Patologia em fachadas com revestimentos cerâmicos

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1 Manifestações patológicas na construção Patologia em fachadas com revestimentos cerâmicos Pathology on facades with ceramic coatings Galletto, Adriana (1); Andrello, José Mario (2) Mestre em Engenharia Civil UNICAMP, diretora Apoena Engenharia Ltda. Pós Graduado em Patologia de Obras Civis Instituto IDD Curitiba diretor Petra Consultoria. Resumo Em fachadas de edifícios verticais, revestidas com elementos cerâmicos, o descolamento dos revestimentos tem se mostrado uma manifestação patológica bastante comum e que incide não apenas sobre edificações antigas, mas também sobre as novas. Por meio de inspeções padronizadas e ensaios não destrutivos e parcialmente destrutivos, realizado em cinco edifícios com características similares, atrelados a pesquisas bibliográficas, foi possível iniciar um levantamento sobre as causas mais prováveis e relevantes para a ocorrência desta anomalia e, com isso, propor medidas preventivas a serem adotadas nas fases de projeto, construção e manutenção predial. Palavras Chave: fachadas, revestimento cerâmico, patologia, manutenção predial. Abstract In vertical building facades, coated with ceramic elements, the detachment of the coatings have been shown to be a pathological manifestation fairly common and affects not just about old buildings, but also the new buildings. Through standardized inspections and nondestructive testing and partially destructive testing, conducted in five buildings with similar characteristics, linked to literature searches, we could start a survey on the most likely causes and relevant to the occurrence of this anomaly and, therefore, propose measures prevention to be implemented in the design, construction and building maintenance phases. Keywords: facades, ceramic coatings, pathology, building maintenance

2 1 Introdução As patologias nas fachadas, que afetam tantas edificações, geralmente se dão no sistema de revestimento, seja ele de concreto aparente, argamassa ou cerâmico, e se referem aos defeitos que se originam nas paredes devido a diversos fatores que podem estar relacionados à qualidade e à durabilidade do acabamento, que dependem de outros tantos elementos que vão desde a qualidade do material utilizado, da parede suporte e da mão de obra, passando pela correta definição de juntas, condições de trabalho e, por fim, adequada manutenção. Os sistemas de revestimentos, sendo a parte que se apresenta mais visível, correspondem ao acabamento final de uma edificação e, dentre diversas funções, a proteção é a que mais se destaca pela sua importância, pois visa a resguardar as superfícies a serem revestidas contra os agentes causadores de deterioração, dentre os quais infiltração de água de chuva, da água contida no solo, água de uso e/ou manutenção, além da ação de ventos, temperatura e umidade do ar, ação de fungos, ataque de roedores e outros agentes de carga, de uso e sobrecarga [1 ]. Além disso, os revestimentos também cumprem a função estética, contribuindo significativamente para a valorização do imóvel. A especificação de preparo das bases (substrato) que receberão os revestimentos, assim como o controle dos materiais constituintes e a utilização de mão de obra qualificada são aspectos fundamentais para seu bom desempenho e aderência, evitando diversos problemas [2]. No caso das fachadas revestidas por elementos cerâmicos, a patologia geralmente se manifesta como descolamento da cerâmica, que pode estar relacionada a fatores como: descuidos da mão de obra no preparo da argamassa colante, utilização da argamassa após excedido o tempo em aberto, pressão inadequada para o assentamento do elemento cerâmico na parede, infiltração de água, contaminação do tardoz por poeira, gordura ou outras sujidades, inexistência ou deterioração das juntas de movimentação [1 e 2]. Ou seja, as causas que levam à ocorrência das patologias nem sempre são de fácil determinação e muitas vezes são uma combinação de diversos fatores. Assim, este artigo tem como objetivo apresentar uma contribuição ao estudo das causas das patologias em fachadas com revestimento cerâmico, tendo como base inspeções e ensaios não destrutivos e parcialmente destrutivos, executados em cinco edifícios residenciais, do tipo vertical, e localizados em áreas centrais de municípios do interior de São Paulo, num raio de 35 quilômetros, ou seja, próximos entre si de forma que fatores como temperatura e umidade ambiente não afetassem os resultados do estudo. 2 Metodologia de trabalho 2.1. Inspeção e teste de percussão Os trabalhos foram iniciados com inspeção visual, por meio de descidas com balancins individuais tipo cadeirinha, desde a cobertura até o pavimento térreo, de forma a abranger toda a área das fachadas, e com registro fotográfico, o que permitiu uma avaliação do estado de conservação geral de cada um dos edifícios e uma pré análise das patologias existentes.

3 Ainda durante esta inspeção foram realizados testes de percussão (figura 1) o que possibiltou um mapeamento das áreas com som cavo e, portanto, com prováveis problemas de aderência, como o exemplo mostrado na figura 2. Fig. 1 Teste de percussão com uso de martelo Fig. 2 Mapeamento das áreas com som cavo, determinadas pelo teste de percussão

4 Paralelamente aos trabalhos de campo, foram analisados documentos existentes e o histórico de cada edifício, como projetos, memoriais descritivos, sistemas construtivos, idade do imóvel, intervenções anteriores, critérios e periodicidade de manutenções etc, para que pudesse ser reunida a maior quantidade possível de informações sobre as edificações Ensaio de resistência de aderência à tração (ensaio de arrancamento) Identificados os pontos mais deteriorados e com som cavo, foi possível determinar em quais locais das fachadas seriam aplicados os ensaios de resistência de aderência à tração, com objetivo de auxiliar na identificação das causas das patologias. Os ensaios para determinação da resistência de aderência à tração foram realizados seguindo se os procedimentos descritos nas normas da ABNT NBR 13528:2010 [3] e NBR 14084:2004 [4], vigente na época da realização dos trabalhos e hoje substituída pela NBR :2012 (figura 3). Fig. 3 Ensaio de arrancamento A finalidade deste ensaio foi avaliar se existiam falhas na aderência do sistema (base/revestimento) e se tais falhas se davam na argamassa colante, no emboço ou ainda no chapisco, para tanto, utilizou se um equipamento de arrancamento de comando manual com manômetro, devidamente calibrado, e os resultados obtidos com os ensaios foram então avaliados de acordo com as normas da ABNT NBR 13749:1996 [5] (tabela 1) e NBR 14081:2004 [6] (tabela 2), atualmente substituída pela NBR :2012. Tabela 1 Limites de Resistência de Aderência à Tração (RA) para Emboço e Camada Única LOCAL ACABAMENTO RA (MPa) Parede Interna Pintura ou base para reboco 0,20 Cerâmica ou laminado 0,30 Externa Pintura ou base para reboco 0,30 Cerâmica 0,30 Teto 0,20

5 Tabela 2 Requisitos de Argamassa Colante Propriedade Tempo em aberto Resistência de aderência à tração aos 28 dias em: cura normal cura submersa cura em estufa Método de ensaio ABNT NBR ABNT NBR Argamassa colante industrializada ACI ACII ACIII E min Argamassa do tipo I, II ou III, com tempo em aberto estendido em no Unidade MPa MPa MPa 0,5 0,5 0,5 0,5 0,5 1,0 1,0 1,0 mínimo 10 minutos do especificado nesta tabela. Deslizamento 1) ABNT NBR mm 0,7 0,7 0, ) O ensaio de deslizamento não é necessário para argamassa utilizada em aplicações com revestimento horizontal. 3 Características dos edifícios 3.1. Edifícios A e B Edifícios residenciais com bom padrão de acabamento, localizados no mesmo terreno, porém isolados um do outro, com pavimento térreo e 25 pavimentos tipo cada. Idade de 34 anos e sistema construtivo composto por estruturas de concreto armado e vedação em blocos cerâmicos furados. Fachadas, do 1 ao 25 andar, revestidas por pastilhas cerâmicas 2x2cm, desprovidos de juntas de movimentação. No pavimento térreo o revestimento também é cerâmico, porém formado por placas com dimensões 20x20cm Edifício C Edifício residencial, com elevado padrão de acabamento, pavimento térreo e 17 pavimentos tipo. Idade de apenas 5 anos e sistema construtivo composto por estruturas de concreto armado e vedação em blocos cerâmicos furados. Fachadas revestidas por pastilhas cerâmicas 10x10cm, com juntas de dilatação horizontal entre os andares Edifício D Edifício residencial, com bom padrão acabamento, pavimento térreo e 13 pavimentos tipo. Idade de 23 anos e sistema construtivo composto por estruturas de concreto armado e vedação em blocos cerâmicos furados. Fachadas revestidas por pastilhas cerâmicas 2x2cm, desprovidos de juntas de movimentação Edifício E Edifício residencial, com bom padrão acabamento, pavimento térreo e 18 pavimentos tipo. Idade de 19 anos e sistema construtivo composto por estruturas de concreto armado e vedação em blocos cerâmicos furados. Fachadas revestidas por pastilhas cerâmicas 2x2cm, desprovidos de juntas de movimentação.

6 4 Patologias identificadas IX Congreso Internacional sobre Patología y Recuperación de Estructuras Apesar da diferença de idade e número de pavimentos entre os edifícios avaliados, as principais manifestações patológicas foram bastante similares: Manchas e som cavo nos revestimentos (figura 4); Descolamento das cerâmicas (figuras 5 e 6); Fissuras e falhas nos rejuntamentos entre as pastilhas cerâmicas (figuras 7 e 8). Fig. 4 Revestimento manchado e com som cavo detectado por ensaio de percussão Fig. 5 e 6 Descolamento dos revestimentos cerâmicos Fig. 7 e 8 Rejuntamento com fissuras e falhas

7 O diferencial se deu na gravidade e quantidade das patologias, mas as causas que levaram ao surgimento das anomalias também se assemelham. O Edifício C, sendo o único com junta de movimentação entre os andares, apresentou, além das patologias citadas, também degradação das juntas (figura 9). Fig. 9 Junta de movimentação deteriorada As figuras 10 a 14 mostram, em porcentagem, as patologias identificadas em cada um dos cinco edifícios. Fig. 10 Patologias nas fachadas do Edifício A Fig. 11 Patologias nas fachadas do Edifício B

8 Fig. 12 Patologias nas fachadas do Edifício C Fig. 13 Patologias nas fachadas do Edifício D Fig. 14 Patologias nas fachadas do Edifício E No caso das áreas som cavo, mas ainda sem o descolamento do revestimento cerâmico, o ensaio de resistência de aderência à tração, permitiu avaliar se o problema de aderência estava na ligação cerâmica/argamassa de assentamento, no emboço ou ainda no chapisco, conforme representado nas figuras 15 a 19. Salientando que só foram levados em consideração nos gráficos, os RAs (resistências de aderência) dentro da faixa limite estabelecida pelas normas da ABNT supra citadas [5 e 6], ou seja, RA 0,30 para ruptura referente ao emboço e RA 0,50 para ruptura referente à argamassa colante.

9 Fig. 15 Resultado do ensaio de resistência de aderência à tração Edifício A Fig. 16 Resultado do ensaio de resistência de aderência à tração Edifício B Fig. 17 Resultado do ensaio de resistência de aderência à tração Edifício C Fig. 18 Resultado do ensaio de resistência de aderência à tração Edifício D

10 Fig. 19 Resultado do ensaio de resistência de aderência à tração Edifício E 5 Análise dos resultados No caso das patologias que atingem as fachadas, avaliando se os resultados obtidos nos cinco edifícios (excluindo se a degradação das juntas de movimentação, que só existe em um dos edifícios estudados), nota se que a maior incidência de anomalias de dá no sistema de rejuntamento, seja por falhas ou fissuras (figura 20). Fig. 20 Proporção das patologias agruparadas dos cinco edifícios estudados Pela análise do ensaio de resistência de aderência à tração, avaliando se os cinco edifícios, nota se a incidência de ruptura proporcionalmente igual na interface cerâmica/argamassa colante e no emboço, ficando logo abaixo, em segundo lugar, a ruptura na interface argamassa colante/ emboço (figura 21). Fig. 21 Tipologia de ruptura agruparada dos cinco edifícios estudados

11 6 Conclusões IX Congreso Internacional sobre Patología y Recuperación de Estructuras A maior parte das patologias nas fachadas, que se mostrou no sistema de rejuntamentos, pode ter levado a ocorrência das demais patologias, como as manchas, som cavo e o descolamento das cerâmicas, isto porque, no rejuntamento para fachadas cerâmicas, a flexibilidade é a principal exigência de desempenho, pois as placas cerâmicas tendem a se movimentar segundo as variações de temperatura e umidade do ambiente e caberá ao rejunte possibilitar que essas placas trabalhem individualmente, acomodando qualquer deformação imposta à camada externa do conjunto aderido. Outra função importante do rejuntamento é conferir estanqueidade ao sistema, vedando as juntas entre as placas contra a água da chuva [2]. Assim, com o desgaste natural do rejuntamento, atrelado a falhas ou até mesmo a completa falta de manutenção, as infiltrações de água ocorrem possibilitando o futuro descolamento do revestimento cerâmico e até mesmo a degradação do emboço. Com isso, evidencia se a importância de um apropriado projeto de fachadas, a correta especificação e aplicação dos materiais, em conjunto com manutenções adequadas e periódicas, visando a maior durabilidade das fachadas. Referências [1] Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia IBAPE Inspeção Predial Checkup predial: Guia da boa manutenção. São Paulo, Editora Leud; [2] Campante, E. F. e Baía, L. L. M. Projeto e Execução de Revestimento Cerâmico. São Paulo, Editora O Nome da Rosa em parceria com Caixa Econômica Federal; [3] Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 13528:2010. Revestimento de paredes e tetos de argamassa inorgânicas Determinação da resistência de aderência à tração. Rio de Janeiro, [4] Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 14084:2004. Argamassa colante industrializada para assentamento de placas cerâmicas Determinação da resistência de aderência à tração. Rio de Janeiro, [5] Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 13749:1996. Revestimento de paredes e tetos de argamassa inorgânicas Especifcação. Rio de Janeiro, [6] Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 14081:2004. Argamassa colante industrializada para assentamento de placas cerâmicas Requisitos. Rio de Janeiro, 2004.

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