COMUNICAÇÃO E TECNOLOGIA: O VÍDEO COMO VEÍCULO DE

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "COMUNICAÇÃO E TECNOLOGIA: O VÍDEO COMO VEÍCULO DE"

Transcrição

1 COMUNICAÇÃO E TECNOLOGIA: O VÍDEO COMO VEÍCULO DE COMUNICAÇÃO RURAL. Cenira Almeida Sampaio Marta Rocha do Nascimento As tecnologias de comunicação sempre foram tidas como instrumentos facilitadores e eficazes de comunicação rural. A prática, no entanto, nos leva a questionar alguns pressupostos teóricos neste campo de comunicação. Este trabalho é um relato de recepção de vídeo que está sendo realizado junto aos trabalhadores rurais da Zona da Mata Sul em Pernambuco. As sociedades contemporâneas incluem-se hoje numa nova realidade cultural, como conseqüência imediata do desenvolvimento tecnológico, os veículos eletrônicos de comunicação, rompem barreiras impostas pela distância e penetram indistintamente às mais diversas regiões do planeta. Mais que em qualquer época, temos à nossa disposição, meios de eficiente contato com as mais distintas dimensões da realidade, isso nos permite ampliar Mestrandas do Curso de Mestrado em Administração Rural e Comunicação Rural - UFRPE.

2 profundamente o universo de nossos conhecimentos, ao mesmo tempo que altera a nossa vivência. A repercussão de um meio de comunicação decorre principalmente da natureza de sua linguagem. Isso nos leva a uma primeira classificação que separa os produtos impressos dos audiovisuais. Os meios impressos, têm seu alcance diretamente condicionado pela cultura letrada, encontrando no analfabetismo uma forte barreira. Para Sérgio Guimarães - A linguagem escrita reflete uma forma analítica de pensamento e o conduz linearmente. Inspira-se na linguagem oral, mas insiste em corrigí-la, em purificá-la. Compreende-se assim, que seja este o nível que maior resistência oferece à evolução lingüística. 1 Percebemos que os meios impressos provavelmente permitem uma retenção maior dos conteúdos de elaboração complexa. No entanto, a recepção dos meios audiovisuais não requer treinamento especial por parte dos receptores: A linguagem visual se realiza de forma intuitiva, direta, valendo-se de seu caráter análogo, parece-se com o real ao contrário dos arbitrários signos lingüísticos. 2 Esta característica dos meios audiovisuais poderia servir para explicar o seu êxito junto às camadas populares. 1 A esse respeito ver: FREIRE, Paulo; GUIMARÃES, Sérgio. Sobre educação: diálogos. Rio de Janeiro: Paz e Terra, p FREIRE, Paulo; GUIMARÃES, Sérgio. Sobre educação: diálogos. Rio de Janeiro: Paz e Terra, p. 99.

3 Para alguns especialistas, que se interessam pela importância da técnica da mensagem e a comunicação institucional, o vídeo é um dos mais poderosos instrumentos de comunicação que a moderna tecnologia tem colocado à disposição. Segundo Toffler, o mundo que está emergindo rapidamente do choque de novos valores e tecnologias, novas relações geopolíticas, novos estilos de vida e novos modos de comunicação, exige idéias e analogias novas, novas classificações e novos conceitos 3, para ele as novas tecnologias, especialmente o vídeo, fragmentam o conceito de massa por permitirem uma comunicação para públicos delimitados, grupos específicos e interesses individuais. A informação da sociedade viria acompanhada de uma descentralização das informações, o que favoreceria a participação do indivíduo. 4 Em sua tese, Toffler defende que a desmassificação dos meios de comunicação desmassifica igualmente as nossas mentes. 5 Na opinião de Luiz Fernando Santoro, um dos mais importantes desafios para os estudiosos do tema atualmente é exatamente procurar compreender o funcionamento dessas tecnologias, inclusive tecnicamente, o uso que vem sendo 3 TOFFLER, Alvin. A terceira onda. Rio de Janeiro: Record, p Ibid p Id.

4 dado pelas grandes empresas e pelo Estado, resgatando sua dimensão humana e efeitos (positivos ou não) na sociedade como um todo. Contudo ele enfatiza que o vídeo não deve ser estudado como um fenômeno isolado, pois faz parte de todo um aparato de produtos tecnológicos eletrônicos que, na década de 70, passaram a ser reunidos pelo nome genérico de novas tecnologias da comunicação. O vídeo passa então, a ser um componente da chamada revolução eletrônica e a ser valorizado como uma tecnologia voltada para grupos e indivíduos, por sua própria característica técnica. Para Luiz Fernando Santoro, diferentemente da televisão por cabo, do videotexto, dos satélites, o vídeo não depende da vontade política e de grandes recursos financeiros para ser instalado. 6 Sabe-se hoje que o vídeo não é apenas útil para treinamento ou para simples reprodução de fitas pré-gravadas para lazer. De múltiplas utilidades o vídeo já foi definitivamente adotado pela comunidade empresarial. No que diz respeito às culturas populares, o vídeo, tem sido bastante utilizado principalmente em grupos considerados analfabetos, por isso mesmo merece atenção especial no sentido de uma maior avaliação quanto ao seu uso e influência de suas mensagens como indicadores no sentido de modificar o comportamento ou modo de agir e pensar das populações rurais.

5 O vídeo é o meio de comunicação que mais se aproxima da realidade por ser capaz de guardar, dessa realidade, toda a dinâmica de seus movimentos, da cor, dos sons e ruídos, e traduzir os sentimentos de cada ser que nele se faz presente. É também, um veículo de amplas possibilidades na comunicação rural, visto que nesse espaço a comunicação é predominantemente oral, havendo ainda o fato de que as imagens atraem e mantêm a atenção melhor do que qualquer outro meio. Muitas são as instituições governamentais e não governamentais que apoiam e promovem projetos e programas para elevar a capacidade tecnológica e gerencial dos trabalhadores, tendo o vídeo como viabilizador desse processo. É o caso da Companhia Geral de Melhoramentos em Pernambuco, que em 1991 produziu um vídeo para elevar a produtividade de seus trabalhadores rurais. A Companhia Geral de Melhoramentos é composta pelas usinas Cucaú e Laranjeiras, que estão entre as maiores produtoras de açúcar em Pernambuco. Em 1991, a usina enfrentava uma queda na produtividade de seus trabalhadores, o que a levou a produzir um vídeo com 30 minutos de duração que foi dividido em 03 etapas: a institucional, que mostrava as atividades desenvolvidas pela Companhia durante os seus cem anos de atividades; salário, que tratava da questão da produtividade; técnicas de corte e plantio, que mostrava ao 6 Sobre isso ver: SANTORO, Luiz Fernando. A imagem nas mãos: o vídeo popular no Brasil. São Paulo:

6 trabalhador maneiras diferentes de cortar e plantar a cana, o que facilitaria o seu trabalho e aumentaria a sua produtividade. A intenção desse trabalho é avaliar a experiência do vídeo produzido pela Companhia Geral de Melhoramentos nos aspectos da compreensão que os trabalhadores rurais têm das imagens apresentadas e o uso que os mesmos fazem das mensagens veiculadas. Pesquisa Esta pesquisa corresponde a parte inicial de uma investigação que está sendo desenvolvida para avaliar o uso que os trabalhadores rurais, da Usina Cucaú, em Pernambuco, fazem da mensagem do vídeo. Neste primeiro momento, analisamos a compreensão que os trabalhadores têm das mensagens do vídeo, dentro de uma relação da sua cultura enquanto cultura popular com a cultura hegemônica, a que o vídeo produz. As análises serão feitas a partir da compreensão de que as culturas populares desenvolvem uma relação ambivalente com a cultura hegemônica. Ora elas acatam, ora rejeitam e ora refuncionalizam o uso das propostas hegemônicas no sentido de adaptá-las às suas necessidades cotidianas imediatas. 7 Nessa Summus Editorial, p Ver: CANCLINI, Nestor Garcia. Cultura transnacional y culturas populares. Petrópolis: Vozes, p

7 direção, a avaliação da compreensão da mensagem do vídeo será na perspectiva de que se trata de comunicação entre cultura hegemônica materializada pelo vídeo e cultura popular, materializada no discurso dos trabalhadores da Usina. Para a realização dessa pesquisa escolhemos uma amostra de 5% dos trabalhadores que em 1991 foram público-alvo do vídeo (200 trabalhadores) da Usina Cucaú, matriz da Companhia, na Zona da Mata Sul de Pernambuco. Os trabalhadores escolhidos foram selecionados através do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Rio Formoso, Zona da Mata Sul de Pernambuco, uma vez que não se obteve esses dados da Companhia Geral de Melhoramentos em Pernambuco. A avaliação foi feita em duas etapas: na primeira, o vídeo foi exibido de uma única vez para os trabalhadores no auditório do Sindicato; na segunda etapa foi exibido por partes. Inicialmente, exibiu-se as imagens institucionais, depois a questão dos salários e por último a parte da técnica de corte e plantio da cana de açúcar. A técnica utilizada para a coleta dos dados foi a entrevista individual composta de duas questões básicas: a compreensão das imagens exibidas no vídeo; o uso que os trabalhadores vêm fazendo das mensagens contidas no vídeo, em relação a parte que trata das novas técnicas de corte e plantio de cana.

8 Avaliação A primeira dificuldade que enfrentamos foi a de conquistar a confiança dos trabalhadores que demonstram ter receios de responder às perguntas, acreditando que as mesmas seriam vistas pela Diretoria da Usina. Alguns trabalhadores chegaram a se negar, num primeiro momento, a responder. Outros concordaram, de início, porém indagaram várias vezes o objetivo das perguntas. Mesmo tendo conseguido convencê-los de que a pesquisa seria utilizada apenas academicamente, percebemos que as respostas estavam sempre mescladas pelo medo. Todos falavam que as respostas poderiam comprometer o seu emprego. Ao perguntarmos a respeito da compreensão do vídeo como um todo, os trabalhadores demonstraram ter entendido o significado das mensagens. Quando perguntamos a Ademário Ferreira, 26 anos, sobre a compreensão do vídeo, o mesmo mostrou ter familiaridade com as imagens, que apesar de não retratarem a realidade por ele vivida, não lhe era desconhecida. Nós não usamos luvas e botas como eles..., nós não trabalhamos assim porque não recebemos esses equipamentos da usina, se recebêssemos trabalharia do mesmo jeito. Seu Ademário afirma ainda saber que a luva e as botas evitariam

9 acidentes e melhorariam seu trabalho, demonstrando estar consciente da mensagem veiculada pelo vídeo, porém não tendo condições de agir como tal. Petrúcio Ferreira da Silva, 43 anos, diz que o trabalhador bem equipado evita acidentes e produz mais. Mas isso não acontece em Cucaú - falta o patrão dar, o que nós ganha não dá pra comprar, isso acontece lá, referindo-se a lá como se as imagens apresentadas fossem de outra usina. Para Inaldo Sobrinho da Silva, 35 anos, os trabalhadores apresentados no vídeo deviam ser melhor remunerados por isso utilizavam botas, luvas e chapéus e produziam mais. Lá, os trabalhador é mais recompensado que aqui. Falta o patrão dar recompensa a gente e pagar um salário normal. Percebe-se que mais uma vez o trabalhador tem consciência que deveria usar os equipamentos, produzir mais, porém, a usina não lhe oferece condições. Ao observar o vídeo, Seu Inaldo acredita que aquela situação acontece em outra usina que não é a sua. O vídeo mostra imagens de um trabalhador nordestino em São Paulo, que trabalha o dobro de horas e produz, conseqüentemente, mais que os empregados de Cucaú. Quanto a isso, Luiz Ramos Leite diz que em São Paulo se produz mais porque a diferença é grande; os terrenos não são acidentados, a cana cresce mais, é mais grossa e eles trabalham por peso. Seu Luiz demonstra ter consciência das diferenças geográficas que implicam no desenvolvimento de seu trabalho.

10 Mais uma vez, o que mediatiza todo o processo comunicacional é a percepção que os trabalhadores têm de sua realidade. Para Fernando Perez, 38 anos, o trabalhador em São Paulo é mais produtivo porque o trabalho lá é mais exigente, tudo fica muito bonito na filmagem, mas na hora de trabalhar não é assim, ele produz mais porque é mais massacrado, mais exigido, que nós. Essa pesquisa se refere a uma primeira etapa de uma investigação mais abrangente, que preliminarmente nos permite comprovar a validade do vídeo como veículo de Comunicação Rural. As mensagens veiculadas no vídeo são compreendidas por todos os trabalhadores, porém não são por si só suficientes para modificar os hábitos de trabalho desses, visto que temos que considerar as mediações desse grupo, percepção da má remuneração, percepção do não recebimento dos equipamentos pela usina, percepção que em São Paulo a realidade é diferente da vivida por eles em Pernambuco. Esses são fatores que embora fora do processo estritamente comunicacional são fundamentais ao sucesso da comunicação. Como diz Kaplun, os modernos meios de comunicação são condição necessária, mas não é fator suficiente para se atingir os objetivos desejados. 10 Apenas a compreensão das mensagens não basta. É preciso levar em consideração outros elementos mediadores das culturas populares, o cuidado,

11 por exemplo, para que essa comunicação venha ao encontro das necessidades cotidianas imediatas do trabalhador rural. Referências Bibliográficas: 1. CANCLINI, Nestor Garcia. Cultura transnacional y culturas populares - bases teórico-metodológicas para la investigacion. Petrópolis: Vozes, p FREIRE, Paulo; GUIMARÃES, Sérgio. Sobre educação: diálogos. Rio de Janeiro: Paz e Terra, p KAPLUN, Mário. A comunicação alternativa na América Latina. Petrópolis: Vozes, p SANTORO, Luiz Fernando. A imagem nas mãos: o vídeo popular no Brasil. São Paulo: Summus Editorial, p TOFFLER, Alvin. A terceira onda. Rio de Janeiro: Record, p. 16.

APRENDIZAGEM DA LINGUAGEM ORAL DA CRIANÇA COM SÍNDROME DE DOWN NA EDUCAÇÃO INFANTIL: CONCEPÇÕES DE PAIS E PROFESSORES

APRENDIZAGEM DA LINGUAGEM ORAL DA CRIANÇA COM SÍNDROME DE DOWN NA EDUCAÇÃO INFANTIL: CONCEPÇÕES DE PAIS E PROFESSORES APRENDIZAGEM DA LINGUAGEM ORAL DA CRIANÇA COM SÍNDROME DE DOWN NA EDUCAÇÃO INFANTIL: CONCEPÇÕES DE PAIS E PROFESSORES Resumo Gabriela Jeanine Fressato 1 - Universidade Positivo Mariana Gomes de Sá Amaral

Leia mais

A DANÇA E O DEFICIENTE INTELECTUAL (D.I): UMA PRÁTICA PEDAGÓGICA À INCLUSÃO

A DANÇA E O DEFICIENTE INTELECTUAL (D.I): UMA PRÁTICA PEDAGÓGICA À INCLUSÃO A DANÇA E O DEFICIENTE INTELECTUAL (D.I): UMA PRÁTICA PEDAGÓGICA À INCLUSÃO CARNEIRO, Trícia Oliveira / Centro Universitário Leonardo da Vinci SODRÉ, Marta Patrícia Faianca / Universidade do Estado do

Leia mais

Programa de rádio Agronomia no Campo: Agroecologia e Cultura Cabocla em Questão empoderando a agricultura familiar na região de Tangará da Serra MT

Programa de rádio Agronomia no Campo: Agroecologia e Cultura Cabocla em Questão empoderando a agricultura familiar na região de Tangará da Serra MT Programa de rádio Agronomia no Campo: Agroecologia e Cultura Cabocla em Questão empoderando a agricultura familiar na região de Tangará da Serra MT V. S. RIBEIRO 1 ; J. L.S. MATTOS 2 ;G. LAFORGA 3 ;C.

Leia mais

Conhecendo uma Agência de Publicidade¹

Conhecendo uma Agência de Publicidade¹ Conhecendo uma Agência de Publicidade¹ Anthony Andrade NOBRE² Edmilson da Silva GUSMÃO³ Marla Eglaea da Silva FREIRE 4 Rakel de Araripe Bastos CAMINHA 5 Rodolfo Carlos MARQUES 6 Claúdia Adriane SOUZA 7

Leia mais

OBSERVADOR. Segurança Brigada de Emergência: A importância do trabalho realizado em caso de incêndios p.02

OBSERVADOR. Segurança Brigada de Emergência: A importância do trabalho realizado em caso de incêndios p.02 OBSERVADOR ano 44 n 511 maio de 2015 Segurança Brigada de Emergência: A importância do trabalho realizado em caso de incêndios p.02 Empresa Recursos Humanos Conheça o novo formato da área p.04 Agrícola

Leia mais

O papel mediador da comunicação visual do livro didático para a criança

O papel mediador da comunicação visual do livro didático para a criança O papel mediador da comunicação visual do livro didático para a criança Melissa Haag Rodrigues 1 Resumo: O presente estudo tem por objetivo observar mais atentamente a comunicação visual do livro didático

Leia mais

O ENSINO DA ARTE NO NÍVEL MÉDIO INTEGRADO AO TÉCNICO: UMA EXPERIÊNCIA NA EDUCAÇÃO DO CAMPO RESUMO

O ENSINO DA ARTE NO NÍVEL MÉDIO INTEGRADO AO TÉCNICO: UMA EXPERIÊNCIA NA EDUCAÇÃO DO CAMPO RESUMO O ENSINO DA ARTE NO NÍVEL MÉDIO INTEGRADO AO TÉCNICO: UMA EXPERIÊNCIA NA EDUCAÇÃO DO CAMPO Mara Pereira da Silva IFPA- CRMB pereiracantora1@hotmail.com RESUMO A pesquisa foi realizada mediante análise

Leia mais

OFICINAS DE CINEMA. Viviane Scalon Fachin

OFICINAS DE CINEMA. Viviane Scalon Fachin OFICINAS DE CINEMA Viviane Scalon Fachin Resumo Destacamos, neste trabalho, a utilização de vídeos educativos e demais produções cinematográficas para o ensino de História no Ensino Médio. Vivemos uma

Leia mais

A EDUCAÇÃO PARA O TRÂNSITO: VIVENDO E APRENDENDO NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

A EDUCAÇÃO PARA O TRÂNSITO: VIVENDO E APRENDENDO NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL P á g i n a 123 A EDUCAÇÃO PARA O TRÂNSITO: VIVENDO E APRENDENDO NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL Fábio de Melo BANDEIRA (Esp./UEG) (fabiobandeira@ueg.br) Ludimilla Ribeiro de ALMEIDA (UEG/G) (lu_dimilla22@hotmail.com)

Leia mais

cultural e identitária específica que tem sido atribuída à Comunidade Surda. Também é

cultural e identitária específica que tem sido atribuída à Comunidade Surda. Também é OS SURDOS : SUJEITOS DE UMA CULTURA PRÓPRIA NUM ESPAÇO MULTICULTURAL? Valéria Simplício 1 (Faculdade São Luís de França) RESUMO O presente trabalho procura fazer uma reflexão acerca da relação entre a

Leia mais

PROJETO TV CEDRO ROSA: A GRANDE SÃO PAULO VISTA PELOS OLHARES DOS PEQUENOS 1 Marcelo Augusto Pereira dos Santos 2

PROJETO TV CEDRO ROSA: A GRANDE SÃO PAULO VISTA PELOS OLHARES DOS PEQUENOS 1 Marcelo Augusto Pereira dos Santos 2 PROJETO TV CEDRO ROSA: A GRANDE SÃO PAULO VISTA PELOS OLHARES DOS PEQUENOS 1 Marcelo Augusto Pereira dos Santos 2 Resumo Este artigo aborda o projeto TV Cedro Rosa, desenvolvido na Escola Municipal de

Leia mais

Guerra dos Mundos em São Luís 1

Guerra dos Mundos em São Luís 1 Guerra dos Mundos em São Luís 1 Ana Paula Silva de SOUSA 2 Dara de Sousa SANTOS 3 Silvanir Fernandes da SIVA 4 Polyana AMORIM 5 Universidade Federal do Maranhão, MA RESUMO O documentário Guerra dos Mundos

Leia mais

Célebre Sociedade: A Construção De Imagem de Celebridades Por Veículo De Comunicação Local. 1

Célebre Sociedade: A Construção De Imagem de Celebridades Por Veículo De Comunicação Local. 1 Célebre Sociedade: A Construção De Imagem de Celebridades Por Veículo De Comunicação Local. 1 FIGUEIREDO Lívia Marques Ferrari de 2 TUZZO Simone Antoniaci 3 Universidade Federal de Goiás, Goiânia, GO PALAVRAS-CHAVE:

Leia mais

Língua(gem), Tecnologia e Informação

Língua(gem), Tecnologia e Informação Língua(gem), Tecnologia e Informação Língua, Tecnologia e Informação A Ciência da Informação estuda vários aspectos sobre o acesso ao registro, acesso ideal de maneira eficiente e eficaz O registro de

Leia mais

Desenho: da imagem mental à representação gráfica - uma proposta para o ensino da Matemática

Desenho: da imagem mental à representação gráfica - uma proposta para o ensino da Matemática Desenho: da imagem mental à representação gráfica - uma proposta para o ensino da Matemática Patricia Andretta 1 Ana Maria P. Liblik 2 Resumo O presente projeto de pesquisa terá como objetivo compreender

Leia mais

A FORMAÇÃO DO PROFESSOR PARA A ESCOLA INCLUSIVA

A FORMAÇÃO DO PROFESSOR PARA A ESCOLA INCLUSIVA A FORMAÇÃO DO PROFESSOR PARA A ESCOLA INCLUSIVA Vera Lúcia de Brito Barbos Mestranda em Educação Lúcia de Araújo R. Martins UFRN 1. INTRODUÇÃO Podemos considerar que estamos atravessando um dos maiores

Leia mais

A linguagem da fotonovela Isabel S. Sampaio

A linguagem da fotonovela Isabel S. Sampaio A linguagem da fotonovela Isabel S. Sampaio No segundo semestre de 1970, as revistas que publicavam fotonovelas no Brasil ocupavam o segundo lugar em tiragem e circulação, perdendo apenas para as revistas

Leia mais

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO - PNE (2001-2010): A REALIDADE EXISTENTE NA EDUCAÇÃO INFANTIL

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO - PNE (2001-2010): A REALIDADE EXISTENTE NA EDUCAÇÃO INFANTIL PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO - PNE (2001-2010): A REALIDADE EXISTENTE NA EDUCAÇÃO INFANTIL Mayane Almeida da Silva 1 mayanea@yahoo.com.br Priscila Azevedo de Amorim 2 Priscila22@yahoo.com.br Maira Nunes

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA (PIBID): UMA AVALIAÇÃO DA ESCOLA SOBRE SUAS CONTRIBUIÇÕES

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA (PIBID): UMA AVALIAÇÃO DA ESCOLA SOBRE SUAS CONTRIBUIÇÕES PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA (PIBID): UMA AVALIAÇÃO DA ESCOLA SOBRE SUAS CONTRIBUIÇÕES Silva.A.A.S. Acadêmica do curso de Pedagogia (UVA), Bolsista do PIBID. Resumo: O trabalho

Leia mais

1ª Série. 6NIC088 FOTOGRAFIA Conceitos de fotografia analógica e digital e sua aplicação nos meios de comunicação de massa e na comunicação dirigida.

1ª Série. 6NIC088 FOTOGRAFIA Conceitos de fotografia analógica e digital e sua aplicação nos meios de comunicação de massa e na comunicação dirigida. 1ª Série 6NIC091 ADMINISTRAÇÃO EM RELAÇÕES PÚBLICAS Conceitos básicos de administração geral. Organizações e grupos formais e informais. Estrutura organizacional. Funções organizacionais da administração.

Leia mais

ANÁLISE DAS MELHORIAS OCORRIDAS COM A IMPLANTAÇÃO DO SETOR DE GESTÃO DE PESSOAS NA NOVA ONDA EM ARACATI CE

ANÁLISE DAS MELHORIAS OCORRIDAS COM A IMPLANTAÇÃO DO SETOR DE GESTÃO DE PESSOAS NA NOVA ONDA EM ARACATI CE ISBN 978-85-61091-05-7 Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 27 a 30 de outubro de 2009 ANÁLISE DAS MELHORIAS OCORRIDAS COM A IMPLANTAÇÃO DO SETOR DE GESTÃO DE PESSOAS NA NOVA ONDA EM ARACATI

Leia mais

As práticas de letramento digital na formação de professores

As práticas de letramento digital na formação de professores As práticas de letramento digital na formação de professores Nádie Christina Machado Spence 1 1 Programa de Pós-Graduação em Informática na Educação Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) 90040-060

Leia mais

AQUISIÇÃO DA LÍNGUA PORTUGUESA: LINGUAGEM ESCRITA E ORAL

AQUISIÇÃO DA LÍNGUA PORTUGUESA: LINGUAGEM ESCRITA E ORAL AQUISIÇÃO DA LÍNGUA PORTUGUESA: LINGUAGEM ESCRITA E ORAL Ana Virgínia Carvalho Moreira * Emanuela Maciel Cariri dos Santos * Fabiana Sousa dos Anjos * Geovânio Alves da Silva * Jardel Britto Ferreira *

Leia mais

CIRANDA INFANTIL: A EDUCAÇÃO DA CRIANÇA EM MOVIMENTO

CIRANDA INFANTIL: A EDUCAÇÃO DA CRIANÇA EM MOVIMENTO CIRANDA INFANTIL: A EDUCAÇÃO DA CRIANÇA EM MOVIMENTO ADILSON DE ANGELO Desde a sua criação, o MST assegurou na sua agenda política a luta pela educação e por uma escola mais significativa para a família

Leia mais

COMPRE AQUI E MORE BEM : A LINGUAGEM PUBLICITÁRIA E OS DISCURSOS DA PROPAGANDA IMOBILIÁRIA

COMPRE AQUI E MORE BEM : A LINGUAGEM PUBLICITÁRIA E OS DISCURSOS DA PROPAGANDA IMOBILIÁRIA COMPRE AQUI E MORE BEM : A LINGUAGEM PUBLICITÁRIA E OS DISCURSOS DA PROPAGANDA IMOBILIÁRIA Maria Eliane Gomes Morais (PPGFP-UEPB) Linduarte Pereira Rodrigues (DLA/PPGFP-UEPB) Resumo: Os textos publicitários

Leia mais

Relações Intergeracionais Alternativa para minimizar a exclusão social do idoso

Relações Intergeracionais Alternativa para minimizar a exclusão social do idoso 83 Relações Intergeracionais Alternativa para minimizar a exclusão social do idoso Maria Clotilde Barbosa Nunes Maia de Carvalho A sociedade atual tende a excluir os idosos, que acabam segregados e se

Leia mais

A MEDIAÇÃO ARTICULADA COM USO DE TECNOLOGIAS: CONTRUÇÃO DO TRABALHO DOCENTE NA INCLUSÃO

A MEDIAÇÃO ARTICULADA COM USO DE TECNOLOGIAS: CONTRUÇÃO DO TRABALHO DOCENTE NA INCLUSÃO A MEDIAÇÃO ARTICULADA COM USO DE TECNOLOGIAS: CONTRUÇÃO DO TRABALHO DOCENTE NA INCLUSÃO Resumo Silvana Souza Silva Alves 1 - UnB Amaralina Miranda de Souza 2 - UnB Grupo de Trabalho Diversidade e inclusão

Leia mais

Práticas avaliativas numa perspectiva inclusiva

Práticas avaliativas numa perspectiva inclusiva Práticas avaliativas numa perspectiva inclusiva Adriana feijão de Sousa Magalhães Universidade Estadual Vale do Acaraú Resumo: O presente artigo pretende tratar da avaliação inclusiva como forma de oportunizar

Leia mais

PLANEJAMENTO OPERACIONAL - MARKETING E PRODUÇÃO MÓDULO 11 PESQUISA DE MERCADO

PLANEJAMENTO OPERACIONAL - MARKETING E PRODUÇÃO MÓDULO 11 PESQUISA DE MERCADO PLANEJAMENTO OPERACIONAL - MARKETING E PRODUÇÃO MÓDULO 11 PESQUISA DE MERCADO Índice 1. Pesquisa de mercado...3 1.1. Diferenças entre a pesquisa de mercado e a análise de mercado... 3 1.2. Técnicas de

Leia mais

PORTFÓLIO: UMA ABORDAGEM DE REGISTRO NA PRÁTICA PEDAGÓGICA DE EDUCAÇÃO INFANTIL

PORTFÓLIO: UMA ABORDAGEM DE REGISTRO NA PRÁTICA PEDAGÓGICA DE EDUCAÇÃO INFANTIL PORTFÓLIO: UMA ABORDAGEM DE REGISTRO NA PRÁTICA PEDAGÓGICA DE EDUCAÇÃO INFANTIL Maria de Lourdes Cirne Diniz Profa. Ms. UEPB E-mail: lourdinhacdiniz@oi.com.br Aldeci Luiz de Oliveira Profa. Dra. PMCG E-mail:

Leia mais

LINGUAGEM: O COMPLEXO JOGO DAS MUDANÇAS SOCIAIS

LINGUAGEM: O COMPLEXO JOGO DAS MUDANÇAS SOCIAIS LINGUAGEM: O COMPLEXO JOGO DAS MUDANÇAS SOCIAIS Aline Almeida de Araújo 1 RESUMO A sociolinguística estuda as variações do meio social, procura entender e explicar as várias maneiras de expressão dos falantes.

Leia mais

Revista Especial de Educação Física Edição Digital v. 3, n. 1, novembro 2006.

Revista Especial de Educação Física Edição Digital v. 3, n. 1, novembro 2006. UM ENSAIO SOBRE A DEMOCRATIZAÇÃO DA GESTÃO NO COTIDIANO ESCOLAR: A CONEXÃO QUE FALTA. Noádia Munhoz Pereira Discente do Programa de Mestrado em Educação PPGE/FACED/UFU - noadia1@yahoo.com.br Resumo O presente

Leia mais

ANEXO I, DA PORTARIA N 111 MATRIZ DE COMPETÊNCIAS E HABILIDADES DO ENCCEJA/2003 ENSINO MÉDIO

ANEXO I, DA PORTARIA N 111 MATRIZ DE COMPETÊNCIAS E HABILIDADES DO ENCCEJA/2003 ENSINO MÉDIO ANEXO I, DA PORTARIA N 111 MATRIZ DE COMPETÊNCIAS E HABILIDADES DO ENCCEJA/2003 ENSINO MÉDIO 1 - Matriz de Competências e Habilidades de Ciências da Natureza e Suas Tecnologias Ensino Médio EIXOS COGNITIVOS

Leia mais

Palavras-chave: Aprendizagem por projeto, Pesquisa na escola; Ensino de Geografia

Palavras-chave: Aprendizagem por projeto, Pesquisa na escola; Ensino de Geografia Eixo 2: Situação e perspectivas do ensino e da aprendizagem de geografia da América Latina. A IMPORTÂNCIA DE PROJETOS DE PESQUISA NO ENSINO DA GEOGRAFIA: Experiências Vividas em Escola Pública do Interior

Leia mais

Daniele Renata da Silva. Maurício Carlos da Silva

Daniele Renata da Silva. Maurício Carlos da Silva SILVEIRA, Rosa Maria Hessel; SANTOS, Cláudia Amaral dos. Revistas pedagógicas e identidades de professor/a: quem é o docente de Profissão Mestre e Nova Escola. In: BASTOS, Liliana Cabral; MOITA LOPES,

Leia mais

Unidade I. Estrutura e Organização. Infantil. Profa. Ana Lúcia M. Gasbarro

Unidade I. Estrutura e Organização. Infantil. Profa. Ana Lúcia M. Gasbarro Unidade I Estrutura e Organização da Escola de Educação Infantil Profa. Ana Lúcia M. Gasbarro Introdução A disciplina Estrutura e Organização da Escola de Educação Infantil tem o objetivo de provocar reflexões

Leia mais

PALAVRAS CHAVE: Jornalismo. Projeto de Extensão. Programa Ade!. Interatividade.

PALAVRAS CHAVE: Jornalismo. Projeto de Extensão. Programa Ade!. Interatividade. 13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: ( x ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA

Leia mais

O comportamento do consumidor do ensino/formação por computador a partir da análise do modelo geral de Howard-Sheth

O comportamento do consumidor do ensino/formação por computador a partir da análise do modelo geral de Howard-Sheth O comportamento do consumidor do ensino/formação por computador a partir da análise do modelo geral de Howard-Sheth 15/maio/2005 130-TC-F5 Zilda Maria Matheus Universidade Anhembi Morumbi Matheus@anhembi.br

Leia mais

A CULTURA NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO NA DÉCADA DE 70

A CULTURA NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO NA DÉCADA DE 70 A CULTURA NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO NA DÉCADA DE 70 JUNIOR, Carlos de Faria 1 FERNANDES, Priscila Mendonça 2 Palavras-Chave: Indústria Cultural. Regime Militar. Telenovelas. Introdução O projeto consiste

Leia mais

Rádio escolar, vídeo popular e cineclube popular: um panorama sobre a atuação do Grupo de Estudos e Extensão em Comunicação e Educação Popular

Rádio escolar, vídeo popular e cineclube popular: um panorama sobre a atuação do Grupo de Estudos e Extensão em Comunicação e Educação Popular Rádio escolar, vídeo popular e cineclube popular: um panorama sobre a atuação do Grupo de Estudos e Extensão em Comunicação e Educação Popular Djalma Ribeiro Junior Universidade Federal de São Carlos O

Leia mais

Política e Comunicação - A comunicação com pensamento

Política e Comunicação - A comunicação com pensamento Política e Comunicação - A comunicação com pensamento Onde o comunicador não é considerado protagonista da história da organização, não pode haver comunicação eficaz. Paulo Nassar No mundo da comunicação

Leia mais

Palavras-chave: preservação, meio ambiente, ecologia, sociedade e comunicação.

Palavras-chave: preservação, meio ambiente, ecologia, sociedade e comunicação. Reflexões críticas no compromisso da preservação do meio ambiente: a visão de pesquisadores da Comunicação Social 1 RABELO, Daniela 2. Faculdade Juscelino Kubitschek (JK) Resumo O presente estudo tem como

Leia mais

Projeto CAPAZ Biblioteca Comunicação na Ótica

Projeto CAPAZ Biblioteca Comunicação na Ótica 1 Comunicação na Ótica Transformando complicadas características técnicas em convincentes argumentos de venda É verdade que estamos passando por uma fase da Óptica onde a informação tem sido a principal

Leia mais

SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AO IDOSO NA ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA SOB A OTICA DO PROFISSIONAL

SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AO IDOSO NA ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA SOB A OTICA DO PROFISSIONAL 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AO IDOSO NA ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA SOB A OTICA DO PROFISSIONAL Ruanna Gonçalves Holanda 1, Hellen Pollyanna

Leia mais

Revista da ESPM Janeiro/Fevereiro de 2002. Aera da mídia exterior ORLANDO MARQUES

Revista da ESPM Janeiro/Fevereiro de 2002. Aera da mídia exterior ORLANDO MARQUES Aera da mídia exterior ORLANDO MARQUES 27 No mundo urbano em que vivemos, passamos mais tempo fora de casa, que dentro. Quando estamos em casa, são tantas as alternativas de comunicação, que o tempo de

Leia mais

PATRULHA AMBIENTAL MIRIM: Um espaço de Emancipação dos Sujeitos

PATRULHA AMBIENTAL MIRIM: Um espaço de Emancipação dos Sujeitos PATRULHA AMBIENTAL MIRIM: Um espaço de Emancipação dos Sujeitos RESUMO Elizane Pegoraro Bertineti 1 Tanise Stumf Böhm 2 O presente texto busca apresentar o trabalho realizado pela Patrulha Ambiental Mirim

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE - economia solidária. extensão universitária. educação popular.

PALAVRAS-CHAVE - economia solidária. extensão universitária. educação popular. 13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE

Leia mais

SUMÁRIO O QUE É COACH? 2

SUMÁRIO O QUE É COACH? 2 1 SUMÁRIO INTRODUÇÃO...3 O COACHING...4 ORIGENS...5 DEFINIÇÕES DE COACHING...6 TERMOS ESPECÍFICOS E SUAS DEFINIÇÕES...7 O QUE FAZ UM COACH?...8 NICHOS DE ATUAÇÃO DO COACHING...9 OBJETIVOS DO COACHING...10

Leia mais

O professor de Arte e a Educação Inclusiva: Cotidianos, vivências.

O professor de Arte e a Educação Inclusiva: Cotidianos, vivências. O professor de Arte e a Educação Inclusiva: Cotidianos, vivências. TAVARES, Tais B. Rutz 1 ; MEIRA, Mirela R. 2 Resumo: Este artigo adota uma perspectiva de que a educação inclusiva é um processo em construção,

Leia mais

DO DESENHO A ESCRITA E LEITURA

DO DESENHO A ESCRITA E LEITURA DO DESENHO A ESCRITA E LEITURA Cleide Nunes Miranda 1 Taís Batista 2 Thamires Sampaio 3 RESUMO: O presente estudo discute a relevância do ensino de leitura e principalmente, da escrita, trazendo em especial

Leia mais

XIII Encontro de Iniciação Científica IX Mostra de Pós-graduação 06 a 11 de outubro de 2008 BIODIVERSIDADE TECNOLOGIA DESENVOLVIMENTO

XIII Encontro de Iniciação Científica IX Mostra de Pós-graduação 06 a 11 de outubro de 2008 BIODIVERSIDADE TECNOLOGIA DESENVOLVIMENTO XIII Encontro de Iniciação Científica IX Mostra de Pós-graduação 06 a 11 de outubro de 2008 BIODIVERSIDADE TECNOLOGIA DESENVOLVIMENTO MCH0761 A PERCEPÇÃO DOS PROFISSIONAIS DE JORNALISMO DO VALE DO PARAÍBA

Leia mais

de alimentos ecológicos: caminho para o acesso à alimentação saudável Agriculturas v. 11 - n. 4 dezembro de 2014 14

de alimentos ecológicos: caminho para o acesso à alimentação saudável Agriculturas v. 11 - n. 4 dezembro de 2014 14 Compras coletivas de alimentos ecológicos Foto: Tiago da Costa O relacionamento direto entre produtores e consumidores estabelece vínculos de confiança e amizade Compras coletivas de alimentos ecológicos:

Leia mais

IBASE INSTITUTO BRASILEIRO DE ANÁLISES SOCIAIS E ECONÔMICAS

IBASE INSTITUTO BRASILEIRO DE ANÁLISES SOCIAIS E ECONÔMICAS A P R E S E N T A Ç Ã O 6 IBASE INSTITUTO BRASILEIRO DE ANÁLISES SOCIAIS E ECONÔMICAS A presente publicação consolida uma série de informações sobre os balanços sociais de empresas que atuam no Brasil

Leia mais

PLANO ESTADUAL DE CULTURA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO PLANO SETORIAL DO LIVRO E LEITURA

PLANO ESTADUAL DE CULTURA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO PLANO SETORIAL DO LIVRO E LEITURA PLANO ESTADUAL DE CULTURA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO PLANO SETORIAL DO LIVRO E LEITURA Introdução O Plano Setorial da Superintendência da Leitura e do Conhecimento do Estado do Rio de Janeiro é fruto

Leia mais

Comunicação LABORATÓRIO DE CRIAÇÃO DE IMAGENS EM MÍDIAS DIGITAIS - ESPAÇO DE (RE)SIGNIFICAÇÃO DO OLHAR POR VIA DE IMAGENS TÉCNICAS

Comunicação LABORATÓRIO DE CRIAÇÃO DE IMAGENS EM MÍDIAS DIGITAIS - ESPAÇO DE (RE)SIGNIFICAÇÃO DO OLHAR POR VIA DE IMAGENS TÉCNICAS Comunicação LABORATÓRIO DE CRIAÇÃO DE IMAGENS EM MÍDIAS DIGITAIS - ESPAÇO DE (RE)SIGNIFICAÇÃO DO OLHAR POR VIA DE IMAGENS TÉCNICAS SANTOS, Noeli Batista dos 1 Palavras-chave: imagem, ensino, tecnologia.

Leia mais

FORMAÇÃO CONTINUADA: MUDANÇAS NA PRÁTICA PEDAGÓGICA NA VIVÊNCIA DE UM PROGRAMA.

FORMAÇÃO CONTINUADA: MUDANÇAS NA PRÁTICA PEDAGÓGICA NA VIVÊNCIA DE UM PROGRAMA. FORMAÇÃO CONTINUADA: MUDANÇAS NA PRÁTICA PEDAGÓGICA NA VIVÊNCIA DE UM PROGRAMA. Rosângela de Fátima Cavalcante França* Universidade Federal de Mato Grosso do Sul RESUMO Este texto apresenta de forma resumida

Leia mais

PROFESSOR FORMADOR, MESTRE MODELO? ANDRÉ, Marli Eliza Dalmazo Afonso de PUC-SP PASSOS, Laurizete Ferragut UNESP GT-20: Psicologia da Educação

PROFESSOR FORMADOR, MESTRE MODELO? ANDRÉ, Marli Eliza Dalmazo Afonso de PUC-SP PASSOS, Laurizete Ferragut UNESP GT-20: Psicologia da Educação PROFESSOR FORMADOR, MESTRE MODELO? ANDRÉ, Marli Eliza Dalmazo Afonso de PUC-SP PASSOS, Laurizete Ferragut UNESP GT-20: Psicologia da Educação Considerando a importância de estudos que abordem dimensões

Leia mais

RETRATO DA COMUNICAÇÃO ENTRE FAMILIARES E CUIDADORES DE PACIENTES COM SEQUELAS DE PARALISIA CEREBRAL SEM VERBALIZAÇÃO

RETRATO DA COMUNICAÇÃO ENTRE FAMILIARES E CUIDADORES DE PACIENTES COM SEQUELAS DE PARALISIA CEREBRAL SEM VERBALIZAÇÃO RETRATO DA COMUNICAÇÃO ENTRE FAMILIARES E CUIDADORES DE PACIENTES COM SEQUELAS DE PARALISIA CEREBRAL SEM VERBALIZAÇÃO Cíntia Monteiro Carvalho, Maria Aparecida Ramires Zulian UNIVAP, Faculdade Ciências

Leia mais

ANÁLISE DO CONHECIMENTO PRÉVIO DE AGRICULTORES FAMILIARES SOBRE AGROECOLOGIA.

ANÁLISE DO CONHECIMENTO PRÉVIO DE AGRICULTORES FAMILIARES SOBRE AGROECOLOGIA. ANÁLISE DO CONHECIMENTO PRÉVIO DE AGRICULTORES FAMILIARES SOBRE AGROECOLOGIA. Mhabell Lima Costa, Maria Suiane De Moraes, Ana Caroline Fernandes Sampaio, Dannaya Julliethy Gomes Quirino, Analha Dyalla

Leia mais

JUVENTUDE E TRABALHO: DESAFIOS PARA AS POLITICAS PÚBLICAS NO MARANHÃO

JUVENTUDE E TRABALHO: DESAFIOS PARA AS POLITICAS PÚBLICAS NO MARANHÃO JUVENTUDE E TRABALHO: DESAFIOS PARA AS POLITICAS PÚBLICAS NO MARANHÃO JONATHAN ROCHA GUIMARÃES Avaliar a Política de Trabalho e juventude torna-se de extrema importância na medida em que representa um

Leia mais

Educação Patrimonial Centro de Memória

Educação Patrimonial Centro de Memória Educação Patrimonial Centro de Memória O que é história? Para que serve? Ambas perguntas são aparentemente simples, mas carregam uma grande complexidade. É sobre isso que falarei agora. A primeira questão

Leia mais

DIFICULDADES ENFRENTADAS POR PROFESSORES E ALUNOS DA EJA NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DE MATEMÁTICA

DIFICULDADES ENFRENTADAS POR PROFESSORES E ALUNOS DA EJA NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DE MATEMÁTICA 27 a 30 de Agosto de 2014. DIFICULDADES ENFRENTADAS POR PROFESSORES E ALUNOS DA EJA NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DE MATEMÁTICA Resumo: MACHADO, Diana dos Santos 1 Ifes - Campus Cachoeiro de Itapemirim

Leia mais

O PROCESSO DA ESCOLARIZAÇÃO NO CAMPO, INGRESSO NA UNIVERSIDADE E O TRABALHO COM A EDUCAÇÃO POPULAR

O PROCESSO DA ESCOLARIZAÇÃO NO CAMPO, INGRESSO NA UNIVERSIDADE E O TRABALHO COM A EDUCAÇÃO POPULAR O PROCESSO DA ESCOLARIZAÇÃO NO CAMPO, INGRESSO NA UNIVERSIDADE E O TRABALHO COM A EDUCAÇÃO POPULAR Henrique Bocalon; Lisiane Costa Claro; Vilmar Alves Pereira Resumo O presente trabalho é um relato de

Leia mais

CARTA DE PORTO ALEGRE 2009

CARTA DE PORTO ALEGRE 2009 CARTA DE PORTO ALEGRE 2009 A INSTITUCIONALIZAÇÃO DA EXTENSÃO Apresentação Nós, membros do Fórum Nacional de Extensão e Ação Comunitária das Universidades e Instituições de Ensino Superior Comunitárias

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DEPARTAMENTO DE LETRAS

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DEPARTAMENTO DE LETRAS PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DEPARTAMENTO DE LETRAS INTERDISCIPLINARIDADE: DESAFIO NO ENSINO DAS LETRAS CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E PEDAGOGIA Luzinete Alves da Silva. Jeferson

Leia mais

ALFABETIZAÇÃO CARTOGRÁFICA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS

ALFABETIZAÇÃO CARTOGRÁFICA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS ALFABETIZAÇÃO CARTOGRÁFICA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS Helton Andrade Canhamaque/UFES heltongeoufes@hotmail.com Júlio de Souza Santos/UFES juliogeoufes@hotmail.com INTRODUÇÃO O trabalho em questão

Leia mais

Termos de responsabilidade para uso de site

Termos de responsabilidade para uso de site Termos de responsabilidade para uso de site Este documento contém os Termos de Uso do site oficial da Secretaria Municipal de Educação de Três Rios, estado do Rio de Janeiro, com o seguinte domínio: www.educacaotresrios.rj.gov.br.

Leia mais

10º FÓRUM DE EXTENSÃO E CULTURA DA UEM INCLUSÃO DIGITAL PARA PESSOAS COM NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAIS

10º FÓRUM DE EXTENSÃO E CULTURA DA UEM INCLUSÃO DIGITAL PARA PESSOAS COM NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAIS 10º FÓRUM DE EXTENSÃO E CULTURA DA UEM INCLUSÃO DIGITAL PARA PESSOAS COM NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAIS Adriéli Volsi 1 Andressa Izepe 2 Helen Braga do Prado 3 Natalina Francisca Mezzari Lopes O projeto

Leia mais

UM RELATO DE EXPERIÊNCIA COM O TRATO DO CONTEÚDO LUTAS NO ENSINO INFANTIL: REFLEXÕES INICIAIS

UM RELATO DE EXPERIÊNCIA COM O TRATO DO CONTEÚDO LUTAS NO ENSINO INFANTIL: REFLEXÕES INICIAIS UM RELATO DE EXPERIÊNCIA COM O TRATO DO CONTEÚDO LUTAS NO ENSINO INFANTIL: REFLEXÕES INICIAIS Autor: HENRIQUE GERSON KOHL Introdução A experiência em questão materializa-se a partir do trato do conteúdo

Leia mais

TV UNIVERSITÁRIA: TELEJORNALISMO ALTERNATIVO

TV UNIVERSITÁRIA: TELEJORNALISMO ALTERNATIVO TV UNIVERSITÁRIA: TELEJORNALISMO ALTERNATIVO Fabiana Piccinin 1 Esse artigo faz uma crítica ao modelo de telejornalismo adotado pelas Tvs comerciais brasileiras, apresentando uma nova proposta de jornalismo

Leia mais

GESTOR COMUNITÁRIO DA EDUCAÇÃO: UMA FIGURA PARA FORTALECER O CARÁTER DEMOCRÁTICO DO CONSELHO ESCOLAR

GESTOR COMUNITÁRIO DA EDUCAÇÃO: UMA FIGURA PARA FORTALECER O CARÁTER DEMOCRÁTICO DO CONSELHO ESCOLAR 1 GESTOR COMUNITÁRIO DA EDUCAÇÃO: UMA FIGURA PARA FORTALECER O CARÁTER DEMOCRÁTICO DO CONSELHO ESCOLAR Renata Pierini Ramos Orientador: Prof. Dr. Celso Luiz Aparecido Conti Mestrado em Educação Linha de

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: rádio; publicidade; Tip Top; comunicação; Apuana.

PALAVRAS-CHAVE: rádio; publicidade; Tip Top; comunicação; Apuana. RESUMO Intercom Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação Jingle da Agência Apuana Tip Top 1 Camila Sales 2 Fabia Lucia 3 Juliana Lopes 4 Kelly Fajin 5 Priscilla Fernandes 6 Tamires

Leia mais

PRÁTICAS, EXPERIÊNCIAS, CULTURA ESCOLAR: QUESTÕES QUE ENVOLVEM A PRÁTICA DOCENTE

PRÁTICAS, EXPERIÊNCIAS, CULTURA ESCOLAR: QUESTÕES QUE ENVOLVEM A PRÁTICA DOCENTE PRÁTICAS, EXPERIÊNCIAS, CULTURA ESCOLAR: QUESTÕES QUE ENVOLVEM A PRÁTICA DOCENTE DAMKE, Anderléia Sotoriva - UFMS anderleia.damke@yahoo.com SIMON, Ingrid FADEP ingrid@fadep.br Resumo Eixo Temático: Formação

Leia mais

Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos. Professora Mestranda Elaine Araújo

Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos. Professora Mestranda Elaine Araújo Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos Professora Mestranda Elaine Araújo E o profissional de RH... Como deve mergulhar na abordagem da Gestão do Conhecimento? Qual sua contribuição

Leia mais

Varejo: será que o foco está mesmo no cliente?

Varejo: será que o foco está mesmo no cliente? Revista da ESPM -101 Varejo: será que o foco está mesmo no cliente? FÁTIMA MOTTA Graduada em Administração de Empresas (FMU) e Comunicação (ECA/USP) Pós -Graduada em Administração de Empresas (PUC/SP)

Leia mais

A aula de leitura através do olhar do futuro professor de língua portuguesa

A aula de leitura através do olhar do futuro professor de língua portuguesa A aula de leitura através do olhar do futuro professor de língua portuguesa Dra. Eulália Vera Lúcia Fraga Leurquin 1 Marina Kataoka Barros 2 Resumo Por meio desta comunicação, desejamos refletir sobre

Leia mais

A UTILIZAÇÃO DE TECNOLOGIAS NO ENSINO DE ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Resumo

A UTILIZAÇÃO DE TECNOLOGIAS NO ENSINO DE ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Resumo A UTILIZAÇÃO DE TECNOLOGIAS NO ENSINO DE ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL Camila Lacerda Ortigosa Pedagogia/UFU mila.lacerda.g@gmail.com Eixo Temático: Educação Infantil Relato de Experiência Resumo

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE ALAGOAS SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO E DO ESPORTE 2ª COORDENADORIA REGIONAL DE EDUCAÇÃO

GOVERNO DO ESTADO DE ALAGOAS SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO E DO ESPORTE 2ª COORDENADORIA REGIONAL DE EDUCAÇÃO GOVERNO DO ESTADO DE ALAGOAS SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO E DO ESPORTE 2ª COORDENADORIA REGIONAL DE EDUCAÇÃO I ENCONTRO PARA ESTUDOS COM ORIENTADORES II ETAPA CADERNO I FORMADORA REGIONAL: Elyda Cristina

Leia mais

A Prática como Componente Curricular nos Cursos de Licenciatura em Matemática

A Prática como Componente Curricular nos Cursos de Licenciatura em Matemática A Prática como Componente Curricular nos Cursos de Licenciatura em Matemática Kely Fabricia Pereira Nogueira 1 Patrícia Sândalo Pereira 2 RESUMO Este trabalho desenvolvido no Programa de Pós-Graduação

Leia mais

A narrativa como instrumento de interação na modalidade de EAD

A narrativa como instrumento de interação na modalidade de EAD A narrativa como instrumento de interação na modalidade de EAD Neusa Teresinha Bohnen (UNITINS) 1. Considerações iniciais Aprender uma Língua Estrangeira (LE) assume um caráter mais importante em tempos

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS FACULDADE DE EDUCAÇÃO CURSO DE PEDAGOGIA ANÁLISE DA AUTOAVALIAÇÃO DOS ESTUDANTES DE PEDAGOGIA/FE/UFG/2013 INTRODUÇÃO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS FACULDADE DE EDUCAÇÃO CURSO DE PEDAGOGIA ANÁLISE DA AUTOAVALIAÇÃO DOS ESTUDANTES DE PEDAGOGIA/FE/UFG/2013 INTRODUÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS FACULDADE DE EDUCAÇÃO CURSO DE PEDAGOGIA ANÁLISE DA AUTOAVALIAÇÃO DOS ESTUDANTES DE PEDAGOGIA/FE/UFG/2013 INTRODUÇÃO O presente relatório foi elaborado pelo Núcleo Docente

Leia mais

VIDEOAULAS: UMA FORMA DE CONTEXTUALIZAR A TEORIA NA PRÁTICA

VIDEOAULAS: UMA FORMA DE CONTEXTUALIZAR A TEORIA NA PRÁTICA 1 VIDEOAULAS: UMA FORMA DE CONTEXTUALIZAR A TEORIA NA PRÁTICA Curitiba PR Maio 2014 Alexandre Oliveira Universidade Positivo Online alexandre@alexandreoliveira.com Pâmella de Carvalho Stadler Universidade

Leia mais

Wanessa Valeze Ferrari Bighetti Universidade Estadual Paulista, Bauru/SP e-mail: wanessa_ferrari@hotmail.com

Wanessa Valeze Ferrari Bighetti Universidade Estadual Paulista, Bauru/SP e-mail: wanessa_ferrari@hotmail.com O papel da media literacy na capacitação de jovens eleitores para o exercício da cidadania um estudo sobre o reconhecimento do apelo à memória como ferramenta de convencimento nas eleições de 2014 Wanessa

Leia mais

Cinema e História - um olhar cultural sobre os espaços de sociabilidades

Cinema e História - um olhar cultural sobre os espaços de sociabilidades Cinema e História - um olhar cultural sobre os espaços de sociabilidades Eliane A Silva Rodrigues * Desde que a humanidade se afirmou capitalista, conheceu a modernidade e as indústrias se desenvolveram

Leia mais

Boletim informativo A Taba : uma experiência em jornalismo impresso com o Grupo de Trabalho Indígena da Universidade Federal do Tocantins (UFT)

Boletim informativo A Taba : uma experiência em jornalismo impresso com o Grupo de Trabalho Indígena da Universidade Federal do Tocantins (UFT) Boletim informativo A Taba : uma experiência em jornalismo impresso com o Grupo de Trabalho Indígena da Universidade Federal do Tocantins (UFT) Sônia Maria Inácio BELFORT 1 Ana Valéria Nepomuceno NUNES

Leia mais

Estudo do processo de comunicação, de construção e de uso da informação no contexto da Ciência da Informação

Estudo do processo de comunicação, de construção e de uso da informação no contexto da Ciência da Informação Estudo do processo de comunicação, de construção e de uso da informação no contexto da Ciência da Informação Andressa Mello Davanso Faculdade de Biblioteconomia Centro de Ciências Humanas Sociais Aplicadas

Leia mais

PORTFÓLIO COMO INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO FORMATIVA: A ANÁLISE DO PROCESSO NO CMEI VALÉRIA VERONESI

PORTFÓLIO COMO INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO FORMATIVA: A ANÁLISE DO PROCESSO NO CMEI VALÉRIA VERONESI PORTFÓLIO COMO INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO FORMATIVA: A ANÁLISE DO PROCESSO NO CMEI VALÉRIA VERONESI Resumo Rosangela de Sousa Cardoso Stabenow1 - UEL Cassiana Magalhães2 - UEL Grupo de Trabalho - Didática:

Leia mais

Lágrimas não são argumentos.

Lágrimas não são argumentos. FUNDAÇÃO DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR DO SERVIDOR PÚBLICO FEDERAL DO PODER EXECUTIVO FUNPRESP-EXE PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO PARA CONTRATAÇÃO POR TEMPO DETERMINADO DE PROFISSIONAIS DE NÍVEL SUPERIOR

Leia mais

ANÁLISE DO USO DAS MÍDIAS NA PRÁTICA PEDAGÓGICA DOS PROFESSORES DE UMA ESCOLA PÚBLICA DA REDE ESTADUAL DE ENSINO DO ESTADO DE ALAGOAS

ANÁLISE DO USO DAS MÍDIAS NA PRÁTICA PEDAGÓGICA DOS PROFESSORES DE UMA ESCOLA PÚBLICA DA REDE ESTADUAL DE ENSINO DO ESTADO DE ALAGOAS ANÁLISE DO USO DAS MÍDIAS NA PRÁTICA PEDAGÓGICA DOS PROFESSORES DE UMA ESCOLA PÚBLICA DA REDE ESTADUAL DE ENSINO DO ESTADO DE ALAGOAS Olindina maria moura da silva (UFAL) hollyn.moura@hotmail.com RESUMO:

Leia mais

5 Análise dos indicadores educacionais do Brasil

5 Análise dos indicadores educacionais do Brasil 5 Análise dos indicadores educacionais do Brasil A fome de instrução não é menos deprimente que a fome de alimentos. Um analfabeto é um espírito subalimentado. Saber ler e escrever, adquirir uma formação

Leia mais

artigos . Luís Edegar de Oliveira Costa Professor da Faculdade de Artes Visuais da UFG

artigos . Luís Edegar de Oliveira Costa Professor da Faculdade de Artes Visuais da UFG artigos PAULO FOGAÇA nas Artes Plásticas em Goiás: Indícios de Contextualização. Luís Edegar de Oliveira Costa Professor da Faculdade de Artes Visuais da UFG A aparição da arte moderna em Goiás, sua formulação

Leia mais

Essas descobertas foram analisadas e testadas, e percebeu-se que podiam ser aplicadas em diversas áreas.

Essas descobertas foram analisadas e testadas, e percebeu-se que podiam ser aplicadas em diversas áreas. AULA 1-) SABER QUERER Olá, amigos! Meu nome é Kau Mascarenhas e sou um arquiteto de gente. Sim, tenho formação acadêmica em Arquitetura mas atualmente trabalho como consultor e conferencista em Desenvolvimento

Leia mais

www.institutoproterra.org.br

www.institutoproterra.org.br APRESENTAÇÃO INSTITUCIONAL Missão O Instituto Pró Terra é uma entidade sem fins lucrativos criada em 1997 sob o CNPJ: 04728488/0001-29, que reúne amigos, educadores, técnicos e pesquisadores com a missão

Leia mais

Resumo de Notícias. Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Telecomunicações e Operadoras de Mesas Telefônicas no Estado do Espírito Santo

Resumo de Notícias. Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Telecomunicações e Operadoras de Mesas Telefônicas no Estado do Espírito Santo 27/11/2014 - Teletime Rezende alerta que se escolherem ir à Justiça, teles saem perdendo O presidente da Anatel, conselheiro João Rezende, afirmou nesta quinta, 27, que a agência não concorda com a tese

Leia mais

Unidade I PRÁTICAS E PROJETOS DO. Profa. Ana Cláudia Barreiro Nagy

Unidade I PRÁTICAS E PROJETOS DO. Profa. Ana Cláudia Barreiro Nagy Unidade I PRÁTICAS E PROJETOS DO ENSINO FUNDAMENTAL Profa. Ana Cláudia Barreiro Nagy Práticas e Projetos do Ensino Fundamental Contribuindo para o desenvolvimento de cidadãos autônomos, participativos

Leia mais

Programa Fundo Amazônia / Ministério do Meio Ambiente de apoio ao Cadastramento Ambiental Rural

Programa Fundo Amazônia / Ministério do Meio Ambiente de apoio ao Cadastramento Ambiental Rural Programa Fundo Amazônia / Ministério do Meio Ambiente de apoio ao Cadastramento Ambiental Rural 1 OBJETIVO Apoio financeiro a projetos que viabilizem a adesão de proprietários rurais ao Cadastro Ambiental

Leia mais

A UTILIZAÇÃO DE RECURSOS VISUAIS COMO ESTRATÉGIA PEDAGÓGICA NO PROCESSO DE ENSINO - APRENDIZAGEM DE ALUNOS SURDOS.

A UTILIZAÇÃO DE RECURSOS VISUAIS COMO ESTRATÉGIA PEDAGÓGICA NO PROCESSO DE ENSINO - APRENDIZAGEM DE ALUNOS SURDOS. A UTILIZAÇÃO DE RECURSOS VISUAIS COMO ESTRATÉGIA PEDAGÓGICA NO PROCESSO DE ENSINO - APRENDIZAGEM DE ALUNOS SURDOS. Rosane Batista Miranda¹ Eliane Vasconcelos Soares² Introdução O presente artigo visa á

Leia mais

POLÍTICAS PÚBLICAS DE EDUCAÇÃO INCLUSIVA: AS TECNOLOGIAS ASSSITIVAS E O ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO NAS ESCOLAS DE NOVA IGUAÇU/RJ

POLÍTICAS PÚBLICAS DE EDUCAÇÃO INCLUSIVA: AS TECNOLOGIAS ASSSITIVAS E O ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO NAS ESCOLAS DE NOVA IGUAÇU/RJ POLÍTICAS PÚBLICAS DE EDUCAÇÃO INCLUSIVA: AS TECNOLOGIAS ASSSITIVAS E O ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO NAS ESCOLAS DE NOVA IGUAÇU/RJ Nely Monteiro dos Santos de Carvalho 1 Allan Rocha Damasceno

Leia mais

TENDÊNCIAS RECENTES DOS ESTUDOS E DAS PRÁTICAS CURRICULARES

TENDÊNCIAS RECENTES DOS ESTUDOS E DAS PRÁTICAS CURRICULARES TENDÊNCIAS RECENTES DOS ESTUDOS E DAS PRÁTICAS CURRICULARES Inês Barbosa de Oliveira O desafio de discutir os estudos e as práticas curriculares, sejam elas ligadas à educação de jovens e adultos ou ao

Leia mais

Uma empresa só poderá vender seus bens/serviços aos consumidores se dois requisitos básicos forem preenchidos:

Uma empresa só poderá vender seus bens/serviços aos consumidores se dois requisitos básicos forem preenchidos: Módulo 4. O Mercado O profissional de marketing deverá pensar sempre em uma forma de atuar no mercado para alcançar os objetivos da empresa. Teoricamente parece uma tarefa relativamente fácil, mas na realidade

Leia mais