REVISTA DOS CURSOS DE SAÚDE FACULDADE INTEGRADA DO CEARÁ

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2 oo REVISTA DOS CURSOS DE SAÚDE FACULDADE INTEGRADA DO CEARÁ CORPVS/Rev. dos Cursos de saúde da Faculdade Integrada do Ceará Fortaleza v.1 n.11 p jul./set. 29

3 DIREÇÃO GERAL Jessé de Holanda Cordeiro DIREÇÃO ACADÊMICA Ana Flávia Alcântara Rocha Chaves EDITOR-CHEFE CORPVS Ms. Vasco Pinheiro Diógenes Bastos - FIC Ms. Raimunda Hermelinda Maia Macena - FIC EDITORIA CIENTÍFICA Esp. Antônio Carlos da Silva - FIC Ms. Letícia Adriana Pires Ferreira dos Santos FIC/ UECE Dra. Rosiléa Alves de Sousa - FIC CONSELHO EDITORIAL: Ana Cristhina de Oliveira Brasil - FIC Andréa Cristina Silva Benevides - FIC Agela Massayo Ginbo - FMJ Denise Maria de Sá Machado Diniz - FIC Eldair Melo Mesquita Filho - FIC Eniziê Paiva Weyne Rodrigues - FIC Estélio Henrique Martin Dantas - FIC Mirna Gurgel Carlos da Silva - FIC Evandro Martins - FIC José Cauby de Medeiros Freire - FIC Nilson Vieira Pìnto - FIC Sheilimar Regina Barragão de Sá Magalhães FIC EDITORAÇÃO ELETRÔNICA Antonio Carlos da Silva Henrique Dantas Studart Juliana Neves Lustoza REVISÃO DE TEXTOS Ms. Letícia Adriana Pires Ferreira dos Santos - UECE Ms.Rosana Cátia Barbosa Terceiro - FIC Ms. Raimunda Maria do Socorro Sanches de Brito Esp. Antônio Orion Paiva NORMALIZAÇÃO Luiza Helena de Jesus Barbosa - CRB - 83 CORPVS/Revista dos Cursos de saúde da Faculdade Integrada do Ceará. v.1, n.1, (jan./mar.27). Fortaleza: Faculdade Integrada do Ceará,27. v.: il, 3 cm Trimestral ISSN v.1, n.11, jul./set.29 1.Saúde,Periódicos 2.Educação Física 3.Fisioterapia 4.Gestão Hospitalar I. Título II. Faculdade Integrada do Ceará. CDD 612

4 v.1 - n jul./set ISSN oo REVISTA DOS CURSOS DE SAÚDE FACULDADE INTEGRADA DO CEARÁ

5 Editorial O termo latino corpus destina-se a caracterizar parte física, bem como conjunto de obra, tornando interessante seu emprego como denominação desta revista que se propõe a divulgar estudos voltados para o tema corpo. No livro A agonia da nossa civilização (1986), o estudioso Georges Gusforf diz que o ser humano negligencia o seu corpo, pois o sobrecarrega de má alimentação, pouca atividade física, tensões e emoções, cujo controle normalmente ocorre com uso de medicamentos, calmantes ou estimulantes. Esses fatores causam prejuízos significantes à saúde corporal. A Revista Corpvs, preocupada com o lugar do corpo para o indivíduo e sociedade inseridos na modernidade, apresenta neste número estudos que abrangem alterações posturais, infecções e problemas respiratórios em recém-nascidos. Os artigos iniciais desta edição, A interface da osteopatia com a mobilização neural no tratamento de um torcicolo e Alterações posturais dos trabalhadores do Beco da Poeira na cidade de Fortaleza/CE, tratam de questões sobre a má postura corporal. O primeiro envolve um relato de caso, de caráter intervencional, descritivo e longitudinal, sobre a aplicação da osteopatia com a mobilização neural no tratamento de torcicolo em relação à sintomatologia dolorosa e às consequências posturais. Já o segundo, obteve como finalidade investigar os conhecimentos dos trabalhadores do mercado Beco da Poeira sobre postura, detectando incidências de dores na coluna, bem como o local e a intensidade de dor por eles relatadas. A pesquisa intitulada Incidência de pneumonia nas crianças em um hospital de referência em pediatria na rede pública no estado do Ceará investigou a ocorrência de pneumonia infantil em determinado hospital, concluindo ser essa uma das doenças com maior frequência e intensidade na população infantil, apresentando-se como problema de saúde pública. Mulheres com HIV/AIDS no estado do Ceará: características sócio-demográficas e de comportamento sexual é uma descrição das características socioeconômicas e comportamentais de mulheres com e sem o diagnóstico de AIDS. O artigo destaca a relevância das questões de gênero a serem priorizadas nas medidas de prevenção à infecção pelo HIV, bem como os direitos de mulheres soropositivas serem respeitados por meio do oferecimento de aconselhamento não coercitivo e suporte às suas decisões. Esta edição da Revista Corpvs encerra-se com a apresentação do estudo Repercussões clínicas da pressão positiva contínua nasal em prematuros, o qual identifica os resultados clínicos do uso da pressão positiva contínua nasal, modalidade ventilatória de fornecimento de oxigênio, em recém-nascidos prematuros. Os Editores

6 Sumário ARTIGOS DE REVISÃO Incidência de Pneumonia nas Crianças em um Hospital de Referência em Pediatria na Rede Pública no Estado do Ceará... 8 Wilma Pamel a Honor ato Chaves, Hana Mayar a da Silva Moreir a, Leonardo Lobo Sar aiva Barros, Andréa da Nóbrega Cir ino Nogueira, Teresa Maria da Silva Câmara, Cristiano Teles de Sousa, Sandra Wirgynnia de Figueiredo Cahves, Daniele Silveira Macedo, Vasco Pinheiro Diógenes Bastos. Alterações Posturais dos Trabalhadores do Beco da Poeira na Cidade de Fortaleza/Ce Gersilene Valente de Oliveir a, Fer nanda Yvelize R amos de Ar aújo, Patr íci a X avier Lima Gomes, R aimunda Her melinda Macena. ARTIGOS ORIGINAIS A Interface da Osteopatia com a Mobilização Neural no Tratamento de Um Torcicolo Ér ik a Porto X avier, Giselle Notini Arcanjo, João da Costa Pereir a. Repercussões Clínicas da Pressão Positiva Contínua Nasal em Prematuros... 3 Maxsuêni a Queiroz Medeiros, Milena Santos da Costa, Daniel a Gardano Bucharlles Mont alver ne, Fabi ane Elpídio de Sá. Mulheres com HIV/AIDS no Estado do Ceará: Características Sócio- Demográficas e de Comportamento Sexual... 4 Fabíol a Ar aújo Sales de Oliveir a, Mar i a Inês Costa Dour ado, Carl Kendall, Marcelo Luiz Carvalho Gonçalves, Terezinha do Menino Jesus e Silva, Ligia Regina Franco Sansigolo Kerr.

7 Artigos de revisão Artigos de

8 Incidência de Pneumonia nas Crianças em Um Hospital de Referência em Pediatria na Rede Pública no Estado do Ceará Wilma Pamela Honor ato Chaves I Hana Mayar a da Silva Moreir a II Leonardo Lobo Sar aiva Barros III Andréa da Nóbrega Cirino Nogueir a IV Teresa Maria da Silva Câmar a V Cristiano Teles de Sousa VI Sandr a Wirgynnia de Figueiredo Cahves VII Daniele Silveir a Macedo VIII Vasco Pinheiro Diógenes Bastos IX RESUMO As infecções respiratórias agudas, entre elas a pneumonia, representam uma parcela importante na causa de mortes infantis nos países em desenvolvimento. A pneumonia é caracterizada por um processo inflamatório, geralmente agudo, que compromete os alvéolos, bronquíolos e o espaço intersticial, levando muitas vezes a criança a necessitar de internamento. As doenças respiratórias correspondem aproximadamente 5% dos atendimentos ambulatoriais, 12% destes são por pneumonias. O objetivo desta pesquisa foi detectar a incidência de pneumonia nas crianças em um hospital de referência em pediatria na rede pública no Estado do Ceará. A pesquisa foi do tipo descritivo, longitudinal de abordagem quantitativa, realizada em um hospital de referência em pediatria. A amostra constou de 39 prontuários de crianças na faixa etária de 1 a 5 anos, internadas no período de fevereiro a março de 27. Os dados foram coletados a partir de um questionário e apurados por uma análise estatística descritiva, pelo Microsoft Office Excel 23, sendo apresentado na forma de tabelas e gráficos. Conforme os resultados, no mês de fevereiro a incidência de pneumonia no hospital onde se realizou a pesquisa foi de 9%, apresentando no mês de março uma incidência de 1%. Entretanto, no mês de fevereiro a amostra foi composta de 12 prontuários, que corresponde a 3,76% da amostra total, enquanto no mês de março a amostra foi composta de 27 prontuários, correspondendo a 69,2%. Existe uma predominância de pneumonia do sexo masculino sobre as do sexo feminino, assim como entre crianças de faixa etária de 1 a 2, sobre as de maior faixa etária. A pneumonia apresentou-se tanto na sua forma isolada como associada a outras patologias, dentre as quais se destaca a bronquiolite e o derrame pleural. Em conclusão, a pneumonia é uma das doenças de maior incidência na população infantil, apresentando-se como um amplo problema de saúde pública a ser encarado pelos profissionais da área de saúde. Palavras-chave: Pneumonia. Criança. Saúde pública. ABSTRACT The acute respiratory infections, among them the pneumonia represent an important allotment causes of children s death in developing countries. The pneumonia is characterized by an acute inflammatory process which involved the alveolus, bronchioles and the interstitial spaces and many times the child to require internment. The breathing diseases correspond approximately 5% of ambulatory attendance, 12% of theses are pneumonia. The objective of this research was to detect the incidence of pneumonia in children in a hospital with reference to pediatrician in public net in Ceará state. The research was descriptive, longitudinal ad quantitative character, realized in a hospital with reference to pediatrician. The sample consisted of 39 medical records of children in age group 1 to 5 years interned in the period of February to March in 27. The data were colleted from questionnaire and were verified by a description statistic analysis by Microsoft Office Excel 23 and represented like tables and graphics. The results indicate that in February month the incidence of pneumonia in the hospital where was realized the research was 9%, presenting in March month an incidence of 1%, however in February month the our sample was composed of 12 medical records that correspond 3,76% of total sample, while in the March month the sample was composed of 27 medical records corresponding 69,2%, March month, there are an advantage of pneumonia in male than female sex as well as children in the age group 1 to 2 than more older. The pneumonia represented as isolated disease or associated with others pathologies which bronchiolitis and effusion pleural. In conclusion the pneumonia is one of diseases and the most frequency in children population represent ample problem of public health to be confronted by professionals of health area. Key words: Pneumonia, Child, Public Health. I Fisioterapeuta graduada pela Faculdade Estácio do Ceará (Estácio/FIC). II Discente de Educação Física pela Universidade de Fortaleza (Unifor). III Fisioterapeuta, Especialista em Fisioterapia Hospitalar, Professor da Faculdade Estácio do Ceará (Estácio/FIC). IV Fisioterapeuta do Hospital Universitário Walter Cantídio/UFC, Mestre em Cirurgia pela Universidade Federal do Ceará, Professora da Faculdade Estácio do Ceará (Estácio/FIC). V Fisioterapeuta do Hospital Maria José Barroso de Oliveira (Frotinha da Parangaba), Especialista em Fisioterapia Cardio-Respiratória, Professora da Faculdade Estácio do Ceará (Estácio/FIC). VI Fisioterapeuta do Hospital Monte Klinikum, Doutorando em Farmacologia pela Universidade Federal do Ceará, Professor da Faculdade Estácio do Ceará (Estácio/FIC). VII Fisioterapeuta da Hospital Geral Waldemar de Alcântara, Especialista em Fisioterapia Cardio-Respiratória, Professora da Faculdade Estácio do Ceará (Estácio/FIC). VIII Farmacêutica, Doutora em Farmacologia, Professora Adjunto da Universidade Federal do Ceará IX Fisioterapeuta do Instituto Dr. José Frota, Professor da Faculdade Estácio do Ceará (Estácio/FIC) e Doutor em Farmacologia pela Universidade Federal do Ceará (UFC). CORPVS/Rev. dos Cursos de Saúde da Faculdade Integrada do Ceará, Fortaleza, 1(5) jan/jun

9 Incidência De Pneumonia Nas Crianças Chaves et al INTRODUÇÃO A infecção aguda do trato respiratório é o problema de saúde que mais interfere com a atividade dos indivíduos que vivem nos países de climas temperados. Normalmente o aparelho respiratório é protegido contra os microorganismos por vários mecanismos de defesa. Há situações em que os mecanismos de defesa estão prejudicados, favorecendo a instalação de infecções respiratórias seja de forma inespecífica, ou mesmo seletiva. Além disso, sabe-se que as crianças são bastante acometidas pelas infecções respiratórias, especialmente a pneumonia1. Segundo Bethlem2, durante muitos anos, até a década de 193, predominava a noção de que o termo pneumonia deveria ser reservado para indicar um quadro clínico clássico, típico, com síndrome de condensação aos exames físico e radiológico e evolução cíclica. O prognóstico era grave, em função da idade do paciente, das condições climáticas ambientais, da presença de doenças associadas e, principalmente, da carência de terapêutica específica. A crescente compreensão da fisiopatologia da pneumonia e a sua introdução no arsenal terapêutico de novos agentes farmacológicos permitem melhor qualidade de vida às pessoas acometidas pela doença, o que, entretanto, parece ainda não ter refletido nos coeficientes de morbidade e mortalidade os quais continuam a subir em muitas regiões e países3. Para Nascimento et al.4, as infecções respiratórias agudas, entre elas a pneumonia, representam uma parcela importante na causa de mortes em crianças nos países em desenvolvimento. Estima-se que ocorram cerca de cinco milhões de óbitos em crianças abaixo de cinco anos, sendo 7% destas causadas por pneumonia. Portanto, Thomson; Skinner; Piercy5 destacam que a pneumonia é uma doença comum que afeta todas as faixas etárias e pode ser fatal nos muitos jovens e também nos idosos. Destacam também que a doença pode ser secundária a: consciência deteriorada, desnutrição, obstrução por um corpo estranho ou tumor, gripe, bronquite crônica e varicela. A causa mais comum é a infecção por bactérias como Streptococcus pneumoniae ou pyogenes, Staphylococcus pyogenes e Klebsiella pneumoniae, pneumonia micoplasmática. A Legionella pneumophia causa pneumonia conhecida como doença dos legionários. Para Carlos et al.1, a recorrência de infecções no mesmo local do pulmão, sugere fortemente a existência de anormalidade estrutural congênita ou adquirida, p.ex. corpo estranho, bronquiectasias, tumor endobrônquico, tumor ou adenopatia que comprima brônquio, sequestração broncopulmonar. Já Riccetto; Zambom; Morcillo6 citam como os fatores de risco associados à pneumonia na infância a prematuridade, idade menor de um ano e condições socioeconômicas desfavoráveis. Para ocorrer a instalação de pneumonia é necessário que haja pelo menos dois fatores essenciais: fonte de elemento causal e diminuição do mecanismo de defesa. A pneumonia tem como agentes etiológicos: bactéria, vírus, alergia, agentes químicos (querosene, inseticida e óleos), agentes físicos (irradiação, térmicos, poluentes)7. Dentre os principais tipos de pneumonia estão: pneumonia pneumocócica, pneumonia estafilocócica, pneumonia estreptocócica, pneumonia por pseudomona, pneumonia por vírus2,7-9, existindo ainda a pneumonia associada à ventilação mecânica1-11. Segundo o I Consenso Brasileiro sobre pneumonias, as doenças respiratórias correspondem aproximadamente 5% dos atendimentos ambulatoriais, 12 % destes são por pneumonias. Estima-se que 4,3 milhões das mortes de crianças menores de 5 anos ocorram anualmente por infecções respiratórias agudas, que nessa faixa etária representa 2 % dos óbitos. No Brasil, as taxas de mortalidade infantil por pneumonias variam por região, sendo mais altas nos Estados do Norte e Nordeste e mais baixas no Sul. Todavia, na maioria dos Estados brasileiros, nos quais o problema dos óbitos por desidratação está em fase de controle, a pneumonia é atualmente a segunda causa de morte em crianças12. Em estudos realizados em alguns países em desenvolvimento, identificou-se que as infecções respiratórias são responsáveis por cinco milhões de mortes a cada ano em crianças menores de cinco anos. Destes falecimentos, identificou-se também que grande parte é secundária à pneumonia. A prevalência de pneumonia nessa faixa etária varia de 4 % ou menos nos países desenvolvidos, até 11,8 % em estudos realizados em nosso meio. Entre os adultos, a pneumonia é a primeira causa de morte entre as doenças respiratórias e a quarta causa em geral, no Brasil6. A estimativa de ocorrência de pneumonia comunitária é de 2 milhões e 1 mil novos casos anualmente, respondendo pela segunda causa de internações, principalmente nos extremos etários9,12. Diante do que relata a literatura, despertou-se o interesse de realizar um estudo mais aprofundado sobre a pneumonia, suas principais características e o perfil epidemiológico das crianças portadoras desta infecção respiratória. Portanto, este trabalho busca oferecer subsídios para a sociedade, identificando as principais causas da pneumonia, e oferecendo um conhecimento mais amplo do número de crianças que estão expostas ou acometidas por esta doença. Este trabalho tem como objetivo geral detectar a incidência de pneumonia nas crianças em um hospital de 9

10 Incidência De Pneumonia Nas Crianças Chaves et al referência em pediatria na Rede Pública no Estado do Ceará, e entre os objetivos específicos: identificar o perfil epidemiológico das crianças com quadro de pneumonia, bem como evidenciar outras patologias associadas com a pneumonia em crianças de um hospital pediátrico da rede pública no estado do Ceará. METODOLOGIA O estudo apresentado trata-se de uma pesquisa de caráter descritivo, longitudinal, exploratório e documental, com estratégia de análise quantitativa dos resultados, realizada em um hospital de referência em pediatria da rede pública do Estado do Ceará, situado na Rua Tertuliano Sales, 544- Vila União, Fortaleza/CE. A coleta de dados foi realizada no período de fevereiro a março de 27, após ser submetido e aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) do referido hospital (Protocolo nº 6/7). A pesquisa envolveu uma população de prontuários de crianças na faixa etária de 1 a 5 anos, de ambos os sexos, internadas no período de fevereiro a março de 27, com uma amostra total de 39 prontuários. Entre as variáveis estudadas estão: perfil epidemiológico das crianças com quadro de pneumonia e patologias associadas. A coleta de dados foi iniciada quando a direção do referido hospital concordou com a realização da pesquisa, mediante assinatura do termo de fiel depositário, realizando-se posteriormente uma triagem dos prontuários no SAME (Serviço de Arquivo Médico Estatístico) para a coleta de dados, utilizando-se um formulário próprio. Em seguida, efetuou-se uma análise estatística descritiva por meio do Microsoft Office Excel 23, apresentando os dados em forma de tabelas e gráficos. O estudo seguiu os aspectos éticos que envolvem a pesquisa com seres humanos, como garantia da confidencialidade, anonimato, não utilização das informações em prejuízo dos indivíduos e emprego das informações somente para os fins previstos na pesquisa. A coleta de dados ocorreu conforme aprovação do estudo pelo comitê de ética seguindo as normas da Resolução 196/96 do Conselho Nacional de Saúde-pesquisa envolvendo seres humanos14, assim como a resolução do COFFITO 1/78 (Código de Ética de Fisioterapia)15. RESULTADOS E DISCUSSÃO Os dados foram coletados por meio de prontuários de crianças internadas no período de fevereiro a março de 27, cuja internação neste período acontece principalmente pelas variações de temperatura, favorecendo assim a um maior número de casos de pneumonia. No mês de fevereiro, o número de internações no hospital onde foi realizada a pesquisa correspondeu a 45 internações, das quais 9% (n=38) tiveram internação por pneumonia, destes 12 (3,76%) estão dentro da faixa etária estudada. No mês de março ocorreu um total de 561 internações, sendo que 1% (n=52) apresentaram internação por pneumonia e 27 (69,2%) destes estão de acordo com os fatores de inclusão na pesquisa. Com relação ao sexo, pôde-se observar a predominância de pneumonia no sexo masculino, com 59% (n=23), enquanto o sexo feminino apresentou 41% (n=16) de pacientes no grupo estudado. Isso está de acordo com Reis16, pois ele relata que os meninos apresentam constituição física pulmonar desprivilegiada em relação às meninas, eles possuem vias aéreas mais estreitadas e têm maior tônus da sua musculatura brônquica. De acordo com a idade, observa-se na tabela 1 a predominância do grupo com idade de 1 a 2 anos. Para Pinto et al.17, as infecções respiratórias agudas representam um dos principais problemas de saúde pública em crianças menores de 3 anos em todo o mundo, pois cerca de 15. crianças menores de 3 anos morrem no continente americano devido à pneumonia, que representa de 8 a 9% do total de mortes por infecções respiratórias agudas. Concordando com esses achados, Niobey et al.18 relatam que as infecções respiratórias agudas constituem a principal causa de adoecimento em crianças com até 5 anos de idade, tanto nos países desenvolvidos quanto nas regiões em desenvolvimento. Sendo essas infecções, para Carvalho; Marques19 uma causa comum de morbidade na faixa etária pediátrica, em que a pneumonia representa a forma mais séria de todas as infecções respiratórias agudas. Tabela 1 -Distribuição dos dados segundo a faixa etária. Fortaleza/CE, 27. Meses Fevereiro Março Faixa Etária TOTAL TOTAL Frequência Percentual (%) 66,66 8,33 8,33 16, ,92 25,92 33,33 14,81 1 Analisando-se as patologias associadas à pneumonia, observa-se no Gráfico 1 que as patologias encontradas no grupo estudado durante o mês de fevereiro foram bronquiolite 17% (n=2), seguida por pneumotórax 8% (n=1). Porém, no mês de março a maior frequência ficou para Derrame Pleural com 22% (n=6), seguido da bronquiolite com 15% (n=4). Outro dado interessante é que tanto no mês de fevereiro como de março a pneumonia apresentou-se isolada com uma frequência relativa de 75% (n=9) e 41% (n=11), respectivamente. 1

11 Incidência De Pneumonia Nas Crianças Chaves et al 8% 7% 6% 5% 4% 3% 2% 1% % 75% 41% 22% 17% 15% 8% 11% 7% 4% Fevereiro Março Nenhuma Pneumotórax Bronquiolite Bronquiectasia DPOC Gráfico 1 - Distribuição dos dados segundo patologias associadas à pneumonia. Fortaleza/ CE, 27. De acordo com Addor et al.2, a bronquiolite com pneumonia em associação é caracterizada pela presença de preenchimento de tecido conjuntivo no interior dos espaços aéreos distais, que ocorre predominantemente em ductos alveolares e alvéolos, e com o frequente acometimento também de bronquíolo. Para Pinto et al.17, nos países desenvolvidos, após o advento das sulfas e dos antibióticos, a ocorrência de derrames pleurais na população geral teve importante declínio, sendo atualmente considerada como complicação rara das pneumonias, fato esse não evidenciado nesta pesquisa. CONCLUSÃO As infecções respiratórias agudas, entre elas a pneumonia, representam uma parcela importante na causa de mortes em crianças de países em desenvolvimento. Os resultados deste estudo apontam que nos meses fevereiro e março a incidência de pneumonia no hospital pesquisado variou de 9% a 1%. Entretanto, no mês de fevereiro a amostra correspondeu a 3,76% da amostra total e no mês de março a 69,2%, existindo predominância de pneumonia em crianças do sexo masculino sobre as do sexo feminino, assim como entre crianças de faixa etária de 1 a 2 anos sobre as de maior faixa etária. A pneumonia apresentou-se tanto na sua forma isolada como associada a outras patologias, surgindo entre elas a bronquilote e o derrame pleural em maior número. Tendo em vista a amplitude e complexidade do tema, a presente pesquisa não teve como meta o esgotamento do assunto, pois a pneumonia é uma das doenças de maior incidência na população infantil, apresentando-se como um amplo problema de saúde pública a ser encarado pelos profissionais da área de saúde, e o êxito, nesse caso, pode ser atingido se as várias áreas da saúde estiverem mobilizadas em conjunto. REFERÊNCIAS 1. Carlos L. et al. Compêndio de pneumologia. 2ª ed. São Paulo: BYK; Bethlem N. Pneumologia. 4ªed. São Paulo: Atheneu; Aidé, M. A. et al. Pneumologia: aspectos práticos e atuais. Rio de Janeiro: Revinter; Nascimento LFC, Marcitelli R, Agostinho FS, Gimenes CS. Análise hierarquizada dos fatores de risco para pneumonia em crianças. J. bras. pneumol., 24; 3(5): Thomson A, Skinner A, Piercy. Fisioterapia de Tidy. 12ª ed. São Paulo: Santos Livraria; Riccetto AGL, Zambom MP, Morcillo AM. Características de crianças com pneumonia atendidas no pronto socorro. Rev.Ciênc. Méd., 23;12(1): Maia GA, Morano MT. Guia prático de radiologia do aparelho respiratório. Fortaleza: Gráfica Unifor; Rocha RT, Vital AC, Silva COS, Pereira CAC, Nakatani J. Pneumonia adquirida na comunidade em pacientes tratados ambulatorialmente: aspectos epidemiológicos, clínicos e radiológicos das pneumonias atípicas e não atípicas. J. Pneumologia., 2; 26(1): Silveira IC. O pulmão na prática médica: sintomas, diagnóstico e tratamento. 4ª Ed. Rio de Janeiro: Publicações biomédicas; Caetano JRM, Bordin IAS, Puccini RF, Peres CA. Fatores associados à internação hospitalar de crianças menores de cinco anos, São Paulo, SP. Rev. Saúde Pública, 22; 36(3): Teixeira PJZ, Hertz FT, Cruz DB, Caraver F, Hallal RC, Moreira JS. Pneumonia associada à ventilação mecânica: impacto da multirresistência bacteriana na morbidade e mortalidade. J. bras. Pneumol., 24;3(6): Brunetto AF, Paulin E. Importância da fisioterapia pulmonar no tratamento de pneumonias em crianças. Fisioterapia em movimento, 22;15(1): Nunes AF, Nascimento VMV, Rodrigues NEP. Abordagem inicial das pneumonias comunitárias em pronto- socorro. J. bras. med., 26;91(5/6):

12 Incidência De Pneumonia Nas Crianças Chaves et al 14. Brasil. Resolução CNC n.169, de 1 de outubro de Aprova diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisa envolvendo seres humanos. Diário Oficial da União Brasília, n.21, 16 out Seção Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional COFITO. Resolução COFITO 1 de 3 de Jul. de Aprova o código de ética profissional de fisioterapia e terapia ocupacional. Diário oficial da união. Brasília p. 5, , seção I, Parce II 22 Set., Reis FJC. Asma - fatores de risco [artigo de internet]. [acesso 27 Abr 14]. Disponível em: com.br/conteudo/ /port_print.htm#autor1 17. Pinto KDBPC, Maggi RRS, Alves JGB. Análise de risco socio-ambiental para comprometimento pleural na pneumonia grave em crianças menores de 5 anos. Rev Panam Salud Publica. 24; 15(2): Niobey FML, Duchiade MP, Vasconcelos AGG, Carvalho ML, Leal MC, Valente JG. Fatores de risco para morte por pneumonia em menores de um ano em uma região metropolitana do sudeste do Brasil: Um estudo tipo caso-controle. Rev. Saúde Pública, 1992;26(4): Carvalho CMN, Marques HHS. Recomendação da Sociedade Brasileira de Pediatria para antibiocoterapia em crianças e adolescentes com pneumonia comunitária. Rev. Panam. Salud Publica, 24;15(6): Addor G, Monteiro AS, Nigri DH, Torres W, Franco CAB. Bronquiolite obliterante com pneumonia em organização. J. bras. pneumol. 24; 3(2): Submissão: 23/8/29 Aceite: 9/9/29 12

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14 Alterações Posturais Dos Trabalhadores do Beco Da Poeira Na Cidade De Fortaleza/Ce. Gersilene Valente de Oliveir a I Fernanda Yvelize R amos de Ar aújo I Patrícia X avier Lima Gomes I R aimunda Hermelinda Macena II RESUMO Com a redução da produção de algodão no Nordeste e o fechamento de muitas empresas do setor têxtil e vestuário, ocorreu uma crise econômica no estado do Ceará levando ao aumento do mercado informal, que se solidificou com o surgimento do Beco da Poeira. Este trabalho teve como objetivo enumerar os conhecimentos dos trabalhadores sobre postura, detectar incidências de dor na coluna, e identificar locais e intensidade de dores relatadas pelos trabalhadores. Foram entrevistados no período de fevereiro a abril de 27, 1 trabalhadores em 1 boxes do Beco da Poeira, localizado no centro de Fortaleza. O instrumento utilizado foi um questionário contendo 2 questões objetivas e análise da situação postural pelo pesquisador. O estudo foi aprovado pelo CEP/FIC. Os resultados mostraram que a maioria dos trabalhadores não realizava atividade física possui dores na região dorsal com frequência às vezes e ao transportar peso de forma errada essa dor tende a piorar durante a noite depois do expediente. Após a avaliação postural visível foi detectada a escoliose na maioria dos ambulantes. Conclui-se que essas dores e alterações posturais são ocasionadas pela má ergonomia e biomecânica ocupacional inadequada, o que leva a problemas osteomusculares. Palavras-chave: Mercado Informal. Ergonomia. Alterações Posturais. Biomecânica Ocupacional. Osteomusculares. ABSTRACT With the reduction on the cotton production in the Northeast and the end of many companies from the textile and clothing sectors, an economic crisis occurred on the state of Ceará, leading to an increase of the informal market that solidified itself with the beginning of the Beco da Poeira. This work had the aim of pointing out the worker s knowledge about posture, detecting spinal pain incidence, and identifying the intensity and locations of pain related by the workers. In the period from February to April 27, 1 workers from 1 boxes from Beco da Poeira, located in the center of Fortaleza, were interviewed. A survey was conducted with 2 objective questions and the analysis of the postural situation by the researcher. The study was approved by the CEP/FIC. The results showed that the majority of workers did not exercise, showed frequent dorsal pains by carrying weight in a wrong manner and sometimes this pain may worsen during the night after work. After a visual postural evaluation, scoliosis was detected in most workers. We conclude that these pains and posture alterations are caused by bad ergonomics and inadequate occupational biomechanic, what leads to osteomuscular problems. Key-words: informal market, posture alterations, ergonomics, occupational biomechanic, osteomuscular. INTRODUÇÃO A redução, pela metade, da área produzida de algodão no Nordeste e o fechamento de muitas empresas do setor Têxtil e de Vestuário, logo após a abertura comercial, foram o marco inicial para a crise no estado do Ceará, levando ao aumento do trabalho informal1. No Brasil, o entendimento popular de trabalho formal ou informal deriva da ordem jurídica. São informais os empregados que não possuem carteira de trabalho I Acadêmica de Fisioterapia da FIC II Enfermeira, Professora do Curso de Fisioterapia da FIC assinada. O formal, no Brasil, tinha apenas uma forma, ao contrário de outros países, cuja legislação prevê contratos em tempo parcial, contratos específicos para pequenas empresas, contratos temporários2. A sobrecarga imposta aos trabalhadores informais, como os do beco da poeira acarretam em distúrbios anátomo-fisiológicos. Esses defeitos estruturais causam alterações das curvaturas normais da coluna vertebral, tornando-a mais vulnerável as tensões mecânicas e traumas, apresentando três tipos de desvios: escoliose, hipercifose, hiperlordose. A postura no desenrolar de tarefas pesadas é a principal causa de problemas de coluna, precisamente na hora de levantar, transportar e depositar cargas, ocasião em CORPVS/Rev. dos Cursos de Saúde da Faculdade Integrada do Ceará, Fortaleza, 1(5) jan/jun

15 Alterações Posturais Dos Trabalhadores do Beco Da Poeira Oliveira et al que os trabalhadores mantêm as pernas retas e flexionam a coluna vertebral. Pode ocorrer também outro movimento perigoso, a rotação do tronco, quando a carga for pega ou depositada mais para o lado e não necessariamente à sua frente3. A fisioterapia atua reabilitando os distúrbios já existentes, prevenindo, agindo em programas de promoção de saúde e proteção específica, tendo como princípio fundamental o conjunto de conhecimento científico relativo aos fatores que possam causar infortúnios ao ser humano, bem como conhecendo também os mecanismos de interferência junto a esses fatores visando eliminá-los ou minimizá-los. Dessa forma, este estudo poderá contribuir com esse segmento profissional para melhorar qualidade de vida, rendimento físico e, por consequência, o financeiro, diminuindo o absenteísmo4. Assim, este estudo busca descrever as alterações posturais da coluna vertebral entre os trabalhadores do comércio têxtil informal em Fortaleza CE. METODOLOGIA Trata-se de um estudo descritivo, transversal, de campo, observacional de natureza quantitativa, utilizando-se do método comparativo, visando descrever as alterações posturais da coluna vertebral dos trabalhadores do Beco da Poeira, na cidade de Fortaleza-CE. No que se refere ao universo de pesquisa, foram englobados 2.4 boxes do mercado informal do Beco da Poeira na cidade de Fortaleza-CE. Através do Epinfo 6., foi calculada uma amostra de 91 boxes considerando a prevalência de 45% de dor lombar5 com margem de segurança aceitável de 1% para um intervalo de confiança de 95%. Foram incluídos todos os trabalhadores que atuam como ambulantes em cada box sorteado, que estiveram no momento da coleta e aceitaram participar do estudo mediante o TCLE. Para tanto, foi levantado junto à administração da Aprovace a distribuição cartográfica dos boxes. Foi escolhido o box à sua direita, caso o box sorteado estivesse fechado. A seguir, realizou-se uma amostragem por conglomerado. Foram excluídos da pesquisa comerciantes que não estavam credenciados no local, devido ao fato de que estes, teoricamente, não fazerem parte dos dados oficiais da pesquisa sobre alteração postural, e os que se recusaram a assinar o Termo de Consentimento Livre Esclarecido (TCLE). A pesquisa foi realizada no Beco da Poeira, localizado entre as ruas 24 de Maio, Tristão Gonçalves e Guilherme Rocha, próximo à Praça José de Alencar, no centro da cidade, posto que estejam devidamente regularizadas, seja em processo de reconhecimento ou já reconhecidas pelo Ministério do Trabalho na cidade de Fortaleza/CE. O período de coleta de dados foi nos meses de fevereiro a abril do ano de 27. Em ordem crescente foram enumeradas as ruas no sentido norte/sul, das quais somam 23 ruas para 24 boxes, onde cada rua possui duas frentes. Sorteou-se 1 ruas. Para cada rua sorteou-se 1 boxes. Ruas e boxes foram sorteados em sacos plásticos separadamente. No sorteio dos boxes foram excluídos aqueles que não participavam das ruas sorteadas e não assinaram o termo de Consentimento Livre Esclarecido. Assim, buscava-se o box da direita, e caso ocorresse de ser na esquina da rua, era escolhido o da direita da outra rua. Cada rua poderia ter apenas 1 boxes correspondentes. A coleta de dados ocorreu em diferentes etapas: inicialmente foram feitas visitas às instituições do Beco da Poeira, estabelecido contato com a administração do estabelecimento e assinado o termo de compromisso do pesquisador. A partir da cartografia, foi estabelecida a técnica de amostragem e posteriormente localizado os comerciantes que eram sujeitos deste estudo, os quais foram esclarecidos sobre os aspectos específicos do projeto, bem como os preceitos éticos a serem considerados. Finalmente, foi solicitado que assinassem o termo de consentimento e em seguida aplicou-se um questionário contendo os seguintes blocos: A) Características sócio- -demográficas e de trabalho; B) Postura e dor, totalizando 2 (vinte) perguntas distintas e objetivas, e o parecer do pesquisador. Após análise dos trabalhadores, realizaram-se observações não participante, individual, não estruturada dos aspectos ambientais do local de estudo e a seguir registrou-se em diário de campo. Os dados obtidos foram processados eletronicamente através do Microsoft Office Excel versão 23 e analisados por estatística descritiva e analítica utilizando o software SPSS versão 13. e apresentados sob a forma de gráficos, quadros e tabelas. A discussão dos dados foi mediante comparação com estudos semelhantes conduzidos no Brasil e no exterior captado pelas bases virtuais de dados. Os usuários foram contatados de forma informal em grupo. Durante essa conversa explicou-se o assunto da pesquisa, bem como os objetivos da investigação e os aspectos éticos que envolvem a pesquisa com seres humanos, como a garantia da confidencialidade, do anonimato e da não utilização das informações em prejuízo dos indivíduos, do emprego das informações somente para os fins previstos na pesquisa, e que o único risco o qual o pesquisado 15

16 Alterações Posturais Dos Trabalhadores do Beco Da Poeira Oliveira et al estava sujeito era do constrangimento em quaisquer das perguntas elaboradas no instrumento de coleta de dados, dependendo da resposta que este realizar. Após consentimento verbal, o termo de consentimento foi assinado, constituindo-se condição essencial para que o paciente tome parte do estudo. Se fossem detectados problemas posturais, o ambulante seria encaminhado à Faculdade Integrada do Ceará Curso de Fisioterapia, Rua. Eliseu Ochoa Becco, N 6, bairro Água Fria, Fortaleza-CE, para o programa de postura, e reabilitado pelo fisioterapeuta responsável, sem nenhum custo. A coleta ocorreu no período de fevereiro a março de 27, após a aprovação do estudo pelo comitê de ética e pesquisa da FIC e seguiu conforme as normas da Resolução n.º 196/96 do Conselho Nacional de Saúde pesquisa envolvendo seres humanos6 e do código de ética do fisioterapeuta Resolução COFFITO-1 7. RESULTADOS E DISCUSSÃO Todas as entrevistas foram realizadas num comércio informal conhecido como Beco da Poeira na cidade de Fortaleza/CE. Cada entrevista teve duração média de 7 minutos e procurou relacionar o perfil da população desse comércio em relação às alterações posturais sofridas pela má ou falta de ergonomia adequada e realizada a avaliação visual do pesquisador para alterações posturais. Foram entrevistados 1 boxes com venda de diferentes produtos, sendo distribuídos das seguintes formas: setenta e cinco (75) de confecções; catorze (14) de peças íntimas; dois (2) de acessórios; um (1) de bijuterias; seis (6) de bolsas; quatro (4) de calçados; dois (2) de livros e um (1) de ferragem. A amostra foi composta de 1 entrevistados, ocorrendo maior prevalência do sexo feminino (66,3%) e estado civil solteiro(a). O nível de escolaridade indicado pela amostragem foi o 2 completo por 65,3% dos pesquisados que relataram já terem trabalhado em outras atividades, destacando-se a atividade de vendedor(a) de roupas com 74,3% (TABELA 1). No estudo de problemas osteomusculares com auxiliares de enfermagem de unidade ortopédica em Hospital Universitário no Rio de Janeiro, Brasil, objetivou-se caracterizar os aspectos sócio-demográficos e as condições do trabalho e analisar a relação entre essas condições e a ocorrência de problemas osteomusculares. Em seus resultados, Guedes8 observou que a maioria da população era feminina (68,42%); escolaridade no nível médio (47,35%); posição em pé freqüente (84,25%), com muito dispêndio de energia; maior esforço no transporte e mobilização dos pacientes. Tabela 1 Descrição do perfil da população do estudo. Fortaleza, CE. 27 Variáveis Sexo Masculino Feminino Estado Civil Casado Separado Solteiro Viúvo Escolaridade Analfabeto 1º Grau Completo 2º Grau Completo Superior Não Respondeu Teve Trabalho Anterior Sim Não Tipo de Trabalho Anterior Babá Costureira Doméstica Ensino Escritório Hospital Indústria Militar Turismo Vendas Não Teve Trabalho Anterior Doença Previa Alteração Visual Alterações Músculo Esquelética Arritmia Asma Escoliose Hipertensão Arterial Hipertireoidismo Labirintite Rinite Não N(%) 1 33(32,7) 67(66,3) 1 45(46,6) 4(4,) 51(5,5) 1(1,) 1 3(3,) 25(24,8) 66(65,3) 6(5,9) 1(1,1) 1 75(74,3) 26(25,7) 1 2(2,) 1(1,) 2(2,) 6(5,9) 7(6,9) 1(1,) 6(5,9) 1(1,) 2(2,) 47(46,5) 26(25,7) 1 1(1,) 7(7,) 1,(1,) 1(1,) 1(1,) 4(4,) 1(1,) 2(2,) 1(1,) 83(82,2) Tabela 2 - Descrição do perfil da população em relação à prática de atividade física. Variáveis Atividade Física Não Sim Frequência da Atividade Física Às Vezes Raramente Sempre Não Faz Atividade Física Tipo de Atividade Física Caminhada Dança Futebol Ginástica Musculação Não Faz Atividade Física N(%) 1 77(76,2) 24(23,8) 1 7(6,9) 4(4,) 14(13,9) 76(75,2) 1 8(7,9) 2(2,) 4(4,) 1(1,) 1(9,9) 76(75,2) Os ambulantes relataram não realizarem nenhum tipo de atividade física (76,2%) e não desenvolveram nenhum tipo de doença prévia como tendinite, cervicalgia, problemas respiratórios, entre outras (TABELA 2). Um estudo realizado por Ramadam9, com 12 trabalhadores da Divisão de Laboratório Central do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, mostrou que os sintomas osteomusculares apresentaram associação significante com a história pregressa de doenças reumáticas ou ortopédicas e com posturas e movimentos 16

17 Alterações Posturais Dos Trabalhadores do Beco Da Poeira Oliveira et al inadequados na realização do trabalho. As faltas ao trabalho em função dos sintomas foram associadas ao baixo grau de escolaridade e ao estado civil dos trabalhadores. Tabela 3 Descrição do perfil de dor e alterações posturais da população do estudo. Fortaleza, CE. 27. Variáveis Alterações Posturais Percebidas pelos Trabalhadores Sim Não Queixa Dor Muscular Dor Na Coluna Dor Nos Braços Escoliose Sem Queixa Possui Dor na Coluna Não Sim Não Respondeu Frequência da Dor na Coluna Às Vezes Raramente Sempre Não Possui Dor Não Respondeu Local da Dor Cervical Dorsal Quadril Não Possui Dor Não Respondeu N(%) 1 59(58,4) 42(41,6) 1 4(4,) 52(51,5) 3(3,) 1(1,) 41(4,6) 1 23(22,8) 71(7,3) 7(6,9) 1 32(31,7) 1(9,9) 29(23,7) 24(23,8) 6(5,9) 1 13(12,9) 41(4,6) 17(16,8) 24(23,8) 6(5,9) A Tabela 3 refere-se às alterações posturais encontradas nesses trabalhadores em 58,4% dos entrevistados, que relatam sentir dores em 51,5% e esta dor se dá com freqüência na região dorsal da coluna em 4,6% dos casos. Estudo realizado por Zeitoune1 demonstrou que certas posturas comprometem articulações e discos vertebrais, entre outras estruturas, podendo causar lombalgias e lesões degenerativas irreversíveis. Quando perguntados sobre o transporte de peso, observou- -se na pesquisa uma diferença mínima quanto aos que afirmaram carregar 49,5% dos que afirmaram não carregar 5,5%. A maneira predominante para esse transporte de mercadorias foi através do trabalho manual, seguido do peso sobre os ombros (TABELA 4). Tabela 4 Descrição do perfil da amostra em relação ao transporte de peso durante a jornada de trabalho. Variáveis N(%) Transporta Peso Sim Não Frequência de Transporte de Peso Às Vezes Nunca Raramente Sempre Como Transporta Peso Braço Cabeça Carro de Mão Costa Mão Não Transporta Ombros Existe Piora de Dor Não Não Sente Dor Sim Piora de Dor Manhã Não Sente Dor Noite Tarde 1 5(49,5) 51(5,5) 1 3(29,7) 51(5,5) 5(5,) 15(14,9) 1 12(11,9) 5(5,) 1(1,) 4(4,) 14(13,9) 51(5,5) 14(13,9) 1 21(2,8) 31(3,7) 49(48,5) 1 4(4,) 52(51,5) 34(33,5) 11(1,9) Dos trabalhadores que afirmaram participar do transporte de mercadorias, 48,5% reconheceram que existe piora das dores durante e principalmente após a jornada de trabalho. Estudos relacionados sobre os riscos da profissão de estivadores do Porto do Mucuripe em Fortaleza, conduzidos pelos autores Cavalcante et al5, confirmaram que 45% dos trabalhadores sentem dores na coluna, local mais atingido do sistema locomotor quando se realiza atividades que requerem a movimentação e manuseios de carga junto com a postura inadequada. Isso confirma o estudo realizado no Beco da Poeira, no qual 71% dos entrevistados afirmaram sentir dores na coluna ao realizarem transporte de cargas. Tabela 5 - Avaliação dos conhecimentos e da postura adotada no trabalho pela população em estudo. Variáveis Conhecimento sobre avaliação postural Adequada Inadequada Considerações Posturais Adequadas Agachar-se Correto Andar Reto Coluna Reta Comer Bem Dormir de Lado Falar Correto Não Responder Sentar Reto Usar Cinta Alteração Postural Visível Não Sim Tipo De Alteração Postural Visível Escoliose Hipercifose Hiperlordose Sem Alteração Visual N(%) 1 65(64,4) 36(35,6) 1 2(2,) 7(6,9) 16(15,8) 1(1,) 1(1,) 1(1,) 35(34,7) 37(36,6) 1(1,) 1 15(14,9) 86(85,1) 1 43(42,6) 24(23,8) 19(18,8) 15(14,9) Em consequência de toda essa problemática foram realizadas avaliações posturais visíveis e perguntas sobre conhecimentos e considerações posturais adequadas, as quais 64,4% dos participantes reconheceram possuir conhecimentos sobre boa postura, principalmente quanto à forma de sentar-se reto em 36,6% dos casos (TABELA 5). De Vitta11 com objetivo de avaliar o nível de conhecimento relacionado à postura sentada, constatou que o programa de educação escolar foi importante para aumentar o nível de informações dos estudantes a respeito da postura sentada. Na avaliação postural visível obteve-se em 85,1% das pessoas algum desvio da coluna predominando a escoliose com 42,6% dos casos. Em todas as profissões a ergonomia deve atuar para evitar problemas posturais e tornar o trabalho de alguma forma o mais confortável possível, evitando, assim, os acidentes de trabalho e o absenteísmo. Segundo Campos et al 12, não só no mercado informal existem alterações por conta desta falta de ergonomia como em um estudo realizado com o profissional cirurgião-dentista que está comumente exposto a injúrias ocupacionais decorrentes, entre outros fatores, da postura e posição de trabalho 17

18 Alterações Posturais Dos Trabalhadores do Beco Da Poeira Oliveira et al inadequada. A implementação de programas de ergonomia tem sido preconizada não só como forma de educar e conscientizar o profissional, como também de diminuir os custos, diretos e indiretos, relacionados aos traumas por esforços repetitivos. De acordo com Bittar et al13, num estudo realizado com a participação de 12 trabalhadores da Divisão de Laboratório Central do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, com o objetivo de determinar associações de fatores demográficos, história clínica e ocupacional, estresse relacionado ao trabalho e fatores ergonômicos, com relatos de sintomas osteomusculares e faltas ao trabalho relacionadas aos sintomas, tiveram resultados semelhantes a pesquisa realizada no mercado informal de Fortaleza quanto à negatividade da má ergonomia no ambiente de trabalho e o absenteísmo. O estudo realizado por Aguiar14, que contou com a participação de 156 fisioterapeutas com idade compreendida entre 2 e 42 anos, residentes em Cascavel - Paraná e região, detectou alta incidência em desconfortos posturais nesses profissionais, com destaque para as seguintes regiões: cervical (51,28%), lombar (33,97%), dorsal (3,12%), membros superiores (11,66%) e membros inferiores (7,69%). Os movimentos de maior expressão, por sua relação com as sobrecargas posturais, são os que exigem movimentos de flexão e/ou rotação de tronco, da mesma forma, são maximizadas pela quantidade de horas trabalhadas. No mercado informal do Beco da Poeira, a postura mais utilizada pelos ambulantes é a bipidestação, com isso também ocorre maior gasto energético que leva a fadiga muscular e tendência a posturas viciosas e acidentes de trabalho. Na análise do ambiente de trabalho no Beco da Poeira, foram estudados os fatores ambientais de natureza física e química, tais como: ruídos, vibrações, iluminação, clima, cores e substâncias químicas. Os trabalhadores do Beco da Poeira são submetidos a ruídos estimados em valores acima de 9 db (decibéis) no ambiente de trabalho, podendo provocar perturbações e, com o tempo, levar a surdez, fazendo com que o trabalhador fale mais alto para ser compreendido, levando a perturbações15. Os ambulantes são submetidos a movimentos muito rápidos e periódicos do corpo, os efeitos da vibração sobre o organismo podem danificar alguns órgãos do corpo humano; são movimentos como pegar a mercadoria em cima de uma prateleira, ensacar mercadorias, transportar mercadorias, entre outros. A iluminação, muitas vezes, perde a imagem de nitidez. Em grau mais avançado, a fadiga visual provoca dores de cabeça, náuseas, depressão, irritabilidade emocional. O Beco da Poeira possui iluminação inadequada, por ser um espaço restrito com pouca entrada de luz natural, dificultando a visibilidade do ambulante e, muitas vezes, levará a acidentes de trabalho, assim como a umidade e a temperatura influenciam diretamente no desempenho do trabalho humano. Quando o ambulante se expõe a elevadas temperaturas, o rendimento, a concentração e a velocidade do trabalho diminuem15. Tais situações são freqüentes devido às condições físicas e ao aumento do fluxo de pessoas. O Beco da Poeira requer cores brilhantes em seu interior, facilitando a visualização de produtos e melhorando o desempenho dos ambulantes. Entretanto, possui cores escuras e opacas15. Tabela 6 Análise bivariada considerando o tipo de alteração postural visível da amostra. Fortaleza/CE, 27. Variável PRODUTO Acessórios Bijuteria Bolsas Calçados Confecção Ferragem Livros Peças íntimas SEXO Feminino Masculino ESCOLARIDADE Analfabeto 1º. Completo 2º.Completo 3º.Completo Não Respondeu DOR Possui Dor Não Possui Dor Não Respondeu LOCAL DA DOR Dor Na Cervical Dor Na Dorsal Dor Na Lombar Não Possui Dor Não Respondeu PIORA DA DOR Piora de manhã Tarde Noite Não Sente Dor TRANSPORTA PESO Sim Não CONHECIMENTO POSTURAL Aval. Post.Adequada Aval.Post.Inadequada Tipo de alteração postural visível Escoliose Hipercifose Hiperlordose Sem alterações visíveis Valor de p,725,147,249,756,377,4,175,624 Não se observou diferença estatística significante em nenhuma das variáveis pesquisadas. Entretanto, estudos com populações diversas mostram relação entre as variáveis que não foram detectadas 18

19 Alterações Posturais Dos Trabalhadores do Beco Da Poeira Oliveira et al neste. Correia et al 16, ao avaliar dores e lesões na coluna vertebral, hábitos e costumes, com 3 acadêmicos de Fisioterapia do 1 ao 8 semestre, de uma universidade particular da cidade de Nova Friburgo/RJ (Universidade Estácio de Sá), encontrou diferença por sexo e distúrbio na coluna. Entre os homens constatou-se maior incidência a escoliose (23%), sendo superior para a taxa encontrada nas estudantes de 16% e menor incidência de cifose 17% e lordose 16%.A taxa para outros tipos de lesões correspondeu igualmente para um grande percentual dos relatos (44%), em sua maioria para lombalgia. Em relação ao tipo de lesão por faixa etária, em ambos os sexos tiveram análise significativas ao nível adotado na pesquisa (p<,5). Embora não tendo sido detectado relação causal entre as variáveis estudadas e a ocorrência de alterações posturais visíveis, destaca-se que as condições de trabalho no beco da poeira são inadequadas e que há inobservância dos princípios ergonômicos e da proteção à saúde, resultando em problemas osteomusculares, pois, como afirmam Birttar et al13, o estresse ocupacional constitui um complexo estado físico-psíquico derivado das exigências e inadequações dos fatores ambientais, organizacionais e humanos do ambiente de trabalho. Há uma relação direta entre os altos índices de estresse ocupacional e a ausência de concepções ergonômicas e preparo físico dos funcionários no seu ambiente de trabalho. Concorda-se com Couto 17 quando sugere uma série de medidas para adequar o ritmo de trabalho à capacidade do trabalhador, algumas medidas simples para diminuir a sobrecarga sobre a coluna, e diversas recomendações para o serviço médico da empresa, visando principalmente uma seleção correta dos candidatos ao cargo e um planejamento de sua readaptação profissional, que pode ser facilmente aplicável aos trabalhadores informais do beco da poeira. CONCLUSÃO Os trabalhadores do Beco da Poeira passam mais tempo trabalhando em pé, com isso desenvolvem vícios posturais que sobrecarregam a coluna vertebral e levam a fadiga muscular. A postura estática em pé promoverá maior tensão na coluna vertebral, com prevalência de dor na região dorsal citada pelos trabalhadores, a qual tende a piorar pelo carregamento inadequado de peso, agravando-se durante a noite, no repouso, corroborando em problemas osteomusculares. REFERÊNCIAS 1.Rolim CFC. Efeitos Regionais da abertura comercial sobre a cadeia produtiva do algodão, têxtil, vestuário. Paraná, [acesso 26 Ago 26]. Disponível em: economia.ufpr.br. 2.Noronha EG. Informal, ilegal, injusto: percepção do mercado de trabalho no Brasil. Revista Brasileira de Ciências Sociais. 23; 18(53): Hage M. Dor nas costas: deixe de reclamar e resolva de uma vez. São Paulo: Gente; Deliberato PCP. Fisioterapia preventiva. Barueri, SP: Manole; Cavalcante FFG et al. Estudo sobre os riscos da profissão de estivador do Porto do Mucuripe em Fortaleza. Ciências & Saúde coletiva. 25:1. [acesso 26 Ago 3]. Disponível em: 6.Brasil. Ministério da Saúde (BR). Conselho Nacional de Saúde. Diretrizes e normas regulamentadoras sobre pesquisa envolvendo seres humanos. Resolução Brasília: CNS; Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional Regional. COFFITO-1. Código de Ética Profissional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional. Brasília; Guedes EM. Distúrbios osteomusculares e o trabalho de enfermagem hospitalar: estudos com auxiliares de enfermagem em unidade de ortopedia: osteomuscular disturbances and hospitalar nursing work: study with nursing assistants orthopaedic unit. Rio de Janeiro; 2. xv,16 p. 9.Ramadam PA. Fatores de risco associados ao relato de sintomas osteomusculares em trabalhadores de laboratório de patologia clínica: risk factors associated to the report of musculoskeletal symptoms in workers at laboratory of clinical pathology. Säo Paulo; p. 1.Zeitoune RCG. Desconforto lombar e as variáveis cinemáticas da postura do profissional de enfermagem: Low-back-pain (LBP) and kinematics parameters postual in nursing professional. Rio de Janeiro; p. 11.Vitta A, Vitta FC, Rossi GC, Chitt L, Padavani CA. Eficácia de um programa de educação sobre postura para escolares do ensino fundamental. Revista Fisioterapia em movimento. 24 Set; 17(3):

20 Alterações Posturais Dos Trabalhadores do Beco Da Poeira Oliveira et al 12.Campos JÁ, Duarte B, Garcia, P PNS, Zuanon ACC. Ergonomia em odontologia: ergonomics in dentistry. Rev. Paul. Odontol. 25 Abr-Jun ; 27(2): Bittar ADS, Costa CC, Montini D, Souza DV, Lopes J, Bessa R, Bazo ML. Influência da intervençäo ergonômica e o exercício físico no tratamento do estresse ocupacional: influence of ergonomic intervention and physical exercise in occupational stress treatment. Reabilitar. 24 Jul Set; 6(24): Aguiar CP. Estudo das sobrecargas posturais em fisioterapeutas: uma abordagem biomecânica ocupacional: the postural disturbance in physical therapists: an occupational biomechanic approach. Fisioter. Mov. 24 Jul Set; 17(3): Correia AL, Pereira JS, Silva MAG. Dores e lesões na coluna vertebral, hábitos e costumes em acadêmicos de fisioterapia. Fisioterapia do Brasil. 25 Maio Jun; 6(3): Couto HA. Aplicaçäo de métodos de avaliaçäo fisiológica e biomecânica no estudo ergonômico do cargo de ajudante de embalagem de sacas. In: Associaçäo Nacional de Medicina do Trabalho. V Congresso da Associaçäo Nacional de Medicina do Trabalho. Associaçäo Nacional de Medicina do Trabalho; p Submissão: 1/7/29 Aceite: 18/9/29 15.Iida I. Ergonomia: projeto e produção. São Paulo, RJ: Edgard Blucher; 22. 2

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