Nestlé EM CAMPO. Período de transição. Eficiência e qualidade na produção leiteira

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1 Nestlé EM CAMPO Eficiência e qualidade na produção leiteira Período de transição Cuidados no pré e pós-parto garantem a boa condição reprodutiva e produtiva Ano 2 Número 12 Nov./Dez. 2015

2 Nestlé EM CAMPO Cuidados com a vaca em transição Entre três semanas antes do parto e três semanas depois, a vaca passa por momentos críticos. Boas condições de manejo e nutrição adequada contribuem para superar os desafios dessa fase. O chamado período de transição de uma vaca ou de uma novilha caracteriza-se pela passagem de uma fase improdutiva o animal está seco para produtiva, quando começa ou recomeça a lactação. É também a saída da fase gestante para a vazia. O maior conhecimento sobre as alterações que acontecem no organismo da vaca no período de transição tornam indispensáveis inúmeros cuidados. Assim, sanidade, nutrição, manejo, conforto animal e consumo de matéria seca adequada são indispensáveis para a passagem bem-sucedida por essa fase. Atenção total No passado, muitos produtores não davam a devida atenção aos animais depois que eram secos porque, por deixarem de ser ordenhados, paravam de contribuir para o lucro da propriedade. Felizmente esse comportamento é cada vez menos frequente e é melhor que deixe de existir. Os recursos despendidos da secagem ao pós-parto devem ser considerados como um investimento que trará aumento de rentabilidade posteriormente. Ameaças à boa condição de saúde No período de transição, a vaca torna-se mais sujeita a uma série de problemas de saúde que, entre outras possibilidades, levam à redução da fertilidade, diminuição da futura produção de leite e até mesmo à morte do bezerro ou da própria vaca. Os distúrbios estão relacionados ao: Sistema imunológico: aumentam os riscos de retenção de placenta, metrites, mastites. Os animais também podem sofrer com problemas de casco e deslocamento do abomaso. Metabolismo energético: facilitam o aparecimento de síndrome do fígado gordo, acetonemia, acidose ruminal. Metabolismo mineral: podem resultar em febre do leite, hipocalcemia, edema mamário. Todos esses distúrbios têm relação em menor ou maior grau com a nutrição e pode-se afirmar que a prevenção deles está em oferecer alimentação correta para o período, além das sempre indispensáveis boas condições de manejo. 2

3 Segurança e qualidade Período seco e pré-parto O período seco normalmente dura 60 dias. Mas dependendo do manejo e da tecnificação da propriedade, da condição corporal da vaca e do seu nível de produção, pode ser reduzido para até 45 dias. A secagem serve para restaurar a função da glândula mamária, para que o tecido secretor possa se renovar entre uma lactação e outra, e para suprir a maior demanda nutricional do feto. Nos dois meses finais da gestação são formados 2/3 do organismo do bezerro. Com a secagem, um grande aporte sanguíneo, que durante a lactação se dirigia ao úbere para a produção de leite, é desviado para o útero e oferece ao feto as condições para seu desenvolvimento final antes do nascimento. É importante saber a data prevista para o parto e para isso os registros zootécnicos são indispensáveis. Eles vão indicar a data da cobertura, por inseminação artificial ou monta natural. Depois, com a prenhez confirmada pelo veterinário, pode-se estimar quando o bezerro vai nascer. Essa data é usada como marcador para fazer a secagem, lembrando que, em média, a gestação de uma vaca é de 283 dias. A secagem da vaca é uma ótima oportunidade para a terapia da vaca seca, que trata mastites subclínicas e previne novas infecções. A terapia da vaca seca consiste na aplicação de um antibiótico específico para essa finalidade, prescrito pelo veterinário, em todos os quartos mamários. Nas três semanas anteriores ao parto, a vaca passa por alterações hormonais e metabólicas ocasionadas pelo crescimento acelerado e aumento da demanda de nutrientes por parte do bezerro, formação do colostro, queda da imunidade, mudanças de ambiente e a inevitável diminuição no consumo de alimentos. Para amenizar essas alterações, é preciso procurar maximizar o consumo de matéria seca, mesmo sabendo-se que sempre ocorrerá a redução no consumo nos dias imediatamente anteriores ao parto. É bom saber que na primeira semana após o parto o consumo também é menor: aproximadamente 65% do nível máximo, que só vai ocorrer de 9 a 12 semanas após o parto. Toda diminuição precisa ser compensada com o aumento na concentração de nutrientes da dieta, tanto em quantidade quanto em qualidade. De preferência, deve-se oferecer dieta completa, com não mais que 50% de concentrado na matéria seca. 3

4 Nestlé EM CAMPO Nutrição: o que levar em conta Na lactação, a dieta da vaca é geralmente composta de forragens e concentrados. A partir da secagem, a base é a forragem, com pouca suplementação com concentrado. Com isso, ocorrem alterações no rúmen e, ao se aproximar a lactação seguinte, é necessária uma readaptação do rúmen com a introdução ou o aumento gradativo do concentrado, principalmente cereais, o que deve começar antes mesmo do parto. Pela importância da forragem no período seco, é indispensável que ela seja de alta qualidade, com fibra adequada e bom teor de proteína. Aspectos a considerar Uma forma de estimular o consumo é distribuir frequentemente alimentos frescos. Vacas que se alimentam quatro vezes por dia gastam cerca de 30 minutos a mais comendo do que as que se alimentam uma vez apenas. Oferecer a dieta mais vezes ao dia ou mesmo empurrar o alimento para perto das vacas é uma forma de manejo capaz de aumentar o consumo. As novilhas, por ainda estarem em crescimento e para não serem molestadas pelas vacas, precisam ser alimentadas separadamente. É preciso considerar que elas gastam de 10 a 15% a mais de tempo no cocho. A maximização do consumo de matéria seca no período de transição é um dos principais objetivos a se alcançar. No entanto, nos dias que antecedem o parto, os animais se isolam, comem menos e ficam inquietos. A dieta, então, deve ter densidade mais elevada de energia e proteína. Lembrar sempre de que mudanças na dieta devem ser feitas gradualmente e que ela deve ser corretamente balanceada para não causar distúrbios como acidose ruminal. Os últimos 21 dias anteriores ao parto são os mais críticos do período seco. Alguns pesquisadores sugerem que em razão da exigência nutricional da vaca ser crescente ao longo do período seco, ele deve ser dividido em fases: fase 1 (da secagem aos 21 dias pré-parto) e fase 2 (21 dias pré-parto até o parto). Isso justifica a formação de pelo menos dois lotes de vacas secas na propriedade. A separação de novilhas e vacas levaria à formação de quatro lotes. Na fase 1, as exigências nutricionais podem ser supridas sem grandes dificuldades, já que a vaca ainda apresenta boa capacidade de ingestão de alimentos. O fornecimento de volumoso de boa qualidade na forma de silagem de milho ou sorgo, cana-de-açúcar com ureia, feno de gramíneas ou pastagem bem manejada, mais suplementação mineral pode ser suficiente, desde que a vaca esteja em boa condição corporal. Se houver necessidade de recompor a condição corporal, pode-se suplementar com 1 a 3 kg de concentrado por dia. Nesta fase, espera-se que as vacas apresentem ganho de peso diário da ordem de 0,5 a 0,7 kg para raças grandes e 0,3 a 0,5 kg para raças pequenas. Esse ganho de peso é reflexo do crescimento fetal, membranas fetais e líquidos uterinos, e não interferirá com a condição corporal. Na fase 2, ocorre uma queda progressiva no consumo de alimento, ao redor de 30 a 35%, atingindo o valor mais baixo no dia anterior 4

5 Segurança e qualidade ao parto. Essa queda ocorre em momento crítico para a vaca, visto que a exigência do feto já é elevada e crescente. Na última semana de gestação, a exigência nutricional é aumentada ainda mais pela síntese de colostro. Normalmente, a vaca entra em balanço negativo de nutrientes por volta de 10 dias antes do parto, o que se prolonga durante as primeiras semanas de lactação. Isso leva o animal a mobilizar reservas corporais. Se a mobilização dessas reservas é excessiva, pode ocorrer acúmulo de gordura no fígado (esteatose hepática), predispondo a vaca a distúrbios metabólicos pós-parto. Quanto mais acentuado for o balanço negativo de energia e proteína durante as últimas semanas de gestação, maior o desafio da vaca e maiores os riscos de ocorrência de distúrbios metabólicos pós-parto. Por outro lado, vacas que apresentam menor queda no consumo de alimentos pré-parto apresentam melhor consumo pós-parto e têm menos déficit de nutrientes no início da lactação. Isso tende a se refletir positivamente no pico de lactação, no retorno ao cio e na menor incidência de problemas metabólicos e doenças infecciosas. Com o surgimento do balanço energético negativo (BEN), o animal faz uso de suas reservas energéticas. Os efeitos do BEN são transitórios e sua intensidade tem fim com a reversão do balanço de negativo para positivo a partir do aumento do consumo de matéria seca e da redução na produção de leite após o pico de lactação. Mas há um problema adicional com o BEN: ele está presente no período de reprodução, o que pode prejudicar o intervalo de partos ideal, ao redor de 12 meses. Assim, um longo período de balanço negativo pode atrasar significativamente o retorno ao cio. O consumo de matéria seca proveniente de uma dieta equilibrada é responsável pela produção, mudanças na condição corporal e na reprodução, e o seu monitoramento constante torna-se vital para o manejo da vaca no período de transição. O pico de ingestão de matéria seca somente é atingido por volta de 8 a 12 semanas depois do parto. Ou seja, mesmo dietas de alta qualidade são insuficientes para atender as necessidades da vaca, daí ela perder peso e precisar utilizar suas reservas corporais para alcançar seu potencial produtivo. Não se pode esquecer de que as novilhas possuem exigências nutricionais adicionais, já que ainda estão em fase de crescimento. 5

6 Nestlé EM CAMPO Condição corporal: acompanhar sempre O escore de condição corporal (ECC) é um parâmetro importante. Ele indica o quanto a vaca tem de reserva energética, basicamente em forma de gordura subcutânea, e precisa ser monitorado sempre. O método de avaliação mais empregado utiliza uma escala que vai de 1 a 5, com subdivisões de até 0,25. Assim, é classificada como muito magra uma vaca com escore 1 e como muito gorda uma vaca com escore 5. A recomendação é que as vacas tenham condição corporal de 3,25-3,5 no momento da secagem e mantenham essa condição corporal até o parto. É possível corrigir uma condição corporal insuficiente com o aporte moderado de nutrientes para obter, no máximo, mais meio ponto. Em toda propriedade deve haver alguém treinado para fazer a avaliação do ECC e o ideal é que esse treinamento seja oferecido por um profissional experiente. Manter a condição corporal adequada contribui para o bom estado sanitário e produtivo do rebanho e sua eficiência reprodutiva. Vaca com ECC baixo (magra) produz menos e a sua persistência de lactação é menor. Vaca com ECC alto (obesa) apresenta menor consumo de alimentos e tem maiores dificuldades de parto, reprodução prejudicada e está mais sujeita a vários distúrbios, principalmente no parto e pós-parto. Na avaliação do ECC, os animais devem estar contidos e precisam ser tocados, principalmente É melhor pedir ajuda a um técnico para aprender direitinho como classificar a condição corporal de uma vaca ou novilha. no íleo, ísquio e inserção caudal. Não se deve fazer avaliação à distância ou usando fotos. O ECC ideal no momento do parto é essencial para que a lactação tenha um início sem maiores complicações. As vacas que parem com condição corporal elevada (em torno de 4 ou mais) demoram mais para atingir o pico de ingestão de matéria seca, perdem mais peso e ficam mais propícias a um BEN longo e a apresentarem distúrbios metabólicos no pós-parto. A recomendação é fazer a avaliação de ECC mensalmente. Em rebanhos grandes, a avaliação pode ser feita por amostragem em cada lote. É muito melhor manter a condição corporal ideal em cada estágio da lactação do que precisar trabalhar em momento específico para corrigir uma condição corporal não adequada. Veja na tabela desta página o ECC ideal em todos os momentos. Condição corporal de acordo com o estágio da lactação para vacas e novilhas Estágio da lactação Escore ideal Intervalo aceitável Vacas Multíparas Período seco 3,25 3,00-3,50 Parto 3,25 3,00-3,50 Início da lactação 2,75 2,50-3,00 Fase intermediária da lactação 3,00 2,75-3,25 Final da lactação 3,25 3,00-3,50 Novilhas Crescimento 3,00 2,75-3,25 Ao parto 3,50 3,25-3,75 Fonte: Alexandre M. Pedroso Escala de escores 1 - muito magra 2 - magra 3 - regular 4 - boa 5 - obesa 6

7 Segurança e qualidade Exemplo de avaliação corporal A definição do ECC (escore de condição corporal) leva em conta várias regiões anatômicas da vaca. Com o animal de lado, por exemplo, deve-se observar a linha que se forma do ílio ao ísquio. V Se a linha tem aparência de um V, o ECC será menor ou igual a 3,0 U Se a linha tem aparência de um U, o ECC será maior ou igual a 3,25 Fonte: Elanco Animal Health Apoio técnico Em todos os momentos da vida de um animal leiteiro, a dieta bem balanceada é fundamental. Isso é particularmente importante na fase seca e no período de transição, porque eventuais deficiências nesses momentos trarão reflexos prejudiciais na volta à lactação e na chegada do cio após o parto. Por isso, a presença de um nutricionista ou um técnico com bons conhecimentos em nutrição para a formulação das dietas e acompanhamento do manejo contribui muito para o sucesso da atividade leiteira. Com ele é mais seguro chegar às dietas que atendam os requerimentos nutricionais dos animais e que permitam as necessárias adaptações da microflora ruminal às fases de lactação. FONTES: Revista Leite DPA, Embrapa Gado de Leite. CONSULTORIA E REVISÃO: Alexandre M. Pedroso, engenheiro agrônomo, PhD em Ciência Animal e Pastagens, com pós-doutorado em Nutrição de Ruminantes, consultor técnico da Cargill/Nutron. NESTLÉ EM CAMPO (Serviço Nestlé ao Produtor) Coordenação: Barbara P. Sollero Bernardes, Serviço Nestlé ao Produtor, tel.: (34) Jornalista responsável: Luiz Laerte Fontes (MTb-SP 8346) Direção de arte e editoração: Arco W Comunicação & Design Tiragem: exemplares Foto capa: Arquivo Arco W/Estock Foto pág. 5: Arquivo Nestlé/Sérgio Santorio Demais Fotos: Arquivo Nestlé/Gerson Sobreira. 7

8 Nestlé EM CAMPO Segurança e qualidade Bem-estar também conta muito Além do consumo apropriado de nutrientes, a vaca em transição necessita de descanso adequado e um ambiente estável para se manter saudável. Alguns fatores de risco para doenças no pós-parto imediato e nos meses seguintes estão relacionados às instalações e ao manejo. Não basta oferecer uma dieta bem balanceada e de qualidade. É necessário que ela seja consumida pelo animal e para isso o bom ambiente é fundamental. Cuidado com excesso de animais no cocho. É necessário que eles tenham espaços adequados e possam se alimentar tranquilamente, sem entrarem em competição. É preciso dar atenção a vacas ou novilhas socialmente subordinadas (dominadas). Elas podem ser incapazes de se adaptar a reestruturações sociais e, como forma de evitar confrontos com animais dominantes, reduzem o tempo de alimentação e o consumo de matéria seca. Isso traz riscos de deficiências nutricionais que acabarão afetando o sistema imunológico e aumentando os casos de doenças. Também contribui para a boa condição das vacas oferecer cama limpa e seca e espaço irrestrito para descansarem à vontade. O estresse calórico é prejudicial sempre. No período de transição, ele provoca uma queda na condição imunológica da vaca, fator que aumenta a incidência de doenças, até alguns meses após o parto. O conforto térmico da vaca é obtido com sombra e, se disponíveis, aspersores de água e ventiladores. Experiência feita nos Estados Unidos mostrou que vacas resfriadas no pré-parto com ventiladores e aspersores na área de sombra do confinamento, produziram mais leite no pósparto do que vacas recebendo apenas sombra. A questão de conforto geral da vaca na fase que antecede o parto tem se mostrado de suma importância para uma lactação posterior bem-sucedida. Água de qualidade e de fácil acesso deve estar disponível sempre. Momento do parto A menos que ocorram deficiências severas, a nutrição no final da gestação tem pouco efeito sobre o tamanho ou a formação do bezerro recém-nascido, mas pode influenciar sua sobrevivência e seu desempenho. Assim, bezerros nascidos de vacas submetidas a déficit energético ou proteico severo apresentam um metabolismo de base diminuído, menor vigor e, portanto, menos chances de sobrevivência. Uma diminuição da condição corporal durante o período seco é associado a uma incidência maior de dificuldades no parto. A parição deve ocorrer em local limpo, seco, protegido contra extremos de temperatura. Umidade e vento estressam a vaca e aumentam o risco de doenças. 8

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