II FÓRUM DE AUDITORIA INTERNA NA SAÚDE

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "II FÓRUM DE AUDITORIA INTERNA NA SAÚDE"

Transcrição

1 II FÓRUM DE AUDITORIA INTERNA NA SAÚDE JOANA VACAS DE CARVALHO 30 DE MAIO DE 2012

2 AUDITORIA AOS CIRCUITOS E PROCEDIMENTOS DO SERVIÇO SOCIAL Auditoria prevista no plano anual de auditoria e aprovado em Conselho de Administração.

3 CASO PRÁTICO DE OBJECTIVO E ÂMBITO DA AUDITORIA Validar circuitos e procedimentos do Serviço Social como um todo

4 FASES DA AUDITORIA 1 Definição objectivos da Auditoria e identificação riscos 2 Preparação da Auditoria 3 Exame Preliminar 4 Análise e avaliação do sistema de controlo interno 5 Execução de testes 6 Conclusões e recomendações 7 - Relatório 8 Follow-up / Acompanhamento

5 O SERVIÇO SOCIAL DESENVOLVE O SEU TRABALHO NAS ÀREAS DE; Internamento Serviço de Urgência Hospital de dia Ambulatório Consultas Externas Unidades de Convalescença e Paliativos Departamento de Saúde Mental e Psiquiatria Ajudas técnicas Transporte de doentes

6 ALTERAÇÃO DO ÂMBITO DA AUDITORIA NA FASE DE EXAME PRELIMINAR DADAS AS SEGUINTES SITUAÇÕES DETECTADAS 1º - Não existia Manual de Procedimentos; 2º - A rubrica de transportes apresentava valores muito elevados. 3º - O valor atribuído à ULSBA para ajudas técnicas revelava-se insuficiente face aos pedidos existentes

7 REUNIÃO COM CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO O que fazer? DEFINIÇÃO DO NOVO ÂMBITO DE AUDITORIA -Transportes de doentes -Ajudas técnicas

8 1º PASSO MANUAL DE PROCEDIMENTOS Foi pedido à responsável do Serviço Social que fizesse um levantamento de todos os procedimentos do seu Serviço e que fosse feito um Manual de Procedimentos do Serviço Social.

9 2º PASSO ANÁLISE DA RUBRICA DE TRANSPORTES Indagar sobre o porquê do valor elevado desta rubrica - Aumento do número de doentes a solicitar transporte; - Falta de critério na atribuição de transportes; - Falta de controlo nos transportes em ambulâncias

10 2º PASSO (CONTINUAÇÃO) TESTES DE AUDITORIA; Análise dos critérios de atribuição de transportes Análise à facturação verificar se o que é facturado e pago é realmente efectuado; Análise aos mecanismos de Controlo Interno Verificar se legislação em vigor é cumprida Preço praticado por Km, distâncias facturadas; Justificação da necessidade clínica CONCLUSÕES/ RECOMENDAÇÕES

11 3º - PASSO ANÁLISE ÀS AJUDAS TÉCNICAS Indagar o porquê do valor insuficiente atribuído às ajudas técnicas Número de utentes a necessitar de ajudas técnicas aumentou via unidade de convalescença

12 3º - PASSO (CONT.) AJUDAS TÉCNICAS testes Aferir sobre o cumprimento da legislação; - Quais os critérios de atribuição de verba para as ajudas técnicas - Quais os critérios definidos internamente para atribuição das ajudas técnicas - Quais os critérios de compra do material de ajudas técnicas CONCLUSÕES/ RECOMENDAÇÕES

13 RELATÓRIO FINAL DA Dada a alteração do âmbito da auditoria inicialmente prevista, o relatório incidiu sobre estes pontos. - Inexistência de Manual de Procedimentos - Despesas crescentes nos Serviços de Transportes - Despesas excessivas nas ajudas técnicas atribuídas pela ULSBA

14 APÓS TOMADAS DE DECISÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO COM BASE NAS RECOMENDAÇÕES DA AUDITORIA INTERNA Passou a existir um Manual de procedimentos do serviço social Passou a existir um coordenador do núcleo de transportes que implementa todas as directrizes para essa área e controla toda a facturação. Definiram-se novos critérios de avaliação para a atribuição das ajudas técnicas.

15 Muito Obrigada Joana Vacas de Carvalho Auditora Interna da Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo

16

NOVA CONTABILIDADE DAS AUTARQUIAS LOCAIS

NOVA CONTABILIDADE DAS AUTARQUIAS LOCAIS CONTACTOS DAS ENTIDADES QUE INTEGRAM O Direcção-Geral das Autarquias Locais Morada: Rua José Estêvão,137, 4.º a 7.º 1169-058 LISBOA Fax: 213 528 177; Telefone: 213 133 000 E-mail: helenacurto@dgaa.pt Centro

Leia mais

REGULAMENTO DA BOLSA DE AUDITORES

REGULAMENTO DA BOLSA DE AUDITORES Preâmbulo Tendo por objecto a salvaguarda da qualidade das auditorias executadas sobre actividades ou exercício farmacêuticos, a Ordem dos Farmacêuticos veio criar o presente regulamento da Bolsa de Auditores.

Leia mais

Orientação de Gestão 3.Rev.2 (2013) Procedimentos de Verificações de Gestão Sistema de Incentivos do ON.2

Orientação de Gestão 3.Rev.2 (2013) Procedimentos de Verificações de Gestão Sistema de Incentivos do ON.2 Orientação de Gestão 3.Rev.2 (2013) Procedimentos de Verificações de Gestão Sistema de Incentivos do ON.2 1. ENQUADRAMENTO 1.1. De acordo com a alínea b) do artigo 60.º do Regulamento (CE) n.º 1083/2006,

Leia mais

PROJECTO DE NORMA REGULAMENTAR. Relatório de auditoria para efeitos de supervisão prudencial das empresas de seguros

PROJECTO DE NORMA REGULAMENTAR. Relatório de auditoria para efeitos de supervisão prudencial das empresas de seguros PROJECTO DE NORMA REGULAMENTAR Relatório de auditoria para efeitos de supervisão prudencial das empresas de seguros O revisor oficial de contas (ROC) é reconhecido na legislação e regulamentação em vigor

Leia mais

R E S O L U Ç Ã O. Artigo 1º - Fica alterado, conforme anexo, o Regulamento do Estágio

R E S O L U Ç Ã O. Artigo 1º - Fica alterado, conforme anexo, o Regulamento do Estágio Resolução CONSEPE 02/97 Altera o Regulamento do Estágio Supervisionado do Curso de Ciências Contábeis da Faculdade de Administração e Negócios. O Presidente do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão,

Leia mais

TERMO DE ACEITAÇÃO DA DECISÃO DE APROVAÇÃO

TERMO DE ACEITAÇÃO DA DECISÃO DE APROVAÇÃO DA DECISÃO DE APROVAÇÃO Entidade Beneficiária Principal: Acrónimo e Designação do Projecto: Referência PAD 2003-2006: Considerando que, por despacho do Ministro Adjunto do Primeiro-Ministro, foi aprovada

Leia mais

REGULAMENTO DA ÁREA MÉDICA DOS SERVIÇOS SOCIAIS DA CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA

REGULAMENTO DA ÁREA MÉDICA DOS SERVIÇOS SOCIAIS DA CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA REGULAMENTO DA ÁREA MÉDICA DOS SERVIÇOS SOCIAIS DA CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA Índice Capítulo I Disposições gerais Secção I Noção, âmbito e objectivos Art.º 1 - Noção e âmbito material Art.º 2 - Objectivos

Leia mais

S.R. DA EDUCAÇÃO E ASSUNTOS SOCIAIS. Portaria Nº 57/1999 de 22 de Julho

S.R. DA EDUCAÇÃO E ASSUNTOS SOCIAIS. Portaria Nº 57/1999 de 22 de Julho S.R. DA EDUCAÇÃO E ASSUNTOS SOCIAIS Portaria Nº 57/1999 de 22 de Julho Os hospitais são organizações de grande complexidade organizativa que exigem dos profissionais ligados à gestão especial competência

Leia mais

MINUTA DE CONTRATO DE ATRIBUIÇÃO DE APOIOS FINANCEIROS A PESSOAS COLECTIVAS PRIVADAS SEM FINS LUCRATIVOS PROGRAMA MODELAR

MINUTA DE CONTRATO DE ATRIBUIÇÃO DE APOIOS FINANCEIROS A PESSOAS COLECTIVAS PRIVADAS SEM FINS LUCRATIVOS PROGRAMA MODELAR MINUTA DE CONTRATO DE ATRIBUIÇÃO DE APOIOS FINANCEIROS A PESSOAS COLECTIVAS PRIVADAS SEM FINS LUCRATIVOS PROGRAMA MODELAR Entre O Primeiro Outorgante, A Administração Regional de Saúde de. IP, adiante

Leia mais

SESSÕES ESCLARECIMENTO Apoios POPH / FSE Cursos Profissionais e CEF Dezembro 2010

SESSÕES ESCLARECIMENTO Apoios POPH / FSE Cursos Profissionais e CEF Dezembro 2010 SESSÕES ESCLARECIMENTO Apoios POPH / FSE Cursos Profissionais e CEF Dezembro 2010 I. ENQUADRAMENTO MAXIMIZAR EXECUÇÃO FSE Princípio: crescimento da oferta formativa assegurada pelo FSE Assegurar CPN através

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE COORDENADORIA DE PLANEJAMENTO AMBIENTAL. PROJETO DE LEI n, de 2008 O GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO

SECRETARIA DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE COORDENADORIA DE PLANEJAMENTO AMBIENTAL. PROJETO DE LEI n, de 2008 O GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO PROJETO DE LEI n, de 2008 O GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO Dispõe sobre a destinação ambientalmente adequada das embalagens pós-consumo, e dá outras providências. Faço saber que a Assembléia Legislativa

Leia mais

Relatório do Sistema Integrado de Avaliação de Desempenho na Administração Pública 2012

Relatório do Sistema Integrado de Avaliação de Desempenho na Administração Pública 2012 Relatório do Sistema Integrado de Avaliação de Desempenho na Administração Pública 2012 da Universidade do Minho Abril de 2013 i. Etapas formais Pretende este documento servir como um relatório síntese

Leia mais

Avaliação do Desempenho 2009

Avaliação do Desempenho 2009 Relatório Anual Instituto do Desporto de Portugal I.P. Avaliação do 2009 Sistema Integrado de Gestão e Avaliação do na Administração Pública (SIADAP) Novembro 2010 I Introdução No âmbito da aplicação do

Leia mais

REGULAMENT O DE FUNDO DE MANEIO

REGULAMENT O DE FUNDO DE MANEIO REGULAMENT O DE FUNDO DE MANEIO Em conformidade com a Lei n.º 8/2012, de 21 de fevereiro e Decreto-Lei n.º 127/2012, de 21 de junho Aprovado em Reunião de Câmara de / / Elaborado em: Ago/2012 ÍNDICE ARTIGO

Leia mais

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: nº 14 do art. 29º; 36º. Assunto:

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: nº 14 do art. 29º; 36º. Assunto: FICHA DOUTRINÁRIA Diploma: Artigo: Assunto: CIVA nº 14 do art. 29º; 36º Auto Facturação - Facturas elaboradas pelo adquirente dos bens e/ou serviços, em nome e por conta do fornecedor. Processo: nº 2791,

Leia mais

ASSUNTO: Certificação de Organizações de Formação do pessoal do controlo de tráfego aéreo, prevista na Lei n.º 6/2009, de 29 de Janeiro

ASSUNTO: Certificação de Organizações de Formação do pessoal do controlo de tráfego aéreo, prevista na Lei n.º 6/2009, de 29 de Janeiro INSTITUTO NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL, I.P. C I R C U L A R D E I N F O R M A Ç Ã O A E R O N Á U T I C A PORTUGAL INFORMAÇÃO AERONÁUTICA Aeroporto da Portela / 1749-034 Lisboa Telefone: 21 842 35 02 / Fax:

Leia mais

Regulamento do Fundo de Responsabilidade Social do Hospital Vila Franca de Xira

Regulamento do Fundo de Responsabilidade Social do Hospital Vila Franca de Xira Regulamento do Fundo de Responsabilidade Social do Hospital Vila Franca de Xira 1 de 9 Regulamento do Fundo de Responsabilidade Social do Hospital Vila Franca de Xira PREÂMBULO O Hospital Vila Franca de

Leia mais

CAPITULO I DISPOSIÇÕES GERAIS. Artigo 1º. Objecto

CAPITULO I DISPOSIÇÕES GERAIS. Artigo 1º. Objecto CAPITULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º Objecto O presente regulamento estabelece as condições de acesso das operações a apoiar no âmbito da Prevenção e Gestão de Riscos Naturais e Tecnológicos, para:

Leia mais

MUNICÍPIO DE ALCOUTIM

MUNICÍPIO DE ALCOUTIM MUNICÍPIO DE ALCOUTIM ACTA N.º 08/2008 Da reunião pública ordinária da Câmara Municipal de Alcoutim Realizada em 23 de Abril de 2008 ---------- Aos vinte e três dias do mês de Abril de dois mil e oito,

Leia mais

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS Despacho Nº4724/2005 Sob proposta do Gestor do Programa Operacional Sociedade do Conhecimento e nos termos da alínea a) do n.º 1 do artigo 29º do Decreto-Lei n.º 54-A/2000,

Leia mais

Foram ouvidos os órgãos de governo próprio das Regiões Autónomas.

Foram ouvidos os órgãos de governo próprio das Regiões Autónomas. DL 273/2007 Envelhecer com saúde, autonomia e independência constitui, hoje, um desafio à responsabilidade individual e colectiva, com tradução significativa no desenvolvimento económico do país. Este

Leia mais

PARECER N.º 37/CITE/2007

PARECER N.º 37/CITE/2007 PARECER N.º 37/CITE/2007 Assunto: Parecer prévio nos termos do n.º 1 do artigo 51.º do Código do Trabalho e da alínea b) do n.º 1 do artigo 98.º da Lei n.º 35/2004, de 29 de Julho Processo n.º 151 DL-C/2007

Leia mais

Procedimento de Contratação. (artº 5º do CCP Contratação Excluída) Procedimento 5/2013

Procedimento de Contratação. (artº 5º do CCP Contratação Excluída) Procedimento 5/2013 Procedimento de Contratação (artº 5º do CCP Contratação Excluída) Procedimento 5/2013 Aquisição de Serviços de Consultores-formadores de Ligação e Especialistas para a execução do Projecto nº 084749/2012/831

Leia mais

AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS. Sistema de Apoio a Infra-estruturas Científicas e Tecnológicas

AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS. Sistema de Apoio a Infra-estruturas Científicas e Tecnológicas AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS Sistema de Apoio a Infra-estruturas Científicas e Tecnológicas Nos termos do Regulamento do Sistema de Apoio a Infra-estruturas Científicas e Tecnológicas (SAICT)

Leia mais

Manda o Governo, pelos Ministros de Estado e das Finanças e das Obras Públicas Transportes e Comunicações, o seguinte: Artigo 1.º.

Manda o Governo, pelos Ministros de Estado e das Finanças e das Obras Públicas Transportes e Comunicações, o seguinte: Artigo 1.º. Legislação Portaria n.º 542/2007, de 30 de Abril Publicado no D.R., n.º 83, I Série, de 30 de Abril de 2007 SUMÁRIO: Aprova os Estatutos do Instituto da Construção e do Imobiliário, I.P.. TEXTO: O Decreto-Lei

Leia mais

PLANO ANUAL DE TRABALHO

PLANO ANUAL DE TRABALHO PLANO ANUAL DE TRABALHO EXERCÍCIO DE 2013 PREFEITURA MUNICIPAL DE PONTA GROSSA Av. Visconde de Taunay, 950 - Tel: (42)3220-1340 - Ponta Grossa - Paraná Apresentação A A instituição Com a edição da Lei

Leia mais

Gestão dos Processos de Interrupção e Restabelecimento do Fornecimento a Clientes Finais

Gestão dos Processos de Interrupção e Restabelecimento do Fornecimento a Clientes Finais Gestão dos Processos de Interrupção e Restabelecimento do Fornecimento a s Finais Os processos de interrupção e restabelecimento do de energia elétrica a clientes finais têm por base o contrato de uso

Leia mais

REGULAMENTO DE LIQUIDAÇÃO E COBRANÇA DA TAXA PELA EXPLORAÇÃO DE INERTES. Aprovada em Assembleia Municipal a 27/11/2000

REGULAMENTO DE LIQUIDAÇÃO E COBRANÇA DA TAXA PELA EXPLORAÇÃO DE INERTES. Aprovada em Assembleia Municipal a 27/11/2000 REGULAMENTO DE LIQUIDAÇÃO E COBRANÇA DA TAXA PELA Aprovada em Assembleia Municipal a 27/11/2000 Publicado em DR, nº 62, (apêndice 33), Série II, de 14/03/2001 Artigo 1º Lei habilitante O presente Regulamento

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Projecto de

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Projecto de PT PT PT COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 27.6.2008 SEC(2008) 2109 final Projecto de DECISÃO DO PARLAMENTO EUROPEU, DO CONSELHO, DA COMISSÃO, DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA, DO TRIBUNAL DE CONTAS,

Leia mais

b) Certidão, emitida pela Direcção-Geral do Tesouro, relativa ao saldo de créditos libertos no final da gerência (modelo n.º 13); c) Certidão de

b) Certidão, emitida pela Direcção-Geral do Tesouro, relativa ao saldo de créditos libertos no final da gerência (modelo n.º 13); c) Certidão de Instruções n.º 2/97-2.ª S Instruções para a organização e documentação das contas dos serviços e organismos da Administração Pública (regime geral - autonomia administrativa), integrados no novo Regime

Leia mais

PLANO DE PREVENÇÃO DE RISCOS DE GESTÃO, INCLUINDO OS RISCOS DE CORRUPÇÃO E INFRAÇÕES CONEXAS

PLANO DE PREVENÇÃO DE RISCOS DE GESTÃO, INCLUINDO OS RISCOS DE CORRUPÇÃO E INFRAÇÕES CONEXAS Plano de Prevenção de Riscos de Corrupção e Infrações Conexas PLANO DE PREVENÇÃO DE RISCOS DE GESTÃO, INCLUINDO OS RISCOS DE CORRUPÇÃO E INFRAÇÕES CONEXAS

Leia mais

Analista de Negócio 3.0

Analista de Negócio 3.0 Conteúdo do Quarto Módulo: Práticas e Técnicas de Análise de Negócio Neste módulo apresentaremos como aplicar as práticas e principais técnicas de Análise de Negócio para elaborar Business Case. Será demonstrado

Leia mais

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA POLÍCIA RODOVIÁRIA FEDERAL COORDENAÇÃO-GERAL DE RECURSOS HUMANOS

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA POLÍCIA RODOVIÁRIA FEDERAL COORDENAÇÃO-GERAL DE RECURSOS HUMANOS MINISTÉRIO DA JUSTIÇA POLÍCIA RODOVIÁRIA FEDERAL COORDENAÇÃO-GERAL DE RECURSOS HUMANOS CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE VAGAS NO CARGO DE POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL EDITAL Nº 4, DE 09 DE FEVEREIRO

Leia mais

Perguntas Mais Frequentes Sobre

Perguntas Mais Frequentes Sobre Perguntas Mais Frequentes Sobre Neste documento pretende a Coordenação do Programa Nacional de Desfibrilhação Automática Externa (PNDAE) reunir uma selecção das perguntas mais frequentemente colocadas

Leia mais

MODELO DE GESTÃO PARA A TRIENAL DE ARQUITECTURA 2007

MODELO DE GESTÃO PARA A TRIENAL DE ARQUITECTURA 2007 PROPOSTA MODELO DE GESTÃO PARA A TRIENAL DE ARQUITECTURA 2007 Como Presidente do Conselho Directivo Nacional, proponho à Assembleia Geral: 1. A constituição de uma Sociedade Unipessoal por quotas, cujo

Leia mais

Projeto de REGULAMENTO MUNICIPAL DE ATRIBUIÇÃO DE APOIO ÀS FREGUESIAS. Nota Justificativa

Projeto de REGULAMENTO MUNICIPAL DE ATRIBUIÇÃO DE APOIO ÀS FREGUESIAS. Nota Justificativa Projeto de REGULAMENTO MUNICIPAL DE ATRIBUIÇÃO DE APOIO ÀS FREGUESIAS Nota Justificativa A Lei n.º 75/2013, de 12 de setembro, aprovou o regime jurídico das autarquias locais, o estatuto das entidades

Leia mais

PROJECTO DE LEI N.º 315/X DETERMINA A DERROGAÇÃO DO SIGILO BANCÁRIO COMO INSTRUMENTO PARA O COMBATE À FRAUDE FISCAL

PROJECTO DE LEI N.º 315/X DETERMINA A DERROGAÇÃO DO SIGILO BANCÁRIO COMO INSTRUMENTO PARA O COMBATE À FRAUDE FISCAL PROJECTO DE LEI N.º 315/X DETERMINA A DERROGAÇÃO DO SIGILO BANCÁRIO COMO INSTRUMENTO PARA O COMBATE À FRAUDE FISCAL Exposição de motivos No seu Programa de candidatura e depois no Programa de Governo o

Leia mais

DESPACHO ISEP/P/13/2010. 1. A importância de promover a transparência e a eficiência das actividades e da salvaguarda dos activos;

DESPACHO ISEP/P/13/2010. 1. A importância de promover a transparência e a eficiência das actividades e da salvaguarda dos activos; DESPACHO ISEP/P/13/2010 Considerando: 1. A importância de promover a transparência e a eficiência das actividades e da salvaguarda dos activos; 2. A necessidade de garantir a prevenção e detecção de situações

Leia mais

Regulamento de Acesso à Medida 7.1 - Desenvolvimento de Centros de Competências em TIC" Programa Operacional Sociedade do Conhecimento

Regulamento de Acesso à Medida 7.1 - Desenvolvimento de Centros de Competências em TIC Programa Operacional Sociedade do Conhecimento Regulamento de Acesso à Medida 7.1 - Desenvolvimento de Centros de Competências em TIC" Programa Operacional Sociedade do Conhecimento PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS Despacho Sob proposta do Gestor

Leia mais

PROPOSTA DE LEI N.º 12/X. Exposição de Motivos

PROPOSTA DE LEI N.º 12/X. Exposição de Motivos PROPOSTA DE LEI N.º 12/X Exposição de Motivos O Programa do XVII Governo Constitucional propôs-se promover a criação de provedores dos espectadores e dos ouvintes, dotados de um estatuto de independência

Leia mais

DELIBERAÇÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA ENTIDADE REGULADORA DA SAÚDE (VERSÃO NÃO CONFIDENCIAL)

DELIBERAÇÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA ENTIDADE REGULADORA DA SAÚDE (VERSÃO NÃO CONFIDENCIAL) DELIBERAÇÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA ENTIDADE REGULADORA DA SAÚDE (VERSÃO NÃO CONFIDENCIAL) Considerando que a Entidade Reguladora da Saúde (ERS), nos termos do n.º 1 do artigo 4.º dos Estatutos

Leia mais

Política de Subcontratação

Política de Subcontratação 1. Introdução O presente documento define a Política de Subcontratação adoptada pelo Banco Espírito Santo de Investimento, S.A. ( BES Investimento ou Banco ). A Política de Subcontratação baseia-se na

Leia mais

Regulamento Municipal de Apoio Financeiro às Modalidades Desportivas

Regulamento Municipal de Apoio Financeiro às Modalidades Desportivas Regulamento Municipal de Apoio Financeiro às Modalidades Desportivas Câmara Municipal de Viana do Alentejo Divisão de Desenvolvimento Social e Humano www.cm-vianadoalentejo.pt Tel.: 266 930 010 mail: dasedu@cm-vianadoalentejo.pt

Leia mais

Definição e Implementação de Metodologia, Modelo e Ferramentas para Avaliação de Projetos e Despesas TIC FAQ

Definição e Implementação de Metodologia, Modelo e Ferramentas para Avaliação de Projetos e Despesas TIC FAQ Definição e Implementação de Metodologia, Modelo e Ferramentas para Avaliação de Projetos e Despesas TIC FAQ Folha de Controlo Nome do Documento: FAQs Evolução do Documento Versão Autor Data Comentários

Leia mais

CAPÍTULO I. Da Natureza, Objecto e Objectivos da RBC. Artigo 1.º. Natureza

CAPÍTULO I. Da Natureza, Objecto e Objectivos da RBC. Artigo 1.º. Natureza R E D E D E B I B L I O T E C A S D E CUBA P rotocolo de Coope ração Entre a Câmara Municipal de Cuba e o Agrupamento de Escolas de Cuba é celebrado o presente Protocolo de criação da Rede de Bibliotecas

Leia mais

4.1.3. Diagrama de contexto

4.1.3. Diagrama de contexto 4.1.3. Diagrama de contexto 1 2 Diagrama de contexto O diagrama de contexto deve mostrar as relações estabelecidas entre o sistema e o meio ambiente, apresentando o sistema com um único processo As entradas

Leia mais

Programa de Apoio ao Associativismo Sesimbrense

Programa de Apoio ao Associativismo Sesimbrense Programa de Apoio ao Associativismo Sesimbrense Aprovado em Reunião de Câmara de 24 de Janeiro de 2001 Índice 1º. Introdução 2º. Objectivos 3º. Áreas de Acção 4º. Tipos de Apoio 5º. Metodologia da Apresentação

Leia mais

REGULAMENTO DO CONCURSO

REGULAMENTO DO CONCURSO REGULAMENTO DO CONCURSO Recrutamento para Administração Pública O presente anúncio de recrutamento é coordenado pela Direcção Geral da Administração Pública (DGAP), de acordo com os normativos de Recrutamento

Leia mais

CONSULTA Nº 3.188/2011

CONSULTA Nº 3.188/2011 1 CONSULTA Nº 3.188/2011 Assunto: Sobre internações compulsórias. Relator: Conselheiro Mauro Gomes Aranha de Lima. Ementa: Não se pretende esgotar todos os procedimentos previstos em lei para a internação

Leia mais

Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO PARA AS MATÉRIAS FINANCEIRAS/COMISSÃO DE AUDITORIA

Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO PARA AS MATÉRIAS FINANCEIRAS/COMISSÃO DE AUDITORIA Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO PARA AS MATÉRIAS FINANCEIRAS/COMISSÃO DE AUDITORIA Aprovado em 18 de Junho de 2015 REGULAMENTO INTERNO DA COMISSÃO PARA AS MATÉRIAS FINANCEIRAS/COMISSÃO

Leia mais

GOVERNO REGIONAL DOS AÇORES

GOVERNO REGIONAL DOS AÇORES GOVERNO REGIONAL DOS AÇORES Decreto Regulamentar Regional n.º 26/2007/A de 19 de Novembro de 2007 Regulamenta o Subsistema de Apoio ao Desenvolvimento da Qualidade e Inovação O Decreto Legislativo Regional

Leia mais

Cristina Pereira Auditora Interna

Cristina Pereira Auditora Interna Cristina Pereira Auditora Interna Coimbra, 30 de maio de 2012 SUMÁRIO INTRODUÇÃO ENQUADRAMENTO AUDITORIA AO MATERIAL À CONSIGNAÇÃO NO BLOCO OPERATÓRIO OBJETIVOS PROGRAMA DE AUDITORIA OBSERVAÇÕES E RECOMENDAÇÕES

Leia mais

CHKS Portugal Fórum 2015 SINAS. Novos Desenvolvimentos e Perspetivas de Futuro

CHKS Portugal Fórum 2015 SINAS. Novos Desenvolvimentos e Perspetivas de Futuro CHKS Portugal Fórum 2015 SINAS Novos Desenvolvimentos e Perspetivas de Futuro Braga, 3 de Novembro de 2015 Programas de melhoria da qualidade e segurança Experiência internacional Reino Unido: Monitor

Leia mais

EM PORTUGAL. levy@cesur.civil.ist.utl.pt; anapinela@cesur.civil.ist.utl.pt. Comunicação

EM PORTUGAL. levy@cesur.civil.ist.utl.pt; anapinela@cesur.civil.ist.utl.pt. Comunicação OS SISTEMAS TARIFÁRIOS DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS, EM PORTUGAL Levy 1, João de Quinhones; Pinela 2, Ana levy@cesur.civil.ist.utl.pt; anapinela@cesur.civil.ist.utl.pt 1 Professor Associado do Instituto

Leia mais

Política de Tratamento de Clientes e Terceiros. Nos termos da Norma Regulamentar ISP n.º10/2009-r, de 25 de Junho

Política de Tratamento de Clientes e Terceiros. Nos termos da Norma Regulamentar ISP n.º10/2009-r, de 25 de Junho Política de Tratamento de Clientes e Terceiros Nos termos da Norma Regulamentar ISP n.º10/2009-r, de 25 de Junho 31 de Agosto de 2009 Índice INTRODUÇÃO-----------------------------------------------------------------------------------------------------------2

Leia mais

VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL Despacho n.º 1009/2012 de 20 de Julho de 2012

VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL Despacho n.º 1009/2012 de 20 de Julho de 2012 VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL Despacho n.º 1009/2012 de 20 de Julho de 2012 O Decreto Regulamentar n.º 84-A/2007, de 10 de dezembro, alterado pelos Decretos

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO K CRECHE K PRÉ-ESCOLAR K 1º CICLO DE ENSINO BÁSICO K ATL

REGULAMENTO INTERNO K CRECHE K PRÉ-ESCOLAR K 1º CICLO DE ENSINO BÁSICO K ATL REGULAMENTO INTERNO K CRECHE K PRÉ-ESCOLAR K 1º CICLO DE ENSINO BÁSICO K ATL O Centro Social Paroquial de São João das Lampas, adiante também designado por Centro Social ou simplesmente Centro, é uma Instituição

Leia mais

Políticas Organizacionais

Políticas Organizacionais Políticas Organizacionais Manual de Políticas da CERCI Elaborado por/data Departamento de Gestão da Qualidade/Março 2013 Aprovado por/data Direção/18.03.2013 Revisto por/data Índice 1. Política e Objetivos

Leia mais

PROJECTO DE CARTA-CIRCULAR SOBRE POLÍTICA DE REMUNERAÇÃO DAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS

PROJECTO DE CARTA-CIRCULAR SOBRE POLÍTICA DE REMUNERAÇÃO DAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS PROJECTO DE CARTA-CIRCULAR SOBRE POLÍTICA DE REMUNERAÇÃO DAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS No âmbito da avaliação realizada, a nível internacional, sobre os fundamentos da crise financeira iniciada no Verão

Leia mais

A presente norma tem por objecto a definição dos procedimentos a adoptar no que respeita à análise dos pedidos de pagamento (PP).

A presente norma tem por objecto a definição dos procedimentos a adoptar no que respeita à análise dos pedidos de pagamento (PP). 1. OBJECTO A presente norma tem por objecto a definição dos procedimentos a adoptar no que respeita à análise dos pedidos de pagamento (PP). 2. ENQUADRAMENTO JURÍDICO Decreto-Lei n.º 37-A/2008, de 5 de

Leia mais

Regulamento de Gestão de Reclamações

Regulamento de Gestão de Reclamações Regulamento de Gestão de Reclamações no Banco Santander Totta, SA Introdução A Qualidade de Serviço é, para o Banco Santander Totta, SA, um referencial e a forma por excelência de se posicionar e distinguir

Leia mais

Compras e Licitação: Panorama Geral

Compras e Licitação: Panorama Geral Compras e Licitação: Panorama Geral Sumário Programação do Evento...03 Palestrantes...04 Compras e Licitação: Panorama Geral...05 Ofício nº0388/2011...28 Modelo de Ofício...30 Agenda Mobiliário e Equipamento

Leia mais

Manual do Revisor Oficial de Contas. Directriz de Revisão/Auditoria 841

Manual do Revisor Oficial de Contas. Directriz de Revisão/Auditoria 841 Directriz de Revisão/Auditoria 841 1 Dezembro de 2001 Verificação das Entradas em Espécie para Realização de Capital das Sociedades ÍNDICE Parágrafos INTRODUÇÃO 1-6 OBJECTIVO 7-8 PROCEDIMENTOS DE VERIFICAÇÃO

Leia mais

4AJD13_ES AQUISIÇÃO DE HARDWARE PARA A DIREÇÃO REGIONAL DE EDIFÍCIOS PÚBLICOS. Peças do procedimento aprovadas por despacho de 22/03/2013 do DREP

4AJD13_ES AQUISIÇÃO DE HARDWARE PARA A DIREÇÃO REGIONAL DE EDIFÍCIOS PÚBLICOS. Peças do procedimento aprovadas por despacho de 22/03/2013 do DREP 4AJD13_ES AQUISIÇÃO DE HARDWARE PARA A DIREÇÃO REGIONAL DE EDIFÍCIOS PÚBLICOS Peças do procedimento aprovadas por despacho de 22/03/2013 do DREP CADERNO DE ENCARGOS PARTE I CLÁUSULAS JURÍDICAS ARTIGO 1.º

Leia mais

DOSSIER DE ACREDITAÇÃO PARA FORMAÇÃO EM TAT

DOSSIER DE ACREDITAÇÃO PARA FORMAÇÃO EM TAT Instituto Nacional de Emergência Médica, I.P. DOSSIER DE ACREDITAÇÃO PARA FORMAÇÃO EM TAT Maio de 2012 Departamento de Formação em Emergência Médica Rua Almirante Barroso, n.º 36, 4º Piso 1000-013 Lisboa

Leia mais

Banco de Ajudas Técnicas Regulamento

Banco de Ajudas Técnicas Regulamento Banco de Ajudas Técnicas Regulamento Nota introdutória No âmbito das novas políticas sociais activas a Junta de Freguesia de Fridão elaborou o Diagnóstico Social da Freguesia. Face à realidade local encontrada

Leia mais

PROJECTO DE REGULAMENTO MUNICIPAL DE ATRIBUIÇÃO DE APOIOS FINANCEIROS E NÃO FINANCEIROS. Nota justificativa

PROJECTO DE REGULAMENTO MUNICIPAL DE ATRIBUIÇÃO DE APOIOS FINANCEIROS E NÃO FINANCEIROS. Nota justificativa PROJECTO DE REGULAMENTO MUNICIPAL DE ATRIBUIÇÃO DE APOIOS FINANCEIROS E NÃO FINANCEIROS Nota justificativa A prossecução do interesse público municipal nas áreas da cultura, da acção social, das actividades

Leia mais

Candidatura 2010 ENERGIA. Utilização racional de energia e eficiência energético - ambiental em equipamentos colectivos IPSS e ADUP

Candidatura 2010 ENERGIA. Utilização racional de energia e eficiência energético - ambiental em equipamentos colectivos IPSS e ADUP Candidatura 2010 ENERGIA Utilização racional de energia e eficiência energético - ambiental em equipamentos colectivos IPSS e ADUP ÍNDICE: 1. ENQUADRAMENTO 2. EIXO 2 APOIO AS ENERGIAS RENOVÁVEIS 3. OBJECTIVOS

Leia mais

Regulamento Municipal de Apoio às Actividades Desportivas

Regulamento Municipal de Apoio às Actividades Desportivas Regulamento Municipal de Apoio às Actividades Desportivas Preâmbulo A Câmara Municipal de Nordeste tem vindo a apoiar ao longo dos anos de forma directa e organizada toda a actividade desportiva no concelho

Leia mais

Versão Consolidada. Portaria n.º 964/2009 de 25 de Agosto

Versão Consolidada. Portaria n.º 964/2009 de 25 de Agosto Portaria n.º 964/2009 de 25 de Agosto O Regulamento (CE) n.º 1698/2005, do Conselho, de 20 de Setembro, relativo ao apoio ao desenvolvimento rural pelo Fundo Europeu Agrícola de Desenvolvimento Rural (FEADER),

Leia mais

PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL Resolução do Conselho do Governo n.º 107/2010 de 14 de Julho de 2010

PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL Resolução do Conselho do Governo n.º 107/2010 de 14 de Julho de 2010 PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL Resolução do Conselho do Governo n.º 107/2010 de 14 de Julho de 2010 O Programa Estagiar, nas suas vertentes L, T e U, dirigido a recém-licenciados e mestres, recém-formados

Leia mais

ORDEM DE TRABALHOS 1 DIVISÃO ADMINISTRATIVA. 1.1 Aprovação da acta da reunião ordinária do dia 2008/10/29.

ORDEM DE TRABALHOS 1 DIVISÃO ADMINISTRATIVA. 1.1 Aprovação da acta da reunião ordinária do dia 2008/10/29. ACTA Nº 24 DE 2008 / 11 / 12 239 ORDEM DE TRABALHOS 1 DIVISÃO ADMINISTRATIVA 1.1 Aprovação da acta da reunião ordinária do dia 2008/10/29. 1.2- Informação da Secção de Taxas e Licenças, sancionada por

Leia mais

MISSÃO EMPRESARIAL AO CHILE SANTIAGO DO CHILE 01 a 06 de OUTUBRO 2016 2 DESCRIÇÃO:

MISSÃO EMPRESARIAL AO CHILE SANTIAGO DO CHILE 01 a 06 de OUTUBRO 2016 2 DESCRIÇÃO: 23 MISSÃO EMPRESARIAL AO CHILE SANTIAGO DO CHILE 01 a 06 de OUTUBRO 2016 2 DESCRIÇÃO: A Missão encontra-se integrada no Projeto Conjunto da AIDA, INOV_MARKET, que tem como principais objetivos promover

Leia mais

Disciplinas profissionalizantes grupos 5 e 6: 1. Fisioterapia na Saúde do Trabalhador

Disciplinas profissionalizantes grupos 5 e 6: 1. Fisioterapia na Saúde do Trabalhador DELIBERAÇÃO CONSEPE nº 018/2013, de 24 de maio de 2013. Revoga a Deliberação CONSEPE nº 006/2013, de 15 de janeiro de 2013, e aprova quadros contendo os mecanismos de restrição para acesso aos grupos 7

Leia mais

A ONLY ONE tem como missão proporcionar aos seus clientes soluções simples e eficazes na terceirização de Serviços Gerais e Recursos Humanos.

A ONLY ONE tem como missão proporcionar aos seus clientes soluções simples e eficazes na terceirização de Serviços Gerais e Recursos Humanos. INSTITUCIONAL A ONLY ONE tem como missão proporcionar aos seus clientes soluções simples e eficazes na terceirização de Serviços Gerais e Recursos Humanos. Um líder não surge apenas da qualidade dos serviços

Leia mais

CAPÍTULO II CONCILIAÇÃO DOS MODELOS

CAPÍTULO II CONCILIAÇÃO DOS MODELOS CAPÍTULO II CONCILIAÇÃO DOS MODELOS SECÇÃO I RELAÇÃO ENTRE OS MODELOS Neste capítulo o principal objectivo é ajudar à compreensão global dos modelos e estabelecer a forma como os modelos se relacionam.

Leia mais

Instruções nº 1/2004-2ª Secção. I Âmbito de aplicação. c) Instituições do sistema de solidariedade e segurança social e

Instruções nº 1/2004-2ª Secção. I Âmbito de aplicação. c) Instituições do sistema de solidariedade e segurança social e Instruções nº 1/2004-2ª Secção Instruções nº 1/2004 2ª Secção - Instruções para a organização e documentação das contas abrangidas pelo Plano Oficial de Contabilidade Pública (POCP- aprovado pelo D.L.

Leia mais

OS DIREITOS DOS PASSAGEIROS DE TRANSPORTE AÉREO

OS DIREITOS DOS PASSAGEIROS DE TRANSPORTE AÉREO OS DIREITOS DOS PASSAGEIROS DE TRANSPORTE AÉREO Dia 17 de Fevereiro entrou em vigor o Regulamento (CE) n.º 261/2004, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 11 de Fevereiro de 2004, que estabelece regras

Leia mais

CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS ENTRE Electra SARL e Electra Norte, Sociedade Unipessoal, S.A. ANEXO III: ACORDO DE NÍVEIS DE SERVIÇO

CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS ENTRE Electra SARL e Electra Norte, Sociedade Unipessoal, S.A. ANEXO III: ACORDO DE NÍVEIS DE SERVIÇO CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS ENTRE Electra SARL e Electra Norte, Sociedade Unipessoal, S.A. ANEXO III: ACORDO DE NÍVEIS DE SERVIÇO Serviços Financeiros Gestão Financeira Nível de serviço: Condições

Leia mais

REGULAMENTO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES CURSO DE ADMINISTRAÇÃO TÍTULO 1 DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

REGULAMENTO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES CURSO DE ADMINISTRAÇÃO TÍTULO 1 DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES REGULAMENTO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES CURSO DE ADMINISTRAÇÃO TÍTULO 1 DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º. O presente Regulamento tem por finalidade normatizar as que compõem o currículo pleno do curso

Leia mais

Regulamento de Inventário de Bens de Consumo da. Administração Regional de Saúde do Algarve, IP

Regulamento de Inventário de Bens de Consumo da. Administração Regional de Saúde do Algarve, IP Regulamento de Inventário de Bens de Consumo da Administração Regional de Saúde do Algarve, IP Preâmbulo Este regulamento tem o objetivo de harmonizar e regulamentar o procedimento e os critérios de realização

Leia mais

PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A DE GESTÃO DESPORTIVA 1 / 5

PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A DE GESTÃO DESPORTIVA 1 / 5 PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A DE GESTÃO DESPORTIVA Publicação e actualizações Publicado no Despacho n.º13456/2008, de 14 de Maio, que aprova a versão inicial do Catálogo Nacional de Qualificações. 1 /

Leia mais

Centro Cultural de Belém

Centro Cultural de Belém Audição Pública sobre a proposta de regulamentação do Gás Natural Centro Cultural de Belém Perspectiva dos consumidores A opinião da COGEN Portugal A. Brandão Pinto Presidente da Comissão Executiva ÍNDICE

Leia mais

Plano de Prevenção de Riscos de Corrupção e Infracções Conexas

Plano de Prevenção de Riscos de Corrupção e Infracções Conexas Plano de Prevenção de Riscos de Corrupção e Infracções Conexas Indice 1. Enquadramento... 3 2. Objectivos... 4 3. Âmbito do Plano... 4 4. Missão da Entidade... 4 5. Áreas avaliadas, Principais Riscos e

Leia mais

Regulamento da Liga de Amigos da Fundação Aurélio Amaro Diniz. Aprovado em 6 de Maio de 2002. www.faad.online.pt 1/1

Regulamento da Liga de Amigos da Fundação Aurélio Amaro Diniz. Aprovado em 6 de Maio de 2002. www.faad.online.pt 1/1 Aprovado em 6 de Maio de 2002. www.faad.online.pt 1/1 Artigos dos estatutos da Fundação de Aurélio Amaro Diniz que referem a Liga de Amigos Artigo 31º - A Liga de Amigos da Fundação é constituída por todas

Leia mais

RESOLUÇÃO CONSEPE Nº 11/2011

RESOLUÇÃO CONSEPE Nº 11/2011 UNIVERSIDADE ESTADUAL DO SUDOESTE DA BAHIA-UESB Recredenciada pelo Decreto Estadual nº 9.996, de 02 de maio de 2006 CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO-CONSEPE RESOLUÇÃO CONSEPE Nº 11/2011

Leia mais

PROJECTO DE PORTARIA QUE REGULAMENTA O DECRETO-LEI N.º 134/2009, DE 2 DE JUNHO. Portaria n.º /09,

PROJECTO DE PORTARIA QUE REGULAMENTA O DECRETO-LEI N.º 134/2009, DE 2 DE JUNHO. Portaria n.º /09, PROJECTO DE PORTARIA QUE REGULAMENTA O DECRETO-LEI N.º 134/2009, DE 2 DE JUNHO Portaria n.º /09, de O Decreto-Lei n.º 134/2009, de 2 de Junho, estabeleceu o regime jurídico aplicável à prestação de serviços

Leia mais

PPDA DA REN ARMAZENAGEM ANÁLISE DO RELATÓRIO DE EXECUÇÃO DO ANO GÁS 2008-2009

PPDA DA REN ARMAZENAGEM ANÁLISE DO RELATÓRIO DE EXECUÇÃO DO ANO GÁS 2008-2009 PPDA DA REN ARMAZENAGEM ANÁLISE DO RELATÓRIO DE EXECUÇÃO DO ANO GÁS 2008-2009 Maio 2010 ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS Este documento está preparado para impressão em frente e verso Rua Dom

Leia mais

UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA Escola Nacional de Saúde Pública REGULAMENTO E PLANO DE ESTUDOS CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM SAÚDE PÚBLICA

UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA Escola Nacional de Saúde Pública REGULAMENTO E PLANO DE ESTUDOS CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM SAÚDE PÚBLICA REGULAMENTO E PLANO DE ESTUDOS CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM SAÚDE PÚBLICA JULHO DE 2015 ÍNDICE CHAVE DE SIGLAS 1. INTRODUÇÃO... 3 2. DESTINATÁRIOS... 4 3. FINALIDADE... 4 4. OBJECTIVOS GERAIS... 4 5. PLANO

Leia mais

SENADO FEDERAL PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 341, DE 2012

SENADO FEDERAL PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 341, DE 2012 SENADO FEDERAL PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 341, DE 2012 O CONGRESSO NACIONAL decreta: Altera a Lei nº 8.213, de 24 de julho de 1991, que dispõe sobre os Planos de Benefícios da Previdência Social e dá

Leia mais

DECRETO-LEI Nº 207/94 DE 6 DE AGOSTO

DECRETO-LEI Nº 207/94 DE 6 DE AGOSTO Decreto-Lei n.º 207/94, de 6 de Agosto Sumário: Aprova o regime de concepção, instalação e exploração dos sistemas públicos e prediais de distribuição de água e drenagem de águas residuais. Texto: Os problemas

Leia mais

FEDERAÇÃO NACIONAL DOS MÉDICOS

FEDERAÇÃO NACIONAL DOS MÉDICOS FEDERAÇÃO NACIONAL DOS MÉDICOS INFORMAÇÃO Carreiras Médicas e Contratação Colectiva Na sequência da entrada em vigor da nova legislação laboral da Administração Pública (Lei n.º 12 A/2008 e Lei n.º 59/2008),

Leia mais

Compras Públicas. Uma ambição de futuro SOURCE Sistema de Qualificacao de Fornecedores 13.05.15

Compras Públicas. Uma ambição de futuro SOURCE Sistema de Qualificacao de Fornecedores 13.05.15 Compras Públicas Uma ambição de futuro SOURCE Sistema de Qualificacao de Fornecedores 13.05.15 A REN é uma concessionária de Serviço Público que gere em simultâneo as redes de transporte de eletricidade

Leia mais

P2 Gostaria de saber mais acerca do que é pretendido realmente pois pretendo concorrer a este concurso.

P2 Gostaria de saber mais acerca do que é pretendido realmente pois pretendo concorrer a este concurso. P1 Venho por este meio solicitar mais informações sobre o concurso para projecto expositivo que está a ser organizado pela Trienal de Lisboa. R: Poderá obter mais informações acerca do Concurso nos Termos

Leia mais

PARECER N.º 93/CITE/2009

PARECER N.º 93/CITE/2009 PARECER N.º 93/CITE/2009 Assunto: Parecer prévio nos termos do n.º 1 e da alínea a) do n.º 3 do artigo 63.º do Código do Trabalho, aprovado pela Lei n.º 7/2009, de 12 de Fevereiro Despedimento por facto

Leia mais

Fecho de Projectos - Parte 2 P. Quais são os relatórios finais, acções necessárias e outras considerações principais associadas ao fecho do projecto?

Fecho de Projectos - Parte 2 P. Quais são os relatórios finais, acções necessárias e outras considerações principais associadas ao fecho do projecto? Definições Fecho Administrativo - Quando um Oficial de Acordos (AO) aprova um pedido da organização de despesas de fecho durante os 90 dias entre a data final da adjudicação e o envio do relatório final.

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA SCO SISTEMA CONTÁBIL Nº 004/2014, DE 2 DE MAIO DE 2014 VERSÃO 02 CAPÍTULO I DA FINALIDADE CAPÍTULO II DA ABRANGÊNCIA

INSTRUÇÃO NORMATIVA SCO SISTEMA CONTÁBIL Nº 004/2014, DE 2 DE MAIO DE 2014 VERSÃO 02 CAPÍTULO I DA FINALIDADE CAPÍTULO II DA ABRANGÊNCIA INSTRUÇÃO NORMATIVA SCO SISTEMA CONTÁBIL Nº 004/2014, DE 2 DE MAIO DE 2014 VERSÃO 02 Versão: 02 Aprovação em: 20 de maio de 2014 Ato de aprovação: Resolução nº 104/2014 Unidade Responsável: Secretaria

Leia mais

Prestação de serviços de promoção, informação e apoio aos consumidores e utentes através de centros telefónicos de relacionamento

Prestação de serviços de promoção, informação e apoio aos consumidores e utentes através de centros telefónicos de relacionamento Prestação de serviços de promoção, informação e apoio aos consumidores e utentes através de centros telefónicos de relacionamento Comentário da APRITEL 17 de Março de 2009 APRITEL comentarios DL23-2009

Leia mais

澳 門 金 融 管 理 局 AUTORIDADE MONETÁRIA DE MACAU

澳 門 金 融 管 理 局 AUTORIDADE MONETÁRIA DE MACAU DIRECTIVA CONTRA O BRANQUEAMENTO DE CAPITAIS E O FINANCIAMENTO DO TERRORISMO SOBRE TRANSACÇÕES EM NUMERÁRIO 1. INTRODUÇÃO 1.1 Esta Directiva contra o branqueamento de capitais e o financiamento do terrorismo

Leia mais

INSTITUTO POLITÉCNICO DE LEIRIA

INSTITUTO POLITÉCNICO DE LEIRIA INSTITUTO POLITÉCNICO DE LEIRIA FOR.CET Centro de Formação para Cursos de Especialização Tecnológica Regulamento de Funcionamento dos CET Capítulo I Acesso e Frequência Artigo 1º (Acesso e Frequência)

Leia mais