UNINGÁ - UNIDADE DE ENSINO SUPERIOR INGÁ FACULDADE INGÁ MESTRADO PROFISSIONALIZANTE EM ODONTOLOGIA FELISTEUS OLIVIO FAVA

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1 UNINGÁ - UNIDADE DE ENSINO SUPERIOR INGÁ FACULDADE INGÁ MESTRADO PROFISSIONALIZANTE EM ODONTOLOGIA FELISTEUS OLIVIO FAVA AVALIAÇÃO DO SORRISO LEVANDO EM CONSIDERAÇÃO A PROPORÇÃO ÁUREA, PARÂMETROS PERIODONTAIS, DENTAIS E FACIAIS. MARINGÁ 2011

2 2 FELISTEUS OLIVIO FAVA AVALIAÇÃO DO SORRISO LEVANDO EM CONSIDERAÇÃO A PROPORÇÃO ÁUREA, PARÂMETROS PERIODONTAIS, DENTAIS E FACIAIS. Dissertação apresentada à UNINGÁ - Faculdade Ingá - para obtenção do Título de MESTRE em Odontologia. Área de concentração: Prótese. Orientador: Prof. Dr. Fabiano Carlos Marson MARINGÁ 2011

3 3 FELISTEUS OLIVIO FAVA AVALIAÇÃO DO SORRISO LEVANDO EM CONSIDERAÇÃO A PROPORÇÃO ÁUREA, PARÂMETROS PERIODONTAIS, DENTAIS E FACIAIS. Dissertação apresentada como exigência parcial para obtenção do título de Mestre à Comissão Julgadora da UNINGÀ - Faculdade Ingá. Aprovado em 27 de maio de COMISSÃO EXAMINADORA Prof. Dr. Fabiano Carlos Marson (presidente da banca e orientador) Prof. Dr. Luiz Fernando Lolli (professor do corpo docente permanente do curso) Prof. Dr. Paulo Sergio Perri de Carvalho (professor convidado)

4 4 DEDICATÓRIA Aos meus filhos Alana Sibeli e Alan Rodrigo, pela dedicação, carinho, companheirismo e vanguarda. A senhora Gladis Hoerle, pela educação dada aos nossos filhos. Aos meus pais Albino e Herminia (in memorian), por terem me dado a vida e a formação moral, que contribuiu imensamente para minhas conquistas profissionais. Aos meus irmãos, pela gratidão de sempre. A minha irmã Onorina, minha primeira professora, por ter aberto a porta para que eu não ficasse na escuridão. Ao meu irmão Odilo pelo apoio e constante vanguarda. A toda classe docente deste país, pela dedicação e maravilhoso trabalho junto aos seus alunos, plantando a semente do futuro.

5 5 AGRADECIMENTOS Ao Prof. Dr. Fabiano Carlos Marson, por sua dedicação, amizade e orientação neste e outros trabalhos. Ao Prof. Dr. Paulo Sérgio Perri de Carvalho e a Profª. Drª. Mariliza Astolphi de Carvalho, pelo carinho, amizade e a grande oportunidade que me deram.

6 6 AGRADECIMENTOS A todos os professores do curso de mestrado, pela amizade, dedicação e oportunidade do feliz convívio durante este curso. A Profª. Drª. Rosangela Botinha, pelo carisma e auxílio prestado para a realização desse trabalho. A toda equipe do curso de especialização em Implantodontia, do Nec-Odonto, de Araçatuba-SP, Dr. Fernando Luppino, Dr. Luiz Antônio Janjacomo, Dr. José Fernandes Lopes Filho, Dr. José Celso Perri e Dr. Rogério Fernando Vidal pela amizade e convívio de todo esse tempo. A Drª. Adriana Vaz Fava, Gracilda dos Santos e Mário dos Santos pela simpatia, amizade e o nosso maravilhoso convívio. Aos alunos voluntários que permitiram serem fotografados para que eu pudesse realizar esse trabalho de dissertação. Aos colegas do curso de mestrado pelo convívio, amizade, troca de conhecimentos e informações durante o curso. A Irez Hedel e Kelly Hedel pela amizade e colaboração de todos os dias. A senhora Deise Oliveira, bibliotecária da Uningá, pelo carinho e colaboração que sempre dedicou. Aos protéticos Augusto Spada Neto e família; Geraldo Poletto e família pela parceria e grande amizade de longa data. etapa. A todos que de forma direta ou indireta contribuíram para a realização de mais esta

7 7 FAVA, Felisteus Olívio. Avaliação do sorriso levando em consideração a proporção áurea, parâmetros periodontais, dentais e faciais f. Dissertação (Mestrado em Odontologia). Pós-Graduação em Odontologia. Faculdade Ingá, Unidade de Ensino Superior Ingá - Maringá, RESUMO O objetivo do presente trabalho foi comparar a presença ou não de harmonia do sorriso entre os homens e mulheres, levando em consideração os parâmetros dentários e periodontais. Foram selecionados 102 voluntários, sendo 57 do sexo feminino e 45 do sexo masculino. Após a realização de tomadas fotográficas do sorriso, envolvendo dentes e gengiva, os pacientes foram avaliados de acordo com os seguintes parâmetros: 1) Biótipo periodontal; 2) Altura do sorriso; 3) Abertura do sorriso; 4) Espessura do lábio; 5) Comprimento e largura da coroa dentária; 6) Formato do dente; 7) Posição do zênite gengival; 8) Posição do ponto de contato; 9) Altura da gengiva bilateral; 10) Altura e largura da papila interdental; 11) Presença ou ausência de proporção áurea. Através do Teste-t de Student para comparações das médias e o teste exato de Fisher para verificação de associação entre os gêneros comprovamos que a proporção áurea não foi observada na maioria dos voluntários. A altura do sorriso prevaleceu o sorriso médio e a abertura do sorriso larga. Com relação à espessura do lábio, os lábios médios foram predominates. O biótipo periodontal mais encontrado foi o intermediário. A altura da papila não variou, em relação aos dentes e gêneros. A posição do ponto de contato foi predominante no terço médio da coroa para todo os dentes, porém entre os dentes 11/21 no terço incisal. Conclusão: A composição de um sorriso considerado belo, envolve equilíbrio entre a forma e simetria dos dentes, lábios e gengiva, além da maneira como estes se relacionam e harmonizam com a face dos pacientes. Palavras-chave: Estética Dentária, Dente, Sorriso e Índice Periodontal

8 8 FAVA, Felisteus Olivio. Applying the golden proportion in the upper front teeth, with the inter-relationship between periodontal and dental aesthetics (Master Dentistry). - Graduate Dentistry. Faculty Inga, Inga Unit Higher Education - UNINGÁ, Maringá, ABSTRACT The objective of this study was to compare the presence or absence of harmony of the smile between men and women, taking into account the dental and periodontal parameters. We selected 102 volunteers, 57 female and 45 male. After conducting photographic taken the smile, involving teeth and gums, patients were evaluated according to the following parameters: 1) periodontal biotype, 2) height of the smile, 3) Opening of a smile, 4) Thickness of the lip, 5) length and width of the dental crown, 6) Format of the tooth; 7) Position of the gingival zenith, 8) Position the point of contact; 9) Height of bilateral gum; 10) Height and width of the interdental papillae, 11) or absence of golden ratio. Through the Student t-test for comparisons of means and Fisher's exact test to check the association between the genders proved that the golden ratio was not observed in most volunteers. The height of the prevailing smile smile smile opening of medium and large. With respect to the thickness of the lip, the lips were average predominates. The periodontal biotype was found over the intermediate. The height of papillae did not vary in relation to the teeth and genres. The position of the contact was predominant in the middle third of the crown for all the teeth, but in between the teeth 11/21 incisal third. Conclusion: The composition of a beautiful smile considered involves balance between form and symmetry of the teeth, lips and gums, and the way they relate and harmonize with the face of patients.. Keywords: Aesthetic Dentistry, Tooth, Smile and Periodontal Index.

9 9 LISTA DE FIGURAS Figura 1 - Parthenon, templo da deusa grega Atena, construído no século V a.c...16 Figura 2 - Padrão básico da proporção áurea...17 Figura 3 - Posicionamento dos incisivos centrais...20 Figura 4 Ponto de contato entre os dentes anterossuperiores...20 Figura 5 - Simetria dos dentes homólogos...20 Figura 6 - Disposição dos dentes anterossuperiores, segundo a proporção áurea...23 Figura 7 - Análise extraoral e terços faciais...28 Figura 8 - Altura da Gengiva Queratinizada...31 Figura 9 - Posição da papila interdental...33 Figura 10 - Lábio Fino...35 Figura 11 - Lábio Médio...35 Figura 12 - Lábio Espesso...35 Figura 13 - Biótipo periodontal plano e espesso...39 Figura 14 - Biótipo periodontal fino e festonado...39 Figura 15 Biótipo periodonal intermediário...40 Figura 16 - Sorriso Baixo...41 Figura 17 - Sorriso Médio...41 Figura 18 - Sorrido Alto...42 Figura 19 - Zênite Gengival Figura 20 - Sorriso...48 Figura 21 - Dentes intercuspidados...48 Figura 22 - Dentes topo a topo...49 Figura 23 - Vista lateral do sorriso...49 Figura 24 - Vista lateral do sorriso...49 Figura 25 - Lábios em repouso...49 Figura 26 - Mensuração dos parâmetros clínicos dentais e gengivais...49 Figura 27 - Grade de Levin em porção para verificação da proporção áurea...50

10 10 LISTA DE QUADROS Quadro 1 - Avaliação estética dos dentes anteriores superiores, analisando a altura da gengiva queratinizada bilateral, largura e altura do dente e a posição do zênite gengival...53 Quadro 2 - Avaliação estética dos dentes anteriores superiores, analisando a altura e largura da papila e a posição do ponto de contato...54 a Quadro 3 - Análise subjetiva das categorias relacionadas à altura, abertura do sorriso, espessura do lábio, biótipo periodontal, formato dos dentes anteriores superiores e presença ou ausência de proporção áurea...55

11 11 LISTA DE ABREVIATURA DRED - Diagrama de Referências Estéticas Dentais JCE - Junção Cemento Esmalte LC - Largura do Incisivo Central LS - Largura do Sorriso MIH - Máxima Intercuspidação Habitual

12 12 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO REVISÃO DA LITERATURA PROPORÇÃO ÁUREA Proporção Áurea na Odontologia ESTÉTICA PERIODONTAL Altura da Gengiva Queratinizada Papila Interdental Lábios Biótipo Periodontal Linha do Sorriso e Exposição Gengival Contorno e Zênite Gengival MATERIAL E MÉTODOS RESULTADOS DISCUSSÃO CONCLUSÃO...60 REFERÊNCIAS...61 APÊNDICE...67 ANEXOS...69

13 13 1 INTRODUÇÃO Atualmente na Odontologia restauradora é de suma importância o entendimento e o domínio dos parâmetros estéticos faciais, gengivais e dentários, pois a harmonia da aparência é dependente de todos estes conceitos (COSTA; PINHO; AROUCA, 2005). A busca pela estética do sorriso com dentes alinhados, clareados e com gengiva saudável, faz com que pacientes procurem cada vez mais os consultórios odontológicos com a finalidade de melhorar o aspecto estético (FRANCISCHONE; MONDELLI, 2007). A odontologia estética vem merecendo cada vez mais destaque dentro do contexto geral da odontologia. Uma das mais importantes tarefas da cosmética dentária é criar uma harmoniosa proporção entre a largura dos dentes maxilares anteriores quando restaurados ou substituídos (MAHSHID, 2004; NIKGOO A et al., 2009). A busca pelos padrões de beleza e perfeição das formas e dimensões dentárias, tem proporcionado supervalorização da aparência de cada indivíduo, isso porque a mídia tem supervalorizado a busca não só por um corpo perfeito, mas também por um sorriso harmonioso. A face é como um quadro, e o sorriso a moldura desse quadro (CADENA e GUERRA, 2006; AL-JOHANY et al., 2011). A harmonia estética é a relação entre várias partes distintas que, quando unidas, formam um conjunto, sendo a beleza de um sorriso muito importante para a boa convivência do indivíduo em sociedade, pois é este quem determina uma boa aparência facial (HOLANDA et al., 2006). A presença de pequenas discrepâncias seja dentária e/ou gengivais, num determinado sorriso, se não diagnosticadas e tratadas corretamente, comprometem a função e condenam o equilíbrio de todo o conjunto, essencial para a melhoria da autoimagem dos pacientes (SILVA; CARVALHO; JOLY, 2007). Deve-se entender que o sucesso de qualquer tratamento e/ou reabilitação estética, depende da existência da harmonia entre os componentes da região facial e bucal, levando em consideração o bom senso do profissional. Além disso, quando obtida a harmonia entre esses componentes, ainda é imprescindível buscar a relação ideal entre os parâmetros dentários e periodontais. A Periodontia mudou seu enfoque nos últimos anos, deixando de se preocupar exclusivamente com a prevenção e tratamento das doenças, passando a buscar alternativas efetivas para reconstrução de tecidos perdidos. Sequelas periodontais como a recessão

14 14 gengival e perda de papila interdental, por exemplo, não mais são admissíveis em decorrência do colapso estético que provocam (COSTA; PINHO; AROUCA, 2005). Com o aumento das exigências estéticas, cada vez mais é necessário o aperfeiçoamento da cosmética dentária. Busca-se uma proporção harmoniosa entre a largura dos dentes, principalmente dos maxilares anteriores, quando da necessidade de restaurá-los ou substituí-los, sendo portanto merecida a devida atenção em relação à cor, textura e a forma desses elementos dentários. Um método bastante citado pelos autores e aplicado por muitos clínicos para realizar esse trabalho é baseado na teoria da proporção áurea (FARIA, 2003). Considerando a importância da estética na Odontologia, o objetivo deste estudo foi avaliar a presença ou não de harmonia do sorriso entre homens e mulheres, levando em conta os parâmetros dentários e periodontais.

15 15 2 REVISÃO DA LITERATURA 2.1 PROPORÇÃO ÁUREA Na busca de uma explicação racional para o belo ou para a lógica da natureza, os gregos descobriram e estabeleceram os conceitos de simetria, equilíbrio e harmonia como pontos-chave da beleza de um conjunto. Assim, surgiu a proporção áurea, também chamada divina ou mágica uma fórmula matemática para definir a harmonia nas proporções de qualquer figura, escultura, estrutura ou monumento, assim representada: 1,618-1,0-0,618. A aplicação da proporção áurea na Odontologia foi primeiramente mencionada e defendida por Lombardi, em 1973, e desenvolvida por Levin em A partir da proporção áurea, a grade de Levin foi criada para a avaliação da medida da amplitude do sorriso e da porção visível dos dentes, também de grande utilidade na seleção e escolha de dentes artificiais e nas reabilitações protéticas e restauradoras. O autor Levin (1978) demonstrou que, numa visão frontal, a relação de medidas entre incisivo central, lateral, a metade mesial ou metade visível do canino e dos pré-molares é percebida pelas medidas em proporção áurea. Criou grades em proporção, para a medida de amplitude do sorriso e da porção visível dos dentes, os incisivos centrais são apresentados em uma ampla faixa de largura (entre 7 e 10 mm) e os limites posteriores dos segmentos dentários esquerdo e direito são fixados de acordo com o dente mais proeminente que contorna o canto da boca, seja o canino ou o primeiro pré-molar. Desse modo, as grades de Levin são traçadas com três ou quatro dentes, de acordo com o dente mais proeminente do segmento e a dimensão do corredor bucal. Mondelli em 2003 apresentou um capítulo sobre Proporção Áurea, no livro Estética e Cosmética em Clínica Integrada, e sem dúvida alguma é o relato mais completo disponível na literatura odontológica nacional, e tem como finalidade o entendimento e aplicação nas reabilitações estéticas desde as unitárias até as totais, independente do material ou técnicas adotadas. Através da medida da largura e comprimento dos incisivos centrais superiores e aplicada a fórmula de Mondelli pode-se encontrar a largura e a altura dos incisivos laterais. A fórmula mais simples é a: LC = 0,155 x LS, onde LC é a largura do incisivo central, 0,155 é uma constante e LS é a largura do sorriso. Assim, através dessa fórmula podem-se encontrar a largura dos dentes anteriores superiores.

16 16 A estética tem se tornado cada vez mais importante na Odontologia sendo sinônimo de uma aparência natural e harmoniosa. Para Tjan e Miller (1984) um sorriso atrativo e agradável acentua a aceitação do indivíduo na sociedade. O sorriso é umas das mais importantes expressões faciais e é essencial na demonstração de amizade, concordância e apreciação. Um sorriso atraente e equilibrado pode ser o mais valioso recurso pessoal. Desde os primórdios, vários filósofos, artistas, arquitetos e outros estudiosos se interessaram pela beleza, pelo proporcional e pela harmonia entre as partes (MENDES; BOFANTE, 1994). Os gregos antigos foram os que mais levaram o conceito de beleza a sério, observando sempre a natureza e imaginando-se capazes de reproduzi-la, na procura de uma explicação estabeleceram os conceitos de simetria, equilíbrio e harmonia como pontos-chave da beleza de um conjunto (LOMBARDI, 2003). As fórmulas matemáticas são usadas para controlar a precisão morfológica de objetos ou edificações, porém, apenas algumas dessas fórmulas sobreviveram como a proporção de Platão, Polyclitus, Lysippus e principalmente a de Pitágoras, fórmulas estas, utilizadas na criação de monumentos, esculturas, pinturas e estruturas como o Parthenon (Fig.1), estudadas por filósofos e matemáticos e aplicadas pelos artistas, arquitetos e engenheiros durante várias gerações, resultando e pontificando a proporção áurea, também chamada de divina ou mágica - uma fórmula matemática para definir a harmonia nas proporções de qualquer figura, escultura, estrutura ou monumento (SILVA, 2008). Figura 1 - Parthenon, templo da deusa grega Atena, construído no século V a.c. Platão (427 a.c a.c.), primeiro filósofo a ocupar-se com a beleza. Para ele seria belo tudo aquilo em que as partes se agrupavam de maneira coerente compondo a

17 17 harmonia do conjunto. Aristóteles (384 a.c a.c.), introduzira como ideal a simetria. Plotino (270 a.c a.c.), detalhista filósofo romano, acreditava que para algo ser belo deveria ter aparência e harmonia em cada detalhe (SILVA, 2008). Pitágoras determinou uma proporção numérica na qual a relação de 1 para 1,618 = 0,618 era reconhecida como bela. Tal relação ficou conhecida como proporção áurea, dourada ou divina. Os primeiros relatos do emprego da proporção áurea advêm de 1509 com o livro Divine Proportione (Propriedade Divina), com ilustrações de Leonardo da Vinci, escrito por Luca Pacioli (RUFENACHT, 1998). A proporção áurea descrita por Pitágoras é considerada a essência da beleza na natureza. A proporção é de 1 para 1,618 que, em números inteiros, pode ser expressa como 3 para 5; 5 para 8; 8 para 13 e assim progressivamente (a soma de dois números anteriores forma o seguinte e sua razão tende para 1,618). Portanto, pode-se tomar uma linha e cortá-la, seccioná-la ou demarcá-la em um ponto de tal modo que a proporção entre a parte menor e maior seja igual a existente entre a maior e o todo. Dividindo uma parte pela outra, os gregos chegaram ao número irracional de 1,618. Dessa forma, a proporção áurea pode ser definida como a correspondência harmônica entre duas partes desiguais, na qual a relação entre a parte menor é igual à relação entre a parte maior e o total da soma das duas partes (SILVA, 2008). A proporção áurea foi aplicada na estética dental e descrita inicialmente por Lombardi em 1973, depois por Levin em 1978, afirmando que o termo proporção, geralmente significa relação entre maior e menor. O padrão básico da proporção áurea pode ser demonstrado na Fig. 2, onde traçando uma linha e dividindo-a de modo que a razão do segmento maior (B) em relação à linha inteira (A) seja igual à razão do segmento menor (C) em relação ao segmento maior (B). Figura 2 - Padrão básico da proporção áurea. Segundo Silva (2008) a proporção seria a razão, que é o termo usado para referir a relação em grau ou número de estruturas similares. Pode-se ainda dizer que a razão de duas grandezas da mesma espécie é aquela expressa pelos números correspondentes as suas medidas, quando aferidas com a mesma unidade. A determinação do comprimento de duas

18 18 partes desiguais, mais proporcionais, chamada por Euclides de divisão de linha em extrema razão, deu origem ao número de ouro (1,618 ou 0,618, respectivamente na multiplicação e divisão das proporções geométricas), número este que é a razão entre duas grandezas, uma maior e outra menor, conduzindo a igualdade. Para encontrar um ponto áureo em um segmento de reta, basta dividir o comprimento pelo número irracional 1,618 ou multiplicá-lo pelo número 0, Proporção Áurea na Odontologia Os pesquisadores Tjan e Miller (1984) formularam um padrão para estabelecer o sorriso estético, relacionando o tipo de sorriso, paralelismo da curva incisal do maxilar com o lábio inferior, posição da incisal em relação ao toque do lábio inferior e o número de dentes aparentes no sorriso. Já Mac Arthur, em 1985, comparou a largura mésio-distal dos incisivos centrais superiores com a largura mésio-distal dos incisivos centrais inferiores e encontrou uma razão próxima da proporção áurea. Segundo Chiche e Pinault (1993), o comprimento e largura média dos incisivos centrais superiores é de 10,4-11,2mm e 8,3-9,3mm, respectivamente. Quanto a forma dos elementos dentários anteriores verificaram a relação positiva com o formato do rosto do indivíduo, podendo ocorrer variações sem apresentar interferências na estética. Em 1993, Preston realizou pesquisa na qual foi avaliado a presença da proporção áurea nos seis dentes anteriores superiores, através de imagens fotográficas de 58 pessoas. Comparando-se a largura mésio-distal aparente do incisivo central superior com a do incisivo lateral superior e a do canino não foi encontrada a proporção áurea de forma significativa, em virtude disto recomendou que a fórmula não deveria ser empregada de maneira padronizada, mas sim modificada conforme as características particulares de cada paciente. Sterrett et al. (1999) mediram, em modelos de gesso, um incisivo central, um incisivo lateral e um canino superior em cada um dos 71 indivíduos de raça branca (24 homens e 47 mulheres), com mais de 20 anos, registrando a dimensão mais larga perpendicular ao longo eixo do dente e a dimensão apical/coronária mais larga paralela ao longo do eixo dentário. As medidas de altura e de largura coronárias eram maiores nos homens do que nas mulheres. A relação largura/comprimento diferia entre os homens e as mulheres somente no canino, no valor de 0,81mm e 0,77mm, respectivamente. Em todos os

19 19 pacientes, a relação média largura/altura dos dentes anteriores superiores estava compreendida entre 0,76mm e 0,86mm. Os resultados contribuem para determinar o comprimento ideal da coroa clínica, dividindo a largura do dente pela relação largura/altura média do dente. Basting, em 2000, afirmou que a proporção divina não deve ser um parâmetro obrigatoriamente empregado para todos os casos e que o padrão estético individual deve se sobrepor a todos os outros. Seguindo a mesma linha de raciocínio, Javaheri e Shahnavaz (2002), afirmaram que a aplicação da proporção em restaurações estéticas não deve ser a única diretriz para determinar o sucesso em um procedimento, devendo ser considerados a destreza e os materiais empregados pelo profissional. Vieira (2004) afirmou existir um aumento fisiológico de corredor bucal (espaço negativo) durante o processo de envelhecimento. Este espaço negativo também pode ser visualizado durante a formação do sorriso entre a comissura labial e as superfícies vestibulares dos dentes superiores. Sua aparência é influenciada pela profundidade do sorriso (quantidade de dentes expostos no sorriso), maxila e o tônus dos músculos faciais. Quanto à linha média facial, recomendou estabelecer uma linha imaginária dividindo o filtro labial em duas partes iguais. Câmara (2004) observou que as linhas média facial e dental coincidem em 70% das pessoas, enquanto que as linhas médias dentais superior e inferior não coincidem em quase três quartos da população. Quanto ao nível do contato interdental, o autor relatou que este é descendente a partir do canino. O contato entre o canino e incisivo lateral se posiciona mais alto que do incisivo central e lateral; o contato entre os incisivos centrais se posiciona mais abaixo ainda, lembrando que a posição do contato interdental está relacionada à posição e morfologia dentária (Fig. 3 e 4). Com o DRED, o autor mostra também que os dentes devem possuir simetria, isto é, o incisivo central superior direito deve ser do mesmo tamanho do incisivo central superior esquerdo, e assim, respectivamente para os incisivos laterais e caninos (Fig. 5). Relata que outra aplicação do DRED é no caso de pacientes que não apresentam a proporção áurea, pois nesses casos, o DRED é utilizado para individualizar cada caso, onde o resultado final deve ser a relação harmoniosa na visibilidade dos dentes anteriores, sendo que em vista frontal, o aparecimento dos dentes deve ser decrescente a partir dos incisivos centrais.

20 20 Figura 3 - Posicionamento dos incisivos centrais. Figura 4 - Ponto de contato entre os dentes antero superiores. Figura 5 - Simetria dos dentes homólogos.

21 21 Mahshid et al. (2004) afirma que uma das tarefas mais importantes da odontologia estética é criar proporções harmoniosas entre a largura dos dentes anteriores. Os autores investigaram a existência da proporção áurea entre a largura dos dentes superiores anteriores em 157 indivíduos (75 mulheres e 82 homens) com idades variando de 18 a 30 anos. Um programa de medição da imagem foi usada para medir a largura aparente mesiodistal dos seis dentes anteriores superiores sobre a fotografias digitalizadas. A proporção ouro não foi encontrada, ou seja, a proporção áurea não é um fator comum nos sorrisos. Hansanreisoglu et al. (2005) relataram que o tamanho e forma dos dentes superiores anteriores são importantes para alcançar a estética dental e facial. Os autores analisaram as dimensões da coroa clínica dos dentes anteriores para determinar se existem relações entre a largura dos dentes e várias medidas faciais da população turca. Foram avaliados 100 sorrisos de estudantes de odontologia. As dimensões dos dentes anteriores, a ocorrência da proporção áurea, a diferença entre os tamanhos reais, as relações entre os dentes anteriores e várias medidas faciais foram analisadas por sexo com base nas informações obtidas a partir de imagens de computador e dos modelos. As dimensões dos incisivos centrais superiores (P <0,05) e caninos (P <0,01) foram associados ao sexo. A existência da chamada "proporção de ouro" para os dentes anteriores superiores não foi encontrada. Os incisivos centrais superiores e caninos dos homens foram maiores do que os das mulheres na população turca estudada, os caninos apresentaram a maior variação de gênero. Snow (2006), uma variação na proporção áurea com maior aplicabilidade em odontologia, baseado na determinação da largura total de canino a canino, com uma porcentagem de 25% do espaço total para cada incisivo central, 15% para cada incisivo lateral e 10% para a porção visível para cada canino, prevalecendo a dominância dos incisivos centrais superiores. Vicenti e Schmitt (2006) investigaram a presença de proporção áurea em adultos jovens que utilizaram e não utilizaram dispositivo ortodôntico. Nesse estudo, as autoras avaliaram 40 modelos em gesso, sendo 20 do sexo feminino e 20 do sexo masculino. Para verificação da proporção áurea foram utilizadas as grades de Levin. Os resultados obtidos foram: sem o uso de dispositivo ortodôntico houve maior percentagem (60%) de indivíduos que não apresentaram proporção áurea, na análise em bloco no sexo masculino. Nos que utilizaram dispositivo ortodôntico fixo, a maior percentagem (60%) foi de indivíduos apresentando proporção unilateral, demonstrando que o tratamento ortodôntico aumentou a proporcionalidade entre os dentes. O grupo feminino que não utilizou dispositivo ortodôntico obteve maior porcentagem (70%) de proporção unilateral e no grupo que utilizou dispositivo

22 22 ortodôntico, a maior percentagem (70%) foi de indivíduos sem proporção divina, demonstrando que o tratamento ortodôntico diminuiu a proporcionalidade. Sendo assim, a conclusão da pesquisa foi que o grupo do sexo masculino que realizou tratamento ortodôntico apresentou maior percentagem que o grupo sem tratamento. Fayyad, Jamani e Aqrabawi (2006) averiguaram que um dos aspectos críticos da dentística estética é criar proporções matemáticas e geométricas para relatar a largura sucessiva dos dentes anteriores. Neste estudo foram capturadas imagens frontais padronizadas de 376 sorrisos de estudantes; as larguras dos dentes anteriores superiores foram medidas e cálculos foram feitos de acordo com cada teoria mencionada. As medidas foram estatisticamente analisadas usando T-test (nível de significância p<0.05). Como resultado foi encontrada proporção áurea exata entre a largura do incisivo central direito e lateral do mesmo hemiarco em 31,3% dos homens e 27,1% das mulheres. Os valores da proporção não foram constantes, sendo que o elemento mais distante da linha média se desloca mais distalmente que os outros. Os resultados revelaram ainda que a porcentagem de ouro foi constatada em termos relativos da largura do dente. O incisivo central representou 23%, o lateral 15% e o canino 12% da largura dos seis dentes anteriores na visão frontal do sorriso. Desse modo, não foi observada a proporção entre os dentes. No entanto, a teoria da porcentagem de ouro pode ser aplicável desde que seja considerada a etnia do indivíduo. Francischone e Mondelli (2007) descreveram que a simetria ocorre quando existe ligação entre a cor, textura, forma e posicionamento dos dentes dos hemiarcos superiores. Segundo os autores, os incisivos centrais devem ser os dentes dominantes e mais observados no sorriso. Considerando a predominância dos incisivos centrais, é necessário entender que os incisivos laterais devem aparecer em menor proporção (62%) em relação aos incisivos centrais. Da mesma maneira, a proporção de aparecimento do canino deve ser 62% menor em relação ao incisivo lateral, bem como do pré-molar em relação ao canino e assim sucessivamente, em uma proporção regressiva de aparecimento dos dentes. Francischone e Mondelli (2007) ainda relataram que a aplicação da proporção áurea na odontologia foi primeiramente mencionada por Lombardi, em 1973, que enfatizou a necessidade de ordenar a composição dos dentes anteriores, de forma proporcional desde o incisivo central até o primeiro pré-molar; e descrita por Levin, que em 1978 observou que sorrisos agradáveis, em vista frontal, apresentavam a largura do incisivo central em proporção áurea com a largura do lateral que, por sua vez, se encontrava em proporção divina com a parte anterior visível do canino. Dessa forma, criou-se a grade de Levin utilizada para restabelecer o sorriso através da proporção numérica dos dentes anterossuperiores, auxiliando

23 23 na seleção de dentes artificiais nos casos de reabilitações protéticas e restauradoras conforme Fig Figura 6 - Disposição dos Dentes Anterossuperiores, segundo a Proporção Áurea. A simetria, a dominância e a proporção dos dentes anteriores superiores são afetadas pela altura da coroa clínica. Em sorrisos harmônicos, a perspectiva pode ser percebida numa vista frontal pela relação proporcional áurea existente entre a largura do sorriso, o segmento dentário anterior e o corredor bucal. Multiplicando-se metade da largura do sorriso por 0,618, obtém-se o valor da metade do segmento dentário; o valor do segmento dentário anterior multiplicado por 0,618, resulta na largura do corredor bucal. Essa relação determina na vista frontal o dente chave (dente de transição entre os segmentos anterior e posterior), ou seja, pré-molares ou caninos, dependendo da curvatura do arco (SILVA, 2008). Francischone e Mondelli (2007) descreveram de forma explicativa suas regras e fórmulas para encontrar a proporcionalidade que deve existir entre os dentes naturais anteriores superiores e aplicá-las nas reabilitações dentárias. Através da medida da largura e comprimento dos incisivos centrais superiores podem-se encontrar a largura e altura dos incisivos laterais e caninos superiores em proporção áurea com os incisivos centrais. A fórmula mais simples é: LC= 0,155 x LS, onde LC é a largura do incisivo central, 0,155 é uma constante e LS é a largura do sorriso. Assim, através dessa fórmula pode-se encontrar a largura do incisivo central. A partir daí obtém-se a largura e altura dos dentes anteriores superiores, bastando aplicar os valores de proporção áurea. Além disso, os autores realizaram pesquisa biométrica para avaliar a precisão desse método para o cálculo da largura dos incisivos centrais superiores, comparando-o com a largura real do incisivo. Também

24 24 avaliaram a proporção estética real (relação largura/altura) dos dentes anteriores superiores e por fim o percentual de arcos e hemiarcos, que apresentam os dentes anteriores superiores em proporção áurea com a largura do sorriso. Com base nos resultados obtidos, a fórmula LC= 0,155 x LS é precisa para a determinação da largura dos incisivos centrais superiores, podendo ser utilizada em pacientes totalmente desdentados, para planejamento estético restaurador e reabilitações diretas e indiretas. Bonatti et al. (2007) executaram um trabalho que buscava verificar se as estruturas orofaciais apresentam proporção áurea. Foram registradas 81 fotos de estudantes e analisadas as estruturas faciais, por exemplo: olho direito e esquerdo. Essas estruturas foram comparadas à largura mésio-distal dos dentes (13-23). Após análise, não foi encontrado o valor áureo (0,618). Costa et al. (2007) realizaram estudo no qual foi determinada a frequência com que a proporção áurea se manifesta em sorrisos considerados belos, segundo aspectos subjetivos de seleção. Desse estudo participaram 60 voluntários, os quais tiveram seus sorrisos fotografados e avaliados individualmente por três examinadores que, através de critérios subjetivos, os classificaram em belos e não belos. As fotografias dos sorrisos dos 2 grupos foram examinadas por meio da tomada de medidas quanto a presença de proporção áurea entre os dentes anteriores. Os resultados mostraram que dos 11 sorrisos que compuseram o grupo belo, 3 (27%) apresentaram a proporção áurea, sendo 2 femininos e 1 masculino e que nenhum dos 17 sorrisos que compuseram o grupo não belo apresentou proporção áurea. Sendo assim, os autores do estudo concluíram que a proporção divina parece ser mais encontrada em sorrisos considerados belos, segundo critérios subjetivos, além de ser mais comum em sorrisos femininos. Melo e Filho (2008) afirmam que momentos únicos de felicidade não definem, na grande maioria da população, sua satisfação com o sorriso. Os mesmos autores enfatizam que a proporção áurea, a qual segue o princípio de que deve existir uma relação padronizada de 1,618 para o incisivo central, de 1,0 para o incisivo lateral e de 0,618 para o canino, é um dos fatores responsáveis para atingir um padrão de beleza, buscando sempre a perfeição do sorriso. Através de revisão de literaturas atuais, os autores puderam concluir que a proporção divina é um elemento de real importância para a odontologia estética, conseguindo resultados estéticos favoráveis. Porém, deve-se ter consciência de que a proporção áurea é apenas mais um auxiliar dos muitos que a odontologia estética dispõe, e que muitos resultados excelentes também são obtidos com a sua ausência, pois os relacionamentos quantitativos e qualitativos específicos para cada indivíduo também devem ser observados.

25 25 Oliveira (2008) realizou estudo com o objetivo de verificar se a razão do tamanho mésio-distal entre incisivos centrais estava em proporção áurea. A amostra constou de 91 medições em dentição permanentes, sendo que 37 do gênero masculino e 54 do gênero feminino. Foram observados o tamanho mésio-distal dos incisivos centrais superiores e incisivos centrais inferiores e comparado a média do tamanho dos incisivos centrais superiores com a proporção áurea calculada a partir dos incisivos centrais inferiores e vice versa. Como resultado obteve a média dos incisivos inferiores de 11,13 (aproximadamente, 1,27) e o valor áureo calculado de 10,96 (aproximadamente, 0,98). Quanto aos incisivos superiores, tiveram média de 17,74 (aproximadamente, 1,58) e o valor áureo calculado de 17,94 (aproximadamente, 1,99). Com isso, os valores encontrados demonstram que embora raro de se encontrar a exata proporção áurea (1,618), a maior parte da amostra se encontra muito próxima a esse número, dentro do 1º desvio padrão. Como conclusão desse estudo verificou-se que a proporção áurea entre incisivos existe na maioria dos casos estudados e os casos que se afastam desse padrão devem merecer maior cuidado no planejamento para que a finalização do caso ortodôntico não fique comprometida. García et al. (2009) explicam a proporção áurea da seguinte forma: se o tamanho do incisivo central for considerado 100%, e multiplicado por 0,618 ou dividido por 1,618, teremos o tamanho ideal do incisivo lateral, da mesma forma, partindo deste último conseguirá o valor do tamanho visível do canino. Assim, a distância mésio-distal do incisivo central superior é utilizada como referência para calcular o tamanho aparente do incisivo lateral, do canino e, assim sucessivamente. Marson e Silva (2009) desenvolveram pesquisa cujo objetivo foi determinar a frequência com que a proporção áurea se manifesta em sorrisos considerados esteticamente harmônicos e não harmônicos e também a capacidade de distinguir o gênero através do sorriso. Os 50 voluntários foram avaliados e como resultado foi encontrada proporção áurea nos dentes superiores anteriores, em apenas 1 (2%) da amostra avaliada. Pela avaliação dos leigos 50,4% dos sorrisos foram considerados harmônicos, alunos do curso de graduação em Odontologia consideraram 42,6% dos sorrisos harmônicos e os professores 43,6%. Em relação ao gênero, o grupo de avaliadores leigos distinguiu corretamente o gênero de 57% dos sorrisos avaliados, o grupo de alunos distinguiu corretamente 76% e o grupo de professores distinguiu 78%. Com base neste estudo, nota-se que a proporção áurea não é comumente encontrada na população e, apesar da diferença não ser muito grande, a classe odontológica possui maior capacidade de distinguir o gênero pelo sorriso.

26 26 Silva (2008) afirmou que o uso da grade de Levin é de grande importância na odontologia, pois auxilia o cirurgião-dentista a observar a relação proporcional do segmento anterior e serve como meio auxiliar durante as fases de planejamento, restauração, acabamento e apreciação visual do resultado final do tratamento. Murthy e Ramani (2008) analisaram o sorriso de 56 estudantes de odontologia, 20 homens e 36 mulheres, Como resultado a proporção áurea foi verificada apenas em 14-25% dos indivíduos, entre a percepção de dentes anteriores na dentição natural. Concluíram que a proporção áurea é imprópria para relacionar a largura dos dentes superiores anteriores na dentição natural porém pode ser aplicada levando em consideração a etnia da população. Nikgoo et al. (2009) avaliaram a validade da proporção áurea entre as larguras dos dentes superiores anteriores em 903 estudantes que variaram de 18 a 30 anos e preenchiam os critérios de inclusão. Foram analisados através de software de imagem. Concluíram que a proporção áurea entre as larguras percebida dos incisivos superiores laterais para os caninos não parece ser determinante para um sorriso. Condon et al. (2010) estudaram as dimensões e proporções dos seis dentes anteriores superiores em 109 individuos Irlandeses. Foram moldados com alginato e os modelos de gesso foram medidos com paquímetro digital. Concluíram que houve diferença entre os dentes avaliados principalmente nos caninos. em relação a proporção áurea não houve grandes diferenças entre os sexos. No que diz respeito às relações de proporção dentária, não foram encontradas diferenças significativas entre os sexos e a proporção foi encontrada entre o incisivo central e lateral. Al-Johany et al. (2011) avaliaram os diferentes critérios que determinam o sorriso em 50 celebridades. Avaliaram a altura dos lábios, posição dos dentes, presença de diastema, proporção áurea, desvio de linha média, dentre outros fatores, através de programa de imagem do computador. Diastema e proporção ouro não eram vistos em qualquer uma das celebridades.

27 ESTÉTICA PERIODONTAL Garber e Salama (1996) afirmaram que a composição de um sorriso considerado belo, atraente e saudável envolve o equilíbrio entre forma e simetria dos dentes, lábios e gengiva, além da maneira como estes se relacionam e harmonizam com a face. Assim, é de extrema importância o entendimento dos parâmetros periodontais que direcionem para a escolha da melhor técnica para a harmonização do sorriso. A estética tem grande influência na autoestima das pessoas, e realizar procedimentos estéticos proporciona satisfação ao profissional. (BLANCO et al., 2006). Lindhe (2005) relatou que o periodonto é constituído pelo conjunto dos tecidos de proteção (gengiva ou complexo mucogengival) e de sustentação (ligamento periodontal, cemento e osso alveolar) do órgão dentário que têm entre si, uma completa interdependência anatômica e fisiológica. O tecido periodontal sofre constantes remodelações de origem funcional ou morfológica, no decorrer da vida dos indivíduos. O complexo mucogengival compreende os tecidos moles do periodonto marginal e desempenha a função de barreira protetora do periodonto de suporte. Um de seus componentes é a gengiva, tecido que reveste o periodonto e oferece uma proteção imediata contra as agressões exteriores aos tecidos subjacentes. De acordo com Silva, Carvalho e Joly (2007), o periodonto clinicamente saudável apresenta coloração rósea, consistência firme, contorno gengival festonado acompanhando a junção cemento-esmalte (JCE), preenchimento completo das ameias pelas papilas interdentais, ausência de biofilme e de sangramento à sondagem. Entretanto, os autores enfatizam que existe grande variabilidade nos aspectos clínicos relacionados à quantidade de gengiva queratinizada, coloração gengival pela quantidade de melanina, presença do pontilhado casca de laranja que não devem ser confundidos como alterações patológicas, mas às diferenças genotípicas individuais. Costa, Pinho e Arouca (2005), descreveram um caso clínico, no qual a paciente apresentou-se ao consultório com duas queixas principais: uma em relação ao comprimento do canino esquerdo, o qual era bem menor que o canino do lado oposto, e a segunda referia-se a restaurações amareladas nos incisivos laterais. Na primeira análise dos modelos de estudo obtidos, constatou-se que os limites de contorno gengival dos centrais e caninos encontravamse assimétricos em relação aos lados direito e esquerdo da boca. O mesmo alinhamento simétrico e horizontal do tecido gengival deve ser percebido nos incisivos laterais e caninos, mas em níveis mais abaixo para os incisivos laterais e ligeiramente mais acima para os

28 28 caninos. Essa relação é representada, na teoria, pelo zênite gengival (ponto mais apical do contorno da gengiva de cada dente), que geralmente se posiciona distalmente em relação ao centro do dente. O tratamento iniciou com procedimento cirúrgico para correção do contorno gengival, seguido de clareamento dentário e restauração para aumento dos incisivos centrais. Os autores concluíram que a integração entre as diversas especialidades odontológicas é importantíssima para a execução e planejamento dos tratamentos. Deve-se procurar o equilíbrio entre face, gengiva e dentes para poder satisfazer as expectativas dos pacientes, bem como melhorar sua autoestima e qualidade de vida. O resultado final do tratamento apontou para um sorriso harmônico e equilibrado. De acordo com Conceição et al. (2007) a face é o ponto básico do equilíbrio estético, portanto, o planejamento e tratamento na Odontologia Estética precisam estar integrados. Em relação à linha média facial, observando o paciente em visão frontal deve ser verificada a presença ou não de assimetria facial. Qualquer alteração visível no posicionamento dessa linha pode acarretar em ruptura no equilíbrio ou simetria facial. Os pontos de referência para determinar a linha mediana da face são a glabela, a ponta nasal, o filtro labial e a ponta do mento. Segundo Silva, Carvalho e Joly (2007), a análise extraoral, os terços faciais (Fig. 7), em condições ideais, devem apresentar a mesma extensão entre si, ou seja: Terço superior: da linha do cabelo até a linha das sobrancelhas; Terço médio: da linha das sobrancelhas até a linha inter-alar (base do nariz); Terço inferior: da linha inter-alar até a linha do mento. LV Figura 7 - Análise extraoral e terços faciais.

29 29 Em pacientes com proporções faciais normais, o terço inferior pode ser subdividido em três partes, nas quais o lábio superior ocupa o terço superior, e o lábio inferior e mento ocupam os dois terços inferiores (SILVA; CARVALHO; JOLY, 2007). García et al. (2009) relatam que é de suma importância o conhecimento e a experiência profissional na aplicação de referências e princípios estéticos, como sendo guias para a solução dos diversos problemas existentes na odontologia restauradora. Para obtenção de resultados relevantes, deve-se ter em conta o formato do rosto, lábios e dentes, tanto individualmente, como em harmonia global. A periodontia permitirá a manutenção ou recuperação da saúde e harmonia do posicionamento gengival com a anatomia dental. Greenberg e Bogert (2010) relataram que o importante no diagnóstico estético do paciente é realizar o mockup para que o paciente visualize e aceite o tratamento. A avaliação estética é dividida em sete critérios básicos, com a finalidade de harmonia dentofacial. Panossian e Block (2010) revisaram em vários artigos os itens de avaliação no diagnóstico estético e de forma geral o conjunto entre dentes, sorriso, estética periodontal e face, fatores importantes para o diagnóstico e resultado final do caso. Borghetti e Monnet-Corti (2011), descrevem que a gengiva é composta por tecido epitélio-conjuntivo que forma uma faixa de mucosa mastigatória em torno dos dentes decíduos ou permanentes. Ela reveste a crista óssea alveolar, os septos ósseos interdentários e a porção coronária dos processos alveolares até a junção mucogengival do lado vestibular e do lado lingual/palatino. A gengiva pode ser considerada como uma unidade funcional e anatômica variável em termos de contorno, forma e topografia clínica, resultante da adaptação tecidual a uma localização específica em torno dos dentes, sendo que os tecidos gengivais podem ser subdivididos em diferentes áreas topográficas: gengiva livre, gengiva inserida e gengiva interdentária ou papilar. A gengiva livre corresponde à profundidade de sondagem, e a gengiva inserida é determinada, clinicamente, pela subtração da profundidade de sondagem da medida da altura total da gengiva. A expressão gengiva queratinizada é comum, pois a superfície bucal da gengiva é definidamente recoberta por tecido epitelial queratinizado. Em sua face externa, a gengiva queratinizada se estende da gengiva marginal e do topo da papila interdentária até a linha muco gengival. Após a erupção dentária completa, as porções gengivais livres vestibulares, linguais/palatinas e interdentária revestem o esmalte em 0,5 a 2 mm aproximadamente, e seguem o trajeto ondular da junção amelocementária.

30 Altura da Gengiva Queratinizada Ainamo e Talari (1976) mediram a altura da gengiva inserida e correlacionaram-na com a idade dos pacientes avaliados, pessoas entre 40 a 50 anos é expressivamente maior que nas de 20 a 30 anos. Essa análise indica que a altura da gengiva aumenta com a idade. A altura normal da gengiva no homem, isto é, a distância entre a linha mucogengival e a gengiva marginal em torno de um dente que esteja com sua erupção completa, foi determinada na dentição decídua e permanente, na criança e no adolescente. Deve-se considerar que na região anterior essa altura aumenta da dentição decídua à permanente, de forma mais acentuada na maxila do que na mandíbula. Goaslind et al. (1977) examinaram o periodonto de 10 indivíduos do sexo masculino com idade entre 25 e 36 anos. Utilizando uma sonda periodontal adaptada ao cursor de acrílico e ao sensor eletrônico digital, os autores puderam mensurar a espessura da gengiva livre e da gengiva inserida da face vestibular dos elementos 12, 13, 16, 23, 25, 32, 33, 36, 43 e 45. As medidas eram obtidas através da perfuração da gengiva com a sonda e a precisão das medidas variava em 0,1 mm. Os autores observaram que a espessura gengival variou entre indivíduos e entre as diferentes áreas da boca. Foram encontradas espessuras de gengiva livre entre 0,53 e 2,62 mm e de gengiva inserida entre 0,43 e 2,29 mm. Na mandíbula, a espessura da gengiva livre e da gengiva inserida aumentava de anterior para posterior. Na maxila a espessura da gengiva livre aumentava de anterior para posterior e a espessura da gengiva inserida se mantinha constante. Quanto a largura da faixa de gengiva, percebeu-se que variou entre 0,5 e 8 mm. Esta faixa tendia a diminuir de largura de anterior para posterior. Existiu uma relação direta entre a espessura da gengiva livre e da profundidade de sondagem. Foi observada uma relação inversamente proporcional entre a espessura gengival e a largura da faixa de gengiva, pois à medida que a espessura gengival aumentava em sentido posterior, a largura da faixa de gengiva diminuía (Fig. 8).

31 31 Figura 8 - Altura da Gengiva Queratinizada. Müller e Eger (1997), durante um estudo em 42 jovens de 20 a 25 anos, mediram a altura média da gengiva queratinizada vestibular ao nível dos dentes anteriores até os segundos pré-molares. Os autores encontraram o maior valor nos laterais superiores e o menor nos primeiros pré-molares inferiores, além de averiguarem variações entre os indivíduos. Rufenacht (1998) informou que dependendo das características anatômicas individuais, de acordo com a linha labial, os tecidos gengivais podem ser expostos durante o sorriso, a gargalhada e a fala. A avaliação da cor normal da gengiva e do seu contorno não está limitada aos profissionais, mas pode ser apreciada pelos leigos durante os contatos sociais diários e essas características determinam a presença ou não de uma gengiva saudável. Segundo Borghetti e Monnet-Corti (2011), a altura máxima (de 4 a 6 mm) pode ser medida nas faces vestibulares dos incisivos superiores e nas faces linguais dos molares inferiores. Os autores ainda relatam que, de início, no adolescente, a altura da gengiva está ligada ao crescimento do processo alveolar e à posição dos dentes em função da largura dos processos alveolares. A erupção divide o tecido queratinizado de maneira diferente, sendo assim, quando os dentes estão em vestibular, a altura gengival diminui, enquanto que, quando os dentes estão em posição lingual, cresce. A altura normal da gengiva inserida nas diferentes regiões da cavidade bucal é variável. Na maxila, a gengiva vestibular geralmente é mais larga ao nível dos incisivos e mais estreita em torno dos pré-molares. Na mandíbula por lingual é muito estreita ao nível dos incisivos e larga nos molares. Os valores das medidas passam de 1 a 9 mm, considerando-se os molares.

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