AUTOMAÇÃO DA FORÇA DE VENDAS, UM ESTUDO DOS INDICADORES DE DESEMPENHO NA GESTÃO ADMINISTRATIVA OPERACIONAL: UM ESTUDO DE CASO ÚNICO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "AUTOMAÇÃO DA FORÇA DE VENDAS, UM ESTUDO DOS INDICADORES DE DESEMPENHO NA GESTÃO ADMINISTRATIVA OPERACIONAL: UM ESTUDO DE CASO ÚNICO"

Transcrição

1 Proceedings of the XII SIBGRAPI (October 1999) de Julho a 02 de Agosto de 2008 AUTOMAÇÃO DA FORÇA DE VENDAS, UM ESTUDO DOS INDICADORES DE DESEMPENHO NA GESTÃO ADMINISTRATIVA OPERACIONAL: UM ESTUDO DE CASO ÚNICO Marcelo Eloy Fernandes (UNIMEP) Carlos Roberto Camello Lima (UNIMEP) Resumo O presente trabalho tem por objetivos descrever a mudança de processo operacional e sistêmica com a implantação do processo de Automação da Força de Vendas via Internet e mensurar alguns indicadores de desempenho produzidos a posteriori desta implantação. A pesquisa foi de natureza exploratória com base em um estudo de caso em uma empresa do ramo distribuição alimentícia da região grande São Paulo. Destacando-se ao final do trabalho os resultados obtidos, que apontam para a satisfação e mobilidade e uma nova visão de administrar sua forma de vender. Abstract The present labor has for objectives to describe the operational and systemic process change with the implantation of the process of Automation of the Force of Sales through Internet and to measure some acting indicators produced the posteriori of this implantation. The research was of exploratory nature with base in a case study in a company of the branch nutritious distribution of the big region São Paulo. Standing out at the end of the labor the obtained balances, that appear for the satisfaction and mobility and a new vision of administering your form of selling. Palavras-chaves: Processos Empresariais, Automação da Força de Vendas, Sistema de Gestão Empresarial, Indicadores de desempenho.

2 1. INTRODUÇÃO O crescimento dos negócios empresariais, nos últimos anos, tem levado as empresas a se transformarem de maneira rápida e decisiva. Uma das decorrências desta transformação está diretamente relacionada à evolução da TI (Tecnologia da Informação). Esta relação engloba o surgimento, a evolução e a aplicação prática dessas novas ferramentas, visando atender às necessidades criadas no novo ambiente empresarial, que se apresenta em constante estado de evolução e transformação. Neste âmbito, empresas de vários setores têm considerado imprescindível a realização de significativos investimentos em TI, passando a ter seus produtos, serviços e negócios apoiados por este tipo de tecnologia, (ARANTES, 2002). 2. OBJETIVO E MÉTODO DA PESQUISA O objetivo geral desta pesquisa foi de analisar os processos fundamentais para realinhamento estratégico dos processos de um sistema de gestão empresarial com integração na Automação da Força de Vendas em uma indústria do setor farmacêutico da grande São Paulo. Os processos avaliados e alterados foram: Processo de Entrada de Pedidos no sistema, Gestão de Pedidos, Liberação de Pedidos de Vendas e Montagem da rota de entrega, visando gerar benefícios para o processo administrativo com foco na gestão estratégica do negócio. (MACHADO 2006, SALVIANO, 2005) Já a metodologia da pesquisa foi fundamentada conforme (GODOY, 1995), como estudo qualitativo na forma de estudo de caso. Para fundamentar as condições de escolha do método, (YIN, 2001) apresenta as condições essenciais para que se tenha segurança na escolha do método, como: [...] os estudos de casos têm lugar de destaque na pesquisa e avaliação. Há no mínimo cinco aplicações diferentes. A mais importante é explicar os vínculos causais nas intervenções na vida IV CNEG 102

3 real que são complexas para serem abordadas pelos levantamentos amostrais ou pelas estratégias experimentais. [...]. 3. LIMITAÇÕES DA PESQUISA O foco do estudo está voltado para empresas de distribuição de alimentos, excluindo empresas de demais ramos de atividades. Embora fatores humanos como cultura, motivação e comportamento sejam de grande importância para a pesquisa, este artigo não procurou explorar estas questões com profundidade, cabendo apenas criar uma proposta para avaliar a migração de sistemas e alguns indicadores de desempenho gerados pós implantação. 4. REVISÃO BIBLIOGRÁFICA Neste item do artigo são discorridos de forma sucinta, alguns termos referenciais e utilizados no decorre desta pesquisa Medição de desempenho O ato de medir congrega um conjunto de atividades, pressupostos e técnicas que visam quantificar variáveis e atributos de interesse do objeto a ser analisado. Quanto à palavra desempenho, ela encerra em si a idéia de algo que já foi realizado, executado ou exercido. Em todas as organizações, desde o momento em que se busca medir o desempenho dos equipamentos, dos produtos, dos processos produtivos ou até mesmo da execução da estratégia empresarial, a meta básica por trás de todas essas atividades é IV CNEG 103

4 melhorar a compreensão organizacional de sua realidade, permitindo que melhores decisões e ações sejam tomadas no futuro. No próprio conceito de medição de desempenho (MD) está inserida a idéia de melhoria. Segundo (BANDEIRA, 1997: p. 111), "medir o desempenho, de fato, somente se justifica quando existe o objetivo de aperfeiçoá-lo.. Numa empresa, a MD é parte constituinte de diversas atividades, provendo de informações sobre o desempenho para diversos fins. É possível encontrar na literatura uma grande diversidade de objetivos atribuídos a ela. Em (KAYDOS, 1991), o autor apresenta as seguintes finalidades: Comunicar a estratégia e clarear valores; Identificar problemas e oportunidades; Diagnosticar problemas; Entender o processo; Definir responsabilidade; Melhorar o controle e planejamento; Identificar quando e onde a ação é necessária; Tornar o trabalho realizado visível; Favorecer o envolvimento das pessoas Servir de base para um sistema de remuneração; Tornar mais fácil o processo de delegação de responsabilidade. Para (ÑAURI 1998), a MD permite ainda "oferecer uma visão, tanto vertical como horizontal do desempenho organizacional. A visão vertical refere-se à gestão dos recursos da organização e a visão horizontal, a gestão de resultados. IV CNEG 104

5 A MD é um conceito multidisciplinar, trabalhado por diversas áreas do conhecimento tais como: Engenharia, Administração, Psicologia, Economia, Informática, Teoria das Decisões, Ciências Contábeis, entre outras. Sua operacionalização ocorre através de indicadores (ou medidas) de desempenho, os quais buscam quantificar o desempenho do objeto de estudo. Pode-se considerar que o seu conjunto constitui um sistema de medição de desempenho (SMD). ROSA et al. (1995, p. 522) expõem que estes parâmetros de desempenho representam um conjunto de informações necessárias para que as equipes gerenciais possam administrar a competitividade do sistema organizacional. Funcionam como instrumentos, cujos mostradores são representados pelos indicadores específicos. No mundo contemporâneo, mais do que nunca, a maior compreensão da realidade organizacional representa um fator essencial para sustentar sua competitividade. Segundo (SPINOLA & PESSÔA, 1997, p.99) "a informação é uma ferramenta poderosa para uma organização, pois através dela pode-se ter um domínio dos diversos parâmetros que regem a sua dinâmica. A MD pode ser empregada para retratar o desempenho de elementos presentes tanto no âmbito interno quanto externo a empresa: Âmbito interno - empregados, clientes e fornecedores internos, insumos de produção, produtos, serviços, atividades, processos, modelos de gestão, unidade de negócio, etc. Âmbito externo - produto em campo, clientes e fornecedores externos, marca concorrentes, cadeia de suprimentos, comunidade, entre empresas do mesmo setor, etc. IV CNEG 105

6 4.2. O Poder da Tecnologia da Informação A tecnologia da informação possibilitou não só a ampliação da capacidade de se coletar e analisar os dados, como de melhorar a apresentação e disseminação da informação. (MARTINS, 1999, p. 70) salienta ainda outras importantes mudanças como: Reconhecimento da tecnologia da informação como elo principal nas estratégias da empresa e conseqüentemente fonte da vantagem competitiva; Abandono da visão mecanicista do mundo por uma visão sistêmica; Importância da integração da rede de negócios da empresa, tanto interna quanto externa; e Valorização do trabalho em grupo e da tomada de ação pró-ativa, antecipando possíveis problemas e vislumbrando oportunidades de relacionamento e negócios. Já (ALBERTIN, 2001) indagam-se os administradores, ao constatar a essencialidade do conhecimento acerca do valor estratégico de TI (Tecnologia da Informação) e dos aspectos dos projetos desta tecnologia, têm procurado aprimorá-lo, considerando suas particularidades e melhores práticas de seu gerenciamento e, assim, constatando que este conhecimento é essencial, tanto pela representatividade do investimento e pela dependência cada vez mais significativa que as organizações têm de TI. (DRUCKER, 1993) compartilha da mesma visão ao argumentar que, nos dias atuais, as empresas devem se manter ágeis, fortes e sem gordura, capazes de suportar esforços e tensões para se movimentarem rapidamente, aproveitando, assim, as oportunidades nas quais estão inseridas. Por isso, a TI poderá ser decisiva tanto para o sucesso empresarial das organizações, como para o seu completo fracasso. IV CNEG 106

7 Desta forma, com a intenção de auxiliar os executivos no atendimento às suas necessidades de gestão de negócios, surge o sistema de Sales Force Automation, ou Automação da Força de Vendas. Na concepção de (BATISTA, 2004), o processo de automação de vendas e escritório pode ser compreendido como: [ ] automação de vendas é um grande aliado para o aumento de produtividade da organização e também para o desempenho da atividade do trabalhador. [ ] automação de escritório é qualquer aplicação da tecnologia da informação destinada a aumentar a produtividade dos trabalhadores da informação nos escritórios. Já para (O BRIAN, 2004), Automação da força de vendas é definida como: [ ] a força de vendas esta sendo equipada com notebooks, navegadores de rede e software de gerenciamento de contatos de vendas a conectam a sites de marketing na internet, extranets e ás intranets da empresa. Isso não só aumenta a produtividade pessoal dos vendedores, mas também agiliza muito a capacitação e análise de dados de venda, do campo para os gerentes de marketing no escritório central da empresa. Por sua vez, permite á administração de marketing e vendas melhorar a prestação das informações e o suporte que ela fornece os seus vendedores. [ ]. O processo de implementação de um sistema de automação da força de venda, porém tem algumas particularidades que de acordo com (SATINI, LIMA e BELINE, 2004), devem ser observadas, para que o sucesso do processo de implementação desta ferramenta obtenha sucesso, conforme segue: a) Os processos logísticos da empresa deverão ser bem definidos, caso contrário poderá comprometer os resultados; b) Deter o processo administrativo integrado ao processo sistêmico, correndo o risco de desalinhamento de tarefas; c) Disseminar o entendimento que o processo de integração da força de vendas IV CNEG 107

8 através do software será apoiado pela alta administração; d) Capacitação da mão de obra necessária à utilização dos recursos computacionais na sua totalidade; e e) A reorganização de processos deverá estar em sintonia com a visão e missão da empresa. 4. ROTEIRO DE PERGUNTAS E AMOSTRA DO UNIVERSO AVALIADO A empresa á qual foi realizado o estudo, está localizada na região Leste de São Paulo atuando na área distribuição de alimentos. Por questão de sigilo não será divulgado no decorrer deste trabalho o nome da empresa e o nome do sistema de gestão, visto que a empresa atua em ramo exclusivo de serviços e produtos. Para dar embasamento sustentável a esta pesquisa, coletaram-se os dados da amostra por intermédio de entrevista do tipo semi-estruturada, por se apresentar de forma mais adequada conforme mencionado em item anterior e comparado com os processos empresariais na sua situação de antes e depois do realinhamento. Apesar de o método acarretar algumas dificuldades, pois depende diretamente das habilidades do entrevistador, a escolha deste tipo de entrevista se deve ao fato de ser um dos principais meios para coleta de dados, pois reúne ao mesmo tempo a presença do investigador, com a espontaneidade do entrevistado. As perguntas da pesquisa efetuaram-se conforme o roteiro descrito a seguir, e acrescentadas, conforme necessidade, de intervenções do entrevistador quando conveniente e relevante para o desenvolvimento do tema. O roteiro básico de perguntas foi baseado nos processos fundamentais do modelo de gestão de gestão empresarial (ERP) em atribuição as vantagens do sistema de Automação de Força de Vendas, conforme segue: Quais os fatores que levaram a empresa à adoção da integração de um sistema de IV CNEG 108

9 gestão com um sistema de automação da força de vendas? Quais indicadores de desempenho a empresa pretende avaliar com a implantação deste software de gestão? Esses indicadores são significativos para organização? Como a empresa pretende transformar esses índices em vantagem competitiva? Quais características foram consideradas relevantes no software, e quais as expectativas com a adoção da ferramenta computacional? Houve um plano de ação específico para a escolha migrado do software e posterior avaliação no impacto na gestão dos negócios? Foram necessários adaptações na estrutura organização, no processo de implantação desse modelo de gestão através da ferramenta utilizada? Houve envolvimento de todos os níveis administrativos da empresa para a escolha do sistema? Quais as dificuldades e facilidades encontradas na escolha do sistema em questão? Os resultados obtidos anterior à automação, foram condizentes com as expectativas a posterior? A amostra foi efetuada na base de 100% da amostra do universo de vendedores da empresa, totalizando 15 vendedores externos, juntamente com a equipe de administrativa que totaliza 8 pessoas e a alta administração com os seus 2 diretores. A pesquisa foi realizada entre os meses de março a setembro de 2006 e comparado com o mesmo período do ano anterior, para efeito de amostra estatística dos dados coletados e avaliação dos processos organizacionais. IV CNEG 109

10 5. RESULTADOS OBTIDOS Nas tabelas 1 e 2, estão apresentados de forma sucinta os valores de faturamento e o aumento da carteira de atendimento de novos canais anteriormente não atendidos pela distribuidora, para os meses compreendidos entre os meses de janeiro a setembro de Tabela 1 Faturamento Mensal em milhares de Reais Empresa Estudo de Caso Ano de 2005 Ano de 2006 Mês Valor Mês Valor Janeiro 234,00 Janeiro 418,00 Fevereiro 245,00 Fevereiro 544,00 Março 266,00 Março 612,00 Abril 277,00 Abril 718,00 Maio 288,00 Maio 883,00 Junho 297,00 Junho 917,00 Julho 326,00 Julho 1.045,00 Agosto 356,00 Agosto 1.220,00 Setembro 379,00 Setembro 1.270,00 Outubro 392,00 Outubro 1.350,00 Novembro 407,00 Novembro 1.410,00 Faturamento ano ,00 Faturamento ano ,00 Fonte: Dados coletados dos relatórios de faturamento mensal, extraído do ERP da empresa estudo. IV CNEG 110

11 Tabela 2 Evolução dos canais de vendas Empresa Estudo de Caso Ano de 2005 Ano de 2006 Número de Número de Mês Canais Mês Canais Janeiro 43 Janeiro 123 Fevereiro 55 Fevereiro 145 Março 67 Março 169 Abril 69 Abril 189 Maio 73 Maio 212 Junho 84 Junho 245 Julho 89 Julho 269 Agosto 93 Agosto 312 Setembro 97 Setembro 367 Outubro 104 Outubro 423 Novembro 112 Novembro 567 Fonte: Dados coletados dos relatórios de faturamento mensal, extraído do ERP da empresa estudo. Pode-se que a abertura de novos canais de vendas gerou uma vantagem competivia na empresa, aumentando de forma significativa as vendas de um ano para o outro. Entre os fatores relevantes da pesquisa pode-se destacar conforme abaixo e detalhado nas figuras 1 e 2 seguir: Melhoria significativa no processo operacional e no fluxo de dados; Agilidade de controle sobre o trabalho do vendedor externo; Dimensionamento do mercado cada vez mais pulverizado; Geração de dados estatísticos para tomada de decisão; Diminuição do re-trabalho na digitação do pedido de vendas; Diminuição do ruído de comunicação entre os canais internos e externos; e Aumento significativo no faturamento e nos pontos de atendimento. IV CNEG 111

12 Contrato de Fornecimento Consulta Banco de Informação Liberação de Estoque Fornecedor Recebim. de mercadoria Carga Máquina Controle de Produção Faturamento Orçamento Manutenção Industrial LA faturamento Importação Contrato de Fornecimento Clientes Pedidos de Vendas SIGA EDI - Cliente SIGA EDI fornecedor Pedido de Compra Cotação Solicitação Compras Projeção de Estoque Previsão de Vendas Estatística Consulta Banco de Informação Liberação de crédito Simulação Preços de Venda Livros Fiscais Ordens de Produção Liberação de Estoque LA Folha Centros Improdutivos LA de movimentos Apropriações orçado real orçado real LA Contas a Receber Fornecedor Recebim. de mercadoria Controle de Qualidade Estoque MP / MC Requisições Carga Máquina Controle de Produção Coletor Eletrônico LA Depreciação Faturamento LA de Rateios Financeiro Contabilidade Estoque Faturamento Livros Fiscais Importação Orçamento Manutenção Industrial Estoque Produto Acabado LA faturamento Contas a Receber PCP Folha e Ponto Custo Compras Man.Industrial Ativo Fixo Movimento de Títulos Ativo Fixo Simulação Financeira Simulação Preços de Venda Faturamento CMV + Margem Bruta Movimento de Títulos Banco Folha de Pagamento Centros Improdutivos LA de movimentos Banco LA Folha Apropriações Demonstração de L&P Mensal Acumulado orçado real orçado real Faturamento - CMV LA Contas a Receber LA Depreciação Lançamento Ponto Eletrônico LA de Rateios Financeiro Contabilidade Estoque Faturamento Livros Fiscais Importação Lançamentos Automáticos Contabilidade Razão Balancete Diário PCP Folha e Ponto Custo Compras Man.Industrial Ativo Fixo IV CONGRESSO NACIONAL DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO Vendedor Externo Pedido de Venda Meio de Comunicação Digitador SIGA EDI fornecedor Movimento de Títulos Banco Pedido de Compra Ativo Fixo Lançamentos Automáticos Importação Cotação Controle de Qualidade Contas a Pagar Simulação Financeira Lançamento Solicitação Compras Projeção de Estoque Ordens de Produção Estoque MP / MC Requisições Fluxo de Caixa Folha de Pagamento Ponto Eletrônico Previsão de Vendas Custos Contabilidade Clientes Estatística Livros Fiscais Coletor Eletrônico Produção Estoque Produto Acabado Faturamento CMV + Margem Bruta Demonstração de L&P Mensal Acumulado Faturamento - CMV Razão Balancete Diário Pedidos Liberação de Vendas de crédito SIGA EDI - Cliente NF DP Contas a Receber Movimento de Títulos Banco Figura 1 Processo anterior á implantação do software de automação da força de vendas. Como nota-se na Figura 1 acima, o processo de captação de pedido de vendas até a sua efetiva confirmação consistia um processo semi-automatizado, pois o vendedor externo entregava o pedido de vendas, manualmente ou através de algum meio de comunicação (neste caso especifico fax) para a empresa que, por sua vez, eram incluídos no sistema através de digitação e, então, processados. Vendedor Externo Contas a Pagar Internet Internet Fluxo de Caixa Produção Custos NF DP Figura 2 Processo posterior á implantação do software de automação da força de vendas Com a implantação do sistema móvel, a empresa passou a coletar seus pedidos pelos vendedores diretamente do equipamento móvel, conforme figura 2 acima. No IV CNEG 112

13 caso específico desta empresa é utilizado um equipamento de hand held, que possui sua própria interface de captação de pedidos de vendas. Esse equipamento possui uma base de dados local em sua memória que armazena uma capacidade diária de informações que permite que o vendedor possa incluir os pedidos diretamente no banco de dados. No termino do expediente, as informações são enviadas (sincronizadas) através da internet, celular ou sincronismo direto no sistema para faturamento central da empresa que irá processar o pedido e gerar o faturamento para a empresa. O processo possui as vantagens: a) Melhoria significativa no processo operacional e no fluxo de dados; b) Agilidade de controle sobre o trabalho do vendedor externo; c) Dimensionamento do mercado cada vez mais pulverizado; d) Diminuição do ruído de comunicação entre os canais internos e externos. e) Melhor distribuição da rota de entrega de produtos e alinhamento dos processos com os canais de venda da empresa; e f) Aumento da penetração no canal, visto maior disponibilidade do consultor vendedor em campo. 6. DISCUSSÃO E CONCLUSÃO A integração das ferramentas computacionais de gestão empresarial e de automação da força de representa uma nova forma de trabalho e de controle de processo nas organizações com o objetivo de aumentar mercado, reduzir custos e ampliar sua capacidade produtiva. As atuais tecnologias da informação permitem a criação e integração de sistemas com velocidade, facilidade e segurança nunca antes conseguida com as tradicionais tecnologias de processamento de dados, proporcionando características e recursos diferenciados no mercado. O estudo em questão demonstra que um projeto bem sucedido deve ser estruturado e necessitam da colaboração de todos os profissionais da organização, principalmente os que atuam no processo operacional (vendedores externos e colaboradores internos), IV CNEG 113

14 e o patrocínio da alta administração conforme descrito e acompanhado nos processos fundamentais de gestão de processo. Os resultados obtidos da implantação e os indicadores de desempenho desses sistemas e dos processos econômicos e produtivos conduzem afirmar que a empresa em estudo terá um ganho expressivo na suas vendas, na organização da informação (organização das rotas de entrega dos pedidos, e aumento significativo em canais anteriormente não atingidos). Desta forma o estudo em questão obteve êxito no sentido de que tornou a organização mais preparada para atender as exigências e no mercado alta competitivo em que atua, gerando vantagem competitiva ao seu negócio, e maior transparência nos processos de acompanhamento de gestão desenvolvimento do produto de software. 7. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ARANTES, Nélio, Sistemas de gestão empresarial: conceitos, permanentes na administração de empresas válidas, São Paulo: Atlas, ALBERTIN, A.L. (2001) Valor estratégico dos projetos de Tecnologia da Informação. Revista de Administração de Empresas, São Paulo, v.41, n.3 p , jul./set, BANDEIRA, A.A. (1997), Rede de indicadores de desempenho para gestão de uma hidrelétrica São Paulo, Dissertação apresentada à Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. BATISTA, Emerson. O. Sistemas de Informação o uso consciente da tecnologia para o gerenciamento 1ª ed. São Paulo. Saraiva, 2004, p.200. DRUCKER, Peter F. Administrando para o futuro: Os anos 90 e a virada do século. 3 a. ed. São Paulo: Pioneira, GODOY, A.S. Introdução à pesquisa qualitativa e suas possibilidades. Revista de Administração de Empresas - RAE. São Paulo: v. 35, n. 2 p , mar. /abr IV CNEG 114

15 KAYDOS, W. (1991), Measuring Managing, and Maximizing Performance Portland, Productivity Press. MACHADO, Cristina Ângela Filipak, Definindo processos do ciclo de vida de software sando a norma NBR ISO/IEC / Cristina Ângela Filipak Machado. Lavras: UFLA/FAEPE, p. : il. Curso de Pós-graduação Lato Sensu (Especialização) a Distância - Melhoria de processo de Software. Editora UFLA, ÑAURI, M.H.C, (1998), As medidas de desempenho com base para a melhoria contínua de processos: O caso da Fundação de Amparo à Pesquisa e Extensão Universitária (FAPEU) Florianópolis, Dissertação de Mestrado Engenharia de Produção, Universidade Federal de Santa Catarina. O BRIEN, James A. Sistemas de Informações Gerenciais. E as Decisões Gerenciais na Era da Internet. 9ª ed. São Paulo: Saraiva 2003, p.176. ROSA, E.B.; PAMPLONA E. de O., ALMEIDA, D.A., Parâmetros de desempenho e a competitividade dos sistemas de manufatura XV, in: Encontro Nacional de Engenharia de Produção (ENEGEP), São Carlos, ABEPRO-USFCAR, Anais do v. II.p SALVIANO, Clênio Figueiredo, Melhoria e Avaliação de Processo de Software com o Modelo NBR ISO/IEC Processo de Ciclo de Vida de Software / Clênio Figueiredo Salviano. Lavras: UFLA, p. : il. Curso de Pós-Graduação Lato-Sensu (Especialização) a Distância: Melhoria de Processo de Software. Editora UFLA, SANTINI, Altair Olívio, LIMA, Nilson, BELINE, Willian, Automação da Força de Vendas. Estudo de Caso de uma Empresa do Ramo de Fabricação de Móveis In Anais do 1º Congresso Internacional de Gestão e Tecnologia da Informação, Faculdade de Administração, Economia e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA-USP), SPINOLLA, M.M,; PESSOA, M.S.P; Tecnologia da Informação in: Gestão de Operações São Paulo, Editora Edgard Blucher. YIN, Robert K. Estudo de caso: Planejamento e métodos, Trad. Daniel Grassi, 2 ed.. Porto Alegre: Bookman, 2001., p34. IV CNEG 115

Curso TECNOLOGIA EM GESTÃO EMPRESARIAL

Curso TECNOLOGIA EM GESTÃO EMPRESARIAL Curso TECNOLOGIA EM GESTÃO EMPRESARIAL DISCIPLINA Aplicações de Sistemas de Prof. Wagner Däumichen Barrella Aplicações de Sistemas de Vínculo Administração-Tecnologia Administração e Tecnologia Revolução

Leia mais

Universidade Cruzeiro do Sul. Campus Virtual Unidade I: Unidade: Processos Mercadológicos

Universidade Cruzeiro do Sul. Campus Virtual Unidade I: Unidade: Processos Mercadológicos Universidade Cruzeiro do Sul Campus Virtual Unidade I: Unidade: Processos Mercadológicos 2010 0 O Processo pode ser entendido como a sequência de atividades que começa na percepção das necessidades explícitas

Leia mais

INFORMAÇÃO E VANTAGEM COMPETITIVA EM ORGANIZAÇÃO DE MÓVEIS E ELETROS

INFORMAÇÃO E VANTAGEM COMPETITIVA EM ORGANIZAÇÃO DE MÓVEIS E ELETROS INFORMAÇÃO E VANTAGEM COMPETITIVA EM ORGANIZAÇÃO DE MÓVEIS E ELETROS Elane de Oliveira, UFRN 1 Max Leandro de Araújo Brito, UFRN 2 Marcela Figueira de Saboya Dantas, UFRN 3 Anatália Saraiva Martins Ramos,

Leia mais

Governança de TI Funções Gerenciais e Estrutura Organizacional. Raimir Holanda raimir@tce.ce.gov.br

Governança de TI Funções Gerenciais e Estrutura Organizacional. Raimir Holanda raimir@tce.ce.gov.br Governança de TI Funções Gerenciais e Estrutura Organizacional Raimir Holanda raimir@tce.ce.gov.br Agenda Componentes de uma empresa Objetivos Organizacionais X Processos de negócios Gerenciamento integrado

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO CONTÁBIL COMO FONTE DE TOMADA DE DECISÕES GERENCIAS

A IMPORTÂNCIA DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO CONTÁBIL COMO FONTE DE TOMADA DE DECISÕES GERENCIAS A IMPORTÂNCIA DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO CONTÁBIL COMO FONTE DE TOMADA DE DECISÕES GERENCIAS Linha de pesquisa: Sistema de informação gerencial Pâmela Adrielle da Silva Reis Graduanda do Curso de Ciências

Leia mais

Quem somos? Por que a sua empresa merece o Sistema de Gestão ERP da Otimizy?

Quem somos? Por que a sua empresa merece o Sistema de Gestão ERP da Otimizy? Por que a sua empresa merece Quem somos? A Otimizy Sistemas Inteligentes é a desenvolvedora do software ErpSoft, um Sistema de Gestão Empresarial voltado a resultados, que automatiza processos operacionais

Leia mais

Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello

Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Prof. Roberto Marcello SI Sistemas de gestão A Gestão dos Sistemas Integrados é uma forma organizada e sistemática de buscar a melhoria de resultados.

Leia mais

CONTROLADORIA: UM MECANISMO DE AUXILIO A AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO E A TOMADA DE DECISÃO 1 RESUMO

CONTROLADORIA: UM MECANISMO DE AUXILIO A AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO E A TOMADA DE DECISÃO 1 RESUMO CONTROLADORIA: UM MECANISMO DE AUXILIO A AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO E A TOMADA DE DECISÃO 1 GELAIN, Anna Júlia Lorenzzon 2 ; LORENZETT, Daniel Benitti 3 ; GODOY, Taís Pentiado 4 ; LOSEKANN, Andresa Girardi

Leia mais

Conteúdo programático: Formação Gestão de Materiais

Conteúdo programático: Formação Gestão de Materiais Conteúdo programático: Formação Gestão de Materiais Informações gerais Família de Gestão: Gestão de Materiais Carga Horária: 172 horas (96 horas presencial + 76 horas e-learning) Objetivo: Proporcionar

Leia mais

Professor: Disciplina:

Professor: Disciplina: Professor: Curso: Esp. Marcos Morais de Sousa marcosmoraisdesousa@gmail.com Sistemas de informação Disciplina: Introdução a SI 19/04 Recursos e Tecnologias dos Sistemas de Informação Turma: 01º semestre

Leia mais

Sistemas de Informação Gerenciais Primeira Aula

Sistemas de Informação Gerenciais Primeira Aula Faculdade Pitágoras de Uberlândia Pós-graduação Sistemas de Informação Gerenciais Primeira Aula Prof. Me. Walteno Martins Parreira Júnior www.waltenomartins.com.br Maio -2013 Bibliografia básica LAUDON,

Leia mais

1. COORDENAÇÃO ACADÊMICA. Prof. RONALDO RANGEL Doutor - UNICAMP Mestre PUC 2. APRESENTAÇÃO DO PROGRAMA PÓS-MBA

1. COORDENAÇÃO ACADÊMICA. Prof. RONALDO RANGEL Doutor - UNICAMP Mestre PUC 2. APRESENTAÇÃO DO PROGRAMA PÓS-MBA 1. COORDENAÇÃO ACADÊMICA SIGA: PMBAIE*08/00 Prof. RONALDO RANGEL Doutor - UNICAMP Mestre PUC 2. APRESENTAÇÃO DO PROGRAMA PÓS-MBA As grandes questões emergentes que permeiam o cenário organizacional exigem

Leia mais

Infor ERP SyteLine Visão Geral. Edgar Eler Arquiteto de Sistemas

Infor ERP SyteLine Visão Geral. Edgar Eler Arquiteto de Sistemas Infor ERP SyteLine Visão Geral Edgar Eler Arquiteto de Sistemas Sobre a Mag-W A Mag-W foi criada especialmente para trazer ao mercado o que há de melhor em soluções corporativas de Tecnologia da Informação

Leia mais

Conceitos de Sistemas de Informação

Conceitos de Sistemas de Informação Conceitos de Sistemas de Informação Prof. Miguel Damasco AEDB 1 Objetivos da Unidade 1 Explicar por que o conhecimento dos sistemas de informação é importante para os profissionais das empresas e identificar

Leia mais

Líder em consultoria no agronegócio

Líder em consultoria no agronegócio MPRADO COOPERATIVAS mprado.com.br COOPERATIVAS 15 ANOS 70 Consultores 25 Estados 300 cidade s 500 clientes Líder em consultoria no agronegócio 2. Finanças 2.1 Orçamento anual integrado Objetivo: Melhorar

Leia mais

Pesquisa FGV-EAESP de Comércio Eletrônico no Mercado Brasileiro 16 a Edição 2014

Pesquisa FGV-EAESP de Comércio Eletrônico no Mercado Brasileiro 16 a Edição 2014 Resumo Introdução O Comércio Eletrônico é um dos aspectos relevantes no ambiente empresarial atual e tem recebido atenção especial das empresas nos últimos anos, primeiro por ser considerado como uma grande

Leia mais

Engª de Produção Prof.: Jesiel Brito. Sistemas Integrados de Produção ERP. Enterprise Resources Planning

Engª de Produção Prof.: Jesiel Brito. Sistemas Integrados de Produção ERP. Enterprise Resources Planning ERP Enterprise Resources Planning A Era da Informação - TI GRI Information Resource Management -Informação Modo organizado do conhecimento para ser usado na gestão das empresas. - Sistemas de informação

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAIS

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAIS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAIS O PODER DA INFORMAÇÃO Tem PODER quem toma DECISÃO Toma DECISÃO correta quem tem SABEDORIA Tem SABEDORIA quem usa CONHECIMENTO Tem CONHECIMENTO quem possui INFORMAÇÃO (Sem

Leia mais

SISTEMAS DE NEGÓCIOS B) INFORMAÇÃO GERENCIAL

SISTEMAS DE NEGÓCIOS B) INFORMAÇÃO GERENCIAL 1 SISTEMAS DE NEGÓCIOS B) INFORMAÇÃO GERENCIAL 1. SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL (SIG) Conjunto integrado de pessoas, procedimentos, banco de dados e dispositivos que suprem os gerentes e os tomadores

Leia mais

Coletividade; Diferenciais; Informação; Dado; Informação; Conhecimento. Coletar informação; e Identificar as direções.

Coletividade; Diferenciais; Informação; Dado; Informação; Conhecimento. Coletar informação; e Identificar as direções. Revisão 1 Coletividade; Diferenciais; Informação; Dado; Informação; Conhecimento Coletar informação; e Identificar as direções. Precisa; Clara; Econômica; Flexível; Confiável; Dirigida; Simples; Rápida;

Leia mais

LMA, Solução em Sistemas

LMA, Solução em Sistemas LMA, Solução em Sistemas Ao longo dos anos os sistemas para gestão empresarial se tornaram fundamentais, e por meio dessa ferramenta as empresas aperfeiçoam os processos e os integram para uma gestão mais

Leia mais

Unidade II GESTÃO DAS INFORMAÇÕES. Prof. Me. Léo Noronha

Unidade II GESTÃO DAS INFORMAÇÕES. Prof. Me. Léo Noronha Unidade II GESTÃO DAS INFORMAÇÕES ORGANIZACIONAIS Prof. Me. Léo Noronha Objetivos Informação estratégica Sistema de informações como fonte de vantagem competitiva (VC) Conceito de informação estratégica

Leia mais

Retorno do investimento com aplicativos empresariais em celulares.

Retorno do investimento com aplicativos empresariais em celulares. Retorno do investimento com aplicativos empresariais em celulares. Introdução A simulação do retorno sobre o investimento (do inglês ROI return on investment) tem sido utilizada como importante ferramenta

Leia mais

ASSUNTO DA APOSTILA: SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E AS DECISÕES GERENCIAIS NA ERA DA INTERNET

ASSUNTO DA APOSTILA: SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E AS DECISÕES GERENCIAIS NA ERA DA INTERNET AULA 02 ASSUNTO DA APOSTILA: SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E AS DECISÕES GERENCIAIS NA ERA DA INTERNET JAMES A. O BRIEN CAPÍTULO 01 continuação Páginas 03 à 25 1 COMPONENTES DE UM SISTEMA DE INFORMAÇÃO Especialistas

Leia mais

Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais

Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais Capítulo 3: Sistemas de Apoio Gerenciais Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais Objetivos do Capítulo Explicar como os SI empresariais podem apoiar as necessidades de informação de executivos,

Leia mais

Sistemas Empresariais. Capítulo 3: Sistemas de Negócios. Colaboração SPT SIG

Sistemas Empresariais. Capítulo 3: Sistemas de Negócios. Colaboração SPT SIG Capítulo 3: Sistemas de Negócios Colaboração SPT SIG Objetivos do Capítulo Explicar como os SI empresariais podem apoiar as necessidades de informação de executivos, gerentes e profissionais de empresas.

Leia mais

SPEKTRUM SOLUÇÕES DE GRANDE PORTE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SPEKTRUM SAP Partner 1

SPEKTRUM SOLUÇÕES DE GRANDE PORTE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SPEKTRUM SAP Partner 1 SPEKTRUM SOLUÇÕES DE GRANDE PORTE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SPEKTRUM SAP Partner 1 PROSPERE NA NOVA ECONOMIA A SPEKTRUM SUPORTA A EXECUÇÃO DA SUA ESTRATÉGIA Para as empresas que buscam crescimento

Leia mais

Leia dicas infalíveis para aumentar a produtividade do seu time e se manter competitivo no mercado da construção civil.

Leia dicas infalíveis para aumentar a produtividade do seu time e se manter competitivo no mercado da construção civil. Leia dicas infalíveis para aumentar a produtividade do seu time e se manter competitivo no mercado da construção civil. 2 ÍNDICE SOBRE O SIENGE INTRODUÇÃO 01 PROMOVA A INTEGRAÇÃO ENTRE AS ÁREAS DE SUA

Leia mais

E-Business global e colaboração

E-Business global e colaboração E-Business global e colaboração slide 1 2011 Pearson Prentice Hall. Todos os direitos reservados. 2.1 Copyright 2011 Pearson Education, Inc. publishing as Prentice Hall Objetivos de estudo Quais as principais

Leia mais

Manual - Relatórios Gerenciais.

Manual - Relatórios Gerenciais. Manual - Relatórios Gerenciais. Perguntas que temos que responder quase que diariamente sobre: Vendas Financeiro Produção Emissão: 04/02/2014 Revisão: 28/05/2015 Revisado por: Juliana 1 Área de Vendas

Leia mais

Sistema de gestão. Sistema de Gestão ERP

Sistema de gestão. Sistema de Gestão ERP Sistema de gestão ERP MÓDULOS E CLIENTES Os módulos podem ser adquiridos separadamente, conforme a sua necessidade. ÁREA COMERCIAL ÁREA ADMINISTRATIVA FINANCEIRA ÁREA PRODUÇÃO E SUPRIMENTOS ÁREA FISCAL

Leia mais

Sistema de gestão. Sistema de Gestão ERP

Sistema de gestão. Sistema de Gestão ERP Sistema de gestão ERP Módulo MÓDULOS E CLIENTES Os módulos podem ser adquiridos separadamente, conforme a sua necessidade. COMERCIAL ADMINISTRATIVA FINANCEIRA PEDIDOS EXPORTAÇÃO CONTAS A RECEBER TELEMARKETING

Leia mais

Evolução dos sistemas ERP nas empresas

Evolução dos sistemas ERP nas empresas Evolução dos sistemas ERP nas empresas Aloísio André dos Santos (ITA) aloisio@mec.ita.br João Murta Alves (ITA) murta@mec.ita.br Resumo Os sistemas ERP são considerados uma evolução dos sistemas de administração

Leia mais

Academia MM Gestão de Materiais

Academia MM Gestão de Materiais Academia MM Gestão de Materiais A Academia é melhor caminho para especialização dentro de um tema no ERP da SAP. Para quem busca uma formação com certificação em gestão de materiais, o mais indicado é

Leia mais

Guia de Recursos e Funcionalidades

Guia de Recursos e Funcionalidades Guia de Recursos e Funcionalidades Sobre o Treasy O Treasy é uma solução completa para Planejamento e Controladoria, com o melhor custo x benefício do mercado. Confira alguns dos recursos disponíveis para

Leia mais

SISTEMAS DE NEGÓCIOS. a) SISTEMAS DE APOIO EMPRESARIAIS

SISTEMAS DE NEGÓCIOS. a) SISTEMAS DE APOIO EMPRESARIAIS 1 SISTEMAS DE NEGÓCIOS a) SISTEMAS DE APOIO EMPRESARIAIS 1. COLABORAÇÃO NAS EMPRESAS Os sistemas colaborativos nas empresas nos oferecem ferramentas para nos ajudar a colaborar, comunicando idéias, compartilhando

Leia mais

Modelo de sistema de informação para apoio ao processo decisório em micro e pequenas empresas.

Modelo de sistema de informação para apoio ao processo decisório em micro e pequenas empresas. Modelo de sistema de informação para apoio ao processo decisório em micro e pequenas empresas. Francisco Ignácio Giocondo César (UNIMEP) giocondo@merconet.com.br Osvaldo Elias Farah (UNIMEP) oefarah@unimep.br

Leia mais

FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO @ribeirord FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Rafael D. Ribeiro, M.Sc,PMP. rafaeldiasribeiro@gmail.com http://www.rafaeldiasribeiro.com.br Sistemas de Informação Sistemas de Apoio às Operações Sistemas

Leia mais

SISTEMA PRÓPRIO DE GESTÃO INTEGRADO NA ÁREA COMERCIAL E 0800

SISTEMA PRÓPRIO DE GESTÃO INTEGRADO NA ÁREA COMERCIAL E 0800 SISTEMA PRÓPRIO DE GESTÃO INTEGRADO NA ÁREA COMERCIAL E 0800 Mauricio Kato da Silva Graduado em Administração pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais Campus Poços de Caldas em 2001. Atua

Leia mais

A evolução da tecnologia da informação nos últimos 45 anos

A evolução da tecnologia da informação nos últimos 45 anos A evolução da tecnologia da informação nos últimos 45 anos Denis Alcides Rezende Do processamento de dados a TI Na década de 1960, o tema tecnológico que rondava as organizações era o processamento de

Leia mais

Vendas na Empresa Lean

Vendas na Empresa Lean Vendas na Empresa Lean Autor: Alexandre Cardoso Publicado: 29/04/2011 Introdução Em uma empresa, a área de Vendas é de extrema importância para o sucesso do negócio. Aprimorar o seu desempenho tem sido

Leia mais

ACADEMIA DE MM (GESTÃO DE MATERIAIS)

ACADEMIA DE MM (GESTÃO DE MATERIAIS) A Academia é o melhor caminho para especialização dentro de um tema no ERP da SAP. Para quem busca uma formação com certificação em gestão de materiais, o mais indicado é participar da Academia de MM.

Leia mais

2.1. COMPETINDO COM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

2.1. COMPETINDO COM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO 1 2.1. COMPETINDO COM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Fundamentos da Vantagem Estratégica ou competitiva Os sistemas de informação devem ser vistos como algo mais do que um conjunto de tecnologias que apoiam

Leia mais

DCC133 Introdução à Sistemas de Informação. E-business global e colaboração

DCC133 Introdução à Sistemas de Informação. E-business global e colaboração Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação DCC133 Introdução à Sistemas de Informação TÓPICO 2 E-business global e colaboração Prof. Tarcísio de Souza Lima OBJETIVOS DE ESTUDO Identificar e descrever

Leia mais

Sárgom Ceranto Marketing e Soluções Corporativas comercial@trecsson.com.br

Sárgom Ceranto Marketing e Soluções Corporativas comercial@trecsson.com.br PREZADO (A) SENHOR (A) Agradecemos seu interesse em nossos programas de ensino e lhe cumprimentamos pela iniciativa de buscar o seu aperfeiçoamento profissional. Você está recebendo o programa do curso

Leia mais

Cód. Doc. TAB-RHU-003

Cód. Doc. TAB-RHU-003 1 de 27 ÁREA: SUPERINTENDÊNCIA CARGO: Diretor Superintendente Garantir o correto funcionamento dos sistemas de informação utilizados pela empresa; Aprovar projetos de melhorias nos equipamentos e sistemas

Leia mais

ESTUDO DA VIABILIDADE ECONÔMICA DE IMPLANTAÇÃO DO SOFTWARE MRP I EM UMA MICRO-EMPRESA MOVELEIRA LOCALIZADA NO VALE DO PARAIBA

ESTUDO DA VIABILIDADE ECONÔMICA DE IMPLANTAÇÃO DO SOFTWARE MRP I EM UMA MICRO-EMPRESA MOVELEIRA LOCALIZADA NO VALE DO PARAIBA ESTUDO DA VIABILIDADE ECONÔMICA DE IMPLANTAÇÃO DO SOFTWARE MRP I EM UMA MICRO-EMPRESA MOVELEIRA LOCALIZADA NO VALE DO PARAIBA Tiago Augusto Cesarin 1, Vilma da Silva Santos 2, Edson Aparecida de Araújo

Leia mais

Gestão estratégica em finanças

Gestão estratégica em finanças Gestão estratégica em finanças Resulta Consultoria Empresarial Gestão de custos e maximização de resultados A nova realidade do mercado tem feito com que as empresas contratem serviços especializados pelo

Leia mais

ANÁLISE PARA APLICAÇÃO DA TERCEIRIZAÇÃO NA LOGÍSTICA COMO ESTRATÉGIA COMPETITIVA DE UMA EMPRESA DE DISTRIBUIÇÃO

ANÁLISE PARA APLICAÇÃO DA TERCEIRIZAÇÃO NA LOGÍSTICA COMO ESTRATÉGIA COMPETITIVA DE UMA EMPRESA DE DISTRIBUIÇÃO ANÁLISE PARA APLICAÇÃO DA TERCEIRIZAÇÃO NA LOGÍSTICA COMO ESTRATÉGIA COMPETITIVA DE UMA EMPRESA DE DISTRIBUIÇÃO Wallace Passos Malheiros wallace.malheiros@gmail.com André Lima Duarte sesplife@yahoo.com.br

Leia mais

SISTEMAS DE GESTÃO - ERP

SISTEMAS DE GESTÃO - ERP A IMPORTÂNCIA DA CONSULTORIA NA SELEÇÃO / IMPLANTAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO - ERP Para as corporações, as mudanças são absorvidas pelas equipes internas, envolvendo tecnologia, contabilidade, logística

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 1.1 2003 by Prentice Hall Sistemas de Informação José Celso Freire Junior Engenheiro Eletricista (UFRJ) Mestre em Sistemas Digitais (USP) Doutor em Engenharia de Software (Universit(

Leia mais

Laudon K., Laudon J., Sistemas de Informações gerencias, editora Pearson, 2010. Laudon K., Laudon J., Sistemas de Informação, editora LTC, 1999

Laudon K., Laudon J., Sistemas de Informações gerencias, editora Pearson, 2010. Laudon K., Laudon J., Sistemas de Informação, editora LTC, 1999 FSI capítulo 2 Referências bibliográficas: Laudon K., Laudon J., Sistemas de Informações gerencias, editora Pearson, 2010 Laudon K., Laudon J., Sistemas de Informação, editora LTC, 1999 Porter M., Competitive

Leia mais

ESTRATÉGIA COMPETITIVA. Michael E. Porter

ESTRATÉGIA COMPETITIVA. Michael E. Porter ESTRATÉGIA COMPETITIVA Michael E. Porter 1. A NATUREZA DAS FORÇAS COMPETITIVAS DE UMA EMPRESA 2. ESTRATEGIAS DE CRESCIMENTO E ESTRATÉGIAS COMPETITIVAS 3. O CONCEITO DA CADEIA DE VALOR 1 1. A NATUREZA DAS

Leia mais

Visão Geral dos Sistemas de Informação

Visão Geral dos Sistemas de Informação Visão Geral dos Sistemas de Informação Existem muitos tipos de sistemas de informação no mundo real. Todos eles utilizam recursos de hardware, software, rede e pessoas para transformar os recursos de dados

Leia mais

Estratégias em Tecnologia da Informação. Posição e Vantagem Competitiva Aplicações integradas Aplicações Web

Estratégias em Tecnologia da Informação. Posição e Vantagem Competitiva Aplicações integradas Aplicações Web Estratégias em Tecnologia da Informação Capítulo 09 Posição e Vantagem Competitiva Aplicações integradas Aplicações Web Material de apoio 2 Esclarecimentos Esse material é de apoio para as aulas da disciplina

Leia mais

PROJETO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA INTERNACIONAL. Diretrizes e Estratégias para Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil

PROJETO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA INTERNACIONAL. Diretrizes e Estratégias para Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil PROJETO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA INTERNACIONAL Diretrizes e Estratégias para Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil Projeto 914 BRA5065 - PRODOC-MTC/UNESCO DOCUMENTO TÉCNICO Nº 01 ASPECTOS DE MUDANÇA CULTURAL

Leia mais

Ementários. Disciplina: Gestão Estratégica

Ementários. Disciplina: Gestão Estratégica Ementários Disciplina: Gestão Estratégica Ementa: Os níveis e tipos de estratégias e sua formulação. O planejamento estratégico e a competitividade empresarial. Métodos de análise estratégica do ambiente

Leia mais

PLANO DE NEGÓCIOS. Causas de Fracasso:

PLANO DE NEGÓCIOS. Causas de Fracasso: PLANO DE NEGÓCIOS Causas de Fracasso: Falta de experiência profissional Falta de competência gerencial Desconhecimento do mercado Falta de qualidade dos produtos/serviços Localização errada Dificuldades

Leia mais

Estratégias em Tecnologia da Informação

Estratégias em Tecnologia da Informação Estratégias em Tecnologia da Informação Capítulo 6 Sistemas de Informações Estratégicas Sistemas integrados e sistemas legados Sistemas de Gerenciamento de Banco de Dados Material de apoio 2 Esclarecimentos

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM PROCESSOS GERENCIAIS 1º SEMESTRE

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM PROCESSOS GERENCIAIS 1º SEMESTRE CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM PROCESSOS GERENCIAIS 1º SEMESTRE DISCIPLINA: INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO Ementa: Identificar os elementos básicos das organizações: recursos, objetivos e decisões. Desenvolver

Leia mais

FORMAÇÃO. Algumas atividades já exercidas. Disciplina Informática Básica. Graduação: Processamento de Dados e Administração

FORMAÇÃO. Algumas atividades já exercidas. Disciplina Informática Básica. Graduação: Processamento de Dados e Administração Curso de Administração Cláudio Márcio, quem é você? Disciplina Informática Básica Prof. Msc. Cláudio Márcio cmarcio@gmail.com FORMAÇÃO Graduação: Processamento de Dados e Administração Pós-Graduação: Especialização:

Leia mais

WORKER SISTEMA COMERCIAL PARA COMÉRCIO VAREJISTA E PRESTADORES DE SERVIÇO

WORKER SISTEMA COMERCIAL PARA COMÉRCIO VAREJISTA E PRESTADORES DE SERVIÇO WORKER SISTEMA COMERCIAL PARA COMÉRCIO VAREJISTA E PRESTADORES DE SERVIÇO VILAS BOAS, M. A. A. 1 ; GOMES, E. Y. 2 1- Graduando em Sistemas de Informação na FAP - Faculdade de Apucarana 2- Docente do Curso

Leia mais

Universidade de Brasília Sistema de Planejamento Institucional Secretaria de Planejamento Decanato de Administração

Universidade de Brasília Sistema de Planejamento Institucional Secretaria de Planejamento Decanato de Administração Anexo T Projetos Estratégicos Institucionais 1 Projetos Estratégicos da UnB 1 O processo de modernização da gestão universitária contempla projetos estratégicos relacionados à reestruturação organizacional

Leia mais

Uma situação típica...

Uma situação típica... Uma situação típica... A Empresa X é do setor têxtil Tamanho - Micro-Pequena (9 Operários) Produção Diversificada (aproximadamente 800 itens) Cartela de cores com aproximadamente 100 cores variáveis Pedido

Leia mais

O que é Finanças? 22/02/2009 INTRODUÇÃO ÀS FINANÇAS CORPORATIVAS

O que é Finanças? 22/02/2009 INTRODUÇÃO ÀS FINANÇAS CORPORATIVAS Prof. Paulo Cesar C. Rodrigues E mail: prdr30@terra.com.br INTRODUÇÃO ÀS FINANÇAS CORPORATIVAS O que é administração financeira? Qual sua importância para as corporações? Como são tomadas as decisões financeiras?

Leia mais

1º SEMESTRE 2º SEMESTRE

1º SEMESTRE 2º SEMESTRE 1º SEMESTRE 7ECO003 ECONOMIA DE EMPRESAS I Organização econômica e problemas econômicos. Demanda, oferta e elasticidade. Teoria do consumidor. Teoria da produção e da firma, estruturas e regulamento de

Leia mais

MBA em Gestão de Negócios (Sexta e Sábado)

MBA em Gestão de Negócios (Sexta e Sábado) MBA em Gestão de Negócios (Sexta e Sábado) Apresentação CAMPUS STIEP Inscrições Abertas Turma 14 (Nova) -->Início Confirmado:05/07/2013 Mercados dinâmicos têm imposto desafios crescentes para as empresas:

Leia mais

MAIS AGILIDADE, CONTROLE E RENTABILIDADE NA SUA CONSTRUTORA E INCORPORADORA.

MAIS AGILIDADE, CONTROLE E RENTABILIDADE NA SUA CONSTRUTORA E INCORPORADORA. MAIS AGILIDADE, CONTROLE E RENTABILIDADE NA SUA CONSTRUTORA E INCORPORADORA. SANKHYA. A nova geração de ERP Inteligente. Atuando no mercado brasileiro desde 1989 e alicerçada pelos seus valores e princípios,

Leia mais

Sistema Integrado de Gestão de Manufatura

Sistema Integrado de Gestão de Manufatura O Conceito Competitiva. Rentável. Produtiva. Não é assim que você quer ver a sua empresa? Nós também. A SIGMA SERVICES sabe que o sucesso da sua empresa depende basicamente das decisões que você toma e

Leia mais

Sistema de gestão. Sistema de Gestão ERP

Sistema de gestão. Sistema de Gestão ERP Sistema de gestão ERP MÓDULOS E CLIENTES Os módulos podem ser adquiridos separadamente, conforme a sua necessidade. ÁREA COMERCIAL ÁREA ADMINISTRATIVA FINANCEIRA ÁREA PRODUÇÃO E SUPRIMENTOS ÁREA FISCAL

Leia mais

SISTEMAS INTEGRADOS Pedro Schubert

SISTEMAS INTEGRADOS Pedro Schubert SISTEMAS INTEGRADOS Pedro Schubert Vamos abordar os tópicos para a implantação da contabilidade moderna nas empresas. A contabilidade é legalmente utilizada nas empresas para atender aos enfoques legal

Leia mais

ERP Enterprise Resource Planning História

ERP Enterprise Resource Planning História ERP (Enterprise Resource Planning, Planejamento (ou planeamento, em Portugal) de Recursos Empresariais) são sistemas de informações transacionais(oltp) cuja função é armazenar, processar e organizar as

Leia mais

E-business: Como as Empresas Usam os Sistemas de Informação

E-business: Como as Empresas Usam os Sistemas de Informação Capítulo 2 E-business: Como as Empresas Usam os Sistemas de Informação 2.1 2007 by Prentice Hall OBJETIVOS DE ESTUDO Identificar e descrever as principais características das empresas que são importantes

Leia mais

Planejamento Econômico-Financeiro

Planejamento Econômico-Financeiro Planejamento Econômico-Financeiro São Paulo, Junho de 2011 Esse documento é de autoria da E Cunha Consultoria. A reprodução deste documento é permitida desde que citadas as fontes e a autoria do estudo.

Leia mais

MBA Gestão de Mercados ementas 2015/2

MBA Gestão de Mercados ementas 2015/2 MBA Gestão de Mercados ementas 2015/2 Análise de Tendências e Inovação Estratégica Levar o aluno a compreender os conceitos e as ferramentas de inteligência preditiva e inovação estratégica. Analisar dentro

Leia mais

Sistemas de Informações Gerenciais

Sistemas de Informações Gerenciais Sistemas de Informações Gerenciais Aula 4 Sistema de Informação SI baseado em computadores Organização, administração e estratégia Professora: Cintia Caetano INTRODUÇÃO Sistemas de Informação são parte

Leia mais

SISTEMA DE INFORMAÇÃO E ADMINISTRAÇÃO CORPORATIVA

SISTEMA DE INFORMAÇÃO E ADMINISTRAÇÃO CORPORATIVA SISTEMA DE INFORMAÇÃO E ADMINISTRAÇÃO SISTEMA DE INFORMAÇÃO E ADMINISTRAÇÃO CORPORATIVA SISTEMA DE INFORMAÇÃO E ADMINISTRAÇÃO SISTEMA DE INFORMAÇÕES Um Sistema de Informação não precisa ter essencialmente

Leia mais

Precision. A sua Solução de Gestão Empresarial. Características do Sistema: Principais Recursos:

Precision. A sua Solução de Gestão Empresarial. Características do Sistema: Principais Recursos: A sua Solução de Gestão Empresarial O Precision é a solução de Gestão Empresarial de baixo custo que a Maggiore Sistemas disponibiliza para pequenas e médias empresas. Desenvolvido e comercializado em

Leia mais

Objetivo da Aula. Enterprise Resource Planning - ERP. Descrever os sistemas ERP, seus módulos e possíveis aplicações e tendências 23/4/2010

Objetivo da Aula. Enterprise Resource Planning - ERP. Descrever os sistemas ERP, seus módulos e possíveis aplicações e tendências 23/4/2010 Enterprise Resource Planning - ERP Objetivo da Aula Descrever os sistemas ERP, seus módulos e possíveis aplicações e tendências 2 1 Sumário Informação & TI Sistemas Legados ERP Classificação Módulos Medidas

Leia mais

MBA Executivo em Logística e Supply Chain Management

MBA Executivo em Logística e Supply Chain Management ISCTE BUSINESS SCHOOL INDEG_GRADUATE CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO MBA Executivo em Logística e Supply Chain Management www.strong.com.br/alphaville - www.strong.com.br/osasco - PABX:

Leia mais

Mais volume de negócios com clientes satisfeitos

Mais volume de negócios com clientes satisfeitos O DocuWare em vendas e distribuição Solution Info Mais volume de negócios com clientes satisfeitos Vendendo com sucesso em tempos difíceis: cada vez mais os clientes têm maiores expectativas quanto à velocidade

Leia mais

A Logística de Cargas Fracionadas e Novas Configurações do Mercado de Varejo.

A Logística de Cargas Fracionadas e Novas Configurações do Mercado de Varejo. A Logística de Cargas Fracionadas e Novas Configurações do Mercado de Varejo. Cristian Carlos Vicari (UNIOESTE) viccari@certto.com.br Rua Engenharia, 450 Jd. Universitário C.E.P. 85.819-190 Cascavel Paraná

Leia mais

COMO ELABORAR UM ORÇAMENTO CONTÍNUO (Moving Budget)

COMO ELABORAR UM ORÇAMENTO CONTÍNUO (Moving Budget) COMO ELABORAR UM ORÇAMENTO CONTÍNUO! O que é Orçamento Contínuo?! Qual a periodicidade normal para um Orçamento Contínuo?! Como podemos estruturá-lo?! O que é mais importante para um Orçamento Contínuo?!

Leia mais

Aula 1 Conceitos básicos de Sistemas de Informação.

Aula 1 Conceitos básicos de Sistemas de Informação. Aula 1 Conceitos básicos de Sistemas de Informação. Dados X Informações O que são Dados? São materiais brutos que precisam ser manipulados e colocados em um contexto compreensivo antes de se tornarem úteis

Leia mais

ERPGovernance é uma Suite de gestão de Negócios que abrange totalmente a necessidade

ERPGovernance é uma Suite de gestão de Negócios que abrange totalmente a necessidade ERPGovernance é uma Suite de gestão de Negócios que abrange totalmente a necessidade do cliente, dentre estas : Financeiro, Orçamento, Compras, Vendas, Contabilidade, CRM, Gestão de Projetos, Gestão de

Leia mais

CEAG Curso de Especialização em Administração para Graduados EMENTAS DAS DISCIPLINAS E CARGA HORÁRIA

CEAG Curso de Especialização em Administração para Graduados EMENTAS DAS DISCIPLINAS E CARGA HORÁRIA CEAG Curso de Especialização em Administração para Graduados EMENTAS DAS DISCIPLINAS E CARGA HORÁRIA Habilidades Computacionais 32 h/a Oferece ao administrador uma visão sobre as potencialidades da tecnologia

Leia mais

ERP Enterprise Resourse Planning Sistemas de Gestão Empresarial

ERP Enterprise Resourse Planning Sistemas de Gestão Empresarial ERP Enterprise Resourse Planning Sistemas de Gestão Empresarial Prof. Pedro Luiz de O. Costa Bisneto 14/09/2003 Sumário Introdução... 2 Enterprise Resourse Planning... 2 Business Inteligence... 3 Vantagens

Leia mais

Comex Exportação. Comercial. A partir de integração com o módulo de faturamento, o sistema de controle de exportação,

Comex Exportação. Comercial. A partir de integração com o módulo de faturamento, o sistema de controle de exportação, Comex Exportação A partir de integração com o módulo de faturamento, o sistema de controle de exportação, facilita a impressão dos principais documentos da exportação como fatura comercial, packing list,

Leia mais

Concorrência nº 22/2008

Concorrência nº 22/2008 Concorrência nº 22/2008 Brasília, 20 de julho de 2009. A Comissão Permanente de Licitação (CPL) registra a seguir perguntas de empresas interessadas em participar do certame em referência e respostas da

Leia mais

GERENCIAMENTO DE PORTFÓLIO

GERENCIAMENTO DE PORTFÓLIO PMI PULSO DA PROFISSÃO RELATÓRIO DETALHADO GERENCIAMENTO DE PORTFÓLIO Destaques do Estudo As organizações mais bem-sucedidas serão aquelas que encontrarão formas de se diferenciar. As organizações estão

Leia mais

Sistemas para Gestão e Inovação

Sistemas para Gestão e Inovação Sistemas para Gestão e Inovação empresa A ACCION é uma empresa de software, inovação, relacionamento e suporte à gestão. O nome ACCION, tem origem na vocação de nossa empresa: AÇÃO! Nos segmentos que atuamos,

Leia mais

TÍTULO: CADEIA DE SUPRIMENTOS DA KEIPER DO BRASIL CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO

TÍTULO: CADEIA DE SUPRIMENTOS DA KEIPER DO BRASIL CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: CADEIA DE SUPRIMENTOS DA KEIPER DO BRASIL CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS

Leia mais

SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO EMPRESARIAL E A ADMINISTRAÇÃO DE PATRIMÔNIO ALUNO: SALOMÃO DOS SANTOS NUNES MATRÍCULA: 19930057

SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO EMPRESARIAL E A ADMINISTRAÇÃO DE PATRIMÔNIO ALUNO: SALOMÃO DOS SANTOS NUNES MATRÍCULA: 19930057 INTRODUÇÃO SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO EMPRESARIAL E A ADMINISTRAÇÃO DE PATRIMÔNIO ALUNO: SALOMÃO DOS SANTOS NUNES MATRÍCULA: 19930057 Há algum tempo, podemos observar diversas mudanças nas organizações,

Leia mais

1 - Por que a empresa precisa organizar e manter sua contabilidade?

1 - Por que a empresa precisa organizar e manter sua contabilidade? Nas atividades empresariais, a área financeira assume, a cada dia, funções mais amplas de coordenação entre o operacional e as expectativas dos acionistas na busca de resultados com os menores riscos.

Leia mais

CONCEITOS E FUNÇÕES DO PLANEJAMENTO, DA PROGRAMAÇÃO E DO CONTROLE DA PRODUÇÃO PPCP (Petrônio Garcia Martins / Fernando Piero Martins Capítulo 7)

CONCEITOS E FUNÇÕES DO PLANEJAMENTO, DA PROGRAMAÇÃO E DO CONTROLE DA PRODUÇÃO PPCP (Petrônio Garcia Martins / Fernando Piero Martins Capítulo 7) CONCEITOS E FUNÇÕES DO PLANEJAMENTO, DA PROGRAMAÇÃO E DO CONTROLE DA PRODUÇÃO PPCP (Petrônio Garcia Martins / Fernando Piero Martins Capítulo 7) A ESTRATÉGIA DA MANUFATURA E O SISTEMA PPCP: A estratégia

Leia mais

TECNOLOGIA E SISTEMAS DE INFORMAÇÃO UM ESTUDO DE CASO NA EMPRESA POSTO DOURADÃO LTDA RESUMO

TECNOLOGIA E SISTEMAS DE INFORMAÇÃO UM ESTUDO DE CASO NA EMPRESA POSTO DOURADÃO LTDA RESUMO TECNOLOGIA E SISTEMAS DE INFORMAÇÃO UM ESTUDO DE CASO NA EMPRESA POSTO DOURADÃO LTDA Hewerton Luis P. Santiago 1 Matheus Rabelo Costa 2 RESUMO Com o constante avanço tecnológico que vem ocorrendo nessa

Leia mais

Tecnologia da Informação

Tecnologia da Informação Tecnologia da Informação Gestão Organizacional da Logística CONCEITOS O nome Supply Chain, cujo termo têm sido utilizado em nosso país como Cadeia de Suprimentos, vem sendo erroneamente considerado como

Leia mais

Fundamentos de Sistemas de Informações: Exercício 1

Fundamentos de Sistemas de Informações: Exercício 1 Fundamentos de Sistemas de Informações: Exercício 1 Fundação Getúlio Vargas Estudantes na Escola de Administração da FGV utilizam seu laboratório de informática, onde os microcomputadores estão em rede

Leia mais

Ricardo Paulino Gerente de Processos e Estratégia

Ricardo Paulino Gerente de Processos e Estratégia Ricardo Paulino Gerente de Processos e Estratégia Agenda Sobre a Ferrettigroup Brasil O Escritório de Processos Estratégia Adotada Operacionalização do Escritório de Processos Cenário Atual Próximos Desafios

Leia mais

ANÁLISE DA IMPLANTAÇÃO DO SISTEMA ERP EM UM HOSPITAL SUL MATOGROSSENSE: VANTAGENS E DESAFIOS

ANÁLISE DA IMPLANTAÇÃO DO SISTEMA ERP EM UM HOSPITAL SUL MATOGROSSENSE: VANTAGENS E DESAFIOS ANÁLISE DA IMPLANTAÇÃO DO SISTEMA ERP EM UM HOSPITAL SUL MATOGROSSENSE: VANTAGENS E DESAFIOS Isabella Venturini Baze (UFMS) isaventurini17@hotmail.com Rafael Sanaiotte Pinheiro (UFMS) rafaelpq03@yahoo.com.br

Leia mais