CENTRO UNIVERSITÁRIO MUNICIPAL DE SÃO JOSÉ - USJ JOSÉ MÁRCIO COELHO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CENTRO UNIVERSITÁRIO MUNICIPAL DE SÃO JOSÉ - USJ JOSÉ MÁRCIO COELHO"

Transcrição

1 CENTRO UNIVERSITÁRIO MUNICIPAL DE SÃO JOSÉ - USJ JOSÉ MÁRCIO COELHO PROGRAMA DE GINÁSTICA LABORAL: UMA PROPOSTA DE MELHORIA DA QVT DOS SERVIDORES DO IFSC - CAMPUS SÃO JOSÉ São José 2010

2 2 JOSÉ MÁRCIO COELHO PROGRAMA DE GINÁSTICA LABORAL: UMA PROPOSTA DE MELHORIA DA QVT DOS SERVIDORES DO IFSC - CAMPUS SÃO JOSÉ Trabalho elaborado para a disciplina de graduação de TCC III do Curso de Administração do Centro Universitário Municipal de São José USJ. Profª. MSc. Luciane Lehmkuhl Schmidt São José 2010

3 3 JOSÉ MÁRCIO COELHO PROGRAMA DE GINÁSTICA LABORAL: UMA PROPOSTA DE MELHORIA DA QVT DOS SERVIDORES DO IFSC - CAMPUS SÃO JOSÉ Trabalho elaborado para a disciplina de graduação de TCC III do Curso de Administração do Centro Universitário Municipal de São José - USJ. Avaliado em 30 de Novembro de 2010 por: Profª. MSc. Luciane Lehmkuhl Schmidt Orientadora Prof.ª MSc. Fernanda de Matos Sanchez Alves Membro examinador Prof.ª Drª. Rosana Duarte Carvalho Zimmermann Membro examinador

4 4 Dedico este trabalho a todos que fizeram parte desta jornada em busca de mais conhecimentos, em especial aos meus grandes amigos de turma. E a todos os ótimos professores e educadores do Centro Universitário Municipal de São José.

5 5 AGRADECIMENTOS Agradeço antes de todos, a Deus, que me deu forças e perseverança para alcançar este sonho. A minha mulher, que tanto amo, pela força que me transmitia quando eu mais precisava, e por estar ao meu lado em todos os momentos de minha vida. Ao meu amado filho Lucas pelas horas que teve menor atenção para a conclusão deste trabalho. Aos meus pais, por rezarem e acreditarem em mim, em todos os momentos de minha vida. Ao grande amigo Joaquim, que me apoiou para a realização deste objetivo e que se dedicou em ajudar da melhor maneira possível. Agradeço a professora e orientadora Luciane, pelo acompanhamento e revisão deste trabalho, pela atenção e críticas que propiciaram um maior aprofundamento na pesquisa, e pela dedicação e paciência quando precisei. E por fim, a todos os amigos de turma, que deixarão saudades, pelos momentos de alegria, de carinho e de companheirismo que me transmitiram nestes anos que se passaram.

6 6 RESUMO Neste trabalho veremos a viabilidade na implantação de um programa de Ginástica Laboral (GL) para a melhoria da qualidade de vida no trabalho (QVT) dos servidores técnicoadministrativos do IFSC Campus São José. E através da fundamentação teórica, mostrar sobre a gestão de pessoas dentro das organizações, seus processos e qual a sua influência na saúde e qualidade de vida no trabalho dos servidores; sobre a saúde do trabalhador, quais seus problemas e sua relação com a qualidade de vida no trabalho e de como sua promoção pode influenciar no trabalho dos indivíduos. E o referencial teórico, ainda aborda, aos conceitos de qualidade de vida no trabalho, ginástica laboral e os benefícios da mesma para as organizações e para as pessoas. A parte técnica utilizada na pesquisa é quanto aos seus objetivos um estudo exploratório-descritivo, com uma abordagem quali-quantitativa. Os dados foram coletados através de um questionário aplicado a 54 servidores técnicoadministrativos do IFSC Campus São José, buscando avaliar nas respostas dos mesmos, sobre a saúde e a Qualidade de Vida no Trabalho (QVT) dos servidores, e o que os mesmos achavam sobre a proposta de implantação de um programa de GL. Podemos concluir que os servidores já possuem um nível bom de qualidade de vida na instituição e que a proposta de implantação de um programa de GL foi bem aceita pelos participantes da pesquisa. Palavras-chave: Ginástica Laboral. Saúde do trabalhador. Qualidade de vida no trabalho. Gestão de pessoas.

7 7 ABSTRACT In this work we will see the feasibility of implementing a program of Gymnastics employment (GL) to improve the quality of work life of technical-administrative servers IFSC - Campus São José and through the theoretical framework, showing on the management of people within organizations, their processes and what is its influence on health and quality of work life of the servers, about the health of the worker, what their problems and their relationship to quality of work life and how his work can influence the promotion of individuals. And the theoretical framework, also addresses the concepts of quality of life at work, gym work and its benefits for organizations and people. The technical part is used in research in their aims a descriptive exploratory study with a qualitative approach. Data were collected through a questionnaire administered to 54 servers technical-administrative IFSC Campus São José, by assessing the responses of those on health and the Quality of Work Life of servers, and what they thought about the proposal to implement a program of GL. We can conclude that the servers already have a good level of quality of life in the institution and the proposed deployment of a GL program was well accepted by study participants. Key-words: Gymnastics employment. Health of the worker. Quality of work life. Management of people.

8 8 LISTA DE ABREVIATURAS CEFET: CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO E TECNOLOGIA CGP: COORDENAÇÃO DE GESTÃO DE PESSOAS CIPA: COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES COGEP: COORDENADORIA DE GESTÃO DE PESSOAS COREH: COORDENADORIA DE RECURSOS HUMANOS DGP: DEPARTAMENTO DE GESTÃO DE PESSOAS DORT: DISTÚRBIOS OSTEOMUSCULARES RELACIONADO AO TRABALHO ETFSC: ESCOLA TÉCNICA FEDERAL DE SANTA CATARINA GEAEN: GERÊNCIA EDUCACIONAL DE APOIO AO ENSINO GL: GINÁSTICA LABORAL GLC: GINÁSTICA LABORAL COMPENSATÓRIA GLP: GINÁSTICA LABORAL PREPARATÓRIA GLR: GINÁSTICA LABORAL DE RELAXAMENTO IF: INSTITUTO FEDERAL IFSC: INSTITUTO FEDERAL DE SANTA CATARINA LER: LESÃO POR ESFORÇO REPETITIVO OMS: ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE PCMSO: PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO DE SAÚDE OCUPACIONAL PGL: PROGRAMA DE GINÁSTICA LABORAL PPRA: PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS PROEJA: PROGRAMA NACIONAL DE INTEGRAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL COM A EDUCAÇÃO BÁSICA NA MODALIDADE DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS QVT: QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO RH: RECURSOS HUMANOS SIAPE: SISTEMA INTEGRADO DE ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS SIAPENET: SISTEMA DE INFORMAÇÃO DO SIAPE SIASS: SUBSISTEMA INTEGRADO DE ATENÇÃO À SAÚDE DO SERVIDOR SIG: SISTEMA DA INFORMAÇÃO GERENCIAL SIGP: SISTEMA DE INFORMAÇÃO DO GERENCIAMENTO DE PROJETOS T&D: TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO

9 9 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO Apresentação do tema Problema de pesquisa Justificativa Objetivos Objetivo geral Objetivos específicos Estrutura do documento 15 2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA A gestão de pessoas nas organizações A gestão de pessoas nas instituições públicas Recrutamento Seleção Capacitação e desenvolvimento de pessoas Salários e Benefícios Os processos de gestão de pessoas A saúde do trabalhador Problemas na saúde do trabalhador O estilo de vida do trabalhador Qualidade de Vida no Trabalho (QVT) Ginástica Laboral (GL) Definição de Ginástica Laboral Benefícios da ginástica Laboral 42 3 HISTÓRICO DA EMPRESA História do IFSC Breve histórico do Campus São José Coordenação de Gestão de Pessoas do Campus São José 47 4 METODOLOGIA Caracterização da pesquisa População e amostra Técnica de coleta de dados 53 5 ANÁLISE DOS RESULTADOS DA PESQUISA E PROPOSTA PARA PROGRAMA DE GL Questionário de pesquisa aplicado no IFSC Campus São José Idade Sexo Renda familiar Carga horária semanal no IFSC Tempo de serviço no IFSC Tempo de serviço no Campus São José 59

10 Relacionamento dos participantes com os colegas de trabalho Apoio dos superiores no desenvolvimento do trabalho Benefícios oferecidos pela instituição Recebe adicional de insalubridade ou periculosidade Oportunidades de desenvolvimentos oferecidas pela Instituição Recursos oferecidos pela organização para o desenvolvimento do trabalho Condições de trabalho Informações e orientações sobre saúde e QVT no IFSC Gosta do que faz no trabalho Descreva o seu trabalho O que é QVT (Qualidade de Vida no Trabalho) Você se considera saudável Hábitos prejudiciais para a saúde O que gera estresse Prática de atividade física Tipo de atividades físicas realizadas Quantidade de vezes na prática de atividades físicas Deslocamento de casa até o trabalho Tempo gasto no trajeto casa/trabalho Tempo dedicado ao lazer Atividades além do trabalho habitual Conhece ou participou de Ginástica Laboral (GL) Quanto tempo de participação na GL Gostaria de participar da GL e com qual frequência Tempo ideal para a prática da GL Período do trabalho para a prática da GL Local ideal para a prática da GL Desconforto ou dor com a realização do trabalho Proposta para implantação de Programa de Ginástica Laboral (PGL) CONSIDERAÇÕES FINAIS 110 REFERÊNCIAS 112 APÊNDICES 118

11 11 1 INTRODUÇÃO As pessoas são hoje dentro das organizações, um diferencial competitivo. São as pessoas os responsáveis em reunir valor para as organizações. Desta forma, as pessoas devem estar motivadas e comprometidas dentro do seu ambiente de trabalho, e para isto as mesmas devem ser valorizadas e desenvolvidas incessantemente, com trabalhos desenvolvidos pela gestão de pessoas das organizações. As condições de trabalho irão influenciar diretamente na saúde do trabalhador e em sua qualidade de vida no trabalho, assim como na sua produtividade. Então para que o trabalhador possa efetivar suas atividades com qualidade e estar preparado para os desafios diários (mudanças do cotidiano) eles necessitam ter qualidade de vida no trabalho. Aspectos presentes na sociedade moderna, como questões relacionadas às condições de trabalho, o mercado altamente competitivo, a ameaça na perda de emprego e outras dificuldades diárias, fazem com que os trabalhadores vivenciem cada vez mais situações estressantes no seu ambiente de trabalho. Desta maneira, estas organizações devem procurar através de suas gestões de pessoas, ações para melhoria na qualidade de vida no trabalho (QVT). As práticas de QVT apareceram justamente para equilibrar esse desnível entre as estressantes atribuições dos trabalhadores e o cuidado com a sua saúde, tantas vezes prejudicada por esse esforço continuo. Uma das técnicas utilizadas de QVT é a Ginástica Laboral, que veremos se é viável ou não, para a implantação no IFSC Campus São José. 1.1 Apresentação do tema Dada à importância das consequências, positivas e negativas, que o trabalho exerce na saúde e na qualidade de vida no trabalho das pessoas e de como essas consequências podem influenciar nos objetivos e nas atividades das organizações, este trabalho visa mostrar os conceitos de saúde e qualidade de vida no trabalho, e suas influências sobre os trabalhadores, e ainda mostrando os efeitos da ginástica laboral na saúde e QVT nas organizações.

12 12 Para Limongi-França (2004), QVT é o conjunto de ações de uma empresa que envolve desde a implantação de melhorias até inovações gerenciais e tecnológicas no ambiente de trabalho. A mesma autora relata que a construção da QVT só ocorre a partir do momento que se analisa o enfoque biopsicossocial da empresa, ou seja, se analisa a empresa e as pessoas que fazem parte dela como um todo, e não separadamente. De forma geral, os autores que tratam sobre o tema, vêem os conceitos de QVT com os enfoques: o grau de satisfação da pessoa com a organização, as condições ambientais gerais e a promoção da saúde (FRANÇA, 1996). Esses enfoques são vistos neste trabalho, evidenciando a melhoria na QVT, e buscando mostrar os benefícios da GL para alcançar estes benefícios. É de responsabilidade das organizações, buscarem maneiras de satisfação para o trabalhador no seu ambiente de trabalho, com a melhoria da saúde do trabalhador e da QVT, e a gestão de pessoas pode e deve ser nas organizações a responsável por isto. Chiavenato (2004) comenta que, a organização viável é aquela que não somente consegue captar seus profissionais, mas também os mantém satisfeitos em longo prazo na organização, isto do ponto de vista da gestão de pessoas. A manutenção de pessoas exige um conjunto de cuidados especiais, entre os quais sobressaem os das relações com os servidores. Estas relações são representadas pelos programas de gestão de pessoas. Destaca-se o de higiene e segurança do trabalho que garanta qualidade de vida no trabalho na organização. Diversas questões relacionadas à gestão de pessoas das organizações como, a motivação, a insatisfação e as doenças ocupacionais, reproduzem diretamente na produtividade e no desempenho das organizações. Desta maneira, estas organizações procuram de distintas formas, medidas de prevenção que suavizem tais aspectos. A ginástica laboral (GL) começou a ser entendida como um instrumento eficaz na melhoria da saúde física do trabalhador, prevenindo e diminuindo problemas ocupacionais, através dos exercícios específicos e que são feitos no próprio local de trabalho. A ginástica laboral não cansa e nem sobrecarrega o servidor que a faz, porque é sempre de curta duração e de carga leve, além de exercícios físicos, ela compõem-se de relaxamento muscular, alongamentos e flexibilidade nas articulações (ALMEIDA, 2009). Por esta razão, o tema apresentado para este trabalho de conclusão de curso é sobre a viabilidade na implantação de um programa de ginástica laboral no IFSC Campus São José, buscando promover a saúde do servidor e melhorar a QVT. Então, para a promoção da saúde no trabalho e melhorias na QVT são necessárias pesquisas não só para indicar os problemas, mas também obter subsídios para elaborar

13 13 propostas para implementação de programas de prevenção voltados para a saúde do servidor, visando facilitar e satisfazer as suas necessidades. 1.2 Problema de pesquisa Qual a viabilidade de implantação de um programa de ginástica laboral (GL) que proporcione melhoria da qualidade de vida no trabalho para os servidores do IFSC Campus São José? 1.3 Justificativa O IFSC Campus São José desenvolve suas atividades na área da educação desde 1988, e neste período alguns servidores entraram e saíram da instituição, mas a grande maioria permanece hoje em seu quadro pessoal, e estes servidores buscam cada vez mais se dedicar às suas atividades diárias com melhor saúde e QVT. O pesquisador trabalha a 20 anos no IFSC - Campus São José. Desse total, os 12 primeiros anos de trabalho foram na área técnica, mais precisamente nos laboratórios do curso de refrigeração e condicionamento de ar. Nos anos restantes atuou na área da informática e na administração do Campus. Com todos esses anos de trabalho na instituição, surgiu o interesse pelo estudo desta prática, inicialmente pela observação no aumento no número de casos de pessoas doentes na instituição pesquisada e na falta de programas para a melhoria da saúde e QVT dos servidores. E foi durante os anos percebendo-se que os servidores sofriam de problemas com doenças osteomusculares, depressão, cansaço físico, lombalgia, além do aumento no peso em vários destes servidores e no nível de sedentarismo dos mesmos, despertando assim este interesse na pesquisa. Desta forma este trabalho tem o intuito de verificar quais seriam as possibilidades na implantação de um programa de GL na instituição. Diversas pesquisas confirmam a eficácia da ginástica laboral. Desde seu início nas mais variadas organizações e até mesmo no serviço público esta eficácia possui fundamentação. Porém, a pesquisa desta atividade no serviço público possui pouca abrangência, e então se tornou relevante o estudo sobre esta prática para verificar se a mesma pode ou não trazer benefícios, tanto para a saúde como para o bem-estar físico e mental dos servidores públicos federais.

14 14 Em uma investigação realizada por Bergamaschi, Deutsch e Ferreira (2002) sobre os efeitos da ginástica laboral (GL) em servidores de uma indústria, os mesmos conseguiram como resultados, diferenças significativas na redução de dores nos membros superiores e coluna. E como consequência, ainda conseguiram abrandar a depressão, o mau humor, a irritação e a reduzir os problemas com relacionamentos pessoais. Desta forma verifica-se que a prática da GL proporciona modificações de caráter positivo nas pessoas, melhorando a sua QVT e trazendo bem-estar aos mesmos. Também, as referências bibliográficas sobre este tema não são muitas dentro do serviço público, ocasionando dificuldades no estudo sobre a prática da ginástica laboral. E como é desconhecida a prática da GL nos campi do Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC), surgiu o interesse para o estudo dos benefícios destas práticas, para poder-se futuramente implantar o mesmo no Campus São José do IFSC. O interesse surgiu também, devido ao tema ser recente na área de administração, sendo este pesquisado principalmente pelas áreas da saúde e educação física. 1.4 Objetivos Objetivo geral Verificar a viabilidade de implantação de um programa de ginástica laboral para melhoria da qualidade de vida no trabalho dos servidores técnico-administrativos do IFSC Campus São José Objetivos específicos a) Identificar a política de gestão de pessoas do IFSC Campus São José; b) Descrever a percepção dos servidores em relação à QVT; c) Propor a implantação de um programa de ginástica laboral para os servidores do IFSC Campus São José, para melhorar a QVT.

15 Estrutura do documento Este trabalho apresenta-se em capítulos que separam por assuntos o estudo realizado. O primeiro capítulo apresenta a introdução ao tema estudado, o problema de pesquisa, assim como a justificativa e os objetivos geral e os específicos. O segundo capítulo trata da fundamentação teórica enfocando importantes assuntos, como: a gestão de pessoas nas organizações e instituições públicas, e seus processos, a saúde do trabalhador, a qualidade de vida no trabalho e a ginástica laboral e seus benefícios. O histórico da instituição pesquisada é visto no terceiro capítulo. O capítulo quatro descreverá a metodologia e os procedimentos utilizados na pesquisa. No quinto capítulo serão apresentados e discutidos os resultados desta pesquisa, e a proposta para a implantação de um programa de Ginástica Laboral. E no sexto e último capítulo serão ressaltadas as considerações finais e recomendações.

16 16 2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA Neste capítulo será apresentada a fundamentação teórica necessária para o desenvolvimento deste estudo. Nesse sentido, ele está dividido em seis seções e estas em subseções para facilitar a apresentação do mesmo. Também chamado de embasamento ou referencial teórico, é na fundamentação que se irão buscar pesquisas anteriores por meio de monografias, livros e outros que dêem ao pesquisador fatos verídicos e científicos para seu estudo. O pesquisador não poderá embasar-se no senso comum, e sim buscar a cientificidade de sua pesquisa. Desta forma baseou-se a fundamentação teórica na pesquisa em diversos livros que abordavam o tema escolhido, e pesquisas na Internet, revistas científicas e monografias. Ressalta-se a importância das revistas científicas, pois trazem estudos mais recentes e oferecem maior segurança na pesquisa. 2.1 A gestão de pessoas nas organizações Na história, as pessoas vêm sendo tratadas como um insumo pela organização, ou seja, um recurso a ser administrado. Apesar das grandes transformações na organização da produção, os conceitos que se tem sobre gestão de pessoas e a transformação desta em práticas gerenciais possuem ainda como principal objetivo o controle sobre as pessoas. Em contrapartida, estas organizações estão sofrendo uma enorme pressão do contexto externo, que as encaminha para uma revisão em sua forma de administrar as pessoas (DUTRA, 2002). Desta maneira, é feita uma análise do processo de evolução, em específico sobre a gestão de pessoas, procurando evidenciar as questões com relação ao conteúdo, e também as ligadas a sua nomenclatura. Conforme Dutra (2002) verifica-se que embora a gestão de pessoas exista desde a Antiguidade, é somente no fim do século passado que esta questão assume uma importância necessária para merecer uma sistematização dos conhecimentos acumulados. Verificamos que na Inglaterra já existe uma preocupação com a gestão de pessoas, desde a Revolução Industrial, pelas pressões do parlamento e dos sindicatos, e nos Estados Unidos da América (EUA), por temor da organização dos trabalhadores. E continua o mesmo autor (2002), que comenta que é no século XX que a gestão de pessoas se estrutura; estruturação esta que acontece com base na Escola da Administração

17 17 Científica. E durante todo o século XX, esse fato condiciona a gestão de pessoas aos paradigmas de gestão criados por este movimento na história da administração. O sucesso alcançado desse modo de organização do trabalho fez com fosse adotada por todas as organizações, independente das ideologias ou finalidades da organização. E esta organização do trabalho se confirma como a mais eficiente, e foi chamada de paradigma taylorista ou fordista (DUTRA, 2002). Porém esse modo de organização do trabalho foi criticado duramente por tornar o trabalho degradante e humilhante e, por não permitir que as pessoas se desenvolvessem sozinhas (ARENDT, 1987). Desta forma, Dutra (2002) comenta que é na década de 60 que começam as primeiras críticas aos modelos tayloristas/fordistas sobre os modelos adotados para a gestão de pessoas, mas somente na década de 70 é que surgem críticas mais bem fundamentadas, gerando base para a ruptura com este tipo de práticas de gestão de pessoas. A década de 80 torna-se a época da transição, causando uma grande crise no que se refere à gestão de pessoas. Passado este momento de transição, o autor (2002) complementa o assunto, citando que os anos 90 tornam-se muito rico no aprendizado sobre novas experiências e propostas na área de gestão de pessoas. Hoje, existe um lastro ofertado por diversas experiências que explicam novas abordagens para a gestão de pessoas. Foi diante ao questionamento das formas de trabalho ao longo dos anos que as formas de administração e estruturação das organizações mudaram. O servidor sabe o que está fazendo, por que está fazendo, tem a oportunidade de participar e conhecer os resultados da organização e, é motivado a prosperar em sua função, bem como crescer como profissional. Desta forma as organizações, através das suas gestões de pessoas, estão buscando focar as pessoas, como pontos estratégicos e como diferencial competitivo. Este comentário é reforçado, com o que comenta Chiavenato (2004), que diz que o contexto de Gestão de Pessoas é formado por pessoas e organizações. As pessoas dependem das organizações onde trabalham para atingir seus objetivos pessoais e individuais, assim como as organizações dependem direta e irremediavelmente das pessoas para operar, produzir seus bens e serviços, atenderem seus clientes, competir nos mercados e atingir seus objetivos gerais e estratégicos. Completando, pode-se citar o que Marras (2000) comenta: o setor encontra-se em evidência por estar focado nas pessoas, descobrindo e explorando seu potencial como uma troca, dando-lhes benefícios e aproveitando seus benefícios. As pessoas são parceiras da organização e cada um está disposto a continuar investindo seus recursos na medida em que

18 18 obtém retornos e resultados satisfatórios de seus investimentos. Através de seus resultados, a organização pode proporcionar um retorno às contribuições efetuadas e hoje o parceiro mais interno da organização é o servidor, que está dentro da empresa dando vida e dinamismo. Colabora também Vieira (1996), quando destaca que, dependendo da maneira como as pessoas são tratadas, elas podem ampliar ou limitar as forças e fraquezas de uma organização. Pelo exposto, infere-se que a Gestão de Pessoas na organização é a função que permite a colaboração eficaz das pessoas para alcançar os objetivos organizacionais e individuais. Nesse sentido, Chiavenato (2004), diz que esses objetivos obedecem a certas prioridades na organização, como: ajudar a organização a alcançar seus objetivos e realizar sua missão, proporcionar competitividade à organização, proporcionar à organização, servidores bem treinados e bem motivados dando reconhecimento às pessoas, aumentar a auto-atualização e a satisfação dos servidores no trabalho por serem fontes determinantes do sucesso organizacional, e desenvolver e manter qualidade de vida no trabalho. E Dutra (2002) comenta também, que é exigido do ambiente onde se está incluído, um modelo de gestão de pessoas que ofereça e instigue suporte ao desenvolvimento recíproco das pessoas e da empresa, e que também ofereça aos mesmos, orientação para esse desenvolvimento de forma fácil, clara e que não seja rígida. É comentado então, que hoje as pessoas não podem mais ser vistas como custos ou como recursos descartáveis, principalmente porque as organizações não mais administram pessoas, e sim administram com as pessoas, pois elas fazem parte do processo e são vistas como patrimônio e como recursos produtivos. Porém existem diferenças cruciais entre a gestão de pessoas na iniciativa privada e nas instituições públicas, e no próximo capítulo enfatizaremos sobre a gestão de pessoas nas instituições públicas. 2.2 A gestão de pessoas nas instituições públicas Conforme Saldanha (2010), para a empresa privada, a competitividade é uma questão de sobrevivência. O mercado não perdoa a falta de competência, o projeto mal gerenciado ou a inércia frente às novas necessidades dos clientes. Existem por certo, questões relacionadas a interesses pessoais, políticos, jogos de status e coleguismo, mas antes de tudo, via de regra, vem à eficácia na atuação da organização. Neste raciocínio, cabe dizer que os

19 19 requisitos básicos de um planejamento estratégico, como as definições de missão, visão e valores, os quais dão um senso de direção às pessoas, são encontradas como exceção em instituições públicas, principalmente naquelas ditas "puras", onde todo o recurso advém inteiramente do "estado-patrão". Ainda o autor (2010) comenta que, também deve ser considerada a existência de uma legislação toda própria de gestão de pessoas na atividade pública, que influencia diretamente os processos de gestão de recursos humanos (RH), quais sejam: recrutamento e seleção, treinamento, aplicação, avaliação, manutenção e controle. Segundo o Departamento de Gestão de Pessoas (DGP) do IFSC, a gestão de pessoas se baseia em três aspectos fundamentais: As pessoas como seres humanos; As pessoas como ativadores inteligentes de recursos organizacionais; As pessoas como parceiras da instituição. A gestão de pessoas baseia-se no fato de que o desempenho de uma organização depende fortemente da contribuição das pessoas que a compõem e da forma como elas estão organizadas, são estimuladas e capacitadas, e como são mantidas num ambiente de trabalho e num clima organizacional adequados. E ainda, como estão estruturados e organizados os membros da força de trabalho, de modo a habilitá-los a exercer maior poder e liberdade de decisão, levando à maior flexibilidade e à reação mais rápida aos requisitos mutáveis do mercado (IFSC, 2010). Então a política de gestão de pessoas deve reconhecer as pessoas como o fator mais valioso para o desenvolvimento das atividades efetuadas na instituição e a melhoria de sua eficiência (CHIAVENATO, 2004, p. 5). Apresentam-se abaixo as respectivas políticas de gestão de pessoa. Basicamente, as políticas e os processos de gestão de pessoas empregados pelo IFSC estão na Lei Nº /1990, que dispõe sobre o regime jurídico dos servidores públicos civis da União, das autarquias e das fundações públicas e federais. Abaixo podemos verificar alguns destes processos.

20 Recrutamento Existem diversos conceitos a respeito de recrutamento. Chiavenato apresenta em um de seus conceitos de recrutamento como: É o processo de atrair um conjunto de candidatos para um particular cargo. Ele deve anunciar a disponibilidade do cargo no mercado e atrair candidatos qualificados para disputá-lo. O mercado do qual a organização tenta buscar os candidatos pode ser interno, externo ou uma combinação de ambos. Em outras palavras, a organização deve buscar candidatos dentro dela, fora dela ou em ambos os contextos (CHIAVENATO, 2004, p. 113). Existia até o ano de 1988, no serviço público do Brasil, o instituto da ascensão funcional, que era a maneira legal de recrutamento interno. A ascensão funcional era regulamentada pelo Decreto Nº /1981, sendo que no seu artigo 5º era definido que a ascensão ocorreria através de concurso interno (BRASIL, 1981). Porém com a intenção na moralização do serviço público, uma vez que o concurso interno privilegiava alguns cidadãos, vem a Constituição Federal de 1988 proibir este tipo de prática. Porém o recrutamento interno era de certa forma vantajosa, e causaram alguns prejuízos as instituições públicas. Existem algumas vantagens no recrutamento interno, como nos mostra Stoner e Freeman (1999), que são: Os servidores recrutados internamente já são familiarizados com a organização e seus membros, e esse conhecimento aumenta a probabilidade de sucesso; Uma política de promoção interna estimula a lealdade e inspira maior esforço por parte dos membros da organização; E é mais barato recrutar ou promover internamente do que se contratar fora da organização. Porém os mesmos autores citados anteriormente (1999) comentam que, o recrutamento interno apresenta as suas desvantagens, pois o mesmo limita a quantidade de talentos disponíveis, pode encorajar a complacência dos servidores, achando que o tempo de serviço assegura a promoção, e ainda reduz a chance da entrada de novos pontos de vista na organização.

Rotinas de DP- Professor: Robson Soares

Rotinas de DP- Professor: Robson Soares Rotinas de DP- Professor: Robson Soares Capítulo 2 Conceitos de Gestão de Pessoas - Conceitos de Gestão de Pessoas e seus objetivos Neste capítulo serão apresentados os conceitos básicos sobre a Gestão

Leia mais

Utilização dos processos de RH em algumas empresas da cidade de Bambuí: um estudo multi-caso

Utilização dos processos de RH em algumas empresas da cidade de Bambuí: um estudo multi-caso III Semana de Ciência e Tecnologia do IFMG campus Bambuí II Jornada Científica 9 a 23 de Outubro de 200 Utilização dos processos de RH em algumas empresas da cidade de Bambuí: um estudo multi-caso Sablina

Leia mais

INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS. Políticas de Gestão de Pessoas do Ibama COMISSÃO PORTARIA Nº 248/07 P

INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS. Políticas de Gestão de Pessoas do Ibama COMISSÃO PORTARIA Nº 248/07 P INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS Políticas de Gestão de Pessoas do Ibama COMISSÃO PORTARIA Nº 248/07 P Deliberações Resumo 1ª reunião: papéis, procedimentos gerais

Leia mais

QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO

QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO ISSN 1984-9354 QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO JAQUELINE ARAUJO DOS SANTOS (LATEC / UFF) Resumo: Os temas relacionados à qualidade de vida no trabalho estão cada vez mais sendo objeto de estudo e presentes

Leia mais

QUALIDADE DE VIDA NAS ORGANIZAÇÕES

QUALIDADE DE VIDA NAS ORGANIZAÇÕES 1 QUALIDADE DE VIDA NAS ORGANIZAÇÕES Alguns pesquisadores brasileiros que se destacaram por seus trabalhos sobre Qualidade de Vida no Trabalho (QVT) consideram que só recentemente a abordagem da Qualidade

Leia mais

PROJETO DE EXTENSÃO DE GINÁSTICA LABORAL PARA MELHORAR QUALIDADE DE VIDA DOS FUNCIONÁRIOS DA ULBRA/GUAÍBA

PROJETO DE EXTENSÃO DE GINÁSTICA LABORAL PARA MELHORAR QUALIDADE DE VIDA DOS FUNCIONÁRIOS DA ULBRA/GUAÍBA PROJETO DE EXTENSÃO DE GINÁSTICA LABORAL PARA MELHORAR QUALIDADE DE VIDA DOS FUNCIONÁRIOS DA ULBRA/GUAÍBA RESUMO *Luciano Leal Loureiro ** Jésica Finguer O presente texto busca explicar o que é o projeto

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS Válida para os acadêmicos ingressantes a partir de 2010/1

MATRIZ CURRICULAR DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS Válida para os acadêmicos ingressantes a partir de 2010/1 Matriz Curricular aprovada pela Resolução nº 18/09-CONSUNI, de 1º de dezembro de 2009. MATRIZ CURRICULAR DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS Válida para os acadêmicos ingressantes

Leia mais

PORTARIA NORMATIVA Nº 3, DE 25 DE MARÇO DE 2013

PORTARIA NORMATIVA Nº 3, DE 25 DE MARÇO DE 2013 PORTARIA NORMATIVA Nº 3, DE 25 DE MARÇO DE 2013 Institui as diretrizes gerais de promoção da saúde do servidor público federal, que visam orientar os órgãos e entidades do Sistema de Pessoal Civil da Administração

Leia mais

XVI SEMINÁRIO DE PESQUISA DO CCSA ISSN 1808-6381

XVI SEMINÁRIO DE PESQUISA DO CCSA ISSN 1808-6381 GESTÃO DE PESSOAS APLICADA ÀS UNIDADES DE INFORMAÇÃO 1 Mailza Paulino de Brito e Silva Souza 2 Sandra Pontual da Silva 3 Sara Sunaria Almeida da Silva Xavier 4 Orientadora: Profª M.Sc. Luciana Moreira

Leia mais

Administração de Recursos Humanos

Administração de Recursos Humanos Administração de Recursos Humanos Profª Ma. Máris de Cássia Ribeiro Vendrame O que é a Administração de Recursos Humanos? Refere-se às práticas e às políticas necessárias para conduzir os aspectos relacionados

Leia mais

A Prevenção de Doenças Ocupacionais na Gestão de Qualidade Empresarial

A Prevenção de Doenças Ocupacionais na Gestão de Qualidade Empresarial A Prevenção de Doenças Ocupacionais na Gestão de Qualidade Empresarial 2 Alessandra Maróstica de Freitas A Prevenção de Doenças Ocupacionais na Gestão de Qualidade Empresarial ALESSANDRA MARÓSTICA DE FREITAS

Leia mais

Processos de Recursos Humanos

Processos de Recursos Humanos Gestão Integrada RH Recursos Humanos Unida 2 Rosemeri da Silva Paixão Recursos Humanos 28 Gestão Integrada RH Sumário Introdução... 30 Objetivos... 31 Estrutura da Unida... 31 UNIDADE 2: Recursos Humanos

Leia mais

RRelevância do curso. OObjetivo do curso. FFundamentação Teórica: ATENDIMENTO E POSTURA NO AMBIENTE DE TRABALHO. Público-alvo

RRelevância do curso. OObjetivo do curso. FFundamentação Teórica: ATENDIMENTO E POSTURA NO AMBIENTE DE TRABALHO. Público-alvo Vigilantes, vigias, porteiros ou interessados em ingressar nessas funções. A empresa que presta serviços de vigilância tem a grande preocupação de manter a segurança de seu cliente, mas também de não receber

Leia mais

CATEGORIA: ADESÃO DOS COLABORADORES

CATEGORIA: ADESÃO DOS COLABORADORES EXPRESSO GUANABARA S/A - CNPJ: 41.550.112/0001-01 END. ROD BR 116 KM 04 N 700 MESSEJANA FORTALEZA/CE CATEGORIA: ADESÃO DOS COLABORADORES 2011 BOAS PRÁTICAS: ADESÃO DOS COLABORADORES AOS SEUS VALORES E

Leia mais

A GINÁSTICA LABORAL COMO FERRAMENTA PARA A MELHORIA DA QUALIDADE DE VIDA NO SETOR DE COZINHA EM RESTAURANTES

A GINÁSTICA LABORAL COMO FERRAMENTA PARA A MELHORIA DA QUALIDADE DE VIDA NO SETOR DE COZINHA EM RESTAURANTES A GINÁSTICA LABORAL COMO FERRAMENTA PARA A MELHORIA DA QUALIDADE DE VIDA NO SETOR DE COZINHA EM RESTAURANTES Alexandre Crespo Coelho da Silva Pinto Fisioterapeuta Mestrando em Engenharia de Produção UFSC

Leia mais

P Ú B L I C O I N T E R N O

P Ú B L I C O I N T E R N O Apresentação O Banrisul valoriza seus colaboradores por entender que estes são a essência do negócio. A promoção da qualidade de vida e da segurança dos funcionários é uma prática constante que comprova

Leia mais

ESF Estratégia de Saúde da Família GESTÃO DE PESSOAS. 40 Relatório de Gestão 2014. Copyright. Proibida cópia ou reprodução sem autorização do IABAS.

ESF Estratégia de Saúde da Família GESTÃO DE PESSOAS. 40 Relatório de Gestão 2014. Copyright. Proibida cópia ou reprodução sem autorização do IABAS. ESF Estratégia de Saúde da Família GESTÃO DE PESSOAS 40 Relatório de Gestão 2014 B lanço Soci l ESF Estratégia de Saúde da Família Relatório de Gestão 2014 41 GESTÃO DE PESSOAS Gestão de Pessoas Com o

Leia mais

Programa de Ginástica Laboral

Programa de Ginástica Laboral Programa de Ginástica Laboral 1. IDENTIFICAÇÃO Nome: Programa de Ginástica Laboral (PGL) Promoção e Organização: Centro de Educação Física, Esportes e Recreação Coordenadoria do Campus de Ribeirão Preto.

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS No que se refere à gestão, recrutamento e seleção de pessoas, julgue os itens a seguir. 51 A gestão de pessoas recebeu forte influência dos estudos de Hawthrone, especialmente

Leia mais

QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO UTILIZANDO A GINÁSTICA LABORAL

QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO UTILIZANDO A GINÁSTICA LABORAL QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO UTILIZANDO A GINÁSTICA LABORAL Alessandra Prado de Souza, Ana Eliza Gonçalves Santos, Jaciara Nazareth Campos Palma, Karine Aparecida Silvério, Leonardo Ferreira, Matheus

Leia mais

P Ú B L I C O I N T E R N O

P Ú B L I C O I N T E R N O Apresentação O Banrisul valoriza seus colaboradores por entender que estes são a essência do negócio. A promoção da qualidade de vida e da segurança dos funcionários é uma prática constante que comprova

Leia mais

Qualidade de vida no Trabalho

Qualidade de vida no Trabalho Qualidade de Vida no Trabalho Introdução É quase consenso que as empresas estejam cada vez mais apostando em modelos de gestão voltados para as pessoas, tentando tornar-se as empresas mais humanizadas,

Leia mais

INTRODUÇÃO À GESTÃO DE PESSOAS Comparativo entre idéias

INTRODUÇÃO À GESTÃO DE PESSOAS Comparativo entre idéias FACULDADE GOVERNADOR OZANAM COELHO PÓS-GRADUAÇÃO EM GESTÃO DE PESSOAS INTRODUÇÃO À GESTÃO DE PESSOAS Comparativo entre idéias ALINE GUIDUCCI UBÁ MINAS GERAIS 2009 ALINE GUIDUCCI INTRODUÇÃO À GESTÃO DE

Leia mais

Profa. Lenimar Vendruscolo Mery 2013 APOSTILA DE GESTÃO DE PESSOAS

Profa. Lenimar Vendruscolo Mery 2013 APOSTILA DE GESTÃO DE PESSOAS APOSTILA DE GESTÃO DE PESSOAS SUMÁRIO 1. O QUE SIGNIFICA GESTÃO DE PESSOAS... 3 2. PRINCIPAIS PROCESSOS DE GESTÃO DE PESSOAS... 3 3. O CONTEXTO DA GESTÃO DE PESSOAS... 4 4. EVOLUÇÃO DOS MODELOS DE GESTÃO...

Leia mais

Professora Débora Dado. Prof.ª Débora Dado

Professora Débora Dado. Prof.ª Débora Dado Professora Débora Dado Prof.ª Débora Dado Planejamento das aulas 7 Encontros 19/05 Contextualizando o Séc. XXI: Equipes e Competências 26/05 Competências e Processo de Comunicação 02/06 Processo de Comunicação

Leia mais

Desenvolvimento de pessoas.

Desenvolvimento de pessoas. Desenvolvimento de pessoas. 2.2 FORMULAÇÃO DE UM PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS Gestão de Pessoas (Antonio Carlos Gil) e Gestão de Pessoas (Idalberto Chiavenato) "Se ensinardes alguma coisa a um

Leia mais

Os Sistema de Administração de Gestão de Pessoas

Os Sistema de Administração de Gestão de Pessoas Os Sistema de Administração de Gestão de Pessoas As pessoas devem ser tratadas como parceiros da organização. ( Como é isso?) Reconhecer o mais importante aporte para as organizações: A INTELIGÊNCIA. Pessoas:

Leia mais

PLANO DE CARGOS E SALÁRIOS PROJETO BARUERI

PLANO DE CARGOS E SALÁRIOS PROJETO BARUERI PLANO DE CARGOS E SALÁRIOS PROJETO BARUERI O Plano de Cargos e Salários aqui apresentado é resultado do entendimento e alinhamento dos direcionadores do Modelo de Organização e Gestão e das Políticas e

Leia mais

TIPOS DE RECRUTAMENTO E SUA IMPORTÂNCIA PARA UMA GESTÃO ADEQUADA DE PESSOAS APLICADAS A EMPRESAS.

TIPOS DE RECRUTAMENTO E SUA IMPORTÂNCIA PARA UMA GESTÃO ADEQUADA DE PESSOAS APLICADAS A EMPRESAS. TIPOS DE RECRUTAMENTO E SUA IMPORTÂNCIA PARA UMA GESTÃO ADEQUADA DE PESSOAS APLICADAS A EMPRESAS. MICHEL, Murillo Docente da Faculdade de Ciências Jurídicas e Gerencias murillo@faef.br RESUMO O presente

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA QUALIDADE DE VIDA PARA O TRABALHADOR NA GRÁFICA E EDITORA BRASIL

A IMPORTÂNCIA DA QUALIDADE DE VIDA PARA O TRABALHADOR NA GRÁFICA E EDITORA BRASIL FACULDADES INTEGRADAS DO PLANALTO CENTRAL Aprovadas pela Portaria SESu/MEC Nº. 368/08 (DOU 20/05/2008) CURSO DE ADMINISTRAÇÃO A IMPORTÂNCIA DA QUALIDADE DE VIDA PARA O TRABALHADOR NA GRÁFICA E EDITORA

Leia mais

A Atividade Física como Proposta de Prevenção de Doenças no Trabalhador

A Atividade Física como Proposta de Prevenção de Doenças no Trabalhador 23 A Atividade Física como Proposta de Prevenção de Doenças no Trabalhador Maria Lúcia Cimadon Silvestre Graduada em Psicologia na Universidade São Francisco Especialista em Gestão da Qualidade de Vida

Leia mais

Função do órgão GP NEAF. Contexto da GP. Objetivos da GP. Gestão de Pessoas:

Função do órgão GP NEAF. Contexto da GP. Objetivos da GP. Gestão de Pessoas: Gestão de Pessoas: Conceitos, importância, relação com os outros sistemas de organização. Fundamentos, teorias, escolas da administração e o seu impacto na gestão de pessoas. Função do órgão de recursos

Leia mais

8.1 Políticas de Gestão de Pessoal 8.1.1 Organização e Gestão de Pessoas 8.1.2 Corpo Docente 8.1.3 Requisitos de Titulação 8.1.4 Critérios de Seleção

8.1 Políticas de Gestão de Pessoal 8.1.1 Organização e Gestão de Pessoas 8.1.2 Corpo Docente 8.1.3 Requisitos de Titulação 8.1.4 Critérios de Seleção 8.1 Políticas de Gestão de Pessoal 8.1.1 Organização e Gestão de Pessoas 8.1.2 Corpo Docente 8.1.3 Requisitos de Titulação 8.1.4 Critérios de Seleção e Contratação 8.1.5 Plano de Carreira e Regime de Trabalho

Leia mais

Programa de Capacitação e Aperfeiçoamento do DAP

Programa de Capacitação e Aperfeiçoamento do DAP Programa de Capacitação e Aperfeiçoamento do DAP LEGISLAÇÃO DE PESSOAL COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO Regime Jurídico dos Servidores Públicos Federais Lei nº. 8.112/90 Plano de Carreira dos Cargos Técnico-Administrativos

Leia mais

A Qualidade de Vida no trabalho do servidor público da administração estadual e o papel do gerente de recursos humanos. Mário Augusto Porto

A Qualidade de Vida no trabalho do servidor público da administração estadual e o papel do gerente de recursos humanos. Mário Augusto Porto A Qualidade de Vida no trabalho do servidor público da administração estadual e o papel do gerente de recursos humanos. Mário Augusto Porto O objetivo deste artigo é o de sensibilizar o gerente de recursos

Leia mais

PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL

PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL Qualidade de Vida no Trabalho O conceito de QVT é muito abrangente, e precisa ser definido com clareza, uma vez que as posições profissionais dos trabalhadores dentro de uma organização

Leia mais

Administração de Pessoas

Administração de Pessoas Administração de Pessoas MÓDULO 14: QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO E RELAÇÕES SINDICAIS 14.1 O processo de segurança e qualidade de vida O processo de segurança é o que visa estabelecer disciplina e segurança,

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM GESTÃO DE PESSOAS

PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM GESTÃO DE PESSOAS PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM GESTÃO DE PESSOAS APRESENTAÇÃO O curso de especialização Gestão de Pessoas tem por meta desenvolver gestores para atuarem em empresas que estejam inseridas no processo de globalização

Leia mais

APÊNDICE A QUESTIONÁRIO APLICADO AOS GESTORES

APÊNDICE A QUESTIONÁRIO APLICADO AOS GESTORES 202 INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO ALGUNS COMENTÁRIOS ANTES DE INICIAR O PREENCHIMENTO DO QUESTIONÁRIO: a) Os blocos a seguir visam obter as impressões do ENTREVISTADO quanto aos processos de gestão da Policarbonatos,

Leia mais

A GINÁSTICA LABORAL E OS SEUS EFEITOS NA RELAÇÃO DE EMPREGO: VANTAGENS E BENEFÍCIOS PARA EMPREGADO E EMPREGADOR.

A GINÁSTICA LABORAL E OS SEUS EFEITOS NA RELAÇÃO DE EMPREGO: VANTAGENS E BENEFÍCIOS PARA EMPREGADO E EMPREGADOR. A GINÁSTICA LABORAL E OS SEUS EFEITOS NA RELAÇÃO DE EMPREGO: VANTAGENS E BENEFÍCIOS PARA EMPREGADO E EMPREGADOR. Márcia Maria Maia Advogada, pós-graduada em Direito Público e pós-graduanda em Direito e

Leia mais

ACÓRDÃO Nº 06/2011 - CFA - Plenário

ACÓRDÃO Nº 06/2011 - CFA - Plenário ACÓRDÃO Nº 06/2011 - CFA - Plenário 1. PARECER TÉCNICO CETEF Nº 03/2011, de 20/07/2011. 2. EMENTA: Obrigatoriedade de registro das empresas prestadoras de serviços de Recrutamento e Seleção de Pessoal

Leia mais

PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL: um relato de experiência de dois estagiários de psicologia

PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL: um relato de experiência de dois estagiários de psicologia PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL: um relato de experiência de dois estagiários de psicologia MESQUITA NETO, Rui 1 DIAS, Vanessa Aparecida 2 NUNES, Ruth Vieira 3 RESUMO A organização depende das pessoas para atingir

Leia mais

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - CETEC. Ensino Técnico

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - CETEC. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2013 Ensino Técnico ETEC Paulino Botelho Código: 091 Município: São Carlos Eixo Tecnológico: Gestão em Negócios Habilitação Profissional: Técnica de Nível Médio de Técnico em

Leia mais

CARACTERIZAÇAO DE UM PROGRAMA DE GINÁSTICA LABORAL COMO PREVENÇÃO E REDUÇÃO DA LER/DORT

CARACTERIZAÇAO DE UM PROGRAMA DE GINÁSTICA LABORAL COMO PREVENÇÃO E REDUÇÃO DA LER/DORT CARACTERIZAÇAO DE UM PROGRAMA DE GINÁSTICA LABORAL COMO PREVENÇÃO E REDUÇÃO DA LER/DORT PINHEIRO, L. C.; DUTRA, J.; BRASILINO, F.F; MORALES, P. J. C.; HUCH, T.P. Universidade da Região de Joinville Depto.

Leia mais

Qualidade de Vida no Trabalho

Qualidade de Vida no Trabalho 1 Qualidade de Vida no Trabalho Alessandra Cristina Rubio¹ Thiago Silva Guimarães² Simone Cristina Fernandes Naves³ RESUMO O presente artigo tem como tema central a Qualidade de Vida no Trabalho, com um

Leia mais

Por que fazer Gestão de Pessoas?

Por que fazer Gestão de Pessoas? Por que fazer Gestão de Pessoas? A U L A Metas da aula Descrever a importância das pessoas na organização; demonstrar os diversos significados do termo administração de Recursos Humanos; apresentar os

Leia mais

Qualidade de vida no trabalho o papel da ginástica laboral

Qualidade de vida no trabalho o papel da ginástica laboral Qualidade de vida no trabalho o papel da ginástica laboral Márcia de Ávila e Lara Estudante do curso de Educação Física - (UFV) - avilaelara@yahoo.com.br Felipe Alves Soares Estudante do curso de Educação

Leia mais

O PAPEL DO PSICÓLOGO NA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS DAS ORGANIZAÇÕES

O PAPEL DO PSICÓLOGO NA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS DAS ORGANIZAÇÕES O PAPEL DO PSICÓLOGO NA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS DAS ORGANIZAÇÕES CHAVES, Natália Azenha Discente do Curso de Psicologia da Faculdade de Ciências da Saúde FASU/ACEG GARÇA/SP BRASIL e-mail: natalya_azenha@hotmail.com

Leia mais

QUALIDADE PROFISSIONAL: A IMPORTÂNCIA DE SE INVESTIR EM PESSOAS

QUALIDADE PROFISSIONAL: A IMPORTÂNCIA DE SE INVESTIR EM PESSOAS QUALIDADE PROFISSIONAL: A IMPORTÂNCIA DE SE INVESTIR EM PESSOAS Juliana Tiemi KATO 1 Orientador: Prof. Haroldo Cesar ALESSI 2 Resumo: Com a revolução tecnológica, em particular no campo da informação (computador,

Leia mais

PLANO DE RECURSOS HUMANOS DA COORDENAÇÃO DE SAÚDE DO TRABALHADOR HISTÓRICO DE REVISÕES. Elaborado por: Simone Titiry

PLANO DE RECURSOS HUMANOS DA COORDENAÇÃO DE SAÚDE DO TRABALHADOR HISTÓRICO DE REVISÕES. Elaborado por: Simone Titiry HISTÓRICO DE REVISÕES Data Revisão Descrição da Revisão Elaborado por: Revisado por: Aprovado por: 00 Emissão Inicial Kelly Galvão Fátima Rangel 10/06/2013 01 Documento revisado sem alteração Simone Titiry

Leia mais

O PROCESSO DE RECRUTAMENTO E SELEÇÃO DE UMA EMPRESA DO RAMO DE SILVICULTURA

O PROCESSO DE RECRUTAMENTO E SELEÇÃO DE UMA EMPRESA DO RAMO DE SILVICULTURA O PROCESSO DE RECRUTAMENTO E SELEÇÃO DE UMA EMPRESA DO RAMO DE SILVICULTURA Flávia Regina Graciano; Lucimara Araújo; Priscila Siqueira Campos; Sabrina Eduarda Mendes Magalhães; Tathiane Mendes Barbosa;

Leia mais

SUBSISTEMAS DA GESTÃO DE

SUBSISTEMAS DA GESTÃO DE FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC GOIÁS GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO PROJETO INTEGRADOR SUBSISTEMAS DA GESTÃO DE PESSOAS - MÓDULO II - GESTÃO DE PESSOAS DANIEL BOFF BORGES GOIÂNIA - NOVEMBRO 2015 Sumário

Leia mais

Faculdade Internacional de Curitiba MBA em Planejamento e Gestão Estratégica Mapas Estratégicos Prof. Adriano Stadler

Faculdade Internacional de Curitiba MBA em Planejamento e Gestão Estratégica Mapas Estratégicos Prof. Adriano Stadler Faculdade Internacional de Curitiba MBA em Planejamento e Gestão Estratégica Mapas Estratégicos Prof. Adriano Stadler AULA 5 - PERSPECTIVA DE APRENDIZADO E CRESCIMENTO Abertura da Aula Uma empresa é formada

Leia mais

4. Tendências em Gestão de Pessoas

4. Tendências em Gestão de Pessoas 4. Tendências em Gestão de Pessoas Em 2012, Gerenciar Talentos continuará sendo uma das prioridades da maioria das empresas. Mudanças nas estratégias, necessidades de novas competências, pressões nos custos

Leia mais

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS: BRANDI, Vanessa da Silva Pires¹ NUNES, Ruth Vieira²

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS: BRANDI, Vanessa da Silva Pires¹ NUNES, Ruth Vieira² GESTÃO POR COMPETÊNCIAS: UM ESTUDO SOBRE UM MELHOR APROVEITAMENTO DO GESTOR NA ORGANIZAÇÃO BRANDI, Vanessa da Silva Pires¹ NUNES, Ruth Vieira² RESUMO O mundo tem passado por constantes mudanças, que têm

Leia mais

Ilca Maria Moya de Oliveira

Ilca Maria Moya de Oliveira Ilca Maria Moya de Oliveira Cargos e suas estruturas são hoje um tema complexo, com várias leituras e diferentes entendimentos. Drucker (1999, p.21) aponta que, na nova sociedade do conhecimento, a estrutura

Leia mais

Ilca Maria Moya de Oliveira

Ilca Maria Moya de Oliveira Ilca Maria Moya de Oliveira As necessidades de seleção de pessoal na organização são inúmeras e vão exigir diferentes ações da área de Gestão de Pessoas para cada uma delas. A demanda de seleção de pessoal

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA GINÁSTICA LABORAL NA GESTÃO DE PESSOAS: UM ESTUDO DE CASO NO IFRN CAMPOS MOSSORÓ-RN.

A IMPORTÂNCIA DA GINÁSTICA LABORAL NA GESTÃO DE PESSOAS: UM ESTUDO DE CASO NO IFRN CAMPOS MOSSORÓ-RN. A IMPORTÂNCIA DA GINÁSTICA LABORAL NA GESTÃO DE PESSOAS: UM ESTUDO DE CASO NO IFRN CAMPOS MOSSORÓ-RN. Valdileno Vieira (1); Elizabeth Duarte de Macedo(2); Nathanny Thuanny de Oliveira Alves (3) (1) IFRN,

Leia mais

Auditoria Interna na gestão de pessoas: identificação de pontos fortes e fracos na política de recursos humanos

Auditoria Interna na gestão de pessoas: identificação de pontos fortes e fracos na política de recursos humanos Auditoria Interna na gestão de pessoas: identificação de pontos fortes e fracos na política de recursos humanos Letícia Baggio (UTFPR) leticia@uniao.edu.br Isaura Alberton de Lima, Dra (UTFPR) alberton@utfpr.edu.br

Leia mais

31 descobertas sobre liderança

31 descobertas sobre liderança ALTA GERÊNCIA 31 descobertas sobre liderança Estudo Leadership Forecast 2005-2006, realizado pela firma de consultoria Development Dimensions International (DDI), buscou analisar como são percebidas em

Leia mais

Promoção da Saúde na Escola Através das Aulas de Educação Física

Promoção da Saúde na Escola Através das Aulas de Educação Física 10 Promoção da Saúde na Escola Através das Aulas de Educação Física Juliana Marin Orfei Especialista em Atividade Física: Treinamento Esportivo UNICASTELO Viviane Portela Tavares Especialista em Atividade

Leia mais

Unidade II GESTÃO ESTRATÉGICA DE. Professora Ani Torres

Unidade II GESTÃO ESTRATÉGICA DE. Professora Ani Torres Unidade II GESTÃO ESTRATÉGICA DE RECURSOS HUMANOS Professora Ani Torres Gestão de Pessoas Conjunto de métodos, políticas,técnicas e práticas definidos com o objetivo de orientar o comportamento humano

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO Das Disposições

Leia mais

2012 Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. Tribunais Gestão de Pessoas Questões Giovanna Carranza

2012 Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. Tribunais Gestão de Pessoas Questões Giovanna Carranza 2012 Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. Tribunais Gestão de Pessoas Questões Giovanna Carranza 01. Conceitualmente, recrutamento é: (A) Um conjunto de técnicas e procedimentos

Leia mais

POLÍTICA DE GESTÃO DE CARGOS E SALÁRIOS

POLÍTICA DE GESTÃO DE CARGOS E SALÁRIOS POLÍTICA DE GESTÃO DE CARGOS E SALÁRIOS I. Introdução Este Manual de Gestão de Cargos e Salários contempla todas as Áreas e Equipamentos da POIESIS e visa a orientar todos os níveis de gestão, quanto às

Leia mais

COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA. PROJETO DE LEI N o 6.083, DE 2009 I RELATÓRIO

COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA. PROJETO DE LEI N o 6.083, DE 2009 I RELATÓRIO COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA PROJETO DE LEI N o 6.083, DE 2009 Institui a obrigatoriedade de realização de ginástica laboral no âmbito dos órgãos e entidades da administração pública federal

Leia mais

GESTÃO ESTRATÉGICA DE PESSOAS

GESTÃO ESTRATÉGICA DE PESSOAS GESTÃO ESTRATÉGICA DE PESSOAS Prof.ª Giselle Reis Brandão IEC - PUC Minas ALGUNS CONCEITOS IMPORTANTES: ADM. DE RECURSOS HUMANOS: As pessoas vistas como recursos, no sentido de instrumentos, meios para

Leia mais

DIRETRIZES NACIONAIS DE PROMOÇÃO E DEFESA DOS DIREITOS HUMANOS DOS PROFISSIONAIS DE SEGURANÇA PÚBLICA

DIRETRIZES NACIONAIS DE PROMOÇÃO E DEFESA DOS DIREITOS HUMANOS DOS PROFISSIONAIS DE SEGURANÇA PÚBLICA DIRETRIZES NACIONAIS DE PROMOÇÃO E DEFESA DOS DIREITOS HUMANOS DOS PROFISSIONAIS DE SEGURANÇA PÚBLICA PORTARIA INTERMINISTERIAL No- 2, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2010 Estabelece as Diretrizes Nacionais de Promoção

Leia mais

A PERCEPÇÃO DOS FUNCIONÁRIOS DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA SOBRE A GINÁSTICA LABORAL

A PERCEPÇÃO DOS FUNCIONÁRIOS DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA SOBRE A GINÁSTICA LABORAL 10. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( X ) SAÚDE ( ) TRABALHO

Leia mais

Colégio Estadual Juracy Rachel Saldanha Rocha Técnico em Administração Comportamento Organizacional Aílson José Senra Página 1

Colégio Estadual Juracy Rachel Saldanha Rocha Técnico em Administração Comportamento Organizacional Aílson José Senra Página 1 Página 1 COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL As pessoas que supervisionam as atividades das outras e que são responsáveis pelo alcance dos objetivos nessas organizações são os administradores. Eles tomam decisões,

Leia mais

A importância da Ergonomia Voltada aos servidores Públicos

A importância da Ergonomia Voltada aos servidores Públicos A importância da Ergonomia Voltada aos servidores Públicos Fisioterapeuta: Adriana Lopes de Oliveira CREFITO 3281-LTT-F GO Ergonomia ERGONOMIA - palavra de origem grega, onde: ERGO = trabalho e NOMOS

Leia mais

Administração e Gestão de Pessoas

Administração e Gestão de Pessoas Administração e Gestão de Pessoas Aula Gestão de Pessoas Prof.ª Marcia Aires www.marcia aires.com.br mrbaires@gmail.com Percepção x trabalho em equipe GESTÃO DE PESSOAS A Gestão de Pessoas é responsável

Leia mais

1 Introdução 1.1. Problema de Pesquisa

1 Introdução 1.1. Problema de Pesquisa 1 Introdução 1.1. Problema de Pesquisa A motivação, satisfação e insatisfação no trabalho têm sido alvo de estudos e pesquisas de teóricos das mais variadas correntes ao longo do século XX. Saber o que

Leia mais

AS VARIAÇÕES DE EXERCÍCIOS FÍSICOS APLICADOS NAS SESSÕES DE GINÁSTICA LABORAL

AS VARIAÇÕES DE EXERCÍCIOS FÍSICOS APLICADOS NAS SESSÕES DE GINÁSTICA LABORAL AS VARIAÇÕES DE EXERCÍCIOS FÍSICOS APLICADOS NAS SESSÕES DE GINÁSTICA LABORAL Junior, A. C. de J. Sebastião, J. S. Pimentel, E. S. Moreira, R. S. T.. RESUMO A área da ginástica laboral vem crescendo bastante

Leia mais

A COORDENAÇÃO E A GESTÃO DE CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO: Um estudo de caso em faculdade privada RESUMO

A COORDENAÇÃO E A GESTÃO DE CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO: Um estudo de caso em faculdade privada RESUMO A COORDENAÇÃO E A GESTÃO DE CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO: Um estudo de caso em faculdade privada Wesley Antônio Gonçalves 1 RESUMO O MEC, ao apontar padrões de qualidade da função de coordenador de

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO Das Disposições

Leia mais

Carina Cristiane Teodoro Pierini¹; Terezinha Gomes Faria²

Carina Cristiane Teodoro Pierini¹; Terezinha Gomes Faria² V EPCC Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 23 a 26 de outubro de 7 CONTRIBUIÇÕES DA GINÁSTICA LABORAL PARA A MELHORIA DA CONDIÇÃO FÍSICA DOS ORIENTADORES DE ESTACIONAMENTO REGULAMENTADO

Leia mais

12 - GERENCIAMENTO DE RISCOS

12 - GERENCIAMENTO DE RISCOS Módulo II STH - SEGURANÇA E HIGIENE DO TRABALHO 12 - GERENCIAMENTO DE RISCOS BASES TÉCNICAS PARA O CONTROLE DOS FATORES DE RISCO E A MELHORIA DOS AMBIENTES E CONDIÇÕES DE TRABALHO A eliminação ou a redução

Leia mais

A responsabilidade social na cadeia de fornecedores. Lucas O. Guerra Gerente de P&D / Assessor da Diretoria

A responsabilidade social na cadeia de fornecedores. Lucas O. Guerra Gerente de P&D / Assessor da Diretoria A responsabilidade social na cadeia de fornecedores Lucas O. Guerra Gerente de P&D / Assessor da Diretoria Allergisa testes clínicos de segurança e eficácia. Clínica atendimento médico dermatológico,

Leia mais

PLANO DE CURSO. Universidade Federal de Viçosa - Campus UFV Florestal Central de Ensino e Desenvolvimento Agrário de Florestal

PLANO DE CURSO. Universidade Federal de Viçosa - Campus UFV Florestal Central de Ensino e Desenvolvimento Agrário de Florestal Dados da Instituição Razão Social Esfera Administrativa Site de Instituição PLANO DE CURSO Universidade Federal de Viçosa - Campus UFV Florestal Central de Ensino e Desenvolvimento Agrário de Florestal

Leia mais

SECRETARIA DE RESSOCIALIZAÇÃO. Programa de Alívio e Relaxamento do Estresse

SECRETARIA DE RESSOCIALIZAÇÃO. Programa de Alívio e Relaxamento do Estresse SECRETARIA DE RESSOCIALIZAÇÃO Programa de Alívio e Relaxamento do Estresse SUMÁRIO JUSTIFICATIVA OBJETIVOS EXECUÇÃO CONDIÇÕES GERAIS JUSTIFICATIVA As facilidades e a agitação da vida moderna trouxeram

Leia mais

CAPACITAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS: O TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO PESSOAL DENTRO DAS ORGANIZAÇÕES

CAPACITAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS: O TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO PESSOAL DENTRO DAS ORGANIZAÇÕES CAPACITAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS: O TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO PESSOAL DENTRO DAS ORGANIZAÇÕES Aline Martins Mendes Luciano José Vieira Franco Luis Guilherme Esteves Leocádio Sônia Madali Bosêja

Leia mais

A GINÁSTICA LABORAL: OS CONTRASTES NOS RESULTADOS QUANDO ORIENTADA PELO EDUCADOR FÍSICO

A GINÁSTICA LABORAL: OS CONTRASTES NOS RESULTADOS QUANDO ORIENTADA PELO EDUCADOR FÍSICO A GINÁSTICA LABORAL: OS CONTRASTES NOS RESULTADOS QUANDO ORIENTADA PELO EDUCADOR FÍSICO Wagner Hauer Argenton 1 Rafael Godoy Cancelli Evandete Mitue Centro Universitário Positivo, Curitiba, PR Resumo:

Leia mais

PORTARIA-R N.º 197/2012, de 01 de março de 2012

PORTARIA-R N.º 197/2012, de 01 de março de 2012 PORTARIA-R N.º 197/2012, de 01 de março de 2012 O Reitor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sudeste de Minas Gerais, no uso de suas atribuições legais e tendo em vista a subdelegação

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL CÂMPUS CANOAS PROJETO PEDAGÓGICO CURSO FIC PRONATEC Canoas

Leia mais

MBA EM DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS COM ÊNFASE EM COMPETÊNCIAS

MBA EM DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS COM ÊNFASE EM COMPETÊNCIAS MBA EM DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS COM ÊNFASE EM COMPETÊNCIAS O programa irá capacitá-lo a interagir em um contexto empresarial de inúmeras transformações e mudanças, desenvolvendo competências para conhecer,

Leia mais

II SEMINÁRIO SOBRE GESTÃO DE PESSOAS NO SETOR PÚBLICO DESAFIOS DO DESENVOLVIMENTO GERENCIAL. Palestrante: Luisa Rocha Cabral

II SEMINÁRIO SOBRE GESTÃO DE PESSOAS NO SETOR PÚBLICO DESAFIOS DO DESENVOLVIMENTO GERENCIAL. Palestrante: Luisa Rocha Cabral 1 II SEMINÁRIO SOBRE GESTÃO DE PESSOAS NO SETOR PÚBLICO DESAFIOS DO DESENVOLVIMENTO GERENCIAL Palestrante: Luisa Rocha Cabral Graduada em Administração Pública pela Escola de Governo Professor Paulo Neves

Leia mais

PERCEPÇÃO DOS GESTORES SOBRE A IMPLANTAÇÃO DO E-LEARNING NA EMPRESA: ESTUDO DE CASO NA PORTO ALEGRE CLÍNICAS

PERCEPÇÃO DOS GESTORES SOBRE A IMPLANTAÇÃO DO E-LEARNING NA EMPRESA: ESTUDO DE CASO NA PORTO ALEGRE CLÍNICAS 1 PERCEPÇÃO DOS GESTORES SOBRE A IMPLANTAÇÃO DO E-LEARNING NA EMPRESA: ESTUDO DE CASO NA PORTO ALEGRE CLÍNICAS Porto Alegre RS Março 2010 Bianca Smith Pilla Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia

Leia mais

Ana Claudia M. dos SANTOS 1 Edson Leite Lopes GIMENEZ 2

Ana Claudia M. dos SANTOS 1 Edson Leite Lopes GIMENEZ 2 O desempenho do processo de recrutamento e seleção e o papel da empresa neste acompanhamento: Um estudo de caso na Empresa Ober S/A Indústria E Comercio Ana Claudia M. dos SANTOS 1 Edson Leite Lopes GIMENEZ

Leia mais

ABORDANDO OS PROCEDIMENTOS NECESSÁRIOS PARA TREINAMENTO LABORAL

ABORDANDO OS PROCEDIMENTOS NECESSÁRIOS PARA TREINAMENTO LABORAL ABORDANDO OS PROCEDIMENTOS NECESSÁRIOS PARA TREINAMENTO LABORAL Antonia Maria Gimenes 1, Renato Nogueira Perez Avila 2 Cleiton Riz Aleixo 3, Jakeline da Silva 4 Thayane C. Anjos Afonso 5 RESUMO Este estudo

Leia mais

Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 06

Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 06 Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 06 Questões sobre o tópico Avaliação de Desempenho: objetivos, métodos, vantagens e desvantagens. Olá Pessoal, Espero que estejam gostando dos artigos. Hoje veremos

Leia mais

Palavras-chave: Transição acadêmico-profissional; formação em Psicologia; mercado de trabalho.

Palavras-chave: Transição acadêmico-profissional; formação em Psicologia; mercado de trabalho. 1 FORMAÇÃO, INSERÇÃO E ATUAÇÃO PROFISSIONAL NA PERSPECTIVA DOS EGRESSOS DE UM CURSO DE PSICOLOGIA. BOBATO, Sueli Terezinha, Mestre em Psicologia pela UFSC, Docente do Curso de Psicologia na Universidade

Leia mais

Origem do nome do programa 5S

Origem do nome do programa 5S Os Cinco Sensos PPGEP / UFRGS ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Origem do nome do programa 5S 5S s vem de cinco palavras japonesas que começam por S : SEIRI senso de utilização, seleção, descarte. SEITON senso de

Leia mais

FACULDADE ESTÁCIO DE SANTO ANDRÉ SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1

FACULDADE ESTÁCIO DE SANTO ANDRÉ SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 CURSO: CST em Gestão em Recursos Humanos MISSÃO DO CURSO A missão do Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos da ESTÁCIO EUROPAN consiste em formar

Leia mais

UNESP - Botucatu. Gestão da Carreira e do Desenvolvimento Profissional. Prof. Joel Dutra

UNESP - Botucatu. Gestão da Carreira e do Desenvolvimento Profissional. Prof. Joel Dutra UNESP - Botucatu Gestão da Carreira e do Desenvolvimento Profissional Prof. Joel Dutra Prof. Joel Dutra Professor-Livre Docente da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo FEA-USP,

Leia mais

PROGEP PRÓ REITORIA DE GESTÃO E DESENVOLVIMENTO DE PESSOAL

PROGEP PRÓ REITORIA DE GESTÃO E DESENVOLVIMENTO DE PESSOAL PROGEP PRÓ REITORIA DE GESTÃO E DESENVOLVIMENTO DE PESSOAL MISSÃO Atuar como agente de mudança desenvolvendo políticas de gestão de pessoas que contribuam para o alcance dos objetivos institucionais. Planejar

Leia mais

NR 17 - ERGONOMIA. Portaria 3.214, de 08 de junho de 1978 06/07

NR 17 - ERGONOMIA. Portaria 3.214, de 08 de junho de 1978 06/07 NR 17 - ERGONOMIA Portaria 3.214, de 08 de junho de 1978 06/07 Esta Norma Regulamentadora visa a estabelecer parâmetros que permitam a adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas

Leia mais

2º RELATÓRIO PARCIAL DE AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL

2º RELATÓRIO PARCIAL DE AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL 2º RELATÓRIO PARCIAL DE AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL - CPA Mantenedora: Fundação Presidente Antônio Carlos Mantida: Faculdade Presidente Antônio Carlos de Araguari

Leia mais

Planejamento de Recursos Humanos

Planejamento de Recursos Humanos UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Faculdade de Filosofia e Ciências Câmpus de Marília Departamento de Ciência da Informação Planejamento de Recursos Humanos Profa. Marta Valentim Marília 2014 As organizações

Leia mais