Design de interação aplicado a modelos colaborativos na cobertura jornalística em eventos de calamidade pública

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1 Design de interação aplicado a modelos colaborativos na cobertura jornalística em eventos de calamidade pública Augusto de Freitas Lohmann ESDI - UERJ Ruy Azeredo de Menezes ESDI - UERJ Thiago Augusto Silva de Lima ESDI - UERJ André Soares Monat ESDI - UERJ RESUMO O artigo apresenta uma análise dos modelos de colaboração utilizados pelos principais sites noticiosos do Brasil em eventos de calamidade pública, em especial na cobertura das fortes chuvas que provocaram enchentes e uma série de transtornos no estado do Rio de Janeiro em abril de A partir do estudo de caso dos modelos colaborativos de dois dos principais portais jornalísticos do país, este artigo pretende apontar as principais características e deficiências das ferramentas atuais, propondo um novo modelo baseado em mapas geográficos, que avance a questão do design de interação no que diz respeito a relação do jornal com o leitor-usuário, bem como no aproveitamento desse conteúdo gerado pela colaboração na geração de uma base de dados para políticas públicas que possam resultar em uma série de medidas para o controle de situações de calamidade futuras. Author Keywords Design, Colaboração, Mapas, Jornalismo, Interface, Interação, Usuário ACM Classification Keywords DESIGN INTRODUÇÃO Nos últimos anos, a popularização das tecnologias digitais e a ampliação das formas de acesso à Internet, além da queda progressiva do custo de computadores e de conexão, vêm criando um cenário propício à ampliação das práticas comunicativas na Rede. Essa tendência vem modificando o fluxo de informações na rede e inspira e justifica o surgimento de experiências de jornalismo participativo, processo em que os próprios internautas passam a atuar na produção da notícia. Segundo BRAGA (2007, p.4), os Cópias digitais ou impressas deste artigo são permitidas desde que sejam para uso pessoal ou em sala de aula e com as devidas referências, não se prestando para fins comerciais. Por favor, mantenha este aviso na primeira página. Interaction South America a 4 de dezembro, Curitiba - Paraná - Brasil Copyright 2010 IxDA Curitiba fenômenos comunicacionais, na sociedade contemporânea, apresentam uma diacronia muito dinâmica não apenas conseqüência do avanço tecnológico, mas também dos processos sociais interativos que se diversificam correlatamente. Permitir ao leitor a interação e o registro de sua 'voz' qualifica enormemente a notícia. Como coloca DALMONTE (2009, p.193), "a efetiva participação do leitor, ou a possibilidade de participação, desempenham importante papel para o desenvolvimento do efeito de real, pois as notícias não estão distantes, dispersas no mundo virtual. Ao interagir com um produto jornalístico, o leitor agrega àquela peça informativa não apenas suas impressões, mas seus dados pessoais. O recurso jornalístico de uso de personagens [personagem, no jornalismo, refere-se a alguém que tenha vivenciado, ou vivencia, o fato narrado. Este personagem, por meio da particularização, permite ilustrar e dar densidade àquilo que é reportado, coloca o autor] é ampliado, pois além das fontes selecionadas para a composição do texto, outras vozes são agregadas, fazendo com que a matéria se torne mais polifônica. Sob a perspectiva de diversos olhares, vai além da instância de produção." Em função disso, muitos sites noticiosos estão se adaptando a essa nova realidade. Há um interesse dos grandes jornais online em expandir a participação e a interação com o leitor, porém a grande maioria ainda mantém o controle das fases da produção informativa nas mãos de jornalistas e editores. Aliado ao fato de ser uma funcionalidade relativamente nova, o conteúdo enviado pelo leitor ainda é aproveitado de maneira incipiente pelos jornais. Na grande maioria dos casos observados e exemplificados ao longo deste artigo, a participação do leitor é feita através de um formulário preenchido textualmente e publicada ou como comentário a alguma notícia previamente publicada, ou como matéria jornalística completa, com o leitor ocupando, individualmente, o papel de um jornalista. Não existe, até o momento, a idéia de formar um conteúdo verdadeiramente coletivo a partir da colaboração de leitores, em um formato que possa complementar o conteúdo oferecido pelos sites jornalísticos, mas que fuja do formato tradicional de texto

2 noticioso, seja no processo de envio da colaboração, seja no momento da publicação do conteúdo enviado. Um exemplo de inovação nesse sentido se dá, por exemplo, na possibilidade de utilização de mapas e ferramentas de natureza georreferenciada como complemento ao processo noticioso. Num momento em que o uso de ferramentas desse tipo, como, por exemplo, o Google Maps, torna-se cada vez mais usual entre os usuários domésticos, a idéia de agregar conceitos de jornalismo participativo ao caráter intuitivo e até mesmo lúdico dos mapas apresenta-se como uma alternativa bastante interessante e desafiadora. Para tanto, faz-se necessário o aperfeiçoamento da integração dos dados e metadados gerados a partir da colaboração de leitores com mapas temáticos, com o intuito de melhorar o entendimento e a leitura das informações na interface do modelo de colaboração, passando desde o momento do envio da colaboração por parte do internauta até as inúmeras possibilidades de aproveitamento dos dados em ações de estratégia, de negócios ou mesmo de utilidade pública. OBJETIVO O objetivo deste artigo é analisar a cobertura jornalística em eventos de calamidade pública pelo viés da colaboração dos leitores, tomando como exemplo o caso específico da cobertura das enchentes ocorridas no estado do Rio de Janeiro em abril de 2010, onde dados fornecidos pelos leitores foram utilizados na tentativa de criar um mapa da situação. A idéia é apontar as limitações do modelo e oferecer uma proposta de colaboração que apresente melhores soluções para a complexidade de um sistema alimentado por dados enviados por usuários, de modo a gerar não apenas conteúdo individual, ilustrativo e sensacionalista, mas uma base de dados com real utilidade pública no mapeamento de problemas. Dessa forma, a partir das observações feitas, o modelo de colaboração proposto pretende avançar o estudo em ferramentas geográficas aplicadas ao jornalismo, dentro de um sistema de visualização de dados espaciais em ambiente SIGWeb para transmissão da informação e ações estratégicas. JORNALISMO COLABORATIVO A consolidação e o crescimento da Internet nos últimos anos vêm criando as condições necessárias para a ampliação das práticas comunicativas, nas quais a participação dos usuários é cada vez mais intensa. Wikis, Blogs e websites colaborativos (em que a produção de conteúdo é feita pelos usuários) são algumas das ferramentas que, ao longo dos últimos anos, vêm estimulando os usuários a produzirem o seu próprio conteúdo. Essas transformações provocaram uma série de alterações na forma de gerar e distribuir informações, bem como na forma de se fazer jornalismo na Internet. O fluxo de notícias, que até pouco tempo atrás era monopólio do jornalista ou do veículo de informação, é reconfigurado, e leitores comuns passam a ter papel fundamental na emissão do conteúdo. A esse fenômeno, dáse o nome de jornalismo colaborativo, jornalismo participativo ou jornalismo cidadão. Alguns autores entendem haver pequenas diferenças entre as três nomenclaturas, mas o termo jornalismo colaborativo tende a ser utilizado como o signo que melhor representa o processo de colaboração de usuários dentro do jornalismo. O primeiro e mais evidente facilitador do jornalismo colaborativo é o fator tecnológico. A ampliação do acesso à Internet e a queda progressiva do custo de computadores e de conexão têm servido como motivador para uma maior interferência popular no processo noticioso. Além disso, os blogs, wikis e outros sites colaborativos simplificaram a publicação de conteúdo e a cooperação online, tornando-se ferramentas familiares a grande parte dos usuários de internet. A popularização de máquinas fotográficas digitais e celulares que podem captar fotos ou vídeos, bem como o avanço da conexão de internet móvel, facilitam o registro e divulgação dos fatos no momento em que eles ocorrem, dando ao cidadão comum o poder do furo de reportagem. Um segundo fator importante foge à dimensão tecnológica e trata dos discursos que defendem a livre circulação da informação, pensamento que vem da insatisfação com a qualidade do jornalismo oferecido até então. Alex Primo e Marcelo Träsel (2006, op. Cit. p.39) alertam que essa insatisfação sempre existiu. No entanto, anteriormente quando um leitor encontrava um erro ou uma imprecisão na notícia eles podiam apenas enviar cartas ou telefonar para os veículos para emitir opiniões. Hoje eles podem produzir, em seus blogs ou mesmo em jornais online, seu próprio conteúdo, apresentando sua visão particular dos fatos. Essa grande liberdade gerada pelo jornalismo colaborativo deu origem a diversos discursos que duvidam da legitimidade das peças produzidas não pelos jornalistas profissionais, mas pelos usuários comuns. Os jornalistas da velha imprensa se valem dos processos tradicionais de produção para se distanciar e até mesmo desqualificar as iniciativas dos blogueiros e dos chamados cidadãos repórteres. As principais críticas se dão em relação à limitação de fontes, a pouca periodicidade, ao caráter opinativo e à falta de compromisso com o leitor. (BORGES, op. Cit. p.42) Enfim, duvida-se da postura ética dos leigos. Para a velha imprensa, há certa relutância em acatar o blogueiro no papel do jornalista. A comunicação colaborativa traz ainda novos paradigmas para o processo de edição e filtragem da informação. Antes existiam portões de informação controlados por jornalistas em redações que eram responsáveis por selecionar quais fatos seriam publicados de acordo com critérios de noticiabilidade e em função da limitação de espaço oferecida pelos meios tradicionais. Em um artigo que analisa a produção colaborativa na Internet, Filipe 2

3 Barros (2007) explica que esse processo seletivo é conhecido como gatekeeping, pois remete à idéia do guarda (keeper) de um portão (gate) que é responsável pela decisão dos conteúdos veiculados pelo veículo. No novo contexto da Web, Bruns (2003) propõe uma recontextualização dessa teoria e utiliza o termo gatewatching para denominar os processos de filtragem que existem na Internet. Nesse novo processo, o guarda é substituído por um vigia, o usuário, que tem o poder de decisão sobre aquilo que tem importância, que está certo ou errado. Nesse sentido, a metamoderação é uma maneira de se garantir a qualidade e a autenticidade das notícias enviadas pelos cidadãos-repórteres. Nesse sistema os próprios usuários do site são responsáveis em controlar o fluxo de informações fazendo correções ou alertas sobre conteúdos inapropriados. Primo e Träsel (2006 op. Cit. p 45) exemplificam: Uma matéria polêmica, tendenciosa ou mesmo falsa pode receber milhares de mensagens de leitores consertando ou retificando os dados recém publicados. E com a possibilidade de escrita hipertextual, as respostas no fórum podem trazer links para outras fontes na Web, que aperfeiçoam o tema em discussão. Mas o que diferencia o webjornalismo participativo é a descentralização do processo de correção de informações erradas. A partir dos exemplos de experiências bem sucedidas na área do jornalismo colaborativo, os grandes jornais precisaram rever seus conceitos e abrir espaço para esse novo leitor que não deseja apenas ser um agente passivo da informação jornalística. Em função disso, cada vez mais os sites das grandes empresas jornalísticas vêm buscando uma forma de estreitar a relação com seus leitores, bem como de oferecer ferramentas que permitam ao leitor uma postura ativa no que diz respeito à geração de conteúdo. O que se verifica é que, nos últimos anos, houve uma verdadeira tentativa de abertura de jornais à escrita colaborativa de notícias. É o caso do canal Eu-Repórter criado pela versão online do jornal online O Globo em Nele a audiência é incentivada a mandar notícias, opiniões, fotos, vídeos ou arquivos em áudio que sejam de interesse jornalístico. Com isso a empresa expande sua oferta de produtos relativamente sem custo algum já que ao publicar sua notícia, na maioria das vezes, o colaborador cede à empresa os direitos autorais relativos ao material encaminhado. Além disso, a empresa tem a chance de aumentar sua receita publicitária já que se amplia o envolvimento do internauta com o jornal online e aumentase seu tempo de permanência na página. Mas, por outro lado, o público passa a ser melhor servido, pois uma grande rede de repórter-cidadãos faz a cobertura de uma maior quantidade de eventos que uma equipe reduzida de profissionais não poderia dar conta. O jornalismo colaborativo traz, portanto, um novo paradigma para a produção e a recepção de notícias. No entanto, é preciso deixar claro que ele não vem substituir as formas tradicionais de jornalismo ou mesmo os sites oficiais de jornalismo, mas sim aparece como uma nova opção na oferta de notícias, criando um novo relacionamento entre os interagentes do processo noticioso. MODELOS COLABORATIVOS ATUAIS Em pesquisa aos sites dos principais jornais do país e do mundo, o que se nota é uma semelhança muito grande no tratamento dado a questão da colaboração de usuários. Basicamente, a versão online dos jornais proporcionou duas novas formas de colaboração por parte do leitor (além das já tradicionais sugestões de pauta presentes desde o jornalismo impresso): a) Comentários simples em formato de texto sobre notícias já publicadas, onde o envio é feito através de um box de texto por usuários previamente cadastrados; b) Notícia produzida pelo próprio leitor, através de um formulário que permite o envio de texto, fotos e vídeos. Em todos os casos, podem ocorrer pequenas variações (maior ou menor controle por parte do jornal sobre o conteúdo publicado, cadastros com diferentes níveis de complexidade, possibilidade de dar notas às noticias ou comentários), mas o formato seguido pelos principais jornais do mundo é basicamente o mesmo. O usuário é identificado via cadastro prévio, e através de formulários, é capaz de participar de forma ativa do jornal. No caso de comentários, eles são publicados logo após a notícia em questão, em ordem cronológica. No caso de notícias, recebem formatação semelhante às notícias produzidas por jornalistas, mas ficam organizadas em seções específicas, com nomes sugestivos como Eu- Leitor, VC no G1, em espécies de mini-jornais dentro dos jornais, de forma a deixar claro o que é conteúdo gerado pelo jornal e o que é fruto da colaboração de usuários. Essa diferenciação é fundamental e em muitos casos deveria ser melhor trabalhada, de tal forma que o leitor, seja ele experiente no uso da internet ou iniciante, possa diferenciar de imediato o que é conteúdo gerado e editado por profissionais e o que é conteúdo enviado por colaboração de outros leitores. Dessa maneira, o jornal se isenta da possibilidade de confundir o leitor, ficando a critério do próprio avaliar se a informação encontrada é digna de confiança e credibilidade. No caso específico da cobertura das enchentes e deslizamentos ocorridos no Rio de Janeiro em abril de 2010, os sites do jornal O GLOBO (figura 1) e o portal G1 de notícias (figura 2), dois dos maiores portais de notícias do país, com editorias distintas, apresentaram uma idéia similar, baseada em uma plataforma de colaboração de mapas com algum grau de interação, na tentativa de oferecer uma possibilidade de visualização das notícias que

4 fugisse do modelo tradicional do jornalismo impresso e se apresentasse numa ferramenta que aproveitasse melhor as possibilidades da internet. Entretanto, a interatividade oferecida apresenta algumas características que podem limitar a experiência do usuário, e os mapas oferecidos não são capazes de aproveitar ao máximo a pluralidade de opiniões e conteúdos oferecidos pelos leitores/usuários. No jornal O GLOBO (figura 1), o mapa oferecido aos leitores sequer era uma ferramenta desenvolvida especificamente para isso. O jornal utilizou a plataforma do Google Maps na íntegra, ou seja, todo o conteúdo gerado pelo usuário ia diretamente para a base de dados do Google Maps, e não para a base de dados do jornal. Como o Google Maps não é uma ferramenta criada e voltada especificamente para a participação jornalística no relato de catástrofes, fica evidente que 1) a interface e a apresentação dos conteúdos gerados não é a ideal para um site noticioso; 2) a ferramenta apresentada pelo jornal não possibilita o cruzamento das informações e a possibilidade de visualização por camadas dentro de uma base de dados integralmente de posse do jornal; 3) Como a base de dados é externa, o jornal não aproveita em nada o potencial do conteúdo enviado pelos seus leitores, e o mapa passa a ter apenas caráter ilustrativo. Figura 1 Além disso, pela própria legenda do mapa nota-se que um mesmo ícone é utilizado para 2 situações diferentes ( alagamento e lixo, lama e árvores ), tendo apenas uma variação na cor, o que dificulta o entendimento imediato por parte do internauta que não é capaz de reconhecer o evento de maneira intuitiva. Em uma ferramenta gerada especificamente para a colaboração de usuários em casos de calamidades, os ícones representativos de cada evento poderiam ser melhor pensados, apontando imediatamente o assunto abordado em cada relato. Da mesma forma, o leitor que desejasse enviar o seu relato deveria fazer todo o procedimento através da interface de envio de conteúdo do próprio Google Maps, que também não foi desenvolvida especificamente para o envio de colaboração em casos de calamidades. 4

5 diferentes pontos da cidade, e sim a possibilidade de navegar pelos relatos previamente selecionados. Com relação às escolhas gráficas e da arquitetura da ferramenta, podem ser apontadas outras características que poderiam ser trabalhadas para melhorar a experiência do usuário: 1) Ícones iguais, não há distinção gráfica dos assuntos relatados; 2) Ausência de navegação por camadas, como, por exemplo, a visualização por temas e/ou por bairros; 3) O processo de envio da colaboração e da marcação territorial não é feito diretamente no mapa, o que tornaria o processo mais dinâmico e lúdico. Nesse caso, apesar do modelo ser inteiramente desenvolvido para a finalidade da colaboração, percebe-se que não há um aproveitamento pleno do conteúdo recebido. O resultado obtido, a exemplo da ferramenta observada no site d O GLOBO, é um mapa que ilustra o conteúdo jornalístico, mas que não gera uma base de dados a partir do conteúdo gerado coletivamente. PROPOSTA DE MODELO COLABORATIVO O modelo gráfico subdivide-se em duas partes, a página de edição das informações fornecidas pelo internauta (figura 3), e a visualização dos dados publicados (figuras 4 e 5). Em ambos os casos um mapa em formato vetor é carregado pelo browser, e disposto na janela junto com informações cartográficas como legenda, símbolo de orientação (Norte), escala e pictogramas referentes a eventos, além de serviços de previsão do tempo, busca de localização e botão de ajuda. Figura 2 No caso do portal G1, a ferramenta foi desenvolvida especificamente para uso na situação das chuvas e para publicar os relatos dos seus leitores. Como primeiro fator a ser apontado, o leitor que desejasse enviar seu relato tinha a sua disposição um formulário padrão de envio de notícias, o mesmo encontrado para o envio de qualquer outra colaboração para qualquer outra editoria do jornal. Dessa forma, a única opção do usuário é relatar toda a sua experiência durante o período das chuvas de forma textual, com a possibilidade de incluir fotos ou vídeos (um ou outro) para ilustrar seu relato. Após o envio da colaboração, o material não é publicado imediatamente. Tudo passa por uma equipe do próprio site que avalia o que pode ser publicado ou não, filtrando o que é relevante jornalisticamente do que não é fato noticioso. Em função dessa característica, a ferramenta perde parte de sua funcionalidade como um produto de conteúdo verdadeiramente coletivo, uma vez que uma parte dos relatos enviados não são adicionados ao mapa. Não se tem, portanto, uma visão em tempo real da situação dos Na página de edição o individuo é capaz de transcrever e localizar os pontos onde um ou mais eventos aconteceram dentro de determinado percurso, intuitivamente e com poucos cliques. É possível traçar uma rota apontando a origem do percurso e o destino final simplesmente arrastando o ícone rota para o primeiro ponto, até o ponto seguinte. Ao soltar o botão esquerdo do mouse (on release), automaticamente uma caixa de diálogo abre para edição de relato, publicação de foto e indicação de horário inicial e final, apresentando assim o tempo de duração do evento. Para cada tarefa iniciada, como abrir um ponto de rota, é necessário o fechamento completo da mesma. Somente depois de fechar o segundo ponto de localização será possível passar para outra ação, como adicionar um pictograma de alagamento por exemplo. Em seguida o cliente decide pela finalização e publicação da rota, ou continua alimentando o mapa com outras informações. Nesse caso todo o percurso fica em destaque, com o zoom ajustado a tela, e os pictogramas estão ativos para o usuário arrastar cada ícone de evento até o correspondente ponto no mapa. Como no evento rota, ao soltar o botão esquerdo do mouse, automaticamente uma caixa de diálogo abre para edição de relato, publicação de foto e indicação de horário, quantas forem necessárias.

6 Conforme os maiores índices de ocorrências ligados a fortes chuvas fornecidas pela Defesa Civil, os eventos selecionados são representados pelos pictogramas descritos respectivamente pela ordem da barra de ocorrências de cima para baixo como: ocorrências criminais (assaltos a pedestres, carros, agressões físicas e verbais e etc.), alagamentos, deslizamentos, quedas de árvores e galhos, eletricidade (postes caídos, falta de luz, fios de alta tensão em locais de circulação de pessoas e etc.) e ocorrências automobilísticas (batidas de carro e motos, veículos com defeito, transito intenso ou parado). Tanto no evento rota, quanto nos eventos de ocorrências, o participante tem a opção de preencher a caixa de diálogo com sua versão de cada acontecimento, como somente indicar no mapa cada ocorrência utilizando os elementos gráficos. Importante frisar, para utilização da área de edição é necessário um pequeno cadastro com informações de nome, idade, sexo e válido. Após a confirmação do cadastro e o preenchimento do login e senha, uma rápida apresentação sobre o funcionamento da ferramenta ajuda o cliente nos primeiros passos para publicação das informações no site. Essas informações cadastrais devem servir como base de controle para o jornal e para uma maior confiabilidade das informações recebidas via colaboração. Entretanto, é importante que essas informações sejam confidenciais e publicadas somente com o aval do colaborador, de forma a evitar problemas éticos em casos onde o relato enviado possa provocar constrangimentos ao leitor. A imagem seguinte exemplifica o modelo gráfico, baseado no testemunho do geógrafo Guilherme Medina do dia 5 de abril de 2010 sobre os transtornos ocorridos durante as fortes chuvas no Município de Niterói. Relato - 5 de abril de 2010 (figura 3) Guilherme Medina morador de Niterói bairro Fonseca Dia 5 de abril é meu aniversário de casamento. Nessa segunda feira à noite, por volta de 20h00min, saí de casa (Endereço Rua Desembargador Lima Castro, Fonseca Niterói RJ) para jantar num restaurante situado na Av. Sete de Setembro, Icaraí (Niterói RJ). Durante o jantar, a chuva que começou fraca foi se intensificando, e em poucos minutos a avenida estava completamente alagada. No momento mais crítico, os clientes do restaurante tiveram que subir nas mesas para evitar contato com a água contaminada. Somente as 11h00min da manhã do dia seguinte consegui retornar para casa sem meu carro, dias depois foi constatado que tive perda total do mesmo. No trajeto de volta pra casa, constatei em alguns pontos, galhos de árvores e barrancos caídos e fios elétricos no chão.. Figura 3 6

7 A visualização das informações de conteúdo colaborativo pelo público de internet, não necessita de cadastro ou login. Todos os dados de ocorrências e relatos são impressos no próprio mapa, passando o cursor em cima de cada ícone ou clicando na parte lateral esquerda de legendas. É possível também verificar os diferentes eventos dentro de uma rota ou um ponto geográfico, digitando a rua ou localidade na área de busca, ou clicando sobre uma área ativa (rota definida por um ou mais transeuntes). Para a diferenciação do número de ocorrência em cada ponto ou rota, usamos uma escala com diferentes graus de saturação de cor no modelo HSV, onde a cor menos saturada significa número pequeno de eventos, e a mais saturada uma maior incidência do mesmo. A cor vermelha no grau máximo de saturação supõe intuitivamente para o usuário do serviço uma situação crítica, proporcionando assim um melhor entendimento da legenda para o internauta. Além da barra de saturação, o cliente também pode verificar os números reais de cada evento com o passar do cursor sobre o ícone correspondente. Informações relativas a rota pesquisada pelo usuário, além do numero real, também é possível visualizar um gráfico comparativo com diferentes tipos de eventos, mas somente quando a rota pesquisada apresentar mais de uma ocorrência. No campo de relatos publicados por pessoas vitimas de transtornos decorrentes das chuvas, a seleção pode ser feita clicando na parte lateral esquerda, na barra de ícones de ocorrências, para visualizar os comentários referentes a cada evento, ou clicando nos ícones do mapa para ler o conteúdo de cada evento. Figura 4

8 Figura 5 Na visualização do mapa em diferentes escalas, os ícones de eventos da mesma ocorrência unem-se quando o zoom diminui, e se distanciam ao diminuir a escala. A figura 5 representa a figura 4 em escala reduzida. Neste contexto, os pictogramas são substituídos por círculos em tamanhos e cores diferentes (BERTIN 1983), conforme o número de ocorrências do conjunto de eventos no ponto do mapa. Ao passar o cursor sobre cada circulo os ícones referentes ao ponto no mapa aparecem de forma ampliada, indicando assim os eventos ocorridos em determinada área. DECORRÊNCIAS DA APLICAÇÃO DO MODELO A elaboração de tópicos de informação com a colaboração de toda uma população apresenta vantagens inúmeras, como demonstram os sistemas colaborativos vigentes. No entanto, a introdução de políticas públicas baseadas nessas ferramentas implica em questões complexas e nada triviais. A autogerência e a natureza anárquica do meio podem causar diversos problemas intrínsecos à natural oposição entre os regimes (a saber, o sistema político de gestão pública e a autogestão da internet). Quando essa ferramenta é organizada, mediada e gerida por uma instituição jornalística particular, com interesses próprios, tais questões são ainda mais preocupantes. Sendo assim, os usos oficiais dessa ferramenta podem ser impedidos, ou ao menos limitados. Implicações como definição de áreas para 8 atuação por parte de órgãos do poder público, como a Defesa Civil, podem ser de difícil operacionalidade. A construção de um mecanismo de jornalismo participativo com o auxílio de georreferenciamento das informações se propõe, então, a ser uma ferramenta de denúncia, memória e cobrança de ações públicas pela população. O uso de mapas colaborativos permite que se tenha (1) a construção de um painel de dados hiperlocais; (2) a visualização da distribuição das ocorrências pelo território da cidade; (3) uma percepção mais aprimorada das informações, tanto qualitativa quanto quantitativamente e (4) um modelo de organização que respeita e está diretamente ligado à natureza das informações. Por dados hiperlocais (1) devemos compreender as informações altamente localizadas, de difícil obtenção em uma cobertura jornalística convencional. Como coloca OLIVEIRA e HOLANDA (2010), "o termo 'hiperlocal' se refere a algo extremamente localizado, como uma informação sobre um bairro ou uma rua. Para este tipo de situação surgiram alguns modelos de jornalismo colaborativo no Brasil, como o desenvolvido pelo Jornal O Globo no Rio de Janeiro, com a criação do site Bairros.com [http://www.oglobo.globo.com/rio/bairros/]"; "o papel do cidadão [é] fundamental na difusão de conteúdos hiperlocais, porque, por questões estruturais e econômicas, a cobertura jornalística não pode alcançar tal amplitude."

9 Temos, assim, uma mudança de escala no trato do espaço público, passando a trabalhá-lo não mais na visão cartográfica lato sensu, mas alcançando a escala humana e seu referenciais próximos, como a divisão por bairros, ruas, quarteirões, prédios e espaços. Para o cidadão comum, essa mudança permite uma melhor compreensão dos aspectos abordados, uma vez que a visualização se aproxima bastante da visão de mundo que ele possui, facilitando a manipulação das informações e a contribuição com dados próprios. Georreferenciar uma entrada significa contextualizá-la e, dessa forma, torná-la mais precisa. Ainda mais quando agrupada a outros depoimentos de mesma natureza, passamos a vislumbrar a realidade de determinada região (2). Dessa forma, é possível mapear os tipos de problemas característicos de cada região e qual as deficiências presentes de modo geral. A ação de avaliação não necessita de uma abstração e memória do local citado, já carregando junto de si a informação da área tratada e suas questões contíguas. Sendo assim, tanto numa percepção quantitativa (certamente afetada pelos hábitos de determinada população, pelas possibilidades e interesse de interação com o modelo jornalístico) das ocorrências, quanto na qualitativa, existe uma melhoria considerável na apreensão destas informações. Por último, a organização das informações a partir de uma mapa facilita não apenas a busca, mas também recuperar determinada informação (4). Segundo PREECE, ROGERS e SHARP (2005), nossa interação com qualquer interface se estabelece também dentro de nossos padrões e capacidade cognitivas, sendo um desses processos o de memória, sobre o qual as autoras citam a pesquisa de Mark Lansdale, psicólogo britânico, estudioso do problema de recuperação de informação. Em relação a esta questão afirmam: "Ele [Lansdale] sugere ser interessante olhar para esse processo como composto de dois processos da memória: recuperação direta, seguida de verificação baseada em reconhecimento. A primeira refere-se a utilizar informações memorizadas sobre o arquivo que se deseja, para chegar o mais próximo possível dele. (...) A segunda ocorre quando a recuperação não conseguiu produzir o resultado que o usuário esperava, exigindo, pois, que se consultem todos os diretórios ou arquivos. (...) Lansdale propõe que os sistemas de gerenciamento de arquivos devem ser projetados visando a otimizar os dois tipos de processo da memória. Em particular, os sistemas devem ser projetados de forma a deixar que os usuários utilizem a memória que têm para limitar a área que está sendo pesquisada e então representar a informação nessa área da interface de forma a ajudá-los ao máximo a encontrar o que precisam." (PREECE, ROGERS e SHARP, 2005, p. 103) Se expandirmos um pouco o conceito acima e substituirmos a idéia de arquivo pela de notícia ou informação, perceberemos como a organização e filtragem das informações colabora para a navegação do usuário. Tendo em vista todas essas questões, fica evidente a utilidade de tal modelo no fomento de um arcabouço para a discussão por parte da população das questões deficitárias no que tange o espaço público e sua [in]capacidade de abrigar aqueles que nele habitam; identificando quais os problemas estruturais e quais os ocasionais, permitindo uma conscientização e um aprendizado, além de ferramentas de fiscalização da gestão pública. Todas essas questões podem, ainda, ser aproveitadas pelo próprio veículo de comunicação, seja gerando reportagens em resposta à questionamentos dos leitores, seja em função da detecção de padrões e outros interesses que possam gerar notícia jornalística. Dessa forma, a colaboração do leitor na construção da narrativa do jornalística se torna plena, pois não apenas sua participação é publicada como serve de base para direcionar as próprias editorias do jornal na busca de conteúdo noticioso propício aos interesses e necessidades de seus leitores Sob o ponto de vista das ferramentas de webjornalismo que se apresentam frente não só às novas tecnologias, mas também por conta da familiarização da comunidade para com elas, o modelo aqui proposto apresenta características que o incluem no bojo dos aprimoramentos da chamada "4ª geração do webjornalismo" (BARBOSA, 2007 apud DALMONTE, 2009, p. 123). Isso porque sua estrutura de georeferenciamento armazena as informações em bases de dados que reconfiguram a visualização da informação em função da busca do usuário -- aqui, como o fez DALMONTE (2009, p.227), é importante diferenciar banco de dados e base de dados: "[Para] Ribas (2005, p.7), tomado por referência Colle (2002), (...) 1) banco de dados é o conjunto de informações, o conteúdo armazenado em uma base de dados; 2) e base de dados é a estrutura lógicomatemática que permite o armazenamento e a estruturação dos conjuntos, de modo que os dados são independentes e podem ser modificados, representados ou consultados de diversas maneiras". Percebe-se, assim, a atualidade das questões aqui levantadas, em um sistema que abarca quase todas as características apontadas por Palacios (2002) como sendo as representativas do webjornalismo, a saber: 1) multimidialidade, 2) interatividade, 3) hipertextualidade, 4) personalização, 5) atualização e 6) memória. CONCLUSÃO Como apresentado ao longo do artigo, o enfoque no design de interação das ferramentas colaborativas permite o desenvolvimento de modelos que aproveitem melhor a potencialidade existente na relação do leitor com o site noticioso. Na questão específica da cobertura jornalística em situações de calamidade pública, conclui-se que é possível propor um novo modelo de colaboração que atenda simultaneamente aos interesses dos leitores e dos sites de notícias, fornecendo subsídios para a aplicação de políticas públicas por parte dos órgãos responsáveis.

10 Do ponto de vista do leitor-usuário, o modelo proposto permite uma interação que foge do modelo de preenchimento de formulários, padrão dos sites noticiosos, e busca uma solução visual, gráfica e georreferenciada, o que traz uma nova perspectiva para a experiência e o envolvimento do usuário, tanto no processo de envio de colaboração quanto na visualização da informação. A geração de uma base de dados a partir dos relatos dos leitores gera um estímulo a participação, uma vez que o conteúdo enviado não se perde ao longo do tempo, e passa a fazer parte de um conteúdo único, verdadeiramente colaborativo e constantemente em atualização. Pelo viés dos sites noticiosos, o modelo proposto traz como grande benefício a geração de uma base de dados alimentada pelos leitores, o que se constitui em uma fonte constante de pautas e notícias. Conhecendo melhor seu leitor e suas necessidades, o jornal é capaz de se tornar cada vez mais atraente e oferecer conteúdo especializado, ou mesmo personalizado, de acordo com as necessidades e interesses de seu público alvo. No âmbito das políticas públicas, o modelo proposto serve como uma central de denúncias, memória e cobrança, uma ferramenta de ligação direta entre o cidadão e os órgãos públicos, com o site jornalístico fazendo a função de intermediador. O site de notícias passa a ter, mais do que nunca, uma função verdadeiramente social. Dessa forma, o conteúdo apresentado ao longo do artigo promove o avanço da questão envolvendo o design de interfaces e de interação na área do jornalismo colaborativo e das ferramentas com base em georreferência, incentivando o desenvolvimento de novos modelos de colaboração que possam aliar o papel jornalístico com a função de utilidade pública. REFERÊNCIAS 1. BARROS, Filipe. Produção e edição colaborativa na Internet: o caso overmundo. Ciberlegenda, n 19, Out Disponível em: Acesso em: Outubro de BERTIN, Jacques. Semiology of Graphics: Diagrams, Networks, Maps. Madison, Wis.: University of Wisconsin Press, English translation and later edition of a text first published in BORGES, Andre. Blog: uma ferramenta para o jornalismo. In: FERRARI, Pollyana. Hipertexto, Hipermídia: as novas ferramentas da comunicação digital. São Paulo: Contexto, p BRAGA, José Luiz. Comunicação, disciplina indiciária. In: ENCONTRO DA COMPÓS, 16.,2007, Curitiba. Anais...Curitiba: Universidade Tuiuti do Paraná, jun Trabalho apresentado no GT Epistemologia da Comunicação. 5. BREWER, Cynthia. Designing Better Maps: A Guide for GIS Users (first edition 2005). 6. BRUNS, Axel. Gatewatching, not gatekeeping: Collaborative online news. In: Media International Austrália, n. 107, p , Disponível em: tewatching.pdf Acesso em: Outubro de CÂMARA, Gilberto; MIGUEL, Antônio; DRUCK, Suzana, CARVALHO, Marília. Análise Espacial e Geoprocessamento. Website do INPE, intro.pdf - 05/10/ DALMONTE, Edson Fernando. Pensar o discurso no webjornalismo: temporalidade, paratexto e comunidades de experiência. Salvador: EDUFBA, HENRIQUE, César. Geoprocessamento: Tecnologia transdisciplinar. Ed. do autor Minas Gerais: MARTINELLI, Marcello. Mapas da Geografia e Cartografia Temática. 4 ed. Sã Paulo: Editora Contexto, OLIVEIRA, Nelson de; HOLANDA, ANDRÉ FABRÍCIO DA CUNHA. Jornalismo participativo e informação hiperlocal: o papel de Mashups e hashtags na construção da notícia em redes sociais. in: Revista Iniciacom - Revista Brasileira de Iniciação Científica em Comunicação Social, Vol. 2, Nº 1 (2010) 12. PREECE, Jennifer; ROGERS, Yvonne; SHARP, Helen. Design de interação: Além da interação homemcomputador. Bookman, PRIMO, Alex; TRÄSEL, Marcelo Ruschel. Webjornalismo Participativo e a produção aberta de notícias. Contracampo (UFF), 2006, v. 14, p SPENCE, ROBERT. Information Visualization: Design for Interaction (2nd Edition). 10

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