FACULDADE DE MEDICINA DA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "FACULDADE DE MEDICINA DA"

Transcrição

1 PROJECTO FNNCDO PEL: COM O POO D: Faculdade de Medicina Universidade gostinho Neto FCULDDE DE MEDCN D UNVERSDDE GOSTNHO NETO RELTÓRO FNL DE VLÇÃO NSTTUCONL 2007

2

3 Programa de Cooperação entre a Faculdade de Medicina da Universidade do Porto e a (FMUP) Faculdade de Medicina da Universidade gostinho Neto (FMUN) Protocolo de Cooperação UP/UN Protocolo Governamental Portugal/República de ngola (POC2006)

4

5 ÍNDCE Prefácio 1 Resumo 5 1. Nota ntrodutória 9 2. Génese e evolução do curso Objectivos do curso Breve descrição do conteto em que o curso foi criado rticulação institucional do curso dentro da Universidade Enquadramento do curso na àrea científica pertinente a nível Nacional e nternacional Estrutura do Curso Estrutura da coordenação do Curso Estudantes ndicadores do sucesso académico do ano-objecto Recursos humanos Recursos materiais Espaços de Carácter Geral Salas de aulas Laboratórios Bibliotecas Locais de estudo e convívio Equipamentos dedicados especificamente ao Curso Recursos financeiros Enquadramento do curso na actividade de investigação da instituição Cursos de Pós Graduação, de Mestrado e de Doutoramento nvestigação Científica Outras acções de nvestigação relacionadas com o Curso Processo de valiação Contetualização Objectivo Metodologia de construção do processo de valiação spectos introdutórios Objectivos específicos e conteto da valiação Metodologia do Processo de valiação Participantes nstrumentos Procedimentos 38

6 3.4. nálise de dados Dados provenientes da valiação nterna (WFME) 40 ) Standards Globais - nálise SWOT Dados provenientes da valiação Eterna 45 ) bordagem quantitativa 45 nquéritos aos estudantes 46 nquéritos aos docentes 49 Conclusões gerais 52 B) bordagem qualitativa 53 C) Entrevistas 55 Estudantes 55 Departamentos de Ensino e nvestigação Considerações finais do processo partilhado de avaliação da FMUN Documentos Referência 65

7 PREFÁCO

8

9 PREFÁCO O ano de 2005 irá constituir uma referência na História da Faculdade de Medicina da Universidade gostinho Neto (FMUN) e da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP). Marca o início, com o apoio do nstituto Português de poio ao Desenvolvimento (PD) no âmbito de protocolos intergovernamentais, de um programa estratégico e estruturante do desenvolvimento da qualidade de formação de médicos em ngola. Esta situação decorreu da partilha de objectivos estratégicos e operacionais de desenvolvimento da qualidade em Educação Médica, com os quais a FMUN e a FMUP confluíram, no abraço de um programa conjunto, tendo como ponto de sustentação os serviços responsáveis pela Educação Médica: o Centro de Estudos vançados em Educação e Formação Médica da FMUN (CEDUMED) e o Centro de Educação Médica da FMUP (Cem-FMUP). 31 de Maio de 2005, após uma fase de ampla discussão acerca do modo de implementação de um programa entre as duas nstituições, ambas acordaram em estabelecer a cooperação através de um Memorando de Entendimento decorrente da vontade política em promover a cooperação a nível universitário entre Portugal e ngola, bem como as condições do Sistema de Saúde ngolano, na perspectiva da melhoria das condições médico-sanitárias da População ngolana (conforme inscrito no Programa nual de Cooperação/PC 2005, estabelecido entre os Governos de ngola e de Portugal). Este Memorando constitui um instrumento estratégico que enquadra um programa de acções de índole estruturante a iniciar com a avaliação e diagnóstico de carácter científico-pedagógico da licenciatura em Medicina da FMUN e, prospectivamente, de outros pólos da Universidade a criar nas províncias, e tem como finalidade organizar um programa coerente de intervenção continuada com vista à qualidade e ecelência no domínio das Ciências da Saúde. O objectivo major, ao qual vai ser dada resposta no presente documento conjunto de valiação da FMUN, consistia em promover a valiação do Curso de Medicina ministrado na FMUN no sentido de optimizar as capacidades desta última, no âmbito do Ensino Superior em Ciências da Saúde em ngola, quer para a própria Faculdade em Luanda, quer para futuros Pólos Universitários que se venham a criar noutras Capitais Provinciais. Este processo avaliativo visa, prioritariamente, contribuir para melhorar a qualidade do Curso de Medicina da Faculdade de Medicina da Universidade gostinho Neto. Quando se deu inicio à cooperação entre as duas Faculdades, decorria já na FMUN a avaliação interna do Curso de Medicina (Relatório da valiação nterna do Curso de Medicina da FMUN, 2006). Desde o início da colaboração conjunta (2005), houve uma série de acções que decorreram em simultâneo e cujas linhas orientadoras se encontram definidos nos Projectos submetidos ao PD e nos sucessivos Relatórios das Missões efectuadas. Das múltiplas acções desencadeadas a avaliação ocupou um lugar central, uma vez que desde início foi assumido por ambas as Partes (FMUP e FMUN) que, antes de propostas concretas de eventuais melhoramentos, seria necessário proceder ao levantamento da situação, isto é, avaliar o funcionamento actual. ssim, aquando da definição do Processo de valiação do Curso de Medicina da FMUN, ficou estabelecido, entre ambas as partes, que o ano-objecto da avaliação seria o ano lectivo 2005, dado que o ano lectivo 2006 se encontrava em curso avaliação decorreu de modo ímpar, com o desenvolvimento de dois processos complementares. Um desencadeado no interior da FMUN, tendo como referência a definição dos parâmetros dos Standards Globais da Educação Médica segundo os critérios definidos pela Federação Mundial de Educação Médica. O outro, decorrente da intervenção da FMUP e em absoluta complementaridade com o primeiro, permitiu a recolha de dados referentes ao funcionamento do Curso e da nstituição, para o que contou com a colaboração inecedível dos órgãos de gestão, docentes e estudantes da FMUN. Porque surgiu a ideia da avaliação (i.e., propósito da avaliação)? Porque era a forma de se proceder ao levantamento de necessidades. Ou seja, se assumirmos que há requisitos mínimos em termos de FCULDDE DE MEDCN D UNVERSDDE GOSTNHO NETO - RELTÓRO FNL DE VLÇÃO NSTTUCONL 1

10 PREFÁCO educação/formação médica então era indispensável saber onde se situava a FMUN e quais as suas necessidades. avaliação, concebida como instrumento de responsabilização e de manutenção da legitimidade institucional, permite elevar a qualidade dos seus componentes e reconhecer o valor das suas actividades, orientando-as para o futuro. Só partindo das necessidades identificadas e dos critérios tidos como referência (qualidade, ecelência), será possível propor acções específicas para melhorar a educação/formação médica em ngola. Os dois procedimentos, construídos numa matriz muito semelhante (i.e., tendo a qualidade como meta), poderão servir de base a algo de novo. mbos os relatórios, de que resultou o presente documento síntese, tiveram influência e interpretação mútuas decorrentes das sinergias entre os dois processos que se complementam e que sugerem directrizes para o plano de intervenção. Se por um lado os standards da WFME permitem a avaliação de áreas distintas em termos de qualidade, designadamente (1) missão e objectivos, (2) programa educacional, (3) avaliação dos estudantes, (4) estudantes, (5) corpo docente, (6) recursos educacionais, (7) avaliação do programa, (8) governança e administração e (9) renovação contínua, por outro lado os procedimentos adoptados na avaliação eterna possibilitam uma visão mais holística da instituição que permite a classificação de mérito e acreditação académica do estabelecimento e do curso ministrado. avaliação é aqui assumida como instrumento que internaliza os objectivos e metas a alcançar, com o grande envolvimento da comunidade académica. Esta disposição é especialmente importante, pois permite dar continuidade às acções da FMUN na elaboração de políticas públicas de saúde e nas novas áreas de epansão tradicionalmente realizadas junto aos Ministérios da Saúde e da Educação. Neste conteto, são esperados dois produtos finais decorrentes dos dois processos de avaliação: 1. Produção de um instrumento de diagnóstico institucional ou auto-avaliação capaz de integrar os aspectos relevantes das actividades de ensino, investigação e assistência à saúde, tendo em vista a responsabilização institucional, a aprendizagem e o processo de tomada de decisões acerca do futuro da instituição. 2. Formulação de um relatório síntese (com significativo grau de consistência interna) que seja capaz de retratar a instituição em termos da sua capacidade de ensino, da capacidade de produção de conhecimentos científicos e tecnológicos e das suas relações com a sociedade e que seja capaz de produzir a refleão institucional, constituindo-se num instrumento de tomada colectiva de decisões. Este é o documento síntese e partilhado da avaliação institucional da FMUN. s dificuldades inerentes à produção deste documento são as decorrentes de um processo de grande compleidade, onde o julgamento de uma instituição deverá ser fundamentada pela triangulação de dados provenientes de fontes diversas, para que se torne possível traçar um quadro transparente e coerente da situação da Educação Médica naquela que é a única instituição pública de formação de médicos em ngola. Eistiram no passado outras acções de avaliação da FMUN e do seu Curso de Medicina com vista à melhoria da qualidade, à sua acreditação ou à implementação de projectos específicos de intervenção que se realizaram intermitentemente, quer no quadro da avaliação de toda a Universidade quer de forma focalizada na FMUN. No entanto em nenhum outro processo se verificou o envolvimento tão empenhado da comunidade académica, que possibilitou quer a elaboração deste relatório síntese quer a recolha de todo o material que se lhe anea. Este documento apresenta a síntese dos resultados obtidos, que permitirão traçar o plano estratégico de desenvolvimento e de melhoria da FMUN. Dele ressaltam aspectos importantes referentes aos recursos materiais e humanos e ao modo como estes recursos se articulam para garantir o funcionamen- 2 FCULDDE DE MEDCN D UNVERSDDE GOSTNHO NETO - RELTÓRO FNL DE VLÇÃO NSTTUCONL

11 PREFÁCO to do Curso de Medicina. Os défices das condições físicas e dos recursos materiais, designadamente as carências de infra-estruturas, equipamentos e material bibliográfico e informático, o deficiente apetrechamento dos laboratórios, o disfuncionamento da parte clínica e o estágio, para além das relações entre os quadros dos Hospitais e os quadros da FMUN, o défice das tecnologias de informação, a (des)motivação do corpo docente com grandes índices de acumulação de actividades etracurriculares e vínculos com outras instituições de Ensino Superior, mesmo com as instituições privadas de formação de médicos. Ressaltam ainda os problemas da burocracia e impedimentos contractuais, a falta de técnicos qualificados e de pessoal administrativo. Contudo, há a realçar a persistência e a perseverança das pessoas. Também merecem referência os problemas ao nível da concepção e das metodologias de implementação do currículo, a (des)coordenação do Curso, o ortodoismo do currículo, a ausência de aulas práticas, as metodologias centradas no ensino e no docente. Todos estes aspectos, inseridos num conteto problemático do acesso ao Curso de Medicina decorrente da proveniência diversificada dos estudantes e ausência de suporte social/académico, da preparação deficitária à entrada no Curso e deficiências nos critérios de selecção e dificuldades académicas, criam dificuldades adicionais ao funcionamento do Curso. Tendo em consideração os resultados obtidos nas duas abordagens complementares e partilhadas, é possível delinear o quadro actual da FMUN e estabelecer o planeamento estratégico da nstituição, em termos do cumprimento da sua Missão e Objectivos e do seu posicionamento nacional como instituição pública responsável pela Educação Médica em ngola. ssim, na determinação das competências adstritas à FMUN, o conhecimento profundo conseguido através destes processos avaliativos da sua situação actual (obtida por procedimentos rigorosos e isentos) deverá estar enformado do esforço de previsão do que a sociedade ngolana irá requerer aos profissionais médicos a médio prazo (5-10 anos). Para além da epectável evolução das tecnologias, há aspectos que são cada vez mais críticos para o desempenho profissional e que se podem enquadrar nas competências globais mínimas já bem identificadas. De entre estas, de referir o pensamento crítico, a criatividade, a capacidade de aprender ao longo da vida, a responsabilidade ética e profissional ( profissionalismo ), a capacidade de negociação, a liderança e a autonomia. o mesmo tempo, a capacidade de trabalhar em equipa, a auto-avaliação, a tomada de decisões e a adaptabilidade aos diferentes contetos, são factores críticos a equacionar no conteto de mudança que se impõe para cumprir a Missão da FMUN face à população de ngola. FCULDDE DE MEDCN D UNVERSDDE GOSTNHO NETO - RELTÓRO FNL DE VLÇÃO NSTTUCONL 3

12

13 RESUMO

14

15 RESUMO O Relatório Final da valiação da Faculdade de Medicina da Universidade gostinho Neto (FMUN), é o documento síntese e partilhado da avaliação institucional, elaborado entre a FMUN e a Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP), com o objectivo de retratar a instituição, capaz de produzir a refleão institucional e constituir-se num instrumento de tomada colectiva de decisões. avaliação da FMUN foi desencadeada no sentido de optimizar as capacidades desta última, no âmbito do Ensino Superior em Ciências da Saúde em ngola, quer para a própria Faculdade em Luanda, quer para futuros Pólos Universitários que se venham a criar noutras Capitais Provinciais. avaliação decorreu com o desenvolvimento de dois processos complementares. Um, desencadeado no interior da FMUN, tendo como referência os Standards Globais da Educação Médica, segundo os critérios definidos pela Federação Mundial de Educação Médica; o outro, decorrente da intervenção da FMUP, em projecto financiado pelo nstituto Português de poio ao Desenvolvimento (PD), e em complementaridade com o primeiro, permitiu a recolha de dados referentes ao funcionamento do Curso e da nstituição. Se por um lado os Standards permitem a avaliação de áreas distintas em termos de qualidade, por outro lado os procedimentos adoptados na avaliação eterna possibilitam uma visão mais holística da instituição e do curso ministrado. Neste conteto, o relatório enquadra-se num referencial de valiação Desenvolvimental, onde o processo agora realizado deverá levar à introdução de alterações no Curso de Medicina. Do ponto de vista metodológico, a recolha de informação foi efectuada em etapas consecutivas, com base em procedimentos múltiplos - análise documental, inquéritos por questionário e dados obtidos através de entrevistas com interlocutores-chave da instituição e com representantes dos corpos docente e de estudantes. Este processo metodológico permitiu integrar as múltiplas dimensões envolvidas nas actividades da FMUN, incorporando na avaliação elementos estratégicos, construindo compromissos institucionais que validam e legitimam o processo. Desta avaliação ressaltam aspectos importantes referentes aos recursos materiais e humanos e ao modo como estes se articulam para garantir o funcionamento do Curso de Medicina. Os défices das condições físicas e dos recursos materiais, designadamente as carências de infra-estruturas, equipamentos, material bibliográfico e informático, o deficiente apetrechamento dos laboratórios, o disfuncionamento da parte clínica e o estágio, para além das relações entre os quadros dos Hospitais e da FMUN, o défice das tecnologias de informação, a (des)motivação do corpo docente com grandes índices de acumulação de actividades etracurriculares e vínculos com outras instituições de Ensino Superior. Ressaltam ainda os problemas da burocracia e impedimentos contractuais, a falta de técnicos qualificados e de pessoal administrativo. Contudo, há a realçar a persistência e a perseverança das pessoas. Também merecem referência os problemas ao nível da concepção e das metodologias de implementação do currículo, a (des)coordenação do Curso, o ortodoismo do currículo, o défice de aulas práticas nalgumas áreas disciplinares, as metodologias centradas no ensino e no docente. Todos estes aspectos, inseridos num conteto problemático do acesso ao Curso de Medicina decorrente da proveniência diversificada dos estudantes e ausência de suporte social/académico, da preparação deficitária à entrada no Curso e deficiências nos critérios de selecção e dificuldades académicas, criam dificuldades adicionais ao funcionamento do Curso. Tendo em consideração os resultados obtidos nas duas abordagens complementares e partilhadas, é possível delinear o quadro actual da FMUN e estabelecer o planeamento estratégico da nstituição em termos do cumprimento da sua Missão e Objectivos e do seu posicionamento nacional como instituição pública responsável pela Educação Médica em ngola. FCULDDE DE MEDCN D UNVERSDDE GOSTNHO NETO - RELTÓRO FNL DE VLÇÃO NSTTUCONL 7

16

17 1. NOT NTRODUTÓR

18

19 1. NOT NTRODUTÓR Faculdade de Medicina da Universidade gostinho Neto (FMUN) teve a sua origem remota em 1963, então com a designação de Curso Médico-Cirúrgico dos Estudos Gerais Universitários de ngola, criados pela dministração Portuguesa pelo Decreto-Lei 44530, de 21 de gosto de 1962, após a publicação, em 23 de Julho do mesmo ano, do Decreto-Lei que anulou o Diploma Legislativo nº 3235, de 21 de bril de 1962 do Governo Geral de ngola. designação de Curso Médico-Cirúrgico manteve-se mesmo depois de em 1968, por força do Decreto-Lei de 23 de Dezembro, os Estudos Gerais Universitários de ngola passarem a designar-se Universidade de Luanda. Somente depois, quase um ano passado sobre a data da independência nacional e quando em 28 de Setembro de 1976 o então Ministro da Educação ntónio Jacinto assina a Portaria 77-/76 que transforma a Universidade de Luanda em Universidade de ngola, se etinguem nesta Universidade os Cursos, como o Curso Médico-Cirúrgico, e passam a denominar-se Faculdades. ssim, surge pela primeira vez a designação de Faculdade de Medicina, embora da Universidade de ngola. É obrigatório referir que em 1981, em obediência a uma decisão política superior, se instalou um novo Curso de Medicina na cidade do Huambo (formalmente dependente da sede em Luanda, mas com considerável grau de autonomia), que encerrou em 1992 devido ao recrudescimento da guerra. Uma parte considerável dos médicos do País foram, total ou parcialmente, formados neste Curso do Huambo. denominação actual de Faculdade de Medicina da Universidade gostinho Neto decorreu da Resolução 1/85 do CDS, publicada em Diário da República 9-1ª Série em 28 de Janeiro de 1985, na qual a Universidade de ngola passou a chamar-se Universidade gostinho Neto (UN), em homenagem ao Fundador da Nação e Primeiro Presidente da República, que foi o seu primeiro Reitor. UN foi progredindo, como epressão dum processo de desenvolvimento planificado e convenientemente suportado até ao início da década de 90, tendo-se instalado então na Universidade uma profunda crise caracterizada pela deterioração da qualidade do Ensino, paralisação da nvestigação, ausência de formação pós-graduada do corpo docente, abandono por parte dos docentes e técnicos diferenciados, falta de financiamentos e desagregação institucional. Simultaneamente a esta crise universitária, a deterioração do Serviço Nacional de Saúde constituiu um factor adicional agravante para a formação dos médicos na FMUN. Nalguns aspectos, no final da década de 90 e de forma mais determinada a partir do início da presente década (2000), a UN iniciou um novo ciclo de desenvolvimento caracterizado pela sua epansão no território nacional a outras províncias; criação de novas Faculdades, nstitutos, Escolas, Departamentos e Centros de nvestigação; criação de novos cursos de graduação; instalação da Pós-Graduação local (cerca de uma dezena de mestrados, alguns cursos de especialização e poucos doutoramentos); formação permanente e actualização do corpo docente e dos gestores da nstituição; acentuado aumento do número de estudantes; funcionamento colegial e democrático da nstituição como um todo e ao nível das unidades orgânicas constituintes; uma maior abertura à Sociedade e valiação nterna da Faculdade de Medicina; maior integração na comunidade; intensa participação em parcerias e cooperação internacional e redefinição do quadro legal, normativo e regulamentar para suportar todas as áreas de desenvolvimento mencionadas. O Regulamento nterno da FMUN, aprovado pela ssembleia da Faculdade em 12 de Julho de 2002 e ratificado pelo Senado Universitário, no seu Capítulo, rtigo 1º, consagra o seguinte: FCULDDE DE MEDCN D UNVERSDDE GOSTNHO NETO - RELTÓRO FNL DE VLÇÃO NSTTUCONL 11

20 1. NOT NTRODUTÓR 1. Faculdade de Medicina é uma Unidade Orgânica da Universidade gostinho Neto cujos objectivos fundamentais são ensinar a Medicina Humana para a formação de médicos, promover e realizar nvestigação Científica nos domínios que lhe são próprios e prestar serviços à comunidade. 2. Faculdade de Medicina é uma pessoa colectiva de direito público que goza, nas suas áreas específicas de intervenção, de autonomias estatutária, científica, pedagógica, administrativa, financeira, e disciplinar nos termos da lei, do Estatuto Orgânico da Universidade gostinho Neto e do seu Regulamento. 3. Sem prejuízo da autonomia referida no ponto anterior, compete ao Reitor da Universidade gostinho Neto, na sua actividade de superintendência, acompanhar os actos da Faculdade de Medicina. 4. Faculdade de Medicina, por si, pode criar e participar em associações ou empresas com ou sem fins lucrativos, desde que as suas actividades estejam em conformidade com a sua finalidade e com as disposições legais vigentes. No ano-objecto da valiação (2005) a FMUN integrava 17 Departamentos de Ensino e nvestigação, 135 docentes dos quais 96 em tempo integral e 39 colaboradores, 112 funcionários e 841 estudantes de Pré-Graduação, geriu um orçamento global em Kwanzas ,32 (equivalentes a USD ,51) e leccionou o Curso de Licenciatura em Medicina e 2 Cursos de Pós-Graduação (Mestrado em Educação Médica e Diploma em Saúde Pública). 12 FCULDDE DE MEDCN D UNVERSDDE GOSTNHO NETO - RELTÓRO FNL DE VLÇÃO NSTTUCONL

21 2. GÉNESE E EVOLUÇÃO DO CURSO

22

23 2. GÉNESE E EVOLUÇÃO DO CURSO 2.1 OBJECTVOS DO CURSO O Curso de Medicina da FMUN tem como objectivo geral a formação de médicos dotados dos conhecimentos científicos e técnicos que lhes permitam diagnosticar e tratar as entidades nosológicas do meio ambiente local e com capacidade para desenvolver o auto-estudo e auto-aprendizagem no âmbito da superação permanente dos médicos e com capacidade de absorver e de se adaptar às eigências e transformações características da sociedade de informação e do conhecimento (não eiste uma declaração formal publicada em DR). 2.2 BREVE DESCRÇÃO DO CONTETO EM QUE O CURSO FO CRDO Os estudos de Medicina em ngola tiveram o seu início no século V quando, sob orientações da Rainha D. Maria foi fundado, em 1791, o curso superior de Medicina sob a designação de ula de Medicina e natomia de Luanda. cresce que Nos termos duma Carta Patente assinada por D. Maria, foi nomeado, aos 24 de bril de 1789, o médico José Pinto de zeredo para as funções de Físico Mor do então Reino de ngola, com a obrigação de curar, para além do corpo militar do Reino, os doentes do Hospital e igualmente abrir uma escola de Medicina para os que se quisessem empregar no eercício e prática da Medicina (Manuel, C.M., 1997). Foi proferido então o acto inaugural da ula de Medicina, a Oração de Sapiência, em 11 de Setembro de O curso estava constituído por aulas de natomia, Fisiologia, Química, Matéria Médica e Prática de Medicina. os 29 de Dezembro de 1836, Lisboa (...) aprovou e publicou a lei sobre a nstrução Superior nas Províncias nsulares. Essa lei parece ter sido criada em especial para o Ensino da Medicina e ordenou a constituição de uma Escola Médico-Cirúrgica... (Manuel, C.M., 1997). Esta escola leccionaria duas disciplinas. primeira consistiria em natomia, Fisiologia, Operações Cirúrgicas e rte Obstétrica. segunda consistiria em Patologia, Matéria Médica e Terapêutica. Essa lei regularizava também o quadro orgânico da Escola, o nível académico dos docentes e pessoal auiliar, a regência das cadeiras, os salários e autorizava a formação de Farmacêuticos. os 2 de bril de 1845, a Rainha e o Ministro dos Negócios da Marinha e do Ultramar assinaram, publicaram e mandaram eecutar o Plano de Organização e Regulamento do Ensino Médico nas Províncias Portuguesas de África que, de entre outros aspectos, limitava a natureza das intervenções cirúrgicas que os recém cursados poderiam realizar, em virtude da inferior diferenciação profissional dos mesmos. Em bril de 1962, através do Diploma Legislativo nº 3235, o Governo-Geral de ngola criou e regulamentou os Centros de Estudos Universitários a organizar junto dos nstitutos de nvestigação e do Laboratório de Engenharia de ngola e destinados à preparação intensiva de técnicos de várias especialidades indispensáveis às actuais e futuras necessidades da província, uma vez que se descrevia uma situação etremamente deficitária da qualidade técnico-científica dos Portugueses na altura residentes em ngola. No centro aneo ao nstituto de nvestigação Médica seriam ministrados dois cursos profissionais (Medicina Geral e nálises Clínicas) e dois cursos de especialização (Cirurgia Geral e Saúde Pública). Quatro meses depois, isto é, em gosto de 1962, com a publicação do Decreto-Lei 44530, foram criados os estudos superiores sob a forma prudente de Estudos Gerais Universitários de ngola e de Moçambique. O Curso Médico-Cirúrgico enquadrou-se no plano em vigor na Universidade Portuguesa, resultante da seta remodelação sofrida pelo Ensino Médico em Portugal desde o advento da República. Mais tarde, com a entrada em funcionamento do Hospital Universitário de Luanda em 1968, o Curso Médico-Cirúrgico começou, a partir dessa altura, a ministrar também a parte clínica, do 3º ao 6º ano. Foi na sequência desses desenvolvimentos que em 1972 foram formados os primeiros 14 médicos em ngola no século. Desde então sucessivas gerações de médicos puderam estudar FCULDDE DE MEDCN D UNVERSDDE GOSTNHO NETO - RELTÓRO FNL DE VLÇÃO NSTTUCONL 15

24 2. GÉNESE E EVOLUÇÃO DO CURSO integralmente em ngola. Com a proclamação da ndependência Nacional, em Novembro de 1975, operaram-se grandes transformações na Universidade de Luanda, dando origem em 1976 à Universidade de ngola e mais tarde, em 1985, à Universidade gostinho Neto. 2.3 RTCULÇÃO NSTTUCONL DO CURSO DENTRO D UNVERSDDE Faculdade de Medicina é uma unidade orgânica da Universidade gostinho Neto, cuja missão é a de leccionar as disciplinas do currículo do Curso de Medicina para a formação de Médicos necessários às necessidades do País, promover e realizar investigação científica e prestar serviços à comunidade. FMUN até ao momento lecciona apenas o Curso de Medicina. ndependentemente da utonomia cadémica e Científica nos domínios que lhe são próprios, a FMUN presta contas perante a ssembleia da Faculdade e a Reitoria da UN. 2.4 ENQUDRMENTO DO CURSO N ÁRE CENTÍFC PERTNENTE, NÍVEL NCONL E NTERNCONL s Áreas Científicas pertinentes em que se enquadra o Curso de Medicina administrado pela FMUN são (1) a Medicina e Cirurgia e (2) a Saúde Pública. O engressado recebe o título de Licenciado em Medicina e pode eercer a sua prática profissional nos domínios acima referidos. Licenciatura em Medicina da FMUN em Luanda tem a duração de 6 (seis) anos lectivos, compreendendo um Ciclo Básico, um Ciclo Clínico e um Estágio. O formato do Currículo é estritamente feito com base em Disciplinas e, no último ano, em Rotações Clínicas que constituem o Estágio. O Ensino Clínico é desenvolvido no Hospital mérico Boavida, no Hospital Josina Machel, no Hospital Pediátrico, na Maternidade ugusto Ngangula, na Clínica Sagrada Esperança, na Maternidade Lucrécia Paim e no Centro de Estágio do Bengo. Na Tabela 1, para cada Disciplina/Rotação de Estágio indica-se o ano do Curso a que pertence, a designação da Disciplina/Rotação de Estágio, o tipo de aulas leccionadas (Teóricas, Práticas, Teórico- Práticas), o número de aulas por tipo de disciplina e número total de aulas. Da análise desta Tabela verifica-se que algumas disciplinas do Curso não têm ensino prático nem teórico-prático (e. Genética, Biopatologia e Patologia Especial) e outras têm reduzido número de horas de componente prática (e. Microbiologia, Farmacologia Clínica e Demografia). De referir ainda que áreas iminentemente clínicas, como Oftalmologia e Otorrinolaringologia, não têm ensino prático. O regime das disciplinas do 1º ao 5º ano lectivo é maioritariamente semestral, à ecepção das disciplinas de Semiologia e Fisiopatologia Médica, Semiologia e Fisiopatologia Cirúrgica, Farmacologia Clínica e Biopatologia do 3º ano, de Medicina nterna, Terapêutica Médica, Cirurgia Geral, Doenças Transmissíveis e Patologia Especial do 4º ano e ainda, Pediatria, Ginecologia e Obstetrícia, dministração em Saúde e Saúde Comunitária do 5º ano, que são disciplinas anuais. s modalidades de ulas Teóricas, ulas Teórico-Práticas e ulas Práticas são contempladas pelas disciplinas de: Bioquímica Estrutural (1ºano), Bioquímica Metabólica (1ºano), Histologia e Embriologia (1ºano), natomia (1ºano), Fisiologia (2ºano), natomia (2ºano), Histologia e Embriologia (2ºano), Fisiologia (2ºano), Semiologia e Fisiopatolgia Médica (3ºano), Doenças Transmissíveis (4ºano), dministração em Saúde (4ºano), Urologia (4ºano) e Medicina Legal (5ºano). s modalidades de ulas Teóricas e ulas Práticas são contempladas nas disciplinas de ntrodução à Saúde Pública (1ºano), Metodologia Estatística (1ºano), Biologia Celular (1ºano), Higiene (2ºano), natomia (2ºano), Histologia e Embriologia (2ºano), Semiologia e Fisiopatologia Cirúr- 16 FCULDDE DE MEDCN D UNVERSDDE GOSTNHO NETO - RELTÓRO FNL DE VLÇÃO NSTTUCONL

REPÚBLICA DE ANGOLA UNIVERSIDADE AGOSTINHO NETO FACULDADE DE MEDICINA REGULAMENTO DAS ESTRUTURAS PEDAGÓGICAS DA FACULDADE DE MEDICINA

REPÚBLICA DE ANGOLA UNIVERSIDADE AGOSTINHO NETO FACULDADE DE MEDICINA REGULAMENTO DAS ESTRUTURAS PEDAGÓGICAS DA FACULDADE DE MEDICINA REPÚBLICA DE ANGOLA UNIVERSIDADE AGOSTINHO NETO FACULDADE DE MEDICINA REGULAMENTO DAS ESTRUTURAS PEDAGÓGICAS DA FACULDADE DE MEDICINA CAPÍTULO I PRINCÍPIOS GERAIS Artigo 1.º (Âmbito) Sem prejuízo do disposto

Leia mais

RELATÓRIO DE GESTÃO DA FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS 2003

RELATÓRIO DE GESTÃO DA FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS 2003 RELATÓRIO DE GESTÃO DA FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS 2003 A justificação da proposta de orçamento da Faculdade de Ciências Médicas para 2003 começava com uma nota introdutória na qual se reforçava de novo,

Leia mais

RELATÓRIO DE GESTÃO DA FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS 2004

RELATÓRIO DE GESTÃO DA FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS 2004 RELATÓRIO DE GESTÃO DA FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS 2004 1. Apreciação Global A existência de um Contrato de Desenvolvimento para a Medicina, celebrado entre a UNL e o Governo, em Dezembro de 2001, permitiu

Leia mais

CICLO DE ESTUDOS DE CONDUCENTE AO GRAU DE MESTRE EM GENÉTICA MOLECULAR E BIOMEDICINA. Normas Regulamentares

CICLO DE ESTUDOS DE CONDUCENTE AO GRAU DE MESTRE EM GENÉTICA MOLECULAR E BIOMEDICINA. Normas Regulamentares CICLO DE ESTUDOS DE CONDUCENTE AO GRAU DE MESTRE EM GENÉTICA MOLECULAR E BIOMEDICINA Normas Regulamentares PREÂMBULO As presentes Normas Regulamentares do Ciclo de Estudos de Mestrado em Genética Molecular

Leia mais

NORMAS REGULAMENTARES DOS MESTRADOS DO ISEG

NORMAS REGULAMENTARES DOS MESTRADOS DO ISEG NORMAS REGULAMENTARES DOS MESTRADOS DO ISEG Nos termos do artigo 26.º do Decreto-Lei n.º 74/2006 de 24 de Março e do Regulamento de Mestrados da Universidade Técnica de Lisboa (Deliberação do Senado da

Leia mais

Ministério da Educação

Ministério da Educação Ministério da Educação Decreto Lei n.º 7/03 de 17 de Junho Diário da República, I Série nº47 17.06.2003 Considerando as últimas alterações verificadas na denominação dos organismos de administração central

Leia mais

Ministério da Ciência e Tecnologia

Ministério da Ciência e Tecnologia Ministério da Ciência e Tecnologia Decreto n.º4/01 De 19 de Janeiro Considerando que a investigação científica constitui um pressuposto importante para o aumento da produtividade do trabalho e consequentemente

Leia mais

a) Regras sobre a admissão no ciclo de estudos

a) Regras sobre a admissão no ciclo de estudos ANEXO Normas regulamentares do ciclo de estudos conducente ao grau de mestre em a) Regras sobre a admissão no ciclo de estudos 1. Habilitações de acesso São admitidos como candidatos à inscrição no ciclo

Leia mais

ACEF/1112/02397 Relatório preliminar da CAE

ACEF/1112/02397 Relatório preliminar da CAE ACEF/1112/02397 Relatório preliminar da CAE Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Universidade Do Minho A.1.a. Identificação

Leia mais

Universidade Aberta. Licenciatura em Ciências Sociais, Minor em Serviço Social. Regulamento de Estágio

Universidade Aberta. Licenciatura em Ciências Sociais, Minor em Serviço Social. Regulamento de Estágio Universidade Aberta Licenciatura em Ciências Sociais, Minor em Serviço Social Regulamento de Estágio Preâmbulo O Ensino a Distância possibilita o acesso ao prosseguimento dos estudos em condições vantajosas

Leia mais

ANEXO 1 INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO

ANEXO 1 INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO ANEXO 1 INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO De acordo com a alínea b) do n.º 2 do artigo 74.º-A do ECDU, a avaliação dos docentes deve considerar as quatro vertentes de actividade académica: a) Investigação; b) Ensino;

Leia mais

NCE/10/00531 Relatório final da CAE - Novo ciclo de estudos

NCE/10/00531 Relatório final da CAE - Novo ciclo de estudos NCE/10/00531 Relatório final da CAE - Novo ciclo de estudos Caracterização do pedido Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Cofac - Cooperativa De Formação E

Leia mais

1 INFORMAÇÕES SOBRE O TITULAR DA QUALIFICAÇÃO. 1.1 Apelido(s): xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx. 1.3 Data de nascimento (ano/mês/dia): xxxxxxx

1 INFORMAÇÕES SOBRE O TITULAR DA QUALIFICAÇÃO. 1.1 Apelido(s): xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx. 1.3 Data de nascimento (ano/mês/dia): xxxxxxx SUPLEMENTO AO DIPLOMA Este Suplemento ao Diploma segue o modelo elaborado pela Comissão Europeia, pelo Conselho da Europa e pela UNESCO/CEPES. A finalidade deste Suplemento é fornecer dados independentes

Leia mais

Universidade Nova de Lisboa ESCOLA NACIONAL DE SAÚDE PÚBLICA

Universidade Nova de Lisboa ESCOLA NACIONAL DE SAÚDE PÚBLICA REGULAMENTO O Regulamento do Curso de Especialização em Medicina do Trabalho (CEMT) visa enquadrar, do ponto de vista normativo, o desenvolvimento das actividades inerentes ao funcionamento do curso, tendo

Leia mais

2.2. GESTÃO DOS RECURSOS HUMANOS

2.2. GESTÃO DOS RECURSOS HUMANOS - DOCUMENTO 15 Extractos dos Referentes Externos e Internos que suportam o Referencial 2.2. GESTÃO DOS RECURSOS HUMANOS REFERENTES EXTERNOS LEGISLAÇÃO Lei nº 31/2002 de 20 de Dezembro CAPÍTULO I Sistema

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO

REGULAMENTO DE ESTÁGIO Instituto de Ciências Sociais Departamento de Ciências da Comunicação REGULAMENTO DE ESTÁGIO Mestrado em Ciências da Comunicação Versão revista, aprovada em reunião da Comissão Coordenadora do Departamento

Leia mais

FACULDADE DE LETRAS DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA REGULAMENTO DO SEGUNDO CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTE AO GRAU DE MESTRE

FACULDADE DE LETRAS DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA REGULAMENTO DO SEGUNDO CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTE AO GRAU DE MESTRE FACULDADE DE LETRAS DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA REGULAMENTO DO SEGUNDO CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTE AO GRAU DE MESTRE O presente Regulamento tem como lei habilitante o Decreto-Lei nº 74/2006, de 24 de Março,

Leia mais

Regulamento do 2º ciclo de estudos da Universidade da Madeira

Regulamento do 2º ciclo de estudos da Universidade da Madeira Regulamento do 2º ciclo de estudos da Universidade da Madeira Artigo 1.º Enquadramento jurídico O presente Regulamento visa desenvolver e complementar o regime jurídico instituído pelo Decreto-Lei n.º

Leia mais

NCE/09/01302 Relatório preliminar da CAE - Novo ciclo de estudos

NCE/09/01302 Relatório preliminar da CAE - Novo ciclo de estudos NCE/09/01302 Relatório preliminar da CAE - Novo ciclo de estudos Caracterização do pedido Perguntas 1 a 7 1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Universidade De Aveiro 1.a. Descrição

Leia mais

INSTITUTO SUPERIOR DA MAIA DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS EMPRESARIAIS LICENCIATURA EM SEGURANÇA NO TRABALHO REGULAMENTO INTERNO

INSTITUTO SUPERIOR DA MAIA DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS EMPRESARIAIS LICENCIATURA EM SEGURANÇA NO TRABALHO REGULAMENTO INTERNO INSTITUTO SUPERIOR DA MAIA DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS EMPRESARIAIS LICENCIATURA EM SEGURANÇA NO TRABALHO REGULAMENTO INTERNO O presente regulamento é estabelecido em conformidade com o Estatuto do ISMAI,

Leia mais

1 INFORMAÇÕES SOBRE O TITULAR DA QUALIFICAÇÃO. 1.1 Apelido(s): xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx. 1.3 Data de nascimento (ano/mês/dia): xxxxxxx

1 INFORMAÇÕES SOBRE O TITULAR DA QUALIFICAÇÃO. 1.1 Apelido(s): xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx. 1.3 Data de nascimento (ano/mês/dia): xxxxxxx SUPLEMENTO AO DIPLOMA Este Suplemento ao Diploma segue o modelo elaborado pela Comissão Europeia, pelo Conselho da Europa e pela UNESCO/CEPES. A finalidade deste Suplemento é fornecer dados independentes

Leia mais

Código IMP.EM.EE.37_00. Ano Lectivo: 2014/2015 I. PREÂMBULO

Código IMP.EM.EE.37_00. Ano Lectivo: 2014/2015 I. PREÂMBULO Ano Lectivo: 2014/2015 I. PREÂMBULO A Escola Superior de Saúde Egas Moniz (ESSEM), tutelada pela Egas Moniz Cooperativa de Ensino Superior, C.R.L., foi criada pelo decreto-lei 381/99 de 22 de Setembro,

Leia mais

CEF/0910/28031 Relatório preliminar da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento

CEF/0910/28031 Relatório preliminar da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento CEF/0910/28031 Relatório preliminar da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.9 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora:

Leia mais

Suplemento ao Diploma

Suplemento ao Diploma Suplemento ao Diploma 1. Informação sobre o titular da qualificação 1.1 Apelido(s): Fotografia 1.2 Nome(s) próprio(s): 1.3 Data Nascimento: dd/mm/aaaa 1.4 Número de identificação do estudante: XXXXXXXXXXXXXXXX

Leia mais

CEF/0910/26931 Relatório final da CAE (Univ) - Ciclo de estudos em funcionamento

CEF/0910/26931 Relatório final da CAE (Univ) - Ciclo de estudos em funcionamento CEF/0910/26931 Relatório final da CAE (Univ) - Ciclo de estudos em funcionamento Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.9 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Centro

Leia mais

Ministério dos Petróleos

Ministério dos Petróleos Ministério dos Petróleos Decreto Lei nº 10/96 De 18 de Outubro A actividade petrolífera vem assumindo nos últimos tempos importância fundamental no contexto da economia nacional, constituindo por isso,

Leia mais

ACEF/1112/03877 Relatório preliminar da CAE

ACEF/1112/03877 Relatório preliminar da CAE ACEF/1112/03877 Relatório preliminar da CAE Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Universidade Da Beira Interior A.1.a. Identificação

Leia mais

Mestrado em Gestão de Sistemas de e-learning. Normas regulamentares. Artigo 1.º Criação

Mestrado em Gestão de Sistemas de e-learning. Normas regulamentares. Artigo 1.º Criação Mestrado em Gestão de Sistemas de e-learning Normas regulamentares Artigo 1.º Criação A Universidade Nova de Lisboa, através da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas (FCSH/UNL), confere o grau de Mestre

Leia mais

«As organizações excelentes gerem, desenvolvem e libertam todo o potencial dos seus colaboradores ao nível individual, de equipa e organizacional.

«As organizações excelentes gerem, desenvolvem e libertam todo o potencial dos seus colaboradores ao nível individual, de equipa e organizacional. A melhoria não é um acontecimento pontual ( ) um processo que necessita de ser planeado, desenvolvido e concretizado ao longo do tempo em sucessivas vagas, produzindo uma aprendizagem permanente. De acordo

Leia mais

Regulamento geral dos ciclos de estudos conducentes ao grau de mestre

Regulamento geral dos ciclos de estudos conducentes ao grau de mestre Instituto Superior de Engenharia de Lisboa Regulamento geral dos ciclos de estudos conducentes ao grau de mestre O presente regulamento procura dar unidade e consistência lógica ao regime a que devem obedecer

Leia mais

REGULAMENTO DO CURSO DE MESTRADO (2º CICLO) EM ENGENHARIA FLORESTAL E DOS RECURSOS NATURAIS

REGULAMENTO DO CURSO DE MESTRADO (2º CICLO) EM ENGENHARIA FLORESTAL E DOS RECURSOS NATURAIS 1.1 REGULAMENTO DO CURSO DE MESTRADO (2º CICLO) EM ENGENHARIA FLORESTAL E DOS RECURSOS NATURAIS Ao abrigo do Decreto-Lei nº 74/2006 de 24 de Março, e do disposto na Deliberação nº 1487/2006 da Reitoria

Leia mais

Em seguida, prestam-se breves esclarecimentos sobre algumas questões frequentes sobre o acordo mencionado acima:

Em seguida, prestam-se breves esclarecimentos sobre algumas questões frequentes sobre o acordo mencionado acima: Acordo Ibérico entre Cooperativa de Ensino Superior Politécnico e Universitário (CESPU) e Universidade Alfonso X El Sabio de Madrid permite o ingresso de alunos licenciados em Ciências Biomédicas pela

Leia mais

REGULAMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO E MESTRADOS EXECUTIVOS DO ISLA CAMPUS LISBOA

REGULAMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO E MESTRADOS EXECUTIVOS DO ISLA CAMPUS LISBOA REGULAMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO E MESTRADOS EXECUTIVOS DO ISLA CAMPUS LISBOA 1.º OBJECTIVO Os Cursos de Pós-Graduação e Mestrados Executivos do ISLA Campus Lisboa são programas de estudos que visam

Leia mais

ORDEM DOS BIÓLOGOS REGULAMENTO. Atribuição de Títulos de Especialista em Ambiente. Introdução

ORDEM DOS BIÓLOGOS REGULAMENTO. Atribuição de Títulos de Especialista em Ambiente. Introdução ORDEM DOS BIÓLOGOS REGULAMENTO da Atribuição de Títulos de Especialista em Ambiente Introdução A pressão que tem vindo a ser exercida no ambiente como resultado de diversas acções humanas e a necessidade

Leia mais

NCE/12/00706 Relatório final da CAE - Novo ciclo de estudos

NCE/12/00706 Relatório final da CAE - Novo ciclo de estudos NCE/12/00706 Relatório final da CAE - Novo ciclo de estudos Caracterização do pedido Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de Ensino Superior / Entidade Instituidora: Ensilis - Educação E Formação Sa A.1.a.

Leia mais

ACEF/1112/20852 Relatório final da CAE

ACEF/1112/20852 Relatório final da CAE ACEF/1112/20852 Relatório final da CAE Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Fundação Minerva - Cultura - Ensino E Investigação

Leia mais

PROGRAMA NACIONAL DE ACREDITAÇÃO EM SAÚDE

PROGRAMA NACIONAL DE ACREDITAÇÃO EM SAÚDE PROGRAMA NACIONAL DE ACREDITAÇÃO EM SAÚDE 2009 3 ÍNDICE I INTRODUÇÃO 4 II MODELO NACIONAL DE ACREDITAÇÃO EM SAÚDE 5 III ÂMBITO DE APLICAÇÃO 8 IV OBJECTIVO GERAL 8 V OBJECTIVOS ESPECÍFICOS 8 VI ESTRATÉGIAS

Leia mais

Proposta de Decreto Legislativo Regional

Proposta de Decreto Legislativo Regional Proposta de Decreto Legislativo Regional Regulamenta na Região Autónoma dos Açores, os aspectos relativos à realização, em escolas da rede pública, do estágio pedagógico das licenciaturas em ensino e dos

Leia mais

Regulamento n.º 663/2010. Curso de Estudos Avançados em Gestão Pública (CEAGP) 11.ª Edição (2010-2011) Artigo 1.º. Missão e Objectivos

Regulamento n.º 663/2010. Curso de Estudos Avançados em Gestão Pública (CEAGP) 11.ª Edição (2010-2011) Artigo 1.º. Missão e Objectivos Regulamento n.º 663/2010 Curso de Estudos Avançados em Gestão Pública (CEAGP) 11.ª Edição (2010-2011) Artigo 1.º Missão e Objectivos O CEAGP tem por missão propiciar uma formação generalista, de nível

Leia mais

Estatutos da Associação Portuguesa de Geomorfólogos (publicados em Diário da República - III Série, nº 297, de 27 de Dezembro de 2000)

Estatutos da Associação Portuguesa de Geomorfólogos (publicados em Diário da República - III Série, nº 297, de 27 de Dezembro de 2000) Estatutos da Associação Portuguesa de Geomorfólogos (publicados em Diário da República - III Série, nº 297, de 27 de Dezembro de 2000) CAPÍTULO I CONSTITUIÇÃO, SEDE, DURAÇÃO, OBJECTIVOS, ÂMBITO Art.º 1º

Leia mais

Deliberação n.º 762/2003

Deliberação n.º 762/2003 Deliberação n.º 762/2003 de 27 de Maio Deliberação n.º 763/2003. - Por deliberação da Secção Permanente do Senado, em reunião de 5 de Fevereiro de 2003, foi aprovada a criação do curso de Mestrado em Ciências

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE DAS ATIVIDADES PEDAGÓGICAS DA ESTBarreiro/IPS

SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE DAS ATIVIDADES PEDAGÓGICAS DA ESTBarreiro/IPS SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE DAS ATIVIDADES PEDAGÓGICAS DA ESTBarreiro/IPS 1. INTRODUÇÃO Este documento tem por objetivo estabelecer o Sistema de Gestão da Qualidade das Atividades Pedagógicas da ESTBarreiro/IPS

Leia mais

CAPÍTULO VII (Disposições Finais e Transitórias)

CAPÍTULO VII (Disposições Finais e Transitórias) Artigo 18º (Comissão Eleitoral) 1. O procedimento eleitoral será conduzido por uma comissão eleitoral constituída por dois vogais, designados pelo Conselho Científico de entre os seus membros, e presidida

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DA AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOS DOCENTES DO ENSINO PORTUGUÊS NO ESTRANGEIRO. CAPÍTULO I Disposições Comuns

REGULAMENTO INTERNO DA AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOS DOCENTES DO ENSINO PORTUGUÊS NO ESTRANGEIRO. CAPÍTULO I Disposições Comuns REGULAMENTO INTERNO DA AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOS DOCENTES DO ENSINO PORTUGUÊS NO ESTRANGEIRO CAPÍTULO I Disposições Comuns SECÇÃO I Disposições gerais Artigo 1.º Objecto O presente regulamento procede

Leia mais

ACEF/1112/03902 Relatório final da CAE

ACEF/1112/03902 Relatório final da CAE ACEF/1112/03902 Relatório final da CAE Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Universidade Da Beira Interior A.1.a. Identificação

Leia mais

ACEF/1314/21732 Relatório final da CAE

ACEF/1314/21732 Relatório final da CAE ACEF/1314/21732 Relatório final da CAE Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de Ensino Superior / Entidade Instituidora: Universidade De Lisboa A.1.a. Outras Instituições

Leia mais

NOTA EXPLICATIVA. Assim, face a este enquadramento normativo, propõe-se que o presente diploma seja apresentado sob a forma de Decreto Presidencial.

NOTA EXPLICATIVA. Assim, face a este enquadramento normativo, propõe-se que o presente diploma seja apresentado sob a forma de Decreto Presidencial. NOTA EXPLICATIVA 1. Introdução A recente alteração da legislação sobre a organização e funcionamento dos Institutos Públicos, pelo Decreto Legislativo Presidencial n.º 2/13, de 25 de Junho, que revoga

Leia mais

Regulamento de Creditação e Avaliação das Competências

Regulamento de Creditação e Avaliação das Competências Regulamento de Creditação e Avaliação das Competências O Conselho Técnico-Científico do ISCE Douro, na sua reunião de 6 de maio de 2015, deliberou, por unanimidade, assumir que todos os regulamentos do

Leia mais

Partido Popular. CDS-PP Grupo Parlamentar. Projecto de Lei nº 195/X. Inclusão dos Médicos Dentistas na carreira dos Técnicos Superiores de Saúde

Partido Popular. CDS-PP Grupo Parlamentar. Projecto de Lei nº 195/X. Inclusão dos Médicos Dentistas na carreira dos Técnicos Superiores de Saúde Partido Popular CDS-PP Grupo Parlamentar Projecto de Lei nº 195/X Inclusão dos Médicos Dentistas na carreira dos Técnicos Superiores de Saúde A situação da saúde oral em Portugal é preocupante, encontrando-se

Leia mais

AGÊNCIA DE AVALIAÇÃO E ACREDITAÇÃO DO ENSINO SUPERIOR A3ES PARTICIPAÇÃO DOS ESTUDANTES NAS COMISSÕES DE AVALIAÇÃO EXTERNA - EXERCÍCIO EXPERIMENTAL -

AGÊNCIA DE AVALIAÇÃO E ACREDITAÇÃO DO ENSINO SUPERIOR A3ES PARTICIPAÇÃO DOS ESTUDANTES NAS COMISSÕES DE AVALIAÇÃO EXTERNA - EXERCÍCIO EXPERIMENTAL - AGÊNCIA DE AVALIAÇÃO E ACREDITAÇÃO DO ENSINO SUPERIOR A3ES PARTICIPAÇÃO DOS ESTUDANTES NAS COMISSÕES DE AVALIAÇÃO EXTERNA - EXERCÍCIO EXPERIMENTAL - Sónia Cardoso e Sérgio Machado dos Santos Gabinete de

Leia mais

Mestrado em Sistemas Integrados de Gestão (Qualidade, Ambiente e Segurança)

Mestrado em Sistemas Integrados de Gestão (Qualidade, Ambiente e Segurança) Mestrado em Sistemas Integrados de Gestão (Qualidade, Ambiente e Segurança) 1 - Apresentação Grau Académico: Mestre Duração do curso: : 2 anos lectivos/ 4 semestres Número de créditos, segundo o Sistema

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DO INSTITUTO DE INVESTIGAÇÃO EM ARTE, DESIGN E SOCIEDADE i2ads.

REGULAMENTO INTERNO DO INSTITUTO DE INVESTIGAÇÃO EM ARTE, DESIGN E SOCIEDADE i2ads. FBAUP Instituto de Investigação em Arte, Design e Sociedade Av. Rodrigues de Freitas 265 4049-021 Porto T - 225 192 400 F - 225 367 036 office@i2ads.org REGULAMENTO INTERNO DO INSTITUTO DE INVESTIGAÇÃO

Leia mais

PLANO DE ESTUDOS DO 51º CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM SAÚDE PÚBLICA

PLANO DE ESTUDOS DO 51º CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM SAÚDE PÚBLICA PLANO DE ESTUDOS DO 51º CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM SAÚDE PÚBLICA Janeiro de 2012 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 2. DESTINATÁRIOS... 4 3. FINALIDADE... 4 4. OBJECTIVOS GERAIS... 4 5. PLANO CURRICULAR... 5 6.

Leia mais

Fundação de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Assistência do Hospital das Clínicas da FMRPUSP

Fundação de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Assistência do Hospital das Clínicas da FMRPUSP Fundação de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Assistência do Hospital das Clínicas da FMRPUSP Conteúdo DISPOSIÇÕES GERAIS 3 APOIO AO APRIMORAMENTO DE RECURSOS HUMANOS 4 Participação em congressos e eventos científicos

Leia mais

REGULAMENTO DO CURSO DE MESTRADO EM BIOLOGIA (ESPECIALIDADE ENSINO)

REGULAMENTO DO CURSO DE MESTRADO EM BIOLOGIA (ESPECIALIDADE ENSINO) UNIVERSIDADE DOS AÇORES REGULAMENTO DO CURSO DE MESTRADO EM BIOLOGIA (ESPECIALIDADE ENSINO) Art.º 1º Âmbito O Curso de Mestrado em Biologia (Especialidade em Ensino) adiante designado por Mestrado ou simplesmente

Leia mais

DESPACHO ISEP/P/51/2010. Regulamento do Departamento de Engenharia Electrotécnica

DESPACHO ISEP/P/51/2010. Regulamento do Departamento de Engenharia Electrotécnica DESPACHO DESPACHO /P/51/2010 Regulamento do Departamento de Engenharia Electrotécnica Considerando que: Nos termos do n.º 4 do artigo 43.º dos Estatutos do Instituto Superior de Engenharia do Porto, homologados

Leia mais

Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Viseu. Instituto Politécnico de Viseu REGULAMENTO DO CURSO DE MESTRADO EM MARKETING RESEARCH

Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Viseu. Instituto Politécnico de Viseu REGULAMENTO DO CURSO DE MESTRADO EM MARKETING RESEARCH Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Viseu Instituto Politécnico de Viseu REGULAMENTO DO CURSO DE MESTRADO EM MARKETING RESEARCH Nos termos do artigo 26.º do Decreto-Lei n.º 74/2006 de 24 de Março,

Leia mais

UEM: Desafios e perspectivas na implementação do Sistema Nacional de Avaliação, Acreditação e Garantia de Qualidade do Ensino Superior

UEM: Desafios e perspectivas na implementação do Sistema Nacional de Avaliação, Acreditação e Garantia de Qualidade do Ensino Superior UEM: Desafios e perspectivas na implementação do Sistema Nacional de Avaliação, Acreditação e Garantia de Qualidade do Ensino Superior Autores: Maida Abdulssatar Khan, Eduardo Chiziane, Luisa Santos e

Leia mais

SISTEMA DE CERTIFICAÇÃO DE ENTIDADES FORMADORAS ASPECTOS PRINCIPAIS DA MUDANÇA

SISTEMA DE CERTIFICAÇÃO DE ENTIDADES FORMADORAS ASPECTOS PRINCIPAIS DA MUDANÇA SISTEMA DE CERTIFICAÇÃO DE ENTIDADES FORMADORAS ASPECTOS PRINCIPAIS DA MUDANÇA O Sistema de Certificação de Entidades Formadoras, consagrado na Resolução do Conselho de Ministros nº 173/2007, que aprova

Leia mais

Portaria n.º 605/99, de 5 de Agosto Regulamento do Sistema Nacional de Farmacovigilância (Revogado pela Decreto-Lei n.º 242/2002, de 5 de Novembro)

Portaria n.º 605/99, de 5 de Agosto Regulamento do Sistema Nacional de Farmacovigilância (Revogado pela Decreto-Lei n.º 242/2002, de 5 de Novembro) Regulamento do Sistema Nacional de Farmacovigilância (Revogado pela Decreto-Lei n.º 242/2002, de 5 de Novembro) O sistema de avaliação e autorização de introdução no mercado de medicamentos, que tem vindo

Leia mais

Universidade Autónoma de Lisboa Luís de Camões. Aprovado na reunião do Conselho Científico de / /

Universidade Autónoma de Lisboa Luís de Camões. Aprovado na reunião do Conselho Científico de / / Universidade Autónoma de Lisboa Luís de Camões REGULAMENTO GERAL DE CURSOS NÃO CONFERENTES DE GRAU Aprovado na reunião do Conselho Científico de / / Lisboa 2007 2 Regulamento Geral de Cursos não Conferentes

Leia mais

PROPOSTA DE CARREIRA PARA OS TÉCNICOS SUPERIORES DA ÁREA DA SAÚDE EM REGIME DE CIT. Capítulo I Objecto e Âmbito Artigo 1.º Objecto

PROPOSTA DE CARREIRA PARA OS TÉCNICOS SUPERIORES DA ÁREA DA SAÚDE EM REGIME DE CIT. Capítulo I Objecto e Âmbito Artigo 1.º Objecto PROPOSTA DE CARREIRA PARA OS TÉCNICOS SUPERIORES DA ÁREA DA SAÚDE EM REGIME DE CIT Capítulo I Objecto e Âmbito Artigo 1.º Objecto 1 - O presente Decreto-Lei estabelece o regime jurídico da carreira dos

Leia mais

PROGRAMA DE DOUTORAMENTO EM CIÊNCIAS DA ADMINISTRAÇÃO

PROGRAMA DE DOUTORAMENTO EM CIÊNCIAS DA ADMINISTRAÇÃO PROGRAMA DE DOUTORAMENTO EM CIÊNCIAS DA ADMINISTRAÇÃO - REGULAMENTO Escola de Economia e Gestão Departamento de Relações Internacionais e Administração Pública REGULAMENTO DO PROGRAMA DE DOUTORAMENTO

Leia mais

Faculdade de Direito da Universidade de Macau

Faculdade de Direito da Universidade de Macau Faculdade de Direito da Universidade de Macau Regulamento Pedagógico do Curso de Mestrado em Direito (Tradução Jurídica) Artigo 1 Grau de Mestre 1. A Universidade de Macau, através da Faculdade de Direito,

Leia mais

Faculdade de Direito da Universidade de Macau

Faculdade de Direito da Universidade de Macau Faculdade de Direito da Universidade de Macau Regulamento Pedagógico do Curso de Mestrado em Direito (Prática Jurídica em Macau) Artigo 1 Grau de Mestre 1. A Universidade de Macau, através da Faculdade

Leia mais

Data 17/05/2012 Revisão 00 Código R.EM.DE.10

Data 17/05/2012 Revisão 00 Código R.EM.DE.10 Artigo 1º Objectivo e âmbito O Regulamento do Curso de Pós-Graduação em Coordenação de Unidades de Saúde, adiante designado por curso, integra a organização, estrutura curricular e regras de funcionamento

Leia mais

7) Providenciar e estimular a publicação de estudos sobre o Direito de Macau;

7) Providenciar e estimular a publicação de estudos sobre o Direito de Macau; REGULAMENTO DO CENTRO DE REFLEXÃO, ESTUDO, E DIFUSÃO DO DIREITO DE MACAU DA FUNDAÇÃO RUI CUNHA CAPÍTULO I - DEFINIÇÃO E OBJECTIVOS Artigo 1º - Definição O Centro de Reflexão, Estudo, e Difusão do Direito

Leia mais

Regulamento do Colégio de Especialidade de Gestão, Direcção e Fiscalização

Regulamento do Colégio de Especialidade de Gestão, Direcção e Fiscalização Regulamento do Colégio de Especialidade de Gestão, Direcção e Fiscalização de Obras ÍNDICE CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1.º Objecto Artigo 2.º Princípios Artigo 3.º Finalidades Artigo 4.º Atribuições

Leia mais

NCE/10/01121 Relatório preliminar da CAE - Novo ciclo de estudos

NCE/10/01121 Relatório preliminar da CAE - Novo ciclo de estudos NCE/10/01121 Relatório preliminar da CAE - Novo ciclo de estudos Caracterização do pedido Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Universitas, Crl A.1.a. Descrição

Leia mais

CETAC.MEDIA. Centro de Estudos. das Tecnologias e Ciências da Comunicação. Regulamento

CETAC.MEDIA. Centro de Estudos. das Tecnologias e Ciências da Comunicação. Regulamento Centro de Estudos das Tecnologias e Ciências da Comunicação Regulamento Julho de 2008 CAPÍTULO I Natureza, Missão, Atribuições e Constituição Artigo 1º Natureza O Centro de Estudos das Tecnologias e Ciências

Leia mais

Colégio de Especialidade de Análises Clínicas. Normas para Atribuição do Título de Especialista em Análises Clínicas

Colégio de Especialidade de Análises Clínicas. Normas para Atribuição do Título de Especialista em Análises Clínicas Colégio de Especialidade de Análises Clínicas Normas para Atribuição do Título de Especialista em Análises Clínicas 30 Novembro 2011 SECÇÃO I Disposições Gerais Artigo 1º É da competência da Ordem dos

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 012/2007 CONSUNIV

RESOLUÇÃO Nº 012/2007 CONSUNIV RESOLUÇÃO Nº 012/2007 CONSUNIV Fixa o currículo do Curso de Graduação em Medicina, na modalidade Bacharelado, da Universidade do Estado do Amazonas. A REITORA DA UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAZONAS e PRESIDENTE

Leia mais

Normas Regulamentares do Mestrado em Educação Pré-Escolar e em Ensino do 1º Ciclo do Ensino Básico

Normas Regulamentares do Mestrado em Educação Pré-Escolar e em Ensino do 1º Ciclo do Ensino Básico Normas Regulamentares do Mestrado em Educação Pré-Escolar e em Ensino do 1º Ciclo do Ensino Básico Artigo 1.º Da admissão ao ciclo de estudos 1. À matrícula no mestrado em Educação Pré-Escolar e em Ensino

Leia mais

Estatuto Orgânico do Ministério da Ciência e Tecnologia

Estatuto Orgânico do Ministério da Ciência e Tecnologia Estatuto Orgânico do Ministério da Ciência e Tecnologia Conselho de Ministros Decreto Lei n.º 15/99 De 8 de Outubro Considerando que a política científica tecnológica do Governo propende para uma intervenção

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTUDOS CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO TECNOLÓGICA

REGULAMENTO DE ESTUDOS CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO TECNOLÓGICA NORMAS REGULAMENTARES De acordo com o estipulado pelos artigos 14.º e 26.º do Decreto-Lei n.º 107/2008, de 25 de Junho REGULAMENTO DE ESTUDOS CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO TECNOLÓGICA Regulamento n.º 487/2010,

Leia mais

NCE/10/02916 Relatório preliminar da CAE - Novo ciclo de estudos

NCE/10/02916 Relatório preliminar da CAE - Novo ciclo de estudos NCE/10/02916 Relatório preliminar da CAE - Novo ciclo de estudos Caracterização do pedido Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Instituto Politécnico De Lisboa

Leia mais

REGULAMENTO DOS ESTÁGIOS SUPERVISIONADOS NA LICENCIATURA EM PSICOLOGIA NA UNIVERSIDADE LUSÍADA DO PORTO

REGULAMENTO DOS ESTÁGIOS SUPERVISIONADOS NA LICENCIATURA EM PSICOLOGIA NA UNIVERSIDADE LUSÍADA DO PORTO REGULAMENTO DOS ESTÁGIOS SUPERVISIONADOS NA LICENCIATURA EM PSICOLOGIA NA UNIVERSIDADE LUSÍADA DO PORTO 1. A Universidade Lusíada do Porto organiza, a partir do ano lectivo de 2006-2007, estágios de prática

Leia mais

DELIBERAÇÃO CONSEP Nº 179/2012

DELIBERAÇÃO CONSEP Nº 179/2012 DELIBERAÇÃO CONSEP Nº 179/2012 Altera o Currículo do Curso de Medicina, para regime seriado semestral. O CONSELHO DE ENSINO E PESQUISA, na conformidade do Processo nº MED- 035/2012, aprovou e eu promulgo

Leia mais

Artigo 2.º (Definições) Para efeitos da aplicação do SIADAP no seio da UC, entende-se por: a) «Dirigente máximo do serviço», o reitor.

Artigo 2.º (Definições) Para efeitos da aplicação do SIADAP no seio da UC, entende-se por: a) «Dirigente máximo do serviço», o reitor. 1 Nos termos do disposto no n.º 3 do artigo 110.º do RJIES, a aprovação do presente regulamento, elaborado ao abrigo do estatuído no artigo 3.º da Lei n.º 66-B/2007, de 28 de Dezembro, é precedida da sua

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DOS MESTRADOS EM ENSINO - FORMAÇÃO DE PROFESSORES

REGULAMENTO INTERNO DOS MESTRADOS EM ENSINO - FORMAÇÃO DE PROFESSORES REGULAMENTO INTERNO DOS MESTRADOS EM ENSINO - FORMAÇÃO DE PROFESSORES Artigo 1º Âmbito O Regulamento interno dos mestrados em ensino formação inicial de professores aplica-se aos seguintes ciclos de estudo

Leia mais

NCE/10/00116 Relatório final da CAE - Novo ciclo de estudos

NCE/10/00116 Relatório final da CAE - Novo ciclo de estudos NCE/10/00116 Relatório final da CAE - Novo ciclo de estudos Caracterização do pedido Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Universidade Do Minho A.1.a. Descrição

Leia mais

Estatutos - Hospitais E.P.E.

Estatutos - Hospitais E.P.E. Estatutos - Hospitais E.P.E. ANEXO II ao Decreto-Lei n.º 233/05, de 29 de Dezembro ESTATUTOS CAPÍTULO I Princípios gerais Artigo 1.º Natureza e duração 1 - O hospital E. P. E. é uma pessoa colectiva de

Leia mais

Secretaria de Estado do Sector Empresarial Público. Decreto-Lei nº 7/07 de 2 de Maio

Secretaria de Estado do Sector Empresarial Público. Decreto-Lei nº 7/07 de 2 de Maio Secretaria de Estado do Sector Empresarial Público Decreto-Lei nº 7/07 de 2 de Maio Tendo em conta a história económica do nosso País após a independência, a propriedade pública ainda ocupa um lugar muito

Leia mais

Mestrado em Conservação e Restauro com área de especialização em Conservação e Restauro ou Ciências da Conservação

Mestrado em Conservação e Restauro com área de especialização em Conservação e Restauro ou Ciências da Conservação Mestrado em Conservação e Restauro 1 Mestrado em Conservação e Restauro com área de especialização em Conservação e Restauro ou Ciências da Conservação Artigo 1º Criação A Universidade Nova de Lisboa (UNL),

Leia mais

5948 DIÁRIO DA REPÚBLICA. Decreto Presidencial n.º 232/12 de 4 de Dezembro. administrativa das actividades do Ministério,

5948 DIÁRIO DA REPÚBLICA. Decreto Presidencial n.º 232/12 de 4 de Dezembro. administrativa das actividades do Ministério, 5948 DIÁRIO DA REPÚBLICA Decreto Presidencial n.º 232/12 de 4 de Dezembro Havendo necessidade de se dotar o Ministério do Urbanismo e Habitação do respectivo Estatuto Orgânico, na sequência da aprovação

Leia mais

INSTITUTO POLITÉCNICO DE PORTALEGRE ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO REGULAMENTO DO DEPARTAMENTO. Tecnologia e Design

INSTITUTO POLITÉCNICO DE PORTALEGRE ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO REGULAMENTO DO DEPARTAMENTO. Tecnologia e Design INSTITUTO POLITÉCNICO DE PORTALEGRE ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO REGULAMENTO DO DEPARTAMENTO Tecnologia e Design CAPÍTULO I Disposições Gerais Artigo 1.º (Definição) O Departamento de Tecnologia

Leia mais

Universidade dos Açores

Universidade dos Açores Universidade dos Açores Ciclo de estudos conducente ao grau de mestre Introdução A Universidade dos Açores procedeu à reorganização, em 2006, da sua oferta de ensino, no cumprimento das medidas legislativas

Leia mais

Ministério do Comércio

Ministério do Comércio Ministério do Comércio Decreto executivo n.º 11/01 de 9 de Março A actualização e capacitação técnico profissional dos trabalhadores do Ministério do Comércio e de particulares buscam o aperfeiçoamento

Leia mais

Programa de Acção da Candidatura a Presidente

Programa de Acção da Candidatura a Presidente Programa de Acção da Candidatura a Presidente do Instituto Politécnico de Beja de Manuel Alberto Ramos Maçães 1 Índice I. O Porquê da Candidatura II. III. IV. Intenção Estratégica: Visão, Envolvimento

Leia mais

4928-(5) c) Os n. os 3.1 e 3.2 do anexo III.B (mestrados); d) O n.º 1 do anexo III.C (ciclo de estudos integrado conducente ao grau de mestre).

4928-(5) c) Os n. os 3.1 e 3.2 do anexo III.B (mestrados); d) O n.º 1 do anexo III.C (ciclo de estudos integrado conducente ao grau de mestre). N.º 65 31 de Março de 2006 DIÁRIO DA REPÚBLICA II SÉRIE 4928-(5) Despacho n. o 7287-B/2006 (2. a série). O regime jurídico dos graus académicos e diplomas do ensino superior prevê que os estabelecimentos

Leia mais

Lei Orgânica da Provedoria de Justiça

Lei Orgânica da Provedoria de Justiça Lei Orgânica da Provedoria de Justiça Decreto-Lei n.º 279/93, de 11 de Agosto (alterado pelo Decreto Lei N.º15/98, de 29 de Janeiro) (alterado pelo Decreto-Lei n.º 195/2001, de 27 de Junho) (alterado pelo

Leia mais

CATÁLOGO PARA 2015. Formação Profissional Superior em Administração Pública. ISAP: 10 Anos Profissionalizando a Administração Pública

CATÁLOGO PARA 2015. Formação Profissional Superior em Administração Pública. ISAP: 10 Anos Profissionalizando a Administração Pública CATÁLOGO PARA 2015 Formação Profissional Superior em Administração Pública ISAP: 10 Anos Profissionalizando a Administração Pública Contactos: Instituto Superior de Administração Pública Endereço: Av.

Leia mais

SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO ADMINISTRAÇÃO/COMÉRCIO EXTERIOR - CONTAGEM

SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO ADMINISTRAÇÃO/COMÉRCIO EXTERIOR - CONTAGEM SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO ADMINISTRAÇÃO/COMÉRCIO EXTERIOR - CONTAGEM 1) PERFIL DO CURSO: A missão do Curso de Administração com Linha de Formação Específica em Comércio Exterior da PUC Minas consiste

Leia mais

Regulamento do Curso de Mestrado em Desporto

Regulamento do Curso de Mestrado em Desporto Escola Superior de Desporto de Rio Maior (ESDRM) Instituto Politécnico de Santarém (IPS) Regulamento do Curso de Mestrado em Desporto Artigo 1º Natureza e âmbito de aplicação 1. O curso pretende atingir

Leia mais

UNIVERSIDADE DO PORTO GLOSSÁRIO DA ÁREA DA EDUCAÇÃO CONTÍNUA

UNIVERSIDADE DO PORTO GLOSSÁRIO DA ÁREA DA EDUCAÇÃO CONTÍNUA UNIVERSIDADE DO PORTO GLOSSÁRIO DA ÁREA DA EDUCAÇÃO CONTÍNUA Acção de formação Módulo, curso, curso livre, curso multidisciplinar ou seminário realizado no âmbito da Educação Contínua ou da Aprendizagem

Leia mais

IV GOVERNO CONSTITUCIONAL PROPOSTA DE LEI N.º /2010 FUNDO FINANCEIRO IMOBILIÁRIO

IV GOVERNO CONSTITUCIONAL PROPOSTA DE LEI N.º /2010 FUNDO FINANCEIRO IMOBILIÁRIO IV GOVERNO CONSTITUCIONAL PROPOSTA DE LEI N.º /2010 DE DE FUNDO FINANCEIRO IMOBILIÁRIO A presente Lei cria o Fundo Financeiro Imobiliário e estabelece o respectivo regime jurídico. Os princípios de planeamento,

Leia mais

c) Conhecimentos aprofundados da função biológica, da anatomia e da fisiologia no domínio da obstetrícia e relativamente ao recém-nascido, bem como

c) Conhecimentos aprofundados da função biológica, da anatomia e da fisiologia no domínio da obstetrícia e relativamente ao recém-nascido, bem como Directiva 80/155/CEE do Conselho, de 21 de Janeiro de 1980, que tem por objectivo a coordenação das disposições legislativas, regulamentares e administrativas relativas ao acesso às actividades de parteira

Leia mais

REGULAMENTO DE CREDITAÇÃO

REGULAMENTO DE CREDITAÇÃO REGULAMENTO DE CREDITAÇÃO Artigo 1.º Objectivo e Âmbito 1 - O presente regulamento estabelece, de acordo com o n.º 3 do artigo 45.º do Decreto-Lei n.º 74/2006 de 24 de Março, com a redação dada pelos Decretos-Leis

Leia mais

Anos Clínicos na FMUL

Anos Clínicos na FMUL Anos Clínicos na FMUL - Proposta de Reestruturação - Direcção da AEFML, Abril de 2011 pedagogico@aefml.pt 1 de 32 Índice ÍNDICE...2 CONTEXTUALIZAÇÃO...4 A NOSSA PROPOSTA...6 MODELO DE BLOCOS...6 ORGANIZAÇÃO...6

Leia mais