1º Ten Al GEYSA MARIA RAMOS COIRADAS. MÉTODOS DE IDENTIFICAÇÃO HUMANA: a importância da identificação pela arcada dentária nas Forças Armadas

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1 1º Ten Al GEYSA MARIA RAMOS COIRADAS MÉTODOS DE IDENTIFICAÇÃO HUMANA: a importância da identificação pela arcada dentária nas Forças Armadas RIO DE JANEIRO 2008

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3 1 o Ten Al GEYSA MARIA RAMOS COIRADAS MÉTODOS DE IDENTIFICAÇÃO HUMANA: a importância da identificação pela arcada dentária nas Forças Armadas Trabalho de conclusão de curso apresentado à Escola de Saúde do Exército, como requisito parcial para aprovação no curso de Formação de Oficiais do Serviço de Saúde, especialização em Aplicações Complementares às Ciências Militares. Orientador: Major Médico Dorivaldo Rodrigues Carvalho

4 RIO DE JANEIRO 2008 C679m Coiradas, Geysa Maria Ramos. Métodos de identificação humana: a importância da identificação pela arcada dentária nas Forças Armadas/. Geysa Maria Ramos Coiradas. - Rio de Janeiro, f. ; 30 cm. Orientador: Dorivaldo Rodrigues Carvalho. Trabalho de Conclusão de Curso (especialização) Escola de Saúde do Exército, Programa de Pós-Graduação em Aplicações Complementares às Ciências Militares.) Referências: f Arcada dentária. 2. Identificação Humana. 3. Forças Armadas. I. Carvalho, Dorivaldo Rodrigues. II. Escola de Saúde do Exército. III. Título. CDD 617

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6 1 o Ten Al GEYSA MARIA RAMOS COIRADAS MÉTODOS DE IDENTIFICAÇÃO HUMANA: a importância da identificação pela arcada dentária nas Forças Armadas Trabalho de conclusão de curso apresentado à Escola de Saúde do Exército, como requisito parcial para aprovação no curso de Formação de Oficiais do Serviço de Saúde, especialização em Aplicações Complementares às Ciências Militares. Orientador: Major Médico Dorivaldo Rodrigues Carvalho COMISSÃO DE AVALIAÇÃO Dorivaldo Rodrigues Carvalho Roberto Edison Rebouças Monte Frusca Simone Macedo Soares Rio de Janeiro, de Outubro de 2008

7 O único lugar onde o sucesso vem antes do trabalho é no dicionário. (Albert Einstein)

8 AGRADECIMENTOS Agradeço ao meu orientador, Major Médico Dorivaldo Rodrigues Carvalho, pela imensa ajuda prestada, ao meu irmão Luis Ramos Coiradas e ao meu marido, Bruno Woellner de Souza, pelas horas dispensadas na ajuda da formatação deste trabalho.

9 RESUMO Há muitos séculos é necessário que cada ser humano, objeto ou coisa, seja especificamente determinado e, ao longo dos tempos, vários métodos foram utilizados para tal fim, só um nome não bastava, evoluiu-se do ferro em brasa aplicado à pele ao DNA. O objetivo do presente trabalho é ressaltar a importância dos métodos de identificação na sociedade moderna, independente do fim para o qual seja utilizado, desde a certidão de nascimento até o atestado de óbito, muitas serão as ocasiões, de toda ordem, em que se fará necessário uma correta e rigorosa identificação. Dentre os métodos existentes para a identificação, cada qual deles com sua vantagem ou desvantagem ou com o fim que se pretenda atingir, destaca-se a identificação pela arcada dentária como um, senão o melhor método, em função de suas características técnicas, como imutabilidade, perenidade, e principalmente, pelo seu baixo custo e viabilidade de aplicação nas Forças Armadas. Nas três forças, pela peculiaridade de suas funções, que expõem seus membros a múltiplas situações de risco, tanto na paz quanto na guerra, que podem acabar por impedir a identificação de possíveis vítimas numa atividade bélica, imagine-se um submarino naufragado, uma aeronave que colida ou exploda, uma tropa atingida por lança-chamas e várias outras possibilidades; então, como médico e como militar a necessidade de tal conhecimento é imperiosa. Nos últimos dez anos, as manchetes de jornal mostraram tragédias de tal monta, onde o número de vítimas foi tão grande e em tal estado de mutilação ou desfiguração que era absolutamente necessário um método rigoroso e preciso de identificação de cada qual dos mortos. A identificação pela arcada dentária para todos os militares, baseado num protocolo simples, de fácil aplicação, de baixo custo, de aplicabilidade nacional, independente da existência ou não de recursos técnicos na localidade, por mais distante que ela esteja dos grandes centros, necessita, sem demora, ser padronizada. Palavras-chaves: Identificação humana; Arcada dentária; Forças Armadas.

10 ABSTRACT For centuries, it has been necessary to specifically identify each human being, object or anything else, and many methods had been created to accomplish this task. The name of those things was not enough anymore, and it evolved from the rustic tattoos and marks made by flaming iron to DNA. The main objective of this work is to emphasize the importance of the identification methods in the modern society, irrespective of the use. From the birth certificate to the certificate of death, there are many situations where it is necessary to make accurate and strict identification. Among the existing identification methods, each one with its proper advantages and disadvantages, the one based on the dental arch deserves emphasis as, probably, the best one, as result of its technical features, such as immutability, durability and mainly its low cost and easy implementation in the military forces. In the three forces (Army, Navy and Air Force), because of its peculiar duties, with men being sent into multiple risky situations mainly in the war time, and even in peace missions, in situations like a wrecked submarine, the explosion of an aircraft or even when troops are hit by flame-throwers, the need for identification and the knowledge on this techniques is imperative. In the last ten years, the newspapers highlighted tragedies with huge numbers of victims and many of those victims were in such state of mutilation that it was absolutely necessary to make use of accurate and strict identification. An identification process through the dental arch for all the military force is necessary, based on a simple protocol, being very easy to be put on practice, low cost, applicability throughout the national territory, not dependent on local technical resources, no matter how far it is form the large urban centers, is imperative to be put on practice and on a standardized process. Keywords: Human Identification; Dental Arch; Military Forces

11 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO CONCEITOS Identidade Identificação Personalidade Material de estudo ou objeto REQUISITOS TÉCNICOS Unicidade ou individualidade Imutabilidade Perenidade Praticabilidade ou viabilidade Classificabilidade ATOS DE IDENTIFICAÇÃO ASPECTOS HISTÓRICOS MÉTODOS DE IDENTIFICAÇÃO HUMANA INTRODUÇÃO IDENTIFICAÇÃO JUDICIÁRIA IDENTIFICAÇÃO MÉDICO-LEGAL Psíquica Funcional Física IDENTIFICAÇÃO PELA ARCADA DENTÁRIA INTRODUÇÃO ANATOMIA DO CRÂNIO Pontos Craniométricos ANATOMIA DO DENTE E REFERÊNCIAS TOPOGRÁFICAS... 35

12 4.4 NOTAÇÃO DENTÁRIA PROPRIEDADES DOS DENTES E MATERIAIS RESTAURADORES CARACTERES ESTUDADOS Espécie Grupo racial ou Etnia Sexo Determinação da altura Determinação da idade INDIVIDUALIZAÇÃO ELEMENTOS CONGÊNITOS Forma dos arcos dentários Forma da abóbada palatina Anomalias de volume (Heterometrias) Anomalias de número Anomalias de forma (Heteromorfias) Anomalias de posição (Heterotopias) Anomalias de erupção ELEMENTOS ADQUIRIDOS Estigmas profissionais Hábitos pessoais Doenças adquiridas sistêmicas ou locais Traumas dentários Tratamentos odontológicos Tratamentos medicamentosos PRONTUÁRIO ODONTOLÓGICO O REGISTRO POST-MORTEM OUTROS RECURSOS INTER-RELAÇÕES CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS

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14 LISTA DE FIGURAS Figura 1 Foto dos corpos inchados e deformados Figura 2 Vôo Foto das vítimas alinhadas na calçada Figura 3 Vôo 1907 remoção dos restos mortais Figura 4 Vôo 1907 Peritos aguardando chegada dos corpos Figura 5 Vôo 1907 Equipe de resgate formada por militares e peritos IML.. 26 Figura 6 Vôo 3054 Acidente vôo TAM Figura 7 Pontos Craniométricos Figura 8 Pontos Craniométricos Figura 9 Mandíbula Figura 10 Arcada vista anterior Figura 11 Anatomia interna do dente Figura 12 Arcada dentária superior e inferior Figura 13 Divisão da arcada em quadrantes Figura 14 Nomenclatura dos dentes e época de erupção Figura 15 Sistema Germânico Figura 16 Sistema Europeu Figura 17 Sistema FDI Figura 18 Sistema Antropológico Figura 19 Sistema INTERPOL Figura 20 Grau de Prognatismo Figura 21 Nasion e Basion Figura 22 Forma do arco dentário e etnia Figura 23 Abóbada Palatina Figura 24 Mandíbula antero-lateral Figura 25 Mandíbula Posterior Figura 26 Crânio feminino e masculino Figura 27 Traçado do arco e da corda Figura 28 Displasia do esmalte Figura 29 Hipoplasia dental com dentes cônicos Figura 30 Anomalia congênita Figura 31 Amelogênese imperfeita Figura 32 Amelogênese imperfeita Figura 33 Dentinogênese imperfeita Figura 34 Dentinogênese imperfeita Figura 35 Dentinogênese imperfeita em idoso... 57

15 Figura 36 Uso da Tetraciclina Figura 37 Arco dentário superior Figura 38 Arco dentário superior Figura 39 Abóbada Palatina Figura 40 Dente-extranumerário Figura 41 Mesiodens Figura 42 Terceiro molar impactado Figura 43 Hipoplasia generalizada do esmalte Figura 44 Hipoplasia dos incisivos Figura 45 Reabsorção interna e restaurações Figura 46 Alterações dentárias Figura 47 Fusão dos incisivos Figura 48 Geminação Figura 49 Dilaceração Figura 50 Concrescência Figura 51 Porfiria Figura 52 Descalcificação Figura 53 Mandíbula em bolha de sabão Figura 54 Cáries Figura 55 Cáries de colo Figura 56 Fotografia digital Figura 57 Radiografia interproximal Figura 58 Caso Mengele Figura 59 Radiografia panorâmica Figura 60 Radiografia antero-posterior Figura 61 Radiografia lateral Figura 62 Software odontológico... 91

16 LISTA DE TABELAS Tabela 1 Índice dentário e grupo étnico Tabela 2 Cúspides e Etnia Tabela 3 Etnia pela mandíbula Tabela 4 Crânio e Sexo Tabela 5 Erupção dentária e idade... 51

17 1 INTRODUÇÃO A identificação de uma pessoa requer, com bastante freqüência e por inúmeras razões de ordem social e jurídica, que seja possível afirmar, com absoluta segurança que determinado indivíduo é ele e somente ele e não uma pessoa diversa. (Vanrell, 2007). Em nosso país, o Código Civil em seu artigo 2º anota A personalidade civil da pessoa começa do nascimento com vida... e em seu artigo 6º registra A existência da pessoa natural termina com a morte; presume-se esta, quanto aos ausentes, nos casos em que a lei autoriza a abertura de sucessão definitiva. e por fim no artigo sétimo temos Pode ser declarada a morte presumida, sem decretação de ausência: I Se for extremamente provável a morte de quem estava em perigo de vida ; e II - Se alguém, desaparecido em campanha ou feito prisioneiro, não for encontrado até dois anos após o término da guerra.... E muitos outros artigos se sucedem a estes, todos tratando da personalidade jurídica, direitos, deveres até culminar com o óbito. Observe-se que apenas considerando o citado código, quantas implicações trazem para o militar e sua família sua morte ou seu desaparecimento em combate, a não identificação resulta num mínimo de dois anos tanto de expectativas quanto de dificuldades financeiras para a família. Este período, entre o nascimento e o óbito será marcado por inúmeras relações sociais, humanas, jurídicas, profissionais, legais e formais e em todas elas, vivo ou morto será necessário que cada pessoa seja uma, não se aceitando que alguém seja confundido ou se passe por outro. Em função das inúmeras situações que o ser humano pode se expor no seu dia a dia, seja no âmbito profissional, seja no lazer, não importando que ele seja civil ou militar, ou um militar numa atividade civil, em qualquer tempo estará exposto a tragédias, veja-se o caso do avião da TAM no aeroporto de Congonhas, num atentado terrorista como aconteceu em Nova York ou num conflito bélico como no Iraque ou em Israel, em tais situações o dano corporal pode ser de tal monta que comprometa por completo a identificação baseado apenas num registro civil, num nome ou numa cédula de identidade. Tal trabalho encontra justificativa quando se sabe o quanto se tem avançado na qualidade dos métodos de identificação, fruto do desenvolvimento científico do tema, sendo o Brasil, em vários centros, respeitado por sua competência. Independente disso, no âmbito das Forças Armadas e em especial no Exército Brasileiro não está ainda formado um protocolo que considere a identificação de todo seu efetivo, por um método simples, viável e de baixo custo como a identificação pela arcada, já prevendo situações no qual a identificação seja necessária devido a mutilação, carbonização ou putrefação ocorrida tanto numa situação genérica como citado acima, como num evento específico como um acidente com explosivos, conflitos na floresta amazônica, operações aeromóveis, enfim, as possibilidades são inúmeras, todas frutos de atividade fim da força, como da própria vida em sociedade. Pelo conhecimento

18 que se tem da estrutura médico-legal, com todos os seus ramos de especialidades, como a odontologialegal, no Exército Brasileiro, este trabalho espera servir para gerar futuras modificações, padronizações e quiçá a formação de uma equipe multidisciplinar especializada para desempenhar tal trabalho, em âmbito nacional. 1.1 CONCEITOS Alguns conceitos mínimos são necessários para iniciar-se o estudo dos métodos de identificação, são eles: identidade, identificação, personalidade, objeto ou material de estudo Identidade É a qualidade de algo ou alguém ser uma só coisa, e não uma coisa diferente; a identidade apresenta propriedades, sinais ou marcas que caracterizam individualmente, seja em vida, seja após a morte. O código Penal Brasileiro em seu artigo 307 define: O conjunto de caracteres próprios e exclusivos de uma pessoa Identificação Sendo a identidade uma qualidade específica ou um determinado atributo, sua determinação é a identificação. Portanto, a identificação é um método próprio, numa sucessão de atos ou de técnicas que permitem individualizar o material estudado.

19 1.1.3 Personalidade Vanrell (2007) sintetiza aptidão reconhecida a alguém pela ordem jurídica para exercer direitos e cumprir obrigações. Esse conceito jurídico pode ser ampliado para um entendimento que envolva a identidade psíquica do indivíduo, Flamínio Fávero (1945) cita Ottolenghi que afirma ser a identidade psíquica uma continuação da identidade física. Por sua vez, os caracteres psíquicos estão em estreita relação com os físicos, basta considerar a fala, os movimentos, os gestos, a escrita. Tanto a personalidade quanto a psiquê, por seus aspectos jurídicos e psicológicos são de tal complexidade que fogem ao escopo deste trabalho Material de estudo ou objeto Material de estudo é aquilo que se necessita identificar, pelo estudo dos caracteres que o tornam único, que dão sua identidade. Portanto, no ser humano, tudo que lhe diga respeito pode ser material de estudo, seja o indivíduo vivo, seja o cadáver, estando ou não o corpo inteiro e conservado, seja carbonizado, em putrefação, esquartejado ou ainda, reduzido a ossos. Quando vivo, seus atributos individuais de ordem anatômica, morfológica, funcional ou fisiológica e mesmo psíquica irão constituir, isoladamente ou em conjunto a sua individualidade e sua respectiva identidade. Quando cadáver outros atributos se farão necessários para a identificação, seja todo o corpo ou partes deste como pêlos, cabelos, unhas, dentes, ossos, manchas, líquidos, cinzas, impressões, pegadas, escrita e outros, que, quando não permitirem a identificação permitirão ao menos a exclusão. (Gomes, Fávero, Vanrell 2007). 1.2 REQUISITOS TÉCNICOS Cinco são os requisitos que deve preencher um bom método de identificação; cabe aqui uma consideração, os termos método, técnica, processo, atos, fases, procedimentos se confundem e se sobrepõem no seu entendimento. Acreditamos que o mais apropriado seria ordenar da seguinte forma: Processo ou técnica sequência de atos ou procedimentos específicos e especiais, com método próprio, que levará a correta identidade do que se busca determinar. Na prática, observa-se que processo e método são usados de forma indistinta, o que todavia não compromete o entendimento. Assim sendo, todo método, ou todo processo deve responder afirmativamente a cinco requisitos ou propriedades: unicidade, imutabilidade, praticabilidade classificabilidade e perenidade. Originariamente quatro desses requisitos eram estudados quando se referia a dactiloscopia, todavia, sua aplicação pode e deve ser estendida a todo e qualquer método de identificação.

20 1.2.1 Unicidade ou individualidade Somente um indivíduo pode apresentar esta ou aquela característica, tal característica não pode estar repetida em outra pessoa Imutabilidade A característica estudada não pode variar com o decorrer dos anos, por exemplo: peso e altura não são imutáveis e portanto não preenchem tal requisito Perenidade É a capacidade de resistir a ação do tempo, por exemplo: a pele se mantém integra algum tempo após a morte, os ossos de 30 a 50 anos, e os dentes, por tempo quase infinito Praticabilidade ou viabilidade Seria a primeira pergunta a ser feita; se o processo é viável na rotina pericial, seu custo, sua obtenção, os materiais e laboratórios necessários permitem sua aplicação no dia-a-dia? Basta considerar que o DNA é de excelente qualidade na identificação, todavia, seu custo e a especificidade de seus laboratórios o tornam inviável na prática pericial Classificabilidade O processo em questão pode ser facilmente arquivado, seja por meio físico (prontuário de papel) ou eletrônico, bem como, a informação precisa ser recuperada com rapidez e apresentar caracteres tais que permitam seu agrupamento em subdivisões. 1.3 ATOS DE IDENTIFICAÇÃO Todo processo de identificação, independente de seu método, tem 4 fases fundamentais em comum. Cabe lembrar que alguém só será individualizado e identificado se desta pessoa existir algum registro prévio ou primário, que possa ser utilizado numa comparação posterior; de nada adiantaria colher-se material para pesquisa de DNA se não se sabe com o que se vai comparar para todo método será sempre necessário que algo um outro material seja da própria pessoa ou por determinação genética de seus parentes para comparação. Inicialmente, esses atos foram definidos para a papiloscopia, mas com pequenas mudanças nominais, ser aplicado a qualquer processo de identificação. São quatro esses atos: Tomada ou Registro; Verificação; Classificação e Arquivamento. Todos eles aplicados ao processo

21 primário de obtenção de dados ou seja, a formação de um cadastro base ou primário. Tomada ou registro é registrar, por meio de papel, filme, radiografia os caracteres pesquisados; é o lançamento dos dados num esquema, num prontuário ou em um formulário. Verificação consiste em conferir se os registros foram corretamente lançados, se estão nítidos, legíveis, completos, se não há falhas na coleta dos dados. Classificação consiste em estabelecer um padrão que permita seu grupamento com outros semelhantes; cada processo tem seu sistema de classificação, seja por semelhanças anatômicas, por grupo racial, por ordem alfabética, e outros tais que permitam tal composição. Arquivamento em função da classificação, será feito o agrupamento organizado e ordenado das informações obtidas. Fácil notar que quanto melhor a classificação e arquivamento, tanto melhor será a recuperação da informação para utilização posterior numa possível comparação. É importante ressaltar que só teremos uma identificação positiva se houver uma base de dados que permita a comparação, do contrário, teremos apenas uma exclusão, ou seja, pode-se afirmar que o material é humano ou não, feminino ou masculino, adulto ou criança, não havendo o registro primário, ou seja um termo de comparação, não se poderá afirmar que o material estudado é de uma pessoa específica. Numa fase posterior, em que se deseje individualizar o material ou seja, identificá-lo, novamente quatro fases se farão necessárias: 1-Coleta e estudo do material post-mortem; 2-Obtenção dos registros ante-mortem; 3-Comparação; 4- Conclusão.

22 2 ASPECTOS HISTÓRICOS Hélio Gomes (1942) refere que Dubois encontrou em Java um crânio da época terciária com dentes perfeitos; as múmias do Egito conservam os dentes em perfeito estado. A primeira referência escrita, com aspecto jurídico, abordando medicina e odontologia, algo ainda que distante do nosso Código Penal, foi o Código de Hamurabi, Rei Assírio, no ano de 2080 a.c. Onde se refere: Se alguém romper um dente a um homem, seu próprio dente deverá ser rompido; quando ele for um escravo, deverá pagar de uma a três minas de prata. (Bouzon, 1987). Todo o capítulo 21 de Êxodo, no velho testamento, é prenuncio ao que hoje chamamos de Direito Penal, para cada ato, uma pena: O Senhor disse a Moisés:... Mas se acontecer dano grave, pagarás vida por vida, olho por olho, dente por dente, mão por mão, pé por pé... E se acaso arrancar um dente de seu escravo ou de sua escrava, deixá-los-á em liberdade como paga pelo dente. (Êxodo, 21:24-27). Samico (1953) chama atenção para a importância dada ao dente, como o olho ou a mão. Luntz (1977) refere a primeira evidência do uso de informações dentárias para uma identificação, encontrada nas palavras de Tácito, nos Anais, nos tempos do Imperador de Roma Nero (45-70 d.c.) que relata que Agripina, mãe de Nero aliada a Popea, decidiu matar Lollia Paulina, pelo ciúmes que tinham de sua beleza. Quando a cabeça de Lollia foi trazida, estava tão deformada que era irreconhecível. Agripina examinando a boca entreaberta constatou certas peculiaridades que sabia serem de Lollia, identificando-a. Foi talvez o primeiro reconhecimento pela arcada dentária da história (Melendez, 2003). Carlos, o Temerário, Duque de Borgonha, morto em 2467, teve sua identificação confirmada por certos defeitos de seus dentes (Daruge et al., 1975). Nos Estados Unidos, aparece Paul Revere, que praticou a Odontologia e participou ativamente na Guerra da Independência; Revere construiu uma prótese fixa com fios de prata para seu amigo Joseph Warren, em 1775; no ano seguinte Warren foi morto na batalha de Bunker Hill por uma bala que lhe perfurou o crânio, deformando suas feições ; Revere foi capaz de identificar o amigo pela prótese que lhe havia preparado no ano anterior. Talvez esta tenha sido a primeira identificação Odonto-legal realizada por um cirurgião-dentista (Melendez, 2003). A prova da importância da Odontologia-legal foi o clássico e conhecido caso de incêndio no Bazar de Caridade em Paris, em maio de As vendas de caridade iniciaram-se, na verdade, no Bairro François em Paris, em obras são ai representadas, no meio das quais, a Sociedade de Socorro aos Feridos militares, as obras da paróquia Santa Ambroise, as obras de Sta Clotilde, os Orfanatos do Raincy (Fávero, 1945). Em 1897 foi decidida a construção do bazar da Caridade, destinado a obras de caridade, comporta 22 lojas separadas no meio por um passeio principal. No dia da inauguração, 4 de maio de 1897, o bazar recebe a benção do Bispo de Paris às 15h. Por volta das 16h15 o incêndio começa a devastar o edifício. Tudo se passa

23 rapidamente. 112 mortos são logo encontrados antes de constatar que finalmente 140 pessoas faleceram nesse terrível incêndio. Os restos mortais são rapidamente transportados para o Palácio da Industria, para identificação. Dentre os mortos, havia 30 cadáveres carbonizados e desfigurados, que só foram identificados pelos dentes; entre eles,, estavam a Condessa de Villeneuve e a Duquesa d'alençon, o cônsul do Paraguai, Albert Hans, sugeriu aos dentistas das nobrezas que fizessem a identificação, que foi feita com sucesso. O registro mais antigo, isto é, a primeira publicação oficial na qual a Odontologia Legal foi caracterizada como uma ciência capaz de auxiliar a Medicina Legal, chamada de L'art dentaire et Médicine Légale data de 1898, e foi escrita por Oscar Amoedo, dentista, cubano de nascimento e radicado em Paris, que reuniu os trabalhos dos dentistas que participaram da identificação dos mortos no incêndio. Entretanto, o termo Odontologia Legal foi cunhado em 1924 por Luiz Lustosa Silva, professor emérito paulista que criou esta denominação e publicou, neste mesmo ano, sua obra Odontologia Legal que refere à disciplina com esse título e estabelece os primeiros limites do seu campo de ação. (Fávero, 1945; Gomes, 1942; Pueyo et al., 1994). Outro caso clássico foi o ocorrido no Consulado da Legação Alemã no Chile em O prédio foi consumido pelas chamas, sendo que apenas duas pessoas estavam no prédio, no momento do incêndio, o porteiro Ezequiel Tapia e o Secretário Alemão Consul Willy Becker, porém, apenas um cadáver carbonizado foi encontrado. Os indícios levavam a identificá-lo como sendo odo Secretário Alemão. Dois médicos alemães e um chileno afirmaram ter sido a morte anterior ao incêndio, por contusões do crânio e ferimentos do coração e, portanto, criminosa. Todavia, os indícios ainda levavam a crer ser o cadáver do Secretário que teria sido assassinado pelo porteiro que teria ateado fogo no prédio e fugido. Entretanto, o Cirurgião-Dentista Dr. Germán Valenzuela de Basterrica, retirou os maxilares do cadáver e confrontou com os dados registrados pelo profissional que fora o dentista do Secretário, chegando a conclusão que o cadáver não era deste último. Dois dias depois o Secretário foi preso ao tentar atravessar a fronteira Chile-Argentina, usando disfarce de Padre e foi julgado como autor da morte do porteiro, além de roubo na Legação e de incêndio criminoso. Os registros do dentista foram os elementos primordiais para a correta elucidação do caso, e Os resultados obtidos impressionaram tão positivamente as autoridades que concederam ao Dr. Germán Basterrica, como recompensa, a aprovação do projeto de criação de uma Escola de Odontologia no Chile. (Gomes, 1942; Fávero, 1945). Flamínio Fávero refere um interessante caso publicado por Rodrigues Caó, na revista Policial, em 1919, retirado do livro de Tanner de Abreu - Medicina Legal aplicada à arte dentária que merece ser transcrito na íntegra por ser o primeiro caso devidamente documentado no Brasil: Nas matas de Piaí, próximo à Santa Cruz, foi encontrado, nos primeiros dias de março de 1919, um cadáver de homem, em adiantado estado de putrefação e que incompletamente estava enterrado. Extensa e profunda ferida incisa do pescoço realizava a quase decapitação, havia fratura do crânio, diversos ferimentos no tórax, e

24 a mão direita havia sido amputada. O estudo da conformação craniana e dos cabelos em parte ainda aderidos ao crânio levou Rodrigues Caó à presunção de tratar-se de indivíduo moço e de origem germânica. Mas, foi uma peça protética, encontrada na boca do cadáver, um trabalho de ponte com dois dentes, um incisivo central direito e um incisivo lateral esquerdo, que permitiu estabelecer a identidade do morto e como que apontar o autor do assassinato. Os dois dentes eram um Gosles e outro Steele. E a importação desses dentes para o Rio e para S. Paulo, feita exclusivamente pela casa Hermany, foi iniciada em 1914, 1915, o que permitia concluir que era relativamente recente o trabalho de prótese em questão. Por outro lado, o estado de asseio destes dentes artificiais fez acreditar que provavelmente se tratava de pessoa de certo tratamento. Com esses elementos de orientação, a Inspetoria de Segurança entrou a fazer investigações em vários gabinetes dentários e reproduziu em jornais de grande circulação fotografias da peça. Não tardou que comparecesse à sede da Inspetoria um dentista alemão que reconheceu a peça protética como tendo saído do seu gabinete e, de acôrdo com os dados colhidos no seu registro e na sua coleção de moldes, pode fazer a identificação do morto asseverando tratar-se do alemão Alfredo Schenek, para quem tinha feito, havia menos de dois anos, o referido trabalho de ponte. O assassino que tivera o cuidado de amputar a mão direita do cadáver, a qual se assinalava pela falta do polegar (alguns anos amputado), deixou na boca da vítima o instrumento que o havia de denunciar, a peça protética, que, favorecendo o reconhecimento do morto, permitiu atribuir a autoria do crime ao seu antigo sócio, outro alemão, que desapareceu após a prática do crime. (Fávero, 1945, p. 107). Carlos Gardel, célebre cantor argentino, falecido num acidente de aviação em 24 de junho de 1935 em Medellin, Colômbia, só foi identificado entre os mortos pelos trabalhos em porcelana feito em seus dentes (Fernandez, 1967). Em 1985, num caso de repercussão internacional foi identificado o médico alemão Josef Mengele, a ossada foi encontrada no Brasil e o trabalho de análise de toda a ossada envolveu 17 peritos, sendo sete do Brasil (5 médicos e 2 dentistas) e 10 estrangeiros (Alemanha, Estados Unidos e Israel). Foram obtidas as fichas de exame físico realizado quando Mengele ainda estava no campo de concentração de Auschiwitz. A Odontologia Legal contribuiu pela avaliação das características dentais e dos ossos maxilares anteriores a sua morte; As fichas médicas quando comparadas com a ossada estudada apresentou evidentes possibilidades de identificação, com alta margem de acerto. Outro caso de repercussão mundial foi noticiado em 17 de julho de 1997, quando foram identificados os restos mortais de Che Guevara, quase 30 anos após seu assassinato. A notícia dava conta de que o acontecimento era resultado dos trabalhos de busca e exumação dos sete corpos achados numa vala comum, na localidade de Vallegrande, em 3 de julho desse ano, permitindo estabelecer a identidade dos cubanos Alberto Fernández Montes de Oca, René Martínez Tamayo e Orlando Pantoja Tamayo; dos bolivianos Aniceto Reinaga e Simón Cuba e do peruano Juan Pablo Chang, mortos no mesmo combate na Quebrada del Yuro ou assassinados pelo exército boliviano umas horas depois. A identificação foi muito rigorosa, no necrotério do chamado Hospital Japonês, na cidade de Santa Cruz. Demorou quase uma semana e no dia 12 já estava tudo pronto para ser levada a Cuba. Para a identificação dos restos mortais de Che Guevara foram empregados vários recursos, que, sem sombra de dúvida, a provaram a marcante proeminência dos arcos supra-orbitários ou o avultante osso frontal que o caracterizava; era a única das sete ossadas à qual faltavam às mãos, cortadas então para que os peritos argentinos enviados a atestarem sua identidade pudessem fazê-lo, e algumas partes conservadas do vestuário, etc mas o determinante foi o molde da dentadura que lhe tinham feito como

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