Quando do reconhecimento do direito ao salário-família, tomar-se-á como parâmetro o salário-de-contribuição da competência a ser pago o benefício.

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1 Benefício - Salário-família Resumo: Este procedimento trata do salário família, o seu direito, o pagamento, as condições para o pagamento e os documentos exigidos, o valor da cota, a forma de reembolso e a cessão do direito. 1. Direito O salário-família (SF) é um benefício pago ao segurado na proporção do respectivo número de filhos ou equiparados de qualquer condição com até 14 anos de idade, ou inválidos de qualquer idade, independente de carência e desde que o salário-de-contribuição do segurado seja inferior ou igual ao limite máximo permitido. É devido: a) ao empregado, exceto o doméstico, e ao trabalhador avulso; b) ao empregado e ao trabalhador avulso em gozo de benefício de auxílio-doença e ao aposentado por invalidez ou por idade, urbano ou rural; c) ao trabalhador rural aposentado por idade aos 60 anos, se do sexo masculino, ou 55 anos, se do sexo feminino; e d) aos demais aposentados com 65 anos ou mais de idade, se homem, ou 60 anos ou mais, se mulher. Para fins de reconhecimento do direito ao salário-família, o limite máximo do salário-de-contribuição será atualizado pelos mesmos índices aplicados aos benefícios do Regime Geral de Previdência Social (RGPS). Quando do reconhecimento do direito ao salário-família, tomar-se-á como parâmetro o salário-de-contribuição da competência a ser pago o benefício. Os autônomos e os empregadores (contribuintes individuais) não têm direito às cotas do SF. 1.1 Filhos Consideram-se filhos, para efeito de pagamento do mencionado benefício, os havidos ou não da relação de casamento e os adotivos nos termos da legislação civil (Código Civil - Lei nº /2002, art ), proibidas quaisquer designações discriminatórias relativas à filiação, nos termos do 6º do art. 227 da Constituição Federal. Os nascidos dentro dos 300 dias subsequentes à dissolução da sociedade conjugal por morte são considerados filhos concebidos na constância do casamento, conforme inciso II do art do Código Civil. A prova de filiação, asseguradora do direito ao salário-família, é feita mediante a certidão do registro civil de nascimento ou pelas demais provas admitidas na legislação civil Equiparados Equiparam-se aos filhos, mediante comprovação da dependência econômica: a) o enteado;

2 b) o menor que esteja sob tutela do segurado, e desde que este tutelado não possua bens aptos a garantir-lhe o sustento e educação. Para caracterizar o vínculo deverá ser apresentada a certidão judicial de tutela do menor e, em se tratando de enteado, a certidão de nascimento do dependente e a certidão de casamento do segurado ou provas da união estável entre o(a) segurado(a) e o(a) genitor(a) do enteado Menor sob guarda Até o advento da Medida Provisória nº 1.523/1996, posteriormente convertida na Lei nº 9.528/1997, o menor que, por determinação judicial estivesse sob guarda, era equiparado a filho, para efeitos de dependência perante o RGPS, desde que presentes os requisitos referidos no subitem deste procedimento. A partir de , data da publicação da MP nº 1.523/1996, o menor sob guarda deixa de integrar a relação de dependentes para os fins previstos no RGPS, inclusive aquele já inscrito, salvo se o óbito do segurado ocorreu em data anterior. A Instrução Normativa INSS nº 9/2006, em vigor desde , no entanto, determinou que o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), em cumprimento da Decisão Judicial constante dos autos da Ação Civil Pública nº , se abstenha de indeferir os pedidos de inscrição, na condição de dependente, de crianças e adolescentes, que por determinação judicial, estejam sob a guarda de segurado do RGPS. Nota Ressalta-se que a Instrução Normativa INSS nº 9/2006 suspendeu a aplicação dos arts. 23, 235, 272 e 296 da Instrução Normativa INSS nº 20/2007, a qual foi revogada pela Instrução Normativa INSS nº 45/2010. Reproduzimos a seguir o tópico final da sentença prolatada pelo juiz da 7ª Vara da Seção Judiciária Previdenciária de São Paulo nos autos da referida Ação Civil Pública: "TÓPICOS FINAIS DA R. SENTENÇA DE FLS. Diante do exposto, JULGO PROCEDENTE A AÇÃO CIVIL PÚBLICA, proposta pelo Ministério público Federal contra o INSS, co fundamento do art 269, I do Código de Processo Civil, para determinar ao INSS que defira as inscrições de crianças e adolescentes sob a guarda judicial como dependentes previdenciários. Mantenho a liminar concedida no curso do processo, ampliando, no entanto, seus efeitos, para que seja cumprida em todos os Estados da Federação. Não há base legal para a condenação em ônus da sucumbência. Oficie-se a Diretoria de benefícios do INSS e a Superintendência do INSS para que a instrução Normativa nº64 de 31/01/02 seja retificada, para que a liminar seja cumprida em todos os Estados da Federação. Oficie-se Corregedoria Geral da Justiça do Estado de São Paulo, informando da prolação desta sentença, em atendimento ao ofício de fls. 81, bem como o Juízo Estadual da Vara Central da Infância e Juventude para que dê ciência aos demais juízes." Filhos inválidos No caso de filhos inválidos, a prova da invalidez deve ser feita por meio de atestado médico fornecido pelo órgão previdenciário, com base em exame médico-pericial.

3 1.2 Aposentados Os aposentados por invalidez ou por idade e os demais aposentados com 65 anos ou mais de idade, se do sexo masculino, ou 60 anos ou mais, se do sexo feminino, têm direito ao SF, pago juntamente com a aposentadoria. Quando se tratar de segurado trabalhador rural aposentado por idade, aos 60 anos, se do sexo masculino, ou 55 anos, se do sexo feminino, haverá igualmente o pagamento pelo INSS juntamente com a aposentadoria. Os segurados em gozo de auxílio-doença, desde que satisfaçam os requisitos exigidos, também farão jus ao SF. 1.3 Separação judicial - Divórcio Tendo havido divórcio, separação judicial ou de fato dos pais, ou em caso de abandono legalmente caracterizado ou perda do poder familiar, o SF passará a ser pago diretamente àquele a cujo cargo ficar o sustento do menor, ou a outra pessoa, se houver determinação judicial nesse sentido. 1.4 Pai e mãe segurados empregados Quando o pai e a mãe são segurados empregados ou trabalhadores avulsos, ambos têm direito ao benefício. 2. Pagamento O salário-família será pago mensalmente: a) ao empregado, pela empresa, com o respectivo salário, e ao trabalhador avulso, pelo sindicato ou órgão gestor de mão de obra, mediante convênio; Nota Quando o salário do empregado não for mensal, o SF será pago com o último pagamento relativo ao mês. b) ao empregado e ao trabalhador avulso aposentados por invalidez ou em gozo de auxílio-doença, pelo INSS, juntamente com o benefício; c) às empregadas e trabalhadoras avulsas em gozo de salário-maternidade, pela empresas, condicionado à apresentação pela segurada da documentação relacionada no item 3; d) ao trabalhador rural aposentado por idade aos 60 anos, se do sexo masculino, ou 55 anos, se do sexo feminino, pelo INSS, juntamente com a aposentadoria; e e) aos demais empregados e trabalhadores avulsos aposentados aos 65 anos, se do sexo masculino, ou 60 anos, se do sexo feminino, pelo INSS, juntamente com a aposentadoria.

4 Nota Com os órgãos gestores de mão-de-obra poderá ser firmado convênio para pagamento do salário-família. 3. Condições para o pagamento - Documentos exigidos O salário-família será devido a partir do mês em que for apresentada à empresa ou ao órgão gestor de mão de obra ou ao sindicato dos trabalhadores avulsos ou ao INSS, a documentação a seguir relacionada: a) Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS); b) certidão de nascimento do filho (original e cópia); c) caderneta de vacinação ou equivalente, no caso de dependente menor de 7 anos, sendo obrigatória a apresentação nos de novembro; d) comprovação de invalidez, a cargo da Perícia Médica do INSS, no caso de dependente maior de 14 anos; e) comprovante de frequência à escola, no caso de dependente a partir de 7 anos, sendo obrigatória a apresentação nos de maio e de novembro. No caso de menor que não frequenta escola por motivo de invalidez, deve ser apresentado atestado médico confirmando esse fato. Quando o salário-família for pago pela Previdência Social, no caso de empregado, não é obrigatória a apresentação da certidão de nascimento do filho ou da documentação relativa ao equiparado (tutelado, enteado) no ato do requerimento do benefício, uma vez que esta informação é de responsabilidade da empresa, do órgão gestor de mão de obra ou do sindicato de trabalhadores avulsos, no atestado de afastamento, sendo necessária a apresentação do atestado de vacinação e frequência escolar, conforme os prazos determinados durante a manutenção do benefício. 3.1 Salário-maternidade O pagamento do salário-família, ainda que a empregada esteja em gozo de salário-maternidade, é de responsabilidade da empresa, condicionado à apresentação pela segurada empregada da documentação mencionada anteriormente. A cota correspondente ao mês de afastamento do trabalho será paga integralmente pela empresa, pelo sindicato ou órgão gestor de mão de obra, conforme o caso, e/ou a do mês da cessação do benefício, pelo INSS, independentemente do número de dias trabalhados ou em benefício. 3.2 Suspensão do pagamento Se o segurado não apresentar o atestado de vacinação obrigatória e a comprovação de frequência escolar do filho ou equiparado, nas datas definidas pelo INSS, o benefício do salário-família será suspenso, até que a documentação seja apresentada. Não é devido salário-família no período entre a suspensão do benefício, motivada pela falta de comprovação da frequência escolar ou de atestado de vacinação, e o seu reativamento, salvo se provada a frequência escolar regular no período ou

5 apresentado o atestado de vacinação obrigatória, respectivamente. A comprovação de frequência escolar será feita mediante apresentação de documento emitido pela escola, na forma de legislação própria, em nome do aluno, em que consta o registro de frequência escolar, ou de atestado do estabelecimento de ensino comprovando a regularidade da matrícula e a frequência escolar do aluno. Se após a suspensão do pagamento do salário-família o segurado comprovar a vacinação do filho ou equiparado, ainda que fora do prazo, caberá o pagamento das cotas relativas ao período suspenso. Quando o pagamento for efetuado pelo INSS, caso o segurado não apresente a mencionada documentação nos prazos determinados, o INSS o certificará da suspensão do pagamento até que a documentação seja apresentada. 3.3 Comprovantes de pagamentos - Conservação - Prazo A empresa deverá conservar, durante o prazo prescricional, os comprovantes dos pagamentos e as cópias das certidões correspondentes, para exame pela fiscalização do INSS. 3.4 Termo de responsabilidade Para efeito de concessão e manutenção do SF, o segurado deve firmar termo de responsabilidade, no qual se comprometa a comunicar à empresa ou ao INSS qualquer fato ou circunstância que determine a perda do direito ao benefício, ficando sujeito, em caso do não cumprimento, às sanções penais e trabalhistas. TERMO DE RESPONSABILIDADE

6 3.5 Vacinas obrigatórias Para efeito de pagamento de SF será exigida do segurado a apresentação anual do atestado de vacinação obrigatória, até os 6 anos de idade, de acordo com o disposto no RPS/1999, art. 84, aprovado pelo Decreto nº 3.048/1999, devendo ser observado, para tanto, o Calendário Básico de Vacinação da Criança instituído pela Portaria MS nº 3.318/2010, especialmente o disposto no seu Anexo I, reproduzido adiante. A comprovação da vacinação será por meio da caderneta da criança, cartão de vacinação ou atestado, emitido pelos

7 serviços públicos e privados de saúde, devidamente credenciados, preenchido pela autoridade de saúde competente, contendo número do lote, laboratório produtor, data da vacinação e rubrica do vacinador. A vacinação será fornecida gratuitamente pelas unidades de saúde integrantes do Sistema Único de Saúde (SUS), podendo, também, ser efetuada por médicos em exercício de atividades privadas, devidamente credenciadas para tal fim pela autoridade de saúde competente. Ressalte-se que as vacinas e os períodos constantes no citado Calendário Básico de Vacinação da Criança são de caráter obrigatório, com a finalidade de assegurar a proteção da saúde pública. ANEXO I - CALENDÁRIO BÁSICO DE VACINAÇÃO DA CRIANÇA Idade Vacina Dose Doenças Evitadas Ao nascer BCG-ID (1) vacina BCG Dose única Formas graves da tuberculose (principalmente nas formas miliar meningea) Hepatite B (2) vacina hepatite B (recombinante) 1ª dose Hepatite B 1 mês Hepatite B (2) vacina hepatite B (recombinante) 2ª dose Hepatite B Tetravalente (DTP + Hib) (3) vacina adsorvida difteria, tétano, pertussis e Haemophilus influenzae b (conjugada) difteria, tétano, coqueluche, meningite e outras infecções por Haemophilus influenzae tipo b 2 Vacina oral poliomielite (VOP) (4) vacina poliomielite 1, 2 e 3 (atenuada) 1ª dose Poliomielite ou paralisia infantil Vacina oral de rotavírus humano (VORH) (5) vacina rotavírus humano G1P1[8] (atenuada) Diarréia por rotavírus Vacina pneumocócica 10 pneumonia, otite, meningite e

8 (conjugada) (6) outras doenças causadas pelo Pneumococo 3 Vacina meningocócica C (conjugada) (7) vacina meningocócica C (conjugada) 1ª dose Doença invasiva causada por Neisseria meningitidis do sorogrupo C Vacina tetravalente (DTP + Hib) (3) vacina adsorvida difteria, tétano, pertussis e Haemophilus influenzae b (conjugada) difteria, tétano, coqueluche, meningite e outras infecções por Haemophilus influenzae tipo b 4 Vacina oral poliomielite (VOP) (4) vacina poliomielite 1, 2 e 3 (atenuada) 2ª dose poliomielite ou paralisia infantil Vacina oral de rotavirus humano (VORH) (5) vacina rotavirus humano G1P1[8] (atenuada) diarréia por rotavírus Vacina pneumocócica 10 (conjugada) (6) vacina pneumocócica 10 - valente (conjugada) pneumonia, otite, meningite e outras doenças causadas pelo Pneumococo 5 Vacina meningocócica C (conjugada) (7) vacina meningocócica C (conjugada) 2ª dose doença invasiva causada por Neisseria meningitidis do sorogrupo C 6 hepatite B (2) vacina hepatite B (recombinante) Vacina oral poliomielite (VOP) (4) vacina poliomielite 1, 2 e 3 (atenuada) 3ª dose hepatite B poliomielite ou paralisia infantil

9 Vacina tetravalente (DTP + Hib) (3) vacina adsorvida difteria, tétano, pertussis e Haemophilus influenzae b (conjugada) difteria, tétano, coqueluche, meningite e outras infecções por Haemophilus influenzae tipo b. Vacina pneumocócica 10 (conjugada) (6) vacina pneumocócica 10 - valente (conjugada) pneumonia, otite, meningite e outras doenças causadas pelo Pneumococo. 9 Vacina febre amarela (8) vacina febre amarela (atenuada) Dose inicial febre amarela 12 Vacina tríplice viral (SCR) (9) vacina sarampo, caxumba e rubéola (atenuada) Vacina pneumocócica 10 (conjugada) (6) vacina pneumocócica 10- valente (conjugada) 1ª dose sarampo, caxumba e rubéola Reforço pneumonia, otite, meningite e outras doenças causadas pelo Pneumococo Vacina tríplice bacteriana (DTP) vacina adsorvida difteria, tétano e pertussis 1º reforço difteria, tétano, coqueluche 15 Vacina oral poliomielite (VOP) (4) vacina poliomielite 1, 2 e 3 (atenuada) Vacina meningocócica C (conjugada) (7) vacina meningocócica C (conjugada) Reforço poliomielite ou paralisia infantil doença invasiva causada por Neisseria meningitidis do sorogrupo C 4 anos Vacina tríplice bacteriana (DTP) vacina adsorvida difteria, 2º reforço difteria, tétano, coqueluche

10 tétano e pertussis Vacina tríplice viral (SCR) (9) vacina sarampo, caxumba e rubéola 2 ª Dose sarampo, caxumba e rubéola 10 anos Vacina febre amarela (8) vacina febre amarela (atenuada) Uma dose a cada dez anos febre amarela Nota: Mantida a nomenclatura do Programa Nacional de Imunização e inserida a nomenclatura segundo a Resolução de Diretoria Colegiada - RDC nº 61 de 25 de agosto de Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA Orientações importantes para a vacinação da criança: (1) vacina BCG: administrar o mais precoce possível, preferencialmente após o nascimento. Nos prematuros com menos de 36 semanas administrar a vacina após completar 1 (um) mês de vida e atingir 2 Kg. Administrar uma dose em crianças menores de cinco anos de idade (4 anos, 11 e 29 dias) sem cicatriz vacinal. Contatos íntimos de portadores de hanseníase menores de 1 (um) ano de idade, comprovadamente vacinados, não necessitam da administração de outra dose de BCG. Contatos de portadores de hanseníase com mais de 1 (um) ano de idade, sem cicatriz - administrar uma dose. Contatos comprovadamente vacinados com a primeira dose - administrar outra dose de BCG. Manter o intervalo mínimo de seis entre as doses da vacina. Contatos com duas doses não administrar nenhuma dose adicional. Na incerteza da existência de cicatriz vacinal ao exame dos contatos íntimos de portadores de hanseníase, aplicar uma dose, independentemente da idade. Para criança HIV positiva, a vacina deve ser administrada ao nascimento ou o mais precocemente possível. Para as crianças que chegam aos serviços ainda não vacinadas, a vacina está contraindicada na existência de sinais e sintomas de imunodeficiência, não se indica a revacinação de rotina. Para os portadores de HIV (positivo) a vacina está contraindicada em qualquer situação. (2) vacina hepatite B (recombinante): administrar preferencialmente nas primeiras 12 horas de nascimento, ou na primeira visita ao serviço de saúde. Nos prematuros, menores de 36 semanas de gestação ou em recém-nascidos à termo de baixo peso (menor de 2 Kg), seguir esquema de quatro doses: 0, 1, 2 e 6 de vida. Na prevenção da transmissão vertical em recém-nascidos (RN) de mães portadoras da hepatite B administrar a vacina e a imunoglobulina humana anti-hepatite B (HBIG), disponível nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais - (CRIE) nas primeiras 12 horas ou no máximo até sete dias após o nascimento. A vacina e a HBIG devem ser administradas em locais anatômicos diferentes. A amamentação não traz riscos adicionais ao RN que tenha recebido a primeira dose da vacina e a imunoglobulina. (3) vacina adsorvida difteria, tétano, pertussis e Haemophilus influenzae b (conjugada): Administrar aos 2, 4 e 6 de idade. Intervalo entre as doses de 60 dias e, mínimo de 30 dias. A vacina adsorvida difteria, tétano e pertussis (DTP) são indicados dois reforços. O primeiro reforço administrar aos 15 de idade e o segundo reforço aos 4 (quatro) anos. Importante: a idade máxima para administrar esta vacina é aos 6 anos, 11 e 29 dias. Os comunicantes domiciliares e escolares de casos de difteria não vacinados, com esquema incompleto ou com situação vacinal desconhecida, administrar 1 dose da vacina DTP (em crianças até 6 anos 11 e 29 dias) e dt (crianças com 7 anos ou mais). Em caso de ferimentos graves ou comunicantes de pessoas com difteria, antecipar a dose de reforço quando a última dose foi administrada há mais de 5 (cinco) anos. (4) vacina oral poliomielite 1, 2 e 3 (atenuada): administrar três doses (2, 4 e 6 ). Manter o intervalo entre as doses de 60 dias e, mínimo de 30 dias. Administrar o reforço aos 15 de idade. No caso em que a criança tenha tomado a terceira dose após os 6 de idade, considerar o intervalo mínimo de 6 após a última dose para administrar o reforço. (5) vacina oral rotavírus humano G1P1 [8] (atenuada): administrar duas doses seguindo rigorosamente os limites de faixa etária:

11 primeira dose: 1 mês e 15 dias a 3 e 7 dias. segunda dose: 3 e 7 dias a 5 e 15 dias. O intervalo mínimo preconizado entre a primeira e a segunda dose é de 30 dias. Nenhuma criança poderá receber a segunda dose sem ter recebido a primeira. Se a criança regurgitar, cuspir ou vomitar após a vacinação não repetir a dose. (6) vacina pneumocócica 10 (conjugada): no primeiro semestre de vida, administrar 3 (três) doses, aos 2, 4 e 6 de idade. O intervalo entre as doses é de 60 dias e, mínimo de 30 dias. Fazer um reforço, preferencialmente, entre 12 e 15 de idade, considerando o intervalo mínimo de seis após a 3ª dose. Crianças com inicio do esquema vacinal na faixa etária entre 7 e 9 de idade: o esquema de vacinação consiste em duas doses com intervalo de pelo menos 1 (um) mês entre as doses. O reforço é recomendado preferencialmente entre 12 e 15, com intervalo de pelo menos 2. Crianças com início do esquema vacinal entre 10 e 11 de idade: o esquema de vacinação consiste em duas doses com intervalo de pelo menos 1 (um) mês entre as doses, sem necessidade de reforço. (7) vacina meningocócica C (conjugada): administrar duas doses aos 3 e 5 de idade, com intervalo entre as doses de 60 dias, e mínimo de 30 dias. O reforço é recomendado preferencialmente entre 12 e 15 de idade. Crianças com início do esquema vacinal na idade de 10 ou 11 : o esquema de vacinação consiste em duas doses com intervalo de 2 (dois) mês entre as doses, sem necessidade de reforço. (8) vacina febre amarela (atenuada): administrar aos 9 (nove) de idade. Durante surtos, antecipar a idade para 6 (seis). Indicada aos residentes ou viajantes para as seguintes áreas com recomendação da vacina: Estados do Acre, Amazonas, Amapá, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Distrito Federal e Minas Gerais e alguns Municípios dos Estados do Piauí, Bahia, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Para informações sobre os Municípios destes Estados, buscar as unidades de saúde destes. No momento da vacinação considerar a situação epidemiológica da doença. Para os viajantes que se deslocarem para os países em situação epidemiológica de risco, buscar informações sobre administração da vacina nas embaixadas dos respectivos países a que se destinam ou na Secretaria de Vigilância em Saúde do Estado. Administrar a vacina 10 (dez) dias antes da data da viagem. Administrar reforço, a cada dez anos após a data da última dose. (9) vacina sarampo, caxumba e rubéola: administrar duas doses. A primeira dose aos 12 de idade e a segunda dose deve ser administrada aos 4 (quatro) anos de idade. Em situação de circulação viral, antecipar a administração de vacina para os 6 (seis) de idade, porém deve ser mantido o esquema vacinal de duas doses e a idade preconizada no calendário. Considerar o intervalo mínimo de 30 dias entre as doses. 4. Valor da cota O valor da cota do salário-família por filho ou equiparado de qualquer condição, até 14 anos de idade ou inválido de qualquer idade é de: a) R$ 29,41, para o segurado com remuneração mensal não superior a R$ 573,58. b) R$ 20,73, para o segurado com remuneração mensal superior a R$ 573,58 e igual ou inferior a R$ 862,11. Veja também o tópico em que relacionamos a tabela de quotas de salário-família desde Apuração do valor - Critérios Na apuração do valor da cota do SF, observar os seguintes critérios:

12 a) será tomado como parâmetro o salário-de-contribuição da competência a ser pago o benefício; b) será considerado remuneração mensal do segurado o valor total do respectivo salário-de-contribuição, ainda que resultante da soma dos salários-de-contribuição correspondentes a atividades simultâneas; c) o direito à cota do SF é definido em razão da remuneração que seria devida ao empregado no mês, independentemente do número de dias efetivamente trabalhados; c) todas as importâncias que integram o salário-de-contribuição devem ser consideradas como parte integrante da remuneração do mês, exceto 13º salário e o adicional de férias (terço) previsto na CF/1988, art. 7º, XVII, para efeito de definição do direito à cota de SF. 4.2 Proporcionalidade No mês da admissão e da dispensa do empregado, a cota do SF deve ser paga proporcionalmente ao número de dias trabalhados, considerando-se, nesses casos, o valor da cota pela remuneração que seria devida no mês. PROPORCIONALIDADE DE SALÁRIO-FAMÍLIA-EXEMPLO a) Empregado admitido no dia 11 de janeiro de 2011 com remuneração mensal de R$ 540,00: SF = R$ 29,41 : 31 x 21 (nº de dias trabalhados) = equivale a R$ 19,92 b) Empregado admitido no dia 4 de janeiro/2011 com remuneração mensal de R$ 600,00. SF = R$ 20,73 : 31 x 28 (nº de dias trabalhados) equivale a R$ 18, Pagamento do salário-família a segurado empregado que tem dois ou mais vínculos empregatícios Surgem dúvidas quanto à apuração e ao pagamento do salário-família ao empregado que tem dois ou mais vínculos empregatícios. Na hipótese de o segurado empregado ter dois ou mais vínculos empregatícios, esclarecemos que devem ser somadas as respectivas remunerações, tendo em vista que a base para apuração do direito ao salário-família é o salário-decontribuição. Assim, se o resultado dessa soma for igual ou inferior a R$ 862,11, o empregado fará jus às respectivas cotas de saláriofamília em cada empresa, na proporção do respectivo número de filhos ou equiparados até 14 anos de idade ou inválidos de qualquer idade. Por outro lado, se o resultado da soma das remunerações for superior a R$ 862,11, o empregado não fará jus à cota de salário-família. Exemplo: empregado que na empresa "x" tem remuneração de R$ 545,00 e na empresa "y", remuneração de R$ 600,00. A soma das remunerações resulta R$ 1.145,00 (R$ 545,00 + R$ 600,00). Nesse caso, o empregado não fará jus ao salário-família, tendo em vista que seu salário-de-contribuição (R$ 1.145,00) resulta superior a R$ 862,11.

13 4.4 Trabalhador avulso O SF do trabalhador avulso independe do número de dias trabalhados no mês, devendo o seu pagamento corresponder ao valor integral da cota. Entende-se como avulso o trabalhador que, sindicalizado ou não, presta serviços de natureza urbana ou rural, sem vínculo empregatício, a diversas empresas, com intermediação obrigatória do sindicato da categoria ou, quando se tratar de atividade portuária, do órgão gestor de mão de obra (OGMO), nas atividades definidas na Instrução Normativa RFB nº 971/2009, art. 263, I, II e III. 4.5 Empregado afastado em gozo de benefício previdenciário O SF correspondente ao mês de afastamento do empregado do trabalho será pago integralmente pela empresa, pelo sindicato ou órgão gestor de mão-de-obra, conforme o caso, e o do mês da cessação de benefício, pelo INSS, independentemente do número de dias trabalhados ou em benefício Nascimento ou invalidez de filho no período do auxílio-doença Ocorrendo nascimento de filho ou invalidez de filho maior de 14 anos de idade durante o período de manutenção do auxílio-doença, o segurado pode apresentar diretamente ao INSS a respectiva certidão de nascimento ou o documento de comprovação da invalidez, conforme o caso, para se habilitar ao pagamento da cota do SF a que faz jus. Poderá, ainda, habilitar-se por intermédio da empresa. Para tanto, em qualquer dessas hipóteses, deverá utilizar-se do formulário Requerimento de salário-família. 4.6 Não-incorporação ao salário As cotas do SF não serão incorporadas, para qualquer efeito, ao salário ou ao benefício. 4.7 Quitação O empregado deve dar quitação à empresa, ao sindicato ou ao órgão gestor de mão-de-obra de cada recebimento mensal do SF, na própria folha de pagamento ou por outra forma admitida, de modo que a quitação fique plena e claramente caracterizada.

14 5. Reembolso A Previdência Social reembolsa a empresa, mensalmente, dos valores das cotas pagas a título de SF aos seus empregados. Esse reembolso é efetuado deduzindo-se os respectivos valores do total devido a título de contribuições previdenciárias mensais sobre a folha de salários e recolhido à Previdência Social por meio da Guia da Previdência Social (GPS) - campo 6. Quando o valor a deduzir for superior às contribuições sociais previdenciárias devidas para o mês do pagamento do benefício ao segurado, o sujeito passivo poderá deduzir o saldo a seu favor no recolhimento das contribuições dos subsequentes. O valor das cotas de salário-família só poderá ser deduzido das contribuições devidas à Previdência Social, sendo vedada a dedução das contribuições arrecadadas para outras entidades ou fundos (terceiros). 6. Cessação do direito O direito ao SF cessa automaticamente: a) por morte do filho ou equiparado, a contar do mês seguinte ao do óbito; b) quando o filho ou equiparado completar 14 anos de idade, salvo se inválido, a contar do mês seguinte ao da data do aniversário; Portanto, o filho do empregado ao completar 14 anos em outubro, ainda que no dia 1º, enseja a percepção do SF, nesse mês, cessando o benefício a partir de novembro. c) pela recuperação da capacidade do filho ou equiparado inválido, a contar do mês seguinte ao da cessação da incapacidade; d) pelo desemprego do segurado. 6.1 Cotas recebidas indevidamente - Falta de comunicação - Fraude A falta de comunicação oportuna de fato que implique a cessação do SF, bem como a prática, pelo empregado, de fraude de qualquer natureza para seu recebimento, autoriza a empresa, o INSS e o sindicato ou órgão gestor de mão-de-obra, conforme o caso, a descontar dos pagamentos de cotas devidas com relação a outros filhos, ou, na falta delas, do próprio salário do empregado ou da renda mensal do seu benefício, o valor das cotas indevidamente recebidas, sem prejuízo das sanções penais cabíveis. ( Regulamento da Previdência Social (RPS), aprovado pelo Decreto nº 3.048/1999, arts. 81, 82, 83, 84, 85, 86, 87, 88, 89, 90, 91 e 92, na redação dada pelo Decreto nº 3.265/1999 ; Lei nº 8.213/1991, arts. 65, 66, 67, 68, 69, e 70 ; Portaria MS nº 3.318/2010 ; Instrução Normativa INSS nº 9/2006 ; Instrução Normativa INSS 45/2010, arts. 19, 20, 21, 27, 288, 289,, 290, 291, 292 e 459 ; Portaria MPS/MF nº 568/2010 ; e Lei nº /2011 ) Legislação Referenciada Constituição Federal

15 RPS/1999 Decreto nº 3.265/1999 instrução Normativa nº64 Instrução Normativa INSS nº 20/2007 Instrução Normativa INSS nº 45/2010 Instrução Normativa INSS nº 9/2006 Instrução Normativa RFB nº 971/2009 Lei nº /2002 Lei nº /2011 Código de Processo Civil Lei nº 8.213/1991 Lei nº 9.528/1997 Medida Provisória nº 1.523/1996 Portaria MPS/MF nº 568/2010 Portaria MS nº 3.318/2010 Sobre a IOB Política de Privacidade Copyright 2008 IOB Todos os direitos reservados

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