MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA - INMETRO

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1 PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM METROLOGIA E QUALIDADE REGULAMENTO 1ª Versão Abril/2014

2 FINALIDADES Art. 1º O Programa de Pós-Graduação em Metrologia e Qualidade, doravante denominado PPGMQ, destina-se a dar cumprimento ao disposto no Regimento do Inmetro no campo da Metrologia, da Qualidade e da Tecnologia, e é regido: I - Por este Regulamento, aprovado pelo Colegiado do Programa de Pós-Graduação em Metrologia e Qualidade, e homologado pelo Conselho Acadêmico do Inmetro; II Pelas normas estabelecidas no Regimento do Inmetro; III - Pela legislação pertinente; IV - Pelas demais normas e orientações estabelecidas pelo Conselho Acadêmico do Inmetro. Art. 2º O Programa de Pós-Graduação em Metrologia e Qualidade oferece curso de pósgraduação stricto-sensu na modalidade. 1. O curso de Mestrado Profissional tem por objetivo desenvolver recursos humanos de alto nível de conhecimento, dotados de competências tecnológicas e habilidades para executar pesquisas operacionais e desenvolver processos, produtos e metodologias em áreas específicas. 2. Os recursos humanos formados pelo Mestrado Profissional poderão atuar: Na produção de novos conhecimentos e metodologias aplicáveis ao setor; Em diferentes laboratórios, centros de pesquisa, redes de serviços; Na articulação entre instituições acadêmicas e setor produtivo e de serviços; Em pesquisa aplicada e desenvolvimento tecnológico. 3. O curso de outorgará o título de Mestre. ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA Art. 3º O colegiado do PPGMQ é formado por todos os docentes do PPGMQ e por um representante discente. 1. As sessões ordinárias do Colegiado deverão ter periodicidade anual e serão convocadas pelo coordenador do PPGMQ com antecedência mínima de sete dias. 2. As sessões extraordinárias do Colegiado poderão ser convocadas por um número superior a 50% dos membros de todo o colegiado, com antecedência mínima de 48 horas para apreciação de questão específica expressa na pauta. 3. Os representantes discentes titulares e seus suplentes, que substituirão os titulares em suas ausências, serão eleitos, para um período de 12 meses, respectivamente pelos alunos do curso de mestrado profissional em metrologia e qualidade com matrícula ativa, admitida uma recondução, em eleição convocada pelo Coordenador do Programa. Art. 4º Cabe ao Colegiado do Programa, I Na função consultiva, em casos em que a instância decisória é o Conselho Acadêmico: a) Referendar as indicações do Coordenador a respeito das composições da Comissão Deliberativa e das comissões acadêmicas; b) Referendar as decisões/recomendações da Comissão de Ensino e da Comissão de Seleção; c) Recomendar modificações no presente Regulamento ao Conselho Acadêmico;

3 II - Na função de assessoria executiva, emitir parecer sobre processos, questões ou temas que lhe forem levados à consulta pelo Coordenador do Programa e tomar decisões relativas ao funcionamento do, o que inclui referendar a classificação de docentes recomendada pela Comissão de Avaliação Docente. COORDENADOR DO PROGRAMA Art. 5º O PPGMQ é coordenado por um Coordenador e seu substituto eventual. I O mandato do Coordenador é de dois anos, sendo admitida uma recondução. II Os mandatos do coordenador e de seu substituto eventual serão coincidentes. Art. 6º Compete ao Coordenador do PPGMQ: I Manter a regularidade das reuniões do Colegiado, presidi-las, cuidar de seu registro em ata e da aprovação das atas; II Cuidar das informações prestadas nos relatórios de atividades do PPGMQ, solicitados pelo órgão do Ministério da Educação responsável pela pós-graduação, e de seu envio com pontualidade; III Designar os responsáveis pela página virtual do PPGMQ na Internet; IV Representar o PPGMQ junto às instâncias superiores do Inmetro. COMISSÃO DELIBERATIVA Art. 7º O PPGMQ é gerido por sua Comissão Deliberativa, com constituição e atribuições estabelecidas neste regulamento. Art. 8º Compete à Comissão Deliberativa, na função de planejamento, elaborar o plano de aplicação dos recursos financeiros, formular a política acadêmica do PPGMQ, de modo a assegurar a execução da proposta aprovada pelo Ministério da Educação, o que inclui: a) Propor o número e a definição das áreas de concentração, bem como as linhas de pesquisa relacionadas; b) Planejar o oferecimento de disciplinas que contemplem as linhas de pesquisa; c) Credenciar docente para atuação no Programa; d) Aprovar a participação de um docente em outro programa de pós-graduação; e) Aprovar o aumento, a diminuição ou a manutenção do número de vagas discentes oferecidas a cada processo seletivo; f) Definir a forma do processo seletivo para preenchimento de vagas discentes; g) Definir os critérios para a concessão de bolsas; h) Promover alterações no presente Regulamento; Parágrafo Único - As decisões de planejamento da Comissão Deliberativa enumeradas no caput do presente Artigo devem ser homologadas pelo Colegiado do PPGMQ. Art. 9º Compete à Comissão Deliberativa: I Na função consultiva, em casos em que a instância decisória é o Conselho Acadêmico, e em reunião ordinária ou extraordinária: a) Indicar a banca examinadora do exame de seleção; b) Indicar as bancas examinadoras de TCC;

4 c) Indicar a banca para análise de pedido de revalidação de diploma; d) Apreciar pedidos de prorrogação de prazo; e) Apreciar pedidos de transferência de alunos de outros programas de pós-graduação; II - Na função de assessoria executiva, emitir parecer sobre processos, questões ou temas que lhe forem levados à consulta pelo Coordenador do Programa e tomar decisões relativas ao funcionamento do PPGMQ, o que inclui: a) Aprovar a abertura de processo seletivo, único ou não, para cada ano letivo; b) Elaborar e aprovar o edital de cada processo seletivo; d) Indicar os docentes responsáveis pelas disciplinas a serem oferecidas a cada período letivo; e) Aprovar ementas de disciplinas; f) Aprovar os pedidos de co-orientação interna e externa; g) Deliberar sobre solicitação de troca de orientador; h) Deliberar sobre aproveitamento de disciplinas cursadas em outro programa de pós-graduação e sobre aproveitamento de créditos; i) Deliberar sobre os casos que exigirão disciplinas de nivelamento; j) Deliberar sobre inscrição em disciplina isolada; k) Deliberar sobre solicitação de conceito J (Abandono Justificado); l) Deliberar sobre concessão de regime acadêmico especial; m) Deliberar sobre concessão, renovação e suspensão de bolsas; n) Deliberar sobre outros casos que o Coordenador do Programa leve à Comissão. Art. 10º A Comissão Deliberativa é composta: I Pelo Coordenador do Programa, que a preside, e por seu Substituto Eventual; II Por cinco representantes do corpo docente do PPGMQ e seus suplentes; III Por um representante discente do, e seu suplente; IV Opcionalmente, por um membro externo ao PPGMQ. 1. Os representantes docentes, titulares e suplentes, e o membro externo, caso haja, serão indicados pelo Coordenador do Programa e referendados pelo Colegiado. 2. Os membros docentes da Comissão Deliberativa terão mandato de dois anos, renovável uma vez. 3. Os representantes discentes titulares e seus suplentes, que substituirão os titulares em suas ausências, serão eleitos, para um período de 12 meses, respectivamente pelos alunos do mestrado com matricula ativa, admitida uma recondução, em eleição convocada pelo Coordenador do Programa. Art. 11º A Comissão Deliberativa reúne-se em sessões ordinárias e extraordinárias. Parágrafo Único - As reuniões serão convocadas pelo Coordenador do Programa ou, na sua ausência, por seu Substituto Eventual, ou por convocatória autônoma da maioria dos membros da Comissão Deliberativa, em aviso afixado no quadro de avisos da Secretaria do PPGMQ e por correio eletrônico, sendo a convocação acompanhada da pauta que será objeto de deliberação. Art. 12º Em reuniões ordinárias, a Comissão Deliberativa pode deliberar sobre qualquer matéria que seja parte de suas atribuições e analisar qualquer tema em que atue como instância consultiva. 1. As reuniões ordinárias realizar-se-ão mensalmente e serão convocadas com antecedência mínima de 48 (quarenta e oito) horas.

5 2. As reuniões ordinárias são instaladas com a maioria simples dos membros votantes da Comissão Deliberativa. 3. Haverá 15 (quinze) minutos de tolerância para a constituição de quorum em relação à hora marcada para início da sessão, ao fim dos quais o Presidente declarará o cancelamento da sessão, o que constará de ata, com a relação nominal dos presentes. 4. A sessão terá início pela apreciação da ata da sessão anterior, distribuída previamente a todos os membros da Comissão Deliberativa, válida apenas depois de aprovada. 5. A inclusão de ponto extra pauta será$ solicitada pelo Presidente no início da sessão e, caso aprovada, será objeto de consideração nessa sessão. Art. 13º As sessões extraordinárias serão convocadas para a apreciação de questão específica, expressa na pauta, a qualquer momento que se julgar necessário. 1. As sessões extraordinárias serão convocadas com antecedência mínima de 48 (quarenta e oito) horas. 2. As reuniões extraordinárias são instaladas com a maioria simples dos membros votantes da Comissão Deliberativa, quorum indispensável para qualquer deliberação. 3. Não haverá ponto extra-pauta em sessão extraordinária. 4. Haverá 15 (quinze) minutos de tolerância para a constituição de quorum em relação à hora marcada para início da sessão, ao fim dos quais o Presidente declarará o cancelamento da sessão, o que constará de ata, com a relação nominal dos presentes. Art. 14º As decisões da Comissão Deliberativa são tomadas por maioria simples dos presentes. 1. Ao Coordenador do Programa caberá o voto de minerva, sendo impedida sua participação nas votações a não ser como presidente dos trabalhos. 2. O membro suplente só poderá votar pelo membro titular na ausência deste, não tendo direito a voto nas reuniões em que o mesmo estiver presente. 3. Um membro suplente somente poderá substituir o membro titular correspondente, sendo facultada a participação dos membros suplentes em todas as reuniões da Comissão. COMISSÕES ACADÊMICAS Art. 15º As comissões acadêmicas do Programa de Pós-Graduação em Metrologia e Qualidade são. I Comissão de Ensino, composta de 5 (cinco) membros indicados pelo Coordenador e referendados pelo Colegiado; II Comissão de Seleção, composta de 5 (cinco) membros indicados pelo Coordenador e referendados pelo Colegiado; III Comissão de Avaliação de Docentes (CAD), composta de 5 (cinco) professores permanentes indicados pelo Coordenador e referendados pelo Colegiado. Art. 16º a recondução. O mandato dos membros das comissões acadêmicas será de 2 (dois) anos, permitida

6 Art. 17º Os presidentes das Comissões serão escolhidos pelo Coordenador. Art. 18º Compete à Comissão de Ensino supervisionar as atividades docentes, propondo adequações ao currículo do. Art. 19º Compete à Comissão de Seleção organizar anualmente a seleção de novos alunos do. Art. 20º Compete à Comissão de Avaliação de Docentes (CAD) avaliar o desempenho acadêmico dos docentes do Programa de Pós-Graduação em Metrologia e Qualidade, classificando os docentes nas diversas categorias previstas. CORPO DOCENTE Art. 21º O Corpo Docente do Programa de Pós-Graduação em Metrologia e Qualidade é formado por pesquisadores portadores de título de Doutor ou Mestre obtido no País, em programa de pós-graduação reconhecido pelo Ministério da Educação, ou obtido no Exterior e devidamente revalidado. Art. 22º O corpo docente do Programa de Pós-Graduação em Metrologia e Qualidade é composto por três categorias de docentes: docentes permanentes, docentes visitantes, e docentes colaboradores. Art. 23º Integram a categoria de docentes permanentes os docentes assim enquadrados pelo programa e que atendam a todos os seguintes pré-requisitos: I desenvolvam atividades de ensino; II participem de projeto de pesquisa do programa; III orientem alunos de mestrado do programa, sendo devidamente credenciados como orientador; IV tenham vínculo funcional com a instituição ou, em caráter excepcional, consideradas as especificidades de áreas ou instituições, se enquadrem em uma das seguintes condições especiais: a) recebam bolsa de fixação de docentes ou pesquisadores; b) na qualidade de professor ou pesquisador aposentado, tenham firmado com a instituição termo de compromisso de participação como docente do programa; c) tenham sido cedidos, por convênio formal, para atuar como docente do programa. V mantenham regime de dedicação integral à instituição caracterizada pela prestação de quarenta horas semanais de trabalho admitindo-se que parte não majoritária desses docentes tenha regime de dedicação parcial. Parágrafo único. A critério do programa, enquadrar-se-á como docente permanente o docente que não atender ao estabelecido pelo inciso I do caput deste artigo devido à não-programação de disciplina sob sua responsabilidade ou ao seu afastamento para a realização de estágio pós-doutoral, estágio sênior ou atividade relevante em Educação, Ciência e Tecnologia, desde que atendidos todos os demais requisitos fixados por este artigo para tal enquadramento. Art. 24º Integram a categoria de docentes visitantes os docentes ou pesquisadores com vínculo funcional com outras instituições que sejam liberados das atividades correspondentes a tal

7 vínculo para colaborarem, por um período contínuo de tempo e em regime de dedicação integral, em projeto de pesquisa e/ou atividades de ensino no programa, permitindo-se que atuem como orientadores e em atividades de extensão. Art. 25º Integram a categoria de docentes colaboradores os demais membros do corpo docente do programa que não atendam a todos os requisitos para serem enquadrados como docentes permanentes ou como visitantes, mas participem de forma sistemática do desenvolvimento de projetos de pesquisa ou atividades de ensino ou extensão e/ou da orientação de estudantes, independentemente do fato de possuírem ou não vínculo com a instituição. Seleção e Admissão REGIME ACADÊMICO Art. 26º A admissão ao curso de Mestrado Profissional exige que sejam satisfeitas pelo candidato as seguintes condições. 1) Ser portador de diploma de curso de graduação expedido por instituição reconhecido pelo Ministério da Educação. No caso de candidato portador de diploma de curso de graduação obtido em instituição estrangeira, este deve estar devidamente revalidado no Brasil; 2) Ter demonstrado qualificação acadêmica no curso de graduação e aptidão para estudos de pósgraduação; 3) Cumprir os requisitos e outras exigências exigidos pelo edital de seleção. Art. 27º O número de vagas será estipulado anualmente pela Comissão Deliberativa e homologado pelo Colegiado, devendo levar em conta a capacidade de orientação do Corpo Docente do Programa. Art. 28º A seleção dos candidatos será feita pelo Colegiado, com base no mérito, através da análise da documentação submetida pelo candidato e em outras formas de avaliação definidas no edital de seleção. Art. 29º Terão direito à matrícula os candidatos selecionados e admitidos segundo as regras deste regulamento. Parágrafo único. O aluno tem direito a realizar todo o curso de pós-graduação nos termos do Regulamento do Programa em vigor na ocasião da matrícula, podendo, entretanto, optar por se submeter integralmente a novo regime que vier a ser ulteriormente implantado. Art. 30º A matrícula no Curso de será válida por um prazo de 36 (trinta e seis) meses. 1. A manutenção da matrícula por prazo superior a 24 (vinte e quatro) meses está sujeita a um processo de avaliação do rendimento do aluno feito pela Comissão Deliberativa. 2. O aluno que já concluiu todos os requisitos especificados para ser considerado um candidato ao Mestrado, poderá, com anuência do seu Orientador de TCC e a devida justificativa, solicitar até duas prorrogações, que somadas não poderão ultrapassar o total de 12 (doze) meses do prazo estabelecido no caput deste artigo, devendo, nesse caso, o pedido de prorrogação ser encaminhado à Comissão Deliberativa com um mês de antecedência ao vencimento da matrícula.

8 Art. 31º Será assegurado regime acadêmico especial mediante atestado médico apresentado à coordenação. I À aluna gestante, por um ano a partir do oitavo mês de gestação, ou a critério médico; II Aos alunos em condição física incompatível com a frequência às aulas, desde que por período que não ultrapasse o máximo considerado admissível pela Comissão Deliberativa para a continuidade do processo pedagógico. Art. 32º O trancamento de matrícula será concedido ao aluno pela Comissão, a pedido ou ex-ofício, somente uma vez. 1. São motivos para concessão de trancamento de matrícula: a) Necessidade de tratamento de saúde própria desde que devidamente comprovada; b) Necessidade de tratamento de saúde de dependente legal, pai ou mãe, desde que comprovado ser indispensável a assistência permanente por parte do aluno; c) Necessidade particular do aluno considerada justa pela Comissão Deliberativa. 2. Só será concedido trancamento de matrícula ao aluno que satisfizer às seguintes condições: I Ter concluído, com aprovação em todas as disciplinas, pelo menos um período do curso; II Ter coeficiente de rendimento acumulado igual ou superior a 7,0 (sete vírgula zero). Art. 33º O aluno terá sua matrícula cancelada quando: a) Obtiver um coeficiente de rendimento acumulado em dois ou mais blocos letivos inferior a 7,0 (sete vírgula zero); b) Obtiver conceito inferior a 5,0 (cinco vírgula zero) em mais de uma disciplina; c) Deixar de se inscrever em pelo menos 1 (uma) atividade do curso em um bloco letivo qualquer, salvo nos casos de trancamento de matrícula; d) Tiver seu Trabalho de Conclusão de Curso considerado não satisfatório; e) Descumprir os prazos especificados neste regulamento; f) Utilizar de meios ilícitos durante a execução de qualquer ato ou trabalho acadêmico; Art. 34º O aluno que tiver sua matrícula cancelada poderá ser readmitido nos cursos do PPGMQ. 1. Um aluno readmitido será regido pelo Regulamento vigente à época da readmissão. 2. Um aluno readmitido no Curso de poderá aproveitar disciplinas do Curso de cursadas nos últimos 4 (quatro) anos, até o limite de 70% da carga horária mínima exigida de atividades pedagógicas, desde que haja a concordância dos professores responsáveis pelas respectivas disciplinas, do seu Orientador Acadêmico e da Comissão Deliberativa. Findo o prazo de 4 (quatro) anos da data cursada, as disciplinas expiram e não podem mais ser reaproveitadas. Art. 35º Alunos de outros Programas de Pós-Graduação, Graduação ou Cursos do Inmetro ou de outras Instituições poderão se matricular em disciplinas isoladas do PPGMQ, desde que haja a concordância dos professores responsáveis pelas disciplinas e do Coordenador.

9 Estrutura Curricular e Disciplinas Art. 36º A disciplina é a unidade de planejamento e execução do currículo do Curso de, correspondente a determinado programa de conteúdos curriculares, atividades pedagógicas e respectivos processos de avaliação, realizada sob responsabilidade direta de pelo menos um docente devidamente credenciado. Art. 37º O ensino do curso de é organizado em blocos letivos regulares de 15 (quinze) semanas, com datas de início e término definidas em comum acordo com o calendário acadêmico do Inmetro, e em blocos letivos intensivos. 1. As disciplinas oferecidas ao longo dos diferentes blocos letivos constam do catálogo do curso, havendo disciplinas pertencentes ao chamado Núcleo Básico, relacionadas com tópicos de formação mais geral e disciplinas de cunho mais específico. 2. Todos os alunos do curso de devem cursar todas as disciplinas do Núcleo Básico. 3. Considerada a obrigatoriedade de cursas todas as disciplinas do Núcleo Básico, expressa no parágrafo anterior, o programa de disciplinas a ser cursado é elaborado de forma individual, levando em consideração a aptidão de cada candidato e o tema do TCC. 4. A carga horária de cada disciplina do curso deve ser um múltiplo de 15 (quinze) horas, sendo que será atribuído 1 (um) crédito a cada 15 (quinze) horas de carga horária da disciplina. 5. Preferencialmente, a carga horária de uma disciplina será distribuída igualmente ao longo das 15 semanas de um bloco letivo. 6. Somente contam para fins de totalização de créditos ou de carga horária as disciplinas cursadas nas quais o aluno obteve aprovação. Art. 38º A carga horária de atividade pedagógica do Curso de Mestrado Profissional em Metrologia e Qualidade não poderá ser inferior a 360 (trezentas e sessenta) horas, sendo que pelo menos 135 (cento e trinta e cinco) horas de aula devem ser referentes a disciplinas relacionadas no catálogo de cursos como pertencentes ao Núcleo Básico. Art. 39º Ao se matricular, o aluno de Mestrado terá um orientador acadêmico com as seguintes atribuições: I Elaborar um plano de estudos juntamente com seu orientando. II Aprovar inclusões e/ou exclusões de disciplinas ao plano de estudos, previamente solicitadas pelo aluno em formulário próprio. Art. 40º Até o final do 3o período letivo deverá ser definido, e aprovado pela Comissão Deliberativa, um orientador de TCC de Mestrado com as seguintes atribuições: I Definir o tema da TCC e da área de estudo a qual o aluno irá se dedicar. II Encaminhar o projeto de pesquisa do orientando para apresentação no seminário de submissão de proposta no primeiro bloco do segundo ano letivo. III Acompanhar o aluno no projeto de pesquisa de TCC. IV Compor e propor à Comissão Deliberativa a banca examinadora para a defesa do TCC.

10 1. A orientação de TCC ficará sempre sob responsabilidade de um ou mais orientadores, sendo um deles necessariamente pertencente ao quadro de professores permanentes do Programa de Pós- Graduação em Metrologia e Qualidade. 2. A mudança, inclusão ou exclusão de orientação de TCC de um aluno poderá ser feita com a concordância dos orientadores envolvidos e tem que ser submetida de imediato para aprovação da Comissão Deliberativa. Este tipo de solicitação não será aceita pela Comissão Deliberativa se faltarem menos de 6 meses para o prazo estabelecido no 1o. do artigo 26. Art. 41º No caso em que o tema da pesquisa de TCC tenha um caráter multi- ou interdisciplinar, o orientador poderá solicitar o apoio adicional de orientador externo ao Corpo Docente do Programa de Pós-Graduação em Metrologia e Qualidade. Parágrafo único. A indicação de orientador externo não poderá ser encaminhada à Comissão Deliberativa em um prazo inferior a 6 (seis) meses da data da defesa, devendo ser acompanhada de justificativa apontando para a escolha do perfil do pesquisador externo. Avaliação nas Disciplinas e Rendimento Acadêmico Art. 42º O aproveitamento em cada disciplina será avaliado pelo professor responsável e expresso através de nota, em escala de 0,0 (zero vírgula zero) a 10,0 (dez vírgula zero), com uma casa decimal. 1. Será considerado aprovado na disciplina o aluno que obtiver conceito igual ou superior a 6,0 (seis vírgula zero). 2. A reprovação na mesma disciplina por duas vezes levará ao desligamento do curso. 3. Os critérios, procedimentos e instrumentos de avaliação utilizados pelo professor para formar esses conceitos deverão ser informados aos alunos em sala de aula, no início do período letivo. Art. 43º O aluno poderá repetir uma disciplina cujo conceito anteriormente obtido tenha sido inferior a 6,0 (seis vírgula zero), a critério do seu orientador acadêmico. Nesse caso, os dois resultados constarão de seu Histórico Escolar e irão compor o CRA. Parágrafo Único - É vedado ao aluno inscrever-se em disciplina que tenha outra disciplina como pré-requisito na qual ele tenha obtido conceito inferior a 6,0 (seis vírgula zero) e sem que a tenha cursado novamente com aprovação. Art. 44º Por motivo justificado, o aluno poderá abandonar uma disciplina durante um bloco letivo, devendo constar do Histórico Escolar a indicação J (Abandono Justificado). Parágrafo Único - A solicitação de grau J deverá ser encaminhada com pareceres do professor da disciplina e do orientador acadêmico do aluno, para aprovação pela Comissão Deliberativa. Art. 45º No caso TCC, a apreciação do rendimento pela Banca Examinadora tem somente o caráter de aceitação: A (aprovação), AC (aprovação com correções), AR (aprovação com restrições) e R (reprovação), sem computar para o cálculo do CRA. Art. 46º A disciplina cuja exclusão for solicitada pelo aluno dentro do prazo estabelecido pelo Calendário Acadêmico não constará do seu Histórico Escolar.

11 Art. 47º É facultado ao aluno solicitar a transferência para o Programa de Pós-Graduação em Metrologia e Qualidade de créditos obtidos em disciplinas cursadas em outros cursos de pósgraduação, ou a concessão de equivalência com disciplinas do Programa de Pós-Graduação em Metrologia e Qualidade, se as disciplinas tiverem sido cursadas em cursos reconhecidos pela CAPES. 1. A solicitação de transferência ou equivalência deverá ser feita à Comissão Deliberativa acompanhada de parecer do Orientador Acadêmico e de documentação oficial da instituição onde foi originalmente cursada a disciplina, contendo o nome do curso, o programa detalhado da disciplina, a sua carga horária, o nome e a titulação do professor responsável, o método de avaliação utilizado e o aproveitamento do aluno. 2. A carga horária total das disciplinas transferidas ou para as quais é concedida equivalência não pode ser superior a 135 (cento e trinta e cinco) horas. 3. A Comissão Deliberativa poderá autorizar o aproveitamento de disciplinas de pós-graduação cursadas anteriormente à matrícula na pós-graduação. 4. Disciplinas transferidas ou com equivalência receberão indicação T. Art. 48º É facultado ao aluno cursar disciplina em outros cursos de outros programas de pósgraduação enquanto matriculado no Programa de Pós-Graduação em Metrologia e Qualidade. 1. O aluno deverá solicitar autorização prévia ao orientador. 2. O aluno deverá observar um mínimo de 270 (duzentas e setenta) horas de disciplinas cursadas no Programa de Pós-Graduação em Metrologia e Qualidade. 3. No caso de aproveitamento de créditos realizados em outra instituição, caso esta não use o sistema de notas e sim conceitos será usada a seguinte tabela de conversão para o sistema de notas: A - 10, B - 8, C - 6, D - 4. Art. 49º O coeficiente de rendimento acumulado (CRA) é calculado pela média ponderada dos conceitos obtidos pelo aluno em um dado conjunto de disciplinas, sendo a carga horária (horas de aula) de cada disciplina o peso. Parágrafo Único - As disciplinas com indicação J ou T deverão constar do histórico escolar, mas não serão consideradas para o cálculo do CRA. Concessão do Grau de Mestre Art. 50º O aluno inscrito no Curso de será considerado candidato à obtenção do título de Mestre quando: I Tiver aproveitamento em disciplinas, totalizando um número igual ou superior a 360 (trezentas e sessenta) horas de aula; II Tiver obtido Coeficiente de Rendimento Acumulado (CRA) igual ou superior a 2.0 (dois) nas disciplinas cursadas; III Se lusófono, tiver obtido proficiência em língua inglesa; se não lusófono, tiver obtido proficiência em língua inglesa e em língua portuguesa. IV Tiver sido aprovado em Seminário de Proposta ou de Acompanhamento do TCC. 1. A aprovação no Seminário de Proposta ou de Acompanhamento do TCC deverá ser alcançada pelo aluno em um prazo máximo de 24 (vinte e quatro) meses a partir da sua inscrição no Curso de.

12 2. Caso o aluno não satisfaça a exigência constante do parágrafo primeiro deste artigo, o cancelamento de sua matrícula será objeto de deliberação pela Comissão Deliberativa. Art. 51º O Seminário de Proposta ou de Acompanhamento do TCC será apresentado pelo aluno perante uma banca examinadora formada por professores do programa, durante o Seminário de Proposta de Tema de Pesquisa, realizado, preferencialmente, no 1o período letivo do 2o ano de curso. 1. Em caso de reprovação o aluno terá novas oportunidades para apresentar seu Seminário de Proposta ou de Acompanhamento do TCC. Neste caso, a Comissão Deliberativa poderá autorizar, em casos especiais, que as defesas ocorram fora do Seminário de Proposta ou de Acompanhamento do TCC. 2. Não existe um número limite de tentativas de aprovação no Seminário de Proposta ou de Acompanhamento do TCC, desde que o tempo estabelecido no Parágrafo 1 do Art. 51 seja respeitado. Art. 52º As provas de proficiência (em inglês e em português) será realizada uma vez por ano. O aluno que não obtiver aprovação na prova realizada no processo seletivo para o mestrado terá oportunidade de prestá-la novamente nos anos seguintes, quantas vezes forem necessárias, desde que todos os prazos previstos no presente regulamento sejam respeitados. Art. 53º O grau de Mestre será concedido ao candidato à obtenção do título de Mestre cujo TCC tiver sido aprovado por uma comissão julgadora qualificada, denominada Banca Examinadora. Parágrafo único. O TCC deverá demonstrar a aptidão do candidato para desenvolver atividades de pesquisa aplicada e desenvolvimento tecnológico, atuar na produção de novos conhecimentos e metodologias aplicáveis ao setor em laboratórios, centros de pesquisa, redes de serviços, ou na articulação entre instituições acadêmicas e setor produtivo e de serviços. Art. 54º Mestre. O Trabalho de Conclusão de Curso será obrigatório para obtenção do título de Art. 55º O Trabalho de Conclusão de Curso poderá ser realizado sob forma de dissertação, projeto, desenvolvimento de produto, protótipo ou outra forma que comprove o domínio de conteúdo do estudo. Art. 56º Além do seu presidente, a Banca Examinadora será instalada com, no mínimo, dois doutores, sendo que pelo menos um deles deverá ser externo ao Programa, com reconhecida atuação na área de conhecimento do TCC, e não ser orientador do candidato. 1. Deve-se assegurar que pelo menos metade dos componentes da banca não tenha atuado como orientador do trabalho. 2. É facultada a participação na Banca Examinadora de membro remoto, desde que seja garantida a interação completa deste através de um sistema de teleconferência. 3. Poderão ser indicados suplentes, que somente poderão assumir a condição de titular se os requisitos deste artigo mantiverem-se atendidos. 4. A composição da Banca Examinadora deverá ser aprovada pela Comissão Deliberativa. 5. O presidente da Banca Examinadora será sempre docente permanente do Corpo Docente do PPGMQ, sendo preferencialmente orientador do TCC.

13 Art. 57º O candidato ao título de Mestre deverá entregar o original do TCC à Secretaria do Programa, além de uma cópia para cada membro da Banca Examinadora, com antecedência não inferior a trinta dias em relação à data estabelecida para defesa. Art. 58º A defesa do TCC é um ato público, e deverá ter data, local e hora prévia e amplamente divulgados com antecedência mínima de 1 (uma) semana, sendo assegurado aos presentes, pelo presidente da Banca Examinadora, o direito de solicitar, do candidato, esclarecimentos relativos ao tema do TCC. 1. Excepcionalmente, a Comissão Deliberativa autorizará defesa fechada ao público, com cláusula de confidencialidade e sigilo, mediante solicitação do orientador, acompanhada do acordo de todos os membros da banca. 2. O julgamento do TCC pela Banca Examinadora deve ser em sessão secreta. 3. O ato da defesa do TCC, e seu resultado devem ser registrados pelo presidente da Banca Examinadora no Livro de Atas próprio. 4. A Banca Examinadora pode condicionar a aprovação do TCC ao cumprimento de exigências, que deverão ser satisfeitas no prazo máximo de 90 (noventa) dias, devendo tais exigências ser registradas em ata, fazendo constar na mesma o(s) nome(s) do(s) membro(s) da Banca Examinadora responsável(is) pelo controle e verificação de seu cumprimento pelo aluno. O não-cumprimento das exigências neste prazo implicará na reprovação do TCC. 5. O resultado da defesa deve ser submetido ao Conselho para homologação. Art. 59º Após a aprovação do TCC, o aluno terá o prazo máximo de 60 (sessenta) dias para a entrega à Secretaria do Programa de três (três) exemplares da versão final de seu TCC, além de versão digital em CD, preparados de acordo com a norma específica vigente sobre o assunto. 1. O orientador, nos casos em que couber, poderá solicitar à Comissão Deliberativa a classificação de confidencial ou de sigilo para a guarda e liberação do acesso ao conteúdo da mesma. Art. 60º Após a defesa do TCC, e decorridos os prazos consequentes deste ato, será providenciado pela secretaria do Programa o cancelamento da matrícula do aluno. DOS CASOS OMISSOS Art. 61º Os casos omissos serão deliberados pela Comissão Deliberativa.

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