Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação"

Transcrição

1 Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Identificação das Competências Nacionais, dos Principais Gastos Governamentais por Estados da Federação, das Empresas Importadoras e Prospecção Tecnológica em Patentes sobre Kits Diagnósticos para Doenças Transmissíveis Controle de Sangue Adelaide Antunes Coordenadora Rio de Janeiro Abril, 2006

2 3

3 Kit Diagnóstico Identificação das Competências Nacionais, dos Principais Gastos Governamentais por Estados da Federação, das Empresas Importadoras e Prospecção Tecnológica em Patentes sobre Kits Diagnósticos para Doenças Transmissíveis Controle de Sangue Executor: Sistema de Informação sobre a Indústria Química (SIQUIM)/ Escola de Química (EQ)/Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) 4

4 EQUIPE: Coordenação Geral: Profª Adelaide Antunes EQ/UFRJ; Coordenadora SIQUIM/EQ/UFRJ. Pesquisadores: Drª Claudia Canongia (Pesquisadora Colaboradora - INMETRO) Simone Alencar Eng. Química, Doutoranda EQ/UFRJ Max Arnor Atuário, Instituto de Matemática IM/UFRJ Andressa Gusmão Estagiária, Engenharia Química, EQ/UFRJ Daniel Hoefle Estagiário, Engenharia Química, EQ/UFRJ Fernando Tibau Estagiário, Química Industrial EQ/UFRJ Flávia Lins Estagiária, Engenharia Química, EQ/UFRJ Apoio Logístico: Pedro Martins SIQUIM/EQ/UFRJ Priscila Araújo SIQUIM/EQ/UFRJ 5

5 Kit Diagnóstico SUMÁRIO I. INTRODUÇÃO... 7 II. METODOLOGIA... 8 III. COMPETÊNCIAS NACIONAIS IV. IDENTIFICAÇÃO DOS ESTADOS COM MAIORES GASTOS GOVERNAMENTAIS V. IDENTIFICAÇÃO DAS EMPRESAS IMPORTADORAS DE KITS DIAGNÓSTICOS AUTORIZADAS PELA VI. VISÃO DE INOVAÇÃO - PATENTEAMENTO NO MERCADO MUNDIAL126 VII. CONSIDERAÇÕES FINAIS

6 I. INTRODUÇÃO O mercado brasileiro de diagnóstico in vitro, comprador de reagentes, está cada vez mais exigente graças às ações da vigilância sanitária e a conscientização dos profissionais que atuam na área. Comprar pelo menor preço, embora seja uma lógica, deve deixar de ser uma prioridade, pois a qualidade do produto utilizado para fornecer o laudo que reflete o estado clínico do paciente no momento da coleta tem que ser uma exigência na maioria dos serviços que conhecem os riscos de se trabalhar com produtos de origem obscura fabricados por empresas desconhecidas. O sistema de qualidade, ISO, é conhecido e está implantado na maioria dos serviços de médio e grande porte, o que obriga o fabricante de reagentes a se adaptar as normas da qualidade para ser credenciado como fornecedor de produtos. Por outro lado, a fusão de laboratórios em grandes unidades de serviços e a criação de cooperativas, que compram anualmente, obrigam as empresas a trabalharem no limite de seus preços, restando pouca margem para seus investimentos. Diante do exposto, numa área extremamente competitiva e informatizada, é necessário que tenhamos claro em nossa mente, que a credibilidade que devemos passar para os consumidores e a certeza de continuidade no fornecimento dos produtos e principalmente serviços deverão estar presentes, para assumirmos a responsabilidade de investimentos com dinheiro público. Todos os campos representam potencial para investimentos. Não podemos pensar em um único produto, mas em produtos que venham contemplar ou melhorar linhas já existentes em áreas de interesse local e que apresentem possibilidades para exportação para outros mercados emergentes. Em muitos campos as patentes, devidamente registradas, serão obstáculos para o desenvolvimento e produção local. Campos da microbiologia e da parasitologia são as áreas que poderemos explorar a curto e médio prazo. 7

7 Kit Diagnóstico A formatação, isto é, a apresentação do KIT, deverá ser aquela solicitada pelo mercado consumidor, obtida através de pesquisa confiável feita por empresa credenciada. Universidades e instituições públicas ou privadas deverão ser consultadas para conhecimento do potencial que poderão representar num eventual termo de cooperação científica e tecnológica. Todos os processos deverão ser devidamente documentados para atender às exigências da e das boas práticas de fabricação GMP. Essa etapa somente será possível quando os interesses dos setores envolvidos forem devidamente equacionados. Um conselho curador de alto nível deverá ser instalado para ouvir as partes e definir as ações. O objetivo deste estudo é identificar competências nacionais, empresas importadoras de kits diagnósticos autorizadas pela ; identificação dos Estados com maiores gastos governamentais por doença analisada no estudo; busca de patentes das 15 doenças transmissíveis com foco nos ensaios de diagnóstico definidos por especialistas. II. METODOLOGIA A metodologia utilizada neste estudo abrangeu técnicas de inteligência competitiva e gestão do conhecimento para atendimento dos objetivos específicos/atividades, por meio da consulta e análise em bases de dados e emprego de softwares de data e text mining para o mapeamento dos grupos de pesquisas, empresas e patentes relacionadas aos ensaios das doenças do estudo. Principais indicadores /variáveis O estudo levou em conta as seguintes variáveis: Doenças transmissíveis pelo sangue e que possuem controle de acordo com as Sorologias I e II (AIDS, Citomegalovírus, Dengue, Doença de Chagas, 8

8 Filariose, Hepatites Virais, Herpes, HTLV I, HTLV II, Leishmaniose, Leptospirose, Malária, Rubéola, Sarampo, Sífilis) 15 ensaios de diagnósticos = ELFA, Aglutinação de partículas de látex, EIA (sorológico), ELISA (ensaio imuno enzimático), HAI (testes de Hemaglutinação indireta), Imuno fluorescência indireta (IFI), Immunoblot, NASBA (nucleic acid sequence-based), NAT (PCR, TMA, NASBA) (nat = técnica do ácido nucleico), PCR (reação de polimerase em cadeia), Prasigh-F, QBc (Quantitative Buffy Coat), Radioimunoensaio, WB (western blot) e Imunocromatográfico (teste rápido).; 27 Unidades Federativas do País; 9

9 Kit Diagnóstico III. COMPETÊNCIAS NACIONAIS A busca foi inicialmente realizada na plataforma LATTES/CNPq, no diretório de grupos de pesquisa, com a seguinte sintaxe de busca: ( kit ou reagente ou diagnostico and nome da doença ). Como resultado foi obtido um total de 60 grupos, sendo que 41 atuam em apenas uma doença do estudo e 19 têm atuação ampla (mais de uma doença). A tabela 1, apresenta o número de grupos de pesquisa por doença. Tabela 1 Número de Grupos de Pesquisa por Doença do Estudo Doença Nº de Grupos de pesquisa Chagas 19 Aids 13 Leishmaniose 10 Malária 10 Hepatites virais 7 Toxoplasmose 7 Dengue 6 Filariose 3 HTLV 3 Sífilis 2 Sarampo 1 Rubéola 1 Como o foco do estudo envolvia não só as 16 doenças, mas também 15 ensaios diagnósticos foi feita uma nova busca onde foram cruzadas as doenças com os ensaios e as palavras kit e diagnóstico. Além disso, esta pesquisa foi realizada na base corrente buscando pelo currículo LATTES dos pesquisadores com nível de doutorado. A figura a seguir exemplifica a busca. 10

10 FIGURA 1 Busca por Currículos na Plataforma LATTES/CNPq (chagas) and (elisa) and (kit or diagnostico) No entanto, esta busca teve um resultado muito amplo chegando a aproximadamente mil pesquisadores distintos. A seguir são apresentados os resultados por doença. Tabela 2 Número de Pesquisadores por Estratégia DOENÇA DE CHAGAS Estratégia Nº de Pesquisadores (chagas) and (elisa) and (kit or diagnostico) 413 chagas and (HAI or hemaglutinação) and (kit or diagnóstico) 63 chagas and IFI and (kit or diagnóstico) 32 11

11 Kit Diagnóstico Tabela 3 Número de Pesquisadores por Estratégia AIDS Estratégia Nº de Pesquisadores (Aids or HIV) and (ELFA) and (kit or diagnóstico) 6 (Aids or HIV) and (aglutinação de partículas de látex) and (kit or diagnóstico) 0 (Aids or HIV) and (EIA) and (kit or diagnóstico) 44 (Aids or HIV) and (Elisa) and (kit or diagnóstico)' 436 (Aids or HIV) and (HAI) and (kit or diagnóstico) 5 (Aids or HIV) and (IFI) and (kit or diagnóstico)' 37 (Aids or HIV) and (imunoblot) and (kit or diagnóstico) 23 (Aids or HIV) and (NASBA) and (kit or diagnóstico) 12 (Aids or HIV) and (NAT) and (kit or diagnóstico) 12 (Aids or HIV) and (PCR) and (kit or diagnóstico)' 968 (Aids or HIV) and ((western blot) or wb) and (kit or diagnóstico) 0 Tabela 4 Número de Pesquisadores por Estratégia CITOMEGALOVÍRUS Estratégia N de Pesquisadores (citomegalovirus or cmv) and (ELFA) and (Kit or diagnóstico) 0 (citomegalovírus or cmv) and (elisa) and (kit or diagnóstico)' 113 (citomegalovírus or cmv) and (aglutinação de partículas de látex) and (kit or diagnóstico) 0 Tabela 5 Número de Pesquisadores por Estratégia DENGUE Estratégia N de Pesquisadores (dengue) and (elisa) and (kit or diagnostico) 159 (dengue) AND (imunocromatografico) AND (kit OR diagnostico)' 6 Tabela 6 Número de Pesquisadores por Estratégia HEPATITE Estratégia N de Pesquisadores (hepatite) and (elisa) and (kit or diagnóstico) 288 Tabela 7 Número de Pesquisadores por Estratégia HERPES Estratégia N de Pesquisadores (herpes) and (elisa) and (kit or diagnostico) 108 (herpes) and (ifi) and (kit or diagnostico)' 11 12

12 Tabela 8 Número de Pesquisadores por Estratégia HTLV Estratégia N de Pesquisadores (htlv) and (aglutinação de partículas de látex) and (kit or diagnóstico) 0 (htlv) and (EIA) and (kit or diagnóstico)' 20 (htlv) and ((Imuno fluorescência indireta) or IFI) and (kit or diagnóstico) 23 (htlv) and ((reação de polimerase em cadeia) or PCR) and (kit or diagnóstico) 23 (htlv) and ((western blot) or wb) and (kit or diagnóstico) 23 (htlv) and (aglutinação de partículas de látex) and (kit or diagnóstico) 0 Tabela 9 Número de Pesquisadores por Estratégia LEPTOSPIROSE Estratégia N de Pesquisadores (leptospirose) and (elisa) and (kit or diagnostico) 176 Tabela 10 Número de Pesquisadores por Estratégia MALÁRIA Estratégia N de Pesquisadores (malaria) and (elisa) and (kit or diagnostico) 155 (malaria) and (prasigh-f) and (kit or diagnostico) 0 (malaria) and (qbc) and (kit or diagnostico) 12 Tabela 11 Número de Pesquisadores por Estratégia RUBÉOLA Estratégia N de Pesquisadores (rubeola) and (aglutinação de particulas de latex) and (kit or diagnostico) 55 (rubeola) and (elisa) and (kit or diagnostico) 58 (rubeola) and (ifi) and (kit or diagnostico) 5 Como o tempo para desenvolvimento do estudo não permitia a análise criteriosa dos mil currículos, foi então realizada uma busca no Portal Inovação/MCT (Ministério de Ciência e Tecnologia), uma vez que este entrou em funcionamento em dezembro de 2005 e nele podem ser realizadas buscas por especialistas e grupos de pesquisa em mais de 70 áreas do conhecimento e empresas ofertantes de tecnologia. O Portal Inovação é um novo instrumento do MCT que visa estimular a constituição de alianças estratégicas e o desenvolvimento de projetos de cooperação envolvendo empresas nacionais e ICTIs, além de permitir a divulgação de suas políticas institucionais de transferência de tecnologia, de 13

13 Kit Diagnóstico propriedade intelectual, de registro de software, de apoio a inventores, seus modelos de contratos, acordos e convênios firmados. Missão: O papel do Portal Inovação é promover o encontro de competências e de oportunidades e estabelecer um espaço para cooperação entre os diversos atores envolvidos com a cadeia de inovação. Visão: O Portal Inovação visa se constituir no principal espaço virtual de divulgação de competências, de encontro de oportunidades e de promoção de interação e cooperação para o desenvolvimento e a inovação no País. Objetivo: O Portal Inovação objetiva aproximar e promover a interação entre Empresas, Comunidade Técnico-Científica, Instituições de Ciência, Tecnologia e Inovação (ICTIs) e Organizações de Apoio visando à cooperação e à inovação nos diversos setores sócio-econômicos em todas as áreas do conhecimento. 14

14 A seguir é apresentado, a título de exemplo, o resultado de uma busca realizada no Portal de Inovação. Cabe evidenciar que um especialista pode estudar testes do foco deste estudo e/ou várias doenças, dentre elas algumas do estudo; no entanto, há também especialistas que podem ter trabalhos e/ou projetos em que aparecem teste em doenças infecciosas de forma geral; e quando especificam a(s) doença(s), esta(s) nem sempre faz(em) parte das doenças foco deste estudo, porém há correlação 15

15 Kit Diagnóstico com diagnósticos com teste(s) do interesse. Vale frisar que currículos são plurais, assim, há competências, mas a relação doença-teste não é linear. Além disso, o portal oferece uma ferramenta de classificação da busca possibilitando assim um resultado mais focado. Esta classificação é feita por capelos, que representa o percentual da ocorrência da(s) palavra(s)-chave(s) no currículo LATTES do pesquisador. A partir da análise bibliométrica do Portal da Inovação foi possível categorizar as competências com foco expressivo nos temas do estudo (doenças e testes) 4 e 5 capelos. Dos 127 currículos analisados pela equipe do SIQUIM/EQ/UFRJ referentes aos capelos 4 e 5 de relevância, 122 competências distintas com atuação em saúde humana são caracterizadas segundo a seguinte taxonomia: 48 especialistas com altíssima relevância de atuação no foco do estudo (5 capelos) e 74 especialistas com alta relevância de atuação no foco do estudo (4 capelos). A análise de conteúdo permitiu categorizar estas competências em Pesquisador e Usuário. Foram considerados Pesquisadores todos aqueles que apresentaram alguma atividade de pesquisa em no mínimo 1 dos testes do estudo. Foram considerados Usuários aqueles que por sua atuação em doenças do estudo acabam por utilizar 1 ou mais testes para detecção e/ou monitoramento da mesma. Estes usuários detêm conhecimentos mais macros sobre os testes do estudo. Destes tem-se: a) 65 Pesquisadores conforme anexo I em que são apresentadas informações sobre doenças, testes, capelos (sendo 29 com 5 e 36 com 4), pesquisador/ usuário, informações sobre formação acadêmica, áreas de atuação e linhas de pesquisa; b) 57 Usuários conforme anexo II em que são apresentadas informações sobre doenças, testes, capelos (sendo 19 com 5 e 38 com 4), pesquisador/ usuário, informações sobre formação acadêmica, áreas de atuação e linhas de pesquisa. 16

16 É possível ressaltar dentre os 65 pesquisadores e 57 usuários as instituições em que os mesmos estão vinculados, conforme gráfico 1 a seguir, que a Universidade de São Paulo (15 P; 11 U) e a FIOCRUZ (11 P; 4 U) se destacam; soma-se à esta liderança o fato de que há concentração de pesquisadores e usuários dos testes de diagnóstico deste estudo, na região Sudeste, naquelas instituições com mais de 1 especialista. Gráfico 1 Número de Especialistas por Instituição Número de Especialistas por Instituição com Atuação em Kit Diagnósticos (acima de 1 ocorrência) Número de Especialistas Universidade de São Paulo Fundação Oswaldo Cruz Universidade Federal de Minas Gerais Universidade Federal do Rio de Janeiro Universidade Federal de São Paulo Instituto Adolfo Lutz Universidade de Brasília Universidade Federal de Pelotas Universidade Estadual de Campinas Instituição Universidade Estadual de Londrina Universidade Federal da Bahia Universidade Federal do Pará Universidade Federal de Uberlândia Pesquisador Usuário Em uma outra análise foram identificados, dentre as 122 competências, 28 especialistas com ação multi-enfoque (atuação em mais de uma doença e/ou teste). Para estes, com base no perfil oferecido pelo Portal Inovação, foram elaborados gráficos que mostram a freqüência de palavras-chaves relacionadas 17

17 Kit Diagnóstico ao estudo encontradas no currículo LATTES. A seguir são apresentados estes gráficos. Gráfico 2 Adele Caterino de Araújo Adele Caterino de Araujo Frequência de palavras-chave encontradas no currículo lattes infecção hiv htlv-ii ifi sorologia hiv-1 diagnóstico htlv-i aids htlv hbv-8 hiv Frequência Gráfico 3 Alcyone Artioli Machado Alcyone Artioli Machado Frequência de palavras-chave encontradas no currículo lattes hepatite b profissionais da saúde doenças sexualmente transmissíveis epidemiologia síndrome da imunodeficiência adiquirida hiv-1 Frequência infecção pelo hiv hiv aids

18 Gráfico 4 Cláudio Lucio Rossi Claudio Lucio Rossi Frequência de palavras-chave encontradas no currículo lattes aids elisa pcr sorologia Frequência diganóstico imunodisgnóstico Gráfico 5 Cor Jesus Fernandes Fontes Cor Jesus Fernandes Fontes Frequência de palavras-chave encontradas no currículo lattes hepatite c imunologia hepatite b epidemiologia Frequência diagnóstico malária

19 Kit Diagnóstico Gráfico 6 Ester Cerdeira Sabino Ester Cerdeira Sabino Frequência de palavras-chave encontradas no currículo lattes diagnóstico doença de chagas hbv sorologia htlv Frequência hcv pcr hiv Gráfico 7 José Mauro Peralta Jose Mauro Peralta Frequência de palavras-chave encontradas no currículo lattes hiv-1 siagnóstico sorológico elisa pcr trypanosoma cruzi Frequência aids hiv diagnóstico

20 Gráfico 8 Mirthes Ueda Mirthes Ueda - IALPaulo Michel Roehe Frequência de palavras-chave encontradas no currículo lattes infecção por hiv-1 testes sorológicos marcadores imunológicos imunodiagnóstico imunofenotipagem diagnóstico laboratorial Frequência síf ilis hiv aids hiv-1 hiv Gráfico 9 Ricardo Sobhie Diaz Ricardo Sobhie Diaz Frequência de palavras-chave encontradas no currículo lattes hiv-1 Frequência hiv

21 Kit Diagnóstico Gráfico 10 Rivaldo Venâncio da Cunha Rivaldo Venâncio da Cunha Frequência de palavras-chave encontradas no currículo lattes hiv/aids hepatite c dengue hemorrágica doença de chagas Frequência aids epidemiologia dengue Gráfico 11 Vanda Akico Ueda Fick de Souza Vanda Akico Ueda Fick de Souza Frequência de palavras-chave encontradas no currículo lattes pcr herpes simplex hiv varicela rubéola aids herpesvirus humano 8 elisa soroepidemiologia sarampo Frequência

22 Gráfico 12 Yara de Miranda Gomes Yara de Miranda Gomes Frequência de palavras-chave encontradas no currículo lattes diagnóstico etiológico immunodiagnosis immunoblot elisa Frequência diagnóstico sorológico doença de chagas trypanosoma cruzi Gráfico 13 Ana Marli Christovam Sartori Ana Marli Christovam Sartori Frequência de palavras-chave encontradas no currículo lattes hepatite b immunideficiency trypanosoma cruzi diagnóstico Frequência aids infecção por hiv doença de chagas

23 Kit Diagnóstico Gráfico 14 Benedito Antônio Lopes da Fonseca Benedito Antônio Lopes da Fonseca Frequência de palavras-chave encontradas no currículo lattes rt-pcr herpes aids diagnosis polimerase diagnóstico hiv diagnostic pcr dengue Frequência Gráfico 15 Eduardo Werneck Barroso Eduardo Werneck Barroso Frequência de palavras-chave encontradas no currículo lattes sida hiv infection aids Frequência hiv

24 Gráfico 16 Esper Georges Kallás Esper Georges Kallás Frequência de palavras-chave encontradas no currículo lattes citomegalovirus htlv virus da imunodeficência humana hiv-1 Frequência imunodeficiência aids hiv Gráfico 17 Heitor Franco de Andrade Junior Heitor Franco de Andrade Junior Frequência de palavras-chave encontradas no currículo lattes elisa diagnostico leishmaniasis toxoplasmose Frequência toxoplasma gondii malaria leishmania

25 Kit Diagnóstico Gráfico 18 João Renato Rebello Pinho João Renato Rebello Pinho Frequência de palavras-chave encontradas no currículo lattes hcv rna hepatite g hepatite c hepatite b Frequência hepatites virais hbv hcv Gráfico 19 José Fernando de Castro Figueiredo Jose Fernando de Castro Figueiredo Frequência de palavras-chave encontradas no currículo lattes chagas hcv diagnósticos hepatite b Frequência hepatite c hiv aids

26 Gráfico 20 Karem López Ortega Karem López Ortega Frequência de palavras-chave encontradas no currículo lattes sífilis herpes hepatite doença do hiv Frequência diagnóstico hiv aids Gráfico 21 Leila de Souza Fonseca Leila de Souza Fonseca Frequência de palavras-chave encontradas no currículo lattes diagnóstico bacteriológico pcr hiv elisa Frequência aids diagnóstico

27 Kit Diagnóstico Gráfico 22 Marco Túlio Antonio Garcia Zapata Marco Tulio Antonio Garcíazapata Frequência de palavras-chave encontradas no currículo lattes ifi aids doença de chagas diagnóstico laboratorial Frequência diagnóstico chagas Gráfico 23 Marcos Montani Caseiro Marcos Montani Caseiro Frequência de palavras-chave encontradas no currículo lattes htlv i/ii aids - tratamento doenças infecciosas e parasitárias dengue hiv-1 Frequência epidemiologia hiv aids

28 Gráfico 24 Maria Aparecida Shikanai Yasuda Maria Aparecida Shikanai Yasuda Frequência de palavras-chave encontradas no currículo lattes doenças infecciosas polimerase aids pcr hiv Frequência diagnóstico elisa trypanosoma cruzi chagas Gráfico 25 Maria Carmen Arroyo Sanchez Maria Carmen Arroyo Sanchez Frequência de palavras-chave encontradas no currículo lattes soroepidemiologia plasmodium berghei sorologia diagnóstico malária humana imunofluorescência indireta Frequência plasmodium falciparum imunofluorescência elisa malária

29 Kit Diagnóstico Gráfico 26 Ricardo Wagner de Almeida Vitor Ricardo Wagner de Almeida Vitor Frequência de palavras-chave encontradas no currículo lattes dot-elisa hemaglutinação indireta in vitro diagnóstico Frequência trypanosoma cruzi elisa Gráfico 27 Rômulo Cerqueira Leite Romulo Cerqueira Leite Frequência de palavras-chave encontradas no currículo lattes pcr elisa herpes virus Frequência vírus

30 Gráfico 28 Solange Artimos de Oliveira Solange Artimos de Oliveira Frequência de palavras-chave encontradas no currículo lattes dengue rubéola sarampo Frequência diagnostic Gráfico 29 Venâncio Avancini Ferreira Alves Venancio Avancini Ferreira Alves Frequência de palavras-chave encontradas no currículo lattes aids leptospirose hepatite crônica Frequência hepatite

31 Kit Diagnóstico IV. IDENTIFICAÇÃO DOS ESTADOS COM MAIORES GASTOS GOVERNAMENTAIS A pesquisa feita no DATASUS permitiu identificar o volume de gastos governamentais com procedimentos relativos a kit diagnósticos referentes às doenças foco deste estudo, onde foi possível verificar que o gasto com procedimentos é maior com a doença Hepatite B. A tabela a seguir apresenta o gasto médio anual (para os anos de 2004 e 2005) por doença no Brasil. TABELA 12 Gastos Governamentais por Doença do Estudo DOENÇA Hepatite B Toxoplasmose Hepatite C HIV Rubeola Citomegalovirus Hepatite A Chagas Tuberculose Leischmaniose HTLV I Sifilis Clamidia HTLV II Malaria Herpes Mononucleose Sarampo Leptospirose Hepatite D Período Dez/2003-Nov/2005 Valor Aprovado (R$) Valor Apresentado (R$) média por ano média por ano Sorologia I Sorologia II

32 Os dados do DATASUS também permitem uma análise por Unidade da Federação. A seguir apresentam-se os 5 estados com maiores gastos com procedimentos por doença do estudo. CHAGAS Média do período Dez/2003-Nov/2005 UF Valor Aprovado (R$) - Valor Apresentado (R$) - média por ano média por ano SP GO MG BA DF Total CITOMEGALOVÍRUS Média do período Dez/2003-Nov/2005 UF Valor Aprovado (R$) Valor Apresentado (R$) - - média por ano média por ano SP GO RJ BA MG Total SÍFILIS Média do período Dez/2003-Nov/2005 UF Valor Aprovado (R$) - Valor Apresentado (R$) - média por ano média por ano SP GO DF MG RJ Total

33 Kit Diagnóstico HERPES Média do período Dez/2003-Nov/2005 UF Valor Aprovado (R$) - Valor Apresentado (R$) - média por ano média por ano SP BA RJ MS RS Total HTLV I Média do período Dez/2003-Nov/2005 UF Valor Aprovado (R$) - Valor Apresentado (R$) - média por ano média por ano BA SP DF PE RJ Total HTLV II Média do período Dez/2003-Nov/2005 UF Valor Aprovado (R$) - Valor Apresentado (R$) - média por ano média por ano SP MG BA PE RS Total TOXOPLASMOSE Média do período Dez/2003-Nov/2005 UF Valor Aprovado (R$) - Valor Apresentado (R$) - média por ano média por ano SP RJ MG RS PR Total

34 MONONUCLEOSE Média do período Dez/2003-Nov/2005 UF Valor Aprovado (R$) - Valor Apresentado (R$) - média por ano média por ano SP RJ AC RS MG Total SARAMPO Média do período Dez/2003-Nov/2005 UF Valor Aprovado (R$) - Valor Apresentado (R$) - média por ano média por ano SC SP PE SE ES Total LEISHMANIOSE Média do período Dez/2003-Nov/2005 UF Valor Aprovado (R$) - Valor Apresentado (R$) - média por ano média por ano MG SP MA CE PE Total RUBÉOLA Média do período Dez/2003-Nov/2005 UF Valor Aprovado (R$) - Valor Apresentado (R$) - média por ano média por ano SP RJ MG BA GO Total

35 Kit Diagnóstico HEPATITE A Média do período Dez/2003-Nov/2005 UF Valor Aprovado (R$) - Valor Apresentado (R$) - média por ano média por ano SP RJ MG SC AM Total HEPATITE B Média do período Dez/2003-Nov/2005 UF Valor Aprovado (R$) - média por ano Valor Apresentado (R$) - média por ano SP RJ MG RS PR Total HEPATITE C Média do período Dez/2003-Nov/2005 UF Valor Aprovado (R$) - Valor Apresentado (R$) - média por ano média por ano SP RJ MG RS GO Total HEPATITE D 36

36 Média do período Dez/2003-Nov/2005 UF Valor Aprovado (R$) - Valor Apresentado (R$) - média por ano média por ano SP RO AC MG RR Total CLAMÍDIA Média do período Dez/2003-Nov/2005 UF Valor Aprovado (R$) - Valor Apresentado (R$) - média por ano média por ano RS SC SP MS MG Total LEPTOSPIROSE Média do período Dez/2003-Nov/2005 UF Valor Aprovado (R$) - Valor Apresentado (R$) - média por ano média por ano SC RJ SP PR PE Total HIV Média do período Dez/2003-Nov/2005 UF Valor Aprovado (R$) - Valor Apresentado (R$) - média por ano média por ano SP RJ MG RS PR Total

37 Kit Diagnóstico TUBERCULOSE Média do período Dez/2003-Nov/2005 UF Valor Aprovado (R$) - Valor Apresentado (R$) - média por ano média por ano SP RJ BA CE MG Total MALÁRIA Média do período Dez/2003-Nov/2005 UF Valor Aprovado (R$) - Valor Apresentado (R$) - média por ano média por ano PA AM RO AP MT Total SOROLOGIA I Média do período Dez/2003-Nov/2005 UF Valor Aprovado (R$) - Valor Apresentado (R$) - média por ano média por ano SP MG RS PR BA Total SOROLOGIA II Média do período Dez/2003-Nov/2005 UF Valor Aprovado (R$) - Valor Apresentado (R$) - média por ano média por ano SP RJ PB PR RS Total

38 A seguir apresentam-se os gastos com procedimentos com as 5 doenças mais representativas e com sorologia 1 e 2 por Unidade da Federação. REGIÃO NORTE: Hepatite B e C estão presentes entre as 5 doenças mais representativas em todas as UF. RONDÔNIA Média do período Dez/2003-Nov/2005 Procedimento Valor Aprovado (R$) -Valor Apresentado (R$) média por ano - média por ano Toxoplasmose Rubéola Hepatite B HIV Hepatite C Sorologia I Sorologia II ACRE Média do período Dez/2003-Nov/2005 Procedimento Valor Aprovado (R$) -Valor Apresentado (R$) média por ano - média por ano Hepatite C Hepatite B Toxoplasmose HIV Rubéola Sorologia I Sorologia II

39 Kit Diagnóstico AMAZÔNIA Média do período Dez/2003-Nov/2005 Procedimento Valor Aprovado (R$) -Valor Apresentado (R$) média por ano - média por ano Hepatite B Toxoplasmose HIV Hepatite C Rubéola Sorologia I Sorologia II 0 0 RORAIMA Média do período Dez/2003-Nov/2005 Procedimento Valor Aprovado (R$) -Valor Apresentado (R$) média por ano - média por ano Hepatite C HIV Hepatite B Hepatite A Malária Sorologia I Sorologia II 0 0 PARÁ Média do período Dez/2003-Nov/2005 Procedimento Valor Aprovado (R$) -Valor Apresentado (R$) média por ano - média por ano HIV Toxoplasmose Hepatite B Hepatite C Tuberculose Sorologia I Sorologia II

PERFIL DE RESULTADOS

PERFIL DE RESULTADOS PERFIL DE RESULTADOS Proficiência em Hemoterapia Sorologia I Jul/2011 Selecione um ensaio: Ok > Resultado Anti HIV Resultados 324 1,2 98,5 0,3 0,6 99,1 0,3 0,6 99,1 0,3 99,7 0,3 -

Leia mais

Programa de Avaliação Externa da Qualidade em Serviços de Hemoterapia em Sorologia AEQ-Sorologia. Relatório Global AEQ 03 Setembro de 2002

Programa de Avaliação Externa da Qualidade em Serviços de Hemoterapia em Sorologia AEQ-Sorologia. Relatório Global AEQ 03 Setembro de 2002 Programa de Avaliação Externa da Qualidade em Serviços de Hemoterapia em Sorologia AEQ-Sorologia Relatório Global AEQ 03 Setembro de 2002 Gerência Geral de Sangue, outros Tecidos, Células e Órgãos - GGSTO

Leia mais

Programa de Avaliação Externa da Qualidade em Serviços de Hemoterapia em Sorologia AEQ-Sorologia. Relatório Global AEQ 06 Dezembro de 2003

Programa de Avaliação Externa da Qualidade em Serviços de Hemoterapia em Sorologia AEQ-Sorologia. Relatório Global AEQ 06 Dezembro de 2003 Programa de Avaliação Externa da Qualidade em Serviços de Hemoterapia em Sorologia AEQ-Sorologia Relatório Global AEQ 06 Dezembro de 2003 Gerência Geral de Sangue, outros Tecidos, Células e Órgãos - GGSTO

Leia mais

ANEXO II. 1 HEPATITE B VÍRUS DA HEPATITE B (Hepatitis B Vírus HBV)

ANEXO II. 1 HEPATITE B VÍRUS DA HEPATITE B (Hepatitis B Vírus HBV) ANEXO II ANEXO DA RESOLUÇÃO SESA Nº.../2009 MANUAL DE ORIENTAÇÃO PARA ALTERAÇÃO DA CAUSA DE REJEIÇÃO DO CÓDIGO 57 (INCONCLUSIVO), PELOS SERVIÇOS DE HEMOTERAPIA NO SHTWEB. 1. Segundo a RDC nº 153 de 14

Leia mais

Programa de Avaliação Externa da Qualidade em Serviços de Hemoterapia em Sorologia AEQ-Sorologia. Relatório Global AEQ 09 Dezembro de 2004

Programa de Avaliação Externa da Qualidade em Serviços de Hemoterapia em Sorologia AEQ-Sorologia. Relatório Global AEQ 09 Dezembro de 2004 Programa de Avaliação Externa da Qualidade em Serviços de Hemoterapia em Sorologia AEQ-Sorologia Relatório Global AEQ 09 Dezembro de 2004 Gerência Geral de Sangue, outros Tecidos, Células e Órgãos - GGSTO

Leia mais

Programa de Avaliação Externa da Qualidade em Serviços de Hemoterapia em Sorologia AEQ-Sorologia. Relatório Global AEQ 10 Junho de 2005

Programa de Avaliação Externa da Qualidade em Serviços de Hemoterapia em Sorologia AEQ-Sorologia. Relatório Global AEQ 10 Junho de 2005 Programa de Avaliação Externa da Qualidade em Serviços de Hemoterapia em Sorologia AEQ-Sorologia Relatório Global AEQ 10 Junho de 2005 Gerência Geral de Sangue, outros Tecidos, Células e Órgãos - GGSTO

Leia mais

Prof. Dennis Armando Bertolini Universidade Estadual de Maringá UEM

Prof. Dennis Armando Bertolini Universidade Estadual de Maringá UEM Diagnóstico Laboratorial do HIV, HBV e HCV Prof. Dennis Armando Bertolini Universidade Estadual de Maringá UEM 1981 uma nova síndrome descrita pelo Dr Kaposi-sarcoma (KS) Michael Gottlieb Gottlieb M.S.,

Leia mais

Programa de Avaliação Externa da Qualidade em Serviços de Hemoterapia em Sorologia AEQ-Sorologia. Relatório Global AEQ 12 Junho de 2006

Programa de Avaliação Externa da Qualidade em Serviços de Hemoterapia em Sorologia AEQ-Sorologia. Relatório Global AEQ 12 Junho de 2006 Programa de Avaliação Externa da Qualidade em Serviços de Hemoterapia em Sorologia AEQ-Sorologia Relatório Global AEQ 12 Junho de 2006 Gerência Geral de Sangue, outros Tecidos, Células e Órgãos - GGSTO

Leia mais

Testes sorológicos de triagem para componentes hemoterápicos.

Testes sorológicos de triagem para componentes hemoterápicos. Parecer do Grupo Técnico de Auditoria em Saúde 08/06 Tema: Testes sorológicos de triagem para doenças infecciosas em doadores de sangue I Data: 13/03/2006 II Grupo de Estudo: Dra. Célia Maria da Silva

Leia mais

Hepatites Virais. Carmen Regina Nery e Silva agosto 2011 Regina.nery@aids.gov.br

Hepatites Virais. Carmen Regina Nery e Silva agosto 2011 Regina.nery@aids.gov.br Hepatites Virais Carmen Regina Nery e Silva agosto 2011 Regina.nery@aids.gov.br Definição Hepatite viral: Doença causada exclusivamente por vírus hepatotrópico. Diagnóstico Diferencial: CMV, mononucleose

Leia mais

ENSAIOS IMUNOLÓGICOS NAS ENFERMIDADES VIRAIS ANTICORPOS MONOCLONAIS GENÉTICA MOLECULAR CITOMETRIA DE FLUXO

ENSAIOS IMUNOLÓGICOS NAS ENFERMIDADES VIRAIS ANTICORPOS MONOCLONAIS GENÉTICA MOLECULAR CITOMETRIA DE FLUXO ENSAIOS IMUNOLÓGICOS NAS ENFERMIDADES VIRAIS I - INTRODUÇÃO *NOVAS TECNOLOGIAS ANTICORPOS MONOCLONAIS GENÉTICA MOLECULAR CITOMETRIA DE FLUXO *DECISÃO DIAGNÓSTICA CONFIRMAÇÃO TRATAMENTO MONITORAMENTO PREVENÇÃO

Leia mais

Missão: Participar das ações de vigilância em saúde, realizando análises laboratoriais com qualidade, coordenando a Rede Estadual de Laboratórios e

Missão: Participar das ações de vigilância em saúde, realizando análises laboratoriais com qualidade, coordenando a Rede Estadual de Laboratórios e Missão: Participar das ações de vigilância em saúde, realizando análises laboratoriais com qualidade, coordenando a Rede Estadual de Laboratórios e gerando informações para a melhoria da Saúde Pública.

Leia mais

Ata Parcial. Item 0001

Ata Parcial. Item 0001 Ata Parcial Às 09:00 horas do dia 12 de abril de 2012, reuniu-se o Pregoeiro Oficial da Prefeitura Municipal de Santana do Livramento e respectivos membros da Equipe de apoio, designados pela portaria

Leia mais

ANÁLISE COMPARATIVA SALARIAL 11/1/2010

ANÁLISE COMPARATIVA SALARIAL 11/1/2010 ANÁLISE COMPARATIVA SALARIAL PROFESSORES DAS REDES ESTADUAIS NO BRASIL A PRESENTE PESQUISA ESTÁ ENQUADRADA NA ESTRATÉGIA DO SINDICATO APEOC DE CONSTRUIR A ADEQUAÇÃO DO PLANO DE CARREIRA DOS TRABALHADORES

Leia mais

HEPATITES. Prof. Fernando Ananias HEPATITE = DISTÚRBIO INFLAMATÓRIO DO FÍGADO

HEPATITES. Prof. Fernando Ananias HEPATITE = DISTÚRBIO INFLAMATÓRIO DO FÍGADO HEPATITES Prof. Fernando Ananias HEPATITE = DISTÚRBIO INFLAMATÓRIO DO FÍGADO Hepatites virais: agentes etiológicos A B C D E Vírus hepatotrópicos G TT Herpes vírus EBV CMV Enterovírus Adenovírus Febre

Leia mais

PRIORIDADES PARA A REDE DE LABORATÓRIOS E O DE REFERÊNCIA NACIONAL

PRIORIDADES PARA A REDE DE LABORATÓRIOS E O DE REFERÊNCIA NACIONAL PRIORIDADES PARA A REDE DE LABORATÓRIOS E O DE REFERÊNCIA NACIONAL O SISTEMA NACIONAL DE LABORATÓRIOS DE SAÚDE PÚBLICA (SNLSP) FOI INSTITUIDO ATRAVÉS DA PORTARIA MINISTERIAL Nº 280/BSB DE 21/07/77 E FOI

Leia mais

Contas Regionais do Brasil 2010

Contas Regionais do Brasil 2010 Diretoria de Pesquisas Contas Regionais do Brasil 2010 Coordenação de Contas Nacionais frederico.cunha@ibge.gov.br alessandra.poca@ibge.gov.br Rio, 23/11/2012 Contas Regionais do Brasil Projeto de Contas

Leia mais

LEVANTAMENTO FISCAL SITE KADOX

LEVANTAMENTO FISCAL SITE KADOX LEVANTAMENTO FISCAL SITE KADOX SUMÁRIO 1 ICMS 1.1 CONTRIBUINTE 1.2 FATO GERADOR DO IMPOSTO 1.3 BASE DE CÁLCULO DO IMPOSTO 1.4 REDUÇÃO DA BASE DE CÁLCULO 1.5 CARTA DE CORREÇÃO 1.6 CÓDIGO DA SITUAÇÃO TRIBUTÁRIA

Leia mais

PERFIL HEPATITE. Segurança para o diagnóstico e acompanhamento clínico.

PERFIL HEPATITE. Segurança para o diagnóstico e acompanhamento clínico. PERFIL HEPATITE Segurança para o diagnóstico e acompanhamento clínico. TLA - Total Lab Automation Agilidade e Confiança TAT (Turn Around Time) de produção de 2 horas. Quatro linhas de produção totalmente

Leia mais

FLUXO ATIVIDADES DOS SERVIÇOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009

FLUXO ATIVIDADES DOS SERVIÇOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 FLUXO ATIVIDADES DOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009

Leia mais

FACULDADE BOA VIAGEM (FBV) Gestão de Marketing

FACULDADE BOA VIAGEM (FBV) Gestão de Marketing FACULDADE BOA VIAGEM (FBV) Gestão de Marketing Edson José de Lemos Júnior Ermeson Gomes da Silva Jardson Prado Coriolano da Silva Marcos Antonio Santos Marinho Rosinaldo Ferreira da Cunha RELATÓRIO GERENCIAL

Leia mais

FLUXO ATIVIDADES DE SEDES DE EMPRESAS E DE CONSULTORIA EM GESTÃO EMPRESARIAL POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO DO ESTADO DA PARAÍBA 2009

FLUXO ATIVIDADES DE SEDES DE EMPRESAS E DE CONSULTORIA EM GESTÃO EMPRESARIAL POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO DO ESTADO DA PARAÍBA 2009 FLUXO ATIVIDADES DE SEDES DE EMPRESAS E DE CONSULTORIA EM GESTÃO EMPRESARIAL POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO DO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO ATIVIDADES DE SEDES DE EMPRESAS

Leia mais

Regulamenta o uso de testes rápidos para diagnóstico da infecção pelo HIV em situações especiais.

Regulamenta o uso de testes rápidos para diagnóstico da infecção pelo HIV em situações especiais. ATUALIZAÇÃO E NORMATIZAÇÃO DO DIAGNÓSTICO LABORATORIAL DO HIV PORT 151/OUT 2009 Lúcia Sena Farmacêutica-Bioquímica do Programa de DST/AIDS do município de Duque de Caxias HISTÓRICO Diagnóstico Laboratorial

Leia mais

PRAZO DE ENTREGA DE AGRAVOS

PRAZO DE ENTREGA DE AGRAVOS ESTADO DE ALAGOAS SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE LABORATÓRIO CENTRAL Dr. ARISTEU LOPES - LACEN/AL FONE/FAX:XX(82)315-2702 PRAZO DE ENTREGA DE AGRAVOS Prazo Entrega Responsável Fone Eventos adversos pós

Leia mais

FLUXO TRANSPORTE AQUAVIÁRIO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009

FLUXO TRANSPORTE AQUAVIÁRIO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 FLUXO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 Estados Norte 0 0,00 0 0 0 0,00 Rondônia

Leia mais

PORTARIA SVS/MS Nº 151, DE 14 DE OUTUBRO DE 2009 DOU 16.10.2009

PORTARIA SVS/MS Nº 151, DE 14 DE OUTUBRO DE 2009 DOU 16.10.2009 SVS/MS - Portaria nº 151/2009 16/10/2009 PORTARIA SVS/MS Nº 151, DE 14 DE OUTUBRO DE 2009 DOU 16.10.2009 A SECRETÁRIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE SUBSTITUTA, no uso das atribuições que lhe confere o Art. 45,

Leia mais

RETRATOS DA SOCIEDADE BRASILEIRA: PROBLEMAS E PRIORIDADES DO BRASIL PARA 2014 FEVEREIRO/2014

RETRATOS DA SOCIEDADE BRASILEIRA: PROBLEMAS E PRIORIDADES DO BRASIL PARA 2014 FEVEREIRO/2014 16 RETRATOS DA SOCIEDADE BRASILEIRA: PROBLEMAS E PRIORIDADES DO BRASIL PARA 2014 FEVEREIRO/2014 16 Retratos da Sociedade Brasileira: Problemas e Prioridades do Brasil para 2014 CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA

Leia mais

SUMÁRIO. 1 - Lavouras... 5. 1 - Área, produção e rendimento médio - confronto das estimativas mensais março / fevereiro safra 2012 Brasil...

SUMÁRIO. 1 - Lavouras... 5. 1 - Área, produção e rendimento médio - confronto das estimativas mensais março / fevereiro safra 2012 Brasil... ...... PRODUÇÃO DAS LAVOURAS EM MARÇO DE 2012 SUMÁRIO 1 - Lavouras... 5 TABELAS DE RESULTADOS Safra 2012 1 - Área, produção e rendimento médio - confronto das estimativas mensais março / fevereiro safra

Leia mais

Grandes Regiões e Unidades da Federação: Esperança de vida ao nascer segundo projeção populacional: 1980, 1991-2030 - Ambos os sexos

Grandes Regiões e Unidades da Federação: Esperança de vida ao nascer segundo projeção populacional: 1980, 1991-2030 - Ambos os sexos e Unidades da Federação: Esperança de vida ao nascer segundo projeção populacional: 1980, 1991-2030 - Ambos os sexos Unidades da Federação 1980 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002

Leia mais

Hábitos de Consumo e Compras Fim de ano e Natal 2015 Novembro/2015

Hábitos de Consumo e Compras Fim de ano e Natal 2015 Novembro/2015 Hábitos de Consumo e Compras Fim de ano e Natal 2015 Novembro/2015 Copyright Boa Vista SCPC 1 Objetivo, metodologia e amostra o Objetivo: Pesquisa para mapear os hábitos de consumo e compras para época

Leia mais

Agência Nacional de Telecomunicações. Entidade Aferidora da Qualidade

Agência Nacional de Telecomunicações. Entidade Aferidora da Qualidade Agência Nacional de Telecomunicações Entidade Aferidora da Qualidade Qualidade da Banda Larga Publicação de Indicadores (Setembro/14) Medição Banda Larga Fixa (SCM) Para a medição da banda larga fixa (SCM)

Leia mais

FLUXO DE ATIVIDADES DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE INFORMAÇÃO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009

FLUXO DE ATIVIDADES DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE INFORMAÇÃO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 FLUXO DE ATIVIDADES DE PRESTAÇÃO DE DE INFORMAÇÃO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO DE, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA -

Leia mais

FLUXO ATIVIDADES FINANCEIRAS, DE SEGUROS E SERVIÇOS RELACIONADOS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009

FLUXO ATIVIDADES FINANCEIRAS, DE SEGUROS E SERVIÇOS RELACIONADOS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 FLUXO ATIVIDADES FINANCEIRAS, DE SEGUROS E RELACIONADOS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA

Leia mais

Agência Nacional de Telecomunicações. Entidade Aferidora da Qualidade

Agência Nacional de Telecomunicações. Entidade Aferidora da Qualidade Agência Nacional de Telecomunicações Entidade Aferidora da Qualidade Qualidade da Banda Larga Publicação de Indicadores (dezembro/13) Janeiro de 2014 Medição Banda Larga Fixa (SCM) Para a medição da banda

Leia mais

Agência Nacional de Telecomunicações. Entidade Aferidora da Qualidade

Agência Nacional de Telecomunicações. Entidade Aferidora da Qualidade Agência Nacional de Telecomunicações Entidade Aferidora da Qualidade Qualidade da Banda Larga Publicação de Indicadores (Junho/14) Medição Banda Larga Fixa (SCM) Para a medição da banda larga fixa (SCM)

Leia mais

Governança Pública. O Desafio do Brasil. Contra a corrupção e por mais desenvolvimento. Governança de Municípios. Março/2015

Governança Pública. O Desafio do Brasil. Contra a corrupção e por mais desenvolvimento. Governança de Municípios. Março/2015 Governança Pública O Desafio do Brasil Contra a corrupção e por mais desenvolvimento Governança de Municípios Março/2015 João Augusto Ribeiro Nardes Ministro do TCU Sumário I. Introdução-OTCUeocombateàcorrupção

Leia mais

Inventar com a diferenca,

Inventar com a diferenca, Inventar com a diferenca, cinema e direitos humanos PATROCÍNIO APOIO REALIZAÇÃO Fundação Euclides da Cunha O que é Inventar com a diferença: cinema e direitos humanos O projeto visa oferecer formação e

Leia mais

PANORAMA DOS SERVIÇOS DE TV POR ASSINATURA

PANORAMA DOS SERVIÇOS DE TV POR ASSINATURA PANORAMA DOS SERVIÇOS DE TV POR ASSINATURA ( 44.ª EDIÇÃO ) AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES - ANATEL PANORAMA DOS SERVIÇOS DE TV POR ASSINATURA PRESIDENTE Ronaldo Mota Sardenberg CONSELHEIROS Emília

Leia mais

Boletim Informativo. Junho de 2015

Boletim Informativo. Junho de 2015 Boletim Informativo Junho de 2015 Extrato Geral Brasil 1 EXTRATO BRASIL ÁREA ** 397.562.970 ha 227.679.854 ha 57,27% Número de Imóveis cadastrados: 1.727.660 Observações: Dados obtidos do Sistema de Cadastro

Leia mais

NÚMERO DE ACIDENTES POR DIA DA SEMANA

NÚMERO DE ACIDENTES POR DIA DA SEMANA RODOVIÁRIAS Quadro 13 - UF: ACRE Ano de 211 82 5 6 8 9 5 3 14 4 11 9 4 4 63 2 4 7 6 6 9 4 8 4 4 3 6 68 4 2 8 3 1 8 4 9 2 6 7 5 63 3 6 3 2 13 9 8 7 5 1 5 1 67 4 2 9 6 8 5 5 7 6 6 4 5 85 3 7 1 1 4 7 9 6

Leia mais

2014 DEZEMBRO. Caderno de Informação da Saúde Suplementar. Beneficiários, Operadoras e Planos

2014 DEZEMBRO. Caderno de Informação da Saúde Suplementar. Beneficiários, Operadoras e Planos 2014 DEZEMBRO Caderno de Informação da Saúde Suplementar Beneficiários, Operadoras e Planos Elaboração, distribuição e informações: MINISTÉRIO DA SAÚDE Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) Diretoria

Leia mais

Hábitos de Consumo e Compras Fim de ano e Natal 2015. Perspectivas da economia / Comprometimento de renda. Novembro/2015. Copyright Boa Vista SCPC 1

Hábitos de Consumo e Compras Fim de ano e Natal 2015. Perspectivas da economia / Comprometimento de renda. Novembro/2015. Copyright Boa Vista SCPC 1 Hábitos de Consumo e Compras Fim de ano e Natal 2015 Perspectivas da economia / Comprometimento de renda Novembro/2015 Copyright Boa Vista SCPC 1 Objetivo, metodologia e amostra o Objetivo: Pesquisa para

Leia mais

PESQUISA DE SATISFAÇÃO PARTICIPANTES

PESQUISA DE SATISFAÇÃO PARTICIPANTES PESQUISA DE SATISFAÇÃO PARTICIPANTES Brasília, janeiro/2011 Objetivos específicos da pesquisa 2 Avaliar a quantidade e a qualidade da rede credenciada. Avaliar os serviços oferecidos: o Plano CASSI Família

Leia mais

Impactos da Lei Geral (LG) nas Micro e Pequenas Empresas no Brasil

Impactos da Lei Geral (LG) nas Micro e Pequenas Empresas no Brasil Impactos da Lei Geral (LG) nas Micro e Pequenas Empresas no Brasil Observatório das MPEs SEBRAE-SP Março/2008 1 Características da pesquisa Objetivos: Identificar o grau de conhecimento e a opinião dos

Leia mais

Diagnóstico Laboratorial de Chikungunya

Diagnóstico Laboratorial de Chikungunya Diagnóstico Laboratorial de Chikungunya Fernanda Montenegro de Carvalho Araújo Dezembro/2014 Introdução A febre do CHIKUNGUNYA é uma doença endêmica nos países do Sudeste da Ásia, África e Oceania e emergente

Leia mais

Curso Básico de Capacitação de Agentes do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS) para Inspeção em Boas Práticas no Ciclo do Sangue

Curso Básico de Capacitação de Agentes do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS) para Inspeção em Boas Práticas no Ciclo do Sangue Curso Básico de Capacitação de Agentes do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS) para Inspeção em Boas Práticas no Ciclo do Sangue 01 a 05 de setembro de 2014 Goiânia - GO Triagem Laboratorial

Leia mais

B O L E T I M EPIDEMIOLÓGICO HEPATITES VIRAIS. ano III nº 01

B O L E T I M EPIDEMIOLÓGICO HEPATITES VIRAIS. ano III nº 01 B O L E T I M EPIDEMIOLÓGICO HEPATITES VIRAIS ano III nº 01 2012. Ministério da Saúde É permitida a reprodução parcial ou total desta obra, desde que citada a fonte. Expediente Boletim Epidemiológico Hepatites

Leia mais

Curso Básico de Inspeção em Boas Práticas do Ciclo do Sangue Sorologia

Curso Básico de Inspeção em Boas Práticas do Ciclo do Sangue Sorologia Curso Básico de Inspeção em Boas Práticas do Ciclo do Sangue Gerência de Sangue, outros Tecidos, Células e Órgãos/GSTCO/GGPBS/Anvisa Rita de Cássia Azevedo Martins Especialista em Regulação e Vigilância

Leia mais

Análise Demográfica das Empresas da IBSS

Análise Demográfica das Empresas da IBSS CAPÍTULO 4 Análise Demográfica das Empresas da IBSS Apresentação A demografia de empresas investiga a estrutura do estoque de empresas em dado momento e a sua evolução, como os movimentos de crescimento,

Leia mais

6. A SVS/MS agradece a todas as Instituições que enviaram suas propostas. Instituição proponente. Universidade Federal do Rio de Janeiro

6. A SVS/MS agradece a todas as Instituições que enviaram suas propostas. Instituição proponente. Universidade Federal do Rio de Janeiro A Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde (SVS/MS) torna público o resultado da análise das propostas e projetos submetidos ao Chamamento Público nº 05/2014 Iniciativas Educacionais Aplicadas

Leia mais

ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR

ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR Considerações sobre o diagnóstico de doenças transmitidas pelo sangue Ms. Paulo Germano de Carvalho O sangue é uma porta de entrada para

Leia mais

REPRODUTIBILIDADE DOS RESULTADOS DE ANTICORPOS ANTI- HIV EM AMOSTRAS DE SORO ARMAZENADAS POR PERÍODOS DE DOIS A DEZOITO ANOS.

REPRODUTIBILIDADE DOS RESULTADOS DE ANTICORPOS ANTI- HIV EM AMOSTRAS DE SORO ARMAZENADAS POR PERÍODOS DE DOIS A DEZOITO ANOS. REPRODUTIBILIDADE DOS RESULTADOS DE ANTICORPOS ANTI- HIV EM AMOSTRAS DE SORO ARMAZENADAS POR PERÍODOS DE DOIS A DEZOITO ANOS. Castejon MJ, Yamashiro R, Oliveira CC, Oliveira CAF, Ueda M Instituto Adolfo

Leia mais

Boletim Informativo. Maio de 2015. * Errata: Tabela Fonte de Dados - Por Estado

Boletim Informativo. Maio de 2015. * Errata: Tabela Fonte de Dados - Por Estado Boletim Informativo Maio de 2015 * Errata: Tabela Fonte de Dados - Por Estado Extrato Geral Brasil EXTRATO BRASIL ÁREA ** 397.562.970 ha 212.920.419 ha 53,56 % Número de Imóveis cadastrados: 1.530.443

Leia mais

Sublimites estaduais de enquadramento para. Nacional 2012/2013. Vamos acabar com essa ideia

Sublimites estaduais de enquadramento para. Nacional 2012/2013. Vamos acabar com essa ideia Sublimites estaduais de enquadramento para o ICMS no Simples Nacional 2012/2013 Vamos acabar com essa ideia 4 CNI APRESENTAÇÃO Os benefícios do Simples Nacional precisam alcançar todas as micro e pequenas

Leia mais

INFORME SARGSUS. Situação da Alimentação do Relatório de Gestão Ano 2013-2014 Informações sobre Plano e Programação Anual de Saúde

INFORME SARGSUS. Situação da Alimentação do Relatório de Gestão Ano 2013-2014 Informações sobre Plano e Programação Anual de Saúde INFORME SARGSUS Situação da Alimentação do Relatório de Gestão Ano 2013-2014 Informações sobre Plano e Programação Anual de Saúde 1 ESFERA MUNICIPAL 1.1 Relatório de Gestão Ano 2013 Até a presente data,

Leia mais

Estratégias para eliminação da Transmissão Vertical do HIV e da Sífilis

Estratégias para eliminação da Transmissão Vertical do HIV e da Sífilis Estratégias para eliminação da Transmissão Vertical do HIV e da Sífilis 1)Contextualização da Transmissão Vertical de HIV e de Sífilis A transmissão vertical do HIV (TVHIV) acontece pela passagem do vírus

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO-GERAL DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO-GERAL DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO Nota Técnica elaborada em 01/2014 pela CGAN/DAB/SAS. MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO-GERAL DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO NOTA TÉCNICA Nº15/2014-CGAN/DAB/SAS/MS

Leia mais

Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira NOVO RATEIO DOS RECURSOS DO FUNDO DE PARTICIPAÇÃO DOS ESTADOS

Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira NOVO RATEIO DOS RECURSOS DO FUNDO DE PARTICIPAÇÃO DOS ESTADOS Nota Técnica 7/13 (7 de Maio) Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira Núcleo de Assuntos Econômico-Fiscais NOVO RATEIO DOS RECURSOS DO FUNDO DE PARTICIPAÇÃO DOS ESTADOS IMPACTOS DA DIVISÃO DO

Leia mais

Proposta de Vigilância Integrada de Pneumonia Bacteriana e Viral no Brasil: Oportunidades de Integração. Aspectos Laboratoriais

Proposta de Vigilância Integrada de Pneumonia Bacteriana e Viral no Brasil: Oportunidades de Integração. Aspectos Laboratoriais Proposta de Vigilância Integrada de Pneumonia Bacteriana e Viral no Brasil: Oportunidades de Integração Aspectos Laboratoriais Eduardo Pinheiro Guerra Ministério da Saúde Secretaria de Vigilância em Saúde

Leia mais

Relatório Gerencial TECNOVA

Relatório Gerencial TECNOVA Relatório Gerencial TECNOVA Departamento de Produtos Financeiros Descentralizados - DPDE Área de Apoio à Ciência, Inovação, Infraestrutura e Tecnologia - ACIT Fevereiro de 2015 Marcelo Nicolas Camargo

Leia mais

NOTA TÉCNICA 34 2012 REPASSES DE RECURSOS PARA A VIGILÂNCIA SANITÁRIA

NOTA TÉCNICA 34 2012 REPASSES DE RECURSOS PARA A VIGILÂNCIA SANITÁRIA NOTA TÉCNICA 34 2012 REPASSES DE RECURSOS PARA A VIGILÂNCIA SANITÁRIA Brasília, 17 de outubro de 2013 1 SUMÁRIO Apresentação... 03 Portaria 1 - "Regulamenta o incentivo financeiro destinado à Capacitação

Leia mais

Pesquisa de Informações Básicas Estaduais 2012

Pesquisa de Informações Básicas Estaduais 2012 Pesquisa de Informações Básicas Estaduais 2012 Informações Básicas Recursos Humanos Foram pesquisadas as pessoas que trabalhavam na administração direta e indireta por vínculo empregatício e escolaridade;

Leia mais

FLUXO FABRICAÇÃO DE VEÍCULOS AUTOMOTORES, REBOQUES E CARROCERIAS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009

FLUXO FABRICAÇÃO DE VEÍCULOS AUTOMOTORES, REBOQUES E CARROCERIAS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 FLUXO FABRICAÇÃO DE VEÍCULOS AUTOMOTORES, REBOQUES E CARROCERIAS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO

Leia mais

MICROCEFALIA DENGUE CHIKUNGUNYA ZIKA NOVEMBRO DE 2015

MICROCEFALIA DENGUE CHIKUNGUNYA ZIKA NOVEMBRO DE 2015 MICROCEFALIA DENGUE CHIKUNGUNYA ZIKA NOVEMBRO DE 2015 Situação da microcefalia no Brasil Até 21 de novembro, foram notificados 739 casos suspeitos de microcefalia, identificados em 160 municípios de nove

Leia mais

Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações: SIPNI (nominal e procedência)

Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações: SIPNI (nominal e procedência) Imunizações: SIPNI (nominal e procedência) Desenvolvido a partir de 2009: integra as bases de dados dos Sistemas de registros de aplicadas doses (SI-API), Eventos adversos (SI-EAPV), usuários de imunobiológicos

Leia mais

Metodologia de Investigação de Doses Elevadas em Instalações de Radiodiagnóstico Médico

Metodologia de Investigação de Doses Elevadas em Instalações de Radiodiagnóstico Médico Metodologia de Investigação de Doses Elevadas em Instalações de Radiodiagnóstico Médico Adriana Elisa Barboza Cíntia Pinheiro de Souza Martins Dr. Francisco Cesar Augusto da Silva IRD / CNEN Objetivos

Leia mais

Inovação biomédica e políticas públicas: o desenvolvimento de testes para diagnóstico de HIV e hepatites virais no Brasil

Inovação biomédica e políticas públicas: o desenvolvimento de testes para diagnóstico de HIV e hepatites virais no Brasil Inovação biomédica e políticas públicas: o desenvolvimento de testes para diagnóstico de HIV e hepatites virais no Brasil Koichi Kameda Doutorando CERMES3-EHESS / IMS-UERJ Mercado de teste diagnóstico

Leia mais

PALAVRAS CHAVE: Segurança Transfusional, Sorologia, bancos de sangue, biologia molecular.

PALAVRAS CHAVE: Segurança Transfusional, Sorologia, bancos de sangue, biologia molecular. AVALIAÇÃO DE INAPTIDÃO SOROLÓGICA E MOLECULAR PÓS- IMPLANTAÇÃO DA TÉCNICA DE AMPLIFICAÇÃO DE ÁCIDOS NUCLÉICOS (NAT) NA TRIAGEM DA HEPATITE C E DO HIV NO CENTRO DE HEMATOLOGIA E HEMOTERAPIA DO PARANÁ -

Leia mais

HEPATITE B - Anti HBs

HEPATITE B - Anti HBs HEPATITE B - Anti HBs Material: soro Sinônimo: Anti -HBsAg Volume: 1,0 ml Método: Eletroquimioluminescência - ECLIA Volume Lab.: 1,0 ml Rotina: Diária Temperatura: Refrigerado Coleta: Jejum recomendado,

Leia mais

Emissão de Nota Fiscal Eletrônica

Emissão de Nota Fiscal Eletrônica Emissão de Nota Fiscal Eletrônica DANFE - Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica. É um documento que serve para acobertar a circulação da mercadoria. Impresso em via única; Validade em meio digital

Leia mais

CARGA TRIBUTÁRIA SOBRE AS Micro e pequenas empresas RANKING DOS ESTADOS 2012

CARGA TRIBUTÁRIA SOBRE AS Micro e pequenas empresas RANKING DOS ESTADOS 2012 CARGA TRIBUTÁRIA SOBRE AS Micro e pequenas empresas RANKING DOS ESTADOS 2012 Tributos incluídos no Simples Nacional Brasília 19 de setembro de 2013 ROTEIRO 1 2 3 4 O PROJETO RESULTADOS DIFERENÇA NAS ALÍQUOTAS

Leia mais

Complexidade 0202030016 CONTAGEM DE LINFOCITOS B MC 0202030024 CONTAGEM DE LINFOCITOS CD4/CD8 AC 0202030032 CONTAGEM DE LINFOCITOS T TOTAIS

Complexidade 0202030016 CONTAGEM DE LINFOCITOS B MC 0202030024 CONTAGEM DE LINFOCITOS CD4/CD8 AC 0202030032 CONTAGEM DE LINFOCITOS T TOTAIS Ministério da Saúde - MS Secretaria de Atenção à Saúde Tabela de Procedimentos, Medicamentos, Órteses, Próteses e Materiais Especiais do SUS ANEXO I - LOTE 03 Procedimento (Sintético com Valor) Situação

Leia mais

Unidade I: SEPN 515 - Bloco B - Ed. Ômega CEP: 70770-502 - Brasília - DF Telefone: (61) 3448-1000

Unidade I: SEPN 515 - Bloco B - Ed. Ômega CEP: 70770-502 - Brasília - DF Telefone: (61) 3448-1000 5. órgãos do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) Unidade I: SEPN 515 - Bloco B - Ed. Ômega CEP: 70770-502 - Brasília - DF Telefone: (61) 3448-1000

Leia mais

Tabela 1 - Conta de produção por operações e saldos, segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação - 2004-2008

Tabela 1 - Conta de produção por operações e saldos, segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação - 2004-2008 (continua) Produção 5 308 622 4 624 012 4 122 416 3 786 683 3 432 735 1 766 477 1 944 430 2 087 995 2 336 154 2 728 512 Consumo intermediário produtos 451 754 373 487 335 063 304 986 275 240 1 941 498

Leia mais

NOTA TÉCNICA 63 2011 PROPOSTA DE AMPLIAÇÃO DO PROJETO VIDA NO TRÂNSITO

NOTA TÉCNICA 63 2011 PROPOSTA DE AMPLIAÇÃO DO PROJETO VIDA NO TRÂNSITO NOTA TÉCNICA 63 2011 PROPOSTA DE AMPLIAÇÃO DO PROJETO VIDA NO TRÂNSITO Repasse financeiro do Fundo Nacional de Saúde aos Fundos de Saúde Estaduais, Municipais e do Distrito Federal, por meio do Piso Variável

Leia mais

Departamento de Pesquisas Judiciárias RELATÓRIO DE DADOS ESTATÍSTICOS. SEMANA PELA CONCILIAÇÃO META 2 Período: 14 a 18 de setembro de 2009

Departamento de Pesquisas Judiciárias RELATÓRIO DE DADOS ESTATÍSTICOS. SEMANA PELA CONCILIAÇÃO META 2 Período: 14 a 18 de setembro de 2009 RELATÓRIO DE DADOS ESTATÍSTICOS SEMANA PELA CONCILIAÇÃO META 2 Período: 14 a 18 de setembro de 2009 1. Introdução O presente relatório objetiva apresentar os resultados estatísticos obtidos durante o período

Leia mais

A Secretária de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde, no uso de suas atribuições, e considerando:

A Secretária de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde, no uso de suas atribuições, e considerando: Detecção de anticorpos anti-hiv - Portaria 488 de 17/6/1998 Ementa: As unidades hemoterápicas, públicas e privadas, que realizam atividades de Hematologia, ficam obrigadas a cumprir as etapas do conjunto

Leia mais

1. Aspectos Epidemiológicos

1. Aspectos Epidemiológicos 1. AspectosEpidemiológicos A influenza é uma infecção viral que afeta principalmente o nariz, a garganta, os brônquiose,ocasionalmente,ospulmões.sãoconhecidostrêstiposdevírusdainfluenza:a,b e C. Esses

Leia mais

FLUXO ATIVIDADES ADMINISTRATIVAS E SERVIÇOS COMPLEMENTARES POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009

FLUXO ATIVIDADES ADMINISTRATIVAS E SERVIÇOS COMPLEMENTARES POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 FLUXO ATIVIDADES ADMINISTRATIVAS E COMPLEMENTARES POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009

Leia mais

FLUXO DO ARMAZENAMENTO E ATIVIDADES AUXILIARES DOS TRANSPORTES POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009

FLUXO DO ARMAZENAMENTO E ATIVIDADES AUXILIARES DOS TRANSPORTES POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 FLUXO DO ARMAZENAMENTO E ATIVIDADES AUXILIARES DOS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO DO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA

Leia mais

Aspec Informática - Tecnologia da Informação Plano de Numeração dos Ramais. Revisão 07/07/2015 12:02:36

Aspec Informática - Tecnologia da Informação Plano de Numeração dos Ramais. Revisão 07/07/2015 12:02:36 UF Estado Capital DDD SP São Paulo São Paulo 11 RJ Rio de Janeiro Rio de Janeiro 21 ES Espírito Santo Vitória 27 MG Minas Gerais Belo Horizonte 31 PR Paraná Curitiba 41 SC Santa Catarina Florianópolis

Leia mais

Estratégia de fortalecimento dos Pequenos Negócios Maria Aparecida Bogado

Estratégia de fortalecimento dos Pequenos Negócios Maria Aparecida Bogado Estratégia de fortalecimento dos Pequenos Negócios Maria Aparecida Bogado Consultor Sebrae Nacional PARCERIAS MPOG - Ministério do Planejamento Orçamento e Gestão/SLTI CONSAD Conselho Nacional de Secretários

Leia mais

POLÍTICA NACIONAL DE SEGURANÇA DE BARRAGENS. Lei 12.334/2010. Carlos Motta Nunes. Dam World Conference. Maceió, outubro de 2012

POLÍTICA NACIONAL DE SEGURANÇA DE BARRAGENS. Lei 12.334/2010. Carlos Motta Nunes. Dam World Conference. Maceió, outubro de 2012 POLÍTICA NACIONAL DE SEGURANÇA DE BARRAGENS Lei 12.334/2010 Carlos Motta Nunes Dam World Conference Maceió, outubro de 2012 Características da barragem para enquadramento na Lei 12.334/10 I - altura do

Leia mais

A EVOLUÇÃO DAS MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE 2009 A 2012

A EVOLUÇÃO DAS MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE 2009 A 2012 A EVOLUÇÃO DAS MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE 2009 A 2012 BRASIL Série Estudos e Pesquisas A EVOLUÇÃO DAS MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE DE 2009 A 2012 Junho/2014 Estudos e Pesquisas

Leia mais

COORDENAÇÕES ESTADUAIS DO ARTESANATO

COORDENAÇÕES ESTADUAIS DO ARTESANATO COORDENAÇÕES ESTADUAIS DO ARTESANATO ACRE Secretaria de Estado de Turismo e Lazer Endereço: Av. Chico Mendes, s/n - Arena da Floresta - Bairro Areal. CEP: 69.906-119 - Rio Branco - AC TEL: (68) 3901-3027/

Leia mais

RANKING NACIONAL DO TRABALHO INFANTIL (5 a 17 ANOS) QUADRO COMPARATIVO DOS DADOS DA PNAD (2008 e 2009)

RANKING NACIONAL DO TRABALHO INFANTIL (5 a 17 ANOS) QUADRO COMPARATIVO DOS DADOS DA PNAD (2008 e 2009) NACIONAL DO TRABALHO INFANTIL (5 a 17 ANOS) QUADRO COMPARATIVO DOS DADOS DA PNAD (2008 e 2009) População Ocupada 5 a 17 anos 2008 Taxa de Ocupação 2008 Posição no Ranking 2008 População Ocupada 5 a 17

Leia mais

QualiNews. Acreditação de Laboratórios Clínicos: o diferencial para a sobrevivência

QualiNews. Acreditação de Laboratórios Clínicos: o diferencial para a sobrevivência Edição - Janeiro de 03 Patrocinado pela Sociedade Brasileira de Análises Clínicas QualiNews Favor entregar este material à direção do laboratório * foto divulgação ANS Acreditação de Laboratórios Clínicos:

Leia mais

Agência Nacional de Telecomunicações. Entidade Aferidora da Qualidade

Agência Nacional de Telecomunicações. Entidade Aferidora da Qualidade Agência Nacional de Telecomunicações Entidade Aferidora da Qualidade Qualidade da Banda Larga Publicação de Indicadores (julho/2015) Medição Banda Larga Fixa (SCM) Para a medição da banda larga fixa (SCM)

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR DEPARTAMENTO DE MODERNIZAÇÃO E PROGRAMAS DA EDUCAÇÃO SUPERIOR

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR DEPARTAMENTO DE MODERNIZAÇÃO E PROGRAMAS DA EDUCAÇÃO SUPERIOR MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR DEPARTAMENTO DE MODERNIZAÇÃO E PROGRAMAS DA EDUCAÇÃO SUPERIOR PROGRAMA DE EDUCAÇÃO TUTORIAL - PET 7 INSTITUIÇÕES 370 GRUPOS REGIÃO NORTE - 8 INSTITUIÇÕES

Leia mais

IMUNO ENSAIOS USANDO CONJUGADOS

IMUNO ENSAIOS USANDO CONJUGADOS IMUNO ENSAIOS USANDO CONJUGADOS REAÇÕES USANDO REAGENTES MARCADOS Conjugado: molécula constituída por duas substâncias ligadas covalentemente e que mantêm as propriedades funcionais de ambas Ex: globulina

Leia mais

Nota Fiscal Eletrônica

Nota Fiscal Eletrônica Receita Federal do Brasil Ricardo Rezende Barbosa nfe@sefaz.pi.gov.br 06 de dezembro de 2007 Secretaria da Fazenda do Estado do Piauí Nota Fiscal Eletrônica Nota Fiscal Eletrônica Luiz Antonio Baptista

Leia mais

PROGRAMA SAÚDE NA ESCOLA

PROGRAMA SAÚDE NA ESCOLA Ministério da Saúde Ministério da PROGRAMA SAÚDE NA ESCOLA Fevereiro 2013 Ministério da Ministério da CRONOGRAMA 2013 Semana Saúde na Escola Adesão de 20/02 a 10/03 Ações nas escolas entre os dias 11 e

Leia mais

RELAÇÃO DE EXAMES REALIZADOS NO IBEx

RELAÇÃO DE EXAMES REALIZADOS NO IBEx 1 Ácido úrico 2 Albumina 3 Alfa 1 glicoproteína ácida 4 Alfa fetoproteína 5 Amilase 6 Androstenediona 7 Anticorpos Anti-HIV I, Western Blot 8 Anticorpos anti-hiv1 + HIV2 (Determinação Conjunta) ELISA 9

Leia mais

Boletim Informativo* Agosto de 2015

Boletim Informativo* Agosto de 2015 Boletim Informativo* Agosto de 2015 *Documento atualizado em 15/09/2015 (Erratas páginas 2, 3, 4 e 9) EXTRATO GERAL BRASIL 1 EXTRATO BRASIL 396.399.248 ha 233.712.312 ha 58,96% Número de Imóveis Cadastrados²:

Leia mais

Levantamento Nacional do Transporte Escolar Dados por Região: NORTE

Levantamento Nacional do Transporte Escolar Dados por Região: NORTE Levantamento Nacional do Transporte Escolar Dados por Região: NORTE Um total de 131 municípios da região Norte participou do Levantamento Nacional do Transporte Escolar. No Acre, 36% dos municípios responderam

Leia mais

Diagnóstico Imunológico das Hepatites Virais

Diagnóstico Imunológico das Hepatites Virais Diagnóstico Imunológico das Hepatites Virais O Fígado Limpa o sangue Regula os hormônios Ajuda na coagulação sanguínea Produz bile Produz proteínas importantes Mantém o nível de açúcar sanguíneo Etc O

Leia mais

Número 24. Carga horária de trabalho: evolução e principais mudanças no Brasil

Número 24. Carga horária de trabalho: evolução e principais mudanças no Brasil Número 24 Carga horária de trabalho: evolução e principais mudanças no 29 de julho de 2009 COMUNICADO DA PRESIDÊNCIA Carga horária de trabalho: evolução e principais mudanças no 2 1. Apresentação Este

Leia mais

Figura 1: Distribuição de CAPS no Brasil, 25. RORAIMA AMAPÁ AMAZONAS PARÁ MARANHÃO CEARÁ RIO GRANDE DO NORTE PAIUÍ PERNAMBUCO ACRE ALAGOAS SERGIPE TOCANTINS RONDÔNIA PARAÍBA BAHIA MATO GROSSO DISTRITO

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE. Hanseníase no Brasil DADOS E INDICADORES SELECIONADOS

MINISTÉRIO DA SAÚDE. Hanseníase no Brasil DADOS E INDICADORES SELECIONADOS MINISTÉRIO DA SAÚDE Hanseníase no Brasil DADOS E INDICADORES SELECIONADOS Brasília DF 2009 MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria de Vigilância em Saúde Departamento de Vigilância Epidemiológica Hanseníase no

Leia mais

DENGUE, CHIKUNGUNYA E ZIKA VÍRUS: CENÁRIO EPIDEMIOLÓGICO E PERSPECTIVAS

DENGUE, CHIKUNGUNYA E ZIKA VÍRUS: CENÁRIO EPIDEMIOLÓGICO E PERSPECTIVAS DENGUE, CHIKUNGUNYA E ZIKA VÍRUS: CENÁRIO EPIDEMIOLÓGICO E PERSPECTIVAS Priscila Leal e Leite Coordenação do Programa Nacional do Controle da Dengue - CGPNCD Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis

Leia mais