Boletim. Contabilidade Financeira. Manual de Procedimentos. Concessão de crédito - Índices para análise a curto e a longo prazo (1 a parte)

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1 Boletim Manual de Procedimentos Contabilidade Financeira Concessão de crédito - Índices para análise a curto e a longo prazo (1 a parte) SUMÁRIO 1. Introdução 2. Índices econômico-fi nanceiros para análise de crédito 3. A análise do ponto de vista de concessão de crédito 4. Principais índices econômico-fi nanceiros 5. Comentários sobre os índices 6. A fórmula DuPont 7. Os aspectos qualitativos da análise 8. Aplicação prática do processo de avaliação de crédito 1. INTRODUÇÃO Os aspectos da concessão de crédito têm sido uma preocupação constante das empresas cujo objetivo é reduzir ao máximo as suas perdas nesses recebimentos. No Fascículo n o 30/2006 do Manual de Procedimentos, tivemos a oportunidade de abordar esse tema, porém, em sua base teórica. Tratamos dos aspectos mais conceituais sobre os riscos internos e externos na concessão de crédito, o papel do crédito, a política de crédito e os níveis de investimentos em contas a receber que podem ser mantidos para controle das decisões de concessão sem entrar no aspecto da análise individual do tomador. Neste texto analisaremos esse tema de forma mais profunda, abordando os principais índices para chegar a uma conclusão mais realista da empresa em análise. Devido à sua extensão, será apresentado em duas partes. Na primeira parte trataremos da análise individual propriamente dita e, na segunda, apresentaremos a parte prática por meio de um conjunto de demonstrações contábeis de uma empresa industrial do setor metalúrgico. Um outro aspecto do processo de avaliação empresarial diz respeito ao objetivo do estudo. O interesse na análise de uma empresa pode originar-se de várias partes: acionista, credor e administração interna da empresa 2. ÍNDICES ECONÔMICO-FINANCEIROS PARA ANÁLISE DE CRÉDITO O cálculo dos índices econômico-fi nanceiros constitui-se, basicamente, no mais difundido instrumento de medição do desempenho retrospectivo e prospectivo de uma empresa, utilizado notadamente para tomada de decisão de concessão de crédito por parte de instituições fi nanceiras e defi nições de vendas a prazo. No entanto, algumas precauções devem ser tomadas com vistas a obter as melhores conclusões na análise. Inicialmente, o analista deve certifi car-se de que as demonstrações contábeis (balanço patrimonial e demonstração de resultados), insumos básicos do processo de análise, foram levantadas segundo critérios contábeis homogêneos. Da mesma forma, o manuseio de um único índice apresenta pouca representatividade para a análise. Mesmo que o objetivo do estudo seja bem específico e limitado (avaliar o retorno gerado pelo capital próprio, por exemplo), normalmente não se obtém informações mais completas através de um único indicador fi nanceiro, caso em que é necessário trabalhar com um grupo de índices compatível com a fi nalidade da avaliação. Por exemplo, neste caso é prudente para o analista não só levantar o retorno sobre o capital próprio como também avaliar as causas da magnitude assumida pelo índice, o que demanda a elaboração de indicadores adicionais. Deve-se estar consciente, ainda, de que as melhores conclusões somente são obtidas mediante comparações, as quais poderão ser do tipo temporal e interempresarial. No caso de comparação temporal, os índices são estudados segundo uma tendência apresen- IOB - Manual de Procedimentos - Jul/ Fascículo 29 TC 1

2 tada pelos vários segmentos econômico-financeiros ao longo do tempo (normalmente três anos). Já a comparação interempresarial, por outro lado, visa o confronto dos índices levantados na empresa objeto da análise com os obtidos em empresas similares. Nesse caso, muito têm facilitado as publicações especializadas de índices setoriais. É preciso ressaltar que os índices não são aplicáveis de maneira imutável em todas as situações. Como cada segmento empresarial possui características próprias e bem defi nidas, deve-se adaptar os índices às peculiaridades enfrentadas no processo de análise. Um outro aspecto do processo de avaliação empresarial diz respeito ao objetivo do estudo. O interesse na análise de uma empresa pode originar-se de várias partes: acionista, credor e administração interna da empresa. Ao contrário do acionista, o credor (atual e potencial) está mais interessado na capacidade de pagamento (risco fi nanceiro) da empresa do que em sua eventual rentabilidade. Na realidade, para o credor, o interesse pela rentabilidade da empresa está mais na capacidade de capitalização e demonstração do sucesso do empreendimento do que propriamente no retorno do capital investido. 3. A ÁNALISE DO PONTO DE VISTA DE CONCESSÃO DE CRÉDITO Uma das maiores difi culdades encontradas pelas instituições fi nanceiras (e empresas credoras fornecedoras de bens) por ocasião do estudo para a concessão de crédito centra-se na ausência de dados e informações mais detalhados sobre os vários elementos operacionais e patrimoniais da empresa. Por exemplo, desconhecendo as várias datas e os critérios de formação, o analista externo recorre a valores médios (normalmente de início e fi nal de exercício) para determinar os vários elementos ativos e passivos (Estoques, Patrimônio Líquido etc.). Da mesma forma, como muitos outros dados necessários ao processo de análise não são explicitamente identifi cados nas demonstrações (compras realizadas, volume de vendas a vista e a prazo etc.), são obtidos por via indireta. Nessas situações, notadamente para efeitos de projeção, cabe ao credor da empresa solicitar ou não informações adicionais, tendo em vista as necessidades verifi cadas em cada situação, com o objetivo de suportar ou não a sua aprovação. Apesar da existência de uma considerável quantidade de índices utilizáveis no processo de avaliação das empresas, interessa ao analista de crédito conhecer um número limitado deles. Dentro deste enfoque, relacionamos a seguir os grupos de índices mais utilizados no mercado de crédito nacional. 4. PRINCIPAIS ÍNDICES ECONÔMICO- FINANCEIROS 4.1 Índices de liquidez a) Índice de Liquidez Corrente Liquidez Corrente = Ativo Circulante Passivo Circulante O Índice de Liquidez Corrente identifi ca quanto a empresa possui em termos de disponibilidades imediatas e direitos em curto prazo para cada real de dívida circulante (curto prazo). Se esse índice for superior a 1, indica a existência de capital de giro líquido (capital circulante líquido) positivo; se for igual a 1 mostra a inexistência de capital de giro líquido; se for inferior a 1, indica que a empresa está operando com capital de giro negativo. b) Índice de Liquidez Seca Liquidez Seca = Ativo Circulante - Estoques - Despesas Antecipadas Passivo Circulante Esse índice identifi ca a porcentagem das dívidas a curto prazo que pode ser paga por meio de ativos circulantes de maior liquidez. c) Índice de Liquidez Geral Liquidez Geral = Ativo Circulante + Realizável a Longo Prazo Passivo Circulante + Exigível a Longo Prazo O Índice de Liquidez Geral identifi ca quanto a empresa possui em termos de ativos monetários e estoques em relação ao total de sua dívida (curtos e longos prazos). 4.2 Índices operacionais a) Índice do Prazo Médio de Estocagem Prazo Médio de Estocagem = Estoques Custo dos Produtos Vendidos TC Manual de Procedimentos - Jul/ Fascículo 29 - IOB

3 Esse índice identifi ca o número médio de dias em que a empresa efetua a renovação de todo o seu estoque. b) Índice do Prazo Médio de Cobrança Prazo Médio de Cobrança = Duplicatas a Receber Vendas Anuais a Prazo 360 Por meio desse índice, identifi ca-se o prazo médio em dias despendido para que a empresa receba suas vendas a prazo. b) Índice de Composição das Exigibilidades Composição das Exigibilidades = Passivo Circulante Exigível Total Esse índice informa o nível de endividamento a curto prazo da empresa em relação ao total de seu exigível. Evidentemente, 1 menos o resultado desse índice indica o nível de endividamento a longo prazo da empresa. c) Índice de Imobilização dos Recursos Próprios 4.3 Índices de rotação a) Índice de Rotação do Estoque Imobilização dos Recursos Próprios = Ativo Permanente Patrimônio Líquido Rotação do Estoque = Custo dos Produtos Vendidos Estoque Por meio desse índice, obtém-se o nível de imobilização dos recursos próprios da empresa no volume total investido no Ativo Permanente. O estudo da rotação dos estoques informa o número de vezes (freqüência) e o prazo médio em que giram os estoques dentro de determinado exercício ou período considerado. O conhecimento desse índice é utilíssimo na fi xação de um estoque ideal, além de servir de estudo mais avançado para a análise de crédito. Quanto maior o giro, melhor será o desempenho da empresa na utilização dos recursos aplicados nos estoques. Um giro baixo pode indicar existência de estoques obsoletos ou mesmo difi culdade da empresa em escoar os seus produtos acabados. b) Índice de Rotação do Ativo Imobilizado Rotação do Ativo Imobilizado = Vendas Líquidas Ativo Imobilizado Operacional Esse índice identifi ca a capacidade do Ativo Imobilizado em atender o volume de vendas líquidas. Quanto maior a rotação, maior será a efi ciência operacional. 4.4 Índices de alavancagem a) Índice de Participação do Exigível Total d) Índice de Imobilização dos Recursos Permanentes Imobilização dos Recursos Permanentes = Ativo Permanente Patrimônio Líquido + Exigível a Longo Prazo O Índice de Imobilização dos Recursos Permanentes identifi ca o nível em que os recursos permanentes da empresa (Patrimônio Líquido + Exigível a Longo Prazo) estão fi nanciando o Ativo Permanente. 4.5 Índices de rentabilidade a) Índice de Rentabilidade das Vendas ou Margem Líquida Rentabilidade das Vendas ou Margem Líquida = Lucro Líquido Vendas Líquidas Por meio desse índice, identifi ca-se a efi ciência global da empresa. Quanto ganhou, em termos líquidos, por cada real vendido. b) Índice de Retorno sobre o Investimento (ROI) Participação do Exigível Total = Exigível Total Patrimônio Líquido Retorno sobre o Investimento (ROI) = Lucro Líquido Ativo Total Por meio desse índice, identifi ca-se o grau de endividamento total da empresa, isto é, quanto a empresa possui de capital de terceiros para cada real de capital próprio investido. O ROI identifi ca o retorno do total das aplicações processadas pela empresa em seus ativos. c) Índice de Retorno sobre o Capital Próprio IOB - Manual de Procedimentos - Jul/ Fascículo 29 TC 3

4 Retorno sobre o Capital Próprio = Lucro Líquido Patrimônio Líquido Esse índice identifi ca o retorno líquido dos recursos próprios investidos na empresa, ou seja, quanto os proprietários obtêm de lucro para cada real aplicado na empresa. 5. COMENTÁRIOS SOBRE OS ÍNDICES Os índices de liquidez indicam a capacidade que a empresa apresenta em atender corretamente suas dívidas. Apesar de estar normalmente circunscrito ao curto prazo, o Índice de Liquidez Geral permite que se obtenha também algumas informações de longo prazo. Quanto maiores se apresentarem esses índices, mais se evidencia uma melhor capacidade da empresa em resgatar pontualmente todas as suas obrigações. É evidente que a liquidez depende, em grande parte, da capacidade que certos ativos circulantes (realizável e estoques) apresentam em se converter em caixa, fi cando a critério do analista, nesse particular, atribuir maior ou menor importância a cada um dos índices relacionados. Os índices de rentabilidade visam à avaliação dos resultados da empresa em relação a diversos parâmetros, tais como vendas, ativo total e Patrimônio Líquido. O mercado em geral atribui enorme importância à rentabilidade, que se constitui, para os credores, em excelente testemunho de garantia e sucesso do empreendimento. Empresas com baixa (ou negativa) rentabilidade costumam sofrer certas restrições de crédito, notadamente no que se refere a uma limitação do volume oferecido e a um acréscimo das taxas de juros cobradas em decorrência de um maior risco operacional envolvido. 6. A FÓRMULA DUPONT Um índice muito usado no mercado em geral e, também, pelos credores (atuais e potenciais) das empresas é o ROI (Retorno sobre o Investimento), o qual é calculado, conforme apresentado a seguir, pela simples divisão entre o lucro líquido e o ativo total obtidos em um mesmo período. Esse índice indica para o analista a capacidade que os ativos totais da empresa apresentam em gerar lucros, ou seja, quão efi cientemente têm sido utilizados os recursos alocados pela empresa em suas aplicações de Ativo. No entanto, para melhor analisar os resultados gerados pelos ativos totais, esse índice é freqüentemente desmembrado da fórmula DuPont, conforme ilustrado a seguir. Os índices operacionais são bem mais dinâmicos e permitem que se obtenha a liquidez de cada uma das fases do ciclo operacional da empresa, ou seja, liquidez dos estoques e das contas a receber. ROI = Lucro Líquido Ativo Total = Margem Líquida = Lucro Líquido Vendas x Por sua vez, os índices de rotação representam o cálculo inverso dos índices operacionais (1/prazo). Pode-se obter a rotação (ou giro) de cada fase operacional, isto é, quantas vezes os estoques, as contas a receber ou o imobilizado giraram no período. Giro dos Ativos Totais = Vendas Ativo Total Mede a eficiência com que os ativos totais da empresa são usados para a realização de suas vendas. Os índices de alavancagem são utilizados, basicamente, na tentativa de medir a participação do capital próprio e do de terceiros (a curto e longo prazos) na estrutura patrimonial da empresa, ou seja, o grau de comprometimento da empresa perante seus credores. Quanto maiores se apresentarem esses índices, menor será a capacidade teórica de a empresa não atender aos compromissos contratuais assumidos com os credores. A administração da empresa deve dedicar especial atenção a esse grupo, dada a sua notória importância para todas as partes interessadas, principalmente os emprestadores. Através da fórmula DuPont pode-se obter, com um melhor grau de detalhamento e compreensão, as causas que determinaram a evolução apresentada no índice nos vários períodos considerados, ou seja, a fórmula permite verifi car se foi a margem de lucro (margem líquida, conforme defi nida) ou o giro dos ativos que determinou o comportamento temporal observado no ROI. 7. OS ASPECTOS QUALITATIVOS DA ANÁLISE Os aspectos qualitativos da análise de concessão de crédito, conforme citados no item anterior, são, na realidade, válidos para qualquer critério quantitativo de análise considerado. Nesse particular, 2 aspectos são fundamentais no estudo: o administrador da 4 TC Manual de Procedimentos - Jul/ Fascículo 29 - IOB

5 empresa (ou proprietário) e o empreendimento (negócio). Com relação à pessoa identificada com a conduta dos negócios da empresa solicitante, é atribuído, em grande parte, o próprio sucesso do empreendimento, caso em que são avaliadas basicamente a conduta pessoal e honorabilidade do empreendedor (tanto na sua vida particular como na condução dos negócios), a experiência adquirida nos vários anos de atividade empresarial, a visão comercial e a habilidade com que conduz os seus negócios e o seu grau de aversão ao risco. A análise qualitativa do negócio envolve, principalmente, a tradição da atividade empresarial, o nível de crescimento e expansão que vem apresentando, o potencial e as perspectivas do ramo de atividade do solicitante, inclusive nível de concorrência, e, fi nalmente, o momento econômico por que passa o País. 8. APLICAÇÃO PRÁTICA DO PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE CRÉDITO Neste texto, foram apresentados os principais critérios e sistemas de análise de concessão de crédito adotados indiferentemente por instituições fi nanceiras e empresas fornecedoras de bens. Apesar do grau de detalhamento considerado nos vários modelos, poderá perfeitamente permanecer alguma dúvida, notadamente no que se refere à ausência de aplicações práticas da matéria exposta. Assim, para sanar essa limitação e tornar o texto mais completo, publicaremos no próximo Fascículo deste Manual de Procedimentos o texto com uma aplicação prática da análise de concessão de crédito, a qual será desenvolvida a partir de uma situação real. Contabilidade Geral Contas de compensação - Aspectos práticos 1. INTRODUÇÃO No Fascículo anterior comentamos que, conforme preconizado pela NBC T 2.5, aprovada pela Resolução CFC n o 612/1985, as contas de compensação constituem sistema próprio e devem conter o registro de atos relevantes, cujos efeitos possam traduzir-se em modifi cações no patrimônio da entidade. Mencionamos que tais contas constituem um sistema que registra operações não modifi cadoras do patrimônio, razão pela qual são também denominadas contas extrapatrimoniais e se posicionam em separado no Balanço, logo após a totalização do Ativo e do Passivo, uma vez que não podem ser a estes somadas. Comentamos, também, que a obrigatoriedade legal de elaboração de notas explicativas (Lei n o 6.404/1976, art. 176, 4 o ) não constitui impedimento à adoção do sistema de compensação nem o substitui tecnicamente. Agora vamos demonstrar, com exemplos, os aspectos práticos da utilização dessas contas. 2. POSICIONAMENTO NO BALANÇO PATRIMONIAL As contas de compensação posicionam-se, no Balanço, logo após as contas do Ativo e do Passivo, mas seus valores totais não podem ser adicionados aos totais destes. IOB - Manual de Procedimentos - Jul/ Fascículo 29 TC 5

6 Ressalta-se que não é recomendável somar os totais (do sistema patrimonial e do extrapatrimonial) porque, como referido, o segundo total registra fatos cujos efeitos ainda não causaram, efetivamente, modifi cações no patrimônio da entidade. 3. PLANO DE CONTAS DE COMPENSAÇÃO Um plano de contas de compensação pode ter a seguinte confi guração (este modelo, naturalmente, não é exaustivo): 4.1 Registro e baixa de contratos e empenhos 1) Pela contratação de seguro Seguros Contratados (Conta de Compensação Ativa) Contratos de Seguros (Conta de Compensação Passiva) R$ 2.500,00 2) Pela baixa da apólice de seguro por ocasião de seu vencimento Contas de Compensação Ativas Contratos e Empenhos Seguros Contratados Arrendamentos Mercantis contratados Riscos e Ônus Patrimoniais Títulos Avalizados Títulos Endossados Imóveis Hipotecados Operações com Materiais Próprios Materiais Remetidos para Industrialização Materiais Remetidos para Conserto Mercadorias Emprestadas Mercadorias Remetidas para Demonstração Bens Cedidos em Comodato Contas de Compensação Passivas Contratos e Empenhos Contratos de Seguros Contratos de Arrendamentos Mercantis Riscos e Ônus Patrimoniais Avais Concedidos Endossos para Descontos Hipotecas de Imóveis Operações com Materiais Próprios Remessas para Industrialização Remessas para Conserto Remessas de Mercadorias por Empréstimo Remessas de Mercadorias para Demonstração Remessas de Bens em Comodato Contratos de Seguros (Conta de Compensação Passiva) Seguros Contratados (Conta de Compensação Ativa) R$ 2.500, Registro e baixa de valores constitutivos de riscos e ônus patrimoniais 3) Pelo registro do contrato de hipoteca Imóveis Hipotecados (Conta de Compensação Ativa) Hipotecas de Imóveis (Conta de Compensação Passiva) R$ ,00 4) Pelo registro do levantamento da hipoteca Hipotecas de Imóveis (Conta de Compensação Passiva) Imóveis Hipotecados (Conta de Compensação Ativa) R$ , Registro de valores relativos a operações com materiais próprios Operações com Materiais de Terceiros Entradas para Industrialização Operações com Materiais de Terceiros Materiais Recebidos para Industrialização Entradas para Conserto Materiais Recebidos para Conserto Entradas de Mercadorias por Mercadorias Emprestadas Empréstimo Entradas para Demonstração Mercadorias Recebidas para Demonstração Bens Recebidos em Comodato Bens Recebidos em Comodato 5) Pela remessa de matéria-prima ao fornecedor para industrialização Materiais Remetidos para Industrialização (Conta de Compensação Ativa) Remessas para Industrialização (Conta de Compensação Passiva) R$ ,00 6) Pelo registro do retorno parcial da matéria-prima remetida para industrialização 4. REGISTRO DE EVENTOS Para exemplifi car, apresentamos a seguir o registro de alguns eventos em contas de compensação, com dados meramente ilustrativos. Remessas para Industrialização (Conta de Compensação Passiva) Materiais Remetidos para Industrialização (Conta de Compensação Ativa) R$ ,00 6 TC Manual de Procedimentos - Jul/ Fascículo 29 - IOB

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