Políticas Organizacionais

Save this PDF as:

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Políticas Organizacionais"

Transcrição

1 Políticas Organizacionais Manual de Políticas da CERCI Elaborado por/data Departamento de Gestão da Qualidade/Março 2013 Aprovado por/data Direção/ Revisto por/data

2 Índice 1. Política e Objetivos da Qualidade Política de Recursos Humanos Política de Confidencialidade Política de Prevenção do Abuso e Maus Tratos Política de Participação e Envolvimento de Clientes... 6 CERCI_DE_08 1

3 1. Polí tica e Objetivos da Qualidade Assegurar a satisfação das necessidades e a promoção da qualidade de vida de todos os clientes, com respeito pela sua individualidade e pelos seus direitos fundamentais, com profissionais cada vez mais qualificados e motivados para a função que exercem, com pro-atividade na melhoria contínua dos processos definidos e numa perspectiva de abertura à comunidade Para medir a efectividade da Política da Qualidade, foram estabelecidos objectivos, cujos indicadores e metas se encontram definidos no Mapa de Indicadores, o qual é monitorizado trimestralmente e avaliado/revisto anualmente. Os objectivos da Qualidade foram estabelecidos em total concordância com a Política da Qualidade, tendo em consideração os seus aspectos chave, tal como demonstrado na imagem: Melhorar a qualidade de atendimento e bem-estar dos clientes Garantir a adequação das infraestruturas e dos recursos necessários à gestão dos processos Garantir a Satisfação das partes interessadas Assegurar a satisfação das necessidades e a promoção da qualidade de vida de todos os clientes Ter profissionais cada vez mais qualificados e motivados para a função que exercem Manter o desenvolvimento de competências e qualificação dos colaboradores da CERCI Melhorar o desenvolvimento e inovação organizacional Promover o envolvimento e a participação ativa de clientes, famílias, colaboradores e entidades parceiras Pro-atividade na melhoria contínua dos processos Perspectiva de abertura à comunidade Garantir a participação e o desenvolvimento de ações na comunidade CERCI_DE_08 2

4 2. Polí tica de Recursos Humanos Os Recursos Humanos são o nosso principal investimento pois são o motor para a prossecução da visão e missão. A definição de Políticas concretas no âmbito dos recursos humanos tem como principais objectivos: - Assegurar a satisfação e motivação dos colaboradores - Assegurar um clima organizacional positivo - Assegurar a estabilidade das equipas Desta forma, assumimos como compromissos para com os nossos colaboradores: 1. Recrutamento e Seleção: Garantir que as práticas de recrutamento contribuem para a selecção de colaboradores com formação humana coerente com os valores da CERCI e com conhecimentos e competências consistentes com o perfil funcional definido. 2. Igualdade de Oportunidades e Não Discriminação: Garantir que todos os colaboradores são tratados com igual respeito pelos seus direitos fundamentais e reconhecidos enquanto pessoas/cidadãos, com direitos e deveres e que nenhum colaborador será alvo de qualquer tipo de discriminação, beneficiado ou prejudicado pelas suas características pessoais e/ou culturais. 3. Ética: Garantir um ambiente de trabalho transparente, assente em princípios éticos transversais a toda a Organização e a qualquer colaborador. 4. Reconhecimento: Garantir o reconhecimento do esforço individual para cumprir a missão da sua função, a dedicação e o empenho promovendo a reflexão individual e partilhada com cada colaborador sobre o desempenho das suas funções, o seu impacto nos serviços prestados e perspetivando o futuro através da definição objectivos individuais mensuráveis. 5. Formação: Garantir formação adequada e permanente que contribua claramente para o desenvolvimento de conhecimentos e competências. 6. Participação: Garantir uma gestão participada, potenciadora da melhoria contínua, onde a opinião dos colaboradores é valorizada. Apostamos, na partilha de ideias e no diálogo como ferramentas essenciais para a motivação. CERCI_DE_08 3

5 Como cumprimos este compromisso? Recrutamento e selecção - Definição de um Processo e Procedimentos para recrutamento e selecção de colaboradores. - Definição do Perfil Funcional de cada função e das competências sociais/pessoais e técnicas necessárias para o seu bom desempenho. - Definição do Perfil Funcional individual de cada colaborador, com as principais actividades realizadas e as responsabilidades que lhe são delegadas - Manual de Acolhimento a novos colaboradores. Ética - Definição de um Código de Ética, com Principios de atuação, Direitos e Deveres dos colaboradores Reconhecimento - Aplicação anual dos procedimentos de avaliação de desempenho - Definição de mecanismos de reconhecimento do desempenho individual decorrente da avaliação de desempenho. - Portfólios de desempenho que permitem ao colaborador e evidenciar, ao longo do ano, as suas práticas e iniciativas profissionais Formação - Definição de um Processo e Procedimentos para o desenvolvimento de competências dos colaboradores; - Elaboração do Plano Interno de Formação com base nas informações contidas na avaliação de desempenho, - Incentivo à participação em formações externas, dispensando os colaboradores durante as horas laborais e comparticipando financeiramente algumas acções. Participação - Definição de procedimentos de participação e envolvimento dos colaboradores Igualdade de Oportunidades e Não Discriminação - Definição de um Código de Ética, com Principios de atuação, Direitos e Deveres dos colaboradores CERCI_DE_08 4

6 3. Polí tica de Confidencialidade Assumimos uma política de confidencialidade e privacidade das informações (Dados Pessoais 1 ) que recebemos de clientes ou de outras partes interessadas de acordo com o Decreto-Lei 67/98, de 26 de Outubro. A transparência do processo, a reserva da vida privada e dos direitos, liberdades e garantias fundamentais são os princípios da nossa acção no que diz respeito ao tratamento 2 de Dados Pessoais. Como cumprimos este compromisso? Os Dados Pessoais recolhidos, após o consentimento do titular ou seu familiar/responsável, são arquivados em suporte digital e papel, para uso exclusivo da CERCI ou para responder a solicitações de Entidades Estatais, sendo neste âmbito apenas disponibilizados os dados solicitados. Para qualquer alteração a esta premissa será pedido o consentimento informado. Esta Política de Confidencialidade é divulgada nas redes de comunicação da CERCI e é dada a conhecer a qualquer parte interessada a quem seja solicitada a entrega de Dados Pessoais, garantindo-se assim a generalização do conhecimento da mesma. A entrega de documentos com Dados Pessoais autoriza automaticamente o seu tratamento. O acesso à informação relativa aos Dados Pessoais é restrita aos gestores de processo e a quem, por inerência das funções exercidas na CERCI, utiliza os dados em causa, estando este obrigado a agir de acordo com o Código de Ética da CERCI e sigilo profissional. A CERCI reserva-se o direito de rever a sua Política de Confidencialidade, sempre com enquadramento na legislação em vigor, devendo a mesma ter efeitos a partir da data da sua publicação nas redes de comunicação interna e externa 1 Dados Pessoais qualquer informação, de qualquer natureza e independentemente do respectivo suporte, incluindo som e imagem, relativa a uma pessoa singular identificada ou identificável. É considerada identificável a pessoa que possa ser identificada directa ou indirectamente, designadamente por referência a um número de identificação ou a um ou mais elementos específicos da sua identidade física, fisiológica, psíquica, económica, cultural ou social (D-L 67/98, Artigo 3º, alínea a) 2 Tratamento de Dados Pessoais qualquer operação ou conjunto de operações sobre dados pessoais, efectuadas com ou sem meios automatizados, tais como a recolha, o registo, a organização, a conservação, a adaptação ou alteração, a recuperação, a consulta, a utilização, a comunicação por transmissão, por difusão ou por qualquer outra forma de colocação à disposição, com comparação ou interconexão, bem como o bloqueio, apagamento ou destruição (D-L 67/98, Artigo 3º, alínea b) CERCI_DE_08 5

7 4. Polí tica de Prevença o do Abuso e Maus Tratos Garantir a dignidade e a integridade moral e física de todos, proporcionando um ambiente harmonioso e estimulante e agindo assertivamente nas situações de maus tratos. Como cumprimos este compromisso? - Definição de um Protocolo de Atuação para a prevenção e atuação em situação de suspeita/verificação de uma situação de maus tratos - Analisando e reflectindo anualmente sobre os factores de risco e de protecção existentes 5. Polí tica de Participaça o e Envolvimento de Clientes Assumimos que capacidade de tomar decisões é específica a cada situação e não pode ser generalizada e garantimos que são utilizadas diversificadas formas de comunicação que potenciam a compreensão da situação e a tomada de decisão. Assumimos a ambição de cada vez mais os nossos clientes influenciarem o rumo das suas próprias vidas, incentivando-os a fazer escolhas e a tomar decisões nas situações que os envolvem directamente e garantindo que decisões tomadas em nome de clientes que não apresentam condição para tomar determinada decisão particular têm por base um conhecimento sobre os seus interesses e as suas preferências. Como cumprimos este compromisso? - Participação de clientes e famílias no levantamento de necessidades/potenciais e expetativas - Participação de clientes e famílias nas reuniões de planeamento, avaliação/revisão do seu Plano Individual de Clientes - Participação de clientes e famílias em reuniões de planeamento e avaliação das actividades - Aplicação de questionário de satisfação a clientes e famílias - Grupo de Participação de Clientes - Práticas diárias de incentivo à autodeterminação CERCI_DE_08 6

Associação Portuguesa de Psicoterapia Centrada na Pessoa e de Counselling. Código Deontológico

Associação Portuguesa de Psicoterapia Centrada na Pessoa e de Counselling. Código Deontológico Associação Portuguesa de Psicoterapia Centrada na Pessoa e de Counselling Código Deontológico Art. 1 Princípios Gerais 1. O Psicoterapeuta e o Counsellor alicerçam as suas actividades profissionais no

Leia mais

Princípio da Solidariedade: Responsabilidade de todos os cidadãos na concretização das finalidades do voluntariado;

Princípio da Solidariedade: Responsabilidade de todos os cidadãos na concretização das finalidades do voluntariado; 1. DEFINIÇÃO DE VOLUNTARIADO é o conjunto de acções de interesse social e comunitário, realizadas de forma desinteressada por pessoas, no âmbito de projectos, programas e outras formas de intervenção ao

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA. APFF Administração do Porto da Figueira da Foz, S.A.

CÓDIGO DE ÉTICA. APFF Administração do Porto da Figueira da Foz, S.A. CÓDIGO DE ÉTICA APFF Administração do Porto da Figueira da Foz, S.A. Índice 1. Preâmbulo 2. Disposições Gerais 2.1. Âmbito de aplicação 2.2. Objectos do 2.3. Dimensões éticas da empresa 2.4. Cumprimento

Leia mais

Identificação da empresa

Identificação da empresa Identificação da empresa ANA Aeroportos de Portugal, S.A. Missão, Visão e Valores Missão da ANA A ANA - Aeroportos de Portugal, SA tem como missão gerir de forma eficiente as infraestruturas aeroportuárias

Leia mais

Regulamento da CMVM n.º 9/2007 Comercialização Pública de Contratos Relativos ao Investimento em Bens Corpóreos

Regulamento da CMVM n.º 9/2007 Comercialização Pública de Contratos Relativos ao Investimento em Bens Corpóreos Regulamento da CMVM n.º 9/2007 Comercialização Pública de Contratos Relativos ao Investimento em Bens Corpóreos Ao abrigo do disposto no n.º 5 do artigo 9.º, no n.º 2 do artigo 10.º, nos artigos 11.º e

Leia mais

REGULAMENTO DE APOIO A INICIATIVAS EMPRESARIAIS ECONÓMICAS DE INTERESSE MUNICIPAL

REGULAMENTO DE APOIO A INICIATIVAS EMPRESARIAIS ECONÓMICAS DE INTERESSE MUNICIPAL REGULAMENTO DE APOIO A INICIATIVAS EMPRESARIAIS ECONÓMICAS DE INTERESSE MUNICIPAL O Município de Chaves tem entendido como de interesse municipal as iniciativas empresariais de natureza económica que contribuem

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA FPP - FUNDAÇÃO PORTUGUESA DO PULMÃO 1/8

CÓDIGO DE CONDUTA FPP - FUNDAÇÃO PORTUGUESA DO PULMÃO 1/8 CÓDIGO DE CONDUTA DA FPP - FUNDAÇÃO PORTUGUESA DO PULMÃO Lisboa, Julho de 2015 1/8 I - ÂMBITO Artigo Primeiro Âmbito Pessoal O presente Código integra um conjunto de regras e princípios gerais de ética

Leia mais

INUAF Instituto Superior Dom Afonso III

INUAF Instituto Superior Dom Afonso III AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DE COLABORADORES EM FUNÇÕES NÃO DOCENTES QUADRO DE REFERÊNCIA 1. APRESENTAÇÃO DA UNIDADE ORGÂNICA O Instituto Superior Dom Afonso III, adiante designado por INUAF, é um estabelecimento

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA DA HABITÁGUA

CÓDIGO DE ÉTICA DA HABITÁGUA CÓDIGO DE ÉTICA DA HABITÁGUA ÍNDICE PREÂMBULO... 3 CÓDIGO DE ÉTICA... 5 Secção I: PARTE GERAL............................................... 6 Secção II: PRINCÍPIOS... 8 Secção III: DEVERES CORPORATIVOS...

Leia mais

MESTRADO EM PSICOLOGIA SOCIAL E DAS ORGANIZAÇÕES GUIA DE ORGANIZAÇÃO E DE FUNCIONAMENTO DOS ESTÁGIOS

MESTRADO EM PSICOLOGIA SOCIAL E DAS ORGANIZAÇÕES GUIA DE ORGANIZAÇÃO E DE FUNCIONAMENTO DOS ESTÁGIOS INSTI INSTUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS DO TRABALHO E DA EMPRESA DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA SOCIAL E DAS ORGANIZAÇÕES MESTRADO EM PSICOLOGIA SOCIAL E DAS ORGANIZAÇÕES GUIA DE ORGANIZAÇÃO E DE FUNCIONAMENTO

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA INTERNATIONAL MEAL COMPANY ALIMENTAÇÃO S.A.

CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA INTERNATIONAL MEAL COMPANY ALIMENTAÇÃO S.A. 1 CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA INTERNATIONAL MEAL COMPANY ALIMENTAÇÃO S.A. Este código de ética e conduta foi aprovado pelo Conselho de Administração da INTERNATIONAL MEAL COMPANY ALIMENTAÇÃO S.A. ( Companhia

Leia mais

REGULAMENTO GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS - EMPRESAS DO GRUPO METALCON -

REGULAMENTO GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS - EMPRESAS DO GRUPO METALCON - REGULAMENTO GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS - EMPRESAS DO GRUPO METALCON - 1 ÍNDICE 1. Enquadramento. 3 3. Princípios orientadores da Politica de Gestão de Recursos Humanos..... 4 A) Recrutamento..... 6 B)

Leia mais

Questionário de satisfação para colaboradores

Questionário de satisfação para colaboradores Questionário de satisfação para colaboradores Identificação da Organização: Data: Instruções de resposta ao questionário: Este questionário versa um conjunto de temáticas relativas ao modo como o colaborador

Leia mais

Serviços de Acção Social do IPVC. Normas de funcionamento da Bolsa de Colaboradores

Serviços de Acção Social do IPVC. Normas de funcionamento da Bolsa de Colaboradores Aprovadas pelo Conselho de Acção Social do IPVC em 1 de Fevereiro de 2011 Serviços de Acção Social do IPVC Normas de funcionamento da Bolsa de Colaboradores O Conselho de Acção Social do Instituto Politécnico

Leia mais

PROJECTO DE CARTA-CIRCULAR SOBRE POLÍTICA DE REMUNERAÇÃO DAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS

PROJECTO DE CARTA-CIRCULAR SOBRE POLÍTICA DE REMUNERAÇÃO DAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS PROJECTO DE CARTA-CIRCULAR SOBRE POLÍTICA DE REMUNERAÇÃO DAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS No âmbito da avaliação realizada, a nível internacional, sobre os fundamentos da crise financeira iniciada no Verão

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DO CAT

REGULAMENTO INTERNO DO CAT REGULAMENTO MISERICÓRDIA DA FREGUESIA DE SANGALHOS INTERNO DO CAT CAPITULO I Norma I Natureza do Estabelecimento Tipo de Estabelecimento: Centro de Acolhimento Temporário de Crianças e Jovens em Risco

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA e CONDUTA PROFISSONAL da

CÓDIGO DE ÉTICA e CONDUTA PROFISSONAL da CÓDIGO DE ÉTICA e CONDUTA PROFISSONAL da INDICE Página 1 Objectivos do Código de Ética..3 2 Missão e valores.3 3 Âmbito de aplicação 3 4 Publicação e actualizações..3 5 - Normas de conduta 3 5.1 - Lealdade

Leia mais

INTRODUÇÃO 1 COMPROMISSO DA SONAE HOLDING

INTRODUÇÃO 1 COMPROMISSO DA SONAE HOLDING Índice INTRODUÇÃO... 2 1 COMPROMISSO DA SONAE HOLDING... 2 2 COMPROMISSO DOS COLABORADORES... 2 3 PRINCÍPIOS DE RELACIONAMENTO... 3 3.1 RELAÇÕES COM ADMINISTRADORES E COLABORADORES... 3 3.2 RELAÇÕES COM

Leia mais

Código de Ética e Conduta Profissional

Código de Ética e Conduta Profissional Código de Ética e Conduta Profissional ÍNDICE DISPOSIÇÕES INTRODUTÓRIAS 1 ARTIGO 1º. - Âmbito de Aplicação 1 ARTIGO 2º. Princípios Aplicáveis 2 ARTIGO 3º. Relação com os clientes/consumidores 3 ARTIGO

Leia mais

Política de Tratamento de Clientes e Terceiros. Nos termos da Norma Regulamentar ISP n.º10/2009-r, de 25 de Junho

Política de Tratamento de Clientes e Terceiros. Nos termos da Norma Regulamentar ISP n.º10/2009-r, de 25 de Junho Política de Tratamento de Clientes e Terceiros Nos termos da Norma Regulamentar ISP n.º10/2009-r, de 25 de Junho 31 de Agosto de 2009 Índice INTRODUÇÃO-----------------------------------------------------------------------------------------------------------2

Leia mais

Código de Conduta de Promotores OREY FINANCIAL INSTITUIÇÃO FINANCEIRA DE CRÉDITO, S.A.

Código de Conduta de Promotores OREY FINANCIAL INSTITUIÇÃO FINANCEIRA DE CRÉDITO, S.A. Código de Conduta de Promotores OREY FINANCIAL INSTITUIÇÃO FINANCEIRA DE CRÉDITO, S.A. Novembro de 2011 CÓDIGO DE CONDUTA DE PROMOTORES O objectivo deste documento é o de fixar um código de conduta e um

Leia mais

Política de Subcontratação

Política de Subcontratação 1. Introdução O presente documento define a Política de Subcontratação adoptada pelo Banco Espírito Santo de Investimento, S.A. ( BES Investimento ou Banco ). A Política de Subcontratação baseia-se na

Leia mais

Manda o Governo, pelos Ministros de Estado e das Finanças e das Obras Públicas Transportes e Comunicações, o seguinte: Artigo 1.º.

Manda o Governo, pelos Ministros de Estado e das Finanças e das Obras Públicas Transportes e Comunicações, o seguinte: Artigo 1.º. Legislação Portaria n.º 542/2007, de 30 de Abril Publicado no D.R., n.º 83, I Série, de 30 de Abril de 2007 SUMÁRIO: Aprova os Estatutos do Instituto da Construção e do Imobiliário, I.P.. TEXTO: O Decreto-Lei

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS

REGULAMENTO INTERNO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS REGULAMENTO INTERNO Preâmbulo A Rede Social assenta numa estratégia participada de planeamento, que procura racionalizar e conferir maior eficácia, quer à intervenção dos agentes na aplicação das medidas,

Leia mais

PROJECTO DE REGULAMENTO MUNICIPAL DE ATRIBUIÇÃO DE APOIOS FINANCEIROS E NÃO FINANCEIROS. Nota justificativa

PROJECTO DE REGULAMENTO MUNICIPAL DE ATRIBUIÇÃO DE APOIOS FINANCEIROS E NÃO FINANCEIROS. Nota justificativa PROJECTO DE REGULAMENTO MUNICIPAL DE ATRIBUIÇÃO DE APOIOS FINANCEIROS E NÃO FINANCEIROS Nota justificativa A prossecução do interesse público municipal nas áreas da cultura, da acção social, das actividades

Leia mais

POLÍTICA. Direitos Fundamentais nas Relações de Trabalho ÍNDICE

POLÍTICA. Direitos Fundamentais nas Relações de Trabalho ÍNDICE Folha 1/5 ÍNDICE 1. Objetivo.... 2 2. Abrangência... 2 3. Premissas... 2 Folha 2/5 1. Objetivo Estabelecer diretrizes que devem assegurar os direitos fundamentais nas relações de trabalho na Klabin e com

Leia mais

Código de Ética e Conduta do IAPMEI

Código de Ética e Conduta do IAPMEI Código de Ética e Conduta do IAPMEI Âmbito e Objectivo do Documento Públicas (Lei n.º 58/2008, de 9 de Setembro) e da Carta Ética da Administração Pública. O Código de Ética e Normas de Conduta aplica-se

Leia mais

SEMINÁRIO OPORTUNIDADES E SOLUÇÕES PARA AS EMPRESAS INOVAÇÃO E COMPETITIVIDADE FINANCIAMENTO DAS EMPRESAS OPORTUNIDADES E SOLUÇÕES

SEMINÁRIO OPORTUNIDADES E SOLUÇÕES PARA AS EMPRESAS INOVAÇÃO E COMPETITIVIDADE FINANCIAMENTO DAS EMPRESAS OPORTUNIDADES E SOLUÇÕES SEMINÁRIO OPORTUNIDADES E SOLUÇÕES PARA AS EMPRESAS INOVAÇÃO E COMPETITIVIDADE FINANCIAMENTO DAS EMPRESAS OPORTUNIDADES E SOLUÇÕES Jaime Andrez Presidente do CD do IAPMEI 20 de Abril de 2006 A inovação

Leia mais

REGULAMENTO programa de apoio às pessoas colectivas de direito privado sem fins lucrativos do município de santa maria da feira

REGULAMENTO programa de apoio às pessoas colectivas de direito privado sem fins lucrativos do município de santa maria da feira REGULAMENTO programa de apoio às pessoas colectivas de direito privado sem fins lucrativos do município de santa maria da feira PG 02 NOTA JUSTIFICATIVA O presente regulamento promove a qualificação das

Leia mais

Empresas Responsáveis Questionário de Sensibilização

Empresas Responsáveis Questionário de Sensibilização Empresas Responsáveis Questionário de Sensibilização 1. Introdução O presente questionário ajudá-lo-á a reflectir sobre os esforços desenvolvidos pela sua empresa no domínio da responsabilidade empresarial,

Leia mais

Política de Tratamento de Clientes e Terceiros. Nos termos da Norma Regulamentar ASF nº 10/2009-R de 25 de junho.

Política de Tratamento de Clientes e Terceiros. Nos termos da Norma Regulamentar ASF nº 10/2009-R de 25 de junho. Política de Tratamento de Clientes e Terceiros Nos termos da Norma Regulamentar ASF nº 10/2009-R de 25 de junho. AXA Global Direct Seguros y Reaseguros, S.A.U. - Sucursal em Portugal 11 fevereiro2015 Índice

Leia mais

Com a publicação dos novos Estatutos da Escola -Diário da República, 2ª série, nº 164, 25 de Agosto de 2009, por iniciativa do Conselho de Direcção,

Com a publicação dos novos Estatutos da Escola -Diário da República, 2ª série, nº 164, 25 de Agosto de 2009, por iniciativa do Conselho de Direcção, Com a publicação dos novos Estatutos da Escola -Diário da República, 2ª série, nº 164, 25 de Agosto de 2009, por iniciativa do Conselho de Direcção, iniciou-se um trabalho de reflexão e discussão, tendo

Leia mais

Regimento do Conselho Municipal de Educação

Regimento do Conselho Municipal de Educação Considerando que: 1- No Município do Seixal, a construção de um futuro melhor para os cidadãos tem passado pela promoção de um ensino público de qualidade, através da assunção de um importante conjunto

Leia mais

Eixos Estratégicos Objectivos Estratégicos Objectivos Operacionais Acções. 1.1.1.Aumentar a oferta formativa nas áreas das artes e das tecnologias

Eixos Estratégicos Objectivos Estratégicos Objectivos Operacionais Acções. 1.1.1.Aumentar a oferta formativa nas áreas das artes e das tecnologias 1. Oferta Formativa 1.1. Dinamizar e consolidar a oferta formativa 1.1.1.Aumentar a oferta formativa nas áreas das artes e das tecnologias 1.1.2. Promover o funcionamento de ciclos de estudos em regime

Leia mais

FORMULÁRIO DE CANDIDATURA programa de apoio às pessoas colectivas de direito privado sem fins lucrativos do município de santa maria da feira

FORMULÁRIO DE CANDIDATURA programa de apoio às pessoas colectivas de direito privado sem fins lucrativos do município de santa maria da feira FORMULÁRIO DE CANDIDATURA programa de apoio às pessoas colectivas de direito privado sem fins lucrativos do município de santa maria da feira FORMULÁRIO DE CANDIDATURA PROGRAMA DE APOIO ÀS PESSOAS COLECTIVAS

Leia mais

Código de Ética. 1. Apresentação

Código de Ética. 1. Apresentação Código de Ética 1. Apresentação A Missão, a Visão, os Princípios Gerais, os Valores e as Normas de Conduta constantes do Código de Ética integram a Cultura da Lusa, a qual deve presidir à conduta profissional

Leia mais

INSTITUIÇÃO COMUNITÁRIA DE CRÉDITO BLUMENAU SOLIDARIEDADE ICC BLUSOL

INSTITUIÇÃO COMUNITÁRIA DE CRÉDITO BLUMENAU SOLIDARIEDADE ICC BLUSOL INSTITUIÇÃO COMUNITÁRIA DE CRÉDITO BLUMENAU SOLIDARIEDADE ICC BLUSOL Ano 2013 CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA Caro Colaborador Estamos entregando o Código de Ética e Conduta da Instituição, o qual fará parte

Leia mais

CONSELHO LOCAL DE ACÇÃO SOCIAL DE OURÉM - CLASO -

CONSELHO LOCAL DE ACÇÃO SOCIAL DE OURÉM - CLASO - CONSELHO LOCAL DE ACÇÃO SOCIAL DE OURÉM - CLASO - CAPITULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º Objecto O presente regulamento interno destina-se a definir e dar a conhecer os princípios a que obedece a constituição,

Leia mais

澳 門 金 融 管 理 局 AUTORIDADE MONETÁRIA DE MACAU

澳 門 金 融 管 理 局 AUTORIDADE MONETÁRIA DE MACAU DIRECTIVA CONTRA O BRANQUEAMENTO DE CAPITAIS E O FINANCIAMENTO DO TERRORISMO SOBRE TRANSACÇÕES EM NUMERÁRIO 1. INTRODUÇÃO 1.1 Esta Directiva contra o branqueamento de capitais e o financiamento do terrorismo

Leia mais

REGULAMENTO DE ATRIBUIÇÃO DE APOIO FINANCEIRO ÀS ASSOCIAÇÕES AMBIENTAIS, CÍVICAS, CULTURAIS, DESPORTIVAS E JUVENIS DO MUNICÍPIO DA LOUSÃ

REGULAMENTO DE ATRIBUIÇÃO DE APOIO FINANCEIRO ÀS ASSOCIAÇÕES AMBIENTAIS, CÍVICAS, CULTURAIS, DESPORTIVAS E JUVENIS DO MUNICÍPIO DA LOUSÃ REGULAMENTO DE ATRIBUIÇÃO DE APOIO FINANCEIRO ÀS ASSOCIAÇÕES AMBIENTAIS, CÍVICAS, CULTURAIS, DESPORTIVAS E JUVENIS DO MUNICÍPIO DA LOUSÃ CAPÍTULO I Disposições Comuns Artigo 1.º Lei Habilitante O presente

Leia mais

Regulamento dos Estágios de Formação do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, I. P. (INSA, I. P.)

Regulamento dos Estágios de Formação do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, I. P. (INSA, I. P.) Regulamento dos Estágios de Formação do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, I. P. (INSA, I. P.) É atribuição do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, I. P. (INSA, I. P.) no sector da

Leia mais

ACEF/1112/14972 Relatório preliminar da CAE

ACEF/1112/14972 Relatório preliminar da CAE ACEF/1112/14972 Relatório preliminar da CAE Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Instituto Politécnico De Leiria A.1.a. Identificação

Leia mais

Apresentação do Manual de Gestão de IDI

Apresentação do Manual de Gestão de IDI Seminário Final do Projeto IDI&DNP Coimbra 31 de março Miguel Carnide - SPI Conteúdos. 1. O CONCEITO DE IDI (INVESTIGAÇÃO, DESENVOLVIMENTO E INOVAÇÃO) 2. OVERVIEW DO MANUAL 3. A NORMA NP 4457:2007 4. A

Leia mais

I. Norma Geral de Segurança da Informação para Uso do Portal

I. Norma Geral de Segurança da Informação para Uso do Portal O B J E CT I V O Estabelecer critérios para acesso e publicação de informações no Portal do Governo, Portal do Cidadão e Portal dos Ministérios, utilizando recursos e serviços do Portal Administrativo.

Leia mais

O que esperar do SVE KIT INFORMATIVO PARTE 1 O QUE ESPERAR DO SVE. Programa Juventude em Acção

O que esperar do SVE KIT INFORMATIVO PARTE 1 O QUE ESPERAR DO SVE. Programa Juventude em Acção O QUE ESPERAR DO SVE Programa Juventude em Acção KIT INFORMATIVO Parte 1 Maio de 2011 Introdução Este documento destina-se a voluntários e promotores envolvidos no SVE. Fornece informações claras a voluntários

Leia mais

LICENÇA Nº ICP 01/2001-SP

LICENÇA Nº ICP 01/2001-SP LICENÇA Nº ICP 01/2001-SP O Conselho de Administração do Instituto das Comunicações de Portugal (ICP), em reunião efectuada em 1 de Outubro de 2001, deliberou, ao abrigo da alínea j) do nº 1 e do nº 2,

Leia mais

Código de Ética da Parpública. Ética - Princípios e valores fundamentais. Âmbito de aplicação

Código de Ética da Parpública. Ética - Princípios e valores fundamentais. Âmbito de aplicação Código de Ética da Parpública Âmbito de aplicação Aplica-se a todos os colaboradores da Parpública sem prejuízo de outras disposições legais ou regulamentares aplicáveis ou a que por inerência do exercício

Leia mais

Programa de Apoio ao Associativismo Sesimbrense

Programa de Apoio ao Associativismo Sesimbrense Programa de Apoio ao Associativismo Sesimbrense Aprovado em Reunião de Câmara de 24 de Janeiro de 2001 Índice 1º. Introdução 2º. Objectivos 3º. Áreas de Acção 4º. Tipos de Apoio 5º. Metodologia da Apresentação

Leia mais

ÍNDICE ESCOLA SUPERIOR DE SAÚDE DE SANTARÉM 1. ÍNDICE 2. PROMULGAÇÃO 3. DESCRIÇÃO DA ESCOLA. 3.1 História. 3.2 Objetivo e Domínio da Certificação

ÍNDICE ESCOLA SUPERIOR DE SAÚDE DE SANTARÉM 1. ÍNDICE 2. PROMULGAÇÃO 3. DESCRIÇÃO DA ESCOLA. 3.1 História. 3.2 Objetivo e Domínio da Certificação ÍNDICE 1. ÍNDICE 2. PROMULGAÇÃO 3. DESCRIÇÃO DA ESCOLA 3.1 História 3.2 Objetivo e Domínio da Certificação 4. SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE 4.1 Processos 4.2 Requisitos da Documentação 4.3 Controlo dos

Leia mais

QUALIFICAÇÃO DAS INSTITUIÇÕES OS MODELOS DE AVALIAÇÃO DA QUALIDADE / SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE.

QUALIFICAÇÃO DAS INSTITUIÇÕES OS MODELOS DE AVALIAÇÃO DA QUALIDADE / SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE. QUALIFICAÇÃO DAS INSTITUIÇÕES OS MODELOS DE AVALIAÇÃO DA QUALIDADE / SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE. Por: Cândido Pires Presidente da Direcção do Centro de Solidariedade de Braga, Licenciado em Engenharia,

Leia mais

3. ORIENTAÇÃO OPERACIONAL. 3.1 Organização e equipa

3. ORIENTAÇÃO OPERACIONAL. 3.1 Organização e equipa transferência comuns. No que toca à rede regional, a cooperação já foi iniciada há algum tempo com o projecto do Sistema Regional de Transferência e Tecnologia que está em curso. No âmbito da rede este

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO CENTRO CONVÍVIO ARTIGO 1º. (NATUREZA E FINS INSTITUCIONAIS)

REGULAMENTO INTERNO CENTRO CONVÍVIO ARTIGO 1º. (NATUREZA E FINS INSTITUCIONAIS) Página1 Página2 REGULAMENTO INTERNO CENTRO CONVÍVIO ARTIGO 1º. (NATUREZA E FINS INSTITUCIONAIS) O é uma resposta social que visa ser um espaço de promoção e integração de pessoas em situação de isolamento

Leia mais

Economia Digital e Direito. Privacy, Dados Pessoais e Correio Electrónico nas Empresas. Carolina Leão Oliveira. 19 Novembro 2013

Economia Digital e Direito. Privacy, Dados Pessoais e Correio Electrónico nas Empresas. Carolina Leão Oliveira. 19 Novembro 2013 Economia Digital e Direito Privacy, Dados Pessoais e Correio Electrónico nas Empresas Partilhamos a Experiência. Inovamos nas Soluções. Carolina Leão Oliveira 19 Novembro 2013 Matéria em causa: Uso do

Leia mais

Guidelines COMUNICAÇÃO INTERPROFISSIONAL E PARTILHA DE INFORMAÇÃO

Guidelines COMUNICAÇÃO INTERPROFISSIONAL E PARTILHA DE INFORMAÇÃO Prefácio A criação da Ordem dos Psicólogos Portugueses pela lei 57/2008 de 4 de Setembro, bem como a elaboração e aprovação do Código Deontológico dos Psicólogos Portugueses em 25 de Março de 2011, responderam

Leia mais

numero de colaboradores admitidos

numero de colaboradores admitidos Casa Santa Isabel DS.3.279 MONITORIZAÇÃO DAS POLÍTICAS DA ORGANIZAÇÃO ANO: 2 Política de recrutamento e seleção A organização define, implementa e controla o seu compromisso relativo aos processos de recrutamento

Leia mais

PRINCÍPIOS DE ENQUADRAMENTO DO VOLUNTARIADO DA UPORTO

PRINCÍPIOS DE ENQUADRAMENTO DO VOLUNTARIADO DA UPORTO Regulamentos PRINCÍPIOS DE ENQUADRAMENTO DO VOLUNTARIADO DA UPORTO Secção Permanente do Senado de 11 de Junho de 2008 Considerando: A importância social e cultural do voluntariado e o papel importante

Leia mais

CAPÍTULO I. Denominação, Natureza, Âmbito, Duração, Sede e Objecto

CAPÍTULO I. Denominação, Natureza, Âmbito, Duração, Sede e Objecto REGULAMENTO DO CENTRO DE INVESTIGAÇÃO CAPÍTULO I Denominação, Natureza, Âmbito, Duração, Sede e Objecto Artigo 1º (Denominação, natureza e âmbito) 1. O Instituto Superior de Ciências Educativas e o Instituto

Leia mais

ACORDO DE PRINCÍPIOS PARA A REVISÃO DO ESTATUTO DA CARREIRA DOCENTE E DO MODELO DE AVALIAÇÃO DOS PROFESSORES DOS ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO

ACORDO DE PRINCÍPIOS PARA A REVISÃO DO ESTATUTO DA CARREIRA DOCENTE E DO MODELO DE AVALIAÇÃO DOS PROFESSORES DOS ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO ACORDO DE PRINCÍPIOS PARA A REVISÃO DO ESTATUTO DA CARREIRA DOCENTE E DO MODELO DE AVALIAÇÃO DOS PROFESSORES DOS ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO E DOS EDUCADORES DE INFÂNCIA Considerando a vontade comum do

Leia mais

Código de Ética LLTECH

Código de Ética LLTECH Código de Ética LLTECH Quem somos A LLTECH é uma empresa que oferece soluções inovadoras para automação e otimização de processos industriais, fornecendo toda a parte de serviços e produtos para automação

Leia mais

Prestação de serviços de promoção, informação e apoio aos consumidores e utentes através de centros telefónicos de relacionamento

Prestação de serviços de promoção, informação e apoio aos consumidores e utentes através de centros telefónicos de relacionamento Prestação de serviços de promoção, informação e apoio aos consumidores e utentes através de centros telefónicos de relacionamento Comentário da APRITEL 17 de Março de 2009 APRITEL comentarios DL23-2009

Leia mais

Cliente Empreendedorismo Metodologia e Gestão Lucro Respeito Ética Responsabilidade com a Comunidade e Meio Ambiente

Cliente Empreendedorismo Metodologia e Gestão Lucro Respeito Ética Responsabilidade com a Comunidade e Meio Ambiente Código de Ética OBJETIVO Este código de ética serve de guia para atuação dos empregados e contratados da AQCES e explicita a postura que deve ser adotada por todos em relação aos diversos públicos com

Leia mais

REGULAMENTO DE PROPRIEDADE INTELECTUAL DA UNIVERSIDADE DO PORTO. Preâmbulo

REGULAMENTO DE PROPRIEDADE INTELECTUAL DA UNIVERSIDADE DO PORTO. Preâmbulo REGULAMENTO DE PROPRIEDADE INTELECTUAL DA UNIVERSIDADE DO PORTO Preâmbulo A Universidade do Porto, doravante designada UP, considera que a protecção e valorização dos resultados de I&D e de outras actividades

Leia mais

ACORDO DE PRINCÍPIOS PARA A REVISÃO DO ESTATUTO DA CARREIRA DOCENTE E DO MODELO DE AVALIAÇÃO DOS PROFESSORES DOS ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO

ACORDO DE PRINCÍPIOS PARA A REVISÃO DO ESTATUTO DA CARREIRA DOCENTE E DO MODELO DE AVALIAÇÃO DOS PROFESSORES DOS ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO ACORDO DE PRINCÍPIOS PARA A REVISÃO DO ESTATUTO DA CARREIRA DOCENTE E DO MODELO DE AVALIAÇÃO DOS PROFESSORES DOS ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO E DOS EDUCADORES DE INFÂNCIA Considerando as orientações políticas

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA ÉTICA DO GRUPO HERING

CÓDIGO DE CONDUTA ÉTICA DO GRUPO HERING CÓDIGO DE CONDUTA ÉTICA DO GRUPO HERING O Código de Conduta Ética é um instrumento destinado a aperfeiçoar os relacionamentos da organização e elevar o clima de confiança nela existente. Este Código tem

Leia mais

AUTORIZAÇÃO Nº ICP ANACOM 08/2008 - SP

AUTORIZAÇÃO Nº ICP ANACOM 08/2008 - SP Data de publicação - 30.7.2008 AUTORIZAÇÃO Nº ICP ANACOM 08/2008 - SP O Vice-Presidente do Conselho de Administração da Autoridade Nacional de Comunicações (ICP- ANACOM), decide, nos termos do artigo 5º

Leia mais

Código de Conduta da Fundação Comendador Almeida Roque 2015

Código de Conduta da Fundação Comendador Almeida Roque 2015 Preâmbulo A Fundação Comendador Almeida Roque adiante designada abreviadamente por Fundação é uma fundação privada de solidariedade social, sem fim lucrativo instituída pelo Comendador Almeida Roque e

Leia mais

Linhas Orientadoras de Cidadania do Agrupamento de Escolas Engenheiro Fernando Pinto de Oliveira 2014/15

Linhas Orientadoras de Cidadania do Agrupamento de Escolas Engenheiro Fernando Pinto de Oliveira 2014/15 Agrupamento de Escolas Eng. Fernando Pinto de Oliveira Linhas Orientadoras de Cidadania do Agrupamento de Escolas Engenheiro Fernando Pinto de Oliveira 2014/15 A prática da cidadania constitui um processo

Leia mais

Intervenção Psicossocial na Freguesia de São Julião do Tojal, especificamente no Bairro CAR

Intervenção Psicossocial na Freguesia de São Julião do Tojal, especificamente no Bairro CAR Comissão Social de Freguesia de São Julião do Tojal Intervenção Psicossocial na Freguesia de São Julião do Tojal, especificamente no Bairro CAR 1- Enquadramento do Projecto A freguesia de São Julião do

Leia mais

Relatório de Gestão da Responsabilidade Social SA 8000 1º Semestre de 2010

Relatório de Gestão da Responsabilidade Social SA 8000 1º Semestre de 2010 Relatório de Gestão da Responsabilidade Social SA 8000 estre de As questões sociais estão cada vez mais na ordem do dia, quer por parte de entidades governamentais, como de agentes económicos privados.

Leia mais

GRUPO SAG CÓDIGO DE CONDUTA

GRUPO SAG CÓDIGO DE CONDUTA GRUPO SAG CÓDIGO DE CONDUTA 1. Preâmbulo O perfil das empresas e a sua imagem estão cada vez mais interligados não só com o desempenho económico e financeiro, mas também com o quadro de valores, princípios

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE MOURA

CÂMARA MUNICIPAL DE MOURA CÂMARA MUNICIPAL DE MOURA Regulamento de Estágio para Ingresso nas Carreiras do Grupo de Pessoal Técnico Superior, Técnico e de Informática do Quadro de Pessoal da Câmara Municipal de Moura PREÂMBULO Publicado

Leia mais

Manual da Qualidade. Rodrigo Barata Mediação de Seguros. Revisão n. 01 Data de Publicação: 2009-04-2408 Elaborado por: RodrigoBarata Estado:

Manual da Qualidade. Rodrigo Barata Mediação de Seguros. Revisão n. 01 Data de Publicação: 2009-04-2408 Elaborado por: RodrigoBarata Estado: Rodrigo Barata Página 2 de 14 Indice 1. Promulgação 3 2. Politica da Qualidade 3 3. Missão da Empresa 4 4. Campo de aplicação 4 4.1 Referências 4 5. Apresentação da Empresa Rodrigo Barata Unipessoal 5

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DOS SERVIÇOS DE PSICOLOGIA E ORIENTAÇÃO

REGIMENTO INTERNO DOS SERVIÇOS DE PSICOLOGIA E ORIENTAÇÃO REGIMENTO INTERNO DOS SERVIÇOS DE PSICOLOGIA E ORIENTAÇÃO Artigo 1º Objectivo e Âmbito 1. Os (SPO) constituem um dos Serviços Técnico-Pedagógicos previsto no artigo 25º alínea a) do Regulamento Interno

Leia mais

MERCADO DE CAPITAIS. de administração de carteiras de valores mobiliários

MERCADO DE CAPITAIS. de administração de carteiras de valores mobiliários MERCADO DE CAPITAIS 01/04/2015 CVM edita a Instrução nº 558/15, que regula a atividade de administração de carteiras de valores mobiliários A Comissão de Valores Mobiliários ( CVM ) divulgou, em 26 de

Leia mais

A Secretária de Estado dos Transportes. Ana Paula Vitorino

A Secretária de Estado dos Transportes. Ana Paula Vitorino Intervenção de Sua Excelência, A Ana Paula Vitorino por ocasião da Sessão de encerramento da apresentação dos novos serviços online do IMTT Lisboa, 18 de Dezembro de 2008 (vale a versão lida) 1/14 Senhor

Leia mais

Regulamento de Apoio ao Movimento Associativo

Regulamento de Apoio ao Movimento Associativo Regulamento de Apoio ao Movimento Associativo As associações são a expressão do dinamismo e interesse das populações que entusiasticamente se dedicam e disponibilizam em prol da causa pública. As associações

Leia mais

POLÍTICA DE DIVERSIDADE DO GRUPO EDP

POLÍTICA DE DIVERSIDADE DO GRUPO EDP POLÍTICA DE DIVERSIDADE DO GRUPO EDP CONTEXTO Respeitar a diversidade social e a representatividade presente nas comunidades em que as organizações se inserem é um dever ético e simultaneamente um fator

Leia mais

Requisitos do Sistema de Gestão de Segurança para a Prevenção de Acidentes Graves (SGSPAG)

Requisitos do Sistema de Gestão de Segurança para a Prevenção de Acidentes Graves (SGSPAG) Requisitos do Sistema de Gestão de Segurança para a Prevenção de Acidentes Graves (SGSPAG) Política de Prevenção de Acidentes Graves Revisão Revisão Identificação e avaliação dos riscos de acidentes graves

Leia mais

Referenciais da Qualidade

Referenciais da Qualidade 2008 Universidade da Madeira Grupo de Trabalho nº 4 Controlo da Qualidade Referenciais da Qualidade Raquel Sousa Vânia Joaquim Daniel Teixeira António Pedro Nunes 1 Índice 2 Introdução... 3 3 Referenciais

Leia mais

Estaleiros Temporários ou Móveis Decreto-Lei n.º 273/2003, de 29 de Outubro

Estaleiros Temporários ou Móveis Decreto-Lei n.º 273/2003, de 29 de Outubro Estaleiros Temporários ou Móveis Decreto-Lei n.º 273/2003, de 29 de Outubro 1. INTRODUÇÃO A indústria da Construção engloba um vasto e diversificado conjunto de características, tais como: Cada projecto

Leia mais

Política de Conflitos de Interesses

Política de Conflitos de Interesses Política de Conflitos de Interesses Índice Índice 2 Política de Conflitos de Interesses 3 1. Introdução... 3 2. A nossa política de conflitos de interesses... 3 3. Conflitos de interesses estudos de investimento...

Leia mais

IINSTRUÇÃO DO SISTEMA. Código de conduta

IINSTRUÇÃO DO SISTEMA. Código de conduta 1 de 7 Revisão Data Assunto / revisão / modificação 00 16/04/15 Emissão Inicial. Nome Cargo Data Assinatura Consultor / Gerente EMITENTE Maciel Amaro Técnico / RD Valéria Ap. R. Amaro Diretora administrativa

Leia mais

POLÍTICA DE GESTÃO DE PESSOAS DA SUPERINTENDÊNCIA NACIONAL DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR PREVIC

POLÍTICA DE GESTÃO DE PESSOAS DA SUPERINTENDÊNCIA NACIONAL DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR PREVIC POLÍTICA DE GESTÃO DE PESSOAS DA SUPERINTENDÊNCIA NACIONAL DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR PREVIC 1. CONCEITOS E DEFINIÇÕES 1.1 Políticas de Gestão de Pessoas são o conjunto de estratégias ou políticas específicas

Leia mais

DIRECTRIZ DE REVISÃO/AUDITORIA 872

DIRECTRIZ DE REVISÃO/AUDITORIA 872 DIRECTRIZ DE REVISÃO/AUDITORIA 872 Revista em Março de 2009 Entidades Municipais, Intermunicipais e Metropolitanas ÍNDICE Parágrafos INTRODUÇÃO 1 8 OBJECTIVO 9 FUNÇÕES EQUIVALENTES AO COMPROMISSO DO REVISOR

Leia mais

01 D/DQ 14/07/10 CÓDIGO DE ÉTICA

01 D/DQ 14/07/10 CÓDIGO DE ÉTICA 14 07 10 01 D/DQ 14/07/10 CÓDIGO DE ÉTICA Enquadramento A APCC Associação de Paralisia Cerebral de Coimbra tem como missão Promover a inclusão social de pessoas em situação de desvantagem, com especial

Leia mais

Regulamento Interno IP

Regulamento Interno IP Regulamento Interno IP EQUIPA LOCAL DE INTERVENÇÃO DE ESTREMOZ DO SISTEMA NACIONAL DE INTERVENÇÃO PRECOCE NA INFÂNCIA (SNIPI) REGULAMENTO INTERNO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º Natureza 1 - A

Leia mais

Eixo Prioritário III Valorização e Qualificação Ambiental e Territorial Equipamentos para a Coesão Local Equipamentos Sociais

Eixo Prioritário III Valorização e Qualificação Ambiental e Territorial Equipamentos para a Coesão Local Equipamentos Sociais Eixo Prioritário III Valorização e Qualificação Ambiental e Territorial Equipamentos para a Coesão Local Equipamentos Sociais Aviso Apresentação de Candidaturas Equipamentos para a Coesão Local Equipamentos

Leia mais

Políticas. APPACDM Viana do Castelo

Políticas. APPACDM Viana do Castelo Políticas APPACDM Viana do Castelo Índice Introdução... 3 Política da Qualidade... 4 Liderança... 4 Recursos Humanos... 5 Direitos... 6 Ética... 6 Parcerias... 7 Participação... 7 Abordagem Centrada na

Leia mais

Ministérios da Administração Interna, do Trabalho e da Solidariedade Social e da Educação PROTOCOLO. Entre MINISTÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO INTERNA,

Ministérios da Administração Interna, do Trabalho e da Solidariedade Social e da Educação PROTOCOLO. Entre MINISTÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO INTERNA, PROTOCOLO Entre MINISTÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO INTERNA, MINISTÉRIO DO TRABALHO E DA SOLIDARIEDADE SOCIAL e MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO 2/7 A aposta na qualificação dos portugueses constitui uma condição essencial

Leia mais

01. Missão, Visão e Valores

01. Missão, Visão e Valores 01. Missão, Visão e Valores 01. Missão, Visão e Valores 06 Missão, Visão e Valores Missão A missão do ICP-ANACOM reflecte a sua razão de ser, concretizada nas actividades que oferece à sociedade para satisfazer

Leia mais

Instruções nº 1/2004-2ª Secção. I Âmbito de aplicação. c) Instituições do sistema de solidariedade e segurança social e

Instruções nº 1/2004-2ª Secção. I Âmbito de aplicação. c) Instituições do sistema de solidariedade e segurança social e Instruções nº 1/2004-2ª Secção Instruções nº 1/2004 2ª Secção - Instruções para a organização e documentação das contas abrangidas pelo Plano Oficial de Contabilidade Pública (POCP- aprovado pelo D.L.

Leia mais

Política de direitos humanos

Política de direitos humanos Política de direitos humanos Galp Energia in NR-002/2014 1. ENQUADRAMENTO Na sua Política de Responsabilidade Corporativa, aprovada em 2012, a GALP ENERGIA estabeleceu os seguintes compromissos em matéria

Leia mais

REGULAMENTO DO BANCO LOCAL DE VOLUNTARIADO DE SOBRAL DE MONTE AGRAÇO

REGULAMENTO DO BANCO LOCAL DE VOLUNTARIADO DE SOBRAL DE MONTE AGRAÇO REGULAMENTO DO BANCO LOCAL DE VOLUNTARIADO DE SOBRAL DE MONTE AGRAÇO Reunião de Câmara (aprovação do projecto) 01/03/2010 Edital (apreciação pública) 19/03/2010 Publicado (projecto) no DR II Série, n.º

Leia mais

PLANO DE ACTIVIDADES DO CNSA 2012

PLANO DE ACTIVIDADES DO CNSA 2012 PLANO DE ACTIVIDADES DO CNSA 2012 O presente documento visa dar cumprimento ao disposto na alínea n) do n.º 1 do artigo 11º dos Estatutos do CNSA aprovados pelo Decreto-Lei nº 225/2008, de 20 de Novembro,

Leia mais

HISTÓRICO DE REVISÕES REVISÃO DATA SÍNTESE DA REVISÃO

HISTÓRICO DE REVISÕES REVISÃO DATA SÍNTESE DA REVISÃO HISTÓRICO DE REVISÕES REVISÃO DATA SÍNTESE DA REVISÃO ELABORAÇÃO ASSINATURA APROVAÇÃO ASSINATURA ÍNDICE CAPÍTULO 1. POLÍTICA E ESTRATÉGIA/ÂMBITO... 3 1.1 POLÍTICA E ESTRATÉGIA DA ENTIDADE... 3 1.2 OBJECTIVO

Leia mais

RELATÓRIO DE TRANSPARÊNCIA RELATIVO AO ANO FINDO EM 31 DEZ 08

RELATÓRIO DE TRANSPARÊNCIA RELATIVO AO ANO FINDO EM 31 DEZ 08 RELATÓRIO DE TRANSPARÊNCIA RELATIVO AO ANO FINDO EM 31 DEZ 08 1. Introdução Nos termos do nº 1 do artigo 62º-A do Decreto-Lei 224/2008, de 20 Nov, os Revisores Oficiais de Contas e as Sociedades de Revisores

Leia mais

MANUAL DO PROGRAMA DE ESTAGIO SUPERVISIONADO CAMPUS COLINAS DO TOCANTINS-TO

MANUAL DO PROGRAMA DE ESTAGIO SUPERVISIONADO CAMPUS COLINAS DO TOCANTINS-TO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA COORDENAÇÃO DE INTERAÇÃO SERVIÇO ESCOLA-EMPRESA MANUAL DO PROGRAMA DE ESTAGIO SUPERVISIONADO CAMPUS COLINAS DO TOCANTINS-TO COLINAS

Leia mais

Agrupamento de Escolas de Arronches. Metas Estratégicas para a Promoção da Cidadania ACTIVA e do Sucesso Escolar

Agrupamento de Escolas de Arronches. Metas Estratégicas para a Promoção da Cidadania ACTIVA e do Sucesso Escolar Agrupamento de Escolas de Arronches Metas Estratégicas para a Promoção da Cidadania ACTIVA e do Sucesso Escolar João Garrinhas Agrupamento de Escolas de Arronches I. PRINCIPIOS, VALORES E MISSÃO DO AGRUPAMENTO

Leia mais

PROTECÇÃO DE DADOS UM DIREITO FUNDAMENTAL Evolução na Europa Linhas Directrizes da OCDE(1973);

PROTECÇÃO DE DADOS UM DIREITO FUNDAMENTAL Evolução na Europa Linhas Directrizes da OCDE(1973); SAÚDE E PROTECÇÃO DE DADOS 19/1/2010 Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge PROTECÇÃO DE DADOS UM DIREITO FUNDAMENTAL Evolução na Europa Linhas Directrizes da OCDE(1973); Convenção 108 do Conselho

Leia mais

REGULAMENTO DO PERFIL DE COMPETÊNCIAS DO ENFERMEIRO GESTOR

REGULAMENTO DO PERFIL DE COMPETÊNCIAS DO ENFERMEIRO GESTOR REGULAMENTO DO PERFIL DE COMPETÊNCIAS DO ENFERMEIRO GESTOR Aprovado, por maioria com alterações, na Assembleia Geral Extraordinária de 12 de dezembro de 2014, após aprovação pelo Conselho Diretivo a 1

Leia mais