Capítulo 1. Planejamento da Pesquisa

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1 Castr AA, Clark OAC. Planejament da pesquisa Castr AA. Planejament da Pesquisa. Sã Paul: AAC; Capítul 1 Planejament da Pesquisa Aldemar Arauj Castr Otávi August Camara Clark O planejament da pesquisa é a primeira das três etapas da pesquisa (planejament, execuçã e divulgaçã). O planejament pde ser estruturad em cinc itens: a) idéia brilhante, b) plan de intençã, c) revisã da literatura, d) testes de instruments e de prcediments, e) prjet de pesquisa. Este capítul irá abrdar cada um destes itens, n entant a leitura ds utrs capítuls sbre planejament da pesquisa será necessária para entendiment ds detalhes envlvids em cada um de seus itens. Td material aqui apresentad e utrs recurss estã dispníveis n URL: 1. IDÉIA BRILHANTE O iníci da pesquisa surge cm a idéia brilhante, é quand prcurams saber prque das cisas. Essa idéia é um prcess frmad pr três itens: a) dúvida, b) pergunta, c) hipótese. IDÉIA BRILHANTE Dúvida pergunta hipótese A idéia brilhante é um prcess criativ que se inicia cm a dúvida e segue até a frmulaçã de hipóteses. Tem cm elements fundamentais a curisidade, iniciativa, dispsiçã e racicíni lógic. A dúvida surge através da bservaçã curisa d mund, nde um fat descnhecid para nós prvca um questinament a seu respeit. Inicia entã desenvlviment criativ da idéia brilhante, nde a reflexã feita a partir da dúvida gera uma pergunta e elabra hipóteses para explicá-la. Busca-se entã na literatura já existente a respsta para a pergunta e a verificaçã da veracidade das hipóteses elabradas. Neste pnt, pde haver dis caminhs: (a) cas uma respsta satisfatória já exista, a curisidade estará satisfeita; (b) cas nã haja respsta satisfatória para a questã, ela pderá ser iníci para desenvlviment de uma pesquisa. É necessári enfatizar a necessidade de uma respsta satisfatória. A respsta pde existir mas nã satisfazer a pesquisadr, que entã, realizará uma pesquisa que pderá refutar u cnfirmar aquela respsta. A pergunta frmulada a partir da dúvida deve ser clara, única e precisa, de maneira que a ler, autr seja capaz de saber exatamente nde quer chegar. É clar que nem sempre prcess de dar iníci a uma pesquisa segue estes passs citads. Existem duas frmas cmuns de atingir essa idéia brilhante. Na primeira, muitas vezes vcê quer fazer uma pesquisa e simplesmente prcura alguém que já tenha uma idéia prnta e dispst a cedê-la para que vcê a desenvlva. Geralmente esta é a pessa que vai rientar seu trabalh. Ist é bastante cmum em centrs de pesquisa e universidades, nde estudantes prcuram s prfessres para desenvlver pesquisas, seja buscand aprendizad d assunt e d métd científic, seja buscand enriquecer seu currícul cm algum trabalh científic. Na segunda, lend artigs riginais, s autres n final de discussã, rientam um caminh a ser seguid naquele tema, e este pderá ser a idéia brilhante. A frmulaçã da pergunta é uma etapa fundamental da pesquisa, pis define e delimita prblema a ser estudad, frnecend a pesquisadr element principal para estabelecer bjetiv da pesquisa. A clareza significa que ela deve frnecer a leitr um panrama geral d prblema a ser estudad. A unicidade diz respeit a dimensinament únic que deve ter a pesquisa a fim de facilitar trabalh d pesquisadr. A pesquisa deve prcurar respnder apenas a uma questã de cada vez. Ela deve ser direcinada para reslver um e apenas um prblema. É clar que utras dúvidas surgirã cm desenrlar d trabalh. Estas deverã servir cm suprte a nvas pesquisas n futur (ver seçã "cm a pesquisa pde ser útil psterirmente"). A precisã referese a direcinament necessári à pesquisa que a pergunta vai frnecer. A ser precisa ela define qual caminh a ser seguid para a execuçã da pesquisa. As hipóteses sã elabradas cm uma tentativa inicial de explicar aquele event que crreu e despertu a curisidade. Elas frmam crp central d trabalh e é aquil que autr vai tentar demnstrar cm verdadeir. Psterirmente elas serã submetidas à prva de serem u nã reais através d métd empregad e pssivelmente de métds estatístics que definirã a pssibilidade d achad estar crret. "É precis nã cnfundir hipótese cm pressupst, e cm evidência prévia. Hipótese é que se pretende e nã que se tem demstrad evidente, desde pnt de partida." (Severin, 1986). 2. PLANO DE INTENÇÃO O plan de intençã é uma antaçã que deve ser feita tã lg crra a idéia brilhante. Serve inicialmente para que a idéia nã se perca e será paulatinamente mdificad até se transfrmar n resum d prjet de pesquisa a ser escrit. Em utras palavras, terá frma inicial de um rascunh e frma final de um resum estruturad. Após surgiment da idéia brilhante nã pdems crrer risc desta cair n esqueciment, imediatamente devems escrever um "plan de trabalh" de pesquisa., cnfrme sugerid pr ECO (1989). Nela devem cnstar: títul, autres, serviç, endereç, resum e descritres. Mesm que estes itens sejam prvisóris e Página 1 de 15 Página 2 de 15

2 Castr AA, Clark OAC. Planejament da pesquisa Castr AA. Planejament da Pesquisa. Sã Paul: AAC; fictícis. Clcand estas infrmações n papel, está criad entã a versã preliminar d plan de intençã, que é um resum d trabalh, destinad a armazenar s elements iniciais da pesquisa para que estes nã se percam. Deve também servir cm rientaçã a pesquisadr para que este já de iníci pense nas questões pertinentes neste mment. O que quer pesquisar? Cm quem vu pesquisar? Onde vu pesquisar? Qual tip de desenh da minha pesquisa? Qual a amstra que vu utilizar? Qual s prcediments que vu utilizar? Quais s grups que vu frmar? E assim pr diante, de acrd cm a área da pesquisa a ser esclhida. A escreverms plan de intençã devems sempre lembrar que ele é dinâmic, n sentid de ser rescrit várias vezes, até atingir a precisã de cnteúd necessária. Assim s seus elements cnstituintes devem ser clcads tend em mente que aquela é a pretensã d autr e que ela pderá mdificar a lng d temp. Este plan de intençã será paulatinamente mdificad e aperfeiçad até que se trne resum n prjet de pesquisa. Entretant nã devems fazer este aperfeiçament szinh, quand cnteúd atingir uma precisã adequada cm um nível de detalhament adequad, u seja a idéia da pesquisa deve estar bjetiva, devems imprimir seu cnteúd numa flha única, cm layut e rtgrafia impecáveis. Só entã é que apresentarems nssa idéia a rientadr - u pessa que pretendems que seja - para que este avalie, critique e der sugestões. Definind assim da pssibilidade de fazer a pesquisa sb sua rientaçã. A estil deste plan de intençã será um bm parâmetr que rientadr terá para saber d seu grau de cnheciment n assunt a ser estudad, e rigr técnic nas atividades ligad à pesquisa. A flha única é indispensável, para evitar s prblemas cm a perda da segunda flha pela saída d gramp. Em resum, plan de intençã é igual à flha única. Os itens d plan de intençã sã: 1) Títul 2) Autres 3) Instituiçã 4) Arquiv 5) Endereç 6) Resum estruturad 7) Descritres Títul. O títul deve ser inicialmente que fr mais ilustrativ a situaçã. Será mdificad de acrd cm revisã da literatura e aut-reflexã, até representar crretamente cnteúd d trabalh. Autres. Os autres serã inicialmente, a pessa que teve a idéia e escreveu plan de intençã e rientadr. Este últim deve ser uma pessa de preferência cm cnheciment e experiência na área e metdlgia a serem empregads para realizar a pesquisa. A clcaçã d nme d rientadr deve ser efetuada, apenas após sua cncrdância em rientar estud. Instituiçã. Deve ser citad serviç e/u departament cm a instituiçã cm s quais s autres têm relaçã e endereç. Devem ser clcads: endereç pstal, endereç eletrônic, s númers d telefne e d fax. A finalidade desse endereç é que ele terá s dads necessáris para entrar em cntat cm autr. Evitand assim a pssível desculpa de falta de respsta pela falta de endereç e/u cntat. Arquiv. Citar nme d arquiv e seu diretóri, clcand a data e hra de impressã. Esses dads serã imprtantes n desenvlviment d plan de intençã. Resum estruturad. O resum neste pnt deve ser entendid inicialmente aquil que vcê pretende fazer e cm. Este resum inicial será melhrad e crrigid cm a realizaçã da revisã bibligráfica e cncluíd cm a aprvaçã final d rientadr. Cas n mment da idéia esteja bscur bjetiv e cm fazer, pela característica de prvisriedade d plan de intençã, deve-se escrever: a) que geru a dúvida; b) qual a pergunta frmulada, c) que pensei que fsse verdadeir. Uma prpsta para resums mais infrmativs de artigs riginais clínics fi publicada em Annals f Internal Medicine (Ad Hc Wrking Grup fr critical appraisal f the medicine Literature, 1987), n an seguinte, fi prpst a realizaçã de resums estruturads para artigs de revisã (Mulrw, 1988; Oxman & Guyatt, 1988), três ans mais tarde (Nayln el al., 1991) prpôs a realizaçã de resums estruturads para prpstas de pesquisas clinicas e epidemilógicas e dis ans depis (Hayward et al., 1993), prpôs resums estruturads para s Clinical Practice Guidelines. Tdas estas prpstas sã baseadas na explicitaçã de critéris chaves para permitir uma avaliaçã da a validade, a imprtância e a aplicabilidade. Seguind esta tendência, que é justificada pel bm sens e rigr científic, resum d plan de intençã deve ser estruturad. Mantend a extensã máxima de 450 palavras para sua elabraçã final. O resum estruturad para s estuds realizads cm serem humans e s realizads cm animais de experimentaçã pssuem s mesms itens. Os itens chaves para resum estruturad: a) Cntext b) Objetiv c) Tip de estud d) Lcal e) Amstra f) Prcediments (se necessáris) g) Variáveis h) Métd estatístic Descritres. Os descritres sã palavras u expressões de thesaurs, que refletem a idéia u cntext de determinada situaçã. Nas versões iniciais, cas nã saiba quais sã s descritres, prvisriamente, usarems as palavras d títul e d text, que melhr representem tema estudad. Os descritres deverã ser baseads d DECS - Descritres em Ciências da Saúde, publicads n Brasil pela BIREME (Centr Latin-american e d Caribe de Infrmações de Ciências da Saúde) que é uma traduçã d MESH - Medical Subject Heading publicad pela NLM - Natinal Página 3 de 15 Página 4 de 15

3 Castr AA, Clark OAC. Planejament da pesquisa Castr AA. Planejament da Pesquisa. Sã Paul: AAC; Library f Medicine ds Estads Unids. Ambs estã dispníveis gratuitamente pela Internet (URL: e Os itens d plan de intençã serã (ver exempl n anex 1): 1) Títul; 2) Autres; 3) Instituiçã; 4) Arquiv; 5) Cntext; 6) Objetiv; 7) Tip de estud; 8) Lcal; 9) Amstra; 10) Prcediments (se necessáris); 11) Variáveis; 12) Métd estatístic; 13) Descritres. 3. REVISÃO DA LITERATURA A revisã da literatura tem pr finalidade definir se a idéia inicial é viável d pnt de vista teóric, cnhecend cm tema encntra-se atualmente explrad através das pesquisas realizadas. É um mapeament teóric d estad atual de cnheciment sbre tema. O anex 2 deste text apresenta uma pçã de cm fazer a revisã de frma eficiente. 4. TESTES DE PROCEDIMENTOS E DE INSTRUMENTOS Cncluída a revisã da literatura, já sabems se a nssa idéia é exeqüível d pnt de vista teóric. Testar s prcediments e instruments irá definir se a nssa idéia é exeqüível d pnt de vista prátic. Testar s prcediments significa saber se as rtinas e técnicas que vams utilizar sã pssíveis de execuçã cm s recurss que dispms u irems necessitar de nvs recurss. Ex.: Na realizaçã de pesquisa experimental cm cã, é necessári que saibams manipular animal, anestesiar e s utrs prcediments da pesquisa. Apenas pderems cmeçar a pesquisa quand tiverms habilitads suficiente cm s prcediments e questináris. Qualquer prcediment que nã saibams fazer ira necessitar de uma pessa cntratada para este fim. Testar s instruments significa saber da dispnibilidade, cnheciment e manipulaçã da utilizaçã ds equipaments necessáris. Pr exempl, para utilizarms um aparelh de ultra-sngrafia, devems saber se ele estará dispnível ns hráris que irems necessitar, se tems cnheciment e a habilidade para clcá-l para funcinar e realizar exame aprpriadamente, cas cntrári, será necessári à cntrataçã de uma pessa para este fim. 5. PROJETO DE PESQUISA Decidid da exeqüibilidade da pesquisa através da revisã da literatura e d teste de instruments e prcediments, necessitarems ter um dcument nde esteja a idéia brilhante, a situaçã atual d cnheciment n assunt, e métd de cm chegar à respsta da pergunta inicial. Este dcument é prjet de pesquisa. Onde a partir dele utr pesquisadr pde chegar às mesmas respstas que vcê terá. O prjet teve ser clar, precis e bjetiv, na frma de redaçã. REY (1987), refere duas imprtâncias d prjet de pesquisa. Primeir, permitir as autres estabelecer, de md clar e precis, que vai fazer e cm. Segund, prduzir um dcument indispensável à btençã de autrizaçã para a execuçã da pesquisa u financiament da mesma. O mdel que adtams é uma adaptaçã d mdel requerid pel prgrama TDR, mantid pel PNUD / Banc Mundial / Organizaçã Mundial de Saúde, cm s requisits das leis 196 e 251 d Cnselh Nacinal de Saúde. A estrutura d prjet de pesquisa cmpreende: a) elements pré-textuais, b) elements textuais, c) elements pós-textuais. Flha de rst d cmitê de ética em pesquisa Capa Flha de rstr (n vers a ficha catalgráfica) Índice Lista de abreviaturas, siglas, símbls e sinais Resum / Abstract 1. Infrmações gerais 2. Prjet de pesquisa 2.1. Razões e bjetivs da pesquisa Cntext (justificativa) Hipótese Objetiv 2.2. Plan de trabalh e métds - Cmitê de ética em pesquisa Tip de estud Lcal Amstra Critéris de inclusã Critéris de exclusã Amstragem Cnsentiment livre e esclarecid Prcediments (intervençã, teste, expsiçã, se necessári.) Variáveis Variáveis primárias Variáveis secundárias Dads cmplementares Métd estatístic Cálcul d tamanh da amstra Análise estatística 2.3. Etapas da pesquisa e crngrama Etapas da pesquisa Crngrama 2.4. Relaçã de materiais necessáris 2.5. Orçament Quadr (recurss, fntes e destinaçã) Previsã de ressarciment de gasts as sujeits da pesquisa 2.6. Mnitrizaçã da pesquisa Medidas para a prteçã u minimizaçã de quaisquer riscs Medidas de mnitrizaçã da cleta de dads Medidas de prteçã à cnfidencialidade Critéris para suspender u encerrar a pesquisa Página 5 de 15 Página 6 de 15

4 Castr AA, Clark OAC. Planejament da pesquisa Castr AA. Planejament da Pesquisa. Sã Paul: AAC; Análise ds riscs e ds benefícis 2.8. Prpriedades da infrmaçã e divulgaçã da pesquisa 2.9. Respnsabilidades d pesquisadr, da instituiçã, d prmtr e d patrcinadr 3. Dcumentaçã cmplementar 3.1. Referências 3.2. Mdel d term de cnsentiment livre e esclarecid 3.3. Mdel das fichas de cleta de dads 3.4. Cópia d dcument de aprvaçã pel cmitê de ética em pesquisa 3.5. Mdel da tabela de dads individuais 3.6. Curriculum vitae Lattes ds pesquisadres Capa Cada um ds itens da estrutura d prjet de pesquisa apresentad, deverá iniciar uma nva página - recmendaçã puramente csmética. Destes itens a plan de trabalh e métds é que necessitará de algumas subdivisões (ver n anex 3 versã cmpleta da estrutura d prjet de pesquisa). As subdivisões d plan de trabalh e métds sã: 1. Tip de estud 2. Lcal 3. Amstra 4. Prcediments (se necessáris) 5. Variáveis 6. Métd estatístic Cada uma destas subdivisões deve ser descrita detalhadamente s aspects relacinads cm item, para pssibilitar uma cmpreensã ttal d que autr deseja. Send a estatística uma ferramenta de auxíli na interpretaçã de um cnjunt de valres de uma variável, dmíni desta disciplina é básic para pesquisadr. Devend este ser capaz de discutir s métds adtads, e justificar sua utilizaçã. Entretant, a cnsulta a estatístic é fundamental. Cm também, prjet deve ser apresentad para pesquisadres da área e fra para que dêem sugestões. A estatístic cabe verificar e auxiliar pesquisadr durante planejament da pesquisa ns seguintes itens: 1) a técnica de amstragem; 2) cálcul d tamanh da amstra; 3) a análise estatística. O estatístic será útil durante a execuçã da pesquisa para auxiliar n armazenament, na tabulaçã, na análise ds dads e na interpretaçã ds dads. Na divulgaçã, para auxiliar na descriçã d métd estatístic e apresentaçã ds resultads. Esta estrutura d plan de trabalh d prjet da pesquisa, segue a recmendaçã realizada pr HAYNES (1990) sbre resums estruturads, s quais adaptams para a preparaçã d prjet. Segue as divisões e explicaçã de cada item: a) Tip de estud: a expsiçã clara, sbre desenh d estud. Pr exempl: Ensai Clínic Cntrlad randmizad, dupl-ceg. b) Lcal: definiçã d lcal nde esta send realizada a pesquisa; pr exempl, Hspital de assistência terciária, hspital de assistência secundária, hspital de assistência primária. Ou seja uma infrmaçã genérica de nde fi realiza estud, seguid d nme em particular e cidade. c) Amstra: apresentar qual s dentes de interesse na pesquisa, descrevend diagnóstic, e estadiament da dença. Os critéris de exclusã devem ser citads. d) Prcediments (intervenções, teste diagnóstic u expsições, se necessáris): Sã s grups em que sã dividids s pacientes, para a análise e descrever prmenrizadamente qual é prcediment de cada grup. e) Variáveis: descrever quais serã as variáveis estudadas, devend fazer uma divisã entre as variáveis primárias, das secundárias, das cmplementares. Ns estuds de eficácia e efetividade sã mandatóris a us variáveis clínicas. f) Métd estatístic: este item é dividid em três: a) cálcul d tamanh da amstra; b) análise estatística. 6. CONSIDERAÇÕES FINAIS Entender planejament da pesquisa cm um prcess estruturad que se inicia cm a idéia brilhante e encerra-se cm a elabraçã d prjet de pesquisa, é imprtante para a etapa de execuçã da pesquisa virá em seguida. A estruturaçã de cada um das etapas e a sistematizaçã sã prvavelmente s maires avançs nesta área. Quand mair temp gast n planejament, menr serã s prblemas que surgirã. Pr iss, temp gast n planejament será fundamental para prduzir uma pesquisa de ba qualidade. 7. REFERÊNCIAS AWGFCAML, Ad Wrking Grup fr Critical Appraisal f the Medical Literature. A prpsal fr mre infrmative abstracts f clinical articles. Ann Intern Med 1987;106(4): Bireme, Centr Latin-American e d Caribe para Infrmações em Ciências da Saúde. DECS: descritres em ciências da saúde. 2 a ed. Sã Paul: BIREME; Dispnível em: URL: Day Day RA. Cm escrever y publicar trabajs científics. Washingtn: OPS/OMS; Hw t read clinical jurnal, Departament f Clinical Epidemilgy and Bistatistic, Mcmaster University, Health Science Center. Hw t read clinical jurnal. I. Why t read them and start reading them critically. Can Med Assc J 1981;124(5): Departament f Clinical Epidemilgy and Bistatistic, Mcmaster University, Health Science Center. Hw t read clinical jurnal. II. T learn abut a diagnstic test. Can Med Assc J 1981;124(6): Departament f Clinical Epidemilgy and Bistatistic, Mcmaster University, Health Science Center. Hw t read clinical jurnal. III. T learn the clinical curse and prgnsis f disease. Can Med Assc J 1981;124(7): Departament f Clinical Epidemilgy and Bistatistic, Mcmaster University, Health Science Center. Hw t read clinical jurnal. IV. T determine etilgy r causatin. Can Med Assc J 1981;124(8): Departament f Clinical Epidemilgy and Bistatistic, Mcmaster University, Health Science Center. Hw t read clinical jurnal. V. T distinguish useful frm useless r even harmfull therapy. Can Med Assc J 1981;124(9): Departament f Clinical Epidemilgy and Bistatistic, Mcmaster University, Health Science Center. Hw t read clinical jurnal. VI. T learn abut the quality f clinical care. Can Med Assc J 1981;130(4): Departament f Clinical Epidemilgy and Bistatistic, Mcmaster University, Health Science Center. Hw d read clinical jurnal. VII. T understand and ecnmic evaluatin (Part A). Can Med Assc J 1981;130(11): Departament f Clinical Epidemilgy and Bistatistic, Mcmaster University, Health Science Center. Hw d read clinical jurnal. VII. T understand and ecnmic evaluatin (Part B) Can Med Assc J 1981;130(12): Página 7 de 15 Página 8 de 15

5 Castr AA, Clark OAC. Planejament da pesquisa Castr AA. Planejament da Pesquisa. Sã Paul: AAC; Ec, Ec H. Cm se faz uma tese. Sã Paul: Perspectiva; Evans, Evans M. Structured abstracts: ratinale and cnstructin. Eur J Surg 1993;159: EBMWG, Evidence-Based Medicine Wrking Grup. Evidence-Based medicine: a new apprach t teaching the practice f medicine. JAMA 1992;268(17): User's guide t the medical literature, Dispnível em: URL: Evidence-Based Medicine Wrking Grup. User's guide t the medical literature. Health infrmatin resuces unit. (http://hiru.mcmaster.ca/ebm/user's/defut.htm) Evidence-Based Medicine Wrking Grup. User's guide t the medical literature: I. Hw t get started.. JAMA 1993; 270(17): Evidence-Based Medicine Wrking Grup. User's guide t the medical literature: II. Hw t use na article abut therapy r preventin. A. Are the results s the study valid? JAMA 1993; 270(21): Evidence-Based Medicine Wrking Grup. User's guide t the medical literature: II. Hw t use na article abut therapy r preventin. B. What were the results and will they help me caring fr my patients. JAMA 1994; 271(1): Evidence-Based Medicine Wrking Grup. User's guide t the medical literature: III. Hw t use na article abut a diagnstic test. A. Are the results f the study valid? JAMA 1994; 271(5): Evidence-Based Medicine Wrking Grup. User's guide t the medical literature: III. Hw t use na article abut a diagnstic test. B. What were the results and will they help me caring fr my patients. JAMA 1994; 271(9): Evidence-Based Medicine Wrking Grup. User's guide t the medical literature: IV. Hw t use na article abut harm. JAMA 1994; 271(20): Evidence-Based Medicine Wrking Grup. User's guide t the medical literature: V. Hw t use na article abut prgnsis. JAMA 1994; 272(3): Evidence-Based Medicine Wrking Grup. User's guide t the medical literature: VI. Hw t use an verview. JAMA 1994; 272(17): Evidence-Based Medicine Wrking Grup. User's guide t the medical literature: VII. Hw t a clinical decisin analysis. A. Are the results f the study valid? JAMA 1995; 273(16): Evidence-Based Medicine Wrking Grup. User's guide t the medical literature: VII. Hw t a clinical decisin analysis. B. What were the results and will they help me caring fr my patients. JAMA 1995; 273(20): Evidence-Based Medicine Wrking Grup. User's guide t the medical literature: VIII. Hw t use clinical practice guidelines. A. Are the recmmendatins valid? JAMA 1995; 274(7): Evidence-Based Medicine Wrking Grup. User's guide t the medical literature: VIII. Hw t use clinical practice guidelines. B. What are the recmmendatins and will they help yu in caring fr yur patients? JAMA 1995; 274(20): Evidence-Based Medicine Wrking Grup. User's guide t the medical literature: IX. A methd fr grading health care recmmendatins. JAMA 1995; 274(22): Evidence-Based Medicine Wrking Grup. User's guide t the medical literature: X. Hw t use na article reprting variatins in the utcmes f health services. 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J Clin Epidemil 1991;44(8): Oxman, Oxman AD, Guyatt GH. Guidelines fr reading literature review. Can Med Assc J 1988;138(8): Rey, Rey L. Planejar e redigir trabalhs científics. 2 a ed. Sã Paul: Edgard Blücher; Sackett, Sackett DV, Oxman AD, editrs. The Cchrane handbk. The Cchrane Cllabratin, Oxfrd, Dispnível em: URL: Salmn, Salmn DV. Recensã e abstract. In: Salmn DV. Cm fazer uma mngrafia: elements de metdlgia d trabalh científic. 4 a ediçã. Bel Hriznte: Interlivrs; Severin, Severin AJ. Metdlgia d trabalh científic. 14 a ediçã. Sã Paul: Crtez; Versã prévia publicada: Nenhuma. Data da última mdificaçã: 27 de julh de Cm citar este capítul: Castr AA, Clark OAC. Planejament da pesquisa. In: Castr AA. Planejament da pesquisa. Sã Paul: AAC; Dispnível em: URL: Cnflit de interesse: Dispnível em: URL: Fnte de fment: Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagas - UNCISAL, Maceió, AL. Sbre autr: Aldemar Arauj Castr Prfessr Assistente, Mestre, da Disciplina de Metdlgia da Pesquisa Científica d Departament de Medicina Scial da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagas, Maceió, Brasil. Otavi August Camara Clark Dutr em Onclgia Clínica da Universidade Estadual de Campinas, Campinas, Brasil. Endereç para crrespndência: Aldemar Arauj Castr Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagas Departament de Medicina Scial Disciplina de Metdlgia da Pesquisa Científica URL: Rua Dutr Jrge de Lima Maceió AL Fne: Facsímile: Página 9 de 15 Página 10 de 15

6 Castr AA, Clark OAC. Planejament da pesquisa Castr AA. Planejament da Pesquisa. Sã Paul: AAC; Crrei eletrônic: Dads d Manuscrit Nme d arquiv: lv4_01_planejament_03 Última impressã: 27/6/2005 1:39 Númer de páginas: 15 Revisã númer: 2 Tamanh d arquiv (Kb): 167 (5549 palavras, 280 parágrafs) Nme d arquiv cm diretóri: C:\Dcuments and Settings\Aldemar\Meus dcuments\ald_01_metdlgia\mbe_05_planejament da pesquisa\lv4_planejament\lv4_01_planejament_03.dc Pnts para recrdar O planejament da pesquisa é a primeira das três etapas da pesquisa (planejament, execuçã e divulgaçã). O planejament pde ser estruturad em cinc itens: a) idéia brilhante, b) plan de intençã, c) revisã da literatura, d) testes de instruments e de prcediments, e) prjet de pesquisa. A idéia brilhante é um prcess frmad pr três itens: a) dúvida, b) pergunta, c) hipótese. A frmulaçã da pergunta é uma etapa fundamental da pesquisa, pis define e delimita prblema a ser estudad, frnecend a pesquisadr element principal para estabelecer bjetiv da pesquisa. O plan de intençã é uma antaçã que deve ser feita tã lg crra a idéia brilhante. Serve inicialmente para que a idéia nã se perca e será paulatinamente mdificad até se transfrmar n resum d prjet de pesquisa a ser escrit. Em utras palavras, terá frma inicial de um rascunh e frma final de um resum estruturad. O plan de intençã é igual à flha única. Os itens d plan de intençã sã: 1) Títul; 2) Autres; 3) Instituiçã; 4) Arquiv; 5) Cntext; 6) Objetiv; 7) Tip de estud; 8) Lcal; 9) Amstra; 10) Prcediments (se necessáris); 11) Variáveis; 12) Métd estatístic; 13) Descritres. A revisã da literatura tem pr finalidade definir se a idéia inicial é viável d pnt de vista teóric, cnhecend cm tema encntra-se atualmente explrad através das pesquisas realizadas. Testar s prcediments significa saber se as rtinas e técnicas que vams utilizar sã pssíveis de execuçã cm s recurss que dispms u irems necessitar de nvs recurss. O prjet de pesquisa é um dcument nde está a idéia brilhante, a situaçã atual d cnheciment n assunt, e métd de cm chegar à respsta da pergunta inicial. Entender planejament da pesquisa cm um prcess estruturad que se inicia cm a idéia brilhante e encerra-se cm a elabraçã d prjet de pesquisa, é imprtante para a etapa de execuçã da pesquisa virá em seguida. ANEXO 1 Exempl de um plan de intençã 1. Títul. Heparina de baix pes mlecular cmparada à heparina nã fracinada n tratament inicial da trmbse vensa prfunda/emblia pulmnar: ensai clínic randmizad, dupl-ceg. 2. Autr. Aldemar Araúj Castr 3. Instituiçã. Disciplina de Cirurgia Vascular d Departament de Cirurgia da Universidade Federal de Sã Paul. Rua Napleã de Barrs, andar. Sã Paul - SP Fne: ; Facsímile: ; Crrei eletrônic: 4. Arquiv. C:/exempls/pi_html_1.dc 12/04/1999; 04:45 5. Cntext. A trmbse vensa prfunda emblia pulmnar apesar d tratament inicial cm a heparina nã fracinada apresenta 10% de cmplicações. Cm us da heparina de baix pes mlecular, espera-se a reduçã destas cmplicações. Diante deste cenári e da necessidade de avaliar real benefíci da HBPM é prpst este ensai clínic. 6. Objetiv. Avaliar a segurança e efetividade d tratament da trmbse vensa prfunda (TVP) ds membrs inferires e da emblia pulmnar (EP) cm heparina de baix pes mlecular (HBPM) cmparada cm a heparina nã fracinada (HNF). A hipótese testada é que a HBPM é mais eficiente e segura. 7. Tip de estud. Estud randmizad cntrlad, dupl-ceg, cm 12 meses de seguiment. 8. Lcal. Hspital universitári terciári de referência para angilgia e cirurgia vascular (Hspital Sã Paul, Sã Paul, SP). 9. Amstra. Dentes cm TVP prximal sintmátics e/u EP sintmática, cnfirmads pr exame cmplementar bjetiv. 10. Intervençã. GRUPO EXPERIMENTAL: HBPM, SC, dse fixa ajustada a pes, pr a mens 7 dias, seguid de Warfarin, 5 mg, VO, RNI 2 a 3, 6 meses. GRUPO CONTROLE: HNF, IV, cntínua (TTPa), pr a mens 7 dias. Warfarin, VO (RNI), 6 meses. Ambs s grups iniciam anticagulante ral n quint dia, send interrmpid a heparinizaçã quand RNI (2 a 3) fr alcançad em dias sucessivs. 11. Variáveis. Mrtalidade, emblia pulmnar, recrrência da TVP, cmplicações hemrrágicas maires, cmplicações hemrrágicas menres. 12. Métd estatístic. O Tamanh da amstra fi estimad em 800 dentes em cada grup, cnsiderand alfa 0,04, beta 0,2, P1 0,1 e P2 0,05. A análise estatística será realizada cm teste d qui-quadrad, reduçã de risc abslut e relativ, númer necessári a tratar de cada variável estudada, calculand também interval de cnfiança de 95% para cada pnt estimad. 13. Descritres. Emblia pulmnar, trmbse vensa prfunda, trmbemblism pulmnar. Página 11 de 15 Página 12 de 15

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