13.S- SÍNDICOS DE CONDOMÍNIO IMOBILIÁRIO:

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1 13.S- SÍNDICOS DE CONDOMÍNIO IMOBILIÁRIO: INSTRUÇÃO NORMATIVA INSS/PR Nº 11, DE 20 DE SETEMBRO DE 2006 DOU DE 21/09/2006 Estabelece critérios a serem adotados pela área de Benefícios. O Presidente do Instituto Nacional do Seguro Social-INSS, no uso da competência que lhe confere o Decreto nº 5.870, de 8 de agosto de 2006, Considerando o disposto nas Leis nº e nº 8.213, ambas de 24 de julho de 1991; Considerando o estabelecido no Regulamento da Previdência Social-RPS, aprovado pelo Decreto nº 3.048, de 6 de maio de 1999; Considerando a necessidade de estabelecer rotinas para agilizar e uniformizar a análise dos processos de reconhecimento, manutenção e revisão de direitos dos beneficiários da Previdência Social, para a melhor aplicação das normas jurídicas pertinentes, com observância dos princípios estabelecidos no art. 37 da Constituição Federal, Art. 1º Disciplinar procedimentos a serem adotados pela área de Benefícios. DOS BENEFICIÁRIOS Seção I Art. 5º É segurado na categoria de contribuinte individual, conforme o inciso V do art. 9º do RPS, aprovado pelo Decreto nº 3.048/1999: VII- o síndico ou o administrador eleito, com percepção de remuneração ou que esteja isento da taxa de condomínio a partir de 6 de março de 1997, data da publicação do Decreto nº 2.172; Art. 10. São segurados facultativos da Previdência Social, conforme dispõe o art. 11 do RPS, aprovado pelo Decreto nº 3.048/1999, as seguintes pessoas físicas, entre outras: II) o síndico de condomínio, desde que não remunerado; 1 Serão considerados os recolhimentos efetuados pelo síndico que auferia remuneração quando filiado como segurado facultativo no período de 25 de julho de 1991 (data da publicação da Lei nº 8.213) a 5 de março de 1997, véspera da vigência do Decreto nº 2.172, de 5/3/97. Art Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação, devendo ser aplicada em todos os processos pendentes de análise e decisão, e revoga a IN INSS/DC nº 118, de 14 de abril de 2005 e IN INSS/PRES nº 02, de 17 de outubro de VALDIR MOYSÉS SIMÃO Presidente. INSTRUÇÃO NORMATIVA MPS/SRP Nº 5, DE 3 DE AGOSTO DE 2005 Altera a Instrução Normativa SRP nº 03, de 14 de julho de 2005 que dispõe sobre normas gerais de tributação previdenciária e de arrecadação das contribuições sociais administradas pela Secretaria da Receita Previdenciária - SRP e dá outras providências. A Secretária da Receita Previdenciária, no uso das atribuições conferidas pelos arts. 1º e 3º da Lei nº , de 13 de janeiro de 2005 e pelo inciso IV do art. 18 do Anexo I do Decreto nº 5.469, de 15 de junho de 2005, resolve: Art. 1º O art. 761 da Instrução Normativa SRP nº 03, de 14 de julho de 2005, passa a vigorar com a seguinte redação: Art Esta Instrução Normativa entrará em vigor em 1º de agosto de Art. 2º Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação. LIÊDA AMARAL DE SOUZA - Secretária da Receita Previdenciária. INSTRUÇÃO NORMATIVA MPS/SRP Nº 3, DE 14 DE JULHO DE DOU DE 15/07/2005 Dispõe sobre normas gerais de tributação previdenciária e de arrecadação das contribuições sociais administradas pela Secretaria da Receita Previdenciária - SRP e dá outras providências. A Secretária da Receita Previdenciária, no uso das atribuições conferidas pelos arts. 1º e 3º da Lei nº , de 13 de janeiro de 2005 e pelo inciso IV do art. 18 do Anexo I do Decreto nº 5.469, de 15 de junho de 2005, Resolve: Art. 1º Dispor sobre normas gerais de tributação das contribuições sociais destinadas à Previdência Social e das destinadas a outras entidades ou fundos; e estabelecer os procedimentos aplicáveis à arrecadação dessas contribuições, em nome do Instituto Nacional do Seguro Social - INSS, pela Secretaria da Receita Previdenciária - SRP. Conceitos Art. 5º Segurado facultativo é a pessoa física maior de dezesseis anos de idade que, por ato volitivo, se inscreva como contribuinte da Previdência Social, desde que não exerça atividade remunerada que implique filiação obrigatória a qualquer regime de Previdência Social no País. 1º Poderiam ter contribuído facultativamente, dentre outros:

2 III- o síndico de condomínio ou o administrador eleito para exercer atividade de administração condominial, mesmo quando remunerado, até fevereiro de Vigência Art A partir da vigência desta Instrução Normativa deixam de ter aplicação, no âmbito da Secretaria da Receita Previdenciária, os seguintes atos:... II- Instrução Normativa INSS/DC nº 100, de 18 de dezembro de 2003; Art Esta Instrução Normativa entrará em vigor no primeiro dia do mês seguinte ao de sua publicação. LIÊDA AMARAL DE SOUZA - Secretária da Receita Previdenciária. Nota: Alterada pela Instrução Normativa SRP nº 5, de 3 de agosto de INSTRUÇÃO NORMATIVA INSS/DC Nº 118, DE 14 DE ABRIL DE 2005 DOU DE 18/04/2005 Estabelece critérios a serem adotados pela área de Benefício. A Diretoria Colegiada do Instituto Nacional do Seguro Social - INSS, na 3ª Reunião Ordinária realizada no dia 28 de março de 2005, no uso da competência conferida pelo Decreto nº 5.257, de 27 de outubro de 2004, CONSIDERANDO o disposto nas Leis nº e nº 8.213, ambas de 24 de julho de 1991; CONSIDERANDO o estabelecido no Regulamento da Previdência Social RPS, aprovado pelo Decreto nº 3.048, de 6 de maio de 1999 e CONSIDERANDO a necessidade de estabelecer rotinas para agilizar e uniformizar a análise dos processos de reconhecimento, manutenção e revisão de direitos dos beneficiários da Previdência Social, para melhor aplicação das normas jurídicas pertinentes, com observância dos princípios estabelecidos no art. 37 da Constituição Federal-CF, Art. 1º Disciplinar procedimentos a serem adotados pela área de Benefício. Dos Beneficiários Seção I Art. 5º É segurado na categoria de contribuinte individual: VII- o síndico ou o administrador eleito, com percepção de remuneração ou que esteja isento da taxa de condomínio a partir de 6 de março de 1997, data da publicação do Decreto nº 2.172/97; Art. 10. São segurados facultativos da Previdência Social as seguintes pessoas físicas:... b) o síndico de condomínio, desde que filiado como segurado facultativo no período de 25 de julho de 1991 (data da publicação da Lei nº 8.213) a 5 de março de 1997, véspera da vigência do Decreto nº 2.172/97; Art. 631 Esta IN entra em vigor na data de sua publicação, devendo ser aplicada em todos os processos pendentes de concessão, e revoga a IN nº 95 INSS/DC, de 7 de outubro de 2003; a IN nº 96 INSS/DC, de 23 de outubro de 2003; IN nº 99 INSS/DC, de 5 de dezembro de 2003, e a IN nº 111 INSS/DC, de 30 de setembro de Nota.: Revogada pela Instrução Normativa INSS/PR nº 11, de 20 de setembro de INSTRUÇÃO NORMATIVA INSS/DC Nº 100, DE 18 DE DEZEMBRO DE 2003 DOU DE 30/03/2004 Dispõe sobre normas gerais de tributação previdenciária e de arrecadação das contribuições sociais administradas pelo INSS, sobre os procedimentos e atribuições da fiscalização do INSS e dá outras providências. A Diretoria Colegiada do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), em reunião extraordinária realizada no dia 18 de dezembro de 2003, no uso da competência que lhe foi conferida pelo inciso II do art. 7º da Estrutura Regimental do INSS, aprovada pelo Decreto nº 4.688, de 07 de maio de 2003; resolve: Subseção II Art. 12. Filia-se obrigatoriamente ao RGPS, na qualidade de contribuinte individual: XIV- o associado eleito para cargo de direção em cooperativa, em associação ou em entidade de qualquer natureza ou finalidade e o síndico ou o administrador eleito para exercer atividade de administração condominial, desde que recebam remuneração pelo exercício do cargo, ainda que de forma indireta, observado, para estes últimos, o disposto no inciso III do 1º do art. 14; Art º Poderiam ter-se filiado facultativamente, entre outros: III- o síndico de condomínio ou o administrador eleito para exercer atividade de administração condominial, mesmo quando remunerado, até fevereiro de CAPÍTULO VI Das Revogações e da Vigência

3 Art Esta Instrução Normativa revoga a Ordem de Serviço INSS/DAF/PG nº 9, de 21 de dezembro de 1992, a Ordem de Serviço INSS/DAF/DSS nº 66, de 10 de outubro de 1997, a Instrução Normativa INSS/DC nº 29, de 29 de junho de 2000, a Instrução Normativa INSS/DC nº 37, de 12 de setembro de 2000, as Instruções Normativas INSS/DC nºs 65, 66, 67, 68, 69, 70 e 7l, todas de 10 de maio de 2002 e a Instrução Normativa INSS/DC nº 89, de 11 de junho de 2003 e disposições normativas em contrário. Art Esta Instrução Normativa entrará em vigor no dia 1º de abril de Nota: Revogada pela Instrução Normativa MPS/SRP nº 3, de 14 de julho de INSTRUÇÃO NORMATIVA INSS/DC Nº 71, DE 10 DE MAIO DE DOU DE 15/05/2002 Dispõe sobre normas gerais de Tributação Previdenciária e de Arrecadação no âmbito do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A Diretoria Colegiada do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), em reunião ordinária realizada no dia 10 de maio de 2002, no uso da competência que lhe foi conferida pelo inciso III do art. 7º do Regimento Interno do INSS, aprovado pela Portaria MPAS nº 3.464, de 27 de setembro de 2001, Dispor sobre normas gerais de tributação e de arrecadação das contribuições previdenciárias. TÍTULO I Das Disposições Preliminares Da Obrigação Previdenciária Seção III Dos Sujeitos Passivos Art. 5º É segurado facultativo o maior de dezesseis anos que, por ato volitivo, filie-se ao RGPS, mediante contribuição, desde que não esteja exercendo atividade remunerada vinculada a qualquer regime de Previdência Social, podendo filiar-se nesta qualidade, entre outros:... c) o síndico de condomínio, quando não remunerado; TÍTULO V Das Disposições Gerais Art Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação, produzindo efeitos a partir de 1º de setembro de 2002 (redação alterada pela Instrução Normativa nº 76-26/06/2002). JUDITH IZABEL IZÉ VAZ - Diretora-Presidente. VALDIR MOYSÉS SIMÃO - Diretor de Arrecadação. MARCOS MAIA JÚNIOR - Procurador-Geral. ROBERTO LUIZ LOPES - Diretor de Orçamento, Finanças e Logística. BENEDITO ADALBERTO BRUNCA - Diretor de Benefícios. SÉRGIO AUGUSTO CORRÊA DE FARIA - Diretor de Recursos Humanos. Nota: Revogada pela Instrução Normativa INSS/DC nº 100, de 18 de dezembro de DECRETO Nº 3.265, DE 29 DE NOVEMBRO DE DOU DE 30/11/99. Altera o Regulamento da Previdência Social, aprovado pelo Decreto nº 3.048, de 6 de maio de 1999, e dá outras providências. Constituição Federal, e de acordo com a Lei nº 9.876, de 26 de novembro de 1999, D E C R E T A : Art. 1º O Regulamento da Previdência Social, aprovado pelo Decreto nº 3.048, de 6 de maio de 1999, passa a vigorar com as seguintes alterações: Art. 9º... V- como contribuinte individual:... i) o associado eleito para cargo de direção em cooperativa, associação ou entidade de qualquer natureza ou finalidade, bem como o síndico ou administrador eleito para exercer atividade de direção condominial, desde que recebam remuneração; (grifamos) Art. 3º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação, produzindo efeitos, quanto à majoração de contribuição e ao disposto no 20 do art. 216, a partir da competência março de Art. 4º Revogam-se a alínea n do inciso I, os incisos III e IV do caput do art. 9º, o 1º do art. 32, o 2º do art. 60, os 1º e 2º do art. 94, os 1º e 2º do art. 101, o 2º do art. 128, o 1º do art. 166, os 9º a 14 do art. 201, o 9º do art. 202, o inciso XX do 9º do art. 214, o art. 215, o 2º do art. 255, o 2º do art. 305 e o 5º do art. 336 do Regulamento da Previdência Social, aprovado pelo Decreto nº 3.048, de 6 de maio de Brasília, 29 de novembro de 1999; 178º da Independência e 111º da República.

4 LEI Nº 9.876, DE 26 DE NOVEMBRO DE Dispõe sobre a contribuição previdenciária do contribuinte individual, o cálculo do benefício, altera dispositivos das Leis nºs e 8.213, ambas de 24 de julho de 1991, e dá outras providências. O Presidente da República Faço saber que Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1º. A Lei nº 8.212, de 24 de julho de 1991, passa a vigorar com as seguintes alterações: Art V- como contribuinte individual: (NR) f) o titular de firma individual urbana ou rural, o diretor não empregado e o membro de conselho de administração de sociedade anônima, o sócio solidário, o sócio de indústria, o sócio gerente e o sócio cotista que recebam remuneração decorrente de seu trabalho em empresa urbana ou rural, e o associado eleito para cargo de direção em cooperativa, associação ou entidade de qualquer natureza ou finalidade, bem como o síndico ou administrador eleito para exercer atividade de direção condominial, desde que recebam remuneração; (grifamos) Art. 9º. Revogam-se a Lei Complementar nº 84, de 18 de janeiro de 1996, os incisos III e IV do artigo 12 e o artigo 29 da Lei nº 8.212, de 24 de julho de 1991, os incisos III e IV do artigo 11, o parágrafo 1º do artigo 29 e o parágrafo único do artigo 113 da Lei nº 8.213, de 24 de julho de Brasília, 26 de novembro de 1999; 178º da Independência e 111º da República. FERNANDO HENRIQUE CARDOSO - Waldeck Ornélas. DECRETO Nº 3.048, DE 6 DE MAIO DE Aprova o Regulamento da Previdência Social, e dá outras providências. Art. 9º. São segurados obrigatórios da previdência social as seguinte pessoas físicas: III- como empresário:... f) o associado eleito para cargo de direção, observada a legislação pertinente, na cooperativa, associação ou entidade de qualquer natureza ou finalidade, bem como o síndico ou administrador eleito para exercer atividade de direção condominial remunerada; Art º Podem filiar-se facultativamente, entre outros:... II- o síndico de condomínio, quando não remunerado; Brasília, 6 de maio de 1999; 178º da Independência e 111º da República. ORIENTAÇÃO NORMATIVA SPS/MPAS Nº 8, DE 21 DE MARÇO DE DOU DE 24/03/1997 O Secretário da Previdência Social, no uso das atribuições que lhe confere o art. 8º, inciso III, da Estrutura Regimental do Ministério da Previdência e Assistência Social, aprovada pelo Decreto nº 1.644, de 26 de setembro de 1995; Considerando o Regulamento da Organização e do Custeio da Seguridade Social - ROCSS, aprovado pelo Decreto nº 2.173, de 5 de março de 1997; Considerando o Regulamento dos Benefícios da Previdência Social - RBPS, aprovado pelo Decreto nº 2.172, de 5 de março de 1997; Considerando a conveniência de atualizar e consolidar as orientações normativas emanadas desta Secretaria da Previdência Social, resolve: Filiação e Inscrição 5.3. É considerado empresário:... g) o associado eleito para cargo de direção, observada a legislação pertinente, na cooperativa, associação ou entidade de qualquer natureza ou finalidade, bem como o síndico ou cabecel eleito para exercer atividade de direção condominial; 6. É segurado facultativo o maior de 14 (quatorze) anos de idade que se filiar ao RGPS, mediante contribuição, na forma do art. 23 do ROCSS, desde que não esteja exercendo atividade que o enquadre no item 5 desta Orientação Normativa-ON, podendo filiar-se, facultativamente, dentre outros:... b) o síndico de condomínio, quando não remunerado; 101. Revogam-se as Orientações Normativas nº 1, de 27 de junho de 1994, nº 2, de 11 de agosto de 1994, nº 3, de 12 de agosto de 1994, nº 4, de 8 de novembro de 1994, nº 5, de 22 de janeiro de 1996 e nº 6, de 19 de junho de MARCELO VIANA ESTEVÃO DE MORAES. DECRETO Nº 2.173, DE 5 DE MARÇO DE Aprova o Regulamento da Organização e do Custeio da Seguridade Social. Art. 1º O Regulamento da Organização e do Custeio da Seguridade Social passa a vigorar na forma do texto apenso ao presente Decreto, com seu anexo. Art. 2º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.

5 Brasília, 5 de março de 1997; 176º da Independência e 109º da República. Do Segurado da Previdência Social Art. 10. São segurados obrigatórios da previdência social as seguintes pessoas físicas: III- como empresário:... g) o associado eleito para cargo de direção, observada a legislação pertinente, na cooperativa, associação ou entidade de qualquer natureza ou finalidade, bem como o síndico ou cabecel eleito para exercer atividade de direção condominial; (grifamos) Art º. Podem filiar-se facultativamente, entre outros:... b) o síndico de condomínio, quando não remunerado; DECRETO Nº 2.172, DE 5 DE MARÇO DE 1997 DOU DE 06/03/97. Aprova o Regulamento dos Benefícios da Previdência Social. Constituição Federal,... DECRETA: Art. 1º- O Regulamento dos Benefícios da Previdência Social passa a vigorar na forma do texto apenso ao presente Decreto, com seus anexos. Art. 2º- Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. Art. 3º- Ficam revogados os Decretos nºs 357, de 7 de dezembro de 1991, 611, de 24 de julho de 1992, e 854, de 2 de julho de Brasília, 5 de março de 1997; 176º da Independência e 109º da República. FERNANDO HENRIQUE CARDOSO Reinhold Stephanes. TÍTULO III Do Regime Geral de Previdência Social Dos Beneficiários SEÇÃO I Art. 6º- São segurados obrigatórios da previdência social as seguintes pessoas físicas: III- como empresário:... g) o associado eleito para cargo de direção, observada a legislação pertinente, na cooperativa, associação ou entidade de qualquer natureza ou finalidade, bem como o síndico ou cabecel eleito ou contratado para exercer atividade de direção condominial; DECRETO Nº 612, DE 21 DE JULHO DE DOU DE 22/07/92. Dá nova redação ao Regulamento da Organização e do Custeio da Seguridade Social, aprovado pelo Decreto nº 356, de 7 de dezembro de 1991, e incorpora as alterações da legislação posterior. Constituição, e de acordo com as Leis nº 8.212, de 24 de julho de 1991, 8.218, de 29 de agosto de 1991, 8.222, de 5 de setembro de 1991, 8.383, de 30 de dezembro de 1991, 8.422, de 13 de maio de 1992, 8.444, de 20 de julho de 1992, e Lei Complementar nº 70, de 30 de dezembro de 1991, DECRETA: Art. 1º O Regulamento da Organização e do Custeio da Seguridade Social passa a vigorar com as alterações introduzidas na forma do texto apenso ao presente Decreto, com seu anexo. Art. 2º O novo texto substitui o Regulamento anterior, resguardados os direitos adquiridos durante sua vigência. Art. 3º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. Brasília, 21 de julho de 1992; 171º da Independência e 104º da República. - Do Segurado da Previdência Social Art Parágrafo único. Podem filiar-se facultativamente, entre outros:... b) o síndico de condomínio; DECRETO Nº 356, DE 7 DE DEZEMBRO DE DOU DE 09/12/91. Aprova o Regulamento da Organização e do Custeio da Seguridade Social. Constituição, e de acordo com as Leis nº 8.212, de 24 de julho de 1991, e nº 8.218, de 29 de agosto de 1991, DECRETA: Art. 1º Fica aprovado o Regulamento da Organização e do Custeio da Seguridade Social, que acompanha este Decreto, com seu anexo.

6 Art. 2º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. Brasília, 7 de dezembro de 1991; 170º da Independência e 103º da República. - Do Segurado da Previdência Social Art Parágrafo único. Podem filiar-se facultativamente entre outros:... b) o síndico de condomínio; PORTARIA Nº SPS-02, DE 6 DE JUNHO DE 1979 O Secretário da Previdência Social, no uso das suas atribuições, e CONSIDERANDO a conveniência de atualizar, em face dos Decretos nºs e , de 24/01/79, que aprovaram, respectivamente, os Regulamentos dos Benefícios (RBPS) e do Custeio (RCPS) da Previdência Social, a Portaria nº SPS-9, de 03/11/78, que estabeleceu normas sobre filiação, inscrição e incidência de contribuições, na previdência social, Casos especiais 4. O síndico de condomínio imobiliário, ainda que receba remuneração, não é segurado, uma vez que se trata apenas de um representante dos condôminos. 14. Nenhuma declaração das partes, ainda que constante de contrato, que contrarie a lei, o direito ou a realidade dos fatos poderá prevalecer para desfigurar a filiação do segurado a previdência social, na respectiva categoria. Disposição final 55. Esta portaria substitui a Portaria nº SPS-9, de 03/11/78 e revoga as disposições em contrário. MILTON MARTINS MORAES Secretário. PORTARIA Nº SPS-9, DE 3 DE NOVEMBRO DE DOU DE 13/11/1978 O Secretário de Previdência Social, no uso de suas atribuições, e CONSIDERANDO a conveniência de atualizar, em face da legislação e das decisões normativas supervenientes, a Portaria nº SPS-29, de 12/09/1975, que estabeleceu normas sobre filiação, inscrição e incidência de contribuições, na previdência social, resolve: FILIAÇÃO E INSCRIÇÃO - Casos especiais 4. O síndico de condomínio imobiliário, ainda que receba remuneração, não é segurado, uma vez que se trata apenas de um representante dos condôminos. 14. Nenhuma declaração das partes, ainda que constante de contrato, que contrarie a lei, o direito ou a realidade dos fatos poderá prevalecer para desfigurar a filiação do segurado a previdência social, na respectiva categoria. Disposição final 55. Esta Portaria substitui a Portaria nº SPS-29, de 12/09/1975, e revoga as disposições em contrário. CELSO BARROSO LEITE Secretário. Nota: Revogada pela Portaria nº SPS-02, de 6 de junho de PORTARIA Nº SPS-29, DE 12 DE SETEMBRO DE 1975 DOU DE O Secretário da Previdência Social, no uso de suas atribuições e Considerando que a Lei nº 5.890, de , e o Regulamento do Regime de Previdência Social - RRPS, (Decreto nº , de ), tornaram conveniente consolidar e uniformizar os atos e decisões de caráter normativo em vigor, inclusive como ponto de partida para sua revisão e para a expedição de normas sobre matéria ainda não disciplinada; Considerando que subsistem dúvidas sobre a filiação previdenciária dos trabalhadores que prestam serviços a empregadores rurais e a empresas agroindustriais e agrocomerciais, assim como sobre o extinto Plano Básico, R E S O L V E: 1- No trato das questões relacionadas com a filiação, inscrição e incidência de contribuições na previdência social, serão observadas as normas a seguir: FILIAÇÃO E INSCRIÇÕES - Casos Especiais 5- O síndico de condomínio imobiliário, ainda que receba remuneração, não é segurado, uma vez que se trata apenas de representante dos condôminos. 10- Nenhuma declaração das partes, ainda que constante de contrato, que contrarie a lei, o direito ou a realidade dos fatos poderá prevalecer para desfigurar a qualificação do profissional ou empregado na respectiva categoria de segurados da previdência social. Disposição Geral 41- Esta Portaria revoga as Portarias nºs SPS-39, 132, 172, 194 e 199, de 1973, e 131, de 1974, e demais disposições em contrário. CELSO BARROSO LEITE Secretário. Nota: Revogado pela Portaria nº SPS-9, de 3 de novembro de 1978.

7 RESOLUÇÃO Nº CD/DNPS-42, DE 19 DE JANEIRO DE 1971 Proc. nº MTPS /70. Assunto: Situação do síndico perante a previdência social. Solicitante: Instituto Nacional de Previdência Social. Solicitado : Departamento Nacional da Previdência Social. Relator : Conselheiro FÁBIO EGYPTO. O Conselho-Diretor do Departamento Nacional da Previdência Social, por unanimidade, CONSIDERANDO as razões do Parecer nº 178/70, da Assessoria Jurídica deste Departamento, R E S O V E : Declarar que os síndicos de condomínios imobiliários, mesmo quando exerçam sua função percebendo remuneração, não são segurados da Previdência Social, uma vez que são, apenas, representantes dos condôminos. Ausente: Conselheiro LAURO FABIANO DE ALMEIDA. FÁBIO EGYPTO Conselheiro/Relator GODOFREDO H. CARNEIRO LEÃO Presidente/Substituto.

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