PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE CAMPINAS ANÁLISE DOS DEMONSTRATIVOS CONTÁBEIS

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1 PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE CAMPINAS CENTRO DE ECONOMIA E ADMINISTRAÇÃO FACULDADE DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS ANÁLISE DOS DEMONSTRATIVOS CONTÁBEIS PROF. Msc. JOSÉ VICENTE CAMPINAS - SP 2009

2 2 ANÁLISE DOS DEMONSTRATIVOS CONTÁBEIS A análise das demonstrações contábeis é a arte de saber extrair relações/informações úteis, dos relatórios contábeis tradicionais, BALANÇO PATRIMONIAL E DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO. A análise compreende o estudo das relações entre elementos patrimoniais, econômicos e financeiros contidos nos relatórios e nas demonstrações contábeis. A aplicação do princípio das relações entre os componentes contábeis evidenciados nos relatórios e demonstrações tem por finalidade básica a indicação das causas que geram aumento ou diminuição das receitas e despesas e a sua influencia na modificação do patrimônio administrado, assim como do incremento ou redução da capacidade financeira da empresa. Compreende a indicação de informações numéricas, preferentemente, de dois ou mais períodos regulares, de modo a auxiliar ou instrumentalizar os administradores, acionistas, clientes, fornecedores, instituições financeiras, Governo, investidores e outras pessoas interessadas em conhecer a situação da empresa ou tomar decisões. Visa ao estudo crítico da situação patrimonial, em dado momento, e das mutações ocorridas no período, mediante avaliação da atividade lucrativa da empresa e verificação se os objetivos dos administradores, acionistas, sócios ou investidores foram plenamente atingidos. INSTRUMENTAL BÁSICO A análise das demonstrações contábeis costuma ser desenvolvida mediante aplicação de técnicas simples e bastante difundidas, como reclassificação do Balanço Patrimonial e Demonstração do Resultado, a análise horizontal, vertical e os índices econômicos financeiros. RECLASSIFICAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES Para eliminarmos algumas distorções, necessário se faz que, reclassifiquemos no Balanço Patrimonial as Duplicatas Descontadas, para o Passivo Circulante, considerandoos como passivos onerosos, pois estas operações provocam despesas financeiras e, se o sacado não pagar no vencimento, o banco debitara o valor da duplicata na conta corrente da empresa. A Provisão para devedores duvidosos é ajustada à conta Clientes ou Duplicatas a Receber, as contas Despesas Antecipadas ou Despesas do Exercício Seguinte para o Patrimônio Líquido, mais precisamente para a conta de Lucros Acumulados, pois se trata de despesa liquida e certa que ira diminuir o Patrimônio Líquido. Se existir no Balanço a conta Participação dos Minoritários, reclassificá-la para a Conta de Capital Social, pois se trata de parcela do patrimônio liquido que neste momento está segregado.

3 3 Na Demonstração de Resultado devemos determinar tecnicamente o valor correto do resultado operacional, reclassificando as contas de despesas e receitas financeiras, para a situação não operacional, pois não se trata de objeto da sociedade, diferentemente do que estabelece a lei 6404/76. ANÁLISE HORIZONTAL É realizada a partir de um conjunto de balanços sucessivos, bem como também da demonstração de resultados. Para a análise temos como base o ano mais antigo da série. A obtenção de uma série de números índices (evolução) se justifica quando existem diversos saldos sucessivos a serem comparados com o ano base. Quando possuímos somente duas posições consecutivas, será mais conveniente calcular porcentagens de acréscimo ou decréscimo sobre a posição anterior. A fórmula para obtenção da análise horizontal é: X1 / Xo 1 * 100 ANÁLISE VERTICAL É aplicada sobre o Balanço Patrimonial, a Demonstração do Resultado e a Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos. No Balanço, a análise vertical fornece indicadores que facilitam a avaliação da estrutura do ativo e das suas fontes de financiamento (composição). Esses indicadores correspondem às participações percentuais dos saldos das contas e dos grupos patrimoniais sobre o total do ativo (ou do passivo). A fórmula para obtenção da análise horizontal é: conta /base100) * 100 No Balanço Patrimonial a base 100 é o total do ativo e passivo, na Demonstração do Resultado a base 100 é a receita operacional líquida de vendas. ÍNDICES ECONÔMICOS FINANCEIROS A finalidade principal é permitir ao analista extrair tendências e comparar os quocientes com padrões preestabelecidos. A finalidade da análise é mais do que retratar o que aconteceu no passado fornecer algumas bases para inferir o que poderá acontecer no futuro. ÍNDICES PADRÕES Os índices padrões são extraídos de centenas de demonstrações contábeis de diferentes empresas classificadas por ramo de atividades. Os valores encontrados para cada tipo de índice são ordenados (do menor ao maior) para a aplicação de medidas estatísticas, a saber: quartis ou decis e mediana. [Quartis e Decis são separatrizes que dividem em parte iguais os valores observados:]

4 4 * três quartis dividem os valores em quatro grupos, cada um com 25% dos elementos; Nove decis permitem efetuar a divisão em dez grupos, cada qual com 10% dos índices observados. A mediana é o valor central da distribuição; metade dos valores ficará abaixo dela, e a outra metade acima. A mediana corresponderá ao 2º quartil ou ao 5º decil. Os índices-padrões refletem os diversos comportamentos observados para determinado tipo de índice. A cada decil estará associado um conceito que variará de péssimo a ótimo. Um índice que expresse o grau de endividamento da empresa será ótimo se estiver ao redor do 1º decil e poderá ser considerado péssimo se posicionar em torno do 9º decil, pois quanto maior for o endividamento, pior será a situação financeira da empresa. Com outros tipos de índices o conceito será invertido: quanto maior o seu valor, melhor a posição por ele refletida. Ex. giro do ativo. TIPOS DE ÍNDICES Existem muitos balanços de diferentes empresas, ao mesmo tempo diferentes tipos de índices para serem analisados. A comparação com os índices das empresas do mesmo ramo é largamente utilizada para formar opiniões sobre a situação e o desempenho de cada empresa em particular. Quando se está analisando as demonstrações da própria empresa, costuma-se calcular uma quantidade excessiva de índices, alguns até muito originais ou exóticos. Neste caso, deve-se começar aplicando um pequeno conjunto de índices básicos e acrescentar outros à medida que a análise os for solicitando. Com uma dúzia de índices pode-se fazer um bom diagnóstico sobre a situação econômico-financeira da empresa, desde que os mesmos sejam corretamente interpretados no seu conjunto e avaliados mediante o confronto com outros índices da própria empresa ocorridos no passado e com os índices de seus concorrentes diretos e do agregado do ramo ou setor. Os índices mais conhecidos nos meios profissionais (que nem sempre precisam ser aplicados em sua totalidade) são classificados para facilitar a interpretação conjunta de grandes grupos de informações, a saber: situação financeira, gestão dos recursos, rentabilidade e avaliação das ações. SITUAÇÃO FINANCEIRA A situação financeira da empresa refere-se à sua capacidade de liquidar os compromissos já assumidos e ao seu potencial de crédito junto aos fornecedores, instituições financeiras etc., ou seja, corresponde à liquidez da empresa vista de forma ampla. É avaliada através de inter-relações entre elementos patrimoniais que medem o

5 5 grau de endividamento, a adequação entre as fontes de recursos e os ativos por elas financiados e a capacidade de solvência da empresa. Essas medidas são obtidas com os índices de estrutura patrimonial e os índices de solvência. Os índices de cobertura complementam estes índices, medindo a relações entre os recursos gerados pelas atividades operacionais e os encargos financeiros e outros compromissos fixos. ÍNDICES DE ESTRUTURA PATRIMONIAL São expressos através da porcentagem de participação do numerador sobre o denominador ou em termos de números de vezes que o numerador contém o denominador. Com uma visão muito estreita do problema, esses índices são avaliados com critério de quanto menor, melhor. Na verdade, não se pode concluir que uma empresa em melhor situação do que outra apenas porque apresentou melhores valores nesses índices. Deve-se considerar que os mesmos constituem meros indicadores observados em dado momento e que os aspectos dinâmicos afetam não são captados por essas inter-relações. Todavia, uma empresa certamente não estará com uma situação financeira confortável se apresentar elevada participação de recursos de terceiros em relação ao capital próprio e ao ativo total, com predominância de dívidas a curto prazo nas exigibilidades totais, e com elevada imobilização dos seus recursos permanentes. Os três primeiros índices medem o endividamento da empresa: A relação Capital de terceiros /Capital Próprio revela quanto a empresa possui de dívidas em relação aos recursos pertencentes aos acionistas. Em geral, um índice superior a 100% (ou maior do que 1,0), evidencia desequilíbrio entre essas duas grandes fontes de financiamento do ativo. Capital de terceiros / Capital próprio = Capital de terceiros Patrimônio Líquido A Composição do Endividamento mostrará se existe ou não excesso de dividas a curto prazo sobre as exigibilidades totais. Subtraindo esse índice de 100% (ou de 1,0), encontra-se a participação das dívidas de longo prazo. Uma participação muito elevada de dívidas a curto prazo pode indicar iminente aperto financeiro. Composição do Endividamento = Passivo Circulante. Capital de terceiros O Endividamento Geral mostra a dependência de recursos de terceiros no financiamento dos ativos. Este índice está estreitamente ligado à relação Capital de Terceiros / Capital Próprio, constituindo outro ângulo de visão do mesmo problema. Elevadas proporções neste índice revelam que a empresa se encontra excessivamente endividada. Endividamento geral = Passivo circulante + Exigível a Longo Prazo Ativo Total

6 6 Os índices de Imobilização do Capital Próprio e de Imobilização dos Recursos Permanentes revelam quanto dessas fontes de recursos está investido em ativos cuja maturação financeira é muito longa. O imobilizado normalmente predomina dentro do Ativo Permanente e a sua realização financeira ocorre através da recuperação das depreciações, amortizações ou exaustões, via recebimento das vendas. Subtraindo esses índices de 100 % (ou de 1,0), encontra-se a parcela dos recursos próprios ou destes mais as dívidas a longo prazo que está aplicada no Ativo Circulante e no Realizável a Longo Prazo. Um alto grau de imobilização compromete a liquidez da empresa. Imobilização do Capital Próprio = Ativo Permanente Patrimônio Líquido Imobilização dos Recursos Permanentes = Ativo Permanente.. Exigível a Longo Prazo + Patr. Liquido ÍNDICES DE SOLVÊNCIA Expressos pelo número de vezes que o numerador contém o denominador, esses índices costumam ser avaliados pelo critério de quanto maior, melhor. Estes índices não medem a efetiva capacidade da empresa liquidar seus compromissos nos vencimentos, mas apenas evidenciam o grau de solvência em caso de encerramento total das atividades. Considerando essas inter-relações como indicadores gerais, pode-se supor que, quanto mais elevados forem os índices, melhor será a situação financeira da empresa. Os índices de liquidez medem a capacidade de a empresa saldar seus compromissos financeiros e as suas dívidas, com bens já disponíveis em ativos, ou seja, avaliam a capacidade financeira da empresa em relação a suas exigibilidades. São os seguintes os índices de solvência: LIQUIDEZ IMEDIATA Mede a capacidade da empresa em pagar seus compromissos financeiros com os únicos recursos que são líquidos e certos: dinheiro em caixa, bancos, aplicações financeiras, títulos do mercado aberto, títulos e valores mobiliários. Liquidez Imediata = Disponível. Passivo Circulante LIQUIDEZ CORRENTE É o mais conhecido e utilizado índice financeiro, mas certamente é aquele que mais erroneamente seja interpretado, pois se dizer que uma empresa que possua o dobro de ativo circulante em relação ao passivo circulante, não quer dizer que ela possua maior liquidez que outra que possua índice igual a um. Deve-se, sobretudo conhecer a qualidade dos ativos, uma vez que o passivo possui data liquida e certa para saldá-lo.

7 7 Liquidez Corrente = Ativo Circulante Passivo Circulante LIQUIDEZ SECA Ao subtrairmos do ativo circulante os estoques e as despesas pagas antecipadamente, sobram os valores de maior liquidez, como as duplicatas e outras contas a receber a curto prazo, as aplicações financeiras e as próprias disponibilidades. Liquidez seca = Ativo Circulante - Estoques Passivo Circulante LIQUIDEZ GERAL Mede a proporção dos bens e direitos a serem realizados a curto e longo prazo em relação às dividas totais. Mede a habilidade de se financiar os investimentos. Liquidez Geral = Ativo Circulante + Realizável a Longo Prazo Passivo Circulante + Exigível a Longo Prazo GESTÃO DOS RECURSOS Compreende a análise das inter-relações entre as contas de resultados e contas patrimoniais, pode-se avaliar os aspectos financeiros das atividades operacionais. Assim, temos dois grupos de indicadores que medem tais atividades: Índices de Rotação dos Recursos e Índices de Prazo médios. ÍNDICES DE ROTAÇÃO DOS RECURSOS A rotação ou giro dos recursos reflete o grau de utilização dos ativos na geração das vendas. Como as receitas de vendas constituem a principal fonte de lucros e de numerário (via cobrança), quanto maior for a sua proporção sobre os ativos, mais eficientemente estão sendo administrados os fundos neles investidos, beneficiando a liquidez e a rentabilidade da empresa. GIRO DOS ESTOQUES Procura representar quantas vezes se renovou o estoque em virtude das vendas. Indicam ainda se esses estoques são insuficientes (subinvestimento), desejáveis (normais) ou excessivos (superinvestimentos). Giro dos estoques totais = Custo das Vendas. Saldo Médio dos Estoques

8 8 GIRO DAS DUPLICATAS A RECEBER Procura representar quantas vezes girou as duplicatas a receber em relação às vendas deduzidas dos abatimentos, a prazo. Giro das Duplicatas a Receber = Receita Operacional Bruta - Devoluções e Abatimentos Saldo médio das Duplicatas a Receber GIRO DO ATIVO CIRCULANTE Englobam os estoques, as duplicatas e créditos a receber de curto prazo e as disponibilidades, envolvendo ativos operacionais e não operacionais. Mede quantas vezes foi possível transformar o capital de giro em vendas. Giro do Ativo Circulante = Receita Operacional Liquida. Saldo Médio do Ativo Circulante GIRO DO ATIVO FIXO Considera o saldo médio das imobilizações técnicas, líquido da depreciação, amortização e exaustão acumulada. E mede quantas vezes foi possível transformar o imobilizado em vendas líquidas. Giro do Ativo Fixo = Receita Operacional Líquida Saldo Médio do Imobilizado GIRO DO ATIVO OPERACIONAL Corresponde aos elementos que suportam ou decorrem das atividades básicas da empresa: IMOBILIZADO e ATIVO CIRCULANTE RECLASSIFICADO. Assim, o giro do ativo operacional constitui uma medida relevante para avaliar a intensidade do seu uso em função das vendas. Giro do Ativo Operacional = Receita Operacional Líquida. Saldo Médio Ativo Operacional GIRO DO INVESTIMENTO TOTAL Compõe-se de ativos operacionais e dos outros elementos que não estão diretamente vinculados ás atividades básicas da empresa, tais como aplicações financeiras a longo prazo, ações de outras empresas e empréstimos a funcionários, inclui-se, enfim todos os ativos. Giro do Investimento Total = Receita Operacional Líquida. Saldo Médio Ativo Total ÍNDICES DE PRAZOS MÉDIOS

9 9 Envolve as atividades da empresa do tipo comprar, estocar, produzir, vender, receber. Calculamos com isso o Prazo Médio de Estocagem, o Prazo Médio de Cobrança e o Prazo Médio de Pagamento dos Fornecedores. PRAZO MÉDIO DE ESTOCAGEM Representam quantos dias a empresa demora em média, para renovar os seus estoques. Prazo Médio de Estocagem = Saldo Médio dos Estoques. Custo das Vendas / 360 dias PRAZO MÉDIO DE COBRANÇA Representa quantos dias a empresa demora em média, para receber as suas vendas a prazo. Prazo Médio de Cobrança = Saldo Médio das Duplicatas a Receber. (Receita Bruta de vendas - Devol. e Abatimentos) / 360 dias PRAZO MÉDIO DE PAGAMENTO DOS FORNECEDORES Demonstra em média, quantos dias a empresa paga seus fornecedores. Prazo Médio de Pagto dos Fornecedores = Saldo Médio de Fornecedores Compras Brutas / 360 dias RENTABILIDADE Neste grupo encontramos dois conjuntos de índices que expressam as margens de lucratividade das vendas e as taxas de retorno sobre os recursos investidos. Também verificamos neste grupo o sentido do quanto maior melhor. MARGEM DE LUCRATIVIDADE DAS VENDAS Os três primeiros índices medem as proporções dos valores que constituem apurações parciais e finais do resultado econômico em relação à receita operacional liquida. MARGEM BRUTA É o percentual remanescente da receita operacional liquida após a dedução do custo das vendas, objetiva avaliar o departamento de produção e a sua eficiência, bem como o esforço comercial.

10 10 Margem Bruta = Lucro Bruto. Receita Operacional Líquida MARGEM OPERACIONAL Procura expressar em formas percentuais aquilo que restou da receita operacional liquida após deduzir as despesas operacionais. É importante salientar que o resultado obtido é puro das operações, pois nela não são computadas as despesas e receitas financeiras e tampouco o imposto de renda. Margem Operacional = Lucro Operacional. Receita Operacional Líquida MARGEM LÌQUIDA Revela o percentual da receita operacional liquida que sobrou após serem deduzidas todas as despesas e computados os resultados não operacionais, a provisão para imposto de renda e as participações estatutárias. Margem Líquida = Lucro Líquido. Receita Operacional Líquida TAXAS DE RETORNO Esses índices informam sobre a remuneração propiciada aos recursos investidos na empresa durante certo período (normalmente um ano) Na taxa de retorno sobre o ativo operacional tem-se uma medida que considera a rentabilidade pura das operações básicas da empresa, pois no lucro operacional não são computados as despesas e receitas financeiras nem a tributação do imposto de renda. Retorno Sobre o Ativo Operacional = Lucro Operacional. Saldo médio do Ativo Operacional Um dos aspectos mais interessantes do retorno sobre o ativo (ROA) está ligado ao modo pelo qual alguns índices financeiros podem ser reunidos de modo a calculá-lo. Uma implicação dessa idéia é amplamente conhecida como Sistema Dupont de controle financeiro. Este sistema destaca o fato de que o ROA pode ser expresso em termos da margem de Lucro e do Giro do Ativo. A taxa de retorno sobre o investimento total mede a rentabilidade final obtida sobre os recursos investidos na empresa. Retorno Sobre o Investimento Total = Lucro Líquido. Saldo médio do Ativo Total A taxa de retorno sobre o capital próprio corresponde à rentabilidade que a empresa propiciou aos recursos investidos pelos seus acionistas.

11 11 Retorno Sobre o Capital Próprio = Lucro Liquido. Saldo médio Ajustado do Patrimônio Liquido RETORNO SOBRE O ATIVO OPERACIONAL COMO AUMENTAR A MARGEM OPERACIONAL A margem operacional aumentará quando o lucro operacional crescer mais do que a receita operacional liquida. Isso será obtido através de: * Aumento nas receitas de vendas maior do que a elevação nas despesas operacionais (admitindo-se que o custo das vendas varie na mesma proporção das receitas de vendas); ou * Redução nas despesas operacionais mais acentuadas do que nas receitas de vendas ( cortar as gorduras ); ou * O aumento nas receitas e redução nas despesas, simultaneamente. COMO AUMENTAR O GIRO DO ATIVO OPERACIONAL O giro do ativo operacional aumentará: * Com a expansão das receitas de vendas em maior proporção do que o crescimento do ativo operacional; ou * Com uma redução do ativo operacional de forma mais acentuada do que a contração das receitas de vendas. EFEITO COMBINADO DE AUMENTOS NAS MARGENS E NO GIRO * Conservando-se os mesmos valores para as despesas operacionais e para o saldo médio do ativo operacional; ou * Mantendo-se as despesas operacionais e reduzindo-se o saldo médio do ativo operacional; ou * Reduzindo-se as despesas operacionais e o saldo médio do ativo operacional. BIBLIOGRAFIA BRAGA, Roberto, Fundamentos e Técnicas de Administração Financeira, Atlas Iudícibus, Sérgio de, Analise de Balanços, 5ª edição, Atlas 2001 PADOVEZE, Clóvis Luís, BENEDICTO, Gideon Carvalho de. Análise das Demonstrações Financeiras, São Paulo, Thomson, MARION, José Carlos, Contabilidade Empresarial, 4ª edição, Atlas, 2002

12 12 ROSS, Stepham A. Administração Financeira, Trad. Antônio Zorato Sanvicente, Atlas, 1995

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