CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO CEARÁ FACULDADE CEARENSE CURSO ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS JÉSSICA SOUSA DE JESUS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO CEARÁ FACULDADE CEARENSE CURSO ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS JÉSSICA SOUSA DE JESUS"

Transcrição

1 CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO CEARÁ FACULDADE CEARENSE CURSO ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS JÉSSICA SOUSA DE JESUS ANÁLISE DA GESTÃO DE VENDAS DA PEDREIRA ITATIBA FORTALEZA 2013

2 JÉSSICA SOUSA DE JESUS ANÁLISE DA GESTÃO DE VENDAS DA PEDREIRA ITATIBA Monografia submetida à aprovação Coordenação do curso de Administração de Empresas do Centro Superior do Ceará, como requisito parcial para obtenção do grau de graduação. Professor orientador: Luis Carlos Alencar FORTALEZA 2013

3 J58a Jesus, Jéssica Sousa de Análise da gestão de vendas da pedreira Itatiba / Jéssica Sousa de Jesus. Fortaleza f. Orientador: Prof. Luis Carlos Alencar. Trabalho de Conclusão de curso (graduação) Faculdade Cearense, Curso de Administração, Vendas. 2. Administração da força de vendas. 3. Gestão de vendas. I. Alencar, Luis Carlos. II. Título CDU Bibliotecário Marksuel Mariz de Lima CRB-3/1274

4 JÉSSICA SOUSA DE JESUS ANÁLISE DA GESTÃO DE VENDAS DA PEDREIRA ITATIBA Monografia como pré-requisito para a obtenção do título de Bacharelado em Administração de Empresas, outorgado pela Faculdade Cearense FAC, tendo sido aprovada pela banca examinadora composta pelos professores. Data de Aprovação: / / BANCA EXAMINADORA Professor (a): Professor (a): Professor (a):

5 À minha mãe que sempre me ensinou e me incentivou a sempre priorizar os estudos, à minha avó que mesmo sem instrução, sempre me apoiou, ao meu avô in memorian, ao meu futuro esposo, pelos conselhos e críticas construtivas e apoio de sempre, e a toda minha família que mesmo longe, sempre demonstraram o carinho e atenção.

6 AGRADECIMENTOS A Deus acima de tudo, por me permitir a vida e a força de vontade para buscar meus objetivos. Aos meus colegas de classe, os quais estiveram juntos comigo durante essa caminhada, e que sabem tanto quanto eu, o quanto é sacrificante se dedicar aos estudos da faculdade, principalmente a grande maioria que trabalha o dia inteiro e faz o curso à noite, abdicando de muitas outras atividades para se dedicar à faculdade. Em especial a Cris, Joélia e Milena, pela oportunidade de construir grandes amizades e sempre que possível, sermos companheiras de equipe nos trabalhos da faculdade. Aos professores do curso de Administração, em especial aos professores (as): Phryné, Queiroz, Filipe Queiroz, Falcão, Jerry David, Jorge, Paulo Barbosa, Mônica Machado, Mônica Gurgel, Almeida, Kelly Brasil, Belizário, Rosângela Soares, Eloisa (in memorian), Rosiberto, Ricardo, Clara, Eugênio, Paulo Henrique, por nos prepararem para sermos futuros administradores e enfrentar os desafios da nossa profissão. Ao meu professor orientador Luis Carlos Alencar por aceitar a me ajudar na construção desse trabalho. Ao meu gerente Alexandre Farias, que permitiu a realização deste trabalho na Pedreira Itatiba. Ao Professor Dr. Luciano Thomé e Castro, que me ajudou na escolha do modelo de gestão da força de vendas.

7 Ser vendedor é: Desconhecer o significado da palavra impossível Saber que um Não às vezes é um Sim disfarçado Saber que a palavra Fechado é a sua principal meta de vendas Saber que todo Pedido é uma Ordem (de compra) Saber que todo dia é dia de matar um leão Saber Ouvir mais do que Falar Saber ser independente, pois tudo sempre só depende de você Saber que você decide quanto quer ganhar por mês Saber que Clientes não são números, são Pessoas Saber que venda é como DNA; não existe uma igual a outra Saber que vender está no sangue e no espírito Saber que o(a) Vendedor(a) é que faz a máquina girar Saber que quem é Vendedor (a), VENDE! Eduardo Santos

8 RESUMO Com a evolução do mercado e do comércio em geral, a tarefa de gerenciamento da força de vendas se tornou uma importante ferramenta de gestão na busca por resultados que satisfaçam tanto a empresa, o consumidor, quanto à equipe de vendas. A utilização das ferramentas estratégicas de marketing aliadas a uma eficiente gestão de vendas, permitem à empresa uma força competitiva no mercado. A gestão da força de vendas envolve muitas atividades, que estão relacionadas com todos os setores da empresa, que em conjunto, satisfazem as necessidades uns dos outros. Administrar bem a força de vendas é permitir que a empresa aumente sua receita e sua lucratividade, tendo em vista que a equipe de vendas é uma potencial geradora de receitas para a empresa. Portanto, o objetivo deste trabalho é analisar a gestão de vendas da Pedreira Itatiba, fazendo um paralelo entre a teoria e a prática, baseado em um modelo de gestão de vendas de Castro e Neves (2012), ou seja, analisar se a empresa segue uma correta administração da sua força de vendas de acordo com a literatura especializada. O método de pesquisa utilizado foi pesquisa aplicada, qualitativa, exploratória, bibliográfica, e um estudo de caso aplicado na Pedreira Itatiba. O instrumento utilizado para a coleta de dados foi uma entrevista com o gerente comercial da empresa. Como resultado, foi considerado como satisfatório a gestão de vendas da empresa, com alguns pontos a serem melhorados e melhor aplicados. Palavras-chave: Vendas. Administração da força de vendas. Gestão de vendas.

9 ABSTRACT With the evolution of the market and trade in general, the task of managing the sales force has become an important management tool in the quest for results that meet both the company, the consumer, as the sales team. The use of strategic marketing tools combined with an efficient sales management, allow the company a competitive force in the market. The management of the sales force involves many activities that are related to all sectors of business, which together meet the needs of each other. Successfully manage the sales force is to allow the company to increase its revenue and profitability, given that the sales team is a potential generator of revenue for the company. Therefore, the aim of this work is to analyze the sales management of Quarry Itatiba, drawing a parallel between theory and practice, based on a model of sales management and Castro Neves (2012), ie to examine if the company follows a proper administration of its sales force in accordance with the literature. The research method was applied research, qualitative, exploratory, literature, and a case study applied to the Quarry Itatiba. The instrument used for data collection was an interview with the marketing manager of the company. As a result, it was considered satisfactory management of the company's sales, with some points to be improved and better enforced. Keywords: Sales. Management of the sales force. Sales management.

10 LISTA DE FIGURAS E QUADROS FIGURA 1. Etapas de Planejamento e administração da força de vendas QUADRO 1. Tópicos para análise da concorrência em vendas QUADRO 2. Tipos de quotas e objetivos de vendas QUADRO 3. Argumentos a favor de representantes, vendedores, e argumentos contingenciais QUADRO 4.Comparação entre o nível fixo e variável da remuneração em vendas QUADRO 5. Características procuradas em vendedores dependendo do tipo do vendedor QUADRO 6. Avaliação de treinamentos: objetivos, informações e métodos QUADRO 7. Medidas complementares para avaliação de desempenho QUADRO 8. Modelo de auditoria em vendas... 45

11 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO A EVOLUÇÃO DO COMÉRCIO A ADMINISTRAÇÃO DA FORÇA DE VENDAS MODELO DE PLANEJAMENTO DA FORÇA DE VENDAS DE CASTRO NEVES (2012) Planejamento e organização estratégica da força de vendas Análise de necessidade do comprador e compreensão do papel vendas em marketing Análise ambiental da concorrência benchmarking Potencial de vendas e definição das quotas/objetivos quantitativos de vendas Organização de vendas: desenho de território Definição do formato de entrada da força de vendas análise dos modos de governança (interno, externo) e remuneração Implementação de vendas Administração de clientes e informações Gerenciamento do território: recrutamento, seleção, treinamento e motivação Controle de vendas Administração de conflitos Formas de controle e auditoria em vendas METODOLOGIA Conceitos de pesquisa Natureza da pesquisa Forma de abordagem Objetivos da pesquisa Procedimentos técnicos Sujeito da pesquisa RESULTADOS CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS APÊNDICE... 60

12 10 1 INTRODUÇÃO Toda organização que tenha como objetivo vender produtos ou serviços necessita de ter um acompanhamento gerencial eficiente. O gerente de vendas que se preocupa basicamente em fechar pedidos, que acha que atua em um mercado estável, sem concorrência, está completamente desatualizado, fora do contexto, e poderá perder espaço no mercado. O profissional de vendas tem que estar preparado para os novos desafios que surgem a cada instante, necessita estar antenado com novos cenários mercadológicos, necessita saber lidar com estratégias de campo, planejamento estratégico, tomar decisões, conhecer sobre marketing e principalmente saber gerenciar a sua equipe de vendas. Tudo isso levando em conta o mercado atualmente instável e concorrido. A Gestão de vendas pode ser considerada um processo novo nas organizações, tendo em vista que o surgimento do marketing se deu por volta de 1910, trazendo consigo uma infinidade de estratégias voltadas para a descoberta conquista e fidelização dos consumidores. Estará sendo abordado neste trabalho a gestão de vendas da pedreira Itatiba, e se dará um enfoque na venda pessoal, que é uma das ferramentas usadas na promoção de vendas para a conquista do público-alvo, tendo como problemática descobrir se: A gestão de vendas da empresa segue os processos/padrões necessários e de acordo com a literatura especializada, para uma boa administração da força de vendas? Como hipótese, pressupõe-se que a empresa pratica a gestão de vendas conforme a literatura de maneira parcial, ou seja, em alguns aspectos a empresa segue o que a literatura estabelece, mas em alguns casos ainda não está de acordo. Os objetivos propostos pra este trabalho são, como objetivo geral analisar a gestão de vendas na empresa Pedreira Itatiba, fazendo um paralelo entre teoria e prática, ou seja, através do modelo de gestão de vendas de Castro e Neves (2012), analisar se a empresa segue uma correta administração da força de vendas, e como objetivo específico analisar qual o nível de incidência praticada pela empresa em relação à sua gestão de vendas e o modelo apresentado.

13 11 Tem-se como justificativa para a realização do trabalho, o interesse por esse tema que está ligado diretamente com a profissão exercida pela pesquisadora, e a identificação com a área comercial, como também o intuito de poder ajudar a melhorar os processos e procedimentos realizados no setor comercial da empresa para o alcance de melhores resultados tanto quantitativos como qualitativos. Outro fato determinante para essa escolha é a facilidade de poder obter informações para desenvolver o trabalho, já que será utilizado como procedimento um estudo de caso com a característica exploratório na empresa que a pesquisadora trabalha.

14 12 2 A EVOLUÇÃO DO COMÉRCIO A evolução do comércio inicia-se desde a expansão marítima quando na Europa surgia a necessidade de expansão econômica. Por volta do século XV o crescimento econômico fica ameaçado, há uma decadência na produção agrícola enquanto nas cidades a produção aumentava. Com a alta dos preços dos produtos vindos da índia e a falta de metais precisos, a procura para outros mercados fora da Europa se apresenta como a solução mais emergente. Assim as grandes navegações permitem a expansão do comércio europeu surgindo a burguesia mercantil com o objetivo de expandir os lucros. Portugal dominava a expansão, seguido da Espanha e posteriormente dominada pela Inglaterra. Já no mercantilismo os países sustentavam-se na teoria do absolutismo estatal e da empresa privada, onde era dividido em duas etapas: a fase do metalismo, onde a riqueza de um país era medida pela quantidade de metais preciosos que possuía; e a fase da balança comercial favorável, onde a riqueza de um país era medida pela quantidade maior de exportações do que importações. Outro aspecto bastante relevante para a evolução do comércio foi a revolução industrial em meados do século XVIII que trouxe grandes transformações industriais e econômicas para a sociedade (NUNES; SILVA, 2011). A evolução da comunicação também tem um papel fundamental para o desenvolvimento do comércio, primeiramente com o surgimento do rádio, posteriormente da televisão, e mais recentemente da internet. A venda por catálogo surgiu nos Estados Unidos para um alcance a cidades e vilas mais distantes. Por volta dos anos 60 a preocupação das empresas era somente com a produção, somente a partir dos anos 80 o foco passa a ser o cliente que passa a ser o centro das atenções. Para Santos (2009), o comércio surgiu com as trocas feitas primeiramente entre os familiares, e somente depois surgiram as feiras, onde os produtores buscavam trocar os produtos que sobravam pelos produtos que faltavam, não necessitando da presença de um vendedor. Com o surgimento das civilizações, foram sendo criados os armazéns, as lojas, os depósitos, em paralelo ao crescimento das metrópoles. Os fenícios eram os principais transportadores de

15 13 mercadoria através das navegações, e podem ser considerados os primeiros vendedores, pois compravam e vendiam as mercadorias. A autora destaca ainda que naquela época existiam duas características importantes deste momento econômico: a produção era menor que a demanda e havia pouca ou nenhuma concorrência. Ou seja, não era preciso muito esforço para conseguir vender as mercadorias, pois faltavam produtos e existiam poucos concorrentes. Bryto et al. (2012) destacam que os armazéns estavam situados em pontos estratégicos entre as caravanas e as estações ferroviárias, e que os consumidores encomendavam suas mercadorias através dos caixeiros viajantes. As mercadorias passavam meses para chegar ao destino final, mas mesmo assim o ciclo não parava, pois era a única maneira de se conseguir comprar as mercadorias. Nos pontos em que os comerciantes estavam situados, foram surgindo as vilas e posteriormente as cidades. Com o passar do tempo os comerciantes foram sentindo a necessidade de ampliação da variedade dos produtos e já desejavam possuir outros artigos como roupas, sapatos, objetos para as casas e assim o comércio foi se expandindo. Posteriormente, surgiu a venda por catálogo, com o objetivo de expandir e aumentar a diversidade de produtos para os comerciantes, mas juntamente com essa expansão, começaram a aparecer os problemas de logística, onde o número de devoluções aumentava progressivamente e então houve a necessidade de uma logística de devolução. O comércio varejista surge paralelamente às vendas por catálogo devido ao aumento da quantidade de produtos. Surgem também as drugstore uma combinação de farmácia com loja de varejo, surgem também as lojas de departamentos com uma diversidade maior de produtos à venda. Esses tipos de comércio estavam situados nos centros das grandes cidades trazendo consigo o serviço de entrega em domicílio e a necessidade de depósitos de mercadorias para a obtenção de estoques. Logo depois é a vez dos supermercados, que além de alimentos, frutas, verduras, ofertam também roupas, eletrodomésticos, eletroeletrônicos, móveis e utensílios para as residências, sendo os primeiros a se instalarem nas periferias das grandes cidades. Os Shopping Centers vieram para facilitar ainda mais a vida dos consumidores, reunindo uma diversidade de lojas de varejo, além de cinemas, teatros, exposições, parques infantis, brinquedos

16 14 eletrônicos, praça de alimentação, e até bares, tudo em um só lugar (BRYTO et al., 2012). Segundo Mendes (2006), com o avanço da tecnologia e a expansão da internet no país, surge mais uma modalidade de compra para os consumidores, o comércio eletrônico ou e-commerce que surgiu no Brasil na década de 90, mais precisamente em 1995 quando a internet foi liberada para as empresas privadas. Nesse contexto do e-commerce podemos destacar as modalidades de transações feitas eletronicamente: B2B BUSSINES-TO-BUSSINES são as negociações feitas entre duas empresas, o B2C BUSSINES-TO-CONSUMERS - negociação eletrônica entre empresas e consumidores, C2B CONSUMERS-TO-BUSSINES negociação eletrônica feita entre consumidores e empresas, e o C2C CONSUMER-TO-CONSUMER - negociação Eletrônica entre consumidores. O comercio eletrônico se torna cada vez mais uma forma de se obter produtos e serviços com uma certa comodidade, e no Brasil os números vem crescendo paralelamente, já se chegou a 67bilhões de reais de movimentação com o e- commerce no país. Cobra (2012) fala da evolução da função de vendas destacando que ela evoluiu em decorrência natural das mudanças ocorridas nos negócios. E que desde a Grécia antiga a atividade de vendas já estava presente, revelada através de escritos de Platô, era realizada em formas de troca e o termo vendedor já era praticado. No entanto, a profissão de vendedor como é conhecida hoje, surgiu na era da Revolução Industrial na Inglaterra em meados dos séculos XVIII e XIX, e antes disso quem fazia o papel de vendedor eram os artesãos e os mercadores. Já na fase da idade média, surgiram os vendedores porta-a porta conhecidos como peddlers. Eles coletavam os produtos do campo e comercializavam na cidade e os produtos manufaturados das cidades eles comercializavam no campo. Cobra (2012) faz uma análise da função de vendas desde a era da Revolução Industrial, onde a produção já superava o consumo e então era essencial o trabalho do vendedor que precisava ir para áreas geográficas mais dispersas, aumentando também o número de vendedores. Na era Pós- Revolução Industrial somente após o ano de 1850 é que se intensifica o crescimento da função de vendas com a industrialização chegando nos Estados Unidos e também no Brasil. Com a implantação das estradas de ferro no Brasil surge a figura do caxeiro-viajante

17 15 que levava para as cidades do interior as mercadorias e novas informações do mundo industrial. Já na era das guerras e da depressão a figura do vendedor ficou estática, pois foi uma época de pouco crescimento econômico e todas as atenções eram voltadas para as guerras, e somente aquelas empresas com vendedores agressivos conseguiram se sobressair à derrocada econômica. Somente no pósguerra é as empresas voltam as suas atividades normais. A era moderna, a partir da metade dos anos 40 é que a venda se torna mais profissional, principalmente nos Estados Unidos onde a exigência dos compradores por mais informações aumentava. É a era da profissionalização onde os vendedores cada vez mais tem que estar preparados para atender as diversas exigências dos clientes antes, durante e após a venda. Atualmente, o comercio está em plena expansão, são diversas as modalidades de compra, a diversidade de produtos e serviços, a quantidade de lojas de varejo, supermercados, hipermercados, lojas de atacado, centros comerciais, shopping centers, lojas virtuais, feiras populares, mercados, tele-entregas, enfim, cada vez mais cresce as facilidades para os consumidores efetuarem suas compras, seja ele consumidor final ou indústria. E nesse contexto é onde entra a gestão de vendas para atuar no mercado, que cada dia se torna mais competitivo, e, uma boa administração da força de vendas, aliada com as estratégias de marketing e uma gestão estratégica bem desenvolvida, são fundamentais para ser um diferencial no mercado. Podemos destacar as tendências do comercio varejista através de uma pesquisa apresentada por Bryto et al. (2012): No setor varejista um estudo feito pela PSFK - Cia. de Pesquisa e inovação, SEBRAE/RS (apud, PSFK: 2010), aponta as 10 principais tendências que, segundo a consultoria, impactarão o varejo de 03 a 05 anos, que são: 1 - O mundo como experiência de varejo, é a possibilidade de comprar qualquer coisa, a qualquer hora, em qualquer lugar, diz o relatório; 2 - Prévisualização da compra; com aparelhos móbile mais inteligentes e tecnologia GPS aprimorada, o consumidor terá acesso a detalhes sobre o ambiente de varejo, antes mesmo de visitar a loja; 3 - Serviços habilitados para tablets, a introdução de aparelhos móbile com acesso à internet, como iphone e o ipad no ambiente de varejo está possibilitando aos varejistas oferecerem um nível mais alto de serviço aos seus consumidores; 4 - A venda do ideal, busca por produtos e experiências com uma imagem ideal em mente de como eles vão se encaixar na sua vida; 5 - Toda a loja como principal, é o nível mais alto de experiência em todos os pontos de contato; 6 - Curadorias complementares, os varejistas estão aumentando suas ofertas centrais ao trazer outras marcas e serviços relevantes para suas lojas; 7 - Decoração mutável, para manter as lojas sempre renovadas e

18 relevantes, os varejistas estão construindo seus ambientes com a mudança em mente; 8 - Levando as lojas até o consumidor, em esforço para conectar de forma melhor com consumidores fora do ambiente tradicional de varejo, vários varejistas estão viajando até seu público; 9 - Show & Tell Instantâneo, as redes sociais móbile e tecnologias para conexão dentro das lojas estão possibilitando aos consumidores receber, em tempo real feedback de amigos e estranhos com gostos parecidos; 10 - A força do grupo, os consumidores estão usando as redes online para fazer compras colaborativas que ajudam a aumentar seu poder individual de consumo. (SEBRAE/RS, Apud PSFK, 2010, p. 4 a 58). (BRYTO et al., 2012, p.14) 16

19 17 3 A ADMINISTRAÇÃO DA FORÇA DE VENDA Para começar a entender melhor como funciona a gestão de vendas, temse a primeira indagação: Como se define venda? Lusíadas apud Cobra (2007) define Venda: ato de induzir alguém a trocar algo basicamente, a trocar mercadorias ou serviços por dinheiro. Em marketing, a venda é definida como o encontro do agente de oferta com o agente de procura. Ou seja, vender é influenciar o outro a adquirir seus produtos ou serviços em troca de dinheiro, ou em alguns casos por outros produtos ou serviços, são as conhecidas permutas. Las Casas (2006) destaca com relação à venda que: [...] a atividade de venda exerce papel de extrema importância para o faturamento das empresas. Note-se que a venda não é uma atividade isolada, ela depende de uma estratégia de marketing bem elaborada, que inclui produtos, preços, sistemas de distribuição e outras atividades promocionais. Portanto qualquer estudo de vendas exige compreensão das demais atividades mercadológicas e de seus relacionamentos. (LAS CASAS, 2006, p.409). Outra definição para vendas bastante interessante é a de Souza (2010): O conceito de vendas é tão antigo e universal quanto as relações entre os seres humanos. Das simples trocas de mercadorias às avançadas técnicas de persuasão do comprador, percorreu-se um longo caminho. Atualmente, o mero ato de vender depende de uma série de fatores, como o local e a circunstancia na qual a negociação ocorre e o tipo de relação estabelecida entre cliente e vendedor. Tal variedade de referenciais torna a atividade complexa e fascinante. Cabe, portanto, que para desempenhar o papel de um bom executivo, é necessário ser aquele individuo que tem bastante discernimento para escolher pessoas que façam o que ele quer que seja feito e suficiente autocontrole para não interferir enquanto elas o estão realizando. Além de praticar parâmetros ou estabelecidos pela própria teoria administrativa. (SOUZA, 2010, p.2). Como pode-se perceber, são várias as definições para a atividade de vendas, desde as mais simples até as mais complexas. O importante é que fique claro que a atividade de vendas depende de vários fatores, primeiramente os fatores pessoais, ou seja, motivação, conhecimento, habilidades, técnicas de negociação, como também fatores organizacionais, como treinamento, reconhecimento, valorização, remuneração, estrutura organizacional, entre outros.

20 18 Entendendo o que vem a ser vendas, pode-se entender como administração da força de vendas, a obtenção e a administração de todos os recursos necessários para que se torne possível o alcance do objetivo maior, que é o sucesso nas vendas e consequentemente o alcance das metas estabelecidas. É muito importante que o gerente de vendas saiba trabalhar com as principais ferramentas administrativas, a saber, planejamento, direção, controle e avaliação, pois são a base para qualquer gestor que busque ter sucesso com a sua equipe e com a empresa. Com o uso dessas ferramentas, com as habilidades necessárias de gestão e liderança, e principalmente com a técnica de saber vender, o gerente de vendas alcançará resultados bastante positivos para a organização. Para Kotler (1998) a administração de venda é a junção das atividades de recrutamento e seleção, treinamento, direção, motivação e avaliação da equipe de vendas. O planejamento de força de venda são os objetivos, as estratégias, a estrutura, o tamanho e a remuneração. Já o desenvolvimento da força de vendas seria o treinamento, as habilidades de negociação e a construção de relacionamentos. Las Casas (2006) menciona o conceito de administração da força de venda da seguinte maneira: A associação americana de marketing, através de seu comitê de definição, definiu administração de vendas como planejamento, direção e controle de venda pessoal, incluindo recrutamento, seleção, treinamento, providencias de recursos, delegação, determinação de rotas, supervisão, pagamento e motivação, à medida que essas tarefas se apliquem à força de vendas. Na verdade, hoje administração de vendas não somente trata da força de vendas, mas também se ocupa com a inovação, pesquisa, planejamento, orçamento, preço, canais, promoção, produção e de até localização de fábricas. (LAS CASAS, 2006, p.409). Lima (2006) fala sobre administração de vendas usando o termo atendimento ao cliente e destaca quais as principais atividades relacionadas às vendas são: a seleção de vendedores, o treinamento, a liderança, a motivação, a organização dos processos e procedimentos e o uso da tecnologia como ferramenta a favor do incremento nas vendas. Para Ogden e Crescitelli (2007) a venda pessoal está diretamente ligada com a CIM (comunicação integrada de Marketing), uma vez que as vendas dependem das estratégias desenvolvidas pelo marketing para que possa fazer a

21 19 comunicação com o comprador. Para os autores, uma grande vantagem da venda pessoal é o fato de o vendedor poder modelar o seu modo de apresentação ao cliente de acordo com as características de cada cliente, o que em outras ferramentas de comunicação se torna impossível. Cobra (2012) nos ensina que a administração da força de venda é tida como um processo que gerencia todas as funções organizacionais da venda pessoal, e que inclui as tarefas de descrição das funções da venda pessoal, definição do papel estratégico da função de vendas, configuração da organização de vendas, desenvolvimento da força de vendas, direcionamento da força de vendas e determinação do modelo de avaliação de desempenho da força de vendas. Além de todas as atividades principais que um gestor de vendas executa, Las Casas (2006) lista outra atividades em que ele poderá estar envolvido, tais como, planejar a atividade de vendas, manter harmonia organizacional com os demais departamentos da empresa, participar das atividades de marketing fornecendo e recebendo informações, satisfazer aos clientes e ter certeza da obtenção de resultados positivos, desenvolver vendedores para promoções futuras, delegar autoridade, estabelecer prioridades, formar e manter uma equipe de vendas com funcionários adequados, auxiliar os vendedores na execução de sua tarefas, motivar a equipe de vendas, treinar constantemente seus funcionários, controlar as atividades de vendas, procurando atingir melhores resultados a custos menores e preparar os orçamentos. Como pode-se perceber a gestão de vendas envolve muitas outras atividades além do gerenciamento da equipe. Hoje não basta mais o gestor entender apenas da sua área de atuação, ele tem que star preparado para comunicar-se com todos os setores da sua empresa e assim poder fazer com que eles colaborem com os resultados propostos.

22 20 4 MODELO DE PLANEJAMENTO E GESTÃO DA FORÇA DE VENDAS DE CASTRO E NEVES (2012) O modelo proposto pelos autores é dividido em três etapas: (1) Planejamento e organização estratégica da força de vendas, (2) Implementação da força de vendas e (3) Controle da força de vendas. Cada uma dessas etapas engloba uma sequencia de atividades a serem desempenhadas pelo gestor da força de venda, como se vê no quadro a seguir. ETAPAS DE PLANEJAMENTO E ADMINISTRAÇÃO DA FORÇA DE VENDAS PANEJAMENTO E ORGANIZAÇÃO ESTRATÉGICA DA FORÇA DE VENDAS 1. Análise de necessidade do comprador e compreensão do papel de vendas em marketing; 2. Análise ambiental da concorrência e benchmarking; 3. Potencial de vendas e definição das quotas; 4. Organização de vendas: desenho de territórios, especialização de vendas e número de vendedores; 5. Definição do "formato de entrada" da força de vendas- análise do modo de governança (interno, externo) remuneração. IMPLEMENTAÇÃO DA FORÇA DE VENDAS 6. Administração de clientes e informações; 7. Gerenciamento do território: recrutamento e seleção dos agentes de vendas; 8. Gerenciamento do território: treinamento e motivação CONTROLE DA FORÇA DE VENDAS 9. Administração de conflitos; 10. Controles e auditoria de vendas Fonte: Elaborado por Castro e Neves (2012) Agora será abordado cada uma das etapas e suas respectivas atividades mais detalhadamente.

23 Planejamento e organização estratégica da força de vendas Nessa etapa o objetivo é que se tenha uma visão de mais longo prazo e que de forma ampla e estratégica o gestor consiga entender e determinar as direções gerais de uma função de vendas. A seguir são descritas cada uma das fases compostas nessa etapa Análise de necessidade do comprador e compreensão do papel de vendas em marketing É necessário que se consiga entender o papel das vendas dentro da transação com o cliente e também dentro do esforço de marketing. É do conhecimento de todos que um comprador realiza diversas atividades para efetuar uma compra, e que o preço não é somente o valor agregado ao produto. Existe também todo um desgaste físico e psicológico, como também a demanda de tempo. Todas essas atividades representam custos para a compra e venda, e o papel do vendedor é fazer com que esses custos se reduzam durante a transação com o cliente. Estando atento à essas atividades e sabendo distinguir e variações de cada perfil consumidor, o papel do vendedor ficará mais fácil de ser estabelecido. O papel de um vendedor pode ser decomposto a partir do momento em que ele fornece informações antes mesmo da compra ser efetuada, durante a negociação com o cliente e posteriormente com atividades de acompanhamento e manutenção da satisfação do cliente. Cada empresa poderá estabelecer o papel do seu vendedor de acordo com a venda que ela pratica. Após a definição do papel, o objetivo agora é fazer uma integração maior entre os esforços das vendas e do marketing. Isso será possível com a coordenação entre os esforços dos vendedores e com as iniciativas de marketing abrangendo as áreas de comunicação, canais de distribuição, concepção de produtos e precificação. É bem provável que a junção dessas características com algumas ações de aumentar conveniência, expandir serviços, melhorar atributos dos produtos, reduzirá os custos da transação entre comprador e vendedor. Mas para que isso se torne possível é necessário que a empresa adote os estímulos coordenados e coerentes para a realização da venda.

Conceitos e tarefas da administração de marketing DESENVOLVIMENTO DE ESTRATEGIAS E PLANOS DE MARKETING

Conceitos e tarefas da administração de marketing DESENVOLVIMENTO DE ESTRATEGIAS E PLANOS DE MARKETING Sumário Parte um Conceitos e tarefas da administração de marketing CAPITULO I MARKETING PARA 0 SÉCULO XXI A importância do marketing O escopo do marketing 0 que é marketing? Troca e transações A que se

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS» ADMINISTRAÇÃO (MARKETING) «

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS» ADMINISTRAÇÃO (MARKETING) « CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS» ADMINISTRAÇÃO (MARKETING) «21. É falacioso falar que o marketing é filho do capitalismo e, portanto, apenas ajudaria a concentrar a renda satisfazendo necessidades supérfluas

Leia mais

MARKETING E VENDAS NA FARMÁCIA

MARKETING E VENDAS NA FARMÁCIA MARKETING E VENDAS NA FARMÁCIA Há muito se discute que o mercado de farmácias é ambiente competitivo e que a atividade vem exigindo profissionalismo para a administração de seus processos, recursos e pessoal.

Leia mais

FORMAÇÃO DE PREÇO DE SERVIÇO

FORMAÇÃO DE PREÇO DE SERVIÇO CONTEÚDO DO CURSO DE FORMAÇÃO DE PREÇO DE SERVIÇO PROMOVIDO PELA www.administrabrasil.com.br - CONCEITO DE PREÇO NOS SERVIÇOS - FATORES DETERMINANTES DOS PREÇOS - ESTRATÉGIAS E ASPECTOS IMPORTANTES PARA

Leia mais

Palestrante Paulo Gerhardt Inspira, Motiva e Sensibiliza para Resultados Superiores

Palestrante Paulo Gerhardt Inspira, Motiva e Sensibiliza para Resultados Superiores Palestrante Paulo Gerhardt Inspira, Motiva e Sensibiliza para Resultados Superiores Com uma abordagem inovadora e lúdica, o professor Paulo Gerhardt tem conquistado plateias em todo o Brasil. Seu profundo

Leia mais

Prof. Marcelo Mello. Unidade III DISTRIBUIÇÃO E

Prof. Marcelo Mello. Unidade III DISTRIBUIÇÃO E Prof. Marcelo Mello Unidade III DISTRIBUIÇÃO E TRADE MARKETING Canais de distribuição Canal vertical: Antigamente, os canais de distribuição eram estruturas mercadológicas verticais, em que a responsabilidade

Leia mais

EMPREENDEDORISMO Marketing

EMPREENDEDORISMO Marketing Gerenciando o Marketing EMPREENDEDORISMO Marketing De nada adianta fabricar um bom produto ou prestar um bom serviço. É preciso saber colocálo no mercado e conseguir convencer as pessoas a comprá-lo. O

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA 1 OBJETIVOS 1. Quais são as principais aplicações de sistemas na empresa? Que papel eles desempenham? 2. Como os sistemas de informação apóiam as principais funções empresariais:

Leia mais

GESTÃO DO NÍVEL DE SERVIÇO E SEGMENTAÇÃO DE MERCADO PARA DIFERENCIAÇÃO DOS SERVIÇOS DE RH. PROFa. EVELISE CZEREPUSZKO

GESTÃO DO NÍVEL DE SERVIÇO E SEGMENTAÇÃO DE MERCADO PARA DIFERENCIAÇÃO DOS SERVIÇOS DE RH. PROFa. EVELISE CZEREPUSZKO GESTÃO DO NÍVEL DE SERVIÇO E SEGMENTAÇÃO DE MERCADO PARA DIFERENCIAÇÃO DOS SERVIÇOS DE RH PROFa. EVELISE CZEREPUSZKO O QUE É NÍVEL DE SERVIÇO LOGÍSTICO? É a qualidade com que o fluxo de bens e serviços

Leia mais

AGENDA SEBRAE OFICINAS CURSOS PALESTRAS JUNHO A DEZEMBRO - 2015 GOIÂNIA. Especialistas em pequenos negócios. / 0800 570 0800 / sebraego.com.

AGENDA SEBRAE OFICINAS CURSOS PALESTRAS JUNHO A DEZEMBRO - 2015 GOIÂNIA. Especialistas em pequenos negócios. / 0800 570 0800 / sebraego.com. AGENDA SEBRAE OFICINAS CURSOS PALESTRAS JUNHO A DEZEMBRO - 2015 GOIÂNIA Especialistas em pequenos negócios. / 0800 570 0800 / sebraego.com.br COM O SEBRAE, O SEU NEGÓCIO VAI! O Sebrae Goiás preparou diversas

Leia mais

Marketing Estratégico no Agronegócio Brasileiro

Marketing Estratégico no Agronegócio Brasileiro Marketing Estratégico no Agronegócio Brasileiro Prof. Adriano Alves Fernandes DCAB - Departamento de Ciências Agrárias e Biológicas CEUNES - Universidade Federal do Espírito Santo 1- Introdução Uma grande

Leia mais

ARTIGO EM REVISTA. Publicado em:

ARTIGO EM REVISTA. Publicado em: ARTIGO EM REVISTA Publicado em: CASTRO, Luciano Thomé e ; NEVES, Marcos Fava ; CONSOLI, M. A.. O Médico-Gestor de Vendas. Revista Venda Mais, Curitiba- PR, v. 12/135, p. 16-17, 11 jul. 2005. O Médico-Gestor

Leia mais

Desenvolvendo e avaliando programas de incentivos de remuneração de curto prazo

Desenvolvendo e avaliando programas de incentivos de remuneração de curto prazo Desenvolvendo e avaliando programas de incentivos de remuneração de curto prazo Com a competição por talentos e a cobrança maior por resultados financeiros, as empresas vem procurando criar ou alterar

Leia mais

EMPREENDEDORISMO PASSOS PARA ABRIR UM NEGÓCIO

EMPREENDEDORISMO PASSOS PARA ABRIR UM NEGÓCIO EMPREENDEDORISMO PASSOS PARA ABRIR UM NEGÓCIO Odilio Sepulcri odilio@emater.pr.gov.br www.odiliosepulcri.com.br www.emater.pr.gov.br Telefone: (41) 3250-2252 ROTEIRO DA APRESENTAÇÃO 1. Perfil para empreender

Leia mais

Unidade II MARKETING DE VAREJO E. Profa. Cláudia Palladino

Unidade II MARKETING DE VAREJO E. Profa. Cláudia Palladino Unidade II MARKETING DE VAREJO E NEGOCIAÇÃO Profa. Cláudia Palladino Preço em varejo Preço Uma das variáveis mais impactantes em: Competitividade; Volume de vendas; Margens e Lucro; Muitas vezes é o mote

Leia mais

Líder em consultoria no agronegócio

Líder em consultoria no agronegócio MPRADO COOPERATIVAS mprado.com.br COOPERATIVAS 15 ANOS 70 Consultores 25 Estados 300 cidade s 500 clientes Líder em consultoria no agronegócio 1. Comercial e Marketing 1.1 Neurovendas Objetivo: Entender

Leia mais

BENEFÍCIOS COM A SMALL

BENEFÍCIOS COM A SMALL BENEFÍCIOS COM A SMALL 2012. Small Consultoria Avenida Engenheiro Caetano Álvares, 530 Casa Verde, São Paulo S.P. Tel. 11 2869.9699 / 11 2638.5372 Todos os direitos reservados. A IDEIA Dentre os exemplos

Leia mais

OS NEGÓCIOS LUCRO = VOLUME PRODUZIDO X PREÇO - CUSTO

OS NEGÓCIOS LUCRO = VOLUME PRODUZIDO X PREÇO - CUSTO OS NEGÓCIOS Odilio Sepulcri* INTRODUÇÃO A sobrevivência dos negócios, dentre outros fatores, se dará pela sua capacidade de gerar lucro. O lucro, para um determinado produto, independente da forma como

Leia mais

Sociedade e Tecnologia

Sociedade e Tecnologia Unidade de Aprendizagem 15 Empresas em Rede Ao final desta aula você será capaz de inovações influenciam na competitividade das organizações, assim como compreender o papel da Inteligência Competitiva

Leia mais

FUNDAMENTOS PARA A ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA

FUNDAMENTOS PARA A ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA FUNDAMENTOS PARA A ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA Abordagem da estratégia Análise de áreas mais específicas da administração estratégica e examina três das principais áreas funcionais das organizações: marketing,

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA 2 SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA OBJETIVOS Quais são as principais aplicações de sistemas na empresa? Que papel eles desempenham? Como os sistemas de informação apóiam as principais funções empresariais:

Leia mais

Prof. Marcelo Mello. Unidade IV DISTRIBUIÇÃO E

Prof. Marcelo Mello. Unidade IV DISTRIBUIÇÃO E Prof. Marcelo Mello Unidade IV DISTRIBUIÇÃO E TRADE MARKETING Trade Marketing é confundido por algumas empresas como um conjunto de ferramentas voltadas para a promoção e a comunicação dos produtos. O

Leia mais

Conceito de Marketing Considerações Preliminares Atendimento

Conceito de Marketing Considerações Preliminares Atendimento Conceito de Marketing Considerações Preliminares Atendimento Metodologia de Ensino 1) Noções de Marketing 2) Marketing de Serviço 3) Marketing de Relacionamento 1 2 1) Noções de Marketing 3 4 5 6 www.lacconcursos.com.br

Leia mais

Balanced Scorecard BSC. O que não é medido não é gerenciado. Medir é importante? Também não se pode medir o que não se descreve.

Balanced Scorecard BSC. O que não é medido não é gerenciado. Medir é importante? Também não se pode medir o que não se descreve. Balanced Scorecard BSC 1 2 A metodologia (Mapas Estratégicos e Balanced Scorecard BSC) foi criada por professores de Harvard no início da década de 90, e é amplamente difundida e aplicada com sucesso em

Leia mais

Gestão de Mercados e Estratégia de Marketing Administrando o Composto de Marketing: Os 4P s Aula 3

Gestão de Mercados e Estratégia de Marketing Administrando o Composto de Marketing: Os 4P s Aula 3 Gestão de Mercados e Estratégia de Marketing Administrando o Composto de Marketing: Os 4P s Aula 3 Prof. Me. Dennys Eduardo Rossetto. Objetivos da Aula 1. O composto de marketing. 2. Administração do P

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO PARTICIPATIVA (GESTÃO PARTICIPATIVA)

ADMINISTRAÇÃO PARTICIPATIVA (GESTÃO PARTICIPATIVA) ADMINISTRAÇÃO PARTICIPATIVA (GESTÃO PARTICIPATIVA) A administração participativa é uma filosofia ou política de administração de pessoas, que valoriza sua capacidade de tomar decisões e resolver problemas,

Leia mais

OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS

OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS Esta seção apresenta alguns dos problemas da gestão da cadeia de suprimentos discutidos em mais detalhes nos próximos capítulos. Estes problemas

Leia mais

CONSULTOR CARLOS MARTINS AÇAO EM MARKETING

CONSULTOR CARLOS MARTINS AÇAO EM MARKETING CONSULTOR CARLOS MARTINS CRIA - AÇAO EM MARKETING SUA EMPRESA Copyright Consultor Carlos Martins - Todos os direitos reservados wwwcarlosmartinscombr - consultor@carlosmartinscombr Como conquistar Clientes

Leia mais

PROCESSOS PODEROSOS DE NEGÓCIO. ideiaconsultoria.com.br 43 3322 2110 comercial@ideiaconsultoria.com.br

PROCESSOS PODEROSOS DE NEGÓCIO. ideiaconsultoria.com.br 43 3322 2110 comercial@ideiaconsultoria.com.br PROCESSOS PODEROSOS DE NEGÓCIO ideiaconsultoria.com.br 43 3322 2110 comercial@ideiaconsultoria.com.br POR QUE ESCREVEMOS ESTE E-BOOK? Nosso objetivo com este e-book é mostrar como a Gestão de Processos

Leia mais

Uma nova perspectiva sobre a experiência digital do cliente

Uma nova perspectiva sobre a experiência digital do cliente Uma nova perspectiva sobre a experiência digital do cliente Redesenhando a forma como empresas operam e envolvem seus clientes e colaboradores no mundo digital. Comece > Você pode construir de fato uma

Leia mais

Trabalho de Conclusão de Curso - TCC. Graduação em Administração

Trabalho de Conclusão de Curso - TCC. Graduação em Administração Trabalho de Conclusão de Curso - TCC Graduação em Administração Educação Presencial 2011 1 Trabalho de Conclusão de Curso - TCC O curso de Administração visa formar profissionais capacitados tanto para

Leia mais

Plataforma da Informação. Finanças

Plataforma da Informação. Finanças Plataforma da Informação Finanças O que é gestão financeira? A área financeira trata dos assuntos relacionados à administração das finanças das organizações. As finanças correspondem ao conjunto de recursos

Leia mais

Análise de Mercado. Análise da Indústria/Setor. Descrição do Segmento de Mercado. Artigos de PN Como fazer Análise de Mercado. josedornelas.com.

Análise de Mercado. Análise da Indústria/Setor. Descrição do Segmento de Mercado. Artigos de PN Como fazer Análise de Mercado. josedornelas.com. Artigos de PN Como fazer Análise de Mercado Análise de Mercado A análise de mercado é um dos componentes do plano de negócios que está relacionado ao marketing da organização. Ela apresenta o entendimento

Leia mais

FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: SISTEMAS DE INFORMAÇÃO FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Prof. Ms. Carlos José Giudice dos Santos carlos@oficinadapesquisa.com.br www.oficinadapesquisa.com.br Usando o SI como vantagem competitiva Vimos

Leia mais

Modelo para elaboração do Plano de Negócios

Modelo para elaboração do Plano de Negócios Modelo para elaboração do Plano de Negócios 1- SUMÁRIO EXECUTIVO -Apesar de este tópico aparecer em primeiro lugar no Plano de Negócio, deverá ser escrito por último, pois constitui um resumo geral do

Leia mais

Nos últimos anos, o setor de seguros brasileiro vem sofrendo uma. série de transformações. Algumas delas podem ser visualizadas na

Nos últimos anos, o setor de seguros brasileiro vem sofrendo uma. série de transformações. Algumas delas podem ser visualizadas na Visão das Seguradoras: Uma análise da distribuição de seguros no Brasil Francisco Galiza Mestre em Economia (FGV), membro do Conselho Editorial da FUNENSEG, catedrático pela ANSP e sócio da empresa "Rating

Leia mais

ROTEIRO DO PLANO DE NEGÓCIOS. 1. Sumário Executivo. Objetivos Missão Fatores-Chave de Sucesso. 2. Sumário da Empresa. 2.1 Composição da Sociedade

ROTEIRO DO PLANO DE NEGÓCIOS. 1. Sumário Executivo. Objetivos Missão Fatores-Chave de Sucesso. 2. Sumário da Empresa. 2.1 Composição da Sociedade ROTEIRO DO PLANO DE NEGÓCIOS 1. Sumário Executivo Objetivos Missão Fatores-Chave de Sucesso 2. Sumário da Empresa 2.1 Composição da Sociedade Perfil Individual dos sócios, experiência, formação, responsabilidades

Leia mais

Unidade IV MERCADOLOGIA. Profº. Roberto Almeida

Unidade IV MERCADOLOGIA. Profº. Roberto Almeida Unidade IV MERCADOLOGIA Profº. Roberto Almeida Conteúdo Aula 4: Marketing de Relacionamento A Evolução do Marketing E-marketing A Internet como ferramenta As novas regras de Mercado A Nova Era da Economia

Leia mais

High Potentials, Talentos e Sucessão no Brasil

High Potentials, Talentos e Sucessão no Brasil High Potentials, Talentos e Sucessão no Brasil P e s q u i s a d a F u n d a ç ã o G e t u l i o V a r g a s I n s t i t u t o d e D e s e n v o l v i m e n t o E d u c a c i o n a l Conteúdo 1. Propósito

Leia mais

Cap 11: Gestão do Processo de Vendas e Monitoramento da Equipe Comercial

Cap 11: Gestão do Processo de Vendas e Monitoramento da Equipe Comercial Cap 11: Gestão do Processo de Vendas e Monitoramento da Equipe Comercial AGRODISTRIBUIDOR: O Futuro da Distribuição de Insumos no Brasil. São Paulo: Atlas, 2011. Org: Matheus Alberto Cônsoli, Lucas Sciencia

Leia mais

RECONHECIMENTO DE ALGUNS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

RECONHECIMENTO DE ALGUNS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO WESLLEYMOURA@GMAIL.COM RECONHECIMENTO DE ALGUNS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO ANÁLISE DE SISTEMAS ERP (Enterprise Resource Planning) Em sua essência, ERP é um sistema de gestão empresarial. Imagine que você tenha

Leia mais

Canais de marketing. Trade Marketing. Trade Marketing. Trade marketing é uma ferramenta que atua diretamente em três níveis:

Canais de marketing. Trade Marketing. Trade Marketing. Trade marketing é uma ferramenta que atua diretamente em três níveis: Canais de marketing Prof. Ricardo Basílio ricardobmv@gmail.com Trade Marketing Trade Marketing Trade marketing é uma ferramenta que atua diretamente em três níveis: Distribuidores; Clientes; Ponto de venda.

Leia mais

PLANO DE NEGÓCIOS. Causas de Fracasso:

PLANO DE NEGÓCIOS. Causas de Fracasso: PLANO DE NEGÓCIOS Causas de Fracasso: Falta de experiência profissional Falta de competência gerencial Desconhecimento do mercado Falta de qualidade dos produtos/serviços Localização errada Dificuldades

Leia mais

INTRODUÇÃO AO TRADE MARKETING Fazendo a diferença no Ponto de Venda. www.pdvativo.com.br

INTRODUÇÃO AO TRADE MARKETING Fazendo a diferença no Ponto de Venda. www.pdvativo.com.br Fazendo a diferença no Ponto de Venda EBOOK Sumário Revisão O que é Trade Marketing? Entenda o Comportamento de Compra do Consumidor O que é Merchandising? Revisão Para entender sobre Trade Marketing devemos

Leia mais

Aquecimento para o 3º Seminário Internacional de BPM

Aquecimento para o 3º Seminário Internacional de BPM Aquecimento para o 3º Seminário Internacional de BPM É COM GRANDE PRAZER QUE GOSTARÍAMOS DE OFICIALIZAR A PARTICIPAÇÃO DE PAUL HARMON NO 3º SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE BPM!! No ano passado discutimos Gestão

Leia mais

&DPSDQKDV 3ODQHMDPHQWR

&DPSDQKDV 3ODQHMDPHQWR &DPSDQKDV 3ODQHMDPHQWR Toda comunicação publicitária visa atender a alguma necessidade de marketing da empresa. Para isso, as empresas traçam estratégias de comunicação publicitária, normalmente traduzidas

Leia mais

COLETA DE INFORMAÇÕES E PREVISÃO DE DEMANDA

COLETA DE INFORMAÇÕES E PREVISÃO DE DEMANDA COLETA DE INFORMAÇÕES E PREVISÃO DE DEMANDA 1) Quais são os componentes de um moderno sistema de informações de marketing? 2) Como as empresas podem coletar informações de marketing? 3) O que constitui

Leia mais

NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DE PESSOAS

NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DE PESSOAS NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DE PESSOAS Concurso para agente administrativo da Polícia Federal Profa. Renata Ferretti Central de Concursos NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DE PESSOAS 1. Organizações como

Leia mais

TÍTULO: COMERCIO ELETRÔNICO (E-COMMERCE) CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO

TÍTULO: COMERCIO ELETRÔNICO (E-COMMERCE) CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO TÍTULO: COMERCIO ELETRÔNICO (E-COMMERCE) CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO INSTITUIÇÃO: FACULDADE DE AURIFLAMA AUTOR(ES): EBERSON EVANDRO DA SILVA GUNDIN, PAULO

Leia mais

MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO: QUANTO SOBRA PARA SUA EMPRESA?

MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO: QUANTO SOBRA PARA SUA EMPRESA? MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO: QUANTO SOBRA PARA SUA EMPRESA? Que nome estranho! O que é isso? Essa expressão, Margem de Contribuição, pode soar estranha aos ouvidos, mas entender o que significa ajudará muito

Leia mais

UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO EM GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO EM GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO EM GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO PLANO DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DA Flash Lan House: FOCO NO ALINHAMENTO ENTRE CAPITAL HUMANO E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

Leia mais

Módulo 4: Gerenciamento dos Riscos, das Aquisições, das Partes Interessadas e da Integração

Módulo 4: Gerenciamento dos Riscos, das Aquisições, das Partes Interessadas e da Integração Diretoria de Desenvolvimento Gerencial Coordenação Geral de Educação a Distância Gerência de Projetos - Teoria e Prática Conteúdo para impressão Módulo 4: Gerenciamento dos Riscos, das Aquisições, das

Leia mais

TREINAMENTO SOBRE PRODUTOS PARA VENDEDORES DO VAREJO COMO ESTRATÉGIA PARA MAXIMIZAR AS VENDAS 1. Liane Beatriz Rotili 2, Adriane Fabrício 3.

TREINAMENTO SOBRE PRODUTOS PARA VENDEDORES DO VAREJO COMO ESTRATÉGIA PARA MAXIMIZAR AS VENDAS 1. Liane Beatriz Rotili 2, Adriane Fabrício 3. TREINAMENTO SOBRE PRODUTOS PARA VENDEDORES DO VAREJO COMO ESTRATÉGIA PARA MAXIMIZAR AS VENDAS 1 Liane Beatriz Rotili 2, Adriane Fabrício 3. 1 Pesquisa realizada no curso de Administração da Unijuí 2 Aluna

Leia mais

INSTRUMENTO DE APOIO GERENCIAL

INSTRUMENTO DE APOIO GERENCIAL INSTRUMENTO DE APOIO GERENCIAL 0405 05 IDENTIFICAÇÃO: Título: ORÇAMENTO EMPRESARIAL Atributo: ADMINISTRAÇÃO EFICIENTE Processo: PLANEJAMENTO E CONTROLE ORÇAMENTÁRIO O QUE É : É um instrumento de planejamento

Leia mais

GESTÃO ESTRATÉGICA DE MARKETING

GESTÃO ESTRATÉGICA DE MARKETING GESTÃO ESTRATÉGICA DE MARKETING PÓS-GRADUAÇÃO / FIB-2009 Prof. Paulo Neto O QUE É MARKETING? Marketing: palavra em inglês derivada de market que significa: mercado. Entende-se que a empresa que pratica

Leia mais

Estudo de Viabilidade e Pesquisa de Campo

Estudo de Viabilidade e Pesquisa de Campo Estudo de Viabilidade e Pesquisa de Campo Estudo de viabilidade As perguntas seguintes terão que ser respondidas durante a apresentação dos resultados do estudo de viabilidade e da pesquisa de campo FOFA.

Leia mais

Gestão estratégica em processos de mudanças

Gestão estratégica em processos de mudanças Gestão estratégica em processos de mudanças REVISÃO DOS MACRO PONTOS DO PROJETO 1a. ETAPA: BASE PARA IMPLANTAÇÃO DE UM MODELO DE GESTÃO DE PERFORMANCE PROFISSIONAL, que compreenderá o processo de Análise

Leia mais

ANALISANDO UM ESTUDO DE CASO

ANALISANDO UM ESTUDO DE CASO ANALISANDO UM ESTUDO DE CASO (Extraído e traduzido do livro de HILL, Charles; JONES, Gareth. Strategic Management: an integrated approach, Apêndice A3. Boston: Houghton Mifflin Company, 1998.) O propósito

Leia mais

GUIA DE ELABORAÇÃO DE PLANO DE NEGÓCIOS

GUIA DE ELABORAÇÃO DE PLANO DE NEGÓCIOS GUIA DE ELABORAÇÃO DE PLANO DE NEGÓCIOS Sumário 1. APRESENTAÇÃO... 2 2. PLANO DE NEGÓCIOS:... 2 2.1 RESUMO EXECUTIVO... 3 2.2 O PRODUTO/SERVIÇO... 3 2.3 O MERCADO... 3 2.4 CAPACIDADE EMPRESARIAL... 4 2.5

Leia mais

4. Tendências em Gestão de Pessoas

4. Tendências em Gestão de Pessoas 4. Tendências em Gestão de Pessoas Em 2012, Gerenciar Talentos continuará sendo uma das prioridades da maioria das empresas. Mudanças nas estratégias, necessidades de novas competências, pressões nos custos

Leia mais

Agilizando o processo de compras para aumentar a eficiência e comprar melhor

Agilizando o processo de compras para aumentar a eficiência e comprar melhor Agilizando o processo de compras para aumentar a eficiência e comprar melhor Toda empresa privada deseja gerar lucro e para que chegue com sucesso ao final do mês ela precisa vender, sejam seus serviços

Leia mais

METODOLOGIA HSM Centrada nos participantes com professores com experiência executiva, materiais especialmente desenvolvidos e infraestrutura tecnológica privilegiada. O conteúdo exclusivo dos especialistas

Leia mais

Sua hora chegou. Faça a sua jogada. REGULAMENTO

Sua hora chegou. Faça a sua jogada. REGULAMENTO Sua hora chegou. Faça a sua jogada. REGULAMENTO Prêmio de Empreendedorismo James McGuire 2013 REGULAMENTO Prêmio de Empreendedorismo James McGuire 2013 é uma competição interna da Laureate International

Leia mais

Perfil do Franqueado. Procuramos empreendedores com o seguinte perfil: Experiência em varejo ou rede de negócio.

Perfil do Franqueado. Procuramos empreendedores com o seguinte perfil: Experiência em varejo ou rede de negócio. F R A N Q U I A Benefícios do Modelo Uma das marcas mais fortes e reconhecidas do país. A marca faz parte de um conglomerado que se consolida como um dos maiores do país (Alpargatas - Grupo Camargo Corrêa).

Leia mais

A. Conceito de Trade Marketing, responsabilidades, atividades, amplitude de atuação e limites

A. Conceito de Trade Marketing, responsabilidades, atividades, amplitude de atuação e limites 5 Conclusão Trade Marketing é um termo conhecido por grande parte dos profissionais das áreas comercial e de marketing, principalmente entre as indústrias de bens de consumo. Muitas empresas já incluíram

Leia mais

REVISANDO O CONCEITO E A EVOLUÇÃO DO MARKETING

REVISANDO O CONCEITO E A EVOLUÇÃO DO MARKETING PROGRAMA PRIMEIRA EMPRESA INOVADORA PRIME GESTÃO MERCADOLÓGICA 2009 REVISANDO O CONCEITO E A EVOLUÇÃO DO MARKETING Todo comprador poderá adquirir o seu automóvel da cor que desejar, desde que seja preto.

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING PROJETO INTEGRADOR

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING PROJETO INTEGRADOR CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING PROJETO INTEGRADOR PROJETO INTEGRADOR 1. INTRODUÇÃO Conforme as diretrizes do Projeto Pedagógico dos Cursos Superiores de Tecnologia da Faculdade Unida de Suzano

Leia mais

NÚCLEO DE DESENVOLVIMENTO EMPRESARIAL 2014

NÚCLEO DE DESENVOLVIMENTO EMPRESARIAL 2014 NÚCLEO DE DESENVOLVIMENTO EMPRESARIAL 2014 WORKSHOPS CH DATA HORÁRIO INVESTIMENTO CONTEÚDO 1. Evolução e conceito de geomarketing. 2. Técnicas de geoprocessamento. Geomarketing : Tomada de Decisão no Varejo

Leia mais

Gerenciamento de Projetos

Gerenciamento de Projetos Gerenciamento de Projetos PMI, PMP e PMBOK PMI (Project Management Institute) Estabelecido em 1969 e sediado na Filadélfia, Pensilvânia EUA, o PMI é a principal associação mundial, sem fins lucrativos,

Leia mais

CRM Uma ferramenta tecnológica inovadora

CRM Uma ferramenta tecnológica inovadora CRM Uma ferramenta tecnológica inovadora Nelson Malta Callegari (UTFPR) nelson.estudo@gmail.com Prof Dr. João Luiz Kovaleski (UTFPR) kovaleski@pg.cefet.br Prof Dr. Antonio Carlos de Francisco (UTFPR) acfrancisco@pg.cefetpr.br

Leia mais

Sistemas Empresariais. Capítulo 3: Sistemas de Negócios. Colaboração SPT SIG

Sistemas Empresariais. Capítulo 3: Sistemas de Negócios. Colaboração SPT SIG Capítulo 3: Sistemas de Negócios Colaboração SPT SIG Objetivos do Capítulo Explicar como os SI empresariais podem apoiar as necessidades de informação de executivos, gerentes e profissionais de empresas.

Leia mais

Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais

Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais Capítulo 3: Sistemas de Apoio Gerenciais Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais Objetivos do Capítulo Explicar como os SI empresariais podem apoiar as necessidades de informação de executivos,

Leia mais

CURSO DE TECNOLOGIA EM MARKETING

CURSO DE TECNOLOGIA EM MARKETING CURSO DE TECNOLOGIA EM MARKETING EMENTA (2012) Disciplina: COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR Aspectos introdutórios. Os processos decisórios do consumidor. Diferenças individuais. Processos psicológicos. Influências

Leia mais

FUNDAMENTOS DA GESTÃO FINANCEIRA

FUNDAMENTOS DA GESTÃO FINANCEIRA Unidade II FUNDAMENTOS DA GESTÃO FINANCEIRA Prof. Jean Cavaleiro Objetivos Ampliar a visão sobre os conceitos de Gestão Financeira; Conhecer modelos de estrutura financeira e seus resultados; Conhecer

Leia mais

Gerenciamento de Riscos

Gerenciamento de Riscos Gerenciamento de Riscos o Processo sistemático o Análise e resposta aos riscos do projeto o Minimizar as consequências dos eventos negativos o Aumento dos eventos positivos Gerenciamento de Riscos o Principais

Leia mais

MAISMKT - Ações em Marketing e uma empresa voltada para avaliação do atendimento, relacionamento com cliente, e marketing promocional.

MAISMKT - Ações em Marketing e uma empresa voltada para avaliação do atendimento, relacionamento com cliente, e marketing promocional. Empresa MAISMKT - Ações em Marketing e uma empresa voltada para avaliação do atendimento, relacionamento com cliente, e marketing promocional. Nossa filosofia e oferecer ferramentas de gestão focadas na

Leia mais

Um dos objetivos deste tema é orientar as ações sistemáticas na busca satisfazer o consumidor estimulando a demanda e viabilizando o lucro.

Um dos objetivos deste tema é orientar as ações sistemáticas na busca satisfazer o consumidor estimulando a demanda e viabilizando o lucro. PLANO DE MARKETING Andréa Monticelli Um dos objetivos deste tema é orientar as ações sistemáticas na busca satisfazer o consumidor estimulando a demanda e viabilizando o lucro. 1. CONCEITO Marketing é

Leia mais

TÍTULO: O CRM NA FIDELIZAÇÃO DE CLIENTES EM UMA EMPRESA DE MATERIAL PARA CONSTRUÇÃO

TÍTULO: O CRM NA FIDELIZAÇÃO DE CLIENTES EM UMA EMPRESA DE MATERIAL PARA CONSTRUÇÃO TÍTULO: O CRM NA FIDELIZAÇÃO DE CLIENTES EM UMA EMPRESA DE MATERIAL PARA CONSTRUÇÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO INSTITUIÇÃO: FACULDADE DE AURIFLAMA AUTOR(ES):

Leia mais

CONVITE À APRESENTAÇÃO DE PROPOSTAS INOVAÇÃO EM FINANCIAMENTO

CONVITE À APRESENTAÇÃO DE PROPOSTAS INOVAÇÃO EM FINANCIAMENTO CONVITE À APRESENTAÇÃO DE PROPOSTAS INOVAÇÃO EM FINANCIAMENTO FUNDO COMUM PARA OS PRODUTOS BÁSICOS (FCPB) BUSCA CANDIDATURAS A APOIO PARA ATIVIDADES DE DESENVOLVIMENTO DOS PRODUTOS BÁSICOS Processo de

Leia mais

Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial. Conteúdo Programático. Administração Geral / 100h

Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial. Conteúdo Programático. Administração Geral / 100h Administração Geral / 100h O CONTEÚDO PROGRAMÁTICO BÁSICO DESTA DISCIPLINA CONTEMPLA... Administração, conceitos e aplicações organizações níveis organizacionais responsabilidades Escola Clássica história

Leia mais

Portfolio de cursos TSP2

Portfolio de cursos TSP2 2013 Portfolio de cursos TSP2 J. Purcino TSP2 Treinamentos e Sistemas de Performance 01/07/2013 Como encantar e fidelizar clientes Visa mostrar aos participantes a importância do conhecimento do cliente,

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO MERCADOLÓGICA II

ADMINISTRAÇÃO MERCADOLÓGICA II ADMINISTRAÇÃO MERCADOLÓGICA II Atividades Gerenciais de MKT Produto Testar Novos Produtos; Modificar Atuais; Eliminar; Política de Marcas; Criar Satisfação e Valor; Embalagem. 2 1 Atividades Gerenciais

Leia mais

ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE NEGÓCIOS

ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE NEGÓCIOS ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE NEGÓCIOS O plano de negócios deverá conter: 1. Resumo Executivo 2. O Produto/Serviço 3. O Mercado 4. Capacidade Empresarial 5. Estratégia de Negócio 6. Plano de marketing

Leia mais

UTILIZAÇÃO DE SITES DE COMPRA COLETIVA, POR EMPRESAS DO RAMO ALIMENTÍCIO, COMO ESTRATÉGIA DE MARKETING

UTILIZAÇÃO DE SITES DE COMPRA COLETIVA, POR EMPRESAS DO RAMO ALIMENTÍCIO, COMO ESTRATÉGIA DE MARKETING UTILIZAÇÃO DE SITES DE COMPRA COLETIVA, POR EMPRESAS DO RAMO ALIMENTÍCIO, COMO ESTRATÉGIA DE MARKETING Monique Michelon 1 Lorete Kossowski 2 RESUMO O empreendedorismo no Brasil vive hoje um cenário promissor,

Leia mais

P á g i n a 3 INTRODUÇÃO

P á g i n a 3 INTRODUÇÃO P á g i n a 3 INTRODUÇÃO A Administração de Materiais compreende as decisões e o controle sobre o planejamento, programação, compra, armazenamento e distribuição dos materiais indispensáveis à produção

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DO RELACIONAMENTO COM O CLIENTE

ADMINISTRAÇÃO DO RELACIONAMENTO COM O CLIENTE ADMINISTRAÇÃO DO RELACIONAMENTO COM O CLIENTE Módulo 2 CLIENTES: DEFINIÇÕES E ENTENDIMENTOS Objetivo: Ao final desse módulo, você estará capacitado a termos, como: cliente, comprador, cliente final, consumidor,

Leia mais

20 de dezembro de 2010. Perguntas e Respostas

20 de dezembro de 2010. Perguntas e Respostas Perguntas e Respostas Índice 1. Qual é a participação de mercado da ALL no mercado de contêineres? Quantos contêineres ela transporta por ano?... 4 2. Transportar por ferrovia não é mais barato do que

Leia mais

PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO ANEXO

PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO ANEXO PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO ANEXO Plano de Ação Estratégico Estratégias empresariais Anexo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas SEBRAE Unidade de Capacitação Empresarial Estratégias

Leia mais

AULA 4 Marketing de Serviços

AULA 4 Marketing de Serviços AULA 4 Marketing de Serviços Mercado Conjunto de todos os compradores reais e potenciais de um produto ou serviço. Trata-se de um sistema amplo e complexo, que envolve: FORNECEDORES CONCORRENTES CLIENTES

Leia mais

Plano de Negócios. Passo a passo sobre como iniciar um Plano de Negócios para sua empresa. Modelo de Planejamento prévio

Plano de Negócios. Passo a passo sobre como iniciar um Plano de Negócios para sua empresa. Modelo de Planejamento prévio Plano de Negócios Passo a passo sobre como iniciar um Plano de Negócios para sua empresa Modelo de Planejamento prévio Fraiburgo, 2015 Plano de Negócios Um plano de negócios é uma descrição do negócio

Leia mais

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS GESTÃO POR COMPETÊNCIAS STM ANALISTA/2010 ( C ) Conforme legislação específica aplicada à administração pública federal, gestão por competência e gestão da capacitação são equivalentes. Lei 5.707/2006

Leia mais

Entendendo custos, despesas e preço de venda

Entendendo custos, despesas e preço de venda Demonstrativo de Resultados O empresário e gestor da pequena empresa, mais do que nunca, precisa dedicar-se ao uso de técnicas e instrumentos adequados de gestão financeira, para mapear a situação do empreendimento

Leia mais

DESEMPENHO RECENTE DO COMÉRCIO VAREJISTA

DESEMPENHO RECENTE DO COMÉRCIO VAREJISTA ÁREA DE OPERAÇÕES INDUSTRIAIS 2 - AO2 GERÊNCIA SETORIAL DE COMÉRCIO E SERVIÇOS Data: Dezembro/98 N o 20 DESEMPENHO RECENTE DO COMÉRCIO VAREJISTA O comércio é a ponta da cadeia produtiva e é o primeiro

Leia mais

RECURSOS HUMANOS PRODUÇÃO

RECURSOS HUMANOS PRODUÇÃO RECURSOS HUMANOS FINANCEIRO VENDAS PRODUÇÃO DEPARTAMENTO MERCADOLÓGICO Introduzir no mercado os produtos ou serviços finais de uma organização, para que sejam adquiridos por outras organizações ou por

Leia mais

Administrando os canais de distribuição (aula 2)

Administrando os canais de distribuição (aula 2) 13 Aula 2/5/2008 Administrando os canais de distribuição (aula 2) 1 Objetivos da aula Explicar como os profissionais de marketing usam canais tradicionais e alternativos. Discutir princípios para selecionar

Leia mais

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0. Bloco Comercial. CRM e AFV

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0. Bloco Comercial. CRM e AFV Bloco Comercial CRM e AFV Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre os Módulos CRM e AFV, que fazem parte do Bloco Comercial. Todas informações aqui disponibilizadas foram retiradas

Leia mais

SISTEMAS DE NEGÓCIOS B) INFORMAÇÃO GERENCIAL

SISTEMAS DE NEGÓCIOS B) INFORMAÇÃO GERENCIAL 1 SISTEMAS DE NEGÓCIOS B) INFORMAÇÃO GERENCIAL 1. SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL (SIG) Conjunto integrado de pessoas, procedimentos, banco de dados e dispositivos que suprem os gerentes e os tomadores

Leia mais

INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA

INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA Autor: Jeferson Correia dos Santos ARTIGO TÉCNICO INOVAÇÃO NA GESTÃO DE PÓS-VENDAS: SETOR AUTOMOTIVO RESUMO A palavra inovação tem sido atualmente umas das mais mencionadas

Leia mais

Fornecedores. Apresentação. www.grupoquantica.com. Nosso desafio é o seu sucesso!

Fornecedores. Apresentação. www.grupoquantica.com. Nosso desafio é o seu sucesso! Fornecedores www.grupoquantica.com Apresentação 2010 A idéia Fundado e idealizado por Cleber Ferreira, Consultor de Marketing e Vendas, autor do livro Desperte o Vendedor Interior com Técnicas de Vendas

Leia mais

Aula 7 Aplicações e questões do Comércio Eletrônico.

Aula 7 Aplicações e questões do Comércio Eletrônico. Aula 7 Aplicações e questões do Comércio Eletrônico. TENDÊNCIAS NO COMÉRCIO ELETRÔNICO Atualmente, muitos negócios são realizados de forma eletrônica não sendo necessário sair de casa para fazer compras

Leia mais