Varejo e Consumo. Relatório Setorial - Fev Resultados positivos não sustentaram preços das ações. Variação no mês (%)

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1 Relatório Setorial - Fev 2014 Resultados positivos não sustentaram preços das ações Maria Paula Cantusio, CNPI Nome Ticker Cotação (R$) Fev-14 Raia Drogasil RADL3 16,53 Pão de Açúcar PCAR4 98,89 Ambev S/A ABEV3 16,88 Lojas Renner LREN3 57,70 B2W Digital BTOW3 23,26 Lojas Americanas LAME4 14,47 Hypermarcas HYPE3 14,53 Cia Hering HGTX3 24,90 Natura NATU3 34,51 Magazine Luiza MGLU3 7,04 Lojas Marisa AMAR3 14,00 Grendene GRND3 13,80 ICONSUMO ICON 2228,60 IBOVESPA IBOV 47094,40 Variação (%) Mês 2014 LTM Market Cap 13,8% 11,8% -27,1% 5.459, ,3 61,4 5,9% -5,7% 1,3% , , ,6 4,9% -1,1% -1,7% , ,1 (8.680,3) 4,1% -5,4% -21,3% 7.258, ,5 980,8-0,1% 52,3% 66,3% 3.696, , ,5-1,6% -7,9% -19,4% , , ,3-4,7% -17,7% -16,1% 7.731, , ,0-7,1% -16,7% -32,9% 4.098, ,3 (116,2) -9,2% -13,8% -28,9% , , ,6-10,6% -13,8% -29,9% 1.312, ,9 548,6-11,4% -24,7% -57,8% 2.597, ,2 534,2-13,8% -23,7% -21,3% 4.149, ,5 (314,2) 1,6% -7,0% -8,5% -1,1% -8,6% -18,0% EV Dívida Líquida Fonte: Economatica e BB Investimentos No mês em que o Ibovespa teve queda de 1,14%, as ações do setor de varejo oscilaram de forma mista. Dentre as companhias que divulgaram seus resultados em fevereiro e das quais realizamos cobertura, apenas a Lojas Renner apresentou desempenho favorável na bolsa. Natura, Magazine Luiza e Grendene, por outro lado, tiveram quedas de 9,2%, 10,6% e 13,8%, respectivamente, ainda que seus resultados tenham vindo de acordo com as expectativas do mercado, com exceção feita à varejista de calçados. No último trimestre de 2013, a receita líquida consolidada (vendas de mercadorias e serviços financeiros) apurada pela Renner surpreendeu positivamente, evoluindo 12,5% em relação ao mesmo período de 2012 e somando R$ 1.454,6 milhões. A melhora na eficiência operacional da companhia, advinda do adequado mix de produtos em suas lojas e da contenção de gastos, garantiu um avanço da despesa em ritmo bem inferior ao crescimento da receita líquida e garantiu um margem líquida de 10,4%, cerca de 0,1 p.p. a mais que a de O resultado reportado pela empresa, que está em ritmo de expansão freqüente, agradou ao mercado e isso se refletiu na sua performance na bolsa. A Natura recuperou o ritmo de vendas e de produtividade no 4T13, o que beneficiou em grande parte também o resultado anual da companhia. A receita líquida evoluiu 10,5% de 2012 para 2013, sendo 4,8% no Brasil e 35,3% nas operações internacionais, graças ao aumento de produtividade das consultoras. O lucro líquido, no entanto, foi impactado pelo aumento das despesas, especialmente com investimentos e marketing, ocasionando uma perda de 1,8 p.p. na margem líquida, e finalizando 2013 em 12,0%. O resultado da companhia veio de acordo com o esperado pelo mercado, mas a performance de seus papéis na bolsa não foi satisfatória. Um dos fatores que pode ter contribuído para isso foi a divulgação do resultado da Avon, sua principal concorrente, que apurou avanço de 9,0% nas vendas no Brasil em 2013, acima do percentual atingido pela Natura. Além disso, a varejista estrangeira anunciou parceria de exclusividade na América Latina com a Korres, uma fabricante grega de cosméticos naturais, que possui um portfólio de 400 itens como hidratantes, antes, maquiagem e fragrâncias, o que demonstra sua pretensão em conquistar parte do público-alvo da companhia brasileira. Variação no mês (%) Raia Drogasil Pão de Açúcar Ambev S/A Lojas Renner ICONSUMO IBOVESPA Lojas Americanas Hypermarcas Cia Hering Natura Magazine Luiza Lojas Marisa Grendene -20% -10% 0% 10% 20% ICON vs. Ibovespa 120 ICON11 IBOV Fonte: Economatica e BB Investimentos 1 / 5

2 Atividade (Comércio Varejista) Volume Combustíveis e Lubrificantes O Magazine Luiza finalizou o ano de 2013 registrando um faturamento bruto de R$ 9.692,4 milhões no varejo, cerca de 14,6% superior ao de As vendas mesmas lojas cresceram 12,9% durante o ano, acima das expectativas da própria empresa. O planejamento estratégico com foco na racionalização de despesas, no incremento da rentabilidade, na assertividade de preços, no mix de produtos, na maturação das lojas novas e adquiridas e no conservadorismo na liberação de crédito, garantiram uma reversão do prejuízo de R$ 6,7 milhões registrado em 2012 para um lucro líquido de R$ 113,8 milhões em 2013 (R$ 70,7 milhões ajustado). Assim, após um primeiro semestre mais fraco, a companhia conseguiu cumprir seu guidance de crescimento e apresentar resultados sólidos no acumulado do ano, evoluindo acima da média do seu mercado de atuação. Os resultados da Grendene no 4T13 não vieram em linha com o desempenho da companhia nos demais trimestres do ano. Enquanto a receita bruta evoluiu, em média, 21,5% até setembro de 2013 em relação ao mesmo período de 2012, no 4T13 o crescimento foi de apenas 7,6%, o equivalente ente a um faturamento de R$ 711,4 milhões. Ausência de dinamismo nos mercados interno e externo, além do aumento de custos na produção, impactados em grande parte pela alta do dólar, que não puderam ser repassados aos compradores, foram os fatores que prejudicaram a companhia. No acumulado do ano, no entanto, a evolução da receita bruta foi de 16,6%, o que demonstrou flexibilidade e consistência em seu crescimento, principalmente ao considerarmos o cenário interno de crescimento contido do consumo e as adversidades do cenário externo que permearam o período. Indicadores macroeconômicos do setor de consumo Pesquisa Mensal do Comércio (IBGE) - No acumulado de 2013, dentre os setores que mais contribuíram para a evolução da taxa anual do varejo, estão: (a) Outros artigos de uso pessoal e doméstico, que foram impulsionados pelo bom desempenho de vendas nas lojas de departamento; (b) Hipermercados, supermercados, produtos, bebidas e fumo, cuja desaceleração foi proveniente do reajuste de preços do segmento acima a da inflação (+12,1% no ano); (c) Artigos farmacêuticos, médico, Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria, os quais foram beneficiados pela essencialidade dos produtos comercializados; (d) Móveis e eletrodomésticos cresceram pouco acima da média, que foram amparados pela manutenção das reduções de IPI e pelo Programa Minha Casa Melhor; (e) Tecidos, vestuário e calçados, segmento que evoluiu abaixo da média geral do comércio, ainda que seus preços tenham sido reajustados pouco abaixo da inflação; (f) Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação, setor que foi prejudicado pelos reajustes nos preços de microcomputadores; Hiper, Supermercado, Prod. Alimentícios, Bebida e Fumo 0,5% 2,4% 1,9% 1,9% 22,6% Tecidos, Vestuário e Calçados Móveis e Eletrodomésticos Artigos Farmacêuticos, Medicamento, Orto. e de Perfumaria -1,2% 12,4% 10,1% 10,1% 15,0% Equip. e Materiais para Escritório, Inform. e Comunicação -12,6% 9,5% 7,2% 7,2% 2,7% Livros, Jornais, Rev. e Papelaria Outros Artigos de Uso Pessoal e Doméstico Receita Nominal Fonte: IBGE, Pesquisa Mensal de Comércio DEZ13/ NOV13 DEZ13/ DEZ12 Acumulado no Ano Acumulado 12 meses % Participação acumulado -0,2% 4,0% 4,3% 4,3% 100,0% -1,9% 5,7% 6,3% 6,3% 14,6% 0,7% 3,2% 3,5% 3,5% 6,8% -3,5% -0,9% 5,0% 5,0% 14,4% 0,2% 3,9% 2,6% 2,6% 0,6% 0,2% 11,2% 10,3% 10,3% 23,3% 0,5% 10,7% 11,9% 11,9% _ Índice de Confiança do Consumidor (FGV) - O ICC encerrou o mês de fevereiro com 107,1 pontos, recuo de 1,7% em relação ao mês anterior, o menor patamar do índice desde maio de Na comparação com fevereiro/2013, o indicador cedeu cerca de 7,7% e demonstrou que o consumidor não está confiante com o cenário atual e nem com as perspectivas futuras. Dos índices que compõem o ICC, o Índice da Situação Atual (ISA) decresceu 2,9%, passando de 115,6 para 112,3 pontos na comparação com janeiro, inferior à média dos últimos cinco anos. O Índice de Expectativas recuou 1,0%, passando de 105,6 para 104,5 na comparação com o mês anterior, também abaixo da média dos últimos cinco anos. Índice de Confiança do Comércio (FGV) - De acordo com o Icom, os empresários do setor estão, aos poucos, sustentando expectativas mais otimistas em relação às perspectivas futuras. No trimestre encerrado em fevereiro/2014, o índice recuou 1,2%, abaixo dos 1,6% registrados no trimestre encerrado em janeiro/ / 5

3 Pesquisa Mensal do Emprego (IBGE) - A taxa de desemprego encerrou o mês de janeiro/2014 em 4,8%, o que representa 0,5 p.p. a mais que o mês anterior e 0,6 p.p. acima do apurado em janeiro/2013 (5,4%). Neste ano, pelo fato do carnaval ser logo no início de março, é provável que as empresas mantenham os contratos temporários iniciados antes do período do Natal por um período maior. Vale ressaltar que a População Economicamente Ativa reduziu em 0,8% A/A, passando de 24,4 milhões em janeiro/2013 para 24,2 milhões em janeiro/2014, fator que contribuiu para diminuir a pressão sobre o mercado de trabalho. O rendimento médio real habitual dos ocupados encerrou o mês em R$ 1.983,80, avanço de 0,2% em relação a dezembro/2013 (R$ 1.979,14) e de 3,5% em relação ao mesmo período de 2013 (R$ 1.915,63). Serasa Experian - O indicador de inadimplência do consumidor, de janeiro/2013, totalizou 145,6 pontos, cerca de 3,8% a menos que o apurado em janeiro/2013 (151,5 pontos). Na comparação com dezembro/2013, houve aumento de 1,1%. A demanda do consumidor por crédito diminuiu cerca de 2,8% na comparação anual, passando de 124,6 para 121,1 pontos. ICVS (Cielo) - A empresa de cartões Cielo divulgou pela primeira vez seu recém criado Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVS), o qual acompanhará mensalmente um grupo de 24 segmentos varejistas e seus respectivos desempenhos de acordo com a receita nominal de vendas. Os primeiros números divulgados revelaram que o comércio varejista cresceu 13,4% em receita nominal (5,7% em receita real) em Dentre os setores analisados, supermercados apuraram 15,5% a mais em receita nominal, drogarias e farmácias +15,5%, lojas de departamento +14,8%, vestuário +8,3% e eletroeletrônicos +7,5%. De acordo com a Cielo, o indicador reflete a atividade do comércio em si e não tem qualquer correlação com o desempenho financeiro da companhia, como variação de seu market share, por exemplo. Perspectivas O mês de fevereiro é, em geral, de desempenho mais fraco para o comércio, devido ao carnaval, que beneficia setores específicos como alimentos e bebidas, e ao resquício das contas de final/início de ano, como IPVA, IPTU e material escolar. Dados divulgados pela Serasa Experian, no entanto, mostraram que 2014 começou melhor que o ano anterior para a atividade varejista. No que se refere ao mês de janeiro, a expansão foi de 1,7% na comparação com o mês anterior e 5,9% na comparação com o mesmo período de 2013, impulsionada pelos setores de móveis, eletroeletrônicos e informática. A performance do varejo em fevereiro deste ano também deverá se mostrar melhor que a de Ao longo do ano, no entanto, a atividade varejista deverá ser pressionada pela contração do crédito ao consumidor e pelo aumento das taxas de juros. De acordo com a pesquisa sobre as taxas médias cobradas dos consumidores da Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade), o percentual passou de 5,6% a.m. em dezembro, para 5,65% a.m. em janeiro, o maior patamar desde setembro de 2012, devido ao impacto da atual política do Banco Central de aperto monetário que deverá continuar no curto prazo. O mês de março não conta com nenhuma data festiva importante que impulsione as vendas do varejo de maneira consistente. O Dia das Mulheres (08/03) poderá beneficiar moderadamente os segmentos de moda e beleza. Além disso, os setores de ticket médio menor e de produtos essenciais, como supermercados e farmácias, deverão seguir com expansão contida de vendas. Para os demais segmentos, a perspectiva é de estabilidade. Dentre as companhias das quais realizamos cobertura, Lojas Americanas, B2W e Raia Drogasil divulgarão seus resultados do 4T13 em março. As perspectivas são positivas em relação aos números das duas primeiras e neutra em relação aos da Raia Drogasil. As perspectivas para o primeiro semestre de 2014 continuam positivas, graças ao otimismo acerca do advento da Copa do Mundo, que deverá beneficiar especialmente os setores de eletroeletrônicos, trônicos, vestuário esportivo, alimentos e bebidas. Os demais setores deverão ser impactados pela contração do crédito, pelo aumento das taxas de juros e pelas oscilações cambiais. Ainda assim, a CNDL (Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas) espera um crescimento de até 4,5% das vendas do varejo durante o ano, em grande parte devido ao evento esportivo, mesmo que ainda não se saiba qual será o real efeito dos feriados em dias de jogo. O setor de consumo é sensível às instabilidades do cenário externo e aos indicadores das pesquisas acima descritas. O arrefecimento dos mesmos tem impacto direto na operação dessas empresas e, assim, mantemos nossa atenção com relação ao nível de desemprego, ao volume das vendas do varejo, à inflação e ao câmbio, que são drivers importantes para o varejo como um todo. Na carteira sugerida para o mês de fevereiro/2014 foram mantidas as ações da Natura (NATU3) e do Pão de Açúcar (PCAR4) principalmente devido (a) à essencialidade dos produtos vendidos e (b) terem um tíquete médio mais baixo. 3 / 5

4 Disclaimer Informações Relevantes Este relatório foi produzido pelo BB-Banco de Investimento S.A. As informações e opiniões aqui contidas foram consolidadas ou elaboradas com base em informações obtidas de fontes, em princípio, fidedignas e de boa-fé. Entretanto, o BB-BI BI não declara nem garante, expressa ou tacitamente, que essas informações sejam imparciais, precisas, completas ou corretas. Todas as recomendações e estimativas apresentadas derivam do julgamento de nossos analistas e podem ser alternadas a qualquer momento sem aviso prévio, em função de mudanças que possam afetar as projeções da empresa. Este material tem por finalidade apenas informar e servir com instrumento que auxilie a tomada de decisão de investimento. Não é, e não deve ser interpretado como uma oferta ou solicitação de oferta para comprar ou vender quaisquer títulos e valores mobiliários ou outros instrumentos financeiros. É vedada a reprodução, distribuição ou publicação deste material, integral ou parcialmente, para qualquer finalidade. Nos termos do art. 18 da ICVM 483, o BB - Banco de Investimento S.A declara que: 1 - A instituição pode ser remunerada por serviços prestados ou possuir relações comerciais com a(s) empresa(s) analisada(s) neste relatório ou com pessoa natural ou jurídica, fundo ou universalidade de direitos, que atue representando o mesmo interesse dessa(s) empresa(s); o Conglomerado Banco do Brasil S.A pode ser remunerado por serviços prestados ou possuir relações comerciais com a(s) empresa(s) analisada(s) neste relatório, ou com pessoa natural ou jurídica, fundo ou universalidade de direitos, que atue representando o mesmo interesse dessa(s) empresa(s). 2 - A instituição pode possuir participação acionária direta ou indireta, igual ou superior a 1% do capital social da(s) empresa(s) analisada(s), mas poderá adquirir, alienar ou intermediar valores mobiliários da empresa(s) no mercado; o Conglomerado Banco do Brasil S.A pode possuir participação acionária direta ou indireta, igual ou superior a 1% do capital social da(s) empresa(s) analisada(s), e poderá adquirir, alienar e intermediar valores mobiliários da(s) empresa(s) no mercado. Informações Relevantes Analistas O(s) analista(s) de investimento, ou de valores mobiliários, envolvido(s) na elaboração deste relatório ( Analistas de investimento ), declara(m) que: 1 - As recomendações contidas neste refletem exclusivamente suas opiniões pessoais sobre a companhia e seus valores mobiliários e foram elaboradas de forma independente e autônoma, inclusive em relação ao BB-Banco de Investimento S.A e demais empresas do Grupo. 2 Sua remuneração é integralmente vinculada às políticas salariais do Banco do Brasil S.A. e não recebem remuneração adicional por serviços prestados para o emissor objeto do relatório de análise ou pessoas a ele ligadas. Maria Paula Cantusio Analista 3 - Itens O(s) analista(s) de investimentos, seus cônjuges ou companheiros, detêm, direta ou indiretamente, em nome próprio ou de terceiros, ações e/ou outros valores mobiliários de emissão das companhias objeto de sua análise. 4 Os analistas de investimento, seus cônjuges ou companheiros, possuem, direta ou indiretamente, qualquer interesse financeiro em relação à companhia emissora dos valores mobiliários analisados neste relatório. 5 O(s) analista(s) de investimento tem vínculo com pessoa natural que trabalha para o emissor objeto do relatório de análise. 4 / 5

5 Disclaimer Administração Diretor Sandro Kohler Marcondes Gerente-Executivo Eduardo César do Nascimento BB-Banco de Investimento S.A. BB-BI Rua Senador Dantas, º andar Rio de Janeiro RJ - Brasil Tel. (21) Fax (21) Equipe de Pesquisa Gerente - Nataniel Cezimbra Renda Variável Bancos e Serviços Financeiros Nataniel Cezimbra Carlos Daltozo Commodities Nataniel Cezimbra Victor Penna Luciana de Carvalho Márcio de Carvalho Montes Consumo Maria Paula Cantusio Imobiliário Wesley Bernabé Indústrias, Transportes e Small Caps Mário Bernardes Junior Gabriela Cortez Infraestrutura e Concessões Renato Hallgren Renda Fixa e Estratégia de Mercado Hamilton Moreira Alves Andre Ferreira Renato Odo Equipe de Vendas Atacado Gerente - Cleber Aguiar Antonio Lima Bruno Finotello João Carlos Floriano Marcela Andressa Pereira Paulo Arruda Thiago Cogo Pires Viviane Ferro Candelária Wagner Silveira Neustaedter Varejo Gerente - Marconi Maciel Distribuição e varejo Mário Francisco D Amico Márcio Carvalho José BB Securities 4th Floor, Pinners Hall Old Broad St. London EC2N 1ER - UK (facsimile) Vinicius Balbino Bouhid +44 (207) Deputy Renato Bezerra +44 (207) Director of Sales Trading Boris Skulczuk +44 (207) Head of Sales Nick Demopoulos +44 (207) Institutional Sales Annabela Garcia +44 (207) Melton Plumber +44 (207) Renata Kreuzig +44 (207) Trading Bruno Fantasia +44 (207) Gianpaolo Rivas +44 (207) Head of Research Paul Hollingworth +44 (207) Structured Products Hernan Lobert +44 (207) Banco do Brasil Securities LLC 535 Madison Avenue 34th Floor New York City, NY USA (Member: FINRA/SIPC/NFA) Rubens Cardoso +1 (646) Institutional Sales - Equity Charles Langalis +1 (646) Institutional Sales - Fixed Income Cassandra Voss +1 (646) DCM Richard Dubbs +1 (646) Syndicate Kristen Tredwell +1 (646) Sales Michelle Malvezzi +1 (646) Myung Jin Baldini +1 (646) BB Securities Asia Pte Ltd 6 Battery Road #11-02 Singapore, Rodrigo Afonso Institutional Sales José Carlos Reis Paco Zayco / 5

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