaptações na instalação sanitária afeta ao público para que esteja adaptada a pessoas portadoras de mobilidade condicionada; - Obter licença radiológica; - Adquirir coletes de proteção radiológica em número suficiente e equipamento de emergência. IV Da Documentação Solicitada 9. No decurso da ação de fiscalização, no sentido de uma melhor instrução do processo em apreço, foi o prestador notificado para a apresentação dos documentos que abaixo se listam 1 : - Registo nominativo dos cuidados de saúde prestados; - Relação nominal do pessoal e mapa dos grupos profissionais; - Cédulas profissionais dos colaboradores; - Identificação do diretor clínico; - Regulamento interno; - Contrato de gestão e recolha de resíduos; - Licença de aparelho Raio-X; - Procedimentos de registo da esterilização de instrumentos; - Descrição do circuito de esterilização; - Autorização de utilização para comércio ou serviços industriais emitida pela Câmara Municipal de Lisboa. 10. Sendo certo que, até à presente data, não obteve esta ERS qualquer pronúncia quanto à documentação solicitada, em violação do disposto no n.º 1 do art. 49.º do Decreto-Lei n.º 127/2009, de 27 de Maio, o que constitui a prática de contraordenação, punível com a aplicação de uma coima de 1000 a ,81 por se tratar de Pessoa Coletiva, nos termos previstos na primeira parte da al. c) do n.º 1 do art.º 51.º, deste diploma. V Do Direito 1 Cfr. Notificação para Apresentação de Documentos, Doc. 03 4

5 A) Das atribuições da ERS 11. Cabe no âmbito das atribuições da ERS a supervisão da atividade e funcionamento dos estabelecimentos prestadores de cuidados de saúde, no que respeita ao cumprimento dos requisitos de exercício da atividade e de funcionamento e à garantia dos direitos dos utentes, nos termos do disposto no art. 3.º n.º 2 do Decreto-Lei n.º 127/2009, de 27 de Maio. 12. Competindo-lhe, de igual modo, analisar e avaliar os acontecimentos que possam ser suscetíveis de prejudicar os direitos dos utentes, bem como avaliar a qualidade dos cuidados de saúde prestados, tendo em vista a defesa do interesse público e dos direitos dos utentes nos termos do disposto no art. 36.º al. a), b) e c) do Decreto-Lei n.º 127/2009, de 27 de Maio e art. 4.º, n.º 2 al. a) e n.º 3 al. c) da Portaria n.º 418/2005, de 14 de Abril; 13. E que no exercício dos seus poderes compete à ERS pronunciar-se e fazer recomendações sobre os requisitos necessários para o funcionamento dos estabelecimentos prestadores de cuidados de saúde e velar pelo cumprimento dos requisitos legais e regulamentares de funcionamento e sancionar o seu incumprimento conforme disposto no art. 34.º do Decreto-Lei n.º 127/2009, de 27 de Maio; 14. Podendo fazê-lo mediante o exercício dos seus poderes de supervisão consubstanciado no dever de velar pela aplicação das leis e regulamentos e demais normas aplicáveis às atividades sujeitas à sua regulação, e na emissão de ordens e instruções, bem como recomendações ou advertências individuais, sempre que tal seja necessário cfr. alíneas a) e b) do artigo 42.º do Decreto-Lei n.º 127/2009, de 27 de Maio; B) Da caracterização da atividade e funcionamento da AMMJL Médicos Dentistas Associados, Lda. 15. Decorre da Base XXXIX da Lei n.º 48/90, de 24 de Agosto, que as organizações privadas com objectivos de saúde e fins lucrativos estão sujeitas a licenciamento e regulamentação e vigilância da qualidade por parte do Estado. 16. Consignando, nesse sentido, a ordem jurídica um conjunto de diplomas legais que estabelecem regime jurídico a que ficam sujeitos a abertura, modificação e funcionamento das unidades privadas de saúde, bem como os requisitos mínimos relativos à organização e funcionamento, recursos humanos e instalações técnicas para o exercício da atividade. 5

6 17. No setor da prestação de cuidados de saúde a necessidade de garantir requisitos mínimos de qualidade e segurança, ao nível dos recursos humanos, dos procedimentos, do equipamento e das instalações, está presente de uma forma mais acentuada do que em qualquer outra área. 18. A Lei de Bases de Saúde determina ainda que a prestação de cuidados de saúde se paute por critérios mínimos de qualidade e segurança, em respeito do direito de proteção da saúde e, de igual modo, dos direitos e interesses dos utentes. 19. A AMMJL Médicos Dentistas Associados, Lda., nos termos da Base XXXIX da Lei n.º 48/90, de 24 de Agosto, é uma unidade privada de saúde, dedicada à prestação de serviços no âmbito da medicina dentária. 20. Assim, a atividade desenvolvida por aquele estabelecimento prestador integra o sector privado da prestação de cuidados de saúde e o seu funcionamento está sujeito ao regime consignado na citada Lei de Bases e no Decreto-Lei n.º 279/2009, de 6 de Outubro. 21. Ainda, considerando-se a disciplina vertida no Decreto-Lei n.º 279/2009, de 6 de Outubro, o funcionamento da AMMJL Médicos Dentistas Associados, Lda., está dependente de registo na ERS, obrigação que também resulta do art. 45.º do Decreto-Lei n.º 127/2009, de 27 de Maio, porquanto aquele estabelecimento tem por objeto a prestação de cuidados de saúde. 22. A respeito do regime jurídico do funcionamento das unidades privadas de serviços de saúde cumpre referir que foi publicado no Diário da República, série I, n.º 193, de 6 de Outubro de 2009, o Decreto-Lei n.º 279/2009, de 6 de Outubro, que contempla um novo regime e revoga o Decreto-Lei n.º 492/99, de 17 de Novembro, e o Despacho n.º 258/2003 (2.ª série), de 8 de Janeiro. 23. Contudo, o novo diploma legal só produz efeitos, para cada valência/tipologia, com a publicação da portaria que aprove os requisitos técnicos, nos termos do disposto no art. 25.º e art. 26.º do Decreto-Lei n.º 279/2009, de 6 de Outubro. 24. A Portaria n.º 268/2010, de 12 de Maio, estabelece assim o regime jurídico a que estão sujeitas as clínicas e consultórios onde se exerce a atividade de medicina dentária. 25. Segundo a informação colhida no Sistema de Registo de Estabelecimentos Regulados (SRER) da ERS, a AMMJL Médicos Dentistas Associados, Lda. encontra-se registada sob o n.º

7 26. Quanto à licença de funcionamento, compulsado o SRER, constata-se que a AMMJL Médicos Dentistas Associados, Lda. se encontra com o processo de licenciamento concluído, tendo a respetiva licença sido emitida sob o n.º 292/03. C) Da apreciação da factualidade verificada no decurso da ação de fiscalização 27. Após análise dos elementos carreados no decurso da instrução do presente processo de inquérito, constatou-se que o estabelecimento visado apresenta inconformidades relativamente ao preconizado na supra citada portaria, mormente o estatuído nos artigos 8º, 15º, 18º, da Portaria n.º 268/2010, de 12 de Maio, pelo que a realidade existente, no que tange às instalações, funcionamento e equipamentos inerentes ao exercício da atividade de medicina dentária, não assegura adequados padrões de qualidade e de segurança dos cuidados de saúde, e, consequentemente, é passível de lesar os direitos dos utentes. 28. No que respeita a instalações, equipamentos e funcionamento evidenciaram-se as seguintes inconformidades: a) Não possui licença de funcionamento no âmbito da segurança radiológica; b) Não possui coletes protetores de Raio-X; c) As instalações sanitárias não se encontram preparadas para pessoas portadoras de mobilidade condicionada; d) Não existe equipamento de emergência médica; e) As torneiras são de comando manual VI DA AUDIÊNCIA DE INTERESSADOS 29. A presente decisão foi precedida da necessária audiência escrita de interessados, nos termos do art. 101.º, n.º 1 do Código de Procedimento Administrativo, tendo sido chamada a pronunciar-se relativamente ao projeto de deliberação da ERS, a AMMJL Médicos Dentistas Associados, Lda No decurso do prazo legal, e até ao presente momento, não foi a ERS notificada da pronúncia da AMMJL Médicos Dentistas Associados, Lda.. 7

8 31. Nesse sentido, concluiu-se pela inexistência de qualquer fato ou elemento de prova capaz de alterar o projeto de deliberação, tal como notificado pela ERS ao prestador denunciado que, por isso, se mantém na íntegra. VII Da Decisão 32. Nestes termos, considerando a fundamentação supra citada, o Conselho Diretivo da ERS delibera, nos termos e para os efeitos do preceituado no artigo 42.º al. b) do Decreto-Lei n.º 127/2009, de 27 de Maio, emitir uma instrução à entidade AMMJL Médicos Dentistas Associados, Lda.com vista à correção das inconformidades detetadas, nos seguintes termos: A AMMJL Médicos Dentistas Associados, Lda. deve: a) Adaptar as instalações sanitárias a pessoas com mobilidade condicionada; b) Adquirir equipamento de emergência médica; c) Obter licença radiológica; d) Adquirir coletes protetores de Raio-X; e) Dotar as torneiras de comando não manual. 33. A AMMJL Médicos Dentistas Associados, Lda., deve dar cumprimento imediato à presente instrução, dando conhecimento à ERS, no prazo máximo de sessenta (90) dias contados da notificação da mesma, dos procedimentos adotados para efeito. 34. O Conselho Diretivo da ERS delibera proceder à abertura imediata de processo de monitorização com a finalidade de acompanhar o comportamento adotado pela AMMJL Médicos Dentistas Associados, Lda., tendente ao cumprimento da instrução emitida. 35. Da presente deliberação deverá ser dado conhecimento à Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, IP, para os efeitos tidos por convenientes; 36. A versão não confidencial da presente deliberação será publicitada no sítio oficial da Entidade Reguladora da Saúde, na Internet. Porto, 05 de Junho de 2012 O Conselho Diretivo. 8

DELIBERAÇÃO DO CONSELHO DIRECTIVO DA ENTIDADE REGULADORA DA SAÚDE I INTRODUÇÃO

DELIBERAÇÃO DO CONSELHO DIRECTIVO DA ENTIDADE REGULADORA DA SAÚDE I INTRODUÇÃO DELIBERAÇÃO DO CONSELHO DIRECTIVO DA ENTIDADE REGULADORA DA SAÚDE I INTRODUÇÃO Considerando as atribuições da Entidade Reguladora da Saúde (doravante ERS) conferidas pelo artigo 3.º do Decreto-Lei n.º

Leia mais

DELIBERAÇÃO DO CONSELHO DIRETIVO DA ENTIDADE REGULADORA DA SAÚDE (VERSÃO NÃO CONFIDENCIAL) I INTRODUÇÃO

DELIBERAÇÃO DO CONSELHO DIRETIVO DA ENTIDADE REGULADORA DA SAÚDE (VERSÃO NÃO CONFIDENCIAL) I INTRODUÇÃO DELIBERAÇÃO DO CONSELHO DIRETIVO DA ENTIDADE REGULADORA DA SAÚDE (VERSÃO NÃO CONFIDENCIAL) I INTRODUÇÃO Considerando as atribuições da Entidade Reguladora da Saúde (doravante ERS) conferidas pelo artigo

Leia mais

DELIBERAÇÃO DO CONSELHO DIRETIVO DA ENTIDADE REGULADORA DA SAÚDE (VERSÃO NÃO CONFIDENCIAL)

DELIBERAÇÃO DO CONSELHO DIRETIVO DA ENTIDADE REGULADORA DA SAÚDE (VERSÃO NÃO CONFIDENCIAL) DELIBERAÇÃO DO CONSELHO DIRETIVO DA ENTIDADE REGULADORA DA SAÚDE (VERSÃO NÃO CONFIDENCIAL) Considerando as atribuições da Entidade Reguladora da Saúde conferidas pelo artigo 3.º do Decreto-Lei n.º 127/2009,

Leia mais

DELIBERAÇÃO DO CONSELHO DIRECTIVO DA ENTIDADE REGULADORA DA SAÚDE (VERSÃO NÃO CONFIDENCIAL) I INTRODUÇÃO

DELIBERAÇÃO DO CONSELHO DIRECTIVO DA ENTIDADE REGULADORA DA SAÚDE (VERSÃO NÃO CONFIDENCIAL) I INTRODUÇÃO DELIBERAÇÃO DO CONSELHO DIRECTIVO DA ENTIDADE REGULADORA DA SAÚDE (VERSÃO NÃO CONFIDENCIAL) I INTRODUÇÃO Considerando as atribuições da Entidade Reguladora da Saúde (doravante ERS) conferidas pelo artigo

Leia mais

DELIBERAÇÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA ENTIDADE REGULADORA DA SAÚDE (VERSÃO NÃO CONFIDENCIAL)

DELIBERAÇÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA ENTIDADE REGULADORA DA SAÚDE (VERSÃO NÃO CONFIDENCIAL) DELIBERAÇÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA ENTIDADE REGULADORA DA SAÚDE (VERSÃO NÃO CONFIDENCIAL) Considerando que a Entidade Reguladora da Saúde (ERS), nos termos do n.º 1 do artigo 4.º dos Estatutos

Leia mais

CAPÍTULO I Disposições gerais. Artigo 1.º Objecto

CAPÍTULO I Disposições gerais. Artigo 1.º Objecto A leitura deste documento, que transcreve o conteúdo do Decreto-Lei n.º 500/99, de 19 de Novembro, não substitui a consulta da sua publicação em Diário da República. Decreto-Lei n.º 500/99 de 19 de Novembro

Leia mais

PARECER DA ENTIDADE REGULADORA DA SAÚDE RELATIVO À PORTARIA N

PARECER DA ENTIDADE REGULADORA DA SAÚDE RELATIVO À PORTARIA N PARECER DA ENTIDADE REGULADORA DA SAÚDE RELATIVO À PORTARIA N.º 347/2013, DE 28 DE NOVEMBRO, QUE ESTABELECE OS REQUISITOS MÍNIMOS EXIGIDOS PARA O EXERCÍCIO DA ATIVIDADE DAS UNIDADES PRIVADAS DE DIÁLISE

Leia mais

PARECER ENTIDADE REGULADORA DA SAÚDE. Rua S. João de Brito, 621 L 32 4100-455 PORTO TEL.:222 092 350 FAX: 222 092 351. www.ers.pt geral@ers.

PARECER ENTIDADE REGULADORA DA SAÚDE. Rua S. João de Brito, 621 L 32 4100-455 PORTO TEL.:222 092 350 FAX: 222 092 351. www.ers.pt geral@ers. PARECER Na sequência de diversas denúncias e exposições rececionadas pela Entidade Reguladora da Saúde (ERS), e de informações prestadas a título de cooperação institucional 1, sobre prestação de cuidados

Leia mais

DELIBERAÇÃO DO CONSELHO DIRECTIVO DA ENTIDADE REGULADORA DA SAÚDE

DELIBERAÇÃO DO CONSELHO DIRECTIVO DA ENTIDADE REGULADORA DA SAÚDE DELIBERAÇÃO DO CONSELHO DIRECTIVO DA ENTIDADE REGULADORA DA SAÚDE Considerando as atribuições da Entidade Reguladora da Saúde (doravante ERS) conferidas pelo artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 309/2003, de

Leia mais

DELIBERAÇÃO DO CONSELHO DIRETIVO DA ENTIDADE REGULADORA DA SAÚDE (VERSÃO NÃO CONFIDENCIAL)

DELIBERAÇÃO DO CONSELHO DIRETIVO DA ENTIDADE REGULADORA DA SAÚDE (VERSÃO NÃO CONFIDENCIAL) DELIBERAÇÃO DO CONSELHO DIRETIVO DA ENTIDADE REGULADORA DA SAÚDE (VERSÃO NÃO CONFIDENCIAL) Considerando as atribuições da Entidade Reguladora da Saúde conferidas pelo artigo 3.º do Decreto-Lei n.º 127/2009,

Leia mais

DELIBERAÇÃO DO CONSELHO DIRECTIVO DA ENTIDADE REGULADORA DA SAÚDE

DELIBERAÇÃO DO CONSELHO DIRECTIVO DA ENTIDADE REGULADORA DA SAÚDE DELIBERAÇÃO DO CONSELHO DIRECTIVO DA ENTIDADE REGULADORA DA SAÚDE Considerando as atribuições da Entidade Reguladora da Saúde (doravante ERS) conferidas pelo artigo 3.º do Decreto-Lei n.º 127/2009, de

Leia mais

A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte:

A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte: Regulamenta a Lei n.º 45/2003, de 22 de agosto, relativamente ao exercício profissional das atividades de aplicação de terapêuticas não convencionais Regulamenta a Lei n.º 45/2003, de 22 de agosto, relativamente

Leia mais

HASTA PÚBLICA N.º 1/2014

HASTA PÚBLICA N.º 1/2014 HASTA PÚBLICA N.º 1/2014 ALIENAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS DE CLIMATIZAÇÃO E TODOS OS COMPONENTES INTEGRANTES, DO EDIFICIO DO INSTITUTO PORTUGUÊS DO MAR E DA ATMOSFERA EM ALGÉS CADERNO DE ENCARGOS LISBOA, SETEMBRO

Leia mais

PARECER N.º 78/CITE/2012

PARECER N.º 78/CITE/2012 PARECER N.º 78/CITE/2012 Assunto: Parecer prévio ao despedimento de trabalhadora puérpera, por extinção do posto de trabalho, nos termos do n.º 1 e da alínea c) do n.º 3 do artigo 63.º do Código do Trabalho,

Leia mais

CAPÍTULO I Disposições Gerais

CAPÍTULO I Disposições Gerais PROPOSTA DE REGULAMENTO MUNICIPAL DE ATRIBUIÇÃO DE APOIOS A PESSOAS COLETIVAS E/OU SINGULARES COM ATUAÇÃO RECREATIVA, CULTURAL, DESPORTIVA, SOCIAL OU DE OUTRA NATUREZA Preâmbulo A Constituição da República

Leia mais

Assunto: Pedido de informação sobre a aplicação das regras de isenção de licenciamento das mensagens publicitárias.

Assunto: Pedido de informação sobre a aplicação das regras de isenção de licenciamento das mensagens publicitárias. N.ª Ref.ª: I/( )/13/CMP V.ª Ref.ª: I/( )/11/CMP Data: 13-02-2013 Assunto: Pedido de informação sobre a aplicação das regras de isenção de licenciamento das mensagens publicitárias. Enquadramento Factual

Leia mais

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS. Proposta de Lei n.º 140/XII. Exposição de Motivos

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS. Proposta de Lei n.º 140/XII. Exposição de Motivos Proposta de Lei n.º 140/XII Exposição de Motivos A reorganização dos sectores das águas e dos resíduos é um dos grandes desafios a que o Governo se propõe, em vista da resolução de problemas ambientais

Leia mais

capítulo Enforcement

capítulo Enforcement capítulo 4 4.1 Considerações iniciais No quadro da atividade de enforcement, o ISP (i) dirige recomendações e determinações específicas às entidades supervisionadas visando a correção de eventuais irregularidades

Leia mais

Regulamento de Inventário de Bens de Consumo da. Administração Regional de Saúde do Algarve, IP

Regulamento de Inventário de Bens de Consumo da. Administração Regional de Saúde do Algarve, IP Regulamento de Inventário de Bens de Consumo da Administração Regional de Saúde do Algarve, IP Preâmbulo Este regulamento tem o objetivo de harmonizar e regulamentar o procedimento e os critérios de realização

Leia mais

REGULAMENTO DE INSTALAÇÃO, EXPLORAÇÃO E FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS DE HOSPEDAGEM

REGULAMENTO DE INSTALAÇÃO, EXPLORAÇÃO E FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS DE HOSPEDAGEM REGULAMENTO DE INSTALAÇÃO, EXPLORAÇÃO E FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS DE HOSPEDAGEM A Câmara Municipal de Óbidos, sob proposta do seu Presidente, no uso das competências que lhe são conferidas por

Leia mais

PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL Resolução do Conselho do Governo n.º 107/2010 de 14 de Julho de 2010

PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL Resolução do Conselho do Governo n.º 107/2010 de 14 de Julho de 2010 PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL Resolução do Conselho do Governo n.º 107/2010 de 14 de Julho de 2010 O Programa Estagiar, nas suas vertentes L, T e U, dirigido a recém-licenciados e mestres, recém-formados

Leia mais

V.ª Ref.ª: ( )/13/CMP. Data: 08-05-2013

V.ª Ref.ª: ( )/13/CMP. Data: 08-05-2013 N.ª Ref.ª: I/( )/13/CMP V.ª Ref.ª: ( )/13/CMP Data: 08-05-2013 Assunto: responsabilidade do arrendatário na limpeza e conservação do logradouro pertencente à fração arrendada no prédio sito na Rua de S(

Leia mais

REGULAMENTO MUNICIPAL DE ESTABELECIMENTOS DE ALOJAMENTO LOCAL

REGULAMENTO MUNICIPAL DE ESTABELECIMENTOS DE ALOJAMENTO LOCAL REGULAMENTO MUNICIPAL DE ESTABELECIMENTOS DE ALOJAMENTO LOCAL PREÂMBULO O Decreto-lei nº 39/2008, de 7 de Março, aprovou o regime jurídico da instalação, exploração e funcionamento dos empreendimentos

Leia mais

SUMÁRIO. Série. Jornal da República PUBLICAÇÃO OFICIAL DA REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR - LESTE $ 0.25

SUMÁRIO. Série. Jornal da República PUBLICAÇÃO OFICIAL DA REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR - LESTE $ 0.25 Quarta-Feira, 19 de Outubro de 2005 Série1, Série Nº.1 I, N. 20 $ 0.25 PUBLICAÇÃO OFICIAL DA REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR LESTE PUBLICAÇÃO OFICIAL DA REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR - LESTE GOVERNO: SUMÁRIO

Leia mais

Circular nº 24/2015. Lei nº. 41/2015, de 3 de Junho. 17 de Junho 2015. Caros Associados,

Circular nº 24/2015. Lei nº. 41/2015, de 3 de Junho. 17 de Junho 2015. Caros Associados, Circular nº 24/2015 17 de Junho 2015 Assunto: Lei nº. 41/2015, de 3 de Junho. Caros Associados, 1. Foi publicado no Diário da República, 1ª. Série, nº. 107, de 3 de Junho de 2015, a Lei nº. 41/2015, de

Leia mais

DELIBERAÇÃO DO CONSELHO DIRECTIVO DA ENTIDADE REGULADORA DA SAÚDE

DELIBERAÇÃO DO CONSELHO DIRECTIVO DA ENTIDADE REGULADORA DA SAÚDE DELIBERAÇÃO DO CONSELHO DIRECTIVO DA ENTIDADE REGULADORA DA SAÚDE Considerando as atribuições da Entidade Reguladora da Saúde (doravante ERS) conferidas pelo artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 309/2003, de

Leia mais

GUIA PRÁTICO LICENCIAMENTO DA ATIVIDADE DOS ESTABELECIMENTOS DE APOIO SOCIAL

GUIA PRÁTICO LICENCIAMENTO DA ATIVIDADE DOS ESTABELECIMENTOS DE APOIO SOCIAL GUIA PRÁTICO LICENCIAMENTO DA ATIVIDADE DOS ESTABELECIMENTOS DE APOIO SOCIAL INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/15 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Licenciamento

Leia mais

LICENÇA Nº ICP 01/2001-SP

LICENÇA Nº ICP 01/2001-SP LICENÇA Nº ICP 01/2001-SP O Conselho de Administração do Instituto das Comunicações de Portugal (ICP), em reunião efectuada em 1 de Outubro de 2001, deliberou, ao abrigo da alínea j) do nº 1 e do nº 2,

Leia mais

Contributos e comentários produzidos no âmbito da audição pública

Contributos e comentários produzidos no âmbito da audição pública Contributos e comentários produzidos no âmbito da audição pública A ERS submeteu a audição pública, entre os dias 7 de julho e 7 de agosto de 2014, a versão preliminar da Recomendação n.º 1/2014 sobre

Leia mais

O R D E M D O S E N F E R M E I R O S. Parecer 1 A GESTÃO DOS CUIDADOS DE ENFERMAGEM NO SEIO DA REFORMA DOS CUIDADOS DE SAÚDE PRIMÁRIOS

O R D E M D O S E N F E R M E I R O S. Parecer 1 A GESTÃO DOS CUIDADOS DE ENFERMAGEM NO SEIO DA REFORMA DOS CUIDADOS DE SAÚDE PRIMÁRIOS O R D E M D O S E N F E R M E I R O S Parecer 1 A GESTÃO DOS CUIDADOS DE ENFERMAGEM NO SEIO DA REFORMA DOS CUIDADOS DE SAÚDE PRIMÁRIOS A questão colocada: A quem competem as funções de gestão, coordenação

Leia mais

OBSERVATÓRIO DOS DIREITOS HUMANOS

OBSERVATÓRIO DOS DIREITOS HUMANOS OBSERVATÓRIO DOS DIREITOS HUMANOS RELATÓRIO Novembro 2011 Direito à protecção da Saúde I Apresentação do caso O Observatório dos Direitos Humanos recebeu uma denúncia efectuada por N., alegando para o

Leia mais

PREÂMBULO. Artigo 1.º Competências para o tratamento da rede de efluentes

PREÂMBULO. Artigo 1.º Competências para o tratamento da rede de efluentes PREÂMBULO O sistema de tratamento de efluentes domésticos, comerciais e industriais a jusante do sistema de captação tratamento e armazenamento de água potável, tem vindo a ser implementado de acordo com

Leia mais

DESPACHO CONJUNTO N.º 1/2016 REGIME ESPECIAL E TRANSITÓRIO FORMAÇÃO DE APLICADORES DE PRODUTOS FITOFARMACÊUTICOS DE UTILIZAÇÃO PROFISSIONAL

DESPACHO CONJUNTO N.º 1/2016 REGIME ESPECIAL E TRANSITÓRIO FORMAÇÃO DE APLICADORES DE PRODUTOS FITOFARMACÊUTICOS DE UTILIZAÇÃO PROFISSIONAL DESPACHO CONJUNTO N.º 1/2016 REGIME ESPECIAL E TRANSITÓRIO FORMAÇÃO DE APLICADORES DE PRODUTOS FITOFARMACÊUTICOS DE UTILIZAÇÃO PROFISSIONAL O Decreto-Lei n.º 254/2015, de 30 de dezembro veio estabelecer

Leia mais

REGISTOS E NOTARIADO Col. Legislação, Edição Académica

REGISTOS E NOTARIADO Col. Legislação, Edição Académica COLEÇÃO LEGISLAÇÃO Atualizações Online orquê as atualizações aos livros da COLEÇÃO LEGISLAÇÃO? No panorama legislativo nacional é frequente a publicação de novos diplomas legais que, regularmente, alteram

Leia mais

O Princípio da hierarquia dos planos e efeitos da aprovação de um Plano Regional Num Plano Municipal (1)

O Princípio da hierarquia dos planos e efeitos da aprovação de um Plano Regional Num Plano Municipal (1) 1/9 O Princípio da hierarquia dos planos e efeitos da aprovação de um Plano Regional Num Plano Municipal (1) Susana Alcina Ribeiro Pinto Docente da Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Felgueiras

Leia mais

REGULAMENTO DO PROVEDOR DO CLIENTE. Médis - Companhia Portuguesa de Seguros de Saúde, S.A.

REGULAMENTO DO PROVEDOR DO CLIENTE. Médis - Companhia Portuguesa de Seguros de Saúde, S.A. REGULAMENTO DO PROVEDOR DO CLIENTE Médis - Companhia Portuguesa de Seguros de Saúde, S.A. 1 O presente regulamento define as regras que orientam a função do Provedor do Cliente da Médis - Companhia Portuguesa

Leia mais

Ministério d. da Presidência do Conselho, em 7 de Abril de 2008. Registado com o n.º DL 178/2008 no livro de registo de diplomas

Ministério d. da Presidência do Conselho, em 7 de Abril de 2008. Registado com o n.º DL 178/2008 no livro de registo de diplomas Registado com o DL 178/2008 no livro de registo de diplomas da Presidência do Conselho, em 7 de Abril de 2008 A Lei 44/2004, de 19 de Agosto, com as alterações introduzidas pelo -Lei 100/2005, de 23 de

Leia mais

Separata BTE, n.º 5, 28/11/2014 SEPARATA. N. o 5 28 novembro 201

Separata BTE, n.º 5, 28/11/2014 SEPARATA. N. o 5 28 novembro 201 SEPARATA N. o 5 28 novembro 201 Propriedade Ministério d Edição Gabinete de Estratégia e Planeamento Centro de Informação e Documentação PROPOSTA DE DECRETO-LEI QUE ESTABELECE O REGIME DE REGULAÇÃO DO

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO CAPITULO I DISPOSIÇÕES LEGAIS. Art.º 1.º (Definições e Objectivos)

REGULAMENTO INTERNO CAPITULO I DISPOSIÇÕES LEGAIS. Art.º 1.º (Definições e Objectivos) REGULAMENTO INTERNO CAPITULO I DISPOSIÇÕES LEGAIS Art.º 1.º (Definições e Objectivos) O CRIFZ, Centro de Recuperação Infantil de Ferreira do Zêzere, é uma Instituição de Solidariedade Social sem fins lucrativos,

Leia mais

MINUTA DE CONTRATO DE ATRIBUIÇÃO DE APOIOS FINANCEIROS A PESSOAS COLECTIVAS PRIVADAS SEM FINS LUCRATIVOS PROGRAMA MODELAR

MINUTA DE CONTRATO DE ATRIBUIÇÃO DE APOIOS FINANCEIROS A PESSOAS COLECTIVAS PRIVADAS SEM FINS LUCRATIVOS PROGRAMA MODELAR MINUTA DE CONTRATO DE ATRIBUIÇÃO DE APOIOS FINANCEIROS A PESSOAS COLECTIVAS PRIVADAS SEM FINS LUCRATIVOS PROGRAMA MODELAR Entre O Primeiro Outorgante, A Administração Regional de Saúde de. IP, adiante

Leia mais

REGULAMENTO MUNICIPAL DA ACTIVIDADE DE TRANSPORTE PÚBLICO DE ALUGUER EM VEÍCULOS AUTOMÓVEIS LIGEIROS DE PASSAGEIROS TRANSPORTES EM TÁXI PREÂMBULO

REGULAMENTO MUNICIPAL DA ACTIVIDADE DE TRANSPORTE PÚBLICO DE ALUGUER EM VEÍCULOS AUTOMÓVEIS LIGEIROS DE PASSAGEIROS TRANSPORTES EM TÁXI PREÂMBULO REGULAMENTO MUNICIPAL DA ACTIVIDADE DE TRANSPORTE PÚBLICO DE ALUGUER EM VEÍCULOS AUTOMÓVEIS LIGEIROS DE PASSAGEIROS TRANSPORTES EM TÁXI PREÂMBULO O presente Regulamento surge na sequência da publicação

Leia mais

Projecto de Decreto-lei

Projecto de Decreto-lei Projecto de Decreto-lei O Decreto Lei nº273/2003, de 29 de Outubro, sobre as regras gerais de planeamento, organização e coordenação para promover a segurança e saúde no trabalho em estaleiros da construção,

Leia mais

Decisão de Não Oposição da Autoridade da Concorrência

Decisão de Não Oposição da Autoridade da Concorrência Ccent. 45/2012 Auto-Sueco / Grupo Master Test Decisão de Não Oposição da Autoridade da Concorrência [alínea b) do n.º 1 do artigo 50.º da Lei n.º 19/2012, de 8 de maio] 9/11/2012 DECISÃO DE NÃO OPOSIÇÃO

Leia mais

Contributos da ANET sobre o Projecto Revisão do Regulamento de Coordenação de Segurança e Saúde na Construção. Decreto-Lei n.º /

Contributos da ANET sobre o Projecto Revisão do Regulamento de Coordenação de Segurança e Saúde na Construção. Decreto-Lei n.º / Decreto-Lei n.º / O Decreto Lei n.º 273/2003, de 29 de Outubro, sobre as regras gerais de planeamento, organização e coordenação para promover a segurança e saúde no trabalho em estaleiros da construção,

Leia mais

DECRETO N.º 70/XII. A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte: Artigo 1.

DECRETO N.º 70/XII. A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte: Artigo 1. DECRETO N.º 70/XII Define os meios de prevenção e combate ao furto e de recetação de metais não preciosos com valor comercial e prevê mecanismos adicionais e de reforço no âmbito da fiscalização da atividade

Leia mais

Normas de Funcionamento do Banco Local de Voluntariado de Oliveira de Azeméis

Normas de Funcionamento do Banco Local de Voluntariado de Oliveira de Azeméis Normas de Funcionamento do Banco Local de Voluntariado de Oliveira de Azeméis PREÂMBULO O voluntariado é definido como um conjunto de ações e interesses sociais e comunitários, realizadas de forma desinteressada

Leia mais

Regulamento Interno do Colégio de Ortodontia

Regulamento Interno do Colégio de Ortodontia Regulamento Interno do Colégio de Ortodontia Regulamento n.º 85/2012. D.R. n.º 43, Série II de 2012-02-29 Preâmbulo Decorridos dois anos sobre a última revisão do regulamento interno do colégio de ortodontia,

Leia mais

SINDICATO DOS MÉDICOS DA ZONA SUL PARECER N.º 27/2011. Cartas de Condução. Avaliação Médica. Carreira Especial Médica. Medicina Geral e Familiar

SINDICATO DOS MÉDICOS DA ZONA SUL PARECER N.º 27/2011. Cartas de Condução. Avaliação Médica. Carreira Especial Médica. Medicina Geral e Familiar 1 PARECER N.º 27/2011 Referência: SM/53/2011.LS.0808 (CJ) Médico(a): Local de Trabalho: Assunto: Legislação: Cartas de Condução. Avaliação Médica. Carreira Especial Médica. Medicina Geral e Familiar Lei

Leia mais

GUIA PARA A FORMAÇÃO DE ENTIDADES A CREDENCIAR NO ÂMBITO DA SCIE

GUIA PARA A FORMAÇÃO DE ENTIDADES A CREDENCIAR NO ÂMBITO DA SCIE GUIA PARA A FORMAÇÃO DE ENTIDADES A CREDENCIAR NO ÂMBITO DA SCIE 1/17 Índice 1. Introdução... 3 2. Formação... 4 2.1 Objectivos gerais do curso... 4 2.2. Conteúdos programáticos... 4 2.3. Equipa formativa...

Leia mais

PROJECTO DE REGULAMENTO MUNICIPAL DE VENDA DE LOTES DE TERRENO PARA AS NOVAS ZONAS E LOTEAMENTOS INDUSTRIAIS. Nota justificativa

PROJECTO DE REGULAMENTO MUNICIPAL DE VENDA DE LOTES DE TERRENO PARA AS NOVAS ZONAS E LOTEAMENTOS INDUSTRIAIS. Nota justificativa PROJECTO DE REGULAMENTO MUNICIPAL DE VENDA DE LOTES DE TERRENO PARA AS NOVAS ZONAS E LOTEAMENTOS INDUSTRIAIS Nota justificativa A criação de novas Zonas e loteamentos Industriais tem como principal finalidade

Leia mais

DELIBERAÇÃO DO CONSELHO DIRECTIVO DA ENTIDADE REGULADORA DA SAÚDE (VERSÃO NÃO CONFIDENCIAL)

DELIBERAÇÃO DO CONSELHO DIRECTIVO DA ENTIDADE REGULADORA DA SAÚDE (VERSÃO NÃO CONFIDENCIAL) DELIBERAÇÃO DO CONSELHO DIRECTIVO DA ENTIDADE REGULADORA DA SAÚDE (VERSÃO NÃO CONFIDENCIAL) Considerando as atribuições da Entidade Reguladora da Saúde conferidas pelo artigo 3.º do Decreto-Lei n.º 127/2009,

Leia mais

COMPETÊNCIAS E FUNCIONAMENTO DOS ÓRGÃOS AUTÁRQUICOS

COMPETÊNCIAS E FUNCIONAMENTO DOS ÓRGÃOS AUTÁRQUICOS Validade Válido JURISTA MARTA ALMEIDA TEIXEIRA ASSUNTO COMPETÊNCIAS E FUNCIONAMENTO DOS ÓRGÃOS AUTÁRQUICOS QUESTÃO A autarquia pretende que a CCDR LVT se pronuncie relativamente à possibilidade de existência

Leia mais

TURISMO DE PORTUGAL DEPARTAMENTO DE RECURSOS HUMANOS REGULAMENTO GERAL DA FORMAÇÃO

TURISMO DE PORTUGAL DEPARTAMENTO DE RECURSOS HUMANOS REGULAMENTO GERAL DA FORMAÇÃO TURISMO DE PORTUGAL DEPARTAMENTO DE RECURSOS HUMANOS REGULAMENTO GERAL DA FORMAÇÃO INDICE 1 NOTA PRÉVIA 3 2 LINHAS DE ORIENTAÇÃO ESTRATÉGICA 4 3 PLANO DE FORMAÇÃO 4 4 FREQUÊNCIA DE ACÇÕES DE FORMAÇÃO 6

Leia mais

PARECER N.º 256/CITE/2014

PARECER N.º 256/CITE/2014 PARECER N.º 256/CITE/2014 Assunto: Parecer sobre queixa relativa a pedido de autorização de trabalho em regime de horário flexível de trabalhadora com responsabilidades familiares nos termos do n.º 5 do

Leia mais

MINISTÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO INTERNA

MINISTÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO INTERNA Diário da República, 1.ª série N.º 80 24 de abril de 2015 2057 MINISTÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO INTERNA Portaria n.º 114/2015 de 24 de abril A Portaria n.º 148/2014, de 18 de julho, veio estabelecer um novo

Leia mais

DELIBERAÇÃO DO CONSELHO DIRECTIVO DA ENTIDADE REGULADORA DA SAÚDE (VERSÃO NÃO CONFIDENCIAL)

DELIBERAÇÃO DO CONSELHO DIRECTIVO DA ENTIDADE REGULADORA DA SAÚDE (VERSÃO NÃO CONFIDENCIAL) DELIBERAÇÃO DO CONSELHO DIRECTIVO DA ENTIDADE REGULADORA DA SAÚDE (VERSÃO NÃO CONFIDENCIAL) Considerando as atribuições da Entidade Reguladora da Saúde conferidas pelo artigo 3.º do Decreto-Lei n.º 127/2009,

Leia mais

PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO

PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DO PROJETO-PILOTO DE INTEGRAÇÃO DOS ATRIBUTOS PROFISSIONAIS DA ORDEM DOS ENGENHEIROS TÉCNICOS NO SISTEMA DE CERTIFICAÇÃO DE ATRIBUTOS PROFISSIONAIS (SCAP) Entre:

Leia mais

SERVIÇOS MÍNIMOS BANCÁRIOS Novo regime

SERVIÇOS MÍNIMOS BANCÁRIOS Novo regime SERVIÇOS MÍNIMOS BANCÁRIOS Novo regime Lisboa, 2014 www.bportugal.pt http://clientebancario.bportugal.pt SERVIÇOS MÍNIMOS BANCÁRIOS 3.ª reedição, janeiro de 2016 Banco de Portugal Av. Almirante Reis, 71

Leia mais

CONFERÊNCIA Novo Regime do Alojamento Local implicações e aplicação na prática

CONFERÊNCIA Novo Regime do Alojamento Local implicações e aplicação na prática CONFERÊNCIA Novo Regime do Alojamento Local implicações e aplicação na prática CONFERÊNCIA Novo Regime do Alojamento Local implicações e aplicação na prática Local: Sala da Assembleia Municipal da Câmara

Leia mais

REGULAMENTO MUNICIPAL DE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO DE RECINTOS DE ESPECTÁCULOS E DIVERTIMENTOS PÚBLICOS

REGULAMENTO MUNICIPAL DE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO DE RECINTOS DE ESPECTÁCULOS E DIVERTIMENTOS PÚBLICOS REGULAMENTO MUNICIPAL DE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO DE RECINTOS DE ESPECTÁCULOS E DIVERTIMENTOS PÚBLICOS PREÂMBULO O regime jurídico geral aplicável aos recintos de espectáculos e divertimentos públicos

Leia mais

CAPÍTULO I Disposições gerais

CAPÍTULO I Disposições gerais ESTATUTOS DO CONSELHO DAS FINANÇAS PÚBLICAS Aprovados pela Lei n.º 54/2011, de 19 de outubro, com as alterações introduzidas pelo artigo 187.º da Lei n.º 82-B/2014, de 31 de dezembro (Grafia adaptada em

Leia mais

CÓDIGOS REGIME DE ACESSO E EXERCÍCIO DA ATIVIDADE DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS COM VEÍCULOS PRONTO-SOCORRO TERMOS DE DISPONIBILIZAÇÃO E DE UTILIZAÇÃO

CÓDIGOS REGIME DE ACESSO E EXERCÍCIO DA ATIVIDADE DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS COM VEÍCULOS PRONTO-SOCORRO TERMOS DE DISPONIBILIZAÇÃO E DE UTILIZAÇÃO CÓDIGOS REGIME DE ACESSO E EXERCÍCIO DA ATIVIDADE DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS COM VEÍCULOS PRONTO-SOCORRO TERMOS DE DISPONIBILIZAÇÃO E DE UTILIZAÇÃO A seleção dos textos legislativos disponibilizados no sitio

Leia mais

AUTORIZAÇÃO Nº ICP ANACOM 08/2008 - SP

AUTORIZAÇÃO Nº ICP ANACOM 08/2008 - SP Data de publicação - 30.7.2008 AUTORIZAÇÃO Nº ICP ANACOM 08/2008 - SP O Vice-Presidente do Conselho de Administração da Autoridade Nacional de Comunicações (ICP- ANACOM), decide, nos termos do artigo 5º

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DO PARQUE DE CAMPISMO MUNICIPAL

REGULAMENTO INTERNO DO PARQUE DE CAMPISMO MUNICIPAL REGULAMENTO INTERNO DO PARQUE DE CAMPISMO MUNICIPAL Os parques de campismo são empreendimentos turísticos definidos no Decreto- lei nº 39/2008, de 7 de março alterado pelo Decreto-Lei nº 228/2009, de 14

Leia mais

3410 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 137 15-6-1999 MINISTÉRIO DA SAÚDE

3410 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 137 15-6-1999 MINISTÉRIO DA SAÚDE 3410 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 137 15-6-1999 MINISTÉRIO DA SAÚDE Decreto-Lei n. o 217/99 de 15 de Junho O Decreto-Lei n. o 13/93, de 15 de Janeiro, estabelece o regime jurídico do licenciamento

Leia mais

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: nº 14 do art. 29º; 36º. Assunto:

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: nº 14 do art. 29º; 36º. Assunto: FICHA DOUTRINÁRIA Diploma: Artigo: Assunto: CIVA nº 14 do art. 29º; 36º Auto Facturação - Facturas elaboradas pelo adquirente dos bens e/ou serviços, em nome e por conta do fornecedor. Processo: nº 2791,

Leia mais

PARECER N.º 40/CITE/2012

PARECER N.º 40/CITE/2012 PARECER N.º 40/CITE/2012 Assunto: Parecer prévio ao despedimento de trabalhadora puérpera, por extinção do posto de trabalho, nos termos do n.º 1 e da alínea c) do n.º 3 do artigo 63.º do Código do Trabalho,

Leia mais

ASSEMBLEIA NACIONAL 718 I SÉRIE N O 24 «B. O.» DA REPÚBLICA DE CABO VERDE 14 DE ABRIL DE 2015

ASSEMBLEIA NACIONAL 718 I SÉRIE N O 24 «B. O.» DA REPÚBLICA DE CABO VERDE 14 DE ABRIL DE 2015 718 I SÉRIE N O 24 «B. O.» DA REPÚBLICA DE CABO VERDE 14 DE ABRIL DE 2015 ASSEMBLEIA NACIONAL Lei n.º 86/VIII/2015 de 14 de Abril Por mandato do Povo, a Assembleia Nacional decreta, nos termos da alínea

Leia mais

SUPLEMENTO II SÉRIE ÍNDICE. Ministério da Educação e Ciência PARTE C. Terça-feira, 27 de maio de 2014 Número 101

SUPLEMENTO II SÉRIE ÍNDICE. Ministério da Educação e Ciência PARTE C. Terça-feira, 27 de maio de 2014 Número 101 II SÉRIE Terça-feira, 27 de maio de 2014 Número 101 ÍNDICE SUPLEMENTO PARTE C Ministério da Educação e Ciência Direção-Geral da Administração Escolar: Aviso n.º 6472-A/2014: Abertura do concurso externo

Leia mais

REGULAMENTO DO GABINETE DE APOIO AO CONSELHO FISCAL GALP ENERGIA, SGPS, S.A.

REGULAMENTO DO GABINETE DE APOIO AO CONSELHO FISCAL GALP ENERGIA, SGPS, S.A. REGULAMENTO DO GABINETE DE APOIO AO CONSELHO FISCAL GALP ENERGIA, SGPS, S.A. Artigo 1.º Objeto O presente documento regulamenta as competências, deveres e funcionamento do Gabinete de Apoio ao Conselho

Leia mais

REGULAMENTO MUNICIPAL DO TRANSPORTE PÚBLICO DE ALUGUER EM VEÍCULOS AUTOMÓVEIS LIGEIROS TRANSPORTES EM TÁXI - DO MUNICÍPIO DE MIRANDELA

REGULAMENTO MUNICIPAL DO TRANSPORTE PÚBLICO DE ALUGUER EM VEÍCULOS AUTOMÓVEIS LIGEIROS TRANSPORTES EM TÁXI - DO MUNICÍPIO DE MIRANDELA REGULAMENTO MUNICIPAL DO TRANSPORTE PÚBLICO DE ALUGUER EM VEÍCULOS AUTOMÓVEIS LIGEIROS TRANSPORTES EM TÁXI - DO MUNICÍPIO DE MIRANDELA Nota justificativa (artigo 116.º do CPA) Em 22 de Dezembro de 2006,

Leia mais

ÍNDICE ESCOLA SUPERIOR DE SAÚDE DE SANTARÉM 1. ÍNDICE 2. PROMULGAÇÃO 3. DESCRIÇÃO DA ESCOLA. 3.1 História. 3.2 Objetivo e Domínio da Certificação

ÍNDICE ESCOLA SUPERIOR DE SAÚDE DE SANTARÉM 1. ÍNDICE 2. PROMULGAÇÃO 3. DESCRIÇÃO DA ESCOLA. 3.1 História. 3.2 Objetivo e Domínio da Certificação ÍNDICE 1. ÍNDICE 2. PROMULGAÇÃO 3. DESCRIÇÃO DA ESCOLA 3.1 História 3.2 Objetivo e Domínio da Certificação 4. SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE 4.1 Processos 4.2 Requisitos da Documentação 4.3 Controlo dos

Leia mais

JUNTA DE FREGUESIA DE ANOBRA

JUNTA DE FREGUESIA DE ANOBRA JUNTA DE FREGUESIA DE ANOBRA (CONDEIXA-A-NOVA) REGULAMENTO E TABELA GERAL DE TAXAS Índice CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS... 3 Artigo 1.º (Objeto)... 3 Artigo 2.º (Sujeitos)... 3 Artigo 3.º (Isenções)...

Leia mais

MINISTÉRIO DA SOLIDARIEDADE, EMPREGO E SEGURANÇA SOCIAL. Diário da República, 1.ª série N.º 16 23 de janeiro de 2014 505

MINISTÉRIO DA SOLIDARIEDADE, EMPREGO E SEGURANÇA SOCIAL. Diário da República, 1.ª série N.º 16 23 de janeiro de 2014 505 Diário da República, 1.ª série N.º 16 23 de janeiro de 2014 505 10 Aos títulos válidos de abertura referidos no número anterior aplica-se o disposto no artigo 33.º, com as necessárias adaptações. 11 No

Leia mais

Normas de Funcionamento do Banco Local de Voluntariado de Albergaria-a-Velha

Normas de Funcionamento do Banco Local de Voluntariado de Albergaria-a-Velha Normas de Funcionamento do Banco Local de Voluntariado de Albergaria-a-Velha Preâmbulo Na perspectiva de garantir a todos os cidadãos a participação solidária em acções de voluntariado, a Lei n.º 71/98,

Leia mais

Regulamento do Provedor do Cliente

Regulamento do Provedor do Cliente Vr5-0_Março/2016 Índice Artigo 1.º - Atribuições... 3 Artigo 2.º - Duração do mandato e incompatibilidades... 3 Artigo 3.º - Reclamações elegíveis para apreciação pelo Provedor do Cliente... 5 Artigo 4.º

Leia mais

Decreto - executivo nº 6/96 de 2 de Fevereiro

Decreto - executivo nº 6/96 de 2 de Fevereiro Decreto - executivo nº 6/96 de 2 de Fevereiro O Decreto nº 31/94, de 5 de Agosto, estabelece no ponto 2 do artigo 18º, a obrigatoriedade da criação e organização de Serviços de Segurança e Higiene no Trabalho

Leia mais

Proposta Nº 138/2013. Aquisição de Extintores, Sinalização. Fotoluminescente e Aquisição de Serviços. de Manutenção de Extintores em diversos

Proposta Nº 138/2013. Aquisição de Extintores, Sinalização. Fotoluminescente e Aquisição de Serviços. de Manutenção de Extintores em diversos Proposta Nº 138/2013 Aquisição de Extintores, Sinalização Fotoluminescente e Aquisição de Serviços de Manutenção de Extintores em diversos Edifícios do Município Viana do Castelo, 09 de Novembro de 2012

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE GABINETE DO MINISTRO

MINISTÉRIO DA SAÚDE GABINETE DO MINISTRO MINISTÉRIO DA SAÚDE GABINETE DO MINISTRO Desp. 21/95 - O Dec. Regul. 42/93, de 27-11, que estabeleceu o regime do licenciamento e da fiscalização das unidades privadas com ou sem fins lucrativos, que actuem

Leia mais

REGULAMENTO DA FORMAÇÃO NÃO GRADUADA SECÇÃO I COORDENADOR DE CURSO. Artigo 1.º Coordenador de Curso

REGULAMENTO DA FORMAÇÃO NÃO GRADUADA SECÇÃO I COORDENADOR DE CURSO. Artigo 1.º Coordenador de Curso REGULAMENTO DA FORMAÇÃO NÃO GRADUADA SECÇÃO I COORDENADOR DE CURSO Artigo 1.º Coordenador de Curso 1. A coordenação pedagógica e científica de um curso de formação não graduada cabe, em regra, a um docente

Leia mais

REGULAMENTO MUNICIPAL DE TRANSPORTE PÚBLICO DE ALUGUER EM VEÍCULOS AUTOMÓVEIS LIGEIROS DE PASSAGEIROS

REGULAMENTO MUNICIPAL DE TRANSPORTE PÚBLICO DE ALUGUER EM VEÍCULOS AUTOMÓVEIS LIGEIROS DE PASSAGEIROS REGULAMENTO MUNICIPAL DE TRANSPORTE PÚBLICO DE ALUGUER EM VEÍCULOS AUTOMÓVEIS LIGEIROS DE PASSAGEIROS Nota Justificativa A Lei n.º 18/97, de 11 de Junho, concedeu ao Governo autorização para legislar no

Leia mais

Decisão de Inaplicabilidade da Autoridade da Concorrência

Decisão de Inaplicabilidade da Autoridade da Concorrência Ccent. n.º 7/2014 Global Liman*Grupo Sousa e outros*newco / Terminal de Cruzeiros de Lisboa Decisão de Inaplicabilidade da Autoridade da Concorrência [alínea a) do n.º 1 do artigo 50.º da Lei n.º 19/2012,

Leia mais

MUNICÍPIO DE ALCOCHETE CÂMARA MUNICIPAL REGULAMENTO DE APOIO AO MOVIMENTO ASSOCIATIVO

MUNICÍPIO DE ALCOCHETE CÂMARA MUNICIPAL REGULAMENTO DE APOIO AO MOVIMENTO ASSOCIATIVO MUNICÍPIO DE ALCOCHETE CÂMARA MUNICIPAL REGULAMENTO DE APOIO AO MOVIMENTO ASSOCIATIVO Introdução 1. As Autarquias locais desempenharam ao longo dos últimos anos um papel insubstituível no desenvolvimento

Leia mais

DIREÇÃO DE SERVIÇOS DE DOCUMENTAÇÃO E ARQUIVO UNIDADE DE VALORIZAÇÃO DO TEATRO THALIA. Regulamento de cedência e utilização.

DIREÇÃO DE SERVIÇOS DE DOCUMENTAÇÃO E ARQUIVO UNIDADE DE VALORIZAÇÃO DO TEATRO THALIA. Regulamento de cedência e utilização. DIREÇÃO DE SERVIÇOS DE DOCUMENTAÇÃO E ARQUIVO UNIDADE DE VALORIZAÇÃO DO TEATRO THALIA Regulamento de cedência e utilização Secção Iª Disposições Gerais Artigo 1º Objeto O presente regulamento tem por finalidade

Leia mais

AUTORIZAÇÃO Nº ICP - 008/TVC

AUTORIZAÇÃO Nº ICP - 008/TVC AUTORIZAÇÃO Nº ICP - 008/TVC Por despacho do Secretário de Estado da Habitação de 12 de Maio de 1994, proferido nos termos do nº 2 do artigo 4º do Decreto-Lei nº 292/91, de 13 de Agosto, foi autorizada

Leia mais

Decreto-Lei n.º 129/2002 de 11 de Maio Aprova o Regulamento dos Requisitos Acústicos dos Edifícios

Decreto-Lei n.º 129/2002 de 11 de Maio Aprova o Regulamento dos Requisitos Acústicos dos Edifícios A leitura deste documento, que transcreve o conteúdo do Decreto-Lei n.º 129/2002, de 11 de Maio, não substitui a consulta da sua publicação em Diário da República. Decreto-Lei n.º 129/2002 de 11 de Maio

Leia mais

Mestrado Integrado em Medicina

Mestrado Integrado em Medicina Ao abrigo do disposto na alínea a) do artigo 26.º do Decreto-Lei n.º 74/2006, de 24 de março, com a redação dada pelo Decreto-Lei n.º 115/2013, de 7 de agosto, e no exercício da competência conferida pela

Leia mais

Regulamento relativo ao lançamento, liquidação e cobrança de taxas e tarifas devidas pela realização de serviços prestados na área de saneamento

Regulamento relativo ao lançamento, liquidação e cobrança de taxas e tarifas devidas pela realização de serviços prestados na área de saneamento Regulamento relativo ao lançamento, liquidação e cobrança de taxas e tarifas devidas pela realização de serviços prestados na área de saneamento básico. Nota justificativa O Regulamento de Liquidação e

Leia mais

Lar de Apoio. Direcção-Geral da Acção Social. Núcleo de Documentação Técnica e Divulgação. Ana Maria Chichorro

Lar de Apoio. Direcção-Geral da Acção Social. Núcleo de Documentação Técnica e Divulgação. Ana Maria Chichorro Direcção-Geral da Acção Social Núcleo de Documentação Técnica e Divulgação Ana Maria Chichorro Lar de Apoio (Condições de implantação, localização, instalação e funcionamento) Lisboa, Dezembro de 1996

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA DA TAGUSGÁS - EMPRESA DE GÁS DO VALE DO TEJO, S.A. Considerando:

CÓDIGO DE CONDUTA DA TAGUSGÁS - EMPRESA DE GÁS DO VALE DO TEJO, S.A. Considerando: CÓDIGO DE CONDUTA DA TAGUSGÁS - EMPRESA DE GÁS DO VALE DO TEJO, S.A. Considerando: 1 O estatuto da Tagusgás - Empresa de Gás do Vale do Tejo, S.A. de Operador da Rede de Distribuição e de Comercializador

Leia mais

ANEXO 3 REGULAMENTO MUNICIPAL DA ACTIVIDADE DE TRANSPORTE EM TÁXI ODIVELAS. Ano VI - N.º 4-8 de Março de 2005 - Anexo 3

ANEXO 3 REGULAMENTO MUNICIPAL DA ACTIVIDADE DE TRANSPORTE EM TÁXI ODIVELAS. Ano VI - N.º 4-8 de Março de 2005 - Anexo 3 ANEXO 3 REGULAMENTO MUNICIPAL DA ACTIVIDADE DE TRANSPORTE EM TÁXI Ano VI - N.º 4-8 de Março de 2005 - Anexo 3 REGULAMENTO MUNICIPAL PARA A ACTIVIDADE DO TRANSPORTE EM TÁXI Capítulo I Disposição Gerais

Leia mais

Portaria n.º 361/87 de 30 de Abril

Portaria n.º 361/87 de 30 de Abril Portaria n.º 361/87 de 30 de Abril O Decreto-Lei n.º 165/85, de 16 de Maio, instituiu o novo regime de formação profissional em cooperação entre o Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) e

Leia mais

FREGUESIA DE BOAVISTA DOS PINHEIROS Regulamento n.º 02/2010

FREGUESIA DE BOAVISTA DOS PINHEIROS Regulamento n.º 02/2010 FREGUESIA DE BOAVISTA DOS PINHEIROS Regulamento n.º 02/2010 Para os efeitos estipulados no artigo 14.º do Decreto -Lei n.º 305/2009 de 23 de Outubro, torna público que, a Assembleia de Freguesia em reunião

Leia mais

JORNAL OFICIAL. Suplemento. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Quinta-feira, 21 de janeiro de 2016. Série. Número 14

JORNAL OFICIAL. Suplemento. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Quinta-feira, 21 de janeiro de 2016. Série. Número 14 REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA JORNAL OFICIAL Quinta-feira, 21 de janeiro de 2016 Série Suplemento Sumário PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL Decreto Regulamentar Regional n.º 2/2016/M Fixa o Valor do Metro Quadrado

Leia mais

Decreto Regulamentar n.º 1/2006de 25 de Janeiro

Decreto Regulamentar n.º 1/2006de 25 de Janeiro Decreto Regulamentar n.º 1/2006de 25 de Janeiro A actual fase de desenvolvimento da rede pública de casas de apoio para mulheres vítimas de violência, criada pela Lei n.º 107/99, de 3 de Agosto, e os cinco

Leia mais

MUNICÍPIO DO BARREIRO ASSEMBLEIA MUNICIPAL

MUNICÍPIO DO BARREIRO ASSEMBLEIA MUNICIPAL MUNICÍPIO DO BARREIRO ASSEMBLEIA MUNICIPAL EDITAL Nº 11/10 - - - Frederico Fernandes Pereira, Presidente da Assembleia Municipal do Barreiro, torna pública que, por deliberação deste órgão autárquico na

Leia mais

SENTENÇA N.º 51/2013-2ª SECÇÃO

SENTENÇA N.º 51/2013-2ª SECÇÃO Transitada em julgado Proc. n.º 70/2013 - PAM 2ª Secção SENTENÇA N.º 51/2013-2ª SECÇÃO I. Relatório 1 Nos presentes autos vai o presidente da Assembleia Distrital da Guarda, Júlio José Saraiva Sarmento,

Leia mais

PROJETO DE REGULAMENTO DO SISTEMA DA INDÚSTRIA RESPONSÁVEL (SIR) Nota justificativa

PROJETO DE REGULAMENTO DO SISTEMA DA INDÚSTRIA RESPONSÁVEL (SIR) Nota justificativa PROJETO DE REGULAMENTO DO SISTEMA DA INDÚSTRIA RESPONSÁVEL (SIR) Nota justificativa A Lei nº 169/2012, de 1 de agosto, que entrou em vigor no dia 31 de março de 2013, criou o Sistema da Indústria Responsável

Leia mais

Ccent. 10/2008 TRANQUILIDADE/UNITEDHEALTH/ADVANCECARE. Decisão de Não Oposição Da Autoridade da Concorrência

Ccent. 10/2008 TRANQUILIDADE/UNITEDHEALTH/ADVANCECARE. Decisão de Não Oposição Da Autoridade da Concorrência Ccent. 10/2008 TRANQUILIDADE/UNITEDHEALTH/ADVANCECARE Decisão de Não Oposição Da Autoridade da Concorrência (alínea b) do n.º 1 do artigo 35.º da Lei n.º 18/2003, de 11 de Junho) 27/03/2008 DECISÃO DO

Leia mais

Instruções nº 1/2004-2ª Secção. I Âmbito de aplicação. c) Instituições do sistema de solidariedade e segurança social e

Instruções nº 1/2004-2ª Secção. I Âmbito de aplicação. c) Instituições do sistema de solidariedade e segurança social e Instruções nº 1/2004-2ª Secção Instruções nº 1/2004 2ª Secção - Instruções para a organização e documentação das contas abrangidas pelo Plano Oficial de Contabilidade Pública (POCP- aprovado pelo D.L.

Leia mais