Relato de Experiência

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1 Relato de Experiência Sérgio Ramos Escola Dr. Mário Sacramento Aveiro Introdução A nossa escola agradece ao Centro de Competência Arrábida e à Equipa CRIE o amável convite que nos possibilitou estar presentes nesta iniciativa e assim partilhar algumas informações que reflectem o nosso trabalho, nesta área. Inicialmente, referirei algumas informações de enquadramento e, após isso, descreverei a nossa trajectória, no que diz respeito ao software livre, terminando com algumas ideias conclusivas. A nossa escola existe desde 1893 e sempre foi centro de dinamismo tecnológico, inclusivamente como antiga Escola Industrial e Comercial. Conta com cerca de 900 alunos, um quadro de 140 professores (sendo só um, eu próprio, do grupo de Informática) e cerca de 80 computadores, dos quais 24 são os afectos ao projecto dos computadores portáteis. Temos duas redes informáticas separadas, sendo uma para fins administrativos, incluindo as tarefas da direcção de turma, e outra mais dedicada às aulas, para uso de professores e alunos. Dispomos, ainda, das funções de ligação sem fios em todo o edifício principal da escola. Encontro-me aqui em nome da Equipa de TIC da nossa escola, a qual é constituída por mim próprio, com funções de Coordenador de TIC e formação em Engenharia e em Ensino de Informática, pelo Vice-Presidente do Conselho Executivo, por um funcionário auxiliar e por um técnico de uma empresa de prestação de serviços. Trata-se, pois, de um grupo de pessoas com características bem diferenciadas, que se complementam mutuamente e funcionam em equipa com vista aos objectivos comuns. Dos computadores isolados às redes Em 1999, quando cheguei à escola, os computadores então existentes encontravam-se isolados e sofriam de grande instabilidade, pois toda a gente podia mexer, alterar, instalar e remover programas, etc. Surgiu a pergunta: Então não temos rede? É óbvio que uma rede traria muitos benefícios! Mas se queríamos ter uma rede, dependia de nós próprios a sua instalação. Nessa altura, formando equipa com um estagiário que eu estava a orientar, adquirimos conhecimentos através da Teia Mundial e começámos, aos sábados, a realizar ensaios que vieram a culminar numa rede, em sistema Windows, válida para a leccionação da disciplina de Introdução às Tecnologias de Informação. Essa rede foi mostrada ao Conselho Executivo que, desde cedo mostrou sensibilidade e apoiou esta área de Inovação. Nos anos que se seguiram, foram entrando, na escola, mais computadores, o que veio possibilitar a expansão da rede, embora ainda com equipamentos pessoais a fazerem o papel de servidor. Há três anos, com a implantação das salas de TIC a nível nacional, a nossa escola passou a dispor de mais duas salas com novo equipamento. 43

2 Expansão física e germinação de novas soluções O crescimento do parque informático da escola levou à procura de uma solução que me libertasse do trabalho de manutenção e me permitisse, em paralelo com as aulas e com a Orientação de Estágio, continuar a desenvolver novas soluções com vista à melhoria da qualidade e à oferta de novos serviços aos nossos utilizadores. Novamente, graças ao envolvimento e visão estratégica do nosso Conselho Executivo, foi possível contratar, de forma permanente, os serviços de uma empresa, para aquelas funções de manutenção, bem como realizar alguns investimentos em equipamento e respectiva acomodação em instalações seguras. Nos últimos três anos, inclusivamente, tirando partido da ligação à Universidade de Aveiro propiciada pela Orientação de Estágio, temos vindo a desenvolver linhas de acção na área do software livre, dado que também consideramos óbvios os respectivos benefícios. Assim, trabalhámos em várias frentes: projectos de Seminário com vista a estudos de viabilidade da utilização de programas concretos no ensino de TIC; elaboração de manuais de apoio à leccionação; realização de experiências-piloto de leccionação de unidades didácticas com software livre a turmas do 10.º ano; identificação de melhorias desejáveis na rede local e seu desenvolvimento. 44 As novas soluções No ano lectivo que ora finda, uma vez que deixei de orientar estágios e me dediquei, paralelamente às aulas, ao novo cargo de Coordenação de TIC, que veio estabelecer, finalmente, uma melhoria de condições com vista ao trabalho sistemático, toda esta área ganhou um grande impulso, sobretudo com a colocação em funcionamento, em Agosto e Setembro de 2006, de uma rede em sistema Linux. Como duas salas de TIC incluíam um servidor cada uma, retirámos esses equipamentos das salas e colocámo-los em locais reservados, a funcionar como servidores Linux, sendo um para as aulas e o outro para albergar a plataforma Moodle e o sítio da escola. Escolhemos a distribuição Fedora Core 5, operando com NFS/NIS (relativamente fácil de colocar em prática), uma vez que já tínhamos algum conhecimento das suas antecessoras e a nossa experiência prévia, na escola, com uma distribuição nacional, não correra pelo melhor. Tendo já passado um tempo considerável em estudos de viabilidade, ensaios e experiências-piloto, avancei com plena confiança para a leccionação de TIC às minhas três turmas do 10.º ano. Como os restantes docentes desta área não quiseram, ainda, aderir (não os censuro, pois as condições estavam ainda pouco consolidadas) e, uma vez que as salas de TIC eram também usadas para outras aulas, tivemos o cuidado de adoptar uma solução que permitisse que os computadores arrancassem quer pelo sistema Windows, quer pelo sistema Linux, conforme a intenção dos utilizadores (dual-boot). A leccionação decorreu com normalidade, tendo, ao fim do primeiro período, sido introduzidas optimizações que constituíram um bom aperfeiçoamento das características e funcionamento da rede e da configuração dos sistemas e programas, que se traduziu num grande nível de satisfação pela utilização destes recursos, dada a sua estabilidade, qualidade e facilidade de gestão. Ao longo deste trajecto, fomos adquirindo e aplicando conhecimentos através da Teia Mundial, sobretudo graças à motivação causada pela necessidade de resolver problemas e de introduzir a automação de processos.

3 Em termos funcionais, podemos referir que: cada professor ou aluno dispõe de uma pasta pessoal, na rede; existem grupos de pastas para uso em provas de avaliação, a que chamamos turmas de provas; a instalação ou actualização de programas ou a execução de scripts de manutenção nas dezenas de computadores envolvidos é automática, recorrendo a um esquema de controlo centralizado e repositório local de programas; dispomos de acesso remoto aos servidores, possibilitando, a partir de casa, por exemplo, o envio de fichas de trabalho para as pastas dos alunos ou a recolha automatizada de trabalhos e provas de avaliação. Para atingir estes resultados, fui desenvolvendo autoformação em Linux e bash scripting, linguagem PHP e MySQL e construí uma plataforma de gestão por SSH/PHP/MySQL, cuja utilização é, de facto, gratificante, pela alta eficiência, segurança e fiabilidade atingidas. Outras aplicações e serviços Noutra frente de trabalho relacionada com o software livre, o ano lectivo que agora termina foi também oportunidade de assinalável desenvolvimento dos nossos serviços ao nível da plataforma Moodle e da reformulação técnica e expansão do sítio da Escola. Estudámos e ensaiámos a possibilidade de albergar, num dos nossos servidores, a partir da ligação ADSL que nos é concedida pela FCCN/RCTS, os nossos serviços Web. Verificou-se a viabilidade dessa solução, que inclui um serviço externo gratuito de DNS dinâmico, com enormes vantagens ao nível da nossa independência e facilidade de intervenção. Embora já tivéssemos, um ano antes, o nosso Moodle a funcionar, este foi o ano da efectiva implantação, ao passarmos de cerca de 100 para 800 utilizadores, e ao adoptarmos esta plataforma não apenas para aulas, mas igualmente para diversos fins da comunicação organizacional, como sendo a Sala de Professores virtual ou o Átrio virtual da Escola, por exemplo, onde são publicadas e discutidas muitas informações de grande interesse para os utilizadores, como convocatórias para serviço docente, horários de salas, turmas e professores ou pautas de classificação dos alunos. Na plataforma, dispomos hoje de um total de 75 disciplinas. No meu caso pessoal, utilizei ainda o Moodle em apoio da leccionação de TIC às minhas turmas do 10.º ano, com grande adesão dos alunos, tal como é referido a seguir. Leccionação de TIC ao 10.º ano Como professor, eram grandes a minha motivação e a minha expectativa ao planear a leccionação exclusivamente em software livre, o que se veio a revelar um completo êxito, confirmando assim os estudos de viabilidade e ensaios acima referidos. Os programas utilizados foram os seguintes: Planner Metodologia do Trabalho de Projecto; OpenOffice Calc Folhas de Cálculo; OpenOffice Base Sistemas de Gestão de Bases de Dados; GIMP Aquisição e Tratamento de Imagem Estática; NVU Criação de Páginas para a Teia Mundial. 45

4 Todos estes programas foram seleccionados por serem multiplataforma, possibilitando assim a sua utilização mesmo a quem não instalasse o sistema Linux, e por se encontrarem em língua portuguesa. O programa NVU tinha sido traduzido por mim em equipa com estagiários em Ensino no ano anterior. Claro que ao adoptar estes programas sabia-se, à partida, que os manuais escolares propostos pelas editoras não serviam, pelo que os textos e outros recursos de apoio, como apresentações electrónicas, que tínhamos vindo a elaborar nos dois anos anteriores, foram adoptados e em alguns casos melhorados, tendo funcionado muito bem, pois ficaram bem adaptados à leccionação concreta realizada, e sido fornecidos aos alunos gratuitamente e em formato electrónico. Desenvolvi diversas fichas de trabalho e provas de avaliação em suporte digital e, ao longo do ano, não entreguei uma única folha de papel aos alunos, no âmbito da leccionação! Conforme acima referido, a utilização da plataforma Moodle revelou-se de grande interesse, inclusivamente ao possibilitar, aos alunos, o contacto comigo e entre alunos, vulgarmente em diferido no espaço e no tempo, por exemplo com vista ao esclarecimento de dúvidas, lançamento de sugestões e discussões, etc. Receptividade e aceitação Verificou-se uma muito boa receptividade, por parte dos alunos. A título de exemplo, apresentamos em anexo as opiniões de diversos alunos, tal como se podem ler no último número do nosso jornal escolar. Também houve momentos de comunicação com os encarregados de educação, a quem se explicaram as razões e as vantagens da adopção do software livre, tendo-se registado, também, uma boa aceitação. De facto, quem mostra mais resistência à adopção, são os próprios docentes, facto a que não será alheio o aumento de trabalho provocado pela adaptação a uma nova realidade, em muitos aspectos desconhecida, e que inclui, pelo menos, a reformulação de alguns recursos didácticos, bem como, em muitos casos, a elaboração de textos de apoio. Factores críticos Da experiência que temos vindo a desenvolver, podemos destacar alguns aspectos merecedores de especial atenção: aspectos financeiros: embora as economias introduzidas pela adopção de software livre sejam muito significativas, a curto prazo pode ser necessário adquirir alguns recursos como espaço em disco (em computadores um pouco antigos que não comportam uma solução de duplo arranque, Windows/Linux) e mesmo servidores, sobretudo em fases de transição, em que não é possível erradicar os sistemas proprietários; a dependência, sobretudo na esfera dos serviços administrativos escolares e mesmo em certas áreas técnico-profissionais do ensino (embora a justificar concretamente), de software proprietário de difícil substituição, a curto prazo; a disponibilidade e o acesso aos conhecimentos técnicos; a disponibilidade das horas-homem, inclusivamente de pessoal qualificado, necessárias à introdução das inovações; 46

5 a existência de grupos de interesses formados por docentes que não dão prioridade ao interesse comum e que poderão até constituir-se como obstáculo a uma infra-estrutura de utilização geral e flexível; a resistência à mudança, sobretudo por parte dos docentes, em grande parte por desconhecimento; a insuficiência de lideranças de vária ordem; a inexistência de políticas favoráveis (tipicamente o movimento é de baixo para cima, ou bottom-up). Para todos estes aspectos críticos, haverá que encontrar soluções, sempre com o espírito vencedor que vislumbra, em cada dificuldade, uma oportunidade de melhoria. Balanço actual e conclusões O nosso balanço dos últimos anos de trabalho, nesta área, é muito positivo, dado que os nossos objectivos têm vindo a ser atingidos, inclusivamente com impacto ao nível das atitudes e das aprendizagens dos alunos, da sensibilização de encarregados de educação, das práticas docentes e ao nível da Gestão, tendo sempre bem presente que estamos a construir um caminho sustentável em que não há lugar ao desperdício de recursos e em que valorizamos os esforços desinteressados e colaborativos, traço do software livre que pode, com sentido pedagógico, ser extrapolado para outras áreas e sempre sem comprometer a Qualidade. Tem sido possível desenvolver uma perspectiva pedagógica no sentido de transmitir uma imagem realista e informativa do que é a realidade da Informática ou das TIC e das dimensões de liberdade, no sentido em que este termo é aplicado na expressão software livre. Alimentamos uma dinâmica evolutiva, com significativas dimensões de valorização pessoal dos intervenientes, por via da aquisição de conhecimentos e da experiência organizacional, em que muito se alcançou e outros desenvolvimentos estão ainda por realizar, o que apela para a consolidação e para a continuidade dos esforços. Sem dúvida que estamos a aproveitar uma grande oportunidade de Inovação, com grande redução de custos e melhoria da Qualidade! Alunos pronunciam-se sobre a sua experiência de utilização de software livre (Sistema Fedora Core e OpenOffice Calc) Ao contrário do Linux, o Windows obtém-se pela pirataria ou, então, temos de pagar para o obter. O Linux caracteriza-se, essencialmente, por ser acessível a todos os portadores de um computador e pela facilidade com que se consegue navegar nele. Se não querem ser punidos com três anos de prisão, optem pelo Linux, ou então descontem, nos vossos salários mensais, para pagar algo que se conseguiria gratuitamente. Daniela, 10.º C Eu acho que o Calc é útil, mas comparando-o ao Excel, é uma cópia falsa deste programa. Portanto, acho o Excel mais útil do que o Calc, por ser mais fácil de utilizar e acessível ao utilizador. Mas, em contrapartida, o Calc é um programa gratuito. No futuro, a sociedade devia poupar dinheiro e portanto aderir aos programas e sistemas gratuitos, como o OpenOffice e o Linux. João Pires, 10.º C 47

6 Utilizámos o software de aplicação OpenOffice, muito interessante e bastante útil, porque permite fazer cálculos de maneira rápida e eficiente, criar gráficos, criar bases de dados, filtrar informações em registos, fazer tabelas de apresentação dinâmica e incluir hiperligações e imagens. E acho que trabalhar em rede local é bastante interessante e útil, porque nos permite a intercomunicação envolvendo vários computadores. Lara Oswald, 10.º C É incrível ver as mudanças do Linux nos últimos tempos é como aquele rapaz nerd que passou a popular de um momento para o outro, destronando o outro anteriormente adorado (vulgo, Windows). João Abreu, 10.º C O Calc é uma ferramenta bastante útil e que, do meu ponto de vista, todos deveriam saber utilizar minimamente. Daniel, 10.º C O Calc, em minha opinião, é uma óptima ferramenta de automatização das tarefas fastidiosas do nosso quotidiano, pelo que vou continuar a usá-lo. Fábio Gomes, 10.º B Em várias vertentes profissionais, nota-se que as folhas de cálculo são fundamentais para um rápido e eficiente desempenho. Luís Lopes, 10.º C Trabalhar com o Calc foi interessante, pois aprendemos novas funções, até então desconhecidas. Também gostei de trabalhar com o Linux, pois nunca tinha experimentado. Filipa Batista, 10.º B Apesar de ser um pouco complicado à primeira vista, o programa Calc do OpenOffice é bastante útil e acredito que, com a técnica, seja um programa rápido e eficaz para certas pessoas e profissões. Sara Pinto, 10.º C Gostei de trabalhar com o Calc, porque é um programa que ajuda na vida diária, por exemplo, para calcular a média das notas dos testes. João Almeida, 10.º B A aprendizagem com o Calc, considero que foi boa e útil, pois é parecido com o Excel e serviu para aprofundar os meus conhecimentos. Sofia Morais, 10.º B Não gosto dos programas do Linux, porque estou muito mais habituado ao Windows e aos seus programas, como o Excel. Diogo Adrego, 10.º C 48

7 Trabalhar com o Linux e com o OpenOffice foi algo com que nem todas as pessoas têm o privilégio de trabalhar. Estas ferramentas são importantes para o nosso futuro, especialmente o trabalho com outros sistemas operativos. Gostei de trabalhar com os programas e foi uma experiência inédita. Guilherme Cabral, 10.º B O Calc fez-nos desenvolver o raciocínio. Tiago André, 10.º B O OpenOffice é um pack de programas simples e prático, sendo comparável ao Microsoft Office, com a vantagem de ser grátis. O Calc é um programa do OpenOffice, praticamente igual ao Excel. Serve para facilitar, e muito, os cálculos e é relativamente simples. Pode ainda ser usado para criar pequenas bases de dados. É um bom programa. Filipe Thomaz, 10.º B Gosto do OpenOffice e do Calc. Este ajudou-me muito a fazer, por exemplo, o calendário dos testes. Além de serem muito bons, estes programas e o Linux são gratuitos. Maria Veiga, 10.º B Sinceramente, achei que em vez de usarmos o Calc podíamos ter usado o Excel, porque é exactamente a mesma coisa. Não gostei muito de usar o OpenOffice e o Linux, preferia ter usado os programas do Windows. Ricardo Arromba, 10.º B Este sistema e todos os programas que utilizámos são gratuitos, logo, podemos combater a pirataria e conhecer programas que a evitam. Vanessa Brito, 10.º B Eu gostei bastante daquilo que aprendemos acerca da folha de cálculo, talvez pela relação íntima que há entre ela e o nosso curso [de Ciências e Tecnologias]: implica que haja raciocínio para a escrita das fórmulas e das funções. Ana Pinto, 10.º C No início, o Calc, para mim, significava receio, mas depois do trabalho desenvolvido no mesmo, passei a caracterizá-lo como útil, necessário, importante para as nossas aplicações do nosso quotidiano. Em suma, a utilização deste programa foi uma surpresa bastante agradável e enriquecedora. Pedro Matos, 10.º B Pessoalmente, prefiro o Windows ao Linux. Apesar de tudo, o Linux tem as suas vantagens, pois é um sistema operativo gratuito, embora bastante complexo. O OpenOffice contém, basicamente, os mesmos programas com características semelhantes ao Microsoft Office, o que leva a que seja bastante vantajoso trabalhar com ele. José Veríssimo, 10.º C 49

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