EFICIÊNCIA NO CONSUMO DE ENERGIA EM MUNICIPIOS FLUMINENSES CONSIDERANDO TEMPERATURAS

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "EFICIÊNCIA NO CONSUMO DE ENERGIA EM MUNICIPIOS FLUMINENSES CONSIDERANDO TEMPERATURAS"

Transcrição

1 EFICIÊNCIA NO CONSUMO DE ENERGIA EM MUNICIPIOS FLUMINENSES CONSIDERANDO TEMPERATURAS João Carlos Correa Baptsta Soares de Mello Unversdade Federal Flmnense Lda Anglo Meza Unversdade Federal Flmnense Elane Gonçalves Gomes Embrapa Resmo Este artgo tem por obectvo medr a efcênca na transformação do consmo de energa elétrca em rendmentos da poplação de algns mncípos do estado do Ro de Janero, Brasl. São tlzados os modelos da Análse Envoltóra de Dados (DEA) clásscos, CCR e BCC, com m npt (consmo de energa per capta) e dos otpts (temperatra méda e renda mensal méda). Palavras chave: DEA, Energa Elétrca, Temperatras.. Introdção Embora város estdos tenham sdo fetos para prever o consmo de energa elétrca, análses qanttatvas para explcar o comportamento do mercado são raras. O obectvo prncpal deste estdo é obter ma forma não paramétrca de relaconar o consmo de energa elétrca com algmas varáves explcatvas. Utlza como caso de estdo algns mncípos do estado do Ro de Janero, Brasl. Como modelo não paramétrco tlzo-se a Análse Envoltóra de Dados (DEA), consderando-se como npt o consmo per capta e como otpts temperatra méda e renda mensal méda. Dado qe os modelos DEA envolvem frações, a temperatra precsa ser expressa em Kelvn qe, por ser ma medda absolta, permte fazer operações de dvsão. O trabalho está organzado da segnte forma. Na secção 2 são apresentados concetos elementares de DEA e de frontera nvertda. Na secção 3, dsctem-se o caso de estdo e as

2 razões qe stfcam a nclsão da varável temperatra no modelo. A secção 4 traz o modelo e ses resltados. Fnalmente, na secção 5 são apresentadas as conclsões deste trabalho. 2. Análse Envoltóra de Dados A abordagem por Análse Envoltóra de Dados (Data Envelopment Analss DEA) fo desenvolvda por Charnes et al. (978) e sa a programação lnear para a avalação de efcêncas comparatvas de Undades de Tomada de Decsão (Decson Makng Unts DMUs) qe tlzam os mesmos recrsos (npts) e geram os mesmos prodtos (otpts). Há dos modelos DEA clásscos: CCR e BCC. O modelo CCR (também conhecdo por CRS o constant retrns to scale), adota como hpótese retornos constantes de escala (Charnes et al., 978). Em sa formlação matemátca consdera-se qe cada DMU k ( k =,..., s ) é ma ndade de prodção qe tlza n npts x k, =,..., n, para prodzr m otpts k, =,..., m. O modelo DEA CCR maxmza o qocente entre a combnação lnear dos otpts e a combnação lnear dos npts, com a restrção de qe para qalqer DMU esse qocente não pode ser maor qe. Medante algns artfícos matemátcos, pode ser lnearzado, transformando-se no Problema de Programação Lnear (PPL) apresentado em (), no qal h o é a efcênca da DMU o em análse; x o e o são os npts e otpts da DMU o; v e são os pesos calclados pelo modelo para npts e otpts, respectvamente. max h o seto a = m = o n = m v x, v o = n k = = v x 0, k 0, k =,..., s () O modelo BCC (Banker et al., 984), também chamado de VRS (varable retrns to scale), consdera stações de efcênca de prodção com varação de escala e não assme proporconaldade entre npts e otpts. A formlação do modelo BCC sa para cada DMU o problema de programação lnear (PPL) apresentado em (2).

3 max h o seto a = m = o * = R = k = =, v n m * v x o n v x 0 x, k * 0, k =,..., s (2) Neste modelo, para a DMU o em análse, a efcênca é dada por h o ; x k representa o npt da DMU k; k representa o otpt da DMU k; v e representam os pesos dados aos npts e aos otpts, respectvamente; * é m fator de escala (qando postvo, ndca qe a DMU está em regão de retornos decrescentes de escala; se negatvo, os retornos de escala são crescentes). Se h o é gal a, a DMU o em análse é consderada efcente. No PPL (2) as varáves de decsão são v, e *. De forma não matemátca, no modelo BCC ma DMU é efcente se, na escala em qe opera, é a qe melhor aproveta os npts de qe dspõe. Já no modelo CCR, ma DMU é efcente qando apresenta o melhor qocente de otpts em relação aos npts, o sea, aproveta melhor os npts sem consderar a escala de operação da DMU. Um método para elmnar DMUs falsamente efcentes no modelo BCC é a frontera nvertda. Esta frontera consste em nverter npts com otpts e fo ntrodzdo por Yamada et al. (994) e Entan et al. (2002). Se so para melhorar a dscrmnação entre DMUs fo proposto por Leta et al. (2005), onde é constrído m índce, qe não é m índce de efcênca no sentdo estrto do termo. Este índce, chamado de índce de efcênca composta, é defndo pela meda artmétca entre a efcênca em relação à frontera convenconal e o complemento da efcênca em relação à frontera nvertda. Por otro lado, Barr et al. (2000) e Tavares (998) propõem m artfíco para prover ma classfcação em DEA, qe consste em estabelecer camadas de efcênca (denomnadas camadas de so-efcênca). Essas camadas são obtdas da segnte forma (Gomes et al., 2003): as alternatvas com 00% de efcênca formam a camada ; essas alternatvas são, então, retradas do connto de análse e corre-se novamente o modelo DEA. As alternatvas

4 efcentes neste sbconnto formam a camada 2. O processo repete-se até qe todas as alternatvas tenham sdo retradas do connto ncal. 3. Estdo de Caso Pretende-se avalar a efcênca dos mncípos do estado do Ro de Janero, Brasl, em transformar o consmo de energa elétrca em rqeza da poplação. No entanto, exstem fatores externos qe condconam o consmo de energa elétrca. Entre esses fatores, a temperatra tem ma mportânca fndamental. Nos países de clma fro, temperatras mas baxas ocasonam maor consmo de energa para aqecmento. Já em regões qentes, como é o caso do estado do Ro de Janero, as temperatras mas altas mplcam maor consmo, devdo à necessdade de refrgeração. A Fgra exemplfca o consmo de energa elétrca para as dferentes temperatras médas do mês, em dos mncípos do Ro de Janero, Itaperna (a) e Angra dos Res (b). Observa-se claramente o amento com a temperatra, excetando-se três meses em Itaperna. Estes são meses atípcos, concdentes com as féras escolares, nos qas devdo à alta temperatra grande parte da poplação sa da cdade em dreção às praas, o qe provoca dmnção do consmo de energa elétrca Itaperna Angra dos Res Consmo Consmo ,0 5,0 0,0 5,0 20,0 25,0 30,0 Temperatra méda do mês 0 0,0 5,0 0,0 5,0 20,0 25,0 30,0 Temperatra méda do mês Fgra. Temperatra méda do mês x Consmo de energa elétrca em Itaperna (a) e Angra dos Res (b). Para o caso de estdo, dada a ntenção de nclr a temperatra como otpt não controlado (Banker e More, 986), só poderão ser analsados os mncípos para os qas há dados da temperatra. Para qe possam ser sados os dados da temperatra com razões, a temperatra fo expressa em Kelvn. A Tabela apresenta as doze DMUs e os valores do npt, consmo de energa elétrca per capta (em kw/habtante), e dos dos otpts, temperatra méda anal (em Kelvn) e renda mensal méda (em reas).

5 Tabela. Dados do caso de estdo. Cdade Inpt Otpts Consmo per Temperatra Renda mensal capta méda méda Angra dos Res, ,35 607,52 Cabo Fro, ,35 644,32 Campos, ,05 505,78 Carmo, ,35 504,3 Cordero 0, ,85 57,99 Itaperna, ,65 477,79 Macaé 2, ,65 758,89 Nova Frbrgo, ,25 623,99 Praí 5, ,05 537,77 Resende 2, ,25 706,96 Ro de Janero 2, ,85 083,38 Vassoras, ,95 548,55 4. Resltados Com os dados apresentados corre-se o modelo CCR sando o software SIAD (Anglo- Meza et al., 2004). Os resltados são apresentados na Tabela 2. Tabela 2. Resltado DEA CCR. Cdade Efcênca CCR Angra dos Res 0,7409 Cabo Fro 0,754 Campos 0,8879 Carmo 0,7049 Cordero,0000 Itaperna 0,7370 Macaé 0,6430 Nova Frbrgo 0,6295 Praí 0,805

6 Resende 0,535 Ro de Janero 0,700 Vassoras 0,7499 Tal como pode-se observar, o mncípo mas efcente em transformar o consmo de energa elétrca em rqeza da poplação fo o mncípo de Cordero, e o menos efcente fo o de Praí. Devdo à dspardade das efcêncas e para agrpar melhor as DMUs de característcas parecdas fo feta ma separação das DMUs em camadas de so-efcênca. Os resltados deste procedmentos são apresentados na Tabela 3. Tabela 3. Camadas de so-efcênca segndo o modelo DEA CCR. Número da camada Cdade Cordero 2 Campos 3 Cabo Fro, Itaperna, Vassoras 4 Angra dos Res, Carmo 5 Nova Frbrgo, Ro de Janero 6 Macaé 7 Resende 8 Praí Tabela 4. Resltados DEA BCC e frontera nvertda. Cdade Efcênca BCC Efcênca Invertda Composta normalzada Angra dos Res,0000 0,9997,0000 Cabo Fro 0,9709 0,9999 0,9706 Campos 0,9738,0000 0,9735 Carmo 0,9775 0,9999 0,9773 Cordero,0000,0000 0,9997 Itaperna 0,9507,0000 0,9504 Macaé 0,9784 0,9999 0,978 Nova Frbrgo 0,9952 0,9997 0,995

7 Praí,0000,0000 0,9997 Resende 0,9992 0,9998 0,999 Ro de Janero,0000 0,9998 0,9998 Vassoras 0,9833 0,9998 0,9832 Para comparar os resltados desse modelo, corre-se o modelo BCC nto com o modelo de frontera nvertda, cos resltados são apresentados na Tabela 4 acma. A colna composta normalzada é obtda dvdndo-se o índce de efcênca composta proposto em Leta et al. (2005) e calclado por cada DMU, pelo maor valor desse índce. Nesta tabela verfca-se qe tanto a efcênca BCC clássca qanto a efcênca composta foram mto semelhantes, o qe reslta do fato do modelo BCC ter m melhor aste à frontera e ao número redzdo de DMUs. 5. Conclsões No modelo CCR observa-se qe os mncípos com melhor PIB per capta, conforme dados do Instto Braslero de Geografa e Estatístca, apresentam, va de regra, baxa efcênca. Tal fato, comporta das nterpretações a serem nvestgadas em trabalhos ftros. A prmera, relacona-se à ncapacdade de transformar PIB em renda. A segnda, é a necessdade maores gastos margnas de energa qando amenta a rqeza do mncípo. Dados os resltados apresentados, concl-se qe o modelo BCC não é adeqado para estabelecer ma ordenação dos mncípos. No entanto, ele pode ser adeqado desde qe se tlze m modelo de savzação (Soares de Mello et al., 2004) para se obter ma relação fnconal entre o npt e os otpts. 6. Agradecmentos Este trabalho teve o apoo do Fndo Setoral de Energa (CT-Energ), por ntermédo do CNPq (CT-Energ/CNPq 0/2003), processo / Referêncas Anglo-Meza, L., Bond Neto, L., Soares de Mello, J.C.C.B., Gomes, E.G., Coelho, P.H.G. (2004): FSDA Free Software for Decson Analss (SLAD Software Lvre de Apoo a Decsão): a software package for data envelopment analss models. Congreso Latno Iberoamercano de Investgacón de Operacones Sstemas, La Habana Cba.

8 Banker, R.D., Charnes, A., Cooper, W.W. (984): Some models for estmatng techncal scale neffcences n data envelopment analss. Management Scence, 30 (9), Banker, R.D., More, R. (986): Effcenc analss for exogenosl fxed npts and otpts. Operatons Research, 32 (4), Barr, R.S., Drchholz, M.L., Seford, L. (2000). Peelng the DEA onon: Laerng and rankorderng DMUs sng tered DEA, Techncal Report, Sothern Methodst Unverst. Charnes, A., Cooper, W.W., Rhodes, E. (978): Measrng the effcenc of decson -makng nts. Eropean Jornal of Operatonal Research, 2, Entan, T., Maeda, Y., Tanaka, H. (2002): Dal models of nterval DEA and ts extensons to nterval data. Eropean Jornal of Operatonal Research, 36, Gomes, E.G., Soares de Mello, J.C.C.B., Estellta Lns, M.P. (2003): Bsca seqencal de alvos ntermedáros em modelos DEA com soma de otpts constante. Investgação Operaconal, 23, Leta, F.R., Soares de Mello, J.C.C.B., Gomes, E.G., Anglo-Meza, L. (2005): Métodos de melhora de ordenação em DEA aplcados à avalação estátca de tornos mecâncos. Investgação Operaconal, 25. Soares de Mello, J.C.C.B., Gomes, E.G., Bond Neto, L., Estelta Lns, M.P. (2004): Savzação da frontera DEA: o caso BCC trdmensonal. Investgação Operaconal, 24, Tavares, G. (998). Data envelopment analss: the basc models and ther man extensons. A model to analse the modernsaton of telecommncaton servces n OECD contres. Tese de Mestrado, Facldade de Cêncas e Tecnologa, Unversdade de Combra, Portgal. Yamada, Y, Mat, T., Sgama, M. (994): New anals s of effcenc based on DEA. Jornal of the Operatons Research Socet of Japan, 37 (2),

PESQUISA OPERACIONAL E ANÁLISE ENVOLTÓRIA DOS DADOS: APLICAÇÕES EM PROBLEMAS AMBIENTAIS

PESQUISA OPERACIONAL E ANÁLISE ENVOLTÓRIA DOS DADOS: APLICAÇÕES EM PROBLEMAS AMBIENTAIS Anas do XX Encontro de Incação Centífca ISSN 98-78 Anas do V Encontro de Incação e Desenvolvento Tecnológco e Inovação ISSN 37- e 3 de setebro de 5 PESQUISA OPERACIONAL E ANÁLISE ENVOLTÓRIA DOS DADOS:

Leia mais

EFICIÊNCIAS AEROPORTUÁRIAS: UMA ABORDAGEM COMPARATIVA COM ANÁLISE DE ENVOLTÓRIA DE DADOS

EFICIÊNCIAS AEROPORTUÁRIAS: UMA ABORDAGEM COMPARATIVA COM ANÁLISE DE ENVOLTÓRIA DE DADOS EFICIÊNCIAS AEROPORTUÁRIAS: UMA ABORDAGEM COMPARATIVA COM ANÁLISE DE ENVOLTÓRIA DE DADOS AIRPORT EFFICIENCIES: A COMPARATIVE APPROACH BASED ON DATA ENVELOPMENT ANALYSIS João Carlos C. B. Soares de Mello

Leia mais

Avaliação do Ensino nos Cursos de Pós-Graduação em Engenharia: Um Enfoque Quantitativo de Avaliação em Conjunto

Avaliação do Ensino nos Cursos de Pós-Graduação em Engenharia: Um Enfoque Quantitativo de Avaliação em Conjunto Avalação do Ensno nos Crsos de Pós-Gradação em Engenhara: Um Enfoqe Qanttatvo de Avalação em Connto Lda Anglo Meza Insttto de Cênca e Tecnologa Unversdade Vega de Almeda Ra Ibtrna, 108, 4º andar, Maracanã,

Leia mais

Análise do Retorno da Educação na Região Norte em 2007: Um Estudo à Luz da Regressão Quantílica.

Análise do Retorno da Educação na Região Norte em 2007: Um Estudo à Luz da Regressão Quantílica. Análse do Retorno da Edcação na Regão Norte em 2007: Um Estdo à Lz da Regressão Qantílca. 1 Introdcão Almr Rogéro A. de Soza 1 Jâno Macel da Slva 2 Marnalva Cardoso Macel 3 O debate sobre o relaconamento

Leia mais

SELEÇÃO DE ROTA MARÍTIMA DE CONTÊINERES UTILIZANDO ANÁLISE ENVOLTÓRIA DE DADOS: UM ESTUDO DE CASO

SELEÇÃO DE ROTA MARÍTIMA DE CONTÊINERES UTILIZANDO ANÁLISE ENVOLTÓRIA DE DADOS: UM ESTUDO DE CASO SELEÇÃO DE ROTA MARÍTIMA DE CONTÊINERES UTILIZANDO ANÁLISE ENVOLTÓRIA DE DADOS: UM ESTUDO DE CASO Marco Arzua Callaux Unversdade Federal Flumnense Annbal Parracho Sant anna Unversdade Federal Flumnense

Leia mais

TEORIA DE ERROS * ERRO é a diferença entre um valor obtido ao se medir uma grandeza e o valor real ou correto da mesma.

TEORIA DE ERROS * ERRO é a diferença entre um valor obtido ao se medir uma grandeza e o valor real ou correto da mesma. UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS DEPARTAMENTO DE FÍSICA AV. FERNANDO FERRARI, 514 - GOIABEIRAS 29075-910 VITÓRIA - ES PROF. ANDERSON COSER GAUDIO FONE: 4009.7820 FAX: 4009.2823

Leia mais

Texto 03: Campos Escalares e Vetoriais. Gradiente. Rotacional. Divergência. Campos Conservativos.

Texto 03: Campos Escalares e Vetoriais. Gradiente. Rotacional. Divergência. Campos Conservativos. 1 Unversdade Salvador UNIFACS Crsos de Engenhara Cálclo IV Profa: Ila Reboças Frere Cálclo Vetoral Teto 03: Campos Escalares e Vetoras. Gradente. Rotaconal. Dvergênca. Campos Conservatvos. Campos Escalares

Leia mais

087/2009 - UMA AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA COM UM MODELO DA ANÁLISE ENVOLÓTORIA DE DADOS

087/2009 - UMA AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA COM UM MODELO DA ANÁLISE ENVOLÓTORIA DE DADOS ISSN 275-6295 Ro de Janero- Brasl, 05 e 06 de agosto de 2009. SPOLM 2009 087/2009 - UMA AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA COM UM MODELO DA ANÁLISE ENVOLÓTORIA DE DADOS

Leia mais

Apostila de Estatística Curso de Matemática. Volume II 2008. Probabilidades, Distribuição Binomial, Distribuição Normal. Prof. Dr. Celso Eduardo Tuna

Apostila de Estatística Curso de Matemática. Volume II 2008. Probabilidades, Distribuição Binomial, Distribuição Normal. Prof. Dr. Celso Eduardo Tuna Apostla de Estatístca Curso de Matemátca Volume II 008 Probabldades, Dstrbução Bnomal, Dstrbução Normal. Prof. Dr. Celso Eduardo Tuna 1 Capítulo 8 - Probabldade 8.1 Conceto Intutvamente pode-se defnr probabldade

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE UM ALGORITMO PARA RECONS- TRUÇÃO DE IMAGENS UTILIZANDO A TÉCNICA DE TOMO- GRAFIA POR IMPEDÂNCIA ELÉTRICA

DESENVOLVIMENTO DE UM ALGORITMO PARA RECONS- TRUÇÃO DE IMAGENS UTILIZANDO A TÉCNICA DE TOMO- GRAFIA POR IMPEDÂNCIA ELÉTRICA PUCRS PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA E TECNO- LOGIA DE MATERIAIS Facldade de Engenhara Facldade de

Leia mais

Selecção de variáveis em DEA aplicada a uma análise do mercado de energia eléctrica

Selecção de variáveis em DEA aplicada a uma análise do mercado de energia eléctrica L. Angulo-Meza et al. / Investgação Operaconal, 27 (2007) 21-36 21 Selecção de varáves em DEA aplcada a uma análse do mercado de energa eléctrca Lda Angulo Meza João Carlos Correa Baptsta Soares de Mello

Leia mais

Regressão e Correlação Linear

Regressão e Correlação Linear Probabldade e Estatístca I Antono Roque Aula 5 Regressão e Correlação Lnear Até o momento, vmos técncas estatístcas em que se estuda uma varável de cada vez, estabelecendo-se sua dstrbução de freqüêncas,

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO DO LESTE DE MINAS GERAIS - UnilesteMG

CENTRO UNIVERSITÁRIO DO LESTE DE MINAS GERAIS - UnilesteMG 1 CENTRO UNIVERSITÁRIO DO LESTE DE MINAS GERAIS - UnlesteMG Dscplna: Introdução à Intelgênca Artfcal Professor: Luz Carlos Fgueredo GUIA DE LABORATÓRIO LF. 01 Assunto: Lógca Fuzzy Objetvo: Apresentar o

Leia mais

Objetivos da aula. Essa aula objetiva fornecer algumas ferramentas descritivas úteis para

Objetivos da aula. Essa aula objetiva fornecer algumas ferramentas descritivas úteis para Objetvos da aula Essa aula objetva fornecer algumas ferramentas descrtvas útes para escolha de uma forma funconal adequada. Por exemplo, qual sera a forma funconal adequada para estudar a relação entre

Leia mais

MODELO DEA APLICADO AOS RESULTADOS DAS OLIMPÍADAS DE ATENAS 2004

MODELO DEA APLICADO AOS RESULTADOS DAS OLIMPÍADAS DE ATENAS 2004 MODELO DEA APLICADO AOS RESULTADOS DAS OLIMPÍADAS DE ATENAS 2004 Brenda Perera Branco da Slva Graduação de Engenhara de Produção Unversdade Federal Flumnense Rua Passo da Pátra, 56, São Domngos, CEP: 2420-240,

Leia mais

Avaliação de máquinas-ferramenta com DEA

Avaliação de máquinas-ferramenta com DEA XXIII Encontro Nac. de Eng. de Prodção - Oro Preto, MG, Brasl, 2 a 24 de ot de 2003 Avalação de máqnas-ferramenta com DEA Fabana Rodrges Leta (UFF) fabana@c.ff.br João Carlos Correa Baptsta Soares de Mello

Leia mais

Exemplos. representado a seguir, temos que: são positivas. são negativas. i

Exemplos. representado a seguir, temos que: são positivas. são negativas. i 6 Prodto Vetoral Para defnrmos o prodto etoral entre dos etores é ndspensáel dstngrmos o qe são bases postas e bases negatas Para sso consderemos ma base do espaço { } e m obserador Este obserador dee

Leia mais

SIAD - SISTEMA INTEGRADO DE APOIO À DECISÃO: UMA IMPLEMENTAÇÃO COMPUTACIONAL DE MODELOS DE ANÁLISE DE ENVOLTÓRIA DE DADOS

SIAD - SISTEMA INTEGRADO DE APOIO À DECISÃO: UMA IMPLEMENTAÇÃO COMPUTACIONAL DE MODELOS DE ANÁLISE DE ENVOLTÓRIA DE DADOS SIAD - SISTEMA INTEGRADO DE APOIO À DECISÃO: UMA IMPLEMENTAÇÃO COMPUTACIONAL DE MODELOS DE ANÁLISE DE ENVOLTÓRIA DE DADOS Lda Angulo Meza Insttuto de Cêncas e Tecnologa Unversdade Vega de Almeda lda@lab.uva.br

Leia mais

SIAD - SISTEMA INTEGRADO DE APOIO À DECISÃO: UMA IMPLEMENTAÇÃO COMPUTACIONAL DE MODELOS DE ANÁLISE DE ENVOLTÓRIA DE DADOS

SIAD - SISTEMA INTEGRADO DE APOIO À DECISÃO: UMA IMPLEMENTAÇÃO COMPUTACIONAL DE MODELOS DE ANÁLISE DE ENVOLTÓRIA DE DADOS SIAD - SISTEMA INTEGRADO DE APOIO À DECISÃO: UMA IMPLEMENTAÇÃO COMPUTACIONAL DE MODELOS DE ANÁLISE DE ENVOLTÓRIA DE DADOS Lda Angulo Meza Insttuto de Cêncas e Tecnologa Unversdade Vega de Almeda lda@lab.uva.br

Leia mais

14. Correntes Alternadas (baseado no Halliday, 4 a edição)

14. Correntes Alternadas (baseado no Halliday, 4 a edição) 14. orrentes Alternadas (baseado no Hallday, 4 a edção) Por que estudar orrentes Alternadas?.: a maora das casas, comérco, etc., são provdas de fação elétrca que conduz corrente alternada (A ou A em nglês):

Leia mais

Termodinâmica e Termoquímica

Termodinâmica e Termoquímica Termodnâmca e Termoquímca Introdução A cênca que trata da energa e suas transformações é conhecda como termodnâmca. A termodnâmca fo a mola mestra para a revolução ndustral, portanto o estudo e compreensão

Leia mais

Instituto Tecnológico de Aeronáutica Mestrado Profissional em Produção. MB-746 Otimização. DEA Data Envelopment Analysis

Instituto Tecnológico de Aeronáutica Mestrado Profissional em Produção. MB-746 Otimização. DEA Data Envelopment Analysis MB-746 Otimização DEA Data Envelopment Analysis Data Envelopment Analysis (DEA) is a nonparametric method for the empirical measurement of productive efficiency of decision making units (DMUs) 1957 - Farrell:

Leia mais

Análise Envoltória de Dados. João Carlos Soares de Mello - UFF Lidia Angulo Meza - UFF Eliane Gonçalves Gomes - Embrapa Luiz Biondi Neto - UERJ

Análise Envoltória de Dados. João Carlos Soares de Mello - UFF Lidia Angulo Meza - UFF Eliane Gonçalves Gomes - Embrapa Luiz Biondi Neto - UERJ nálse Enoltóra de Dados João Carlos Soares de Mello - UFF Lda nglo Meza - UFF Elane Gonçales Gomes - Embrapa Lz Bond Neto - UERJ XXXVII Smpóso Braslero de Pesqsa Operaconal Gramado - 7 a 3 de setembro

Leia mais

162 EFICIÊNCIA TÉCNICA EM PROPRIEDADES SANTOS, J. A. dos et LEITEIRAS al. DA MICRORREGIÃO DE VIÇOSA-MG: UMA ANÁLISE NÃO-PARAMÉTRICA

162 EFICIÊNCIA TÉCNICA EM PROPRIEDADES SANTOS, J. A. dos et LEITEIRAS al. DA MICRORREGIÃO DE VIÇOSA-MG: UMA ANÁLISE NÃO-PARAMÉTRICA 162 EFICIÊNCIA TÉCNICA EM PROPRIEDADES SANTOS J. A. dos et LEITEIRAS al. DA MICRORREGIÃO DE VIÇOSA-MG: UMA ANÁLISE NÃO-PARAMÉTRICA Techncal effcency n mlk producton n the regon of VIÇOSA-MG: a non-parametrc

Leia mais

ANÁLISE DA ACESSIBILIDADE AÉREA: UMA APLICAÇÃO DA ANÁLISE ENVOLTÓRIA DE DADOS

ANÁLISE DA ACESSIBILIDADE AÉREA: UMA APLICAÇÃO DA ANÁLISE ENVOLTÓRIA DE DADOS XXIX ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO. ANÁLISE DA ACESSIBILIDADE AÉREA: UMA APLICAÇÃO DA ANÁLISE ENVOLTÓRIA DE DADOS Priscilla Navarro de Andrade Kauffmann Presta (UFF) priscilla_presta@hotmail.com

Leia mais

Controlo Metrológico de Contadores de Gás

Controlo Metrológico de Contadores de Gás Controlo Metrológco de Contadores de Gás José Mendonça Das (jad@fct.unl.pt), Zulema Lopes Perera (zlp@fct.unl.pt) Departamento de Engenhara Mecânca e Industral, Faculdade de Cêncas e Tecnologa da Unversdade

Leia mais

1 Princípios da entropia e da energia

1 Princípios da entropia e da energia 1 Prncípos da entropa e da energa Das dscussões anterores vmos como o conceto de entropa fo dervado do conceto de temperatura. E esta últma uma conseqüênca da le zero da termodnâmca. Dentro da nossa descrção

Leia mais

Análise da Correlação entre a Taxa de Performance e o Desempenho de Fundos de Investimentos Multimercados

Análise da Correlação entre a Taxa de Performance e o Desempenho de Fundos de Investimentos Multimercados Análse da Correlação entre a Taxa de Performance e o Desempenho de Fundos de Investmentos Multmercados Wanderle Lma de Paulo, FEA/USP Professor de Atuára da FEA/USP Doutor em Engenhara pela Pol/USP wldepaulo@gmal.com

Leia mais

Influência dos Procedimentos de Ensaios e Tratamento de Dados em Análise Probabilística de Estrutura de Contenção

Influência dos Procedimentos de Ensaios e Tratamento de Dados em Análise Probabilística de Estrutura de Contenção Influênca dos Procedmentos de Ensaos e Tratamento de Dados em Análse Probablístca de Estrutura de Contenção Mara Fatma Mranda UENF, Campos dos Goytacazes, RJ, Brasl. Paulo César de Almeda Maa UENF, Campos

Leia mais

Custos operacionais eficientes das distribuidoras de energia elétrica: um estudo comparativo dos modelos DEA e SFA

Custos operacionais eficientes das distribuidoras de energia elétrica: um estudo comparativo dos modelos DEA e SFA Gest. Prod., São Carlos, v. 7, n. 4, p. 653-667, 200 Cstos operaconas efcentes das dstrbdoras de energa elétrca: m estdo comparatvo dos modelos DEA e SFA The cost effcency of the Brazlan electrcty dstrbton

Leia mais

Cálculo do Conceito ENADE

Cálculo do Conceito ENADE Insttuto aconal de Estudos e Pesqusas Educaconas Aníso Texera IEP Mnstéro da Educação ME álculo do onceto EADE Para descrever o cálculo do onceto Enade, prmeramente é mportante defnr a undade de observação

Leia mais

AVALIAÇÃO DA EFICIÊNCIA DAS COMPANHIAS AÉREAS BRASILEIRAS COM MODELO DEA NEBULOSO

AVALIAÇÃO DA EFICIÊNCIA DAS COMPANHIAS AÉREAS BRASILEIRAS COM MODELO DEA NEBULOSO AVALIAÇÃO DA EFICIÊNCIA DAS COMPANHIAS AÉREAS BRASILEIRAS COM MODELO DEA NEBULOSO Teresa Cristina Vilardo Domingues Correia João Carlos Correia Baptista Soares De Mello Universidade Federal Fluminense

Leia mais

Capítulo 1. O plano complexo. 1.1. Introdução. Os números complexos começaram por ser introduzidos para dar sentido à 2

Capítulo 1. O plano complexo. 1.1. Introdução. Os números complexos começaram por ser introduzidos para dar sentido à 2 Capítulo O plano compleo Introdução Os números compleos começaram por ser ntrodudos para dar sentdo à resolução de equações polnomas do tpo Como os quadrados de números reas são sempre maores ou guas a

Leia mais

UTILIZAÇÃO DO MÉTODO DE TAGUCHI NA REDUÇÃO DOS CUSTOS DE PROJETOS. Uma equação simplificada para se determinar o lucro de uma empresa é:

UTILIZAÇÃO DO MÉTODO DE TAGUCHI NA REDUÇÃO DOS CUSTOS DE PROJETOS. Uma equação simplificada para se determinar o lucro de uma empresa é: UTILIZAÇÃO DO MÉTODO DE TAGUCHI A REDUÇÃO DOS CUSTOS DE PROJETOS Ademr José Petenate Departamento de Estatístca - Mestrado em Qualdade Unversdade Estadual de Campnas Brasl 1. Introdução Qualdade é hoje

Leia mais

Física. Setor B. Índice-controle de Estudo. Prof.: Aula 23 (pág. 86) AD TM TC. Aula 24 (pág. 87) AD TM TC. Aula 25 (pág.

Física. Setor B. Índice-controle de Estudo. Prof.: Aula 23 (pág. 86) AD TM TC. Aula 24 (pág. 87) AD TM TC. Aula 25 (pág. Físca Setor Prof.: Índce-controle de studo ula 23 (pág. 86) D TM TC ula 24 (pág. 87) D TM TC ula 25 (pág. 88) D TM TC ula 26 (pág. 89) D TM TC ula 27 (pág. 91) D TM TC ula 28 (pág. 91) D TM TC evsanglo

Leia mais

NOTA II TABELAS E GRÁFICOS

NOTA II TABELAS E GRÁFICOS Depto de Físca/UFMG Laboratóro de Fundamentos de Físca NOTA II TABELAS E GRÁFICOS II.1 - TABELAS A manera mas adequada na apresentação de uma sére de meddas de um certo epermento é através de tabelas.

Leia mais

Universidade Estadual de Ponta Grossa/Departamento de Economia/Ponta Grossa, PR. Palavras-chave: CAPM, Otimização de carteiras, ações.

Universidade Estadual de Ponta Grossa/Departamento de Economia/Ponta Grossa, PR. Palavras-chave: CAPM, Otimização de carteiras, ações. A CONSTRUÇÃO DE CARTEIRAS EFICIENTES POR INTERMÉDIO DO CAPM NO MERCADO ACIONÁRIO BRASILEIRO: UM ESTUDO DE CASO PARA O PERÍODO 006-010 Rodrgo Augusto Vera (PROVIC/UEPG), Emerson Martns Hlgemberg (Orentador),

Leia mais

TRANSPORTE E ESTOCAGEM DE FUMO UM MODELO DE PROGRAMAÇÃO LINEAR USADO NA TOMADA DE DECISÃO

TRANSPORTE E ESTOCAGEM DE FUMO UM MODELO DE PROGRAMAÇÃO LINEAR USADO NA TOMADA DE DECISÃO TRANSPORTE E ESTOCAGEM DE FUMO UM MODELO DE PROGRAMAÇÃO LINEAR USADO NA TOMADA DE DECISÃO Janaína Poffo Possama janapoffo@gmal.com Unversdade Regonal de Blumenau Rua Antôno da Vega, 0 8902-900 - Blumenau

Leia mais

Escolha do Consumidor sob condições de Risco e de Incerteza

Escolha do Consumidor sob condições de Risco e de Incerteza 9/04/06 Escolha do Consumdor sob condções de Rsco e de Incerteza (Capítulo 7 Snyder/Ncholson e Capítulo Varan) Turma do Prof. Déco Kadota Dstnção entre Rsco e Incerteza Na lteratura econômca, a prmera

Leia mais

ANEXO II METODOLOGIA E CÁLCULO DO FATOR X

ANEXO II METODOLOGIA E CÁLCULO DO FATOR X ANEXO II Nota Técnca nº 256/2009-SRE/ANEEL Brasíla, 29 de julho de 2009 METODOLOGIA E ÁLULO DO FATOR X ANEXO II Nota Técnca n o 256/2009 SRE/ANEEL Em 29 de julho de 2009. Processo nº 48500.004295/2006-48

Leia mais

Distribuição de Massa Molar

Distribuição de Massa Molar Químca de Polímeros Prof a. Dr a. Carla Dalmoln carla.dalmoln@udesc.br Dstrbução de Massa Molar Materas Polmércos Polímero = 1 macromolécula com undades químcas repetdas ou Materal composto por númeras

Leia mais

Conversor de grafemas para fones baseado em regras para português. Sara Candeias e Fernando Perdigão

Conversor de grafemas para fones baseado em regras para português. Sara Candeias e Fernando Perdigão Capítlo 14 Conversor de grafemas para fones baseado em regras para portgês Sara Candeas e Fernando Perdgão Lís Costa, Dana Santos e Nno Cardoso, edtores, Perspectvas sobre a Lngateca / Actas do encontro

Leia mais

IX CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA E CIÊNCIAS TÉRMICAS. 9th BRAZILIAN CONGRESS OF THERMAL ENGINEERING AND SCIENCES

IX CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA E CIÊNCIAS TÉRMICAS. 9th BRAZILIAN CONGRESS OF THERMAL ENGINEERING AND SCIENCES IX CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA E CIÊNCIAS TÉRMICAS 9th BRAZILIAN CONGRESS OF THERMAL ENGINEERING AND SCIENCES Paper CIT02-0026 METODOLOGIA PARA CORRELAÇÃO DE DADOS CINÉTICOS ENTRE AS TÉCNICAS DE

Leia mais

Cogeração com microturbina para produção de energia elétrica e água quente

Cogeração com microturbina para produção de energia elétrica e água quente Cogeração co crotrbna para prodção de energa elétrca e ága qente J..Arajo, P.M.Senra, LIGHT A.. Orlando, M.M. Haan, E..Raos, L.G. Do al, LAME, PC-RIO. Reso- sstea de cogeração co a crotrbna fornecendo

Leia mais

clientes. Para isso é necessário a utilização de ferramenta que mensure a eficiência de forma confiável e precisa. O modelo DEA é uma técnica de

clientes. Para isso é necessário a utilização de ferramenta que mensure a eficiência de forma confiável e precisa. O modelo DEA é uma técnica de Análise do desempenho dos planos de saúde da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (CASSI) por meio do Modelo de Análise Envoltória de Dados (DEA) Idalberto José das Neves Júnior Universidade

Leia mais

APLICAÇÃO DE ANÁLISE ENVOLTÓRIA DE DADOS NOS PROCESSOS LICITATÓRIOS DE CONTRATAÇÃO DE EMBARCAÇÕES OFFSHORE DA PETROBRAS

APLICAÇÃO DE ANÁLISE ENVOLTÓRIA DE DADOS NOS PROCESSOS LICITATÓRIOS DE CONTRATAÇÃO DE EMBARCAÇÕES OFFSHORE DA PETROBRAS APLICAÇÃO DE ANÁLISE ENVOLTÓRIA DE DADOS NOS PROCESSOS LICITATÓRIOS DE CONTRATAÇÃO DE EMBARCAÇÕES OFFSHORE DA PETROBRAS Gustavo da Silva Maciel PETROBRAS Petróleo Brasileiro S/A Av. Elias Agustinho, 328,

Leia mais

MODELAGEM MATEMÁTICA DO PROCESSO DE EVAPORAÇÃO MULTI-EFEITO NA INDÚSTRIA DE PAPEL E CELULOSE

MODELAGEM MATEMÁTICA DO PROCESSO DE EVAPORAÇÃO MULTI-EFEITO NA INDÚSTRIA DE PAPEL E CELULOSE MODELAGEM MATEMÁTICA DO PROCESSO DE EVAPORAÇÃO MULTI-EFEITO NA INDÚSTRIA DE PAPEL E CELULOSE R. L. S. CANEVESI 1, C. L. DIEL 2, K. A. SANTOS 1, C. E. BORBA 1, F. PALÚ 1, E. A. DA SILVA 1 1 Unversdade Estadual

Leia mais

7. Resolução Numérica de Equações Diferenciais Ordinárias

7. Resolução Numérica de Equações Diferenciais Ordinárias 7. Resolução Numérca de Equações Dferencas Ordnáras Fenômenos físcos em dversas áreas, tas como: mecânca dos fludos, fluo de calor, vbrações, crcutos elétrcos, reações químcas, dentre váras outras, podem

Leia mais

MODELO DEA-SAVAGE PARA ANÁLISE DE EFICIENCIA DO PARQUE DE REFINO BRASILEIRO

MODELO DEA-SAVAGE PARA ANÁLISE DE EFICIENCIA DO PARQUE DE REFINO BRASILEIRO MODELO DEA-SAVAGE PARA ANÁLISE DE EFICIENCIA DO PARQUE DE REFINO BRASILEIRO Hugo Luís do Nascimento Pimenta Mestrado em Engenharia de Produção Universidade Federal Fluminense Rua Passo da Pátria 56, 2220-240,

Leia mais

ALOCAÇÃO DE BOLSAS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA ÀS UNIDADES DA EMBRAPA COM MODELOS DE ANÁLISE ENVOLTÓRIA DE DADOS COM GANHOS DE SOMA ZERO

ALOCAÇÃO DE BOLSAS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA ÀS UNIDADES DA EMBRAPA COM MODELOS DE ANÁLISE ENVOLTÓRIA DE DADOS COM GANHOS DE SOMA ZERO ALOCAÇÃO DE BOLSAS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA ÀS UNIDADES DA EMBRAPA COM MODELOS DE ANÁLISE ENVOLTÓRIA DE DADOS COM GANHOS DE SOMA ZERO Eliane Gonçalves Gomes 1 Geraldo da Silva e Souza 1 Suzana Maria Valle

Leia mais

2 Máquinas de Vetor Suporte 2.1. Introdução

2 Máquinas de Vetor Suporte 2.1. Introdução Máqunas de Vetor Suporte.. Introdução Os fundamentos das Máqunas de Vetor Suporte (SVM) foram desenvolvdos por Vapnk e colaboradores [], [3], [4]. A formulação por ele apresentada se basea no prncípo de

Leia mais

Investigação do desempenho das cooperativas de

Investigação do desempenho das cooperativas de Investgação do desempenho das cooperatvas de crédto de Mnas Geras por meo da Análse Envoltóra de Dados (DEA) Marco Aurélo Marques Ferrera Rosane Mara Lma Gonçalves Marcelo José Braga Resumo Este trabalho

Leia mais

ALGORITMOS GENÉTICOS COMO FERRAMENTA AUXILIAR NA TOMADA DE DECISÃO EM ATIVIDADES DE GESTÃO AGROINDUSTRIAL

ALGORITMOS GENÉTICOS COMO FERRAMENTA AUXILIAR NA TOMADA DE DECISÃO EM ATIVIDADES DE GESTÃO AGROINDUSTRIAL ALGORITMOS GENÉTICOS COMO FERRAMENTA AUXILIAR NA TOMADA DE DECISÃO EM ATIVIDADES DE GESTÃO AGROINDUSTRIAL Danlo Augusto Hereda VIEIRA 1 Celso Correa de SOUZA 2 José Francsco dos REIS NETO 3 Resumo. As

Leia mais

SCATTER SEARCH APLICADO AO PROBLEMA DE OTIMIZAÇÃO DA ALOCAÇÃO DE SONDAS DE PRODUÇÃO EM POÇOS DE PETRÓLEO

SCATTER SEARCH APLICADO AO PROBLEMA DE OTIMIZAÇÃO DA ALOCAÇÃO DE SONDAS DE PRODUÇÃO EM POÇOS DE PETRÓLEO ! "#$ " %'&)(*&)+,.- /10.2*&4365879&4/1:.+58;.2*=?5.@A2*3B;.- C)D 5.,.5FE)5.G.+ &4- (IHJ&?,.+ /?=)5.KA:.+5MLN&OHJ5F&4E)2*EOHJ&)(IHJ/)G.- D - ;./);.& SCATTER SEARCH APLICADO AO PROBLEMA DE OTIMIZAÇÃO

Leia mais

INTRODUÇÃO AO CÁLCULO DE ERROS NAS MEDIDAS DE GRANDEZAS FÍSICAS

INTRODUÇÃO AO CÁLCULO DE ERROS NAS MEDIDAS DE GRANDEZAS FÍSICAS Físca Laboratoral Ano Lectvo 003/04 ITRODUÇÃO AO CÁLCULO DE ERROS AS MEDIDAS DE GRADEAS FÍSICAS. Introdução.... Erros de observação: erros sstemátcos e erros fortutos ou acdentas... 3. Precsão e rgor...3

Leia mais

Fast Multiresolution Image Querying

Fast Multiresolution Image Querying Fast Multresoluton Image Queryng Baseado no artgo proposto por: Charles E. Jacobs Adan Fnkelsten Davd H. Salesn Propõe um método para busca em um banco de dados de magem utlzando uma magem de consulta

Leia mais

Análise da Situação Ocupacional de Crianças e Adolescentes nas Regiões Sudeste e Nordeste do Brasil Utilizando Informações da PNAD 1999 *

Análise da Situação Ocupacional de Crianças e Adolescentes nas Regiões Sudeste e Nordeste do Brasil Utilizando Informações da PNAD 1999 * Análse da Stuação Ocupaconal de Cranças e Adolescentes nas Regões Sudeste e Nordeste do Brasl Utlzando Informações da PNAD 1999 * Phllppe George Perera Gumarães Lete PUC Ro/Depto. De Economa IBGE/ENCE

Leia mais

ESTUDO COMPARATIVO ENTRE OS MODELOS LES E DES PARA SIMULAÇÃO DE ESCOAMENTO COMPRESSÍVEL TURBULENTO

ESTUDO COMPARATIVO ENTRE OS MODELOS LES E DES PARA SIMULAÇÃO DE ESCOAMENTO COMPRESSÍVEL TURBULENTO NELSON PEDRÃO ESTUDO COMPARATIVO ENTRE OS MODELOS LES E DES PARA SIMULAÇÃO DE ESCOAMENTO COMPRESSÍVEL TURBULENTO Dssertação apresentada à Escola Poltécnca da Unversdade de São Palo para obtenção do títlo

Leia mais

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE CCSA - Centro de Ciências Sociais e Aplicadas Curso de Economia

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE CCSA - Centro de Ciências Sociais e Aplicadas Curso de Economia CCSA - Centro de Cêncas Socas e Aplcadas Curso de Economa ECONOMIA REGIONAL E URBANA Prof. ladmr Fernandes Macel LISTA DE ESTUDO. Explque a lógca da teora da base econômca. A déa que sustenta a teora da

Leia mais

1 a Lei de Kirchhoff ou Lei dos Nós: Num nó, a soma das intensidades de correntes que chegam é igual à soma das intensidades de correntes que saem.

1 a Lei de Kirchhoff ou Lei dos Nós: Num nó, a soma das intensidades de correntes que chegam é igual à soma das intensidades de correntes que saem. Les de Krchhoff Até aqu você aprendeu técncas para resolver crcutos não muto complexos. Bascamente todos os métodos foram baseados na 1 a Le de Ohm. Agora você va aprender as Les de Krchhoff. As Les de

Leia mais

5.1 Seleção dos melhores regressores univariados (modelo de Índice de Difusão univariado)

5.1 Seleção dos melhores regressores univariados (modelo de Índice de Difusão univariado) 5 Aplcação Neste capítulo será apresentada a parte empírca do estudo no qual serão avalados os prncpas regressores, um Modelo de Índce de Dfusão com o resultado dos melhores regressores (aqu chamado de

Leia mais

Testando um Mito de Investimento : Eficácia da Estratégia de Investimento em Ações de Crescimento.

Testando um Mito de Investimento : Eficácia da Estratégia de Investimento em Ações de Crescimento. Testando um Mto de Investmento : Efcáca da Estratéga de Investmento em Ações de Crescmento. Autora: Perre Lucena Rabon, Odlon Saturnno Slva Neto, Valera Louse de Araújo Maranhão, Luz Fernando Correa de

Leia mais

OTIMIZAÇÃO DO FLUXO REVERSO DE PNEUS INSERVÍVEIS ATRAVÉS DE UM MODELO DE LOCALIZAÇÃO DE FACILIDADES: UM ESTUDO DE CASO

OTIMIZAÇÃO DO FLUXO REVERSO DE PNEUS INSERVÍVEIS ATRAVÉS DE UM MODELO DE LOCALIZAÇÃO DE FACILIDADES: UM ESTUDO DE CASO OTIMIZAÇÃO DO FLUXO REVERSO DE PNEUS INSERVÍVEIS ATRAVÉS DE UM MODELO DE LOCALIZAÇÃO DE FACILIDADES: UM ESTUDO DE CASO Felpe Mendonca Gurgel Bandera (UFERSA) felpembandera@hotmal.com Breno Barros Telles

Leia mais

FATORES RELACIONADOS À EFICIÊNCIA DE PORTOS E TERMINAIS DE CARGA

FATORES RELACIONADOS À EFICIÊNCIA DE PORTOS E TERMINAIS DE CARGA FATORES RELACIONADOS À EFICIÊNCIA DE PORTOS E TERMINAIS DE CARGA Karen Vassoler Martins Marta Monteiro da Costa Cruz FATORES RELACIONADOS À EFICIÊNCIA DE PORTOS E TERMINAIS DE CARGA Karen Vassoler Martins

Leia mais

[65, 187, 188, 189, 190]

[65, 187, 188, 189, 190] Anexo 12 Estimativa de Incertezas [65, 187, 188, 189, 190] 1. Introdção A estimativa da incerteza associada ao resltado de ma medição envolve vários passos: a especificação da grandeza em casa, a identificação

Leia mais

E FICIÊNCIA EM S AÚDE E C OBERTURA DE P LANOS DE S AÚDE NO B RASIL

E FICIÊNCIA EM S AÚDE E C OBERTURA DE P LANOS DE S AÚDE NO B RASIL E FICIÊNCIA EM S AÚDE E C OBERTURA DE P LANOS DE S AÚDE NO B RASIL Clarssa Côrtes Pres Ernesto Cordero Marujo José Cechn Superntendente Executvo 1 Apresentação Este artgo examna se o rankng das Undades

Leia mais

RESOLUÇÃO NUMÉRICA DE EQUAÇÕES DIFERENCIAIS

RESOLUÇÃO NUMÉRICA DE EQUAÇÕES DIFERENCIAIS Defnções RESOLUÇÃO NUMÉRICA DE EQUAÇÕES DIFERENCIAIS Problemas de Valor Incal PVI) Métodos de passo smples Método de Euler Métodos de sére de Talor Métodos de Runge-Kutta Equações de ordem superor Métodos

Leia mais

PROPOSTA DE MATRIZ DE POSICIONAMENTO ESTRATÉGICO VIA TEORIA DOS JOGOS PARA GESTÃO EMPRESARIAL EM AMBIENTES COOPERATIVOS E COMPETITIVOS

PROPOSTA DE MATRIZ DE POSICIONAMENTO ESTRATÉGICO VIA TEORIA DOS JOGOS PARA GESTÃO EMPRESARIAL EM AMBIENTES COOPERATIVOS E COMPETITIVOS PROPOSTA DE MATRIZ DE POSICIONAMENTO ESTRATÉGICO VIA TEORIA DOS OGOS PARA GESTÃO EMPRESARIAL EM AMBIENTES COOPERATIVOS E COMPETITIVOS Elezer Arantes da Costa Celso Pascol Bottra Laboratóro de Controle

Leia mais

Covariância e Correlação Linear

Covariância e Correlação Linear TLF 00/ Cap. X Covarânca e correlação lnear Capítulo X Covarânca e Correlação Lnear 0.. Valor médo da grandeza (,) 0 0.. Covarânca na propagação de erros 03 0.3. Coecente de correlação lnear 05 Departamento

Leia mais

Acumulação de Capital, Metas de Inflação e Política Fiscal num Modelo Kaldoriano

Acumulação de Capital, Metas de Inflação e Política Fiscal num Modelo Kaldoriano Acmlação de Captal, Metas de Inflação e Polítca Fscal nm Modelo Kaldorano Artr Henrqe da Slva Santos * José Ls Orero ** Resmo: o objetvo do presente artgo é analsar a relação entre a polítca fscal e a

Leia mais

Introdução e Organização de Dados Estatísticos

Introdução e Organização de Dados Estatísticos II INTRODUÇÃO E ORGANIZAÇÃO DE DADOS ESTATÍSTICOS 2.1 Defnção de Estatístca Uma coleção de métodos para planejar expermentos, obter dados e organzá-los, resum-los, analsá-los, nterpretá-los e deles extrar

Leia mais

CAPÍTULO VI Introdução ao Método de Elementos Finitos (MEF)

CAPÍTULO VI Introdução ao Método de Elementos Finitos (MEF) PMR 40 - Mecânca Computaconal CAPÍTULO VI Introdução ao Método de Elementos Fntos (MEF). Formulação Teórca - MEF em uma dmensão Consderemos a equação abao que representa a dstrbução de temperatura na barra

Leia mais

AVALIAÇÃO DE UM CURSO DE MATEMÁTICA À DISTÂNCIA COM MODELOS DEA E SELEÇÃO DE VARIÁVEIS

AVALIAÇÃO DE UM CURSO DE MATEMÁTICA À DISTÂNCIA COM MODELOS DEA E SELEÇÃO DE VARIÁVEIS AVALIAÇÃO DE UM CURSO DE MATEMÁTICA À DISTÂNCIA COM MODELOS DEA E SELEÇÃO DE VARIÁVEIS Fernando do Valle Silva Andrade Graduação em Engenharia de Produção Universidade Federal Fluminense (UFF) Niterói

Leia mais

www.halten.com.br 21-3095-6006

www.halten.com.br 21-3095-6006 NÍVEL: BÁSCO www.halten.com.br 21-3095-6006 ASSUNTO:CUROSDADES SOBRE RAOS E PROTEÇÃO O QUE É O RAO? O RAO É UM FENÔMENO DA NATUREZA, ALEATÓRO E MPREVSÍVEL. É COMO SE FOSSE UM CURTO CRCUÍTO ENTRE A NUVEM

Leia mais

Situação Ocupacional dos Jovens das Comunidades de Baixa Renda da Cidade do Rio de Janeiro *

Situação Ocupacional dos Jovens das Comunidades de Baixa Renda da Cidade do Rio de Janeiro * Stuação Ocupaconal dos Jovens das Comundades de Baxa Renda da Cdade do Ro de Janero * Alessandra da Rocha Santos Cínta C. M. Damasceno Dense Brtz do Nascmento Slva ' Mara Beatrz A. M. da Cunha Palavras-chave:

Leia mais

CURSO ON-LINE PROFESSOR: VÍTOR MENEZES

CURSO ON-LINE PROFESSOR: VÍTOR MENEZES O Danel Slvera pedu para eu resolver mas questões do concurso da CEF. Vou usar como base a numeração do caderno foxtrot Vamos lá: 9) Se, ao descontar uma promssóra com valor de face de R$ 5.000,00, seu

Leia mais

Determinantes da Desigualdade de Renda em Áreas Rurais do Nordeste.

Determinantes da Desigualdade de Renda em Áreas Rurais do Nordeste. Determnantes da Desgualdade de Renda em Áreas Ruras do Nordeste. Autores FLÁVIO ATALIBA BARRETO DÉBORA GASPAR JAIR ANDRADE ARAÚJO Ensao Sobre Pobreza Nº 18 Março de 2009 CAEN - UFC Determnantes da Desgualdade

Leia mais

O migrante de retorno na Região Norte do Brasil: Uma aplicação de Regressão Logística Multinomial

O migrante de retorno na Região Norte do Brasil: Uma aplicação de Regressão Logística Multinomial O mgrante de retorno na Regão Norte do Brasl: Uma aplcação de Regressão Logístca Multnomal 1. Introdução Olavo da Gama Santos 1 Marnalva Cardoso Macel 2 Obede Rodrgues Cardoso 3 Por mgrante de retorno,

Leia mais

PROVA DE MATEMÁTICA DO VESTIBULAR 2013 DA UNICAMP-FASE 1. RESOLUÇÃO: PROFA. MARIA ANTÔNIA C. GOUVEIA

PROVA DE MATEMÁTICA DO VESTIBULAR 2013 DA UNICAMP-FASE 1. RESOLUÇÃO: PROFA. MARIA ANTÔNIA C. GOUVEIA PROVA DE MATEMÁTICA DO VESTIBULAR 03 DA UNICAMP-FASE. PROFA. MARIA ANTÔNIA C. GOUVEIA QUESTÃO 37 A fgura abaxo exbe, em porcentagem, a prevsão da oferta de energa no Brasl em 030, segundo o Plano Naconal

Leia mais

* Economista do Instituto Federal do Sertão Pernambucano na Pró-Reitoria de Desenvolvimento Institucional PRODI.

* Economista do Instituto Federal do Sertão Pernambucano na Pró-Reitoria de Desenvolvimento Institucional PRODI. O desempenho setoral dos muncípos que compõem o Sertão Pernambucano: uma análse regonal sob a ótca energétca. Carlos Fabano da Slva * Introdução Entre a publcação de Methods of Regonal Analyss de Walter

Leia mais

Y X Baixo Alto Total Baixo 1 (0,025) 7 (0,175) 8 (0,20) Alto 19 (0,475) 13 (0,325) 32 (0,80) Total 20 (0,50) 20 (0,50) 40 (1,00)

Y X Baixo Alto Total Baixo 1 (0,025) 7 (0,175) 8 (0,20) Alto 19 (0,475) 13 (0,325) 32 (0,80) Total 20 (0,50) 20 (0,50) 40 (1,00) Bussab&Morettn Estatístca Básca Capítulo 4 Problema. (b) Grau de Instrução Procedênca º grau º grau Superor Total Interor 3 (,83) 7 (,94) (,) (,33) Captal 4 (,) (,39) (,) (,3) Outra (,39) (,7) (,) 3 (,3)

Leia mais

MAE5778 - Teoria da Resposta ao Item

MAE5778 - Teoria da Resposta ao Item MAE5778 - Teora da Resposta ao Item Fernando Henrque Ferraz Perera da Rosa Robson Lunard 1 de feverero de 2005 Lsta 2 1. Na Tabela 1 estão apresentados os parâmetros de 6 tens, na escala (0,1). a b c 1

Leia mais

UMA AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOS TIMES NA CLASSIFICAÇÃO DO CAMPEONATO BRASILEIRO DE 2008 ATRAVÉS DE ANÁLISE ENVOLTÓRIA DE DADOS - DEA

UMA AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOS TIMES NA CLASSIFICAÇÃO DO CAMPEONATO BRASILEIRO DE 2008 ATRAVÉS DE ANÁLISE ENVOLTÓRIA DE DADOS - DEA UMA AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOS TIMES NA CLASSIFICAÇÃO DO CAMPEONATO BRASILEIRO DE 2008 ATRAVÉS DE ANÁLISE ENVOLTÓRIA DE DADOS - DEA Alessandro Martns Alves Unversdade Federal Flmnense Ra Passo da Pátra

Leia mais

DISTRIBUIÇÃO DA AÇÃO DO VENTO NOS ELEMENTOS DE CONTRAVENTAMENTO CONSIDERANDO O PAVIMENTO COMO DIAFRAGMA RÍGIDO: ANÁLISE SIMPLIFICADA E MATRICIAL

DISTRIBUIÇÃO DA AÇÃO DO VENTO NOS ELEMENTOS DE CONTRAVENTAMENTO CONSIDERANDO O PAVIMENTO COMO DIAFRAGMA RÍGIDO: ANÁLISE SIMPLIFICADA E MATRICIAL DISTRIBUIÇÃO DA AÇÃO DO VENTO NOS ELEMENTOS DE CONTRAVENTAMENTO CONSIDERANDO O PAVIMENTO COMO DIAFRAGMA RÍGIDO: ANÁLISE SIMPLIFICADA E MATRICIAL Dstrbuton of the wnd acton n the bracng elements consderng

Leia mais

Universidade do Estado do Rio de Janeiro Instituto de Matemática e Estatística Econometria

Universidade do Estado do Rio de Janeiro Instituto de Matemática e Estatística Econometria Unversdade do Estado do Ro de Janero Insttuto de Matemátca e Estatístca Econometra Revsão de modelos de regressão lnear Prof. José Francsco Morera Pessanha professorjfmp@hotmal.com Regressão Objetvo: Estabelecer

Leia mais

Estimativa da Incerteza de Medição da Viscosidade Cinemática pelo Método Manual em Biodiesel

Estimativa da Incerteza de Medição da Viscosidade Cinemática pelo Método Manual em Biodiesel Estmatva da Incerteza de Medção da Vscosdade Cnemátca pelo Método Manual em Bodesel Roberta Quntno Frnhan Chmn 1, Gesamanda Pedrn Brandão 2, Eustáquo Vncus Rbero de Castro 3 1 LabPetro-DQUI-UFES, Vtóra-ES,

Leia mais

7.4 Precificação dos Serviços de Transmissão em Ambiente Desregulamentado

7.4 Precificação dos Serviços de Transmissão em Ambiente Desregulamentado 64 Capítulo 7: Introdução ao Estudo de Mercados de Energa Elétrca 7.4 Precfcação dos Servços de Transmssão em Ambente Desregulamentado A re-estruturação da ndústra de energa elétrca que ocorreu nos últmos

Leia mais

Sistemas Robóticos. Sumário. Introdução. Introdução. Navegação. Introdução Onde estou? Para onde vou? Como vou lá chegar?

Sistemas Robóticos. Sumário. Introdução. Introdução. Navegação. Introdução Onde estou? Para onde vou? Como vou lá chegar? Sumáro Sstemas Robótcos Navegação Introdução Onde estou? Para onde vou? Como vou lá chegar? Carlos Carreto Curso de Engenhara Informátca Ano lectvo 2003/2004 Escola Superor de Tecnologa e Gestão da Guarda

Leia mais

PROPOSIÇÃO DE UMA MEDIDA DE SUSTENTABILIDADE EM AGRICULTURA COM MODELOS DE ANÁLISE DE ENVOLTÓRIA DE DADOS

PROPOSIÇÃO DE UMA MEDIDA DE SUSTENTABILIDADE EM AGRICULTURA COM MODELOS DE ANÁLISE DE ENVOLTÓRIA DE DADOS PROPOSIÇÃO DE UMA MEDIDA DE SUSTENTABILIDADE EM AGRICULTURA COM MODELOS DE ANÁLISE DE ENVOLTÓRIA DE DADOS Elane Gonçalves Gomes Empresa Braslera de Pesqusa Agropecuára (Embrapa) Parque Estação Bológca,

Leia mais

Introdução à Análise de Dados nas medidas de grandezas físicas

Introdução à Análise de Dados nas medidas de grandezas físicas Introdução à Análse de Dados nas meddas de grandezas físcas www.chem.wts.ac.za/chem0/ http://uregna.ca/~peresnep/ www.ph.ed.ac.uk/~td/p3lab/analss/ otas baseadas nos apontamentos Análse de Dados do Prof.

Leia mais

MAPEAMENTO DA VARIABILIDADE ESPACIAL

MAPEAMENTO DA VARIABILIDADE ESPACIAL IT 90 Prncípos em Agrcultura de Precsão IT Departamento de Engenhara ÁREA DE MECANIZAÇÃO AGRÍCOLA MAPEAMENTO DA VARIABILIDADE ESPACIAL Carlos Alberto Alves Varella Para o mapeamento da varabldade espacal

Leia mais

CIRCUITOS RESISTIVOS

CIRCUITOS RESISTIVOS Temátca Crctos Eléctrcos Capítlo nálse de Crctos Lneares CICITOS ESISTIVOS INTODÇÃO Nesta secção apresentamse dversas metodologas para resolção de crctos lneares tas como o método geral, a smplfcação do

Leia mais

DETERMINANTES SOCIODEMOGRÁFICOS E ECONÔMICOS DAS ATIVIDADES DOS IDOSOS NO NORDESTE BRASILEIRO RESUMO

DETERMINANTES SOCIODEMOGRÁFICOS E ECONÔMICOS DAS ATIVIDADES DOS IDOSOS NO NORDESTE BRASILEIRO RESUMO Revsta Economa e Desenvolvmento, n. 21, 2009 DETERMINANTES SOCIODEMOGRÁFICOS E ECONÔMICOS DAS ATIVIDADES DOS IDOSOS NO NORDESTE BRASILEIRO Elane Pnhero de Sousa 1 João Eustáquo de Lma 2 RESUMO As mudanças

Leia mais

Engenharia Civil/Mecânica Cálculo 3-3º semestre de 2012 Profa Gisele A.A. Sanchez

Engenharia Civil/Mecânica Cálculo 3-3º semestre de 2012 Profa Gisele A.A. Sanchez Engenhara Cvl/Mecânca Cálclo - º semestre de 01 Proa Gsele A.A. Sanchez 4ª ala: Dervadas Dreconas e Gradente Gradentes e dervadas dreconas de nções com das varáves As dervadas parcas de ma nção nos dão

Leia mais

Otimização de Custos de Transporte e Tributários em um Problema de Distribuição Nacional de Gás

Otimização de Custos de Transporte e Tributários em um Problema de Distribuição Nacional de Gás A pesqusa Operaconal e os Recursos Renováves 4 a 7 de novembro de 2003, Natal-RN Otmzação de ustos de Transporte e Trbutáros em um Problema de Dstrbução Naconal de Gás Fernanda Hamacher 1, Fernanda Menezes

Leia mais

1. Conceitos básicos de estatística descritiva. A ciência descobre relações de causa efeito entre fenómenos. Há fenómenos que são muito complexos

1. Conceitos básicos de estatística descritiva. A ciência descobre relações de causa efeito entre fenómenos. Há fenómenos que são muito complexos 2 Matemátca Fnancera e Instrumentos de Gestão Sumáro 1. Concetos báscos de estatístca descrtva 1.1. 2ª Aula 1.2. 1.2.1. Frequênca relatva 1.2.2. Frequênca relatva acumulada 3 4 A cênca descobre relações

Leia mais

OTIMIZAÇÃO DO SERVIÇO DE RESERVA GIRANTE EM SISTEMAS HIDROELÉTRICOS. Thales Sousa * José Antônio Jardini Mário Masuda Rodrigo Alves de Lima

OTIMIZAÇÃO DO SERVIÇO DE RESERVA GIRANTE EM SISTEMAS HIDROELÉTRICOS. Thales Sousa * José Antônio Jardini Mário Masuda Rodrigo Alves de Lima SNPEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E RANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉRICA GGH - 33 6 a 2 Outubro de 2005 Curtba - Paraná GRUPO I GRUPO DE ESUDO DE GERAÇÃO HIDRÁULICA - GGH OIMIZAÇÃO DO SERVIÇO DE RESERVA GIRANE

Leia mais

INTRODUÇÃO SISTEMAS. O que é sistema? O que é um sistema de controle? O aspecto importante de um sistema é a relação entre as entradas e a saída

INTRODUÇÃO SISTEMAS. O que é sistema? O que é um sistema de controle? O aspecto importante de um sistema é a relação entre as entradas e a saída INTRODUÇÃO O que é sstema? O que é um sstema de controle? SISTEMAS O aspecto mportante de um sstema é a relação entre as entradas e a saída Entrada Usna (a) Saída combustível eletrcdade Sstemas: a) uma

Leia mais

AVALIAÇÃO DO IMPACTO DO MECANISMO DE REALOCAÇÃO DE ENERGIA NO RISCO FINANCEIRO DE PROJETOS HIDROELÉTRICOS

AVALIAÇÃO DO IMPACTO DO MECANISMO DE REALOCAÇÃO DE ENERGIA NO RISCO FINANCEIRO DE PROJETOS HIDROELÉTRICOS GPL/011 21 a 26 de Outubro de 2001 Campnas - São Paulo - Brasl GUPO VII GUPO DE ESTUDO DE PLANEJAMENTO DE SISTEMAS ELÉTICOS AVALIAÇÃO DO IMPACTO DO MECANISMO DE EALOCAÇÃO DE ENEGIA NO ISCO FINANCEIO DE

Leia mais

Os modelos de regressão paramétricos vistos anteriormente exigem que se suponha uma distribuição estatística para o tempo de sobrevivência.

Os modelos de regressão paramétricos vistos anteriormente exigem que se suponha uma distribuição estatística para o tempo de sobrevivência. MODELO DE REGRESSÃO DE COX Os modelos de regressão paramétrcos vstos anterormente exgem que se suponha uma dstrbução estatístca para o tempo de sobrevvênca. Contudo esta suposção, caso não sea adequada,

Leia mais