Tecnologias relacionadas à Internet

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1 Tecnologias relacionadas à Internet para concursos Questões comentada

2 Prefácio A Internet constitui-se em um conjunto de tecnologias da informação de maior crescimento e impacto nos ambientes acadêmico e empresarial. Pode ser denida como a rede das redes,composta de uma vasta coleção de computadores e sistemas de comunicação fornecendo transferência de arquivos de softwares, imagens, sons e textos. Esta dimensão inovadora de conectividade impulsiona uma oportunidade sem paralelo para comunicação, colaboração, compartilhamento de recursos e acesso à informação. É com o objetivo de explorar esta oportunidade que surgem cada vez mais tecnologias web num ritmo sem precedentes. Objetivando mensurar o grau de absorção do candidato a estas novas tecnologias, os concursos da área de Tecnologia de Informação cobram tão assunto com enorme frequência. Este volume aborda algumas destas tecnologias. Para tanto, o Grupo Handbook de TI selecionou uma série de questões comentadas em detalhes para você. Bons estudos, Grupo Handbook de TI Página 1 de 49

3 Direitos Autorais Este material é registrado no Escritório de Direitos Autorais (EDA) da Fundação Biblioteca Nacional. Todos os direitos autorais referentes a esta obra são reservados exclusivamente aos seus autores. Os autores deste material não proíbem seu compartilhamento entre amigos e colegas próximos de estudo. Contudo, a reprodução, parcial ou integral, e a disseminação deste material de forma indiscriminada através de qualquer meio, inclusive na Internet, extrapolam os limites da colaboração. Essa prática desincentiva o lançamento de novos produtos e enfraquece a comunidade concurseira Handbook de TI. A série Handbook de Questões de TI Comentadas para Concursos Além do Gabarito é uma produção independente e contamos com você para mantê-la sempre viva. Grupo Handbook de TI Página 2 de 49

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5 1. Assuntos relacionados: Websites, Content Management System (CMS), Banca: Cesgranrio Instituição: BR Distribuidora Cargo: Analista de Sistemas - Desenvolvimento Ano: 2008 Questão: 68 Assinale a opção que NÃO apresenta um CMS (Content Management System). (a). Alfresco (b). Beehive (c). Plone (d). Drupal (e). Joomla Solução: Um Sistema de Gestão de Conteúdo - SGC, (em inglês Content Management Systems - CMS), é um sistema gestor de websites, portais e intranets que integra ferramentas necessárias para criar, gerir (editar e inserir) conteúdos em tempo real, sem a necessidade de programação de código, cujo objetivo é estruturar e facilitar a criação, administração, distribuição, publicação e disponibilidade da informação. A sua maior característica é a grande quantidade de funções presentes. Podemos dizer que um CMS é um framework, um esqueleto de website pré-programado, com recursos básicos e de manutenção e administração já prontamente disponíveis. É um sistema que permite a criação, armazenamento e administração de conteúdos de forma dinâmica, através de uma interface de utilização via Internet. Um CMS permite que a empresa tenha total autonomia sobre o conteúdo e evolução da sua presença na internet e dispense a assistência de terceiros ou empresas especializadas para manutenções de rotina. Nem mesmo é preciso um funcionário dedicado (webmaster), pois cada membro da equipe poderá gerir o seu próprio conteúdo, diminuindo os custos com recursos humanos. A habilidade necessária para trabalhar com um sistema de gestão de conteúdo não vai muito além dos conhecimentos necessários para um editor de texto. A aparência de um website criado com um CMS é customizável, através da utilização de templates que podem ser facilmente substituídos. Em suma, o grande diferencial de um CMS é permitir que o conteúdo de um website possa ser modicado de forma rápida e segura de qualquer computador conectado à Internet. Um sistema de gestão de conteúdo reduz custos e ajuda a suplantar barreiras potenciais à comunicação web reduzindo o custo da criação, contribuição e manutenção de conteúdo. Abordemos cada alternativa. (A) ERRADA Alfresco é um Sistema de Gestão de Conteúdo corporativo multi-plataforma (Windows e Unix/Linux) de código aberto. Seu design é orientado para usuários que exigem um alto grau de modularidade e performance escalonável. Alfresco inclui, entre outras coisas, um Página 4 de 49

6 repositório de conteúdo, uma interface CIFS (Common Internet File System) que fornece compatibilidade com o sistema de arquivo no Microsoft Windows e Sistemas Unix/Linux e um sistema de gerenciamento de conteúdo web capaz de virtualizar aplicações e sites estáticos através do Apache Tomcat e do indexador Lucene. O sistema Alfresco é desenvolvido usando a tecnologia Java. (B) CORRETA O Apache Beehive é um framework Java projetado para fazer o desenvolvimento de aplicações escritas no padrão J2EE de forma mais rápida e fácil. Ele utiliza vários softwares livres da Apache Software Foundation (ASF ou fundação Apache), como o XMLBeans. Ele adotou as últimas inovações da versão 5 (ou 1.5) do Java, incluindo a especicação JSR-175 que trata sobre anotações (metadados) em atributos, métodos e classes. Ele é construído sobre um framework desenvolvido para a versão 8.1 da ferramenta BEA Weblogic Workshop da BEA Systems. (C) ERRADA Plone é um Sistema de Gestão de Conteúdo livre e de código aberto escrito na linguagem Python e que roda sobre um Servidor de Aplicações Zope e sobre o framework CMF (Content Management Framework). O Plone pode ser usado para a construção de portais de informação e também para construir sistemas de publicação de documentos ou até como ferramenta para trabalho colaborativo. Ele vem com um sistema de workow, segurança e funções pré-conguradas, um conjunto de tipos de conteúdo e suporte a várias línguas. O Plone roda em praticamente qualquer plataforma. (D) ERRADA Drupal é um Sistema de Gestão de Conteúdo livre e de código aberto escrito em PHP. Da mesma forma que os sistemas de gerenciamento de conteúdo mais modernos, o Drupal permite criar e organizar conteúdo, manipular a aparência, automatizar tarefas administrativas, e denir permissões e papéis para usuários e colaboradores. Por ser desenvolvido em PHP, o Drupal é independente de sistema operacional, no entanto requer um servidor HTTP compatível com PHP e um Servidor de Banco de Dados para funcionar. O Drupal é comumente descrito como um Framework de Gerenciamento de Conteúdo, pois além de oferecer as funcionalidades básicas de um CMS ele também implementa uma série de APIs robustas e apresenta uma estrutura modular que facilita o desenvolvimento de módulos extensivos. (E) ERRADA Joomla! é um CMS desenvolvido a partir do Mambo. É escrito em PHP e roda no servidor web Apache ou IIS e banco de dados MySQL. A grande vantagem do Joomla é a sua diversidade de extensões extras, feitas não necessariamente pelos desenvolvedores do projeto. Componentes, módulos e plugins são atualizados constantemente e possuem grande valia para prossionais de web interessados em um site bem feito. O Joomla é um projeto de código aberto (licença GNU/GPL). Página 5 de 49

7 2. Assuntos relacionados: Servidor de Aplicações, J2EE, JEE,.NET, MVC, Banca: CESGRANRIO Instituição: Petrobras Cargo: Analista de Sistemas - Eng. de Software Ano: 2008 Questão: 47 Um servidor de aplicações provê diversos serviços para as aplicações que hospeda. Considerandose implementações típicas em J2EE/JEE e.net, compondo uma arquitetura em 3 camadas, é correto armar que, dentre os serviços oferecidos pelos servidores de aplicações, encontra-se (a). validação de objetos de domínio, segundo as regras de negócio da aplicação. (b). geração de código através de MDA (Model Driven Architecture). (c). persistência nal dos objetos de domínio. (d). suporte nativo à arquitetura MVC. (e). estrutura para troca de mensagens entre aplicações. Solução: O objetivo dos servidores de aplicações é disponibilizar uma plataforma que permita aos programadores abstrair de uma gama de tarefas inerentes ao desenvolvimento do software. Dessa forma, os programadores podem se concentrar mais nas regras de negócio do que nas questões de infraestrutura da aplicação, como segurança, disponibilidade, balanceamento de carga, mensageiria etc. Para aplicações simples, a utilização de um servidor de aplicações pode representar um overhead ao invés de facilitar as tarefas dos programadores. No entanto, para grandes aplicações comerciais com requisitos mais rígidos de desempenho e robustez a falhas, os servidores de aplicações mostram-se muito úteis. Embora o conceito de servidor de aplicações seja aplicável para o desenvolvimento em uma grande quantidade de linguagens, nos últimos anos os que mais se tornaram populares são os servidores de aplicações J2EE (ou JEE, nas versões mais recentes), criados para suportar aplicações escritas em Java. Para exemplicar o conjunto de serviços que os servidores de aplicações podem oferecer, vejamos a Figura 1. Ela mostra a arquitetura JEE mais recente, publicada pela Sun Microsystems no documento JSR No esquema mostrado nessa gura, tanto o Web Container quanto o EJB Container são hospedados no servidor de aplicações, que oferece serviços diversos por meio de várias APIs. A API JMS (Java Message Service), por exemplo, oferece suporte a comunicação ponto-a-ponto conável. A API JavaMail permite que as aplicações enviem s sem ter que se preocupar com as questões de las de mensagens, falhas etc. A API JASS, por sua vez, oferece facilidades para implementação de autenticação e autorização nas aplicações. Vale lembrar que os servidores de aplicações também oferecem facilidades para persistência de dados, como lembrado na alternativa C. No entanto, a palavra nal torna a alternativa, ao menos, duvidosa! Já no caso da alternativa D, é de se esperar que um ambiente tão cheio de funcionalidades como um servidor de aplicações ofereça suporte a construção de aplicações segundo Página 6 de 49

8 o modelo MVC. No entanto, a construção de uma aplicações que obedeça ao MVC está muito mais ligada a separação dos componentes e camadas do sistema do que à plataforma tecnológica utilizada. É, portanto, possível construir aplicações MVC no bom e velho ASP, bem como nos novos e modernos servidores de aplicações. A validação de objetos de que trata a alternativa A é feita pelos servidores de aplicações, mas não está relacionada as regras de negócio das aplicações. A geração automática de código, por sua vez, é uma tarefa comum às IDEs, e não aos servidores de aplicações. Portanto, a alternativa E, por ser a mais objetiva e clara, é a resposta correta para essa questão. Figura 1: arquitetura JEE 6.0. Página 7 de 49

9 3. Assuntos relacionados: Linguagens de Programação, Java, JavaServer Pages (JSP), Banca: ESAF Instituição: Agência Nacional de Águas (ANA) Cargo: Analista Administrativo - Tecnologia da Informação e Comunicação / Desenvolvimento de Sistemas e Administração de Banco de Dados Ano: 2009 Questão: 32 Analise as seguintes armações a respeito de JSP: I. Em uma aplicação Web, há apenas um objeto page em cada JSP. II. Comentários JSP aparecem na resposta ao cliente. III. Os objetos com escopo session duram por toda a sessão de navegação do cliente. Assinale a opção correta. (a). Apenas a armação I é verdadeira. (b). Apenas a armação II é verdadeira. (c). Apenas a armação III é verdadeira. (d). As armações I, II e III são verdadeiras. (e). Nenhuma das armações é verdadeira. Solução: JavaServer Pages (JSP) é uma tecnologia baseada em Java utilizada no desenvolvimento de páginas Web com conteúdo dinâmico, similar às tecnologias Active Server Page (ASP) e PHP. Ela faz parte de uma tecnologia maior referida como Java 2 Enterprise Edition (J2EE). Além das tags HTML, que geram o conteúdo estático, uma página JSP também contém elementos JSP especiais que permitem inserir conteúdo dinâmico por meio dos elementos JSP. Os elementos JSP são processados pelo servidor Web antes da página HTLM ser enviada de volta ao browser. Ou seja, quando o usuário faz uma requisição a uma página JSP, o servidor executa os elementos JSP da página, inserindo os resultados dos mesmos junto a parte estática da página, e envia a página HTML para o usuário. A tecnologia JSP pode ser usada, por exemplo, para recuperar informação em um banco de dados, manipular arquivos, obter informações sobre o visitante, etc. Após uma breve introdução de JSP, a seguir, analisamos as armativas da questão: I. Como forma de facilitar a programação Web, em uma página JSP existem 9 objetos instanciados, conhecidos como Objetos Implícitos, que são: page: representa a própria página JSP, ou melhor, uma instância da classe servlet na qual a página foi convertida. É simplesmente um sinônimo para this; cong: armazena os parâmetros de inicialização (conguração) do servlet da página JSP; request: solicitação que aciona o processamento da página; response: responsável pela devolução do resultado ao usuário; out: representa o uxo de saída (output) para a página em si; pagecontext: dados de contexto para a execução da página; session: representa a sessão atual de um usuário individual; Página 8 de 49

10 application: representa a aplicação à qual a página pertence; exception: incluso nas páginas especícas para tratar exceções ou erros não capturados. Para cada página JSP processada existe um servlet correspondente, ou seja, o que um faz outro também deve fazer. Como o objeto page faz referência ao servlet gerado, existe um objeto page para cada JSP. Portanto, esta armativa é verdadeira. II. Como qualquer linguagem de programação Web, os comentários não aparecem na resposta ao cliente. Logo, esta armativa é falsa. III. O escopo de um objeto está relacionado com as páginas JSPs que podem acessar o objeto. Os escopos disponíveis são: application, request, response, page e session. O objeto que possui escopo session está disponível para todas as JSPs e os servlets, e todos os objetos vinculados à session estão disponíveis para toda a sessão de usuário. A principal utilização do escopo session é manter os estados de conexão entre cliente e servidor, pois o protocolo HTTP não armazena informações de estado. Isso permite o usuário navegar entre várias páginas na aplicação Web sem perda de informações referentes à sessão de usuário. Um exemplo típico de utilização do escopo session é em autenticação de usuários, onde é possível restringir acesso a determinadas páginas. Portanto, esta armativa é verdadeira porque os objetos com o escopo session duram durante toda a sessão negação do cliente. Após a análise das armativas, chegamos a conclusão que as armativas I e III são verdadeiras. Portanto, a alternativa correta é a (E). Note que o gabarito fornecido para esta questão não confere com o gabarito ocial. Possivelmente, a banca que organizou a prova deve ter cometido um equívoco na armativa I. Página 9 de 49

11 4. Assuntos relacionados: Multipurpose Internet Mail Extensions (MIME), External Data Representation (XDR), ASCII, HTML, Banca: ESAF Instituição: Agência Nacional de Águas (ANA) Cargo: Analista Administrativo - Tecnologia da Informação e Comunicação / Administração de Redes e Segurança de Informações Ano: 2009 Questão: 18 Ferramentas clientes de correio eletrônico são capazes de exibir dados não-ascii via mensagem padrão de correio eletrônico devido (a). à ag de sincronização. (b). ao HTML. (c). à MIME. (d). ao metadado. (e). à representação externa de dados (XDR). Solução: Há diversos documentos RFC (do Inglês Request for Comments) que denem o padrão do correio eletrônico (doravante chamado ) e suas características, algumas delas são a RFC5322 [1] (que dene o padrão das mensagens de e torna obsoletas suas predecessoras: a RFC 822 [2] e a RFC 2822 [3]) e as RFCs 2045 [4], 2047 [5] e 2049 [6]. Em particular, a RFC 2047 dene extensões para o uso de texto não ASCII em mensagens de . Como as RFCs de 2045 a 2049 fazem parte do padrão MIME (do Inglês Multipurpose Internet Mail Extensions), já sabemos que a solução desta questão é a alternativa c, à MIME. No entanto, ainda que conheçamos a resposta, convém discutir alguns aspectos do e das alternativas mencionadas no enunciado. O documento apresentado em [1] dene apenas o formato básico do , enquanto os outros documentos denem os padrões que o incrementam. Nesse formato padrão, uma mensagem de é formada por um cabeçalho e um corpo opcional. Todas as mensagens de são, inicialmente, codicadas em ASCII e todas as linhas de um devem ser terminadas pelos caracteres CR (Carriage Return, caractere de valor 13) e LF (Line Feed, caractere de valor 10), normalmente referenciados como CRLF. A sintaxe formal é descrita em [1] e, portanto, não será discutida aqui. No entanto, para ns ilustrativos, abaixo é exibida uma mensagem de na forma como é trocada entre servidores para discussão de algumas de suas características. Essa mensagem de exemplo contém um cabeçalho e um breve corpo. É importante ressaltar que o padrão do obriga que o corpo, quando presente, seja separado do cabeçalho por uma linha em branco (contento apenas a sequência CRLF). O cabeçalho é formado por campos, como destinatário (To), remetente (From), assunto (Subject) e assim por diante. Os campos de cabeçalho jamais são traduzidos nas mensagens e é função dos clientes de exibi-los na língua do usuário. Já o corpo do é composto por texto não estruturado e, em algumas vezes, terminado com uma assinatura. Conhecendo um pouco melhor sobre o formato de , podemos investigar as alternativas desta questão. Página 10 de 49

12 Date: Thu, 22 Jul :44: From: John da Silva To: Subject: Oi foo, testando... Message-ID: MIME-Version: 1.0 Content-Type: text/plain; charset=us-ascii Content-Disposition: inline User-Agent: Mutt/ ( ) Aqui vem o corpo da mensagem. No exemplo acima vemos uma mensagem de com o uso de algumas extensões. Podemos saber disso pela presença dos cabeçalhos Content-Type e MIME-Version, denidos na RFC Esses cabeçalhos especicam que o conteúdo do é em texto plano e codicado em ASCII e que a versão MIME usada é a 1.0, respectivamente. O corpo da mensagem é representado pela string Aqui vem o corpo da mensagem. Alternativas Abaixo apresentamos brevemente o signicado de cada uma das alternativas para que esta questão possa ser melhor compreendida. Flag de sincronização O termo ag de sincronização é genérico demais para que possamos depreender um signi- cado sem conhecer seu contexto. Por esse motivo, essa alternativa não será considerada. HTML HTML (do inglês Hypertext Markup Language), uma linguagem de marcação de (hiper)texto, é a linguagem predominante nas páginas web e provê mecanismos para a criação de documentos estruturados. Essa linguagem permite que imagens, objetos e formulários interativos sejam embutidos em uma página. Quando integrado ao , o HTML permite que a mensagem enviada possua formatação, links e outras facilidades providas pela linguagem. A RFC 2557 [7] descreve um conjunto de boas práticas para que a troca de mensagens de com HTML seja possível. Apesar de possuir uma sintaxe própria para especicar códigos especiais de entidade, o HTML em ainda depende de MIME (quando enviado em obediência ao padrão) para o intercâmbio de mensagens em HTML e vemos que esta alternativa não pode, realmente, ser a solução desta questão. MIME Conforme brevemente discutido, MIME é a resposta correta para esta questão. Mas o que vem a ser MIME? Como seu próprio nome diz, MIME especica extensões de propósito geral para s, são elas: 1. mensagens com texto em outra codicação além de ASCII; 2. um conjunto de extensivo de diferentes formatos para corpos de mensagem não textuais; Página 11 de 49

13 3. corpos de mensagem em diversos formatos; e 4. cabeçalhos de mensagens em outras codicações além de ASCII. Para que outras codicações sejam usadas no , o padrão MIME dene uma sintaxe de palavras codicadas que pode ser usada ao invés de uma string literal (como seria enviada em um padrão). Essa sintaxe usa strings ASCII para indicar a codicação original e a codicação de transferência de conteúdo (content-transfer-encoding) usada para mapear os bytes de conjunto de caracteres usado pelo cliente de em caracteres ASCII. O formato usado nessa extensão é =conjunto de caracteres?codicação?texto codicado?=, com: o nome do conjunto de caracteres sendo qualquer um registrado junto ao IANA (Internet Assigned Numbers Authority). Exemplos incluem utf-8, us-ascii e iso ; a forma de codicação usada, podendo ser tanto Q, para quoted-printable 1, quanto B, para base64 2 ; e o texto codicado é o texto na codicação Q ou base64. Considere, por exemplo, que a string Olá mundo! deve ser enviada em um cabeçalho. Usando o conjunto de caracteres iso e uma codicação em base64, a string seria representada como =?iso ?b?t2zh?= mundo!. Já se a codicação Q fosse usada, a string seria representada como =?iso ?q?ol=e1?= mundo! (no conjunto de caracteres iso , ao caractere á é atribuído o valor hexadecimal 0xE1). É importante notar que, apesar de ter sido inicialmente criado apenas para o , o padrão MIME hoje descreve tipos de conteúdo em geral, inclusive na web, através do antigo MIME type, hoje Internet media type. Como exemplo de Internet media type temos text/html, para o formato HTML, e application/msword para arquivos do Microsoft Word. Metadados O termo metadados é genérico demais para que possamos depreender um signicado sem conhecer seu contexto, já que não é possível saber, a priori quando um dado em particular é um metadado ou um dado. Informalmente, os metadados são denidos como dados sobre dados. De certa forma, faz sentido dizer que o padrão MIME para o uso de caracteres diferentes de ASCII em mensagens de é um tipo de metadados, mas por ser deveras genérico, esta não é a solução desta questão e, por precisar de mais detalhes para uma melhor denição, o tópico não será aprofundado nesta solução. XDR O padrão XDR, do Inglês External Data Representation, é um padrão IETF (Internet Engineering Task Force, organização que desenvolve e mantém padrões da Internet,) que permite que dados sejam transmitidos de forma independente de arquitetura por sistemas computacionais heterogêneos. 1 A codicação quoted-printable é uma codicação que usa caracteres ASCII imprimíveis e o sinal de igual para transmitir dados de 8 bits em canais que suportam apenas 7 bits. 2 Base64 é um termo usado para métodos de codicação de dados binários que são tratados como números e que depois são traduzidos para uma representação de base (numérica) 64. Página 12 de 49

14 Em princípio, o XDR nada tem a ver com , o que justica esta não ser a solução desta questão. Referências [1] P. Resnick, editor, Internet message format, outubro de 2008 [2] David Crocker, Standard for the format of ARPA Internet text messages, agosto de 1982 [3] P. Resnick, editor, Internet message format, abril de 2001 [4] Freed, N., N. Borenstein, Multipurpose Internet Mail Extensions (MIME) Part One: Format of Internet Message Bodies, novembro de 1996 [5] K. Moore, MIME (Multipurpose Internet Mail Extensions) Part Three: Message Header Extensions for Non-ASCII Text, novembro de 1996 [6] Freed, N., N. Borenstein, Multipurpose Internet Mail Extensions (MIME) Part Five: Conformance Criteria and Examples, novembro de 1996 [7] J. Palme, MIME Encapsulation of Aggregate Documents, such as HTML (MHTML), março de 1997 Página 13 de 49

15 5. Assuntos relacionados: Padrões W3C, Web Services, Banca: CESGRANRIO Instituição: BNDES Cargo: Analista de Suporte Ano: 2008 Questão: 61 A empresa de informática X pretende acessar o web service da empresa Y. Qual o padrão W3C que possibilitará ao desenvolvedor de software da empresa X implementar a parte cliente que acessará o web service da empresa Y? (a). WSDL (b). HTML (c). XQuery (d). XPath (e). UDDI Solução: Web service é um componente de software identicado por uma URI (Uniform Resource Identier) que não depende de implementação ou de plataforma e pode ser descrito, publicado e invocado por meio de mensagens no padrão XML. Com web wervices é possível realizar integração entre sistemas desenvolvidos em diferentes linguagens e para diferentes plataformas. Além disso, é possível disponibilizar serviços interativos na Web. Ela é uma tecnologia de padrão aberto e padronizado pelo W3C. A arquitetura de web service é constituída por três componentes básicos: o servidor de registro (broker server ou service registry), o provedor de serviços (service provider) e o solicitante de serviços (service requestor). As interações entre esses componentes são de busca, publicação e integração. A interação entre web services se dá sob vários protocolos abertos, em diferentes níveis de abstração. Os protocolos utilizados para realizar a comunicação são: UDDI (Universal Description Discovery and Integration), WSDL (Web Services Description Language), XML (Extensible Markup Language), SOAP (Simple Object Access Protocol) e o HTTP. XML é uma linguagem de marcação apropriada para representação de dados, documentos e demais entidades. Sua essência fundamenta-se na capacidade de agregar informações. O SOAP é um protocolo de comunicação simples baseado em XML para troca de informações entre aplicações. A especicação do SOAP provê maneiras para construir mensagens que possam trafegar por meio de diversos protocolos de forma independente da linguagem de programação e do sistema operacional. Normalmente, o protocolo utilizado para troca de informações é o HTTP. As alternativas trazem as seguintes tecnologias: (A) WSDL (Web Services Description Language): é uma linguagem baseada em XML utilizada para descrever um web service e como acessá-lo. A descrição de um serviço consiste de duas partes: denição de implementação do serviço e denição da interface do serviço. A primeira descreve como uma interface de serviço é implementada Página 14 de 49

16 por um provedor: onde o serviço está instalado e como ele pode ser acessado. E a segunda descreve o web service, incluindo métodos que são invocados e parâmetros que devem ser enviados; (B) HTML (Hyper Text Markup Language): é uma linguagem de marcação de tags utilizada para produzir páginas na Web; (C) XQuery (XML Query): é uma linguagem utilizada para executar consultas em dados XML; (D) XPath (XML Path): é uma linguagem para encontrar informações em um documento XML. O XPath é utilizado para navegar através de atributos e elementos em um documento XML. Ela é o principal elemento no padrão XSLT; (E) Para que um serviço seja utilizado é necessário que o cliente consiga localizá-lo, e essa localização pode ser feita por meio do UDDI, que é uma especicação técnica para descrever, descobrir e publicar web services. Portanto, a resposta da questão é a alternativa A. Página 15 de 49

17 6. Assuntos relacionados: Protocolos de Redes, HTTP, HTTPS, Cookies, Variáveis de Sessão, Banca: Cesgranrio Instituição: Petrobras Cargo: Analista de Sistemas Pleno - Processos Ano: 2006 Questão: 25 A gura abaixo apresenta uma típica arquitetura utilizada para disponibilizar sites na Internet. Sobre essa arquitetura, são feitas as armativas abaixo. I - Os protocolos HTTP e HTTPS são protocolos inerentemente com informação de estado, o que facilita o gerenciamento dos estados por parte das aplicações e dos servidores Web, permitindo o balanceamento de carga através da distribuição das chamadas entre os servidores Web. II - Os cookies podem ser utilizados em alguns casos como alternativa para realizar o controle de estados através do armazenamento de informações no lado do cliente Web (Browser), sendo que uma desvantagem desta abordagem é que ela adiciona tráfego extra na rede, além de ser menos segura que o gerenciamento de estado feita no servidor. III - Se forem utilizadas variáveis de sessão para o gerenciamento de estado em servidores que não permitam o compartilhamento das variáveis entre eles, métodos que implementam anidade de sessões podem ser utilizados de forma a fazer com que um browser, ao se conectar com um servidor, tenha seus pedidos subseqüentes sempre direcionados para o mesmo servidor. A anidade de sessão pode prejudicar o balanceamento de carga utilizado em congurações como a apresentada na gura. Está(ão) correta(s) a(s) armativa(s): (a). I, apenas. (b). II, apenas. (c). III, apenas. (d). II e III, apenas. (e). I, II e III. Solução: Abordaremos cada item a m de solucionarmos a presente questão. Sobre o item I: Página 16 de 49

18 HTTP (Hyper Text Transfer Protocol): trata-se de um protocolo da Camada de Aplicação que dene tanto a estrutura da mensagem como o modo que o cliente e o servidor as trocam. Podemos classicá-lo como uma aplicação cliente-servidor. Lembre-se que uma página Web nada mais é que um conjunto de objetos, em que um objeto pode ser um arquivo HTML, uma imagem, um applet JAVA, etc. Cada objeto é referenciado por uma única URL, a qual possui dois componentes: o nome do hospedeiro e o nome do caminho do objeto. Por exemplo, na URL é o nome do hospedeiro e /departamento/gura.gif é o nome do caminho do objeto. Vejamos, agora, como o HTTP realiza a comunicação entre o cliente (representado pelo Browser, que apresenta páginas Web e fornece várias características de navegação) e o servidor (por exemplo, Apache ou Microsoft Internet Information Server IIS, que é responsável por abrigar objetos Web). O HTTP usa o TCP como seu protocolo de transporte, isto é, as trocas de mensagens são realizadas orientada a conexão. Além disso, tais conexões podem ser persistentes ou não-persistentes. Abaixo, apresentamos o uxo de uma conexão não-persistente: 1. o processo cliente abre uma conexão TCP executando o three way handshake; 2. o processo cliente envia uma mensagem de requisição HTTP ao servidor; 3. o processo servidor recebe a mensagem de requisição, encapsula o objeto Web requisitado em uma nova mensagem de resposta HTTP, e a envia ao cliente; 4. o processo servidor solicita o encerramento da conexão TCP; 5. o processo cliente recebe a mensagem de resposta, extrai o objeto da mensagem de resposta e o apresenta. Podemos observar, pelo uxo acima, que para cada objeto transferido há a exigência de abertura de uma nova conexão TCP, o que se mostra um tanto quanto ineciente, pois as páginas Web são, geralmente, constituídas de um arquivo-base HTML e de diversos objetos referenciados. Esta ineciência é sanada pela conexão persistente, pois o servidor deixa a conexão TCP aberta após enviar a resposta, ou seja, requisições e respostas subsequentes entre os mesmos cliente e servidor podem ser enviadas por meio da mesma conexão. É importante salientar que o servidor envia as respostas HTTP ao cliente sem armazenar nenhuma informação de estado sobre este, isto é, se um determinado cliente solicita o mesmo objeto duas vezes em um período de poucos segundos, o servidor não responde dizendo que acabou de enviar o objeto. Em vez disso, ele envia novamente o objeto ao cliente. Em outras palavras, dizemos que o HTTP é um protocolo sem estado. Portanto, já temos condições de dizer que o item I está errado. HTTPS: nada mais é que o uso do protocolo SSL (Secure Sockets Layer) com HTTP, por isso o nome HTTPS (Secure HTTP). O protocolo SSL, introduzido pela Netscape em 1995, está posicionado entre a camada de transporte e a camada de aplicação da pilha TCP/IP, provendo serviços de autenticação do servidor, comunicação secreta e integridade de dados. Sobre o item II: Página 17 de 49

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