PALAVRAS-CHAVE: Cidade. Identidade. Etinicidade. Estética. Extensão.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PALAVRAS-CHAVE: Cidade. Identidade. Etinicidade. Estética. Extensão."

Transcrição

1 CIDADE E IDENTIDADE NEGRA: REFLETINDO SOBRE O PERTENCIMENTO ETNICORRACIAL EM ITUIUTABA-MG Adriene Soares Guimarães¹ Naiana Dias Pereira Silva² (Orientador) Cairo Mohamad Ibrahim Katrib ³ RESUMO: Este é fruto das reflexões tecidas com a temática cidade e identidade negra realizadas nos grupos de estudo do Programa de Educação Tutorial Pet (re) conectando Saberes, da Universidade Federal de Uberlândia, Campus Ituiutaba-MG, desencadeadas após a realização de uma ação de extensão em um bairro periférico do município de Ituiutaba. Como o Pet (Re) conectando Saberes tem como eixo central o trabalho com as ações afirmativas. Realizamos uma oficina de tranças e penteados afros como forma de sensibilizar a população para a valorização de suas heranças e pertenças identitárias, reforçando valores étnicos, trabalhados à medida em que o público nos procurava para participar da oficina. Nesse sentido, ao mesmo tempo que despertávamos nos participantes a necessidade de se refletir sobre sua etnicidade reforçávamos a valorização da estética negra. A ação nos serviu como laboratório para futuras reflexões do grupo acerca do tema identidade negra na cidade. Como forma de sensibilização usamos o trabalho com imagens por meio de painel com a imagem de uma personagem negra, da história infantil O cabelo de Lelê para que crianças e jovens pudessem colocar o rosto e se fotografar. O que apresentamos nesse texto é, justamente,uma análise dessa ação e os reflexos dela na formação do grupo e nas ações efetivadas com a comunidade local PALAVRAS-CHAVE: Cidade. Identidade. Etinicidade. Estética. Extensão. Introdução O presente artigo faz uma análise de uma atividade de extensão realizada pelo grupo de Educação Tutorial PET (Re) conectando Saberes, voltada para a comunidade local, ¹Graduanda do curso Serviço Social, bolsista Pet (Re) conectando Saberes FACIP/UFU - MEC/SESU/SECAD. ² Graduanda do curso Serviço Social, bolsista Pet (Re) conectando Saberes FACIP/UFU - MEC/SESU/SECAD. ³Prof. Dr. Docente no curso de História da FACIP/UFU, tutor Pet (Re) conectando Saberes /MEC/SESU/SECAD.

2 abordando a temáica etnicorracial bem como os reflexos desta ação na formação do grupo. Para todas as atividades desenvolvidas pelo Pet (Re) conectando Saberes, da Universidade Federal de Uberlândia, Campus Ituiutaba-MG é feito um estudo da temática, do público-alvo com discussão teórico-metodológica com leitura de textos e debates. O grupo tem como foco discutir as questões raciais e seus impactos na vida acadêmica, social e cultural dos envolvidos. A ação que aqui vamos analisar desenvolvemos num dos bairros mais afastados de Ituiutaba-MG, por meio de oficinas de conscientização do pertencimento étnico, por meio de penteados afros. O Pet (Re) Conectando Saberes tem, então, como eixo central: desenvolver ações de extensão, ensino e pesquisa que favoreçam a ampliação de espaços de aprendizagem e diálogos com os grupos populares, numa perspectiva interdisciplinar, cujo foco é o redimensionamento da construção da cidadania consciente e da reflexão acerca das ações afirmativas de valorização das pertenças identitárias dos grupos populares. (PET, 2010). A atividade se concretizou com a feitura de tranças e penteados afros no sentido da valorização da estética negra e recuperação dos processos de reconhecimento da pertença e identidade negra. A prioridade do público foram as crianças, pois com elas é mais significativo abordar as questões do pertencimento e da etnicidade, pois não estão apegadas, ainda, ao padrão estético e ao pensamento eurocêntrico. Os penteados foram feitos pelos próprios petianos do grupo que, à medida em que eram feitas histórias eram contadas, destacando pontos relevantes acerca da valorização do negro e de sua estética ao longo da história do Brasil apresentada de forma lúdica por meio de painel ilustrativo que referendava a estética do cabelo crespo. A atividade foi desenvolvida sob tendas montadas na rua, a mesma se deu por meio de um convite da prefeitura, que organiza esse tipo de atividade em bairros carentes da cidade. O pet aceitou o convite e desenvolveu a atividade preferencialmente nas crianças por acreditar que o trabalho com a comunidade é fundante para a construção do individuo desde a infância. As crianças puderam ter contato com a temática racial por meio de atividades lúdicas voltadas para a valorização das questões afrodescendentes. Utilizamos para isso um painel com a imagem de uma personagem negra, da história infantil O cabelo de Lelê para que crianças e jovens pudessem colocar o rosto e fotografar. Durante a atividade apresentamos conceitos como negritude, pertencimento, beleza negra, dentre outros. Ouvimos depoimentos, pontos de vista sobre como cada um se percebia estética e fisicamente. a fim de despertar nos mesmos a valorização da beleza negra. 2

3 O Cabelo afro: herança e cultura étnica Essa ação de extensão foi imprescindível para a nossa formação acadêmica e profissional, pois a interação com a sociedade nos permitiu refletir sobre a importância da valorização da beleza negra como processo disparador do reconhecimento racial e rompimento com modelos estereotipados de beleza que não reconhecem as especificidades de cada sujeito e nem valoriza a sua etnicidade cultural e estética. Por meio das ações de extensão levamos conhecimento, cultura e lazer para a comunidade. Segundo os princípios de extensão do MEC. A EXTENSÃO entendida como prática acadêmica que interliga a Universidade nas suas atividades de ensino e de pesquisa, com as demandas da maioria da população, possibilita a formação do profissional cidadão e se credencia, cada vez mais, junto à sociedade como espaço privilegiado de produção do conhecimento significativo para a superação das desigualdades sociais existentes. A nossa sociedade é cheia de valores europeizantes enraizados que trazemos desde nossa criação, e estes são impostos a nós sem que percebamos. Crescemos com visões de padronização estética e física que nos moldam a modelos de beleza pré-estabelecidos passados pela escola, religião, famílias, reproduzidos pelas mídias, entre outros. E infelizmente esses valores culturais e sociais trazem o negro como um ser inferior, o que o leva a ser tratado de forma indiferente pela sociedade. Não é preciso que os pais digam para seus filhos que o negro é bandido, que ele é burro, pobre e perigoso. Ao olhar para o negro grande parcela da população tem esse tipo de pensamento, basta acompanharmos as mídias, isso porque está embutido na cultura brasileira que ele deve pensar assim, o que muito nos admira, pois vivemos em um país multirracial. Não há conhecimento de outro país onde a miscigenação seja tão grande como é no Brasil. Sendo assim como pode um país com tantas raças fundida numa só, criar estereótipos a uma pequena parte desses mesmos irmão de sangue?, Irmãos de sangue sim, onde um ser humano totalmente afrodescendente pode nascer com a pele um pouco mais clara e olhos azuis ou verdes. Mas isso é o que acontece, e esses estereótipos negros estão ligados a esses conceitos. As representações da cultura nos são transmitidas e permitem estabelecermos um pertencimento a determinado grupo; a cultura social e histórica que nos é apresentada é branca, logo ela se torna nosso modelo estético de referência e me 3

4 parece difícil quebrar com essas imagens criadas uma vez que se ensina, desde muito cedo, a negar a si mesmo.( PAUST, 2011, p.4). A ação visou, portanto, desconstruir essas ideias impregnadas na sociedade. No sentido de incentivar a valorização do cabelo afro ou crespo, já que ele quando é usado contribui negativamente para discriminar e/ou estereotipar o negro e não para reconhecê-lo dentro de sua individualidade cultural ou racial. As vivências dos negros podem trazer traumas, preconceitos pela sua cor, seu cabelo, seu nariz, discriminações reproduzidas nos meios em que convive, como por exemplo, na escola. O que pode causar dificuldades em se reconhecer como negra/o. O cabelo que é algo tão importante para a estética humana, é a chave de apresentação da pessoa. Se tratando do cabelo crespo do negro ele pode ser penteado de várias formas. Vai da preferência da pessoa, tanto as mulheres quanto os homens encontram varias possibilidades de penteados. Desde o alisamento que facilita na hora de pentear, o black power e as tranças que podem ser feitos de formas diferentes e que já são costumes da sociedade. Os penteados demonstram um resgate da memória cultural dos negros. Por isso o alisamento é visto por membros do movimento negro como um processo que tira a identidade do negro(a), aderindo a um padrão estético europeu. O cabelo afro, crespo, é visto pelo movimento negro como um símbolo de orgulho e nunca de vergonha, e o alisamento seria um processo para aceitação social de uma sociedade eurocêntrica. Desse modo, Existe discordância quando a posição defendida por muitos de que a mulher negra quando não assume seu cabelo natural, os alisando, não esta se assumindo como negra, e, além disto, mantém um padrão de beleza ditado pelo europeu. Acredita-se que a mulher e o homem podem se ver como negro mais isso não impede que escolham a forma que quer ter sua imagem representada, pois nem todas as pessoas que assumem as tranças e cabelos black power têm consciência do porque fazem aquilo. (COLTINHO, 2006, p.6). Para o movimento negro alisar o cabelo é uma forma de desonrar a identidade negra, a estética e as características negras devem ser valorizadas de forma sincera. Porém alisar os cabelos não deixa as mulheres menos negras, quem tem consciência do seu pertencimento não vai se tornar mais branca por alisar seus cabelos. Alisar os cabelos pode ser uma opção por ser fácil de pentear. Ou simplesmente por que a pessoa gosta e sente melhor de cabelos lisos. O cabelo do negro, visto como ruim, é expressão do racismo e da desigualdade racial que recai sobre esse sujeito. Ver o cabelo do negro como ruim e do branco como bom expressa um conflito. Por isso, mudar o cabelo pode significar a tentativa do negro de sair do lugar da inferioridade ou a introjeção deste. Pode ainda representar um sentimento de autonomia, expresso nas formas ousadas e criativas de usar o cabelo. (GOMES, 2003.p.3). 4

5 Manter o cabelo natural ou aderir as tranças é outra opção, e hoje cada vez mais aceita pela sociedade. O cabelo afro tem ganhado espaço na sociedade. É fácil perceber isso até mesmo nas atrizes negras das novelas, que usam seus cabelos blacks naturalmente. Durante os anos 1960, os negros que trabalhavam ativamente para criticar, desafiar e alterar o racismo branco, sinalavam a obsessão dos negros com o cabelo liso como um reflexo da mentalidade colonizada. Foi nesse momento em que os penteados afros, principalmente o black, entraram na moda como um símbolo de resistência cultural à opressão racista e fora considerado uma celebração da condição de negro(a). (HOOKS, 2005, p.2). Alisar os cabelos pode ser entendido como uma tentativa de se branquear, se pertencer ao grupo dominante da sociedade, de ser uma pessoa mais aceitável. No Brasil o padrão de beleza é europeu, e os negros viam em seus cabelos uma marca da inferioridade. A estética corporal tem contado muito nas relações sociais. Os estereótipos do ser humano são vistos como uma forma de aceitação ou não pela sociedade. Infelizmente o padrão estético branco e burguês ainda tem prevalecido em um país como nosso misto em raças e culturas. O movimento negro, dentre outras manifestações vem se utilizado da valorização do padrão estético para fazer com que o negro tenha orgulho de sua raça. Este não é um trabalho fácil já que a maioria da população não se assume como negra. (COLTINHO, 2006, p.7). Acreditamos que esse padrão estético esteja mudando. A construção da identidade negra tem se fortalecido por meio do movimento negro. As negras que conhecemos vêem assumindo seus cabelos afros e se sentindo mais aceitas na sociedade. A ação que discorremos neste trabalho foca as crianças por esse motivo, são elas que serão as futuras mulheres negras da nossa sociedade, e elas precisam crescer conscientes que, a forma como decidirem usar seus cabelos não seja um problema, que ele pode ser usado pela forma na qual elas preferirem, e que ninguém tem o direito de julgar, condenar ou inferiorizar seus estereótipos, que o cabelo crespo, afro, é um cabelo único, rico, e que ele pode ser alisado se for da vontade dela, isso não vai fazer ela menos negra, ser negra não é um problema. O Brasil vem observando ao longo dos anos um crescimento da valorização de uma estética negra. Com ela podemos verificar uma maior aceitação da sociedade diante de um modelo de se vestir e adotar os cabelos que difere do padrão europeu. (COLTINHO, 2006, p.7). Essa aceitação não é somente por parte dos brancos, muita das vezes essa não aceitação vem dos próprios negros, onde a percepção que eles têm de si mesmo difere da percepção do 5

6 outro, onde muitos indivíduos que se consideram brancos são vistos como negros aos olhos das outras pessoas e vice versa. Muito se ouve dizer a expressão negro de alma branca, expressão criada pelo escritor Monteiro Lobato, ao descrever sua personagem negra Tia Anastácia (de Emília) e que desde então foi tão amplamente divulgada pelos quatros cantos do Brasil, tentando fazer com que o negro seja menos negro, que tenha a pele negra mas que sua essência, sua alma seja branca, e muitos negros repetiam esse ditado acreditando mesmo isso ser possível. Mas o contexto vem mudando muito e os que tinham dificuldade em se assumir, se ver como negro e aderir aos padrões estéticos negros hoje se sentem mais a vontade na hora de vestir uma roupa com estampa afro, ou de assumir seus cabelos crespos e altos. Produtos são destinados especificamente a população negra, para o cabelo afro, o que pode ser criticado pelo ganho do capitalismo por estar lucrando com isso, mas não deixa de colaborar quando analisado do ponto de visualidade, o negro passa a ser visto em lugares onde só existiam cabelos lisos, como na maioria dos frascos de shampoo. Após as conquistas dos movimentos e manifestações negras, tendo como objetivo a igualdade e luta contra o preconceito e discriminação contra o negro, verificasse a ampliação de um mercado direcionado aos negros que vai atrair muitos investimentos e capital. (COLTINHO, 2006, p.8). Não é o caso aqui discutir os ganhos do capital com os investimentos na estética negra, mas a aceitação dessa estética pela sociedade, para que a construção da identidade seja positiva e não distorcida. A não negação do corpo. A aceitação pela individualidade de cada um. O meio em que crescemos deve ser livre de preconceitos. Dever ser um lugar onde as diferenças sejam respeitadas. Para que não sejam colocadas como privilégios de uns sobre os outros. Considerações Finais Partindo do pressuposto de que a ação teve resultados positivos ela será aplicada novamente em posteriores ações nos bairros. Levamos enriquecimento cultural, pertencimento e aceitação sobre a identidade, valorização da estética negra na desconstrução dos estereótipos negativos. Levando também principalmente conhecimento sobre a origem afro e todas os impactos que ela tem causado principalmente nos dias atuais, e que muitos acreditam ser moda ou qualquer outra coisa do gênero mas que na verdade não passa de tradições afrodescendentes, que já está em nosso meios a milhares e milhares de anos só não está 6

7 conhecida da grande massa da população ou que até tem conhecimento mas a trata com indiferença e não aceitação. Esta ação teve duração de quatro horas e foi aplicada por todos integrantes do grupo. Trabalhar diretamente com a população negra e carente faz nos perceber de que essa população assume seus cabelos, pode ate ser que a maioria deles não saibam do valor identitário que carregam e da riqueza cultural do grupo a qual pertencem. Mas levar essa atividade é um dos caminhos para essa conscientização. Para a valorização da identidade negra. Para a auto valorização. Para reprodução dos estereótipos, mas de forma positiva. As crianças devem crescer se sentindo bem com seu cabelo, sem se importar com chacotas e piadinhas que infelizmente estão longe de serem esquecidas pela população brasileira. As mulheres negras, os negros em geral devem não devem se sentir inferiorizados pela sua cor, seus cabelos, ou por qualquer outra característica que o difere do padrão eurocêntrico da sociedade. Caminhamos para a mudança desse padrão estético. Uma mudança também no sentido de se usar como queira usar. Sendo uma negra que goste de alisar os seus cabelos, o que importa é se sentir bem. A sociedade precisa entender isso, que somos diferentes, mas cada um deve ser respeitado com sua diferença. Quem disse que ser branco do cabelo liso e dos olhos claros é ser bonito e que ser preta do cabelo cacheado é ser feio? Quem te ensinou a pensar assim? Deste modo trabalhar com o cabelo afro é trabalhar com o individuo e como o mundo que o cerca, pois o cabelo vai ser visto, vai ser aceito ou não, elogiado ou criticado. Ao trabalhar os penteados afros temos a tentativa de ampliar o olhar de quem usa o penteado e de quem o vê. Como uma forma de valorizar a cultura e a identidade dos negros, pois o cabelo afro é um padrão estético rico e antigo. A oficina de tranças e penteados afros foi realizada portanto como forma de sensibilizar a população para a valorização de suas heranças e pertenças identitárias, reforçando valores étnicos. Referencias: COUTINHO,Cassi Ladi Reis. O PADRÃO ESTÉTICO DO NEGRO EM SALVADOR ( ) Disponível em: < Acesso em: 06 set GOMES, Nilma Lino. Corpo e cabelo como símbolos da identidade negra Disponível em: < Acesso em: 23 ago

8 HOOKS, Bell. Alisando o Nosso Cabelo Disponível em: < Acesso em: 02 set MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA. Programa de Educação Tutorial - PET(Re) Conectando Saberes, Fazeres e Práticas. Disponível em <http://www.petreconectando.facip.ufu.br/inicio> acesso em: 01 set PAUST, Letícia Martins. O RECONHECIMENTO DA CORPOREIDADE E ESTÉTICA NEGRA: EXPERIÊNCIAS A PARTIR DO COTIDIANO DA ESCOLA Disponível em: < Acesso em: 07 set Princípios da Extensão, segundo MEC: Secretaria de Educação Superior. Plano Nacional de Extensão Disponível em:<http://www.emaj.ufsc.br/principiosextensao.pdf>. Acesso em: 01 set

...Anais Eletrônicos da II Semana de História do Pontal 26, 27 e 28 de junho de 2013 Ituiutaba, MG

...Anais Eletrônicos da II Semana de História do Pontal 26, 27 e 28 de junho de 2013 Ituiutaba, MG CINEMA NO ESPAÇO ESCOLAR: rediscutindo cidadania e diversidade RESUMO: Meireslaine Nascimento da Silva Graduanda do curso de Pedagogia, bolsista Pet (Re) conectando Saberes - FACIPUFU/MEC/SESU/SECAD, meireslainepetg@gmail.com.

Leia mais

RACISMO NA ESCOLA: O LIVRO DIDÁTICO EM DISCUSSÃO

RACISMO NA ESCOLA: O LIVRO DIDÁTICO EM DISCUSSÃO RACISMO NA ESCOLA: O LIVRO DIDÁTICO EM DISCUSSÃO Adriana Rosicléia Ferreira CASTRO Graduada em Pedagogia pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte/ UERN - CAMEAM Pós-graduanda em Psicopedagogia

Leia mais

OFICINAS CULTURAIS E CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE NEGRA: PET (Re) CONECTANDO E PREVESTI.

OFICINAS CULTURAIS E CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE NEGRA: PET (Re) CONECTANDO E PREVESTI. OFICINAS CULTURAIS E CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE NEGRA: PET (Re) CONECTANDO E PREVESTI. Sabrina Silveira Silva Universidade Federal de Uberlândia\FACIP sabrinasilveiramgsasa@hotmail.com Luciane Ribeiro Dias

Leia mais

AS PRÁTICAS DO PROFESSOR PERANTE AS QUESTÕES RACIAIS NO COTIDIANO ESCOLAR. RESUMO: Este trabalho apresenta o processo de investigação sobre

AS PRÁTICAS DO PROFESSOR PERANTE AS QUESTÕES RACIAIS NO COTIDIANO ESCOLAR. RESUMO: Este trabalho apresenta o processo de investigação sobre AS PRÁTICAS DO PROFESSOR PERANTE AS QUESTÕES RACIAIS NO COTIDIANO ESCOLAR Janete de Carvalho da Silva 1 Heldina Pereira Pinto 2 RESUMO: Este trabalho apresenta o processo de investigação sobre as práticas

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: Adaptação. Cultura. Migrantes Nordestinos. Sujeitos Sociais. Trabalho.

PALAVRAS-CHAVE: Adaptação. Cultura. Migrantes Nordestinos. Sujeitos Sociais. Trabalho. MIGRANTES NORDESTINOS NO PONTAL DO TRIÂNGULO MINEIRO: PAPEL SOCIAL, CULTURAL E ECONÔMICO Meireslaine Nascimento da Silva 1 Raquel Silva Borges 2 Cairo Mohamad Ibrahim Katrib (Orientador) 3 RESUMO Este

Leia mais

LITERATURA AFRICANA: EM BUSCA DE CAMINHOS PARA A DESCONSTRUÇÃO DO RACISMO

LITERATURA AFRICANA: EM BUSCA DE CAMINHOS PARA A DESCONSTRUÇÃO DO RACISMO 1 LITERATURA AFRICANA: EM BUSCA DE CAMINHOS PARA A DESCONSTRUÇÃO DO RACISMO Vanuza Oliveira do Carmo (UFS) 1- INTRODUÇÃO Presenciamos atualmente muitas discussões acerca da Lei 10.639 aprovada em janeiro

Leia mais

DAS RAÍZES AFRICANAS À REALIDADE SOCIAL: A INCLUSÃO SOCIAL NA ESCOLA ATRAVÉS DO TRABALHO COM O NEGRO

DAS RAÍZES AFRICANAS À REALIDADE SOCIAL: A INCLUSÃO SOCIAL NA ESCOLA ATRAVÉS DO TRABALHO COM O NEGRO DAS RAÍZES AFRICANAS À REALIDADE SOCIAL: A INCLUSÃO SOCIAL NA ESCOLA ATRAVÉS DO TRABALHO COM O NEGRO Eloíza de Oliveira Chaves Universidade Estadual da Paraíba eloisa_chaves@hotmail.com Jhonathan Antonny

Leia mais

AS REPRESENTAÇÕES DO NEGRO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

AS REPRESENTAÇÕES DO NEGRO NA EDUCAÇÃO INFANTIL AS REPRESENTAÇÕES DO NEGRO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Rosa Maria Cavalheiro Jefferson Olivatto da Silva UNICENTRO Resumo: No Brasil, a abordagem das questões relacionadas História e Cultura Afro-Brasileira e

Leia mais

http://www.youtube.com/watch?v=h54vsr wwueo

http://www.youtube.com/watch?v=h54vsr wwueo http://www.youtube.com/watch?v=h54vsr wwueo Site:http://www.ccnma.org.br Coordenador: Carlos Sérgio Ferreira (coordenação cultura e identidade Afro brasileira) O Centro de Cultura Negra do Maranhão é uma

Leia mais

RAP NO ESPAÇO ESCOLAR: REDESCOBRINDO IDENTIDADES

RAP NO ESPAÇO ESCOLAR: REDESCOBRINDO IDENTIDADES RAP NO ESPAÇO ESCOLAR: REDESCOBRINDO IDENTIDADES Náiade Cristina de Oliveira Mizael 1 Meireslaine Nascimento da Silva 2 Adriene Soares Guimarães 3 (Orientador) Cairo Mohamad Ibrahim Katrib 4 RESUMO: Trata-se

Leia mais

NEGA DO CABELO DURO, QUAL É O PENTE QUE TE PENTEIA?

NEGA DO CABELO DURO, QUAL É O PENTE QUE TE PENTEIA? NEGA DO CABELO DURO, QUAL É O PENTE QUE TE PENTEIA? Maria de Lourdes Bertoni Araújo 1 Wylliane Estelaide Paixão de Santana 2 Cairo Mohamad Ibrahim Katrib (orientador) 3 RESUMO Este trabalho consiste em

Leia mais

Corpos em Debate: possibilidades e diálogos com a diversidade étnico racial na escola.

Corpos em Debate: possibilidades e diálogos com a diversidade étnico racial na escola. Corpos em Debate: possibilidades e diálogos com a diversidade étnico racial na escola. Juliana Alves Sorrilha Monteiro 1 - UFRJ Isabele Ferreira Santos 2 - UFRJ Drª. Simone Freitas Chaves 3 UFRJ Eixo temático:

Leia mais

VENCENDO O RACISMO NO CHÃO DA ESCOLA Edmilton Amaro da Hora Filho (UFPE) Irene Késsia das Mercês do Nascimento (UFPE) INTRODUÇÃO

VENCENDO O RACISMO NO CHÃO DA ESCOLA Edmilton Amaro da Hora Filho (UFPE) Irene Késsia das Mercês do Nascimento (UFPE) INTRODUÇÃO VENCENDO O RACISMO NO CHÃO DA ESCOLA Edmilton Amaro da Hora Filho (UFPE) Irene Késsia das Mercês do Nascimento (UFPE) INTRODUÇÃO A escola é o lugar onde o saber é socializado e onde é desenvolvida a transmissão

Leia mais

Educação Infantil. Projeto Griô: Contador de Histórias PRIMEIRO LUGAR

Educação Infantil. Projeto Griô: Contador de Histórias PRIMEIRO LUGAR Projeto Griô: Contador de Histórias Ofó: Forças trás-formadoras dos caminhos das Histórias e culturas afro-brasileiras e africanas. A ESCOLA Escola Creche Vovô Zezinho Salvador, BA A Professora PRIMEIRO

Leia mais

O ENSINO DA HISTÓRIA E A EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS. Palavras chaves: Ensino da História. Relações étnico-raciais. Formação acadêmica.

O ENSINO DA HISTÓRIA E A EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS. Palavras chaves: Ensino da História. Relações étnico-raciais. Formação acadêmica. O ENSINO DA HISTÓRIA E A EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS Nilvaci Leite de Magalhães Moreira¹ Resumo: Mesmo após 12 anos da promulgação da Lei nº 10.639/03, a História e cultura afrobrasileira ainda

Leia mais

ACOLHENDO A DIVERSIDADE

ACOLHENDO A DIVERSIDADE ACOLHENDO A DIVERSIDADE Rosa Ivana Martins. PMF ivanamros@yahoo.com.br Ventura Ana Lúcia. PMF ananjonegro@yahoo.com.br SILVA Scheila Martins. PMF scheila_helena@hotmail.com Costa Kamilla. PMF kamilla.floripa@hotmail.com

Leia mais

RELAÇÕES ÉTNICO - RACIAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL: IMPLEMENTAÇÃO DA LEI 10.639/2003

RELAÇÕES ÉTNICO - RACIAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL: IMPLEMENTAÇÃO DA LEI 10.639/2003 RELAÇÕES ÉTNICO - RACIAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL: IMPLEMENTAÇÃO DA LEI 10.639/2003 Prof. Anderson Oramísio Santos Prof. Esp.Olga Helena Costa RESUMO: O presente artigo objetiva oportunizar espaços de estudo

Leia mais

Mancala, instrumento mediador no ensino de História do Egito: valorização da cultura Africana e Afrodescendente. Educação Etnicorracial ERER

Mancala, instrumento mediador no ensino de História do Egito: valorização da cultura Africana e Afrodescendente. Educação Etnicorracial ERER Mancala, instrumento mediador no ensino de História do Egito: valorização da cultura Africana e Afrodescendente Educação Etnicorracial ERER ANA PAULA OLIVEIRA NAIARA SALVATIERRI Resumo Buscando conciliar

Leia mais

DIVERSIDADE ÉTNICO-RACIAL E DE GÊNERO: CURSOS A DISTÂNCIA

DIVERSIDADE ÉTNICO-RACIAL E DE GÊNERO: CURSOS A DISTÂNCIA 11. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( x ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA DIVERSIDADE

Leia mais

O ENSINO DE HISTÓRIA E CULTURA AFRO-BRASILEIRA E AFRICANA NUMA PERSPECTIVA VIRTUAL COLABORATIVA COM TECNOLOGIAS INTERATIVAS

O ENSINO DE HISTÓRIA E CULTURA AFRO-BRASILEIRA E AFRICANA NUMA PERSPECTIVA VIRTUAL COLABORATIVA COM TECNOLOGIAS INTERATIVAS O ENSINO DE HISTÓRIA E CULTURA AFRO-BRASILEIRA E AFRICANA NUMA PERSPECTIVA VIRTUAL COLABORATIVA COM TECNOLOGIAS INTERATIVAS Sonia Augusta de Moraes 1 Inajara Kaoana Weiss 2 Introdução Uma das grandes tarefas

Leia mais

A invasão do funk: embates entre racismo e conhecimento na sala de aula

A invasão do funk: embates entre racismo e conhecimento na sala de aula CURSO EDUCAÇÃO, RELAÇÕES RACIAIS E DIREITOS HUMANOS VANESSA COUTO SILVA A invasão do funk: embates entre racismo e conhecimento na sala de aula SÃO PAULO 2012 Introdução Este trabalho buscará uma problematização

Leia mais

Anais do 2º Congresso Brasileiro de Extensão Universitária Belo Horizonte 12 a 15 de setembro de 2004

Anais do 2º Congresso Brasileiro de Extensão Universitária Belo Horizonte 12 a 15 de setembro de 2004 Anais do 2º Congresso Brasileiro de Extensão Universitária Belo Horizonte 12 a 15 de setembro de 2004 Oficinas de Cidadania, Alfabetização e Letramento Área Temática em Educação Resumo O projeto, que buscou

Leia mais

Identidade negra: uma abordagem teórica sobre o referencial estético de meninas negras na escola 1.

Identidade negra: uma abordagem teórica sobre o referencial estético de meninas negras na escola 1. Identidade negra: uma abordagem teórica sobre o referencial estético de meninas negras na escola 1. Ivanilda Amado Cardoso 2 Introdução: O presente trabalho discute a construção da identidade de meninas

Leia mais

EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS: ELEMENTOS TEÓRICOS E METODOLÓGICOS DE UMA PRÁTICA DE FORMAÇÃO DOCENTE

EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS: ELEMENTOS TEÓRICOS E METODOLÓGICOS DE UMA PRÁTICA DE FORMAÇÃO DOCENTE 19 EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS: ELEMENTOS TEÓRICOS E METODOLÓGICOS DE UMA PRÁTICA DE FORMAÇÃO DOCENTE Alexandre do Nascimento - FAETEC - RJ Resumo No Brasil, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação,

Leia mais

SURFWEAR: UM MERCADO EM EXPANSÃO. Jheniffer Oliari; Graziela Morelli Centro Universitário de Brusque - Unifebe

SURFWEAR: UM MERCADO EM EXPANSÃO. Jheniffer Oliari; Graziela Morelli Centro Universitário de Brusque - Unifebe Trabalho 001 SURFWEAR: UM MERCADO EM EXPANSÃO Jheniffer Oliari; Graziela Morelli E-mail: jhenifferoliari@ig.com.br Palavras-chave: Surfwear; Surf; Vestuário A indústria surfwear é um dos segmentos da indústria

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: Lei 10.639/2003. Diversidade Etnicorracial. Práticas Pedagógicas.

PALAVRAS-CHAVE: Lei 10.639/2003. Diversidade Etnicorracial. Práticas Pedagógicas. REVELANDO SENTIDOS E DESPERTANDO PERTENÇAS: O PROCESSO DE IMPLEMENTAÇÃO DA LEI 10.639/03 EM UMA ESCOLA DA REDE PÚBLICA DE ENSINO DE CAMPINA GRANDE-PB Acacia Silva Alcantara Graduanda Pedagogia UEPB/PROPESQ/PIBIC-Af

Leia mais

AFROBRASILIDADE NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UM OLHAR PEDAGÓGICO À DIVERSIDADE

AFROBRASILIDADE NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UM OLHAR PEDAGÓGICO À DIVERSIDADE AFROBRASILIDADE NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UM OLHAR PEDAGÓGICO À DIVERSIDADE Patrícia da Silva Souza Graduanda de Pedagogia pela UEPB pipatricia278@gtmail.com Kátia Anne Bezerra da Silva Graduanda em Pedagogia

Leia mais

O Desenvolvimento da Criatividade e da Percepção Visual

O Desenvolvimento da Criatividade e da Percepção Visual O Desenvolvimento da Criatividade e da Percepção Visual Fernanda de Morais Machado Para nós, designers, a criatividade é a principal ferramenta. Devemos saber como usá-la, como aproveitá-la integralmente,

Leia mais

AULA 05. Profª Matilde Flório EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM PARA EDUCAÇÃO ÉTNICO-RACIAL PMSP-DOT- 2008

AULA 05. Profª Matilde Flório EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM PARA EDUCAÇÃO ÉTNICO-RACIAL PMSP-DOT- 2008 AULA 05 Profª Matilde Flório EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM PARA EDUCAÇÃO ÉTNICO-RACIAL PMSP-DOT- 2008 FÁBRICA DE IDÉIAS PEDAGÓGICAS CONCURSO PMSP FUND II 2011 (em parceria com a APROFEM e o Jornal dos Concursos)

Leia mais

O PRECONCEITO RACIAL PERCEBIDO/ NÃO PERCEBIDO, PELAS PROFESSORAS, NA EDUCAÇÃO FUNDAMENTAL Aline Oliveira Ramos PPGEd/UESB

O PRECONCEITO RACIAL PERCEBIDO/ NÃO PERCEBIDO, PELAS PROFESSORAS, NA EDUCAÇÃO FUNDAMENTAL Aline Oliveira Ramos PPGEd/UESB O PRECONCEITO RACIAL PERCEBIDO/ NÃO PERCEBIDO, PELAS PROFESSORAS, NA EDUCAÇÃO FUNDAMENTAL Aline Oliveira Ramos PPGEd/UESB Introdução Este trabalho se insere nas discussões atuais sobre relação étnico-cultural

Leia mais

ESCOLA COMO ESPAÇO DE GARANTIA DE RESPEITO ÀS DIFERENÇAS

ESCOLA COMO ESPAÇO DE GARANTIA DE RESPEITO ÀS DIFERENÇAS ESCOLA COMO ESPAÇO DE GARANTIA DE RESPEITO ÀS DIFERENÇAS Verlani Catarina da Silva 1 ; Thales Valença Ferreira Castro 2 A escola como um espaço tão múltiplo de ideias, classes sociais e diversidades culturais

Leia mais

RELAÇÕES DA EDUCAÇÃO ÉTNICO-RACIAL NA PRÉ-ESCOLA: RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA

RELAÇÕES DA EDUCAÇÃO ÉTNICO-RACIAL NA PRÉ-ESCOLA: RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA EDUCAÇÃO, CURRÍCULO E DIVERSIDADE CULTURAL RELAÇÕES DA EDUCAÇÃO ÉTNICO-RACIAL NA PRÉ-ESCOLA: RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA Michelly Spineli de Brito Campos Vieira/Prefeitura de Itapissuma-PE Paloma Viana de

Leia mais

BRINCANDO DE MATEMÁTICO

BRINCANDO DE MATEMÁTICO BRINCANDO DE MATEMÁTICO Carlos Alberto Rezende de Carvalho Junior Universidade Federal do Paraná (UFPR) carloscarvalhoj@gmail.com Janio de Jesus Cardoso Universidade Federal do Paraná (UFPR) ijanio_pt@yahoo.com.br

Leia mais

5 Discussão dos Resultados

5 Discussão dos Resultados 5 Discussão dos Resultados Este capítulo apresenta a análise e a interpretação dos dados extraídos das entrevistas com as consumidoras de baixa renda. Primeiramente, serão abordadas as buscas pelos valores

Leia mais

1- A identidade a partir do corpo e do cabelo negro: a escola como fator desta [des]construção.

1- A identidade a partir do corpo e do cabelo negro: a escola como fator desta [des]construção. CORPOREIDADE E EXPRESSÃO DA ESTÉTICA NEGRA: O CORPO NEGRO E O CABELO CRESPO NO COTIDIANO DA ESCOLA SILVA, Aline Layse Silva da - UFPA aline.layse@iced.ufpa.br Eixo temático: Eixo V Educação, diversidade

Leia mais

Desnaturalização e estranhamento: experiência do PIBID em Sociologia. Anabelly Brederodes Cássio Tavares

Desnaturalização e estranhamento: experiência do PIBID em Sociologia. Anabelly Brederodes Cássio Tavares Desnaturalização e estranhamento: experiência do PIBID em Sociologia Anabelly Brederodes Cássio Tavares Resumo O trabalho tem como objetivo refletir sobre a prática de ensino e aprendizagem, como um processo

Leia mais

EDUCAÇÃO, RELAÇÕES RACIAIS E DIREITOS HUMANOS

EDUCAÇÃO, RELAÇÕES RACIAIS E DIREITOS HUMANOS CURSO EDUCAÇÃO, RELAÇÕES RACIAIS E DIREITOS HUMANOS THELLMA FIGUEIREDO DE SOUZA EDUCAÇÃO, RELAÇÕES RACIAIS E DIREITOS HUMANOS SÃO PAULO 2012 Temos o direito a sermos iguais quando a diferença nos inferioriza;

Leia mais

Públicos da desigualdade social na EJA: ações educativas, para o reconhecimento e a valorização dos sujeitos

Públicos da desigualdade social na EJA: ações educativas, para o reconhecimento e a valorização dos sujeitos Públicos da desigualdade social na EJA: ações educativas, para o reconhecimento e a valorização dos sujeitos (Ana Rosaura Moraes Springer) 1 ; (Jaqueline Rosa da Cunha) 2 ; (Thaís Guma Pagel) 3 O presente

Leia mais

PROJETO GUARDIÕES DO AMBIENTE BRASIL

PROJETO GUARDIÕES DO AMBIENTE BRASIL PROJETO GUARDIÕES DO AMBIENTE BRASIL DE CAMPOS RIBEIRO, IVANA Instituto Brasileiro de Educação para a vida. Palavras chave: Educação Ambiental; Meio ambiente; Afetividade; Atividade extracurricular; Percepção.

Leia mais

Reflexões sobre a prática docente na Educação Infantil.

Reflexões sobre a prática docente na Educação Infantil. 6. Humanização, diálogo e amorosidade. Reflexões sobre a prática docente na Educação Infantil. Santos, Marisa Alff dos 1 Resumo O presente trabalho tem como objetivo refletir sobre as práticas docentes

Leia mais

Ser humano, sociedade e cultura

Ser humano, sociedade e cultura Ser humano, sociedade e cultura O ser humano somente vive em sociedade! Isolado nenhuma pessoa é capaz de sobreviver. Somos dependentes uns dos outros,e por isso, o ser humano se organiza em sociedade

Leia mais

O CONFLITO DO RACISMO DURANTE A INFÂNCIA

O CONFLITO DO RACISMO DURANTE A INFÂNCIA O CONFLITO DO RACISMO DURANTE A INFÂNCIA Ana Cristina da Paixão Silva Daiana Moreira Gomes Thainá Oliveira Lima S egundo a Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância), o Brasil tem feito avanços expressivos

Leia mais

coleção Conversas #11 - agosto 2014 - n a h u e s Respostas perguntas para algumas que podem estar passando pela sua cabeça.

coleção Conversas #11 - agosto 2014 - n a h u e s Respostas perguntas para algumas que podem estar passando pela sua cabeça. coleção Conversas #11 - agosto 2014 - Não quero s o a negra a m e pr s s eu e n ta min Respostas r pais. So perguntas para algumas que podem estar passando pela sua cabeça. h u a n ra a m cis o t r a a?

Leia mais

ESCOLA PROFESSOR AMÁLIO PINHEIRO ENSINO FUNDAMENTAL PROJETO EQUIPE MULTIDISCIPLINAR CULTURA AFRO-DESCENDENTES

ESCOLA PROFESSOR AMÁLIO PINHEIRO ENSINO FUNDAMENTAL PROJETO EQUIPE MULTIDISCIPLINAR CULTURA AFRO-DESCENDENTES ESCOLA PROFESSOR AMÁLIO PINHEIRO ENSINO FUNDAMENTAL PROJETO EQUIPE MULTIDISCIPLINAR CULTURA AFRO-DESCENDENTES JUSTIFICATIVA Este projeto tem como objetivo maior: Criar mecanismos para efetivar a implementação

Leia mais

EIXO VI Justiça Social, Educação e Trabalho: Inclusão, Diversidade e Igualdade

EIXO VI Justiça Social, Educação e Trabalho: Inclusão, Diversidade e Igualdade EIXO VI Justiça Social, Educação e Trabalho: Inclusão, Diversidade e Igualdade 251 No contexto de um Sistema Nacional Articulado de Educação e no campo das políticas educacionais, as questões que envolvem

Leia mais

História e cultura afro-brasileira no currículo escolar

História e cultura afro-brasileira no currículo escolar 58 História e cultura afro-brasileira no currículo escolar (African-Brazilian history and culture at scholar curriculum) Michele Bitioli 1 ; José Pedro Toniosso 2 1 Graduação - Centro Universitário UNIFAFIBE

Leia mais

POR UMA PEDAGOGIA DA IGUALDADE: POR QUE SUPERAR O PRECONCEITO E A DISCRIMINAÇÃO RACIAL NO COTIDIANO ESCOLAR?

POR UMA PEDAGOGIA DA IGUALDADE: POR QUE SUPERAR O PRECONCEITO E A DISCRIMINAÇÃO RACIAL NO COTIDIANO ESCOLAR? 1 POR UMA PEDAGOGIA DA IGUALDADE: POR QUE SUPERAR O PRECONCEITO E A DISCRIMINAÇÃO RACIAL NO COTIDIANO ESCOLAR? TENÓRIO, Aleir Ferraz GASPARIN, João Luiz INTRODUÇÃO Um desafio que se apresenta a todos os

Leia mais

PROGRAMA DE BOLSA INSTITUCIONAL DE ENSINO E APRENDIZAGEM LICENCIATURAS DO TURNO NOTURNO - PIB LIC (2013.1)

PROGRAMA DE BOLSA INSTITUCIONAL DE ENSINO E APRENDIZAGEM LICENCIATURAS DO TURNO NOTURNO - PIB LIC (2013.1) PROGRAMA DE BOLSA INSTITUCIONAL DE ENSINO E APRENDIZAGEM LICENCIATURAS DO TURNO NOTURNO - PIB LIC (2013.1) TÍTULO DO PROJETO Literatura Afro-Brasileira como Debate para as Relações Étnico-Raciais na Escola

Leia mais

Profa. Dra. Ana Maria Klein UNESP/São José do Rio Preto anaklein@ibilce.unesp.br

Profa. Dra. Ana Maria Klein UNESP/São José do Rio Preto anaklein@ibilce.unesp.br Profa. Dra. Ana Maria Klein UNESP/São José do Rio Preto anaklein@ibilce.unesp.br 3º Seminário de Proteção Escolar / Secretaria da Educação 20 e 21 de agosto de 2014 / Serra Negra 1 Diferenças culturais

Leia mais

DEFORMAÇÃO DA CRIANÇA NEGRA PELA MÍDIA (TELEVISÃO)

DEFORMAÇÃO DA CRIANÇA NEGRA PELA MÍDIA (TELEVISÃO) 1 DEFORMAÇÃO DA CRIANÇA NEGRA PELA MÍDIA (TELEVISÃO) Cláudio Amorim Pereira 1 Resumo Esse artigo tem como objetivo falar sobre a criança negra e a mídia é, sobretudo, discutir hegemonia, ideologia, monopólio

Leia mais

CABELO AFRO: valorizar o volume

CABELO AFRO: valorizar o volume CABELO AFRO: valorizar o volume 1. Introdução Elivan Andrade da Silva Euzebio Fernandes de carvalho A herança nefasta de mais de três séculos de escravização de negros africanos no Brasil contribuiu para

Leia mais

TUDO O QUE APRENDEMOS É BOM

TUDO O QUE APRENDEMOS É BOM VERDADEIRO? FALSO? TUDO O QUE APRENDEMOS É BOM VERDADEIRO? FALSO? A EDUCAÇÃO PODE ME PREJUDICAR VERDADEIRO? FALSO? APRENDO SEMPRE DE FORMA CONSCIENTE ESPAÇOS DE APRENDIZAGEM Podemos concordar que aprendemos

Leia mais

Seminário A Mulher e a Mídia

Seminário A Mulher e a Mídia Para analisar o papel da mulher como produtora de notícia e o tratamento dispensado pela mídia às mulheres, quando elas são a notícia, realizou-se na cidade no Rio de Janeiro, em junho de 2004, o seminário

Leia mais

O professor de Arte e a Educação Inclusiva: Cotidianos, vivências.

O professor de Arte e a Educação Inclusiva: Cotidianos, vivências. O professor de Arte e a Educação Inclusiva: Cotidianos, vivências. TAVARES, Tais B. Rutz 1 ; MEIRA, Mirela R. 2 Resumo: Este artigo adota uma perspectiva de que a educação inclusiva é um processo em construção,

Leia mais

A Contribuição das Relações Públicas na Inclusão da Pessoa com Deficiência Mental no Mercado de Trabalho 1

A Contribuição das Relações Públicas na Inclusão da Pessoa com Deficiência Mental no Mercado de Trabalho 1 A Contribuição das Relações Públicas na Inclusão da Pessoa com Deficiência Mental no Mercado de Trabalho 1 Elisabete Gonçalves Beserra 2 Sandra Karine Domingues 3 Orientadora: Profª. Denise Gouveia Monteiro

Leia mais

INTEGRAÇÃO UNIVERSIDADE X ENSINO MÉDIO: INTERVENÇÃO MULTIDISCIPLINAR EM ADMINITRAÇÃO, INFORMÁTICA E EDUCAÇÃO.

INTEGRAÇÃO UNIVERSIDADE X ENSINO MÉDIO: INTERVENÇÃO MULTIDISCIPLINAR EM ADMINITRAÇÃO, INFORMÁTICA E EDUCAÇÃO. INTEGRAÇÃO UNIVERSIDADE X ENSINO MÉDIO: INTERVENÇÃO MULTIDISCIPLINAR EM ADMINITRAÇÃO, INFORMÁTICA E EDUCAÇÃO. Grupo PET Administração Universidade Federal de Lavras UFLA Resumo Os jovens formam o conjunto

Leia mais

ESCOLA, GUETO SOCIAL, PRODUTORA DA DIFERENÇA

ESCOLA, GUETO SOCIAL, PRODUTORA DA DIFERENÇA ESCOLA, GUETO SOCIAL, PRODUTORA DA DIFERENÇA Mirian de Albuquerque Aquino Universidade Federal da Paraíba Brasil A educação pode ser pensada como uma prática social que permite a condição de vivermos como

Leia mais

MINHA COR E A COR DO OUTRO: QUAL A COR DESSA MISTURA? - OLHARES SOBRE A DIVERSIDADE NA EDUCAÇÃO INFANTIL

MINHA COR E A COR DO OUTRO: QUAL A COR DESSA MISTURA? - OLHARES SOBRE A DIVERSIDADE NA EDUCAÇÃO INFANTIL MINHA COR E A COR DO OUTRO: QUAL A COR DESSA MISTURA? - OLHARES SOBRE A DIVERSIDADE NA EDUCAÇÃO INFANTIL Daniela Lemmertz Bischoff Leni Vieira Dornelles RESUMO: A presente pesquisa procura investigar de

Leia mais

Palavras Chaves: Integração Multicultural, Diversidade cultural e Ações afirmativas

Palavras Chaves: Integração Multicultural, Diversidade cultural e Ações afirmativas TITULO: INTERMULT: INTEGRAÇÃO MULTICULTURAL EJE: Extensión, docencia e investigación AUTORES: Roberto Domingues Souza 1 (Coordenador da Ação) Ana Furlong Antochevis 2 ; Carolina Lopes França 3 ; REFERENCIA

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO/2014 1.ª SÉRIE CÓDIGO DISCIPLINAS CHA MODALIDADE 00-7157-02 DIDÁTICA 080

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO/2014 1.ª SÉRIE CÓDIGO DISCIPLINAS CHA MODALIDADE 00-7157-02 DIDÁTICA 080 Curso: Graduação: Regime: EDUCAÇÃO FÍSICA MATRIZ CURRICULAR LICENCIATURA SERIADO ANUAL NOTURNO Duração: 3 (TRÊS) ANOS LETIVOS Integralização: A) TEMPO TOTAL - MÍNIMO = 03 (TRÊS) ANOS LETIVOS - MÁXIMO =

Leia mais

PRÁTICA DOCENTE E TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO: A TV NA SALA DE AULA 1

PRÁTICA DOCENTE E TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO: A TV NA SALA DE AULA 1 PRÁTICA DOCENTE E TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO: A TV NA SALA DE AULA 1 Autora: Maria Thaís de Oliveira Batista Graduanda do Curso de Pedagogia Unidade Acadêmica de Educação/CFP/UFCG Email: taholiveira.thais@gmail.com

Leia mais

Estímulo Experimental: Texto para filmagem dos discursos políticos (Brasil Thad Dunning)

Estímulo Experimental: Texto para filmagem dos discursos políticos (Brasil Thad Dunning) Estímulo Experimental: Texto para filmagem dos discursos políticos (Brasil Thad Dunning) DISCURSOS 1, 2, 3 e 4 sem mensagem de raça ou classe (o texto do discurso é para ser lido duas vezes por cada ator,

Leia mais

A LEI Nº. 10.639/03 NO CURRÍCULOESCOLAR: CONTRIBUIÇÕES PARA O ENSINO DA HISTÓRIA E CULTURA AFRICANA E AFRODESCENDENTE

A LEI Nº. 10.639/03 NO CURRÍCULOESCOLAR: CONTRIBUIÇÕES PARA O ENSINO DA HISTÓRIA E CULTURA AFRICANA E AFRODESCENDENTE A LEI Nº. 10.639/03 NO CURRÍCULOESCOLAR: CONTRIBUIÇÕES PARA O ENSINO DA HISTÓRIA E CULTURA AFRICANA E AFRODESCENDENTE Cícera Nunes ciceranunes@hotmail.com Doutoranda em Educação Brasileira - UFC Professora

Leia mais

DIVERSIDADE ÉTNICO CULTURAL NAS ESCOLAS DE DOURADOS- MS, PRINCIPAIS ELEMENTOS E QUESTÕES: RELATO DE PESQUISA.

DIVERSIDADE ÉTNICO CULTURAL NAS ESCOLAS DE DOURADOS- MS, PRINCIPAIS ELEMENTOS E QUESTÕES: RELATO DE PESQUISA. DIVERSIDADE ÉTNICO CULTURAL NAS ESCOLAS DE DOURADOS- MS, PRINCIPAIS ELEMENTOS E QUESTÕES: RELATO DE PESQUISA. Danielli Manfré Da Silva Universidade Federal da Grande Dourados-UFGD Danny_pabla@hotmail.com

Leia mais

A QUESTÃO ÉTNICO-RACIAL NA ESCOLA: REFLEXÕES A PARTIR DA LEITURA DOCENTE

A QUESTÃO ÉTNICO-RACIAL NA ESCOLA: REFLEXÕES A PARTIR DA LEITURA DOCENTE A QUESTÃO ÉTNICO-RACIAL NA ESCOLA: REFLEXÕES A PARTIR DA LEITURA DOCENTE Kallenya Kelly Borborema do Nascimento 1 Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) E-mail: kallenyakelly2@hotmail.com Patrícia Cristina

Leia mais

AS INTERFACES DO BULLYING E DA DISCRIMINAÇÃO ETNICORRACIAL NA ESCOLA Domingos Barbosa dos Santos 1

AS INTERFACES DO BULLYING E DA DISCRIMINAÇÃO ETNICORRACIAL NA ESCOLA Domingos Barbosa dos Santos 1 AS INTERFACES DO BULLYING E DA DISCRIMINAÇÃO ETNICORRACIAL NA ESCOLA Domingos Barbosa dos Santos 1 INTRODUÇÃO Historicamente a população negra, urbana e rural, tem ocupado locais sociais subalternizados

Leia mais

Incentivar a comunidade escolar a construir o Projeto político Pedagógico das escolas em todos os níveis e modalidades de ensino, adequando o

Incentivar a comunidade escolar a construir o Projeto político Pedagógico das escolas em todos os níveis e modalidades de ensino, adequando o SELO DE EDUCAÇÃO PARA IGUALDADE RACIAL ANEXO 1: METAS NORTEADORAS DO PLANO NACIONAL DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS E PARA O ENSINO DE HISTÓRIA E CULTURA

Leia mais

AFRICAMOS: PENSAR E VIVER AFRICANIDADES PARA E COM AS CRIANÇAS EM CONTEXTOS COLETIVOS DE EDUCAÇÃO E CUIDADO

AFRICAMOS: PENSAR E VIVER AFRICANIDADES PARA E COM AS CRIANÇAS EM CONTEXTOS COLETIVOS DE EDUCAÇÃO E CUIDADO AFRICAMOS: PENSAR E VIVER AFRICANIDADES PARA E COM AS CRIANÇAS EM CONTEXTOS COLETIVOS DE EDUCAÇÃO E CUIDADO Área Temática: Educação Coordenador: Adilson de Angelo 1 Autoras: Neli Góes Ribeiro Laise dos

Leia mais

Orientadora: Profª Drª Telma Ferraz Leal. 1 Programa de Pós-Graduação em Educação da UFPE.

Orientadora: Profª Drª Telma Ferraz Leal. 1 Programa de Pós-Graduação em Educação da UFPE. A CONSTRUÇÃO DE IDENTIDADES SOCIAIS DOS AFRO-DESCENDENTES NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS E AS IMPLICAÇÕES DO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM DA LÍNGUA PORTUGUESA MOURA, Dayse Cabral de 1 UFPE mouradayse@yahoo.com.br

Leia mais

3º ECOM.EDU Encontro de Comunicação e Educação de Ponta Grossa

3º ECOM.EDU Encontro de Comunicação e Educação de Ponta Grossa 89 3º ECOM.EDU Encontro de Comunicação e Educação de Ponta Grossa ÁFRICA E AFRICANIDADES: ARTE E LITERATURA NA CONSTRUÇÃO DE UMA REPRESENTAÇÃO POSITIVA DO NEGRO NO BRASIL Simone Aparecida Dupla 34 Linite

Leia mais

POR UMA POLÍTICA DE PERMANÊNCIA: A EXPERIÊNCIA DOS JOVENS ALUNOS BOLSISTAS JUNTO AO PROJETO PROUNIR.

POR UMA POLÍTICA DE PERMANÊNCIA: A EXPERIÊNCIA DOS JOVENS ALUNOS BOLSISTAS JUNTO AO PROJETO PROUNIR. POR UMA POLÍTICA DE PERMANÊNCIA: A EXPERIÊNCIA DOS JOVENS ALUNOS BOLSISTAS JUNTO AO PROJETO PROUNIR. Introdução Aluno: Djalma Pedro da Silva Filho Orientador: Solange Jobim e Sousa A PUC-Rio é reconhecida

Leia mais

IDENTIFICAÇÃO E VALORIZAÇÃO: A MENINA BONITA DO LAÇO DE FITA EM SALA DE AULA

IDENTIFICAÇÃO E VALORIZAÇÃO: A MENINA BONITA DO LAÇO DE FITA EM SALA DE AULA IDENTIFICAÇÃO E VALORIZAÇÃO: A MENINA BONITA DO LAÇO DE FITA EM SALA DE AULA Francielle Suenia da Silva (1); Laysa Cavalcante Costa (1); Universidade Federal de Campina Grande, franciellesu@gmail.com Universidade

Leia mais

FORMAÇÃO LEITORA NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Daniela Andrade Coelho da Fonseca 1, Marilani Soares Vanalli 2

FORMAÇÃO LEITORA NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Daniela Andrade Coelho da Fonseca 1, Marilani Soares Vanalli 2 Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 1155 FORMAÇÃO LEITORA NA EDUCAÇÃO INFANTIL Daniela Andrade Coelho da Fonseca 1, Marilani Soares Vanalli 2 1 Mestranda

Leia mais

Manifeste Seus Sonhos

Manifeste Seus Sonhos Manifeste Seus Sonhos Índice Introdução... 2 Isso Funciona?... 3 A Força do Pensamento Positivo... 4 A Lei da Atração... 7 Elimine a Negatividade... 11 Afirmações... 13 Manifeste Seus Sonhos Pág. 1 Introdução

Leia mais

O Ato de Brincar e as Relações de Gênero Aspectos de um Projeto de Extensão

O Ato de Brincar e as Relações de Gênero Aspectos de um Projeto de Extensão O Ato de Brincar e as Relações de Gênero Aspectos de um Projeto de Extensão Marina Aparecida Marques Castanheira, 6 módulo Licenciatura em Química UFLA, marinacquimica@yahoo.com.br, Alessandro Garcia Paulino,

Leia mais

MÚSICA E CONSTRUÇÃO DE INSTRUMENTOS MUSICAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL 1

MÚSICA E CONSTRUÇÃO DE INSTRUMENTOS MUSICAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL 1 MÚSICA E CONSTRUÇÃO DE INSTRUMENTOS MUSICAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL 1 Autora: Juliete Soares de Albuquerque Graduanda do Curso de Pedagogia Unidade Acadêmica de Educação/CFP/UFCG Co-autora: Geruslandia Almeida

Leia mais

RACISMO NO BRASIL: O mito da democracia racial FALANDO DE HISTÓRIA: SER PEÇA, SER COISA

RACISMO NO BRASIL: O mito da democracia racial FALANDO DE HISTÓRIA: SER PEÇA, SER COISA RACISMO NO BRASIL: O mito da democracia racial FALANDO DE HISTÓRIA: SER PEÇA, SER COISA Por Neila Cristina N. Ramos Embora vivamos num país em que se tente transmitir uma imagem de igualdade e harmonia

Leia mais

TRANSGREDINDO UMA ESTÉTICA RACISTA: O TRABALHO COM NARRATIVAS E A PRODUÇÃO DA IDENTIDADE NEGRA Juliana Ribeiro PPGEDUC/UFRRJ

TRANSGREDINDO UMA ESTÉTICA RACISTA: O TRABALHO COM NARRATIVAS E A PRODUÇÃO DA IDENTIDADE NEGRA Juliana Ribeiro PPGEDUC/UFRRJ TRANSGREDINDO UMA ESTÉTICA RACISTA: O TRABALHO COM NARRATIVAS E A PRODUÇÃO DA IDENTIDADE NEGRA Juliana Ribeiro PPGEDUC/UFRRJ Resumo O presente trabalho é parte da pesquisa em andamento Pensando fora do

Leia mais

Escola e a promoção da igualdade étnico-racial: estratégias e possibilidades UNIDADE 4

Escola e a promoção da igualdade étnico-racial: estratégias e possibilidades UNIDADE 4 Escola e a promoção da igualdade étnico-racial: estratégias e possibilidades As formas de racismo e a questão racial: NAZISMO APARTHEID FACISMO Questão racial: ligada às nossas representações e os nossos

Leia mais

Arquivo pessoal. Amanda Teixeira

Arquivo pessoal. Amanda Teixeira Arquivo pessoal Amanda Teixeira MULHER E MÍDIA por Débora Junqueira Fora das capas de revistas Adolescentes negras não se reconhecem nas publicações femininas Quem tem os lábios grossos e quer disfarçá-los

Leia mais

O DIÁLOGO COM AS CRIANÇAS PEQUENAS - REFLEXÕES SOBRE O COTIDIANO INFANTIL

O DIÁLOGO COM AS CRIANÇAS PEQUENAS - REFLEXÕES SOBRE O COTIDIANO INFANTIL O DIÁLOGO COM AS CRIANÇAS PEQUENAS - REFLEXÕES SOBRE O COTIDIANO INFANTIL Viviane Cardoso¹ Resumo: O objetivo desse artigo é refletir como os ideais da pedagogia freireana tem contribuído para as práticas

Leia mais

UNIDADE 10 PARA UMA EDUCAÇAO ANTIRRACISTA

UNIDADE 10 PARA UMA EDUCAÇAO ANTIRRACISTA UNIDADE 10 PARA UMA EDUCAÇAO ANTIRRACISTA Módulo 1 - Aspectos gerais da educação e das relações étnico-raciais Unidade 10 - Para uma educação antirracista Objetivos: Analisar o conceito de multiculturalismo;

Leia mais

JUSTIFICATIVA DA INICIATIVA

JUSTIFICATIVA DA INICIATIVA JUSTIFICATIVA DA INICIATIVA A relevância do projeto: O negro em destaque: As representações do negro na literatura brasileira se dá a partir das análises e percepções realizadas pelo coletivo cultural,

Leia mais

Feira do livro: acesso ao livro, descoberta da leitura.

Feira do livro: acesso ao livro, descoberta da leitura. Feira do livro: acesso ao livro, descoberta da leitura. Helgair Kretschmer Aguirre (Graduanda em Licenciatura em Letras/Unipampa Bagé) Sheyla de Jesus Meireles Teixeira (Graduanda em Licenciatura em Letras/Unipampa

Leia mais

Formação Profissional de Professores/as em Gênero, Sexualidade, Orientação Sexual e Relações Étnico Raciais

Formação Profissional de Professores/as em Gênero, Sexualidade, Orientação Sexual e Relações Étnico Raciais Formação Profissional de Professores/as em Gênero, Sexualidade, Orientação Sexual e Relações Étnico Raciais O que é o GDE É um curso de Aperfeiçoamento, na modalidade a distância, com carga horária de

Leia mais

A LITERATURA INFANTIL AFRO BRASILEIRA E A FORMAÇÃO LEITORA NO ENSINO FUNDAMENTAL

A LITERATURA INFANTIL AFRO BRASILEIRA E A FORMAÇÃO LEITORA NO ENSINO FUNDAMENTAL A LITERATURA INFANTIL AFRO BRASILEIRA E A FORMAÇÃO LEITORA NO ENSINO FUNDAMENTAL RUTH CECCON BARREIROS (UNIOESTE - UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ). Resumo Este trabalho apresenta reflexões acerca

Leia mais

ENTRELAÇANDO VIVÊNCIAS PELA LEITURA DO MUNDO E DA PALAVRA: (RE)ENCANTANDO A VIDA ATRAVÉS DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS

ENTRELAÇANDO VIVÊNCIAS PELA LEITURA DO MUNDO E DA PALAVRA: (RE)ENCANTANDO A VIDA ATRAVÉS DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS ENTRELAÇANDO VIVÊNCIAS PELA LEITURA DO MUNDO E DA PALAVRA: (RE)ENCANTANDO A VIDA ATRAVÉS DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS Daniele Mallmann da Silva 1 Tatiana Poltosi Dorneles 2 Ketner Thaiane Landvoigt Kayser

Leia mais

XIX Encontro Regional de História da ANPUH São Paulo

XIX Encontro Regional de História da ANPUH São Paulo XIX Encontro Regional de História da ANPUH São Paulo Autor: Profa Dra Sandra Leila de Paula Título do Trabalho: Análise Sociológica de Desenhos Infantis: uma nova perspectiva de análise para grupos de

Leia mais

EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: UM CAMINHO POSSÍVEL DE (TRANS)FORMAÇÃO HUMANA

EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: UM CAMINHO POSSÍVEL DE (TRANS)FORMAÇÃO HUMANA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: UM CAMINHO POSSÍVEL DE (TRANS)FORMAÇÃO HUMANA SILVA, Adriano Cavalcante UERN adricat@bol.com.br ALVES, Anna Celestina Fonseca de Medeiros UERN anna_celestina@hotmail.com DANTAS, Rivânia

Leia mais

Secretaria Municipal de Educação de Braço do Trombudo

Secretaria Municipal de Educação de Braço do Trombudo Secretaria Municipal de Educação de Braço do Trombudo Concurso: Prêmio AMAVI De Educação 2013 Pequenos Artistas Grandes Talentos Qualidade na Prática da Docência 2013 1 Professora: Aline de Fátima Alves

Leia mais

PARCERIA FAMÍLIA E ESCOLA NO ENSINO DE HISTÓRIA: LIMITES E POSSIBILIDADES DESTA RELAÇÃO

PARCERIA FAMÍLIA E ESCOLA NO ENSINO DE HISTÓRIA: LIMITES E POSSIBILIDADES DESTA RELAÇÃO PARCERIA FAMÍLIA E ESCOLA NO ENSINO DE HISTÓRIA: LIMITES E POSSIBILIDADES DESTA RELAÇÃO RESUMO Kelce Lanis Lira da Silva¹ Maria Claudia da Silva Madeira² O texto pretende contribuir para uma futura melhoria

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ VIOLÊNCIA INFANTIL DOMÉSTICA: FORTE INFLUÊNCIA NO APRENDIZADO 2015 GISLAINE DOS SANTOS WEINFURTER

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ VIOLÊNCIA INFANTIL DOMÉSTICA: FORTE INFLUÊNCIA NO APRENDIZADO 2015 GISLAINE DOS SANTOS WEINFURTER VIOLÊNCIA INFANTIL DOMÉSTICA: FORTE INFLUÊNCIA NO APRENDIZADO 2015 UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ GISLAINE DOS SANTOS WEINFURTER VIOLÊNCIA INFANTIL DOMÉSTICA: FORTE INFLUÊNCIA NO APRENDIZADO CURITIBA 2015

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 21 Discurso na cerimónia de instalação

Leia mais

CONGRESSO INTERNACIONAL INTERDISCIPLINAR EM SOCIAIS E HUMANIDADES Niterói RJ: ANINTER-SH/ PPGSD-UFF, 03 a 06 de Setembro de 2012, ISSN 2316-266X

CONGRESSO INTERNACIONAL INTERDISCIPLINAR EM SOCIAIS E HUMANIDADES Niterói RJ: ANINTER-SH/ PPGSD-UFF, 03 a 06 de Setembro de 2012, ISSN 2316-266X CONGRESSO INTERNACIONAL INTERDISCIPLINAR EM SOCIAIS E HUMANIDADES Niterói RJ: ANINTER-SH/ PPGSD-UFF, 03 a 06 de Setembro de 2012, ISSN 2316-266X DA INVISIBILIDADE AFROBRASILEIRA À VALORIZAÇÃO DA DIVERSIDADE

Leia mais

CULTURA AFRO CULTURA AFRO

CULTURA AFRO CULTURA AFRO CULTURA AFRO ESCOPO Apresentamos o projeto Cultura Afro com o compromisso de oferecer aos alunos do ensino fundamental um panorama completo e diversificado sobre a cultura afro em nosso país. Levamos em

Leia mais

VOVÔ DO ILÊ - Fundador e presidente do Ilê Aiyê

VOVÔ DO ILÊ - Fundador e presidente do Ilê Aiyê VOVÔ DO ILÊ - Fundador e presidente do Ilê Aiyê Antônio Carlos dos Santos, ou Vovô do Ilê, como é mais conhecido, foi um dos responsáveis pela criação da Associação Cultural Bloco Carnavalesco Ilê Aiyê.

Leia mais

A EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS NO CONTEXTO DAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NA COLETÂNEA DE RELATOS CURSO ARTE AFRO BRASILEIRA NO ENSINO FUNDAMENTAL

A EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS NO CONTEXTO DAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NA COLETÂNEA DE RELATOS CURSO ARTE AFRO BRASILEIRA NO ENSINO FUNDAMENTAL A EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS NO CONTEXTO DAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NA COLETÂNEA DE RELATOS CURSO ARTE AFRO BRASILEIRA NO ENSINO FUNDAMENTAL Resumo Mônica Luiza Simião Pinto 1 - IFPR Grupo de Trabalho

Leia mais

Projeto - A afrodescendência brasileira: desmistificando a história

Projeto - A afrodescendência brasileira: desmistificando a história Projeto - A afrodescendência brasileira: desmistificando a história Tema: Consciência Negra Público-alvo: O projeto é destinado a alunos do Ensino Fundamental - Anos Finais Duração: Um mês Justificativa:

Leia mais

coleção Conversas #15 - NOVEMBRO 2014 - eg o. m r e é r q Respostas perguntas para algumas que podem estar passando pela sua cabeça.

coleção Conversas #15 - NOVEMBRO 2014 - eg o. m r e é r q Respostas perguntas para algumas que podem estar passando pela sua cabeça. o coleção Conversas #15 - NOVEMBRO 2014 - Sou d advoga Será a que e é nã p o r consigo e q u e sou n m pr eg r eg o a?. Respostas perguntas para algumas que podem estar passando pela sua cabeça. A Coleção

Leia mais

Ministério da Educação. Universidade Tecnológica Federal do Paraná Reitoria Conselho de Graduação e Educação Profissional

Ministério da Educação. Universidade Tecnológica Federal do Paraná Reitoria Conselho de Graduação e Educação Profissional Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Reitoria Conselho de Graduação e Educação Profissional Conselho de Graduação e Educação Profissional COGEP PROCESSO Nº. 038/13-COGEP Câmara

Leia mais