Plataforma integrada para testes em arquitecturas orientadas a serviços

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1 Plataforma integrada para testes em arquitecturas orientadas a serviços Índice Introdução... 2 A solução... 2 Plataforma Integrada (principais características)... 4 Eliminar limitações à execução de testes funcionais... 4 Gestão eficaz de defeitos... 5 Estender o QA à governação dos serviços... 5 QA para além da entrada em produção... 6 Envolver gestores de negócio nas iniciativas de QA... 7 Resultados... 8 Ferramentas utilizadas... 9

2 Introdução No âmbito da governação de Arquitecturas Orientadas a Serviços (SOA), o acompanhamento das iniciativas de QA (Quality Assurance) é tipicamente um aspecto negligenciado. É muito raro os gestores de negócio e/ou arquitectos SOA terem à sua disposição, de forma simples e rápida, informação confiável sobre a evolução dos processos de QA dos serviços ou das orquestrações de serviços que estão em desenvolvimento. De igual forma, não é habitual que os gestores de negócio e/ou de operações partilhem uma visão comum sobre o desempenho dos serviços já em produção. Outra dificuldade que frequentemente tem forte impacto nas práticas de QA de uma arquitectura orientada a serviços é o conhecimento técnico detalhado que é exigido aos testadores ou aos key users, o que muitas vezes limita a execução de testes com maior profundidade. Tendo em conta as dificuldades acima referidas, e com vista a melhorar o seu processo de QA, a Link concebeu uma plataforma integrada para testes em arquitecturas orientadas a serviços, cujos principais objectivos a que se propôs foram: 1) Permitir que os diferentes perfis comprometidos no desenvolvimento e governação de uma arquitectura SOA (arquitectos, gestores de negócio, testadores funcionais, operações, key users), partilhem uma visão unificada e consistente do progresso das iniciativas de QA. 2) Mitigar a necessidade de conhecimentos técnicos detalhados requeridos para a execução de testes aos perfis mais funcionais. 3) Suportar processos de QA que abranjam tanto a fase prévia à entrada em produção dos serviços como o acompanhamento após a entrada em produção. A solução A solução concebida pela Link resultou da integração de diversos tipos de ferramentas frequentemente utilizadas tanto na área do Quality Assurance como na área das arquitecturas SOA. Isoladamente, cada uma destas ferramentas apenas está vocacionada para garantir parte do processo de QA, ou apenas permite um acompanhamento parcial das iniciativas SOA (sem abranger o QA). Com a integração de vários tipos de ferramentas numa única plataforma, a Link procurou complementar as valências de cada uma delas de forma a contribuírem para um processo de QA unificado e consistente. A plataforma integrada para testes em arquitecturas orientadas a serviços resulta da integração dos seguintes tipos de ferramentas:

3 Ferramenta de gestão de testes (test management): Uma ferramenta de gestão de testes permite que testadores funcionais ou key users registem as suas baterias de testes funcionais, bem como os resultados da sua execução. Este tipo de ferramentas permite para cada teste que se pretenda executar especificar os seus passos, os respectivos resultados esperados e, após a execução, registar o respectivo resultado. Trata-se portanto de um tipo de ferramenta essencial para os testadores funcionais e key users, onde é efectuado todo o planeamento das acções de QA e onde é registado a sua execução e progresso. Ferramenta de gestão de defeitos (bug tracking): Uma ferramenta de gestão de defeitos possibilita aos testadores reportar às equipas de desenvolvimento os defeitos detectados durante a execução dos testes. De forma genérica, este tipo de ferramentas permite gerir todo o ciclo de vida de um defeito, desde que é detectado (aberto) até à sua correcção e validação (fecho), bem como classificar os defeitos reportados quanto à sua severidade e prioridade na correcção. É portanto um tipo de ferramenta crucial em qualquer processo de QA, que agiliza a comunicação entre testadores e desenvolvimento no que respeita à detecção de defeitos e respectiva correcção. Ferramenta de automação de testes funcionais a serviços (API functional testing): Uma ferramenta de automação de testes a serviços permite que testadores com um perfil técnico ou mesmo que membros das equipas de desenvolvimento codifiquem e automatizem a execução de testes a serviços ou orquestrações de serviços. Este tipo de ferramentas requer tanto um conhecimento das API s dos serviços testados como domínio da linguagem da ferramenta de automação utilizada. É pois um tipo de ferramenta vocacionada para perfis mais técnicos, onde os testes que são registados estão desprovidos de enquadramento funcional. Ferramenta de automação de testes de carga a serviços (API load testing): De forma similar ao tipo de ferramenta anterior, esta ferramenta permite a testadores com um perfil técnico codificar e automatizar a execução de testes de carga aos serviços. Tal como no caso anterior, este tipo de ferramenta está vocacionado para perfis mais técnicos, portanto menos focados nos aspectos funcionais e de negócio. Ferramenta de governação SOA (SOA governance): Uma ferramenta de governação SOA possibilita aos arquitectos SOA monitorizar de ponta a ponta o ciclo de vida das iniciativas de governação SOA. De forma genérica, um arquitecto poderá registar neste tipo de ferramenta todas as características relevantes de um serviço bem como as suas relações com outros serviços ou entidades da arquitectura (serviços dependentes, aplicações onde é utilizado, etc..). De forma geral é omissa neste tipo de ferramentas informação relativa ao QA dos serviços (nº de casos de testes previstos, testes passados, testes falhados, defeitos abertos, etc ), devido a não existir uma forma expedita de actualizar este tipo de informação na ferramenta. Ferramenta de arquitectura empresarial (Enterprise Architecture): Uma ferramenta de arquitectura empresarial permite representar diversos domínios de uma organização como processos de negócio, sistemas de informação, serviços, orquestrações, infra-estrutura, bem como as relações entre eles e a forma como estas evoluem ao longo do tempo, permitindo aos gestores de negócio fazer análises preditivas e tomar decisões. Tal como no caso anterior, também não é registado neste tipo de ferramentas informação sobre as iniciativas de QA em curso devido à inexistência de uma forma expedita de actualizar este tipo de informação.

4 Como mencionado anteriormente, se considerados de forma isolada, os tipos de ferramentas acima descritos não suportam um processo de QA de ponta a ponta, transversal aos diversos perfis comprometidos com a qualidade de uma arquitectura SOA. Através da integração de todos estes tipos de ferramentas complementares numa única plataforma a Link conseguiu garantir que a informação relevante sobre os processos de QA flui entre os vários tipos de ferramentas, promovendo assim a transparência e visibilidade para os vários tipos de perfis que as utilizam. Plataforma Integrada (principais características) Eliminar limitações à execução de testes funcionais Um dos principais óbices nos testes a serviços e orquestrações é a dificuldade com que os testadores funcionais (que dominam as particularidade do negócio que os serviços sustentam) se deparam na execução dos seus testes. Para a executar testes a um serviço é necessário recorrer a uma ferramenta de automação de testes a serviços, o que requer um domínio técnico da linguagem utilizada pela ferramenta, bem como um conhecimento das API s dos serviços que irão ser testados. De uma forma geral os testadores funcionais e Key users não possuem este conhecimento, o que se torna uma restrição à execução de testes funcionais, que acabam muitas vezes por não ser executados com a profundidade necessária. De forma a contornar este problema procedeu-se, no seio desta plataforma, à integração entre uma ferramenta de automação de teste funcionais a serviços e uma ferramenta de gestão de testes, habitualmente utilizada pelos key user e testadores funcionais para planear e registar a execução dos seus testes. A ferramenta de gestão de testes foi estendida por forma a permitir que um testador, uma vez concluída a tarefa de especificação de testes, alerte através do envio de um as equipas de desenvolvimento (ou testadores com um perfil mais técnico) que os testes se encontram especificados e estão prontos para serem automatizados. Por sua vez a ferramenta de automação de testes funcionais a serviços foi também estendida com um mecanismo que permite que as equipas de desenvolvimento (uma vez terminada a automação dos testes) possam associar os testes codificados aos testes especificados na ferramenta de gestão de testes. O resultado desta associação permitirá aos testadores funcionais despoletar a execução dos testes directamente da ferramenta de gestão de testes, bem como receber e registar os resultados da execução.

5 A plataforma passou assim a permitir: a) A existência de um mecanismo de comunicação entre a comunidade de testadores funcionais e key users e as equipas de desenvolvimento ou testadores técnicos. b) Aos testadores funcionais a possibilidade de planearem, especificarem e executarem autonomamente os seus testes funcionais sem terem de abandonar a ferramenta de trabalho com a qual estão mais familiarizados, e sem terem de dominar a complexidade técnica das API e da ferramenta de automação de teste funcionais a serviços. Gestão eficaz de defeitos Uma gestão eficaz dos defeitos reportados é mandatória em qualquer processo de QA bem estruturado. Como tal, esta plataforma foi complementada com a integração de uma ferramenta de gestão de defeitos que permite aos testadores funcionais, aquando da ocorrência de um defeito na execução de um teste, proceder ao registo e atribuição dos mesmos às equipas de desenvolvimento directamente a partir da ferramenta de gestão de testes. Desta forma todo o processo de reporte de um defeito poderá ser iniciado directamente a partir da ferramenta de gestão de testes, ficando o defeito aberto automaticamente associado ao teste onde foi detectado (principio da rastreabilidade). Por seu lado as equipas de desenvolvimento serão automaticamente notificadas por da abertura de um defeito na ferramenta de gestão de defeitos onde poderão consultar toda a informação a respeito do defeito bem com eventuais evidências recolhidas. A partir da ferramenta de gestão de testes os testadores funcionais poderão também fazer todo o acompanhamento dos defeitos associados a um teste, desde a sua abertura até ao seu fecho e assim saber quando poderão re-executar um teste (após a correcção dos defeitos). Através desta integração conseguiu-se assim agregar a esta plataforma uma gestão eficaz do ciclo de vida dos defeitos, assegurando a rastreabilidade entre os testes e os correspondentes defeitos reportados, disponibilizando uma comunicação fluida entre os testadores funcionais e as equipas de desenvolvimento, e permitindo mais uma vez à comunidade de testadores funcionais a possibilidade de o fazer a partir da ferramenta de gestão de testes com a qual estão mais familiarizados. Estender o QA à governação dos serviços A visibilidade sobre o andamento das iniciativas de QA, para além das equipas de testadores ou das próprias equipas de desenvolvimento, é algo de pouco frequente e que motiva que arquitectos SOA,

6 equipas de desenvolvimento e testadores tenham muitas vezes visões diferenciadas sobre o progresso do desenvolvimento de novos serviços ou orquestrações. Para obviar este problema, esta plataforma foi enriquecida com uma integração entre a ferramenta de automação de testes funcionais aos serviços (onde os testes são efectivamente executados) e uma ferramenta de governação de serviços. Esta integração permite que os resultados da execução dos testes (resultados, erros, nº de execuções, etc ) sejam propagados à ferramenta de governação ficando associados aos respectivos serviços e orquestrações. Desta forma, quando um arquitecto SOA aceder à ferramenta de governação SOA poderá encontrar para além de toda a informação habitual referente à governação dos serviços (Ex: dependências, endpoints, interfaces, WSDL), informação complementar sobre o progresso das actividades relacionadas com o processo de QA (plano de testes, testes executados, resultado dos testes etc..). No sentido inverso esta integração permite também, sempre que for detectado um erro na execução de testes a um serviço, informar a ferramenta de automação de testes funcionais, sobre quais os serviços dependentes do serviço testado. Esta informação é por sua vez agregada ao resultado da execução dos testes e propagada até à ferramenta de gestão de testes onde surgirá como um alerta aos testadores funcionais. Com esta integração, conseguiu-se por um lado enriquecer a visão que a comunidade de arquitectos SOA pode ter sobre o progresso dos serviços e orquestrações em desenvolvimento, e por outro lado alertar testadores funcionais sobre as dependências entre serviços onde foram detectados problemas na execução de testes. QA para além da entrada em produção Para além dos serviços que estão em desenvolvimento ou prestes a entrarem em produção, outro aspecto com o qual a governação SOA se preocupa é o desempenho dos serviços em produção. Mais uma vez, e também nesta matéria, não é comum uma visão consistente e partilhada entre gestores de operações e os arquitectos SOA. A pensar nesta problemática foi adicionada a esta plataforma uma integração entre uma ferramenta de automação de teste de carga a serviços e a ferramenta de governação. Esta integração permite (da mesma forma que para os testes funcionais) que após a execução dos testes de carga os resultados sejam exportados para a ferramenta de governação e fiquem associados aos respectivos serviços. Desta forma os arquitectos SOA passam a dispor em tempo real na sua ferramenta de governação uma visão sobre o progresso dos testes de performance aos serviços de forma geral, e em particular sobre os testes de desempenho aos serviços já em produção, podendo actuar de imediato.

7 Envolver gestores de negócio nas iniciativas de QA Uma ferramenta de arquitectura empresarial permite visualizar de forma fácil as relações entre diversos domínios (processos de negócio, aplicações, projectos, serviços, orquestrações) de uma organização e a forma como essas relações se alteram ao logo do tempo. No seio desta plataforma foi também assegurada uma integração entre a ferramenta de governação SOA e uma ferramenta de arquitectura empresarial, com o intuito de adicionar a esta ferramenta a possibilidade de visualizar as relações de conceitos associados ao QA (Ex: casos de testes, bateria de testes) e os restantes conceitos nela habitualmente mapeados (Ex: serviços, orquestrações, aplicações, etc ). Desta forma, será possível aos gestores de negócio visualizarem sob a forma de mapas os testes planeados para um dado serviço e a data prevista de execução, e ao longo do tempo analisar a evolução do estado de execução dos testes de um serviço num determinado período, ou ainda visualizar dashboards sobre o estado de maturidade de uma orquestração indicando o número de serviços testados com sucesso ou percentagem de casos testes passados.

8 Resultados No âmbito de um projecto para um grande cliente na área da Utilities, a Link teve oportunidade de utilizar e validar esta plataforma e comprovar a sua mais valia em projectos baseados em arquitecturas de serviços. Este projecto consistia no desenvolvimento de um sistema de messaging, cuja missão - de forma abreviada - era permitir a troca de mensagens por meio de diversos canais (SMS, , MMS, CTI) entre vários sistemas de informação do cliente e ainda com os seus clientes e fornecedores. A arquitectura do sistema consistia numa camada de serviços base responsáveis pelo envio e recepção de mensagens simples pelos diversos canais (SMS, , MMS, CTI) e por uma camada de serviços de negócio que asseguravam algumas funcionalidade (Ex: aviso de suspensão de fornecimento, envio de lote para impressão, envio de factura electrónica) nos casos em que a comunicação com o cliente ou fornecedor implicavam envio e recepção de mais do que uma mensagem e a aplicação de regras de negócio. Com o recurso à plataforma integrada para testes em arquitecturas orientada a serviços, foi possível envolver tanto testadores funcionais e key users, como o desenvolvimento na concepção e execução dos testes. Numa primeira fase todos os testes de negócio que os testadores funcionais e key users do cliente acharam pertinentes serem executados foram registados na ferramenta de gestão de testes. Uma vez concluído o registo dos testes, tal foi sinalizado (via ferramenta de gestão de teste) à equipa de testadores técnicos que automatizou os testes na ferramenta de automação de testes funcionais. Finda esta etapa, tanto testadores funcionais como key users ficaram autónomos para despoletar a execução dos seus testes a partir da ferramenta de gestão de testes, abstraindo-se completamente da complexidade da arquitectura de serviços implementada (e das especificidades da ferramenta de automação). De igual forma, sempre que foram detectados defeitos ao longo da execução dos testes, os mesmos foram reportados às equipas de desenvolvimento directamente da ferramenta de gestão de testes. À medida que os testes foram sendo executados, esta informação foi também registada na ferramenta de governação SOA do cliente, possibilitando aos responsáveis pela arquitectura SOA do cliente um acompanhamento do progresso das iniciativas de desenvolvimento. Por fim, toda a informação registada na ferramenta de governação foi exportada para a ferramenta de gestão empresarial, onde os gestores de negócio puderam acompanhar o andamento das iniciativas de QA do projecto através da visualização de dois mapas. Um onde surgiam mapeados todos os testes

9 planeados ao sistema (associados ao respectivo serviço) e a data prevista da sua execução ao longo do tempo, e outro que permitia analisar a evolução real da execução dos testes ao longo do tempo. Desta forma, tanto para arquitectos SOA como para gestores de negócio do lado do cliente, foi sempre transparente a evolução do projecto no que respeito ao QA Ferramentas utilizadas Ferramenta de gestão de testes: A ferramenta de gestão de testes utilizada na plataforma foi o TestLink. As razões que levaram à selecção desta ferramenta foram essencialmente duas. - A primeira por se tratar de uma ferramenta amplamente disseminada e popular na comunidade de testadores funcionais, e cuja funcionalidades atendem as principais necessidade destes tipo de utilizadores. - A segunda por se tratar de uma ferramenta opensource, que não requer qualquer tipo de licenciamento. Ferramenta de gestão defeitos: Para ferramenta de gestão de defeitos foi seleccionada a ferramenta Mantis. Esta ferramenta foi seleccionada por permitir uma integração simples com o TestLink (ferramenta de gestão de testes), e por também ela ser uma ferramenta freeware que não necessita de qualquer tipo de licenciamento. Ferramenta de automação de testes funcionais a serviços: Como ferramenta de automação de testes funcionais a serviços seleccionou-se o SoapUI. Para além da forte disseminação desta ferramenta no seio das equipas de desenvolvimento em arquitecturas orientadas a serviços, as principais razões da sua selecção são o facto de ser uma ferramenta opensource o que permitiu a sua fácil integração na plataforma, e por também ela não requisitar licenciamento. Ferramenta de automação de testes de carga a serviços:

10 A ferramenta seleccionada para automação de testes de carga a serviços foi o LoadUI. Esta ferramenta pertence ao mesmo fabricante do SoapUI e as razões que motivaram a sua selecção são essencialmente as mesmas. Ferramenta de governação SOA A ferramenta de governação SOA seleccionada para integrar a plataforma foi a ferramenta OER (Oracle Entreprise Repository). A plataforma está no entanto preparada para poder integrar ferramentas de governação de outros fabricantes. Ferramenta de arquitectura empresarial (Enterprise Architecture) A ferramenta de arquitectura empresarial seleccionada foi o EAMS, desenvolvido pela Link, e que se encontra em utilização corrente em diversos clientes, de áreas de negócio que vão desde a Banca às Operadores de Telecomunicações, passando pelas Utilities. O EAMS possui também a flexibilidade acrescida de poder ser integrado com ferramentas de governação de outros fornecedores para além da Oracle.

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