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1 9 INTRODUÇÃO A identificação antropológica é um processo técnico-científico que visa estabelecer a identidade do ser humano. Silva (1997) cita que a ciência antropológica pode ser dividida em antropologia cultural e em antropologia física, que se preocupa com o estudo das variações qualitativas e quantitativas dos caracteres dos seres humanos. O processo de identificação para ser completo necessita de certos requisitos de natureza biológica e técnica para se obter bons resultados. Destacam-se entre os requisitos biológicos, a unicidade, imutabilidade e perenidade e quanto aos técnicos, a praticabilidade e a classificabilidade. Surge então, a necessidade de métodos alternativos, entre esses, distingue-se a Identificação Médico-Odonto-Legal através dos arcos dentários, pelo osso mandibular, maxilar, órgãos dentários e rugas palatinas. Este processo odontológico é de inestimável valor, pois pode fornecer subsídios importantíssimos quando se deseja estabelecer a identidade de alguém. Quando se trata de carbonizados ou mesmo cadáveres em adiantado estado de putrefação, corpos enterrados ou encontrados nos mais diversos lugares, como em terrenos, casas, matas, os arcos dentários apresentam razoável resistência, pois se encontram relativamente protegidos dos efeitos térmicos, graças aos tecidos que revestem a cavidade bucal. Os arcos dentários, na maioria das vezes, são as únicas estruturas preservadas nos carbonizados, tornando-se possíveis às condições de estudo para se estabelecer uma identidade, à medida que são 32 elementos dentais, perfazendo 160 superfícies capazes de sofrer restaurações, cáries, anomalias, formas e tamanhos diferenciados, lesões, perdas, presença de próteses, que juntos proporcionam total individualização (DARUGE et al., 1975). No processo de identificação antropológica é praxe pericial começar nossos trabalhos pela espécie animal, gênero, idade, estatura, biótipo e particularidades, entre elas os arcos dentários. Os exames odontológicos para identificação humana, apesar de serem tradicionais, ainda são atuais e incomparáveis em alguns aspectos legais, por apresentar o crânio, em especial os dentes, características ímpares, tanto para a individualização, como a identificação de um ser. Ramalho (2000) alerta que quando a peça óssea ou dentária a ser avaliada se acha íntegra, mesmo que isolada, sua identificação de plano é conseguida, considerando-se as características morfológicas e anatômicas que os ossos apresentam nos diversos gêneros

2 10 animais. Portanto, o perito terá subsídios para afirmar com precisão que o osso examinado é pertencente ao gênero humano ou não. Em determinadas situações, o material entregue para o exame pericial não é íntegro, e sim muito fragmentado ou destruído total ou parcialmente por agentes físicos, como o fogo, ou químicos, com ácidos ou bases fortes. Em tais circunstâncias, faz-se mister realizar avaliações complementares para se saber se é um fragmento humano ou de outro animal. Usam-se principalmente o exame histomorfológico, a fim de que se possa encontrar a priori características do gênero humano. Desta forma através de um levantamento bibliográfico sobre o assunto em tela decidimos desenvolver um Protocolo Pericial de identificação humana por meio de fragmentos ósseos e dentários que poderá servir de subsídio nas perícias de identificação humana proporcionando ao meio pericial nos Institutos Médicos Legais uma melhor condição de trabalho.

3 11 1 REVISÃO DA LITERATURA 1.1. ESTUDO HISTOMORFOLÓGICO COMPARADO DOS DENTES E DOS FRAGMENTOS DENTÁRIOS EM HUMANOS E ALGUNS ANIMAIS. Arbenz (1988) nas perícias antropológicas de identificação, o que deve ser verificado primeiramente é a natureza humana do objeto da perícia, seja ele vivo, ou morto, cadáver, ossada ou ossos isolados. Quando o exame acontece em indivíduos vivos ou cadáveres íntegros o trabalho pericial de estabelecer a espécie animal é facilitado devido à integridade corporal. As dificuldades acontecem quando se recebem ossos e dentes isolados e também fragmentos variados de tecidos corporais, pois o exame pericial deve ser orientado no sentido de se realizar uma análise comparativa desses objetos macroscopicamente e microscopicamente. Vanrell (2002) alerta que é bastante óbvio que ninguém questiona o diagnóstico da espécie à qual pertencem certas peças dentárias, quando as mesmas se encontram fixadas nos respectivos alvéolos. Basta analisar superficialmente o crânio ou a mandíbula para detectar que aquele ou esta é ou não humano. De fato, o diagnóstico da espécie só se constitui em problema quando apenas temos uma ou mais peças dentárias isoladas ou mesmo fragmentos destas. O que interessa, nestes casos, é saber se referidos dentes pertencem ou não à espécie humana. Caso não sejam humanos, de regra, falece o interesse do odontolegista, a menos que existam razões supervenientes. A característica morfológica fundamental, privativa dos dentes humanos e que os torna diferentes de quaisquer outras espécies animais, é que, nos dentes humanos, a coroa e a raiz se encontram em um mesmo plano, apresentando-se como segmentos de hastes retas. Contrariamente, nos animais, a raiz sempre descreve curvas, exibindo uma grande angulação. Apenas os macacos antropóides mostram certa semelhança, mormente nos incisivos e caninos. Nesses casos raros, tão-somente será necessário um exame minucioso e, por vezes, será preciso recorrer à Zoologia (anatomia comparada). Figún & Garino (1994) abordam com maestria acerca da anatomia dentária e alguns aspectos diferenciais entre o homem e alguns animais mais próximos, conforme as figuras 1, 2, 3, 4, 5, 6 e quadro 1. Em se tratando de fragmentos de peças dentárias, Vanrell (2002) esclarece que o exame microscópico pode realizar-se através de um corte sagital e observação por

4 12 epi-iluminação, usando um microscópio igual ao utilizado em metalurgia. Com essa técnica, os dentes humanos mostram características exclusivas, tais como: os prismas de esmalte são ondulados, paralelos e perpendiculares à dentina; os prismas têm uma largura média de 5µ e um comprimento de 2 mm; os prismas apresentam estrias escuras transversais a intervalos regulares em torno de 4µ; a linha de união entre o esmalte e a dentina exibe um aspecto em guirlanda. Quanto aos cementoplastos, podem ser evidenciados de forma isolada e em conjunto, segundo Russo (apud ARBENZ, 1988), observa-se, no homem, em conjunto dispostos irregularmente, disseminados na espessura do tecido e isoladamente 59% globular, arredondado, em 25% ovóide e 16% espinhosa, com canalículos numerosos, dando a impressão de cabeleira, finos, longos e numerosos; no gênero Canis, em conjunto, dispõem-se de maneira mais uniforme e isoladamente 56% globulares, 29% ovóides e 15% piramidal, canalículos menos numerosos, mais espessos e mais longos, distribuem-se de maneira mais ou menos uniforme pelo cemento, aspecto arborescente e dicotomizados, parecendo haver anastomoses entre os canalículos de um cementoplasto e seu visinho; no gênero Cebus, em conjunto, dispõem-se assimetricamente, sem regularidade e isoladamente 55% globular, 17% oval, 11% alongada, canalículos pouco numerosos, finos, longos, menos arborescentes e menos dicotomizados do que os humanos, os canalículos parecem estar anastomosados; no gênero Tapirus, em conjunto não apresentam nada semelhante a forma simétrica, o cemento apresenta lacunas e ao redor destas encontramos cementoplastos dispostos em forma de anel e isoladamente os cementoplastos se encontram nos anéis e fora deles. No primeiro grupo predominam as formas alongadas 32%, 31% ovais e 7% triangulares, com canalículos finos, menos numerosos dos que os dos homens, muito longos, dicotomizados e arborescentes. Naqueles que estão fora dos anéis, apresentam-se 56% oval, 25% globular e 7% oval, com canalículos menos numerosos, finos, arborescentes e dicotomizados, distribuídos de maneira irregular; no gênero Mazama, em conjunto estão dispostos de maneira mais ou menos regular, em linhas paralelas e são pouco numerosos e isoladamente, apresentam-se em 46% dos casos de forma oval e 30% globular, espinhosas em 16%, alongadas em 5% e triangulares em 3%, não arborescentes e distribuídos de maneira irregular, podendo existir anastomoses entre os canalículos e os cementoplastos visinhos; no gênero Felis, em conjunto, estão dispostos de maneira mais ou menos regular, em linhas paralelas e isoladamente, 60% globulares, ovais 17%, espinhosas 15% e alongadas 8%, canalículos pouco numerosos, longos, finos, dicotomizados e de distribuição irregular, com anastomoses presentes; no gênero Bos, em conjunto, os cementoplastos estão dispostos irregularmente e isoladamente apresentam-se

5 13 com 36% de formas ovais, 25 % globulares, 20% alongadas e 19 % espinhosas. Os canalículos se encontram distribuídos irregularmente pela superfície, finos, relativamente pouco numerosos, arborescentes, curtos e com numerosas dicotomizações, parece haver anastomoses entre dois cementoplastos visinhos; no gênero Equus, em conjunto estão dispostos em linhas paralelas às linhas incrementarias e isoladamente alongados, fusiformes em 100% dos casos, com canalículos bastante numerosos, com direção preferencial perpendicular as linhas incrementarias, finos e longos, com ramificações colaterais e dicotomizados; no gênero Sus, em conjunto, encontram-se dispostos de maneira uniforme, em linhas paralelas entre si e paralelas às linhas incrementarias e isoladamente predominam formas alongadas e globulares, cada uma de 31%, 24 % de ovais e 14% de espinhosas, com canalículos pouco numerosos, distribuídos de maneira mais ou menos irregular pela superfície, finos, pouco dicotomizados e pouco arborescentes. Os cementoplastos podem ser medidos e diferenciados em micra, segundo fórmula de Valeri (apud ARBENZ, 1988) da seguinte forma: Homo equivale a 840,03; Canis, 964,57; Cebus 666,38; Tapirus, 1366,82; Mazama, 719,90; Felis, 242,03; Bos, 870,84; Equus, 853,11; Sus, 637,60. As técnicas osteológicas macroscópicas são bem úteis para realizar a investigação diferencial dos ossos e dentes, podem ser realizadas pelo índice medular; capacidade craniana, que conforme Gilles & Elliot (apud ARBENZ, 1988) apresentando na mulher 1300 cm³ e no homem 1400 cm³; inclinação de forame occipital que é muito pequena no homem em virtude da sua posição ereta, aumentando à medida que desce na escala zoológica; os ângulos cranianos; exame dos arcos dentários, através das Fórmulas Dentárias que de maneira contundente diferenciam os animais, destacando-se a dos homens e macacos, tanto para o arco superior como para o inferior de 2; 1; 2; e 3, representada por dois incisivos, um canino, dois pré-molares e três molares; para os felídeos, encontramos 3;1;3;1, ou seja três incisivos, um canino, três pré-molares e um molar; para os canídeos, têm-se 3; 1; 4; 2 e 3, respectivamente três incisivos, um canino, quatro pré-molares e dois molares superiores e três molares inferiores e as formas dos arcos dentários, que podem ser elíptica, com segmentos laterais se aproximando nas extremidades; parabólica, com segmentos laterais divergentes nas extremidades; upsóide, com extremidades paralelas; semicircular, própria da dentadura decídua.

6 14 FIGURA 1 - Distribuição dos dentes nos arcos dentários humanos (FIGÚN & GARINO, 1994). FIGURA 2 - Aspecto geral dos dentes humanos no sentido cérvico-oclusal (FIGÚN & GARINO, 1994).

7 FIGURA 3 - Aspecto geral dos dentes humanos no sentido proximal, evidenciando as inclinações das faces livres (FIGÚN & GARINO, 1994). 15

8 FIGURA 4 - Configuração interna dos dentes humanos no sentido proximal (FIGÚN & GARINO, 1994). 16

9 17. QUADRO 1 - Características métricas gerais comparativas dos dentes humanos (FIGÚN & GARINO, 1994).

10 FIGURA 5 - Características morfológicas das estruturas ósseo-dentárias gerais de alguns animais bem conhecidos da convivência humana. 1- tubarão; 2- crocodilo; 3- jaguar; 4- roedor; 5 golfinho; 6 javali (FIGÚN & GARINO, 1994). 18

11 19 FIGURA 6 - Características morfológicas comparativas do crânio de um ser humano, um chimpanzé e um lemuróide (FIGÚN & GARINO, 1994).

12 20 Costacurta (1979) classifica os dentes humanos como braquidontes, isto é, possuem coroa baixa e de crescimento limitado, sendo o homem heterodonte, ou seja, seus dentes apresentam morfologia diversa e nenhum deles atinge desenvolvimento tal que ultrapasse. Classifica ainda o homem como um vertebrado difiodonte, isto é, que tem duas dentições sucessivas. Veja as figuras 7, 8, 9. FIGURA 7 - Características morfológicas e disposição dos dentes decíduos inferiores (a) e superiores (b) do crânio de um ser humano (COSTACURTA, 1979). FIGURA 8 - Características morfológicas e disposição dos dentes permanentes inferiores (a) e superiores (b) do crânio de um ser humano (COSTACURTA, 1979).

13 21 Costacurta (1979) acrescenta que o estudo mesoscópico do dente deve compreender os seguintes elemento: 1) dente (esmalte, dentina, polpa); 2) periodonto (gengiva, cemento, ligamento periodontal, osso alveolar), conforme a figura 9. FIGURA 9 - Diagrama de corte longitudinal de dente incisivo lateral inferior (COSTACURTA, 1979).

14 22 Maciel (2003) relata que, histologicamente, o esmalte é o tecido mais mineralizado que se conhece, consistindo de 96% de mineral, 2-3 % de água e 1% de matéria orgânica. O componente inorgânico do esmalte é formado por cristais de fosfato de cálcio (hidroxiapatita), semelhante ao de outros tecidos mineralizados. Diversos íons (estrôncio, magnésio, chumbo e flúor), se presentes durante a síntese do esmalte, podem ser incorporados e/ou absorvidos pelos cristais. A suscetibilidade destes cristais para dissolução em ph ácido é a base para a cárie dentária. Devido ao elevado conteúdo mineral, o esmalte é extremamente duro, uma propriedade que lhe permite resistir às forças da mastigação. Por outro lado, também é quebradiço, necessitando apoiar-se na dentina, mais resiliente, para manter sua integridade. Se a dentina é destruída por cáries ou uma cavidade mal preparada, o esmalte fratura-se facilmente. Costacurta (1979) enfatiza que o esmalte é translucente e varia em cor do brancoamarerlado ao branco-acinzentado.também varia em espessura, de 2,5 mm na superfície de cúspides a uma camada a uma camada muito mais fina na região cervical. Esta variação influência na cor do dente, pois a coloração da dentina subjacente aparece. Os dentes decíduos são menos translúcidos (mais brancos), assim como os dentes recém-erupcionados; com o tempo, existe uma maturação gradual pós-eruptiva, que torna os dentes mais translúcidos e amarelados, já que a cor da dentina aparece mais. Uma dificuldade no estudo do esmalte é seu elevado grau de mineralização.cortes descalcificados do dente em desenvolvimento retêm pouca matriz, porque o componente orgânico é progressivamente perdido. Apenas no esmalte formado recentemente é possível observar um pouco da organização estrutural do tecido. Por outro lado, preparações histológicas não descalcificada oferecem informações sobre sua estrutura, mas o processo de amelogênese e o papel de elementos celulares neste processo são totalmente perdidos. Durante a amelogênese, os ameloblastos sintetizam e secretam uma matriz orgânica que é, quase que imediatamente, mineralizado. No início do depósito, uma camada uniforme de cerca de 5 mm, aprismática, é depositada sobre a dentina do manto coronária.os ameloblastos diferenciam-se ainda mais e desenvolvem, em sua extremidade apical, uma especialização denominada processo de Tomes. Graças a esta especialização, a matriz passa a ser depositada na forma de prismas. Em preparações que preservam apenas o conteúdo mineral, os prismas do esmalte são observados como estruturas alongadas, que se estendem da junção amelodentinária à superfície do esmalte, seguindo um curso ondulado.cada prisma assemelha-se a um cilindro e, no seu centro contém cristais cujos longos eixos estão paralelos ao eixo longitudinal do prisma. A região interprismática é uma área que circunda cada prisma, na qual os cristais estão orientados em direção diferente

15 23 daquela observada no prisma. A região onde os cristais do prisma encontram aqueles da região interprismática é chamada bainha do prisma, que possui maior quantidade de matriz orgânica. Na superfície do esmalte, a estrutura dos prismas é irregular ou inexistente, devido ao desaparecimento dos processos de Tomes no final da amelogênese. Esta camada aprismática aparece nos últimos 30 mm de esmaltes de todos os dentes decíduos e no terço cervical dos dentes permanentes. No dente erupcionado, esta camada se perde por abrasão. Veja figura 10. FIGURA 10 - Desenho esquemático para ilustrar a forma e as dimensões do cristal de hidroxiapatita do esmalte humano adulto (COSTACURTA, (1979).

16 24 Maciel (2003) afirma que a camada externa do esmalte dental humano tem sido objeto de constante pesquisa devido à sua estrutura complexa e também por ser o local onde inicia a lesão da cárie. Além disso, quando necessário, esta região mantém contato com os mais diversos materiais restauradores, relacionados ou não a um condicionamento ácido prévio. O condicionamento ácido na superfície do esmalte dental é um procedimento importante na prática odontológica, pois promove com eficiência a dissolução dos cristais de hidroxiapatita, formando, uma superfície irregular que possibilita a adesão de compósitos ao esmalte. O condicionamento ácido do esmalte é relevante em procedimentos clínicos como a terapia para a reversão de manchas brancas, feitura de biséis cavossuperficiais, aplicação de selantes, colagem de brackets ortodônticos, próteses adesivas, colagem de fragmentos e restaurações adesivas. Os padrões de condicionamento ácido obtidos após o tratamento da superfície do esmalte, segundo Silverstone, são: a) tipo I, caracterizado pela remoção preferencial do centro dos prismas, conforme a figura 12, tipo II, com remoção preferencial da periferia dos prismas, mantendo o centro intacto e c) tipo III, com dissolução maior das estruturas, abrangendo o centro da periferia dos prismas. As diferenças no padrão de condicionamento ácido devem-se notoriamente à orientação dos cristais, conforme se apresentam na secção do prisma num determinado ponto de se seu trajeto no esmalte (disposição paralela, perpendicular ou oblíqua ao longo do eixo do prisma). Observar o curso dos prismas ao longo da espessura do esmalte é difícil, devido ao seu curso ondulado. No entanto, sabe-se que eles tendem a ser mantidos em colunas arranjadas ao redor do longo eixo do dente. Em cada coluna, os prismas correm em direção perpendicular à superfície da dentina, com ligeira inclinação em direção à cúspide. Próximo da ponta da cúspide, os prismas correm mais verticalmente. No esmalte cervical os prismas correm mais horizontalmente, com poucas colunas correndo em direção apical. O arranjo destas colunas tem importância clínica, já que as fraturas do esmalte podem ocorrer entre colunas adjacentes. Além disso, no preparo de uma cavidade, a remoção de prisma sem suporte dentinário é importante, principalmente nas bordas, a fim de evitar fraturas e posterior reincidência de cárie. Observar as figuras 11, 12 e 13.

17 25 FIGURA 11 - Esmalte, dente seco, corte desgastado. As estriações escuras observadas nas setas são denominadas linhas ou estrias de Retzius. Em cortes longitudinais da coroa, essas linhas aparecem oblíquas, desde a junção amelodentinária até a superfície do esmalte. As estrias refletem a forma como o esmalte foi depositado durante a síntese, e são regiões ligeiramente menos mineralizadas que o restante do esmalte. Na superfície do esmalte, pode ser observada a camada aprismática (MACIEL,(2003). FIGURA 12 - Aspecto ultra-estrutural da superfície do esmalte em um dente molar incluso, conforme observação ao microscópio eletrônico de varredura. A seta aponta a superfície externa do esmalte. * = camada prismática (MACIEL, 2003).

18 26 FIGURA 13 - Dente pré-molar. Observar a eficiente adesão (faixa branca horizontal) indicada pela interface que separa o selante (acima) do esmalte (abaixo) após a restauração. Aumento de x. Em (B), face vestibular de dente molar: padrão tipo I. Notar a desmineralização no centro do prisma. Aumento de 750x. (MACIEL, 2003). Costacurta (1979) destaca a formação do esmalte ocorre em duas etapas. Primeira, os ameloblastos grosseiramente mapeiam a localização e a espessura geral de todo o esmalte sintetizando uma matriz acelular, rica em proteínas e avascular. Logo ocorre uma mineralização inicia, de aproximadamente 30%, com formação de cristais de hidroxiapatita. Estes cristais iniciais são organizados espacialmente em prismas e territórios interprismáticos à medida que estes são formados, e os cristais do prisma crescem em comprimento à medida que os ameloblastos se distanciam da dentina. Uma vez que toda a espessura deste esmalte tenha sido depositada, a segunda envolve um influxo adicional de mineral que coincide com a remoção de matriz orgânica e água (fase de maturação). Das proteínas do esmalte, cerca de 90%, pertencem a um grupo heterogêneo de baixo peso molecular, conhecido como amelogeninas. Os restantes 10% consistem de consistem de enamelinas (fosfoproteínas glicosiladas e acídica), tuftelina (fosfoproteína glicosiladas e acídicas) e glicoproteínas sulfatadas (ameloblastinas, amelina e bainhalina). Quando a maturação esta completa, os ameloblastos secretam uma lâmina basal sobre a superfície do esmalte e formam hemidesmossomos para unir-se a esta lâmina basal. Neste estágio, os ameloblastos e as células remanescentes do órgão do esmalte protegem a superfície do esmalte das células do fólico dental. Caso haja exposição do esmalte, haverá depósito de cemento sobre a coroa. No

19 27 entanto, uma modificação da composição do esmalte ainda é possível. Por exemplo, se houver flúor à disposição, este pode ser incorporado ao esmalte superficial. Durante a erupção, este epitélio formará o epitélio juncional primário. A formação do esmalte humano, em geral, é um processo muito lento, durando 4-5 anos para se completar, na coroa de alguns dentes permanentes. Aproximadamente 2/3 deste tempo (cerca de dias) são devotados à maturação do esmalte, que consiste de uma série de eventos associados ao crescimento lento e progressivo, em largura e espessura, de cristais de hidroxiapatita. Esta etapa do desenvolvimento físico gradual do esmalte. Maciel (2003) ainda destaca que o esmalte maduro possui várias características estruturais. As estrias de Retzius, por exemplo, são linhas incrementais do esmalte. Em um corte longitudinal, são vistas como uma série de bandas escuras. Em cortes transversais são vistas como anéis concêntricos, semelhantes aos anéis de crescimento de uma árvore. As estrias terminam, na superfície do esmalte, formando as periquimácias, ondulações freqüentemente observadas no esmalte jovem, principalmente na região cervical. O esmalte torna-se menos permeável com a idade.o esmalte jovem é semipermeável, permitindo a passagem da água das moléculas de baixo peso molecular entre os cristais. Com idade, os poros diminuem devido o aumento dos cristais. Como ocorre troca de íons na camada superficial do esmalte, a composição desta camada também altera. Defeitos de desenvolvimento do esmalte foram relatados há mais de 200 anos, associados a várias deficiências vitamínicas como raquitismo e escorbuto, assim como a algumas doenças infecciosas como sífilis e sarampo. Atualmente, são conhecidas mais de 100 condições patológicas associadas ao desenvolvimento anormal do esmalte. A etiologia destas alterações inclui fatores ambientais, desnutrição, infecção, exposição excessiva a certos elementos como fluoreto e desordens hereditárias. Reveja as figuras 11, 12 e 13. A amelogênese imperfeita representa um grupo heterogêneo de defeitos no esmalte, genética e clinicamente distintos.a classificação mais aceita baseia-se no processo de desenvolvimento onde provavelmente esta o problema: (1) esmalte hipoplástico (esmalte fino ou ausente, resultante de defeitos na diferenciação ou invibialidade de ameloblastos); (2) hipocalcificação (forma predominante, esmalte macio devido a mineralização) e (3) hipomaturação (reflete alterações em prismas e bainhas resultando em esmalte deformando sujeito a fraturas).de acordo com vários estudos, o gene da amelogenina está fortemente implicado na etiologia de algumas formas de amelogênese imperfeita. Bhaskar (1989) alerta que além das displasias genéticas, outras condições podem afetar a estrutura do esmalte, pois ameloblastos são muito sensíveis a alterações no ambiente.

20 28 Alterações orgânicas mais severas podem perturbar a produção do esmalte ou provocar ou provocar a morte de ameloblastos, resultando em defeitos facilmente observáveis clinicamente.três condições são relativamente freqüentes: (1) defeitos causados por doenças febris (faixas de esmalte superficial malformado), (2) defeitos induzidos por tetracliclina (pigmentação marrom devido à incorporação de tetraciclina, hipolasia ou ausência do esmalte) e (3) flurose, resultante de exposição aguda ou crônica ao flúor durante o desenvolvimento dental (esmalte com opacidades e mais poroso). Por outro lado, o flúor oferece vantagens quando bem utilizado. Se o flúor é incorporado ou adsorvido no cristal de hidroxiapatita, este se torna mais resistente à dissolução ácida, o que explica o papel do flúor na prevenção das cáries. Obviamente, se o flúor estiver presente durante a formação do esmalte, todos os cristais irão se tornar mais resistentes. A natureza semipermeável do dente recém-erupcionado também permite que o flúor da água, pasta de dentes e da aplicação tópica seja incorporado na camada mais superficial do esmalte. Maciel (2003), já com relação à dentina, aborda que ela é um tecido conjuntivo mineralizado que forma a maior parte da estrutura do dente. Quando madura, é constituída por cerca de 70% de mineral, 20% de matéria orgânica e 10% de água, adsorvida na superfície dos cristais de hidroxiapatia ou ocupando espaços intercristalinos. Cerca de 56% da fase mineral está contida no colágeno, o que torna a dentina um pouco mais dura que o osso, e mais mole que o esmalte. A coloração da dentina é amarelada, mas na ausência da polpa a dentina torna-se mais escura por descoloração. A dentina possui uma certa resiliência, propriedade importante para sua função de suporte do esmalte. Dentina e esmalte estão bem unidos por meio da junção amelodentinária; na raiz, a dentina é recoberta pelos cementos celular e acelular. A dentina é caracterizada pela presença de múltiplos túbulos muito próximos entre si, que atravessam toda a sua espessura e possuem prolongamentos de odontoblastos, células formadoras e mantenedoras da dentina. Os corpos celulares dos odontoblastos ficam alinhados ao longo da borda interna da dentina, formando também a porção mais externa da polpa. Veja figura 14.

21 29 FIGURA 14 - Dentina, dente descalcificado, coloração pelo Tricômico de Mallory. (A) Superfície da dentina, onde podem ser observados odontoblastos e sues prolongamentos, que penetram nos canalículos dentinários. (B) Corte transversal dos canalículos dentinários, que contêm prolongamentos odontoblásticos no seu interior. A dentina é um tecido muito permeável (MACIEL, 2003). Bhaskar (1989) relata que os túbulos dentinários vão da junção amelodentinária até a polpa, possuindo um trajeto curvo. São estruturas cônicas com cerca de 2,5 um de diâmetro próximo da polpa, 1,2 um na porção média da dentina e 900 nm próximo da junção. Os túbulos dentinários se ramificam, principalmente na raiz, sendo que os ramos podem ser grandes ( um), médios ( um) ou pequenos (< 300 um). Obviamente, a natureza tubular da dentina confere a este tecido mineralizado grande permeabilidade, que pode contribuir para o avanço do processo carioso e aumentar a resposta pulpar a um procedimento restaurador. Qualquer análise da resposta dentinária a procedimentos clínicos, como preparo de cavidades ou união de materiais à dentina, deve considerar a existência destes túbulos. O termo dentina esclerótica descreve dentina cujos túbulos foram ocluídos com material calcificado. Esta oclusão pode ocorrer por depósito contínuo de dentina intratubular, ou mineralização difusa que ocorre ainda na presença de um prolongamento de um odontoblastos viável. A esclerose diminui a permeabilidade da dentina, podendo auxiliar na preservação da vitalidade pulpar. Na porção, em preparos por desgaste, uma área com aspecto granuloso pode ser observada abaixo da superfície da dentina, onde a raiz é recoberta por cemento. Estas áreas representam alcanças terminais dos túbulos dentinários da raiz, possivelmente relacionadas ao menor ritmo de formação da dentina radicular. Maciel (2003) afirma que, em dentes humanos, três tipos de dentina podem ser reconhecidos: primária (do manto circumpulpar), secundaria e terciária. A dentina é aquela sintetizada antes do término da formação da raiz. A dentina do manto possui cerca de 150 mm de espessura e é de 4% menos mineralizada que o resto da dentina primária. A secundária

22 30 desenvolve-se após a formação d a raiz esta completa, inclusive em dentes não erupcionados. Ela representa a continuação, bem mais lenta, do depósito de dentina pelos odontoblastos, e sua estrutura tubular é contínua com aquela da dentina primária, embora seja menos regular. Embora seja depositada na periferia de toda a polpa, este depósito é maior no teto e assoalho da câmara pulpar, promovendo a recessão pulpar. A dentina terciária é produzida em reação a diversos estímulos, como atrito, cárie ou procedimentos restaurador. Diferentemente das outras, é produzida apenas pelas células que receberam o estímulo. Esta dentina pode ter túbulos em continuidade àqueles da dentina secundária, ou esparsos e arranjados irregularmente, ou ser atubular, podendo até mesmo apresentar inclusões odontoblásticas. Bhaskar (1989) relata que, na polpa, além da zona odontoblasta periférica, podem ser observadas a zona acelular subodontoblástica de Weil (proeminente na coroa), a zona rica em células, junto à camada acelular de Weil, e o centro da polpa, caracterizado por grandes vasos e nervos. As principais células da polpa são odontoblastos, fibroblastos, células mesenquimais indiferenciadas, macrófagos e outras células imunocompetentes como linfócitos T e células dendríticas apresentadoras de antígenos. Os fibroblastos são células mais numerosas, cujas principais funções são sintetizar e manter a matriz extracelular pulpar. Na polpa, esta matriz consiste principalmente de colágenos I e II e substância amorfa servido como suporte e meio de difusão de nutrientes e metabólitos. As células mesenquimais indiferenciadas podem originar odontoblastos ou fibroblastos, dependendo do estímulo. Um grande número de fibras nervosas penetra pelo ápice dental, participando de feixes neurovasculares. Uma vez na câmara pulpar, os feixes nervosos arborizam-se perifericamente, à medida que se dirigem para oclusal pelo centro da polpa. Estima-se que cada fibra nervosa origine diversos ramos terminais, que eventualmente contribuem para plexo nervoso extenso, presente na camada subodontoblástica. Na raiz, não existe um plexo correspondente; ramos surgem dos troncos ascendentes, arborizam-se e cada ramo inerva seu próprio território. À medida que os nervos ascendentes coronariamente, os axônios mielinizados em direção à coroa. Veja figura 15.

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