PROGRAMAS PARA MEDIÇÃO DE EMISSÃO IRRADIADA E CONDUZIDA

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PROGRAMAS PARA MEDIÇÃO DE EMISSÃO IRRADIADA E CONDUZIDA"

Transcrição

1 ENQUALAB-2008 Congresso da Qualidade em Metrologia Rede Metrológica do Estado de São Paulo - REMESP 09 a 12 de junho de 2008, São Paulo, Brasil PROGRAMAS PARA MEDIÇÃO DE EMISSÃO IRRADIADA E CONDUZIDA Gilberto Vilas Boas Magalhães 1*, José Antônio Justino Ribeiro 2 e Rômulo Mota Volpato 3 *. 1 Laboratório de Ensaios e Calibração Inatel, Santa Rita do Sapucaí, Brasil, 2 Departamento de Telecomunicações Inatel, Santa Rita do Sapucaí, Brasil, 3 Laboratório de Ensaios e Calibração Inatel, Santa Rita do Sapucaí, Brasil, Resumo: Um fator relevante para programas de medição irradiada e conduzida é o tempo de varredura, com emprego de detectores de quase pico e de nível médio no analisador de espectros. A amplitude medida com o detector de pico é sempre maior ou igual que com detectores de quase pico e de nível médio e o tempo de varredura é muito menor, facilitando a realização do ensaio. Um programa desenvolvido em LabView compara as amplitudes obtidas com detector de pico e os limites estabelecidos por norma. Caso ultrapassem os limites, realiza-se a medição utilizando-se os detectores de quase pico e de nível médio somente para as freqüências em que o fato ocorrer. Os ensaios de emissão irradiada são realizados com o equipamento sob análise (EUT) no interior de uma câmara anecóica a uma distância conhecida da antena. Para a emissão conduzida, determinam-se as perturbações nos terminais de energia elétrica empregando-se uma rede de estabilização de impedância (LISN) como interface com o analisador de espectros. Palavras chave: Interferência eletromagnética, automatização de medições. solução adotada com os programas desenvolvidos para a automatização dos ensaios. 2. MEDIÇÃO DA EMISSÃO CONDUZIDA O ensaio de emissão conduzida consiste em determinar a tensão nos cabos de alimentação entre 150kHz e 30MHz, com emprego da LISN 0 (rede de estabilização de impedância). A chave da LISN determina os sinais na saída de RF do condutor de fase ou do neutro da rede. Para proteção do analisador de espectros, utiliza-se um atenuador em sua entrada, compensando a perda através do programa. A medida de tensão é feita pelo analisador de espectros e apresentada em dbµv em dois gráficos, referentes aos condutores de fase e neutro, no painel frontal. Inicialmente, o programa configura a LISN para medir o condutor neutro utilizando o detector de pico. A Figura 1 apresenta o diagrama em blocos para a configuração da LISN. É feita enviando-se o nível lógico positivo no pino DTR da porta serial do computador, através do circuito mostrado na Figura INTRODUÇÃO A norma CISPR 11 [1] estabelece os limites e faixas de freqüência para ensaios de emissão irradiada e conduzida em equipamentos médicos, industriais e científicos. São realizados com emprego de detectores de quase pico para emissão irradiada e conduzida e detector de nível médio para a interferência conduzida. Realizou-se a varredura na faixa de 30MHz a 100MHz utilizando-se o analisador de espectro disponível. Verificou-se que com o detector de pico foram gastos 11,84ms, com o de quase pico 4000s e com detector de nível médio o tempo necessário foi de 702,5s 0. A solução para utilizar os detectores de quase pico e de nível médio é o levantamento em faixas menores. O fato de a amplitude medida com o detector de pico ser sempre maior ou igual à obtida com o de quase pico e de nível médio, além de o tempo para a varredura ser muito menor, possibilita a realização do ensaio, tanto para os testes de emissão irradiada como a interferência conduzida. Desenvolveram-se configurações para os ensaios de emissão conduzida e irradiada, descrição sobre os detectores de quase pico e nível médio, determinação do campo elétrico e descrição da câmara anecóica 0. Neste trabalho fornece-se a Fig. 1 - Diagrama em blocos para configuração da LISN através do envio de 0 ou 1 através da porta serial do computador pino DTR. 4 10k 1N4007 Relé BC547 Pino 9 (DB-15) LISN Conector DB-9 4,7k Porta serial Pinos 6 e 10 (DB-15) 6 LISN Fig. 2 - Circuito interface entre a serial do computador e a LISN para a seleção de fase e neutro na medição de emissão conduzida. Na Figura 1, no bloco VISA, especifica-se o recurso do computador, no caso porta de comunicação serial, indicando o sinal Asserted ou Unasserted a ser enviado no pino DTR (Data terminal read) e verifica-se o sinal no pino DSR

2 (Data set read). Na Figura 2, tem-se um resistor entre o pino 4 (DTR) e o pino 6 (Pino DSR). Se houver falha no envio do sinal, apresenta-se na tela a mensagem Erro de comunicação. O sinal no pino DTR fecha ou abre o relé que coloca os pinos 9 e pinos 6 e 10 em curto ou em aberto, configurando a LISN para as medidas dos condutores de fase e de neutro. Na seqüência, especifica-se o recurso do computador para comunicação com o endereço do analisador, através do bloco de I/O Visa Resource Name. Envia-se ao analisador a seqüência de comandos, configurando-o para leitura de pico positivo, largura de faixa de resolução (RBW) de 9kHz, modo de retenção de máximo (Maxhold), freqüência central de 15,150MHz, largura de faixa de 30MHz, utilizando 6000 pontos. Empregou-se o bloco VISA write(w) para enviar os comandos ao analisador de espectros. (Figura 3). Fig. 5 Configurar analisador para visualização de pico com 399 pontos desligando a função de retenção do valor máximo. Aos valores medidos adicionam-se a compensação do atenuador utilizado entre o analisador e a LISN. Compara-se com o limiar estabelecido pelo operador no painel frontal do programa, tendo como referência o limite para o detector de nível médio [1]. Caso estejam acima, armazenam-se as freqüências correspondentes. O programa configura o analisador de espectro para interferência eletromagnética (EMI), visualização com detector de pico positivo, 399 pontos e desligando-se retenção do valor máximo (Figura 5). Em seguida, configura-se o analisador em escala logarítmica no eixo das abscissas, linear no eixo das ordenadas, utilizando dbµv, nível de referência de 100dBµV, atenuação de 10dB, largura de faixa de 5kHz e RBW de 9kHz (Figura 6). O programa verifica as freqüências em que o limite foi ultrapassado e configura a freqüência central, largura de faixa para 2,5kHz e detector de quase pico (Figura 7). Fig. 3 - Bloco VISA write para enviar dados ao analisador de espectros, com uma espera de 1000ms implementada. Efetuam-se quatro medições mantendo os máximos de cada uma das varreduras, transferidas do medidor para o programa, conforme Figura 4. Utilizou-se estrutura de repetição e o os blocos VISA write (W) e read (R). Após o comando que determina o início da varredura, programou-se um tempo de 1000ms para aguardar a leitura do analisador. Ao final armazenam-se os valores lidos em uma matriz. Fig. 6 Instrução para configurar analisador com dbµv, atenuação de 10dB, largura de faixa de 5kHz e RBW de 9kHz. Fig. 4 - Realização de quatro varreduras pelo analisador de espectro, com os dados transferidos a uma matriz. Fig. 7 Forma para configurar analisador para detector de quase pico, unidade dbµv, atenuação de 10dB, largura de faixa de 2,5kHz e RBW de 9kHz.

3 Fig. 8 Leitura com o detector de quase pico, com armazenagem do valor máximo. Efetua-se a leitura com o detector de quase pico, aguardando um tempo de 8000ms. Após, busca-se o valor máximo armazenando-o (Figura 8) e esta rotina é realizada para todos os valores em que o limite for ultrapassado. Compensa-se a atenuação com os dados armazenados em matriz. Quando o limiar não for ultrapassado, considera-se valor nulo. Depois, o analisador é configurado com o detector de nível médio, 399 pontos, unidade dbµv, nível de referência de 100dBµV, atenuação de 10dB e largura de faixa de 5kHz. Faz-se a leitura e armazena-se o valor máximo (Figura 9). Adiciona-se uma compensação por causa do atenuador, com os dados armazenados em uma matriz. De novo, aos valores em que o limiar não é ultrapassado considera-se valor nulo. Fig. 9 Leitura com o detector de nível médio e armazenagem do valor máximo. Fig. 10 Adaptação para apresentação em gráfico e geração das freqüências com incremento de 5kHz a partir de 150kHz. Fig. 11 Gráfico das medida onde os limites não foram ultrapassados. Os valores obtidos com os detectores de pico, de quase pico e de nível médio são impressos juntamente aos limites estabelecidos. (Figuras 10 e 11). As freqüências são geradas com início em 150kHz e incrementos de 5kHz, pois utilizam-se 6000 pontos para 30MHz com o detector de pico. Para os detectores de quase pico e de nível médio, apresentam-se apenas os valores em que o limite for superior ao encontrado com o detector de pico. Na Figura 11, temse o gráfico onde os limites não foram ultrapassados. Após as medições do condutor de fase, configura-se a LISN para o condutor não testado e repetem-se os procedimentos, apresentando o gráfico para o segundo condutor. 3. MEDIÇÃO DA EMISSÃO IRRADIADA Na emissão irradiada, tem-se interesse na intensidade de campo elétrico a certa distância do equipamento sob teste. Desenvolveu-se a configuração para a medida, incluindo um amplificador de baixo ruído entre a antena e o analisador de espectros.[2] Conhecendo-se o fator da antena (FA), fornecido nos certificados de calibração juntamente com o ganho da antena, tem-se o campo elétrico (E) a partir da tensão medida (V). Costuma-se compará-lo com o campo de 1 V/m e especificar o resultado em db V/m, da forma 1 db V/m FA(dB m ) V db V E (1) Foram desenvolvidos dois programas para medida de emissão irradiada, o primeiro para faixa de 30MHz a 230MHz com a antena bicônica e o segundo para 230MHz a 1GHz com a antena biconilog. Diferem nas faixas de freqüência, na quantidade de pontos e no arquivo do fator da antena. O analisador de espectros é calibrado em dbm, com sua conversão para dbµv. Soma-se o fator da antena e efetua-se a compensação do amplificador, segundo as etapas previstas do programa. Inicia-se a comunicação através do bloco de I/O VISA resource name, especificando-se o recurso do computador para comunicação com o endereço no analisador de espectro. Reinicia-se o analisador de espectros, utilizando detector de pico positivo, 401 pontos, atenuação de 0dB, nível de referência de 0dBm, escala linear no eixo das abscissas e logarítmica no eixo das ordenadas, através do bloco VISA Write (W). (Figura 12).

4 Fig. 12 Envio da configuração inicial do analisador de espectro para medida de emissão irradiada. O espectro foi dividido em faixas de 50MHz a partir de 30MHz. Há quatro faixas entre 30MHz e 230MHz e 16 de 230MHz a 1GHz. Faz-se o cálculo da freqüência central de cada faixa, iniciando em 55MHz ou 255MHz. Em uma estrutura de repetição (Figura 13), configura-se a freqüência inicial e faz-se a leitura com o detector de pico (Figuras 14 e 15). As Figuras 14 e 15 mostram uma sub-rotina (VI instrumento virtual), implementada dentro da estrutura de repetição da Figura 13. Configura-se o analisador com largura de faixa de 50MHz, RBW com 120kHz e retenção do valor máximo. Após o envio dos comandos, foi construído um bloco para aguardar 500ms (Figura 14). Na seqüência efetuam-se cinco varreduras de cada faixa de 50MHz aguardando 100ms a cada leitura. Ao final os níveis são lidos e armazenados (Figura 15). Os dados lidos são analisados (Figura 16) e dispostos em um gráfico. Aos valores em dbm adiciona-se 107dB, o fator da antena e subtrai-se o ganho do amplificador e a correção relativa à distância da medida. Fig. 16 Concatenação dos dados para apresentação da medida de emissão irradiada. Em seguida comparam-se os valores com o limite estabelecido pela norma 0 e para cada freqüência em que for ultrapassado realizam-se as medidas com o detector de quase pico. (Figura 17). Para a leitura, configura-se o analisador utilizando o bloco VISA W sem retenção do valor máximo e configurando o analisador para largura de faixa de 5MHz, RBW de 120kHz, 399 pontos, atenuação 0dB, nível de referência de 10dBm e a freqüência central que ultrapassou o limiar. Comanda-se a leitura e aguarda-se um tempo de 1000ms e localiza-se o máximo centralizando a freqüência. Altera-se a largura de faixa para 0,5MHz, faz-se a leitura, localiza-se o valor máximo e centraliza-se a freqüência. Fig. 13 Estrutura de repetição para realizar varredura utilizandose detector de pico na medida de emissão irradiada. Fig. 14 Estrutura para configurar analisador de espectros com largura de faixa de 50MHz, retenção do valor máximo e RBW de 120kHz na medida de emissão irradiada. Fig. 17 Instrução para comparar valores lidos com o detector de pico e os limites e realizar a leitura com o detector de quase pico. Na seqüência, configura-se o analisador para detector de quase pico e largura de faixa de 0,1MHz. Após a varredura, armazena-se o valor máximo. (Figura 18). Adiciona-se 107dB, o fator da antena e subtraem-se os valores referentes à compensação da distância de medição e ao ganho do amplificador de baixo ruído. Gera-se o gráfico a partir de 30MHz ou 230MHz, incrementando a freqüência de 125kHz, pois a cada 50MHz utilizaram-se 400 pontos. O gráfico é gerado a partir dos valores medidos utilizando os detectores de pico e quase pico compensados e a partir dos limites estabelecidos por norma (Figura 19). Ao final apresenta-se o gráfico conforme a Figura 20. Fig. 15 Comando de cinco varreduras utilizando-se detector de pico armazenando os valores.

5 Fig. 18 Varredura utilizando detector de quase pico onde armazenando o valor máximo Fig. 19 Geração do gráfico de emissão irradiada a partir das medidas, utilizando-se os detectores de pico e de quase pico, tendo os limites como referência. Fig. 20 Exemplo de resultado de medida de emissão irradiada. 3. CONCLUSÃO Apresentaram-se os programas em plataforma LabView, com objetivo de ensaios de interferência eletromagnética. A idéia é que sejam empregados em equipamentos de telecomunicações, eletromédicos e outros com certificação compulsória nos requisitos de emissão irradiada e emissão conduzida. Os programas foram desenvolvidos a partir dos comandos de um analisador de espectros especificado, no caso optou-se pelo modelo E4407 fabricado pela Agilent. Em geral, análises deste tipo demandam tempos exagerados de medição e os programas desenvolvidos tornaram possíveis os ensaios em intervalos de tempo menores do que os previstos por métodos menos automatizados. AGRADECIMENTOS Agradecemos as empresas Sense Eletrônica Ltda. pelos significativos investimentos para a montagem da câmara anecóica, na compra de equipamentos, normas e na placa adaptada ao analisador de espectros para o emprego dos detectores de pico e quase pico. Agradecemos também à Huber-Suhner América Latina Ltda. pela doação dos cones de absorção e à Fundação Instituto Nacional de Telecomunicações pelo apoio de laboratórios, recursos financeiro e de pessoal, que permitiram o desenvolvimento deste trabalho. REFERÊNCIAS. COMITÉ International Spécial des Pertubations Radioélétriques. Industrial, scientific and medical (ISM) radio-frequency equipment Electromagnetic disturbance characteristics Limits and methods of measurements. CISPR 11:2003. Paris, MAGALHÃES G. V. B., RIBEIRO J. A. J., VOLPATO R. M., Automação dos ensaios de emissão irradiada e conduzida. Induscon - VII Conferência Internacional de Aplicações Industriais. Poços de Caldas, (Submetido para publicação sob nº ). V. Prasad Kodali, Engineering Eletromagnetic Compatibility - Principles, Measurements and Technologies New York: IEEE Press, COMITÉ International Spécial des Pertubations Radioélétriques. Specification for radio disturbance and immunity measuring apparatus and methods Part 1-2: Radio disturbance and immunity measuring apparatus Ancillary equipment Conducted disturbances. CISPR :2006. Paris, 2006.

Capítulo 12. Projeto 5 Controle de Motores de Passo. 12.1 Circuito e Funcionamento

Capítulo 12. Projeto 5 Controle de Motores de Passo. 12.1 Circuito e Funcionamento Capítulo 12 Projeto 5 Controle de Motores de Passo A crescente popularidade dos motores de passo deve-se a sua adaptação à lógica digital. Estes dispositivos são usados em inúmeras aplicações, tais como:

Leia mais

AUTOMAÇÃO DOS ENSAIOS DE EMISSÃO IRRADIADA E CONDUZIDA

AUTOMAÇÃO DOS ENSAIOS DE EMISSÃO IRRADIADA E CONDUZIDA AUTOMAÇÃO DOS ENSAIOS DE EMISSÃO IRRADIADA E CONDUZIDA Gilberto Vilas Boas Magalhães *, José Antônio Justino Ribeiro ** e Rômulo Mota Volpato *. *Laboratório de Ensaios e Calibração ** Departamento de

Leia mais

5 VIATURA DE MEDIDAS, PLANEJAMENTO E OS TESTES DE CAMPO

5 VIATURA DE MEDIDAS, PLANEJAMENTO E OS TESTES DE CAMPO 5 VIATURA DE MEDIDAS, PLANEJAMENTO E OS TESTES DE CAMPO A viatura de medidas é equipada para o levantamento com mastro retrátil de até 10 m de altura, um conjunto de instrumentos de medida e de armazenamento

Leia mais

3 Metodologia de calibração proposta

3 Metodologia de calibração proposta Metodologia de calibração proposta 49 3 Metodologia de calibração proposta A metodologia tradicional de calibração direta, novamente ilustrada na Figura 22, apresenta uma série de dificuldades e limitações,

Leia mais

96040A. Fonte de referência com baixo ruído de fase. Dados técnicos. Simplifique seu sistema de calibração de RF. Principais benefícios

96040A. Fonte de referência com baixo ruído de fase. Dados técnicos. Simplifique seu sistema de calibração de RF. Principais benefícios 96040A Fonte de referência com baixo ruído de fase Dados técnicos Simplifique seu sistema de calibração de RF A Fonte de referência de RF Fluke Calibration 96040A permite simplificar seu sistema de calibração

Leia mais

PROCEDIMENTO DE CÁLCULO DE INCERTEZA NA MEDIÇÃO DE ALTA TENSÃO

PROCEDIMENTO DE CÁLCULO DE INCERTEZA NA MEDIÇÃO DE ALTA TENSÃO PROCEDIMENTO DE CÁLCULO DE INCERTEZA NA MEDIÇÃO DE ALTA TENSÃO Cláudio R. S. Silva,Thiago P. S. Azevedo, Ewerton R. Granhen 3, Ivan S. S. Silva 4 Universidade Federal do Pará, Belém, Brasil, claudiorui75@yahoo.com.br

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO E TESTE DE MÓDULOS PARA UM SISTEMA EM CHIP CMOS

CARACTERIZAÇÃO E TESTE DE MÓDULOS PARA UM SISTEMA EM CHIP CMOS CARACTERIZAÇÃO E TESTE DE MÓDULOS PARA UM SISTEMA EM CHIP CMOS Rafael R. P. Soares, Wellington A. do Amaral, Hélder H. Guimarães, José C. da Costa Universidade de Brasília Departamento de Engenharia Elétrica

Leia mais

INTERFERÊNCIA ELETROMAGNÉTICA EM EQUIPAMENTOS ELETROMÉDICOS OCASIONADA POR TELEFONIA CELULAR

INTERFERÊNCIA ELETROMAGNÉTICA EM EQUIPAMENTOS ELETROMÉDICOS OCASIONADA POR TELEFONIA CELULAR INTERFERÊNCIA ELETROMAGNÉTICA EM EQUIPAMENTOS ELETROMÉDICOS OCASIONADA POR TELEFONIA CELULAR S.C.B. Cabral, S.S. Mühlen Departamento de Engenharia Biomédica da Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação,

Leia mais

Tecnologia de faixa para falha

Tecnologia de faixa para falha Tecnologia de faixa para falha Por Tom Bell e John Nankivell Índice 1. Introdução 1 2. Equipamento de teste / processo de teste de PIM existente 2 3. Nova análise de RTF / limitações técnicas 3 4. Fluxograma

Leia mais

Inatel Instituto Nacional de Telecomunicações

Inatel Instituto Nacional de Telecomunicações Inatel Instituto Nacional de Telecomunicações Dissertação de Mestrado IMPLEMENTAÇÃO DE MEDIÇÕES AUTOMATIZADAS DE INTERFERÊNCIAS ELETROMAGNÉTICAS GILBERTO VILAS BOAS MAGALHÃES AGOSTO/ 2008 i Implementação

Leia mais

Analisador de Espectros

Analisador de Espectros Analisador de Espectros O analisador de espectros é um instrumento utilizado para a análise de sinais alternados no domínio da freqüência. Possui certa semelhança com um osciloscópio, uma vez que o resultado

Leia mais

Tecnologias de Construção Produtos de segurança contra incêndio. Módulo de Entrada/Saída FDCIO181-2 Manual do Produto.

Tecnologias de Construção Produtos de segurança contra incêndio. Módulo de Entrada/Saída FDCIO181-2 Manual do Produto. Módulo de Entrada/Saída FDCIO181-2 Manual do Produto Característica Avaliação do sinal controlada por microprocessador Configuração automática de endereço sem definições do codificador ou chave DIP 2 entradas

Leia mais

Campinas, 24 de maio de 2010

Campinas, 24 de maio de 2010 Estação Terminal de Acesso ETSI TS 151 010-1 V6.5.0 (2005-11) Relatório de Teste Número: CertLab-E18-0899-10-01-Rev1 Equipamento sob Ensaio Modelo: Nome: Solicitante Wireless Solutions Limited. Endereço:

Leia mais

MEDIÇÃO DE TAXA DE ERRO DE BIT Alba Angélica Ratis

MEDIÇÃO DE TAXA DE ERRO DE BIT Alba Angélica Ratis Universidade Federal do Rio Grande do Norte Departamento de Engenharia Elétrica Disciplina: Instrumentação Eletrônica Professor: Luciano Cavalcanti MEDIÇÃO DE TAXA DE ERRO DE BIT Alba Angélica Ratis Este

Leia mais

CALIBRAÇÃO DE GERADORES DE ESD E EFT UTILIZADOS EM ENSAIOS DE COMPATIBILIDADE ELETROMAGNÉTICA

CALIBRAÇÃO DE GERADORES DE ESD E EFT UTILIZADOS EM ENSAIOS DE COMPATIBILIDADE ELETROMAGNÉTICA METROLOGIA-00 Metrologia para a Vida Sociedade Brasileira de Metrologia (SBM) Setembro 0 05, 00, Recife, Pernambuco - BRASIL CALIBRAÇÃO DE GERADORES DE ESD E EFT UTILIZADOS EM ENSAIOS DE COMPATIBILIDADE

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA. RÁDIO DIGITAL PDH SHF (1+1) 4x2, 8x2, 16x2 Mbps 02.112-TI/SI 1410. Revisão C

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA. RÁDIO DIGITAL PDH SHF (1+1) 4x2, 8x2, 16x2 Mbps 02.112-TI/SI 1410. Revisão C ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA RÁDIO DIGITAL PDH SHF (1+1) 4x2, 8x2, 16x2 Mbps 02.112-TI/SI 1410 Revisão C SUPERINTENDÊNCIA DE TELECOMUNICAÇÕES E INFORMÁTICA - TI GERÊNCIA DE SUPORTE EM INFRA-ESTRUTURA DE TELECOMUNICAÇÕES

Leia mais

DH 406A SISTEMA DE TREINAMENTO EM MICROONDAS. Descrição de componentes

DH 406A SISTEMA DE TREINAMENTO EM MICROONDAS. Descrição de componentes DH 406A SISTEMA DE TREINAMENTO EM MICROONDAS Descrição de componentes 2 1 INTRODUÇÃO O sistema de treinamento em microondas DH-0406A foi desenvolvido para permitir explorar experimentalmente alguns conceitos

Leia mais

ESCOPO DA ACREDITAÇÃO ABNT NBR ISO/IEC 17025 ENSAIO INSTALAÇÃO PERMANENTE. Da Proteção contra choque elétrico em condições normais

ESCOPO DA ACREDITAÇÃO ABNT NBR ISO/IEC 17025 ENSAIO INSTALAÇÃO PERMANENTE. Da Proteção contra choque elétrico em condições normais ESCOPO DA ACREDITAÇÃO ABNT NBR ISO/IEC 17025 ENSAIO Norma de Origem: NIT-DICLA-016 Folha: 1 Total de Folhas: 10 RAZÃO SOCIAL/DESIGNAÇÃO DO LABORATÓRIO Fundação Instituto Nacional de Telecomunicações FINATEL

Leia mais

ELO Sistemas Eletrônicos S.A. 100406011-002

ELO Sistemas Eletrônicos S.A. 100406011-002 MEDIDOR ELETRÔNICO ELO2106 MANUAL DO USUÁRIO Agosto de 2008 ELO Sistemas Eletrônicos S.A. 100406011-002 Índice ÍNDICE... I INTRODUÇÃO... 1-1 CONTEÚDO DESTE MANUAL... 1-1 ONDE OBTER MAIS INFORMAÇÕES...

Leia mais

O USO DE UM SENSOR DE LUZ LINEAR COMO RECURSO DIDÁTICO PARA DEMONSTRAR PRINCÍPIOS DE DIFRAÇÃO E ESPECTROSCOPIA

O USO DE UM SENSOR DE LUZ LINEAR COMO RECURSO DIDÁTICO PARA DEMONSTRAR PRINCÍPIOS DE DIFRAÇÃO E ESPECTROSCOPIA Quim. Nova, Vol. 38, No. 3, S1-S6, 2015 O USO DE UM SENSOR DE LUZ LINEAR COMO RECURSO DIDÁTICO PARA DEMONSTRAR PRINCÍPIOS DE DIFRAÇÃO E ESPECTROSCOPIA Fernando Arruda Mendes de Oliveira a,b, Eduardo Ribeiro

Leia mais

Módulo de Desenvolvimento PIC16F877A

Módulo de Desenvolvimento PIC16F877A Objetivos: Módulo de Desenvolvimento PIC16F877A Realizar programação e projetos com microcontroladores e seus periféricos, integrando sistemas analógicos e digitais com a utilização de compilador (Mikro

Leia mais

2.1 Montando o cabo serial... 4 2.2 Conectando o receptor ao PC... 5 2.3 Instalando o programa (DRU)... 5

2.1 Montando o cabo serial... 4 2.2 Conectando o receptor ao PC... 5 2.3 Instalando o programa (DRU)... 5 1 SUMÁRIO 1. Introdução... 3 2. Instalação... 4 2.1 Montando o cabo serial... 4 2.2 Conectando o receptor ao PC... 5 2.3 Instalando o programa (DRU)... 5 3. Atualizando o receptor... 8 3.1 Qual o software

Leia mais

DARUMA INFORMAÇÃO TÉCNICA Aprovado por: Paulo Bettega

DARUMA INFORMAÇÃO TÉCNICA Aprovado por: Paulo Bettega Compilado por: Pedro Pinto Produto: TMF Daruma - BB DARUMA INFORMAÇÃO TÉCNICA Aprovado por: Paulo Bettega Módulo: Front End Serial Família: Informática BIT Modelos Envolvidos: Módulo Front-end Serial Título:

Leia mais

Portaria Inmetro nº 89, de 06 de abril de 2006.

Portaria Inmetro nº 89, de 06 de abril de 2006. MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO Portaria Inmetro nº 89, de 06 de abril de 2006. O PRESIDENTE

Leia mais

CVMDDC - CONTROLE DE VELOCIDADE DO MOTOR DC

CVMDDC - CONTROLE DE VELOCIDADE DO MOTOR DC UFLA Universidade Federal de Lavras DEX Departamento de Ciências Exatas Bacharelado em CVMDDC - CONTROLE DE VELOCIDADE DO MOTOR DC Autor: Edna Mie Kanazawa Orientador: Wilian Soares Lacerda Lavras, novembro

Leia mais

Desenvolvimento de Amperímetro Alicate Baseado em Magnetômetros GMR para Medição de Correntes Elétricas Contínuas

Desenvolvimento de Amperímetro Alicate Baseado em Magnetômetros GMR para Medição de Correntes Elétricas Contínuas Desenvolvimento de Amperímetro Alicate Baseado em Magnetômetros GMR para Medição de Correntes Elétricas Contínuas Alunos: Marcos Civiletti de Carvalho e Camila Schuina Orientador: Carlos Roberto Hall Barbosa

Leia mais

4 PARÂMETROS DINÂMICOS

4 PARÂMETROS DINÂMICOS 4 PARÂMETROS DINÂMICOS Nesta experiência iremos medir os parâmetros do amp op que podem prejudicar o desempenho dos circuitos em alta freqüência. Os dois parâmetros Produto Ganho-Largura de Banda GBP (também

Leia mais

RFID PROXIMITY READER Guia do Usuário LF ISO 11784/11785/14223 HDX PROXIMITY READER GU150501 Janeiro 2015

RFID PROXIMITY READER Guia do Usuário LF ISO 11784/11785/14223 HDX PROXIMITY READER GU150501 Janeiro 2015 RFID PROXIMITY READER Guia do Usuário LF ISO 11784/11785/14223 HDX PROXIMITY READER ÍNDICE DESCRIÇÃO DO PRODUTO CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS PAINEL FRONTAL PROCEDIMENTO DE CARGA DA BATERIA INTERNA PROCEDIMENTO

Leia mais

Manual de Operação e Instalação. Microterminal TCP/IP MT740. versão 1.0

Manual de Operação e Instalação. Microterminal TCP/IP MT740. versão 1.0 Manual de Instalação e Operação MT740 1/16 Manual de Operação e Instalação Microterminal TCP/IP MT740 versão 1.0 Manual de Instalação e Operação MT740 2/16 Índice Descrição 3 Reconhecendo o Terminal 5

Leia mais

5 Setup de Medidas. 5.1. Introdução

5 Setup de Medidas. 5.1. Introdução 5 Setup de Medidas 5.1. Introdução Para realização desse trabalho foi montada uma configuração de setup de medidas em UHF, mais precisamente no canal 42, freqüência central de 641 MHz em acordo com o Plano

Leia mais

Notas de Aplicação. Interface Controlador HI com Leitor de Código de Barras. HI Tecnologia. Documento de acesso público

Notas de Aplicação. Interface Controlador HI com Leitor de Código de Barras. HI Tecnologia. Documento de acesso público Notas de Aplicação Interface Controlador HI com Leitor de Código de Barras HI Tecnologia Documento de acesso público ENA.00029 Versão 1.01 agosto-2006 HI Tecnologia Interface Controlador HI com Leitor

Leia mais

Departamento de Matemática e Engenharias. Licenciatura em Engenharia de Sistemas e Computadores (LESC) Laboratórios III (Microprocessadores)

Departamento de Matemática e Engenharias. Licenciatura em Engenharia de Sistemas e Computadores (LESC) Laboratórios III (Microprocessadores) UNIVERSIDADE DA MADEIRA Departamento de Matemática e Engenharias Licenciatura em Engenharia de Sistemas e Computadores (LESC) Laboratórios III (Microprocessadores) º Trabalho prático Calculadora Não preencher

Leia mais

Experimento 2 Gerador de funções e osciloscópio

Experimento 2 Gerador de funções e osciloscópio Experimento 2 Gerador de funções e osciloscópio 1. OBJETIVO O objetivo desta aula é introduzir e preparar o estudante para o uso de dois instrumentos muito importantes no curso: o gerador de funções e

Leia mais

RELATÓRIO DE EMI/EMC E TELECOMUNICAÇÕES

RELATÓRIO DE EMI/EMC E TELECOMUNICAÇÕES RELATÓRIO DE EMI/EMC E TELECOMUNICAÇÕES SOLICITANTE: EQUIPAMENTO: Desotec Comércio e Indústria de Equipamento Eletrônicos Ltda. Diversos MODELO: # 1 Nº DO RELATÓRIO: VERSÃO: 01 INPE/LIT.OT.031/11 SIGNATÁRIO

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ SETOR DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ SETOR DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ SETOR DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA DESENVOLVIMENTO DE UM PAR DE LUVAS INSTRUMENTALIZADAS PARA AQUISIÇÃO DE MOVIMENTOS APLICADAS AO PROCESSAMENTO E RECONHECIMENTO

Leia mais

AUTOMAҪÃO INDUSTRIAL E LINHAS DE PRODUҪÃO FLEXÍVEIS

AUTOMAҪÃO INDUSTRIAL E LINHAS DE PRODUҪÃO FLEXÍVEIS CENTRO FEDERAL DE ENSINO TECNOLÓGICO MG CONTEXTO SOCIAL E PROFISSIONAL DA ENGENHARIA MECATRÔNICA AUTOMAҪÃO INDUSTRIAL E LINHAS DE PRODUҪÃO FLEXÍVEIS COMPONENTES: Guilherme Márcio Matheus Sakamoto Rafael

Leia mais

3.1. Magnetômetro de Amostra Vibrante (VSM)

3.1. Magnetômetro de Amostra Vibrante (VSM) 9 3 O MAGNETÔMETRO De um modo geral, um magnetômetro é formado por um conjunto de equipamentos usados para medir o momento magnético de uma amostra para um determinado valor de campo aplicado. Os componentes

Leia mais

Rua Guajajaras, 40 sala 306 Centro CEP 30180-100 Belo Horizonte MG Telefones: 55 31 3232-0400 Fax: 55 31 3232-0401 comercial@utili.com.

Rua Guajajaras, 40 sala 306 Centro CEP 30180-100 Belo Horizonte MG Telefones: 55 31 3232-0400 Fax: 55 31 3232-0401 comercial@utili.com. DESCRIÇÃO O PME-500-TR representa um grande avanço em sistemas para teste de disjuntores, devido ao seu avançado método de controle, acessórios disponíveis e simplicidade de uso. O equipamento economiza

Leia mais

GERTEC Manual de Operação e Instalação MTi-760 Versão 1.0

GERTEC Manual de Operação e Instalação MTi-760 Versão 1.0 GERTEC Manual de Operação e Instalação MTi-760 Versão 1.0 1 Índice Descrição 3 Reconhecendo o Terminal 4 Instalação do Terminal 5 Funcionamento 5 Características Gerais 8 CONTATOS GERTEC 9 2 Descrição

Leia mais

TRANSMISSÃO DE TV 1 TRANSMISSÃO COM POLARIDADE NEGATIVA

TRANSMISSÃO DE TV 1 TRANSMISSÃO COM POLARIDADE NEGATIVA STV 18 ABR 2008 1 TRANSMISSÃO DE TV método de se transmitir o sinal de imagem modulado em amplitude a amplitude de uma portadora de RF varia de acordo com uma tensão moduladora a modulação é o sinal de

Leia mais

Módulo WCM200. Controlador WSI250 - HI Tecnologia

Módulo WCM200. Controlador WSI250 - HI Tecnologia Automação Industrial Módulo Controlador WSI250 - HI Tecnologia W i re l e s s S i g n a l I n t e r fa c e O conteúdo deste documento é parte do Manual do Usuário do controlador WSI250 da HI tecnologia

Leia mais

Gerenciamento de Entrada e Saída Hélio Crestana Guardia e Hermes Senger

Gerenciamento de Entrada e Saída Hélio Crestana Guardia e Hermes Senger Gerenciamento de Entrada e Saída Hélio Crestana Guardia e Hermes Senger O controle da entrada e saída (E/S ou I/O, input/output) de dados dos dispositivos é uma das funções principais de um sistema operacional.

Leia mais

STATUS CHECK. Visão Geral do Produto

STATUS CHECK. Visão Geral do Produto STATUS CHECK Visão Geral do Produto Soluções em Monitoramento da Condição Sistema StatusCheck 2.4GHz 2 Visão Geral do Sistema StatusCheck : O Status Check monitora os parâmetros de vibração e temperatura

Leia mais

LASERTECK LTA450 MANUAL DE USO

LASERTECK LTA450 MANUAL DE USO LASERTECK LTA450 MANUAL DE USO 2014 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO... 3 2 INFORMAÇÕES TÉCNICAS... 3 3 CALIBRAGEM DOS MÓDULOS LASER (AFERIÇÃO E TEMPORIZAÇÃO)... 3 3.1 AFERIÇÃO DO LASER PONTO LONGITUDINAL...3 3.2

Leia mais

RELATÓRIO DE EMI/EMC E TELECOMUNICAÇÕES

RELATÓRIO DE EMI/EMC E TELECOMUNICAÇÕES RELATÓRIO DE EMI/EMC E TELECOMUNICAÇÕES SOLICITANTE: EQUIPAMENTO: TÜV Rheinland do Brasil Ltda. Relé de Segurança MODELO: DPX 256 Nº DO RELATÓRIO: VERSÃO: 02 INPE/LIT.PX.055/ Este relatório substitui na

Leia mais

MANUAL RÁDIO MODEM COMPACTO 900 MHz RMC-900

MANUAL RÁDIO MODEM COMPACTO 900 MHz RMC-900 MANUAL RÁDIO MODEM COMPACTO 900 MHz RMC-900 Versão 1.01 Infinium Automação Industrial Ltda contato@infiniumautomacao.com.br 1. APRESENTAÇÃO O rádio modem RMC-900 foi projetado para utilização em sistemas

Leia mais

Treinamento Técnico Wireless 2015

Treinamento Técnico Wireless 2015 Treinamento Técnico Wireless 2015 TERMINAL CELULAR FIXO TCF-100D 1 - Torre com pára-raios e bom aterramento (vide norma NBR-5419). Sistema SPDA - Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas 2 - Possibilita

Leia mais

INSTRUMENTAÇÃO VIRTUAL APLICADA A UM LABORATÓRIO DE ACESSO REMOTO COM GERADOR DE FUNÇÕES E OSCILOSCÓPIO

INSTRUMENTAÇÃO VIRTUAL APLICADA A UM LABORATÓRIO DE ACESSO REMOTO COM GERADOR DE FUNÇÕES E OSCILOSCÓPIO INSTRUMENTAÇÃO VIRTUAL APLICADA A UM LABORATÓRIO DE ACESSO REMOTO COM GERADOR DE FUNÇÕES E OSCILOSCÓPIO TEBERGE, C. R. caio.teberge@ee.ufcg.edu.br MELO, T. R. thamiles.melo@ee.ufcg.edu.br SILVA, J. J.

Leia mais

Software RedeMB5 Manual do Usuário (Ver. 2)

Software RedeMB5 Manual do Usuário (Ver. 2) Manual do Usuário (Ver. 2) 1. Introdução O software RedeMB5 é uma ferramenta que permite monitorar em tempo real 247 medidores de energia ou multitransdutores digitais KRON em uma rede padrão RS-485 com

Leia mais

Soluções Encontradas para Realização do Ensaio de Descargas Parciais no Campo em Buchas Capacitivas de Transformadores e Reatores de Potência

Soluções Encontradas para Realização do Ensaio de Descargas Parciais no Campo em Buchas Capacitivas de Transformadores e Reatores de Potência 1 Soluções Encontradas para Realização do Ensaio de Descargas Parciais no Campo em Buchas Capacitivas de Transformadores e Reatores de Potência F. S. Brasil, B. M. Campos, J. A. S. Andrade, J. A. S. Tostes,

Leia mais

EXERCÍCIOS Introdução

EXERCÍCIOS Introdução FACULDADE PITÁGORAS Curso Superior em Tecnologia: Redes de Computadores REDES SEM FIO Prof. Ulisses Cotta Cavalca EXERCÍCIOS Introdução Belo Horizonte/MG 2015 1. A tecnologia

Leia mais

Campinas, 4 de outubro de 2011

Campinas, 4 de outubro de 2011 Anexo à Resolução Nº 506 Relatório de Ensaio Número: CertLab WIF 4454 11 01 Rev0 Equipamento Sob Ensaio (ESE) Modelo: Nome: Tecnologia Ltda. Campinas, 4 de outubro de 2011. Este Relatório de ensaio só

Leia mais

ANEXO À RESOLUÇÃO N o 492, DE 19 DE FEVEREIRO DE 2008

ANEXO À RESOLUÇÃO N o 492, DE 19 DE FEVEREIRO DE 2008 ANEXO À RESOLUÇÃO N o 492, DE 19 DE FEVEREIRO DE 2008 NORMA PARA CERTIFICAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DE TRANSMISSORES E TRANSCEPTORES DIGITAIS PARA O SERVIÇO FIXO EM APLICAÇÕES PONTO- MULTIPONTO NAS FAIXAS DE FREQUÊNCIAS

Leia mais

INSTRUMENTAÇÃO. Eng. Marcelo Saraiva Coelho

INSTRUMENTAÇÃO. Eng. Marcelo Saraiva Coelho INSTRUMENTAÇÃO CONCEITOS E DEFINIÇÕES Nas indústrias, o termo PROCESSO tem um significado amplo. Uma operação unitária, como por exemplo, destilação, filtração ou aquecimento, é considerado um PROCESSO.

Leia mais

Emissão de Radiação Eletromagnética na Faixa de VHF e UHF em Cadeia de Isoladores de Alta Tensão Vazados

Emissão de Radiação Eletromagnética na Faixa de VHF e UHF em Cadeia de Isoladores de Alta Tensão Vazados Emissão de Radiação Eletromagnética na Faixa de VHF e UHF em Cadeia de Isoladores de Alta Tensão Vazados José Kleber da Cunha Pinto Escola Politécnica da USP- Lab. de Microeletrônica- Grupo de Microondas

Leia mais

Máscara WiMax LNB Gardiner LNB Greatek

Máscara WiMax LNB Gardiner LNB Greatek 6.5. Caracterização da saturação do LNBF A verificação de nível de saturação no LNBF foi feita com o aumento do nível de sinal de TX até que se observasse frequências espúrias no analisador de espectro.

Leia mais

Testando a Comunicação e Transferindo o Código de Máquina

Testando a Comunicação e Transferindo o Código de Máquina Testando a Comunicação e Transferindo o Código de Máquina Todas as etapas do fluxograma da figura x.x foram realizada no PC. O código de máquina foi criado no PC na pasta Resource. O arquivo a ser transferido

Leia mais

Figura 01 Visão Geral da Placa

Figura 01 Visão Geral da Placa 1. Hardware O kit de FPGA é formado por periféricos que possibilitam sua interação com sinais de áudio, display gráfico e alfanumérico, comunicação serial e USB, codec de áudio, chaves para simulação e

Leia mais

J. ROMA, Lda. www.jroma.pt

J. ROMA, Lda. www.jroma.pt MEDIDORES DE CAMPO ELECTROMAGNÉTICO Para medidas de campos EMF criados por radares (em funcionamento), telemóveis, UMTS; telefones sem fios, torres de transmissão, Wlan, Wifi, Bluetooth, fornos microondas,

Leia mais

TRATAMENTO E ANÁLISE DE SINAIS DE BAIXA FREQUÊNCIA PARA EMULAÇÃO DE CANAL RÁDIO

TRATAMENTO E ANÁLISE DE SINAIS DE BAIXA FREQUÊNCIA PARA EMULAÇÃO DE CANAL RÁDIO TRATAMENTO E ANÁLISE DE SINAIS DE BAIXA FREQUÊNCIA PARA EMULAÇÃO DE CANAL RÁDIO Davi Schmutzler Valim Faculdade de Engenharia Elétrica CEATEC davi_valim@puccampinas.edu.br Resumo: O trabalho trata de fazer

Leia mais

Medidor Powersave V2 USB

Medidor Powersave V2 USB Medidor Powersave V2 USB O medidor é formado por uma caixa plástica contendo uma placa eletrônica, uma tomada macho, uma tomada fêmea, um conector H, um barramento lateral, um conector USB e leds indicativos.

Leia mais

AUTOMAÇÃO DO PROCESSO DE MEDIÇÃO DE JUNTAS DE CABEÇOTE

AUTOMAÇÃO DO PROCESSO DE MEDIÇÃO DE JUNTAS DE CABEÇOTE ILHA SOLTEIRA XII Congresso Nacional de Estudantes de Engenharia Mecânica - 22 a 26 de agosto de 2005 - Ilha Solteira - SP Paper CRE05-OA04 AUTOMAÇÃO DO PROCESSO DE MEDIÇÃO DE JUNTAS DE CABEÇOTE Granuzzio

Leia mais

DISCADORA DISC CELL 5 ULTRA

DISCADORA DISC CELL 5 ULTRA DISCADORA DISC CELL 5 ULTRA 1- FUNCIONAMENTO: A discadora DiscCell5 Ultra é um aparelho eletrônico que disca para até 5 números, cada chamada dura aproximadamente 1 minuto. Uma vez discado o número uma

Leia mais

Permite a coleta de dados em tempo real dos processos de produção, possuindo, também, interfaces para a transferência dos dados para os sistemas

Permite a coleta de dados em tempo real dos processos de produção, possuindo, também, interfaces para a transferência dos dados para os sistemas Permite a coleta de dados em tempo real dos processos de produção, possuindo, também, interfaces para a transferência dos dados para os sistemas administrativos da empresa. Nessa configuração, o PC é a

Leia mais

Comunicação de dados entre um Amplificador Lock-in e um Monocromador Cornerstone utilizando o DataSocket do LabVIEW

Comunicação de dados entre um Amplificador Lock-in e um Monocromador Cornerstone utilizando o DataSocket do LabVIEW Comunicação de dados entre um Amplificador Lock-in e um Monocromador Cornerstone utilizando o DataSocket do LabVIEW Julyanne Silva Cunha 1 ; Francisco Aurilo Azevedo Pinho 2 1 Aluna do Curso de Física;

Leia mais

Série 7E - Medidor de energia. Características SÉRIE 7E

Série 7E - Medidor de energia. Características SÉRIE 7E Série 7 - Medidor de energia SÉRI 7 7.23.8.230.0001 7.23.8.230.00x0 kwh Medidor de nergia Monofásico com display LCD retroiluminado multifunção Tipo 7.23 5(32) - largura de 1 módulo Conforme as normas

Leia mais

Manual do Leitor ATG-Basic

Manual do Leitor ATG-Basic Manual do Leitor ATG-Basic O leitor ATG-Basic foi desenvolvido para uso em controle de acesso veicular. Esse leitor é para ser usado conectado à uma controladora através das interfaces Wiegand, Abatrack,

Leia mais

Esquema do módulo de comando.

Esquema do módulo de comando. 1 Esquemas Esquema do módulo de comando. 1 Colocação dos componentes no módulo de comando 2 Esquema do módulo remoto 3 Colocação dos componentes no módulo remoto 4 2 Lista de componentes Módulo de comando

Leia mais

NORMA PARA CERTIFICAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DE TRANSMISSORES E TRANSCEPTORES MONOCANAIS ANALÓGICOS AM

NORMA PARA CERTIFICAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DE TRANSMISSORES E TRANSCEPTORES MONOCANAIS ANALÓGICOS AM ANEXO À RESOLUÇÃO N o 370, DE 13 DE MAIO DE 2004. NORMA PARA CERTIFICAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DE TRANSMISSORES E TRANSCEPTORES MONOCANAIS ANALÓGICOS AM 1. Objetivo Esta norma estabelece os requisitos técnicos

Leia mais

Design and Calibration of Electric Field Probe to the Frequency Range of 2 to 3 GHz

Design and Calibration of Electric Field Probe to the Frequency Range of 2 to 3 GHz Design and Calibration of Electric Field Probe to the Frequency Range of 2 to 3 GHz Catia Valdman, Maurício H. C. Dias e José C. A. Santos Abstract Two probes designed for electric field measurements were

Leia mais

MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA, DO COMÉRCIO E DO TURISMO

MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA, DO COMÉRCIO E DO TURISMO MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA, DO COMÉRCIO E DO TURISMO INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO Portaria n.º 115, de 29 de junho de 1998 O Presidente do Instituto Nacional

Leia mais

Conceitos e definições para correção do fator de potência através de carga capacitiva

Conceitos e definições para correção do fator de potência através de carga capacitiva Conceitos e definições para correção do fator de potência através de carga capacitiva anobra de capacitores Na ligação de capacitores a uma rede ocorre um processo transitório severo até que seja atingido

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO DE DETECTORES DE POTÊNCIA E APLICAÇÃO EM INSTRUMENTAÇÃO PARA MICRO-ONDAS

CARACTERIZAÇÃO DE DETECTORES DE POTÊNCIA E APLICAÇÃO EM INSTRUMENTAÇÃO PARA MICRO-ONDAS CARACTERIZAÇÃO DE DETECTORES DE POTÊNCIA E APLICAÇÃO EM INSTRUMENTAÇÃO PARA MICRO-ONDAS Paulo Henrique Rinaldi 1 ; Eduardo Victor dos Santos Pouzada 2 1 Aluno de Iniciação Científica da Escola de Engenharia

Leia mais

Contador Digital para Linear Gage

Contador Digital para Linear Gage Contador Digital para Linear Gage Os contadores digitais facilitam a leitura de posição das escalas Digimatic e comparadores eletrônicos Linear Gage LGD e LGS. Diversos modelos encontram-se a disposição

Leia mais

APRENDIZAGEM INDUSTRIAL. UNIDADE 10 Testes e certificação

APRENDIZAGEM INDUSTRIAL. UNIDADE 10 Testes e certificação APRENDIZAGEM INDUSTRIAL UNIDADE 10 Testes e certificação Configuração de teste de campo para cabos de par trançado de 100 ohms Teste de Canal: Inclui os 90m do cabeamento horizontal, o patch cord do equipamento

Leia mais

AUTOMAÇÃO E INSTRUMENTAÇÃO VIRTUAL. Sistema Integrado de Teste em Umbilicais

AUTOMAÇÃO E INSTRUMENTAÇÃO VIRTUAL. Sistema Integrado de Teste em Umbilicais BI AUTOMAÇÃO E INSTRUMENTAÇÃO VIRTUAL Sistema Integrado de Teste em Umbilicais Objetivos da Apresentação Demonstrar a Arquitetura de hardware e software da National Instruments utilizada na solução; Discutir

Leia mais

Capítulo 1 Sobre Seu Plotter Cortador de Vinil

Capítulo 1 Sobre Seu Plotter Cortador de Vinil Capítulo 1 Sobre Seu Plotter Cortador de Vinil 1.1 Inspeção Inicial Antes de configurar sua plotter de recorte, desembale cuidadosamente e inspecione o que você recebeu na embalagem comparando o conteúdo

Leia mais

Tensão em regime permanente (DRC e DRP)

Tensão em regime permanente (DRC e DRP) Capítulo IX Modelo de relatório de qualidade da energia elétrica atendendo aos Procedimentos de Distribuição (Prodist) Por André Luís Grandi e Maria Jovita Siqueira* Este artigo propõe um modelo de análise

Leia mais

Utilização do Real-Time Windows Target do SIMULINK

Utilização do Real-Time Windows Target do SIMULINK Sumário Utilização do Real-Time Windows Target do SIMULINK Laboratório de Controle II Profs: Oumar Diene Lilian Kawakami Departamento de Engenharia Elétrica Escola Politécnica Universidade Federal do Rio

Leia mais

Universidade Federal do Paraná Departamento de Física Laboratório de Física Moderna

Universidade Federal do Paraná Departamento de Física Laboratório de Física Moderna Universidade Federal do Paraná Departamento de Física Laboratório de Física Moderna Bloco 01: DIFRAÇÃO DE RAIOS-X Introdução Entende-se por raios-x, a região do espectro eletromagnético com comprimentos

Leia mais

Módulo 4 EA Termopar - 10 Bits

Módulo 4 EA Termopar - 10 Bits Módulo 4 EA Termopar - 1 Bits 119 Cód. Doc.: 61-41.3 Revisão: L 1. Descrição do Produto O módulo 119 é integrante das séries 6, 1 e 2 de controladores programáveis. Destina-se a leitura de temperaturas

Leia mais

Manual de Operação e Configuração. Balança Dosadora de Ração

Manual de Operação e Configuração. Balança Dosadora de Ração Manual de Operação e Configuração Balança Dosadora de Ração 2 1- INTRODUÇÃO A (SPM e SPF) foi projetada para atender as necessidades no setor de pesagem e distribuição de ração em toda linha avícola, fornecendo

Leia mais

MÓDULO SINTETIZADOR.

MÓDULO SINTETIZADOR. MÓDULO SINTETIZADOR. O módulo sintetizador é uma placa (PCA) de 3,5pol x 9 pol, ligada a placa mãe em J4 e localizada imediatamente adjacente ao módulo de Referência/Controle do transceptor. Como o módulo

Leia mais

Placas Adaptadoras e montagem de Redes

Placas Adaptadoras e montagem de Redes Placas Adaptadoras e montagem de Redes Objetivos da aula: 1 - Descrever a função da placa adaptadora de rede em uma rede. 2 - Descrever as opções de configuração para placas adaptadoras de rede. 3 - Listar

Leia mais

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA Versão 1.0 GPC.YY 22 a 25 Novembro de 2009 Recife - PE GRUPO V GRUPO DE ESTUDO DE PROTEÇÃO, MEDIÇÃO E CONTROLE EM SISTEMA DE POTÊNCIA

Leia mais

Obtenha medidas de potência de um sinal de fluxo abaixo DOCSIS usando um analisador de espectro

Obtenha medidas de potência de um sinal de fluxo abaixo DOCSIS usando um analisador de espectro Obtenha medidas de potência de um sinal de fluxo abaixo DOCSIS usando um analisador de espectro Índice Introdução Pré-requisitos Requisitos Componentes Utilizados Negação Convenções Compreendendo o monte

Leia mais

Geradores de Funções/Arbitrários de dois canais Série 4060

Geradores de Funções/Arbitrários de dois canais Série 4060 Especificações Técnicas Geradores de Funções/Arbitrários de dois canais A de Geradores de Funções/Arbitrários são capazes de gerar formas de onda senoidais, quadradas, triangulares, pulsadas e arbitrárias

Leia mais

Manual de Configuração do Hardware

Manual de Configuração do Hardware Desembalar Remova todos os materiais de protecção. As ilustrações neste manual são de um modelo semelhante. Apesar de poderem ser diferentes do seu modelo, o método de funcionamento é igual. Ligar o produto

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA SUMÁRIO CONTEÚDO PG. 4. Disjuntor 145 kv 02 4.1. Objetivo 02 4.2. Normas 02 4.3. Escopo de Fornecimento 02 T- 4.1. Tabela 02 4.4. Características Elétricas 02 4.5. Características Operativas 03 4.5.1.

Leia mais

ELECTRÓNICA DE POTÊNCIA

ELECTRÓNICA DE POTÊNCIA ELECTRÓNICA DE POTÊNCIA CONVERSORES CC/CC Redutor, Ampliador e Redutor-Ampliador GRUPO: TURNO: DIA: HORAS: ALUNO: ALUNO: ALUNO: ALUNO: Nº: Nº: Nº: Nº: IST DEEC 2003 Profª Beatriz Vieira Borges 1 CONVERSORES

Leia mais

O desafio: Criar um sistema para alimentar um módulo de GPS, adquirir e processar dados, além de exibir a latitude e longitude no Google Earth.

O desafio: Criar um sistema para alimentar um módulo de GPS, adquirir e processar dados, além de exibir a latitude e longitude no Google Earth. Usando LabVIEW para adquirir dados de GPS "Usando o LabVIEW, nós desenvolvemos com sucesso um sistema de aquisição de dados de GPS, com o objetivo de utilizá-lo como plataforma de aprendizagem para entender

Leia mais

SISTEMA AUTOMÁTICO DE AQUISIÇÃO DE DADOS DE UM INCINERADOR DE RESÍDUOS

SISTEMA AUTOMÁTICO DE AQUISIÇÃO DE DADOS DE UM INCINERADOR DE RESÍDUOS SISTEMA AUTOMÁTICO DE AQUISIÇÃO DE DADOS DE UM INCINERADOR DE RESÍDUOS C.L.C. Rodrigues 1, J.E.C. Monte 1 ; P.R. Pinto 1 ; J. L. Paes 2 ; Paulo M. B. Monteiro 3 1- Instituto Federal de Minas Gerais Campus

Leia mais

Analisador de Linhas TN-10E

Analisador de Linhas TN-10E Analisador de Linhas TN-10E O Analisador de Linhas TN-10E é um instrumento compacto com capacidade de realizar medições digitais e analógicas para testes e ensaios em linhas de transmissão de dados que

Leia mais

Telemetria para Medição de Consumo Especificações Técnicas

Telemetria para Medição de Consumo Especificações Técnicas Página: 2 / 5 Telemetria para Medição de Consumo Introdução Este documento apresenta as características técnicas da solução de telemetria do consumo de água, gás e energia (e outros medidores com saída

Leia mais

Controle de Acesso. Automático de Veículos. saiba mais. automação

Controle de Acesso. Automático de Veículos. saiba mais. automação Controle de Acesso Automático de Veículos Este trabalho tem como objetivo desenvolver uma solução tecnológica que permita o controle dos portões automáticos remotamente através da internet. Aplicando-se

Leia mais

Rastreador RST-VT RST. Manual do Usuário. Versão 1.3 RST-VT

Rastreador RST-VT RST. Manual do Usuário. Versão 1.3 RST-VT Rastreador RST Manual do Usuário Versão 1.3 Rastreador Emissão: Revisão 1.4 Data: 12/03/2012 Número de Páginas 24 Histórico de Revisões DATA VERSÃO DESCRIÇÃO AUTORES 06/10/2011 1.3 05/10/2011 1.2 19/09/2011

Leia mais

FREQUENCÍMETRO DIGITAL Digital Frequency Counter Frecuencimetro Digital MF-7240

FREQUENCÍMETRO DIGITAL Digital Frequency Counter Frecuencimetro Digital MF-7240 FREQUENCÍMETRO DIGITAL Digital Frequency Counter Frecuencimetro Digital MF-7240 *Imagem meramente ilustrativa./imagen meramente ilustrativa./ Only illustrative image MANUAL DE INSTRUÇÕES Instructions Manual

Leia mais

5 Metodologias de medidas dos níveis de radiação das ERBs de um sistema celular

5 Metodologias de medidas dos níveis de radiação das ERBs de um sistema celular 61 5 Metodologias de medidas dos níveis de radiação das ERBs de um sistema celular As medidas dos níveis de radiação serão feitas através de duas metodologias. Na metodologia de medidas 1, o principal

Leia mais

Técnico/a de Refrigeração e Climatização

Técnico/a de Refrigeração e Climatização Técnico/a de Refrigeração e Climatização 1315 Eletricidade e eletrónica - programação de autómatos 2013/ 2014 Gamboa 1 Introdução Automação, estudo dos métodos e procedimentos que permitem a substituição

Leia mais

3 Transdutores de temperatura

3 Transdutores de temperatura 3 Transdutores de temperatura Segundo o Vocabulário Internacional de Metrologia (VIM 2008), sensores são elementos de sistemas de medição que são diretamente afetados por um fenômeno, corpo ou substância

Leia mais