PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE LONDRINA AUTARQUIA MUNICIPAL DE SAÚDE PLANO MUNICIPAL DE SAÚDE DO TRABALHADOR 2005

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1 PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE LONDRINA AUTARQUIA MUNICIPAL DE SAÚDE PLANO MUNICIPAL DE SAÚDE DO TRABALHADOR 2005 LONDRINA PR 2005

2 PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE LONDRINA Nedson Luiz Micheleti - Prefeito AUTARQUIA MUNICIPAL DE SAÚDE Silvio Fernandes da Silva - Secretário DIRETORIA DE PLANEJAMENTO E GESTÃO Paulo Roberto Gutierrez - Diretor CENTRO DE REFERÊNCIA EM SAÚDE DO TRABALHADOR Mara Ferreira Ribeiro Coordenadora COMISSÃO INTERSETORIAL DE SAÚDE DO TRABALHADOR Mara Ferreira Ribeiro - Coordenadora

3 ORGANIZADORES Aécio Sudan Técnico em Segurança do Trabalho CRST/AMS Claudete Stábile Romaniszen Fisioterapeuta CRST/AMS Diva Camargo Cortez Agente de Saúde CRST/AMS Jerônimo Ferreira da Silva CRST/17ª Regional de Saúde Nilva Maria de Souza Auxiliar de Enfermagem, com formação de Técnico de Segurança no Trabalho CRST/AMS: Mara Ferreira Ribeiro Médica e Coordenadora de Saúde do Trabalhador - CRST/AMS Renata Cristina Silva Baldo Enfermeira do Trabalho CRST/AMS Teodoro Cardoso Técnico de Gestão Pública, com formação de Técnico de Segurança no Trabalho CRST/AMS.

4 AGRADECIMENTOS: Aos membros da CIST pelo apoio e boas idéias dispensadas em prol da saúde dos trabalhadores londrinenses. A todos que direta ou indiretamente participaram deste processo em busca da consolidação das ações efetivas em Saúde do Trabalhador.

5 SUMÁRIO I INTRODUÇÃO...6 II HISTÓRICO...7 III OBJETIVO GERAL...9 IV OBJETIVO ESPECIFICO...9 V AÇÕES DE EDUCAÇÃO EM SAÚDE...10 VI AÇÕES DE INFORMAÇÃO EM SAÚDE...10 VII AÇÕES DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA...10 VIII AÇÕES DE CAPACITAÇÃO PARA PROFISSIONAIS DE SAÚDE DO SUS...11 IX ORGANIZAÇÃO DA ASSISTENCIA À SAUDE DO TRABALHADOR...12 X FORTALECIMENTO DO CONTROLE SOCIAL...13 XI AÇÕES INTERSETORIAIS...13 XII RECOMENDAÇÕES DA 8º CONFERENCIA MUNICIPAL DE SAUDE RELACIONADAS À SAUDE DO TRABALHADOR QUE DEMANDAM AÇÕES INTERSETORIAIS...14

6 I INTRODUÇÃO O município de Londrina situado no norte do Paraná tem uma população de habitantes (dados preliminares do CENSO 2000). É o município pólo da região metropolitana que abrange os municípios de Cambé, Ibiporã, Jataizinho, Rolândia, Tamarana e Bela Vista do Paraíso, atingindo uma população de habitantes (censo demográfico 2000 IBGE). A população economicamente ativa do município de Londrina é estimada em (dados de 1997) sendo que, o número de empregos estimados no setor formal é de (dados de 2001). A distribuição dos empregos segunda a atividade econômica no ano de 2000 ocorreu da seguinte forma: Agrícola e Agropecuária Extrativismo Mineral 98 Indústria de Transformação Construção Civil Serviços Industriais de Utilidade Pública 240 Comércio Prestação de Serviços Administração Pública 754 Outros 51 Fonte: Secretaria Municipal de Planejamento Perfil Londrina 2001 Diante do exposto pode-se observar que a grande parte a população economicamente ativa está situada no setor de serviços e comércio isto faz repensar a intensificação das ações de vigilância em saúde do trabalhador nestas áreas. Sendo assim a atual proposta é repensar e definir as ações de Saúde do Trabalhador em Londrina para que se possa atingir a todo o contingente de trabalhadores. O município, com o programa de saúde da família fornece as condições ideais para inserção das ações de saúde do trabalhador no âmbito da rede básica de saúde, pois os profissionais de saúde sensibilizados na questão, podem estabelecer melhor correlação entre o trabalho e o processo saúde/doença, buscando melhorar não só o diagnóstico, o tratamento adequado, mas também as informações relativas aos agravos à saúde do trabalhador. Atualmente as Unidades de Saúde da Família atendem trabalhadores vitimas de acidente conforme Instrução de trabalho instituída desde março de Paralelo à reorganização da forma de atendimento, faz-se necessário a implementação da vigilância sanitária ambiental para o exercício da vigilância de ambientes de trabalho e controle de riscos e agravos relativos ao trabalho. Assim como implementar as ações de Informação em Saúde com ampla divulgação dos Agravos à Saúde do Trabalhador, que permita uma melhor análise desses agravos, para balizar as ações relativas à área o que vem sendo viabilizado pela equipe do CRST. II HISTÓRICO A saúde do trabalhador passa a ter nova definição e novo delineamento institucional a partir da Constituição Federal de 1988, com a instituição do Sistema Único de Saúde SUS através da lei Federal Nº A Lei Federal Nº 8142 de 28 de dezembro de 1990, dispõe sobre a participação da comunidade na gestão do SUS sobre as transferências de recursos financeiros na área da saúde e cria as instâncias colegiadas da Conferência de Saúde e do Conselho de Saúde e também orienta as Conferências Nacionais Setoriais, a exemplo das I e II Conferências Nacional de Saúde do Trabalhador e Conferências Estaduais e Municipais que contribuíram na implantação de Ações de Saúde do Trabalhador no SUS.

7 O Decreto Federal Nº 99438, de 07 de agosto de 1990, que dispõe sobre a organização e atribuição do Conselho Nacional de Saúde, e dá outras providências; diz que em todos os mecanismos de controle social de gestão do SUS e de financiamento, a exemplo dos Conselhos, das Conferências, dos planos de saúde, dos relatórios de gestão, das normas operacionais, a Saúde do Trabalhador devem estar contempladas. Em outubro de 1998 é aprovada a Portaria Nº que institui a Norma Operacional de Saúde do Trabalhador (NOST) com o objetivo de orientar e dar instrumentos à realização das ações de saúde do trabalhador urbano e rural, pelos Estados, Distrito Federal e os municípios, as quais devem nortear-se pelos pressupostos básicos do SUS. Resumidamente são eles: Universalidade: independente do vínculo empregatício formal ou informal do trabalho; Integralidade das ações: compreendendo a assistência e recuperação dos agravos, e a prevenção através de intervenção nos processos de trabalho; direito à Informação sobre a Saúde; Ações de Educação em Saúde: voltadas para prevenção de agravos à saúde do trabalhador; Controle Social: através da presença de trabalhadores em todas as etapas de Vigilância à Saúde do Trabalhador; Regionalização e Hierarquização das ações de saúde do trabalhador, utilização do critério epidemiológico e de avaliação de riscos no planejamento e realização das ações de saúde do trabalhador e por fim a configuração da saúde do trabalhador enquanto um conjunto de ações de vigilância e assistência, visando à promoção, à proteção, à recuperação e a reabilitação da saúde dos trabalhadores submetidos a cargas ocupacionais advindas do processo de trabalho. Para o desenvolvimento das competências atribuídas e esperadas para estados e municípios o Ministério da Saúde propõe a Rede Nacional de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador RENAST que tem como propósito potencializar as ações de Saúde do Trabalhador no SUS, com a criação de Centros de Referência em Saúde do Trabalhador (CEREST) nos estados entre outras estratégias para a implantação de ações na área na perspectiva da descentralização e integração das ações. Os CEREST foram pensados para servirem como ferramenta estratégica para a disseminação das práticas em saúde do trabalhador no SUS e como Pólos irradiadores, em um determinado território, da cultura da produção social das doenças, a partir da explicitação da relação entre processo de produção e processo saúde/doença, assumindo a função de suporte técnico e científico, deste campo do conhecimento, junto aos profissionais de todos os serviços da rede do SUS. Londrina foi contemplada em julho / 2003 com o Centro de Referência em Saúde do Trabalhador; integrante da Rede Nacional de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador. Em Londrina o CRST foi credenciado através da Portaria SAS/MS nº 250 de 29 de agosto de No período de setembro a novembro de 2003 foi elaborado pela Comissão Intersetorial de Saúde do Trabalhador (CIST) o Plano de Implantação e Ações para o Centro de Referência em Saúde do Trabalhador de Londrina. Em janeiro de 2004 foram estruturados parte da equipe e o local do referido Centro. O CRST - Londrina está situado à avenida Jorge Casoni, A equipe multiprofissional atuante é constituída por: 01 médico com especialização em Saúde do trabalhador 01 médico sanitarista 01 enfermeiro do trabalho 01 fisioterapeuta 01 técnico em segurança do trabalho 01 auxiliar de enfermagem com formação de técnico em segurança do trabalho e graduada em enfermagem. 01 auxiliar administrativo com formação de técnico em segurança do trabalho. 01 agente de saúde na função de auxiliar administrativo. 01 técnico em vigilância sanitária com formação em: Ciências Sociais, com Especialização em Administração Pública e Gestão Universitária e graduado em Direito.

8 Este Plano Municipal de Saúde do Trabalhador além de traçar as ações de Saúde do Trabalhador do município de Londrina, contempla o Plano de aplicação de recursos da RENAST, vindo ao encontro do que já foi estabelecido no Plano de Estruturação e Ações do CRST, de novembro de 2003, desenvolvido pela CIST (Comissão Intersetorial de Saúde do Trabalhador de Londrina). III OBJETIVO GERAL Implementar as ações em Saúde do Trabalhador no SUS no município de Londrina IV OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1. Implantar a notificação de acidentes de trabalho nos serviços de urgência e emergência. 2. Manter o banco de dados de agravos à saúde do trabalhador na rede de atenção do SUS atualizados, retroalimentando as fontes notificadoras. 3. Promover ações em saúde do trabalhador articuladas localmente com outros setores e instituições que possuem interfaces com a área. 4. Promover ações de educação, informação e comunicação em saúde do trabalhador. 5. Sensibilizar os profissionais de saúde para o atendimento ao acidentado de trabalho ao suspeito ou portador de doenças relacionadas ao trabalho. 6. Fortalecer o controle social.

9 V AÇÕES DE EDUCAÇÃO EM SAÚDE Desenvolver material de educação em saúde conforme demanda do CRST e das capacitações propostas em saúde do trabalhador. Desenvolver campanhas publicitárias com enfoque em prevenção de doenças relacionadas ao trabalho. VI AÇÕES DE INFORMAÇÃO EM SAÚDE Digitação, análise e retroalimentação dos dados referentes às Fichas de Notificação de Acidentes de Trabalho ou Doenças Relacionadas ao Trabalho (NAT s) enviadas pelas Unidades Básicas de Saúde. Digitação, análise e retroalimentação dos dados referentes às Fichas de Notificação de Acidentes com Material Biológico enviadas pelas instituições de saúde do município. Digitação, análise e retroalimentação das fichas de Comunicação de Acidentes de Trabalho (CAT s) disponibilizadas pelos serviços de atendimento a acidentes de trabalho. Divulgar o perfil epidemiológico de Saúde do Trabalhador de Londrina. Cruzar os dados do Sistema de Informação de Atenção Básica (SIAB) relativo ao campo procedimentos atendimento específico para AT (acidente de trabalho) com os dados das NAT s. VII AÇÕES DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA Implementar as ações sistemáticas de vigilância nos ambientes e processos de trabalho, compreendendo a identificação e avaliação das situações de risco, a elaboração de relatórios e a aplicação de procedimentos administrativos. Com atenção especial aos segmentos que apresentarem maior número de agravos à saúde do trabalhador. Instituir e manter o cadastro atualizado nas empresas classificadas nas atividades econômicas desenvolvidas no município, com indicação dos fatores de risco que possam ser gerados ao contingente populacional, direta ou indiretamente. Implementar a investigação dos acidentes graves relacionados ao trabalho, conforme solicitação do Comitê Metropolitano e Estadual de Investigação de Acidentes Graves Relacionados ao Trabalho.

10 VIII AÇÕES DE CAPACITAÇÃO PARA OS PROFISSIONAIS DE SAÚDE DO SUS Participar das discussões locais, regional e macro regional dos Pólos de Capacitação Permanente, através da participação de um membro do CRST. Propor, estruturar e realizar capacitação para médicos e enfermeiras em 12 Unidades de Saúde da Família, para compreenderem e intervirem nos agravos decorrentes da relação saúde-trabalho, sendo que cada Unidade será contemplada com um microcomputador. Viabilizar capacitação para os profissionais médicos de todos os níveis de atenção à saúde, para diagnosticar os principais agravos à saúde do trabalhador como, por exemplo: Pneumoconiose e LER/DORT. Organizar e realizar a capacitação dos profissionais que atuam nos diversos setores de Vigilância Sanitária a fim de ampliar as ações de Vigilância Sanitária em Saúde do Trabalhador. Elaborar e executar capacitação para os profissionais dos serviços de Prontos-Socorros para sensibilização quanto ao atendimento dos acidentados de trabalho, com enfoque na importância da notificação. Londrina. Realizar curso sobre acidente com material biológico para as unidades de referência de Propostas da 8º Conferência Municipal de Saúde relacionadas a Educação em Saúde na área de Saúde do Trabalhador: 1. Implantar educação permanente para todos os trabalhadores da área de saúde no SUS, incluindo os profissionais da área clínica e de apoio, de acordo com perfil de morbimortalidade da população. 2. Criação de pólo regional de educação permanente de saúde, como espaço de articulação para formação de profissionais de todos os níveis para o Sistema Único de Saúde - SUS, abordando a humanização do profissional, a produção de conhecimento e o uso da tecnologia, integrando instituições de ensino serviço e organizações comunitárias. 3. Criar parcerias para promover a educação permanente para todos os funcionários da área de saúde, serviços gerais, administrativos e profissionais da área técnica. 4. Que os trabalhadores da área da saúde que atuam no setor público, privado, filantrópico e beneficente tenham curso de capacitação e qualificação, custeados pelos respectivos órgãos empregadores. 5. Garantir orçamento específico para implementação de um programa de educação continuada, visando melhorar a qualidade dos SUS. 6. Que cada prestador de serviço público, filantrópico, privado e beneficente, desenvolva programa de prevenção de doenças ocupacionais para os trabalhadores.

11 IX ORGANIZAÇÃO DA ASSISTENCIA À SAÚDE DO TRABALHADOR Articular junto à Diretoria de Auditoria, Controle e Avaliação a produção do CRST através de relatório de produção mensal para a alimentação do SIA/SUS, a fim de garantir a continuidade do repasse fundo a fundo da RENAST. Estruturar o acolhimento dos trabalhadores na rede de serviços do SUS. Pactuar a inclusão da Saúde do Trabalhador na Agenda de Saúde, na PPI em conjunto com a Diretoria de Auditoria, Controle e Avaliação. Apontar profissionais da média e alta complexidade como referência ao atendimento dos principais agravos à saúde do trabalhador, afim de formalizar o fluxo de referência e contra referência: 1. LER/DORT 2. pneumoconioses 3. dermatose ocupacional 4. perda auditiva induzida pelo ruído 5. agravos produzidos por agrotóxicos. X FORTALECIMENTO DO CONTROLE SOCIAL Apoiar e realizar a I Conferência Municipal em Saúde do Trabalhador. Viabilizar cursos para entidades de classe, instituições afins, população em geral na área de Saúde do Trabalhador. Trabalhador. Ampliar a participação de outras entidades na Comissão Intersetorial de Saúde do Instituir o Conselho Gestor do CRST. Realizar Oficinas de Trabalho para lideranças comunitárias sobre Saúde do Trabalhador e Controle Social em Saúde do Trabalhador para incorporação dos trabalhadores e seus representantes em todas as etapas de vigilância à saúde do trabalhador. Organizar e realizar a capacitação para os dirigentes sindicais em Saúde do Trabalhador, legislação afim para efetivação dos deveres dos sindicatos, enquanto entidades de defesa dos direitos dos trabalhadores.

12 XI AÇÕES INTERSETORIAIS Desenvolver ações intersetoriais em saúde do trabalhador com as Secretarias de Educação, do Ambiente e da Mulher, convidando as mesmas para participarem de reuniões da CIST para realizações de ações em conjunto como eventos e atividades afins. Realizar ações em conjunto com instituições afins (Ministério Público, Delegacia Regional do Trabalho, Instituto Nacional do Seguro Social INSS e entidades sindicais). Fomentar cursos de pós-graduação em saúde do trabalhador bem como inserir a disciplina de saúde do trabalhador nos currículos da graduação e pós-graduação na área da saúde e áreas afins. do trabalhador. Proporcionar campo de estágio para alunos em todos os setores que atuam em saúde Estabelecer parcerias com outras entidades relacionadas à Saúde do Trabalhador. XII Recomendações da 8º Conferência Municipal de Saúde relacionadas à Saúde do Trabalhador que demandam ações interinstitucionais: 1. Que os estabelecimentos de serviços de saúde cumpram a legislação vigente referentes à saúde do trabalhador estabelecidas nas normas regulamentadoras (NRs), com o objetivo de preservar, recuperar e reabilitar os profissionais que estão submetidos a riscos e agravos advindos das condições de trabalho. 2. Implementação de ações preventivas de Doença Osteomioarticular Relacionada ao Trabalho - DORT nas UBS, hospitais e toda a Rede Pública, com avaliação periódica das condições de trabalho dos trabalhadores de saúde com priorização da adequação e melhoria dos recursos e espaços físicos. 3. Que seja criada uma comissão para acompanhamento e avaliação dos servidores e servidoras em afastamento por laudo médico com possibilidade de readaptação em outros serviços. 4. Implantação do serviço de fisioterapia na intervenção e adequação ergonômica no mobiliário geral dos serviços do SUS, para prevenção das Lesões por Esforços Repetitivos - LER. 5. Considerando o stress vivido pelos trabalhadores do SUS, desenvolver uma política de saúde mental voltada para o trabalhador do SUS, garantindo a orientação e assistência por profissionais (psicólogos). 6. Cada prestador do serviço público, filantrópico, privado e beneficente, desenvolva uma política de readaptação e reabilitação dos profissionais lesionados por doenças ocupacionais ou por acidente de trabalho, com programas de saúde preventiva e psicológica (mental e emocional). 7. Criar mecanismos para não permitir que aconteça o assédio moral ao trabalhador da saúde em todos os âmbitos.

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