Planejamento, design, implementação e avaliação de programas de educação on-line

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Planejamento, design, implementação e avaliação de programas de educação on-line"

Transcrição

1 Planejamento, design, implementação e avaliação de programas de educação on-line Andrea Filatro agosto 2007

2 DESIGN INSTRUCIONAL CONTEXTUALIZADO * Andrea Filatro e Stela Conceição Bertholo Piconez INTRODUÇÃO Em um nível macro, o design instrucional é compreendido como o planejamento do ensino-aprendizagem, incluindo atividades, estratégias, sistemas de avaliação, métodos e materiais instrucionais. Tradicionalmente, tem sido vinculado à produção de materiais didáticos, mais especificamente à produção de materiais analógicos. Com a incorporação das tecnologias de informação e comunicação, em especial a Internet, ao processo de ensino-aprendizagem, faz-se necessária uma ação sistemática de planejamento e a implementação de novas estratégias didáticas e metodologias de ensino-aprendizagem. Ao lado das TICs, transformações socioeconômicas, políticas e culturais das últimas duas décadas colocam em xeque estão currículos e prioridades educacionais (o que ensinar), estilos de pedagogia e andragogia (como ensinar) e a própria institucionalização do ensino (quem detém o poder de ensinar e validar a aprendizagem), impelindo-nos a uma nova lógica de ensino (LITTO, 1997; KENSKI, 1998). O objetivo deste artigo é descrever como o design instrucional pode beneficiarse das potencialidades da Internet para incorporar às situações reais de educação elementos como a aprendizagem informal, a aprendizagem autônoma e a aprendizagem cooperativa para atender às demandas da sociedade por um novo paradigma educacional. Para isso, apresentamos o uma abordagem teórica do design instrucional contextualizado e a seguir os resultados de um estudo de caso no qual esse conceito foi aplicado em uma situação didática específica. OS DESAFIOS DO DESIGN INSTRUCIONAL NA EDUCAÇÃO ON-LINE A educação on-line é uma ação sistemática de uso de tecnologias, incluindo hipertexto e redes de comunicação interativa, para distribuição de conteúdo educacional e apoio à aprendizagem, sem limitação de tempo ou lugar (anytime, anyplace). Sua principal característica é a mediação tecnológica através da conexão em rede. A educação on-line se concretiza em diferentes modalidades, que vão desde a educação presencial apoiada por tecnologias até a educação totalmente a distância. O nível de utilização das TICs depende em grande parte da infra-estrutura tecnológica disponível (como largura de banda e espaço em disco), da capacidade humana em lidar com as tecnologias, e também dos objetivos e educacionais propostos. Na educação on-line, o design instrucional se dedica a planejar, preparar, projetar, produzir e publicar textos, imagens, gráficos, sons e movimentos, simulações, atividades e tarefas ancorados em suportes virtuais. Além de representarem poderosos recursos de apoio à aprendizagem, a utilização das TICs também fortalece um movimento recente dentro da teoria e prática do design instrucional que propõe a adoção de uma nova forma de planejar o ensinoaprendizagem. Esse movimento pode ser exemplificado por referências a um design instrucional descrito como situado (WILSON, 1995b), flexível (NIKOLOVA & COLLIS, 1998), reflexivo e recursivo (WILLIS & WRIGHT, 2000) ou simplesmente construtivista (CAMPOS et al., 1998; JONASSEN, 1998; LEBOW, 1993), cujos pressupostos básicos apontam para a necessidade de adaptar qualquer proposta de design instrucional ao contexto local de implementação. JONASSEN (1998), por exemplo, constata que, historicamente, projetos de design instrucional têm fracassado principalmente devido aos problemas de implementação: Com freqüência, a tentativa é implementar inovações sem considerar importantes aspectos físicos, organizacionais e culturais do ambiente nos quais a * Artigo apresentado no XI Congresso Internacional de Educação a Distância, Salvador,

3 inovação está sendo implementada. Ao conceber e implementar ambientes construtivistas de aprendizagem, é importante acomodar fatores contextuais para uma implementação bem-sucedida (p. 7) NIKOLOVA & COLLIS (1998) acentuam a necessidade (e, com as novas tecnologias de informação e comunicação, a possibilidade) de prover aos alunos um design instrucional flexível, que propicie oportunidades efetivas de escolha: Em um curso tradicional, há pouco ou nenhum espaço para a escolha do aluno: usualmente, os dados dos cursos são fixos, o conteúdo é predeterminado, as abordagens instrucionais já estão selecionadas e os materiais de aprendizagem são preparados com antecedência; a organização do curso é predefinida. Isso é um extremo. Na outra ponta do continuum está uma aprendizagem just-in-time, baseada no mundo do trabalho e voltada para a solução de problemas, a respeito da qual o aluno toma as decisões-chave e que ocorre ao longo de toda a vida (pp , grifos dos autores). Assim, apoiado por tecnologias, o design instrucional admite mecanismos de efetiva contextualização, caracterizados por: maior personalização aos estilos e ritmos individuais de aprendizagem; adaptação às características institucionais e regionais; atualização a partir de feedback constante; acesso a informações e experiências externas à organização de ensino; possibilidade de comunicação entre os agentes do processo (professores, alunos, equipe técnica e pedagógica, comunidade); e monitoramento automático da construção individual e coletiva de conhecimentos. Por essa razão, utilizamos o termo design instrucional contextualizado para descrever a ação intencional de planejar, desenvolver e aplicar situações didáticas específicas que, valendo-se das potencialidades da Internet, incorporem, tanto na fase de concepção como durante a implementação, mecanismos que favoreçam a contextualização e a flexibilização. Os modelos convencionais de design instrucional freqüentemente estruturam o planejamento do ensino-aprendizagem em estágios distintos: a) análise: envolve a identificação de necessidades de aprendizagem, a definição de objetivos instrucionais e o levantamento das restrições envolvidas; b) design e desenvolvimento: quando ocorre o planejamento da instrução e a elaboração dos materiais e produtos instrucionais; c) implementação: quando se dá a capacitação e ambientação de docentes e alunos à proposta de design instrucional e a realização do evento ou situação de ensino-aprendizagem propriamente ditos; e por fim d) avaliação: envolve o acompanhamento, a revisão e a manutenção do sistema proposto. Enquanto os modelos convencionais freqüentemente incluem estágios distintos de atividades de análise, design, desenvolvimento e avaliação, como mostra a Figura 1, assumimos que no design instrucional contextualizado essas operações acontecem recursivamente ao longo de todo o processo. ANÁLISE DESIGN DESENVOLVIMENTO IMPLEMENTAÇÃO AVALIAÇÃO Figura 1 Fases de desenvolvimento de design instrucional 3

4 A implementação (situação didática) não se dá separadamente da concepção (fases de análise, planejamento e produção), mas progride através de uma série de estágios e então espirala de volta e adicionando mais detalhes. Por essa razão, um modelo de design instrucional contextualizado seria mais bem representado pela figura de um fractal * do que por qualquer outra forma geométrica fechada (ver Figura 2). Figura 2 Expressão gráfica do modelo de desenvolvimento de design instrucional contextualizado Conforme WILLIS & WRIGHT (2000), nesse modelo, o foco é inicialmente difuso e se torna mais nítido e distinto à medida que a implementação da proposta evolui. Esse caráter recursivo e dinâmico é possibilitado pela seleção de ambientes tecnológicos de desenvolvimento que suportem os recursos de autoria, flexibilidade e acessibilidade. Atuando como um sistema vivo e dinâmico, uma proposta de design instrucional contextualizado pode partir de uma estrutura matricial norteadora e do planejamento de situações didáticas que preveja saídas e possibilidades de abertura, de modo que os momentos de aprendizagem em sala de aula sejam contextualizados segundo a compreensão dos fenômenos educacionais locais. O DESIGN INSTRUCIONAL NO CONTEXTO DA SALA DE AULA A terceira parte deste artigo descreve um estudo de caso, através do qual acompanhamos toda a concepção e implementação de uma proposta de design instrucional contextualizado em uma disciplina do curso de Pedagogia da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo. A investigação foi desenvolvida em três fases distintas. A primeira, anterior à realização da disciplina, consistiu na elaboração da proposta de design instrucional contextualizado e na pré-programação do ambiente virtual utilizado (WebCT). Vale lembrar que a natureza híbrida da proposta de design instrucional contextualizado espelhava a oferta de conteúdos em ambos os ambientes, presencial e virtual. A segunda fase, na qual se coletou a maior parte dos dados, envolveu a implementação da proposta, o acompanhamento das atividades presenciais e virtuais, reuniões com a docente responsável e a equipe de apoio, a preparação de materiais complementares e também intervenções na proposta de design instrucional contextualizado e no ambiente virtual formatado, com base na análise das avaliações ao final de cada unidade. Na terceira e última fase, após a conclusão da disciplina, os registros foram retomados e analisados, em um processo de depuração das informações observadas e reconstrução da prática denominada reflexão-sobre-a-ação (SCHÖN apud ALMEIDA, 2000). Esse processo complementa a reflexão-na-ação, desenvolvida simultaneamente à ação instrucional na segunda fase desta pesquisa. O processo de contextualização do design instrucional se deu a partir do Programa Oficial da Disciplina, traduzido em uma proposta inicial de atividades préespecificadas, espelhadas na programação de um ambiente virtual, segundo uma agenda de liberação progressiva de atividades e recursos tecnológicos. O planejamento era visualizado pelos alunos através do Guia das Aulas, publicado e atualizado semanalmente a partir da observação das atividades implementadas, da participação dos alunos e da análise das avaliações formais e informais. A Figura 3 representa os movimentos de contextualização na proposta de design instrucional: 4

5 Proposta de DIC Estratégias e atividades Programa Oficial da Disciplina Plano de Atividades e Liberação de Recursos Guia das Aulas Participação dos alunos Programação do WebCT Avaliações formais e informais Figura 3 Movimentos de contextualização na proposta de design instrucional Essa representação esquemática deveria capturar a essência do processo recursivo de contextualização, através do qual, com exceção do Programa Oficial da Disciplina, todos os outros elementos da proposta de design instrucional foram dinamicamente ajustados à medida que o grupo de alunos se encaminhava para a formação de uma comunidade de aprendizagem. O ambiente WebCT funcionou como o protótipo do contexto didático imaginado, um repositório inicial dos objetivos e das bases de conhecimento fundamentais para a realização da disciplina, e foi sendo transformado paralelamente à ambientação tecnológica dos alunos e sua meta-reflexão sobre a proposta de DIC apresentada. IMPLICAÇÕES E PERSPECTIVAS Este artigo reflete o resultado de um estudo sobre o uso do design instrucional como alternativa possível para responder à necessidade de iniciativas educacionais estruturadas que se beneficiem das metodologias, modelos e sistemáticas de planejamento, e também de toda a gama de tecnologias de informação e comunicação disponíveis. Em nosso percurso investigativo, deparamo-nos com movimentos teóricopráticos que, tendo vencido a etapa da estruturação de conteúdos e estratégias de ensino e de tecnologização da aprendizagem, buscam mecanismos para a sua flexibilização e humanização. Para vários teóricos que citamos no decorrer deste artigo, dentro de um modelo bem estruturado de design instrucional, há muito espaço para o diálogo, a autonomia, a contextualização. Essa combinação de conceitos compõe um belo quadro de potencialidades da educação moderna. Em uma situação específica de aprendizagem, que foi vivenciada por pessoas reais assumindo papéis concretos de alunos, docentes, pesquisadores ou apoiadores, com base em recursos e tecnologias disponíveis no mercado, dentro de um contexto universitário autêntico, esses conceitos foram cotejados a ponto de se verificar sua pertinência à realidade educacional. As situações vividas com intensidade pelos agentes do processo educacional nos ajudaram a perceber a viabilidade prática do modelo fractal de design instrucional contextualizado. Se cada atividade, estratégia ou conteúdo selecionado contém em si mesmo a proposta integral do design instrucional, de preferência expressa em um suporte tecnológico inteligente e dinâmico, a contextualização se torna possível, porque as atividades podem ser substituídas, antecipadas, reorganizadas ou descartadas com base na concordância do grupo e no apoio técnico de um educador seja ele um professor, um tutor, um monitor, um coach, um mentor, um mestre sem prejuízo da espinha dorsal do curso. Cada fase do design instrucional contextualizado, cada recurso tecnológico disponibilizado, cada situação didática relatada comportam numerosos desafios a serem desvendados e oportunidades renovadas de articulação teoria-prática-teoria. Nosso trabalho consistiu na possibilidade de compreender como um planejamento pode integrar os conceitos educacionais aqui apresentados, associado-as às questões de uso das tecnologias da comunicação e de informação no contexto social atual. 5

6 BIBLIOGRAFIA ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini de (2000). Informática e formação de professores. In: Cadernos Informática para a mudança em educação. Brasília, Ministério da Educação/SEED. CAMPOS, Fernanda C. A., ROCHA, Ana Regina C. & CAMPOS, Gilda H. B. (1998). Design instrucional e construtivismo: em busca de modelos para o desenvolvimento de software. IV Congresso RIBIE, Brasília. JONASSEN, David (1998). "Designing constructivist learning environments". In: REIGELUTH, C. M. Instructional theories and models. 2nd. ed. Mahwah, NJ: Laurence, Erlbaum. KENSKI, Vani Moreira (1998). Novas tecnologias: o redimensionamento do espaço e do tempo e os impactos no trabalho docente. In.: Revista Brasileira de Educação. Mai/Jun/Jul/Ago, 1998, n.º 8. LEBOW, D. (1993). Constructivist values for instructional systems design: five principles for a new mind-set. In: Educational Technology Research and Development, 41 (13), LITTO, Fredric Michael (1997). Um modelo para prioridades educacionais numa sociedade de informação. In: Pátio Revista Pedagógica, Ano I, n.3, p.15-21, Nov.97/jan98 NIKOLOVA, Iliana & COLLIS, Betty (1998). Flexible learning and design of instruction. In: British Journal of Educational Technology. vol. 29, n. 1, pp TESSMER, Martin & RICHEY, Rita C. (1997). The role of context in learning and instructional design. In: Educational Technology Research and Development 45 (2): WILLIS, Jerry & WRIGHT, Kristen Egeland (2000). A general set of procedures for constructivist instructional design: the new R2D2 model. In: Education Technology. 40(2), WILSON, Brent G. (1995b). Situated instructional design: blurring the distinctions between theory and practice, design and implementation, curriculum and instruction. In: SIMONSON, M. (ed.), Proceedings of selected research and development presentations. Washington D. C.: Association for Educational Communications and Technology. 6

7 PROCESSO DE DESIGN INSTRUCIONAL Fase Definições Questões norteadoras Análise Design e desenvolvimento Implementação Avaliação Identificação de necessidades de aprendizagem e definição de objetivos instrucionais Caracterização dos alunos Levantamento das limitações Planejamento da instrução Produção de materiais didáticos Ambientação Realização do evento ou situação de ensinoaprendizagem Acompanhamento Revisão Manutenção Para qual questão o design instrucional está sendo proposto? Qual é a origem da questão? Quais são as possíveis soluções? Quem decide quais são as necessidades de aprendizagem? Que conhecimentos, habilidades e atitudes precisam ser desenvolvidos? Qual e quanto conteúdo é necessário? Em quanto tempo esse conteúdo será trabalhado? Em que módulos e subáreas o conteúdo pode ou deve ser dividido? Quais são as várias perspectivas a serem consideradas? Quais necessidades estão sendo desconsideradas? Que métodos e técnicas são adequados à exploração desse conteúdo? De que forma a aprendizagem será avaliada? O que já sabem? Quais são seus estilos e características de aprendizagem? O que precisam ou querem saber? Em que ambiente / situação aplicarão a aprendizagem? Qual é o orçamento disponível? De quantos profissionais dispomos? Quais são as restrições técnicas? Em quanto tempo precisamos alcançar os objetivos? Quais são os riscos envolvidos? Quais são os objetivos instrucionais e de aprendizagem e como eles serão alcançados? Que métodos e técnicas melhor se ajustam a esses objetivos? Como o conteúdo é mapeado, estruturado e seqüenciado? Em que seqüência a instrução deve ser apresentada? Quais são as mídias mais apropriadas para a apresentação do conteúdo? Que produtos e atividades devem ser preparados e produzidos? Qual é o grau de interação entre os alunos, e entre os alunos e o professor, possibilitado pelas atividades propostas? Qual é design gráfico dos materiais impressos e/ou eletrônicos? Qual é o grau de interatividade proporcionado por esses materiais? Quais são os mecanismos de atualização e personalização dos materiais? Que níveis de suporte instrucional e tecnológico são oferecidos? Os usuários do sistema (professores e alunos) precisam ser treinados para o uso dos materiais e aplicação das atividades? Os usuários do sistema precisam ser matriculados ou cadastrados para terem acesso a determinados produtos ou ambientes? De quanto necessitam para compreender o funcionamento do sistema e os pré-requisitos para acompanhar o design projetado? Em que local e condições ocorre o evento ou situação de ensinoaprendizagem (presencialmente, semipresencialmente, a distância, no ambiente de trabalho, em situação de laboratório, em ambientes virtuais)? Como se dá a organização social da aprendizagem (individualmente, em grupos fixos, em grupos voláteis)? Como os materiais são manipulados por professores e alunos (seqüencialmente, em módulos inter ou independentes)? Como a aprendizagem dos alunos é avaliada? Como se dá o feedback por parte do professor? Como o design será avaliado (por observação, testes, feedback constante)? Quem fará a avaliação (alunos e professores, equipe de desenvolvimento, patrocinadores, software de monitoramento da aprendizagem)? Quais foram os resultados finais de aprendizagem (índices de aprovação, desistência, reprovação, abandono)? Quais os problemas detectados? Que erros podem ser corrigidos? Em que medida o design instrucional pode ser aperfeiçoado? Que ações possibilitam a continuidade do projeto ou novas edições? 7

8 UNIVERSO DA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA Administração banco de dados Programação Web development Web design Marketing Web project Ilustração Iconografia Relações institucionais Tecnologia Comunicação Roteirização Redação Contratos Gestão Autoria Recursos Conteúdo Educação Sponsorship Finanças Mentoria Pessoas Certificação Coaching Monitoria Coordenação pedagógica Design instrucional Tutoria Docência USOS DA WEB EM EDUCAÇÃO Ênfase no conteúdo Ênfase nas tarefas Ênfase na comunicação Largura de banda Entrega em rede ESSENCIAL IMERSIVO COLABORATIVO Trabalho em rede SUPLEMENTAR INFORMACIONAL Fluência tecnológica 8

9 PROCESSO DE DESIGN INSTRUCIONAL avaliação implementação desenvolvimento design análise P R O B L E M A Reflexão Ação Produção Especificação S O L U Ç Ã O DISTRIBUIÇÃO DE PAPÉIS NO DESIGN INSTRUCIONAL Subsídio informacional Implementação Especialista em conteúdo Designer instrucional Alunos e professores Análise, design, desenvolvimento, avaliação Feedback Equipe tecnológica Equipe administrativa 9

10 ANÁLISE CONTEXTUAL Contexto de instrução Contexto de orientação Contexto de transferência INDIVIDUAL IMEDIATO INSTITUCIONAL Situação didática Préaprendizagem Pósaprendizagem ESTRATÉGIAS DE APRENDIZAGEM Brainstorming Brainstorming reverso Escrita criativa Mnemônicos Ilustrações, analogias etc. Textos escritos Simulações e roleplayings Elaboração simples Elaboração complexa Aprendizagem cooperativa Palavras ou imagenschave Elaboração Reestruturação Estratégias de aprendizagem Organização Mapas conceituais Associação Recordação Integração Repetição ou cópia Ensaio Paráfrase Métodos de votação Escrita reflexiva Estudos de caso Pensamento crítico Pensamento criativo Brain- Escrita storming criativa reverso Brainstorming 10

11 INTRODUÇÃO PADRÕES PARA DESENHO DE CURSOS ** Duas das críticas mais freqüentes ao uso de objetos de aprendizagem são a atomização do conhecimento e a descontextualização da aprendizagem. Seja por uma granularização indesejada que rema contra a corrente do pensamento complexo, seja pela padronização necessária ao intento da intercambialidade, os objetos de aprendizagem têm sido considerados por alguns mais uma onda tecnológica incompreensível e por outros até mesmo um retrocesso em termos pedagógicos. Este trabalho parte do reconhecimento de que a adoção de objetos de aprendizagem ressalta a necessidade do design instrucional como metodologia de planejamento e desenvolvimento educacional, justamente para reverter as fraquezas apontadas. Ou seja, por sua natureza reutilizável e fragmentada, os objetos carecem de mecanismos de contextualização que possibilitem uma ação educacional personalizada, significativa e situada. Esses mecanismos se situam no design instrucional. Levando-se em conta que os objetos de aprendizagem são apresentados muitas vezes como uma solução mais tecnológica do que educacional para resolver questões de interoperabilidade -, faz-se patente uma inteligência pedagógica / andragógica que alinhave os pedaços de aprendizagem disponíveis para uso e reuso. Ferramentas mais recentes de planejamento e execução possibilitam a descrição e o gerenciamento de mini-ambientes virtuais em que pessoas, atividades, conteúdos, ferramentas, serviços e objetos de aprendizagem são articulados com vistas a atender a propósitos educacionais definidos. METODOLOGIA Este trabalho discute a adequação da especificação IMS Learning Design como metodologia para desenho de cursos que utilizam objetos de aprendizagem como fio condutor do processo pedagógico. Mais especificamente, descreve uma ação de aprendizagem complexa, que envolve conteúdos multidisciplinares, interação entre equipes diversificadas, atividades presenciais e a distância, e geração colaborativa de objetos de aprendizagem. Para essa descrição, utilizamos o conceito de atividades de aprendizagem, que inclui mas não se limita aos objetos de aprendizagem, e descrevemos o processo de organização de unidades de estudo apoiados na perspectiva da aprendizagem colaborativa. A análise da especificação citada se dá segundo os critérios de completude, flexibilidade pedagógica, personalização, formalização, reprodutibilidade, interoperabilidade, compatibilidade e reusabilidade. DESENVOLVIMENTO O IMS Learning Design foi publicado em fevereiro de 2003 pelo IMS Global Learning Consortium, organização sem fins lucrativos, com o objetivo de suportar a adoção e o uso das tecnologias de aprendizagem por todo o mundo. Essa especificação segue os moldes do SCORM (Sharable Courseware Object Reference Model) e se caracteriza por sua abrangência, completude, formalismo e interoperabilidade. A especificação se baseia na descrição de atividades de alunos, professores e outros envolvidos no processo educacional (quer individualmente, quer em grupos). O termo atividade de aprendizagem é entendido aqui como a ação ou o conjunto de ações desempenhadas por pessoas a fim de alcançar um objetivo de aprendizagem. Nesse conjunto de ações, podem ser integrados recursos (mídias) e conteúdos digitais, compondo um ambiente virtual de aprendizagem. Com esse cabedal, a especificação pressupõe suportar o design instrucional (planejamento e implementação) de qualquer * Artigo apresentado na III Conferência do Partnership Global Learning, São Paulo,

12 abordagem pedagógica, inclusive as que se aplicam a situações de aprendizagem presencial. De forma resumida, o IMS Learning Design visa capturar o processo de ensinoaprendizagem mais que o conteúdo (HUMMEL & KOPER, 2005). Adicionalmente, favorece a transferência de designs entre sistemas diferentes, a reutilização (parcial ou total) de designs e materiais de aprendizagem, a internacionalização, a acessibilidade, o rastreamento, a prestação de contas e a análise de desempenho. A ação de aprendizagem aqui descrita, por sua vez, se baseia em um projeto de colaboração entre universidade e ensino público para produção de objetos de aprendizagem. A abordagem pedagógica de suporte é o aprender fazendo, a partir da vivência de situações autênticas de aprendizagem. universidade está representada no projeto pela coordenação e integração do Laboratório Didático Virtual (LabVirt), vinculado à Escola do Futuro da USP e por estudantes universitários da mesma instituição, vinculados a diversas unidades de Educação, Comunicação e Engenharia Politécnica, que dão suporte à roteirização e produção dos objetos. Da parte do ensino público, participam professores e alunos de escolas do ensino médio da rede pública do Estado de São Paulo, vinculados ao Projeto LabVirt, que elaboram roteiros para encomenda de objetos de aprendizagem relacionados a situações do cotidiano e a conteúdos curriculares das disciplinas de Física e Química. Em ambas as situações de aprendizagem (alunos do ensino médio aprendendo Química e Física, e alunos do ensino superior e pós-graduação aprendendo seus conteúdos específicos), os objetos de aprendizagem não são produtos de consumo pedagógico, mas meios para exploração de conteúdos e desenvolvimento de competências mais amplas. Só por essa razão eles já pressupõem um tratamento tecnoeducacional diferenciado. Como não são fins em si mesmos, os objetos de aprendizagem nesse contexto pedagógico facilitam a compreensão de que a aprendizagem está fora deles, está no que se faz com eles ou a partir deles. Abre-se espaço privilegiado para as atividades realizadas por alunos e professores, os quais assumem diferentes papéis no processo. A fim de especificar e produzir os objetos, eles empreendem uma meta-análise dos conteúdos visitados e dos procedimentos realizados que situa a aprendizagem onde ela realmente ocorre: nas atividades. A matriz mostrada a seguir, uma espécie de diagrama de atividades estendido, representa graficamente parte das atividades realizadas nessa ação de aprendizagem (atividades iniciais numeradas de 1 a 3). Juntamente com o conjunto de ações, a matriz suporta ainda a descrição de: objetivos (resultados esperados), papéis (quem executa as atividades), duração (tempo estimado para conclusão da atividade), ambiente (coleção estruturada de objetos, ferramentas e conteúdos, onde acontece a atividade de aprendizagem), ferramentas (serviços usados durante o ensino e a aprendizagem, por exemplo, fórum, chat, editor colaborativo, portfólio), conteúdos (objetos de aprendizagem, recursos externos como URLs e arquivos em formato doc, xls, ppt, pdf etc.), produção dos atores (produtos resultantes das atividades individuais, grupais ou coletivas) e avaliação (critérios para verificação da efetividade dos processos e resultados da aprendizagem). A matriz também auxilia no reconhecimento de quanto os alunos estão interagindo com o conteúdo, com o professor e com outros alunos, e de quanto o ambiente virtual (com seus conteúdos, ferramentas e serviços) é ou não necessário para o desempenho das atividades. 12

13 Objetivo(s) Atividade(s) Quem executa Apresentar o projeto LabVirt Professor Duração estimada Ferramenta(s) Conteúdo(s) Produção Avaliação Navegador Internet Site LabVirt: 1. Conhecer o contexto geral em que as atividades de aprendizagem se desenvolverão 2. Construir colaborativamente regras que guiarão os trabalhos dos alunos Apresentar o ambiente virtual de aprendizagem Apresentar fluxo de trabalho do projeto: roteiro para encomenda de simulação; roteiro de avaliação por rubricas; roteiro de confecção de atas Elaborar regras para trabalho em grupo Elaborar regras para utilizar a sala de informática Acompanhar as discussões Publicar no ambiente virtual as regras elaboradas Professor Professor Todos os alunos Todos alunos Professor Todos os alunos 50 minutos Navegador Internet Navegador Internet Fórum Portfolio; Correio Ambiente virtual Roteiro de encomenda de simulação; Roteiro de avaliação por rubricas; Roteiro de Confecção de Atas; Objetos de aprendizagem finalizados Diretrizes para o Trabalho em Grupo e Uso da Sala de Informática 3. Propor tema para roteirização de uma simulação Coordenar reunião Propor problema envolvendo tema específico do currículo, confeccionando Ata de Reunião e Roteiro de situação-problema Professor Grupo de alunos 50 minutos Editor de texto; Fórum Roteiro de situaçãoproblema; Modelo de Atas Versão inicial da situaçãoproblema; Ata do trabalho em grupo Verificação da viabilidade do assunto; Verificação da distribuição de tarefas e qualidade do trabalho no grupo 13

14 A especificação Learning Design, contudo, vai além dessa representação. Possibilita o planejamento dessas atividades de forma integrada ao sistema virtual de aprendizagem, através de um Editor de Atividades de Aprendizagem, e também a execução das atividades realizada diretamente através de um Player. Exemplos dessas ferramentas de edição e execução são Reload, Alfanet e LAMs. No Brasil, no âmbito do projeto TIDIA- Ae 1, está-se desenvolvendo uma ferramenta de gerenciamento de atividades inspirada nos princípios do Learning Design. Uma vez que o Learning Design visa assistir e suportar os processos convencionais de design instrucional (KOPER & TATTERSALL, 2005), adotamos neste trabalho intercambiavelmente os termos learning design (design da aprendizagem) e instructional design (design instrucional) para referenciar os processo de planejamento e implementação da instrução. O planejamento de atividades via Editor corresponde às fases de análise de necessidades, e design do cenário, da estrutura e do fluxo da aprendizagem, bem como ao desenvolvimento de atividades, recursos e materiais, no âmbito do design instrucional convencional. A execução das atividades de aprendizagem via Player corresponde às fases de implementação e avaliação. Mais adiante, vemos como isso se relaciona a modelos de design instrucional abertos e fechados. RESULTADOS A especificação IMS Learning Design permite a descrição total desta intrincada ação de produção colaborativa de objetos de aprendizagem, com todas as suas especificidades: sua estrutura inter-institucional (escolas públicas e diferentes unidades de ensino e pesquisa de uma universidade trabalhando juntas), sua natureza multidisciplinar (de Física a Comunicação, de Educação a Tecnologia), seu formato híbrido (grupos de estudantes trabalhando tanto em salas de aula e laboratórios de informática tradicionais; equipes de alunos de graduação e pós-graduação trabalhando a distância), revelado em atividades desempenhadas por grupos de pessoas de diferentes faixas etárias, perfis e objetivos (professores, alunos, consultores, especialistas em conteúdo), mas todos eles aprendendo e refletindo sobre sua própria aprendizagem, e inspirado em modelos pedagógicos diversificados (de uma visão colaborativa a um a perspectiva centrada em conteúdos). Tomando por base a representação das atividades de aprendizagem na matriz apresentada anteriormente, faz-se patente o papel dos objetos de aprendizagem no design instrucional e na consecução dos objetivos educacionais: primeiro, quando contrapostos a arquivos de conteúdos gerados livremente sem preocupação com metadados ou empacotamentos padronizados, a URLs apontando para conteúdos Web, e também a conteúdos apresentados em mídias físicas diversas, os objetos de aprendizagem distinguem-se por sua natureza digital e reutilizável. Segundo, como esta ação de desemboca em produtos virtuais gerados coletivamente, a produção dos atores durante a aprendizagem também é convertida, ela mesma, em objetos de aprendizagem que realimentam o ciclo de reutilização. Devemos destacar que tal completude e flexibilidade pedagógica asseguram que a ação de aprendizagem possa ser repetida e reutilizada assim como se proclama para os objetos de aprendizagem em diferentes amb ientes e com diferentes pessoas vinculadas ao projeto, representando um benefício extra de integração e documentação automatizada das ações efetuadas. Some-se a isso a possibilidade de, a partir de uma ação padrão, serem criadas versões derivadas, por exemplo, com diferentes objetos de aprendizagem na entrada (input) e na saída (produção dos atores), ou com ferramentas tecnológicas adaptadas segundo as possibilidades e restrições do contexto de uso. 1 1 TIDIA-Ae (Tecnologia da Informação para o Desenvolvimento da Internet Avançada - Aprendizagem Eletrônica) Projeto de pesquisa financiado pela FAPESP Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado de São Paulo, cujo objetivo geral é construir uma suíte de ferramentas para e-learning, baseada em software livre e código aberto, e voltada para aplicação no ensino superior. A equipe de desenvolvimento, composta por 16 laboratórios de pesquisa de três universidades paulistas (USP, Unicamp e UFSCar). 14

15 Em termos de personalização, encontramos meios de adaptar muitas das atividades às várias circunstâncias envolvidas, especialmente para prover diferentes perspectivas da ação de aprendizagem segundo papéis específicos, através da programação de propriedades e condições, mas isso ainda ocorre em um nível de design instrucional super-especializado. Neste ponto, cabe a diferenciação entre design instrucional fechado e design instrucional aberto. O primeiro, também referenciado como modelo de engenharia, baseia-se no planejamento e na produção cuidadosos de todos os componentes da ação de aprendizagem, em seus mínimos detalhes, antecipadamente à sua execução. Envolve separação entre as fases de concepção (design) e execução (implementação). A maior parte dos objetos de aprendizagem é construída tendo por fundamento esse modelo de design instrucional, fixo e inalterável, que em geral resulta em conteúdos bem estruturados, apresentados em mídias sofisticadas e com feedback automatizado, em sua maioria dispensando a presença de um educador. Por outro lado, o modelo de design instrucional aberto, também chamado de modelo bricolage ou design on-the-fly, se apresenta como um processo mais orgânico, no qual o design instrucional é refinado durante o processo de aprendizagem. Em geral, as atividades são criadas ou modificadas durante a execução da ação (BERGGREN et al., 2005). Para muitos, este é o modelo que mais se aproxima da natureza flexível e dinâmica da aprendizagem, fruto de interações imprevisíveis. Em geral, o modelo de design instrucional aberto produz um ambiente menos estruturado, com mais acessos a referências externas, incluindo-se aqui objetos de aprendizagem, e incorporando menos mídias internas, já que muitas vezes elas exigem condições diferenciadas e antecipadas de produção. Por outro lado, possibilita maior personalização e contextualização, compondo o que chamamos de design instrucional contextualizado (FILATRO, 2004). E, pelo menos enquanto não há sistemas adaptativos inteligentes o bastante para serem usados nos processos de ensino-aprendizagem, este tipo de design instrucional pressupõe a participação de um educador (professor, tutor, mentor) durante a execução. No âmbito do projeto Tidia-Ae, estamos trabalhando no desenvolvimento de uma interface mais simples que permita a professores, alunos e outros participantes, tomar parte da ação não apenas como consumidores de ações e objetos de aprendizagem bemproduzidos, mas também serem capazes de reconfigurar a interface e fazer alterações significativas nas atividades durante a sua execução, de maneira independente e segura. Isso nos remete a um outro ponto, o da formalização, que nos parece uma das principais questões aqui. Quanto mais formalizamos uma atividade ou mesmo um objeto de aprendizagem para garantir que máquinas e sistemas entendam e suportem o processo educacional, mais eles se distanciam da prática de professores e alunos, já que implicam um nível razoável de abstração e compreensão da lógica fundamental do framework que suporta o design instrucional. Em uma época em que a computação está cada vez mais fácil e próxima dos usuários finais, é um verdadeiro desafio prover mecanismos e capacitações que não desviem a atenção dos participantes das atividades essenciais de ensino e aprendizagem. Dessa solução, dependem as reais possibilidade de reutilização, requisito que envolve "identificar, isolar, descontextualizar e intercambiar artefatos de aprendizagem e reutilizá-los em outros contextos" (IMS Learning Design Information Model, 2003) e que se configura como a principal contribuição seja de objetos seja de atividades de aprendizagem. ORIGINALIDADE A inovação deste trabalho reside na priorização dos aspectos pedagógicos do uso de objetos e plataformas de gerenciamento, pela possibilidade de que atividades de aprendizagem - das mais simples às mais completas, das mais variadas abordagens pedagógicas, formatos de entrega e domínios de conhecimento -, sejam descritas, estruturadas e gerenciadas a partir de ferramentas educacionais de planejamento e gestão. 15

16 Tais ferramentas estendem as funcionalidades dos sistemas de gerenciamento de aprendizagem e complementam o padrão SCORM, este centrado em um modelo de aprendizagem individual e acesso a conteúdos, enquanto o LD enfatiza a representação de atividades realizadas por grupos de alunos, integradas a recursos, conteúdos e ferramentas. Somem-se a isso as possibilidades de vinculação de propriedades e condições para estruturação e visualização flexíveis de atividades e objetos, e agrega-se ao desenho de cursos as almejadas personalização e contextualização da aprendizagem. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BERGGREN et al. (2005) Practical and Pedagogical Issues for Teacher Adoption of IMS Learning Design Standards in Moodle LMS. IMS Learning Design Standards in Moodle LMS. Journal of Interactive Media in Education, 2005/02. BRITAIN, Sandy (2004). A review of learning design: concept, specifications and tools. Report for the JISC E-learning Pedagogy Programme. FILATRO, Andrea (2004). Design instrucional contextualizado. São Paulo, Senac São Paulo. GRIFFITHS, Dai. The role of teachers in editing and authoring Units of Learning using IMS Learning Design. HUMMEL, G. K. & KOPER, Rob (2005) From LO to LA: from a learning object centric view towards a learning activity perspective. IMS Learning Design Information Model. Version 1.0 Final Specification. Copyright 2003 IMS Global Learning Consortium, Inc. KOPER, Rob & TATTERSALL, Colin (eds.) (2005). Learning design: A Handbook on Modelling and Delivering Networked Education and Training, Springer Verlag. NUNES, C. A. A. (2004) Objetos de aprendizagem em ação. In: PICONEZ, S. C. B. (Org.). Educação & Tecnologia & Cidadania: Ambientes Virtuais de Aprendizagem no Ciberespaço - Série Cadernos Pedagógicos Reflexões, número ed. São Paulo, USP/FE/NEA / Artcopy. NUNES, C. A. A., FILATRO, A. & BOARETTO, R. (2005) Learning Objects from a Distributed Knowledge Production Environment. Paper não publicado. VAN ES, René & KOPER, Rob (2005). Testing the pedagogical expressiveness of LD. Preprint. WILEY, D. A. Connecting learning objects to instructional design theory: A definition, a metaphor, and a taxonomy. In D. A. Wiley (Ed.), The Instructional Use of Learning Objects: Online Version (2000). 16

17 ESPECIFICAÇÕES DO DESIGN INSTRUCIONAL Inspirações: Logotipos Documentação interna Layout físico Elementos de marketing Manual de identidade visual Identificação do curso / programa: Logotipos Títulos, subtítulos, legendas e cabeçalhos Fontes (tipografia) Copyright Ícones, identificadores visuais e identificadores de navegação (mouseover e breadcrumbs): a. Página inicial b. Mapa c. Saída d. Avançar / Retornar e. Ajuda Ilustrações (fotos, desenhos, vídeos, cartoons, diagramas etc.) Elementos de navegação: Numeração de slides Setas principais de Avançar e Recuar Janelas, barras e setas de rolagem Pop-ups e caixas de resposta: formato, posicionamento, elementos de navegação interna Transições entre telas Conversa instrucional: Orientações de navegação: texto, locução, recursos de animação: Clique aqui para... / Responda o questionário... Feedbacks Personagens / metáforas Documentação de apoio Versão para impressão Hiperlinks externos Referências bibliográficas 17

DESIGN INSTRUCIONAL CONTEXTUALIZADO

DESIGN INSTRUCIONAL CONTEXTUALIZADO DESIGN INSTRUCIONAL CONTEXTUALIZADO Abril/2004 Andrea Filatro Faculdade de Educação da USP afilatro@uol.com.br Stela Conceição Bertholo Piconez Faculdade de Educação da USP afilatro@uol.com.br TEMA B:

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES DO LEARNING DESIGN PARA O DESIGN INSTRUCIONAL

CONTRIBUIÇÕES DO LEARNING DESIGN PARA O DESIGN INSTRUCIONAL CONTRIBUIÇÕES DO LEARNING DESIGN PARA O DESIGN INSTRUCIONAL Maio 2008 Andrea Filatro Faculdade de Educação - afilatro@uol.com.br Stela Conceição Bertholo Piconez Faculdade de Educação - spiconez@uol.com.br

Leia mais

Planejamento, design, implementação e avaliação de programas de educação on-line. Andrea Filatro. agosto 2007

Planejamento, design, implementação e avaliação de programas de educação on-line. Andrea Filatro. agosto 2007 Planejamento, design, implementação e avaliação de programas de educação on-line agosto 2007 Agenda Apresentação Usos da Web em educação exemplos e padrões Design instrucional: produto e processo ADDIE

Leia mais

Projeto de Design Instrucional

Projeto de Design Instrucional Projeto de Design Instrucional Curso: Educação Financeira Modalidade: EaD on-line o que é Design Instrucional? A ação institucional e sistemática de ensino, que envolve o planejamento, o desenvolvimento

Leia mais

Caracterização da Modelagem de Ambientes de Aprendizagem a distância

Caracterização da Modelagem de Ambientes de Aprendizagem a distância Caracterização da Modelagem de Ambientes de Aprendizagem a distância Adja F. de Andrade adja@inf.pucrs.br 1 Beatriz Franciosi bea@inf.pucrs.br Adriana Beiler 2 adrianab@inf.pucrs.br Paulo R. Wagner prwagner@inf.pucrs.br

Leia mais

UTILIZAÇÃO DE OBJETOS DE APRENDIZAGEM NO ENSINO DE QUÍMICA: EXPERIÊNCIA DO PIBID COMPUTAÇÃO/IFBA/CAMPUS PORTO SEGURO

UTILIZAÇÃO DE OBJETOS DE APRENDIZAGEM NO ENSINO DE QUÍMICA: EXPERIÊNCIA DO PIBID COMPUTAÇÃO/IFBA/CAMPUS PORTO SEGURO BRASIL & BAHIA (2013) UTILIZAÇÃO DE OBJETOS DE APRENDIZAGEM NO ENSINO DE QUÍMICA: EXPERIÊNCIA DO PIBID COMPUTAÇÃO/IFBA/CAMPUS PORTO SEGURO D.T. RODRIGUES 1, M. ROCHA 1, D.M. BRITO 1 e G.P. PINTO 1,2. 1

Leia mais

Objetos de Aprendizagem: Uma comparação entre SCORM e IMS Learning Design

Objetos de Aprendizagem: Uma comparação entre SCORM e IMS Learning Design CINTED-UFRGS Novas Tecnologias na Educação Objetos de Aprendizagem: Uma comparação entre SCORM e IMS Learning Design Renato Luís de Souza Dutra* Liane Margarida Rockenbach Tarouco** Centro Interdisciplinar

Leia mais

DESIGN INSTRUCIONAL: APLICABILIDADE DOS DESENHOS PEDAGÓGICOS NA EAD ON-LINE BRASILIA-DF, MAIO, 2009

DESIGN INSTRUCIONAL: APLICABILIDADE DOS DESENHOS PEDAGÓGICOS NA EAD ON-LINE BRASILIA-DF, MAIO, 2009 1 DESIGN INSTRUCIONAL: APLICABILIDADE DOS DESENHOS PEDAGÓGICOS NA EAD ON-LINE BRASILIA-DF, MAIO, 2009 Karine Xavier Freire Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal karine.xavier@gmail.com Categoria

Leia mais

Minicurso Desenho instrucional de projetos em EaD Profa. Andrea Filatro

Minicurso Desenho instrucional de projetos em EaD Profa. Andrea Filatro avaliação implementação desenvolvimento design análise Minicurso Desenho instrucional de projetos em EaD Profa. Andrea Filatro Design instrucional Unidades Conteúdos Interface Interação Ambientes Avaliação

Leia mais

E-LEARNING NOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UNIVERSIDADE VEIGA DE ALMEIDA

E-LEARNING NOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UNIVERSIDADE VEIGA DE ALMEIDA E-LEARNING NOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UNIVERSIDADE VEIGA DE ALMEIDA Maio / 2005 154-TC-C3 Ilene Figueiredo Pessoa UVA - Universidade Veiga de Almeida ilene@uva.br Denise Paiva D Ávila Melo UVA - Universidade

Leia mais

A CULTURA UNIVERSIDADE E OS CURSOS SEMIPRESENCIAIS: TENDÊNCIAS E TRANSFORMAÇÕES

A CULTURA UNIVERSIDADE E OS CURSOS SEMIPRESENCIAIS: TENDÊNCIAS E TRANSFORMAÇÕES 1 A CULTURA UNIVERSIDADE E OS CURSOS SEMIPRESENCIAIS: TENDÊNCIAS E TRANSFORMAÇÕES São Paulo SP 04/2015. Juliana Moraes Marques Giordano USP julianagiordano@usp.br 2.1.1. Classe: Investigação Científica

Leia mais

Unidade 4: Contextualização de Objetos de Aprendizagem

Unidade 4: Contextualização de Objetos de Aprendizagem Coordenação: Juliana Cristina Braga Autoria: Rita Ponchio Você aprendeu na unidade anterior a importância da adoção de uma metodologia para a construção de OA., e também uma descrição geral da metodologia

Leia mais

Christiane dos Santos PEREIRA*, Samuel Pereira DIAS, Gabriel da SILVA Centro Federal de Educação Tecnológica de Bambuí-MG

Christiane dos Santos PEREIRA*, Samuel Pereira DIAS, Gabriel da SILVA Centro Federal de Educação Tecnológica de Bambuí-MG A UTILIZAÇÃO DE AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM COMO FERRAMENTA DE APOIO AO ENSINO PRESENCIAL: estudos preliminares e proposta de uma metodologia de implantação no CEFET-Bambuí Christiane dos Santos

Leia mais

Utilização do Ambiente virtual de aprendizagem TelEduc para a aprendizagem de línguas estrangeiras Girlene Medeiros (2013)

Utilização do Ambiente virtual de aprendizagem TelEduc para a aprendizagem de línguas estrangeiras Girlene Medeiros (2013) Utilização do Ambiente virtual de aprendizagem TelEduc para a aprendizagem de línguas estrangeiras Girlene Medeiros (2013) Questionamentos que devem ser enfrentados 1. Como você descreveria esse ambiente

Leia mais

O ENSINO DE ESPANHOL COMO LE COM OS RECURSOS EDUCACIONAIS ABERTOS NA PLATAFORMA MOODLE*

O ENSINO DE ESPANHOL COMO LE COM OS RECURSOS EDUCACIONAIS ABERTOS NA PLATAFORMA MOODLE* 1 O ENSINO DE ESPANHOL COMO LE COM OS RECURSOS EDUCACIONAIS ABERTOS NA PLATAFORMA MOODLE* Resumo Este trabalho se propõe a analisar o curso de extensão universitária CESB (Curso de Espanhol Básico) para

Leia mais

Consultoria para desenvolvimento de estratégias de treinamento on-line

Consultoria para desenvolvimento de estratégias de treinamento on-line 1 2 A HIPOCAMPUS é uma empresa de consultoria em comunicação e ensino digital com foco nos profissionais de saúde. Estamos prontos a auxiliar empresas dos diferentes segmentos da área de saúde a estabelecer

Leia mais

Unidade I TECNOLOGIA. Material Instrucional. Profª Christiane Mazur

Unidade I TECNOLOGIA. Material Instrucional. Profª Christiane Mazur Unidade I TECNOLOGIA EDUCACIONAL EM EAD Material Instrucional Profª Christiane Mazur Ensinar Ensinar é, também, a arte de estimular o desejo de saber. EAD - Brasil 1904: Correspondência impressos; 1923:

Leia mais

FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES PARA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES PARA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA 1 FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES PARA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA Recife PE - Abril 2010 Ivanda Maria Martins Silva - UFRPE martins.ivanda@gmail.com Categoria (Conteúdos e Habilidades) Setor Educacional (Educação

Leia mais

SOFTWARE DE AUTORIA. Andréa C. Primerano aprimerando@bol.com.br Faculdade Sumaré Rua Gonçalo Nunes, 368 03407-000 São Paulo SP

SOFTWARE DE AUTORIA. Andréa C. Primerano aprimerando@bol.com.br Faculdade Sumaré Rua Gonçalo Nunes, 368 03407-000 São Paulo SP SOFTWARE DE AUTORIA Marilena M. Pamboukian mari@macsystemeduc.com.br Universidade de São Paulo Escola Politécnica Prof. Luciano Gualberto, tr. 3, 158 05508-900 São Paulo SP Sergio V. D. Pamboukian sergiop@mackenzie.com.br

Leia mais

Ferramenta Web para Gerenciamento da Produção de Objetos de Aprendizagem

Ferramenta Web para Gerenciamento da Produção de Objetos de Aprendizagem Ferramenta Web para Gerenciamento da Produção de Objetos de Aprendizagem Adilson Vahldick 1, 2, José Carlos Knaul 2 1 Departamento de Sistemas de Informação Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC)

Leia mais

9º Congresso de Pós-Graduação AGENTE PARA MEDIAÇÃO DE APRENDIZAGEM ELETRÔNICA

9º Congresso de Pós-Graduação AGENTE PARA MEDIAÇÃO DE APRENDIZAGEM ELETRÔNICA 9º Congresso de Pós-Graduação AGENTE PARA MEDIAÇÃO DE APRENDIZAGEM ELETRÔNICA Autor(es) MICHELE CRISTIANI BARION FREITAS Orientador(es) CECÍLIA SOSA ARIAS PEIXOTO 1. Introdução A partir de ferramentas

Leia mais

PRODUÇÃO DE MATERIAL DIDÁTICO E ESTUDO PARA REUTILIZAR OBJETOS DE APRENDIZAGEM BUSCANDO POR COMPETÊNCIA

PRODUÇÃO DE MATERIAL DIDÁTICO E ESTUDO PARA REUTILIZAR OBJETOS DE APRENDIZAGEM BUSCANDO POR COMPETÊNCIA 1 PRODUÇÃO DE MATERIAL DIDÁTICO E ESTUDO PARA REUTILIZAR OBJETOS DE APRENDIZAGEM BUSCANDO POR COMPETÊNCIA Florianópolis SC - 05/2015 Giovana Schuelter FabriCO Educare giovana.schuelter@fabrico.com.br Norton

Leia mais

Educação a Distância aplicada à disciplina de Cálculo Diferencial e Integral I na graduação de Ciência da Computação. 05/2005

Educação a Distância aplicada à disciplina de Cálculo Diferencial e Integral I na graduação de Ciência da Computação. 05/2005 1 Educação a Distância aplicada à disciplina de Cálculo Diferencial e Integral I na graduação de Ciência da Computação. 146-TC-C3 Resumo: 05/2005 Alexandre Campos Silva Pontifícia Universidade Católica

Leia mais

Elaboração de videoaulas seguindo padrões de objetos de aprendizagem para disponibilização no serviço de educação a distância (EDAD) da RNP

Elaboração de videoaulas seguindo padrões de objetos de aprendizagem para disponibilização no serviço de educação a distância (EDAD) da RNP Elaboração de videoaulas seguindo padrões de objetos de aprendizagem para disponibilização no serviço de educação a distância (EDAD) da RNP Eduardo Barrére Liamara Scortegagna Atualizando o título: Elaboração

Leia mais

GRADUAÇÃO TECNOLÓGICA 100% ON-LINE: RELATO DA IMPLANTAÇÃO DE PROJETO EM UMA UNIVERSIDADE DE GRANDE PORTE

GRADUAÇÃO TECNOLÓGICA 100% ON-LINE: RELATO DA IMPLANTAÇÃO DE PROJETO EM UMA UNIVERSIDADE DE GRANDE PORTE GRADUAÇÃO TECNOLÓGICA 100% ON-LINE: RELATO DA IMPLANTAÇÃO DE PROJETO EM UMA UNIVERSIDADE DE GRANDE PORTE 05/2007 Cristiane Alperstedt Universidade Anhembi Morumbi, calperstedt@anhembi.br Andrea Filatro

Leia mais

EDUCAÇÃO ESPECIAL A DISTÂNCIA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA

EDUCAÇÃO ESPECIAL A DISTÂNCIA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA EDUCAÇÃO ESPECIAL A DISTÂNCIA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA Andréa Tonini José Luiz Padilha Damilano Vera Lucia Marostega Universidade Federal de Santa Maria RS RESUMO A UFSM vem ofertando Cursos de Formação

Leia mais

05/2009. Ana Silvia Sartori Barraviera Seabra Ferreira Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho ana_silvia@ibb.unesp.

05/2009. Ana Silvia Sartori Barraviera Seabra Ferreira Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho ana_silvia@ibb.unesp. 1 Concepção, desenvolvimento e implantação de educação não presencial na área da saúde: graduação, pós-graduação, especialização e extensão universitária 05/2009 Ana Silvia Sartori Barraviera Seabra Ferreira

Leia mais

UNIDADE II METODOLOGIA DO FORMAÇÃO PELA ESCOLA

UNIDADE II METODOLOGIA DO FORMAÇÃO PELA ESCOLA UNIDADE II METODOLOGIA DO FORMAÇÃO PELA ESCOLA Quando focalizamos o termo a distância, a característica da não presencialidade dos sujeitos, num mesmo espaço físico e ao mesmo tempo, coloca se como um

Leia mais

DESENVOLVENDO HABILIDADES E CONSTRUINDO CONHECIMENTOS NO AMBIENTE VIRTUAL CYBERNAUTAS. Maio/2005 216-TC-C3

DESENVOLVENDO HABILIDADES E CONSTRUINDO CONHECIMENTOS NO AMBIENTE VIRTUAL CYBERNAUTAS. Maio/2005 216-TC-C3 1 DESENVOLVENDO HABILIDADES E CONSTRUINDO CONHECIMENTOS NO AMBIENTE VIRTUAL CYBERNAUTAS Maio/2005 216-TC-C3 José Antonio Gameiro Salles UNISUAM / CCET / Desenv. de Softwares & UNISUAM/LAPEAD - antoniosalles@gmail.com

Leia mais

Relatório Técnico de Pesquisa

Relatório Técnico de Pesquisa Projeto 5: Projeto de Pesquisa: Tele-Enfermagem para a América Latina: implantando uma rede de facilitadores em informática em Enfermagem Coordenação: Prof a Drª Maria Madalena Januário Leite Equipe de

Leia mais

FÓRUM: MEIO DE INTERAÇÃO NA EAD

FÓRUM: MEIO DE INTERAÇÃO NA EAD 1 FÓRUM: MEIO DE INTERAÇÃO NA EAD Elisangela Lunas Soares UNICESUMAR Centro Universitário Cesumar elisangela.soares@unicesumar.edu.br Alvaro Martins Fernandes Junior UNICESUMAR Centro Universitário Cesumar

Leia mais

ENSINO DE CIÊNCIA DOS MATERIAIS, COM AUXÍLIO DA PLATAFORMA MOODLE, A EXPERIÊNCIA DA ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO

ENSINO DE CIÊNCIA DOS MATERIAIS, COM AUXÍLIO DA PLATAFORMA MOODLE, A EXPERIÊNCIA DA ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO 1 ENSINO DE CIÊNCIA DOS MATERIAIS, COM AUXÍLIO DA PLATAFORMA MOODLE, A EXPERIÊNCIA DA ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO MAIO 2008 Ericksson Rocha e Almendra - Escola Politécnica

Leia mais

PERSPECTIVAS SOBRE O USO DO DESIGN INSTRUCIONAL PARA UMA EaD INCLUSIVA: POR ONDE ESTAMOS CAMINHANDO

PERSPECTIVAS SOBRE O USO DO DESIGN INSTRUCIONAL PARA UMA EaD INCLUSIVA: POR ONDE ESTAMOS CAMINHANDO PERSPECTIVAS SOBRE O USO DO DESIGN INSTRUCIONAL PARA UMA EaD INCLUSIVA: POR ONDE ESTAMOS CAMINHANDO Carlos Eduardo Rocha dos Santos Universidade Bandeirante Anhanguera carlao_santos@yahoo.com.br Oswaldo

Leia mais

EM BUSCA DA MELHORIA DA QUALIDADE DA INTERAÇÃO ASSÍNCRONA: SNAPP OS SEUS FÓRUNS

EM BUSCA DA MELHORIA DA QUALIDADE DA INTERAÇÃO ASSÍNCRONA: SNAPP OS SEUS FÓRUNS EM BUSCA DA MELHORIA DA QUALIDADE DA INTERAÇÃO ASSÍNCRONA: SNAPP OS SEUS FÓRUNS Brasília, maio de 2012 Iara Carneiro Tabosa Pena - Universidade de Brasília (iarapena@yahoo.com.br) Wilsa Maria Ramos Universidade

Leia mais

AVALIAÇÃO DE UM PROCESSO E SOFTWARE PARA A PRODUÇÃO DE CONTEÚDOS DE ENSINO

AVALIAÇÃO DE UM PROCESSO E SOFTWARE PARA A PRODUÇÃO DE CONTEÚDOS DE ENSINO 1 AVALIAÇÃO DE UM PROCESSO E SOFTWARE PARA A PRODUÇÃO DE CONTEÚDOS DE ENSINO Rio Branco AC 05/2010 Luciete Basto de Andrade Albuquerque Universidade Federal do Acre luciete@brturbo.com.br Luiz Augusto

Leia mais

Experiência: E@D - PROJETO SERPRO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

Experiência: E@D - PROJETO SERPRO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA Experiência: E@D - PROJETO SERPRO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA Serviço Federal de Processamento de Dados SERPRO Universidade Corporativa Ministério da Fazenda Responsável: Margareth Alves de Almeida - Chefe

Leia mais

REDES SOCIAIS COMO AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM PARA O ENSINO DE CIÊNCIAS DA NATUREZA

REDES SOCIAIS COMO AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM PARA O ENSINO DE CIÊNCIAS DA NATUREZA REDES SOCIAIS COMO AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM PARA O ENSINO DE CIÊNCIAS DA NATUREZA Guilherme Garcez Cunha, UNIPAMPA Campus Dom Pedrito, guilhermecunha@unipampa.edu.br; Franciele B. de O. Coelho,

Leia mais

ADOÇÃO E DISSEMINAÇÃO DE TECNOLOGIAS EDUCACIONAIS EM CURSOS PRESENCIAIS

ADOÇÃO E DISSEMINAÇÃO DE TECNOLOGIAS EDUCACIONAIS EM CURSOS PRESENCIAIS 1 ADOÇÃO E DISSEMINAÇÃO DE TECNOLOGIAS EDUCACIONAIS EM CURSOS PRESENCIAIS São Paulo 05/2009 Marta de Campos Maia Fundação Armando Alvares Penteado FAAP mmaia@faap.br C- Métodos e Tecnologia 3 Educação

Leia mais

CURSO: DESENVOLVIMENTO DE OBJETOS VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM

CURSO: DESENVOLVIMENTO DE OBJETOS VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM Unidade 3: Processo de construção de AO Coordenação: Juliana Cristina Braga Autoria: Roberta Kelly Amorim de França Na unidade anterior apresentamos os diferentes tipos de OA, como: vídeos, imagens, softwares,

Leia mais

O PAPEL DO PLANEJAMENTO PEDAGÓGICO NO DESIGN INSTRUCIONAL DE UM CURSO A DISTÂNCIA

O PAPEL DO PLANEJAMENTO PEDAGÓGICO NO DESIGN INSTRUCIONAL DE UM CURSO A DISTÂNCIA 1 O PAPEL DO PLANEJAMENTO PEDAGÓGICO NO DESIGN INSTRUCIONAL DE UM CURSO A DISTÂNCIA Adriana Clementino - SENAC-SP / FIPEN / UniABC-FUNADESP São Paulo 05/2012 Categoria: C Métodos e Tecnologias Setor Educacional:

Leia mais

REDE DE ATIVIDADES DE ALTO NÍVEL COMO PROPOSTA PARA CONSTRUÇÃO DE DESIGN INSTRUCIONAL

REDE DE ATIVIDADES DE ALTO NÍVEL COMO PROPOSTA PARA CONSTRUÇÃO DE DESIGN INSTRUCIONAL REDE DE ATIVIDADES DE ALTO NÍVEL COMO PROPOSTA PARA CONSTRUÇÃO DE DESIGN INSTRUCIONAL Autoria: Isabel Dillmann Nunes (Orientadora) - Faculdade de Ciências Sócias Aplicadas (FACISA)/ Universidade Federal

Leia mais

PLANEJAMENTO PARA SUSTENTABILIDADE

PLANEJAMENTO PARA SUSTENTABILIDADE HYDROAID Water for Development Management Institute PROGRAMA DE FORMAÇÃO NA MODALIDADE ENSINO A DISTÂNCIA CURSO TÉCNICO: PLANEJAMENTO PARA SUSTENTABILIDADE COMUNICADO Esta edição do curso Planejamento

Leia mais

JOSÉ ERIGLEIDSON DA SILVA Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região

JOSÉ ERIGLEIDSON DA SILVA Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região JOSÉ ERIGLEIDSON DA SILVA Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região Objetivo geral Elaborar um projeto básico de curso on-line Objetivos específicos 1.Aplicar conceitos e fundamentos do DI na concepção

Leia mais

Mapas conceituais como ferramenta para negociação de significados no desenvolvimento de cursos EAD

Mapas conceituais como ferramenta para negociação de significados no desenvolvimento de cursos EAD 1 Mapas conceituais como ferramenta para negociação de significados no desenvolvimento de cursos EAD Campinas, 28 de abril de 2011 Ronaldo Barbosa Anhanguera Educacional Ltda ronaldo.barbosa@aesapar.com

Leia mais

AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DE SOFTWARES EDUCACIONAIS DE BIOLOGIA. Eixo Temático 2- Pesquisa e Práticas Educacionais Comunicação

AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DE SOFTWARES EDUCACIONAIS DE BIOLOGIA. Eixo Temático 2- Pesquisa e Práticas Educacionais Comunicação AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DE SOFTWARES EDUCACIONAIS DE BIOLOGIA Eixo Temático 2- Pesquisa e Práticas Educacionais Comunicação Mariangela Norkus - PROGEPE/UNINOVE Amélia Silveira - PROGEPE/UNINOVE Cláudia

Leia mais

APRENDER E ENSINAR COM TECNOLOGIAS: CONSTRUÇÃO DE OBJETO MULTIMÍDIA ESCOLAR VOLTADO PARA EDUCAÇÃO AMBIENTAL RESUMO

APRENDER E ENSINAR COM TECNOLOGIAS: CONSTRUÇÃO DE OBJETO MULTIMÍDIA ESCOLAR VOLTADO PARA EDUCAÇÃO AMBIENTAL RESUMO APRENDER E ENSINAR COM TECNOLOGIAS: CONSTRUÇÃO DE OBJETO MULTIMÍDIA ESCOLAR VOLTADO PARA EDUCAÇÃO AMBIENTAL Rosilãne de Lourenço Lorenzoni 1 Profª. Drª. Meri Lourdes Bezzi 2 RESUMO A construção do conhecimento

Leia mais

O Monitoramento e a Tutoria como Promotor da Aprendizagem

O Monitoramento e a Tutoria como Promotor da Aprendizagem O Monitoramento e a Tutoria como Promotor da Aprendizagem Dr. Rubem Mário F. Vargas - engenharia- rvargas@pucrs.br Dra Marilú F.Medeiros - educação- marilu@pucrs.br Dra Maria Bernadette P.Herrlein - educação-

Leia mais

AS RELAÇÕES DE ENSINO E APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO

AS RELAÇÕES DE ENSINO E APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO AS RELAÇÕES DE ENSINO E APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA E O TRABALHO DO TUTOR COMO MEDIADOR DO CONHECIMENTO SOEK, Ana Maria (asoek@bol.com.br) Universidade Federal do Paraná (UFPR) - Brasil HARACEMIV,

Leia mais

Programa de Capacitação em Gestão de Projetos e Empreendimentos Criativos Regulamento Etapa 2

Programa de Capacitação em Gestão de Projetos e Empreendimentos Criativos Regulamento Etapa 2 Programa de Capacitação em Gestão de Projetos e Empreendimentos Criativos Etapa 2 1. Apresentação 1.1 O Programa de Capacitação em Projetos e Empreendimentos Criativos é uma iniciativa do Ministério da

Leia mais

Autor(es) BRUNO TEODOSIO GONÇALVES. Orientador(es) CECÍLIA SOSA ARIAS PEIXOTO, FLÁVIA LINHALIS. Apoio Financeiro FAPIC/UNIMEP. 1.

Autor(es) BRUNO TEODOSIO GONÇALVES. Orientador(es) CECÍLIA SOSA ARIAS PEIXOTO, FLÁVIA LINHALIS. Apoio Financeiro FAPIC/UNIMEP. 1. 19 Congresso de Iniciação Científica ESTUDO EXPLORATÓRIO SOBRE PADRÕES DE OBJETOS DE APRENDIZAGEM PARA AMBIENTES COLABORATIVOS DE APRENDIZADO ELETRÔNICO Autor(es) BRUNO TEODOSIO GONÇALVES Orientador(es)

Leia mais

FORMAÇÃO CONTINUADA PARA PROFESSORES DO ENSINO MÉDIO (Área de Língua Portuguesa)

FORMAÇÃO CONTINUADA PARA PROFESSORES DO ENSINO MÉDIO (Área de Língua Portuguesa) 1 FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA Universidade de Brasília Proposta NNS/FUB n.º 017/2006. Referência: Edital de Licitação SEB/MEC Processo n.º 23.000005051/2006-27 Programa de Incentivo à Formação Continuada

Leia mais

TUTORIAL DE AMBIENTAÇÃO AO SGUS

TUTORIAL DE AMBIENTAÇÃO AO SGUS TUTORIAL DE TUTORIAL DE Sumário APRESENTAÇÃO 6 OBJETIVOS 8 CAPÍTULO 1 CONHECENDO OS MENUS DE NAVEGAÇÃO 10 CAPÍTULO 2 O SGUS NA PRÁTICA DOS GESTORES 22 CONCLUSÃO 28 REFERÊNCIAS 30 TUTORIAL DE Apresentação

Leia mais

Implantação de um Programa de Educação Continuada em Bioterismo do Ceca/Fiocruz.

Implantação de um Programa de Educação Continuada em Bioterismo do Ceca/Fiocruz. Implantação de um Programa de Educação Continuada em Bioterismo do Ceca/Fiocruz. Objeto Desenvolver Projeto para a implementação de um Programa de Educação Continuada em Bioterismo no Cecal. Introdução:

Leia mais

SEMI-PRESENCIALIDADE NO ENSINO SUPERIOR: ALGUNS RESULTADOS DESSA MODALIDADE NA FGF

SEMI-PRESENCIALIDADE NO ENSINO SUPERIOR: ALGUNS RESULTADOS DESSA MODALIDADE NA FGF 1 SEMI-PRESENCIALIDADE NO ENSINO SUPERIOR: ALGUNS RESULTADOS DESSA MODALIDADE NA FGF Fortaleza CE Junho/2009 Karla Angélica Silva do Nascimento - Faculdade Integrada da Grande Fortaleza karla@fgf.edu.br

Leia mais

Referenciais de Qualidade adotados na Adaptação de um Curso a Distância

Referenciais de Qualidade adotados na Adaptação de um Curso a Distância 1 Referenciais de Qualidade adotados na Adaptação de um Curso a Distância Data de envio do trabalho: 06/11/2006 Ludmyla Rodrigues Gomes Escola Nacional de Administração Pública (ENAP) ludmyla.gomes@enap.gov.br

Leia mais

Projeto, Implementação e Avaliação de um Espaço Virtual para Apoiar a Disciplina Introdução às Redes.

Projeto, Implementação e Avaliação de um Espaço Virtual para Apoiar a Disciplina Introdução às Redes. Projeto, Implementação e Avaliação de um Espaço Virtual para Apoiar a Disciplina Introdução às Redes. Abril/2004 José Antonio Gameiro Salles UNISUAM / CCET sallesantonio@aol.com Ana Paula Morgado Carneiro

Leia mais

REQUISITOS PARA A MODELAGEM DE AMBIENTES DE APRENDIZAGEM A DISTÂNCIA: UMA PROPOSTA DA PUCRS VIRTUAL

REQUISITOS PARA A MODELAGEM DE AMBIENTES DE APRENDIZAGEM A DISTÂNCIA: UMA PROPOSTA DA PUCRS VIRTUAL REQUISITOS PARA A MODELAGEM DE AMBIENTES DE APRENDIZAGEM A DISTÂNCIA: UMA PROPOSTA DA PUCRS VIRTUAL Adja F. de Andrade 1 Beatriz Franciosi Adriana Beiler 2 Paulo R. Wagner Pontifícia Universidade Católica

Leia mais

AMBIENTE DE APRENDIZAGEM COLABORATIVO: DESENVOLVIMENTO DE OBJETOS DE APRENDIZAGEM PARA CURSOS DE COMPUTAÇÃO

AMBIENTE DE APRENDIZAGEM COLABORATIVO: DESENVOLVIMENTO DE OBJETOS DE APRENDIZAGEM PARA CURSOS DE COMPUTAÇÃO AMBIENTE DE APRENDIZAGEM COLABORATIVO: DESENVOLVIMENTO DE OBJETOS DE APRENDIZAGEM PARA CURSOS DE COMPUTAÇÃO Danilo Abreu SANTOS, Wannyemberg K. da S. DANTAS, Adriano Araújo DOS SANTOS Departamento de Computação,

Leia mais

MANUAL DO ALUNO 1. APRESENTAÇÃO 2. OBJETIVOS 3. ACESSO AO CURSO. Bem-vindo (a) ao curso de Capacitação para cursos em EAD!

MANUAL DO ALUNO 1. APRESENTAÇÃO 2. OBJETIVOS 3. ACESSO AO CURSO. Bem-vindo (a) ao curso de Capacitação para cursos em EAD! MANUAL DO ALUNO MANUAL DO ALUNO Bem-vindo (a) ao curso de Capacitação para cursos em EAD! 1. APRESENTAÇÃO Preparado pela equipe da Coordenadoria de Educação Aberta e a Distância (CEAD) da Universidade

Leia mais

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PARA O GERENCIAMENTO DE PROJETOS DE EAD

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PARA O GERENCIAMENTO DE PROJETOS DE EAD 1 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PARA O GERENCIAMENTO DE PROJETOS DE EAD Campinas, SP 06/2011 Joni de Almeida Amorim, PhD Universidade Estadual de Campinas, Campinas, SP - Joni.Amorim@reitoria.unicamp.br Rosana

Leia mais

Gestão em rede e design instrucional: um relato de experiência do Programa Telecentros.Br

Gestão em rede e design instrucional: um relato de experiência do Programa Telecentros.Br Gestão em rede e design instrucional: um relato de experiência do Programa Telecentros.Br Brasília (maio/2011) Dalton Martins - Universidade de São Paulo - dmartins@gmail.com Ramon Orlando de Souza Flauzino

Leia mais

OBJETOS DE APRENDIZAGEM

OBJETOS DE APRENDIZAGEM MEDs e METADADOS OBJETOS DE APRENDIZAGEM O que é um objeto de aprendizagem? Segundo Wiley, D.A.,2000 Qualquer entidade DIGITAL que pode ser usada, reusada ou referenciada durante um processo de aprendizagem

Leia mais

Edna Misseno Universidade Católica de Goiás ednamisseno@ucg.br. Rose Mary Almas de Carvalho Universidade Católica de Goiás rose.cead@ucg.

Edna Misseno Universidade Católica de Goiás ednamisseno@ucg.br. Rose Mary Almas de Carvalho Universidade Católica de Goiás rose.cead@ucg. CURSO DE LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS LIBRAS ON-LINE: RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA Edna Misseno Universidade Católica de Goiás ednamisseno@ucg.br Rose Mary Almas de Carvalho Universidade Católica de Goiás

Leia mais

REGIMENTO INTERNO LABORATÓRIO DE DESENVOLVIMENTO DE MATERIAL INSTRUCIONAL (LDMI)

REGIMENTO INTERNO LABORATÓRIO DE DESENVOLVIMENTO DE MATERIAL INSTRUCIONAL (LDMI) REGIMENTO INTERNO LABORATÓRIO DE DESENVOLVIMENTO DE MATERIAL INSTRUCIONAL (LDMI) UFPB Virtual 2013 Sumário CAPÍTULO I: Das Disposições Preliminares... 3 CAPÍTULO II: Do LDMI... 3 CAPÍTULO III: Do Coordenador

Leia mais

PROPOSTA PARA CONSTRUÇÃO DE UMA BIBLIOTECA DIGITAL COMO FERRAMENTA DE AUXÍLIO NO ENSINO À DISTÂNCIA

PROPOSTA PARA CONSTRUÇÃO DE UMA BIBLIOTECA DIGITAL COMO FERRAMENTA DE AUXÍLIO NO ENSINO À DISTÂNCIA PROPOSTA PARA CONSTRUÇÃO DE UMA BIBLIOTECA DIGITAL COMO FERRAMENTA DE AUXÍLIO NO ENSINO À DISTÂNCIA Daniel Gonzaga dos Santos 1 Faculdade Cidade de João Pinheiro Resumo: Este artigo aborda as etapas para

Leia mais

Ambiente de Ensino e Aprendizagem via Internet A Plataforma Moodle

Ambiente de Ensino e Aprendizagem via Internet A Plataforma Moodle Ambiente de Ensino e Aprendizagem via Internet A Plataforma Moodle Dr. Renato M.E. Sabbatini Introdução O Moodle é uma plataforma de aprendizagem a distância baseada em software livre. É um acrônimo de

Leia mais

Software Tutorial sobre Sistema Solar

Software Tutorial sobre Sistema Solar Software Tutorial sobre Sistema Solar Alan Correa, Antônio Rocir, Sandro Niederauer Faculdade Cenecista de Osório (FACOS) Rua 24 de maio, 141 95520-000 Osório RS Brasil {sandroniederauer, alan.sms}@hotmail.com,

Leia mais

Trabalhando Matemática: percepções contemporâneas

Trabalhando Matemática: percepções contemporâneas CONSTRUINDO CONCEITOS SOBRE FAMÍLIA DE FUNÇÕES POLINOMIAL DO 1º GRAU COM USO DO WINPLOT Tecnologias da Informação e Comunicação e Educação Matemática (TICEM) GT 06 MARCOS ANTONIO HELENO DUARTE Secretaria

Leia mais

MANUAL DE UTILIZAÇÃO DO MOODLE 2.6

MANUAL DE UTILIZAÇÃO DO MOODLE 2.6 NÚCLEO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NTIC MANUAL DE UTILIZAÇÃO DO MOODLE 2.6 PERFIL ALUNO Versão 1.0 2014 NÚCLEO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NTIC MANUAL DE UTILIZAÇÃO DO MOODLE

Leia mais

UNIDADE II Conhecendo o Ambiente Virtual de Aprendizagem

UNIDADE II Conhecendo o Ambiente Virtual de Aprendizagem UNIDADE II Conhecendo o Ambiente Virtual de Aprendizagem 2.1 Introdução Caro Pós-Graduando, Nesta unidade, abordaremos o Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) que será utilizado no curso: o Moodle. Serão

Leia mais

Objetos de aprendizagem como ambientes interativos de aprendizagem

Objetos de aprendizagem como ambientes interativos de aprendizagem Objetos de aprendizagem como ambientes interativos de aprendizagem Prof. Me. Wagner Antonio Junior Secretaria Municipal da Educação de Bauru e-mail: wag.antonio@gmail.com Pôster Pesquisa em andamento A

Leia mais

Prof. Me. Gilson Aparecido Castadelli

Prof. Me. Gilson Aparecido Castadelli Projeto de Implantação do Núcleo Tecnológico de Educação Aberta - NTEA Prof. Me. Gilson Aparecido Castadelli Ourinhos - 2012 2 1- DADOS GERAIS 1.1 UNIDADE EXECUTORA FIO - FACULDADES INTEGRADAS DE OURINHOS

Leia mais

Educação, Tecnologias de Comunicação e Formação Docente

Educação, Tecnologias de Comunicação e Formação Docente Educação, Tecnologias de Comunicação e Formação Docente Espaços de fluxo das TICs Fluxo Tecnológico Sistema Produtivo Sociedade Inovação Realimentação Flexibilidade Equipes Extrema velocidade das mudanças

Leia mais

http://www2.joinville.udesc.br/~gpie Avanilde Kemczinski, Dra.

http://www2.joinville.udesc.br/~gpie Avanilde Kemczinski, Dra. http://www2.joinville.udesc.br/~gpie Foco As investigações do grupo estão relacionadas a utilização, avaliação e desenvolvimento de Tecnologias de Informação e Comunicação - TIC, como elemento facilitador

Leia mais

A utilização da EAD como atividade de educação continuada para alunos de engenharia: a experiência da PUCPR

A utilização da EAD como atividade de educação continuada para alunos de engenharia: a experiência da PUCPR A utilização da EAD como atividade de educação continuada para alunos de engenharia: a experiência da PUCPR Fabiana de Nadai Andreoli fabiana.andreoli@pucpr.br Pontifícia Universidade Católica do Paraná,

Leia mais

2- GESTÃO DOS AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM NOS CURSOS DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA NO ÂMBITO DO PROINFO INTEGRADO

2- GESTÃO DOS AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM NOS CURSOS DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA NO ÂMBITO DO PROINFO INTEGRADO 2- GESTÃO DOS AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM NOS CURSOS DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA NO ÂMBITO DO PROINFO INTEGRADO Maria do Rozario Gomes da Mota Silva 1 Secretaria de Educação do

Leia mais

Sistemas de gestão de conteúdo para objetos de aprendizagem: características desejáveis e soluções existentes. Liane Tarouco CINTED/UFRGS

Sistemas de gestão de conteúdo para objetos de aprendizagem: características desejáveis e soluções existentes. Liane Tarouco CINTED/UFRGS Sistemas de gestão de conteúdo para objetos de aprendizagem: características desejáveis e soluções existentes Liane Tarouco CINTED/UFRGS 1 Gestão de conteúdo Alternativas metodológicas e tecnológicas para

Leia mais

Arquitetura para Adaptação de Cursos na Modalidade de Educação a Distância empregando Objetos de Aprendizagem

Arquitetura para Adaptação de Cursos na Modalidade de Educação a Distância empregando Objetos de Aprendizagem 266 - Encontro Anual de Tecnologia da Informação Arquitetura para Adaptação de Cursos na Modalidade de Educação a Distância empregando Objetos de Aprendizagem Naidú Gasparetto de Souza1, Sidnei Renato

Leia mais

INCLUSÃO TECNOLÓGICA PARA O ENSINO PROFISSIONALIZANTE: UM ESTUDO DE CASO NO PROEJA

INCLUSÃO TECNOLÓGICA PARA O ENSINO PROFISSIONALIZANTE: UM ESTUDO DE CASO NO PROEJA Pró-Reitoria de Pesquisa Pós-Graduação e Inovação Coordenação Geral de Pesquisa e Pós-Graduação prppgi@iffarroupilha.edu.br Projeto de Pesquisa ( X ) TECNOLÓGICO ou ( ) CIENTÍFICO INCLUSÃO TECNOLÓGICA

Leia mais

MOODLE é o acrónimo de "Modular Object-Oriented Dynamic Learning Environment. Executado em um AVA - Ambiente Virtual de Apresendizagem;

MOODLE é o acrónimo de Modular Object-Oriented Dynamic Learning Environment. Executado em um AVA - Ambiente Virtual de Apresendizagem; MOODLE é o acrónimo de "Modular Object-Oriented Dynamic Learning Environment Software livre, de apoio à aprendizagem; Executado em um AVA - Ambiente Virtual de Apresendizagem; A expressão designa ainda

Leia mais

12 EXCEL MACROS E APLICAÇÕES

12 EXCEL MACROS E APLICAÇÕES INTRODUÇÃO O principal objetivo deste livro é auxiliar o leitor na sua aprendizagem sobre os recursos avançados do Excel em especial na interligação com o Visual Basic for Applications (VBA). Pretende-se

Leia mais

fundamentos teóricos e práticos necessários ao processo de inclusão do aluno com Deficiência Visual.

fundamentos teóricos e práticos necessários ao processo de inclusão do aluno com Deficiência Visual. A Universidade Católica Dom Bosco - UCDB com mais de 50 anos de existência, é uma referência em educação salesiana no país, sendo reconhecida como a melhor universidade particular do Centro-Oeste (IGC/MEC).

Leia mais

MELHORIA DE RECURSOS EDUCACIONAIS DAS DISCIPLINAS DE EXPERIMENTAÇÃO

MELHORIA DE RECURSOS EDUCACIONAIS DAS DISCIPLINAS DE EXPERIMENTAÇÃO MELHORIA DE RECURSOS EDUCACIONAIS DAS DISCIPLINAS DE EXPERIMENTAÇÃO 1. Identificação do proponente 1.1. Nome: Moeses Andrigo Danner 1.2. Vínculo com a instituição: Docente permanente 1.3. Coordenação /

Leia mais

18/05/2009. Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. Departamento de Engenharia de Produção. Technology Roadmapping André Leme Fleury

18/05/2009. Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. Departamento de Engenharia de Produção. Technology Roadmapping André Leme Fleury Escola Politécnica da Universidade de São Paulo Departamento de Engenharia de Produção Sistemas de Informação Ambientes Virtuais para Ensino da Engenharia de Produção Prof. Dr. André Leme Fleury Apresentação

Leia mais

FERREIRA, Ana Lúcia BRIZOLARA TRINDADE, Elaine ROCHA HUFFELL, Jefferson Lima BRAGA Maria Tereza Comunicação Oral RESUMO

FERREIRA, Ana Lúcia BRIZOLARA TRINDADE, Elaine ROCHA HUFFELL, Jefferson Lima BRAGA Maria Tereza Comunicação Oral RESUMO AS TECNOLOGIAS FAZENDO A DIFERENÇA NO DESEMPENHO ESCOLAR DOS ALUNOS DEFICIENTES VISUAIS NA ESCOLA INSTITUTO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO ISABEL DE ESPANHA 28ª CRE FERREIRA, Ana Lúcia BRIZOLARA TRINDADE, Elaine

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO CONTINUADA ALFABETIZAÇÃO E DIVERSIDADE Diretoria de Estudos e Acompanhamento das Vulnerabilidades Educacionais Avaliação da Rede de Educação para a Diversidade

Leia mais

Aprovação do curso e Autorização da oferta. PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO Curso de Formação Continuada em Videoconferência. Parte 1 (solicitante)

Aprovação do curso e Autorização da oferta. PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO Curso de Formação Continuada em Videoconferência. Parte 1 (solicitante) MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA Aprovação do curso e Autorização da oferta PROJETO PEDAGÓGICO

Leia mais

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO-SENSU EM DESIGN DE INTERFACES COM ÊNFASE EM ACESSIBILIDADE WEB 2º SEMESTRE 2012 - Modalidade Online EDITAL DE SELEÇÃO

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO-SENSU EM DESIGN DE INTERFACES COM ÊNFASE EM ACESSIBILIDADE WEB 2º SEMESTRE 2012 - Modalidade Online EDITAL DE SELEÇÃO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO-SENSU EM DESIGN DE INTERFACES COM ÊNFASE EM ACESSIBILIDADE WEB 2º SEMESTRE 2012 - Modalidade Online EDITAL DE SELEÇÃO Regulamentação de Pós-Graduação Lato-Sensu e Ato de Credenciamento

Leia mais

O PROCESSO DE ELABORAÇÃO DE UM CURSO DE ESPANHOL EAD PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: DESAFIOS E POSSIBILIDADES

O PROCESSO DE ELABORAÇÃO DE UM CURSO DE ESPANHOL EAD PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: DESAFIOS E POSSIBILIDADES O PROCESSO DE ELABORAÇÃO DE UM CURSO DE ESPANHOL EAD PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: DESAFIOS E POSSIBILIDADES OLIVEIRA, Janio Davila de; 1 FONTANA, Marcus. 2 RESUMO: O presente artigo se propõe a

Leia mais

PROPOSTA PARA FOMENTO AO USO DE TIC NOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UFPR

PROPOSTA PARA FOMENTO AO USO DE TIC NOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UFPR 1 PROPOSTA PARA FOMENTO AO USO DE TIC NOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UFPR Curitiba PR Maio 2012 Categoria: A Setor Educacional: 3 Classificação das Áreas de Pesquisa em EaD Macro:C / Meso:I / Micro:N Natureza:B

Leia mais

O USO DE SOFTWARE PARA CONTROLE DE VERSÕES COMO FERRAMENTA DE APOIO À PRODUÇÃO DE MATERIAIS INSTRUCIONAIS DA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA - EaD

O USO DE SOFTWARE PARA CONTROLE DE VERSÕES COMO FERRAMENTA DE APOIO À PRODUÇÃO DE MATERIAIS INSTRUCIONAIS DA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA - EaD O USO DE SOFTWARE PARA CONTROLE DE VERSÕES COMO FERRAMENTA DE APOIO À PRODUÇÃO DE MATERIAIS INSTRUCIONAIS DA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA - EaD VITÓRIA ES 04 2010 José Mário Costa Junior Ifes - jcjunior@ifes.edu.br

Leia mais

SISTEMA DE APOIO AO ENSINO BASEADO EM AGENTES. Resumo

SISTEMA DE APOIO AO ENSINO BASEADO EM AGENTES. Resumo SISTEMA DE APOIO AO ENSINO BASEADO EM AGENTES Sérgio A. S. de Moraes 1 Resumo Este apresenta a modelagem de um Sistema Tutor Inteligente (STI) baseado em uma arquitetura Multi-Agente (MA) para apoio ao

Leia mais

PROPOSTA DE UMA FERRAMENTA DE AUTORIA PARA A GERAÇÃO DE CONTEÚDOS ON-LINE. Maio/2005 023-TC-C5

PROPOSTA DE UMA FERRAMENTA DE AUTORIA PARA A GERAÇÃO DE CONTEÚDOS ON-LINE. Maio/2005 023-TC-C5 1 PROPOSTA DE UMA FERRAMENTA DE AUTORIA PARA A GERAÇÃO DE CONTEÚDOS ON-LINE Maio/2005 023-TC-C5 Viviane Guimarães Ribeiro Universidade de Mogi das Cruzes vivianegr@yahoo.com.br Saulo Faria Almeida Barretto

Leia mais

Projeto de Monitoria 2010/2011

Projeto de Monitoria 2010/2011 Universidade Federal de São Paulo - UNIFESP Campus Guarulhos Curso de Ciências Sociais Projeto de Monitoria 2010/2011 Ciências Sociais, Linguagens e Tecnologias: formação docente inicial e práticas de

Leia mais

PERSPECTIVAS DO PROJETO DE ENSINO FÁBRICA DE SOFTWARE *

PERSPECTIVAS DO PROJETO DE ENSINO FÁBRICA DE SOFTWARE * PERSPECTIVAS DO PROJETO DE ENSINO FÁBRICA DE SOFTWARE * Hudson Henrique de Souza LOPES 1 ; Wellington Garcia PEREIRA 2 ; Getúlio Antero de DEUS JÚNIOR 3. 1 Bolsista do PET EEEC/UFG hudsonhsl@hotmail.com.

Leia mais

Potencialidades Tecnológicas e Educacionais - Parte II

Potencialidades Tecnológicas e Educacionais - Parte II UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA V SEMINÁRIO DE DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL DOCENTE Patric da Silva Ribeiro patricribeiro@unipampa.edu.br Maicon Isoton maiconisoton@gmail.com Potencialidades Tecnológicas

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DOS AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM NA BUSCA DE NOVOS DOMÍNIOS DA EAD

A IMPORTÂNCIA DOS AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM NA BUSCA DE NOVOS DOMÍNIOS DA EAD A IMPORTÂNCIA DOS AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM NA BUSCA DE NOVOS DOMÍNIOS DA EAD Data: 12/04/2007 Elvia Nunes Ribeiro - CEFET-GO elvianr@gmail.com Gilda Aquino de Araújo Mendonça CEFET-GO gaam@cefetgo.br

Leia mais

O DESENVOLVIMENTO DE CURSOS A DISTÂNCIA NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA: A EXPERIÊNCIA DA ESCOLA DE ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA ESAF

O DESENVOLVIMENTO DE CURSOS A DISTÂNCIA NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA: A EXPERIÊNCIA DA ESCOLA DE ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA ESAF 1 O DESENVOLVIMENTO DE CURSOS A DISTÂNCIA NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA: A EXPERIÊNCIA DA ESCOLA DE ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA ESAF Brasília DF Maio 2012 Kelly Ramos de Souza Bitencourt Escola de Administração

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES PARA UMA APRENDIZAGEM ATIVA E COLABORATIVA: RELATO DE EXPERIÊNCIA EM EaD

CONTRIBUIÇÕES PARA UMA APRENDIZAGEM ATIVA E COLABORATIVA: RELATO DE EXPERIÊNCIA EM EaD 1 CONTRIBUIÇÕES PARA UMA APRENDIZAGEM ATIVA E COLABORATIVA: RELATO DE EXPERIÊNCIA EM EaD Resende - RJ - Abril - 2014 Miguel Carlos Damasco dos Santos Associação Educacional Dom Bosco contato@profdamasco.site.br.com

Leia mais