CENTRO UNIVERSITÁRIO FEEVALE INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO

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1 CENTRO UNIVERSITÁRIO FEEVALE INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO SOFTWARE LIVRE NA INFRA-ESTRUTURA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO DA PEQUENA E MÉDIA EMPRESA. DOUGLAS KELLERMANN Estágio Supervisionado I Professor Orientador Luis Fernando Fortes Garcia Novo Hamburgo, julho de 2002.

2 RESUMO Este trabalho tem como objetivo geral estabelecer um referencial para utilização de recursos de tecnologia da informação, em especial recursos de software, baseados na alternativa emergente, apresentada pelo software livre, visando à identificação de resultados na aplicação destes softwares em pequenas e médias empresas. A competitividade inerente ao mercado globalizado e a crescente aplicação da informática em todos setores da sociedade moderna faz da tecnologia da informação um ferramenta indispensável para uma administração eficiente, necessária a sobrevivência das empresas, especialmente empresas de menor porte. O movimento software livre fez proliferar, através da internet, um conjunto expressivo de softwares, desenvolvidos de forma colaborativa por milhares de programadores ao redor do mundo e que no GNU/Linux seu produto mais significativo e conhecido. Estes softwares, através de suas características maiores, livre utilização e custo zero de licenciamento, vêem atraindo um número cada vez maior de usuários.

3 SUMÁRIO RESUMO...2 SUMÁRIO...3 INTRODUÇÃO...5 I - TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO INTRODUÇÃO A TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO A HISTÓRIA DO HARDWARE A HISTÓRIA DO SOFTWARE A HISTÓRIA DAS REDES A HISTÓRIA DA MICRO INFORMÁTICA ARQUITETURAS ABERTAS X ARQUITETURAS PROPRIETÁRIAS TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO DISPONÍVEL ATUALMENTE ACESSO À TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO II - PEQUENA E MÉDIA EMPRESA A PEQUENA E MÉDIA EMPRESA IMPORTÂNCIA DA PEQUENA E MÉDIA EMPRESA ADMINISTRAÇÃO DA PEQUENA E MÉDIA EMPRESA REDES DE COOPERAÇÃO TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NA EMPRESA III - SOFTWARE LIVRE INTRODUÇÃO AO SOFTWARE LIVRE MOVIMENTO SOFTWARE LIVRE PROJETO GNU KERNEL LINUX SOFTWARES QUE AUXILIARAM NO CRESCIMENTO DO SOFTWARE LIVRE ENTENDENDO O FENÔMENO LINUX CLASSIFICANDO OS TIPOS DE SOFTWARE SOFTWARE GRÁTIS PODE SER SUSTENTÁVEL? OPORTUNIDADE DE NEGÓCIOS COM SOFTWARE LIVRE... 68

4 CRESCIMENTO DO GNU/LINUX SOFTWARE LIVRE NO BRASIL SOFTWARE LIVRE NO RIO GRANDE DO SUL OUTROS ASPECTOS IV - TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NAS PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS ATRAVÉS DE SOFTWARE LIVRE MOTIVAÇÃO CENÁRIO ECONÔMICO E TECNOLÓGICO ATUAL SITUAÇÃO ATUAL E NECESSIDADES EM TI NAS PME OPÇÕES DE SOLUÇÕES EM SOFTWARE LIVRES UTILIZAÇÃO DE SOFTWARE LIVRE PELAS PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS GESTÃO DE UMA INFRAESTRUTURA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO BASEADA EM SOFTWARE LIVRE CONCLUSÃO...86 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS...87

5 INTRODUÇÃO Muito a tecnologia da informação se desenvolveu desde a criação dos primeiros computadores. Após o desenvolvimento dos computadores pessoais a informática se tornou mais acessível em relação aos investimentos necessários para aquisição de computadores de grande porte. Estes equipamentos mais acessíveis logo alcançaram grande poder de processamento de dados e o advento das redes impulsionou a inserção dos PCs nas empresas. O capítulo I descreve os acontecimentos históricos desde o início da computação até os dias de hoje. As transformações ocorridas na indústria de hardware e software e a utilização destes recursos na empresa. Também pode ser percebida a relevância de assuntos como a definição e utilização de padrões abertos para estas tecnologias. Paralelamente este trabalho descreve aspectos quanto às pequenas e médias empresas. O capítulo II descreve critérios para classificação quanto ao porte da emprese, aspectos relacionados à administração de pequenos e médios negócios assim como as interfaces da mesma com as instituições com as quais se relacionam no ambiente onde está inserida. Também serão apresentados conceitos referentes ao emprego da tecnologia da informação nas pequenas e médias empresas, destacando alguns benefícios que podem ser alcançados através da informatização das empresas através de automação de processos e também a disponibilidade de ferramentas de apoio à tarefas executadas pelos funcionários da empresa. Outros pontos importantes no cenário atual das pequenas e médias empresas de forma geral serão destacados como a competitividade inerente em um

6 6 mercado concorrido por empresas de todos os portes e localizadas que qualquer ponto do globo terrestre. A globalização exige que as pequenas empresas em especial busquem alianças buscando estabelecer uma força coletiva que proporcione a força necessária para competir até mesmo com seus maiores concorrentes. Um exemplo desta união empresarial é claramente percebido através da formação de redes de cooperação, as quais trazem mais força e flexibilidade aos pequenos negócios. O surgimento do movimento de software livre através do Projeto GNU e do desenvolvimento do kernel Linux proporcionou uma infra-estrutura de informática livre, e convenientemente grátis em sua utilização. O capítulo III deste trabalho descreve como ocorreu o desenvolvimento destes softwares e alternativa interessante de estes representam diante de softwares proprietários e suas implicações mais significativas como, por exemplo, o custo de aquisição. O sucesso do GNU/Linux em servidores Internet atraiu a atenção da indústria da tecnologia da informação para si que, através da sua flexibilidade e interoperabilidade, tenha seu escopo de atuação cada vez mais expressivo. Também veremos os desenvolvimento do fenômeno software livre no Brasil e no Rio Grande do Sul através de acontecimento e ações de alguns dos principais protagonizadores. A interessante combinação destes assuntos é o que dá corpo ao capítulo IV. O reconhecido sucesso atingido por software livres em provedores de serviços de Internet fez aumentar o nível de desenvolvimento de ferramentas livres ou de código aberto já sendo possível um grande número de necessidades serem atendidas através desta tecnologia. Serão apresentados pontos favoráveis de desfavoráveis quanto a utilização de software livres, de forma mista ou completa, diante da plataforma concorrente, altamente difundida e as transformações necessárias para esta mudança.

7 7 O grande desafio do movimento de software livre é a inserção de seus softwares no ambiente das estações de trabalho, oferecendo aplicações para desktop através de produtos que possam ser tão funcionais quantos os produtos de dominam o mercado, inicialmente sinalizando o fator econômico com maior atrativo. Aspectos gerenciais como avaliação do custo total de propriedade (TCO) também serão apresentados que em adição à alguns comparativos entre produtos em software livre e produtos em software proprietário poderão auxiliar os empreendedores ou os gestores de tecnologia a ponderar sobre o emprego desta tecnologia.

8 I - TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO 1 - INTRODUÇÃO A TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Os recursos de informática disponíveis nos dias de hoje vão muito além do que podia imaginar os criadores do ENIAC em 1946, o primeiro computador do mundo. Até os anos 80, o termo computador sintetizava todo conjunto de recursos necessários para o processamento de informações. Hoje utilizamos o termo Tecnologia na Informação, ou apenas TI, para reunir uma quantidade crescente de equipamentos, aplicações, serviços e tecnologias básicas de três áreas ligadas a informação, sendo elas a computação, a telecomunicação e a multimídia. [KEE 96] p273. A evolução dos equipamentos de informática, em especial a velocidade de processamento de informações dos processadores e microprocessadores, vem ocorrendo de tal forma que, a cada 18 meses a velocidade de processamento destes componentes dobra. Esta taxa de desenvolvimento tecnológico, nasceu em 1965 como uma previsão de Gordon Moore e tem-se mantido realista e ter tomado um status de lei, A Lei do Moore. [GAT 95] p48 Atualmente a tecnologia da informação, pelo seu crescente emprego na sociedade em geral, representa em recurso indispensável para todos, seja na empresa ou em nossa casa, o computador ou qualquer outro recurso computacional oferece benefícios indiscutíveis. Esta tecnologia, em sua composição ampla, envolvendo computação, comunicação e multimídia estará promovendo à sociedade de uma forma geral, uma revolução ainda maior, da qual temos apenas sinalizações do que esta por vir. Em sua obra, A Estrada do Futuro o visionário Bill Gates descreve sobre suas idéias a cerca da tecnologia no futuro próximo. Realmente estamos nos encaminhando para

9 9 uma sociedade altamente inserida na tecnologia, a disseminação dos computares pessoais, a Internet, a computação móvel, o relacionamento virtual, conectando empresas e pessoas, para negócios ou entretenimento já são indicativos disto. Para as empresas a automação provida pela tecnologia da informação representa uma ferramenta poderosa e deve ser vista como uma aliada na gestão das empresas em tempos de competição local e global tão intensa. As tecnologias que a cada dia tornam-se mais presentes nas empresas remetem ao cenário tecnológico empresarial sugerido por Gates quando aos benefícios da TI nas empresas [GAT 95] cap7. Além de aplicações convencionais da informática, envolvendo computadores e software podemos perceber, já à alguns anos atrás, o emprego de tecnologias correlatas para fins específicos na empresa como a internet, o gerenciamento eletrônico de documentos, a utilização de canais de comunicação para ensino à distância e reuniões virtuais ou tele-conferências. Quanto ao contínuo crescimento da utilização da internet, como canal de comunicação entre empresas, interligando fornecedores e clientes através do e- business, percebe-se em conseqüência disto, a necessidade de administrar a segurança dos dados e sistemas contra acessos indesejados através de sistemas de proteção, criptografia, e também biometria. Dentro do deste capítulo de Tecnologia da Informação se torna interessante descrever os acontecimentos históricos quanto ao hardware e software desde seu início até a chegada dos compactos e poderosos desktops baseado no padrão IBM-PC e compatíveis. Este desenrolar histórico irá contextualizar a criação do movimento de software livre, a chegada da tecnologia da informação na empresas e os recursos atualmente disponíveis.

10 A HISTÓRIA DO HARDWARE Apesar do ENIAC ser amplamente reconhecido como o primeiro computador houve outros projetos nos anos de 1930 que reivindicaram o título de primeiro computador. Um modelo mecânico foi apresentado pelo MIT, Massachusetls Institute of Technology, em O ABC (Atanasoff Berry Computer) foi um protótipo eletrônico digital criado por John Atanasoff em Uma parceria entre a IBM, a Marinha Americana e a Universidade de Harvard apresentou em 1944 o MARK I, um computador eletromecânico. Ainda antes do ENIAC em 1946 uma empresa inglesa produziu dez unidades de um computador de uso militar em 1943, o Colossus I. [MEI 94] p Os primeiros computadores comerciais utilizados nas empresas foram os mainframes, computadores surgidos na década de 1960, com dimensões gigantescas e exigências técnicas de infra-estrutura e pessoal especializado. Obviamente equipamentos caros, adquiridos no Brasil em meio a reserva de mercado estabelecida no Brasil para fomentar a industrial local de informática. Deste modo formou-se uma base instalada mista, composta por mainframes IBM, na sua maioria e alguns computadores da indústria nacional. Quase em sua totalidade, estes equipamentos apresentavam características comuns quanto a sua construção e funcionamento. Os componentes eram exclusivos de cada fornecedor, inclusive o software para estes computadores era único para a linha de produto dos fornecedores. Obviamente não existiam muitas alternativas quanto a fornecedores de computadores no Brasil ou no mundo inteiro, acarretando preços altos, para aquisição e manutenção de equipamentos e softwares dependentes entre si e, que por conseqüência, dificultava a troca de fornecedor por ser necessário um novo investimento do zero pois nem componentes nem software poderiam ser aproveitados na contratação de produtos de outro fornecedor.

11 11 Por volta dos anos 1970 havia computadores com menor poder de processamento que os então poderosos mainframes que eram utilizados para propósitos diversos providos por alguns dos poucos fornecedores da época. A DEC, Digital Equipament Coporation, mantinha uma linha de computadores de nome PDP, já no fim da década de 1960 você podia ter um PDP-8 ao custo de US$ ocupando um espaço de quase 2 metros de altura. [GAT 95] p23. Estes computadores se mostraram apropriados para aquisição em instituições de ensino para uso compartilhado entre seus alunos. Estes minicomputadores, de aquisição mais acessível e requisitos menos rígidos de instalação e funcionamento, deram início da distribuição do poder computacional entre os departamentos das organizações [SOA 95]p5. Por volta de 1975 começaram a surgir os primeiros protótipos de microprocessadores, o que sinalizava para algumas pessoas, como Bill Gates, uma futura demanda de software para microcomputadores ou computadores pessoais baseados nestes novos componentes. O mercado ainda era dominado por computadores de grande e médio porte onde a IBM era dona de 80% do mercado. Em 1980 já estavam disponíveis alguns computadores pessoais e a Microsoft procurava oferecer seus produtos, como o BASIC, portado para microcomputadores por Bill Gates, para os diversos fabricantes de microcomputadores. O BASIC se apresentava como uma ferramenta interessante para aquele momento pois permitia que os usuário criassem seu próprio software a partir do BASIC. A estratégia da Microsoft era licenciar o BASIC para os fornecedores e mesmo que houvessem vários computadores pessoais diferentes estes apresentariam alguma compatibilidade pois permitiam rodar o BASIC. Neste momento o Microsoft BASIC tornou-se software-padrão da indústria. [GAT 95]p64. Em 1981 a IBM decidida a lançar seu computador pessoal, o IBM-PC, resolveu utilizar componentes prontos, ao invés de construir seus próprios componentes como costumava fazer para os mainframes. Desta forma estabeleceu

12 12 uma arquitetura aberta baseada no processador da Intel, o O IBM-PC foi lançado com o sistema operacional PC-DOS, licenciado da Microsoft baseado no MS-DOS. Este computador também apresentava a opção de rodar com outros 2 sistemas operacionais, mas diante de uma política de preço, apresentada pela Microsoft, a IBM passou a vender o seu PC apenas com o MS- DOS e assim ajudou a Microsoft a divulgar e licenciar seu produto. A intenção era tornar também o MS-DOS um software-padrão da indústria. [GAT 95]p70 Após o imediato sucesso do primeiro PC, começam a surgir mais softwares para ele, criados especificamente ou reescritos para o PC, entre estas ferramentas importantes estavam, primeiro o VisiCalc e depois o Lotus como os precursores das planilhas eletrônicas. No segmento de processadores de textos surgiram o WordStar, WordPerfec e MultiMate. Nos próximos anos, a medida que o conjunto Intel x Microsoft se consolidava através do computador pessoal da IBM, foram surgindo novos projeto como uma interface gráfica baseada em estudos da Xerox quanto a interação humana com o computador. Em 1983 existiam dois computadores pessoais com interface gráfica, o Xerox Star e o Apple Lisa e a Microsoft anuncia o projeto do MS- Windows para o PC. [GAT 95]p75 No Brasil surgiam alguns modelos de microcomputadores nacionais de fabricantes como Dismac, Cobra, Prológica, SID, Digitus. De 1983 a 1985 o mercado nacional era dominado pela a linha Apple de equipamentos depois o mercado passou a ser dominado pelos compatíveis com IBM-PC. [MEI 94] p66. A partir da década de 1990 a história da computação, em específico da hardware e software convergiu para a história da micro informática. Vários outros tipos de computadores continuam sendo produzidos, inclusive os mainframes, mas os equipamentos padrão de mercado são os microcomputadores descendentes do IBM-PC. Estas máquinas apresentavam poder computacional cada vez maior

13 13 atendendo inúmeras aplicações de usuários domésticos e grandes corporações. 3 - A HISTÓRIA DO SOFTWARE A evolução da tecnológica da informação não se da apenas com equipamentos. Novos conceitos, linguagens e metodologias fizeram com que o software, componente tão ou mais importante que o hardware, evoluíssem desde o surgimento do computador até os dias de hoje. O ENIAC e demais computadores da época eram programados pela interligação de fios entre as partes lógicas do computador. [MEI 94] p72 Os conceitos desenvolvidos por John Von Neumann, e outros companheiros seus, entre 1945 e 1950, introduzia a idéia de armazenar e manipular, tanto programas como dados internamente nos computadores. [MEI 94] p51 Desta forma já a partir da primeira geração de computadores foi possível utilizar linguagens simbólicas como o assembler. A segunda geração de computadores permitiu a programação através de linguagens de alto nível, ou procured-oriented. A pioneira foi o FORTRAN (FORmula TRANslator), desenvolvida na IBM por um grupo liderado por Jon Backus. Em 1960 o COBOL (COmmon Business Oriented Language) surgiu como uma iniciativa do governo americano em favorecer o desenvolvimento de uma linguagem de uso comum, independente de qualquer fabricante de computadores da época. Esta linguagem teve na Capitã da Marinha, Dra. Grace Hopper, seu maior nome dentre as pessoas que a criaram. Como, na época, cada fabricante apresentava uma linguagem diferente para seus respectivos equipamentos, a incompatibilidade entre sistemas, era uma problema sério. Mais tarde o COBOL foi

14 14 padronizado pelo ANSI, American National Standart Institute, resultando no ANSI- COBOL. Esta linguagem atingiu o índice de 70% de participação no mercado de linguagens para computador em [MEI 94] p73. Também surgiram linguagens com características e de propósitos específicos como o ALGOL (ALGOrithmic Language) em 1958, sendo uma linguagem modular e apropriada para programação estruturada em aplicações científicas e matemáticas. O LISP (LISt Processor) também em 1958, surge como a primeira linguagem voltada para aplicações de inteligência artificial. Desenvolvida pelo professor do MIT, John McCarthy. [MEI 94] p73 Também na década de 60 os computadores começam a passar de monousuários para multiusuários, com tempo compartilhado (timesharing), e o processamento em lotes (batch) dos de grande porte começa a ser interativo nos minicomputadores. O BASIC (Beginners All-purpose Symbolyic Instruction Code) em 1964, veio com a proposta de ser uma linguagem de alto nível interpretada. Suas características faziam do BASIC uma linguagem apropriada para novos ambientes e para utilização com ferramenta da ensino. Seus criadores, Thomas Kurtz e John Kemeny rodaram o primeiro programa em BASIC em um ambiente de timesharing no Dartmouth College. [MEI 94] p73 O BASIC em computadores de grande e médio porte foi bem difundido, apesar de não ter sido padronizado como o COBOL ganhou algumas versões e variantes e tornou-se bem popular. Na transição da década de 60 para 70 já haviam muitas linguagens e milhares de sistemas desenvolvidos. Este volume de desenvolvimento aliado existência de sistemas grandes, de difícil manutenção, pela falta de metodologia e documentação motivaram estudos e criação de recomendações e conceitos quanto a metodologias de desenvolvimento, surgindo dai os conceitos de análise de

15 15 processos, estruturação e modularidade. [MEI 94] p74 Até a década de 1960 a indústria de computadores atuava com venda casada de equipamentos e software, até que a IBM anunciou que iria separar os custos de hardware e software. A conseqüência desta mudança foi o nascimento da indústria de software. Uma vez que o equipamento pudesse ser vendido sem software outras empresas poderiam oferecer este software num ambiente de competição pelo mercado de software. Desta forma a indústria de software se desenvolveu atenta às necessidade dos usuários empresariais e também alerta diante das mudanças e tendências da indústria de hardware. Já na década de 1970 a organização da estrutura de computação das empresas apresentava uma proposta centralizada com base no CPD (Centro de Processamento de Dados) das empresas. Esta organização centralizada foi criticada tanto pela indústria de hardware quanto indústria de software que começaram a apresentar conceitos e produto visando a descentralização e distribuição dos recursos de processamento através da utilização de computadores em rede. Nesta época surgiu, pela IBM, a arquitetura SNA (System Network Architecture), uma solução completa, utilizando teleprocessamento, envolvendo especificação, hardware e software para resolver uma séria de restrições existentes nas arquiteturas centralizadas. Também surgiu o modelo de comunicação em rede ISO/OSI (International Standarts Organization/Open System Interconnection). Diante dos novos conceitos de programação estruturada, a linguagem PASCAL (em homenagem ao inventor da Pascaline) surgiu em 1971, criada por Niklaus Wirth, como uma ferramenta para ensino destes novos conceitos de programação. Esta linguagem foi padronizada em 1983 e é muito utilizada para ensino de computação nas universidades. [MEI 94]p76. Em 1974 o Bell Laboratories da AT&T modificou e melhor a linguagem B dando o nome de C. Esta linguagem é estruturada e modular e produz um código

16 16 em linguagem de máquina bem compacto. Em paralelo ao desenvolvimento da linguagem C, surgiu o sistema operacional Unix, hoje utilizado em microcomputadores e até computadores de grande porte. Kenneth Thompson e Dennis Ritchie estavam insatisfeitos com os sistemas operacionais da época (1969), em especial o Multics, um dos primeiros sistemas operacionais multiusuário e interativos, e começaram a desenvolver o Unix. A primeira versão foi escrita em assembler num PDP-7 da DEC e novamente reescrita em B para ser transportada para um dos primeiros DEC PDP- 11/45. Finalmente, em 1974, Ritchie desenvolveu o C para reescrever o Unix e torná-lo muito mais portável. Hoje o sistema operacional Unix e suas variantes são bastante usados em equipamentos de médio e grande porte e computadores não PC, como aqueles baseados em processadores RISC. Ao final da década de 1970, a grande quantidade de linguagens de programação disponíveis estabeleceu casos de organizações utilizando sistemas em escritos em várias linguagens diferentes. Nesta situação o Departamento de Defesa Americano, o maior usuário de software do mundo, patrocinou o desenvolvimento de uma nova linguagem de programação. Em 1980 anunciaram Ada (em homenagem a Ada Byron, a primeira programadora) como a linguagem mais avançada já desenvolvida, apresentando vantagens de outras linguagens como Pascal. [MEI 94]p77 Durante os anos das décadas de 1980 e 1990 muitas opções de linguagens de programação surgiram. Na sua maioria derivações e/ou combinações das linguagens já existentes. A partir da década de 1990 a história da computação, em específico da hardware e software convergiu para a história da micro informática. Vários outros tipos de software e linguagens continuam sendo produzidos, novos produtos ou produtos dos computadores de grande porte foram reescritos para os microcomputadores. Atualmente o mercado dispõem de inúmeros softwares e várias

17 17 linguagens para os equipamentos baseados na tecnologia Intel e equivalentes. 4 - A HISTÓRIA DAS REDES Atualmente as redes de computadores são encontradas com certa freqüência em empresas e outras instituições que possuem mais de um computador em sua estrutura. A rede tem como objetivos básicos o compartilhamento de recursos e proporcionar comunicação entre os computadores e seus usuários. Entretanto as redes de computadores não surgiram juntamente com a criação dos computadores, foi necessária a evolução de hardware e ajustes quanto a utilização do mesmo para que um ambiente propício se estabelecesse. Quando os primeiros computadores estavam sendo utilizados, por volta de 1950, somente era possível utilizá-los de maneira indireta. Os usuários enfileiravam-se para submeter seus jobs, utilizando-se de leitoras de cartões perfurados ou fitas magnéticas, que eram processadas em lote. (batch). [SOA 95]p4. Era necessário esperar algum tempo até que algum resultado referente ao processamento foi disponibilizado. Em 1960, com o surgimento dos sistemas de tempo compartilhado, timesharing, conectados aos terminais interativos através de linhas de comunicação, os usuários disponham de um mecanismo que permitia que várias tarefas, de diversos usuários em seus terminais, fossem processados em uma espécie de revezamento no tempo de processamento do processador. [SOA 95]p4. Os minicomputadores e o surgimento dos primeiros microcomputadores, na década de 1970, proporcionou a distribuição dos recursos computacionais pelos departamentos das organizações. Isto foi possível porque estes equipamentos

18 18 apresentavam uma aquisição mais acessível em relação aos computadores de grande porte, mainframes, que continuavam sendo usados em processamentos específicos e centralizados das empresas. Contudo, a aquisição destes equipamentos de menor poder de processamento ainda representava um alto investimento e a distribuição destes recursos pela empresa, embora proporcionasse aos usuários maior independência e responsividade, representavam também a duplicação desnecessária de alguns recursos comuns como impressoras. [SOA 95]p5 Então, a interconexão de todos os computares para compartilhamento de recursos tornou-se importante para redução de custos. Também a troca de informações entre usuários e seus sistemas foi um motivador importante para o surgimento das redes. Através dela os usuários poderiam trocar mensagens, acessar dados e programas conforme fosse necessário para o desempenho de suas atividades. [SOA 95]p5 Depois do surgimento de alguns modelos de microcomputadores e o lançamento do padrão IBM-PC a interligação destes computadores, através de uma rede, ganhou força. Os micros apresentavam um poder de processamento cada vez maior, seu custo em redução mas sua utilização isolada representava um grande desperdício de recursos como discos e impressoras. Segundo Meirelles [MEI 94]p205, Rede de microcomputadores é portanto a interligação de micros e periféricos para permitir a troca de informação entre os micros e seus usuários, de forma que periféricos mais caros como impressoras e discos possam ser compartilhados por mais de um micro.

19 19 Segundo Soares [SOA 95]p10, Uma rede de computadores é formada por um conjunto de módulos processadores (MPs 1 ) capazes de trocar informações e compartilhar recursos, interligado por um sistema de comunicação. Obviamente que para o surgimento das redes foi necessário desenvolver um sistema de comunicação para que os computadores pudessem, através deste sistema de comunicação, estabelecer uma comunicação efetiva. Este sistema de comunicação se constitui de um arranjo topológico (topologia), interligando vários computadores, através de enlaces físicos (meios de transmissão) e de um conjunto de regras cuja finalidade é organizar a comunicação (protocolos). Dependendo da disposição ou alcance geográfico de uma rede, esta pode ser chamada de três maneiras distintas considerando sua abrangência. As redes dispostas em uma sala, em algumas salas, normalmente em um mesmo prédio são chamadas de redes local, ou LAN (Local-area network). As redes que interligam computadores dispersos em vários pontos de uma cidade ou ainda em cidade próximas são chamadas de redes metropolitanas ou MAN (Metropolitan area network). As redes com dimensões continentais, interligando computadores em qualquer lugar do globo são chamadas de redes geograficamente distribuídas ou WAN (Wide area network) Como o mercado de microcomputadores estava apenas surgindo, os fornecedores apresentaram uma grande quantidade de soluções para estabelecer o 1 A definição de módulos processadores (MP) se refere a qualquer dispositivo capaz de se comunicar através do sistema de comunicação por troca de mensagens. Podemos citar, por exemplo, um microcomputador, uma máquina copiadora, um computador de grande porte, um terminal de vídeo texto, etc.

20 20 sistema de comunicação necessária a interconexão dos computadores. A IBM lançou em 1974 o SNA, Systems Network Architecture, que mais que uma especificação, era um conjunto de estrutura e de produtos, hardware e software, dos quais se compõe a rede. [MEI 94]p76 Posteriormente, três padrões estariam entre as especificações de meio físico de transmissão mais utilizadas, sendo eles: Ethernet, ARCnet e Token-Ring. Estes padrões especificavam a construção dos adaptadores de redes que eram conectados aos computadores para interligação na rede. Associado aos padrões de meio físico estão os padrões de protocolos de comunicação definidos/padronizados por fabricantes ou organismos de padronização. Entre protocolos existentes no início da utilização de redes estão o XNS - Xerox Network System; TCP/IP - Transmission Control Protocol/Internet Protocol; DECnet da Ditital; AppleTalk do Macintosh; IPX da Novell. [MEI 94]p208. SISTEMAS OPERACIONAIS DE REDE O surgimento das redes de computadores exigiu que assim como o hardware o sistema operacional fosse ajustado para suportar comunicação entre os computadores. Desta forma o sistema operacional local (SOL), recebeu uma extensão habilitando-o a estabelecer comunicação e assim permitindo o compartilhamento de recursos e troca de mensagens. A interface entre aplicações e o sistema operacional baseia-se usualmente, em interações solicitação/resposta. Nos sistemas operacionais que apresentam um modo de interação Cliente/Servidor, caracteriza-se como cliente aquele que solicitação uma informação ou serviço e a computador que fornece a informação ou presta o serviço se torna o Servidor. [SOA 95] p424.

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