[1] Relatório e Contas 2008

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1 Relatório e Contas 2008

2 [1] Relatório e Contas 2008 d

3 Relatório e Contas 2008 [2] Aos nossos Accionistas, No cumprimento das obrigações legais e designadamente do disposto no Artº. 508-A do Código das Sociedades Comerciais, submetemos a V. Excias. o relatório consolidado de gestão, o balanço consolidado, as demonstrações consolidadas de resultados por naturezas e dos fluxos de caixa e os anexos do exercício de 2008.

4 [3] Relatório e Contas 2008 d Enquadramento Macroeconómico conom'a nternaciona O ano de 2008 foi marcado pela transferência dos efeitos da crise financeira Internacional para a economia real, provocando uma forte desaceleração da actividade económica a nível global, o que, por sua vez, contribuiu para a persistência e o agravamento da turbulência nos mercados financeiros internacionais. A actividade económica Mundial tem sido assim sujeita nos últimos anos a perturbações significativas, de destacar: a evolução dos preços do petróleo e dos bens alimentares, a correcção em baixa nos mercados de habitação em algumas economias avançadas e principalmente a crise financeira iniciada em meados de Em 2008, os mercados financeiros internacionais denotaram uma elevada volatilidade, reflectindo as tensões que sofreram, assim como a deterioração da actividade económica. O período de maior tensão nos mercados financeiros ocorreu, de uma forma mais profunda, a partir de meados de Setembro, com a intensificação dos problemas de solvência de diversas instituições financeiras Norte-Americanas e Europeias. Neste quadro os mercados de crédito deixaram de funcionar. Os mercados accionistas registaram, em 2008, quedas muito significativas, com os principais índices accionistas nas economias avançadas a reflectirem percas de por cento relativamente ao ano de A turbulência nos mercados accionistas e de dívida privada, as condições de financiamento mais apertadas enfrentadas pelos bancos e as perspectivas de um enfraquecimento da actividade têm vindo a contribuir para uma deterioração das condições de financiamento das empresas. Esta evolução, em simultâneo com a previsão de desaceleração da actividade e, no caso das famílias, com a correcção em baixa nos mercados de habitação em algumas economias, bem como a perspectiva de forte aumento do desemprego está a contribuir para uma quebra acentuada do consumo privado e do comércio internacional, provocando uma baixa significativa na produção industrial no último trimestre na maioria dos Países, o que impeliu as Economias dos Países desenvolvidos para a recessão. As autoridades monetárias apressaram-se a reduzir as taxas de juro de referência, mais fortemente nos USA do que na Europa, mas, com o não funcionamento do mercado monetário, foi necessário injectar quantidades astronómicas de liquidez no sistema, quer lançando mão de planos de estímulo económico quer intervindo nos mercados de dívida.

5 Relatório e Contas 2008 [4] Economia Portuguesa A economia Portuguesa entrou em recessão no verão de 2008, com o crescimento do PIB a ser residual em termos anualizados. Desta forma, interrompeu-se a trajectória de recuperação moderada e gradual da actividade económica registada nos dois anos anteriores. A desaceleração da economia Portuguesa em 2008 reflecte um abrandamento quer da procura interna quer das exportações. A taxa de desemprego continua em níveis historicamente elevados, sendo que a criação de emprego ao longo do primeiro semestre de 2008 centrou-se em contratos com termo, que têm associado um maior grau de incerteza quanto à sua sustentabilidade futura. Estes desenvolvimentos, aliados à deterioração das expectativas dos consumidores face à evolução do desemprego no futuro próximo, condicionaram as despesas de consumo das famílias. Contudo, a evolução do consumo privado registou, ao longo de 2008, apenas uma desaceleração marginal, denotando uma grande resistência ao abrandamento, tendo em conta o elevado nível de endividamento das famílias portuguesas. As estimativas mais recentes apontam para uma redução do investimento de 0,8 por cento em 2008 (após um crescimento de 3,2 por cento em 2007). A quebra do investimento em 2008 está associada quer ao aumento acentuado dos custos de financiamento, quer à redução da actividade económica Mundial. Por outro lado, estima-se que o investimento imobiliário e público tenham registado uma forte baixa. A evolução das exportações de bens e serviços contribuiu significativamente para o forte abrandamento da actividade económica em 2008.

6 [5] Relatório e Contas 2008 d Economia Espanhola Num quadro de deterioração da actividade económica iniciado no 2 semestre de 2007, confirmou-se a entrada da economia Espanhola em recessão. Ao longo do ano foi visível uma crescente degradação da actividade, em especial durante o segundo semestre, altura em que a crise financeira internacional se agudizou. A degradação do mercado de trabalho, o aumento das restrições na concessão de crédito por parte das instituições financeiras e a continuação da diminuição do efeito riqueza, proveniente da valorização do mercado imobiliário, ao longo dos últimos anos, condicionaram decisivamente a evolução do consumo das famílias espanholas, um dos maiores motores de crescimento da economia na ultima década. O investimento terá tido, igualmente, uma evolução recessiva, fundamentalmente por via do forte recuo da actividade da construção. As despesas das famílias mantiveram-se fortemente influenciadas por uma evolução muito desfavorável do mercado de trabalho, com a taxa de desemprego a subir de 8,6% para 13,9% da população activa. O consumo público continuou em expansão(+ 1,2%), espelhando os fortes incentivos que as autoridades governamentais têm vindo a realizar para reanimar a economia. O investimento registou igualmente um mau desempenho, ao recuar 9,3% em termos homólogos, sendo penalizado em simultâneo pelas componentes de bens de equipamento (-9,7%) e de construção (-10,9%). Na vertente externa, quer as exportações (-7,9%), quer as importações (-13,2%) mostraram um comportamento condizente com as alterações das condições associadas à procura interna e ao enquadramento económico internacional. O actual período recessivo influenciou a evolução dos preços, tendo a taxa de inflação caído a pique, após ter evoluído muito acima da linha dos seus parceiros comerciais.

7 Relatório e Contas 2008 [6] Economia Angolana A economia Angolana continua a ser das mais din~micas do mundo. O PIB cresceu significativamente, continuando a actividade petrolífera a ser o motor do seu crescimento.

8 [7] Relatório e Contas 2008 d Introdução O ano de 2008 foi bastante duro para o Grupo. Efectivamente, estando exposto essencialmente a duas economias que denotam serem das mais atingidas pela crise internacional, necessariamente que a nossa performance teria de ser afectada. Apesar disso foi possível limitar os efeitos negativos da conjuntura económica e dar alguns passos no processo de reorganização, tendo-se concluído a construção da nova fábrica em Espanha e procedido aos principais passos para a integração das empresas Lacose Sotinco e NITIN.

9 Relatório e Contas 2008 [8] Mercados Mercado Global A conjuntura internacional, caracterizada pela forte redução de actividade económica, aliada ao fecho dos mercados de crédito bem como à hecatombe dos mercados de acções, determinou uma paragem no processo de consolidação no sector. Contudo, a indústria de tintas é um negócio maduro, pelo que a redução de actividade que se perspectiva para 2009 e provavelmente 201 O poderá impulsionar um movimento de alianças e fusões, para o qual temos que nos preparar de forma a sermos um interveniente activo no processo. Neste quadro a estratégia que definimos e anunciámos no ano passado, torna-se ainda mais premente de implementar, estando sustentada nos seguintes drivers: Simplificar as operações Garantir automatizações Simplificar estrutura de produtos e serviços Liderar a inovação, garantindo maior peso dos produtos e serviços de maior valor acrescentado no portofólio Garantir sólida capacidade financeira Mercado Natural As vendas consolidadas do Grupo cifraram-se em M 216,9, o que representa um decréscimo de 2,3% relativamente ao ano anterior. As nossas estimativas apontam para um quebra do mercado Ibérico de cerca de 12,5%, com Portugal a evidenciar uma redução de 5% e Espanha a baixar acima de 20%. A contribuição de Portugal para o consolidado releva uma quebra marginal 0,8%, espelhando a resiliência do nosso modelo de negócio relativamente ao mercado. O contributo de Espanha não foi tão positivo para aquela performance, caindo 12,5%, mesmo assim abaixo da evolução negativa perspectivada para o mercado. Neste contexto, voltámos a reforçar a nossa posição no mercado Ibérico.

10 [9] Relatório e Contas 2008 d A actividade de trading, cresceu a dois dígitos(+ 12,3%), contribuindo a componente de tintas para indústria (+ 1O,7%), com os outros mercados a denotar crescimentos significativos. O contributo da componente de Tintas CIN Angola foi bastante significativo (+29,4%). Em termos globais as tintas decorativas evoluíram negativamente (-4,8%) apesar do bom desempenho de Angola, e do trading. Em Portugal registou-se uma quebra de 4, 1 % e em Espanha de 14,2%. A repintura decaiu 8,8%, reflectindo o crescimento da componente de Angola (+28,8%) e Moçambique que não compensou a quebra em Portugal (-19,8%) e no segmento de trading (-17,3%). Na anticorrosão o desempenho foi negativo (-8, 1 %), em Portugal crescemos (+6,2%), beneficiando da entrada em novos segmentos que têm vindo a aceitar de forma crescente a panóplia de soluções que disponibilizamos. Em Espanha caímos (-14,2%). A indústria teve um crescimento de 12,4%, decorrente do bom desempenho em Portugal (+9%), onde continuamos a alargar o âmbito da nossa intervenção e em Espanha (+62,7%) que cada vez mais será um mercado estratégico para nós. O segmento dos acessórios e outros evoluíram positivamente (10,6%).

11 Relatório e Contas 2008 [10] Os Segmentos Nota Prévia De acordo com o disposto na IAS 14 que define a informação em termos de segmentos, o Grupo, além da presença em vários mercados geograficamente diferenciados, que se definiu como segmentos principais, tem a sua estrutura comercial e de gestão sustentada em duas grandes áreas: tintas não-industriais e tintas para a indústria, definidas como segmentos secundários. No entanto, ao longo dos anos, e no caso especifico destes últimos, tem-se vindo a apresentar o desempenho na base agregada de famílias de produtos, independentemente de quem os vende. Mantevese este princípio no relatório de gestão, podendo a informação agregada segundo a directiva ser avaliada na nota 33 do anexo às contas. Em Portugal, as tintas decorativas relevam uma quebra de 4, 1 %, o que reflecte uma performance marginalmente acima do mercado (-5%), apesar do desempenho da revenda ter sido fortemente afectado pela falta de estímulo do consumo privado. A repintura automóvel decresceu 19,8%, o que continua a reflectir as características evidenciadas pelo mercado nos últimos anos decorrente da renovação do parque automóvel, melhores vias de comunicação e legislação rodoviária. A indústria cresceu 9%, reflectindo a intensificação da segmentação do mercado. O segmento de anticorrosão cresceu 6,2%, assente na consolidação do processo de aprofundamento da segmentação do mercado. Os acessórios e outros cresceram 11,3%, essencialmente pela integração da empresa Martolar que tem uma componente de materiais de construção no portofólio do negócio. Em Espanha regredimos 14,2 % no segmento de tintas decorativas, evidenciando um desempenho melhor que o mercado, mas reflectindo o abrandamento da actividade da construção. O sector da anticorrosão releva uma quebra de 14,2%, decorrente da perca de um cliente que descontinuou a sua actividade em Espanha. O negócio de indústria continuou a desenvolver-se. Ultrapassámos o montante de 3M, e continuamos optimistas quanto às perspectivas bastante sólidas de aprofundar o ritmo de crescimento no futuro. CIN - Corporação Industrial do Norte. S.A Estrada Nacional 13 (Km6) Apartado MAIA PORTUGAL

12 [11] Relatório e Contas 2008 d Novos caminhos para novos desafios O forte abrandamento económico que se seguiu à implosão dos mercados de crédito tem atingido fortemente o tecido empresarial em todo mundo. A economia Mundial está em forte recessão, evidenciado níveis de votalidade e incerteza pouco comuns. Neste quadro a atenção dada ao dia a dia é primordial e a melhoria deste esforço de gestão será crucial para a sobrevivência das empresas. Gerir operações menos rentáveis, mas estratégicas apesar da imposição de apertar o cinto; apoiar clientes estratégicos que atravessem crises de confiança; estar atento a possíveis crises que assolem fornecedores importantes e gerir processos integradores decorrentes de fusões e aquisições, induzem a aplicação de alguns princípios que começámos a perseguir durante a 2ª parte do ano 2008 e que continuaremos a aprofundar em A) Avaliação dos custos que suportam a cadeia de valor Assim começámos a fazer de uma forma exaustiva o levantamento de todos os custos da cadeia de valor. Custos operacionais, activos e investimentos começaram a ser avaliados de forma a garantir que a redução de custos não crie impactos na libertação de cash flow de forma sustentada, ou seja, devemos ser críticos de forma a reter as competências básicas que suportem a criação de valor na fase pós crise. B) Retenção e reforço de clientes Uma regra básica é reter os clientes que contribuam mais para margem e procurar novos. Em períodos de incerteza há o risco de alguns deles sentirem que devem manter-se expectantes e reduzam o seu empenho de intervenção no mercado. Para contrariar esses efeitos torna-se necessário a manutenção de níveis adequados de investimentos em Marketing; Vendas e Distribuição. Nesse sentido, reforçámos o nosso investimento em Marketing e iremos manter o nível em 2009; criámos estruturas de apoio a clientes e iremos aprofundar esta vertente; continuamos a abrir pontos de venda com uma filosofia de serviço integrado. A crise global que se desenvolveu em 2008 mostrou a interdependência em que vivemos, pelo que a capacidade de anteciparmos as estratégias definidas pelos nossos concorrentes é crucial. Criar e potenciar recursos e competências que sejam únicas e inimitáveis é ainda mais premente, de forma a conquistar quota de mercado aos competidores mais débeis e ser o suporte da expansão para os mercados externos. CIN - Corporação Industrial do Norte. S.A Estrada Nacional 13 (Km6) Apartado MAIA PORTUGAL

13 Relatório e Contas 2008 [12] Toda a nossa estratégia foi e será focalizada neste quadro que sustentou a consolidação do nosso posicionamento no mercado Ibérico, limitando os efeitos das fortes quebras verificadas a partir do 3 trimestre. C) Gestão do crescimento As crises são propícias aos grandes negócios, mas integrar equipas desmoralizadas de empresas cujos balanços não sejam minimamente saudáveis será um desafio que pretendemos evitar. Assim iremos manter-nos activos, enquanto instrumento consolidador do mercado, avançando sempre que vislumbremos, de forma clara, valor para o Grupo, mas bastante prudentes quanto a possíveis negócios de ocasião. Foi esta focalização e disciplina que determinou o termos abdicado em 2008 de algumas operações de consolidação no mercado Espanhol, o que veio a revelar-se uma decisão acertada, atendendo à situação actual dos alvos.

14 [13] Relatório e Contas 2008 d Visão Financeira Nota: As contas de 2008 não são directamente comparáveis com o período homólogo do ano de 2007, dado o universo de empresas consolidadas ser distinto nos dois anos em análise. Contudo, o efeito da entrada das novas empresas no perímetro da consolidação é substancialmente marginal. As vendas consolidadas do Grupo cifraram-se em 216,9M, o que representa um decréscimo de 2,3% relativamente ao ano anterior. A margem bruta de 52,9%, releva uma melhoria de 0,5% relativamente ao ano de 2007, beneficiando do mix dos produtos vendidos e evolução do preço das matérias-primas, essencialmente na parte final do ano. O excedente bruto de exploração de 24,5M, releva uma quebra de 19%, espelhando a perca de margem bruta em valor, decorrente de menores vendas bem como a assumpção de custos não recorrentes derivados da necessidade de manter duas fábricas em funcionamento em Espanha durante a fase de transição da antiga fabrica para a nova e da cobertura não espectável de percas actuariais do fundo de pensões. Como habitualmente, cobrimos de forma bastante conservadora o risco do negócio. Por outro lado, investiu-se de forma a garantir e melhorar a capacidade de intervenção no mercado. Deste modo, o resultado operacional de 16,6M, releva uma redução 5M (-23,2%), reflectindo a evolução atrás referenciada bem como o reforço da cobertura do risco do negócio decorrente da conjuntura económica. A evolução em alta das taxas de juro, durante grande parte do ano, assim como o aumento do endividamento por força de financiarmos a construção da nova fábrica, potenciou o aumento dos custos financeiros, se bem que as coberturas de risco de taxa que tínhamos negociado amortecessem o efeito. Por outro lado, aproveitando a liquidez disponível, fomos bastante activos do lado das aplicações onde obtivemos remuneração bastante interessante, o que ajudou também a amortecer os encargos financeiros suportados. Apesar da performance operacional ser relativamente inferior à do ano de 2007, o resultado líquido evoluiu muito favoravelmente, reflectindo o aproveitamento dos benefícios fiscais ao investimento e à investigação e desenvolvimento.

15 Relatório e Contas 2008 [14] Assim, o resultado líquido de 15,4M representa uma ligeira quebra de (-6,3%) relativamente ao ano anterior. No exercício de 2008 houve uma forte redução dos fluxos referentes às actividades operacionais do Grupo, que ascenderam a cerca de 5,5M em 2008, contra 22,9M em 2007, e que resultou de vários factores conjugados. Por um lado, a redução da actividade já descrita impôs uma diminuição dos recebimentos de clientes, aliada a um aumento dos pagamentos a fornecedores, decorrente do reforço de stocks e do aumento dos custos operacionais. Adicionalmente. houve um incremento relevante no pagamento de imposto sobre o rendimento, resultante da actividade em Espanha. Relativamente às actividades de investimento, despendemos 27,7M. Em Espanha destacamos o investimento que ascendeu a 20, 7M, concentrado essencialmente na nova fábrica da Barnices Valentine em Barcelona. Em Portugal, investimos 6,8M com destaque para o novo laboratório do Grupo, para a expansão da rede comercial de lojas, bem como diversos investimentos na área de operações essencialmente direccionados para a vertente ambiental e eficiência produtiva. Ao nível das actividades de financiamento registou-se o aumento dos juros e custos financeiros decorrentes do aumento do endividamento e das taxas subjacentes. O pagamento de dividendos ascendeu a 7,5M. O total do activo de 293M mantém-se ao nível do ano passado tal como a rubrica activo não corrente, reflectindo o investimento na nova fábrica em Espanha e a transferência de 24, 7M para activos correntes, relativos ao pagamento da última prestação da venda do terreno em Espanha. Os activos correntes também continuam ao mesmo nível, essencialmente, decorrente do menor volume de disponibilidades (-30M ), utilizado para financiar a construção da nova fábrica da Barnices Valentine e investimento adicional em fundo de maneio, essencialmente das existências que cresceram em valor (+7,7M ), de forma a garantir que a transferência da fábrica em Espanha se fizesse sem problemas de serviço, bem como a cobertura das dificuldades de aprovisionamento em Angola decorrente do crescimento de vendas e situação portuária. Em contraponto com a transferência de 24,7M atrás referenciada. O passivo corrente cresceu 42,4M. De referir o aumento da componente de empréstimos bancários, na ordem dos 49,5M. Esta evolução foi meramente pontual e decorre de aproveitarmos linhas de crédito de curto prazo que tinham spread mais baixos que as linhas de médio prazo bem como algumas destas linhas passarem a ter maturidades de curto prazo. As outras dividas a terceiros caíram (+8,5M ), resultante do menor volume de impostos e fornecedores de imobilizado a pagar.

16 [15] Relatório e Contas 2008 d O passivo não corrente de 58,2M, decresceu 48,5M em relação a 2007, devido à transferência do endividamento para maturidades curtas (-53M ), sem prejuízo de mantermos linhas de crédito a longo prazo disponíveis, e da redução de outros passivos ligados ao negócio de alienação dos terrenos da antiga fábrica de Barcelona. Deste modo, o total do passivo ascendeu a 198, 7M, reflectindo um abaixamento de 6, 1 M relativamente ao ano passado, pelo que os capitais próprios, de 94,5M, aumentaram 6,8M, relevando fundamentalmente a distribuição de um dividendo de 7,5M, o resultado líquido de 15,4M. Capital Social: Euros C. R. C. da Maia/ NIPC: NIB:

17 Relatório e Contas 2008 [16] Mercado monetário Nos mercados de dívida privada das economias avançadas, os diferenciais das taxas de rendibilidade face às de dívida pública, que já tinham evidenciado um acréscimo significativo na segunda metade de 2007, aumentaram ainda mais acentuadamente em 2008 e, em especial, a partir de Setembro. Para esta evolução terá contribuído um aumento muito pronunciado das probabilidades de falência das empresas, como é evidenciado pelo aumento dos credit default swaps spreads. Uma das características mais marcantes da actual crise financeira internacional diz respeito às perturbações no normal funcionamento do mercado monetário interbancário. No contexto do aumento do risco de contra parte, os bancos têm vindo a enfrentar condições de liquidez mais apertadas neste mercado, o que contribuiu para uma deterioração das condições de financiamento das empresas. Neste quadro, o Grupo tentou gerir o seu envolvimento financeiro de uma forma dinâmica garantindo por um lado liquidez - mantendo linhas de crédito a longo prazo disponíveis, utilizando as linhas de curto prazo com melhor custo e intervindo activamente no lado das aplicações, aproveitando o "mismatching" entre oferta e procura. Por outro lado, manteve coberto o risco de taxa juro com modelos que se revelaram adequados, de forma que o seu custo de endividamento se manteve dentro de parâmetros bastante razoáveis. Desta forma o custo do endividamento do Grupo cifrou-se em 4,79% o que representa um spread de 0,24%, após cobertura de risco de taxa e efeito das aplicações financeiras.

18 [17] Relatório e Contas 2008 d Perspectivas A expansão económica dos últimos anos assentou no crescimento desmesurado do crédito, aproveitando as baixas taxas de juro vigentes. Isto permitiu que os consumidores se endividassem para comprar bens e imobiliário, que se valorizou rapidamente, principalmente nos EUA, Inglaterra, Espanha, Irlanda. Este quadro de juros baixos pressionou os investidores a assumir maiores riscos para comprar activos: acções e imobiliário - com fortes valorizações que serviram como garantia para obter ainda mais crédito, provocando uma Bolha do Imobiliário e de outros activos. Entre 2000 e 2007 o crédito cresceu 2,4% ao ano contra 0,9% entre 1997 e Com as economias a crescer de forma robusta - o crescimento da Economia Mundial andou ao redor dos 5% - 6% nos últimos anos - as matérias primas, e com relevo o petróleo, cresceram fortemente criando pressões inflacionistas, obrigando os bancos centrais a aumentar as taxas de juro de referência. Como as famílias e as empresas estavam bastante endividadas entraram em incumprimento ou tiveram que vender os activos que tinham dado como garantia, pressionando a quebra abrupta do valor desses activos. Os mercados de crédito deixaram de funcionar normalmente devido à falta de confiança generalizada das contrapartes. Entre 2007 e 2008 o crédito às empresas e particulares caiu, só nos USA 1,4 triliões de dólares, ou seja, 65%. Isto obrigou os Governos a nacionalizarem parcialmente a banca e a apoiar selectivamente algumas indústrias (ex.: indústria automóvel). Por outro lado, assiste-se a uma quebra significativa nos preços das matérias-primas e nas taxas de câmbio de algumas moedas. No entanto, todas estas medidas não evitaram a recessão, existindo uma incerteza sobre o tempo que vai durar esta desaceleração económica. É neste quadro que nos movemos. No entanto, hoje é claro que o papel do governo vai mudar, assente na expansão da sua intervenção na economia, quer pelo forte empenho em investir em infra-estruturas quer pelas garantias ao refinanciamento e intervenção directa no capital dos bancos e auxílios a indústrias chave. Deste modo, podemos esperar aumentos das taxas de imposto para financiar estes movimentos, senão teremos fortes déficits orçamentais. Em contrapartida, os bancos deverão refazer a sua base de capital, pelo que os rácios de cobertura de capital na banca serão mais elevados, vai verificar-se uma forte desalavancagem no financiamento da actividade

19 Relatório e Contas 2008 [18] empresarial, logo a fase do crédito barato acabará e haverá escassez, tendo como consequência a redução do consumo das famílias. Por isso, é expectável as empresas encontrarem investidores menos tolerantes na avaliação do risco, pelo que a incerteza é de tal forma elevada que muitas companhias não irão sobreviver. Modelos de negócio assentes em: Alargamento do volume das necessidades de fundo de maneio; Ciclos de produção longos ou inflexíveis; Investimentos de longo prazo serão os mais atingidos e mais difíceis de financiar. Torna-se necessário fazer uma reflexão sobre o posicionamento do Grupo neste enquadramento. Assim, se bem que o contributo de Espanha seja decepcionante, estamos melhor que a concorrência. No entanto, contamos que Espanha vá sair da crise mais facilmente e como a nossa quota é relativamente baixa temos condições para conquistar peso no mercado. Para tal, é fundamental reforçar o conhecimento da nossa posição competitiva relativa e, aproveitando a nova fábrica, flexibilizar o ciclo produtivo. Desta forma sairemos da crise numa posição mais forte. Por outro lado, temos alguma dependência de Angola que induz um risco elevado se mantivermos o seu peso relativo na estrutura do negócio. Quanto a Portugal, se bem que continua a contribuir de forma robusta, o quadro macroeconómico indicia, mesmo na fase de recuperação, crescimentos marginais do PIB. Os custos de agência em Portugal continuarão muito elevados pelo que o futuro passa por optimizar a operação. Assim, torna-se claro que devemos procurar outros mercados que garantam a sustentação do crescimento do EBITDA. Para isso é preciso investir, mas, como referimos, os investidores estão mais avessos ao risco, exigindo uma maior remuneração do capital e os mercados de crédito estão fechados. Assim, somente as empresas que libertem cash terão melhores condições para sobreviver. Deste modo, a nossa atenção estará focalizada na libertação de cash flow imediato. Em termos operacionais, vamos trabalhar num cenário base de crescimento das vendas em volume suportados em dois pilares: agressividade nas vendas e comunicação agressiva. Vamos reavaliar os custos operativos, o que passa pela elaboração de orçamentos na base zero e não suportados em indicadores como taxa de inflação, de forma a adequar a estrutura, sem pôr em causa a manutenção de competências

20 [19] Relatório e Contas 2008 d necessárias para responder à retoma económica. Quanto aos investimentos, serão mantidos os em curso e congelados os restantes. Se bem que avançaremos com os necessários que nos proporcionem um pay-back rápido e que sejam imprescindíveis ao desenvolvimento da nossa actividade. Por seu turno, a conjuntura é propícia para renegociar preços de matérias-primas e serviços, aproveitando a redução da actividade dos fornecedores. Continuaremos com politicas de contenção de investimento em fundo de maneio (stocks, clientes e fornecedores), mas iremos apoiar moderadamente alguns clientes. Isto não quer dizer que seremos intermediários financeiros, essencialmente queremos escolher quem apoiamos. Na nossa visão teremos que estar preparados para 1 a 2 anos duros e ter a estrutura organizacional preparada para sair da crise reforçados.

21 Relatório e Contas 2008 [20] Descrição da política de distrbuição de dividendos O Grupo tem definido o princípio de distribuir entre 35-50% do resultado líquido do consolidado, de forma a garantir recursos estáveis para as necessidades de financiamento do crescimento do Grupo. No entanto considera-se ser prudente, de momento, não proceder à distribuição de dividendo de forma a proteger o cash, para garantirmos meios necessários para o desenvolvimento do negócio, nomeadamente diversificando fontes de receita. Oportunamente, defendendo da evolução da situação económica, poderá esta posição ser revista.

22 [21] Relatório e Contas 2008 d Órgãos de Administração 1) Composição do Conselho de Administração O Conselho de Administração é actualmente composto por cinco membros, três dos quais representantes do accionista e dois Administradores independentes. Os administradores executivos têm uma responsabilidade directa nas operações de negócio, enquanto que os não-executivos tem a responsabilidade de fazer uma avaliação independente e objectiva das decisões do Conselho. 2) Política de Remuneração dos Membros do Conselho A remuneração do Conselho assenta em 3 pilares: a) Uma remuneração fixa mensal; b) Um incentivo anual baseado num esquema de avaliação assente em objectivos definidos; c) Incentivos de longo prazo estabelecidos de acordo com as melhores práticas do mercado. que são estabelecidos pela Comissão de Remunerações constituída pelos Presidentes da Mesa da Assembleia Geral, do Conselho Fiscal e do Conselho de Administração. A remuneração auferida pelos membros do Conselho de Administração nas empresas do Grupo foi de Euros, sendo Euros de remuneração fixa e Euros de remuneração variável. CIN - Corporação Industrial do Norte. S.A Estrada Nacional 13 (Km6) Apartado MAIA PORTUGAL

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