A punga como performance: comunicação corpo e música no Tambor de Crioula 1

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A punga como performance: comunicação corpo e música no Tambor de Crioula 1"

Transcrição

1 1 A punga como performance: comunicação corpo e música no Tambor de Crioula 1 Bruno Soares Ferreira 2 Jane Cleide Sousa Maciel 3 RESUMO Compreensão da punga como performance e o entendimento dos processos comunicativos verbais e não-verbais dentro da manifestação popular do Tambor de Crioula. A performance como experiência estética que engendra uma comunicação baseada na percepção dos sentidos, expressa pela a dança e música. Comunicação entre punga-som e punga-corpo. Palavras-chave: Comunicação; Performance; Punga; Tambor de Crioula. 1. Tambor de Crioula: dança de umbigada O Tambor de Crioula é uma manifestação popular maranhense secular de origens africanas, constituída num espaço híbrido localizado entre o profano e o sagrado, pois ela é associada ao culto a São Benedito 4, contudo não estando limitada a uma época do ano, mas se realiza como uma brincadeira que acontece nas mais diversas situações em cidades do Maranhão como São Luís, Alcântara e Rosário: pagamento de promessas (estando ou não ligado a cultos afroreligiosos, como o Tambor de Mina), as mais diversas comemorações como casamentos ou aniversários, Carnaval e São João (estruturado ou não como espetáculo 5 ), com periodicidade em espaços no Centro Histórico de São Luís estando vinculado ao turismo, mas também como uma nova forma de ocupação de uma cidade que oscila entre o rural e urbano. 1 Texto apresentado no I Encontro de Pesquisadores em Comunicação e Música Popular MUSICOM, na UFMA, em São Luis MA, outubro de Bacharel em Comunicação Social e Especialista em Jornalismo Cultural pela UFMA. 3 Bacharel em Comunicação Social pela UFMA. 4 É um dos santos mais populares do país, principalmente entre a população de origem africana, que o associa aos padecimentos do negro brasileiro. No Maranhão, no Tambor de Mina ele é sincretizado com Averequete. Alguns dos brincantes mais antigos acreditam inclusive que São Benedito, quando vivo, também tocava Tambor de Crioula (FERRETTI, 2002) 5 Segundo RAMASSETE (2009), na década de 1970 haviam 20 grupos cadastrados em São Luís. Atualmente, existem cerca de 80 grupos cadastrados. Somente grupos cadastrados podem participar das programações oficiais, promovidas pelas secretarias estadual e municipal de cultura.

2 2 Para a realização deste estudo, foi utilizada uma metodologia baseada nas microssociologias, através do interacionismo simbólico (LAPASSADE, 2005), corrente pela qual os sujeitos utilizam a experiência retirada da participação para a criação dos conceitos utilizados. Selecionamos dois universos distintos e específicos: o primeiro é o ambiente da Praia Grande, bairro do Centro Histórico de São Luís, no qual o Tambor de Crioula acontece atualmente em três dias na semana de forma periódica, já fazendo parte da paisagem cotidiana daquela comunidade: Quarta-feira Quinta-feira Sexta-feira Tambor da Ágora do Centro de Criatividade Odylo Costa, Filho Tambor da Lua, em frente à Companhia Circense de Teatro de Bonecos durante a Vida é Uma Festa Tambor da Feira, no Mercado das Tulhas/ Tambor da Faustina, na Praça da Faustina O segundo momento é a Festa de São Benedito em Alcântara, considerada a maior festa de Tambor de Crioula no estado, que acontece geralmente na lua cheia 6 do mês de agosto, mas que esse ano de 2009 foi realizada entre os dias 29 e 31 de agosto. A intenção de analisar esses dois momentos era de verificar duas nuances do tambor, um mais cotidiano e profano, outro mais extra cotidiano e sagrado, não opondo, mas as compreendendo como complementares. Em São Luís, o Tambor de Crioula dá-se em espaços públicos 7 como feiras, praças e ruas, onde acontece uma grande circularidade de pessoas. Muitos brincantes de tambor são feirantes e trabalhadores das redondezas, em grande maioria são pessoas advindas do interior do Maranhão, trazendo consigo, cada uma delas, suas peculiaridades em relação ao Tambor de Crioula, fazendo um verdadeiro momento de interação entre os diferentes sotaques quando se encontram no Centro Histórico, em especial no bairro da Praia Grande. No entanto, também existem brincantes que poderiam ser identificados a partir de outras referências, como: estudantes universitários, estudantes de percussão, turistas brasileiros e estrangeiros, 6 Além da função ritualística, pois acontece com frequência dos tambores seguirem o calendário lunar, há ainda a função prática em realizar o tambor em noites mais claras em épocas que não havia energia elétrica. 7 Esfera ou Espaço Público é um fenômeno social elementar (...) uma rede adequada para a comunicação de conteúdos, tomadas de posições e opiniões; nela os fluxos comunicacionais são filtrados e sintetizados, a ponto de se condensarem em opiniões públicas enfeixadas em temas específicos (HABERMAS, 1997, p. 92)

3 3 garotas de programa (usando a vitrine que o Tambor de Crioula proporciona para fazer contatos, especialmente com estrangeiros), artistas populares, hippies, entre outros. Essas pessoas, ao contrário das que tiveram suas vivências marcadas pelo Tambor de Crioula desde a mais tenra idade, geralmente aprendem por meio de oficinas ou participando dos tambores no bairro da Praia Grande, onde existe uma abertura maior para o processo de aprendizado do que em grupos que tomam pra si uma referência de serem mais tradicionais, nos quais o pertencimento depende do relacionamento com o grupo e participação naquela comunidade. Já no interior do estado, especialmente na cidade de Alcântara, o tambor acontece de forma menos periódica, tendo como principal momento a festa de São Benedito, que já tendo passado por várias famílias, hoje se organiza como o segundo maior evento da cidade, depois da festa do Divino Espírito Santo. Neste ambiente, acontece um diálogo entre o urbano e rural, representado pelo encontro de pessoas da capital maranhense, turistas, brincantes/devotos dos povoados vizinhos como Itamatatiua e Samucangaua, sendo grande parte destes descendentes de quilombolas. A dimensão sagrada nesse contexto é marcado pelo pagamento de promessa, tanto do dono da festa quanto de outros devotos, que se expressam e colaboram das mais diversas formas, contudo o profano está sempre muito próximo, representado por exemplo pelo uso de bebidas alcoólicas e pela interação com demais festas que acontecem concomitantemente, como radiolas de reggae e bandas de música. O Tambor de Crioula (ou somente tambor) se expressa profundamente pela punga ou umbigada, presente em danças africanas e que no Brasil acontecem também no Jongo ou Caxumbo, no Coco e no Samba de Roda. A punga dentro do tambor se expressa com múltiplos significados, todos interligados, dinâmicos e complementares, resultando em um ambiente maior, o qual chamaremos de performance 8, entendida nesse trabalho como a manifestação integrada de todos os elementos que constituem a brincadeira tambor de crioula, em seus aspectos materiais e imateriais em movimento, ou seja, durante todo o ciclo de sua ocorrência. 8 Estas não se restringem apenas a cerimônias, rituais, eventos musicais e teatrais etc., mas que se estendem a muitos domínios da vida, seja ela tribal ou inserida no mundo industrial e moderno, sendo assim um tipo de comportamento, uma maneira de viver experiências. (PINTO, 2001)

4 4 O Tambor de Crioula é considerado a brincadeira maranhense com maior influência africana, diferente do bumba-meu-boi, por exemplo, que além dessas características, possui várias outras, indígenas ou mesmo européias. Sua percussão é feita a partir de três tambores: o meião, o crivador e o tambor grande 9. Este último é considerado o principal, pois nele é marcada a punga sonora, representada pela execução sistemática de um toque grave e acentuado, conseguido na parte central do couro (...) muitas vezes tocado com a mão fechada (murro) (FERRETTI, 2002: p.85). Em alguns lugares, além dos tambores, são tocados também dois pedaços de pau percutidos no tambor grande, chamados de matracas ou maracás. A punga sonora é também reproduzida pela dançarina, denominada coreira, que a marca com as mais diversas partes de seu corpo, com ênfase para a barriga. A punga pode também ser a umbigada, encontro dos ventres de duas coreiras: uma que dança no tambor grande e outra que pede licença para também dançar. A umbigada geralmente acontece no meio do círculo, mas não obrigatoriamente, após as duas girarem 10. A punga se apresenta como uma performance cíclica tanto da percussão quanto da expressão da dança, como também nas toadas 11 que marcam a punga em uma determinada sílaba tônica. Em todas as formas de apresentação e expressão do tambor em processos ritualísticos, a experiência estética de dança, música e vivência de prazer coletivo, organizam-se como experiência social e nela, a punga é certamente o ponto central. Nossa pergunta dentro deste texto é: que tipo de comunicações acontecem dentro dessa manifestação para que as pungas aconteçam? Entender a punga como objeto polifórmico na performance é também nossa intenção. 1. A punga-som A princípio, podemos identificar alguns elementos no Tambor de Crioula dentro do aspecto relacionado ao som enquanto elo dos outros elementos constituintes da manifestação. Uma 9 Outras nomenclaturas podem ser dadas aos tambores: O crivador é também chamado de pererengo ou tambor pequeno, o meião de socador e o tambor grande de roncador ou rufador. 10 Em São Luís, é comum as coreiras girarem antes de darem a umbigada; já em Alcântara, a umbigada pode inclusive não acontecer, assim como a permissão para a entrada na roda pode ser concedida de forma mais sutil, como um convite feito de uma coreira a outra para entrar na roda. 11 Cantos repetitivos, à semelhança de estribilho. (Fonte: )

5 5 vez que a punga-som é a base expressiva do Tambor de Crioula, é ela que faz o encadeamento entre os diferentes elementos que constituem a brincadeira. Logo após os tambores terem sido aquecidos na fogueira 12 e levados para o local onde serão tocados, o cantador começa a toada dentro do ritmo, estabelecendo a nuance da punga e suas variações, através do canto e do coro que responde ao cantador, para que os tocadores comecem a tocar e possam iniciar a comunicação que se estabelece entre o canto e tambores. Ainda em relação ao canto, podemos dizer que o mais comum é o cantador começar uma toada para logo em seguida os tocadores fazerem sua participação. No entanto, acontece de os tambores começarem para que o cantador sinta a punga e comece a cantar, como no seguinte exemplo: Eu vou criança, eu vou Cantar pra São Benedito, eu vou (Côro) Eu vou criança, eu vou Cantar pra São Benedito, eu vou Foi ele quem me chamou, eu vou Cantar Pra São Benedito, eu vou (Côro) Foi ele quem me chamou, eu vou Cantar Pra São Benedito, eu vou A comunicação percussiva ocorre entre os três tambores (e as matracas, quando o grupo as usa), de modo que cada um deles é responsável por uma parte da célula rítmica que é a base para a execução da dança. O primeiro tambor a tocar é o meião, que faz a base, depois começa o crivador, fazendo o contratempo sobre a base do meião, e finalmente se toca o tambor 12 A fogueira desempenha um papel fundamental no Tambor de Crioula, pois cria o ambiente ritualístico que proporciona a brincadeira. O fogo não fala aos animais, mas, fala ao homem. Ante o fogo, o animal se espanta e foge, mas o homem espanta-se e aproxima-se. É que entre ele e o fogo, há alguma coisa que os irmana. Em todos os povos, o fogo é objeto de culto, e do culto mais profundo. (Fonte:

6 6 grande, fazendo a marcação da punga sobre a base dos outros dois tambores e improvisando de acordo com o ritmo e experiência do tocador. O tocador de matraca começa geralmente depois do crivador ou do tambor grande. Além dessas nuances, também existe a comunicação entre os cantadores, com as toadas sendo executadas no formato pergunta e resposta, na qual um cantador quando faz a voz principal (pergunta), os outros fazem o coro (resposta), ocorrendo nessa parte, um espaço articulado para os improvisos, na forma de repente 13, e a dança das coreiras de frente para o tambor. Todas essas particularidades juntas ainda correspondem a um signo dinâmico frente ao espectador, seja este signo expresso como ritual ou como apresentação, como uma verdadeira representação de que o todo é maior que a soma das partes. Uma característica importante na manifestação das partes acima descritas é a da disputa enquanto constituinte de um diálogo, tanto entre os coreiros e coreiras quanto no contato do tambor com os elementos que estão fora da brincadeira do tambor. Essa característica de disputa pode ser entendida enquanto exaltação ritualizada da sexualidade e agressividade, como também pode ser uma forma de sublimar essas forças humanas através da experiência social dos sujeitos, canalizando para uma manifestação coletiva que em si traz aspectos evidentes de resistência cultural. Esse tipo de manifestação ritualizada da sexualidade pode ser verificada pelas expressões utilizadas no tambor de crioula, como por exemplo, emprenhar, que acontece quando a música pára antes da coreira sair da roda ou de pungar com outra coreira. A punga na sua expressão sonora é constituída primordialmente pelo reverberar do couro dos tambores. É um momento cíclico o qual vai sendo enfatizado em cada gesto dos participantes, dança das coreiras, ritmo do canto e suas nuances. Esta ocorrência constante é o que transforma o som da punga num fio condutor a percorrer toda a performance cultural dentro do Tambor de Crioula, se constituindo na expressão maior de sua expressão. Os percussionistas assumem um papel relevante já que os tambores não têm mera função de entretenimento do espaço, é através deles que a atmosfera do rito é criada, por mais que o

7 7 sagrado não seja evocado diretamente (como no caso de apresentações para turistas). Eles se organizam de forma hierárquica na roda, o que enfatiza as lutas de poder neste pólo masculino. A maioria dos coreiros toca e canta, sendo que é normalmente um que detém o controle geral da situação, que na prática é dado pelo sopro do apito que manda parar ou pede a concentração de todos para se iniciar mais uma toada. Tal homem recebe com frequência o título de mestre. 2. A punga-corpo A dança do Tambor de Crioula, como já dissemos, é marcada pela umbigada, característica de danças africanas atribuídas à região da Angola; o encontro de dois ventres femininos, como no caso do Tambor de Crioula, ou do feminino com masculino, como na dança pernambucana do Jongo. Nas duas, a umbigada poderia se entendida como uma troca de energias vitais expressas pelo corpo dos dançarinos que, antes do toque, comungam de uma coreografia espontânea, ou seja, um conjunto rítmico corporal desenvolvido no seio da dança. A punga ou umbigada é também a permissão que uma coreira pede para a outra que dança em frente ao tambor grande; a energia que estava em uma, adquirida por estar diante do emissor do som principal, a punga sonora, é passada para outra, para que se mantenha a ordem cíclica da performance e a energia da brincadeira se propague em constante movimento. Sendo assim, pudemos verificar que a punga-som antecede a punga-corpo, inclusive para estabelecer o elo rítmico necessário à dança. No tambor, além de um conjunto de passos, a coreografia é marcada também pelos macetes e truques que se processam na performance, que poderíamos chamar de ginga, afinal nesse caso específico a dança seria também um jogo entre as coreiras e os coreiros. Podemos citar os exemplos da punga roubada pelo coreiro, que marcando a punga sonora, engana a dançarina mudando repentinamente a execução da percussão, fazendo com que ela não acerte a punga; ou pelas coreiras, quando uma mulher passa diante da outra e essa última volta para o tambor grande negando-lhe momentaneamente a umbigada para continuar dançando. 13 Repente (conhecido também como desafio) é uma tradição cuja origem remonta aos trovadores medievais. Especialmente forte no nordeste brasileiro, é uma mescla entre poesia e música na qual predomina o improviso

8 8 Tal coreografia, assim como ocorre na música, tem base cíclica. Apesar de uma grande variação entre os estilos e passos do tambor de crioula 14 e deles não se processarem em uma ordem fechada, podemos dizer que sua base é um movimento circular, executado por um pé tendo o outro como apoio, sendo esse movimento que dá origem aos demais. Por meio desse movimento é marcada a punga, geralmente com o pé adiante, concomitantemente, com movimentos de braços, ombros, cabeça, ventre, ou seja, todo o conjunto corporal, já que a punga é um movimento pontual, porém não isolado da expressão corporal como um todo. Mulher marcando a punga diante o tambor grande e punga de homem, na festa de São Benedito, Alcântara 2009 Na performance, o agrupamento dos elementos corpo-dança-individual (performance da coreira) e corpo-dança-coletivo (performance da roda do tambor), tomam a circularidade como alicerce para as mais diferenças variações rítmicas corporais, sonoras e relacionais. O movimento circular da roda acontece geralmente de forma anti-horária (a coreira sai da direita para a esquerda, em direção ao tambor grande), lembrando como acontece com o próprio a criação de versos "de repente". 14 A dança varia entre as brincantes do interior do estado do Maranhão e as da capital, das mudanças existentes na passagem dos passos das mais velhas às mais novas, bem como a própria diferença da apropriação do corpo em coreiras das mais diferentes idades.

9 9 tempo cíclico 15, o tempo do ritual, do irreal, do ilusório, do sagrado, da imagem e do imaginário. Vale ressaltar que toda atmosfera do tambor também se organiza para ser um momento quase onírico, proporcionando que a dança se apodere do corpo para dar lugar a representação do espírito 16. Atribui-se ao tambor a dança com saia rodada, mas sabe-se que quanto mais doméstica é a sua execução, mais espontânea se dá, inclusive nas vestimentas de seus participantes 17. Contudo, o que devemos perceber é que a saia rodada permite uma acentuação do movimento cíclico, a ponto de se perceber, também através dela, a marcação da punga. O rodar da saia faz parte também da busca pelos estados alterados da consciência durante a performance, principalmente com o acréscimo de bebidas durante a brincadeira; a dançarina após rodar, se entorpece da apropriação do seu corpo. Imaginemos a seguinte sequência coreográfica (não a pensando como regra): a coreira sai do seu lugar na roda, vai dançar na frente dos dois tambores menores: médio e crivador, saúda a roda, pede licença a coreira que dança diante do tambor grande, faz com ela a umbigada. Em seguida, vai dançar diante do grande, que se encontra apoiado entre as pernas do percussionista que está de pé. Ambos marcam a mesma punga: o tocador através do tambor e a coreira com o corpo. O encontro entre essas duas intenções, sonora e corporal, é uma sincronia baseada em uma comunicação, que acontece sutil, porém fortemente, para todos aqueles que ali comungam da manifestação. É preciso lembrar da existência, nesse contexto, de outro tipo de punga, a masculina, caracterizada por movimentos desequilibrantes, como joelhadas no baixo ventre ou na coxa, rasteiras e outros movimentos realizados de acordo com a destreza do coreiro que geralmente está no coro da roda. É uma espécie de briga que se assemelha ligeiramente à capoeira, onde o objetivo de cada um é derrubar o companheiro. Isso faz lembrar a hipótese de que o tambor de crioula inicialmente era um 15 Podemos exemplificar com uma toada essa expressão da relação do tambor com esse tempo cíclico, no inverno é boi, no verão é couro, ou seja, o animal que é criado no período chuvoso (o inverno maranhense) é morto no verão, período de estiagem, quando seu couro poderá ser usado inclusive dentro da brincadeira. 16 Como muitos participantes possuem ligação com a religiosidade popular, é muito comum a coreira, por exemplo, passar cachaça na nuca, pra não ter uma incorporação durante a brincadeira. Os tocadores, por sua vez, passam cachaça nas mãos, pra amenizar a dor causada pela execução do instrumento, que frequentemente deixa as mãos cheias de bolhas de sangue, que acabam estourando e sangrando sobre o couro do tambor. 17 A padronização do tambor, intensificada na última década e diferente daquela explicada no livro Tambor de Crioula- ritual e espetáculo (2002), marcou o uso da saia rodada, especialmente as de chita. Contudo, em festas familiares ou de terreiro é comum as coreiras dançarem com as roupas que estão, sendo saia rodada ou não.

10 10 exercício de luta como a capoeira. É aplicada no joelho ou dada em forma de rasteira nos pés. Há cidades do interior do Maranhão, em que os homens usam um cacete (espécie de bastão), como proteção na hora da punga. (FERRETTI, 2002, p.69) De uma forma mais abrangente, a disputa poderia ser entendida como um constante estado de alerta das pessoas do Tambor de Crioula, tanto com o andamento da brincadeira quanto com os elementos externos que possam vir a interferir. Por isso, o formato circular é propício para que todos participantes enquanto estiverem olhando pra dentro da roda, automaticamente e na forma de um todo orgânico estão olhando ao mesmo tempo para o fora do outro lado da roda. A roda, então, manifesta-se como uma válvula de escape para dois sentimentos geralmente oprimidos na sociedade: a agressividade e a sexualidade. Nela, o masculino e feminino se complementam e a própria roda funciona como um microcosmo em interação com o espaço aberto. 3. Punga como performance do encontro Entendidos os conceitos de punga-som e punga-corpo, avançaremos na idéia da punga como performance do encontro, a punga-elo, o ponto principal dentro do Tambor de Crioula, ou porque não dizer, seu punctum, aquilo que punge. A punga é uma pulsão vital que transpassa o limite do individual e atinge uma representação coletiva. A roda de tambor é um corpo pulsante. Corpo e som representam uma única expressão na roda: a punga. No entanto, para que isso aconteça é preciso haver um diálogo constante entre os pólos feminino e masculino. Essa

11 11 comunicação, conforme já dissemos, acontece pela absorção sensitiva o ambiente como um todo, em um processo em que os signos lingüísticos fundem-se com a percepção individual aos estímulos, em uma atividade cultural que leva a um estado de euforia e transcendência coletiva. Como se sabe, tambores são tocados em circunstâncias sagradas e/ou profanas nas mais diferentes culturas. Com a toada dá-se início ao movimento da roda, que é aberta por uma coreira; sua experiência de absorção daquela musicalidade permite-a perceber com facilidade a punga sonora, ou seja, expressar a performance do Tambor que acontece por uma experiência sensório-motora e musical, pois é através da introspecção da percussão e sua exteriorização que os corpos materializam o som com os corpos. Coreira dança com a imagem de São Benedito em Alcântara, 2009 Desta forma, as comunicações se processam baseadas em dois momentos distintos e complementares. Um é o da introspecção, induzida pelo ambiente ritualístico: o som dos tambores, estados de alteração de consciência dado por substâncias como o álcool, por exemplo, e pela presença do elemento sagrado, sempre em interação com o profano. Por isso é comum vermos tanto coreiras quanto coreiros dançando, cantando ou tocando de olhos fechados, talvez em estados de transe 18 ou então a coreira dançando com uma estátua de São Benedito sobre a cabeça ou no colo. 18 O transe é uma experiência extra cotidiana comum em manifestações populares, especialmente nas afro, que não quer dizer necessariamente o estado de incorporação, no qual existe a crença de interação com forças sobrenaturais, comumente pensadas como espíritos.

12 12 O outro momento é o da interação, ou seja, a pessoa liga-se com a brincadeira em si e com todos aqueles que ali comungam dela, interage também com sua comunidade como um todo e a própria brincadeira se liga com aquilo que está fora dela, dentro do espaço-público (as toadas geralmente expressam sentimentos do cotidiano comunitário). A própria estrutura do Tambor se dá no formato de roda, onde todos os brincantes podem se observar e assim se comunicar, mas também observar o que está fora dela, em um processo de proteção daquele núcleo, sendo assim um dispositivo de segurança (o que parece fazer sentido nas circunstâncias de opressão social em relação a brincadeira, que ocorria até pouco tempo, pela discriminação social a qualquer representação afro). Umbigada no Tambor da Faustina Poderíamos chamar de comunicação estética essa que permite a ocorrência da punga-elo, entendendo a estética como uma compreensão e construção do mundo através da percepção 19 aguçada dos sentidos. No caso da punga, ela promove o encontro de corpo e música através da apreensão e construção da performance coletiva pela visão, a compreensão dos olhares, da dança, da performance da percussão e do coro; o som, tanto pela música, as comunicações verbais que se processam, quanto por todos ruídos do ambiente; olfativa e degustativa, de todos os odores e gostos permitidos no ambiente; a percepção tátil do ambiente, dos toques entre os brincantes e da própria punga, como o contato principal. Estética ou estesia são de fato designações aplicáveis ao trabalho dos sensível na sociedade. É um tipo de trabalho feito de falas, gestos, ritmos e ritos, movido por uma lógica afetiva em que circulam estados 19 (...) Arte de perceber, uma poética da percepção, portanto, um modo de conhecimento do sensível em sentido amplo a faculdade de sentir do sujeito humano, semanticamente implicada no grego aisthánesthai, isto é, perceber por meio dos sentidos. Aisthesis (sensibilidade, estesia) por sua vez, é tanto sensação quanto percepção sensível (SODRÉ, 2006, p. 86)

13 I Encontro de Pesquisadores em Comunicação e Música Popular 13 oníricos, emoções e sentimentos. A emoção é o primeiro que advêm como conseqüência da ilusão que fazemos de caminho para chegar a realidade das coisas. (SODRÉ, 2006: p.46) 4. Considerações A partir desse estudo, podemos perceber que o Tambor de Crioula é uma linguagem, pois os sujeitos primeiro interiorizam os elementos de sua discursividade, para então poderem com tais elementos construírem narrativas através do ritual pela performance e em seguida, utilizá-las em contato com o todo de forma ativa e dinâmica. Também foi verificado que ao buscar desmembrar os elementos específicos do Tambor de Crioula (canto/percussão, dança/música e religiosidade/festa), processa-se uma perda em relação ao todo, pois tais elementos se apresentam de forma híbrida, ou seja, acontecem de uma maneira que é impossível isolar alguma dessas partes das outras sem causar uma descaracterização de sua manifestação cultural. Outro ponto verificado em relação ao sujeito participante do Tambor de Crioula é a constatação de que se tem a possibilidade de assumir inúmeras identidades, (coreiro, coreira, tocador, cantador, coro, devoto, brincante, espectador, etc.), de acordo com o momento e a dinâmica desenvolvida durante o ritual. Isso bem caracteriza a essência tradicional sobre o

14 14 tambor em detrimento do sujeito e a inteligência coletiva que o mesmo representa: As questões que se desenvolvem numa inteligência coletiva (...) são ilimitadas e profundamente interdisciplinares; deslizam e escorregam através de fronteiras e induzem o conhecimento combinado de uma comunidade mais diversa. (JENKINS, 2008, p.85) A punga nesse contexto é o elo que arremata cada um desses elementos e os expressa através da performance, aliando os diferentes saberes e conhecimentos a um todo que em si mantém e preserva as ligações do ser humano com aspectos ancestrais os quais permeiam o ritual. Podemos ainda afirmar que na contemporaneidade existe necessidade atávica que ressurge em relação ao aspecto voltado para o cultivo de uma essência transcendente, como forma de harmonizar suas capacidades e seu intelecto com um todo orgânico.

15 15 Referências BARTHES, Roland. A câmara clara: notas sobre a fotografia. 7ª ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, BENJAMIN, Walter. A obra de arte na era da sua reprodutibilidade técnica. In: Sobre arte, técnica, linguagem e política. Lisboa: Antropos, BURKE, Peter. Hibridismo cultural. São Leopoldo: Editora da Unisinos, FERRETTI, Sérgio (org). Tambor de crioula ritual e espetáculo. 3ª ed. São Luís: Comissão Maranhense de Folclore, FRANCE, Claudine de. Cinema e antropologia. Campinas: Editora da UNICAMP, HALL, Stuart A Identidade cultural na pós-modernidade. 10ª ed. Rio de Janeiro: DP&A, HABERMAS, Jürgen. Direito e democracia: entre faticidade e validade. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, JENKINS, Henry. Cultura da convergência. São Paulo: Aleph, LAPASSADE, Georges. As microssociologias. Brasília: Líber Livros Editora, PINTO, Tiago de Oliveira. Som e música questões de uma antropologia sonora. Revista de Antropologia, São Paulo: USP, 2001, v.44 nº 1. RAMASSETE, Rodrigo Martins (org). Tambor de crioula: São Luís: Superintendência Regional do IPHAN no Maranhão, RODRIGUES, Adriano Duarte. Comunicação e cultura - a experiência cultural na era da informação. Lisboa: Editorial Presença, SODRÉ, Muniz. As estratégias sensíveis: afeto, mídia e política. Petrópolis: Vozes, 2006.

AS ATIVIDADES RÍTMICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL

AS ATIVIDADES RÍTMICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL AS ATIVIDADES RÍTMICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL Profª Doutora Daisy Barros Especialização em Ginástica Rítmica e Dança Ritmo é vida e está particularmente ligado à necessidade do mundo moderno. Cada indivíduo,

Leia mais

Comunicação JOGOS TEATRAIS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO MATERNAL E EDUCAÇÃO INFANTIL

Comunicação JOGOS TEATRAIS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO MATERNAL E EDUCAÇÃO INFANTIL Comunicação JOGOS TEATRAIS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO MATERNAL E EDUCAÇÃO INFANTIL ROSA, Maria Célia Fernandes 1 Palavras-chave: Conscientização-Sensibilização-Transferência RESUMO A psicóloga Vanda

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS D. DINIS

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS D. DINIS 1 NOTA INTRODUTÓRIA Programa Música - AEC (1º e 2º Ano - 1º CEB) (Adaptação do Programa do 1º Ciclo Plano da Meloteca) No âmbito da Expressão e Educação Musical, ao abrigo do Despacho n.º 9265-B/2013,

Leia mais

Inventário dos Lugares de Memória do Tráfico Atlântico de Escravos e da História dos Africanos Escravizados no Brasil 7. Patrimônio Imaterial

Inventário dos Lugares de Memória do Tráfico Atlântico de Escravos e da História dos Africanos Escravizados no Brasil 7. Patrimônio Imaterial 7. Patrimônio Imaterial A presença dos africanos no Brasil contemporâneo pode ser identificada na vivência de um patrimônio cultural, expresso em memórias, músicas, versos, cantos, danças e perfomances,

Leia mais

Metodologia do Ensino de Educação Física Conteúdos da Educação Física Ginástica. Contextualização

Metodologia do Ensino de Educação Física Conteúdos da Educação Física Ginástica. Contextualização Metodologia do Ensino de Educação Física Conteúdos da Educação Física Ginástica Teleaula 2 Prof. Me. Marcos Ruiz da Silva tutoriapedagogia@grupouninter.com.br Pedagogia Contextualização A combinação de

Leia mais

13 Festa do Divino Espírito Santo em São Paulo promove intercâmbio cultural e religioso com São Luís do Maranhão

13 Festa do Divino Espírito Santo em São Paulo promove intercâmbio cultural e religioso com São Luís do Maranhão 13 Festa do Divino Espírito Santo em São Paulo promove intercâmbio cultural e religioso com São Luís do Maranhão Festa popular, que acontece de 12 a 29 de maio de 2012 no Espaço Cachuera!, apresenta tradição

Leia mais

A DANÇA NO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA EXPERIÊNCIA COM O ESTILO HIP-HOP 1

A DANÇA NO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA EXPERIÊNCIA COM O ESTILO HIP-HOP 1 A DANÇA NO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA EXPERIÊNCIA COM O ESTILO HIP-HOP 1 Claudiane da S. EUSTACHIO Dayana Pires Alves GARCIA Fátima RODRIGUES Jean de J. SANTANA 2 Juliana CESANA 3 Ana Lucia de Carvalho MARQUES

Leia mais

Palavras-chave: Umbigada, gesto, memória, ritual e espetáculo.

Palavras-chave: Umbigada, gesto, memória, ritual e espetáculo. A PUNGA DO TAMBOR DE CRIOULA NO MARANHÃO: ESPAÇO DE MEMÓRIA, RITUAL E ESPETÁCULO. Juliana Bittencourt Manhães Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro UNIRIO, manhaes.ju@gmail.com Resumo: Este

Leia mais

Questões - Festas populares do mês de junho

Questões - Festas populares do mês de junho Questões - Festas populares do mês de junho 1. Descreva os elementos característicos da Festa Junina presentes nas imagens. Abertura de São João 2011, no Pelourinho http://commons.wikimedia.org/wiki/file:s%c3%a3o_jo%c3%a3o_no_pel%c3%b4_2.jpg

Leia mais

Plano de Ensino. Identificação. Câmpus de São Paulo. Curso null - null. Ênfase. Disciplina LAC1821T1 - Corpo, Expressão e Criatividade II

Plano de Ensino. Identificação. Câmpus de São Paulo. Curso null - null. Ênfase. Disciplina LAC1821T1 - Corpo, Expressão e Criatividade II Curso null - null Ênfase Identificação Disciplina LAC1821T1 - Corpo, Expressão e Criatividade II Docente(s) José Manuel Lázaro de Ortecho Ramirez Unidade Instituto de Artes Departamento Departamento de

Leia mais

A Arte e as Crianças

A Arte e as Crianças A Arte e as Crianças A criança pequena consegue exteriorizar espontaneamente a sua personalidade e as suas experiências inter-individuais, graças aos diversos meios de expressão que estão à sua disposição.

Leia mais

PROJETO TERRA CHÃO - DANÇA E ARTE

PROJETO TERRA CHÃO - DANÇA E ARTE PROJETO TERRA CHÃO - DANÇA E ARTE 1. JUSTIFICATIVA A região do Baixo Tocantins apresenta-se na área cultural e artística, é um grande celeiro de talentos, que vem enraizado culturalmente em nosso povo,

Leia mais

Curso livre MAINUMY/edição 2015 DANÇAS BRASILEIRAS dos POVOS, poéticas Brincantes do CÉU e da TERRA.

Curso livre MAINUMY/edição 2015 DANÇAS BRASILEIRAS dos POVOS, poéticas Brincantes do CÉU e da TERRA. (Mani-FEST-Si! ARTE: Cleber Cajun e Mulheres Artesãs de Maceio/AL) Curso livre MAINUMY/edição 2015 DANÇAS BRASILEIRAS dos POVOS, poéticas Brincantes do CÉU e da TERRA. com Maria Esperança, Patrícia Ferraz

Leia mais

Colégio Nossa Senhora da Soledade C O N T E Ú D O S. Eu vim para servir (cf.mc10,45) Grupo 3 EDUCAÇÃO INFANTIL

Colégio Nossa Senhora da Soledade C O N T E Ú D O S. Eu vim para servir (cf.mc10,45) Grupo 3 EDUCAÇÃO INFANTIL Colégio Nossa Senhora da Soledade C O N T E Ú D O S Eu vim para servir (cf.mc10,45) Grupo 3 EDUCAÇÃO INFANTIL Prezado(a) aluno(a): Novo ano, novas expectativas, novos desejos, novos anseios e um novo caminho

Leia mais

AVALIAÇÃO DA UNIDADE II PONTUAÇÃO: 7,5 PONTOS

AVALIAÇÃO DA UNIDADE II PONTUAÇÃO: 7,5 PONTOS DA UNIDADE II PONTUAÇÃO: 7,5 PONTOS Questão 01: A dança representa a arte de mexer o corpo, através de uma cadência de movimentos e ritmos previamente estabelecidos ou improvisados, criando uma harmonia

Leia mais

ARTE E CULTURA AFRO-BRASILEIRA

ARTE E CULTURA AFRO-BRASILEIRA ARTE E CULTURA AFRO-BRASILEIRA Cultura afro-brasileira é o resultado do desenvolvimento da cultura africana no Brasil, incluindo as influências recebidas das culturas portuguesa e indígena que se manifestam

Leia mais

II FESTIVAL NACIONAL CURTA NO CELULAR GUIA CURTA FÁCIL

II FESTIVAL NACIONAL CURTA NO CELULAR GUIA CURTA FÁCIL II FESTIVAL NACIONAL CURTA NO CELULAR GUIA CURTA FÁCIL O FEST CURT CELU Guia Curta Fácil 2 A câmera de cinema funciona como se fosse uma máquina fotográfica que dispara milhares de foto em um espaço muito

Leia mais

AEC ALE EXPRESSÃO MUSICAL. Orientações Pedagógicas. 1.º Ciclo do Ensino Básico

AEC ALE EXPRESSÃO MUSICAL. Orientações Pedagógicas. 1.º Ciclo do Ensino Básico ATIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR ANO LETIVO AEC ALE EXPRESSÃO MUSICAL Orientações Pedagógicas 1.º Ciclo do Ensino Básico 1. Introdução A atividade de enriquecimento curricular, ALE (atividades lúdico-expressivas)

Leia mais

20 Anos de Tradição Carinho, Amor e Educação.

20 Anos de Tradição Carinho, Amor e Educação. Colégio Tutto Amore Colégio Sapience Carinho, Amor e Educação. Trabalhamos com meio-período e integral em todos os níveis de ensino. www.tuttoamore.com.br Nossa História No ano de 1993 deu-se o ponto de

Leia mais

CONSTRUÇÃO DO EU LÍRICO E O RETRATO NA POETICA CECÍLIA MEIRELES

CONSTRUÇÃO DO EU LÍRICO E O RETRATO NA POETICA CECÍLIA MEIRELES CONSTRUÇÃO DO EU LÍRICO E O RETRATO NA POETICA CECÍLIA MEIRELES Silvia Eula Muñoz¹ RESUMO Neste artigo pretendo compartilhar os diversos estudos e pesquisas que realizei com orientação do Prof. Me. Erion

Leia mais

Guia Curta Fácil 1 Festival Nacional Curta no Celular de Taubaté

Guia Curta Fácil 1 Festival Nacional Curta no Celular de Taubaté 1 Conteúdo TIPOS DE PLANOS... 3 PLANO GERAL... 3 PLANO MÉDIO... 3 PLANO AMERICANO... 4 PRIMEIRO PLANO OU CLOSE-UP... 4 PRIMEIRÍSSIMO PLANO... 4 MOVIMENTOS DE CÂMERA... 5 PANORÂMICAS - PANS... 5 PANORÂMICA

Leia mais

OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL. A prática da educação infantil deve se organizar de modo que as crianças desenvolvam as seguintes capacidades:

OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL. A prática da educação infantil deve se organizar de modo que as crianças desenvolvam as seguintes capacidades: OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL CONTEÚDO PROGRAMÁTICO ANUAL EDUCAÇÃO INFANTIL INFANTIL V - 2012 A prática da educação infantil deve se organizar de modo que as crianças desenvolvam as seguintes capacidades:

Leia mais

Maternal 3 anos Educação Infantil

Maternal 3 anos Educação Infantil Maternal 3 anos Educação Infantil Eixo temático: Tema: Joca e suas aventuras As crianças, nesta fase, caracterizam-se pelo movimento e pela ação. Agem ativamente em seu entorno, acompanhando seus movimentos

Leia mais

Agrupamento de Escolas da Madalena. Projeto do Clube de Música. Ano Lectivo 2012-2013 1

Agrupamento de Escolas da Madalena. Projeto do Clube de Música. Ano Lectivo 2012-2013 1 Agrupamento de Escolas da Madalena Projeto do Clube de Música Ano Lectivo 2012-2013 1 Projectos a desenvolver/participar: Projetos Dinamizado por: 1º Concurso de Flauta Prof. Teresa Santos - Participação

Leia mais

Diálogos entre Gestalt-terapia e dança: corpo, expressão e sentido

Diálogos entre Gestalt-terapia e dança: corpo, expressão e sentido Diálogos entre Gestalt-terapia e dança: corpo, expressão e sentido Carla do Eirado Silva carlaeirado@gmail.com 11º período Instituto de Psicologia Cintia Siqueira de Oliveira cintia_imjc@hotmail.com 10º

Leia mais

Mais Cultura nas Escolas

Mais Cultura nas Escolas Mais Cultura nas Escolas O que é o Programa Mais Cultura nas Escolas? Projeto Andarilha das Letras, Circulação Literária/ FUNARTE É o encontro de projetos pedagógicos de escolas da rede pública com experiências

Leia mais

TAMBOR DE CRIOULA DO MARANHÃO

TAMBOR DE CRIOULA DO MARANHÃO TAMBOR DE CRIOULA DO MARANHÃO Conceição de Maria dos Santos Pacheco 1 Resumo: Este ensaio ancora-se na Análise do Discurso francesa para apresentar uma expressão da cultura regional do estado do Maranhão:

Leia mais

O ESPECTACULO VAI ATE SI!!

O ESPECTACULO VAI ATE SI!! O ESPECTACULO VAI ATE SI!! Espectaculos Novo Circo Companhia xpto PERFORMANCE DE FOGO Espectáculo FOGO BODY PAINTING FOGO ANIMAÇÃO / RECEPÇÃO MALABARISMO LUMINOSO O.A.N.I. Espectáculo Estrutura Itinerante

Leia mais

O BRINCAR, A BRINCADEIRA, O JOGO, A ATIVIDADE LÚDICA E A PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL

O BRINCAR, A BRINCADEIRA, O JOGO, A ATIVIDADE LÚDICA E A PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL O BRINCAR, A BRINCADEIRA, O JOGO, A ATIVIDADE LÚDICA E A PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL Josiane Lima Zanata (Seduc) josianezanata@hotmail.com Ivani Souza Mello (UFMT) ivanimello1@hotmail.com

Leia mais

Coordenadoria de Educação. I CADERNO DE APOIO PEDAGÓGICO 2010 Música Professor (a) África do Sul 1º. ao 3º. ano

Coordenadoria de Educação. I CADERNO DE APOIO PEDAGÓGICO 2010 Música Professor (a) África do Sul 1º. ao 3º. ano I CADERNO DE APOIO PEDAGÓGICO 2010 Música Professor (a) África do Sul 1º. ao 3º. ano Eduardo Paes Prefeito da Cidade do Rio de Janeiro Profª Claudia Costin Secretária Municipal de Educação Profª Regina

Leia mais

Salvador da Bahia Leitura: atividades RESPOSTAS. A festa é do povo

Salvador da Bahia Leitura: atividades RESPOSTAS. A festa é do povo Salvador da Bahia Leitura: atividades RESPOSTAS A festa é do povo 1. 2. A) O casamento na roça faz parte dos festejos juninos e antigamente era considerado um sacramento, já que em muitos locais isolados

Leia mais

A LINGUAGEM ESCRITA COMO UMA DAS MÚLTIPLAS

A LINGUAGEM ESCRITA COMO UMA DAS MÚLTIPLAS A LINGUAGEM ESCRITA COMO UMA DAS MÚLTIPLAS LINGUAGENS DA CRIANÇA Professor(a), no tema anterior, A criança de seis anos no ensino fundamental, falamos sobre quem são e como são essas crianças que ingressam

Leia mais

CONTEÚDOS REFERENCIAIS PARA O ENSINO MÉDIO

CONTEÚDOS REFERENCIAIS PARA O ENSINO MÉDIO CONTEÚDOS REFERENCIAIS PARA O ENSINO MÉDIO Área de Conhecimento: Linguagens Componente Curricular: Educação Física Ementa A Educação Física no Ensino Médio tratará da cultura corporal, sistematicamente

Leia mais

A LINGUAGEM MUSICAL DO MUSICOTERAPEUTA

A LINGUAGEM MUSICAL DO MUSICOTERAPEUTA A LINGUAGEM MUSICAL DO MUSICOTERAPEUTA Rita Bomfati. UNESPAR- FAP ritabomfati1@gmail.com Resumo: A importância da formação musical do musicoterapeuta (conhecimento de ritmos e instrumentos, história da

Leia mais

A FESTA TRADICIONAL CARNAVALESCA: UMA LIÇÃO DE ARTE

A FESTA TRADICIONAL CARNAVALESCA: UMA LIÇÃO DE ARTE A FESTA TRADICIONAL CARNAVALESCA: UMA LIÇÃO DE ARTE RESUMO Edite Colares Oliveira Marques Professora - UECE E-mail: editecolares@yahoo.com.br O presente minicurso consiste em articular a História e a Cultura

Leia mais

Conteúdos. Diversidade Cultural Ginástica Rítmica

Conteúdos. Diversidade Cultural Ginástica Rítmica Conteúdos Diversidade Cultural Ginástica Rítmica Habilidades Reconhecer os conceitos trabalhados na Unidade III Aplicar teoricamente os conteúdos estudados na unidade III PAUTA DO DO DIA DIA Acolhida Revisão

Leia mais

Expressão Musical II. Universidade De Trás-Os-Montes e Alto Douro Educação Básica 1ºano,2ºsemestre,2012/1013. Docente: António Neves

Expressão Musical II. Universidade De Trás-Os-Montes e Alto Douro Educação Básica 1ºano,2ºsemestre,2012/1013. Docente: António Neves Universidade De Trás-Os-Montes e Alto Douro Educação Básica 1ºano,2ºsemestre,2012/1013 Expressão Musical II Docente: António Neves Discente: Ana Matos nº 53184 A música e o som, enquanto energia, estimulam

Leia mais

Ensino/aprendizagem circense: projeto transversal de política social

Ensino/aprendizagem circense: projeto transversal de política social ENSINO/APRENDIZAGEM CIRCENSE: PROJETO TRANSVERSAL DE POLÍTICA SOCIAL Erminia Silva Centro de Formação Profissional em Artes Circenses CEFAC Teatralidade circense, circo como educação permanente, história

Leia mais

A JORNADA DA ABUNDÂNCIA

A JORNADA DA ABUNDÂNCIA A JORNADA DA ABUNDÂNCIA O xamanismo é uma filosofia de vida muito antiga e ancestral, que visa o reencontro do homem com os ensinamentos e fluxo da natureza, com seu próprio mundo interior, com sua sabedoria

Leia mais

Composição musical na educação infantil: uma experiência possível

Composição musical na educação infantil: uma experiência possível Composição musical na educação infantil: uma experiência possível Francine Kemmer Cernev francine@cernev.com.br Universidade Estadual de Londrina/ Colégio Nossa Senhora do Rosário, Cornélio Procópio/PR/

Leia mais

II ENCONTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DA BAHIA A EDUCAÇÃO COMO MATRIZ DE TODAS AS RELAÇÕES HUMANAS E SOCIAIS SALVADOR, BA 2013

II ENCONTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DA BAHIA A EDUCAÇÃO COMO MATRIZ DE TODAS AS RELAÇÕES HUMANAS E SOCIAIS SALVADOR, BA 2013 II ENCONTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DA BAHIA A EDUCAÇÃO COMO MATRIZ DE TODAS AS RELAÇÕES HUMANAS E SOCIAIS SALVADOR, BA 2013 TEMÁTICA: EDUCAÇÃO, QUESTÃO DE GÊNERO E DIVERSIDADE EDUCAÇÃO

Leia mais

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades;

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades; INFANTIL II OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL Desenvolver uma imagem positiva de si, atuando de forma cada vez mais independente, com a confiança em suas capacidades e percepção de suas limitações:

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ANTÓNIO FEIJÓ

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ANTÓNIO FEIJÓ FORMAÇÃO PESSOAL E SOCIAL 1 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ANTÓNIO FEIJÓ EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR REGISTO DE OBSERVAÇÃO / AVALIAÇÃO Nome Data de Nascimento / / Jardim de Infância de Educadora de Infância AVALIAÇÃO

Leia mais

AS RELAÇÕES ENTRE O BRINCAR E A MÚSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL A PARTIR DE UMA NOVA CONCEPÇÃO DE SUJEITO

AS RELAÇÕES ENTRE O BRINCAR E A MÚSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL A PARTIR DE UMA NOVA CONCEPÇÃO DE SUJEITO AS RELAÇÕES ENTRE O BRINCAR E A MÚSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL A PARTIR DE UMA NOVA CONCEPÇÃO DE SUJEITO Igor Guterres Faria¹ RESUMO: Este estudo é parte integrante do projeto de pesquisa de iniciação científica

Leia mais

ESTRUTURA CURRICULAR CURSO DE DANÇA LICENCIATURA

ESTRUTURA CURRICULAR CURSO DE DANÇA LICENCIATURA ESTRUTURA CURRICULAR CURSO DE DANÇA LICENCIATURA Código: 03 Matriz Curricular: DANÇA - Laranjeiras - Presencial - Noturno - Licenciatura Plena Período Letivo de Entrada em Vigor 2012-1 Carga Horária: Total

Leia mais

INICIATIVAS PREMIADAS

INICIATIVAS PREMIADAS INICIATIVAS PREMIADAS Gestão Pública 1º LUGAR Programa de Valorização das Culturas Regionais: Cultura em Movimento Secretaria da Cultura do Estado do Ceará 184 municípios (CE) A iniciativa surgiu em 2003

Leia mais

V Simpósio Nacional de Cultura Corporal e Povos Indígenas. I Seminário Internacional de Educação Física, Esportes e Comunidades Tradicionais

V Simpósio Nacional de Cultura Corporal e Povos Indígenas. I Seminário Internacional de Educação Física, Esportes e Comunidades Tradicionais V Simpósio Nacional de Cultura Corporal e Povos Indígenas I Seminário Internacional de Educação Física, Esportes e Comunidades Tradicionais Coordenadores Prof o. Dr o José Luiz dos Anjos UFES Prof a. Dr

Leia mais

A Dança na Terceira Idade

A Dança na Terceira Idade A Dança na Terceira Idade Bárbara Costa Carolina Miguel Leonardo Delarete Pimenta Na terceira idade, geralmente, o ser humano sofre algumas alterações de um declínio geral no aspecto biopsicossocial. Como

Leia mais

Uma narrativa, uma história e um imaginário. Fernanda Cielo* 1

Uma narrativa, uma história e um imaginário. Fernanda Cielo* 1 Uma narrativa, uma história e um imaginário. Fernanda Cielo* 1 Meu nome é Maria Bonita, sou mulher de Vírgulino Ferreira- vulgo Lampiãofaço parte do bando de cangaceiros liderados por meu companheiro.

Leia mais

Colégio Sagrado Coração de Maria - Rio. Eu me remexo muito. E onde eu chego?

Colégio Sagrado Coração de Maria - Rio. Eu me remexo muito. E onde eu chego? Colégio Sagrado Coração de Maria - Rio Rua Tonelero, 56 Copacabana RJ site:www.redesagradorj.com.br / e-mail:cscm@redesagradorj.com.br Eu me remexo muito. E onde eu chego? Turma: Maternal II A Professora

Leia mais

Marcos de Aprendizagem Música. Eixo Competência Conteúdos Habilidades

Marcos de Aprendizagem Música. Eixo Competência Conteúdos Habilidades Apreciação e Percepção Musical Alcance progressivo do desenvolvimento auditivo musical, rítmico, melódico, harmônico e tímbrico e a memória musical nos processos de apreciação e percepção. Som e suas propriedades

Leia mais

ENCONTRO "PCN EM AÃÃO"

ENCONTRO PCN EM AÃÃO ENCONTRO "PCN EM AÃÃO" RELATO DA PAUTA DO ENCONTRO Cuiabaß - Parte de 5¼ a 8¼ súrie por Caio M. Costa 1 a. dia - Manhã 1 a. parte - todos juntos - Ana Rosa e Rosaura Apresentação dos PCNs Níveis de concretização

Leia mais

A ARTE DE CONTAR HISTÓRIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL

A ARTE DE CONTAR HISTÓRIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL A ARTE DE CONTAR HISTÓRIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL EVELISE RAQUEL DE PONTES (UNESP). Resumo O ato de contar histórias para crianças da educação infantil é a possibilidade de sorrir, criar, é se envolver com

Leia mais

** O texto aqui reproduzido é de propriedade do MUD - Museu da Dança e não pode ser copiado ou reproduzido sem a autorização prévia.

** O texto aqui reproduzido é de propriedade do MUD - Museu da Dança e não pode ser copiado ou reproduzido sem a autorização prévia. * Este texto corresponde à visão da autora Marcia Dib e todas as informações aqui contidas são de inteira responsabilidade da autora. ** O texto aqui reproduzido é de propriedade do MUD - Museu da Dança

Leia mais

Atividades Pedagógicas. Abril2014

Atividades Pedagógicas. Abril2014 Atividades Pedagógicas Abril2014 III A JOGOS DIVERTIDOS Fizemos dois campeonatos com a Turma da Fazenda, o primeiro com o seguinte trajeto: as crianças precisavam pegar água em um ponto e levar até o outro,

Leia mais

2º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL DE 9 ANOS Professoras regentes: Ana Paula, Kellen, Maristela e Waléria

2º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL DE 9 ANOS Professoras regentes: Ana Paula, Kellen, Maristela e Waléria COLÉGIO NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO IRMÃS DOMINICANAS Curitiba, 15 de março de 2012. Senhores pais ou responsáveis, Enviamos-lhes o cronograma do que vai ser trabalhado nesta 1ª Etapa no 2º ano. O cronograma

Leia mais

A Dança é a arte de mexer o corpo, através de uma cadência de movimentos e ritmos, criando uma harmonia própria. Não é somente através do som de uma

A Dança é a arte de mexer o corpo, através de uma cadência de movimentos e ritmos, criando uma harmonia própria. Não é somente através do som de uma Dança Desde 1982, no dia 29 de abril, comemora-se o dia internacional da dança, instituído pela UNESCO em homenagem ao criador do balé moderno, Jean- Georges Noverre. A Dança é a arte de mexer o corpo,

Leia mais

MARACATU MIRIM: A DESCOBERTA DA CULTURA BRASILEIRA PELAS SENSAÇÕES DA DANÇA.

MARACATU MIRIM: A DESCOBERTA DA CULTURA BRASILEIRA PELAS SENSAÇÕES DA DANÇA. MARACATU MIRIM: A DESCOBERTA DA CULTURA BRASILEIRA PELAS SENSAÇÕES DA DANÇA. Vanessa Guimarães dos Santos. Escola e Faculdade de Dança Angel Vianna (FAV). vanessa_gs2004@yahoo.com.br Danças populares Maracatu

Leia mais

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades;

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades; INFANTIL I OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL Desenvolver uma imagem positiva de si, atuando de forma cada vez mais independente, com a confiança em suas capacidades e percepção de suas limitações:

Leia mais

PROJETO BANDAS E CORAIS NAS ESCOLAS : A EXPERIÊNCIA DO CORAL ENCANTO

PROJETO BANDAS E CORAIS NAS ESCOLAS : A EXPERIÊNCIA DO CORAL ENCANTO PROJETO BANDAS E CORAIS NAS ESCOLAS : A EXPERIÊNCIA DO CORAL ENCANTO Rebeca Vieira de Queiroz Almeida Faculdade Saberes Introdução O presente texto é um relato da experiência do desenvolvimento do projeto

Leia mais

1 o Período Educação Infantil

1 o Período Educação Infantil 1 o Período Educação Infantil Eixo temático: O tema Imaginação visa a estimular as distintas áreas de desenvolvimento integral das crianças, bem como favorecer o crescimento de suas habilidades e competências.

Leia mais

Apresentação do Professor. Ludicidade. Pedagogia. Ementa. Contextualização. Teleaula 1

Apresentação do Professor. Ludicidade. Pedagogia. Ementa. Contextualização. Teleaula 1 Ludicidade Teleaula 1 Prof. Me. Marcos Ruiz da Silva tutoriapedagogia@grupouninter.com.br Pedagogia Apresentação do Professor Marcos Ruiz da Silva Graduado em Educação Física UEL Especialista em Educação

Leia mais

V Seminário de Metodologia de Ensino de Educação Física da FEUSP- 2014. Relato de Experiência INSERINDO A EDUCAÇÃO INFANTIL NO CONTEXTO COPA DO MUNDO.

V Seminário de Metodologia de Ensino de Educação Física da FEUSP- 2014. Relato de Experiência INSERINDO A EDUCAÇÃO INFANTIL NO CONTEXTO COPA DO MUNDO. V Seminário de Metodologia de Ensino de Educação Física da FEUSP- 2014 Relato de Experiência INSERINDO A EDUCAÇÃO INFANTIL NO CONTEXTO COPA DO MUNDO. RESUMO Adriana Vieira de Lima Colégio Marista Arquidiocesano

Leia mais

CARACTERÍSTICAS DAS CULTURAS INFANTIS DAS COMUNIDADES QUILOMBOLAS DO PARANÁ

CARACTERÍSTICAS DAS CULTURAS INFANTIS DAS COMUNIDADES QUILOMBOLAS DO PARANÁ 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 CARACTERÍSTICAS DAS CULTURAS INFANTIS DAS COMUNIDADES QUILOMBOLAS DO PARANÁ Luisa de Oliveira Demarchi Costa 1 ; Verônica Regina Müller 2 RESUMO: Este

Leia mais

Todo homem tem poder suficiente para realizar aquilo que está convencido. (Goethe)

Todo homem tem poder suficiente para realizar aquilo que está convencido. (Goethe) PROGRAMAÇÃO NEUROLINGUÍSTICA: FORMULAÇÃO DE OBJETIVOS E ESTRATÉGIAS: (CONDIÇÕES DE BOA FORMULAÇÃO) / / 1-DETERMINAÇAO DO OBJETIVO (RESULTADO DESEJADO): a) O que quero para mim? Colocação positiva (sem

Leia mais

A Música e a festa da Bosque

A Música e a festa da Bosque O Boi Festeiro da A experiência de festejar é algo presente entre os homens desde períodos muito remotos. Inicialmente ligadas à plantação e à colheita, as festas sempre tiveram o grande poder de unir

Leia mais

A CULTURA AFRO-BRASILEIRA COMO CONTEÚDO A SER ENSINADO NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA

A CULTURA AFRO-BRASILEIRA COMO CONTEÚDO A SER ENSINADO NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 A CULTURA AFRO-BRASILEIRA COMO CONTEÚDO A SER ENSINADO NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA Vagner Ferreira Reis 1 ; Jacqueline da Silva Nunes Pereira 2 RESUMO:

Leia mais

14. As áreas de conhecimento e o desenvolvimento da criança de até 6 anos

14. As áreas de conhecimento e o desenvolvimento da criança de até 6 anos 14. As áreas de conhecimento e o desenvolvimento da criança de até 6 anos Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil Volume III Âmbito de Conhecimento de Mundo Este volume do RCNEI orienta

Leia mais

www.portaledumusicalcp2.mus.br

www.portaledumusicalcp2.mus.br Apostila de Educação Musical 1ª Série Ensino Médio www.portaledumusicalcp2.mus.br O QUE É MÚSICA? A música (do grego μουσική τέχνη - musiké téchne, a arte das musas) constituise basicamente de uma sucessão

Leia mais

MÚSICA MARANHENSE PIBID/MÚSICA

MÚSICA MARANHENSE PIBID/MÚSICA UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO UFMA Centro de Ciências Humanas CCH - Departamento de Artes Pró-Reitoria de Ensino PROEN Programa Institucional de Bolsas De Iniciação À Docência PIBID Subprojeto de Artes/Música

Leia mais

Reflexão. A Música, as Canções e a utilização de instrumentos na Educação. Aluna: Ana Isabel Araújo Olim

Reflexão. A Música, as Canções e a utilização de instrumentos na Educação. Aluna: Ana Isabel Araújo Olim 1 Reflexão A Música, as Canções e a utilização de instrumentos na Educação Aluna: Ana Isabel Araújo Olim As escolas, ao longo do ano letivo, trabalham várias temáticas sociais. O infantário Donamina, para

Leia mais

A DANÇA COMO POTENCIAL DE DESENVOLVIMENTO INFANTIL.

A DANÇA COMO POTENCIAL DE DESENVOLVIMENTO INFANTIL. A DANÇA COMO POTENCIAL DE DESENVOLVIMENTO INFANTIL. CAMARGO,Leonildo Discente do curso de Pedagogia da Faculdade de Ciências Sociais e Agrárias de Itapeva. MÜZEL,Andrei Docente do curso de Pedagogia da

Leia mais

Colégio Nossa Senhora da Soledade C O N T E Ú D O S. Eu vim para servir (cf.mc10,45) Grupo 2 EDUCAÇÃO INFANTIL

Colégio Nossa Senhora da Soledade C O N T E Ú D O S. Eu vim para servir (cf.mc10,45) Grupo 2 EDUCAÇÃO INFANTIL Colégio Nossa Senhora da Soledade C O N T E Ú D O S Eu vim para servir (cf.mc10,45) Grupo 2 EDUCAÇÃO INFANTIL Prezado(a) aluno(a): Novo ano, novas expectativas, novos desejos, novos anseios e um novo caminho

Leia mais

Nome: José Aldenir Aguiar

Nome: José Aldenir Aguiar Mestres de 2004 Nome: José Aldenir Aguiar Nome Artístico: Mestre Aldenir Data de Nasc.: 20/08/1933 Tradição Cultural Desenvolvida: Reisado "Reisado Folguedo do ciclo natalino, que representa o cortejo

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL UNIDADADE LITORAL NORTE/OSÓRIO GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA - LICENCIATURA

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL UNIDADADE LITORAL NORTE/OSÓRIO GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA - LICENCIATURA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL UNIDADADE LITORAL NORTE/OSÓRIO GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA - LICENCIATURA CLAINES KREMER GENISELE OLIVEIRA EDUCAÇÃO AMBIENTAL: POR UMA PERSPECTIVA DE RELAÇÕES ENTRE

Leia mais

2. OBJETIVO E CONCEPÇÃO DA PROVA

2. OBJETIVO E CONCEPÇÃO DA PROVA Aptidão Dança 1. INTRODUÇÃO O Curso de Graduação em Dança da Unicamp tem como objetivo formar o intérprete e criador em Dança, profissional capaz de contribuir como agente transformador da realidade, responsável

Leia mais

VISÃO: ser referência na comunidade na área de educação Infantil

VISÃO: ser referência na comunidade na área de educação Infantil VISÃO: ser referência na comunidade na área de educação Infantil NOSSA MISSÃO: Por meio da educação formar cidadãos felizes, independentes, éticos e solidários VALORES: Respeito, honestidade, boa moral

Leia mais

Dança, Samba e Performance Denise Mancebo Zenicola Universidade Estácio de Sá Palavras-chave: Performance, Dança, Samba de Gafieira

Dança, Samba e Performance Denise Mancebo Zenicola Universidade Estácio de Sá Palavras-chave: Performance, Dança, Samba de Gafieira Dança, Samba e Performance Denise Mancebo Zenicola Universidade Estácio de Sá Palavras-chave: Performance, Dança, Samba de Gafieira A performance abrange a idéia de prática corporal como transmissão de

Leia mais

SEMEART: A ARTE DA DANÇA COMO ATIVIDADE FÍSICA E EDUCATIVA PARA A COMUNIDADE JATAIENSE. Palavras-chave: Dança; Expressão Corporal; Cultura; Educação.

SEMEART: A ARTE DA DANÇA COMO ATIVIDADE FÍSICA E EDUCATIVA PARA A COMUNIDADE JATAIENSE. Palavras-chave: Dança; Expressão Corporal; Cultura; Educação. SEMEART: A ARTE DA DANÇA COMO ATIVIDADE FÍSICA E EDUCATIVA PARA A COMUNIDADE JATAIENSE REZENDE, Cláudia Moraes. SANTOS, Silvânia Silva. BRAIT, Lilian Ferreira Rodrigues. MACÊDO, Keila Márcia Ferreira.

Leia mais

HOMOAFETIVIDADE FEMININA NO BRASIL: REFLEXÕES INTERDISCIPLINARES ENTRE O DIREITO E A LITERATURA

HOMOAFETIVIDADE FEMININA NO BRASIL: REFLEXÕES INTERDISCIPLINARES ENTRE O DIREITO E A LITERATURA HOMOAFETIVIDADE FEMININA NO BRASIL: REFLEXÕES INTERDISCIPLINARES ENTRE O DIREITO E A LITERATURA Juliana Fabbron Marin Marin 1 Ana Maria Dietrich 2 Resumo: As transformações no cenário social que ocorreram

Leia mais

1. Com base na leitura do texto, escreva Certo (C) ou Errado (E) para as afirmações a seguir.

1. Com base na leitura do texto, escreva Certo (C) ou Errado (E) para as afirmações a seguir. Salvador da Bahia Leitura: atividades A festa é do povo 1. Com base na leitura do texto, escreva Certo (C) ou Errado (E) para as afirmações a seguir. A) O casamento na roça faz parte dos festejos juninos

Leia mais

por Brígida Carla Malandrino * [brigidamalandrino por Ênio José da Costa Brito ** [brbrito

por Brígida Carla Malandrino * [brigidamalandrino por Ênio José da Costa Brito ** [brbrito PEREIRA, Edimilson de Almeida Os tambores estão frios: herança cultural e sincretismo religioso de Candombe. Juiz de Fora Belo Horizonte: Funalfa Edições Mazza Edições, 2005, ISBN 85-7160- 323-5. por Brígida

Leia mais

RELATÓRIO DA OFICINA: COMO AGIR NA COMUNIDADE E NO DIA A DIA DO SEU TRABALHO

RELATÓRIO DA OFICINA: COMO AGIR NA COMUNIDADE E NO DIA A DIA DO SEU TRABALHO 1 RELATÓRIO DA OFICINA: COMO AGIR NA COMUNIDADE E NO DIA A DIA DO SEU TRABALHO Facilitadora: Maria Inês Castanha de Queiroz Coordenadora: Maria Inês Castanha de Queiroz CRP 5357/4ª região Psicóloga, Mestre

Leia mais

CONTEÚDOS DE EDUCAÇÃO FÍSICA POR BIMESTRE PARA O ENSINO FUNDAMENTAL COM BASE NOS PARÂMETROS CURRICULARES DO ESTADO DE PERNAMBUCO

CONTEÚDOS DE EDUCAÇÃO FÍSICA POR BIMESTRE PARA O ENSINO FUNDAMENTAL COM BASE NOS PARÂMETROS CURRICULARES DO ESTADO DE PERNAMBUCO DE EDUCAÇÃO FÍSICA POR BIMESTRE PARA O ENSINO FUNDAMENTAL COM BASE NOS PARÂMETROS CURRICULARES DO ESTADO DE PERNAMBUCO GOVERNADOR DE PERNAMBUCO João Lyra Neto SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO E ESPORTES Ricardo

Leia mais

fotografia fotografia GLOBAL ESSENCIAL curso de fotografia sobre criação, poesia e percepção

fotografia fotografia GLOBAL ESSENCIAL curso de fotografia sobre criação, poesia e percepção fotografia fotografia GLOBAL ESSENCIAL curso de fotografia sobre criação, poesia e percepção curso de fotografia sobre criação, poesia e percepção Por que tenho saudade de você, no retrato ainda que o

Leia mais

A Música No Processo De Aprendizagem

A Música No Processo De Aprendizagem A Música No Processo De Aprendizagem Autora: Jéssica Antonia Schumann (FCSGN) * Coautor: Juliano Ciebre dos Santos (FSA) * Resumo: O presente trabalho tem por objetivo investigar sobre a importância em

Leia mais

consulta participativa de opinião

consulta participativa de opinião consulta participativa de opinião Interesses e perspectivas dos jovens da Brasilândia, Cachoeirinha e Freguesia do Ó CONSULTA PARTICIPATIVA DE OPINIÃO: INTERESSES E PERSPECTIVAS DOS JOVENS DA BRASILÂNDIA,

Leia mais

IV EDIPE Encontro Estadual de Didática e Prática de Ensino 2011 A IMPORTÂNCIA DAS ARTES NA FORMAÇÃO DAS CRIANÇAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL

IV EDIPE Encontro Estadual de Didática e Prática de Ensino 2011 A IMPORTÂNCIA DAS ARTES NA FORMAÇÃO DAS CRIANÇAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL A IMPORTÂNCIA DAS ARTES NA FORMAÇÃO DAS CRIANÇAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL Marília Darc Cardoso Cabral e Silva 1 Tatiane Pereira da Silva 2 RESUMO Sendo a arte uma forma do ser humano expressar seus sentimentos,

Leia mais

LINHAS DE EXPLORAÇÃO DO QUADRO DE COMPETÊNCIAS EXPRESSÃO MUSICAL

LINHAS DE EXPLORAÇÃO DO QUADRO DE COMPETÊNCIAS EXPRESSÃO MUSICAL ESCOLA BÁSICA E SECUNDÁRIA DAS VELAS LINHAS DE EXPLORAÇÃO DO QUADRO DE COMPETÊNCIAS EXPRESSÃO MUSICAL 1º CICLO DO ENSINO BÁSICO 1 DO ENSINO BÁSICO CE 1 CE 5 CE 8 CE 12 CE 14 Interpretação e comunicação

Leia mais

fotografia ESSENCIAL curso de fotografia sobre criação, poesia e percepção

fotografia ESSENCIAL curso de fotografia sobre criação, poesia e percepção fotografia ESSENCIAL curso de fotografia sobre criação, poesia e percepção Por que tenho saudade de você, no retrato ainda que o mais recente? E por que um simples retrato, mais que você, me comove, se

Leia mais

1. O que é Folclore? Uma análise histórica e crítica do conceito.

1. O que é Folclore? Uma análise histórica e crítica do conceito. Objetivos Proporcionar o entendimento das características gerais do processo folclórico brasileiro; Estruturar o profissional de Eventos para conhecer particularidades de alguns acontecimentos que envolvem

Leia mais

DANÇA. Caderno de Questões Dança Habilidades Específicas

DANÇA. Caderno de Questões Dança Habilidades Específicas Dança 1. INTRODUÇÃO O curso de graduação em Dança da Unicamp tem como objetivo formar o intérprete e criador em Dança, profissional capaz de contribuir como agente transformador da realidade, ser responsável

Leia mais

Maria de Lurdes Barros da Paixão 1 Universidade Estadual de Santa Cruz UESC-BA

Maria de Lurdes Barros da Paixão 1 Universidade Estadual de Santa Cruz UESC-BA O En(tre) lugar da Dança Contemporânea na Bahia e no Recife: A pesquisa sobre as reelaborações estéticas coreográficas do Balé Folclórico da Bahia e do Grupo Grial de Dança. Maria de Lurdes Barros da Paixão

Leia mais

PÉ NO PALCO PROJETO INTERDISCIPLINAR DO ENSINO FUNDAMENTAL II DO COLÉGIO NACIONAL UBERLÂNDIA

PÉ NO PALCO PROJETO INTERDISCIPLINAR DO ENSINO FUNDAMENTAL II DO COLÉGIO NACIONAL UBERLÂNDIA PÉ NO PALCO PROJETO INTERDISCIPLINAR DO ENSINO FUNDAMENTAL II DO COLÉGIO NACIONAL UBERLÂNDIA Getúlio Góis de Araújo getulio_araujo @nacionalnet.com.br Colégio Nacional Ensino Fundamental II Relato de Experiência

Leia mais

Poluição sonora. BIP ValterCampanato_ABr MarcelloCasalJr_ABr

Poluição sonora. BIP ValterCampanato_ABr MarcelloCasalJr_ABr 6 o e 7 o anos agosto/2010 Poluição sonora BIP ValterCampanato_ABr MarcelloCasalJr_ABr BIP Vivemos em uma sociedade agitada, repleta de ruídos que eclodem naturalmente ou são provocados de modo irresponsável;

Leia mais

REFLEXÕES PEDAGÓGICAS SOBRE A DANÇA NO ENSINO MÉDIO

REFLEXÕES PEDAGÓGICAS SOBRE A DANÇA NO ENSINO MÉDIO REFLEXÕES PEDAGÓGICAS SOBRE A DANÇA NO ENSINO MÉDIO Izabele Trindade Caldas (CALDAS I. T.) e Elaine Melo de Brito Costa (COSTA E. M. DE B.). Departamento de Educação Física Universidade Estadual da Paraíba

Leia mais

CORPOREIDADE: UMA PROPOSTA PEDAGÓGICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

CORPOREIDADE: UMA PROPOSTA PEDAGÓGICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL UNIVERSIDADE METROPOLITANA DE SANTOS NÚCLEO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA FACULDADE DE EDUCAÇÃO E CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE PEDAGOGIA Educação Mediadora Ana Lucia Rodrigues Nunes Teixeira Carla Trindade da Silva

Leia mais

8º Ano 2015 4º Bimestre Artes Prof. Juva

8º Ano 2015 4º Bimestre Artes Prof. Juva 8º Ano 2015 4º Bimestre Artes Prof. Juva Manifestações de Arte Popular No Brasil a arte popular é aquela produzida por alguém que não possui uma instrução acadêmica em arte, mas produz obras que contém

Leia mais

Curso de Educação Física Ensino da Capoeira

Curso de Educação Física Ensino da Capoeira Curso de Educação Física Ensino da Capoeira ??? CAPOEIRA??? Pra começar: um pouco de História... Código Penal da República dos Estados Unidos do Brasil, Decreto n o 487 de outubro de 1890, Capítulo XIII:

Leia mais

Conteúdo Programático INFANTIL IV

Conteúdo Programático INFANTIL IV Conteúdo Programático INFANTIL IV 1 TRIMESTRE LINGUAGEM POEMA TEXTO NARRATIVO CARTAZ VOGAIS A, E e I. LETRA DE MÚSICA RÓTULO VOGAIS Oe U HISTÓRIA EM QUADRINHOS / CARTUM ENCONTROS VOCÁLICOS ADIVINHAS DE

Leia mais