Tuberculose óssea na coluna vertebral: aspectos clínicos e cirúrgicos Vertebral tuberculosis of the spine: clinical aspects and surgery

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Tuberculose óssea na coluna vertebral: aspectos clínicos e cirúrgicos Vertebral tuberculosis of the spine: clinical aspects and surgery"

Transcrição

1 ARTIGO ORIGINAL / ORIGINAL ARTICLE 75 Tuberculose óssea na coluna vertebral: aspectos clínicos e cirúrgicos Vertebral tuberculosis of the spine: clinical aspects and surgery Paulo Satiro de Souza 1 Eduardo Barros Puertas 2 arcelo Wajchenberg 1 Valdeci anoel de Oliveira 3 Carlos Eduardo Algaves Sousa Oliveira 4 Carlos C. D Orto 5 Correspondência Departamento de Ortopedia e Traumatologia da Universidade ederal de São Paulo UNIESP/EP RESUO oi realizado estudo retrospectivo de 23 pacientes com diagnóstico clínico, radiológico e laboratorial de tuberculose óssea na coluna vertebral. Os pacientes foram acompanhados em ambulatório no período de fevereiro de 1982 a agosto de O objetivo do trabalho é estudar as indicações cirúrgicas na evolução da doença e os seus resultados, estes avaliados pela escala de função neurológica de rankel. Dos 23 pacientes estudados, nove (39%) foram submetidos à cirurgia. Sob esses dados, observamos a necessidade da indicação cirúrgica para os pacientes que apresentavam abscesso paravertebral, déficit neurológico e acentuado grau de cifose. oi observada melhora do quadro neurológico em seis pacientes (66,6%). DESCRITORES: tuberculose da coluna vertebral, doenças da coluna vertebral, vértebras cervicais ABSTRACT This is a retrospective study of twenty-three patients were evaluated with clinical, radiological and laboratorial diagnosis of tuberculosis in the spine. The patients were accompanied from ebruary 1982 to August We evaluated the surgical indications and results according rankel s scale. Out of twenty-three patients accompanied, nine (39%) were submitted to the surgery. The surgical indication was paravertebral abscess, neurological deficit and accentuated kyphosis. We reported neurological improvement in six patients (66,6%). KEYWORDS: tuberculosis, spinal, spinal diseases, cervical vertebrae INTRODUÇÃO A tuberculose tem-se mostrado um agente constante na evolução humana. Esta doença se caracteriza por uma infecção crônica de distribuição mundial, causada pelo. tuberculosis ( bacilo de Koch ) e afeta, em geral, os pulmões, mas pode atingir outros órgãos do corpo, como os rins, o trato gastrointestinal e os ossos. ediante aos quadros crescentes de novas infecções, ela tem-se mantido em destaque no cenário mundial. Nota-se maior prevalência nos países subdesenvolvidos, pois a tuberculose e o baixo índice socioeconômico caminham lado a lado. A incidência da tuberculose também tem sido mantida pelas doenças de imunossupressão, como o HIV. Este fator faz com que a infecção permaneça ainda presente nos países mais desenvolvidos 1. Além disto, a existência das for- 1 édicos Assistentes do grupo de Coluna Vertebral do Departamento de Ortopedia e Traumatologia da UNIESP/EP; 2 Professor livre docente e Chefe do grupo de Coluna Vertebral do Departamento de Ortopedia e Traumatologia da UNIESP/EP; 3 estre em Ortopedia e Traumatologia pelo Departamento de Ortopedia e Traumatologia da UNIESP/EP e Professor substituto da aculdade de edicina da UJ/ G; 4 estre em Ortopedia e Traumatologia pelo Departamento de Ortopedia e Traumatologia da UNIESP/EP. Responsável pelo grupo de Coluna do Serviço de Ortopedia e Traumatologia do Hospital do Servidor Público do Estado de São Paulo; 5 édico ortopedista 75

2 76 Souza, PS et al mas resistentes do bacilo tem auxiliado na manutenção da sua incidência 2. Segundo a Organização undial de Saúde (OS), a cada ano ocorrem oito milhões de novos casos, com aproximadamente 20 milhões de casos de infecção no mundo, sendo 1,7 bilhões de infectados no terceiro mundo. Alguns dos locais mais acometidos são a Ásia, alguns países da África Central e Oriental e América do Sul 2. A tuberculose óssea tem acompanhado os padrões desta expansão infecciosa e seu manuseio mantém certa discussão. Percival Pott (Puertas et al.) 3 descreveu, no século 18, a lesão óssea associada ao déficit neurológico e o tratamento cirúrgico da paraplegia por meio da drenagem do abscesso. Em 1900, enard realizou a costotransversectomia para a drenagem do abscesso, na tentativa de resolver o problema causado pela doença e, em 1911, Albee introduziu a artrodese vertebral 4. Estudos realizados na Ásia mostram, atualmente, a incidência elevada de cirurgia no tratamento da tuberculose esquelética 2. Com o desenvolvimento dos fármacos, surgiram novas drogas antituberculose, o que motivou a controvérsia sobre a abordagem cirúrgica. Sob estes aspectos, discutiremos a indicação da intervenção cirúrgica na coluna vertebral. ATERIAL E ÉTODOS Estudamos, retrospectivamente, 23 pacientes (Tabela 1), sendo 11 (47,83%) do sexo masculino e 12 (52,17%) do sexo feminino, no ambulatório de Ortopedia da UNIESP/EP, com diagnóstico de tuberculose óssea estabelecida por mé- Tabela 1- Pacientes com tuberculose óssea esquelética N o. Paciente Idade Sexo Vértebra Tratamento 1 V.B.C. 30 T11 Quimeoterápico 2 J.S.. 41 T9 Quimeoterápico 3 J..J. 32 T10-T11 Cirúrgico 4 G L1 Quimeoterápico 5.G.J. 31 T10-L3 Quimeoterápico 6 S.. 4 L5-S1 Quimeoterápico 7 A..C. 8 L4-L5 Quimeoterápico 8 L.R. 6 T9 Quimeoterápico 9 S.S.C. 27 T9 Quimeoterápico 10 S.B.S.. 3 C7 Quimeoterápico 11 J.S.A 34 L2-L3 Quimeoterápico 12 A A 60 T11-T12 Quimeoterápico 13.G.C 33 T6-T7, T11 Cirúrgico 14 P.S..B 6 T11 Quimeoterápico 15.B. 10 T12 Quimeoterápico 16 J.D. 54 T1-T2 Cirúrgico 17 R.S.N. 18 T4-L3 Quimeoterápico 18 AD.S. 52 T6 Cirúrgico 19 R.C.P. 46 L1 Cirúrgico 20 L 19 L2 Cirúrgico 21.J.S. 33 T12 Cirúrgico 22 S..S. 59 T3 Cirúrgico 23 H.P.A 43 L1 Cirúrgico 76

3 Tuberculose óssea na coluna vertebral 77 todos clínicos e radiológicos, por meio de radiografias simples (igura1), tomografia computadorizada e ressonância magnética (igura 2). Também foram realizados exames laboratoriais como hemograma e VHS. Três pacientes tiveram confirmação de tuberculose óssea na coluna vertebral, somente após a biópsia, que mostrou necrose caseosa. A idade dos pacientes variou de três a 60 anos, com média de idade de 29,09 anos no momento do diagnóstico. O seguimento ambulatorial foi realizado no período de evereiro de 1982 a Agosto de 1998 e variou de seis a 18 meses, com média de 12 meses. Em princípio, os retornos foram feitos de dois em dois meses e, posteriormente, de seis em seis meses, nos pacientes com acompanhamento poliquimioterápico. oi observado o padrão radiológico destes pacientes durante o seguimento terapêutico, levandose em consideração a localização da lesão e a sua evolução. A presença do comprometimento neurológico teve como critério de avaliação a escala de rankel 1, 5. Os pacientes foram discriminados quanto à necessidade de intervenção cirúrgica. Excluímos do nosso trabalho os pacientes que não tiveram seguimento adequado ou abandonaram o tratamento. Nove pacientes (39%) foram tratados cirurgicamente, e o tratamento instituído variou em sua abordagem cirúrgica, sendo cinco por via anterior (55,5%), um por via posterior (11,1%) e três por dupla via, com drenagem anterior e instrumentação posterior (33,3%), tendo sido todos tratados em ambulatório com poliquimioterapia. Os 14 (61%) pacientes restantes foram tratados, exclusivamente, com poliquimioterapia por meio do esquema tríplice (associação de Rifampicina, Isoniazida e Pirazinamida) pelo período de seis a 18 meses, com média de 12 meses, segundo a orientação do Grupo de oléstias Infecciosas e dentro das recomendações da Organização undial da Saúde OS. oram associados, como modalidade coadjuvante, órteses ou coletes gessados, de acordo com a possibilidade econômica dos pacientes, até a obtenção de cura clínica ou radiológica (Gráfico 1). RESULTADOS Avaliamos 23 pacientes com tuberculose óssea na coluna vertebral (Tabela 1) com o objetivo de determinar os critérios para indicação cirúrgica. oi observado que, dos nove pacientes submetidos a procedimento cirúrgico, oito (88,8%) pacientes apresentavam algum tipo de déficit neurológico (igura 3). Os pacientes descritos como números 4 e 7 (Tabela 2) apresentavam quadro infeccioso agudo, discite e psoíte. As alterações neurológicas mais encontradas foram a hipoestesia e a diminuição de força motora dos membros inferiores. O critério de avaliação utilizado foi baseado na escala de rankel 1, 5, na qual a evolução variou da seguinte forma: do grau B para D no paciente 1 (Tabela 3); de grau D para E nos pacientes 2, 3 e 7; do grau C para D no paciente 6; e manteve-se inalterada nos pacientes 4, 5, 8 e 9. Na maior parte dos pacientes, os quadros tiveram início insidioso, sendo encaminhados ao nosso serviço após o surgimento dos sintomas citados acima. Nos casos cirúrgicos relatados, a localização da lesão variou sendo que, em apenas um paciente (paciente 3 - Tabela 2), abordamos a coluna cervical (4,3%) tendo sido realizada a abordagem anterior e a estabilização com cerclagem tipo Rogers pela via posterior. igura 1 Radiografia em perfil do paciente RCP mostrando comprometimento do disco intervertebral L1-L2 e dos respectivos corpos vertebrais igura 2 Imagem sagital, ponderada em T2 do paciente RCP com alteração do disco intervertebral e das vértebras L1-L2 Tipos de tratamento Cirúrgico edicamentoso Gráfico 1 39% tratados cirurgicamente e 61% tratados de modo clínico 77

4 78 Souza, PS et al Tabela 2 - Pacientes com tuberculose esquelética submetidos à cirurgia número registro nome idade sexo diagnóstico quadro inicial conduta A.D.R. 52 Tb em T6 Paralisia dos II com Hipoestesia Descompressão e artrodese VA, Instrumentação VP R.C.P 46 Tb pleural e L1 Acunhamento de L1 com hipoestesia e força otora G4 Drenagem via Anaterior, abscesso paravertebral e colocação de enxerto ilíaco J.D 53 Tb C4 - C5 Cervicobra-quialgia e hipoestesia Descompressão VA e amarria(rógers) L Discite L1 e Psoíte Quadro infeccioso, Tomografia com imagem lítica e abscesso no psoas Drenagem VA de abscesso e biópsia J.S 33 Tb em T12 Paraparesia crural e hipoestesia Descompressão VP biópsia de T S..S 58 Tb em T3 Paraplegia dos II e clônus, cifose torácica Descompressão VA e enxerto fibular. Artrodese via posterior que evoluiu com infeção e estenose de canal H.P.A 43 Tb em L1 Processo expansivo paravertebral e abscesso em psoas, com força motora grau VI Drenagem VA e biópsia J. J. 32 Tb em T10 T11 Hipoestesia L4-L5 Artrodese via Anterior G.C. 33 Tb em T6 T7 T11 Cifose torácica de 34 graus Descompressão e instrumentação VP Com a doença localizada na coluna torácica, foram analisados cinco pacientes (21,7%) (pacientes 1, 5, 6, 8 e 9 - Tabela 2). O paciente de número de ordem 01, que apresentava quadro de paralisia incompleta dos membros inferiores com hipoestesia, apresentou melhora da função motora após a descompressão e a artrodese pela via anterior e instrumentação pela via posterior, realizadas em dois tempos cirúrgicos. O paciente de número de ordem 05, que apresentava paraparesia crural com hipoestesia, manteve-se inalterado após descompressão pela via posterior. No paciente de número de ordem 06, com paraplegia dos membros inferiores, ocorreu melhora do quadro neurológico, porém o mesmo paciente foi a óbito devido à infecção hospitalar secundária à internação. O paciente de número de ordem 08, com sorologia positiva para HIV, que apresentava apenas hipoestesia nos dermátomos L4-L5, teve recuperação completa após a descompressão e a artrodese anterior. Já o paciente de número de ordem 9 foi o único submetido à cirurgia pelo acentuado grau de cifose, com instrumentação via posterior permanecendo sem alterações neurológicas. A coluna lombar estava acometida em três pacientes (13%), nos quais a conduta cirúrgica não variou. Os três pacientes foram submetidos à drenagem via anterior e a artrodese (igura 4). Os pacientes de número de ordem 02 e 07 apresentavam déficit neurológico e obtiveram melhora após a cirurgia. 78

5 Tuberculose óssea na coluna vertebral DISCUSSÃO A tuberculose óssea ainda é vista com freqüência devido ao baixo nível socioeconômico 6 da população e à sua associação com doenças de imunossupressão, como infecção por HIV, diabetes, uso crônico de corticoesteróides e etilismo 1, 2. Temos, ainda, relatos do surgimento de formas resistentes de. tuberculosis, ao tratamento medicamentoso (Rifampicina) 2. Nota-se que devido a estes fatores a incidência da doença vem mantendo-se inclusive nos países desenvolvidos, onde se encontrava até a algum tempo em declínio 1, 7. Segundo a Organização undial de Saúde (OS) a tuberculose permanece como uma das mais freqüentes doenças infecciosas no mundo 2. O diagnóstico da tuberculose pode ser realizado por métodos clínicos, radiológicos e laboratoriais ou acrescidos da biópsia 6, 8, 9. Excluímos do nosso trabalho os pacientes que não tiveram seguimento adequado ou abandonaram o tratamento. Dessa forma, revisamos 23 pacientes com tuberculose confirmada, que foram submetidos a poliquimioterapia, com Rifampicina, Isoniazida e Pirazinamida, pelo período de seis a 18 meses, com média de 12 meses. A conduta terapêutica foi instituída pelo Grupo de oléstias Infecciosas da UNIESP/EP, conforme sugerido pela OS 2. Encontramos na literatura o seguimento clínico mantido por 12 meses, principalmente nos países asiáticos 1, 2,7. Alguns autores ainda têm associado o uso do Etambutol para o tratamento quimioterápico de bacilos resistentes à Rifampicina 2. Em nossa pesquisa bibliográfica, assim como outros autores 1, 2, 6, 10-12, pudemos verificar que a região torácica foi a mais acometida (60,8%). Esse fato pode estar relacionado com a proximidade do foco pulmonar primário 12. A coluna lombar foi o segundo local mais acometido (30,4%). Rajasekaran et al. 12, na África, mostrou a coluna lombar como a mais acometida. O acometimento na coluna cervical é raro encontramos dois pacientes em 23 (8,7%), assim como está relatado na literatura, onde a variação é de 3% a 5% 5, 6. Os casos com acometimento cervical têm evolução mais grave 7. oram nove (39%) os pacientes submetidos à cirurgia, os quais apresentavam alterações neurológicas, cifose intensa ou abscesso. Nossa casuística foi corroborada por outros autores de países em desenvolvimento, que apresentaram porcentagens aproximadas 2, 10, 13. Segundo oon (1997) 2, baseado nos métodos da British edical Research Council, as indicações para cirurgia são: drenagem de abscesso, paraplegia e cifose acentuada. Encontramos todos esses tipos possíveis de evolução para tuberculose esquelética na coluna vertebral em nosso levantamento. A mais prevalente alteração encontrada foi o déficit neurológico, com apresentação de hipoestesia e perda da força motora (30,4%). De acordo com várias séries, sabe-se que o acometimento neurológico na tuberculose esquelética al de Pott varia de 5% a 20% nos países desenvolvidos e de 20% a 41% nos países do terceiro mundo 10, 14. As causas mais comuns de compressão medular durante a evolução do al de Pott são: o abscesso extradural e a deformidade causada pela destruição do corpo vertebral 15. A compressão medular foi estudada por meio de Ressonância agnética (R), pois este exame permite a melhor visualização da destruição do corpo vertebral, o envolvimento do disco e a presença do abscesso paravertebral 8. A importância do uso de exames de imagem seria o diagnóstico precoce para a redução e prevenção das deformida- C4-C5 T3 T10 T11 T12 L1 T6 1 caso 5 casos 3 casos igura 3 Localização da lesão nos pacientes operados Vértebra acometida igura 4 Radiografia em perfil de controle pós-operatório do paciente RCP com utilização de fíbula autóloga para artrodese pela via anterior des espinhais ou lesão neurológica. No entanto, a tomografia tem grande importância, principalmente nos locais onde não há R, e permite a visualização das estruturas ósseas e do canal medular. A abordagem cirúrgica nos casos de tuberculose óssea é controversa 1, 2, 9. artins (oon et al.) 9 relata a cirurgia profilática nos casos de tuberculose vertebral para evitar a evolução com déficit neurológico. Em nosso levantamento, não houve cirurgias profiláticas, assim como na maioria dos relatos de outros autores 1, 2, 9. Acreditamos que a cirurgia profilática não tenha lugar, devido à agressividade da conduta, pela sua precocidade. Obtivemos relatos na literatura de que os pacientes tratados sem cirurgia, em 79 79

COLUNA VERTEBRAL RAUL KRAEMER

COLUNA VERTEBRAL RAUL KRAEMER COLUNA VERTEBRAL RAUL KRAEMER ANATOMIA E RADIOLOGIA SIMPLES RAIOS-X RAIOS-X RAIOS-X Coluna Cervical Indicações: trauma, cervicalgia, incapacidade funcional, tumores... Solicitação: - Raios-X

Leia mais

PROTOCOLO MÉDICO. Assunto: Osteomielite. Especialidade: Infectologia. Autor: Cláudio de Cerqueira Cotrim Neto e Equipe GIPEA

PROTOCOLO MÉDICO. Assunto: Osteomielite. Especialidade: Infectologia. Autor: Cláudio de Cerqueira Cotrim Neto e Equipe GIPEA PROTOCOLO MÉDICO Assunto: Osteomielite Especialidade: Infectologia Autor: Cláudio de Cerqueira Cotrim Neto e Equipe GIPEA Data de Realização: 15/04/2009 Data de Revisão: Data da Última Atualização: 1.

Leia mais

Deformidades da Coluna Vertebral

Deformidades da Coluna Vertebral Análise Radiológica Panorâmica das Deformidades da Coluna Vertebral RADIOLOGIA CONVENCIONAL ANALÓGICA abelardoradio@hotmail.com abelardosouzas@bol.com.br Considerações Históricas Desde 3500 a.c, publicações

Leia mais

TRATAMENTO CONSERVATIVO E CIRÚRGICO DE HÉRNIA DE DISCO (TIPO I) TORACOLOMBAR GRAU V EM CÃO RELATO DE CASO

TRATAMENTO CONSERVATIVO E CIRÚRGICO DE HÉRNIA DE DISCO (TIPO I) TORACOLOMBAR GRAU V EM CÃO RELATO DE CASO 1 TRATAMENTO CONSERVATIVO E CIRÚRGICO DE HÉRNIA DE DISCO (TIPO I) TORACOLOMBAR GRAU V EM CÃO RELATO DE CASO LYS DE BARROS FOGAGNOLI 1, MILTON MIKIO MORISHIN FILHO 2. 1- Graduanda Medicina Veterinária Universidade

Leia mais

Tuberculose espinhal: avaliação de 26 casos Spinal tuberculosis: management of 26 cases

Tuberculose espinhal: avaliação de 26 casos Spinal tuberculosis: management of 26 cases ARTIGO ORIGINAL / ORIGINAL ARTICLE 1 Tuberculose espinhal: avaliação de 26 casos Spinal tuberculosis: management of 26 cases Sérgio Daher 1 André Luiz Passos Cardoso 2 Zeno Augusto de Souza Júnior 2 Wilson

Leia mais

Patologias da coluna vertebral

Patologias da coluna vertebral Disciplina de Traumato-Ortopedia e Reumatologia Patologias da coluna vertebral Prof. Marcelo Bragança dos Reis Introdução Escoliose idiopática Dorso curvo Cervicobraquialgia Lombalgia e lombociatalgia

Leia mais

Data: 23/12/2013. NTRR 261/2013 Solicitante: Drª. Juliana Mendes Pedrosa Juiza de Direito - Itambacuri Numeração: 0327.13.002932-2.

Data: 23/12/2013. NTRR 261/2013 Solicitante: Drª. Juliana Mendes Pedrosa Juiza de Direito - Itambacuri Numeração: 0327.13.002932-2. NTRR 261/2013 Solicitante: Drª. Juliana Mendes Pedrosa Juiza de Direito - Itambacuri Numeração: 0327.13.002932-2. Data: 23/12/2013 Medicamento Material Procedimento x Cobertura TEMA: Artrodese de coluna

Leia mais

FACULDADE CATÓLICA SALESIANA GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM TUBERCULOSE. Profª Ma. Júlia Arêas Garbois VITÓRIA 2015

FACULDADE CATÓLICA SALESIANA GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM TUBERCULOSE. Profª Ma. Júlia Arêas Garbois VITÓRIA 2015 FACULDADE CATÓLICA SALESIANA GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM TUBERCULOSE Profª Ma. Júlia Arêas Garbois VITÓRIA 2015 TUBERCULOSE Doença infecciosa, atinge, principalmente, o pulmão. Éuma doença grave, transmitida

Leia mais

Anatomia da Medula Vertebral

Anatomia da Medula Vertebral Anatomia da Medula Vertebral Anatomia da Vértebra Disco Intervertebral Anatomia da Coluna Vertebral Características Gerais: Corpo Vertebral Foramens Vertebrais: Forame Medular: Medula Vertebral Forames

Leia mais

12º Imagem da Semana: Ressonância Magnética de Coluna

12º Imagem da Semana: Ressonância Magnética de Coluna 12º Imagem da Semana: Ressonância Magnética de Coluna Enunciado Paciente do sexo feminino, 34 anos, G1P1A0, hígida, está no terceiro mês pós-parto vaginal sob analgesia peridural, que transcorreu sem intercorrências.

Leia mais

Mudanças no sistema de tratamento da tuberculose do Brasil Perguntas e respostas freqüentes TRATAMENTO

Mudanças no sistema de tratamento da tuberculose do Brasil Perguntas e respostas freqüentes TRATAMENTO Mudanças no sistema de tratamento da tuberculose do Brasil Perguntas e respostas freqüentes TRATAMENTO 1- O que mudou no tratamento da tuberculose (TB) padronizado no Brasil? A principal mudança consiste

Leia mais

Imagem da Semana: Radiografia, Tomografia Computadorizada

Imagem da Semana: Radiografia, Tomografia Computadorizada Imagem da Semana: Radiografia, Tomografia Computadorizada Imagem 01. Radiografia em perfil da coluna lombossacral Paciente masculino, 45 anos, apresenta dor lombar há 4 meses e limitação dos movimentos

Leia mais

DOENÇAS DA COLUNA CERVICAL

DOENÇAS DA COLUNA CERVICAL Texto de apoio ao curso de Especialização Atividade física adaptada e saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira DOENÇAS DA COLUNA CERVICAL A coluna cervical é o elo flexível entre a plataforma sensorial do crânio

Leia mais

Mal de Pott com lesões cutâneas em paciente HIV-positivo. Pott s Disease with cutaneous lesions in HIV-positive patient.

Mal de Pott com lesões cutâneas em paciente HIV-positivo. Pott s Disease with cutaneous lesions in HIV-positive patient. Relato de Caso Mal de Pott com lesões cutâneas em paciente HIV-positivo. Pott s Disease with cutaneous lesions in HIV-positive patient. Cassio Porto Ferreira¹, Heliomar do Valle 2, Paulo Roberto Issa 3,

Leia mais

Definição. Fatores de Risco e Conduta na Tuberculose Multirresistente. Tuberculose Multirresistente

Definição. Fatores de Risco e Conduta na Tuberculose Multirresistente. Tuberculose Multirresistente Fatores de Risco e Conduta na Tuberculose Multirresistente Eliana Dias Matos Tuberculose Multirresistente Definição Resistência simultânea à Rifampicina e Isoniazida, associada ou não à resistência a outros

Leia mais

ESTUDO RETROSPECTIVO DE CIRURGIAS DESCOMPRESSIVAS DA COLUNA TORACOLOMBAR REALIZADAS APÓS RESSONÂNCIA MAGNÉTICA

ESTUDO RETROSPECTIVO DE CIRURGIAS DESCOMPRESSIVAS DA COLUNA TORACOLOMBAR REALIZADAS APÓS RESSONÂNCIA MAGNÉTICA ESTUDO RETROSPECTIVO DE CIRURGIAS DESCOMPRESSIVAS DA COLUNA TORACOLOMBAR REALIZADAS APÓS RESSONÂNCIA MAGNÉTICA JULIANY G. QUITZAN¹, NATÁLIA LEONEL FERREIRA¹, EMERSON GONÇALVES MARTINS SIQUEIRA¹, ISADORA

Leia mais

Diretrizes. Mielopatia Espondilótica. Mario Augusto Taricco. Agradecimentos ao Dr. Mario Pena Dias. Neurocirurgia do HCFMUSP

Diretrizes. Mielopatia Espondilótica. Mario Augusto Taricco. Agradecimentos ao Dr. Mario Pena Dias. Neurocirurgia do HCFMUSP Diretrizes Mielopatia Espondilótica Mario Augusto Taricco Neurocirurgia do HCFMUSP Agradecimentos ao Dr. Mario Pena Dias A única coisa que importa é colocar em prática, com sinceridade e seriedade, aquilo

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO COMISSÃO DE EXAMES DE RESIDÊNCIA MÉDICA. Nome do Candidato Caderno de Prova 30, PROVA DISSERTATIVA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO COMISSÃO DE EXAMES DE RESIDÊNCIA MÉDICA. Nome do Candidato Caderno de Prova 30, PROVA DISSERTATIVA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO COMISSÃO DE EXAMES DE RESIDÊNCIA MÉDICA Novembro/2010 Processo Seletivo para Residência Médica - 2011 30 - Área de atuação em Ortopedia e Traumatologia Nome do Candidato

Leia mais

ARTIGO ORIGINAL / ORIGINAL ARTICLE. RESUMO Objetivos: avaliar os resultados obtidos em pacientes portadores

ARTIGO ORIGINAL / ORIGINAL ARTICLE. RESUMO Objetivos: avaliar os resultados obtidos em pacientes portadores 210 RTIGO ORIGINL / ORIGINL RTICLE Descompressão e estabilização posterior na doença metastática da coluna toracolombar Decompression and posterior stabilization in metastatic disease of the spine lejandro

Leia mais

FRATURAS TORACO-LOMBARES POR OSTEOPOROSE VERTEBROPLASTIA. Simone Tortato

FRATURAS TORACO-LOMBARES POR OSTEOPOROSE VERTEBROPLASTIA. Simone Tortato FRATURAS TORACO-LOMBARES POR OSTEOPOROSE VERTEBROPLASTIA Simone Tortato OSTEOPOROSE n Distúrbio osteometabólico mais comum, caracterizado pela diminuição da densidade mineral óssea, sendo que as principais

Leia mais

OSTEOPOROSE VS DOENÇAS NEURODEGENERATIVAS USANDO A TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA QUANTITATIVA

OSTEOPOROSE VS DOENÇAS NEURODEGENERATIVAS USANDO A TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA QUANTITATIVA Universidade do Minho Escola de Engenharia OSTEOPOROSE VS DOENÇAS NEURODEGENERATIVAS USANDO A TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA QUANTITATIVA José Artur Rodrigues Nº 55574 Orientador: Prof. Higino Correia Mestrado

Leia mais

Programa Nacional de Luta Contra a Tuberculose Ponto da Situação Epidemiológica e de Desempenho (dados provisórios)

Programa Nacional de Luta Contra a Tuberculose Ponto da Situação Epidemiológica e de Desempenho (dados provisórios) Programa Nacional de Luta Contra a Tuberculose Ponto da Situação Epidemiológica e de Desempenho (dados provisórios) Dia Mundial da Tuberculose 24 de março de 2013 Índice Introdução... 3 Metodologia...

Leia mais

Perfil epidemiológico de indivíduos com tuberculose pulmonar no município de Rondonópolis - MT

Perfil epidemiológico de indivíduos com tuberculose pulmonar no município de Rondonópolis - MT 7 Artigo Original Perfil epidemiológico de indivíduos com tuberculose pulmonar no município de Rondonópolis MT Epidemiological profile of individuals with pulmonary tuberculosis in the city of Rondonópolis

Leia mais

, declara, para todos os fins legais, especialmente do disposto no artigo 39, VI, da Lei, 8.078/90 que dá plena autorização ao (à) médico (a)

, declara, para todos os fins legais, especialmente do disposto no artigo 39, VI, da Lei, 8.078/90 que dá plena autorização ao (à) médico (a) TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO O (A) paciente, ou seu responsável, declara, para todos os fins legais, especialmente do disposto no artigo 39, VI, da Lei, 8.078/90 que dá plena autorização

Leia mais

Coinfecção TB HIV Recomendações. Marli Marques Gerente Técnica do PCT/PCH/SES/MS

Coinfecção TB HIV Recomendações. Marli Marques Gerente Técnica do PCT/PCH/SES/MS Coinfecção TB HIV Recomendações Marli Marques Gerente Técnica do PCT/PCH/SES/MS Tuberculose no Brasil 70 mil casos novos de TB notificados em 2011 4,6 mil mortes em 2010 17º país em número de casos entre

Leia mais

Disfagia: Diagnóstico Diferencial

Disfagia: Diagnóstico Diferencial Disfagia: Diagnóstico Diferencial M.Sc. Prof.ª Viviane Marques Fonoaudióloga, Neurofisiologista e Mestre em Fonoaudiologia Coordenadora da Pós-graduação em Fonoaudiologia Hospitalar Chefe da Equipe de

Leia mais

Introdução. Graduanda do Curso de Medicina Veterinária UNIVIÇOSA. E-mail: isapvet@hotmail.com. 2

Introdução. Graduanda do Curso de Medicina Veterinária UNIVIÇOSA. E-mail: isapvet@hotmail.com. 2 HEMIVÉRTEBRA EM CÃES - REVISÃO Isabella de Paula Valeriano 1, Ronaldo Oliveira Silveira 2, João Paulo Machado 3, Waleska de Melo Ferreira Dantas 4, Paula Piccolo Miatan 5 Resumo: A hemivértebra é uma malformação,

Leia mais

Diretrizes Assistenciais TRAUMA RAQUIMEDULAR

Diretrizes Assistenciais TRAUMA RAQUIMEDULAR Diretrizes Assistenciais TRAUMA RAQUIMEDULAR Versão eletrônica atualizada em fev/2012 Março - 2009 1. Conceito, Etiologia e Epidemiologia 1. Trauma raquimedular é a lesão da medula espinhal que provoca

Leia mais

Mas afinal, o que são essas defesas naturais ou, como vocês estão chamando agora, esses anticorpos?

Mas afinal, o que são essas defesas naturais ou, como vocês estão chamando agora, esses anticorpos? Tuberculose O que é tuberculose? A tuberculose é uma doença infecciosa, ou seja, transmitida por um microrganismo (ou micróbio), que pode ocorrer em vários locais do organismo, mas que em mais de 85% dos

Leia mais

Reabilitação em Dores Crônicas da Coluna Lombar. Michel Caron Instituto Dr. Ayrton Caron Porto Alegre - RS

Reabilitação em Dores Crônicas da Coluna Lombar. Michel Caron Instituto Dr. Ayrton Caron Porto Alegre - RS Reabilitação em Dores Crônicas da Coluna Lombar Michel Caron Instituto Dr. Ayrton Caron Porto Alegre - RS Introdução - Estima-se que a dor lombar afete até 84% da população adulta. - Episódio de dor autolimitado

Leia mais

Caracterização dos doentes toxicodependentes observados pela equipa de Psiquiatria de Ligação - análise comparativa dos anos de 1997 e 2004

Caracterização dos doentes toxicodependentes observados pela equipa de Psiquiatria de Ligação - análise comparativa dos anos de 1997 e 2004 Caracterização dos doentes toxicodependentes observados pela equipa de Psiquiatria de Ligação - análise comparativa dos anos de 1997 e 2004 Joana Alexandre *, Alice Luís ** Resumo Analisaram-se as características

Leia mais

Secretaria da Administração do Estado da Bahia

Secretaria da Administração do Estado da Bahia ELABORAÇÃO VALOR REFERENCIAL: PROCEDIMENTOS ESPECIAIS CLÍNICA DA DOR FEVEREIRO/ 2011 ELABORAÇÃO DO VALOR REFERENCIAL: CLÍNICA DA DOR FEVEREIRO DE 2011 GOVERNADOR DO ESTADO JAQUES WAGNER SECRETÁRIO DA ADMINISTRAÇÃO

Leia mais

Avaliação Fisioterapêutica da Coluna Lombar

Avaliação Fisioterapêutica da Coluna Lombar Avaliação Fisioterapêutica da Coluna Lombar Profa. Dra. Sílvia Maria Amado João Disciplina: MFT-0377 Métodos de Avaliação Clínica e Funcional Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional

Leia mais

Tuberculose em algum lugar, problema de todos nós.

Tuberculose em algum lugar, problema de todos nós. ESTADO DE SANTA CATARINA SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DIRETORIA DE VIGILÂNCIA EIDEMIOLÓGICA GERÊNCIA DE VIGILÂNCIA DE AGRAVOS Aos Profissionais de Saúde e População Catarinense DIA MUNDIAL DE LUTA CONTRA

Leia mais

Escoliose Idiopática no Adolescente: Instrumentação Posterior

Escoliose Idiopática no Adolescente: Instrumentação Posterior Escoliose Idiopática no Adolescente: Instrumentação Posterior Autoria: Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia Sociedade Brasileira de Reumatologia Elaboração Final: 23 de janeiro de 2008 Participantes:

Leia mais

CASOS CLÍNICOS. Referentes às mudanças no tratamento da tuberculose no Brasil. Programa Nacional de Controle da Tuberculose DEVEP/SVS/MS

CASOS CLÍNICOS. Referentes às mudanças no tratamento da tuberculose no Brasil. Programa Nacional de Controle da Tuberculose DEVEP/SVS/MS CASOS CLÍNICOS Referentes às mudanças no tratamento da tuberculose no Brasil Programa Nacional de Controle da Tuberculose DEVEP/SVS/MS Departamento de Vigilância Epidemiológica Caso 1 Caso novo de TB pulmonar

Leia mais

TRAUMATISMO RAQUIMEDULAR TRM. Prof. Fernando Ramos Gonçalves-Msc

TRAUMATISMO RAQUIMEDULAR TRM. Prof. Fernando Ramos Gonçalves-Msc TRAUMATISMO RAQUIMEDULAR TRM Prof. Fernando Ramos Gonçalves-Msc 1 TRM Traumatismo Raqui- Medular Lesão Traumática da raqui(coluna) e medula espinal resultando algum grau de comprometimento temporário ou

Leia mais

IDET Intradiscal Electrothermal Therapy

IDET Intradiscal Electrothermal Therapy IDET Intradiscal Electrothermal Therapy (Terapia Eletrotermal Intradiscal) A coluna vertebral é formada por vários ossos empilhados, uns sobre os outros, denominados vértebras (figura 1). Figura 1: Uma

Leia mais

DIAGNÓSTICO DAS LOMBALGIAS. Luiza Helena Ribeiro Disciplina de Reumatologia UNIFESP- EPM

DIAGNÓSTICO DAS LOMBALGIAS. Luiza Helena Ribeiro Disciplina de Reumatologia UNIFESP- EPM DIAGNÓSTICO DAS LOMBALGIAS Luiza Helena Ribeiro Disciplina de Reumatologia UNIFESP- EPM LOMBALGIA EPIDEMIOLOGIA 65-80% da população, em alguma fase da vida, terá dor nas costas. 30-50% das queixas reumáticas

Leia mais

Prova de revalidação de diplomas de graduação em Medicina obtidos no exterior 2013 Resposta aos recursos da prova teórica de Pediatria

Prova de revalidação de diplomas de graduação em Medicina obtidos no exterior 2013 Resposta aos recursos da prova teórica de Pediatria Prova de revalidação de diplomas de graduação em Medicina obtidos no exterior 2013 Resposta aos recursos da prova teórica de Pediatria Questão 80 Um escolar de 7 anos chega ao ambulatório, pois precisa

Leia mais

ABORDAGEM E DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL DE PROBLEMAS NA COLUNA VERTEBRAL E MEDULA ESPINHAL

ABORDAGEM E DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL DE PROBLEMAS NA COLUNA VERTEBRAL E MEDULA ESPINHAL ABORDAGEM E DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL DE PROBLEMAS NA COLUNA VERTEBRAL E MEDULA ESPINHAL Ronaldo Casimiro da Costa, MV, MSc, PhD Diplomado ACVIM Neurologia College of Veterinary Medicine The Ohio State University,

Leia mais

PREVALÊNCIA DE OSTEOPOROSE E CONDUTA TERAPÊUTICA EM MULHERES NA PÓS-MENOPAUSA ATENDIDAS POR UMA UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE DE MANDAGUAÇU - PR

PREVALÊNCIA DE OSTEOPOROSE E CONDUTA TERAPÊUTICA EM MULHERES NA PÓS-MENOPAUSA ATENDIDAS POR UMA UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE DE MANDAGUAÇU - PR ISBN 978-85-61091-05-7 Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 27 a 30 de outubro de 2009 PREVALÊNCIA DE OSTEOPOROSE E CONDUTA TERAPÊUTICA EM MULHERES NA PÓS-MENOPAUSA ATENDIDAS POR UMA UNIDADE

Leia mais

ÁREA TÉCNICA DA TUBERCULOSE

ÁREA TÉCNICA DA TUBERCULOSE SUPERINTENDÊNCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE COORDENADORIA DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA GERÊNCIA DE VIGILÂNCIA DE DOENÇAS E AGRAVOS ENDÊMICOS ÁREA TÉCNICA DA TUBERCULOSE MATO GROSSO NOVEMBRO/2009 TUBERCULOSE

Leia mais

Revista do Conselho Regional de Odontologia do Rio de Janeiro Ano XXX - nº 02- Fevereiro de 2013

Revista do Conselho Regional de Odontologia do Rio de Janeiro Ano XXX - nº 02- Fevereiro de 2013 Revista do Conselho Regional de Odontologia do Rio de Janeiro Ano XXX - nº 02- Fevereiro de 2013 10 CAPA Tire suas dúvidas so O avanço na profissão tem sido responsável pelo aprimoramento de técnicas para

Leia mais

1º CURSO PÓS GRADUADO PARA FISIOTERAPEUTAS

1º CURSO PÓS GRADUADO PARA FISIOTERAPEUTAS 1º CURSO PÓS GRADUADO PARA FISIOTERAPEUTAS Disseção e Técnicas Cirúrgicas Joelho, Ombro e Coluna Vertebral 17 e 18 de Fevereiro de 2015 Coordenadores Professor Doutor João Goyri O Neill Dr. Gonçalo Neto

Leia mais

Prevalência dos dez Distúrbios Ortopédicos mais Freqüentes na Clínica Escola de. Fisioterapia da UNISUL 1. Resumo

Prevalência dos dez Distúrbios Ortopédicos mais Freqüentes na Clínica Escola de. Fisioterapia da UNISUL 1. Resumo Prevalência dos dez Distúrbios Ortopédicos mais Freqüentes na Clínica Escola de Fisioterapia da UNISUL 1 Willian Margotti 2 Ralph Fernando Rosas 3 Resumo A ortopedia vem se destacando nos últimos anos.

Leia mais

HANSENÍASE Diagnósticos e prescrições de enfermagem

HANSENÍASE Diagnósticos e prescrições de enfermagem HANSENÍASE Diagnósticos e prescrições de enfermagem HANSENÍASE Causada pela Mycobacterium leprae, ou bacilo de Hansen, que é um parasita intracelular obrigatório, com afinidade por células cutâneas e por

Leia mais

Autópsia-Carcinoma de Reto

Autópsia-Carcinoma de Reto Autópsia-Carcinoma de Reto RESULTADO DE EXAME ANATOMOPATOLÓGICO N.º PG 163 NOME: PCQ RESID.: CIDADE: São Paulo - SP FONE: ( ) SEXO M IDADE 31 COR P PROFISSÃO: PEDIDO pelo Dr Clínica Cirúrgica TEL. ( )

Leia mais

PANORAMA DA TUBERCULOSE EM DISTRITOS SANITÁRIOS DE SALVADOR: IMPORTÂNCIA PARA UM INQUÉRITO TUBERCULÍNICO

PANORAMA DA TUBERCULOSE EM DISTRITOS SANITÁRIOS DE SALVADOR: IMPORTÂNCIA PARA UM INQUÉRITO TUBERCULÍNICO PANORAMA DA TUBERCULOSE EM DISTRITOS SANITÁRIOS DE SALVADOR: IMPORTÂNCIA PARA UM INQUÉRITO TUBERCULÍNICO Amanda Leite Barreto Neuranides Santana Patrícia Borges Oliveira Jean de Jesus Souza Bianca de Melo

Leia mais

Tuberculose, o que é?

Tuberculose, o que é? Tuberculose, o que é? P Á T R I A E D U C A D O R A O que é tuberculose? A tuberculose é uma doença infecciosa causada por um micróbio visível apenas ao microscópio chamado bacilo de Koch. Uma doença causada

Leia mais

As principais causas das perdas condutivas são:

As principais causas das perdas condutivas são: Perda auditiva: Existem três partes principais da orelha envolvidas no processo de audição: a orelha externa, a orelha média e a orelha interna. O processo auditivo começa quando as ondas sonoras entram

Leia mais

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO O (A) paciente, ou seu responsável, declara, para todos os fins legais, especialmente do disposto no artigo 39, VI, da Lei, 8.078/90 que dá plena autorização

Leia mais

Reunião de casos clínicos

Reunião de casos clínicos Reunião de casos clínicos RM Dr Ênio Tadashi Setogutti Dr Gustavo Jardim Dalle Grave Março 2013 CASO CLINICO - 1 Paciente sexo feminino, 52 anos, HIV +, com dor intensa em região lombar, dificuldade para

Leia mais

Faculdades Adamantinenses Integradas (FAI) www.fai.com.br

Faculdades Adamantinenses Integradas (FAI) www.fai.com.br Faculdades Adamantinenses Integradas (FAI) www.fai.com.br LEITE, Gisele Bueno da Silva; MOURA, Karla Senger Pinto de; DORNELAS, Lilian Maria Candido de Souza; BORGES, Juliana Bassalobre Carvalho. Atuação

Leia mais

TB - TUBERCULOSE. Prof. Eduardo Vicente

TB - TUBERCULOSE. Prof. Eduardo Vicente TB - TUBERCULOSE Prof. Eduardo Vicente A História do TB A tuberculose foi chamada antigamente de "peste cinzenta", e conhecida também em português como tísica pulmonar ou "doença do peito" - é uma das

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO COMISSÃO DE EXAMES DE RESIDÊNCIA MÉDICA. Nome do Candidato Caderno de Prova 28, PROVA DISSERTATIVA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO COMISSÃO DE EXAMES DE RESIDÊNCIA MÉDICA. Nome do Candidato Caderno de Prova 28, PROVA DISSERTATIVA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO COMISSÃO DE EXAMES DE RESIDÊNCIA MÉDICA Novembro/2010 Processo Seletivo para Residência Médica - 2011 28 - Área de atuação em Infectologia Nome do Candidato Caderno de

Leia mais

CONHECENDO A TUBERCULOSE

CONHECENDO A TUBERCULOSE CONHECENDO A TUBERCULOSE Œ Tuberculose Œ Transmissão Œ Sintomas Iniciais Œ Diagnóstico Œ Contatos Œ Tratamento Œ Convívio Social Œ Vacinação Œ TB, AIDS Œ Alcoolismo Œ Prevenção Œ Cura O QUE É TUBERCULOSE?

Leia mais

COLUNA VERTEBRAL II TORRE DE PISA (ITÁLIA)

COLUNA VERTEBRAL II TORRE DE PISA (ITÁLIA) COLUNA VERTEBRAL II TORRE DE PISA (ITÁLIA) Havaí AP PERFIL EXTENSÃO FLEXÃO AP PERFIL SAGITAL FRONTAL AXIAL ALTERADO NORMAL NEUTRA FLEXÃO EXTENSÃO ALTA SENSIBILIDADE BAIXA ESPECIFICIDADE ÚTIL NA AVALIAÇÃO

Leia mais

TÉCNICA EM RADIOLOGIA

TÉCNICA EM RADIOLOGIA UFF UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE CCM CENTRO DE CIÊNCIAS MÉDICAS HUAP HOSPITAL UNIVERSITÁRIO ANTONIO PEDRO Hospital Universitário TÉCNICA EM RADIOLOGIA Parte I: Múltipla Escolha Hospital Universitário

Leia mais

Análise de experiências em nucleoplastia

Análise de experiências em nucleoplastia Análise de experiências em nucleoplastia A execução da nucleoplastia ou ablação do núcleo pulposo do disco intervertebral por meio de agulha com ponta emissora de radiofreqüência tem nos proporcionado

Leia mais

PROGRAMA DE INTEGRAÇÃO E EDUCAÇÃO CONTINUADA DA SBOT-RJ ORTOCURSO SBOT-RJ/COLUNA CURSO PREPARATÓRIO PARA O TEOT 22 de Agosto de 2015 NOME:

PROGRAMA DE INTEGRAÇÃO E EDUCAÇÃO CONTINUADA DA SBOT-RJ ORTOCURSO SBOT-RJ/COLUNA CURSO PREPARATÓRIO PARA O TEOT 22 de Agosto de 2015 NOME: PROGRAMA DE INTEGRAÇÃO E EDUCAÇÃO CONTINUADA DA SBOT-RJ ORTOCURSO SBOT-RJ/COLUNA CURSO PREPARATÓRIO PARA O TEOT 22 de Agosto de 2015 NOME: HOSPITAL: ( ) R1 ( ) R2 ( ) R3 ( ) R4 ( ) Não Residentes 1) O

Leia mais

ANULOPLASTIA INTRADISCAL ELECTROTHERMAL THERAPY IDET

ANULOPLASTIA INTRADISCAL ELECTROTHERMAL THERAPY IDET ANULOPLASTIA ANULOPLASTIA DEPARTAMENTO DE NEUROCIRURGIA ANULOPLASTIA MARCELO FERRAZ DE CAMPOS JOSÉ CARLOS RODRIGUES JR. LUIZ CARLOS BRAGA JOÃO EDUARDO CHARLES SÉRGIO LISTIK DEPARTAMENTO DE NEUROCIRURGIA

Leia mais

PROGRAMA DE INTEGRAÇÃO E EDUCAÇÃO CONTINUADA DA SBOT-RJ ORTOCURSO SBOT-RJ/COLUNA CURSO PREPARATÓRIO PARA O TEOT 22 de Agosto de 2015 NOME: HOSPITAL:

PROGRAMA DE INTEGRAÇÃO E EDUCAÇÃO CONTINUADA DA SBOT-RJ ORTOCURSO SBOT-RJ/COLUNA CURSO PREPARATÓRIO PARA O TEOT 22 de Agosto de 2015 NOME: HOSPITAL: PROGRAMA DE INTEGRAÇÃO E EDUCAÇÃO CONTINUADA DA SBOT-RJ ORTOCURSO SBOT-RJ/COLUNA CURSO PREPARATÓRIO PARA O TEOT 22 de Agosto de 2015 NOME: HOSPITAL: ( ) R1 ( ) R2 ( ) R3 ( ) R4 ( ) Não Residentes 03 -

Leia mais

TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DA COLUNA LOMBAR

TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DA COLUNA LOMBAR TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DA COLUNA LOMBAR ANALISE DE TRES CASOS DE METASTASE GUILBERTO MINGUΕΤTI, PhD* MARLUS VINICIUS COSTA FERREIRA** Foram selecionados três casos de metástase na coluna lombar como

Leia mais

PNCT Programa Nacional de. Enfermagem em Saúde Pública Enfermeira Deborah Cecília

PNCT Programa Nacional de. Enfermagem em Saúde Pública Enfermeira Deborah Cecília PNCT Programa Nacional de Controle da Tuberculose Enfermagem em Saúde Pública Enfermeira Deborah Cecília PNCT Considerações Gerais Pneumotórax Manuel Bandeira Febre, hemoptise, dispnéia e suores noturnos,

Leia mais

O que é Impacto Fêmoro-acetabular. Autores: O que é o quadril? Dr. Henrique Berwanger Cabrita

O que é Impacto Fêmoro-acetabular. Autores: O que é o quadril? Dr. Henrique Berwanger Cabrita O que é Impacto Fêmoro-acetabular PUBLICADO POR QUADRIL RECIFE Autores: Dr. Henrique Berwanger Cabrita Doutor em Ortopedia pela Universidade de São Paulo Assistente do Grupo de Quadril do Instituto de

Leia mais

INCIDÊNCIA DE LER/DORT EM FISIOTERAPEUTAS DOCENTES DE UMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR EM TERESINA (PI)

INCIDÊNCIA DE LER/DORT EM FISIOTERAPEUTAS DOCENTES DE UMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR EM TERESINA (PI) INCIDÊNCIA DE LER/DORT EM FISIOTERAPEUTAS DOCENTES DE UMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR EM TERESINA (PI) Nayana Pinheiro Machado 1,2,3, Relândia Cristina Machado Reinaldo Ratts 4, Veruska Cronemberger

Leia mais

I - PATOLOGIAS NEUROLÓGICAS (25.02.000.-5):

I - PATOLOGIAS NEUROLÓGICAS (25.02.000.-5): PORTARIA NORMATIVA Nº. 011-2009/DIASS Regulamenta o atendimento de Fisioterapia aos usuários do IPASGO SAÚDE. O Diretor de Assistência do Instituto de Assistência dos Servidores Públicos do Estado de Goiás

Leia mais

TÍTULO: AUTORES: e-mail: ÁREA TEMÁTICA: 1- INTRODUÇÃO

TÍTULO: AUTORES: e-mail: ÁREA TEMÁTICA: 1- INTRODUÇÃO TÍTULO: ANÁLISE DOS ACIDENTES DE TRABALHO COM FLUIDOS BIOLÓGICOS OCORRIDOS COM ESTUDANTES DE NÍVEL MÉDIO E SUPERIOR NOS HOSPITAL DOS SERVIDORES DO ESTADO (HSE), DE 1999 A 2001. AUTORES: Nogueira, Daniele

Leia mais

PROTOCOLO FISIOTERAPÊUTICO DE PÓS-OPERATÓRIO INICIAL DE CIRURGIA LOMBAR

PROTOCOLO FISIOTERAPÊUTICO DE PÓS-OPERATÓRIO INICIAL DE CIRURGIA LOMBAR PROTOCOLO FISIOTERAPÊUTICO DE PÓS-OPERATÓRIO INICIAL DE CIRURGIA LOMBAR 1- Considerações gerais As cirurgias de coluna têm indicação médica conforme exames de imagem e apresentação clínica. As cirurgias

Leia mais

Imagem da Semana: Tomografia Computadorizada

Imagem da Semana: Tomografia Computadorizada Imagem da Semana: Tomografia Computadorizada Imagem 01. Tomografia computadorizada da pelve após injeção endovenosa de meio de contraste iodado, tendo havido ingestão prévia do mesmo produto. Paciente,

Leia mais

Qual o tamanho da próstata?

Qual o tamanho da próstata? É o aumento benigno do volume da próstata. A próstata é uma glândula situada na parte inferior da bexiga e anterior ao reto. No seu interior passa a uretra (o canal pelo qual a urina é eliminada do corpo).

Leia mais

Imagem da Semana: Radiografia de tórax

Imagem da Semana: Radiografia de tórax Imagem da Semana: Radiografia de tórax Figura: Radiografia de tórax em PA. Enunciado Paciente masculino, 30 anos, natural e procedente de Belo Horizonte, foi internado no Pronto Atendimento do HC-UFMG

Leia mais

Nódulo pulmonar de novo?

Nódulo pulmonar de novo? Cecília Pacheco, João F Cruz, Daniela Alves, Rui Rolo, João Cunha 44º Curso Pneumologia para Pós-Graduados Lisboa, 07 de Abril de 2011 Identificação -D.B., 79 anos, sexo masculino, caucasiano. -Natural

Leia mais

www.josegoes.com.br Prof. Ms. José Góes Página 1

www.josegoes.com.br Prof. Ms. José Góes Página 1 Página 1 A hérnia de disco se apresenta como sendo uma extrusão, isto é, um deslocamento da massa discal para fora do contorno vertebral, geralmente em direção a medula. Isso ocorre pela ruptura do anel

Leia mais

RETALHOS LIVRES PARA O COTOVELO E ANTEBRAÇO

RETALHOS LIVRES PARA O COTOVELO E ANTEBRAÇO RETALHOS LIVRES PARA O COTOVELO E ANTEBRAÇO Mário Yoshihide Kuwae 1, Ricardo Pereira da Silva 2 INTRODUÇÃO O antebraço e cotovelo apresentam características distintas quanto a cobertura cutânea, nas lesões

Leia mais

SOCIEDADE BRASILEIRA DE NEFROLOGIA

SOCIEDADE BRASILEIRA DE NEFROLOGIA NORMAS PARA CREDENCIAMENTO E RECREDENCIAMENTO DE SERVIÇOS DE TREINAMENTO EM NEFROLOGIA Curso de Especialização em Nefrologia OBJETIVOS DO PROGRAMA OBJETIVO GERAL Capacitar o profissional médico no conteúdo

Leia mais

Programa Estadual de Controle da Tuberculose

Programa Estadual de Controle da Tuberculose Programa Estadual de Controle da Tuberculose Programa Estadual de Apoio aos Consórcios Intermunicipais de Saúde COMSUS Curitiba, 10 e 11 de abril de 2014. Estimativa da incidência da tuberculose, 2012.

Leia mais

O SECRETÁRIO DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE. no uso de suas atribuições, RESOLVE:

O SECRETÁRIO DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE. no uso de suas atribuições, RESOLVE: PORTARIA N 42/MS/SAS DE 17 DE MARÇO DE 1994 O SECRETÁRIO DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE. no uso de suas atribuições, RESOLVE: 1. Estabelecer os procedimentos de Alta Complexidade da área de Ortopedia. constantes

Leia mais

Fratura do Sacro no Adulto Jovem

Fratura do Sacro no Adulto Jovem Fratura do Sacro no Adulto Jovem Autoria: Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia Colégio Brasileiro de Radiologia Elaboração Final: 23 de janeiro de 2008 Participantes: Façanha Filho FAM, Defino

Leia mais

EXPERIÊNCIA COM O EFEITO DINÂMICO DA COMPRESSÃO AXIAL NO CANAL ESPINHAL LOMBAR

EXPERIÊNCIA COM O EFEITO DINÂMICO DA COMPRESSÃO AXIAL NO CANAL ESPINHAL LOMBAR EXPERIÊNCIA COM O EFEITO DINÂMICO DA COMPRESSÃO AXIAL NO CANAL ESPINHAL LOMBAR Enio Cesar Vieira Pereira Med Imagem - Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo INTRODUÇÃO. A dor e os sintomas neurológicos

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA ONLINE DE SOLICITAÇÃO DE MEDICAMENTOS ANTITUBERCULOSTÁTICOS

DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA ONLINE DE SOLICITAÇÃO DE MEDICAMENTOS ANTITUBERCULOSTÁTICOS DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA ONLINE DE SOLICITAÇÃO DE MEDICAMENTOS ANTITUBERCULOSTÁTICOS Andrea Mathias Losacco 1, Maria de Lourdes Viude Oliveira 2 1 Mestre em Saúde Pública, Enfermeira da Secretaria

Leia mais

TRAUMA RAQUIMEDULAR. Epidemiologia: Incidência : de 32 a 52 casos/m. Sexo : preferencialmente masculino. Faixa etária : entre 15 e 40 anos

TRAUMA RAQUIMEDULAR. Epidemiologia: Incidência : de 32 a 52 casos/m. Sexo : preferencialmente masculino. Faixa etária : entre 15 e 40 anos TRAUMA RAQUIMEDULAR Dr Antonio Eulalio TRAUMA RAQUIMEDULAR Epidemiologia: Incidência : de 32 a 52 casos/m Nº casos/ano : 8.000 Sexo : preferencialmente masculino Faixa etária : entre 15 e 40 anos Custo

Leia mais

PREVINA AS DEFORMIDADES DA COLUNA VERTEBRAL DO SEU FILHO!

PREVINA AS DEFORMIDADES DA COLUNA VERTEBRAL DO SEU FILHO! Dr. Euclides José Martins Amaral PREVINA AS DEFORMIDADES DA COLUNA VERTEBRAL DO SEU FILHO! : A importância da detecção precoce das deformidades da coluna na infância e adolescência, deve-se principalmente

Leia mais

Imagem da Semana: Ressonância Magnética

Imagem da Semana: Ressonância Magnética Imagem da Semana: Ressonância Magnética Imagem 01. Ressonância magnética da coluna lombossacral, corte sagital, ponderada em T2. Imagem 02. Ressonância magnética da coluna lombossacral, corte axial, ponderada

Leia mais

Afecções das Glândulas Salivares na Infância

Afecções das Glândulas Salivares na Infância Afecções das Glândulas Salivares na Infância Otávio Piltcher Caso Clínico Natália, três anos, com todas vacinas em dia, tem aumento periódico da região parotídea à esquerda, simulando crises de caxumba

Leia mais

3.2 A coluna vertebral

3.2 A coluna vertebral 73 3.2 A coluna vertebral De acordo com COUTO (1995), o corpo é dividido em cabeça, tronco e membros; unindo porção superior e a porção inferior do corpo temos o tronco, e no tronco, a única estrutura

Leia mais

PROGRAMA DE INTEGRAÇÃO E EDUCAÇÃO CONTINUADA DA SBOT-RJ ORTOCURSO SBOT-RJ/COLUNA CURSO PREPARATÓRIO PARA O TEOT 22 de Agosto de 2015 NOME:

PROGRAMA DE INTEGRAÇÃO E EDUCAÇÃO CONTINUADA DA SBOT-RJ ORTOCURSO SBOT-RJ/COLUNA CURSO PREPARATÓRIO PARA O TEOT 22 de Agosto de 2015 NOME: PROGRAMA DE INTEGRAÇÃO E EDUCAÇÃO CONTINUADA DA SBOT-RJ ORTOCURSO SBOT-RJ/COLUNA CURSO PREPARATÓRIO PARA O TEOT 22 de Agosto de 2015 NOME: HOSPITAL: ( ) R1 ( ) R2 ( ) R3 ( ) R4 ( ) Não Residentes 1) Nas

Leia mais

PROVA ESPECÍFICA Cargo 81

PROVA ESPECÍFICA Cargo 81 11 PROVA ESPECÍFICA Cargo 81 QUESTÃO 26 Todas as estruturas descritas abaixo estão no Canal Anal, EXCETO: a) Criptas Anais. b) Linha Denteada. c) Colunas de Morgani. d) Valva inferior de Houston. QUESTÃO

Leia mais

CISTOS ÓSSEOS ANEURISMATICOS DA COLUNA VERTEBRAL.

CISTOS ÓSSEOS ANEURISMATICOS DA COLUNA VERTEBRAL. CISTOS ÓSSEOS ANEURISMATICOS DA COLUNA VERTEBRAL. RELATOS DE DOIS CASOS COM COMPRESSÃO MEDULAR PEDRO M. SAMPAIO*; BRUNO PELLIZZARO** Os cistos ósseos aneurismáticos da coluna vertebral merecem atenção

Leia mais

ROTINA PARA ATENDIMENTO DOS CASOS DE TUBERCULOSE RESISTENTE ÀS DROGAS

ROTINA PARA ATENDIMENTO DOS CASOS DE TUBERCULOSE RESISTENTE ÀS DROGAS ROTINA PARA ATENDIMENTO DOS CASOS DE TUBERCULOSE RESISTENTE ÀS DROGAS (Referência Terciária) I- Introdução A rotina para atendimento aos pacientes com tuberculose resistente às drogas está sendo redesenhada

Leia mais

Fisioterapia aplicada a pneumologia e terapia intensiva DOENÇAS PULMONARES INFECCIOSAS

Fisioterapia aplicada a pneumologia e terapia intensiva DOENÇAS PULMONARES INFECCIOSAS Fisioterapia aplicada a pneumologia e terapia intensiva DOENÇAS PULMONARES INFECCIOSAS Pneumonia É uma inflamação ou infecção do parênquima pulmonar Agente etiológico: bactérias, vírus, fungos, helmintos,

Leia mais

Bula Completa Imuno BCG

Bula Completa Imuno BCG Bula Completa Imuno BCG Mycobacterium bovis BCG Bacilo de Calmette Guérin Cepa Moreau Rio de Janeiro FORMAS FARMACÊUTICAS E APRESENTAÇÕES O IMUNO BCG é apresentado em caixas com 1 e 2 ampolas âmbar contendo

Leia mais

PRECEPTORIA 2014 SERVIÇO DE ORTOPEDIA E TRAUMATOLOGIA UNISA HOSPITAL GERAL DO GRAJAÚ

PRECEPTORIA 2014 SERVIÇO DE ORTOPEDIA E TRAUMATOLOGIA UNISA HOSPITAL GERAL DO GRAJAÚ PRECEPTORIA 2014 SERVIÇO DE ORTOPEDIA E TRAUMATOLOGIA UNISA HOSPITAL GERAL DO GRAJAÚ CHEFE DO SERVIÇO Dr. Edgard dos Santos Pereira PROFESSORES Dr. Carlos Gorios Dr. Marcos Soares Dr. Fabio Anauate M é

Leia mais

HOSPITAL VETERINÁRIO

HOSPITAL VETERINÁRIO HOSPITAL VETERINÁRIO Histórico O HV iniciou suas atividades em 0909/76, sendo reconhecido como Órgão Suplementar da UEL em 07/06/78 pela Resolução CU 467/78. Sua estrutura administrativa foi criada através

Leia mais

SÍNDROME DE LADY WINDERMERE. Identificação: 45 anos, feminina, branca, natural e procedente de São Paulo, representante comercial.

SÍNDROME DE LADY WINDERMERE. Identificação: 45 anos, feminina, branca, natural e procedente de São Paulo, representante comercial. SÍNDROME DE LADY WINDERMERE Identificação: 45 anos, feminina, branca, natural e procedente de São Paulo, representante comercial. Novembro de 2012: Tosse persistente, dispnéia e cefaléia, quando suspeitaram

Leia mais

Ficha de Controle das Alterações dos Pés de Pacientes Diabéticos. Texto Explicativo:

Ficha de Controle das Alterações dos Pés de Pacientes Diabéticos. Texto Explicativo: Texto Explicativo: A ficha da sala de curativo deve ser preenchida enquanto se faz a anamnese e o exame físico do paciente na sala de curativos. Se possível, deverão estar presentes e preenchendo-a em

Leia mais

ARTIGO ORIGINAL / ORIGINAL ARTICLE

ARTIGO ORIGINAL / ORIGINAL ARTICLE ARTIGO ORIGINAL / ORIGINAL ARTICLE Artrodese cervical anterior em três e quatro níveis com dispositivo intersomático não associado à placa cervical Anterior cervical arthrodesis for three and four levels

Leia mais

ANATOMIA e SEMIOLOGIA DA COLUNA VERTEBRAL. Prof. Dr. GABRIEL PAULO SKROCH

ANATOMIA e SEMIOLOGIA DA COLUNA VERTEBRAL. Prof. Dr. GABRIEL PAULO SKROCH ANATOMIA e SEMIOLOGIA DA COLUNA VERTEBRAL Prof. Dr. GABRIEL PAULO SKROCH - COMPOSIÇÃO: 24 Corpos Vertebrais 5 Fusionadas Sacro 4 Cóccix 23 Discos Intervertebrais - FUNÇÕES 1. Postura 2. Movimento e Locomoção

Leia mais