Dados das Pesquisas. Instituições, Conflitos e Negociações Internacionais. Pesquisas Atualmente em Desenvolvimento (organizadas por título)

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1 Dados das Pesquisas Linha de Pesquisa: Pesquisas Atualmente em Desenvolvimento (organizadas por título) Título: Alternativas de Energia, Não Proliferação Nuclear e Segurança Energética na América do Sul Levantar os diversos conceitos de segurança energética na literatura e identificar os principais desafios à segurança energética do Brasil Desenvolvimento e Desigualdades Internacionais Eugenio Diniz Javier Vadell 1 Graduação FIP Puc Minas VADELL, Javier Alberto. Venezuela: A Dependência Econômica em Relação aos Estados Unidos, o Discurso Antiestadunidense de Hugo Chávez e os Dilemas para o Mercosul Título: Como validar o que podemos saber? O debate meta-teórico em Relações Internacionais e o lugar da antilogia nas auto-imagens da disciplina. O problema que este projeto procura enfrentar situa-se no quadro epistemológico das Relações Internacionais e orienta-se retrospectivamente: trata a série histórica de debates a partir do presente, isto é, a partir do debate meta-teórico contemporâneo, por vezes também chamado de interparadigmático ou debate póspositivista. Sucintamente, o projeto propõe a suspensão da ênfase na ontologia das Relações Internacionais e o enfoque em sua epistemologia. A hipótese liminar é a de que a contraposição estrita entre correntes teóricas das Relações Internacionais pode ser entendida a partir da figura retórica da antilogia: o princípio de que a qualquer argumento se opõe outro de igual força, se tomado como uma curiosa regra de ouro da disciplina, forneceu o espaço para o desenvolvimento como contínua reconstrução de todos os discursos teóricos do campo e a formação de seu estoque histórico de auto-imagens. Contemporaneamente, a partir do momento em que se abre o espaço para um debate que se faz além das teorias, passa a ser possível a redescrição das mesmas e, finalmente, o debate acerca de seus pressupostos. Em outros termos, a emergência do debate meta-teórico põe em suspensão a regra da antilogia e permite a demarcação do campo das Relações Internacionais. É a essa tarefa, ausente da literatura, que este projeto se lança. Eduardo S. Neves-Silva 2 Graduação (1 IC, 1 TCC), 1 Mestrado PUC Minas, (em análise) Critical Theory and Post-positivism: IR and the significance of Philosophy, Proceedings of SGIR Sixth Pan-European Conference on International Relations, Turin, September Título: Debates Teóricos e Meta-teóricos em RI O projeto visa discutir algumas das principais inflexões recentes no campo de Relações Internacionais, a partir da consideração de três conjuntos correlatos de problemas: 1. Como posição meta-teórica, visa compreender a imbricação entre problemas epistemológicos e ontológicos

2 que se faz no diálogo entre RI, Filosofia e Teoria Social a partir da virada lingüística. 2. Como abordagem teórica, ele se propõe a discutir: a constituição teórica do Internacional como um campo de estudo e uma categoria operatória; e os principais conceitos para o desenvolvimento da teoria; 3. Como questão de ordem metodológica, o projeto almeja: mapear programas de pesquisa e agendas; e aventar métodos de investigação em chave póspositivista. Eduardo S. Neves-Silva Paulo Esteves Cristiano Garcia Mendes 5 (5 TCC) Graduação FAPEMIG, PUC Minas NEVES-SILVA, EDUARDO. Debates Meta-teóricos em Relações Internacionais, Atas do Seminário Debates Teóricos e Meta-teóricos em Relações Internacionais, Belo Horizonte, Maio No prelo. Título: Estudos Estratégicos e Guerra no Século XXI O objetivo central deste projeto é analisar o impacto da mudança no alcance, letalidade, velocidade e capacidade informacional dos sistemas de armas sobre as dinâmicas combatentes e o pensamento estratégico no século XXI. : Coordenador 1 Graduação. Bolsa de Produtividade em Pesquisa [projeto iniciado em 2007/2] Título: Fatores Domésticos Condicionando um Processo de Paz: um estudo sobre as decisões de Israel nas negociações com os palestinos. Avaliar fatores da arena doméstica de Israel capazes de condicionar e limitar as decisões do governo daquele país no âmbito das negociações para a paz com os palestinos em dois momentos: durante o processo de paz fundamentado nos Acordos de Oslo ( ) e no período após o colapso das negociações baseadas na estrutura de Oslo (2001) até as eleições de 2006, quando Ehud Olmert assume o cargo de Primeiro-Ministro de Israel. (início: 2º. Semestre 2007) Liana Araújo Lopes 1 Graduação PUC- MINAS Ainda não foram geradas publicações Título: Guerra Assimétrica e Digitalização: Comparação entre as doutrinas americana e chinesa da guerra assimétrica e estudo sobre a modernização das forças armadas chinesas Trata-se de comparar as concepções americanas e chinesas sobre a guerra de quarta geração ou guerra assimétrica com a modernização empreendida em cinco áreas das Forças Armadas da China. Em seguida, de examinar as três filosofias chinesas da guerra (guerra popular, guerra local e revolução em assuntos militares), comparando-as com as decisões práticas tomadas no âmbito da construção e administração do armamento e demais meios militares. Por fim, de relacionar estes níveis

3 analíticos com o referente empírico : Jose Miguel Quedi Martins, Luiza Schneider, Fabrício Ávila 1 Graduação, 1 Mestrado acadêmico, 1 Doutorado CEPIK, Marco & AVILA, Fabrício & MARTINS, Jose Miguel. (2007). Armas Estratégicas: O Fim da Destruição Mútua Assegurada e a Distribuição De Poder No Sistema Internacional. Contexto Internacional, Vol 30, numero 1. [no prelo]. Título: Inovação Normativa e Institucional: Segurança internacional e direitos humanos no pós Guerra-Fria s: Geral: Avaliar o processo de inovação normativa e institucional no pós Guerra-Fria ( ) no que se refere à provisão de Segurança Coletiva e promoção dos Direitos Humanos na Sociedade Internacional. s Específicos: 1. Identificar os elementos constitutivos do processo de inovação normativa e institucional no campo dos Direitos Humanos no pós Guerra-Fria, destacando: (i) as iniciativas do Secretariado da Organização das Nações Unidas; (ii) as iniciativas dos estados nacionais ou de coalizões de estados; e, (iii) as iniciativas civis; 2. Identificar a dinâmica política (processo decisório, definição do mandato e operação) das Intervenções Humanitárias na Bósnia ( ), Somália ( ), Ruanda ( ) e, Kosovo (1999), e compreender seu impacto em termos de inovações normativas e institucionais no que se refere à responsabilidade internacional pela garantia dos direitos humanos; 3. Identificar a dinâmica política (processo decisório e escopo. : : Paulo Luiz Moreaux Lavigne Esteves : Cristiano Garcia Mendes 5 Graduação : A. ESTEVES, Paulo. Para uma genealogia do Estado Territorial Soberano. Revista de Sociologia e Política, v. 27, p , B. ESTEVES, Paulo ; CARDOSO, Marília. C.. Complexos Políticos Emergentes e os Direitos Humanos na Colômbia: Primeiras Aproximações 2007 C. ESTEVES, Paulo. Deslocados Internos: Emergências Complexas ou Complexos Políticos Emergentes? 2006 D. ESTEVES, Paulo; SEIXAS, Camila do Couto. Ordem e justiça na sociedade internacional: o problema das sanções multilaterais. In: Souza, Matilde de. (Org.). A agenda social das relações internacionais. Belo Horizonte: Editora PUC-Minas, 2005, v., p Título: Política de Defesa nos Estados Unidos e Brasil: Teste de um Modelo de Política Comparada A análise crítica de política de defesa põe o foco sobre as seguintes atividades: avaliação estratégica governamental; projeto de forças; planejamento de ações militares; orçamento consolidado de defesa; avaliação da política de defesa. As componentes de uma política de defesa sobre as quais recai o foco da análise crítica são: forças armadas concretas de cada país ou organização; estrutura integrada de comando e planejamento de defesa; institucionalidade governamental para a defesa; articulação entre política de defesa e política externa. Trata-se, portanto, de uma pesquisa sintética, de caráter documental, onde se compararão os elementos que, segundo o modelo analítico exposto pela primeira vez em Proença e Diniz (2002) - a ser reelaborado e desenvolvido

4 ao longo da pesquisa proposta -, constituem as políticas de defesa dos EUA, de modo a levantar indagações e alternativas a respeito das possibilidades da política de defesa do Brasil. A partir da consolidação da metodologia, espera-se: dispor de uma capacidade de avaliação das políticas de defesa de diversos países; disponibilizar aos formuladores da política externa brasileira um instrumento que lhes permita avaliar melhor as condições da inserção internacional do Brasil; disponibilizar aos formuladores da política de defesa brasileiros um instrumento de racionalização das despesas e decisões associadas à política de defesa brasileira.. Eugenio Pacelli Lazzarotti Diniz Costa A. DINIZ, Eugenio. Política Internacional após a 2ª Guerra do Golfo: situação atual e perspectivas. In: Clóvis Brigagão; Domício Proença Jr.. (Org.). O Brasil e os Novos Conflitos Internacionais. Rio de Janeiro: Gramma / Fundação Konrad Adenauer, 2006, v., p B. DINIZ, Eugenio. O Brasil e a MINUSTAH. Defense and Security Studies Review, Washington D.C., v. 5, n. 1, C. DINIZ, Eugenio. Da teoria à análise política: guerra do Iraque ou do reordenamento unipolar?. Cena internacional, Brasília, v. 7, n. 2, p. 4-27, D. DINIZ, Eugenio. A Al-Qaeda após os atentados de julho. Conjuntura Internacional, Belo Horizonte, E. DINIZ, Eugenio. Al-Qaeda sob pressão - Parte I. Conjuntura Internacional, F. DINIZ, Eugenio. Al-Qaeda sob pressão: Parte II - Iraque. Conjuntura Internacional, G. DINIZ, Eugenio. South Africa, Brazil and India: Cooperating in Defense. In: Alcides Costa Vaz. (Org.). Intermediate States, Regional Leadership and Security: India, Brazil and South Africa. Brasília: Editora Universidade de Brasília, 2006, v., p Título: Radar do Sistema Internacional O Radar é uma rede de monitoramento das tendências de mudança e continuidade do sistema internacional composta por especialistas altamente qualificados das mais importantes instituições de pesquisa do país. Sua produção é organizada em quatro áreas temáticas: Direitos Humanos, Integração Regional, Segurança Internacional e Economia Política.. : Mônica Herz Nizar Messari, 1 Graduação, 1 Mestrado acadêmico, 1 Doutorado Centro de Gestão e Estudos Estratégicos A. CEPIK, Marco ; AVILA, Fabrício ; MARTINS, Jose Miguel Quedi. Escudo Antimíssil EUA e Resposta Russa. Radar do Sistema Internacional, internet. B. CEPIK, Marco ; OLIVEIRA, Lucas Kerr. Petróleo e Conflitos na Nigéria. Radar do Sistema Internacional, internet. C. CEPIK, Marco ; OLIVEIRA, Lucas Kerr. Petróleo e Guerra Civil no Sudão. Radar do Sistema Internacional. D. CEPIK, Marco ; OLIVEIRA, Lucas Kerr. Petróleo e Segurança na África. Radar do Sistema Internacional. E. CEPIK, Marco. Resenha: Behera, Navnita. State, People and Security: The South Asian Context. Radar do Sistema Internacional. F. CEPIK, Marco. Resenha: Gill, Peter et al. Intelligence in an Insecure World. Radar do Sistema Internacional. Título: Rede de Pesquisa em Paz e Segurança Este projeto tem por finalidade a estruturação de uma rede de pesquisa em Paz e Segurança Internacional, que permitirá o adensamento dos laços que unem a pesquisa realizada nas universidades brasileiras e a formulação e a implementação da política externa brasileira, e

5 eventualmente também na formulação e implementação da política de defesa. O projeto funcionará com base em três eixos de pesquisa, a saber: 1) Agenda de segurança das organizações regionais. 2) Relação entre grandes potências e contextos regionais de segurança. 3) Análise de conflitos e segurança regional em perspectiva comparada. : : Alcides da Costa Vaz / Eugênio Pacelli Lazarotti Diniz Costa / Mônica Herz / Paulo Esteves / Rafael Villa / Reginaldo Mattar Nasser 5 Mestrado ESTEVES, Paulo. The International, the humanitarian and the political. In: Sixth Pan-European International Relations Conference, 2007, Turim. Online paper archive for the SGIR Turin Conference Londres: Standing Group on International Relations, Pesquisas Recentemente Concluídas (organizadas por data de conclusão) Título: Cooperação de Segurança: Brasil, África do Sul e Índia Delimitação empírica: O referente empírico do projeto é delimitado pelas unidades estatais constituídas pelos três países. Serão estudados seis fatores causais que condicionam as possibilidades de cooperação na área de segurança entre os governos centrais dos três países, sendo três fatores de tipo estrutural e três fatores de tipo institucional. Os três aspectos estruturais são: 1) O ambiente estratégico regional de cada país e a distribuição de poder característica de cada balança regional. 2) Os problemas de desenvolvimento sócioeconômico em cada país, com particular atenção para as condições de financiamento do setor público. 3) A capacidade instalada dos três países nas áreas de defesa nacional, inteligência e segurança pública. Os três tipos de configurações institucionais que serão comparadas são: 4) A rede de tratados, acordos e alianças da qual participa cada país na área de segurança internacional e as ameaças de segurança percebidas pelos governos centrais dos três países; 5) As instituições políticas democráticas com impacto mais direto no desempenho estatal nas áreas de provimento de bem-estar e segurança; 6) O desenho organizacional das forças armadas, ministérios da defesa, serviços de inteligência e de segurança, polícias e forças constabulares. Como o foco da pesquisa está posto na determinação do peso relativo de fatores causais de tipo estrutural ou estratégico e não sobre a variação histórica dos níveis de cooperação em segurança, o período temporal a ser considerado corresponde ao da situação internacional pós Problema de Pesquisa: Por que a cooperação entre os grandes países intermediários na área de segurança é baixa? Hipótese de Trabalho: Enquanto a natureza da cooperação é fortemente condicionada pelos fatores estruturais, os fatores explicativos políticoinstitucionais têm um peso maior na determinação do nível de cooperação de segurança entre os grandes países intermediários.. Concluída em Priscila Antunes 1 Graduação, 2 Mestrado acadêmico, 1 Doutorado Fundação Ford - Bolsa / Sociedade Brasileira de Instrução - SBI/IUPERJ - Auxílio financeiro

6 CEPIK, Marco. (2008). Segurança Nacional e Cooperação Sul-Sul: Índia, África do Sul e Brasil. In: LIMA, Maria Regina Soares & HIRST, Mônica. [organizadoras]. Paises Intermediários e Intercâmbios com o Brasil. Rio de Janeiro, FORD/IUPERJ. [no prelo]. Título: Política de Defesa nos Estados Unidos e União Européia: Teste de um Modelo de Política Comparada Um renovado interesse pelo desempenho institucional de organizações e políticas específicas no Estado contemporâneo é característico da produção científica recente em Política Comparada (Mair, 2000). Entretanto, não existem estudos comparativos sobre os processos de formação, decisão, implementação e avaliação de políticas públicas na área de defesa e segurança. No máximo, encontram-se na literatura especializada descrições idiográficas e seqüenciais das PDNs de países e/ou regiões selecionadas (e.g. Murray & Viotti, 1994). As próprias dificuldades práticas para a realização de estudos comparativos sobre temas de defesa e segurança nacional, ligadas ao peso do segredo governamental, indicam que não se trata aqui de uma política pública e de um complexo institucional igual a qualquer outro encontrável em regimes democráticos contemporâneos (Zegart, 1999). Portanto, não é razoável aceitar as limitações atuais do conhecimento comparativo sobre políticas de defesa nacional (PDN), reduzindo de saída as pretensões analíticas à mera descrição de suas variações fenomênicas conjunturais. Para avançar na pesquisa comparativa sobre temas de defesa e segurança no âmbito da Ciência Política é necessário especificar condições de teste para diferentes conjuntos de premissas teóricas. Assim, o problema analítico aqui proposto envolve testar a fecundidade da teoria da guerra de Clausewitz (1986) para a análise comparada de PDNs. Resumidamente, a definição conceitual proposta por Clausewitz para a guerra como sendo um ato de força para compelir nosso inimigo a fazer a nossa vontade é plena de conseqüências lógicas, das quais cabe mencionar a subordinação intrínseca dos meios de força aos fins políticos e a centralidade do combate para uma apreciação correta dos assuntos bélicos (Proença Jr, Diniz & Raza, 1999). Por razões organizacionais, políticas e históricas, em tempos de paz é comum perder-se de vista que uma política de defesa só pode realmente ser compreendida e explicada. Concluída em Eugenio Pacelli Lazzarotti Diniz Costa Oswaldo Dehon Roque Reis FAPEMIG Publicações relacionadas A. DINIZ, Eugenio. Relacionamentos Multilaterais na Unipolaridade: Uma Discussão Teórica Realista. Contexto Internacional, v. 28, p , B. DINIZ, Eugenio. Política Internacional após a 2ª Guerra do Golfo: situação atual e perspectivas. In: Clóvis Brigagão; Domício Proença Jr.. (Org.). O Brasil e os Novos Conflitos Internacionais. Rio de Janeiro: Gramma / Fundação Konrad Adenauer, 2006, v., p C. DINIZ, Eugenio. As eleições nos EUA e a Guerra contra o Terrorismo. In: Clóvis Brigagão; Domício Proença Jr.. (Org.). O Brasil e os Novos Conflitos Internacionais. Rio de Janeiro: Gramma / Fundação Konrad Adenauer, 2006, v., p Título: Comparando Sistemas Nacionais de Inteligência: África do Sul, Brasil, Colômbia e Índia O objetivo deste projeto é analisar a relação entre a reforma dos serviços de inteligência e o grau de consolidação democrática em três países: África do Sul, Brasil e Colômbia. A pesquisa será conduzida no Centre for Brazilian Studies da Oxford University, em Oxford, Reino Unido, sob a supervisão do Dr. Andrew Hurrell. Ao final deste período, os três casos serão revisados e um artigo

7 estritamente comparativo será redigido e publicado analisando as semelhanças e diferenças, bem como as implicações teóricas das descobertas empíricas sobre a relação entre inteligência e democracia em contextos como os do Brasil, África do Sul, Colômbia e Índia Concluída em CEPIK, Marco. (2008). Comparing National Intelligence Systems: Colômbia, Índia, South África and Brazil. Intelligence and National Security. Volume 23, Number 2. [no prelo]. Título: Regime Político e Serviços de Inteligência: legitimidade e efetividade no Brasil ( ) Qual a relação entre regime político e perfil organizacional e legal das atividades de inteligência? Esta é a pergunta que a pesquisa procura responder analisando o caso do Brasil. Segundo medidas agregadas mínimas, este país está aproximando-se dos limiares que permitem considerar o regime democrático consolidado. Isto se traduz em um marco legal desenvolvido para a área de inteligência, com mecanismos explícitos de coordenação, supervisão e controle externo. Entretanto, persistem problemas de desempenho das novas estruturas organizacionais que também são consistentes com os problemas persistentes indicados por medidas mais desagregadas de consolidação democrática. As duas constatações empíricas não são contraditórias, apenas mostram a relevância de uma abordagem teórica capaz de integrar perspectivas estruturais e estratégicas. Por um lado, a pesquisa realizada mostra que problemas de desempenho tendem a gerar renovados problemas de legitimidade. Por outro lado, demonstra-se como a utilização de medidas mais desagregadas de consolidação democrática e de capacidade estatal permitem uma associação mais clara entre as características do regime político e as mudanças observadas em diferentes países na área de inteligência ao longo dos últimos quinze anos. Concluída em Mestrado acadêmico Center For Civic Military Relations - Cooperação CEPIK, Marco. Regime Político e Sistema de Inteligência no Brasil: legitimidade e efetividade como desafios institucionais ( ). Dados - Revista de Ciências Sociais, Rio de Janeiro, v. 48, n. 01, p , 2005 Título: Agenda de Segurança Andes Brasil Com esse projeto, pretende-se identificar e priorizar os itens que compõem a agenda contemporânea de segurança entre o Brasil e os países da Comunidade Andina (Bolívia, Peru, Equador, Colômbia e Venezuela). Serão considerados dois eixos dessa agenda, o bilateral e o multilateral. Por meio da análise dos documentos produzidos pelos enlaces diplomáticos, especialmente nas áreas de defesa e segurança, bem como por meio de entrevistas e discussões com grupos focais, análise comparada de dados agregados e da realização de dois seminários regionais, será possível contribuir para uma melhor compreensão mútua dos problemas de segurança da região. Concluída em Adrian Bonilla, Socorro Ramirez, Ana Maria Sanjuan,

8 Monica Hirst 1 Graduação, 1 Mestrado acadêmico, 1 Doutorado Friedrich Ebert Stiftung - Auxílio financeiro CEPIK, Marco (Org.); RAMIREZ, Socorro (Org.). Agenda de Seguridad Andino- Brasilena: primeras aproximaciones. 1. ed. Bogota: IEPRI-FESCOL, v p. Título: Governança Global: a relação entre estados e organizações não-governamentais nas conferências da ONU da década de 1990 A partir do conceito de Governança Global, a pesquisa pretende compreender a relação entre ordem e justiça no cenário internacional. Para tanto, buscou-se investigar os padrões de relacionamento entre Organizações Não Governamentais transnacionais e governos em três Conferências da ONU na década de 1990: United Nations Conference on Environment and Development (1992); Fourth World Conference on Women e Second United Nations Conference on Human Settlements (1996). O trabalho explora dois níveis analíticos que informam os processos de produção de mecanismos de governança global: (1) a produção de demandas por justiça e seu encaminhamento às arenas de negociação multilateral e, (2) os resultados produzidos. Concluída em 2002 Paulo Esteves 4 Graduação : FIP PUC Minas 1. ESTEVES, Paulo. Governança Global: ordem e justiça na sociedade internacional. In: Esteves, Paulo Luiz. (Org.). Instituições Internacionais: comércio, segurança e integração. 01 ed. Belo Horizonte: Editora PUCMinas, 2003, v., p ESTEVES, Paulo. Politicizing Public Health: Brazilian Foreign Policy and HIV/AIDs Pandemic. In: The Berlin Roundtables on Transnationality, 2004, Berlim. Transnational Risks - a new challenge for a global civil society. Berlim : Irmgard Coninx Stiftung, ESTEVES, Paulo. Global Governance, Trade and Development: a View from the South. In: Fifth Pan-European International Relations Conference, 2004, Haia. Online Paper Archive of the Fifth Pan-European International Relations Conference. Londres : Taylor & Francis, ESTEVES, Paulo. Global Governance, Multilateralism and the struggle between haves and havenots: a view from the south. In: ACUNS Sixteenth Annual Meeting, 2003, Nova York. ACUNS Sixteenth Annual Meeting, ESTEVES, Paulo Global Governance: Multilateralism and the Struggle between haves have-notes: a view from the Brazilian foreign policy perspective, Paper presented at LASA Congress, Las Vegas, October, ESTEVES, Paulo. Governança Global: Ativismo Civil e a Dinâmica da Sociedade Internacional nos Summits da ONU da Década de 90. In: 3o Encontro da ABCP, 2002, Niterói. Encontro da ABCP, ESTEVES, Paulo. Transnational linkage and institutionalization process: climate change regime and nonstate actors in Brazil. In: 1er Congreso LatinoAmericano de Ciencia Politica, 2002, Salamanca. 1er Congreso LatinoAmericano de Ciencia Politica, 2002.

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