CONTEXTUALIZAÇÃO INSTITUCIONAL E REGIONAL DA PROPOSTA

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1 Curso FORMAÇÃO DE GESTORES EDUCACIONAIS Área de Concentração Gestão Educacional Conceito: 3 Programa: Mestrado Profissional PROCESSO CAPES - 776/2014 Coordenação do Programa: Profa. Dra. Angela Maria Martins CONTEXTUALIZAÇÃO INSTITUCIONAL E REGIONAL DA PROPOSTA A Universidade Cidade de São Paulo (UNICID) é uma instituição criada em 1972, mantida por uma sociedade de direito privado e localizada no município de São Paulo, capital do estado homônimo. Principal centro financeiro da América Latina, São Paulo é uma das maiores cidades brasileiras com população estimada, em 2013, de quase 12 milhões de habitantes, segundo o último Censo Demográfico do IBGE. A Universidade está localizada na Zona Leste da cidade, uma das regiões mais populosas, com cerca de 4 milhões de habitantes.nesse sentido, a zona Leste poderia ser considerada uma cidade dentro da cidade de São Paulo, com um significativo potencial de crescimento que recebe crescentes investimentos governamentais em infraestrutura. Como exemplo destes investimentos a Zona Leste recebeu, recentemente, da Prefeitura do Município de São Paulo o Programa de Incentivos Fiscais para Prestadores de Serviços da Zona Leste, estabelecido na Lei Municipal /2013. Tal programa tem por objetivo promover e fomentar, por meio de ações específicas voltadas para essa região, seu desenvolvimento, incentivando a instalação de diferentes empresas e propiciando a geração de empregos. Para atender as demandas desse espaço urbano os números de instituições e serviços públicos e privados também demonstram a grandiosidade da região. No que tange especificamente à Educação, a Zona Leste é atendida por cinco (05) Diretorias de Ensino, gerenciadas pela Secretaria de Estado da Educação, compondo uma rede de ensino com 489 escolas estaduais e 426 particulares, perfazendo um total de 915 unidades. Além da rede estadual e particular, a Zona Leste também é atendida pela rede municipal de ensino oferecendo serviços em quatro (04) Diretorias Regionais de Educação sob a supervisão da Secretaria Municipal de Educação da Cidade de São Paulo. Considerando apenas o sistema formal de educação é possível constatar a existência de grande demanda por formação continuada de gestores. Desde sua criação, a UNICID vem atendendo as demandas profissionais de formação de gestores e professores dos municípios que formam a grande São Paulo, principalmente destacando o Curso de Pedagogia e as Licenciaturas (História, Pedagogia, Letras, Ciências Biológicas, Matemática e Educação Física) que passaram, desde 2000, a ser inseridas no Programa de Formação de Professores, para atender às diretrizes do MEC. Objetivos do Curso O curso busca proporcionar referenciais teóricos e metodológicos aos profissionais da educação, para compreender, organizar e ampliar estratégias de gestão e participação nos espaços educacionais; subsidiar a elaboração de instrumentos de planejamento, registro, acompanhamento e avaliação, lançando mão, sempre que possível, de recursos tecnológicos à disposição; propor preferencialmente atividades de intervenção no que tange às práticas de gestão e às práticas pedagógicas; construir estratégias de mediação para trabalhar em equipe.

2 Público-alvo: profissionais da educação básica e superior; profissionais de organizações não governamentais que trabalham com processos educacionais. Perfil do profissional a ser formado: Ao concluir o curso, espera-se que o egresso tenha atuação qualificada e inovadora em processos de gestão educacional, considerando as demandas das políticas públicas para a educação; a construção da profissionalização do gestor; organização do trabalho pedagógico, a produção e a utilização de materiais/recursos educacionais no contexto das redes/sistemas e unidades escolares. Linhas de Pesquisa LINHA 1 - ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO EM INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO A linha trata da organização do trabalho pedagógico em instituições de educação, com foco na elaboração, acompanhamento e avaliação de projetos pedagógicos. Examina relações de trabalho entre os diferentes atores educacionais, os processos de formação continuada e de construção da identidade profissional de gestores. Professores: Profa. Dra. Adelina de Oliveira Novaes Profa. Dra. Ana Paula Ferreira da Silva Profa. Dra. Ecleide Cunico Furlanetto Prof. Dr. Julio Gomes Almeida Profa. Dra. Margaréte May B. Rosito Prof. Dr. Roberto Gimenez Projetos de Pesquisa SUBJETIVIDADE DOCENTE NA PERSPECTIVA PSICOSSOCIAL: ELEMENTOS PARA UM DEBATE ACERCA DAS POLÍTICAS DA SUBJETIVIDADE Adelina Novaes O projeto visa aprofundar a investigação acerca das subjetividades construídas pelos docentes do ensino fundamental, ao combinar os esforços teóricos no sentido de delimitar as relações entre os conceitos de representações sociais, subjetividade e profissionalização que vem sendo desenvolvido junto ao Departamento de Psicologia Social da London School of Economics and Political Science. Considera ainda a base de dados construída pela Rede Internacional de Estudos sobre Profissionalização Docente, no contexto do Programa de Pesquisa Processos psicossociais da formação e trabalho docente do Centro Internacional de Estudos sobre Representações Sociais e Subjetividade Educação (CIERS-ed), que conta com 500 respostas de professores do ensino fundamental, das cinco regiões brasileiras, incluindo 25 professores da Argentina (Buenos Aires), para, por meio de análise multireferenciada, amparada pela perspectiva psicossocial das representações sociais, obter elementos acerca das dinâmicas das subjetividades docentes e oferecer elementos que permitam fomentar um debate acerca

3 daquilo que Juan Carlos Tedesco denominou políticas da subjetividade. ALUNOS QUE FREQUENTAM ESCOLAS PÚBLICAS: NARRATIVAS DE VIDA E TRAJETÓRIAS ESCOLARES Ecleide Cunico Furlanetto O projeto apresenta-se como desdobramento de duas pesquisas das quais a autora participa, criando uma zona de intersecção entre elas - Conflitos no espaço escolar: a gestão de escolas públicas em contextos vulneráveis, coordenada por Angela Maria Martins e financiada pelo Edital Universal -CNPQ (Processo /2014-3) e Narrativas da infância. O que contam as crianças sobre a escola e os professores sobre a infância, coordenada por Maria da Conceição Passeggi, também financiada pelo Edital Universal (Processo / A pesquisa busca apreender as significações construídas narrativamente por alunos (as) que frequentam escolas em situação de vulnerabilidade, inseridas no Sistema de Proteção Escolar da Secretaria de Estado da Educação a respeito da cultura escolar. Compreende que o ato de narrar possibilita a organização e a compreensão da experiência humana, pois ao narrar os sujeitos não somente descrevem, mas recriam sentidos para o que vivenciam.. Pretende realizar grupos focais com alunos de escolas públicas, com vistas a construir espaços de diálogo entre pesquisadores e alunos (as). AVALIAÇÃO E VIDA ESCOLAR: A PERCEPÇÃO DE ALUNOS SOBRE QUALIDADE DA EDUCAÇÃO Júlio Gomes de Almeida Com esta pesquisa busca-se investigar a percepção dos alunos que estudam nas escolas da rede pública municipal sobre qualidade da educação. Trata-se de desdobramento de estudo realizado no período de , por meio de parceria entre a EMEF Coelho Neto e o Programa de Mestrado em Educação da Universidade Cidade de São Paulo, com apoio da FAPESP, e que teve entre seus objetivos investigar a possibilidade de uma escola pública construir indicadores próprios de qualidade que possibilitassem o diálogo com os indicadores externos. Entre os resultados daquela pesquisa verificou-se nos diversos segmentos da comunidade escolar uma tendência no sentido de considerar a avaliação como controle do comportamento opondo-se, em muitos casos, a aprendizagem à convivência. Contudo, no segmento alunos, embora essa tendência também se faça presente, percebeu-se sinais de uma visão de qualidade que inclui os aspectos lúdicos relacionados ao que vivenciam na escola como indicadores de qualidade, ao lado da aprendizagem. Assim esta pesquisa assume como foco este segmento buscando, com isso, encontrar indicações de inovação daquilo que se entende por educação escolar de qualidade.

4 NARRATIVAS FORMATIVAS: UM ESTUDO SOBRE A DIMENSÃO ESTÉTICA NA CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE PROFISSIONAL Margaréte May Berkenbrock-Rosito A pesquisa tem como objeto de estudo as narrativas dos processos formativos produzidas pelos participantes da disciplina Educação Estética: caminhos para trabalhar em grupo no espaço escolar, a partir da metodologia da Colcha de Retalhos desenvolvida por Berkenbrock-Rosito (2010), no qual prevê que os (as) alunos (as) narrem suas trajetórias pessoais e profissionais. Para a análise, compreensão e interpretação dos dados produzidos recorre-se aos conceitos de autonomia e emancipação, respectivamente, em Freire (2011) e em Adorno (1986). Em Schiller (2002) a perspectiva de Educação Estética, como possibilidade de reconciliação entre o sensível e o racional. Na perspectiva da dimensão estética considera as emoções como uma questão epistemológica nos processos formativos dos grupos e de construção de identidade profissional. CONTEXTO FÍSICO E SOCIAL DE ESCOLAS PÚBLICAS: UMA ANÁLISE DE PROPOSTAS DE INCLUSÃO Roberto Gimenez Reconhecidamente, as propostas de inclusão de crianças e jovens com deficiência constituem uma necessidade para instituições de Ensino da Educação Básica. Diante do complexo contexto de mudanças provocado por esta realidade, as escolas têm recorrido a diferentes estratégias para mobilizar seus recursos e estruturas a fim de acolher os estudantes e atender à diversidade. Invariavelmente, o impacto das ações desenvolvidas pelas diferentes instituições estaria associado ao seu projeto pedagógico, em nível de ensino, bem como à sua capacidade de mobilizar recursos físicos e humanos para sua viabilização. Entretanto, por se tratar de uma realidade relativamente recente ainda podem ser considerados incipientes os dados dos desdobramentos em diferentes contextos para a inclusão de crianças e jovens na escola. Desse modo, o presente projeto tem por objetivo identificar e caracterizar elementos do contexto físico e social de escolas públicas com vistas a contribuir para a discussão sobre possibilidades e limites na efetivação de propostas de inclusão de alunos. INICIAÇÃO À DOCÊNCIA - REFLEXÕES SOBRE A PRÁTICA PEDAGÓGICA NOS ANOS INCIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL Ana Paula Ferreira da Silva O Projeto analisa as questões inerentes à prática pedagógica, nos anos iniciais do Ensino Fundamental, tendo como foco central a formação dos alunos do curso de Pedagogia. Discute os fundamentos, concepções e práticas relacionadas à atividade docente e seus impactos na formação inicial, possibilitando a interlocução entre o curso de formação de professores, a formação continuada dos profissionais da rede pública de ensino e a educação básica.

5 LINHA 2 - POLÍTICAS PÚBLICAS E GESTÃO ESCOLAR: PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO NAS INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO Apresenta a organização da educação brasileira, tomando como referência, inicialmente diretrizes que regulamentam os planos, programas e projetos de governo. Enfatiza seus desdobramentos nas instituições de educação, com base na discussão sobre o planejamento pedagógico, administrativo e financeiro e dos processos avaliativos. Trata da participação de professores, alunos e comunidade nos órgãos colegiados. Busca propor instrumentos de planejamento e intervenção para subsidiar estratégias de acompanhamento e avaliação das ações nas instituições de educação. Professores: Profa. Dra. Angela Maria Martins Coordenadora Profa. Dra. Celia Maria Haas Profa. Dra. Cristiane Machado Profa. Dra. Maria Aparecida Guedes Monção Profa. Dra. Sandra Lúcia Ferreira Profa. Dra. Vanda Mendes Ribeiro PROJETOS DE PESQUISA O TRABALHO DE PROFESSORES MEDIADORES COMUNITÁRIOS: A MEDIAÇÃO DE SITUAÇÕES DE CONFLITO, INDISCIPLINA E VIOLÊNCIA ESCOLAR NA REDE ESTADUAL DE ENSINO. Angela Maria Martins Ecleide Cunico Furlanetto Este estudo desdobramento de investigação maior intitulada Conflitos no espaço escolar: a gestão de escolas públicas em contextos vulneráveis, financiada pelo Edital Universal do CNPQ (Processo ) - busca apontar possibilidades e limites do trabalho de Professores Mediadores Comunitários (PMCs) no que se refere às suas atribuições e ao seu trabalho no cotidiano escolar, como mediador de situações e conflitos. As referidas atribuições são previstas pelo conjunto legal do Sistema de Proteção Escolar (SPE), implementado desde 2011 na rede de ensino estadual paulista. Em outros termos, a pesquisa inserida no campo da análise da micro-política - visa desvendar o campo de tensão constituído no trabalho cotidiano desses professores, partindo do pressuposto de que as relações configuradas no espaço escolar são permeadas pela mediação entre diretrizes oficiais de programas, projetos e medidas, e os acasos arquitetados por um cotidiano, muitas vezes, de difícil apreensão. Nesse sentido, o estudo propõe o seguinte questionamento central: quais as percepções de Professores Mediadores Comunitários acerca das situações de conflito, indisciplina e violência escolar?

6 AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR NO BRASIL: SISTEMA IMPLEMENTADO PELO GOVERNO FEDERAL E USO DOS SEUS RESULTADOS NA GESTÃO INSTITUCIONAL Celia Maria Haas O Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES), implementado pelo governo federal, completa 10 anos em No Brasil e no mundo, a avaliação dos sistemas de ensino pode ser considerada um dos principais instrumentos de gestão da educação, amplamente utilizado pelo poder público para a regulação de políticas públicas nesse campo. Considerada a relevância de tal iniciativa propõe-se esta pesquisa a caracterizar o sistema de avaliação da educação superior brasileira, descrevendo seus pressupostos, contornos, regulamentações e cotejar as diversas formas de utilização das quais as instituições de ensino superior vêm-se valendo para delinear seus planos de gestão. O estudo será baseado em análise de legislação, de documentos governamentais e institucionais bem como em entrevistas com gestores acadêmicos e presidentes de Comissões Próprias de Avaliação (CPA) de instituições privadas e públicas. Os procedimentos metodológicos podem ser inscritos na avaliação de política com foco na análise da implementação e uso de seus resultados em ambos os segmentos (privado e público), exigindo, portanto, uma revisão de literatura, levantamento das pesquisas sobre o assunto, coleta e análise de dados disponíveis em arquivos oficiais e em depoimentos de gestores institucionais. Como resultado, espera-se contribuir para as reflexões acerca do sistema de avaliações atualmente em vigor, discutindo seus possíveis efeitos na gestão institucional. A FUNÇÃO POLÍTICA DO USO DOS RESULTADOS AVALIATIVOS PARA O ENCAMINHAMENTO DE TOMADA DE DECISÃO Investiga as problemáticas apresentadas por pós-graduandos quanto a dilemas relativos à avaliação que dizem respeito aos princípios éticos e de justiça que sustentam atitudes.tais dilemas são enfrentados por professores que vivem o cotidiano da sala de aula na relação com seus alunos. O QUE REVELA A PROVA BRASIL SOBRE SITUAÇÕES DE CONFLITOS EM ESCOLAS PÚBLICAS? CENÁRIOS DELINEADOS PELA VISÃO DE DOCENTES Cristiane Machado Angela Maria Martins Vanda Mendes Ribeiro Esta pesquisa - desdobramento de investigação maior intitulada Conflitos no espaço escolar: a gestão de escolas públicas em contextos vulneráveis - financiada pelo Edital Universal do CNPQ (Processo ) - apresenta como propósito examinar indicativos de conflitos e violência ocorridos no espaço escolar a partir da visão de

7 docentes de escolas públicas da rede estadual de São Paulo, com base nas respostas dadas no Questionário Contextual da Prova Brasil de O estudo analisa as vinte e oito questões relativas à disciplina e violência e violência contra o professor, para delinear possíveis cenários de situações de conflitos vivenciados no espaço escolar. Os Questionários Contextuais têm o objetivo de auxiliar as escolas na construção de fatores explicativos para os desempenhos dos alunos nas provas padronizadas. Assim, este projeto também tem a perspectiva de explorar eventuais interfaces entre os cenários de situações de conflitos e o desempenho dos alunos. Em outros termos, busca contribuir para o entendimento do tipo e frequência das ocorrências consideradas violentas entre professores e alunos registradas nos referidos questionários contextuais, e a possibilidade dessas ocorrências refletirem (ou não) no desempenho dos alunos. AS POLÍTICAS PÚBLICAS DE EDUCAÇÃO INFANTIL NO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO: ACESSO E INSERÇÃO DAS CRIANÇAS NOS CENTROS DE EDUCAÇÃO INFANTIL Maria Aparecida Guedes Monção Partindo do pressuposto de que a universalização das vagas na educação infantil envolve, necessariamente, a configuração de uma política pública que tenha como foco a criança pequena e seus direitos fundamentais, o presente projeto de pesquisa tem como objetivo verificar a expansão de vagas e a inserção das crianças nos Centros de Educação infantil (CEI) no município de São Paulo no período de 2009 a Pretende-se realizar uma pesquisa qualitativa, na rede municipal de educação infantil da cidade de São Paulo, por meio de análise documental, questionários e grupos focais de discussão. A investigação envolverá revisão bibliográfica e análise de documentos do Ministério da Educação e da Secretaria de Educação do Município de São Paulo. Dentre as referências teóricas básicas desta investigação, destacam-se: Campos (1999, 2006, 2009); Corrêa (2011; 2013); Haddad (1990; 2006); Kramer (1987, 2006); Rosemberg (1999; 2002a; 2002b; 2003;2009) e Monção (1999; 2013). A relevância da investigação ancora-se na importância de ampliar as pesquisas sobre as políticas públicas nesta área e na fragilidade da relação entre os direitos conquistados na legislação - especialmente na Constituição Federal de 1988 e na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - e a implementação de políticas públicas que os viabilizem. Nesse sentido, é imprescindível aprofundar os estudos que tratem da relação entre as políticas públicas e as práticas cotidianas, como um elemento fundamental para garantir o efetivo avanço na qualidade do atendimento público à criança pequena. Um dos principais aspectos a serem abordados diz respeito à gestão dos CEIs. ESTRUTURA CURRICULAR Organizada por disciplinas obrigatórias, optativas, e atividades programadas, a estrutura curricular possibilita aos alunos uma base de conhecimentos que subsidiam a análise e a discussão de aportes teórico-metodológicos da pesquisa em educação, com aprofundamento de referenciais específicos relacionados às temáticas abrangidas pelas Linhas de Pesquisa. Possibilita, ainda, o desenvolvimento de atividades de intervenção, com vistas a viabilizar a reorganização dos processos de gestão. O aluno matriculado no Programa integraliza 28 créditos. Destes, 12 créditos são cumpridos em disciplinas

8 obrigatórias, 6 em disciplinas optativas, 10 créditos pela elaboração da dissertação. Desde o ingresso no Programa, os mestrandos têm um orientador designado para acompanhá-los nas atividades acadêmicas. Créditos Disciplinas: 18 Créditos Tese/Dissertação: 10 Outros Créditos: 0 Vagas por seleção: 20 Equivalência hora/aula: 15 DISCIPLINAS E BIBLIOGRAFIA Políticas públicas de educação e organização da educação brasileira Obrigatória: SIM Ementa: Analisa as diretrizes da política educacional brasileira e sua organização a partir da LDB 9394/1996. Discute os programas e projetos governamentais que repercutem na organização e funcionamento das instituições educacionais, com destaque para o atual Plano Nacional de Educação. Trata dos conselhos de educação e da gestão da educação na esfera municipal. AZEVEDO, Janete M.L. de; SANTOS, Ana L. F. dos. Influências do poder central no planejamento da educação dos municípios da Região Metropolitana do Recife. Educação & Sociedade, Campinas, S.P., v.33, n.119, sbr-jun.2012, pp BARROSO, João (org.). A regulação das políticas públicas de educação. Lisboa: Educa/Inidade de I&D de Ciências da Educação, BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília: Senado, Disponível em: <http://www.presidencia.gov.br>. Acesso em: 20 jun BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de Disponível em: <http://www.portal.mec.gov.br>. Acesso em: 20 jun CURY, Carlos Roberto Jamil. A gestão democrática na escola e o direito à educação. Revista Brasileira de Política e Administração da Educação, Porto Alegre, v. 23, n. 3, p , set./dez DOURADO, L. F. (Org.). Política e Gestão da Educação no Brasil: novos marcos regulatórios. São Paulo: Xamã, ESQUINSANI, Rosimar Serena Siqueira. Tá lá, em cima da mesa: os dados das avaliações em larga escala e a mediação do coordenador pedagógico. In: WERLE, Flávia Obino Corrêa. Avaliação em larga escala: foco na escola. 1ª Ed. Brasília: Líber Livro, 2010, p MARTINS, A. M., CALDERÓN, I. Adolfo, GANZELLI, Pedro, GARCIA, Teise Políticas e Gestão da Educação - desafios em tempos de mudanças. Campinas: Autores Associados, MARTINS, A. M., OLIVEIRA, C. de, PIMENTA, C. O. Conselhos Municipais de Educação no Estado de São Paulo: avanços e desafios In: SOUZA, Donaldo B. de (org.). Mapa dos Conselhos Municipais de Educação no Brasil: criação, implantação e funcionamento. São Paulo: Edições Loyola, 2013, v.1, p Martins, Angela M; SOUSA, Sandra Zakia. A produção científica sobre avaliação educacional e gestão de sistemas e de escolas: o campo da questão entre 2000 e 2008.

9 Revista Ensaio Avaliação em Políticas Públicas. Rio de Janeiro: Fundação Cesgranrio, v.20, p. 9-26, OLIVEIRA, D. A. de. Gestão democrática da educação: desafios contemporâneos. (Org.). 8. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, SOUZA, D. B. de; MARTINS, A. M. (org.s). Planos de Educação no Brasil - planejamento, políticas e práticas. 1 ed. São Paulo: Editora Loyola, 2014, v.1, p SOUSA, Sandra Zakia. Avaliação externa e em larga escala no âmbito do Estado brasileiro: interface de experiências estaduais e municipais de avaliação da Educação Básica com iniciativas do governo federal. In: BAUER, A.; GATTI, B. A. (orgs.) Vinte e cinco anos de avaliação de sistemas educacionais no Brasil: Implicações nas redes de ensino, no currículo e na formação de professores. Florianópolis: Insular, 2013, p ). VIEIRA, Sofia Lerche. Educação Básica: política e gestão da escola. Brasília, DF: Liber Livro, Gestão escolar, organização pedagógica e mediações no espaço escolar. Obrigatória: SIM Ementa: Apresenta e discute os elementos que compõem a organização pedagógica de instituições educacionais, com ênfase no currículo. Analisa o papel do gestor escolar nesse contexto e as relações que se estabelecem no cotidiano de trabalho entre os diferentes atores. Enfatiza os problemas que afetam a elaboração dos Projetos Pedagógicos e a formação continuada dos profissionais da educação. Propõe atividades de intervenção para (re) organização do trabalho pedagógico em instituições educacionais. BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de Disponível em: <http://www.portal.mec.gov.br>. Acesso em: 20 jun DAVIS, Cláudia, L. F et ali. Formação continuada de professores: uma análise das modalidades e das práticas em estados e municípios brasileiros. In: FUNDAÇÃO VICTOR CIVITA (org.). Estudos & Pesquisas Educacionais. São Paulo: Fundação Victor Civita, 2011, v. 2, p INSTITUTO PAULO MONTENEGRO. Gestão escolar nas escolas públicas de ensino básico das principais capitais brasileiras:o perfil do protagonista. In: FUNDAÇÃO VICTOR CIVITA (org.). Estudos & Pesquisas Educacionais. São Paulo: Fundação Victor Civita, 2010, v. 1, p LIBÂNEO, J. C.; OLIVEIRA, J. F.; TOSCHI, M. S. (Orgs.). Educação Escolar: políticas, estrutura e organização. São Paulo: Cortez, LUCK, H. A Gestão Participativa na Escola. 10 ed. Série Cadernos de Gestão. Petrópolis: Editora Vozes, MARTINS, A M. O contexto escolar e a dinâmica de órgãos colegiados: uma contribuição ao debate sobre gestão de escolas. Rio de Janeiro: Fundação Cesgranrio. Ensaio. Avaliação e Políticas Públicas em Educação, v.16, p , Gestão da escola pública: análise de uma proposta de intervenção. Revista Cadernos de Pesquisa. São Paulo: Fundação Carlos Chagas. Campinas: Autores Associados, v. 37, p , 2007.

10 . Aspectos organizacionais e dinâmicos na gestão da escola pública: dilemas e conflitos. Revista Brasileira de Política e Administração da Educação., v.24, p , PLACCO, V. M. N. de et al O coordenador pedagógico (CP) e a formação de professores: intenções, tensões e contradições.in: FUNDAÇÃO VICTOR CIVITA (org.). Estudos & Pesquisas Educacionais. São Paulo: Fundação Victor Civita, 2010, v. 1, p UNESCO / MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA. Gestão da escola fundamental. Versão brasileira adaptada. São Paulo: Cortez; Paris: Unesco, Laboratório de Pesquisa Aplicada I Nível: Mestrado Profissional Obrigatória: SIM Ementa: Apresenta noções e princípios que estruturam a pesquisa aplicada, assim como diferentes abordagens, modalidades e procedimentos de pesquisa. Discute o contexto educacional e a experiência profissional dos alunos visando identificar aspectos significativos que contribuam para a definição de um objeto de investigação e para a elaboração do projeto de pesquisa. Mapeia interesses e problemas trazidos pelos alunos à luz de suas trajetórias profissionais. Pretende-se organizar e socializar experiências vivenciadas pelos profissionais de educação, em banco de dados. BOGDAN, Robert; BIKLEN, Sari. Investigação qualitativa em Educação. Porto: Porto Editora, CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede. São Paulo: Paz e Terra, CRESWELL, J. W. Investigação qualitativa e projeto de pesquisa. Porto Alegre: Penso, LAPASSADE, Georges. As microssociologias. Brasília: Liber Livros, DAMÁSIO, M.J. Tecnologia e educação - as tecnologias da informação e da comunicação e o processo educativo. Lisboa: Ed. Vega, FREITAS, M. T. de A. Cibercultura e formação de professores. Belo Horizonte: Autêntica Editora, KINCHELOE, J.L e BERRY, K.S. Pesquisa em educação: conceituando a bricolagem. Porto Alegre: Artmed, 2007 LAVILLE, C; DIONNE, J. A construção do saber: manual de metodologia da pesquisa. Porto Alegre: ARTMED; Belo Horizonte:UFMG, MINAYO, M. C. de S. (Org.). Pesquisa social: teoria, método e criatividade. 25. ed. Petrópolis: Vozes, SANTAELLA, L.; LEMOS, R. Redes sociais digitais. São Paulo: Paulus, STAKE, Robert. Pesquisa qualitativa estudando como as coisas funcionam. Porto Alegre: Penso, 2011 pg STRECK, D. R. e BRANDÃO, C. R. (Org.). Pesquisa participante: o saber da partilha. São Paulo: Idéias & Letras, Laboratório de Pesquisa Aplicada II Práticas Pedagógicas Nível: Mestrado Profissional Obrigatória: SIM

11 Ementa: Aprofunda a discussão sobre diferentes abordagens, modalidades e procedimentos de pesquisa, com vistas a fundamentar os temas e problemas presentes nos projetos dos alunos. Estrutura e sistematiza trocas de experiências entre os mestrandos, sobretudo no que se refere à elaboração de projetos pedagógicos, às práticas pedagógicas escolares, às relações entre equipes de direção, professores, alunos, pais e comunidade. Propõe a interação com as demandas da comunidade educacional da região onde o Programa se insere e estimula parcerias acadêmicas com os atores educacionais do entorno. ANDRÉ, M. E. D. A. Estudo de caso e avaliação educacional. Brasília: Liber Livro, BARBIER, R. A pesquisa-ação. Brasília: Liber Livro, BAUER, M. e GASKELL, G. P. Pesquisa qualitativa com contexto, imagem e som. Petrópolis: Vozes, BECKER, Howard. Segredos e truques da pesquisa. Rio de Janeiro: Zahar, 2007 DEMO, P. Pesquisa participante; saber pensar e intervir junto. Brasília: Liber Livro, FRANCO, M.L.B. Análise do Conteúdo. Brasília: Plano, IBIAPINA, I.M.L.de M. Pesquisa colaborativa: investigação, formação e produção de conhecimento. Brasília: Liber Livro, MARTINS, Ângela Maria. Estudos em Políticas Educacionais: uma discussão metodológica. In: MARTINS, Ângela Maria, WERLE, Flávia Obino Corrêa (orgs.). Políticas Educacionais: elementos para reflexão. Porto Alegre: Capes/Redes editora,2010, p SZYMANSKI, H (org.) A entrevista em educação: a prática reflexiva. Brasília: Liber Livro, THIOLLENT, Michel. Metodologia da Pesquisa-Ação. São Paulo: Cortez Editora, 1986 VIANA, H. M. Pesquisa em educação: a observação. Brasília: Liber Livro, ZAGO, Nadir, CARVALHO, Marília Pinto, VILELA, Rita Amélia (orgs.). Itinerários de pesquisa - perspectivas qualitativas emsociologia da Educação. Rio de Janeiro: DP&A, Laboratório de Pesquisa Aplicada II - Práticas de gestão Obrigatória: SIM Ementa: Aprofunda a discussão sobre diferentes abordagens, modalidades e procedimentos de pesquisa, com vistas a fundamentar os temas e problemas presentes nos projetos dos alunos. Estrutura e sistematiza trocas de experiências entre os mestrandos, sobretudo no que se refere às práticas de gestão frente às demandas que recaem sobre as instituições educacionais, com ênfase nos programas de governo e nos instrumentos de apoio à gestão administrativa e financeira das organizações escolares. Propõe a interação com as demandas da comunidade educacional da região onde o Programa se insere e estimula parcerias acadêmicas com os atores educacionais do entorno. ANDRÉ, M. E. D. A. Estudo de caso e avaliação educacional. Brasília: Liber Livro, BARBIER, R. A pesquisa-ação. Brasília: Liber Livro, 2002.

12 BAUER, M. e GASKELL, G. P. Pesquisa qualitativa com contexto, imagem e som. Petrópolis: Vozes, BECKER, Howard. Segredos e truques da pesquisa. Rio de Janeiro: Zahar, 2007 DEMO, P. Pesquisa participante; saber pensar e intervir junto. Brasília: Liber Livro, FRANCO, M.L.B. Análise do Conteúdo. Brasília: Plano, IBIAPINA, I.M.L.de M. Pesquisa colaborativa: investigação, formação e produção de conhecimento. Brasília: Liber Livro, MARTINS, Ângela Maria. Estudos em Políticas Educacionais: uma discussão metodológica. In: MARTINS, Ângela Maria; WERLE, Flávia Obino Corrêa (orgs.). Políticas Educacionais: elementos para reflexão. Porto Alegre: Capes/Redes editora, 2010, p OZGA, Jenny. Investigação sobre políticas educacionais terreno de contestação. Porto: Porto Editorial, SZYMANSKI, H (org.) A entrevista em educação: a prática reflexiva. Brasília: Liber Livro, THIOLLENT, Michel. Metodologia da Pesquisa-Ação. São Paulo: Cortez Editora, 1986 VIANA, H. M. Pesquisa em educação: a observação. Brasília: Liber Livro, ZAGO, Nadir, CARVALHO, Marília Pinto, VILELA, Rita Amélia (orgs.). Itinerários de pesquisa - perspectivas qualitativas em Sociologia da Educação. Rio de Janeiro: DP&A, A escola como cenário de trocas simbólicas Obrigatória: NÃO Ementa: Analisa a escola como cenário de trocas simbólicas entre diferentes grupos que nela atuam; apresenta atividades de intervenção como meio de subsidiar o trabalho em grupo no espaço escolar, com vistas a aprimorar a gestão escolar. ALMEIDA, Júlio Gomes (1998). O cenário das trocas: um encontro com os rumores da paixão. São Paulo. 167p. Dissertação (Mestrado) Faculdade de Educação, Universidade de São Paulo. ALMEIDA, Julio Gomes (2011) Intervenção na escola: a comunidade como sujeito da mudança Revista de CIÊNCIAS da EDUCAÇÃO - UNISAL - Americana/SP - Ano XIII - Nº 24-1º Semestre/2011 ANZIEU, Didier (1993). O grupo e o inconsciente: o imaginário grupal. Trad. Anette Fuks e Hélio Gurovitz. 2.ed. São Paulo: Casa do Psicólogo. BION, W. R (1975). Experiências com grupos: os fundamentos da psicoterapia de grupo. Trad. Walderedo Ismael de Oliveira. 2.ed. Rio de Janeiro: Imago; São Paulo: EDUSP. CHAVES, Iduina MontAlverne (2000). Vestida de azul e branco como manda a tradição: cultura e ritualização na escola. Rio de Janeiro: Quartec; Niterói: Intertexto. MAFFESOLI, Michel (1984). A conquista do presente. Trad. Márcia C. de Sá Cavalcante. Rio de Janeiro: Rocco. SANDER, Benno (1984). Consenso e conflito: perspectivas analíticas na pedagogia e na administração da educação. São Paulo: Pioneira; Niterói, RJ: UFF. SUANO, Helenir (1994). Cultura e imaginário sócio-organizacional: um estudo sócioantropológico do universo de uma organização educativa. São Paulo. 747p. Tese (Doutoramento) Faculdade de Educação, Universidade de São Paulo.

13 Avaliação institucional: conceitos e procedimentos Obrigatória: NÃO Ementa: Serão analisadas as atuais tendências e abordagens da avaliação institucional. Considera parâmetros, critérios, indicadores e práticas de avaliação institucional, com foco nos elementos que a compõem: a avaliação de cursos; a avaliação de programas e de componentes curriculares; a avaliação de desempenho de alunos; a avaliação do corpo docente; avaliação das condições de infraestrutura e operacionais e da produtividade institucional; avaliação do gerenciamento institucional; autoavaliação e avaliação externa. ACOSTA, S. F., MARCONDES, A., SOUSA, C. P., FELDMANN M. G. (2008) Auto- Avaliação Institucional: a legitimação como pressuposto para o encaminhamento de tomada de decisões In: XIV ENDIPE - Trajetórias e Processos de Ensinar e Aprender: lugares, memórias e culturas, Trajetórias e Processos de Ensinar e Aprender: lugares, memória e culturas. Porto Alegre: Naxus Soluções em TI ACOSTA, S. F., MARCONDES, A., SOUSA, C. P.,(2007) Auto-Avaliação Institucional: uma discussão em processo In: III Reunião da ABAVE: Contribuição das Avaliações para a qualidade do ensino básico e superior, 2007, Belo Horizonte.III Reunião da ABAVE: contribuição das avaliações para a qualidade do ensino básico e superior., AFONSO, A. J.(2000) Avaliação educacional: regulação e emancipação: para uma sociologia das políticas avaliativas contemporânea. São Paulo: Cortez. DIAS SOBRINHO, José. (1998) Funcionamento e modos sociais da avaliação institucional. Avaliação: Revista da Rede de Avaliação Institucional da Educação Superior - RAIES. Campinas, v.3, n.2, jun, p A implantação de práticas avaliativas em instituições educacionais e as representações sociais presentes nesse processo. In: LuisPardal,Antonio Martins, Clarilza de Sousa, Angel deldujo, Vera Placco. (Org.). Educação e trabalho: representações, competências e trajectórias. 1 ed. Aveiro: Universidade Aveiro Editora, 2007, v. 01, p (2006) Avaliação de Instituições de Ensino Superior: discutindo a necessidade de diretrizes metodológicas e estratégias de implantação. Estudos em Avaliação Educacional, v. 17. SOUSA, C. P., ACOSTA, S. F., MARCONDES, (2007) A. Auto-Avaliação Institucional da PUC/SP. São Paulo : EDUC, v.1. GOËRGEN, Pedro. A. (1996). Avaliação como prática emancipatória: subsídios para uma teoria da avaliação institucional. Revista do Programa de Estudos Pós-Graduados - Psicologia da Educação. São Paulo - PUC. n. 2, jun, p MARCONDES, Anamérica P. (2004) Avaliação Institucional do ensino superior: uma análise psicossocial. Tese (Doutorado em Psicologia da Educação)- Programa de Estudos Pós-Graduados em Educação: Psicologia da Educação, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo. TEDESCO, Juan Carlos (2004). Igualdad de oportunidades y política educativa. Cadernos de Pesquisa, São Paulo, v.34, n. 123, p , set./dez.

14 Avaliação e gestão da (na) educação básica Obrigatória: NÃO Ementa: Apresenta e discute as principais diretrizes e medidas no campo da avaliação educacional no Brasil, nas últimas décadas, com ênfase nas avaliações externas e da aprendizagem. Problematiza as questões que envolvem a avaliação como instrumento de gestão, propondo atividades de planejamento e intervenção para (re) organização de processos pedagógicos e avaliativos em instituições educacionais. Bibliografia ABRUCIO, Luiz Fernando. Gestão escolar e qualidade da educação: um estudo sobre dez escolas paulistas. In: FUNDAÇÃO VICTOR CIVITA (org.). Estudos & Pesquisas Educacionais. São Paulo: Fundação Victor Civita, 2010, v. 1, p AFONSO, Almerindo Janela. Avaliação educacional: regulação e emancipação: para uma sociologia das políticas avaliativas contemporânea. São Paulo: Cortez, BAUER, Adriana; GATTI, Bernadete A.; TAVARES, Marialva R. (orgs.) Ciclo de Debates Vinte e cinco anos de avaliação de sistemas educacionais no Brasil origem e pressupostos. Volume 1, Florianópolis: Insular, BAUER, Adriana; GATTI, Bernadete A. (orgs.) Ciclo de Debates Vinte e cinco anos de avaliação de sistemas educacionais no Brasil implicações nas redes de ensino, no currículo e na formação de professores. Volume 2, Florianópolis: Insular, COELHO, Maria Inês de Matos. Vinte anos de avaliação da educação básica no Brasil: aprendizagens e desafios. Ensaio: Avaliação e Políticas Públicas em Educação, Rio de Janeiro, DEPRESBITERIS, Léa. TAVARES, Marialva R. Diversificar é preciso... instrumentos e técnicas de avaliação da aprendizagem. São Paulo: Senac, MACHADO, Cristiane. Avaliação externa e gestão escolar: reflexões sobre o uso dos resultados. São Paulo, v. 5, n. 1, p , jan./jun RAPHAEL, Hélia Sonia. Avaliação: questão técnica ou política. Estudos em avaliação educacional, n. 12, p , SOUSA, Clarilza Prado de. Dimensões da avaliação educacional. Estudos em Avaliação Educacional, São Paulo, n. 22, dez Os efeitos das políticas de avaliação da educação superior na gestão institucional Obrigatória: NÃO Ementa: A disciplina tem como proposta discutir os impactos das políticas de avaliação da educação superior na condução da gestão institucional. Examina os instrumentos de avaliação utilizados pelo INEP, buscando compreender os indicadores que informam a concepção de qualidade que permeia as práticas de avaliação institucional e analisa as possíveis respostas institucionais. AFONSO, Almerindo Janela. Estado, mercado, comunidade e avaliação: esboço para uma rearticulação crítica. Educação & Sociedade, Campinas, a. 20, n. 69, p ,

15 dez Reforma do Estado e políticas educacionais: entre a crise do estado-nação e a emergência da regulação supranacional. Educação & Sociedade, Campinas, a. 22, n. 75, ago Estado, globalização e políticas educacionais: elementos para uma agenda de investigação. Revista Brasileira de Educação, Rio de Janeiro: ANPEd; Campinas: Autores Associados, n. 22, p , jan./abr Para uma conceptualização alternativa de accountability em educação. Educação & Sociedade, Campinas: CEDES, v. 33, n. 119, p , abr./jun Mudanças no Estado-avaliador: comparativismo internacional e teoria da modernização revisitada. Revista Brasileira de Educação v. 18 n. 53 abr.-jun BALL, Stephen J. Diretrizes Políticas Globais e Relações Políticas Locais em Educação. Currículo sem Fronteiras, v. 1, n. 2, pp , jul./dez Performatividade, privatização e o pós-estado do bem-estar. Educação & Sociedade, Campinas, v. 25, n. 89, p , set./dez BARREYRO, Gladys Beatriz. De exames, rankings e mídia. Avaliação, Campinas; Sorocaba, v. 13, n. 3, nov ; ROTHEN, José Carlos. SINAES contraditórios: considerações sobre a elaboração e implantação do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior. Avaliação, Campinas; Sorocaba, v. 27, n. 96, out., Para uma história da avaliação da educação superior brasileira: análise dos documentos do PARU, CNRES, GERES e PAIUB. Avaliação, Campinas; Sorocaba, v.13, n.1, mar BONAMINO, Alicia; SOUSA, Sandra Zákia. Três gerações de avaliação da educação básica no Brasil: interfaces com o currículo da/na escola. Educação e Pesquisa, São Paulo, v. 38, n. 2, abr./jun BRASIL. Lei Federal nº , de 20 de dezembro de Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Brasília, DF: Congresso Nacional, Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l4024.htm>. Acesso em: 01 nov Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, DF: Congresso Nacional, Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/ constituicao.htm>. Acesso em: 01 nov Lei Federal nº , de 24 de novembro de Altera dispositivos da Lei n. 4024, de 20 de dezembro de 1961, e dá outras providências. Brasília, DF: Congresso Nacional, Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/ l9131.htm>. Acesso em: 01 nov Decreto Federal nº , de 10 de outubro de Estabelece procedimentos para o processo e avaliação dos cursos e instituições de ensino superior. Brasília, DF: Congresso Nacional, 1996a. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/antigos/d2026.htm>. Acesso em: 03 nov Lei n , de 20 de dezembro de Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Brasília, DF: Congresso Nacional, 1996b. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm>. Acesso em: 03 nov Lei Federal nº , de 09 de janeiro de Aprova o Plano Nacional de Educação e dá outras providências. Brasília, DF: Congresso Nacional, 2001a. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/leis_2001/l10172.htm>. Acesso em: 07 nov Lei Federal nº , de 14 de abril de Institui o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior SINAES e dá outras providências. Brasília, DF:

16 Congresso Nacional, 2004a. Disponível em: <https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato /2004/lei/l htm>. Acesso em 18 nov Ministério da Educação e do Desporto. Portaria Normativa nº 40, de 12 de dezembro de Institui o e-mec, sistema eletrônico de fluxo de trabalho e gerenciamento de informações relativas aos processos de regulação da educação superior no sistema federal de educação. Brasília, DF: Gabinete do Ministro, 2007d. Disponível em: <http://www.cmconsultoria.com.br/imagens/diretorios/diretorio14/arquivo1005.pdf>. Acesso em: 14 jan Ministério da Educação e do Desporto. Portaria Normativa nº 12, de 05 de setembro de Institui o Índice Geral de Cursos da Instituição de Educação Superior (IGC). Brasília, DF: Gabinete do Ministro, 2008e. Disponível em: <http://www.cmconsultoria.com.br/imagens/diretorios/diretorio14/arquivo1313.pdf>. Acesso em: 12 jan Ministério da Educação e do Desporto. Portaria Normativa nº 40, de 12 de dezembro de 2007, Consolidada em 28 de dezembro de Altera dispositivos da Portaria Normativa nº 40, de 12 de dezembro de 2007, que Institui o e-mec, sistema eletrônico de fluxo de trabalho e gerenciamento de informações relativas aos processos de regulação, avaliação e supervisão da educação superior no sistema federal de educação, e o Cadastro e-mec de Instituições e Cursos Superiores e consolida disposições sobre indicadores de qualidade, banco de avaliadores (Basis) e o Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (ENADE) e outras disposições. Brasília, DF, Diário Oficial da União, n. 249, 29 dez. 2010, Seção 1, p , 2010e.. Ministério da Educação. Qualidade da Educação Superior. 2010g. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&task=doc_download&gid=4 316.>. Acesso em: 18 dez CALDERÓN, Adolfo Ignacio; POLTRONIERI, Heloisa; BORGES, Regilson Maciel. Os rankings na educação superior brasileira: políticas de Governo ou de Estado? Revista Ensaio, Rio de Janeiro, v. 19, n. 73, outubro/dezembro, CONAES - Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior. Diretrizes para avaliação externa de instituições de educação superior. Brasília, DF: Conaes, Mimeografado. DIAS SOBRINHO, José. Avaliação institucional, instrumento de qualidade educativa. A experiência da UNICAMP. In: BALZAN, Newton César; DIAS SOBRINHO, José (Orgs.). Avaliação Institucional: teoria e experiências. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2000, p Qualidade, avaliação: do SINAES a índices. Revista de Avaliação da Educação Superior, Campinas: 2008, v. 13, n. 3, p , nov. 2008a.. Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Superior SINAES. In: PEREIRA, Antonio Jorge da Silva et al (Orgs.) Direito educacional brasileiro: aspectos práticos e jurídicos. São Paulo: Quartier Latin, 2008b. p Avaliação e Transformações da Educação Superior Brasileira ( ): Do provão ao SINAES. Avaliação, Campinas; Sorocaba, v. 15, n. 1, p , março, PREEDY, Margaret et al. Gestão em educação: estratégias, qualidade e recursos. Tradução por Gisele Klein. Porto Alegre: Artmed, REAL, Giselle Cristina Martins. A qualidade revelada na educação superior: impactos da política de avaliação no Brasil. Tese (Doutorado) Universidade de São

17 Paulo, São Paulo, WHORTEN, Blaine R.; SANDERS, James R.; FITZPATRICK, Jody L. Tradução de Dinah de Abreu Azevedo. Avaliação de Programas: concepções e práticas. São Paulo: Editora Gente, Educação Estética: caminhos para trabalhar em grupo no espaço escolar Obrigatória: NÃO Ementa: Tem como foco explicitar metodologias de trabalho em grupo no espaço escolar, com vistas a favorecer a tessitura de uma narrativa coletiva, a partir de narrativas individuais. Propõe a discussão metodológica da colcha de retalhos como recurso para que os (as) alunos (as) narrem suas trajetórias individuais e profissionais. Considera as emoções como uma questão epistemológica nos processos formativos dos grupos e de construção de identidade profissional do gestor. ADORNO, Theodor. Teoria Estética. Lisboa/Portugal: Edições 70, Educação e emancipação. 2 ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, AMORIM-NETO, Roque do Carmo e BERKENBROCK-ROSITO, Margaréte May. Ética e Moral na Educação. Rio de Janeiro,Editora Wak, 2009 BERKENBROCK ROSITO, Margaréte May. Ser professor: entre a ética e a estética. In: BERKENBROCK ROSITO, Margaréte May; MORENO, Leda Virgínia Alves. O sujeito na educação e saúde. São Paulo: Centro Universitário São Camilo: Edições Loyola, FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia:saberes necessários à prática educativa. São Paulo, Cortez, 1996 JOSSO, Marie-Christine. Experiências de vida e formação. São Paulo: Cortez, LAPASSADE, Georges. Grupos, Organizações e Instituições. Rio de Janeiro: Francisco Alves, MOSCOVICI, Fela. Equipes dão certo: a multiplicação do talento humano. 13 ed. Rio de Janeiro: José Olyimpio, PERISSÊ, Gabriel. Estética e Educação. Belo Horizonte, Editora Autêntica, 2009 SCHILLER, A Educação estética do Homem. São Paulo:Editora Iluminuras Ltda, 2002 Gestão escolar e demandas sociais contemporâneas Obrigatória: NÃO Ementa: Discute a educação e o papel social das instituições educacionais no mundo contemporâneo. Examina relações da gestão escolar com as demandas emergentes no mundo contemporâneo: as novas configurações familiares; os conflitos sociais, a violência, a indisciplina, e seu rebatimento nas instituições de educação. Discute o direito às diferenças: as opções sexuais; a tolerância; os preconceitos. AQUINO, Julio Groppa. Indisciplina na escola: alternativas teóricas e práticas. São Paulo: Summus, CASTEL, Robert. A insegurança social. O que é ser protegido? Petrópolis: Vozes, 2005.

18 CECCON, Claudia et al. Conflitos na escola: modos de transformação: dicas para refletir e exemplos de como lidar. São Paulo:CECIP: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, CHRISPINO, Álvaro; CHRISPINO, Raquel S. P. Políticas educacionais de redução da violência: mediação do conflito escolar. São Paulo: Biruta, COCCO, Giuseppe. Trabalho e cidadania: produção e direitos na crise do capitalismo global. São Paulo: Cortez, DAMATTA, Roberto. O que faz o Brasil, Brasil? Rio de Janeiro: Rocco, ENGUITA, Mariano Fernández. Educação e transformação social. Lisboa: edições Pedago, GOMES, Roberto Alves. O SISTEMA DE PROTEÇÃO ESCOLAR NA REDE ESTADUAL DE ENSINO DE SÃO PAULO: ANÁLISE DE SUA NORMATIZAÇÃO. São Paulo: Universidade Cidade de São Paulo. Mestrado em Educação (dissert.). 2013, 198 pg. MARTINS, AM. A constituição de trajetórias profissionais: possíveis contribuições ao debate sobre o trabalho docente. Revista Iberoamericana de Educación (Online)., v.46, p.1-13, MEIRIEU, P. O cotidiano da escola e da sala de aula o fazer e o compreender. Porto Alegre: ArtMed, SPENGLER, Fabiana Marion; LUCAS, Doglas Cesar (Org.). Justiça Restaurativa e mediação: políticas no tratamento dos conflitos sociais. Ijuí, RS: Unijuí, TORRES, C. A. Sociologia Política da Educação. São Paulo: Cortez, Gestão escolar e interdependência competitiva entre escolas em territórios vulneráveis Obrigatória: NÃO Ementa: Discute características e desafios da gestão escolar em territórios vulneráveis, abordando o conceito de vulnerabilidade social. Relaciona os desafios da gestão escolar à questão da interdependência competitiva entre escolas, expondo a interface entre seus principais conteúdos - seleção ou evitamento de alunos, rotatividade de professores e reputação das escolas e como essa situação pode interferir na qualidade das oportunidades educacionais de um território. Situa essa problemática na complexidade do objetivo de garantia do direito de todos à educação básica quando esse objetivo encontra-se pautado pelo princípio de justiça como equidade. ALVES, L.; BATISTA, A. A. G.; RIBEIRO, V. M.; ERNICA, M. Seleção velada em escolas públicas: práticas, processos e princípios geradores. Educação e Pesquisa, v. 41, n. 1, p , jan./mar ALVES, L. et al. Desigualdades socioespaciais e concorrência entre professores por escolas. In: Reunião Nacional da ANPEd, 36ª, 29 de setembro a 02 de outubro de 2013, Goiânia. Disponível em: <http://36reuniao.anped.org.br/pdfs_trabalhos_aprovados/gt14_trabalhos_pdfs/gt14_31 99_texto.pdf>. Acesso em: 01/03/2014. BATISTA, A. A. G.; CARVALHO-SILVA, H. H. Família, Escola, Território Vulnerável. São Paulo: Cenpec, Disponível: < %20Vulnerável.pdf>. Acesso em: 01/12/2014.

19 COSTA, M.; KOSLINSKI, M. Quase-mercado oculto: disputa por escolas comuns no Rio de Janeiro. Cadernos de Pesquisa, São Paulo, v. 41, n. 142, jan./abr., p , COSTA, M.; KOSLINSKI, M. C. Escolha, estratégia e competição por escolas públicas. Pro-Posições, v. 23, n. 2, pp , maio/ago DUBET, F.. O que é uma escola justa?: a escola das oportunidades. São Paulo: Cortez, ÉRNICA, M.; BATISTA, A. A. G. A escola, a metrópole e a vizinhança vulnerável. Cadernos de Pesquisa, v. 42, n. 146, pp , maio/ago KAZTMAN, R. Seducidos y abandonados: el aislamiento social de los pobres urbanos. Revista de la Cepal, n.75, pp , dez RESENDE, T. F. et al. Escolha do estabelecimento de ensino e perfis familiares: uma faceta a mais das desigualdades escolares. Educação e Sociedade, v. 32, n. 117, pp , out.-dez RIBEIRO, V. M. Que princípio de justiça para a Educação Básica?. Cadernos de Pesquisa, n. v. 44, n. 154, Acesso em: TORRES, H. da G. et al. Educação na Periferia de São Paulo: ou como pensar as desigualdades educacionais? In: A Cidade contra a Escola: segregação urbana e desigualdades educacionais em grandes cidades da América Latina. Rio de Janeiro: Letra Capital, FAPERJ, IPPES, VAN ZANTEN, A. Efeitos da concorrência sobre a atividade dos estabelecimentos escolares. Cadernos de Pesquisa, v. 35, n.126, pp , set./dez Formatado: Espanhol (internacional) Narrativas como prática de pesquisa Obrigatória: NÃO Ementa: A disciplina lança mão da perspectiva metodológica de narrativas para promover uma reflexão sobre a formação de profissionais da educação, assumida como contribuição capaz de instigar um trabalho pessoal dos sujeitos sobre suas trajetórias, com vistas à produção de saberes que permitem ultrapassar desafios impostos pela prática, mediante uma (re) invenção pessoal. ALHEIT, Peter; DAUSIEN, B. Processo de formação e aprendizagem ao longo da vida. Educação e Pesquisa, São Paulo, v.32, n.1, p , jan./abr ABRAHÃO, M.H.M.B. (Orgs.). A aventura autobiográfica: teoria e empiria. Porto Alegre: EDIPUCRS, BOUTINET, J-P. A imaturidade da vida adulta. Porto: Rés, s/d DELORY-MOMBERGER, C. Biografia e Educação. São Paulo: Paulus, Natal: EDUFRN, PASSEGGI, M.C. (Org.) Tendências da pesquisa (auto)biográfica. São Paulo:Paulus, Natal: EDUFRN, DELORY-MOMBERGER, C. Histórias de vida: da invenção de si ao projeto de formação. Natal: EDUFRN, FURLANETTO, E.C. Como nasce um professor: uma reflexão sobre o processo de individuação e formação, 4ª ed. São Paulo:Paulus, FURLANETTO, E.C. Tomar a palavra: uma possibilidade de formação. São Paulo, v.2, n.2, p , ago/dez, 2009.

20 LARROSA BONDÍA, J. Notas sobre a experiência e o saber da experiência. Revista Brasileira de Educação, n. 19, p , jan./abr PINEAUX, G. Temporalidade e formação: rumo a novos sincronizadores. São Paulo: Trion, PINEAU, G., LE GRAND, J-L. As Histórias de vida. Natal: EDUFRN, BERTAUX, D. Narrativas de vida: a pesquisa e seus métodos. Natal: EDUFRN; São Paulo: Paulus, JOSSO, Marie-Christine. Experiência de vida e formação. Natal: EDUFRN; São Paulo: Paulus, NÓVOA, Antonio; FINGER, Mathias (Org). O método (auto)biográfico e a formação. Natal: EDUFRN; São Paulo: Paulus, MORAES, D.Z. ; LUGLI, R.S.G. Docência, pesquisa e aprendizagem: (Auto)biografias como espaço de formação/investigação, São Paulo: Cultura Acadêmica, SILVA, V.L. da ; CUNHA, J.L. da, (Orgs) Práticas de formação, memória e pesquisa (auto)biográfica, São Paulo: Cultura Acadêmica, Políticas Públicas de Educação e Financiamento Obrigatória: NÃO Ementa: Considera gasto público e funções de governo; o financiamento do gasto público (sistema tributário e transferências intergovernamentais no sistema federativo brasileiro); execução orçamentária (normas legais para o acompanhamento do gasto público) e lei de responsabilidade fiscal (diretrizes sobre planejamento, transparência, prestação de contas, controle interno e externo e responsabilização); orçamentos especiais (FUNDEF e FUNDEB); as inovações do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE). ARAÚJO, Raimundo Luiz Silva. Desvendando o perfil dos gastos educacionais dos municípios brasileiros. Educação e Sociedade, vol.33, n.121, dez, p BASSI, Marcos Edgar. Financiamento da educação infantil em seis capitais Brasileiras. Cadernos de Pesquisa, vol.41, n.142, abr, p BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases - LDB - Lei n , de BRASIL. Plano Nacional de Educação - Lei de BRASIL. Emenda Constitucional n. 53 de Institui o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (FUNDEB). BRASIL. Lei n de regulamenta o FUNDEB. GIACOMONI, James. Financiamento público. São Paulo: Atlas, GIAMBIAGI, Fábio; ALEM, Ana Cláudia Duarte. Finanças públicas: teoria e prática no Brasil. 3.ed. Rio de Janeiro: Campus, MATIAS-PEREIRA, José. Manual de gestão pública contemporânea. São Paulo: Atlas, OLIVEIRA, Romualdo Portela. O financiamento da educação. In: OLIVEIRA, Romualdo Portela; ADRIÃO, Tereza (org.). Gestão, financiamento e direito à educação: análise da Constituição Federal e da LDB. São Paulo: Xamã, p

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