NOVA GERAÇÃO CABOS DE MÉDIA TENSÃO ISOLADOS. João J. A. de Paula

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "NOVA GERAÇÃO CABOS DE MÉDIA TENSÃO ISOLADOS. João J. A. de Paula"

Transcrição

1 NOVA GERAÇÃO CABOS DE MÉDIA TENSÃO ISOLADOS João J. A. de Paula 1

2 Perfil da companhia* $ BILHÕES 6VENDA LÍQUIDA 38 PRINCIPAIS PLANTAS LOCALIZADAS NOS MERCADOS COLABORADORES VENDAS & DISTRIBUIÇÃO AO REDOR DO MUNDO CAPITAL ABERTO No. 425 *Dados de

3 A General Cable é uma empresa líder e inovadora, com 40 anos de história no Brasil e atualmente uma das maiores fabricantes de fios e cabos do mundo, com mais de 170 anos. As primeiras companhias que viriam a formar a General Cable remontam ao início dos anos 1800, tendo fornecido fios isolados a Samuel Morse, para a histórica conexão Washington Baltimore. L Plantas no Brasil: Poços de Caldas, MG Poços de Caldas São Paulo Serra, Recife Serra, ES 3

4 CONTAMINAÇÃO POR CHUMBO - Respiração - Ingestão - Contato causando nefrite, encefalopatia, hipertensão, paralisia, etc. A eliminação do chumbo tem sido perseguida nos últimos anos. O EPR tradicional tem chumbo em sua formulação. 4

5 EPR TRADICIONAL Usado em cabos de baixa e média tensão Tem chumbo em sua formulação Já existe há algum tempo o EPR livre de chumbo para uso em baixa tensão, mas não para média tensão. 5

6 EPR TRADICIONAL Por que o EPR tradicional contém chumbo? - Estabilidade das características elétricas - Estabilidade sob umidade - Baixa perda dielétrica É o óxido de chumbo utilizado que dá a cor alaranjada ao EPR de média tensão tradicional 6

7 NOVA GERAÇÃO DE CABOS DE MT GENERAL CABLE EPR Livre de chumbo Isolação tradicional de MT Isolação de EPR Livre de Chumbo 7

8 PROCESSAMENTO - Linha de extrusão e vulcanização contínua (CCV), conhecida popularmente como catenária - Tríplice extrusão semicondutora do condutor, isolação e semicondutora da isolação extrudadas simultaneamente, no mesmo ponto, evitando micro-vazios entre as camadas - Vulcanização em atmosfera inerte de nitrogênio ( dry-curing ) representando as melhores técnicas no ramo. 8

9 O EPR livre de chumbo é mais flexível que o material tradicional. O EPR livre de chumbo cumpre todos os requisitos da norma ABNT NBR Mas, eletricamente e ao longo do tempo, como se compara com o EPR tradicional? Para isto, alguns ensaios não normatizados no Brasil foram realizados... 9

10 AWTT (Accelerated Water Treeing Test) - Amostras sem envelhecimento são perfuradas com a aplicação de degraus crescentes de tensão; - Amostras são envelhecidas em tanques de água durante 4, 6 e 12 meses; - Após cada envelhecimento, a tensão é aumentada em degraus, até a perfuração da amostra. O mesmo ensaio foi realizado em amostras com isolação de EPR tradicional e com isolação de EPR livre de chumbo, com os resultados seguintes. 10

11 AWTT (Accelerated Water Treeing Test) 11

12 ACLT (Accelerated Cable Life Test) - Amostras sem envelhecimento são perfuradas com a aplicação de degraus crescentes de tensão; - Amostras são envelhecidas em tanques de água com o triplo da tensão U o do cabo; - Amostras agrupadas conforme perfuração em até 4, 8, 12, 14 e 20 meses O mesmo ensaio foi realizado em amostras com isolação de EPR tradicional e com isolação de EPR livre de chumbo, com os resultados seguintes. 12

13 ACLT (Accelerated Cable Life Test) 13

14 ENSAIO DE TANGENTE δ (Dry Electrical Test UL 1072) - Amostra energizada com U o (tensão fase-terra); - Tangente δ é medida na temperatura ambiente, depois que o condutor é aquecido até 105 o C e depois que o condutor é aquecido até 140 o C; - Os UL especificam a duração de 3 semanas para este ensaio e uma variação máxima na tangente δ de 10% entre uma temperatura e a anterior. Neste trabalho, o objetivo foi comparar o valor original e a variação da tangente δ, e a duração do ensaio foi estendida para 9 semanas. - Menor tangente δ = menores perdas dielétricas 14

15 ENSAIO DE TANGENTE δ (Dry Electrical Test UL 1072) O novo material é mais estável, ao longo do tempo, na temperatura de operação (105 o C) 15

16 Os ensaios mostram que o novo material é igual ou melhor que o tradicional. Mas já foi usado em alguma instalação real? 16

17 EXPERIÊNCIA EM CAMPO - Criação do EPR Livre de Chumbo da General Cable: Primeira instalação: x 750 kcm 15 kv - Instalação facilitada pela melhor flexibilidade do novo material - Instalado juntamente com cabo isolado em EPR tradicional - Cabos removidos em 2012 para avaliação: desempenho semelhante dos dois cabos 17

18 EXPERIÊNCIA EM CAMPO Segunda instalação: outubro km de circuito - Triplex 500 kcm 27 kv - Cabo em serviço desde janeiro de Nenhum problema relatado - Cliente mudou especificação, uso exclusivo de cabos livres de chumbo - 3 º Trimestre de 2013: 76 km de cabos entregues 18

19 SUMÁRIO O EPR livre de chumbo é um material inédito para cabos de média tensão. Características elétricas, mecânicas e durabilidade iguais ou melhores que as do material tradicional. Elimina hoje um material nocivo que pode vir a ser proibido no futuro. 19

Tendências Tecnológicas, Cabos Isolados para Média e Alta Tensão

Tendências Tecnológicas, Cabos Isolados para Média e Alta Tensão Tendências Tecnológicas, Cabos Isolados para Média e Alta Tensão Roger Tocchetto Breve histórico: como chegamos onde estamos Materiais contemporâneos e tendências Desenvolvimentos recentes notáveis EPR

Leia mais

Cabos e acessórios para redes subterrâneas

Cabos e acessórios para redes subterrâneas Cabos e acessórios para redes subterrâneas Evoluindo com você. A distribuição de energia Vida atual com alta dependência de energia elétrica: produção serviços uso doméstico Conseqüências nas grandes cidades:

Leia mais

CONDUTORES ELÉTRICOS

CONDUTORES ELÉTRICOS CONDUTORES ELÉTRICOS R = ρ l S ( Ω) Produto metálico, geralmente de forma cilíndrica, utilizada para transportar energia elétrica ou transmitir sinais elétricos. ρ cobre = 1,72 10-8 Ωm ρ alum = 2,80 10-8

Leia mais

Cabo Cofivinil HEPR (1 Condutor) 0,6/1kV 90 o C

Cabo Cofivinil HEPR (1 Condutor) 0,6/1kV 90 o C Cabo Cofivinil HEPR (1 Condutor) 0,6/1kV 90 o C 1 Dados Construtivos: 1.1 Desenho: 1 2 3 4 1 Condutor: Fios de cobre eletrolítico nu, têmpera mole. Encordoamento classe 05. 2 Separador: Fita não higroscópica

Leia mais

Ram Ramachandran Diretor de Marketing Global para Usuários Finais Dow Wire & Cable

Ram Ramachandran Diretor de Marketing Global para Usuários Finais Dow Wire & Cable Ram Ramachandran Diretor de Marketing Global para Usuários Finais Dow Wire & Cable 10 o país em consumo de energia (~360 bilhões de kwh), porém, 68 o em consumo per capita (~2000 kwh) Dados de 2004 do

Leia mais

Fio e Cabo Inbranil Antichama - 750V

Fio e Cabo Inbranil Antichama - 750V Fio e Cabo Inbranil Antichama - 750V Características Construtivas 1) Para Fio Inbranil Antichama: condutor sólido de cobre eletrolítico nu, têmpera mole, classe 1. Para Cabo Inbranil Antichama: condutor

Leia mais

-30.-40-40 -40-50 -40 X -90-190 X -70

-30.-40-40 -40-50 -40 X -90-190 X -70 APRESENTAÇÃO A FNCE, empresa nacional com tradição a mais de 0 anos no mercado de condutores elétricos esta comprometida com a qualidade de seus produtos, treinamentos dos seus colaboradores e preservação

Leia mais

NTU AES 003-1. Condutores Elétricos Distr. Subterrânea NORMA TÉCNICA UNIFICADA AES ELETROPAULO / AES SUL

NTU AES 003-1. Condutores Elétricos Distr. Subterrânea NORMA TÉCNICA UNIFICADA AES ELETROPAULO / AES SUL NTU AES 003-1 Condutores Elétricos Distr. Subterrânea NORMA TÉCNICA UNIFICADA AES ELETROPAULO / AES SUL Elaborado: Aprovado: DATA: 30/09/2010 João Carlos Nacas AES Eletropaulo Fernanda Pedron AES Sul Sergio

Leia mais

VIDA ÚTIL DE TRANSFORMADORES DE POTÊNCIA: COMO DOBRAR PARA 60 ANOS. José Mak* Armando Bassetto Filho Saburo Aita

VIDA ÚTIL DE TRANSFORMADORES DE POTÊNCIA: COMO DOBRAR PARA 60 ANOS. José Mak* Armando Bassetto Filho Saburo Aita 1 VIDA ÚTIL DE TRANSFORMADORES DE POTÊNCIA: COMO DOBRAR PARA 60 ANOS José Mak* Armando Bassetto Filho Saburo Aita COMPANHIA PAULISTA DE FORÇA E LUZ - CPFL RESUMO A eficiência limitada do sistema de preservação

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA SUMÁRIO CONTEÚDO PG. 1. OBJIVO 02 2. ÂMBITO 02 3. CONCEITOS 02 4. NORMAS E LEGISLAÇÃO APLICÁVEIS 02 5. INSTRUÇÕES GERAIS 03 5.1. Condições de Operação 03 5.2. Materiais e Construção 04 6. PROCEDIMENTOS

Leia mais

Cabos para instalações de energia solar fotovoltaica PARA UMA ENERGIA LIMPA

Cabos para instalações de energia solar fotovoltaica PARA UMA ENERGIA LIMPA Cabos para instalações de energia solar fotovoltaica PARA UMA ENERGIA LIMPA Soluções inovadoras em fios e cabos elétricos. Somos um dos maiores fabricantes mundiais de fios e cabos, com mais de 70 anos

Leia mais

Seminário Online DIMENSIONAMENTO DE CONDUTORES ELÉTRICOS

Seminário Online DIMENSIONAMENTO DE CONDUTORES ELÉTRICOS Seminário Online DIMENSIONAMENTO DE CONDUTORES ELÉTRICOS Leonel Rodrigues Gerente de Aplicação de Produto Nexans Product Application Dept. Sep 2014 1 Dimensionamento de Condutores Elétricos Dimensionamento

Leia mais

CABOS ISOLADOS / COBERTOS DE BAIXA TENSÃO (até 1kV) Nota: Sob consulta, os cabos Forex, Flexonax, Forenax, Forefix podem ser fornecidos com armadura Fio e Cabo WPP Cordão FOREPLAST (300 V) Os fios WPP

Leia mais

FASCÍCULO CONDIÇÕES GERAIS EMPREENDIMENTOS PARTICULARES LIVRO DE INSTRUÇÕES GERAIS

FASCÍCULO CONDIÇÕES GERAIS EMPREENDIMENTOS PARTICULARES LIVRO DE INSTRUÇÕES GERAIS FASCÍCULO CONDIÇÕES GERAIS EMPREENDIMENTOS PARTICULARES LIVRO DE INSTRUÇÕES GERAIS 2-22 INDICE INTRODUÇÃO... 3 1. OBJETIVO... 4 2. CAMPO DE APLICAÇÃO... 4 3. ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS... 4 4. TERMINOLOGIA

Leia mais

Ensaio de resistência de isolamento

Ensaio de resistência de isolamento 56 Capítulo VII Ensaios de resistência de isolamento e de rigidez dielétrica Por Marcelo Paulino* A avaliação do sistema isolante consiste em uma das principais ferramentas para determinar a condição operacional

Leia mais

CADASTRO TÉCNICO DE FORNECEDORES SISTEMA NORMATIVO CORPORATIVO MATERIAIS PADRONIZADOS APLICADOS EM CÂMARA DE TRANSFORMAÇÃO 15KV - ATENDIMENTO COLETIVO

CADASTRO TÉCNICO DE FORNECEDORES SISTEMA NORMATIVO CORPORATIVO MATERIAIS PADRONIZADOS APLICADOS EM CÂMARA DE TRANSFORMAÇÃO 15KV - ATENDIMENTO COLETIVO SISTEMA NORMATIVO CORPORATIVO CADASTRO TÉCNICO CÓDIGO TÍTULO VERSÃO CD.DT.PDN.03.14.001 03 APROVADO POR MARCELO POLTRONIERI ENGENHARIA E CADASTRO (DEEE) SUMÁRIO 1. OBJETIVO... 3 2. HISTÓRICO DAS REVISÕES...

Leia mais

NORMAS TÉCNICAS BRASILEIRAS SOBRE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS

NORMAS TÉCNICAS BRASILEIRAS SOBRE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS NORMAS TÉCNICAS BRASILEIRAS SOBRE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS Novas Normas NBR IEC 61643-1 - Dispositivos de proteção contra surtos em baixa tensão - Parte 1: Dispositivos de proteção conectados a sistemas de

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO DE DISTRIBUIÇÃO Título CONDUTOR DE ALUMÍNIO MULTIPLEXADO

ESPECIFICAÇÃO DE DISTRIBUIÇÃO Título CONDUTOR DE ALUMÍNIO MULTIPLEXADO ESPECIFICAÇÃO DE DISTRIBUIÇÃO Título CONDUTOR DE ALUMÍNIO MULTIPLEXADO Código ETD-00.023 Data da emissão 28.12.1993 Data da última revisão 09.09.2009 Folha 1 SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Normas Complementares

Leia mais

3M MR Terminal Contrátil a Frio QT-II Corpo Isolador em Silicone,

3M MR Terminal Contrátil a Frio QT-II Corpo Isolador em Silicone, 3M MR Terminal Contrátil a Frio QT-II Corpo Isolador em Silicone, Série 5630 3,6/6 kv a 12/20 kv Ambientes Externos e Internos Boletim Técnico Março 2014 Descrição do Produto Os conjuntos de terminais

Leia mais

CAPACIDADE DE CONDUÇÃO DE CORRENTE 1/40

CAPACIDADE DE CONDUÇÃO DE CORRENTE 1/40 1/40 Os valores de capaci dade de condução de correntes constantes das tabelas a seguir, foram calculados de acordo com os critérios estabelecidos pela NBR 11301. Para os cálculos foram consideradas aterradas

Leia mais

GRUPO DE ESTUDO DE TRANSFORMADORES, REATORES, MATERIAIS ETECNOLOGIAS EMERGENTES- GTM

GRUPO DE ESTUDO DE TRANSFORMADORES, REATORES, MATERIAIS ETECNOLOGIAS EMERGENTES- GTM XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA Versão 1.0 XXX.YY 22 a 25 Novembro de 2009 Recife - PE Grupo XIII GRUPO DE ESTUDO DE TRANSFORMADORES, REATORES, MATERIAIS ETECNOLOGIAS

Leia mais

Os procedimentos para determinar a resistência do condutor são:

Os procedimentos para determinar a resistência do condutor são: 1 Data realização da Laboratório: / / Data da entrega do Relatório: / / Objetivos RELATÓRIO: N o 5 ENSAIO DE FIOS CONDUTORES Verificar o estado da isolação do condutor. 1. Introdução: Esta aula tem como

Leia mais

Resultados recentes da despolarização seletiva Experiência da TAESA

Resultados recentes da despolarização seletiva Experiência da TAESA Resultados recentes da despolarização seletiva Experiência da TAESA Gabriel Mussi Moraes Engenharia de Transmissão - TAESA Visão Geral da Transmissora Aliança A Transmissora Aliança é um dos maiores grupos

Leia mais

Estudo da emissão veicular de Gases de Efeito Estufa (GEE) em veículos movidos à DIESEL. Prof. Dr. Ariston da Silva Melo Júnior

Estudo da emissão veicular de Gases de Efeito Estufa (GEE) em veículos movidos à DIESEL. Prof. Dr. Ariston da Silva Melo Júnior Estudo da emissão veicular de Gases de Efeito Estufa (GEE) em veículos movidos à DIESEL Prof. Dr. Ariston da Silva Melo Júnior INTRODUÇÃO Durante milhões de anos a Terra passou por ciclos naturais de aquecimento

Leia mais

ITEN - INSTITUTO TECNOLÓGICO DE ENSAIOS LTDA.

ITEN - INSTITUTO TECNOLÓGICO DE ENSAIOS LTDA. ITEN - INSTITUTO TECNOLÓGICO DE ENSAIOS LTDA. Laboratório pertencente à RBLE. Relatório de Ensaios de Produtos (REP): n. 1403054-2/03 Emissão: 28.07.2014 Solicitante: Endereço: Fabricante: Eletrocal Indústria

Leia mais

Soluções inovadoras em fios e cabos elétricos.

Soluções inovadoras em fios e cabos elétricos. 1 Soluções inovadoras em fios e cabos elétricos. Somos um dos maiores fabricantes mundiais de fios e cabos, com mais de 170 anos de história de progresso contínuo em nível global e mais de 40 anos no Brasil.

Leia mais

3M MR Terminal Contrátil a Frio QT-II Corpo Isolador em Silicone,

3M MR Terminal Contrátil a Frio QT-II Corpo Isolador em Silicone, 3M MR Terminal Contrátil a Frio QT-II Corpo Isolador em Silicone, Série 5630K 3,6/6 kv a 12/20 kv Ambientes Externos e Internos Boletim Técnico Novembro 2010 1. Descrição do Produto Os conjuntos de terminais

Leia mais

1 Medição de temperatura

1 Medição de temperatura 1 Medição de temperatura 1.1 Medidores de temperatura por dilatação/expansão 1.1.1 Termômetro à dilatação de líquido Os termômetros à dilatação de líquidos baseiam -se na lei de expansão volumétrica de

Leia mais

Manual Técnico. Transformadores de potência. Revisão 5 ÍNDICE

Manual Técnico. Transformadores de potência. Revisão 5 ÍNDICE Página 1 de 10 Manual Técnico Transformadores de potência Revisão 5 ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO...2 2 RECEBIMENTO...2 3 INSTALAÇÃO...3 3.1 Local de instalação...3 3.2 Ligações...3 3.3 Proteções...7 4 MANUTENÇÃO...9

Leia mais

Índice. Instruções Gerais. EPI s (Equipamentos de Proteção Individual) Luvas Isolantes de Borracha. Mangas Isolantes de Borracha

Índice. Instruções Gerais. EPI s (Equipamentos de Proteção Individual) Luvas Isolantes de Borracha. Mangas Isolantes de Borracha Isolantes de Índice Instruções Gerais EPI s (Equipamentos de Proteção Individual) 5 8 Luvas Isolantes de Borracha 10 Mangas Isolantes de Borracha 12 EPC s (Equipamentos de Proteção Coletiva) 14 Manta Isolante

Leia mais

Portaria n.º 11, de 10 de janeiro de 2014. CONSULTA PÚBLICA

Portaria n.º 11, de 10 de janeiro de 2014. CONSULTA PÚBLICA Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 11, de 10 de janeiro de 2014. CONSULTA

Leia mais

SOLUÇÕES SIMPLES E PRÁTICAS APLICÁVEIS ÀS REDES DE ENERGIA ELÉTRICA SUBTERRÂNEAS. Autor: Joel P. Martins - Prysmian

SOLUÇÕES SIMPLES E PRÁTICAS APLICÁVEIS ÀS REDES DE ENERGIA ELÉTRICA SUBTERRÂNEAS. Autor: Joel P. Martins - Prysmian SOLUÇÕES SIMPLES E PRÁTICAS APLICÁVEIS ÀS REDES DE ENERGIA ELÉTRICA SUBTERRÂNEAS Autor: Joel P. Martins - Prysmian Potenciais áreas para implantação de redes de energia elétrica subterrâneas Iniciativa

Leia mais

3M MR Terminal Contrátil a Frio QT-II Corpo Isolador em Silicone,

3M MR Terminal Contrátil a Frio QT-II Corpo Isolador em Silicone, 3M MR Terminal Contrátil a Frio QT-II Corpo Isolador em Silicone, Série 5690K 15/25 KV a 20/35 KV Ambientes Externos e Internos Boletim Técnico Março/ 2011 1. Descrição do Produto Os conjuntos de terminais

Leia mais

ESCOPO DA ACREDITAÇÃO ABNT NBR ISO/IEC 17025 ENSAIO

ESCOPO DA ACREDITAÇÃO ABNT NBR ISO/IEC 17025 ENSAIO Norma de Origem: NIT-DICLA-013 Folha: 1/28 RAZÃO SOCIAL/DESIGNAÇÃO DO LABORATÓRIO INSTITUTO LAB SYSTEM DE PESQUISAS E S LTDA. ACREDITAÇÃO N FIOS, CABOS E CORDÕES S MECÂNICOS Ensaio de tração e alongamento

Leia mais

FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO

FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO PRODUTO: ESMALTE SINTÉTICO ALTO BRILHO METAIS/COMPLEMENTOS VERNIZ 1) IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA 1.1) Nome do produto Esmalte Sintético Alto

Leia mais

Fios, Cabos, Cordões e Fitas Adesivas

Fios, Cabos, Cordões e Fitas Adesivas Página: 1/22 Elaborado por: Douglas Ferreira Verificado por: Karen Carolina Martins Aprovado por: Nelson Coelho Data Aprovação: 18/08/2014 1 - OBJETIVO Este documento apresenta os critérios complementares

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA ET-206/2007 R-02 CABO DE CONTROLE BLINDADO

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA ET-206/2007 R-02 CABO DE CONTROLE BLINDADO /007 R-0 DOCUMENTO NORMATIVO I JUN/007 APRESENTAÇÃO Este documento encerra requisitos, recomendações e diretrizes para nortear os interessados no fornecimento de Cabo de Controle Blindado, multipolar em

Leia mais

Cabo SO-M / SO-M Cable

Cabo SO-M / SO-M Cable Cabo / Cable 750 V Descrição: Os cabos móveis tipo são recomendados para utilização em circuitos de energia e controle de máquinas providas de dispositivo de recolhimento de cabos do tipo festoon ou cortina

Leia mais

TABELA 1 Os métodos de referência são os de instalação indicados na NBR - 5410

TABELA 1 Os métodos de referência são os de instalação indicados na NBR - 5410 CAPACIAE E CONUÇÃO E CORRENTE PARA CABO E BAIXA TENÃO O dimensionamento de uma instalação elétrica alimentada sob tensão nominal igual ou inferior a 00V, em corrente alternada é a 0V em corrente contínua,

Leia mais

Superintendência de Desenvolvimento e Engenharia da Distribuição TD ND-3.3 - TABELAS

Superintendência de Desenvolvimento e Engenharia da Distribuição TD ND-3.3 - TABELAS 02.111-TD/AT-3013a Superintendência de Desenvolvimento e Engenharia da Distribuição TD ND-3.3 - TABELAS Gerência de Desenvolvimento e Engenharia de Ativos da Distribuição TD/AT Belo Horizonte Setembro/2013

Leia mais

FONTES DE ILUMINAÇÃO ELÉTRICA

FONTES DE ILUMINAÇÃO ELÉTRICA FONTES DE ILUMINAÇÃO ELÉTRICA Lâmpadas de vapor de sódio de alta pressão Características e ensaios Elaboração: DTI Homologação: conforme despacho do CA de 2011-11-23 Edição: 3ª. Substitui a edição de JUL

Leia mais

Uma viagem pelas instalações elétricas. Conceitos & aplicações

Uma viagem pelas instalações elétricas. Conceitos & aplicações Uma viagem pelas instalações elétricas. Conceitos & aplicações Novas Diretrizes de projeto e aplicação de painéis de baixa tensão Eng. Nunziante Graziano, M. Sc. AGENDA Normas de Referência Por que um

Leia mais

Liderança em Cabos Vulcanizados. Cabos unipolares para altas temperaturas

Liderança em Cabos Vulcanizados. Cabos unipolares para altas temperaturas Cabos unipolares para altas temperaturas 2 A CONFIABILIDADE QUE FAZ A DIFERENÇA (Estas certificações são da linha geral de cabos produzidos pela Cofibam) Política da qualidade A COFIBAM SE COMPROMETE EM

Leia mais

Uma viagem pelas instalações elétricas. Conceitos & aplicações

Uma viagem pelas instalações elétricas. Conceitos & aplicações Uma viagem pelas instalações elétricas. Conceitos & aplicações Dimensionamento de Condutores Elétricos Dimensionamento de Condutores Elétricos Dimensionamento técnico baixa tensão Seção mínima Capacidade

Leia mais

Proteção de cabos. o valor da relação Uo/U, que representa o quanto o cabo suporta de sobretensão fase-terra (Uo) e entre fases (U).

Proteção de cabos. o valor da relação Uo/U, que representa o quanto o cabo suporta de sobretensão fase-terra (Uo) e entre fases (U). 32 Apoio Proteção e seletividade Capítulo XII Proteção de cabos Por Cláudio Mardegan* Falando em proteção de cabos, este capítulo abordará de proteção deve ficar, no máximo, igual ao valor de alguns critérios

Leia mais

Bloco modular de conexão BT-2000

Bloco modular de conexão BT-2000 ESPECIFICAÇÃO DE PRODUTO EPR 010 Aprovação: Emissão: MAR/02 Bloco modular de conexão Origem: Engenharia BT-2000 Revisão: 00 Páginas: 10 Sumário 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Característica 4 Composição e Materiais

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA AMPLA ETA-190/2015 R-01

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA AMPLA ETA-190/2015 R-01 DIRETORIA DE PLANEJAMENTO E ENGENHARIA PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO DE REDE /25 ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA AMPLA /25 R- FOLHA DE CONTROLE I APRESENTAÇÃO Esta Especificação Técnica define os requisitos gerais

Leia mais

Portaria n.º 589, de 05 de novembro de 2012

Portaria n.º 589, de 05 de novembro de 2012 Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 589, de 05 de novembro de 2012 O PRESIDENTE

Leia mais

PRAÇA DOS ESPORTES E DA CULTURA MEMORIAL DESCRITIVO E ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA

PRAÇA DOS ESPORTES E DA CULTURA MEMORIAL DESCRITIVO E ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA PRAÇA DOS ESPORTES E DA CULTURA MEMORIAL DESCRITIVO E ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA PROJETO: ELÉTRICO Modelo: 3.000 m2 MAIO 2011 SUMÁRIO 1. GENERALIDADES... 03 2. DOCUMENTOS APLICÁVEIS... 04 3. DESCRIÇÃO DO PROJETO...

Leia mais

AS NORMAS ABNT. ABNT NBR IEC 60335-2-76 Trata especificamente sobre equipamentos eletrificadores de cercas. Foi publicada em 03/12/2007

AS NORMAS ABNT. ABNT NBR IEC 60335-2-76 Trata especificamente sobre equipamentos eletrificadores de cercas. Foi publicada em 03/12/2007 AS NORMAS ABNT INTRODUÇÃO ABNT NBR IEC 60335-2-76 Trata especificamente sobre equipamentos eletrificadores de cercas. Foi publicada em 03/12/2007 NBR NM-IEC 335-1 Trata sobre a segurança de equipamentos

Leia mais

Conjuntos de manobra e controle de potência

Conjuntos de manobra e controle de potência 28 Capítulo VIII Conjuntos de manobra e controle de baixa tensão Aplicações Por Luiz Felipe Costa* A aplicação de conjuntos de manobra e controle de baixa tensão, conforme a ABNT NBR IEC 60439-1, é feita,

Leia mais

ELOS ACESSÓRIOS PARA CABO REDE SUBTERRÂNEA

ELOS ACESSÓRIOS PARA CABO REDE SUBTERRÂNEA INSTRUÇÕES DE MONTAGEM ELOS ACESSÓRIOS PARA CABO REDE SUBTERRÂNEA PÁG. / 6 EMEX 6 kv Edição: DEZ 09 A emenda EMEX é um acessório de cabo de média tensão isolado com EPR ou XLPE com camada semi-condutora

Leia mais

Uma viagem pelas instalações elétricas. Conceitos & aplicações

Uma viagem pelas instalações elétricas. Conceitos & aplicações Uma viagem pelas instalações elétricas. Conceitos & aplicações MATERIAIS PARA SISTEMAS DE ATERRAMENTO Rinaldo J. Botelho ABNT NBR-5419 1/4 -TERMOS E DEFINIÇÕES 3.15 sistema de aterramento Sistema completo

Leia mais

QUALIDADE - ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA SUMÁRIO

QUALIDADE - ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA SUMÁRIO PLUG TERMINAL COM CAPA (PTC) 600 A 8,7 / 15 KV OPERAÇÃO SEM CARGA SUMÁRIO ITEM CONTEÚDO PG. 1. OBJIVO 02 2. ÂMBITO 02 3. CONCEITOS 02 4. NORMAS E LEGISLAÇÃO APLICÁVEIS 02 5. INSTRUÇÕES GERAIS 03 5.1. Condições

Leia mais

Estudo da Emissão Veicular de Gases de Efeito Estufa (GEE) em Veículos Movidos à Gasolina

Estudo da Emissão Veicular de Gases de Efeito Estufa (GEE) em Veículos Movidos à Gasolina Estudo da Emissão Veicular de Gases de Efeito Estufa (GEE) em Veículos Movidos à Gasolina *MELO JÚNIOR, A. S a.; GATTI, L b.; SEVEGNANI, F c.; SATIE,I. d ; IZIDRO, J. e ; IANNUZZI, A. f a.universidade

Leia mais

COMPONENTES. Chave sem carga para o tipo de Título Instalação fixa SW

COMPONENTES. Chave sem carga para o tipo de Título Instalação fixa SW COMPONENTES Chave sem carga para o tipo de Título Instalação fixa SW Informações gerais A chave SW sem carga é uma gama completa projetada para cobrir todas as aplicações a serem cumpridas em subestações

Leia mais

12ª Conferência sobre Tecnologia de Equipamentos

12ª Conferência sobre Tecnologia de Equipamentos 12ª Conferência sobre Tecnologia de Equipamentos COTEQ2013-340 DETECÇÃO E CONTROLE DE POLUIÇÃO EM ISOLADORES DE ALTA TENSÃO ATRAVÉS DE TERMOGRAFIA Laerte dos Santos 1, Marcelo O. Morais Filho 2, Rodolfo

Leia mais

Universidade de Coimbra. Biosensores e Sinais Biomédicos (2007-2008)

Universidade de Coimbra. Biosensores e Sinais Biomédicos (2007-2008) Universidade de Coimbra Biosensores e Sinais Biomédicos (2007-2008) Trabalho Prático N 1 ESTUDO DO COMPORTAMENTO DE SENSORES DE TEMPERATURA: Objectivo TERMOPARES E TERMÍSTORES Determinação da resposta

Leia mais

da qualidade ISO 9001:2008 certificados, a IPCE tem como A Qualidade na energia!

da qualidade ISO 9001:2008 certificados, a IPCE tem como A Qualidade na energia! da qualidade ISO 9001:2008 certificados, a IPCE tem como A Qualidade na energia! Tecnologia & Segurança Tecnologia que Proporciona Segurança A qualidade, conceito evolutivo e constante, exige a renovação

Leia mais

Aula 08 Instalações Elétricas de Distribuição. Professor Jorge Alexandre A. Fotius

Aula 08 Instalações Elétricas de Distribuição. Professor Jorge Alexandre A. Fotius Aula 08 Instalações Elétricas de Distribuição Professor Jorge Alexandre A. Fotius Redes Aéreas Redes Aéreas Redes Aéreas Redes Aéreas Redes Aéreas Redes Aéreas Redes Aéreas Em áreas urbanas com baixa densidade

Leia mais

ISOTRANS IND. DE TRANSFORMADORES LTDA.

ISOTRANS IND. DE TRANSFORMADORES LTDA. ISOTRANS IND. DE TRANSFORMADORES LTDA. TRANSFORMADORES MONOFÁSICOS DE ISOLAÇÃO COM BLINDAGEM APLICAÇÃO Os transformadores monofásicos de isolação com blindagens, magnética e eletrostática, foram desenvolvidos

Leia mais

Certificado de Registro e Classificação Cadastral - CRCC

Certificado de Registro e Classificação Cadastral - CRCC CERTIFICAMOS que a empresa acima identificada encontra-se regularmente inscrita no Cadastro de es de Materiais e/ou Serviços da PETROBRAS e habilitada para as especialidades indicadas conforme relação

Leia mais

Emissão Veicular de Gases de Efeito Estufa (GEE) Em Automotivos Movidos a Diesel

Emissão Veicular de Gases de Efeito Estufa (GEE) Em Automotivos Movidos a Diesel Emissão Veicular de Gases de Efeito Estufa (GEE) Em Automotivos Movidos a Diesel *MELO JUNIOR, A. S a.;gatti, L. b.; FERREIRA, P. G c.; FRUGOLLI, A. d a.universidade de São Paulo (USP)/Universidade Paulista,

Leia mais

Figura 8.1 Representação esquemática de um transformador.

Figura 8.1 Representação esquemática de um transformador. CAPÍTULO 8 TRANSFORMADORES ELÉTRICOS 8.1 CONCEITO O transformador, representado esquematicamente na Figura 8.1, é um aparelho estático que transporta energia elétrica, por indução eletromagnética, do primário

Leia mais

Aplicação. de Redes de Distribuição Subterrâneas na CEMIG Cabos 09. - Maceió 02/10/2009

Aplicação. de Redes de Distribuição Subterrâneas na CEMIG Cabos 09. - Maceió 02/10/2009 Aplicação de Redes de Distribuição Subterrâneas na CEMIG Cabos 09 - Maceió 02/10/2009 Apresentar Critérios Atuais e Tendências no Uso de Redes de Distribuição Subterrâneas de Energia Elétrica na Cemig

Leia mais

Reparo de Transformador de Potência da Linha 1 do METRÔ-SP

Reparo de Transformador de Potência da Linha 1 do METRÔ-SP Reparo de Transformador de Potência da Linha 1 do METRÔ-SP Avaliação Técnica x Custos x Experiências Adquiridas GERSON DIAS Mapa da Rede Metropolitana S/E Primária Cambuci - YCI Atuação do relé de presença

Leia mais

POP-04.0001. Transporte, armazenamento, preservação, manuseio, instalação e ensaios de cabos elétricos

POP-04.0001. Transporte, armazenamento, preservação, manuseio, instalação e ensaios de cabos elétricos 1 Objetivo Procedimento Operacional Pág.: 1/15 Determinar as condições exigíveis de acondicionamento, transporte, armazenamento e movimentação de bobinas de condutores elétricos, visando à integridade

Leia mais

ELÉTRICA. seção 7,98 4,95 3,30 1,91 33,2 39,4 48,0. Cordão Paralelo

ELÉTRICA. seção 7,98 4,95 3,30 1,91 33,2 39,4 48,0. Cordão Paralelo ELÉTRICA APLICAÇÕES: São utilizados em instalações de baixa tensão, como construção civil, instalações industriais e comerciais, para tensões de até 75V. CONDUTOR: Corda flexível, classe 4 de encordoamento

Leia mais

CURSO ENGENHARIA ELÉTRICA Autorizado pela Portaria nº 960 de 25/11/08 D.O.U de 26/11/08 PLANO DE CURSO

CURSO ENGENHARIA ELÉTRICA Autorizado pela Portaria nº 960 de 25/11/08 D.O.U de 26/11/08 PLANO DE CURSO CURSO ENGENHARIA ELÉTRICA Autorizado pela Portaria nº 960 de 25/11/08 D.O.U de 26/11/08 Componente Curricular: Materiais Elétricos Código: ENG -383 Pré-requisito: --- Período Letivo: 2013.1 Professor:

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA MANUTENÇÃO CORRIVA EM TRANSFORMADORES DE SUMÁRIO CONTEÚDO PG. 1. OBJIVO 02 2. ÂMBITO 02 3. CONCEITOS 02 4. NORMAS E LEGISLAÇÃO APLICÁVEIS 02 5. INSTRUÇÕES GERAIS 02 5.1. Local da Realização dos Serviços

Leia mais

PROJETOS EM INSTRUMENTAÇÃO E AUTOMAÇÃO INSTRUMENTAÇÃO - TEMPERATURA

PROJETOS EM INSTRUMENTAÇÃO E AUTOMAÇÃO INSTRUMENTAÇÃO - TEMPERATURA MÉTODO DE MEDIÇÃO Podemos dividir os medidores de temperatura em dois grandes grupos, conforme a tabela abaixo: 1º grupo (contato direto) Termômetro à dilatação de líquidos de sólido Termômetro à pressão

Leia mais

Avaliação do Desempenho Dielétrico de Buchas Capacitivas aplicando Ensaios com Alta Tensão. A Experiência da Eletrobrás Eletronorte

Avaliação do Desempenho Dielétrico de Buchas Capacitivas aplicando Ensaios com Alta Tensão. A Experiência da Eletrobrás Eletronorte 1 Avaliação do Desempenho Dielétrico de Buchas Capacitivas aplicando Ensaios com Alta Tensão. A Experiência da Eletrobrás Eletronorte J. M. T. Teixeira Jr, B. M. Campos, F. S. Brasil, J. A. S. Andrade,

Leia mais

PERÍCIAS DE ENGENHARIA ELÉTRICA

PERÍCIAS DE ENGENHARIA ELÉTRICA PERÍCIAS DE ENGENHARIA ELÉTRICA PERICIAS NAS DIVERSAS ÁREAS DA ENGENHARIA ELÉTRICA 1. PERICIAS EM TRANSFORMADORES Transformadores a óleo e transformadores a seco; Verificação de seus componentes; Ensaios

Leia mais

Tabelas de Dimensionamento

Tabelas de Dimensionamento Com o objetivo de oferecer um instrumento prático para auxiliar no trabalho de projetistas, instaladores e demais envolvidos com a seleção e dimensionamento dos em uma instalação elétrica de baixa tensão,

Leia mais

COELCE DECISÃO TÉCNICA CRITÉRIO PARA INSTALAÇÃO DT - 106 RELIGADOR AUTOMÁTICO TRIFÁSICO DE 15 KV USO EM POSTE

COELCE DECISÃO TÉCNICA CRITÉRIO PARA INSTALAÇÃO DT - 106 RELIGADOR AUTOMÁTICO TRIFÁSICO DE 15 KV USO EM POSTE DECISÃO TÉCNICA CRITÉRIO PARA INSTALAÇÃO DT - 16 RELIGADOR AUTOMÁTICO TRIFÁSICO DE 15 KV USO EM POSTE DOCUMENTO NORMATIVO DA TRANSMISSÃO DESIM -896-1 I JUN/1 Í N D I C E 1 OBJETIVO...1 2 NORMAS E TRABALHOS...1

Leia mais

Décimo Segundo Encontro Regional Ibero-americano do CIGRÉ Foz do Iguaçu-Pr, Brasil - 20 a 24 de maio de 2007

Décimo Segundo Encontro Regional Ibero-americano do CIGRÉ Foz do Iguaçu-Pr, Brasil - 20 a 24 de maio de 2007 Sistem a de Monitoração On-line de Capacitância e Tangente Delta de Buchas Condensivas Marcos E. G. Alves* Jorge C. da Silva** * Treetech Sistem as Digitais Ltda. ** C em ig S.A. RESUMO Em geral, apesar

Leia mais

Cabos Navais. Introdução

Cabos Navais. Introdução Cabos Navais Introdução A Prysmian Energia Cabos e Sistemas do Brasil S.A. apresenta a sua linha de cabos para aplicação em plataformas de petróleo off-shore e navios, tipo LS0H (Low Smoke Zero Halogen),

Leia mais

PROCEDIMENTOS DE DISTRIBUIÇÃO Título PARALELISMO MOMENTÂNEO DE GERADOR COM O SISTEMA PRIMÁRIO DE DISTRIBUIÇÃO ATÉ 25 kv, COM OPERAÇÃO EM RAMPA

PROCEDIMENTOS DE DISTRIBUIÇÃO Título PARALELISMO MOMENTÂNEO DE GERADOR COM O SISTEMA PRIMÁRIO DE DISTRIBUIÇÃO ATÉ 25 kv, COM OPERAÇÃO EM RAMPA PROCEDIMENTOS DE DISTRIBUIÇÃO Título PARALELISMO MOMENTÂNEO DE GERADOR COM O SISTEMA PRIMÁRIO DE DISTRIBUIÇÃO ATÉ 25 kv, COM OPERAÇÃO EM RAMPA Código NTD-00.024 Data da emissão 05.11.2009 Data da última

Leia mais

Uma viagem pelas instalações elétricas. Conceitos & aplicações

Uma viagem pelas instalações elétricas. Conceitos & aplicações Uma viagem pelas instalações elétricas. Conceitos & aplicações Avaliação do Sistema de Transformação em Subestações e Painéis de Média Tensão - Operação, Manutenção e Ensaios Eng. Marcelo Paulino Subestações

Leia mais

Cabo para Sinal e Detecção de Incêndio - s/ blindagem - 600 V - flexível - Instalações contínuas cem tubulação de aço galvanizado para blindagem eletrostática e magnética; Cabo formado por dois ou mais

Leia mais

1 INSPEÇÃO DA INSTALAÇÃO ELÉTRICA CONFORME A NBR 5410

1 INSPEÇÃO DA INSTALAÇÃO ELÉTRICA CONFORME A NBR 5410 1 INSPEÇÃO DA INSTALAÇÃO ELÉTRICA CONFORME A NBR 5410 A segurança sempre está em pauta em nossas vidas e com a eletricidade não deve ser diferente. Durante a utilização normal das instalações elétricas

Leia mais

SUBSISTEMA NORMAS E ESTUDOS DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DE DISTRIBUIÇÃO CÓDIGO TÍTULO FOLHA

SUBSISTEMA NORMAS E ESTUDOS DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DE DISTRIBUIÇÃO CÓDIGO TÍTULO FOLHA MANUAL ESPECIAL SISTEMA DE DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO SUBSISTEMA NORMAS E ESTUDOS DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DE DISTRIBUIÇÃO CÓDIGO TÍTULO FOLHA E-313.0079 CABOS UNIPOLARES DE POTÊNCIA

Leia mais

Workshop. Proteção em redes de serviços via cabo coaxial

Workshop. Proteção em redes de serviços via cabo coaxial Workshop Proteção em redes de serviços via cabo coaxial Distúrbios em sistemas elétricos Surto Surtos elétricos Incidência de Descargas Atmosféricas na região sudeste, sul, Mato Grosso e Goiás (em milhões)

Leia mais

Sistema Normativo Corporativo

Sistema Normativo Corporativo Sistema Normativo Corporativo PADRÃO TÉCNICO VERSÃO Nº ATA Nº DATA DATA DA VIGÊNCIA 00-13/07/2009 13/07/2009 APROVADO POR José Rubens Macedo Junior SUMÁRIO 1. RESUMO...3 2. HISTÓRICO DAS REVISÕES...3 3.

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA D SUMÁRIO CONTEÚDO PG. 1. OBJETIVO 02 2. ÂMBITO 02 3. CONCEITOS 02 4. NORMAS E LEGISLAÇÃO APLICÁVEIS E DOCUMENTOS COMPLEMENTARES 02 5. INSTRUÇÕES GERAIS 03 5.1. Condições de Serviço 03 5.2. Identificação

Leia mais

Painel Setorial de Disjuntores INMETRO

Painel Setorial de Disjuntores INMETRO Painel Setorial de Disjuntores INMETRO Aspectos de segurança para disjuntores no âmbito das normas NBR 5361 e NBR IEC 60898 Eng. Carlos Alberto Quintas Lima EATON Rio de Janeiro, 11 de outubro de 2005

Leia mais

Tipos de linhas. Sumário Linhas Elétricas Dimensionamento. Aspectos Gerais Características Tipos de Linhas

Tipos de linhas. Sumário Linhas Elétricas Dimensionamento. Aspectos Gerais Características Tipos de Linhas Tipos de linhas Sumário Aspectos Gerais Características Tipos de Linhas Instalação dos condutores Aspectos Gerais Características Tipos de Linhas Os cabos multipolares só deve conter os condutores de um

Leia mais

DECISÃO TÉCNICA DT-144/2013 R-00

DECISÃO TÉCNICA DT-144/2013 R-00 DIRETORIA TÉCNICA PLANEJAMENTO E ENGENHARIA DA REDE DT-144/2013 DECISÃO TÉCNICA DT-144/2013 R-00 INSTALAÇÃO DE CAIXA DE PROTEÇÃO SECUNDÁRIA NA REDE DE BAIXA TENSÃO FOLHA DE CONTROLE DECISÃO TÉCNICA INSTALAÇÃO

Leia mais

Gerador de nitrogênio. Sistemas de geração de gases, membranas e PSA

Gerador de nitrogênio. Sistemas de geração de gases, membranas e PSA Gerador de nitrogênio Sistemas de geração de gases, membranas e PSA Aplicações de nitrogênio Comidas e bebidas O nitrogênio é um gás ideal para armazenar (fumigação) e transportar alimentos e bebidas.

Leia mais

Capacidade de corrente de cabos. Fábio Brunheroto Forner

Capacidade de corrente de cabos. Fábio Brunheroto Forner Capacidade de corrente de cabos Fábio Brunheroto Forner 1 A Redenel Engenharia e Representações Ltda. foi idealizada para elaboração de serviços de engenharia em redes de distribuição subterrânea, tendo

Leia mais

TRANSFORMADOR A SECO Geafol de 75 a 25.000 kva

TRANSFORMADOR A SECO Geafol de 75 a 25.000 kva Com a linha Geafol, obteve-se um transformador com excelentes características elétricas, mecânicas e térmicas que, adicionalmente, ainda é ecológico. São produzidos sob certificação DQS, ISO 9001 e ISO

Leia mais

Rebrilhar Catalisador Ureia-Formol

Rebrilhar Catalisador Ureia-Formol 1 IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome comercial do Produto: Nome da Empresa: Rebrilhar Resinas e Vernizes Ltda. Endereço: Rua Luiz de Moraes Rego, nº. 505 Jardim do Bosque Leme/SP Telefones: 19-35186900

Leia mais

Evolução dos dispositivos de proteção contra sobretensões

Evolução dos dispositivos de proteção contra sobretensões II Evolução dos dispositivos de proteção contra sobretensões A função básica dos dispositivos de proteção contra sobretensões é a de reduzir as amplitudes das sobretensões de frentes lenta e rápida nos

Leia mais

INDICE. Catálogo de cabos industriais e energia CAPÍTULOS

INDICE. Catálogo de cabos industriais e energia CAPÍTULOS INDICE Catálogo de cabos industriais e energia CAPÍTULOS 1 Cabos de Energia Harmonizados 2 Cabos de Energia - Baixa Tensão (0,6/1kV) 3 Cabos de Energia de Média e Alta Tensão 4 Cabos de Segurança 5 Cabos

Leia mais

Acessórios Desconectáveis 200A

Acessórios Desconectáveis 200A 200A APLICAÇÃO Os Acessórios da Prysmian possuem uma concepção de projeto baseada no sistema plugue - tomada, porém para tensões, permitindo fácil conexão e desconexão de um cabo de potência, de um equipamento,

Leia mais

FISPQ. FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO NBR 14725 NOME DO PRODUTO: Solução Titulante

FISPQ. FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO NBR 14725 NOME DO PRODUTO: Solução Titulante NOME DO PRODUTO: Solução Titulante 1/12 FISPQ NRº. 28 1- IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA: Nome Comercial do Produto: Solução Titulante Nome Químico: Solução Ácida a 0,1 N Nome da Empresa: Hidroazul

Leia mais

Corte e Goivagem pelo Processo PLASMA

Corte e Goivagem pelo Processo PLASMA Senai RJ Volta Redonda Corte e Goivagem pelo Processo PLASMA Edson Urtado O histórico... Processo desenvolvido nos anos 50; No início o plasma foi desenvolvido para o corte do aço inóx e alumínio; Alto

Leia mais

2.1. CONDIÇÕES DO LOCAL DE INSTALAÇÃO 2.2. NORMAS TÉCNICAS 2.3. DOCUMENTOS TÉCNICOS A SEREM APRESENTADOS PARA APROVAÇÃO APÓS ASSINATURA DO CONTRATO

2.1. CONDIÇÕES DO LOCAL DE INSTALAÇÃO 2.2. NORMAS TÉCNICAS 2.3. DOCUMENTOS TÉCNICOS A SEREM APRESENTADOS PARA APROVAÇÃO APÓS ASSINATURA DO CONTRATO ÍNDICE 1.0 OBJETIVO 2.0 REQUISITOS GERAIS 2.1. CONDIÇÕES DO LOCAL DE INSTALAÇÃO 2.2. NORMAS TÉCNICAS 2.3. DOCUMENTOS TÉCNICOS A SEREM APRESENTADOS PARA APROVAÇÃO APÓS ASSINATURA DO CONTRATO 2.4. EXTENSÃO

Leia mais

4.3 Códigos Padronizados Conforme ANEXO II - ESPECIFICAÇÃO SUCINTA E DETALHADA.

4.3 Códigos Padronizados Conforme ANEXO II - ESPECIFICAÇÃO SUCINTA E DETALHADA. Elaborador: Mário Sérgio de Medeiros Damascena ET - 05.126.00 1 de 20 1 FINALIDADE Esta Norma especifica e padroniza as dimensões e as características mínimas exigíveis de elo fusível para utilização nas

Leia mais